APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL"

Transcrição

1

2 APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL A Agência de Certificação Ocupacional (ACERT) é parte integrante da Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM) Centro de Modernização e Desenvolvimento da Administração Pública e possui a missão de contribuir para a qualidade da prestação de serviços públicos à sociedade, por meio da avaliação de larga escala e da certificação de competências ocupacionais. Ao certificar competências ocupacionais, a ACERT realiza processos avaliativos com o propósito de reconhecer e de atestar que um indivíduo possui conhecimentos, habilidades e atitudes indispensáveis ao desempenho de suas atribuições. Trata-se, portanto, da avaliação das competências básicas, segundo padrões de qualidade estabelecidos para um determinado cargo ou função. Estes padrões sistematizam os resultados esperados dos ocupantes do cargo, as atividades essenciais para atingir tais resultados e as competências (conhecimentos, habilidades e atitudes) que dão suporte à realização dessas atividades. São elaborados por meio de comitês técnicos que envolvem representantes e especialistas do cargo ou da função a ser certificada. As informações contidas nos padrões servem como referência de qualidade, como guia para desenvolvimento da carreira, como norteador da gestão das competências, como critério de seleção e como orientador para formação continuada dos profissionais, reunindo, portanto, os traços mais relevantes que compõem o perfil profissional de um cargo. Entretanto, essas competências não devem ser interpretadas como uma regra única ou como um guia rígido para o desempenho do profissional. O presente documento apresenta os padrões de competências para o cargo Analista Universitário, com um breve perfil do cargo e o núcleo comum de resultados, de atividades e de competências do cargo, distribuído em dois padrões: Assessoramento Técnico Universitário (Padrão I) Suporte aos Projetos e Planos de Ação Acadêmicos (Padrão II). 2

3 PADRÕES DE COMPETÊNCIAS PARA O CARGO DE ANALISTA UNIVERSITÁRIO O Analista Universitário, no exercício de suas atribuições, atua no Assessoramento Técnico Universitário (Padrão I) e Suporte aos Projetos e Planos de Ação Acadêmicos (Padrão II). Este profissional colabora com a manutenção, aperfeiçoamento e modernização das funções acadêmicas e administrativas, com o fortalecimento das redes de relacionamento e a melhoria de mecanismos de comunicação interna e externa, bem como oferece suporte a projetos e planos de ação, que potencializem as atividades acadêmicas, de pesquisa e extensão desenvolvidas nas Universidades Estaduais. Este profissional apresenta habilidades de relacionamento interpessoal, gestão de conflitos, visão crítica, visão sistêmica, solução de problemas, negociação, tomada de decisão e administração do tempo, distribuídas, por grau de complexidade ao longo das cinco classes, que compõem sua carreira, bem como as atitudes: postura ética, responsabilidade, imparcialidade, cooperação, foco no cidadão, aprendizagem e aperfeiçoamento contínuos, pró-atividade, criatividade e foco em resultados, abertura a críticas, flexibilidade, disponibilidade, espírito de equipe, persistência, agilidade, autocontrole, autoconfiança e firmeza. A carreira do Analista Universitário está organizada em cinco classes, de acordo com diferentes graus de complexidade, que se apresentam de maneira crescente e representam competências cumulativas entre as classes I a V. Desta maneira, a classe V apresenta a maior complexidade e representa além das competências presentes às classes imediatamente abaixo (IV, III, II, I). O Analista Universitário, cargo integrante do Grupo Ocupacional Técnico-Específico, atua em universidades estaduais, integrantes da rede pública estadual, tais como a Universidade do Estado da Bahia UNEB, multicampi, com sede em Salvador; Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia UESB, multicampi, com sede em Vitória da Conquista; Universidade Estadual de Santa Cruz UESC, situada entre os municípios de Ilhéus e Itabuna e a Universidade Estadual de Feira de Santana UEFS, com sede em Feira de Santana e seus diversos campi. Este profissional exerce suas atividades nas diversas áreas da comunidade acadêmica, busca o aperfeiçoamento das ações institucionais, a ampliação e o fortalecimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão, voltando-se, também, para o desenvolvimento da responsabilidade social. 3

4 Padrão I: Assessoramento Técnico Universitário O Analista Universitário colabora com a manutenção, aperfeiçoamento e modernização das funções acadêmicas e administrativas, bem como com o fortalecimento das redes de relacionamento e a melhoria de mecanismos de comunicação interna e externa das Universidades Estaduais. Para que haja manutenção, aperfeiçoamento e modernização das funções acadêmicas e administrativas, o Analista Universitário: colabora com a proposição de ações técnico-administrativas, identificando pontos passíveis de melhoria, mediante a análise i) da estrutura e do funcionamento das Universidades Estaduais e ii) da Administração Pública do Estado da Bahia, assim como da análise iii) das funções da Administração e iv) dos princípios da Constituição Estadual; colabora com a gestão de pessoas, executando suas atividades a partir da análise i) do Estatuto do Magistério Público das Universidades do Estado da Bahia, ii) da Lei Estadual sobre Carreiras, iii) dos princípios da Ética na Administração Pública, bem como aplicando iv) técnicas de liderança; colabora com a otimização e racionalização de recursos materiais e financeiros, identificando os pontos passíveis de melhoria, utilizando os conhecimentos sobre as Políticas de Recursos Materiais e Patrimônio; contribui com o gerenciamento de procedimentos e rotinas de trabalho, implementa ações de melhoria, racionalizando e otimizando recursos, aplicando i) técnicas de Organização, Sistemas e Métodos, ii) técnicas de análise e melhoria de processos, iii) gestão da qualidade dos serviços, bem como utilizando iv) recursos de Informática; implementa ações pertinentes a sua área de atuação, sejam elas: contratos, convênios, termos de compromissos, termos de cooperação e outros, aplicando os instrumentos jurídicos apropriados; participa, orienta e propõe melhorias na condução de comissões técnicas, tais como: sindicância, auditoria, concursos e estágios supervisionado e probatório, em consonância com as orientações do i) Direito Constitucional, do ii) Direito Administrativo e do iii) Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado da Bahia; colabora nos processos de aquisição de materiais e contratação de serviços com base em i) Leis de Licitação e Contrato, ii) Leis de Pregão e iii) Lei de Responsabilidade Fiscal, racionalizando e controlando gastos; colabora na construção, execução e acompanhamento da proposta orçamentária, em consonância com o i) Planejamento e Orçamento Público e ii) Políticas de Recursos Financeiros. faz proposições técnicas na sua área de atuação, utilizando como referência o i) Plano Estratégico do Estado da Bahia e o ii) Plano Plurianual (PPA) Bahia; A fim de contribuir com o fortalecimento das redes de relacionamento e a melhoria de mecanismos de comunicação interna e externa da universidade, o Analista Universitário: contribui com a proposição de ações de comunicação com o público interno e externo, disseminando informações geradas na Universidade, com base nos conhecimentos sobre: i) gestão de conhecimento, ii) comunicação organizacional e iii) tecnologia da informação; oferece suporte em situações que envolvam conflitos interpessoais, estabelecendo estratégias no âmbito da sua atuação aplicando técnicas de atendimento ao público. 4

5 Padrão II: Suporte aos Projetos e Planos de Ação Acadêmicos O Analista Universitário oferece suporte a projetos e planos de ação que potencializem as atividades acadêmicas, de pesquisa e extensão desenvolvidas nas Universidades Estaduais. Para que ações acadêmicas, de pesquisa e extensão, desenvolvidas pelas Universidades, sejam potencializadas, o Analista Universitário: colabora com a análise de dados, riscos e custos de projetos de ensino, extensão e pesquisa, utilizando i) métodos de elaboração, execução, acompanhamento e avaliação e ii) gestão de riscos; participa da avaliação de ações institucionais da Educação Superior, colaborando na definição de critérios por meio da elaboração de indicadores; colabora na no desenvolvimento de ações inovadoras, facilitadoras e modernizadoras das atividades, por meio da participação em estudos e ações de extensão universitária no âmbito de sua área de atuação, aplicando e os conhecimentos sobre o papel social das Universidades Estaduais; colabora, apoiando o corpo docente e discente, na proposição de novas linhas de atuação e no realinhamento de metas, por meio da avaliação institucional; contribui com a realização de pesquisas, propostas e orientadas pelo corpo docente da universidade, interagindo com os discentes envolvidos, por meio de apoio ao desenvolvimento da metodologia, aplicação do referencial teórico e no tratamento dos dados e informações, utilizando conhecimentos sobre métodos e técnicas de pesquisas; contribui com a promoção de situações de ensino-aprendizagem diversificadas aos alunos do departamento em que está inserido, utilizando conhecimentos sobre tecnologias educacionais; contribui na aplicação de novas tecnologias de informação e comunicação em situações de ensino e extensão, utilizando conhecimentos sobre tecnologias de ensino à distância e softwares educacionais; contribui com a orientação e controle dos processos pertinentes a área em que estiver exercendo suas atividades elaborando elabora pareceres, relatórios, recomendações vinculados às funções de educação, extensão e pesquisa, bem como aos sistemas administrativos das universidades estaduais utilizando técnicas de Redação Oficial. 5

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL A Agência de Certificação Ocupacional (ACERT) é parte integrante da Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM) Centro de Modernização e Desenvolvimento da Administração

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL A Agência de Certificação Ocupacional (ACERT) é parte integrante da Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM) Centro de Modernização e Desenvolvimento da Administração

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL A Agência de Certificação Ocupacional (ACERT) é parte integrante da Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM) Centro de Modernização e Desenvolvimento da Administração

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL A Agência de Certificação Ocupacional (ACERT) é parte integrante da Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM) Centro de Modernização e Desenvolvimento da Administração

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL A Agência de Certificação Ocupacional (ACERT) é parte integrante da Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM) Centro de Modernização e Desenvolvimento da Administração

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL A Agência de Certificação Ocupacional (ACERT) é parte integrante da Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM) Centro de Modernização e Desenvolvimento da Administração

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CONSELHO UNIVERSITÁRIO. ANEXO I DA RESOLUÇÃO Nº. 02/2014 CUn

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CONSELHO UNIVERSITÁRIO. ANEXO I DA RESOLUÇÃO Nº. 02/2014 CUn ANEXO I DA RESOLUÇÃO Nº. 02/2014 CUn PLANO DE CAPACITAÇÃO DE SERVIDORES DESTA UNIVERSIDADE 1. APRESENTAÇÃO O Plano de Cargos e Carreiras do Pessoal Técnico-Administrativo em Educação (PCCTAE) foi implantado

Leia mais

LEIS LEI Nº 13.466 DE 22 DE DEZEMBRO DE 2015LEI Nº 13.466 DE 22 DE DEZEMBRO DE 2015

LEIS LEI Nº 13.466 DE 22 DE DEZEMBRO DE 2015LEI Nº 13.466 DE 22 DE DEZEMBRO DE 2015 Salvador, Quarta-feira 23 de dezembro de 2015 Ano C N o 21.843 LEIS LEI Nº 13.466 DE 22 DE DEZEMBRO DE 2015LEI Nº 13.466 DE 22 DE DEZEMBRO DE 2015 Dispõe sobre a organização e funcionamento das Universidades

Leia mais

Fundação Luís Eduardo Magalhães Centro de Modernização e Desenvolvimento da Administração Pública

Fundação Luís Eduardo Magalhães Centro de Modernização e Desenvolvimento da Administração Pública Fundação Luís Eduardo Magalhães Centro de Modernização e Desenvolvimento da Administração Pública Compromisso com o novo A Fundação Luís Eduardo Magalhães tem o compromisso de estimular o desenvolvimento

Leia mais

DA COMISSÃO AVALIAÇÃO DE DOCUMENTOS DE ARQUIVO EDITAL Nº 01, DE 09 DE ABRIL DE 2012

DA COMISSÃO AVALIAÇÃO DE DOCUMENTOS DE ARQUIVO EDITAL Nº 01, DE 09 DE ABRIL DE 2012 DA COMISSÃO AVALIAÇÃO DE DOCUMENTOS DE ARQUIVO EDITAL Nº 01, DE 09 DE ABRIL DE 2012 A COMISSÃO DE AVALIAÇÃO DE DOCUMENTOS DE ARQUIVO (CADAR), no uso de suas atribuições, torna público o Plano de Classificação

Leia mais

ANEXO II PROJETO DE MELHORIA DO ENSINO MÉDIO NOTURNO REGULAMENTO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

ANEXO II PROJETO DE MELHORIA DO ENSINO MÉDIO NOTURNO REGULAMENTO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA Esplanada dos Ministérios, Bloco L 70047-902 Brasília DF ANEXO II PROJETO DE MELHORIA DO ENSINO MÉDIO NOTURNO REGULAMENTO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art.

Leia mais

PORTARIA Nº 210 DE 22 DE JUNHO DE 2012

PORTARIA Nº 210 DE 22 DE JUNHO DE 2012 Página 1 de 5 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA PORTARIA Nº 210 DE 22 DE JUNHO DE 2012 O Presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL A Agência de Certificação Ocupacional (ACERT) é parte integrante da Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM) Centro de Modernização e Desenvolvimento da Administração

Leia mais

XXI Congresso Nacional das Guardas Municipais. Novo Hamburgo/RS, 17 a 19 de agosto de 2011

XXI Congresso Nacional das Guardas Municipais. Novo Hamburgo/RS, 17 a 19 de agosto de 2011 XXI Congresso Nacional das Guardas Municipais Novo Hamburgo/RS, 17 a 19 de agosto de 2011 Em 2011, a Secretaria Nacional de Segurança Pública criou Grupo de Trabalho para iniciar processo de discussão

Leia mais

PROJETO DO CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO INTEGRADO EM INFORMÁTICA

PROJETO DO CURSO TÉCNICO DE NÍVEL MÉDIO INTEGRADO EM INFORMÁTICA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO. CAMPUS CERES DEPARTAMENTO DE DESENVOLVIMENTO EDUCACIONAL PROJETO DO

Leia mais

11) Incrementar programas de mobilidade e intercâmbio acadêmicos. Propiciar a um número maior de discentes a experiência de interação

11) Incrementar programas de mobilidade e intercâmbio acadêmicos. Propiciar a um número maior de discentes a experiência de interação Apresentação A vocação natural da instituição universitária é fazer-se um centro de convergência e articulação de esforços intelectuais, científicos, artísticos e culturais, estimulando o pensamento crítico,

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.825, DE 29 DE JUNHO DE 2006. Estabelece as diretrizes para elaboração do Plano de Desenvolvimento dos Integrantes do Plano

Leia mais

GOVERNANÇA NA FUNDAÇÃO BANCO DO BRASIL 1. INTRODUÇÃO

GOVERNANÇA NA FUNDAÇÃO BANCO DO BRASIL 1. INTRODUÇÃO GOVERNANÇA NA FUNDAÇÃO BANCO DO BRASIL 1. INTRODUÇÃO 1.1 As disposições contidas a seguir foram extraídas de documentos e de deliberações que regulam a atuação da Fundação Banco do Brasil, cuja consulta,

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2014

Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL. Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO PROFISSIONAL Plano de Trabalho Docente 2014 ETEC PAULINO BOTELHO Código: 091.6 Município: São Carlos EE: Prof. Arlindo Bittencourt Eixo Tecnológico: Gestão e

Leia mais

NÚCLEO DE ATENDIMENTO AO DISCENTE - NAD

NÚCLEO DE ATENDIMENTO AO DISCENTE - NAD FACULDADE DE TECNOLOGICA SENAI ÍTALO BOLOGNA - FATECIB NÚCLEO DE ATENDIMENTO AO DISCENTE - NAD (APOIO AO DISCENTE E DOCENTE) Goiânia, Maio de 2010. EQUIPE DE ELABORAÇÃO: Elizete Lucilana Soares Liliane

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES CURSO DE GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES 1 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Fisioterapeuta, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado

Leia mais

Padrão de Vencimento. João Pessoa, de maio de Cargo

Padrão de Vencimento. João Pessoa, de maio de Cargo INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DA PARAÍBA FICHA DE INSCRIÇÃO Curso: Excelência na Prestação de Serviços na Administração Pública Módulo I Excelência no Relacionamento e Atendimento

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos 1 de 5 09/02/2009 07:57 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 5.825, DE 29 DE JUNHO DE 2006. Estabelece as diretrizes para elaboração do Plano de Desenvolvimento

Leia mais

PLANO DE TRABALHO ANUAL

PLANO DE TRABALHO ANUAL PLANO DE TRABALHO 2017 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG OUVIDORIA PLANO DE TRABALHO ANUAL 2017-2018 A FURG quer lhe ouvir... Você melhorando a Universidade!

Leia mais

Projeto Movimento ODM Brasil 2015 Título do Projeto

Projeto Movimento ODM Brasil 2015 Título do Projeto Título do Projeto Desenvolvimento de capacidades, de justiça econômica sustentável e promoção de boas práticas para alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio no Brasil. Concepção Estabelecimento

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL A Agência de Certificação Ocupacional (ACERT) é parte integrante da Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM) Centro de Modernização e Desenvolvimento da Administração

Leia mais

CATÁLOGO REGIONAL PALESTRAS, OFICINAS E CURSOS

CATÁLOGO REGIONAL PALESTRAS, OFICINAS E CURSOS CATÁLOGO REGIONAL PALESTRAS, OFICINAS E CURSOS GET GERÊNCIA DE EDUCAÇÃO PARA O TRABALHADOR SESI/DRMG MINAS GERAIS 2015 www.fiemg.com.br SUMÁRIO 1. PALESTRAS 1.1 MAIS INFORMAÇÕES... 4 2. OFICINAS 2.1 ÉTICA

Leia mais

Capacitação e Especialização de Consultores Empresariais

Capacitação e Especialização de Consultores Empresariais Capacitação e Especialização de Consultores Empresariais Internos e Externos Mudança de Status de Analista para Consultor de Empresas Justificativa - 1: A Evolução dos Sistemas de Gestão da Espécie A medida

Leia mais

O novo modelo de Gestão de Desempenho por Competências tem o objetivo de melhorar os resultados e propiciar o desenvolvimento de todos os servidores.

O novo modelo de Gestão de Desempenho por Competências tem o objetivo de melhorar os resultados e propiciar o desenvolvimento de todos os servidores. O novo modelo de Gestão de Desempenho por Competências tem o objetivo de melhorar os resultados e propiciar o desenvolvimento de todos os servidores. O que é o novo modelo de Gestão do Desempenho por Competências?

Leia mais

RECRUTAMENTO INTERNO

RECRUTAMENTO INTERNO RECRUTAMENTO INTERNO Cargo: Assistente de Processos Acadêmicos Setor/Local de Trabalho: GEAD / Cidade Universitária Início: Fevereiro/2015 Horário de Trabalho: Das 09:00 às 18:00 de segunda a sexta-feira

Leia mais

PROGRAMA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PRÓ-REITORIA DE RECURSOS HUMANOS

PROGRAMA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PRÓ-REITORIA DE RECURSOS HUMANOS PROGRAMA DE AVALIAÇÃO DE PRÓ-REITORIA DE RECURSOS HUMANOS 1- INTRODUÇÃO O Programa de Avaliação de Desempenho dos Técnico-Administrativos em Educação (PROADES) constitui parte do Plano de Desenvolvimento

Leia mais

SINAES SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR

SINAES SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR SINAES SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR Elza Cristina Giostri elza@sociesc.org.br PROGRAMA Apresentação Diagnóstico de conhecimento e necessidades Conceito Geral Elaboração do relatório

Leia mais

RESOLUÇÃO DO CONSELHO SUPERIOR Nº 48/2015, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2015. TÍTULO I Projeto de Pesquisa - Caracterização

RESOLUÇÃO DO CONSELHO SUPERIOR Nº 48/2015, DE 9 DE NOVEMBRO DE 2015. TÍTULO I Projeto de Pesquisa - Caracterização MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO CONSELHO SUPERIOR Avenida Rio Branco, 50 Santa Lúcia 29056-255 Vitória ES 27 3227-5564 3235-1741 ramal 2003 RESOLUÇÃO DO CONSELHO SUPERIOR Nº

Leia mais

PLANO DE TRABALHO OFICINA PARA ELABORAÇÃO DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA EMPRESAS

PLANO DE TRABALHO OFICINA PARA ELABORAÇÃO DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA EMPRESAS PLANO DE TRABALHO OFICINA PARA ELABORAÇÃO DE PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA EMPRESAS 1 ÁREA DE CREDENCIAMENTO/SUBÁREA Área Planejamento Empresarial; Subáreas Planejamento Estratégico. 2 PROJETO/AÇÃO Linha

Leia mais

D E C R E T A. a) dos cursos de licenciaturas; b) das residências pedagógicas; c) das práticas pedagógicas curriculares;

D E C R E T A. a) dos cursos de licenciaturas; b) das residências pedagógicas; c) das práticas pedagógicas curriculares; Imprimir "Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial do Estado." DECRETO Nº 16.718 DE 11 DE MAIO DE 2016 Dispõe sobre a instituição e organização dos Complexos Integrados de Educação, no âmbito

Leia mais

Custos no Setor Público: Ferramenta da Melhoria da Qualidade do Gasto Público. Florianópolis 17 de Abril 2015

Custos no Setor Público: Ferramenta da Melhoria da Qualidade do Gasto Público. Florianópolis 17 de Abril 2015 Custos no Setor Público: Ferramenta da Melhoria da Qualidade do Gasto Público Florianópolis 17 de Abril 2015 1 Qualidade do Gasto Público Conceito visualiza duas Dimensões : (em construção *) Macro (Estratégico)

Leia mais

Configuração do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde-FAMERP

Configuração do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde-FAMERP 1 Configuração do Programa de Pós-Graduação em Ciências da Saúde-FAMERP São José do Rio Preto, cidade localizada a noroeste do estado de São Paulo, com instalação de hospitais terciários e quaternários,

Leia mais

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Portarias/MEC nºs 555/556, publicadas no Diário Oficial da União de 21/2/2006

PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Portarias/MEC nºs 555/556, publicadas no Diário Oficial da União de 21/2/2006 PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Portarias/MEC nºs 555/556, publicadas no Diário Oficial da União de 21/2/2006 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: União Norte do Paraná de Ensino

Leia mais

PROJETO BÁSICO DE CURSOS DE ATUALIZAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO, COM FORMAÇÃO CONTINUADA

PROJETO BÁSICO DE CURSOS DE ATUALIZAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO, COM FORMAÇÃO CONTINUADA 1 PROJETO BÁSICO DE CURSOS DE ATUALIZAÇÃO E APERFEIÇOAMENTO, COM FORMAÇÃO CONTINUADA 1. JUSTIFICATIVA DA PROPOSIÇÃO: 1.1.1. O Programa de Formação Continuada, para a Coordenação e Implementação das Diretrizes

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec Professora Ermelinda Giannini Teixeira Código: 187 Município: SANTANA DE PARNAIBA Eixo Tecnológico: Gestão e Negócio Habilitação Profissional: Técnico

Leia mais

Avaliação de Desempenho

Avaliação de Desempenho Avaliação de Desempenho Avaliação de Desempenho AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO 1 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO 2 Como era: avaliação unilateral; de caráter punitivo e de prestação de contas; característica absolutamente

Leia mais

Avaliação de Desempenho do Técnico Administrativo em Educação

Avaliação de Desempenho do Técnico Administrativo em Educação Avaliação de Desempenho do Técnico Administrativo em Educação ANEXO I CAMPUS AUTO AVALIAÇÃO DO SERVIDOR 2016 Nome do Servidor: Cargo: Classe: Nível: Padrão: Período de Avaliação: / / a / / Lotação: Função

Leia mais

É um projeto da sociedade, uma Política Pública de Qualidade (PPQ), focada na escola, na promoção e no acompanhamento do ensino e da aprendizagem.

É um projeto da sociedade, uma Política Pública de Qualidade (PPQ), focada na escola, na promoção e no acompanhamento do ensino e da aprendizagem. É um projeto da sociedade, uma Política Pública de Qualidade (PPQ), focada na escola, na promoção e no acompanhamento do ensino e da aprendizagem. Está pautada no compromisso, no diálogo, no planejamento

Leia mais

Apoio ao Transporte Escolar para a Educação Básica - Caminho da Escola. Concessão de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID

Apoio ao Transporte Escolar para a Educação Básica - Caminho da Escola. Concessão de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID Programa 1448 Qualidade na Escola Ações Orçamentárias Número de Ações 16 0E530000 Apoio ao Transporte Escolar para a Educação Básica - Caminho da Escola Veículo adquirido Unidade de Medida: unidade UO:

Leia mais

Avaliação e Monitoramento do PME. Professora Marcia Adriana de Carvalho

Avaliação e Monitoramento do PME. Professora Marcia Adriana de Carvalho Avaliação e Monitoramento do PME Professora Marcia Adriana de Carvalho TEMAS 1 Por que avaliar e monitorar o PME 2 Qual a diferença entre avaliar e monitorar 3 4 Como definir plano de ações para o período

Leia mais

A Mongeral Aegon é a seguradora mais antiga do Brasil em atividade contínua;

A Mongeral Aegon é a seguradora mais antiga do Brasil em atividade contínua; QUEM SOMOS A Mongeral Aegon é a seguradora mais antiga do Brasil em atividade contínua; Especializada em Vida e Previdência, possui portfólio completo para assegurar nossos clientes e seus familiares dos

Leia mais

Questões Gerais Planejamento e Avaliação Institucional

Questões Gerais Planejamento e Avaliação Institucional Como você avalia a gestão ambiental da Instituição? Questões Gerais Planejamento e Avaliação Institucional 4 3,36% 8,53% Boa 28 23,53% 36,91% Como você avalia a divulgação dos resultados da Pesquisa de

Leia mais

Sustentabilidade no Setor Público, A3P e Planos de Logística Sustentável

Sustentabilidade no Setor Público, A3P e Planos de Logística Sustentável Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental SAIC Departamento de Produção e Consumo Sustentável DPCS Sustentabilidade no Setor Público, A3P e Planos de Logística

Leia mais

PADRÕES de DESEMPENHO DOCENTE

PADRÕES de DESEMPENHO DOCENTE ESCOLA SECUNDÁRIA DO RESTELO 402679 PADRÕES de DESEMPENHO DOCENTE 2010-2011 Desp.n.º 16034-2010, ME (20 Out.) VERTENTE PROFISSIONAL, SOCIAL E ÉTICA Compromisso com a construção e o uso do conhecimento

Leia mais

III ENCONTRO ANUAL FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA

III ENCONTRO ANUAL FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA III ENCONTRO ANUAL FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA Proposta de Sistema de Indicadores de Desempenho de Segurança Pública Doriam Borges (Consultor da SENASP) Abril de 2009 A informação como instrumento

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL A Agência de Certificação Ocupacional (ACERT) é parte integrante da Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM) Centro de Modernização e Desenvolvimento da Administração

Leia mais

RESOLUÇÃO N o 015, de 25 de novembro de Regulamenta o Programa de Dimensionamento. Federal de São João del-rei e dá outras providências.

RESOLUÇÃO N o 015, de 25 de novembro de Regulamenta o Programa de Dimensionamento. Federal de São João del-rei e dá outras providências. RESOLUÇÃO N o 015, de 25 de novembro de 2014. Regulamenta o Programa de Dimensionamento do Quadro de Servidores Técnicoadministrativos em Educação da Universidade Federal de São João del-rei e dá outras

Leia mais

AUDITORIA. Conceito de auditoria

AUDITORIA. Conceito de auditoria AUDITORIA Conceito de auditoria A Auditoria é uma atividade de avaliação independente e de assessoria da administração, voltada para o exame e avaliação da adequação, eficiência e eficácia dos sistemas

Leia mais

Equipe. Diretoria de Comunicação e Relacionamento Diretora: Marcela Conceição. Diretoria de Tecnologia da Informação Diretor: Victor Marcelino

Equipe. Diretoria de Comunicação e Relacionamento Diretora: Marcela Conceição. Diretoria de Tecnologia da Informação Diretor: Victor Marcelino Equipe Diretoria de Comunicação e Relacionamento Diretora: Marcela Conceição Diretoria de Tecnologia da Informação Diretor: Victor Marcelino Diretoria Administrativo e Financeira Diretor: Vitor Bahia Apresentação

Leia mais

DESENVOLVIMENTO SOCIAL

DESENVOLVIMENTO SOCIAL ENCONTRO DE GESTORES PÚBLICOS MUNICIPAIS DA PARAÍBA FORTALECIMENTO DA GESTÃO MUNICIPAL PARA O DESENVOLVIMENTO SOCIAL João Pessoa PB / 18, 19, 21 e 22 de março O PNUD reconhece a capacidade do TCE-PB de

Leia mais

Gestão de Pessoas: Fases Evolutivas

Gestão de Pessoas: Fases Evolutivas Gestão de Pessoas: Fases Evolutivas Transição: de Operacional para Estratégico Fischer (2002) 4 fases correntes teóricas: Departamento pessoal até 20s controle, eficiência, taylorismo, fordismo; Gestão

Leia mais

PROGRAMA PROREDES BIRD RS TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA INDIVIDUAL ESPECIALIZADA EM ANÁLISE DE SISTEMAS NA ÁREA DA EDUCAÇÃO

PROGRAMA PROREDES BIRD RS TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA INDIVIDUAL ESPECIALIZADA EM ANÁLISE DE SISTEMAS NA ÁREA DA EDUCAÇÃO PROGRAMA PROREDES BIRD RS TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE CONSULTORIA INDIVIDUAL ESPECIALIZADA EM ANÁLISE DE SISTEMAS NA ÁREA DA EDUCAÇÃO Sumário 1 Objetivo da contratação... 1 2 Antecedentes e

Leia mais

REVISÃO DOS PLANOS DE MELHORIA. Os seguintes pontos devem ser observados em cada ação inserida no plano de melhoria.

REVISÃO DOS PLANOS DE MELHORIA. Os seguintes pontos devem ser observados em cada ação inserida no plano de melhoria. A quarta etapa do Método de Melhoria de Resultados (MMR) é Elaborando planos de melhoria. O plano de melhoria é o conjunto de ações organizadas no tempo e atribuídas aos responsáveis por fazê-las acontecer

Leia mais

Curso de Especialização em Gestão Pública MATRIZ CURRICULAR. Módulo 1/Semestre 1 Carga horária total: 30h. 30h -

Curso de Especialização em Gestão Pública MATRIZ CURRICULAR. Módulo 1/Semestre 1 Carga horária total: 30h. 30h - Curso de Especialização em Gestão Pública CÂMPUS Florianópolis MATRIZ CURRICULAR Módulo 1/Semestre 1 Carga horária total: 30h Introdução a Informática e Ambiente Virtual de Ensino- Aprendizagem (AVEA)

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MONITORIA DE ENSINO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADES

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MONITORIA DE ENSINO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO CAPÍTULO I DA NATUREZA E FINALIDADES SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO REGULAMENTO DO PROGRAMA DE MONITORIA DE ENSINO

Leia mais

11. Ciclo de Gestão do Governo Federal

11. Ciclo de Gestão do Governo Federal Marco Legal: Constituição de 1988 11. Ciclo de Gestão do Governo Federal Instrumentos: Planejamento Orçamento Finanças Controle LDO PPA LOA Elementos Normativos: Plano Plurianual - PPA, Lei de Diretrizes

Leia mais

Faculdade Processus REGULAMENTO DO PROJETO DAS ATIVIDADES DE MONITORIA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE PROCESSUS

Faculdade Processus REGULAMENTO DO PROJETO DAS ATIVIDADES DE MONITORIA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE PROCESSUS REGULAMENTO DO PROJETO DAS ATIVIDADES DE MONITORIA DO CURSO DE DIREITO DA FACULDADE PROCESSUS Dispõe sobre a oferta de atividades de Monitoria no curso de graduação da Faculdade Processus e dá outras providências.

Leia mais

Perfil Caliper de Vendas. The Inner Seller Report

Perfil Caliper de Vendas. The Inner Seller Report Perfil Caliper de Vendas The Inner Seller Report Avaliação de: Sr. João Vendedor Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Perfil Caliper de Vendas The Inner Seller Report Página 1

Leia mais

CATÁLOGO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Modalidade a Distância

CATÁLOGO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Modalidade a Distância CATÁLOGO DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS Modalidade a Distância ATOS LEGAIS DO CURSO: Nome do Curso: Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos Modalidade

Leia mais

Instrumento de Registo (Artigo 10º, ponto 1 1 e 2 do Decreto Regulamentar n.º 2/2010)

Instrumento de Registo (Artigo 10º, ponto 1 1 e 2 do Decreto Regulamentar n.º 2/2010) AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE S. JOÃO DA PESQUEIRA Instrumento de Registo (Artigo 10º, ponto 1 1 e 2 do Decreto Regulamentar n.º 2/2010) Ficha de Registo Avaliação do Desempenho Docente do Ensino Básico e

Leia mais

REGULAMENTO DO PROJETO INTEGRADOR DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA DA FACULDADE ARTHUR THOMAS

REGULAMENTO DO PROJETO INTEGRADOR DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA DA FACULDADE ARTHUR THOMAS REGULAMENTO DO PROJETO INTEGRADOR DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA DA FACULDADE ARTHUR THOMAS Rua Prefeito Faria Lima, 400, Jardim Maringá, Londrina PR Fone: (43) 3031-5050 CEP: 86.061-450 1 REGULAMENTO

Leia mais

RELATÓRIO DE RESPOSTAS OBTIDAS NA PESQUISA DE AUTOAVALIAÇÃO 2016 CENTRO DE CIÊNCIAS RURAIS CCR: MODALIDADE PRESENCIAL

RELATÓRIO DE RESPOSTAS OBTIDAS NA PESQUISA DE AUTOAVALIAÇÃO 2016 CENTRO DE CIÊNCIAS RURAIS CCR: MODALIDADE PRESENCIAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO COORDENADORIA DE PLANEJAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL RELATÓRIO DE RESPOSTAS OBTIDAS NA PESQUISA DE AUTOAVALIAÇÃO 2016 DE CIÊNCIAS RURAIS

Leia mais

Senado Federal Subsecretaria de Informações DECRETO Nº 2.794, DE 1º DE OUTUBRO DE 1998

Senado Federal Subsecretaria de Informações DECRETO Nº 2.794, DE 1º DE OUTUBRO DE 1998 Senado Federal Subsecretaria de Informações DECRETO Nº 2.794, DE 1º DE OUTUBRO DE 1998 Institui a Política Nacional de Capacitação dos Servidores para a Administração Pública Federal direta, autárquica

Leia mais

Critério I - Compromissos com o Desenvolvimento Sustentável

Critério I - Compromissos com o Desenvolvimento Sustentável Os trechos em destaque encontram-se no Glossário. Dimensão Geral Critério I - Compromissos com o Desenvolvimento Sustentável Indicador 1 - Compromisso Fundamental 1. A empresa, por meio de sua alta administração,

Leia mais

CADASTRO, TREINAMENTO E QUALIFICAÇÃO DE INSPETORES BPL

CADASTRO, TREINAMENTO E QUALIFICAÇÃO DE INSPETORES BPL CADASTRO, TREINAMENTO E QUALIFICAÇÃO DE INSPETORES NORMA Nº NIE-CGCRE-039 APROVADA EM ABR/2013 Nº 01/ SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação 3 Responsabilidade 4 Documentos Complementares 5 Histórico

Leia mais

QUADRO COMPARATIVO DAS PROPOSTAS PARA REVOGAÇÃO DA LEI 7176/97

QUADRO COMPARATIVO DAS PROPOSTAS PARA REVOGAÇÃO DA LEI 7176/97 QUADRO COMPARATIVO DAS PROPOSTAS PARA REVOGAÇÃO DA LEI 7176/97 PROPOSTA GOVERNO PROPOSTA FÓRUM DAS AD S CAPÍTULO I DA CARACTERIZAÇÃO E DA FINALIDADE Art. 1º - A Universidade do Estado da Bahia - UNEB,

Leia mais

Sistemas de Informação

Sistemas de Informação Sistemas de Informação O uso consciente da tecnologia para o gerenciamento Prof. Msc. Christien Lana Rachid Organização 1. Vínculo Administração-Tecnologia 2. Introdução a sistemas 3. Empresas e Sistemas

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de Técnico

Leia mais

T.R.E. X T.R.T. PROPOSIÇÕES DE TEMAS 1. É POSSÍVEL ESTUDAR PARA AMBOS SIMULTANEAMENTE? 2. QUAIS MATÉRIAS DEVO ESTUDAR?

T.R.E. X T.R.T. PROPOSIÇÕES DE TEMAS 1. É POSSÍVEL ESTUDAR PARA AMBOS SIMULTANEAMENTE? 2. QUAIS MATÉRIAS DEVO ESTUDAR? PROPOSIÇÕES DE TEMAS T.R.E. X T.R.T. 1. É POSSÍVEL ESTUDAR PARA AMBOS SIMULTANEAMENTE? 2. QUAIS MATÉRIAS DEVO ESTUDAR? 3. QUANTO TEMPO NECESSITO ESTUDAR? 4. SE AMBOS OS EDITAIS SAÍREM JUNTOS? O QUE EU

Leia mais

I. Descrição das ações de auditoria interna realizadas pela entidade durante o exercício de 2015:

I. Descrição das ações de auditoria interna realizadas pela entidade durante o exercício de 2015: I. Descrição das ações de auditoria interna realizadas pela entidade durante o exercício de 2015: Ação nº 1: Elaboração do Relatório Anual de Atividades de Auditoria Interna RAINT 2015, referente ao exercício

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM BIOMEDICINA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES

CURSO DE GRADUAÇÃO EM BIOMEDICINA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES CURSO DE GRADUAÇÃO EM BIOMEDICINA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES 1 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Biomédico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Profissional da área

Leia mais

c) Aplicar os princípios de pesquisa operacional mediante:

c) Aplicar os princípios de pesquisa operacional mediante: GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE SUBSECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE ATRIBUIÇÕES DOS PROFISSIONAIS DA EQUIPE DE SAÚDE PROGRAMA MUNICIPAL DE CONTROLE DA HANSENÍASE 1. Atribuições

Leia mais

PROGRAMA SULGÁS DE QUALIDADE DE VIDA

PROGRAMA SULGÁS DE QUALIDADE DE VIDA COMPANHIA DE GÁS DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL Gerência Executiva de Qualidade, Segurança, Meio Ambiente e Saúde PROGRAMA SULGÁS DE QUALIDADE DE VIDA PROJETO 2014 Julho de 2014 1. DADOS DA COMPANHIA Razão

Leia mais

REGULAMENTO DE MONITORIA. Capítulo I Das Disposições Gerais

REGULAMENTO DE MONITORIA. Capítulo I Das Disposições Gerais REGULAMENTO DE MONITORIA Dispõe sobre a regulamentação da Monitoria Capítulo I Das Disposições Gerais Art. 1 O presente regulamento estabelece normas para o processo seletivo de monitoria da Faculdade

Leia mais

Unimed 2ª Opinião ACREDITE: ESTÁ SURGINDO UMA NOVA UNIMED!

Unimed 2ª Opinião ACREDITE: ESTÁ SURGINDO UMA NOVA UNIMED! ACREDITE: ESTÁ SURGINDO UMA NOVA UNIMED! CONCEITO O Inova Unimed é um movimento de renovação que visa a modernização estrutural, operacional e administrativa da Unimed Vale do Aço. OBJETIVOS SATISFAZER

Leia mais

Política de Gestão Estratégica de Riscos e Controles Internos CELESC

Política de Gestão Estratégica de Riscos e Controles Internos CELESC Política de Gestão Estratégica de Riscos e Controles Internos CELESC Política de Gestão Estratégica de Riscos e Controles Internos CELESC SUMÁRIO SUMÁRIO... 1 INTRODUÇÃO... 2 OBJETIVOS... 3 CONCEITOS...

Leia mais

A Reforma do Ensino Médio e a Educação Profissional

A Reforma do Ensino Médio e a Educação Profissional Fórum da Educação Profissional do Estado de São Paulo A Reforma do Ensino Médio e a Educação Profissional Francisco Aparecido Cordão facordao@uol.com.br Diretrizes e orientações curriculares do Ensino

Leia mais

RELATÓRIO AVALIAÇÃO DOCENTE PELO DISCENTE ANO 2013 FRANCISCO BELTRÃO PR

RELATÓRIO AVALIAÇÃO DOCENTE PELO DISCENTE ANO 2013 FRANCISCO BELTRÃO PR Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Francisco Beltrão Departamento de Educação RELATÓRIO AVALIAÇÃO DOCENTE PELO DISCENTE ANO 2013 FRANCISCO BELTRÃO PR Sumário 1. APRESENTAÇÃO...3

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Ambiente, Saúde e Segurança. Habilitação Profissional: Técnico em Enfermagem Qualificação:

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico. Professor: Renato Custódio da Silva

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico. Professor: Renato Custódio da Silva PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015 Ensino Técnico Código: 0262 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Componente Curricular: Ética e Cidadania Organizacional Eixo Tecnológico: Gestão e

Leia mais

Seduc debate reestruturação curricular do Ensino Médio

Seduc debate reestruturação curricular do Ensino Médio Seduc debate reestruturação curricular do Ensino Médio Em função da manifestação da direção do CPERS/sindicato sobre a proposta de reestruturação curricular do Ensino Médio a Secretaria de Estada da Educação

Leia mais

MELHORIA DOS PROCESSOS DE TRABALHO

MELHORIA DOS PROCESSOS DE TRABALHO DIREÇÃO GERAL DIRETORIA DE ADMINISTRAÇÃO E PLANEJAMENTO DEPARTAMENTO DE GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS COORDENAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL MELHORIA DOS PROCESSOS DE TRABALHO ESTRUTURA CURRICULAR

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Política de Capacitação dos Servidores da UTFPR PREÂMBULO

Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Política de Capacitação dos Servidores da UTFPR PREÂMBULO Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Política de Capacitação dos Servidores da UTFPR PREÂMBULO 1ª - A Administração Federal, atenta à necessidade de capacitação e qualificação

Leia mais

VOCÊ PEDIU E A FADERGS ATENDEU!

VOCÊ PEDIU E A FADERGS ATENDEU! RESPOSTA À COMUNIDADE ACADÊMICA A Direção e a Vice-Direção da FADERGS, primando pelo compromisso de transparência e coerência da Gestão Acadêmica, tem a satisfação de apresentar as propostas de melhorias

Leia mais

MBA EM GESTÃO DE NEGÓCIOS DA SAÚDE

MBA EM GESTÃO DE NEGÓCIOS DA SAÚDE MBA EM GESTÃO DE NEGÓCIOS DA SAÚDE OBJETIVOS DO CURSO O objetivo geral do Curso de Pós-graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Negócios da Saúde é a formação de gestores em negócios da área da saúde, com

Leia mais

SÃO PAULO. Decreto Nº , de 2 de Dezembro de Programa Educação-Compromisso de São Paulo. PROFESSOR: PAULO CESAR DELOROSO

SÃO PAULO. Decreto Nº , de 2 de Dezembro de Programa Educação-Compromisso de São Paulo. PROFESSOR: PAULO CESAR DELOROSO SÃO PAULO. Decreto Nº 57.571, de 2 de Dezembro de 2011. Programa Educação-Compromisso de São Paulo. PROFESSOR: PAULO CESAR DELOROSO 1 PROFESSOR: Paulo César Deloroso GRADUAÇÃO EM LETRAS E PEDAGOGIA ESPECIALIZAÇÃO

Leia mais

Remuneração e Recompensa

Remuneração e Recompensa Remuneração e Recompensa Disciplina: Gestão por Competências Prof. Joel Dutra Alunas: Cristina Leme Elizângela de Jesus Oliveira Fernanda Ferrari Agenda Contexto / Conceitos Apresentação Empresa Objeto

Leia mais

SENAI BAHIA ÁREA AUTOMOTIVA DESCRITIVO DE CURSO

SENAI BAHIA ÁREA AUTOMOTIVA DESCRITIVO DE CURSO SENAI BAHIA ÁREA AUTOMOTIVA DESCRITIVO DE CURSO 1 IDENTIFICAÇÃO Título do Curso: s Ocupação: 9144-15 Mecânico de manutenção em motocicleta Modalidade: Qualificação Profissional Básica Formação Inicial

Leia mais

4 Perfil do Quadro de Servidores

4 Perfil do Quadro de Servidores 4 Perfil do Quadro de Servidores 4.1 Servidores Docentes O quadro de servidores docentes do IFRO é composto por Professores do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico regidos pela Lei nº 8.112/90 e Lei nº

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL

APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL APRESENTAÇÃO DA CERTIFICAÇÃO OCUPACIONAL Agência de Certificação Ocupacional (ACERT) é parte integrante da Fundação Luís Eduardo Magalhães (FLEM) Centro de Modernização e Desenvolvimento da Administração

Leia mais

EDITAL N 034/2016 Referente ao Aviso N 046/2016, publicado no D.O.E. de 15/04/2016.

EDITAL N 034/2016 Referente ao Aviso N 046/2016, publicado no D.O.E. de 15/04/2016. EDITAL N 034/2016 Referente ao Aviso N 046/2016, publicado no D.O.E. de 15/04/2016. O REITOR DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA (UNEB), no uso de suas atribuições legais e regimentais, em conformidade

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) LLM em Direito Empresarial Coordenação Acadêmica: Escola de Direito/FGV Direito Rio

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) LLM em Direito Empresarial Coordenação Acadêmica: Escola de Direito/FGV Direito Rio CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) LLM em Direito Empresarial Coordenação Acadêmica: Escola de Direito/FGV Direito Rio APRESENTAÇÃO DA FGV A FGV é uma instituição privada sem fins lucrativos,

Leia mais

PROCESSO SELETIVO EXTERNO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

PROCESSO SELETIVO EXTERNO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO ANEXO II EDITAL N 01/2016, DE 19 DE MAIO DE 2016 PROCESSO SELETIVO EXTERNO CONTEÚDO PROGRAMÁTICO A-01 - ASSESSOR TECNICO III COORDENADOR/SUPERVISOR PEDAGOGICO SAÚDE UNIDADE TERESINA; B-01 - ASSESSOR TECNICO

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FONOAUDIOLOGIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FONOAUDIOLOGIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES CURSO DE GRADUAÇÃO EM FONOAUDIOLOGIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES 1 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Fonoaudiólogo, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Capacitado

Leia mais

COORDENADORIA DE RECURSOS HUMANOS CRH/SES G RUPO DE G ESTÃO DE P ESSOAS NÚCLEO DE SUPORTE À G ESTÃO DE PESSOAS

COORDENADORIA DE RECURSOS HUMANOS CRH/SES G RUPO DE G ESTÃO DE P ESSOAS NÚCLEO DE SUPORTE À G ESTÃO DE PESSOAS UNIDADE CENTRAL DE RECURSOS HUMANOS Edital de Abertura de Inscrições Nº 01/2009 CONCURSO DE PROMOÇÃO A Unidade Central de Recursos Humanos, no uso de sua competência atribuída pelo artigo 6º, do Decreto

Leia mais