DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES - DNIT SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL NO ESTADO DO TOCANTINS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES - DNIT SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL NO ESTADO DO TOCANTINS"

Transcrição

1 R E P Ú B L I C A F E D E R A T I V A D O B R A S I L M I N I S T É R I O D O S T R A N S P O R T E S DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES - DNIT SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL NO ESTADO DO TOCANTINS PROJETO EXECUTIVO DE ENGENHARIA PARA CONSTRUÇÃO DE OBRAS DE ARTE ESPECIAIS Rodovia : Trecho : DIV. BA/TO - DIV. TO/MT (SÃO FÉLIX DO ARAGUAIA) Subtrecho : ENTR. BR-010(B)/TO-387(B) - ENTR. TO-280(A) Segmento : Km 246,730 - Km 246,780 (Córrego Pistola) Km 242,320 - Km 242,370 (Ribeirão Santa Cruz) Extensão : 50,00 m (Córrego Pistola) 50,00 m (Ribeirão Santa Cruz) Lote : 01 Código PNV: 242BTO BTO0425 VOLUME 3B - MEMÓRIA DE CÁLCULO DE ESTRUTURAS JUNHO/2009

2 R E P Ú B L I C A F E D E R A T I V A D O B R A S I L M I N I S T É R I O D O S T R A N S P O R T E S DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES - DNIT SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL NO ESTADO DO TOCANTINS PROJETO EXECUTIVO DE ENGENHARIA PARA CONSTRUÇÃO DE OBRAS DE ARTE ESPECIAIS Rodovia : Trecho : DIV. BA/TO - DIV. TO/MT (SÃO FÉLIX DO ARAGUAIA) Subtrecho : ENTR. BR-010(B)/TO-387(B) - ENTR. TO-280(A) Segmento : Km 246,730 - Km 246,780 (Córrego Pistola) Km 242,320 - Km 242,370 (Ribeirão Santa Cruz) Extensão : 50,00 m (Córrego Pistola) 50,00 m (Ribeirão Santa Cruz) Lote : 01 Código PNV: 242BTO BTO0425 VOLUME 3B - MEMÓRIA DE CÁLCULO DE ESTRUTURA SUPERVISÃO : Diretoria de Planejamento e Pesquisa COORDENAÇÃO : Coordenação Geral de Desenvolvimento e Projetos/Coordenação de Projetos FISCALIZAÇÃO: Superintendência do DNIT no Estado do Tocantins ELABORAÇÃO : Razão Engenharia Projetos e Consultoria Ltda CONTRATO Nº : 094/ DERTINS PROCESSO Nº : 2007/3845/ EDITAL Nº : CONVITE 010/ CPL JUNHO/2009

3 SUMÁRIO 1

4 SUMÁRIO 1 - APRESENTAÇÃO MAPA DE SITUAÇÃO INFORMATIVO DO PROJETO Introdução MEMÓRIA DO CÁLCULO ESTRUTURAL PONTE SOBRE O CÓRREGO PISTOLA Memorial de Cálculo da Superestrutura Memorial de Cálculo da Meso e Infraestrutura Dimensionamento da Infraestrutura PONTE SOBRE O RIBEIRÃO SANTA CRUZ Memorial de Cálculo da Superestrutura Memorial de Cálculo da Meso e Infraestrutura Dimensionamento da Infraestrutura TERMO DE ENCERRAMENTO

5 1 - APRESENTAÇÃO 3

6 1 - APRESENTAÇÃO Apresentamos o Volume 3B - Memória de Cálculo de Estruturas, que faz parte do Relatório Final do Projeto Executivo de Engenharia para Construção de Obras de Arte Especiais sobre os Córregos Pistola (Km 246,75) e Ribeirão Santa Cruz (Km 242,34) na Rodovia:, Trecho: Div. BA/TO - Div. TO/MT (São Félix do Araguaia), Subtrecho: Entr. BR-010(B)/TO-387(B) - Entr. TO-280(A), Lote 01, elaborado pela RAZÃO ENGENHARIA PROJETOS E CONSULTORIA LTDA. O Projeto Executivo de Engenharia para Construção de Obras de Arte Especiais, em seus diversos volumes, é apresentado com a seguinte composição: Volume 1 - Relatório do Projeto e Documentos para Concorrência: Contém a descrição da metodologia utilizada em cada uma das atividades do projeto, os cálculos e estudos realizados e os resultados obtidos. É apresentado em tamanho A-4; Volume 2 - Projeto de Execução: Contém as plantas, seções transversais tipo, e demais desenhos necessários à execução da obra projetada. É apresentado em tamanho A-3; Volume 3B - Memória de Cálculo de Estruturas: Contém o detalhamento do cálculo estrutural da infra, meso e superestruturas. É apresentado em tamanho A-4; Volume 4 - Orçamento e Plano de Execução da Obra: Contém as composições de custos unitários que se fizeram necessárias para atender as necessidades do Projeto Executivo. É apresentado em tamanho A Informações Sobre o Contrato Edital: CONVITE Nº. 010/2007 Contrato Nº.: 094/ DERTINS Processo Administrativo N.: 2007/3845/

7 2 - MAPA DE SITUAÇÃO 5

8 2 - MAPA DE SITUAÇÃO 6

9 3 - INFORMATIVO DO PROJETO 7

10 3 - INFORMATIVO DO PROJETO Introdução As presentes obras de artes especiais são composta por duas pontes rodoviárias localizadas na rodovia, no Km 246,75 (Ponte sobre o Córrego Pistola) e Km 242,34 (Ponte sobre o Ribeirão Santa Cruz), fazendo parte do programa de ampliação da capacidade rodoviária. As obras seguem as exigências do Departamento Nacional de Infra-Estrutura de Transportes DNIT, procurando, contudo atender às necessidades técnicas e econômicas. O dispositivo adotado foi desenvolvido com base nas recomendações técnicas contidas no Manual de Projeto de Engenharia Rodoviária editado pelo DNIT, considerando-se como veiculo tipo, caminhão de carga classe 45T. O projeto foi também concebido de acordo com o preconizado nas Normas Brasileiras, em particular a NBR 7187 (Projeto e Execução de Pontes de Concreto Armado e Protendido) e NBR 6118/2003. As Pontes sobre o Córr. Pistola e Rib. Santa Cruz são constituídas de dois vãos de 24,80 metros para cada cabeceira com largura de 13,00 metros. Na Infraestrutura foram adotadas como solução tubulões a ar comprimido tanto nas cabeceiras como nos apoios intermediários com comprimento médio de 8,00 metros. Esta estrutura esta dimensionada para absorver as cargas resultantes da transferência dos esforços verticais e horizontais da superestrutura. Esforços adicionais foram considerados de acordo com as Normas Brasileiras em especial a NBR 6118/2003. Na Mesoestrutura foram detalhadas as vigas travessas com seções constantes de 160 x 140 x 1300 mm para as cabeceiras e no apoio central com seções. A Superestrutura é constituída por dois vãos. Cada vão é constituído de quatro vigas prémoldadas com alturas de 1,30 m e comprimento de 24,80 metros. O sistema estrutural principal da obra é, portanto, composto por vigamento múltiplo com quatro vigas no vão, vigas estas dimensionadas de forma a funcionar com armadura frouxa e protensão parcial. Considerou-se, conforme prevê a norma, a abertura de fissura máxima de 0,3mm conforme estipulado nos critérios de cálculo estrutural. Estas vigas longitudinais estão apoiadas sobre um conjunto de apoio denominado de aparelhos de apoio tipo neoprene fretado e calços em concreto armado. Os calços determinam à declividade transversal da obra (nivelamento), uma vez que apresentam altura constante. A consolidação formará o pórtico necessário ao suporte da estrutura calculada, sendo que esta solidarização das vigas longitudinais com a laje de pista forma o conjunto de sistema de grelha de laje plana. As vigas estão dimensionadas para trabalhar em forma de T, utilizando a laje como parte integrante deste conjunto. Desta forma, o modelo de calculo utilizado, incorpora a estrutura como um todo. A modelagem desta estrutura em pórticos e sistema de grelha de vigas e lajes planas permite ao calculista uma análise integral de todas as variáveis e deformações da estrutura, dando liberdade na sua utilização com tecnologia avançada. O conjunto forma assim um sistema reticulado do tipo grelha, possuindo alta hiperestaticidade interna. A consolidação da estrutura toda se dá com a concretagem in-loco unindo as peças e integrando a estrutura, através da laje. 8

11 Nas extremidades, junto às vigas travessas nas cabeceiras, estão detalhadas as cortinas frontais para fechamento transversal, as alas laterais e a laje de transição. A execução das lajes de transição se dá após o reaterro compactado das cabeceiras e execução do lastro de concreto. As hipóteses de cálculo estrutural estão todas relacionadas no memorial de cálculo bem como as considerações adotadas pelo calculista. 9

12 4 - MEMÓRIA DO CÁLCULO ESTRUTURAL 10

13 4 - MEMÓRIA DO CÁLCULO ESTRUTURAL PONTE SOBRE O CÓRREGO PISTOLA Memorial de Cálculo da Superestrutura Comprimento da viga = 24,80 m (24,20 m entre apoios) Largura média do tabuleiro = 13,00 m Ponte Classe 45 / ITEM a DA NBR 7188/84 Materiais Aço comum : CA 50 Concreto: Vigas Transversina Lajes da superestrutura fyk = 500 MPa fck = 30 Mpa fck = 30 MPa fck = 30 MPa Bibliografia NBR 6118/2003, NBR 7187/2003, NBR 8681/2003, NBR 7188/1984 Fundamentos da técnica de armar - P. B. Fusco Técnicas de armar as estruturas de concreto - Péricles B. Fusco Construções de concreto - F. Leonhardt / E. Monnig Tabelas para dimensionamento de concreto armado PROMON Sub-rotinas básicas do dimensionamento do concreto Lauro Modesto dos Santos CARACTERÍSTICAS GEOMÉTRICAS 1 - SEÇÃO TRANSVERSAL TÍPICA 11

14 2 - CÁLCULO DA LARGURA EQUIVALENTE DE CONTRIBUIÇÃO DA LAJE / PRÉ-LAJE Entre-eixo de vigas = 2,60 m Mesa superior da viga = 0,90 m Espessura média da laje 0,18 m Apoio da pré-laje na viga = 0,05 m Altura da pré-laje 5 cm, sendo 2,5 cm com dente (chanfro penetração de concreto) e 2,5 cm sem contato ou sem solidarização. 3 - VIGAS EXTREMAS L eq, = 0,4230 / 0,18 = 2,35 m (largura da laje p/ cálculo da prop. geométricas, desconsiderando trecho da altura de pré-laje sem contato). 4 - VIGAS INTERNAS L eq, = 0,3780 / 0,18 = 2,10 m (largura da laje p/ cálculo da prop. geométricas, desconsiderando trecho da altura de pré-laje sem contato) 12

15 5 - SEÇÃO TRANSVERSAL DO PRÉ-MOLDADO Legenda para a determinação das características geométricas 6 - SEÇÕES DA VIGA Seção Típica Seção do Apoio 13

16 7 - PROPRIEDADES Características geométricas das vigas internas: Seção típica Seção do apoio 14

17 7.2 - Características geométricas das vigas extremas Seção típica Seção do apoio 15

18 8 - TRANSVERSINA DE APOIO E INTERMEDIÁRIA Seção Retangular Altura total = 95,0 cm Largura da alma = 30,0 cm Características Geométricas do Modelo de Cálculo No cálculo da viga de 24,80 m de comprimento, o vão teórico é de 24,20 m (distância entre centro de neoprenes de apoio restrições de apoio). O tabuleiro será considerado, a favor da segurança, simétrico com relação ao eixo longitudinal da obra. O tabuleiro é constituído de: Cinco longarinas (representadas por elementos de barra); Elementos finitos que dividem as longarinas em 50 partes, conforme indicado na figura. As seções transversais foram divididas em 20 partes mais 6 partes nas bordas (inferior e superior). Entre vigas temos 5 elementos igualmente espaçados; Transversinas nos apoios e nos apoios (representadas por elementos de barra); Largura média do tabuleiro de cálculo (laje) é de 13,00 m. 9 - PROGRAMA DE CÁLCULO Para a determinação dos esforços solicitantes será utilizado o software de análise estrutural STRAP (Structural Analysis Program), versão Trata-se de um conjunto de programas destinados a geração da geometria do modelo, composição de cargas e verificação de resultados. Para facilitar a construção de modelos estruturais, o programa está subdividido com relação ao tipo de estrutura em: Frame Plane estruturas planas, Grid grelha, Space estruturas espaciais e Trusstreliças. As etapas de análise de um modelo são as descritas a seguir: 16

19 1. Geração da geometria: determinação das propriedades mecânicas das barras e dos elementos; 2. Definição das condições de contorno (rótulas, apoios simples, engastes, etc.); 3. Definição dos carregamentos considerados (peso próprio, sobrecargas, cargas móveis, vento, etc.); 4. Cálculo do modelo; 5. Verificação dos resultados. Propriedades e materiais das barras e elementos: Propriedades das barras 17

20 Propriedades dos elementos 10 - CARREGAMENTOS Carregamento Permanente Peso próprio da viga (g1): g1 viga = 0,489 x 2,5 = 1,22 tf/m (seção típica) g1 engros. = 0,711 x 2,5 = 1,78 tf/m (seção engrossada) Pré-lajes e laje (g2): g2 = 0,18 x 2,5 = 0,45 tf/m 2 Barreiras, pavimento e Transversinas (g3): g3 barreira = (0,23 x 2,5) / 0,40 = 1,44 tf/m 2 g3 pavimento = 0,109 x 2,4 = 0,26 tf/m 2 OBS.: área de pavimento = 1,327m². espessura equivalente = 1,327 / 12,20 = 0,109m Carregamento móvel g3 transv. = 0,93 x 0,30 x 2,5 = 0,70 tf/m O veículo utilizado é o Trem-Tipo 45. Coeficiente de impacto: ϕ = 1,4 0,007 x 24,20 = 1,

21 Multidão (q): q = 0,5 x 1,2306 = 0,62 tf/m 2 Veículo : Q = 6 45 x 1,2306 = 9,23 tf/roda Consideraremos esta carga da roda distribuída até o eixo da laje. Dimensões da roda 20 x 50 cm. Pavimento + metade da espessura da laje = 19,9 cm Desta forma temos uma área de distribuição de x 19,9 = 59,8 cm e x 19,9 = 89,8 cm Carga da roda c/ impacto = 9,23 / (0,598 x 0,898) = 17,2 tf/m² Além da carga acima descrita foi prevista uma carga uniformemente distribuída na projeção do veículo de 0,62tf/m 2. Este carregamento teve sinal positivo (contrário ao da multidão). A figura a seguir apresenta o carregamento previsto para o veículo anteriormente descrito. Hipóteses para as cargas móveis: 1) Para a carga móvel devido à multidão com impacto, foram consideradas as seguintes hipóteses: a) Em todo o tabuleiro (exceto na região das barreiras); b) Nas faixas laterais do tabuleiro (2 x 25% da largura do tabuleiro); c) Na faixa central do tabuleiro (50% da largura do tabuleiro); d) Nas faixas laterais do tabuleiro (2 x 30% da largura do tabuleiro); e) Na faixa central do tabuleiro (40% da largura do tabuleiro). 2) Para a carga móvel devido ao veículo considerou-se uma combinação de carregamentos, conforme descrito a seguir: veículo deslocando-se no tabuleiro a cada décimo do vão com as seguintes hipóteses : a) Veículo com impacto, deslocando-se na borda superior do tabuleiro junto à defensa superior; b) Veículo com impacto, deslocando-se sobre a viga V2; 19

22 c) Veículo com impacto, deslocando-se sobre a viga V3; d) Veículo com impacto, deslocando-se sobre a viga V4; e) Veículo com impacto, deslocando-se na borda inferior do tabuleiro junto à defensa inferior; f) Veículo com impacto, deslocando-se com rodas entre as vigas V1 e V2; g) Veículo com impacto, deslocando-se com rodas entre as vigas V2 e V3; h) Veículo com impacto, deslocando-se com rodas entre as vigas V3 e V4; i) Veículo com impacto, deslocando-se com rodas entre as vigas V4 e V5. Seções analisadas A seguir serão apresentados todos os carregamentos anteriormente descritos Peso próprio da viga (g1) obs.: Carga atuando somente sobre a viga sem o funcionamento de grelha do modelo de cálculo. Lajes e Pré-lajes (g2) Seqüência executiva da laje e comportamento da estrutura: Lançamento de pré-laje e concretagem da laje sobre as vigas e entre elas viga com perfil simples (sem efeito de grelha no modelo): 20

23 Barreiras, pavimento e transversinas (g3) 21

24 Multidão com impacto em todo o tabuleiro Ocupando 100% do tabuleiro. Multidão com impacto nas faixas laterais do tabuleiro Ocupando 2x25% e 2x30% do tabuleiro nas faixas laterais. 22

25 Multidão com impacto na faixa central do tabuleiro Ocupando 40% e 50% do tabuleiro na faixa central. Veículo com impacto na borda superior junto à defensa Carregamento simétrico a esse (transversalmente próximo à borda inferior) também foi processado. 23

26 Veículo com impacto sobre a viga V2 Carregamento simétrico a esse (transversalmente sobre a viga V4) também foi processado. Veículo com impacto sobre a viga V3 24

27 Veículo com impacto com as rodas entre as vigas V1 e V2 Carregamento simétrico a esse (transversalmente entre as vigas V4 e V5) também foi processado. Veículo com impacto com as rodas entre as vigas V2 e V3 Carregamento simétrico a esse (transversalmente entre as vigas V3 e V4) também foi processado ESFORÇOS SOLICITANTES Dada a simetria longitudinal e transversal da estrutura, serão apresentados os resultados das vigas 1, 2 e 3 até a seção 6. 25

28 Momentos fletores Mg1 - Devido ao peso próprio da viga (g1) (sem efeito de grelha) Mg2 - Devido ao peso da laje + pré-laje (g2) (sem efeito de grelha) 26

29 Mg3 - Devido a barreiras, pavimento e transversinas (g3) Mmult. Envoltória dos carregamentos dev. à multidão com impacto 27

30 Mveíc. - Devido ao veículo com impacto Envoltória Quadro-resumo Todos os valores dos quadros-resumo abaixo estão expressos em tf.m. Mg = Mg1 + Mg2 + Mg3 Mq = Mmultidão + Mveículo Md = 1,35 x Mg + 1,5 x Mq Momentos fletores VIGA M g1 M g2 M g3 M recapa M mult. M veículo M gk M qk M d 1 89,90 85,20 77,40 0,00 105,00 150,00 252,50 255,00 723, ,90 85,80 54,90 0,00 110,00 95,60 230,60 205,60 619, ,90 84,90 47,50 0,00 114,00 92,80 222,30 206,80 610,31 Pelos resultados acima temos que a viga mais solicitada é a V1. MOMENTO FLETOR: VIGA 1 SEÇÃO M g1 M g2 M g3 M recapa M mult. M veículo M gk M qk M d 1 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0, ,70 30,50 28,60 0,00 37,40 59,20 91,80 96,60 268, ,70 54,40 50,40 0,00 66,60 101,00 162,50 167,60 470, ,60 71,50 65,50 0,00 87,70 128,00 212,60 215,70 610, ,30 81,80 74,40 0,00 100,00 145,00 242,50 245,00 694, ,90 85,20 77,40 0,00 105,00 150,00 252,50 255,00 723,38 28

31 Forças cortantes Vg1 - Devido ao peso próprio da viga (g1) (sem efeito de grelha) Vg2 - Devido ao peso da laje + pré-laje (g2) (sem efeito de grelha) 29

32 Vg3 - Devido a barreiras, pavimento e transversinas (g3) V mult. - Devido à multidão com impacto em todo o tabuleiro Para este cálculo da força cortante, será desconsiderado, a favor da segurança, o efeito de grelha. A multidão será representada por uma carga linear (definida através da área de influência) atuando a cada décimo do vão, conforme esquema apresentado a seguir. q mult = 0,62 tf/m 2 (com impacto) Vigas internas Faixa de contribuição = 2,60 m (entre-eixo de vigas) q mult = 0,62 x 2,60 q mult = 1,60 tf/m 30

33 Cálculo do Cortante devido à Multidão (Vigas Intermediárias) Faixa = 2,600 f = 1,2306 q = 0,615 Seção Vmáx (tf) Vmín (tf) 0.0 L 19,36 0,00 q = 1,60 tf/m 0.1 L 15,68-0,19 L = 24,20 m 0.2 L 12,39-0, L 9,49-1, L 6,97-3, L 4,84-4,84 Vigas Extremas Faixa de contribuição = (2,60 / 2) + 1,30 = 2,60 m q mult = 0,62 x 2,60 q mult = 1,60 tf/m Cálculo do Cortante devido à Multidão (Vigas Extremas) Faixa = 2,600 f = 1,2306 q = 0,615 Seção Vmáx (tf) Vmín (tf) 0.0 L 19,36 0,00 q = 1,60 tf/m 0.1 L 15,68-0,19 L = 24,20 m 0.2 L 12,39-0, L 9,49-1, L 6,97-3, L 4,84-4,84 31

34 V veíc. Envoltória de cortantes devido ao veículo com impacto Quadro-resumo Vgk = Vg1 + Vg2 + Vg3 Vqk máx = Vmult.,máx + Vveíc.,máx Vqk mín = Vmult.,mín + Vveíc.,mín V sd = 1,35 x Vg + 1,5 x Vq máx Forças cortantes máximas VIGA V g1 V g2 V g3 V recapa V multidão V veículo V qk Vgk Max. Min. Max. Min. Max. Min. VSd 1 15,60 13,70 14,20 0,00 19,36 0,00 26,10 0,00 43,50 45,46 0,00 126, ,60 13,60 8,50 0,00 19,36 0,00 21,50 0,00 37,70 40,86 0,00 112, ,60 13,30 8,70 0,00 19,36 0,00 20,60 0,00 37,60 39,96 0,00 110,70 Dos resultados acima temos que a viga V1 é a mais solicitada. FORÇA CORTANTE: VIGA 1 SEÇÃO V g1 V g2 V g3 Vrecapa V multidão V veículo V V qk gk Max. Min. Max. Min. Max. Min. V Sd 1 15,60 13,70 14,20 0,00 19,36 0,00 26,10 0,00 43,50 45,46 0,00 126, ,80 11,30 10,80 0,00 15,68-0,19 22,70 0,00 33,90 38,38-0,19 103,33 3 8,90 8,50 7,90 0,00 12,39-0,77 19,00-3,70 25,30 31,39-4,47 81,24 4 5,90 5,70 5,20 0,00 9,49-1,74 17,00-6,30 16,80 26,49-8,04 62,41 5 2,90 2,80 2,70 0,00 6,97-3,10 15,40-8,50 8,40 22,37-11,60 44,89 6 0,00 0,00 0,00 0,00 4,84-4,84 13,80-11,90 0,00 18,64-16,74 27,96 32

35 12 - DIMENSIONAMENTO DA ARMADURA LONGITUDINAL O dimensionamento da armadura longitudinal foi elaborado para a seguinte seção de cálculo: COEFICIENTES DE PONDERAÇÃO DAS AÇÕES: Fissur. / Condições do meio ambiente - tab 6.1 Estado Limite Último: 2 g fg = 1.35 g fq = 1.50 g fg = 1.00 Estado Limite de Utilização (Combinação Freqüente das Ações): g fg = 1.00 y 1 = 0.50 Nº de Ciclos 2.00E+06 COEFICIENTES DE MINORAÇÃO DAS RESISTÊNCIAS/α s : Classe I - fraca Classe II e III- moderada a forte Classe IV - Muito forte g c = 1.4 Es/Ec fissuração 15 ver 0.4 g s = 1.15 Es/Ec fadiga 10 33

36 CONCRETO ARMADO / FLEXÃO SIMPLES - VIGA Esforços solicitantes Seção 2 Seção 3 Seção 4 Seção 5 Seção 6 Mgk (tfm) 91,80 162,50 212,60 242,50 252,50 Mqk max (tfm) 96,60 167,60 215,70 245,00 255,00 Mqk min (tfm) Propriedades dos materiais fck (MPa) fyk (MPa) Propriedades da seção bf (cm) 235,00 235,00 235,00 235,00 235,00 hf (cm) 18,00 18,00 18,00 18,00 18,00 bw (cm) 18,00 18,00 18,00 18,00 18,00 h (cm) 148,00 148,00 148,00 148,00 148,00 binf hinf Armadura inferior φ (mm) (mm) 25,0 25,0 25,0 25,0 25,0 barras por camada cobrimento na armadura (cm) 4,00 4,00 4,00 4,00 4,00 Armadura superior As' (cm²) d' (cm) 4,00 4,00 4,00 4,00 4,00 DIMENSIONAMENTO Md (tfm) 268,8 470,8 610,6 694,9 723,4 d (cm) 141,1 138,4 136,3 136,5 135,8 x (cm) 4,84 8,74 11,61 13,26 13,91 As (cm²) 44,44 80,28 106,64 121,82 127,80 As' nec. (cm²) VERIFICAÇÃO DA FADIGA M Dmax tensões (tfm) ,30 320,45 365,00 380,00 M Dmin tensões (tfm) ,50 212,60 242,50 252,50 s smax (kgf/cm2) s smin (kgf/cm2) Δs s (kgf/cm2) Δσs Admissível (kgf/cm2) K <1.79 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 A scorr. (cm2) 44,44 80,28 106,64 121,82 127,80 CONTROLE DA FISSURAÇÃO s smax (kgf/cm2) ρ ri 0,044 0,057 0,066 0,073 0,073 w1 (mm) 0,52 0,55 0,57 0,58 0,58 w2 (mm) 0,28 0,25 0,23 0,22 0,22 ELS-W wk (mm) 0,30 0,30 0,30 0,30 0,30 K 1,00 1,00 1,00 1,00 1,00 A scorr. (cm2) 44,44 80,28 106,64 121,82 127,80 Armadura sugerida (9Ø25mm) (16Ø25mm) (21Ø25mm) (24Ø25mm) (26Ø25mm) CG barras (cm) 6,9 9,6 11,7 11,5 12,3 número de camadas

37 RESUMO DAS ARMADURAS AS calculada AS sugerida (cm 2 ) SEÇÃO (cm 2 ) 2 44,44 9 φ 25.0 = 45, ,28 16 φ 25.0 = 80, ,64 22 φ 25.0 = 110, ,82 24 φ 25.0 = 150, ,80 26 φ 25.0 = 130,00 Esquema da distribuição das barras na seção 6: Diagrama de Áreas Cálculo de a L De acordo com o item (Modelo de Cálculo I da armadura de armadura transversal) da NBR 6118/2003, a L deverá ser determinado através da expressão abaixo indicada: VSD,max a L = d (1 + cot gα) cot gα a L 130,0 cm 1 (ver item 6.1) 2( VSd, max Vc Vsd,máx = 36,54 tf (média entre as seções) ; Vc = 29,17 tf (média entre seções); ά = 45º Cálculo de l b φ f yd l b = ; 4 f bd sendo f bd = η 1. η 2. η 3. f ctd 1 Para a determinação do Cortante de Cálculo (V SD,max ), foi tomado o valor médio das seções 1 a 6 35

38 f ctd = f ctk,inf / γ c = 0,7 x 0,3 x f 2/3 ck = 2,25 MPa η 1 = 2,25 (barras nervuradas item ) η 2 = 1,0 (situações de boa aderência) η 3 = 1,0 para φ < 32mm l b = (Φ / 4).((500 / 1,15) / ((2,25 x 2,03) / 1,4)) 30.φ l b = l b x (As,calc / As,ef) = (30 x 2,54) x (127,8 / 130,00) 75,16 cm adotado (a favor da segurança) l b = 80 cm Comprimento das Barras 13 - DIMENSIONAMENTO DA ARMADURA TRANSVERSAL Segundo o item da NBR-6118/2003, devem ser satisfeitas as seguintes desigualdades: a) V Sd < V Rd2 ; b) V Sd < V Rd3 = V c + V sw onde: 36

39 V Rd2 = 0,27α v x f cd x b w x d, com α v = (1 f ck / 250) em MPa V sw = (A sw / s).0,9.d.f ywd.( sen α + cos α) V c = V co na flexão simples e na flexo-tração, com a linha neutra cortando a seção V co = 0,6.f ctd.b w.d f ctd = f ctk,inf / γ c 2/3 f ctk,inf = 0,21.f ck f ywd = tensão na armadura transversal passiva, limitada ao valor f yd no caso de estribos ( 435 MPa) d = altura total menos a distância da base ao CG da armadura longitudinal Para cálculo de V Sd temos a seguinte expressão: V Sd = 1,35 1,00 Vgk + 1,5 0 Vqk COEFICIENTES DE PONDERAÇÃO DAS AÇÕES: Modelo de verificação Estado Limite Último: Modelo I 1 g fg = 1.35 g fq = 1.50 Modelo II 1.00 g fg = g fp = 0.90 Estado Limite de Utilização (Combinação Freqüente das Ações): g fg = 1.00 y 1 = 0.50 Nº de Ciclos 2.00E+06 Δ fsd fadiga (MPa) 85 COEF. DE MINORAÇÃO DAS RESISTÊNCIAS: MATERIAIS E ÂNGULO DOS ESTRIBOS: g c = 1.4 f ck (MPa) 35 g s = 1.15 f yk (MPa) 500 TETA ( 45 a (graus) 90 Estado limite último - Cisalhamento/Torção ESFORÇOS SOLICITANTES: Seção 1 Seção 2 Seção 3 Seção 4 Seção 5 Seção 6 Seção 1A Vgk (tf) Vqkmax (tf) Vqkmin (tf) Vpk (tf) Tgk (tf m) Tqk (tf m) PROPRIEDADES GEOMÉTRICAS DA SEÇÃO: Seção 1 Seção 2 Seção 3 Seção 4 Seção 5 Seção 6 Seção 1A d (cm) bw (cm) bainha na alma n n n n n n n bw útil (cm) bitola (mm) (mm) Ramos de estribo

40 CÁLCULO: VERIFICAÇÃO DO CONCRETO Seção 1 Seção 2 Seção 3 Seção 4 Seção 5 Seção 6 Seção 1A Vsd (tf) Vrd2 (tf) Tsd (tf m) Trd2 (tf m) Tsd/Trd2+ Vsd/Vrd DIMENSIONAMENTO CISALHAMENTO fctm (MPa) fctd (MPa) Vc = Vco (tf) Taxa mínima Aswmin (cm2/m) Asw (cm2/m) Verificação do Estado Limite Último de Fadiga De acordo com a NBR-6118 (2003), a verificação do Estado Limite Último de Fadiga consiste na limitação na variação de tensões da armadura dimensionada. No caso de estribos, a norma estabelece um valor limite igual a 850 kgf/cm 2 para qualquer diâmetro. O cálculo das tensões na armadura deve ser realizado para a Combinação Freqüente das Ações com ψ 1 igual a 0,5. Além disso, na determinação das tensões máximas e mínimas, deverá ser adotado 50% do valor de V co descrito anteriormente. VERIFICAÇÃO DA FADIGA CISALHAMENTO Seção 1 Seção 2 Seção 3 Seção 4 Seção 5 Seção 6 Seção 1A VSdmax (tf) VSdmin (tf) sswmax (MPa) sswmin (MPa) Dσs (MPa) Dσsadm (MPa) K < 1.79 (EB-3) Aswcorrig. (cm2/m) Armadura cisalham. (cm2/m) Sugerido cisalhamento 2RØ10 c/9,4 2RØ10 c/8,9 2RØ10 c/9,4 2RØ10 c/12,3 2RØ8 c/14 2RØ8 c/30 2RØ10 c/9 O esquema a seguir apresenta um gráfico das faixas dos estribos para cada décimo do vão com as áreas de aço corrigidas após a verificação do Estado Limite Último de Fadiga. 38

41 Adotando-se os diâmetros sugeridos (φ8 mm e φ10 mm), deverão ser respeitados os espaçamentos mínimos e as faixas acima indicados DETERMINAÇÃO DA CONTRA-FLECHA Para o cálculo das deformações das vigas, foi utilizado uma combinação de carregamentos permanentes (g1+ g2 + g3). A viga que apresentou a maior deformação foi a viga externa (V1), cujo máximo valor está apresentado abaixo (valor expresso em centímetros está multiplicado por 10 2 ): Verificou-se, portanto, que o valor da flecha da viga mais solicitada é de 4,45 cm. Como as deformações na prática costumam ser maiores que as deformações teóricas, é sugerido que se adote 39

42 uma contra-flecha para as vigas de aproximadamente 2,0 vezes a flecha teórica. Dessa forma, a contra-flecha a ser adotada para a estrutura em questão deverá ser de, no mínimo, 9,0 cm CÁLCULO DA LAJE Conforme resultado do processamento do STRAP, a seguir serão apresentados os esforços solicitantes. Serão analisadas as seções abaixo indicadas. Dada a simetria transversal e longitudinal da estrutura, serão apresentados os resultados até a metade do vão. A viga superior corresponde a viga V1, a viga do meio corresponde a viga V2 e a viga inferior corresponde a viga V3. Impacto do veículo na barreira Conforme manual de Obras de Arte Especias deverá ser previsto uma força horizontal concentrada de intensidade P = 60 kn ( 6 tf) aplicada em sua aresta superior, ou seja, a 0,8 m da base: 40

43 M M h b d = 60 0,8 = 48kN. m / m = 1,4 48 = 67,2kN. m / m base _ defensa = 0,40m d = 40 3 = 37cm 6,72 Kmd = = 0, ,0 0,37 1,4 6,72 As = = 4,3cm² / m 4,348 0,969 0,37 ferros). Será adotado estribo 12,5mm e 10 mm c/25 e ferro longitudinal de 10mm em cada face (5 Esforços Solicitantes MX - Momentos Fletores na direção X Momentos fletores devido ao peso da laje + pré-laje 41

44 Momentos fletores devido ao g3 Envoltória máxima de momentos fletores devido a multidão com impacto 42

45 Envoltória mínima de momentos fletores devido a multidão com impacto Envoltória máxima de momentos fletores devido ao veículo com impacto 43

46 Envoltória mínima de momentos fletores devido ao veículo com impacto Para escolher qual a seção de viga será utilizada para dimensionamento, iremos realizar uma combinação com todas as cargas, obtendo para momentos máximos o vão entre a viga V2 e V3, como indicado abaixo: Para escolher qual a seção de viga será utilizada para dimensionamento, iremos realizar uma combinação com todas as cargas, obtendo para momentos mínimos a viga V1, como indicado abaixo: 44

47 MY - Momentos Fletores na direção Y Momentos fletores devido ao peso da laje + pré-laje 45

48 Momentos fletores devido ao g3 Envoltória máxima de momentos fletores devido a multidão com impacto 46

49 Envoltória mínima de momentos fletores devido a multidão com impacto Envoltória máxima de momentos fletores devido ao veículo com impacto 47

50 Envoltória mínima de momentos fletores devido ao veículo com impacto Para escolher qual a seção de viga será utilizada para dimensionamento, iremos realizar uma combinação com todas as cargas, apenas no modelo Myn, obtendo para momentos máximos o vão entre a viga V2 e V3, como indicado abaixo: Para escolher qual a seção de viga será utilizada para dimensionamento, iremos realizar uma combinação com todas as cargas, apenas no modelo Mym, obtendo para momentos mínimos a viga V1, como indicado abaixo: 48

Módulo 4 Vigas: Estados Limites Últimos Estados Limites de Serviço Detalhamento Exemplo. Segurança em Relação aos ELU e ELS

Módulo 4 Vigas: Estados Limites Últimos Estados Limites de Serviço Detalhamento Exemplo. Segurança em Relação aos ELU e ELS NBR 6118 : Estados Limites Últimos Estados Limites de Serviço Detalhamento P R O M O Ç Ã O Conteúdo Segurança em Relação aos ELU e ELS ELU Solicitações Normais ELU Elementos Lineares Sujeitos à Força Cortante

Leia mais

CÁLCULO DE VIGAS. - alvenaria de tijolos cerâmicos furados: γ a = 13 kn/m 3 ; - alvenaria de tijolos cerâmicos maciços: γ a = 18 kn/m 3.

CÁLCULO DE VIGAS. - alvenaria de tijolos cerâmicos furados: γ a = 13 kn/m 3 ; - alvenaria de tijolos cerâmicos maciços: γ a = 18 kn/m 3. CAPÍTULO 5 Volume 2 CÁLCULO DE VIGAS 1 1- Cargas nas vigas dos edifícios peso próprio : p p = 25A c, kn/m ( c A = área da seção transversal da viga em m 2 ) Exemplo: Seção retangular: 20x40cm: pp = 25x0,20x0,40

Leia mais

Módulo 5 Lajes: Estados Limites Últimos Estados Limites de Serviço Detalhamento Exemplo. Dimensionamento de Lajes à Punção

Módulo 5 Lajes: Estados Limites Últimos Estados Limites de Serviço Detalhamento Exemplo. Dimensionamento de Lajes à Punção NBR 6118 : Estados Limites Últimos Estados Limites de Serviço Detalhamento P R O M O Ç Ã O Conteúdo ELU e ELS Força Cortante em Dimensionamento de à Punção - Detalhamento - - Conclusões Estado Limite Último

Leia mais

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL

REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DOS TRANSPORTES - MT DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES SUPERINTENDÊNCIA REGIONAL DO RIO GRANDE DO NORTE RODOVIA : BR-11/RN TRECHO : Av. Tomaz

Leia mais

ÍNDICE DO LIVRO CÁLCULO E DESENHO DE CONCRETO ARMADO autoria de Roberto Magnani SUMÁRIO LAJES

ÍNDICE DO LIVRO CÁLCULO E DESENHO DE CONCRETO ARMADO autoria de Roberto Magnani SUMÁRIO LAJES ÍNDICE DO LIVRO CÁLCULO E DESENHO DE CONCRETO ARMADO autoria de Roberto Magnani SUMÁRIO LAJES 2. VINCULAÇÕES DAS LAJES 3. CARREGAMENTOS DAS LAJES 3.1- Classificação das lajes retangulares 3.2- Cargas acidentais

Leia mais

As lajes de concreto são consideradas unidirecionais quando apenas um ou dois lados são considerados apoiados.

As lajes de concreto são consideradas unidirecionais quando apenas um ou dois lados são considerados apoiados. LAJES DE CONCRETO ARMADO 1. Unidirecionais As lajes de concreto são consideradas unidirecionais quando apenas um ou dois lados são considerados apoiados. 1.1 Lajes em balanço Lajes em balanço são unidirecionais

Leia mais

Detalhamento de Concreto Armado

Detalhamento de Concreto Armado Detalhamento de Concreto Armado (Exemplos Didáticos) José Luiz Pinheiro Melges Ilha Solteira, março de 2009 Exercícios - Detalhamento 1 1. DIMENSIONAR E DETALHAR A VIGA ABAIXO. 1.1 DADOS A princípio, por

Leia mais

DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL DE UMA PONTE EM CONCRETO ARMADO

DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL DE UMA PONTE EM CONCRETO ARMADO DIMENSIONAMENTO ESTRUTURAL DE UMA PONTE EM CONCRETO ARMADO ALINE NACIF SOUZA MARCELO GARNIER MOTA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO NORTE FLUMINENSE UENF CAMPOS DOS GOYTACAZES RJ AGOSTO DE 2004 DIMENSIONAMENTO

Leia mais

Lajes de Edifícios de Concreto Armado

Lajes de Edifícios de Concreto Armado Lajes de Edifícios de Concreto Armado 1 - Introdução As lajes são elementos planos horizontais que suportam as cargas verticais atuantes no pavimento. Elas podem ser maciças, nervuradas, mistas ou pré-moldadas.

Leia mais

1.1 Conceitos fundamentais... 19 1.2 Vantagens e desvantagens do concreto armado... 21. 1.6.1 Concreto fresco...30

1.1 Conceitos fundamentais... 19 1.2 Vantagens e desvantagens do concreto armado... 21. 1.6.1 Concreto fresco...30 Sumário Prefácio à quarta edição... 13 Prefácio à segunda edição... 15 Prefácio à primeira edição... 17 Capítulo 1 Introdução ao estudo das estruturas de concreto armado... 19 1.1 Conceitos fundamentais...

Leia mais

TC 071 PONTES E ESTRUTURAS ESPECIAIS II Período: 2º semestre Professor: Jorge Luiz Ceccon Carga horária da disciplina = 120 h - 4 h por semana

TC 071 PONTES E ESTRUTURAS ESPECIAIS II Período: 2º semestre Professor: Jorge Luiz Ceccon Carga horária da disciplina = 120 h - 4 h por semana UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE CONSTRUÇÃO CIVIL TC 071 PONTES E ESTRUTURAS ESPECIAIS II Ano: 2010 Período: 2º semestre Professor: Jorge Luiz Ceccon Carga horária da disciplina = 120 h -

Leia mais

UNIVERSIDADE DE MARÍLIA

UNIVERSIDADE DE MARÍLIA UNIVERSIDADE DE MARÍLIA Faculdade de Engenharia, Arquitetura e Tecnologia SISTEMAS ESTRUTURAIS (NOTAS DE AULA) Professor Dr. Lívio Túlio Baraldi MARILIA, 2007 1. DEFINIÇÕES FUNDAMENTAIS Força: alguma causa

Leia mais

e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br

e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br Centro de Ensino Superior do Amapá-CEAP Curso: Arquitetura e Urbanismo Assunto: Cálculo de Pilares Prof. Ederaldo Azevedo Aula 4 e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br Centro de Ensino Superior do Amapá-CEAP

Leia mais

Estruturas de Concreto Armado. Eng. Marcos Luís Alves da Silva luisalves1969@gmail.com unip-comunidade-eca@googlegroups.com

Estruturas de Concreto Armado. Eng. Marcos Luís Alves da Silva luisalves1969@gmail.com unip-comunidade-eca@googlegroups.com Estruturas de Concreto Armado Eng. Marcos Luís Alves da Silva luisalves1969@gmail.com unip-comunidade-eca@googlegroups.com 1 CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL EA 851J TEORIA EC6P30/EC7P30

Leia mais

Sistemas mistos aço-concreto viabilizando estruturas para Andares Múltiplos

Sistemas mistos aço-concreto viabilizando estruturas para Andares Múltiplos viabilizando estruturas para Andares Múltiplos Vantagens Com relação às estruturas de concreto : -possibilidade de dispensa de fôrmas e escoramentos -redução do peso próprio e do volume da estrutura -aumento

Leia mais

CURSO TÉCNICO DE EDIFICAÇÕES. Disciplina: Projeto de Estruturas. Aula 7

CURSO TÉCNICO DE EDIFICAÇÕES. Disciplina: Projeto de Estruturas. Aula 7 AULA 7 CURSO TÉCNICO DE EDIFICAÇÕES Disciplina: Projeto de Estruturas CLASSIFICAÇÃO DAS ARMADURAS 1 CLASSIFICAÇÃO DAS ARMADURAS ALOJAMENTO DAS ARMADURAS Armadura longitudinal (normal/flexão/torção) Armadura

Leia mais

Análise do Uso de Vigas Transversinas em Pontes de Concreto Armado

Análise do Uso de Vigas Transversinas em Pontes de Concreto Armado Análise do Uso de Vigas Transversinas em Pontes de Concreto Armado João Paulo Teixeira Oliveira Rodrigues Fulgêncio 1 Fernando Amorim de Paula 2 Crysthian Purcino Bernardes Azevedo 3 Resumo O emprego de

Leia mais

Módulo 6 Pilares: Estados Limites Últimos Detalhamento Exemplo. Imperfeições Geométricas Globais. Imperfeições Geométricas Locais

Módulo 6 Pilares: Estados Limites Últimos Detalhamento Exemplo. Imperfeições Geométricas Globais. Imperfeições Geométricas Locais NBR 68 : Estados Limites Últimos Detalhamento Exemplo P R O O Ç Ã O Conteúdo Cargas e Ações Imperfeições Geométricas Globais Imperfeições Geométricas Locais Definições ELU Solicitações Normais Situações

Leia mais

6 Vigas: Solicitações de Flexão

6 Vigas: Solicitações de Flexão 6 Vigas: Solicitações de Fleão Introdução Dando seqüência ao cálculo de elementos estruturais de concreto armado, partiremos agora para o cálculo e dimensionamento das vigas à fleão. Ações As ações geram

Leia mais

Figura 17.1 Laje nervurada bidirecional (FRANCA & FUSCO, 1997)

Figura 17.1 Laje nervurada bidirecional (FRANCA & FUSCO, 1997) ESTRUTURAS DE CONCRETO CAPÍTULO 17 Libânio M. Pinheiro, Julio A. Razente 01 dez 2003 LAJES NERVURADAS 1. INTRODUÇÃO Uma laje nervurada é constituída por um conjunto de vigas que se cruzam, solidarizadas

Leia mais

ATUALIZAÇÃO EM SISTEMAS ESTRUTURAIS

ATUALIZAÇÃO EM SISTEMAS ESTRUTURAIS AULA 04 ATUALIZAÇÃO EM SISTEMAS ESTRUTURAIS Prof. Felipe Brasil Viegas Prof. Eduardo Giugliani http://www.feng.pucrs.br/professores/giugliani/?subdiretorio=giugliani 0 AULA 04 INSTABILIDADE GERAL DE EDIFÍCIOS

Leia mais

MESOESTRUTURA ESFORÇOS OS ATUANTES NOS PILARES

MESOESTRUTURA ESFORÇOS OS ATUANTES NOS PILARES MESOESTRUTURA ESFORÇOS OS ATUANTES NOS PILARES DETERMINAÇÃO DE ESFORÇOS OS HORIZONTAIS ESFORÇOS ATUANTES NOS PILARES Os pilares estão submetidos a esforços verticais e horizontais. Os esforços verticais

Leia mais

detalhamento da armadura longitudinal da viga

detalhamento da armadura longitudinal da viga conteúdo 36 detalhamento da armadura longitudinal da viga 36.1 Decalagem do diagrama de momentos fletores (NBR6118/2003 Item 17.4.2.2) Quando a armadura longitudinal de tração for determinada através do

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA UNESP Bauru/SP FACULDADE DE ENGENHARIA Departamento de Engenharia Civil. Disciplina: 1365 - ESTRUTURAS DE CONCRETO IV

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA UNESP Bauru/SP FACULDADE DE ENGENHARIA Departamento de Engenharia Civil. Disciplina: 1365 - ESTRUTURAS DE CONCRETO IV UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA UNESP Bauru/SP FACULDADE DE ENGENHARIA Departamento de Engenharia Civil Disciplina: 1365 - ESTRUTURAS DE CONCRETO IV NOTAS DE AULA MARQUISES Prof. Dr. PAULO SÉRGIO DOS SANTOS

Leia mais

3.6.1. Carga concentrada indireta (Apoio indireto de viga secundária)

3.6.1. Carga concentrada indireta (Apoio indireto de viga secundária) cisalhamento - ELU 22 3.6. rmadura de suspensão para cargas indiretas 3.6.1. Carga concentrada indireta (poio indireto de viga secundária) ( b w2 x h 2 ) V 1 ( b w1 x h 1 ) V d1 - viga com apoio ndireto

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA TABELAS E FÓRMULAS PARA DIMENSIONAMENTO DIMENSIONAMENTO DE VIGAS RETANGULARES A FLEXÃO SIMPLES E CISALHAMENTO APLIAÇÃO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO Professor: Cleverson Arenhart

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMA COMPUTACIONAL PARA CÁLCULO E DIMENSIONAMENTO DE POSTES DE CONCRETO ARMADO COM SEÇÃO TRANSVERSAL DUPLO T

DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMA COMPUTACIONAL PARA CÁLCULO E DIMENSIONAMENTO DE POSTES DE CONCRETO ARMADO COM SEÇÃO TRANSVERSAL DUPLO T DESENVOLVIMENTO DE PROGRAMA COMPUTACIONAL PARA CÁLCULO E DIMENSIONAMENTO DE POSTES DE CONCRETO ARMADO COM SEÇÃO TRANSVERSAL DUPLO T Hevânio D. de Almeida a b, Rafael A. Guillou a,, Cleilson F. Bernardino

Leia mais

Projeto estrutural de edifícios de alvenaria: decisões, desafios e impactos da nova norma de projeto

Projeto estrutural de edifícios de alvenaria: decisões, desafios e impactos da nova norma de projeto Projeto estrutural de edifícios de alvenaria: decisões, desafios e impactos da nova norma de projeto Prof. Associado Márcio Roberto Silva Corrêa Escola de Engenharia de São Carlos Universidade de São Paulo

Leia mais

2 a Prova de EDI-49 Concreto Estrutural II Prof. Flávio Mendes Junho de 2012 Duração prevista: até 4 horas.

2 a Prova de EDI-49 Concreto Estrutural II Prof. Flávio Mendes Junho de 2012 Duração prevista: até 4 horas. 2 a Prova de EDI-49 Concreto Estrutural II Prof. Flávio Mendes Junho de 212 Duração prevista: até 4 horas. Esta prova tem oito (8) questões e três (3) laudas. Consulta permitida somente ao formulário básico.

Leia mais

ES015 - Projeto de Estruturas Assistido por Computador: Cálculo e Detalhamento

ES015 - Projeto de Estruturas Assistido por Computador: Cálculo e Detalhamento Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia de Estruturas e Fundações ES015 - Projeto de Estruturas Assistido por Computador: Cálculo e Detalhamento Prof. Túlio Nogueira

Leia mais

CISALHAMENTO EM VIGAS CAPÍTULO 13 CISALHAMENTO EM VIGAS

CISALHAMENTO EM VIGAS CAPÍTULO 13 CISALHAMENTO EM VIGAS CISALHAMENTO EM VIGAS CAPÍTULO 13 Libânio M. Pinheiro, Cassiane D. Muzardo, Sandro P. Santos 25 ago 2010 CISALHAMENTO EM VIGAS Nas vigas, em geral, as solicitações predominantes são o momento fletor e

Leia mais

EXERCÍCIOS DE ESTRUTURAS DE MADEIRA

EXERCÍCIOS DE ESTRUTURAS DE MADEIRA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS FACULDADE DE ENGENHARIA CIVIL,ARQUITETURA E URBANISMO Departamento de Estruturas EXERCÍCIOS DE ESTRUTURAS DE MADEIRA RAFAEL SIGRIST PONTES MARTINS,BRUNO FAZENDEIRO DONADON

Leia mais

Artigo submetido ao Curso de Engenharia Civil da UNESC - como requisito parcial para obtenção do Título de Engenheiro Civil

Artigo submetido ao Curso de Engenharia Civil da UNESC - como requisito parcial para obtenção do Título de Engenheiro Civil ANÁLISE DO DIMENSIONAMENTO DE PILARES DE CONCRETO ARMADO PELO MÉTODO DO PILAR PADRÃO COM RIGIDEZ κ APROXIMADA E PELO MÉTODO DO PILAR PADRÃO COM CURVATURA APROXIMADA PARA EFEITOS DE 2º ORDEM Augusto Figueredo

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS Departamento de Engenharia de Estruturas CONCRETO ARMADO: ESCADAS José Luiz Pinheiro Melges Libânio Miranda Pinheiro José Samuel Giongo Março

Leia mais

CÁLCULO DE LAJES - RESTRIÇÕES ÀS FLECHAS DAS LAJES

CÁLCULO DE LAJES - RESTRIÇÕES ÀS FLECHAS DAS LAJES CÁLCULO DE LAJES - RESTRIÇÕES ÀS FLECHAS DAS LAJES No item 4.2.3. 1.C da NB-1 alerta-se que nas lajes (e vigas) deve-se limitar as flechas das estruturas. No caso das lajes maciças, (nosso caso), será

Leia mais

MEMORIAL DE CÁLCULO 071811 / 1-0. PLATAFORMA PARA ANDAIME SUSPENSO 0,60 m X 2,00 m MODELO RG PFM 2.1

MEMORIAL DE CÁLCULO 071811 / 1-0. PLATAFORMA PARA ANDAIME SUSPENSO 0,60 m X 2,00 m MODELO RG PFM 2.1 MEMORIAL DE CÁLCULO 071811 / 1-0 PLATAFORMA PARA ANDAIME SUSPENSO 0,60 m X 2,00 m MODELO RG PFM 2.1 FABRICANTE: Metalúrgica Rodolfo Glaus Ltda ENDEREÇO: Av. Torquato Severo, 262 Bairro Anchieta 90200 210

Leia mais

e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br

e-mail: ederaldoazevedo@yahoo.com.br Centro de Ensino Superior do Amapá-CEAP Curso: Arquitetura e Urbanismo Disciplina: Sistemas Estruturais em Concreto Armado Disciplina: Sistemas Estruturais em Concreto Armado Assunto: Dimensionamento de

Leia mais

Vigas UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL. SNP38D44 Estruturas de Concreto Armado I. Flavio A. Crispim (FACET/SNP-UNEMAT)

Vigas UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL. SNP38D44 Estruturas de Concreto Armado I. Flavio A. Crispim (FACET/SNP-UNEMAT) UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MATO GROSSO CURSO DE ENGENHARIA CIVIL SNP38D44 Vigas Prof.: Flavio A. Crispim (FACET/SNP-UNEMAT) SINOP - MT 2016 Hipóteses de dimensionamento Seções planas Aderência perfeita

Leia mais

Universidade Estadual de Londrina

Universidade Estadual de Londrina Universidade Estadual de Londrina PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO DISCIPLINA ESPECIAL CENTRO CTU DEPARTAMENTO ESTRUTURAS CÓDIGO NOME DA DISCIPLINA PONTES (Uso da PROGRAD) *CARGA HORÁRIA Horário da Oferta PERÍODO

Leia mais

INDICE 3.CÁLCULO PELO MÉTODO SIMPLIFICADO X CÁLCULO COMO PLACAS ISOLADAS...5

INDICE 3.CÁLCULO PELO MÉTODO SIMPLIFICADO X CÁLCULO COMO PLACAS ISOLADAS...5 INDICE 1.INTRODUÇÃO 3 2.OBJETIVO 4 3.CÁLCULO PELO MÉTODO SIMPLIFICADO X CÁLCULO COMO PLACAS ISOLADAS...5 3.1 Caixa d`água Vazia...... 6 3.1.1 Parede XZ (Par 1 e Par 3)... 7 3.1.2. Parede YZ (Par 4 e Par

Leia mais

PRÉ-DIMENSIONAMENTO DA ESTRUTURA

PRÉ-DIMENSIONAMENTO DA ESTRUTURA ECC 1008 ESTRUTURAS DE CONCRETO PRÉ-DIMENSIONAMENTO DA ESTRUTURA (Aulas 9-12) Prof. Gerson Moacyr Sisniegas Alva Algumas perguntas para reflexão... É possível obter esforços (dimensionamento) sem conhecer

Leia mais

Notas de aulas - Concreto Armado. Lançamento da Estrutura. Icléa Reys de Ortiz

Notas de aulas - Concreto Armado. Lançamento da Estrutura. Icléa Reys de Ortiz Notas de aulas - Concreto Armado 2 a Parte Lançamento da Estrutura Icléa Reys de Ortiz 1 1. Lançamento da Estrutura Antigamente costumava-se lançar vigas sob todas as paredes e assim as lajes ficavam menores

Leia mais

Curso de Tecnologia de Pavimentos de Concreto. Módulo 2 Projeto e Dimensionamento dos Pavimentos

Curso de Tecnologia de Pavimentos de Concreto. Módulo 2 Projeto e Dimensionamento dos Pavimentos Curso de Tecnologia de Pavimentos de Concreto Módulo 2 Projeto e Dimensionamento dos Pavimentos Fundamento da mecânica dos pavimentos e da ciência dos pavimentos rígidos Projetar uma estrutura que dê conforto,

Leia mais

TORÇÃO EM VIGAS DE CONCRETO ARMADO

TORÇÃO EM VIGAS DE CONCRETO ARMADO UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA UNESP - Campus de Bauru/SP FACULDADE DE ENGENHARIA Departamento de Engenharia Civil Disciplina: 1309 - ESTRUTURAS DE CONCRETO II Notas de Aula TORÇÃO EM VIGAS DE CONCRETO

Leia mais

Exemplo de projeto estrutural

Exemplo de projeto estrutural Planta de formas do pavimento tipo Exemplo de projeto estrutural P1-30x30 P2-20x50 P3-30x30 V1 L1 L2 P4-20x50 P5-40x40 P-20x50 V2 Estruturas de Concreto Armado Prof. José Milton de Araújo L3 480 cm 480

Leia mais

MINISTERIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA REGIONAL DO TRABALHO 23ª REGIÃO RUA E S/N, CENTRO POLÍTICO ADMINISTRATIVO, CUIABÁ - MT

MINISTERIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA REGIONAL DO TRABALHO 23ª REGIÃO RUA E S/N, CENTRO POLÍTICO ADMINISTRATIVO, CUIABÁ - MT MINISTERIO PÚBLICO DO TRABALHO PROCURADORIA REGIONAL DO TRABALHO 23ª REGIÃO RUA E S/N, CENTRO POLÍTICO ADMINISTRATIVO, CUIABÁ - MT MEMÓRIA DE CÁLCULO ESTRUTURA DE CONCRETO SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 1.1. Hipóteses

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONA E MUCURI DIAMANTINA MG ESTUDO DIRIGIDO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONA E MUCURI DIAMANTINA MG ESTUDO DIRIGIDO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DOS VALES DO JEQUITINHONA E MUCURI DIAMANTINA MG ESTUDO DIRIGIDO Disciplina: Construções Rurais 2011/1 Código: AGR006/AGR007 Curso (s): Agronomia e Zootecnia

Leia mais

LAJES MACIÇAS DE CONCRETO ARMADO

LAJES MACIÇAS DE CONCRETO ARMADO CAPÍTULOS 1 A 4 Volume LAJES MACIÇAS DE CONCRETO ARMADO 1 1- Tipos usuais de lajes dos edifícios Laje h Laje maciça apoiada em vigas Vigas h Lajes nervuradas nervuras aparentes material inerte Laje Laje

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA DE ENGENHARIA DE SÃO CARLOS Departamento de Engenharia de Estruturas CONCRETO ARMADO: ESCADAS José Luiz Pinheiro Melges Libânio Miranda Pinheiro José Samuel Giongo Março

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA POLITÉCNICA Curso de Engenharia Civil Departamento de Mecânica Aplicada e Estruturas

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA POLITÉCNICA Curso de Engenharia Civil Departamento de Mecânica Aplicada e Estruturas UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA POLITÉCNICA Curso de Engenharia Civil Departamento de Mecânica Aplicada e Estruturas PROJETO DE ESTRUTURAS COM GRANDES VARANDAS EDUARDO VIEIRA DA COSTA Projeto

Leia mais

ÍNDICE 1.- NORMA E MATERIAIS... 2 2.- AÇÕES... 2 3.- DADOS GERAIS... 2 4.- DESCRIÇÃO DO TERRENO... 2 5.- GEOMETRIA... 2 6.- ESQUEMA DAS FASES...

ÍNDICE 1.- NORMA E MATERIAIS... 2 2.- AÇÕES... 2 3.- DADOS GERAIS... 2 4.- DESCRIÇÃO DO TERRENO... 2 5.- GEOMETRIA... 2 6.- ESQUEMA DAS FASES... ÍNDICE 1.- NORMA E MATERIAIS... 2 2.- AÇÕES... 2 3.- DADOS GERAIS... 2 4.- DESCRIÇÃO DO TERRENO... 2 5.- GEOMETRIA... 2 6.- ESQUEMA DAS FASES... 3 7.- RESULTADOS DAS FASES... 3 8.- COMBINAÇÕES... 3 9.-

Leia mais

Resumo. Palavras-chave: alargamento, estruturas, eurocódigos, pontes, reforço.

Resumo. Palavras-chave: alargamento, estruturas, eurocódigos, pontes, reforço. A Utilização do Eurocódigo em Projetos de Alargamento e Reforço de Pontes Rodoviárias de Concreto José Afonso Pereira Vitório 1, Rui Manuel de Menezes e Carneiro de Barros 2 1 Doutor em Estruturas pela

Leia mais

FERNANDA APARECIDA JOÃO TÓPICOS EM DIMENSIONAMENTO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO

FERNANDA APARECIDA JOÃO TÓPICOS EM DIMENSIONAMENTO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO FERNANDA APARECIDA JOÃO TÓPICOS EM DIMENSIONAMENTO DE ESTRUTURAS DE CONCRETO ARMADO JOINVILLE, SC 2009 1 UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC. CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT. DEPARTAMENTO

Leia mais

APÊNDICE 2 TABELAS PARA O CÁLCULO DE LAJES

APÊNDICE 2 TABELAS PARA O CÁLCULO DE LAJES APÊNDICE 2 TABELAS PARA O CÁLCULO DE LAJES 338 Curso de Concreto Armado 1. Lajes retangulares apoiadas no contorno As tabelas A2.1 a A2.6 correspondem a lajes retangulares apoiadas ao longo de todo o contorno

Leia mais

PROJETO DE DIMENSIONAMENTO DE UM EDIFÍCIO CONTENDO UM LABORATÓRIO DE ENSAIOS MECÂNICOS LOCALIZADO NA UENF, NO MUNICÍPIO DE CAMPOS DOS GOYTACAZES

PROJETO DE DIMENSIONAMENTO DE UM EDIFÍCIO CONTENDO UM LABORATÓRIO DE ENSAIOS MECÂNICOS LOCALIZADO NA UENF, NO MUNICÍPIO DE CAMPOS DOS GOYTACAZES PROJETO DE DIMENSIONAMENTO DE UM EDIFÍCIO CONTENDO UM LABORATÓRIO DE ENSAIOS MECÂNICOS LOCALIZADO NA UENF, NO MUNICÍPIO DE CAMPOS DOS GOYTACAZES ANA BEATRIZ CARVALHO E SILVA THAIS RIBEIRO BARROSO UNIVERSIDADE

Leia mais

FUNÇÃO DO SISTEMA DE MASSA MOLA = ATENUAR VIBRAÇÕES

FUNÇÃO DO SISTEMA DE MASSA MOLA = ATENUAR VIBRAÇÕES Análise do comportamento estrutural das lajes de concreto armado dos Aparelhos de Mudança de Via (AMV), com sistema de amortecimento de vibrações, oriundas dos tráfegos dos trens, da Linha 2 - Verde, do

Leia mais

Efeito do comportamento reológico do concreto

Efeito do comportamento reológico do concreto Efeito do comportamento reológico do concreto FLECHAS E ELEENTOS DE CONCRETO ARADO 1 - INTRODUÇÃO Todo o cálculo das deformações de barras, devidas à fleão, tem por base a clássica equação diferencial

Leia mais

Aula 04 Peças submetidas à flexão simples: solicitações normais.

Aula 04 Peças submetidas à flexão simples: solicitações normais. Aula 04 Peças submetidas à flexão simples: solicitações normais. 1. Introdução. Nas aulas anteriores foram fornecidas as bases teóricas para verificação analítica da segurança de estruturas de concreto.

Leia mais

5ª LISTA DE EXERCÍCIOS PROBLEMAS ENVOLVENDO FLEXÃO

5ª LISTA DE EXERCÍCIOS PROBLEMAS ENVOLVENDO FLEXÃO Universidade Federal da Bahia Escola Politécnica Departamento de Construção e Estruturas Professor: Armando Sá Ribeiro Jr. Disciplina: ENG285 - Resistência dos Materiais I-A www.resmat.ufba.br 5ª LISTA

Leia mais

OE Seminário Aplicação do Eurocódigo 8 ao Projecto de Edifícios Projecto de estruturas para resistência aos sismos EC8-1

OE Seminário Aplicação do Eurocódigo 8 ao Projecto de Edifícios Projecto de estruturas para resistência aos sismos EC8-1 Projecto de estruturas para resistência aos sismos EC8-1 Exemplo de aplicação 2 Ordem dos Engenheiros Lisboa 11 de Novembro de 2011 Porto 18 de Novembro de 2011 António Costa EXEMPLO EDIFÍCIO COM ESTRUTURA

Leia mais

Perfis mistos em aço. Novas perspectivas

Perfis mistos em aço. Novas perspectivas Perfis mistos em aço Novas perspectivas Perfis mistos em aço Vantagens Com relação às estruturas de concreto : -possibilidade de dispensa de fôrmas e escoramentos -redução do peso próprio e do volume da

Leia mais

MODOS DE RUÍNA EM VIGA (COLAPSO)

MODOS DE RUÍNA EM VIGA (COLAPSO) MODOS DE RUÍNA EM VIGA (COLAPSO) É NECESSÁRIO GARANTIR O ELU ESTADO LIMITE ÚLTIMO 1. RUÍNA POR FLEXÃO (MOMENTO FLETOR ARMADURA LONGITUDINAL); 2. RUPTURA POR ESMAGAMENTO DA BIELA DE CONCRETO; 3. RUPTURA

Leia mais

Caso (2) X 2 isolado no SP

Caso (2) X 2 isolado no SP Luiz Fernando artha étodo das Forças 6 5.5. Exemplos de solução pelo étodo das Forças Exemplo Determine pelo étodo das Forças o diagrama de momentos fletores do quadro hiperestático ao lado. Somente considere

Leia mais

ENGENHARIA DE FORTIFICAÇÃO E CONSTRUÇÃO CADERNO DE QUESTÕES

ENGENHARIA DE FORTIFICAÇÃO E CONSTRUÇÃO CADERNO DE QUESTÕES CONCURSO DE ADMISSÃO AO CURSO DE FORMAÇÃO ENGENHARIA DE FORTIFICAÇÃO E CONSTRUÇÃO CADERNO DE QUESTÕES 2014 1 a QUESTÃO Valor: 1,00 O núcleo central de inércia é o lugar geométrico da seção transversal

Leia mais

TORÇÃO EM VIGAS DE CONCRETO ARMADO

TORÇÃO EM VIGAS DE CONCRETO ARMADO UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA UNESP - Campus de Bauru/SP FACULDADE DE ENGENHARIA Departamento de Engenharia Civil Disciplina: 33 - ESTRUTURAS DE CONCRETO II Notas de Aula TORÇÃO EM VIGAS DE CONCRETO ARMADO

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ESTRUTURAL E CONSTRUÇÃO CIVIL MARCOS ANDREW RABELO SOEIRO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ESTRUTURAL E CONSTRUÇÃO CIVIL MARCOS ANDREW RABELO SOEIRO i UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ESTRUTURAL E CONSTRUÇÃO CIVIL MARCOS ANDREW RABELO SOEIRO PÓS-PROCESSADOR PARA DIMENSIONAMENTO E VERIFICAÇÃO DE BARRAS DE

Leia mais

ANÁLISE ESTRUTURAL DE RIPAS PARA ENGRADAMENTO METÁLICO DE COBERTURAS

ANÁLISE ESTRUTURAL DE RIPAS PARA ENGRADAMENTO METÁLICO DE COBERTURAS ANÁLISE ESTRUTURAL DE RIPAS PARA ENGRADAMENTO METÁLICO DE COBERTURAS Leandro de Faria Contadini 1, Renato Bertolino Junior 2 1 Eng. Civil, UNESP-Campus de Ilha Solteira 2 Prof. Titular, Depto de Engenharia

Leia mais

Análise de procedimentos para medida de rotações e curvaturas em vigas de concreto armado

Análise de procedimentos para medida de rotações e curvaturas em vigas de concreto armado BE8 Encontro Nacional Betão Estrutural 8 Guimarães 5, 6, 7 de Novembro de 8 Análise de procedimentos para medida de rotações e curvaturas em vigas de concreto armado Bruna Catoia 1, Carlos A.T. Justo,

Leia mais

MÓDULO 1 Projeto e dimensionamento de estruturas metálicas em perfis soldados e laminados

MÓDULO 1 Projeto e dimensionamento de estruturas metálicas em perfis soldados e laminados Projeto e Dimensionamento de de Estruturas metálicas e mistas de de aço e concreto MÓDULO 1 Projeto e dimensionamento de estruturas metálicas em perfis soldados e laminados 1 Sistemas estruturais: coberturas

Leia mais

ESTUDO DAS LIGAÇÕES DE MONTAGEM EM ESTRUTURAS PRÉ- FABRICADAS DE CONCRETO 1

ESTUDO DAS LIGAÇÕES DE MONTAGEM EM ESTRUTURAS PRÉ- FABRICADAS DE CONCRETO 1 ESTUDO DAS LIGAÇÕES DE MONTAGEM EM ESTRUTURAS PRÉ- FABRICADAS DE CONCRETO 1 Carlos Henrique dos Santos 2 Rogério Eustáquio Cirilo 3 Ronilson Flávio Souza 4 RESUMO: Um dos fatores mais importantes durante

Leia mais

ANÁLISE EXPERIMENTAL DE LAJES LISAS COM ARMADURA DE COMBATE À PUNÇÃO

ANÁLISE EXPERIMENTAL DE LAJES LISAS COM ARMADURA DE COMBATE À PUNÇÃO ANÁLISE EXPERIMENTAL DE LAJES LISAS COM ARMADURA DE COMBATE À PUNÇÃO RESUMO Orientando (Dijalma Motta Leopoldo), Orientador (Alexandre Vargas); UNESC Universidade do Extremo Sul Catarinense (1) djalmamotta@hotmail.com,

Leia mais

O conhecimento das dimensões permite determinar os vãos equivalentes e as rigidezes, necessários no cálculo das ligações entre os elementos.

O conhecimento das dimensões permite determinar os vãos equivalentes e as rigidezes, necessários no cálculo das ligações entre os elementos. PRÉ-DIMENSIONAMENTO CAPÍTULO 5 Libânio M. Pinheiro, Cassiane D. Muzardo, Sandro P. Santos 3 abr 2003 PRÉ-DIMENSIONAMENTO O pré-dimensionamento dos elementos estruturais é necessário para que se possa calcular

Leia mais

Resumo. Palavras-chave. ABNT NBR 7188:2013; Projeto de Recuperação. Introdução

Resumo. Palavras-chave. ABNT NBR 7188:2013; Projeto de Recuperação. Introdução Efeitos da Mudança da NBR 7188:2013 nos Projetos de Pontes. Estudo de Caso: Projeto de Recuperação da Ponte sobre o Rio Correias na BR 101/SC. Pauline Fonseca da Silva 1, Marcus Alexandre Noronha de Brito

Leia mais

- Generalidades sobre laje Treliça

- Generalidades sobre laje Treliça - Generalidades sobre laje Treliça São lajes em que a viga pré-fabricada é constituída de armadura em forma de treliça, e após concretada, promove uma perfeita solidarização, tendo ainda a possibilidade

Leia mais

h = comprimento de flambagem nas duas direções

h = comprimento de flambagem nas duas direções Pilares Como se sabe, o pilar é uma barra submetida predominantemente a compressão axial. Em alguns casos, entretanto, os pilares podem ficar submetidos, além do esforço de compressão axial, ao esforço

Leia mais

ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DA DOBRA NA RESISTÊNCIA À FLEXÃO DE UM PERFIL DE AÇO FORMADO A FRIO APLICADO NO SETOR DE ESTRUTURAS METÁLICAS

ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DA DOBRA NA RESISTÊNCIA À FLEXÃO DE UM PERFIL DE AÇO FORMADO A FRIO APLICADO NO SETOR DE ESTRUTURAS METÁLICAS ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DA DOBRA NA RESISTÊNCIA À FLEXÃO DE UM PERFIL DE AÇO FORMADO A FRIO APLICADO NO SETOR DE ESTRUTURAS METÁLICAS Fábio Sumara Custódio (1), Marcio Vito (2) UNESC Universidade do Extremo

Leia mais

Artigo submetido ao Curso de Engenharia Civil da UNESC - Como requisito parcial para obtenção do Título de Engenheiro Civil

Artigo submetido ao Curso de Engenharia Civil da UNESC - Como requisito parcial para obtenção do Título de Engenheiro Civil Como requisito parcial para obtenção do Título de Engenheiro Civil AVALIAÇÃO DO COMPORTAMENTO DE UMA ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO ANALISANDO A RIGIDEZ DO ENGASTAMENTO ENTRE VIGAS E PILARES E UTILIZANDO

Leia mais

CÁLCULO E DESENHO DE CONCRETO ARMADO ROBERTO MAGNANI

CÁLCULO E DESENHO DE CONCRETO ARMADO ROBERTO MAGNANI CÁLCULO E DESENHO DE CONCRETO ARMADO ROBERTO MAGNANI ROBERTO MAGNANI Engenheiro Civil CÁLCULO E DESENHO DE CONCRETO ARMADO Araraquara-SP Internet: www.robertomagnani.com.br http://rmagnani.tripod.com http://roberto.magnani.vila.bol.com.br

Leia mais

Sociedade Goiana de Cultura Universidade Católica de Goiás Departamento de Engenharia Laboratório de Materiais de Construção

Sociedade Goiana de Cultura Universidade Católica de Goiás Departamento de Engenharia Laboratório de Materiais de Construção Sociedade Goiana de Cultura Universidade Católica de Goiás Departamento de Engenharia Laboratório de Materiais de Construção Ensaios de Stuttgart Reprodução em Laboratório Consorte, Anna Karlla G. Oliveira,

Leia mais

Vigas Gerber com Dentes Múltiplos: Dimensionamento e Detalhamento Eduardo Thomaz 1, Luiz Carneiro 2, Rebeca Saraiva 3

Vigas Gerber com Dentes Múltiplos: Dimensionamento e Detalhamento Eduardo Thomaz 1, Luiz Carneiro 2, Rebeca Saraiva 3 Vigas Gerber com Dentes Múltiplos: Dimensionamento e Detalhamento Eduardo Thomaz 1, Luiz Carneiro 2, Rebeca Saraiva 3 1 Prof. Emérito / Instituto Militar de Engenharia / Seção de Engenharia de Fortificação

Leia mais

PARECER TÉCNICO. O referido parecer técnico toma como base o laudo técnico contiguo e reforça:

PARECER TÉCNICO. O referido parecer técnico toma como base o laudo técnico contiguo e reforça: PARECER TÉCNICO O referido parecer técnico toma como base o laudo técnico contiguo e reforça: Conforme o resultado apresentado pela simulação no software AutoMETAL 4.1, a atual configuração presente nas

Leia mais

VIGAS E LAJES DE CONCRETO ARMADO

VIGAS E LAJES DE CONCRETO ARMADO UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA UNESP - Campus de Bauru/SP FACULDADE DE ENGENHARIA Departamento de Engenharia Civil Curso: Arquitetura e Urbanismo Disciplina: 6033 - SISTEMAS ESTRUTURAIS I Notas de Aula

Leia mais

ESTRUTURAS METÁLICAS UFPR CAPÍTULO 5 FLEXÃO SIMPLES

ESTRUTURAS METÁLICAS UFPR CAPÍTULO 5 FLEXÃO SIMPLES ESTRUTURAS METÁLICAS UFPR CAPÍTULO 5 FLEXÃO SIMPLES 1 INDICE CAPÍTULO 5 DIMENSIONAMENTO BARRAS PRISMÁTICAS À FLEXÃO... 1 1 INTRODUÇÃO... 1 2 CONCEITOS GERAIS... 1 2.1 Comportamento da seção transversal

Leia mais

BOAS RECOMENDAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE EDIFÍCIOS. Eng. Luiz Aurélio Fortes da Silva

BOAS RECOMENDAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE EDIFÍCIOS. Eng. Luiz Aurélio Fortes da Silva 1 BOAS RECOMENDAÇÕES PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE EDIFÍCIOS Eng. Luiz Aurélio Fortes da Silva 1 2 TÓPICOS DA PALESTRA 2 CONSIDERAÇÕES INICIAIS DE PROJETO CONCEPÇÃO ESTRUTURAL MATERIAIS E DURABILIDADE

Leia mais

P U C R S PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL CONCRETO ARMADO II FLEXÃO SIMPLES

P U C R S PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL CONCRETO ARMADO II FLEXÃO SIMPLES P U C R S PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL CONCRETO ARMADO II FLEXÃO SIMPLES (OUTRA APRESENTAÇÃO) Prof. Almir Schäffer PORTO ALEGRE

Leia mais

ESCADAS USUAIS DOS EDIFÍCIOS

ESCADAS USUAIS DOS EDIFÍCIOS Volume 4 Capítulo 3 ESCDS USUIS DOS EDIFÍCIOS 1 3.1- INTRODUÇÃO patamar lance a b c d e Formas usuais das escadas dos edifícios armada transversalmente armada longitudinalmente armada em cruz V3 V4 Classificação

Leia mais

01 projeto / normalização

01 projeto / normalização 01 projeto / normalização revisão_das_práticas_recomendadas para_edificações_de_até_5_pavimentos apresentação O trabalho é uma revisão da primeira versão das PRs, que serve como texto base para a norma

Leia mais

COMPARAÇÃO DOS PARÂMETROS QUANTITATIVOS DE UMA ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO EM RELAÇÃO A RESISTÊNCIA CARACTERÍSTICA DO CONCRETO, O f CK

COMPARAÇÃO DOS PARÂMETROS QUANTITATIVOS DE UMA ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO EM RELAÇÃO A RESISTÊNCIA CARACTERÍSTICA DO CONCRETO, O f CK COMPARAÇÃO DOS PARÂMETROS QUANTITATIVOS DE UMA ESTRUTURA DE CONCRETO ARMADO EM RELAÇÃO A RESISTÊNCIA CARACTERÍSTICA DO CONCRETO, O f CK Samuel Hilgert Pizzetti (1) (1) Engenheiro Civil, Empresa Pizzetti

Leia mais

1. Definição dos Elementos Estruturais

1. Definição dos Elementos Estruturais A Engenharia e a Arquitetura não devem ser vistas como duas profissões distintas, separadas, independentes uma da outra. Na verdade elas devem trabalhar como uma coisa única. Um Sistema Estrutural definido

Leia mais

Recomendações para Elaboração de Projetos Estruturais de Edifícios de Concreto

Recomendações para Elaboração de Projetos Estruturais de Edifícios de Concreto Recomendações para Elaboração de Projetos Estruturais de Edifícios de Concreto INTRODUÇÃO O presente trabalho tem como objetivo fornecer aos projetistas e contratantes, recomendações básicas e orientações

Leia mais

ALVENARIA ESTRUTURAL BLOCOS CERÂMICOS PARTE 1: PROJETOS

ALVENARIA ESTRUTURAL BLOCOS CERÂMICOS PARTE 1: PROJETOS ALVENARIA ESTRUTURAL BLOCOS CERÂMICOS PARTE 1: PROJETOS APRESENTAÇÃO 1) Este 1º Projeto foi elaborado pela CE-02:123.03 - Alvenaria Estrutural - Blocos Cerâmicos - do ABNT/CB- 02 - Construção Civil, nas

Leia mais

Study of structural behavior of a low height precast concrete building, considering the continuity of beam-column connections

Study of structural behavior of a low height precast concrete building, considering the continuity of beam-column connections Study of structural behavior of a low height precast concrete building, considering the continuity of beam-column connections Universidade Federal de Viçosa - Av. P.H. Rolfs s/n - Viçosa MG - 36.570-000

Leia mais

SECRETARIA DE LOGÍSTICA E TRANSPORTES DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM SUPERINTENDÊNCIA. ANEXO III - Estudo de Viabilidade

SECRETARIA DE LOGÍSTICA E TRANSPORTES DEPARTAMENTO DE ESTRADAS DE RODAGEM SUPERINTENDÊNCIA. ANEXO III - Estudo de Viabilidade ANEXO III - Estudo de Viabilidade 1. OBJETIVO Estabelece requisitos para elaboração e apresentação de Estudo de Viabilidade, em atendimento ao que prevê o Capítulo IV da Norma aprovada. 2. DEFINIÇÃO DE

Leia mais

http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil/109/imprime31727.asp Figura 1 - Corte representativo dos sistemas de lajes treliçadas

http://www.revistatechne.com.br/engenharia-civil/109/imprime31727.asp Figura 1 - Corte representativo dos sistemas de lajes treliçadas 1 de 9 01/11/2010 23:26 Como construir Lajes com EPS Figura 1 - Corte representativo dos sistemas de lajes treliçadas As lajes tipo volterrana abriram a trajetória das lajes pré-moldadas. O sistema utiliza

Leia mais

Estudo do Efeito de Punção em Lajes Lisas e Cogumelo Mediante a Utilização de Normas Técnicas e Resultados Experimentais

Estudo do Efeito de Punção em Lajes Lisas e Cogumelo Mediante a Utilização de Normas Técnicas e Resultados Experimentais Tema 2 - Reabilitação e Reforços de Estruturas Estudo do Efeito de Punção em Lajes Lisas e Cogumelo Mediante a Utilização de Normas Técnicas e Resultados Experimentais Leandro Carvalho D Ávila Dias 1,a

Leia mais

Erro! Fonte de referência não encontrada. - Laje pré-fabricada Avaliação do desempenho de vigotas e pré-lajes sob carga de trabalho

Erro! Fonte de referência não encontrada. - Laje pré-fabricada Avaliação do desempenho de vigotas e pré-lajes sob carga de trabalho Erro! Fonte de referência não encontrada. - aje pré-fabricada Avaliação do desempenho de vigotas e pré-lajes sob carga de trabalho Prefácio A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é o Foro Nacional

Leia mais

Facear Concreto Estrutural I

Facear Concreto Estrutural I 1. ASSUNTOS DA AULA Durabilidade das estruturas, estádios e domínios. 2. CONCEITOS As estruturas de concreto devem ser projetadas e construídas de modo que, quando utilizadas conforme as condições ambientais

Leia mais

ESTRUTURAS DE CONCRETO CAPÍTULO 2 CARACTERÍSTICAS DO CONCRETO

ESTRUTURAS DE CONCRETO CAPÍTULO 2 CARACTERÍSTICAS DO CONCRETO ESTRUTURAS DE CONCRETO CAPÍTULO 2 Libânio M. Pinheiro, Cassiane D. Muzardo, Sandro P. Santos Março de 2004 CARACTERÍSTICAS DO CONCRETO Como foi visto no capítulo anterior, a mistura em proporção adequada

Leia mais

FACULDADE DE ENGENHARIA DE ILHA SOLTEIRA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL

FACULDADE DE ENGENHARIA DE ILHA SOLTEIRA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA "JÚLIO DE MESQUITA FILHO" FACULDADE DE ENGENHARIA DE ILHA SOLTEIRA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ESTUDO DAS LAJES Ilha Solteira-SP 004 S U M Á R I O 1. INTRODUÇÃO... 4

Leia mais

Apostila Técnica de Porta Paletes 01 de 31

Apostila Técnica de Porta Paletes 01 de 31 Apostila Técnica de Porta Paletes 01 de 31 Tópicos Abordados: 1. Porta Paletes Seletivo (convencional): 2. Drive-in / Drive-thru Objetivo: Esta apostila tem como principal objetivo ampliar o conhecimento

Leia mais