AS METAMORFOSES DO CAPITALISMO E SUAS RACIONALIDADES HEGEMÔNICAS NAS POLÍTICAS EDUCACIONAIS 1

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1 AS METAMORFOSES DO CAPITALISMO E SUAS RACIONALIDADES HEGEMÔNICAS NAS POLÍTICAS EDUCACIONAIS 1 Resumo Ivania Marini Piton UNICS/Palmas/Pr UNIPLAC/Lages/SC Nas duas últimas décadas ocorreram mudanças substanciais na sociedade devido à crise no interior do capitalismo. Os desdobramentos da crise intensificaram o processo de globalização mundial e levaram o capitalismo contemporâneo a desencadear uma reestruturação produtiva que busca intervir no contexto social amplo, no qual a educação esta inserida e é tida como espaço privilegiado para mudanças. O modelo político neoliberal tem sido o normatizador do processo de globalização, o qual é implementado principalmente através das instituições multilaterais de financiamento como Banco Mundial e Banco Interamericano de Desenvolvimento, os quais realizam empréstimos a governos que possuem políticas voltadas a implementar reformas modernizadoras e de Estado mínimo, buscado assim, intervir nas políticas públicas imprimindo racionalidades hegemônicas a educação escolarizada. O presente trabalho parte do cenário resultante do processo em questão na educação básica da rede pública do Estado do Paraná. Faz isso a partir de uma pesquisa realizada pelo sindicato dos professores de Educação Básica da Rede Pública do Paraná (APP/Sindicato) em 2004 na IV Conferência Estadual de Educação. A pesquisa foi feita com base no Caderno de Debates Retrato da Escola, o qual conduziu as reflexões da Conferência, sendo que foram questionados trabalhadores e trabalhadoras em educação de todos os Núcleos Sindicais do Estado. As análises são centradas no período compreendido entre 1995 e Assim, o trabalho mapeia as principais questões que constituem o entorno das políticas educacionais e do sindicalismo docente e analisa a visão das trabalhadoras e dos trabalhadores em educação após o intenso período de reformas educativas. Palavras-chave: educação, política, sindicato. 1 Colaboração na coleta e compilação dos dados: Maria Rosa, Marlei Fernandes Carvalho e Saionara Bocalon (APP/Sindicato) e Rosangela Bueno Stalschmidt.

2 2382 Introdução Dentre tantos conceitos que buscam traduzir o cenário da atual invasão capitalista a educação, o conceito de hegemonia é dos mais amplos e que melhor traduzem os processos instaurados no interior das políticas públicas e educacionais. Como conceito Gramsciano a hegemonia não se liga apenas ao estudo da sociedade italiana, é um conceito amplo, decorrente da percepção de Gramsci de sociedades Ocidentais mais complexas. O Estado se ampliou, adquiriu novas determinações, que na época de Marx e Engels ou não existiam ou ainda eram incipientes; do que resultou a socialização da política (sindicatos, partidos de massa, sufrágio universal, dentre outras conquistas), ocorrida, sobretudo a partir de Essa socialização criou uma nova esfera do ser social, que Gramsci chamou de sociedade civil. Com isso, o Estado deixou de ser poder de opressão de uma classe sobre outra, e passou a adotar também, como recurso de poder, a busca do consenso, da legitimação, do consentimento, que se expressam através da adoção por uma classe, ou bloco de classes, dos valores inicialmente formulados por outras classes ou outros blocos de classes (BOTTOMORE, 1988). Ou seja, uma nova direção intelectual e moral, a isso Gramsci chamou de hegemonia. Consideramos tal conceito o que mais se aproxima aos objetivos e reflexões presentes no texto, pois, buscamos analisar como as trabalhadoras e os trabalhadores em educação da rede estadual de ensino do Paraná observam e se posicionam frente às racionalidades da atual fase de desenvolvimento capitalista as quais buscam consentimento através das políticas educacionais para que as práticas pedagógicas estejam voltadas a financeirização do mundo, já que, o capital, como eixo central das sociedades globalizadas no momento que se reestrutura, desencadeia metamorfoses em todos os demais setores que compõe a sociedade, sendo a educação lócus privilegiado para tanto.

3 2383 educação Políticas Neoliberais no Paraná: a visão dos trabalhadores e trabalhadoras en Na reestruturação produtiva em curso ocorreram alterações nas formas de intervenção estatal e, em conseqüência, nas políticas públicas. A educação como uma dessas políticas, passou por uma espécie de re-ordenamento no contexto das mudanças e, foi sendo submetida à elaboradas forças hegemônicas. As reformas ocorridas estiveram diretamente ligadas ao Banco Mundial (BM ou Banco Internacional de Reconstrução e Desenvolvimento - BIRD) e ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que enquanto instituições multilaterais de financiamento entram no cenário como requisito para que a globalização cumpra sua função ideológica, operando as contradições oriundas da exclusão social, pois, estes colocam a educação como política de alívio da pobreza. No contexto das mudanças mundiais, o Brasil passou por reformas involutivas nos sistemas de ensino, principalmente no caráter público da educação. O Estado do Paraná de maneira específica e intensificada 2 em nome da modernização implementou na educação básica, políticas de cunho neoliberal através de empréstimos do BM (BIRD) para o Ensino Fundamental e do BID para o Ensino Médio, que colocaram a lógica privativista à educação pública, enaltecendo o individualismo e a competitividade, corroborando com a exclusão social das maiorias, à medida que afastou ainda mais, a escola pública de uma de suas funções mais propaladas e relevantes: a produção e a socialização do conhecimento científico e à construção da cidadania ativa 3. Neste conturbado contexto cabe-nos analisar a singularidade que o modelo político neoliberal tem posto à nossa época, trazendo uma ingente regressão do mundo humanizado em três âmbitos: político (democracia voltada unicamente à lógica do mercado); social (desigualdades sociais altamente agravadas); econômico (concentração de riquezas e o 2 Durante os dois mandatos do governo de Jaime Lerner entre os anos de 1995/1998 e 1999/ Apesar do caráter reprodutivista da educação, que vem sendo denunciado historicamente pelos campos de esquerda, a formação do ser humano para o exercício da cidadania ativa tem sido uma das funções mais perseguidas pela escola pública desde seu surgimento.

4 2384 significativo aumento no nível de dependência e vulnerabilidade das nações frente ao capitalismo transnacional 4 ). O neoliberalismo, como política normatizadora do capitalismo transnacional, objetivando atingir a hegemonia desenvolve e se apóia em algumas racionalidades centrais voltadas a transformar profundamente os significados e sentidos que compõe o contexto societal. Dentre tais racionalidades estão à despolitização, a naturalização do social, o culto ao setor privado e as críticas ao setor público, destituição da memória e da história buscando a ressignificação de conceitos chaves, como cidadania, direito, solidariedade, democracia e qualidade. Considerando a amplitude e o alcance das racionalidades citadas, cabe questionar: nossos legítimos representantes, eleitos através de processos democráticos, permitem que essas racionalidades sejam implementadas num espaço público e formativo como e escola? As racionalidades hegemônicas do neoliberalismo entram na escola porque os governos são dóceis e submissos à lógica da exploração intensiva do capital postos pelas políticas macroeconômicas de integração subordinada e passiva, pela adoção de políticas de liberação comercial sem critérios, de desregulamentação financeira, de enxugamento do Estado, de desnacionalização da economia e de especialização produtiva. Porque isso acontece? Até que ponto as trabalhadoras e os trabalhadores em educação estão cônscios das racionalidades hegemônicas que impregnam os processos educativos? Como agem ou re-agem frente à mercantilização da educação? Consideram possíveis processos alternativos? Engajam-se aos processos existentes? Buscam outras racionalidades que sejam capazes de colaborar na construção de uma contra-hegemonia? Pensando as questões supra citadas a luz das idéias de Anderson (1995) que diz que o sucesso do neoliberalismo reside no fato da produção de sociedades infinitamente desiguais e na disseminação da idéia de que não há alternativas para seus princípios, que todos devem adaptar-se às suas normas, cabe questionar ainda: Isso se aplica também as trabalhadoras e aos trabalhadores em educação? Ou estas e estes pela formação superior que possuem e por trabalharem com processos de conhecimento, ciência e tecnologia e 4 Bihr (1999), afirma que a economia mundial atravessa e ultrapassa as economias nacionais.

5 2385 atuarem em instituições educativas possuem fundamentos e práticas suficientes para compreender as racionalidades do capital neoliberal e combater tal adaptação? A pesquisa e as análises foram construídas pensando nas questões supra citadas. A pesquisa se deu por amostragem nos 29 núcleos sindicais da APP/Sindicato. Foi solicitado que todos os trabalhadores e trabalhadoras em educação presentes na Conferência e que tivessem interesse em participar da pesquisa respondessem as questões, como o número de respondentes por núcleo sindical foi bastante irregular, e muitos não responderam todas as questões optamos por informar o número de respondentes a cada pergunta analisada. A seguir passamos a listar as questões, as respostas dadas e as respectivas análises. A primeira questão solicitava que fossem apontadas as cinco influências do neoliberalismo que ainda percebemos na escola atualmente apontam: Respostas F % Verbas insuficiente para a manutenção das escolas Terceirização na contratação dos profissionais da educação Salários Baixos Deturpação do conceito de autonomia Privatização da escola pública Individualismo Falta de incentivo na formação profissional Desobrigação do Estado para com as Escolas 08 9 Paternalismo do governo (gás, leite. luz fraternas, etc.) 07 8 Política a serviço do mercado 7 8 Fim dos cursos profissionalizantes 06 7 Escola excludente 05 6 Escola sem qualidade 04 4 Autoritarismo 04 4 Enfraquecimento do sindicato 04 4 Desvalorização profissional 03 3 Amigos da escola 03 3 Demissão de funcionários 03 3 Cobrança e preocupação com as estatísticas 02 2 Currículo fragmentado 02 2

6 2386 Falta de políticas públicas efetivas 02 2 Atribuição do fracasso escolar ao despreparo do professor 01 1 Baixo índice per-capta por alunos 01 1 Currículo dentro da proposta neoliberal 01 1 LDB 9394/ Ensino à distância 01 1 Seguir normas impostas pelo sistema 01 1 Falta de concurso público 01 1 Junção de turmas 01 1 APMF 01 1 Clientela pobre % para educação não aplicados 01 1 Redução de férias (30 dias) 01 1 Imposição do Decreto (eleições de diretores) 01 1 Globalização 01 1 Diferenças sociais 01 1 Racismo 01 1 Fonte: APP/Sindicato dos trabalhadores em Educação do Estado do Paraná Ou seja, os/as respondentes possuem clareza das conseqüências impressas pelas racionalidades mercantilistas na educação, pois, nas cinco influências mais citadas evidencia-se o caráter minimalista que o Estado assumiu: verbas insuficientes, terceirizações, deturpação do conceito de autonomia, privatizações, dentre as demais influências que foram citadas em menor escala, mas que estão ligadas ou são decorrentes destas. Fica evidenciado que entre os respondentes existe consciência das ressignificações postas aos espaços educativos, que tratam à educação como um campo sem especificidade, a serviço do mercado flexível buscando imprimir uma visão economicista-empresarial aos processos educativos. Questionados sobre os 5 os itens que mais dificultam a qualidade da educação os respondentes apontam:

7 2387 Respostas F % Baixos salários Nº de alunos em sala de aula Falta de materiais didáticos Pouca hora-atividade Falta de laboratórios bibliotecas Fonte: APP/Sindicato dos trabalhadores em Educação do Estado do Paraná No que se refere à qualidade cabe lembrar a ressignificação de termos que constitui o ideário neoliberal, como já apontamos anteriormente, importa definir a qual qualidade nos referimos, pois, o discurso neoliberal tem na qualidade uma das bandeiras que defendem e justificam as reformas. Bandeira esta, ligada à qualidade total empregada nas empresas adeptas de modos de produção flexíveis. Assmann (1998) diz que isso é uma expropriação, uma tentativa de imprimir à educação as características da empresa, como um contrabando ideológico, sob os termos qualidade/produtividade/competitividade ou qualidade e criatividade grandes astros e sujeitos no processo educacional. Na visão neoliberal criou-se uma matriz imagética que é simples em sua banalidade verbal, porém que contém em si um complexo código ideológico, muito forte, de palavra e imagem, de visão de mundo, através da recitação de termos e expressões auto-validantes, expressões essas que possuem influências decisivas sobre o comportamento humano, criam foros de plausibilidade e força mobilizadora impressionante e fazem parte da matriz conceitual fundante da atual fase de desenvolvimento do capitalismo. O autor (1998) diz ainda que esta é a expressão do caráter de mascaramento ideológico do humanismo que enfocada no cliente especial e na desqualificação de propostas alternativas, de cunho socialista desviando a atenção da satisfação das mais elementares necessidades humanas. Estamos frente a uma trágica situação de desigualdades sociais que chegam ao extremo de identificar qualidade com a sofisticação de produtos e serviços para clientes especiais, em detrimento a priorizar o acesso universal de todos os seres humanos a níveis exeqüíveis de qualidade de vida, democracia e educação.

8 2388 Considerando isso é possível observar nas respostas das trabalhadoras e dos trabalhadores em educação que não existem condições para que o trabalho na escola seja desenvolvido com a qualidade educacional que considere os processos epistemológicos, filosóficos, antropológicos, sócio-políticos, culturais e pedagógicos historicamente construídos e sistematizados para que a educação escolarizada implemente suas funções sociais formadoras e construtoras de um mundo em que os valores humanos, de vida digna para todos se sobreponham aos valores do mercado. Para que a educação realize as construções necessárias às pessoas e não ao lucro 5, é mister pensar processos alternativos ou engajar-se nos processos existentes desencadeados, no caso da rede pública estadual do Paraná, pela APP/Sindicato. Questionados sobre o tempo e o espaço para o debate das questões sindicais na Escola, o quadro abaixo denuncia o longo caminho a ser percorrido: Respostas F % Não existe Nos intervalos Paralisações/ Manifestações Quando APP visita a escola Hora do recreio Reflexões coletiva 02 4 Fonte: APP/Sindicato dos trabalhadores em Educação do Estado do Paraná As respostas nos remetem a Bihr (1999), que afirma que o sindicalismo mundial sofreu, nas duas últimas décadas do século XX um declínio irreversível em suas referências ideológicas tradicionais, graças à crise vigente nos modelos sócio-políticos, que historicamente deram sustentação ao movimento. Tal situação está vinculada a uma crise estrutural no interior do modo de produção capitalista e na implementação do modelo político neoliberal. O raro tempo destinado aos debates sindicais no interior das escolas referenda as posições dos autores citados. Uma das naturalizações mais propaladas pelo ideário neoliberal é o enfraquecimento do coletivo de classe que impede organização de forças de 5 GHONSKI (2002)

9 2389 contestação e até mesmo de reação a políticas que prejudicam os interesses da grande maioria das trabalhadoras e dos trabalhadores. Questionados quanto à ocorrência efetiva de debates e/ou avaliações na Escola das políticas educacionais nacional e estadual as respostas foram: Respostas F % Não Sim Raramente Total Fonte: APP/Sindicato dos trabalhadores em Educação do Estado do Paraná Dos 35 sujeitos que responderam Sim, 26% responderam que houve debate nos momentos pedagógicos e 11% que os debates aconteceram de maneira esporádica, os demais 63% apenas afirmaram que os debates aconteceram. Observamos que existem escolas que encontram espaço e tempo para debates, análises e avaliações, mesmo em um cotidiano de trabalho intensificado e precarizado que a categoria docente vivencia nas últimas décadas. Encontrar tais espaços e tempos é condição necessária às trabalhadoras e aos trabalhadores das escolas públicas, pois, construir contra-hegemonia passa por processos complexos que implicam em conhecer profundamente o ideário hegemônico, o qual se renova cotidianamente, por isso, precisa ser desvendado, questionado e problematizado também cotidianamente. Isso pode e deve ser feito a partir e junto com o sindicado, mas, não necessariamente somente com a presença deste, já que existe uma gama significante de materiais sendo disponibilizados pela APP/Sindicato, por universidades, editoras, sítios eletrônicos, jornais, movimentos sociais, etc. Importa ter claro na práxis cotidiana que o coletivo somos todos e cada um, por isso a construção contra-hegemônica precisa partir de todos e de cada um. As trabalhadoras e os trabalhadores em educação foram questionados também sobre o Plano Estadual de Educação (PEE), se esse foi debatido amplamente na sua Escola e se seus princípios são conhecidos:

10 2390 Respostas F % Não Sim Mais ou Menos 02 2 Total Fonte: APP/Sindicato dos trabalhadores em Educação do Estado do Paraná Dos 36 sujeitos de que responderam afirmativamente, 63% respondeu apenas sim, 6% relatam que tiveram oportunidades e participaram de reuniões onde o assunto foi debatido. Mas não conhecem a fundo seus princípios; 8% considera que há necessidade de melhor estudo do PEE, 3% assevera que o PEE foi debatido em cursos realizados pela APP e 20% considera que foi discutido superficialmente. Dos 54 sujeitos que responderam que não houve discussão, 85% respondeu apenas que não houve discussão, 9% conhece os princípios superficialmente, 2% tem uma noção muito vaga de seus princípios, 2% consideram que os encaminhamentos aconteceram de forma inadequada para o envolvimento dos professores e funcionários, 2% afirma que o PEE não foi debatido e não conhecem seus princípios em detalhes. As respostas apontam que a maioria das escolas não debateu ou conhece o PEE, nem mesmo seus princípios condutores. Como na questão anterior, o que fica evidenciado é que a organização do trabalho pedagógico não possibilita que a escola possua tempos e espaços para pensar sobre si mesma, sobre políticas, legislação, seus processos e metodologias, e, o que é mais preocupante, suas possibilidades de construção de mudanças a partir da participação e debates em documentos importantes para os rumos da educação como é o caso do Plano Estadual de Educação. Em termos de participação nos cursos de Formação da Secretaria de Estado de Educação SEED, para professores e funcionários as respostas foram: Respostas F % Satisfatória Insuficiente Boa, salvo impedimento CLT e PSS Participação conforme as vagas 08 9

11 2391 Individualista 06 6 Não há participação de funcionários 05 6 Importante 04 4 Participação insatisfatória 03 3 Total Fonte: APP/Sindicato dos trabalhadores em Educação do Estado do Paraná Conforme se pode observar um grande número de docentes considera satisfatória a participação, apesar de que nos depoimentos pode-se verificar a insatisfação em relação à não participação dos professores CLT e do Processo de Seleção Simplificado, bem como da classe dos funcionários. Outro ponto a ser ressaltado se refere à qualidade dos cursos de formação continuada que são oferecidos, conforme descrito no depoimento Sempre há professores participando, mas a chamada formação continuada nem sempre tem uma continuidade. São eventos isolados, resumindo-se a leitura rápida de textos e produção de relatórios. A formação continuada ou em serviço de professores e funcionários é ainda uma das grandes fragilidades do contexto educativo. Seja pela carência em determinadas áreas e setores, pelos métodos, pela qualidade, pela organização, pela aplicabilidade e coerência pedagógica dos cursos oferecidos, seja pelos objetivos das diretrizes oficiais que conduzem tal formação. As ambigüidades transparecem na multiplicidade das respostas. Cabe ressaltar o papel da formação de professores dentro das racionalidades do capitalismo atual, pois esta, junto com as reformas curriculares, com os processos de avaliação externa, com a gestão dos sistemas educativos são as grandes matrizes do capitalismo neoliberal em sua buscam para imprimir ao trabalho docente a lógica econômica da acumulação capitalista. Em termos de socialização do debate e dos materiais no retorno dos cursos os respondentes apontam: Respostas F % Sim Raramente 09 9 Não 49 6 Ás vezes 17 3 Total

12 2392 Dos 49% que responderam afirmativamente, relataram que o retorno dos cursos de formação da SEED, é realizado em conversas durante os intervalos, que, em alguns cursos há socialização do debate e dos materiais, bem como de que após os cursos há discussões e comentários sobre os assuntos. Nas reuniões pedagógicas, 6% que responderam não, asseveram que não é oferecido oportunidade pra esses repasses, que o material é disponibilizado apenas na sala dos professores; por falta de tempo; bem como de que somente aqueles que participam da formação da APP é que tem outra visão, e que conversam e trocam experiências; 3% que responderam às vezes, consideram que o que ocorrem são apenas comentários e não repasses; e que alguns socializam com os colegas, outros são bastante individualistas e não fazem comentário nenhum a respeito; 9% que responderam raramente, não descreveram como ocorre a socialização dos debates e dos materiais. As respostas dadas a essa questão são semelhantes às dadas nas questões sobre avaliação e debates sobre políticas públicas e sobre o PEE; a organização da escola não permite espaço e tempo para isso. O modelo de escola ainda da revolução industrial imprimiu uma cultura reprodutivista a educação, pois, O processo de apropriação capitalista da práxis social é um processo pelo qual a prática social, é, em seu conjunto, submetida aos imperativos da reprodução do capital, sendo conseqüentemente remodelada tanto em suas formas como em seus conteúdos. Pois a reprodução dessa relação social central, que é o capital, depende sempre de elementos e de condições que sua dinâmica econômica (seu processo cíclico de acumulação) sozinha não tem possibilidade de garantir. (Bihr, 1999, p.144) A apropriação da práxis social pelo capital leva, segundo Bihr (1999), a produção de uma sociabilidade, um modo de vida em sociedade a ele apropriado, por ser exigência de sua reprodução. Por isso, a educação é um lócus privilegiado de socialização da dos ideais hegemônicos. Mas este é um processo contraditório que tropeça em limites essenciais e que da origem a crises e conflitos. Assim, o neoliberalismo, posto por grupos sociais hegemônicos como um simulacro ideológico com o objetivo de assegurar a obtenção de seus interesses econômicos e justificar o ingente quadro de injustiça social vigente apresenta, em alguns âmbitos, características de esgotamento em seu modelo.

13 2393 As lutas construídas pela APP/Sindicato principalmente na última década, podem ser exemplo de formas de enfrentamento as racionalidades neoliberais na educação. Principalmente os enfrentamentos ocorridos durante os governos de Jaime Lerner evidenciaram a força de uma categoria frente à lógica da privatização no campo educativo 6. Algumas Conclusões Possíveis Ainda que de forma superficial, pela amplitude e complexidade do tema, os quadros aqui trabalhados propiciam algumas análises, pois, mapeiam as posições de trabalhadoras e trabalhadores em educação do Estado do Paraná. Cabe considerar, que os respondentes das questões da pesquisa são sindicalizados, simpatizantes ou participaram da IV Conferência Estadual de Educação. Esse dado precisa ser considerado pois, trata-se de trabalhadoras e trabalhadores que se dispuseram a pensar a educação em uma formação pedagógica sindical. Obviamente, a posição destas pessoas no universo dos trabalhadores de educação básica de todo o Estado é pequena para tirarmos conclusões definitivas. Mesmos assim, temos indicativos fortes das grandes carências da categoria no que se refere à compreensão e ao enfrentamento a conjuntura econômica, social e ideológica. Como trabalhadora em educação questionamos: como os conhecimentos historicamente acumulados pelas ciências, sistematizados e socializados, produzidos e reproduzidos, criados e recriados, conhecimentos que embasam a construção da cidadania no cotidiano educativo, que envolveu e envolve muitas lutas pode ser desconsiderado ou considerado ineficiente e ineficaz? O cotidiano no qual colocamos nossas vidas, esperanças e sonhos, deve ficar a mercê da lógica privativista? Como comentamos anteriormente, a precarização e intensificação do trabalho dificultam processos de reflexão/organização de forças de contestação. Importa ressaltar que dificultar não significa impedir, ou seja, as racionalidades do capital, postas à educação 6 Sobre o tema defendemos a tese de doutorado em educação na UNICAMP/SP, que resultou no livro: Globalização Neoliberal na Educação Básica Paranaense, editado pela UNIPLAC/Lages/SC e publicado pela Assembléia Legislativa do Paraná.

14 2394 não nos impedem de buscar brechas no sistema hegemônico que possam criar e implementar uma educação de racionalidades emancipatórias. Reconhecemos como Anderson (1995) que política e ideologicamente, o neoliberalismo e suas racionalidades alcançaram êxitos com os quais seus idealizadores provavelmente jamais sonharam, disseminando a simples idéia de que não há alternativas para seus princípios, sendo que todos, devem adaptar-se as suas normas, conseguindo desta forma uma poderosa hegemonia. Isso, mesmo que, milhões de pessoas não acreditem em suas receitas e resistam a seus regimes. Como educadoras e educadores temos a tarefa de opositores, o que implica em oferecer outras receitas, outras racionalidades e preparar outros regimes, nos quais a centralidade seja a cidadania ativa e os valores humanos. Ou seja, construir uma nova direção intelectual e moral, uma nova hegemonia. BIBLIOGRAFIA ANDERSON, Perry. Balanço do Neoliberalismo. In: SADER & GENTILI. Pósneoliberalismo. As Políticas Sociais e o Estado Democrático. RJ: Paz e Terra, APP/SINDICATO DOS TRABALHADORES EM EDUCAÇÃO DO ESTADO DO PARANÁ. A Escola Como Território de Luta, Caderno de Debates, IV Conferência Estadual de Educação, 2005 ASSMANN, Hugo. Pedagogia da Qualidade em Debate. In: SERBINO, Rangel et alii. (Orgs.) Formação de Professores. São Paulo: UNESP, BIHR, Alain. Da Grande Noite a Alternativa. São Paulo: Boitempo, BOTTOMORE, Tom. Dicionário do Pensamento Marxista. Rio de Janeiro: Zahar, GRAMCI, Antonio. Concepção dialética da história. Apresentação de Carlos Nelson Coutinho e Leandro Konder. Orelha de Luiz Mário Gazzaneo. Trad. Carlos Nelson Coutinho. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1966

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