PROJETO DE GESTÃO (REITORIA ) PLANO DE AÇÕES PRIORITÁRIAS - PAP 2014

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1 PLANO DE AÇÕES PRIORITÁRIAS - PAP

2 PLANO DE AÇÕES PRIORITÁRIAS - PAP 2014

3 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA UNEB PLANO DE AÇÕES PRIORITÁRIAS 2014 Abril de 2014

4 PLANO DE AÇÕES PRIORITÁRIAS - PAP 2014

5 UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA Jaques Wagner SECRETARIA DE EDUCAÇÃO Osvaldo Barreto Filho UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA José Bites de Carvalho

6 REITORIA José Bites de Carvalho VICE-REITORIA Carla Liane Nascimento dos Santos CHEFIA DE GABINETE Maria Aparecida Porto Silva PRÓ-REITORIA DE ENSINO DE GRADUAÇÃO PROGRAD Marcius de Almeida Gomes PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E ENSINO DE PÓS-GRADUAÇÃO PPG Atson Carlos de Souza Fernandes PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO PROEX Marta Valéria Almeida Santana PRÓ-REITORIA DE ASSISTÊNCIA ESTUDANTIL PRAES Ubiratan Azevedo Menezes PRÓ-REITORIA DE AÇÕES AFIRMATIVAS PROAF Marluce de Lima Macedo PRÓ-REITORIA DE GESTÃO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS PGDP Marcelo Duarte Dantas de Ávila PRÓ-REITORIA DE INFRAESTRUTURA PROINFRA Marcelo Guimarães Varela PRÓ-REITORIA DE ADMINISTRAÇÃO PROAD Jairo Luiz de Oliveira Sá PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO PROPLAN Marta Rosa Farias de Almeida Miranda

7 UNIDADE ACADÊMICA DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA UNEAD Kathia Marise Borges Sales UNIDADE DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL UDO Benjamin Ramos Filho SECRETARIA ESPECIAL DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS SERINT Jardelina Bispo do Nascimento SECRETARIA ESPECIAL DE AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL SEAVI Ivan Luiz Novaes SECRETARIA ESPECIAL DE LICITAÇÕES, CONTRATOS E CONVÊNIOS SELCC Luzinete Gama de Oliveira SECRETARIA ESPECIAL DE ARTICULAÇÃO INTERINSTITUCIONAL SEAI José Ricardo Moreno Pinto SECRETARIA ESPECIAL DE PROGRAMAS ACADÊMICOS INTERINSTITUCIONAIS SEPAI Gildeci de Oliveira Leite ASSESSORIA ESPECIAL DA REITORIA Antonio José Batista de Azevedo PROCURADORIA JURÍDICA PROJUR Eduardo Lessa Guimarães ASSESSORIA DA VICE-REITORIA Cláudia Silva de Santana EDITORA UNEB EDUNEB Maria Nadja Nunes Bittencourt SERVIÇO MÉDICO ODONTOLÓGICO E SOCIAL SMOS Isnaia Junquilho Feire Calazans Souza ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO ASCOM Deivison Fonseca Fiuza

8 DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA CAMPUS I SALVADOR Prof. Daniel de Cerqueira Góes DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS - CAMPUS I SALVADOR Prof. Flávio Dias dos Santos Correia DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CAMPUS I SALVADOR Prof. Valdélio Santos Silva DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA VIDA CAMPUS I SALVADOR Prof. Marco Antonio Araújo Silvany DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA CAMPUS II ALAGOINHAS Prof.ª Vera Lúcia Costa Vale DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CAMPUS II ALAGOINHAS Prof.ª Ires Maia Muller DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA E CIÊNCIAS SOCIAIS CAMPUS III JUAZEIRO Prof. Ruy de Carvalho Rocha DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CAMPUS III JUAZEIRO Prof.ª Aurilene Rodrigues Lima DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CAMPUS IV JACOBINA Prof. José Carlos de Araújo Silva DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CAMPUS V SANTO ANTÔNIO DE JESUS Prof.ª Claudia Pereira de Sousa DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CAMPUS VI CAETITÉ Prof. Ginaldo Cardoso de Araújo DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CAMPUS VII SENHOR DO BONFIM Prof.ª Norma Leite Martins de Carvalho DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CAMPUS VIII PAULO AFONSO Prof. Dorival Pereira Oliveira DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS CAMPUS IX BARREIRAS Profª. Marilde Queiroz Guedes DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CAMPUS X TEIXEIRA DE FREITAS Prof. Décio Bessa da Costa

9 DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CAMPUS XI SERRINHA Profª. Elivânia Reis de Andrade Alves DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CAMPUS XII GUANAMBI Prof. Osaná Macedo Reis DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CAMPUS XIII ITABERABA Prof. Climério Manoel Macedo Moraes DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CAMPUS XIV CONCEIÇÃO DO COITÉ Prof. Deijair Ferreira da Silva DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO CAMPUS XV VALENÇA Prof. Pedro Augusto Lopes Sabino DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS CAMPUS XVI IRECÊ Prof.ª Helga Porto Miranda DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS CAMPUS XVII BOM JESUS DA LAPA Profª. Elvina Perpétua Ramos Almeida DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS CAMPUS XVIII EUNÁPOLIS Prof. Pedro Daniel dos Santos Souza DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS CAMPUS XIX CAMAÇARI Profª. Márcia Santos Cerqueira DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS CAMPUS XX BRUMADO Prof. José Manuel Teixeira Castrillon DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS CAMPUS XXI IPIAÚ Profª. Tereza Cristina Damásio Cerqueira DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS CAMPUS XXII EUCLIDES DA CUNHA Prof. Edson Barreto Lima DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS CAMPUS XXIII SEABRA Prof. Gildeci de Oliveira Leite DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E TECNOLOGIAS CAMPUS XXIV XIQUE-XIQUE Prof. João Silva Rocha Filho

10 LISTA DE SIGLAS ABPN Associação Brasileira de Pesquisadores/as Negros/as ACC Atividade Curricular Complementar CadUnico Cadastro Único para Programas Sociais CAPES Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior CEEC Centro de Estudos Euclydes da Cunha CEPAIA Centro de Estudos dos Povos Afro-Índio-Americanos CONNEABS Consórcio Nacional dos Núcleos de Estudos Afro-Brasileiros CONSEPE Conselho Superior de Ensino, Pesquisa e Extensão CONSU Conselho Universitário EaD Educação a Distância EDUNEB - Editora UNEB FIPLAN Sistema Integrado de Planejamento Contabilidade e Finanças do Estado da Bahia IES Instituição de Ensino Superior INEP Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira MEC Ministério da Educação e Cultura NUATI Núcleo Universidade Aberta à Terceira Idade NUPEs Núcleos de Pesquisa e Extensão PACC Programa de Apoio às Atividades dos Colegiados de Curso PAC-DT Programa de Apoio à Capacitação de Docentes e de Técnicos Administrativos da UNEB PARFOR Plano Nacional de Formação dos Professores da Educação Básica PASC Programa de Apoio às Atividades Técnico-Pedagógicas de Secretaria dos Colegiados de Curso PDI Plano de Desenvolvimento Institucional PGDP Pró-Reitoria de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas PIBATI Programa Institucional de Bolsas de Apoio à Tecnologia e Inovação PIBID Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência PIBITI Programa Institucional em Desenvolvimento Tecnológico e Inovação PICIN Programa de Iniciação Científica PIT Plano Individual de Trabalho Docente PNAEST Programa Nacional de Assistência Estudantil para Instituições de Ensino Superior Públicas Estaduais PPC Projeto Pedagógico do Curso PPG Pró-Reitoria de Pesquisa e Ensino de Pós-Graduação PRAES Pró-Reitoria de Assistência Estudantil PROAD Pró-Reitoria de Administração PROAF Pró-Reitoria de Ações Afirmativas

11 PROEX Pró-Reitoria de Extensão PROGRAD Pró-Reitoria de Ensino de Graduação PROINFRA Pró-Reitoria de Infraestrutura PROLIN Programa de Apoio à Formação Superior e Licenciatura Indígenas PROPLAN Pró-Reitoria de Planejamento RIT Relatório Individual de Trabalho RNP Rede Nacional de Pesquisa SAGRES Sistema de Automação e Gerenciamento de Ensino Superior SBPC Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência SEAI Secretaria de Articulação Interinstitucional SEAVI Secretaria de Avaliação Institucional SELCC Secretaria Especial de Licitações e Contratos e Convênios SEPAI Secretaria de Programas Acadêmicos Institucionais SERINT Secretaria Especial de Relações Internacionais SIGP Sistema Informatizado de Gestão de Pessoas SIMPAS Sistema Integrado de Material Patrimônio e Serviços do Estado da Bahia SIP Sistema Integrado de Planejamento SIRH Sistema de Informação de Recursos Humanos SMOS Serviço Médico Odontológico e Social SONIC Sistema Online de Iniciação Científica TCC Trabalho de Conclusão de Curso TI Tecnologia da Informação TIC Tecnologia da Informação e Comunicação UAB Universidade Aberta do Brasil UATI Universidade Aberta à Terceira Idade UDO Unidade de Desenvolvimento Organizacional UEBAS Universidades Estaduais Baianas UNEAD Unidade Acadêmica de Educação a Distância UNEB Universidade do Estado da Bahia UOs Unidades Organizacionais

12 LISTA DE ILUSTRAÇÕES Diagramas Diagrama 01 - Eixos Estratégicos 18 Figuras Figura 01 - Estrutura Programática do Plano de Ações Prioritárias 24 Quadros Quadro 01 - Programas Estratégicos 25 Quadro 02 - Programas Transversais 26

13 SUMÁRIO Apresentação O Projeto de Gestão e a construção do Plano de Ações Prioritárias Eixos Estratégicos do Plano de Ações Prioritárias - PAP Conferências Interterritoriais e Participação Social Matriz Programática do Plano de Ações Prioritárias Detalhamento dos Programas Estratégicos Detalhamento dos Programas Transversais 63

14 PLANO DE AÇÕES PRIORITÁRIAS - PAP 2014

15 Apresentação A natureza multicampi da Universidade do Estado da Bahia (UNEB) é condição que nos potencializa para o enfrentamento dos desafios de um cenário político, econômico, social e tecnológico, local e nacional, caracterizado por constantes mudanças culturais e permanente ampliação de demandas dos serviços da Universidade. O enfrentamento desse cenário requer competência profissional e renovação institucional para conduzir e reorientar a caminhada da nossa Universidade, consolidando a sua trajetória rumo à melhoria e aperfeiçoamento da gestão acadêmica, de pessoal, de infraestrutura e, sobretudo, e ao atendimento às demandas contemporâneas da sociedade. A UNEB precisa enfrentar os desafios do seu tempo: ampliar o acesso à educação superior, especialmente em regiões com baixo desenvolvimento socioeconômico, atender aos grupos populacionais socialmente vulneráveis, formar profissionais competentes, contribuir com o desenvolvimento regional, cultivar valores humanos e a cidadania, promover a pesquisa científica e aplicada, desenvolver projetos sociais, dentre outros. O Plano de Ações Prioritárias (PAP), aqui proposto, foi construído com esta perspectiva e objetiva nortear as ações prioritárias da Universidade até que o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) seja elaborado com ampla participação da comunidade acadêmica e aprovado nos Conselhos Superiores. Constituído por meio de larga mobilização e debate da Equipe Central da Gestão Universitária e das equipes específicas de todas as unidades da Administração Central, este Plano tem como matriz o Projeto de Gestão referendado pela livre escolha da comunidade acadêmica para a condução da Universidade do Estado da Bahia no período Assim, o presente Plano apresenta as prioridades para este primeiro momento da gestão, observando o fiel atendimento aos princípios e compromissos do, este, fruto de reflexões e discussões em diversos fóruns com a participação de docentes, estudantes, técnicoadministrativos, representantes de outras instituições de educação superior, dos movimentos sociais, políticos e da comunidade em geral, de todos os territórios onde estão situados os campi da UNEB. 15

16 Os Programas que compõem este Plano apontam para um conjunto de Ações e Atividades a serem desenvolvidas em parceria com as unidades da Administração Central Departamentos Colegiados Representações de Categorias Sociedade e outros organismos que integram a Universidade, promovendo a sinergia da Gestão Universitária e assegurando que os objetivos e propostas definidos no PROJETO DE GESTÃO (REITORIA ) sejam efetivamente alcançados. A elaboração do Plano de Desenvolvimento Institucional é a etapa imediata após a divulgação deste documento, podendo o PDI ampliar, suprimir, inserir ou alterar Programas, Ações e Atividades aqui propostos, dado o seu caráter de construção amplamente coletiva e voltado a um horizonte temporal de médio e longo prazos. José Bites de Carvalho Reitor Carla Liane Nascimento dos Santos Vice Reitora 16

17 1 O Projeto de Gestão e a Construção do Plano de Ações Prioritárias O construído democraticamente com a participação e contribuição de toda a comunidade acadêmica, a partir da escuta e acolhimento das propostas que emergiram do debate em diversos e singulares fóruns, sistematiza proposições convergentes com os onze princípios que pautaram a concepção do referido Projeto, e que hoje pautam a Gestão Universitária: Autonomia, gestão e organização Formação cidadã e profissional Graduação: a formação de docentes para a educação básica compromisso histórico e social da UNEB Pós-Graduação Educação a Distância Consolidação da Pesquisa e Inovação Fortalecimento da Extensão na perspectiva da emancipação social Acesso e Permanência: política de Assistência Estudantil Ações Afirmativas Fortalecimento das ações com os indígenas, assentados, quilombolas, povos e comunidades tradicionais Inclusão e acessibilidade Valorização e formação permanente de servidores técnico-administrativos e docentes Política de valorização e formação Política de qualidade de vida no trabalho Infraestrutura 17

18 Predial ou edificação e instalações. Campus Universitário de Referência Tecnologia da Informação e Comunicação Conservação, manutenção e aquisição de recursos materiais e patrimoniais Avaliação Institucional O Projeto de Gestão reafirma em seus princípios norteadores o cumprimento da missão da UNEB, que na forma definida no Regimento Geral, consiste na produção, socialização e aplicação do conhecimento nas mais diversas áreas do saber, objetivando à formação do cidadão e ao desenvolvimento das potencialidades políticas, econômicas e sociais da comunidade baiana, sob a égide dos princípios da ética, da democracia, da justiça social e da pluralidade etnocultural e demais princípios do Direito Público. Partindo destes princípios norteadores, o Plano de Ações Prioritárias (PAP) corporifica-se em cinco Eixos Estratégicos (Diagrama 01) defendidos como tradução da concepção do modelo de universidade DEMOCRÁTICA E DE QUALIDADE, modelo este referendado pela livre escolha da comunidade universitária. Diagrama 01 EIXOS ESTRATÉGICOS FORMAÇÃO CIDADÃ E PROFISSIONAL PRODUÇÃO E DIFUSÃO DO CONHECIMENTO ACESSO E PERMANÊNCIA COM QUALIDADE ARTICULAÇÃO UNIVERSIDADE E SOCIEDADE DEMOCRATIZAÇÃO, DESCENTRALIZAÇÃO E TRANSPARÊNCIA 18

19 1.1. Eixos Estratégicos do Plano de Ações Prioritárias - PAP O primeiro eixo Formação Cidadã e Profissional compreende a formação em todas as dimensões necessárias à vida plena em sociedade e ao exercício de competências profissionais com qualidade e compromisso ético. Inova-se na concepção de formação integral que compreende todas as ações universitárias tendo como foco e objetivo a formação permanente para todos os segmentos universitários. A formação de pessoas como cidadãos e profissionais sensíveis, reflexivos, criativos, investigativos, críticos, competentes técnica, política e eticamente, comprometidos com a aplicação do conhecimento em prol da melhoria da qualidade de vida da população é a missão da Universidade de maior impacto social, seja pelo contingente de pessoas que abarca, seja pelo efeito multiplicador da ação de seus egressos. É um processo complexo e desafiante para os atores envolvidos, ultrapassa a mera transmissão de conhecimentos. Esse eixo compreende o compromisso histórico e social da UNEB com a formação de docentes para a Educação Básica, de profissionais técnico-científicos para as outras demandas, de pesquisadores para o avanço na produção de conhecimento, inovação e tecnologia em diferentes áreas e com a formação qualificada e permanente de docentes para o exercício da docência universitária em níveis cada vez mais avançados de qualidade. O segundo eixo refere-se à Produção e Difusão do Conhecimento, reunindo ações constitutivas da identidade da universidade contemporânea e que se desenvolvam através da Graduação, da Pós-Graduação, da Pesquisa e Extensão concebidas de modo indissociável, comprometidas com a equidade social, atentas às identidades territoriais e aos saberes produzidos nas diversas comunidades, dentre elas, em especial, as comunidades tradicionais, a exemplo dos indígenas, assentados rurais, quilombolas, marisqueiras, pescadores, comunidades-terreiros e congêneres. No contexto desse eixo, a Pesquisa e a Inovação são, por excelência, os canais contemporâneos de inserção da universidade no mundo da ciência, da tecnologia, das artes e da cultura. A Pesquisa e a Inovação compõem o terreno apropriado para a dinamização das relações de parceria, com setores públicos e produtivos, assim como das relações de intercâmbio e de cooperação entre as várias regiões, estados e nações. Nesse sentido, compreende-se que as diversas áreas do conhecimento não estão submetidas a limites 19

20 territoriais, necessitando constantes processos de avaliação e contínuas transformações em abordagens teóricas e práticas, em escala mundial. Isto implica a necessidade de uma permanente integração e articulação entre o corpo docente, discente e técnico-administrativo da UNEB com outras instituições de ensino superior e de pesquisa de vários países, além do Brasil, na busca continuada de informações, com vistas à geração de conhecimentos sempre mais atualizados. O terceiro eixo Acesso e Permanência com Qualidade é prioritário neste modelo de Gestão Universitária, pois trata do desenvolvimento de pessoas. Reafirma-se o compromisso com as políticas de qualificação do acesso e permanência discente, através da implantação do Observatório da Vida Universitária e fortalecimento das ações de assistência estudantil que contemplem bolsas auxílio, creches, residências, restaurantes universitários e demais ações que repercutam favoravelmente no sucesso dos estudantes. Inova-se na articulação desse eixo com a compreensão da qualificação do acesso e permanência dos docentes e técnico-administrativos, por meio de políticas consistentes e continuadas de valorização humana, formação e profissionalização. Ainda como ação estruturante no contexto do eixo Acesso e Permanência com Qualidade insere-se de forma inovadora e diferenciada o compromisso da gestão com as políticas de ações afirmativas, reafirmando a permanência do sistema de cotas e a criação da Pró-Reitoria de Ações Afirmativas, resgatando o compromisso da Universidade com a demanda formalizada na Primeira Conferência de Ações Afirmativas da UNEB, ocorrida em A Articulação Universidade e Sociedade constitui-se no quarto eixo, cuja ênfase é a atuação de forma mais incisiva da Universidade, através de programas e ações, com a finalidade de obter maior integração com a sociedade, seja através de programas sociais ou de estímulo à aprendizagem, conciliados à construção, gestão e difusão de conhecimentos, reconhecendo os saberes próprios de cada comunidade e atuando como parceira, inclusive na busca por soluções específicas. As estratégias de integração da universidade com a sociedade devem considerar, sobremaneira, o desenvolvimento social, cultural, ambiental e econômico da região na qual a presença da instituição é mais forte, objetivando, em consonância com as políticas nacionais e com o Plano Nacional de Extensão, estimular atividades cujo desenvolvimento implique relações multi, inter e/ou transdisciplinares e inter profissionais de setores da universidade e da sociedade, criando condições efetivas de formação, produção de conhecimento e participação da universidade na elaboração das políticas públicas voltadas para a maioria da população, bem como para que ela se constitua como organismo legítimo para acompanhar e avaliar a implantação das mesmas. 20

21 O quinto e último eixo, Democratização, Descentralização e Transparência, constitui-se em um princípio que norteará os caminhos da Gestão Universitária no período , como um processo permanente de ampliação da participação efetiva e representativa da comunidade universitária nas decisões institucionais, retomando a discussão da Lei 7.176/97, que fragilizou ainda mais a autonomia da UNEB, com a limitação drástica da participação dos segmentos nos Conselhos Universitários Superiores. Nosso compromisso é pelo fortalecimento das instâncias deliberativas da Instituição, destacando o Conselho Universitário (CONSU), Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE), Conselhos de Departamento e Colegiados de Cursos enquanto fóruns efetivos de reflexão, avaliação e encaminhamentos decisórios, isto como premissa básica de participação coletiva, como garantia de respeito à autonomia e protagonismo destas instâncias. Este é o primeiro passo para uma forte ação de descentralização da Gestão Universitária para a construção de um novo modelo de campus universitário da universidade multicampi UNEB. Este eixo também inova com a ampliação e consolidação de novos espaços de diálogos, através da implementação dos fóruns por segmento representativo dos campi da UNEB e das Conferências Interterritoriais, que unirão comunidades e Departamentos na formulação de propostas de ação para a Universidade nos territórios onde esta se insere. 21

22 2 Conferências Interterritoriais e Participação Social Contemporaneamente, qualquer projeto de ampliação e aperfeiçoamento permanente do processo democrático em uma instituição social como a universidade, apresenta um considerável número de dispositivos políticos, legais, morais, culturais e simbólicos já incorporados a um receituário hegemônico, que gira em torno da garantia de algumas condições, tais como: eleições regulares e livres, existência de fóruns decisórios internos representativos, liberdade de expressão e de opinião, liberdade de associação para fins acadêmicos e/ou trabalhistas, normas justas, obediência às determinações legais, rotatividade regular na composição do poder e outros dispositivos de natureza semelhante. No entanto, no que diz respeito à participação e ao poder, mesmo nas universidades públicas, as garantias e direitos se restringem, quase que exclusivamente, aos membros da comunidade universitária. No caso da UNEB isso não tem sido diferente. Apesar das estreitas ligações que a UNEB tem com diversas organizações da sociedade civil, colaborando com o desenvolvimento e crescimento das comunidades e grupos populacionais representados por elas, não há participação representativa da população nos fóruns decisórios da Universidade, seja nos fóruns gerais como o CONSU e o CONSEPE, seja nos fóruns departamentais alocados nos diversos campi que compõem a instituição. Há, nessa falta de participação, uma flagrante e notória contradição com a dimensão social da universidade, sobretudo, se for uma universidade pública. A compreensão hegemônica no interior da comunidade acadêmica é que a universidade douta e tradicional instituição de formação, produção e extensão de conhecimentos é, por si só, capaz de se antecipar com acerto às demandas que levariam algum tempo para emergirem a partir da movimentação espontânea da própria sociedade, independentemente da recomendável escuta sobre o que a sociedade poderia querer da universidade. Somado a isso há o procedimento de muitos que ainda acham que a sociedade, sobretudo os seus setores historicamente subalternizados, não sabem expressar as suas necessidades, ao menos não de forma inteligível ou aceitável, cabendo, portanto, à universidade falar por ela, legitimamente. Diante dessa constatação é evidente que uma universidade como a UNEB que, com justiça, sempre se orgulhou de suas características democráticas, em termos de acesso e da oferta dos seus serviços acadêmicos nas mais diversas e diferentes regiões do Estado da Bahia, não pode adotar outro caminho de aperfeiçoamento da sua vocação democrática senão aquele que deve se ocupar, prioritariamente, com a criação de mecanismos e condições institucionais para que a participação social organizada seja uma 22

23 permanência na vida da universidade, em especial no difícil processo de implementação de uma nova proposta de gestão, que tem na democracia um dos seus mais importantes fundamentos e na mudança qualitativa, a sua inspiração mais sincera. Com o objetivo de levar esses compromissos formais à sua realização efetiva, buscaremos encaminhar decisões e ações que impliquem na reconfiguração das relações da UNEB com a sociedade civil, de um modo geral. Encontra-se em elaboração e será encaminhada aos Conselhos Superiores da Universidade, proposta de regulamentação da norma regimental que garante a participação de representantes da sociedade nestes Conselhos, fomentando assim o desenvolvimento de processo a ser finalizado com a posse desses representantes no CONSU e no CONSEPE. Paralelo a isso, encontram-se em fase de planejamento os procedimentos necessários para a implantação das nomeadas Conferências Interterritoriais. Essas Conferências serão instâncias autônomas de discussão, proposição e consulta, compostas por representantes da sociedade regional e representantes dos Departamentos, situados nas respectivas formações territoriais. Estas referidas instâncias terão como objetivo intermediar, propor, articular, aproximar e avaliar a execução das atividades finalísticas regionalizadas da Universidade (programas e projetos), no âmbito dos Departamentos. Dentre outras tarefas não deliberativas, caberá a essas Conferências encaminhar as demandas regionais e, a partir dessas demandas, zelar politicamente pela conformidade das ações finalísticas da Universidade (programa e projetos) com os Planos de Ação das Pró-Reitorias, com este Plano de Ações Prioritárias, com o Plano de Desenvolvimento Institucional e demais documentos acadêmicos e administrativos institucionais internos. Questões relacionadas à estrutura, natureza, composição, funcionamento, detalhamento das características e, sobretudo, o formato do que, na definição das Conferências, adjetivamos aqui, provisoriamente, como Interterritoriais, serão objetos de apresentação detalhada e discussão ampla e coletiva. Estamos convictos de que a complementação da composição do CONSU e do CONSEPE, conforme exposto acima, e a implantação das Conferências Interterritoriais repercutirão, favoravelmente, na nossa preocupação coletiva com a democracia, com a participação social e, principalmente, caracterizará a nossa gestão como aquela que conferiu à dimensão popular da UNEB, um caráter de excelência, tanto em termos acadêmicos quanto em termos políticos. 23

24 3 Matriz Programática do Plano de Ações Prioritárias 2014 A matriz programática do Plano de Ações Prioritárias (PAP) 2014 deriva diretamente do PROJETO DE GESTÃO (REITORIA ) e assume, na sua estrutura, os Eixos Estratégicos desdobrando-se em Programas e estes em Ações e Atividades com suas respectivas Metas e Resultados Esperados. (Figura 01) Figura 01 - Estrutura Programática do Plano de Ações Prioritárias - PAP EIXOS ESTRATÉGICOS PROGRAMAS ESTRATÉGICOS PROGRAMAS TRANSVERSAIS AÇÕES/ATIVIDADES AÇÕES/ATIVIDADES METAS RESULTADOS ESPERADOS METAS RESULTADOS ESPERADOS Fonte: PROPLAN Embora a Ação ou Atividade integre formalmente um Programa este poderá estar inserido em mais de um Eixo. Dada a característica matricial da realidade e da forma intersetorial como a ação é concebida, gestada e efetivamente implementada no contexto da UNEB, os resultados e impactos de cada ação vão muito além do Programa e do Eixo em que esta se insere. É a articulação e a integração entre Eixos, Programas, Ações e Atividades que promovem a sinergia da Gestão Universitária e asseguram que os objetivos e propostas definidos no PROJETO DE GESTÃO (REITORIA ) sejam efetivamente alcançados. Foram concebidos trinta Programas, destes, vinte e quatro se vinculam a apenas um Eixo Estratégico, denominados de Programas Estratégicos (Quadro 01) e seis se vinculam a mais de um Eixo Estratégico, chamados de Programas Transversais (Quadro 02). 24

25 Quadro 01 PROGRAMAS ESTRATÉGICOS EIXOS PROGRAMAS Criação e Reconhecimento de Cursos de Graduação Desenvolvimento da Carreira dos Servidores Técnico-Administrativos Formação, Capacitação e Qualificação Continuada para Docentes e Técnico- Administrativos FORMAÇÃO CIDADÃ E PROFISSIONAL Fortalecimento dos Cursos de Graduação Gestão de Pessoas por Competências e Mais Qualidade no Serviço Público Qualidade de Vida no Trabalho Diretrizes e Normas para a Oferta de Graduação Institucionalização e Oferta EaD com Qualidade Programa de Fortalecimento dos Grupos de Pesquisa, Atração, Interiorização e Fixação de Pesquisadores da UNEB - PROFORTE Programa de Apoio aos Programas de Pós-Graduação - PROPÓS PRODUÇÃO E DIFUSÃO DO CONHECIMENTO Interiorização da Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação Iniciação Científica, Tecnológica e Inovação Internacionalização, Mobilidade e Cooperação ACESSO E PERMANÊNCIA COM QUALIDADE Programa de Apoio às Publicações Científicas PROPUBLIC Produção, Divulgação e Circulação do Conhecimento Reestruturação da Política de Assistência Estudantil Acesso e Permanência Campus Universitário de Referência Programa de Conservação, Manutenção e Aquisição de Recursos Materiais e Patrimoniais - PROCOMAP 25

26 EIXOS PROGRAMAS Fortalecimento da Extensão na Perspectiva da Emancipação Social ARTICULAÇÃO UNIVERSIDADE E SOCIEDADE Programa de Apoio a Projetos de Extensão - PROAPEX Articula UNEB: Articulação Interinstitucional DEMOCRATIZAÇÃO, DESCENTRALIZAÇÃO E TRANSPARÊNCIA Manutenção e Segurança dos Serviços de Informática Planejamento, Modernização, Avaliação, Transparência e Qualidade do Gasto - PMAQ Quadro 02 PROGRAMAS TRANSVERSAIS EIXOS PROGRAMAS FORMAÇÃO CIDADÃ E PROFISSIONAL ACESSO E PERMANÊNCIA COM QUALIDADE Ações Afirmativas na UNEB: A cultura da igualdade como uma poética da diversidade ARTICULAÇÃO UNIVERSIDADE E SOCIEDADE FORMAÇÃO CIDADÃ E PROFISSIONAL ACESSO E PERMANÊNCIA COM QUALIDADE Educação Inclusiva e Políticas de Acessibilidade 26

27 EIXOS FORMAÇÃO CIDADÃ E PROFISSIONAL ARTICULAÇÃO UNIVERSIDADE E SOCIEDADE PROGRAMAS Fortalecimento da Extensão Integrada com a Vida Acadêmica FORMAÇÃO CIDADÃ E PROFISSIONAL PRODUÇÃO E DIFUSÃO DO CONHECIMENTO ACESSO E PERMANÊNCIA COM QUALIDADE Fomento e Apoio à Participação e Realização de Eventos ARTICULAÇÃO UNIVERSIDADE E SOCIEDADE FORMAÇÃO CIDADÃ E PROFISSIONAL DEMOCRATIZAÇÃO, DESCENTRALIZAÇÃO E TRANSPARÊNCIA Desenvolvimento de Sistemas, Otimização e Potencialização de Sistemas já existentes FORMAÇÃO CIDADÃ E PROFISSIONAL PRODUÇÃO E DIFUSÃO DO CONHECIMENTO ACESSO E PERMANÊNCIA COM QUALIDADE DEMOCRATIZAÇÃO, DESCENTRALIZAÇÃO E TRANSPARÊNCIA Suporte Tecnológico: aquisição de equipamentos, softwares, implantação, otimização e fortalecimento de infraestruturas e serviços 27

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