O SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS EM APOIO À GESTÃO DE RECURSOS DO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DE MINAS GERAIS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS EM APOIO À GESTÃO DE RECURSOS DO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DE MINAS GERAIS"

Transcrição

1 ESCOLA SUPERIOR DE GUERRA EZEQUIEL SILVA O SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS EM APOIO À GESTÃO DE RECURSOS DO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DE MINAS GERAIS Rio de Janeiro 2012

2 EZEQUIEL SILVA O SISTEMA DE INFORMAÇÕES GEOGRÁFICAS EM APOIO À GESTÃO DE RECURSOS DO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DE MINAS GERAIS Trabalho de Conclusão de Curso Monografia apresentada ao Departamento de Estudos da Escola Superior de Guerra como requisito à obtenção do diploma do Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia. Orientador: Cel R1 Carlos Alberto Gonçalves de Araújo. Rio de Janeiro 2012

3 Este trabalho, nos termos de legislação que resguarda os direitos autorais, é considerado propriedade da ESCOLA SUPERIOR DE GUERRA (ESG). É permitido a transcrição parcial de textos do trabalho, ou mencioná-los, para comentários e citações, desde que sem propósitos comerciais e que seja feita a referência bibliográfica completa. Os conceitos expressos neste trabalho são de responsabilidade do autor e não expressam qualquer orientação institucional da ESG. Assinatura do autor Biblioteca General Cordeiro de Farias Silva, Ezequiel O Sistema de Informações Geográficas em apoio à gestão de recursos do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais/Ezequiel Silva.- Rio de Janeiro: ESG, f.: il. Orientador: Cel R1 Carlos Alberto Gonçalves de Araújo. Trabalho de Conclusão de Curso Monografia apresentada ao Departamento de Estudos da Escola Superior de Guerra como requisito à obtenção do diploma do Curso de Altos Estudos de Política e Estratégia (CAEPE), Tecnologia. 2. Sistema de Informações Geográficas. 3. Gestão de Recursos. I.Título.

4 À minha esposa LUCIMAR, que durante meu período de ausência cuidou de nossos filhos com dedicação, equilíbrio, paciência e carinho, proporcionando-me tranquilidade para dedicação exclusiva ao curso. Aos meus filhos, PÂMELA e GABRIEL, pela compreensão dos momentos em que estive ausente. Aos meus pais, NAIR e MANUEL, que sempre me ensinaram o caminho do trabalho e da verdade. Aos valorosos SOLDADOS DO FOGO, pela sua abnegada missão de sempre salvar vidas e bens alheios.

5 AGRADECIMENTOS A DEUS, nosso caminho, verdade e vida... Aos amigos, Adelson, Ramalho, Tibúrcio e Jonas, pelo companheirismo vivenciado durante o curso. Ao Cel R1 Carlos Alberto Gonçalves de Araújo pela orientação segura, firme e, sobretudo incentivadora. Na pessoa do Exmº Sr. Contra-Almirante ALEXANDRE, aos nossos colegas do CAEPE/2012, Turma PROANTAR, responsáveis pelas vitórias alcançadas nesta caminhada. Ao Corpo Permanente da Escola Superior de Guerra por nos possibilitarem melhor conhecermos o Brasil, e assim podermos contribuir para seu desenvolvimento, ampliando nosso sentimento de patriotismo. Ao Professor Jorge Xavier da Silva, chefe do Laboratório de Geoprocessamento (LAGEOP) da UFRJ, responsável pelo desenvolvimento do programa utilizado nesta pesquisa, e que sem o qual não haveria a mínima condição de se obterem os resultados apresentados. A todos que, de uma forma ou de outra, contribuíram com palavras e/ou ações, para a consecução deste trabalho. Ao Corpo de Bombeiro Militar do Estado de Minas Gerais, na pessoa de seu Comandante-Geral, o Exmº Sr. Cel BM Silvio Antônio de Oliveira Melo, pela confiança e oportunidade. Muito obrigado!

6 Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora a fazer um novo fim. (Chico Xavier)

7 RESUMO O presente estudo visa demonstrar como o Corpo de Bombeiros Militar estadual pode contribuir na busca do desenvolvimento de Minas Gerais, que tem como visão tornar-se o melhor estado para se viver, garantindo mais segurança às cidades. A pesquisa identifica a metodologia empregada pela corporação para distribuição de seus efetivos, viaturas e equipamentos, assim considerados estes parâmetros, o seu poder operacional, isto com vistas a atender às suas demandas operacionais. Ela busca também avaliar até que ponto um sistema de informações geográficas pode auxiliar na distribuição destes recursos, considerando que esta ferramenta possibilita diagnosticar a situação atual, modelar cenários, servir de sustentação para a apresentação de propostas, bem como otimizar o processo de tomada de decisão, tornando-o mais eficiente. Com vistas a embasar o trabalho, estabeleceu-se um referencial teórico que permitiu ao autor se aventurar, de forma segura, por novos caminhos, baseando-se na literatura existente a respeito. Sem pretensão de esgotar o assunto, este trabalho é o resultado de uma pesquisa que envolveu diversas fontes, dentre elas a bibliografia existente, artigos veiculados em revistas especializadas e trabalhos realizados por corporações da área de segurança pública de diversos Estados da Federação. As analises obtidas demonstram a necessidade de se empregar uma tecnologia adequada às características da corporação em estudo, como forma de buscar a eficiência na gestão dos recursos, contribuindo desta forma com o alcance do bem comum da população e o desenvolvimento do estado. Palavras-chave: Sistema de Informações Geográficas. Tomada de Decisão. Eficiência, Gestão de Recursos.

8 ABSTRACT The present study aims to demonstrate how the Military Fire Brigade of the State of Minas Gerais can help in the pursuit of development of Minas Gerais, which has the vision to become the best state to live in, ensuring greater security to cities. The research identifies the methodology used by the corporation for distribution of its personnel, vehicles and equipment, and considered these parameters, its operational power, that in order to meet your operational demands. It also seeks to assess to what extent a geographic information system can assist in the distribution of these resources, whereas this tool allows to diagnose the current situation, modeling scenarios, serve as support for the proposals, as well as optimize the process of decision-making, making it more efficient. In order to ground the work, we established a theoretical framework that allowed the author to venture in a safe into new approaches, based on the existing literature on the subject. No claim to exhaust the subject, this work is the result of a search that involved several sources, among them the existing bibliography, articles published in journals and works done by corporations in the area of public safety from various States of the Federation. The analysis obtained demonstrate the need to employ a technology suited to the characteristics of the corporation under study as a way of seeking efficiency in resource management, thus contributing to the achievement of the common good of the people and development of the state. Keywords: Geographic Information System. Decision Making. Efficiency, Resource Management.

9 LISTA DE ILUSTRAÇÕES FIGURA 1 Delimitação das jurisdições e localização das sedes das unidades operacionais em estudo FIGURA 2 Localização das unidades operacionais em estudo e suas áreas de influência FIGURA 3 Mapa conclusivo do equilíbrio das massas nas unidades em estudo... 54

10 LISTA DE TABELAS TABELA 1 Quantidade de registros efetuados pelo CBMMG, entre 2007 e TABELA 2 Dados de atendimentos e de efetivos das unidades em estudo TABELA 3 Categorização de equipamentos e viaturas TABELA 4 Dados de viaturas das unidades em estudo TABELA 5 Valores resultantes da interação efetivos/viaturas/equipamentos e atendimentos por unidades... 51

11 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO O ESTADO DE MINAS GERAIS E SEU CORPO DE BOMBEIROS MILITAR O ESTADO E O PLANO MINEIRO DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO (PMDI) O CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DE MINAS GERAIS O PLANO ESTRATÉGICO DO CBMMG A TECNOLOGIA E O PROCESSO DE TOMADA DE DECISÃO O PROCESSO DECISÓRIO A essência do processo decisório O valor da informação e do processo de comunicação na tomada de decisão A IMPORTÂNCIA DA TECNOLOGIA NUM AMBIENTE DE MUDANÇAS O SISTEMA DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA (SIG): A TECNOLOGIA EM APOIO AO PROCESSO DECISÓRIO A TECNOLOGIA NA GESTÃO DA SEGURANÇA PÚBLICA A TECNOLOGIA APLICADA O emprego racional da água em incêndios no Rio de Janeiro Distribuição de unidades policiais no Rio Grande do Norte O controle e combate de queimadas no Estado do Acre O EMPREGO DA TECNOLOGIA NAS AÇÕES DO CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DE MINAS GERAIS COMO FORMA DE CONTRIBUIR PARA O DESENVOLVIMENTO DO ESTADO A TECNOLOGIA EM APOIO ÀS AÇÕES DO CBMMG CONCLUSÃO REFERÊNCIAS... 61

12 11 1 INTRODUÇÃO Na atualidade, temos percebido mudanças em antigas estruturas econômicas, sociais, políticas e gerenciais, e que deitam seus reflexos, principalmente, sobre a forma de identificar, planejar e equacionar as intrincadas questões do dia a dia, tanto do ponto de vista individual, quanto do ponto de vista coletivo, quer seja em âmbito local, regional, nacional ou internacional. Isso tem exigido da sociedade organizada e do Estado, em todos os níveis governamentais, a inovação de posturas, a adoção de métodos administrativos mais eficientes e a adequação de respostas que sejam mais rápidas e consentâneas com o espírito de modernidade, tendo como escopo, o bem comum, calcado nos valores da liberdade, da igualdade, da fraternidade e da justiça social. Baseado nessa concepção, o desafio desta pesquisa reside em contribuir com o Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais (CBMMG), na identificação de melhores práticas para gerenciar com eficiência e eficácia seus recursos humanos e logísticos, objetivando um atendimento com qualidade e rapidez à população mineira, observada a política estadual de defesa social que tem como foco cidades cada vez mais seguras. Sabe-se que o processo decisório, quer seja no mundo empresarial, quer seja na esfera da administração pública, reveste-se de singular importância, pois os destinos de inúmeras pessoas são alterados, de uma forma ou de outra, dependendo da amplitude e da complexidade das decisões que são tomadas. Ao administrador que irá pautar sua decisão na escolha de uma alternativa entre várias selecionadas, não poderá fazê-la unicamente com base em suas intuições e suas impressões pessoais, principalmente pelo fato de que os problemas que se lhes são apresentados, encontram-se circundados por inúmeras circunstâncias desfavoráveis e imprevisíveis, dentre estas, citam-se as incertezas que não se afloram com os problemas e o reduzido espaço de tempo para se decidir. Para tanto se deve identificar dentre as ferramentas disponíveis ao seu alcance, aquela que aliada à sua experiência e intuição possa proporcionar o auxílio necessário na identificação de alternativas adequadas à condução do seu processo decisório.

13 12 Do exposto, questiona-se de que forma o sistema de informações geográficas (SIG) pode auxiliar no processo decisório de distribuição do poder operacional das unidades operacionais do CBMMG, lotadas no município de Belo Horizonte/MG? Este questionamento se reveste de vital importância, pois com relativa frequência, depara-se com diversos veículos da mídia noticiando fatos em que há uma suposta demora na chegada dos bombeiros aos locais de ocorrência. Sabe-se que muito mais do que dar satisfação à mídia, cumpre aos órgãos públicos, e mais especificamente aqueles destinados à segurança pública, desempenharem suas atribuições com competência e com respeito à população. Entretanto, nem sempre as condições que cercam estes atendimentos são as mais favoráveis, desde a localização do aquartelamento bombeiro militar, até as vias urbanas utilizadas para o deslocamento, todos estes ingredientes podem influenciar no tempo de resposta ao atendimento. A hipótese básica da pesquisa é que os recursos humanos e logísticos das unidades operacionais em estudo podem ser distribuídos adequadamente à demanda operacional de suas áreas de responsabilidade, com o auxílio do sistema de informações geográficas. Como hipótese secundária, tem-se que a melhoria na qualidade das informações, com o auxílio de ferramentas tecnológicas, aperfeiçoará o processo decisório de distribuição do poder operacional do CBMMG. Para a hipótese básica, a variável independente é o sistema de informações geográficas, e como variáveis dependentes, a prestação de serviços e a distribuição dos recursos humanos e logísticos. O objetivo geral deste trabalho delimita-se em verificar quais as reais possibilidades que um sistema de informações geográficas dispõe que auxilie na otimização da distribuição do poder operacional das unidades do CBMMG. Com vistas a atingir o objetivo geral definido e para seu melhor detalhamento, foram estabelecidos dois objetivos específicos, quais sejam, descrever a atual metodologia empregada pela corporação para a distribuição de seus recursos, humanos e logísticos, e propor uma metodologia científica para auxiliar no processo decisório de distribuição desse poder operacional. Acredita-se que existam ferramentas tecnológicas utilizadas em apoio aos processos decisórios da atualidade, com características e de condições

14 13 elementares, que possam subsidiar a busca de solução para o problema identificado. Neste contexto, vislumbra-se que através do sistema de informações geográficas, com o emprego do geoprocessamento, tenha-se uma alternativa de gestão disponível para que o CBMMG melhore sua prestação de serviços, com os recursos de que dispõe. Para atingir os objetivos propostos, e como metodologia de pesquisa, foi realizado um levantamento na literatura existente. Este trabalho está organizado em seis capítulos. O primeiro Capítulo, que se refere a esta Introdução, apresenta o problema central, os objetivos, a metodologia da pesquisa e outros elementos necessários para situar o tema do trabalho. O Capítulo 2 apresenta o Estado de Minas Gerais e o seu Corpo de Bombeiros Militar, como forma de contextualizar o ambiente alvo da pesquisa. No Capítulo 3, conceitos que envolvem o processo de tomada de decisão, aspectos relacionados com tecnologia e a correlação entre estes dois preceitos, são aqui tratados. O Capítulo 4 descreve alguns estudos de caso, abrangendo o emprego da tecnologia na gestão da segurança pública. No Capítulo 5 discute-se como a tecnologia pode auxiliar o CBMMG a contribuir com o desenvolvimento de Minas Gerais. Este capítulo também se presta a descrever a aplicação do sistema de informações geográficas, como uma proposta no auxílio da distribuição dos efetivos, viaturas e equipamentos da corporação, identificando-se as potencialidades desta ferramenta tecnológica. A partir do conhecimento reunido nos cinco primeiros capítulos, no Capítulo 6 é relatada a conclusão, que retrata a contribuição da tecnologia no processo decisório de distribuição do poder operacional das unidades operacionais do CBMMG.

15 14 2 O ESTADO DE MINAS GERAIS E SEU CORPO DE BOMBEIROS MILITAR Antecedendo as discussões que permeiam o presente trabalho, torna-se necessária uma breve explanação dos aspectos que envolvem as principais características de Minas Gerais e seu plano de desenvolvimento, bem como uma breve apresentação da situação atual do seu Corpo de Bombeiros Militar, como forma de contextualizar o campo exploratório da pesquisa. 2.1 O ESTADO E O PLANO MINEIRO DE DESENVOLVIMENTO INTEGRADO (PMDI) Minas Gerais, em 2010, apresentava uma população estimada de habitantes, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), distribuída entre os seus 853 municípios, possuindo uma extensão territorial de ,368 Km², lhe conferindo uma densidade demográfica de 33,41 hab/km². Possui a maior malha rodoviária do Brasil, equivalente a 16% de toda a malha viária existente no país. No estado existem km de rodovias. Deste total, km são de rodovias federais, km de rodovias estaduais e km de rodovias municipais. No período de 2005 a 2009, o Produto Interno Bruto (PIB) de Minas Gerais passou de R$ 192 milhões para R$ 287 milhões. Em relação ao PIB nacional, em 2009, o estado participou com 8,9% do total brasileiro naquele ano. Conforme se depara destas informações elementares, verifica-se que o estado apresenta infraestrutura relevante, compatível com suas dimensões territoriais, o que lhe garante uma significativa postura geopolítica em relação às demais unidades da Federação. Estas mesmas dimensões possibilitam uma vastidão de estudos geográficos, pois apresentam inúmeros fenômenos espaciais e temporais, que podem muito bem servir de insumos para o emprego de ferramentas tecnológicas.

16 15 O plano de desenvolvimento do estado tem como referência os ditames da Constituição Federal de 1988, conforme previsto no 1º do art. 165, ao definir que cabe ao Plano Plurianual de Ação Governamental (PPAG) estabelecer, de forma regionalizada, as diretrizes, objetivos e metas para consecução das políticas públicas. Operacionalizando esse intento, a Constituição do Estado de Minas Gerais define no parágrafo único do art. 154, que o plano plurianual deverá ser elaborado em consonância com o Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado (PMDI), com respaldo no art. 231 que assim prevê: O Estado, para fomentar o desenvolvimento econômico, observados os princípios da Constituição da República e os desta Constituição, estabelecerá e executará o Plano Mineiro de Desenvolvimento Integrado, que será proposto pelo Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social e aprovado em lei. Nesse sentido, o PMDI é o instrumento de planejamento de longo prazo da Administração Pública Estadual, responsável por balizar a elaboração dos outros instrumentos de planejamento. A principal função do PMDI está na definição da visão de futuro e das diretrizes ou objetivos estratégicos do governo, estabelecendo, portanto, a estrutura superior do PPAG a balizar a construção de todos os programas e ações do plano. Desde 2003, o PMDI apresenta como visão de futuro TORNAR MINAS O MELHOR ESTADO PARA SE VIVER. Essa visão é o ponto de partida para a construção da estratégia de desenvolvimento e que incorpora quatro atributos fundamentais, quais sejam: prosperidade, qualidade de vida, sustentabilidade e cidadania. No PMDI, foram identificados dez desafios a serem superados pela sociedade mineira, visando atingir essa visão de futuro. Estes desafios representam focos prioritários, de alta relevância e de elevado potencial de impacto, no desenvolvimento de Minas Gerais, sendo eles: a) reduzir a pobreza e as desigualdades; b) aumentar a empregabilidade e as possibilidades de realização profissional; c) garantir o direito de morar dignamente e viver bem; d) desenvolver e diversificar a economia mineira e estimular a inovação; e) viver mais e com saúde; f) transformar a sociedade pela educação e cultura; g) aumentar a segurança e a sensação de segurança;

17 16 h) promover e garantir a utilização sustentável dos recursos ambientais; i) ampliar e modernizar a infraestrutura e os serviços públicos; e j) assegurar os direitos fundamentais e fomentar a participação cidadã. Os desafios traçados no PMDI se justificam diante das características apresentadas pelo estado. Logo a seguir, tem-se a apresentação do Corpo de Bombeiro Militar do estado, sua missão, sua estrutura, bem como seus objetivos estratégicos, definidos em seu Plano Estratégico. 2.2 O CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DE MINAS GERAIS A história dos serviços de bombeiros teve origem com os hebreus e os gregos, quando criaram os primeiros Vigias Noturnos, cuja missão era efetuar rondas e dar alarmes em caso de fogo, além de combatê-lo. Na antiga Roma este serviço foi conservado e aprimorado, com relatos históricos de que o primeiro corpo de bombeiros organizado funcionou durante o primeiro século antes de Cristo. No Brasil, os portugueses apresentaram a arte de apagar incêndios à sua colônia, que traziam em suas embarcações os marinheiros denominados Vigias do Fogo. Somente em 2 de julho de 1856, foi que D. Pedro II assinou o Decreto Imperial nº 1.775, que instituiu pela primeira vez o Serviço de Extinção de Incêndio (FERREIRA, 2011). O Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais tem suas origens nos tempos da construção da capital, conforme a "História Média de Belo Horizonte" do historiador Abílio Barreto, edição de 1936 (MINAS GERAIS. Histórico, 2000). Pela Lei nº 557, de 31 de agosto de 1911, assinada pelo então Presidente Júlio Bueno Brandão, foi autorizado ao Executivo dispensar a quantia de 20 contos de réis para organizar a Seção de Bombeiros Profissionais, aproveitando o pessoal da Guarda Civil. Em 08 de maio de 1912, Américo Ferreira Lopes, Chefe da Polícia do estado, para cumprimento da Lei nº 557, determinou o seguimento na mesma data de uma turma de guardas-civis para o Rio de Janeiro, a fim de estagiar naquele corpo de bombeiros.

18 17 O primeiro comandante dos bombeiros foi designado em 1912 sendo o Capitão Antônio Augusto de Oliveira Jardim que comandou no período de 30 de agosto de 1912 a 15 de maio de 1915 e ficou encarregado de organizar a citada companhia anexada ao Primeiro Batalhão da Força Pública, do qual foi separada novamente em 1º de outubro de 1914, sendo anexada em 18 de maio de 1915 como Seção de Bombeiros à Primeira Companhia do Primeiro Batalhão da Força Pública. Naquele ano ainda, o estado contratou um oficial de bombeiros do Distrito Federal para instruir e orientar tecnicamente a Seção de Bombeiros, tratando-se do Alferes João de Azevedo Teixeira. As diversas atividades executadas pelos Corpos de Bombeiros Militares, órgãos estaduais destinados à proteção da vida, tem respaldo na Carta Magna, além de outros documentos legais doutrinários. A Constituição Federal de 1988 inseriu os Corpos de Bombeiros Militares no contexto da segurança pública, trazendo a matéria no Título V, denominado Da Defesa do Estado e das Instituições Democráticas, mais especificamente no Capítulo III, denominado Da Segurança Pública. O artigo 144 da Constituição Federal tem a seguinte redação: CAPÍTULO III DA SEGURANÇA PÚBLICA Art A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, através dos seguintes órgãos: (...) V - polícias militares e corpos de bombeiros militares. Nos parágrafos 5 e 6, ainda do mesmo artigo, pode-se ler que: 5º - às polícias militares cabem a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública; aos corpos de bombeiros militares, além das atribuições definidas em lei, incumbe a execução de atividades de defesa civil. 6º - As polícias militares e corpos de bombeiros militares, forças auxiliares e reserva do Exército, subordinam-se, juntamente com as polícias civis, aos Governadores dos Estados, do Distrito Federal e dos Territórios. Em Minas Gerais, o Corpo de Bombeiros Militar tem a definição legal de suas missões na Constituição Estadual, que assim prescreve: DA SEGURANÇA PÚBLICA Art.142 (...) II ao Corpo de Bombeiros Militar, a coordenação e a execução de ações de defesa civil, a prevenção e combate a incêndio, perícias de incêndio, busca e salvamento e estabelecimento de normas relativas à segurança das pessoas e de seus bens contra incêndio ou qualquer tipo de catástrofe; As atribuições previstas no artigo 142 da Constituição do Estado foram inseridas pela Emenda à Constituição nº 39, de 02 de Junho de 1999, quando da

19 18 desvinculação do Corpo de Bombeiros Militar da Polícia Militar, atribuindo à corporação a competência de coordenar e executar ações de defesa civil, perícias de incêndio e estabelecimento de normas relativas à segurança contra incêndios ou qualquer tipo de catástrofe, além de executar as demais atividades de prevenção e combate a incêndios e busca e salvamento. O CBMMG é órgão integrante do sistema de administração geral do estado, nos termos da Lei Complementar nº 54, de 13 de dezembro de 1999, com autonomia orçamentária e financeira. A partir de 2003, com a edição da Lei Delegada nº 49, de 2 de janeiro de 2003, que criou a Secretaria de Estado de Defesa Social (SEDS), e consequente extinção da Secretaria de Estado de Segurança Pública, a corporação contribui com a referida secretaria no cumprimento de suas competências legais, no âmbito da coordenação das políticas públicas de segurança pública. O Corpo de Bombeiros Militar, em sua estrutura, além do Comando-Geral (CG) e Estado-Maior (EMBM), em nível estratégico, possui administrativamente, sete diretorias, uma auditoria setorial, uma corregedoria e duas assessorias: a) Diretoria de Recursos Humanos (DRH); b) Diretoria de Apoio Logístico (DAL); c) Diretoria de Contabilidade e Finanças (DCF); d) Diretoria de Atividades Técnicas (DAT); e) Diretoria de Assuntos Institucionais (DAI); f) Diretoria de Ensino (DE); g) Diretoria de Tecnologia e Sistemas (DTS); h) Auditoria Setorial (AUD); i) Corregedoria do Corpo de Bombeiros Militar (CCBM); j) Assessoria de Assistência à Saúde (AAS); k) Assessoria de Gestão Estratégica e Inovação (AGEI). Em nível de execução administrativa, conta atualmente com quatro unidades: a) Academia de Bombeiro Militar (ABM); b) Centro de Suprimento e Manutenção (CSM); c) Ajudância-Geral (Aj. Geral); d) Centro de Atividades Técnicas (CAT).

20 19 Operacionalmente, possui um Comando Operacional de Bombeiros (COB), o qual é responsável por onze Batalhões de Bombeiros Militar (1, 2, 3 e o Batalhão de Operações Aéreas - BOAer -, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o 4 em Juiz de Fora, o 5 em Uberlândia, o 6 em Governador Valadares, o 7 em Montes Claros, o 8 em Uberaba, o 9 em Varginha e o 10 em Divinópolis) e um Centro Integrado de Atendimento e Despacho (CIAD). Ao todo, há frações de bombeiros em 52 (cinquenta e dois) municípios mineiros. Até maio de 2012, conforme dados do Estado-Maior do CBMMG, a corporação contava com 836 (oitocentas e trinta e seis) viaturas, entre veículos operacionais, leves, pesados e administrativos. O efetivo existente em junho de 2012 era de (cinco mil, quinhentos e cinquenta e seis) militares, para um previsto de (sete mil, novecentos e noventa e nove), conforme a Lei n , de 28 de dezembro de No ano de 2010, o CBMMG atendeu (duzentas e noventa e quatro mil, duzentas e noventa e nove) ocorrências, sendo que 45,10% (quarenta e cinco virgula dez por cento) destas foram referentes a salvamentos e atendimentos préhospitalares (APH). Já em 2011, este número chegou a (trezentos e trinta e cinco mil, oitocentos e oitenta e cinco), com 45,45% (quarenta e cinco virgula quarenta e cinco por cento) das ocorrências inerentes a salvamentos e APH. Os atendimentos de prevenção e combate a incêndio, em 2010 e 2011, representaram em média, 28,98% (vinte e oito vírgula noventa e oito por cento) do total das ocorrências atendidas. Tabela 1: Quantidade de registros efetuados pelo CBMMG, no período de 2007 a ANO PREV SALV APH INC OUT TOTAL Fonte: CBMMG (EMBM). Constata-se que as ocorrências de salvamentos e atendimentos préhospitalares tem demandado maior esforço operacional por parte dos bombeiros militares em Minas Gerais. O que também pode ser explicado pela adoção de medidas preventivas nas diversas instalações prediais, resultado da evolução

21 20 tecnológica dos equipamentos, da cultura de segurança e das legislações de prevenção contra incêndios editadas em decorrência de fatos trágicos ocorridos no Brasil em décadas passadas, e porque não dizer, no próprio estado. 2.3 O PLANO ESTRATÉGICO DO CBMMG No final do ano de 2010 o CBMMG, por meio da Resolução nº 394, de 28 de dezembro de 2010, publicou o seu Plano Estratégico, abrangendo o período compreendido entre 2011 e Extrato das palavras do Comandante-Geral do CBMMG, no preâmbulo do Plano Estratégico, assim expressam: A cada combatente que ao se fardar para o serviço, carrega a responsabilidade de salvar outrem, mesmo que isso ponha em risco a própria vida, nos comprometemos a valorizá-los, pois não existe organização sem pessoas. Repactuamos os pilares hierarquia e disciplina e convocamos a todos para diuturnamente assegurarmos a sociedade mineira um atendimento rápido e com qualidade, observada a política estadual de defesa social tendo como foco cidades cada vez mais seguras. Percebe-se nitidamente que a primeira preocupação de seu dirigente máximo é com a valorização dos seus recursos humanos, mesmo porque para que haja comprometimento e envolvimento de todos com o cumprimento das atribuições institucionais, há que se iniciar pela valorização de seus integrantes, garantindo-lhes condições de trabalho e um ambiente favorável à motivação. Como segundo aspecto, identifica-se o compromisso institucional de oferecer à sociedade mineira uma prestação de serviço condizente, como foco de uma política estadual de defesa social, que também se subsumi com a missão da SEDS de promover a segurança da população mineira, proporcionando a melhoria da qualidade de vida das pessoas, consubstanciada na ampliação da segurança nas cidades mineiras. Estas máximas tem respaldo no esforço do estado, quando estabeleceu como foco central de sua política de desenvolvimento integrado, a visão de TORNAR MINAS O MELHOR ESTADO PARA SE VIVER. Vê-se claramente que

22 21 as ações pretendidas pela SEDS e pelo CBMMG reafirmam os anseios governamentais. Os resultados esperados com a implementação do Plano Estratégico, e que refletirão diretamente na segurança da população, são expressos pelos cinco aspectos que se seguem: a) proporcionar respostas mais eficientes às catástrofes; b) diminuir o tempo de resposta de atendimento; c) proporcionar o sentimento de proteção com ações de qualidade; d) proporcionar educação de segurança pública; e, e) fazer do CBMMG uma organização competente e eficiente na regulação de eventos e estruturas com potencial de risco. Tendo como referência a busca dos resultados acima dispostos, definiramse como ações o seguinte: a) capilarização planejada para estar presente em todas as cidades com mais de trinta mil habitantes; b) produção de conhecimento de proteção pública; c) disseminação de informações de proteção pública; d) regular atuação de brigadistas e voluntários; e) modernização de conceitos operacionais e de emprego de tecnologia; e, f) implantação da gestão estratégica no CBMMG. Dos conceitos extraídos do Plano Estratégico da corporação, e acima descritos, um ponto desperta atenção e perpassa pela discussão que se faz neste trabalho. Trata-se do item que diz respeito à diminuição do tempo de resposta de atendimento. Para melhor entender o que significa para a corporação a redução do tempo de resposta nos atendimentos das emergências e o que representa isto na prestação de seus serviços, serão discorridas algumas considerações a seguir. Como verificado no artigo 142 da Constituição Estadual, e de forma ampla, os atendimentos dos bombeiros militares, ante o acionamento do tridígito 193, dizem respeito às emergências relacionadas ao combate a incêndio, buscas e salvamentos e atendimentos pré-hospitalares (APH). Segundo Giglio-Jacquemot (apud ALBUQUERQUE, 2010, p. 34) entende-se como urgência algo que exige uma ação rápida e indispensável e emergência como

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS WALLACE BORGES CRISTO 1 JOÃO CARLOS PEIXOTO FERREIRA 2 João Paulo Coelho Furtado 3 RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) está presente em todas as áreas de

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS 1 SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS John F. Eichstaedt, Toni Édio Degenhardt Professora: Eliana V. Jaeger RESUMO: Este artigo mostra o que é um SIG (Sistema de Informação gerencial) em uma aplicação prática

Leia mais

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII)

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII) PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO Secretaria-Executiva Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional Plano de Integridade Institucional (PII) 2012-2015 Apresentação Como

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS Gilmar da Silva, Tatiane Serrano dos Santos * Professora: Adriana Toledo * RESUMO: Este artigo avalia o Sistema de Informação Gerencial

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO

1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO 1. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO O Curso de Secretariado Executivo das Faculdades Integradas de Ciências Exatas Administrativas e Sociais da UPIS, reconhecido pelo MEC desde 1993, pela Portaria 905, de 24.06,1993,

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA PORTARIA Nº 139, DE 10 DE MAIO DE DE 2011.

INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA PORTARIA Nº 139, DE 10 DE MAIO DE DE 2011. INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA PORTARIA Nº 139, DE 10 DE MAIO DE DE 2011. Aprova a instituição e o funcionamento da equipe de tratamento e resposta a incidentes em redes computacionais do IPEA.

Leia mais

INESUL / FAEC FACULDADE EDUCACIONAL DE COLOMBO. Programa de Responsabilidade Social

INESUL / FAEC FACULDADE EDUCACIONAL DE COLOMBO. Programa de Responsabilidade Social INESUL / FAEC FACULDADE EDUCACIONAL DE COLOMBO Programa de Responsabilidade Social APRESENTAÇÃO 2 O equilíbrio de uma sociedade em última instância, é formada pelo tripé: governo, família e empresa. Esperar

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento)

Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento) Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento) Nos dois últimos anos, vimos construindo as bases de um crescimento sustentável e socialmente benéfico para a grande maioria dos brasileiros.

Leia mais

Correlação entre os requisitos do Sistema de Gestão do Programa Atuação Responsável e o Responsible Care Management System Requirements - ACC

Correlação entre os requisitos do Sistema de Gestão do Programa Atuação Responsável e o Responsible Care Management System Requirements - ACC Correlação entre os requisitos do Sistema de Gestão do Programa Atuação Responsável e o Responsible Care Management System Requirements - ACC Sistema de Gestão do AR 2012 - ABIQUIM Responsible Care Management

Leia mais

GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS.

GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS. GRADUAÇÃO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING CARACTERIZAÇÃO DO CURSO DENOMINAÇÃO: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING / ÁREA PROFISSIONAL: GESTÃO E NEGÓCIOS. DIPLOMA CONFERIDO: TECNÓLOGO DE

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS GABINETE CIVIL PUBLICADO EM PLACAR Em 26/10/05 Mª Neide Freire da Silva Mat. 13941 PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS DECRETO Nº 271, DE 26 DE OUTUBRO DE 2005. Aprova o Regimento Interno e Organograma da Guarda Metropolitana

Leia mais

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS Amplitude de Controle Conceito Também denominada amplitude administrativa ou ainda amplitude de supervisão, refere-se ao número de subordinados que um

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 983/DPE/SPEAI/MD, DE 17 DE OUTUBRO DE 2003

MINISTÉRIO DA DEFESA GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 983/DPE/SPEAI/MD, DE 17 DE OUTUBRO DE 2003 PORTARIA DPE/SPEAI/MD 983/2003 MINISTÉRIO DA DEFESA GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 983/DPE/SPEAI/MD, DE 17 DE OUTUBRO DE 2003 Aprova a Diretriz para o relacionamento das Forças Armadas com as comunidades

Leia mais

PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI

PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI PRÁTICA O ESCRITÓRIO DE PROJETOS DA SUPERINTENDÊNCIA CENTRAL DE PLANEJAMENTO COMO INSTRUMENTO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DOS PROJETOS PRIORITÁRIOS DO PAI Secretaria/Órgão: Secretaria de Estado de Gestão e Planejamento

Leia mais

Das diretrizes gerais

Das diretrizes gerais PROJETO DE LEI Nº, DE 2013 (Do Sr. Anderson Ferreira) Dispõe sobre o Estatuto da Família e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Esta Lei institui o Estatuto da Família e dispõe

Leia mais

A Importância da Visão Sistêmica para a Introdução dos Sistemas Informatizados nas Organizações

A Importância da Visão Sistêmica para a Introdução dos Sistemas Informatizados nas Organizações A Importância da Visão Sistêmica para a Introdução dos Sistemas Informatizados nas Organizações Carlos Campello Introdução Nos dias atuais existe a necessidade de constantes modificações das estratégias

Leia mais

GESTÃO PÚBLICA E CONTROLE SOCIAL: Um diagnóstico sobre a administração municipal e a sociedade piauiense.

GESTÃO PÚBLICA E CONTROLE SOCIAL: Um diagnóstico sobre a administração municipal e a sociedade piauiense. GESTÃO PÚBLICA E CONTROLE SOCIAL: Um diagnóstico sobre a administração municipal e a sociedade piauiense. Jefferson Ricardo do Amaral Melo 1 RESUMO A participação popular e a ação coletiva na gestão e

Leia mais

Auditoria Interna Como assessoria das entidades

Auditoria Interna Como assessoria das entidades Auditoria Interna Como assessoria das entidades Francieli Hobus 1 Resumo A auditoria interna vem se tornando a cada dia, uma ferramenta indispensável para as entidades. Isso está ocorrendo devido à preocupação

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 27, DE 15 DE JANEIRO DE 2014 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 27, DE 15 DE JANEIRO DE 2014 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO PORTARIA Nº 27, DE 15 DE JANEIRO DE 2014 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO GABINETE DO MINISTRO DOU de 16/01/2014 (nº 11, Seção 1, pág. 26) Institui o Plano Nacional de

Leia mais

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA

CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA CAPÍTULO 1 - CONTABILIDADE E GESTÃO EMPRESARIAL A CONTROLADORIA Constata-se que o novo arranjo da economia mundial provocado pelo processo de globalização tem afetado as empresas a fim de disponibilizar

Leia mais

GESTÃO DE CONTINUIDADE DOS NEGÓCIOS EM SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO

GESTÃO DE CONTINUIDADE DOS NEGÓCIOS EM SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO Número da Norma Complementar Revisão Emissão Folha ICMBio Instituto Chico Mendes De Conservação da Biodiversidade Diretoria de Planejamento, Administração e Logística ORIGEM GESTÃO DE CONTINUIDADE DOS

Leia mais

Secretaria de Saúde e Segurança no Trabalho

Secretaria de Saúde e Segurança no Trabalho PLANO DE DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA NACIONAL DE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHADOR DA FORÇA SINDICAL Projeto FORTALECIMENTO DA POLÍTICA DE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHADOR DA FORÇA SINDICAL PROTOCOLO DE

Leia mais

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal

Mestrados Profissionais em Segurança Pública. Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal I- Introdução Mestrados Profissionais em Segurança Pública Documento do Workshop Mestrado Profissional em Segurança Pública e Justiça Criminal Este documento relata as apresentações, debates e conclusões

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Osmar Mendes 1 Gilberto Raiser 2 RESUMO Elaborar uma proposta de planejamento estratégico é uma forma de criar um bom diferencial competitivo, pois apresenta para a organização

Leia mais

Fundação Libertas. Nova denominação da entidade. Manual de Governança Corporativa

Fundação Libertas. Nova denominação da entidade. Manual de Governança Corporativa Manual de Governança Corporativa Sumário 1. Definição.... Objetivo... 3. Da Contextualização da PREVIMINAS... 3.1. Arcabouço Legal e Regulatório... 3.. A Identidade da PREVIMINAS... A Filosofia Empresarial

Leia mais

Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo

Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo Discurso do ministro do Planejamento, Nelson Barbosa, na cerimônia de transmissão de cargo Brasília, 02 de janeiro de 2015. Ministra Miriam Belchior, demais autoridades, parentes e amigos aqui presentes.

Leia mais

TREINAMENTO ONLINE PARA O SISTEMA DE APOIO À GESTÃO AMBIENTAL RODOVIÁRIA FEDERAL (SAGARF)

TREINAMENTO ONLINE PARA O SISTEMA DE APOIO À GESTÃO AMBIENTAL RODOVIÁRIA FEDERAL (SAGARF) TREINAMENTO ONLINE PARA O SISTEMA DE APOIO À GESTÃO AMBIENTAL RODOVIÁRIA FEDERAL (SAGARF) Maio de 2007 Maria Rachel Barbosa Fundação Trompovsky (Apoio ao NEAD CENTRAN) rachel@centran.eb.br Vanessa Maria

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos 1 de 9 17/10/2013 13:46 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos DECRETO Nº 7.165, DE 29 DE ABRIL DE 2010. Regulamenta o inciso I do art. 48 da Lei n o 6.450, de 14 de outubro

Leia mais

PLANO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES INTEGRANTES DO PCCTAE

PLANO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES INTEGRANTES DO PCCTAE PLANO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO PROFISSIONAL DOS SERVIDORES INTEGRANTES DO PCCTAE Ministério da Educação Novembro de 2013 1 SUMÁRIO 1. Apresentação 1.1 Introdução 1.2 Base Legal 1.3 Justificativa 2.

Leia mais

Ementa do MBA Executivo em Gestão Empresarial com ênfase em Locação de Equipamento Turma: SINDILEQ

Ementa do MBA Executivo em Gestão Empresarial com ênfase em Locação de Equipamento Turma: SINDILEQ Um jeito Diferente, Inovador e Prático de fazer Educação Corporativa Ementa do MBA Executivo em Gestão Empresarial com ênfase em Locação de Equipamento Turma: SINDILEQ Objetivo: Auxiliar o desenvolvimento

Leia mais

A EVOLUÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE TI PARA ATENDER AS NECESSIDADES EMPRESARIAIS

A EVOLUÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE TI PARA ATENDER AS NECESSIDADES EMPRESARIAIS INSTITUTO DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA PÓS-GRADUAÇÃO Gestão e Tecnologia da Informação IFTI1402 T25 A EVOLUÇÃO DOS PROFISSIONAIS DE TI PARA ATENDER AS NECESSIDADES EMPRESARIAIS Marcelo Eustáquio dos Santos

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO EMPRESARIAL: UMA ESTRATÉGIA NA INTEGRAÇÃO DAS AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO EMPRESARIAL: UMA ESTRATÉGIA NA INTEGRAÇÃO DAS AÇÕES DE SUSTENTABILIDADE Revista Ceciliana Jun 5(1): 1-6, 2013 ISSN 2175-7224 - 2013/2014 - Universidade Santa Cecília Disponível online em http://www.unisanta.br/revistaceciliana EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO PROCESSO EMPRESARIAL: UMA

Leia mais

Doutoranda: Nadir Blatt

Doutoranda: Nadir Blatt Territórios de Identidade no Estado da Bahia: uma análise crítica da regionalização implantada pela estrutura governamental para definição de políticas públicas, a partir da perspectiva do desenvolvimento

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº CJF-POR-2014/00413 de 30 de setembro de 2014

PODER JUDICIÁRIO. PORTARIA Nº CJF-POR-2014/00413 de 30 de setembro de 2014 PODER JUDICIÁRIO JUSTIÇA FEDERAL CONSELHO DA JUSTIÇA FEDERAL PORTARIA Nº CJF-POR-2014/00413 de 30 de setembro de 2014 Dispõe sobre a aprovação do Documento Acessório Diferenciado "Política de Gestão de

Leia mais

Visão Calandra Soluções sobre Gestão do Conhecimento Pragmática. Gabriel Renault Magalhães e Marta Vieira Abrão

Visão Calandra Soluções sobre Gestão do Conhecimento Pragmática. Gabriel Renault Magalhães e Marta Vieira Abrão Visão Calandra Soluções sobre Gestão do Conhecimento Pragmática Gabriel Renault Magalhães e Marta Vieira Abrão ÍNDICE ÍNDICE... 2 BREVE HISTÓRICO DE KM... 3 KM E CULTURA ORGANIZACIONAL... 5 GESTÃO DO CONHECIMENTO

Leia mais

A GESTÃO PÚBLICA NO BRASIL E SEUS CONTROLES INTERNO E EXTERNO RESUMO

A GESTÃO PÚBLICA NO BRASIL E SEUS CONTROLES INTERNO E EXTERNO RESUMO A GESTÃO PÚBLICA NO BRASIL E SEUS CONTROLES INTERNO E EXTERNO RESUMO O presente estudo é resultado de uma revisão bibliográfica e tem por objetivo apresentar a contextualização teórica e legislativa sobre

Leia mais

Decreto nº 40.536, de 12 de dezembro de 1995 de São Paulo

Decreto nº 40.536, de 12 de dezembro de 1995 de São Paulo Decreto nº 40.536, de 12 de dezembro de 1995 de São Paulo Institui o Programa Permanente da Qualidade e Produtividade no Serviço Público e dá providências correlatas MÁRIO COVAS, Governador do Estado de

Leia mais

Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas

Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas Infraestrutura de informações geoespaciais e georreferenciadas 1. Apresentação do Problema Epitácio José Paes Brunet É cada vez mais expressiva, hoje, nas cidades brasileiras, uma nova cultura que passa

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 506, DE 28 DE JUNHO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº 506, DE 28 DE JUNHO DE 2013 Publicada no DJE/STF, n. 127, p. 1-3 em 3/7/2013. RESOLUÇÃO Nº 506, DE 28 DE JUNHO DE 2013 Dispõe sobre a Governança Corporativa de Tecnologia da Informação no âmbito do Supremo Tribunal Federal e dá outras

Leia mais

Art. 1º Aprovar as Instruções Gerais de Segurança da Informação para o Exército Brasileiro (IG 20-19).

Art. 1º Aprovar as Instruções Gerais de Segurança da Informação para o Exército Brasileiro (IG 20-19). PORTARIA Nº 483, DE 20 DE SETEMBRO DE 2001. Aprova as Instruções Gerais de Segurança da Informação para o Exército Brasileiro (IG 20-19). O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe é conferida

Leia mais

o planejamento, como instrumento de ação permanente; a organização do trabalho, como produto efetivo do planejamento;

o planejamento, como instrumento de ação permanente; a organização do trabalho, como produto efetivo do planejamento; FRANCISCO BITTENCOURT Consultor Sênior do MVC VISÃO, AÇÃO, RESULTADOS Visão sem ação é um sonho, sonho sem visão é um passatempo. Fred Polak INTRODUÇÃO No conhecido diálogo entre Alice e o gato Ceeshire,

Leia mais

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE

Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE Belo Horizonte 2011 Felipe Pedroso Castelo Branco Cassemiro Martins BALANCED SCORECARD FACULDADE BELO HORIZONTE

Leia mais

Educação em direitos humanos na polícia do Ceará: novas ações formativas, orientações e contéudos

Educação em direitos humanos na polícia do Ceará: novas ações formativas, orientações e contéudos Educação em direitos humanos na polícia do Ceará: novas ações formativas, orientações e contéudos Autores: Glauciria Mota Brasil; Emanuel Bruno Lopes; Ana Karine Pessoa Cavalcante Miranda Paes de Carvalho

Leia mais

EMC Consulting. Estratégia visionária, resultados práticos. Quando a informação se reúne, seu mundo avança.

EMC Consulting. Estratégia visionária, resultados práticos. Quando a informação se reúne, seu mundo avança. EMC Consulting Estratégia visionária, resultados práticos Quando a informação se reúne, seu mundo avança. Alinhando TI aos objetivos de negócios. As decisões de TI de hoje devem basear-se em critérios

Leia mais

Nome da Prática inovadora: Boletim de Acidente de Trânsito On line. Caracterização da situação anterior:

Nome da Prática inovadora: Boletim de Acidente de Trânsito On line. Caracterização da situação anterior: Nome da Prática inovadora: Boletim de Acidente de Trânsito On line Caracterização da situação anterior: O registro de acidente de trânsito sem vítima atendido diariamente pela CIPTRAN através das viaturas

Leia mais

Sistema de Informação Gerencial para o Corpo de Bombeiros de Balsas MA: Uma Proposta de Implantação

Sistema de Informação Gerencial para o Corpo de Bombeiros de Balsas MA: Uma Proposta de Implantação Sistema de Informação Gerencial para o Corpo de Bombeiros de Balsas MA: Uma Proposta de Implantação Jean Martins Feitosa 1, Cassiana Fagundes da Silva 1 1 Faculdade de Balsas Km 5 da BR 230, Fazenda Malidere

Leia mais

LEI Nº 4.791 DE 2 DE ABRIL DE

LEI Nº 4.791 DE 2 DE ABRIL DE Lei nº 4791/2008 Data da Lei 02/04/2008 O Presidente da Câmara Municipal do Rio de Janeiro nos termos do art. 79, 7º, da Lei Orgânica do Município do Rio de Janeiro, de 5 de abril de 1990, não exercida

Leia mais

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4

VERSÃO APROVADA Tradução de cortesia ANEXO 4 ANEXO 4 RELATÓRIO PRELIMINAR DO CEED AO CONSELHO DE DEFESA SUL- AMERICANO SOBRE OS TERMOS DE REFERÊNCIA PARA OS CONCEITOS DE SEGURANÇA E DEFESA NA REGIÃO SUL- AMERICANA O é uma instância de conhecimento

Leia mais

Monografia apresentada ao Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Brasília Curso de Especialização em Gestão da Segurança da

Monografia apresentada ao Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Brasília Curso de Especialização em Gestão da Segurança da Monografia apresentada ao Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Brasília Curso de Especialização em Gestão da Segurança da Informação e Comunicações 1 - Há milhões e milhões de anos

Leia mais

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Esta seção apresenta alguns dos problemas da gestão da cadeia de suprimentos discutidos em mais detalhes nos próximos capítulos. Estes problemas

Leia mais

GESTÃO FINANCEIRA CONCEPÇÃO DO CURSO

GESTÃO FINANCEIRA CONCEPÇÃO DO CURSO GESTÃO FINANCEIRA CONCEPÇÃO DO CURSO Missão do Curso Formar profissionais de nível superior, com atuação na área de Tecnologia em Gestão Financeira, a partir da articulação das teorias que fundamentam

Leia mais

Oficina de Planejamento Estratégico

Oficina de Planejamento Estratégico Oficina de Planejamento Estratégico Conselho Estadual de Saúde Secretaria Estadual da Saúde Paraná, agosto de 2012 Planejamento Estratégico Planejamento: atividade inerente ao ser humano Cada um de nós

Leia mais

RELATÓRIO MELHORIA DA ESTRUTURA POLICIAL CORPO DE BOMBEIROS

RELATÓRIO MELHORIA DA ESTRUTURA POLICIAL CORPO DE BOMBEIROS RELATÓRIO MELHORIA DA ESTRUTURA POLICIAL CORPO DE BOMBEIROS Na data de 03 de maio de 2011 1 o então Coordenador do Projeto Entorno, Luís Guilherme Martinhão Gimenes, reuniu-se com o Comandante Geral do

Leia mais

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos Denis Alcides Rezende Do processamento de dados a TI Na década de 1960, o tema tecnológico que rondava as organizações era o processamento de

Leia mais

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS

ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS ATIVIDADES PRÁTICAS SUPERVISIONADAS 2ª Série Processos Gerenciais CST em Gestão Financeira A atividade prática supervisionada (ATPS) é um método de ensinoaprendizagem desenvolvido por meio de um conjunto

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

LOGÍSTICA 1. Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO

LOGÍSTICA 1. Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO 1 LOGÍSTICA 1 Nubia Aparecida dos Reis Souza 2 RESUMO Versa o presente artigo sobre logística e suas aplicabilidades no mundo moderno. A logística foi criada para suprir necessidades durante a Segunda

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE SECRETARIA DE RECURSOS HÍDRICOS E AMBIENTE URBANO Chamamento para a Elaboração de Acordo Setorial para a Implantação de Sistema de Logística Reversa de Produtos Eletroeletrônicos

Leia mais

Sistema de Gestão Ambiental

Sistema de Gestão Ambiental Objetivos da Aula Sistema de Gestão Ambiental 1. Sistemas de gestão ambiental em pequenas empresas Universidade Federal do Espírito Santo UFES Centro Tecnológico Curso de Especialização em Gestão Ambiental

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Nome da disciplina Evolução do Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação;

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014.

Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014. Portaria Inep nº 249, de 02 de junho de 2014. Publicada no Diário Oficial da União em 04 de junho de 2014. O Presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep),

Leia mais

Estratégia Empresarial. Prof. Felipe Kovags

Estratégia Empresarial. Prof. Felipe Kovags Estratégia Empresarial Prof. Felipe Kovags Conteúdo programático Planejamento: definição, origem, espírito, princípios e tipos empresariais Planejamento estratégico por negócio Formulação de estratégia:

Leia mais

EDUCAÇÃO EM SERVIÇO, EDUCAÇÃO CONTINUADA, EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: SINÔNIMOS OU DIFERENTES CONCEPÇÕES?

EDUCAÇÃO EM SERVIÇO, EDUCAÇÃO CONTINUADA, EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: SINÔNIMOS OU DIFERENTES CONCEPÇÕES? EDUCAÇÃO EM SERVIÇO, EDUCAÇÃO CONTINUADA, EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE: SINÔNIMOS OU DIFERENTES CONCEPÇÕES? Beatriz Francisco Farah E-mail:biafarah@nates.ufjf.br A questão da educação para profissionais

Leia mais

Plano Anual de Educação Institucional 2013

Plano Anual de Educação Institucional 2013 Plano Anual de Educação Institucional 2013 Sumário Apresentação Metodologia de Construção do Plano Anual de Educação Ações do CEAF Planejadas para 2013 Programa Direito Programa Atuação Ministerial Programa

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Evolução de Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução

Leia mais

Da Natureza, Personalidade Jurídica e Identificação. Art. 1º O Colégio da Polícia Militar do Estado de Goiás, neste Regimento

Da Natureza, Personalidade Jurídica e Identificação. Art. 1º O Colégio da Polícia Militar do Estado de Goiás, neste Regimento SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA/SECRETARIA DE EDUCAÇÃO COMANDO DE ENSINO POLICIAL MILITAR COLÉGIO DA POLÍCIA MILITAR UNIDADE POLIVALENTE GABRIEL ISSA REGIMENTO INTERNO TÍTULO I Das Disposições Preliminares

Leia mais

PARANÁ ---------------------------- GOVERNO DO ESTADO PROGRAMA FORMAÇÃO DE GESTORES PARA O TERCEIRO SETOR

PARANÁ ---------------------------- GOVERNO DO ESTADO PROGRAMA FORMAÇÃO DE GESTORES PARA O TERCEIRO SETOR PARANÁ ---------------------------- GOVERNO DO ESTADO PROGRAMA FORMAÇÃO DE GESTORES PARA O TERCEIRO SETOR CURITIBA Maio 2012 1 PROGRAMA TÍTULO: Formação de Gestores para o Terceiro Setor. JUSTIFICATIVA:

Leia mais

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 901491 - EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução da teoria organizacional

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO DE CONSELHEIRO LAFAIETE FDCL,

FACULDADE DE DIREITO DE CONSELHEIRO LAFAIETE FDCL, Especialização: Direito Penal Ênfase: Segurança Pública PÓS-GRADUAÇÃO 2012 A FACULDADE DE DIREITO DE CONSELHEIRO LAFAIETE FDCL, Instituição de Ensino Superior, aprovada pelo Decreto Estadual n. 73.815,

Leia mais

REFLEXÃO. (Warren Bennis)

REFLEXÃO. (Warren Bennis) RÉSUMÉ Consultora nas áreas de Desenvolvimento Organizacional e Gestão de Pessoas; Docente de Pós- Graduação; Coaching Experiência de mais de 31 anos na iniciativa privada e pública; Doutorado em Administração;

Leia mais

CAMPO DE APLICAÇÃO Esta Norma Complementar se aplica no âmbito da Administração Pública Federal, direta e indireta. APROVAÇÃO

CAMPO DE APLICAÇÃO Esta Norma Complementar se aplica no âmbito da Administração Pública Federal, direta e indireta. APROVAÇÃO 10/IN01/DSIC/GSIPR 00 30/JAN/12 1/7 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Gabinete de Segurança Institucional Departamento de Segurança da Informação e Comunicações Inventário e Mapeamento de Ativos de Informação nos

Leia mais

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08 1 www.romulopassos.com.br / www.questoesnasaude.com.br GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS Professor Rômulo Passos Aula 08 Legislação do SUS Completo e Gratuito Página 1 2 www.romulopassos.com.br

Leia mais

Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015

Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015 Congresso Brasileiro de Inovação da Indústria São Paulo, 13 e 14 de maio de 2015 INOVAR É FAZER Manifesto da MEI ao Fortalecimento da Inovação no Brasil Para nós empresários Inovar é Fazer diferente, Inovar

Leia mais

A COORDENAÇÃO E A GESTÃO DE CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: Um estudo de caso em faculdade privada RESUMO

A COORDENAÇÃO E A GESTÃO DE CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: Um estudo de caso em faculdade privada RESUMO A COORDENAÇÃO E A GESTÃO DE CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO: Um estudo de caso em faculdade privada Wesley Antônio Gonçalves 1 RESUMO O MEC, ao apontar padrões de qualidade da função de coordenador de

Leia mais

Experiência: Sistema de Custos e Informações Gerenciais do Banco Central do Brasil

Experiência: Sistema de Custos e Informações Gerenciais do Banco Central do Brasil Experiência: Sistema de Custos e Informações Gerenciais do Banco Central do Brasil Ministério da Fazenda Banco Central do Brasil Responsável: José Clovis Batista Dattoli, Chefe do Departamento de Planejamento

Leia mais

XII Encontro de Pós-Graduação e Pesquisa Universidade de Fortaleza 22 à 26 de Outubro de 2012

XII Encontro de Pós-Graduação e Pesquisa Universidade de Fortaleza 22 à 26 de Outubro de 2012 XII Encontro de Pós-Graduação e Pesquisa Universidade de Fortaleza 22 à 26 de Outubro de 2012 GESTÃO PARTICIPATIVA NA CONSTRUÇÃO DA QUALIDADE DE ENSINO EM COOPERATIVAS EDUCACIONAIS DO PIAUÍ Cyjara Orsano

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

Avaliação Econômica. O Processo de Seleção de Diretores nas Escolas Públicas Brasileiras

Avaliação Econômica. O Processo de Seleção de Diretores nas Escolas Públicas Brasileiras Avaliação Econômica O Processo de Seleção de Diretores nas Escolas Públicas Brasileiras Objeto da avaliação: adoção de diferentes mecanismos para a seleção de diretores de escolas públicas brasileiras

Leia mais

Portaria Nr 026/DCT, 31 Mar 06 (IR 13-07) INSTRUÇÕES REGULADORAS PARA EMPREGO SISTÊMICO DA INFORMÁTICA NO EXÉRCITO BRASILEIRO IREMSI DAS GENERALIDADES

Portaria Nr 026/DCT, 31 Mar 06 (IR 13-07) INSTRUÇÕES REGULADORAS PARA EMPREGO SISTÊMICO DA INFORMÁTICA NO EXÉRCITO BRASILEIRO IREMSI DAS GENERALIDADES Portaria Nr 026/DCT, 31 Mar 06 (IR 13-07) INSTRUÇÕES REGULADORAS PARA EMPREGO SISTÊMICO DA INFORMÁTICA NO EXÉRCITO BRASILEIRO IREMSI DAS GENERALIDADES Art.1º As presentes intruções regulam a sistematização

Leia mais

PROJETO DE INOVAÇÃO E MELHORIA

PROJETO DE INOVAÇÃO E MELHORIA PROJETO DE INOVAÇÃO E MELHORIA 1. Introdução A apresentação dos Projetos de Inovação e Melhoria - PIM pelos Escalões/Divisões possui os seguintes objetivos: a. Estimular os Escalões e Divisões do Cmdo

Leia mais

TIPOS DE RECRUTAMENTO E SUA IMPORTÂNCIA PARA UMA GESTÃO ADEQUADA DE PESSOAS APLICADAS A EMPRESAS.

TIPOS DE RECRUTAMENTO E SUA IMPORTÂNCIA PARA UMA GESTÃO ADEQUADA DE PESSOAS APLICADAS A EMPRESAS. TIPOS DE RECRUTAMENTO E SUA IMPORTÂNCIA PARA UMA GESTÃO ADEQUADA DE PESSOAS APLICADAS A EMPRESAS. MICHEL, Murillo Docente da Faculdade de Ciências Jurídicas e Gerencias murillo@faef.br RESUMO O presente

Leia mais

DECRETO Nº XX.XXX, DE XX DE XXXXXXXXXXXX DE 2009.

DECRETO Nº XX.XXX, DE XX DE XXXXXXXXXXXX DE 2009. DECRETO Nº XX.XXX, DE XX DE XXXXXXXXXXXX DE 2009. Institui a Política de Tecnologia da Informação e Comunicação no Governo do Estado do Piauí, cria o Sistema de Governança de Tecnologia da Informação e

Leia mais

CAPÍTULO I DA NATUREZA E COMPETÊNCIA

CAPÍTULO I DA NATUREZA E COMPETÊNCIA CAPÍTULO I DA NATUREZA E COMPETÊNCIA Art.1º - A SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE - SUSAM integra a Administração Direta do Poder Executivo, na forma da Lei nº 2783, de 31 de janeiro de 2003, como órgão responsável,

Leia mais

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES

O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO I DAS DEFINIÇÕES PROJETO DE LEI N o, DE DE DE 2010 Dispõe sobre a Política Nacional de Economia Solidária, cria o Sistema Nacional de Economia Solidária e o Fundo Nacional de Economia Solidária, e dá outras providências.

Leia mais

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle

A FUNÇÃO CONTROLE. Orientação do controle A FUNÇÃO CONTROLE O controle é a ultima função da administração a ser analisadas e diz respeito aos esforços exercidos para gerar e usar informações relativas a execução das atividades nas organizações

Leia mais

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul Planejamento Estratégico de TIC da Justiça Militar do Estado do Rio Grande do Sul MAPA ESTRATÉGICO DE TIC DA JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO (RS) MISSÃO: Gerar, manter e atualizar soluções tecnológicas eficazes,

Leia mais

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 Versão 1.0 1 APRESENTAÇÃO O Planejamento

Leia mais

PORTARIA TC Nº 437, 23 DE SETEMBRO DE 2015

PORTARIA TC Nº 437, 23 DE SETEMBRO DE 2015 PORTARIA TC Nº 437, 23 DE SETEMBRO DE 2015 Disciplina os procedimentos para gestão de incidentes de segurança da informação e institui a equipe de tratamento e resposta a incidentes em redes computacionais

Leia mais

Informações sobre o Curso de Administração

Informações sobre o Curso de Administração Objetivo Geral do Curso: Informações sobre o Curso de Administração Prover a sociedade de profissional dotado de senso crítico e comportamento ético-profissional qualificado. Um Administrador criativo,

Leia mais

Prof. Fabiano Geremia

Prof. Fabiano Geremia PLANEJAMENTO ESTRÁTEGICO PARA ARRANJOS PRODUTIVOS CURSO INTERMEDIÁRIO PARA FORMULADORES DE POLÍTICAS Prof. Fabiano Geremia Planejamento Estratégico ementa da disciplina Planejamento estratégico e seus

Leia mais

Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno

Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno Título do Case: Departamento Comercial com foco nas expectativas do cliente Categoria: Projeto Interno Resumo O presente case mostra como ocorreu o processo de implantação do Departamento Comercial em

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Brasília - 2010 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO 3 II. OBJETIVOS DO SGE 4 III. MARCO DO SGE 4 IV. ATORES

Leia mais

3 METODOLOGIA DA PESQUISA

3 METODOLOGIA DA PESQUISA 3 METODOLOGIA DA PESQUISA O objetivo principal deste estudo, conforme mencionado anteriormente, é identificar, por meio da percepção de consultores, os fatores críticos de sucesso para a implementação

Leia mais

Administração e Planejamento em Serviço Social. Administração em Serviço Social Conceitos e contextualizações

Administração e Planejamento em Serviço Social. Administração em Serviço Social Conceitos e contextualizações Administração e Planejamento em Serviço Social Profa. Edilene Maria de Oliveira Administração em Serviço Social Conceitos e contextualizações Palavras chave: Administração, planejamento, organização 1

Leia mais