REPRESENTAÇÃO/INVENÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "REPRESENTAÇÃO/INVENÇÃO"

Transcrição

1 REPRESENTAÇÃO/INVENÇÃO Vanessa Pincerato Fernandes 1 Dolores Scarparo 2 RESUMO Este trabalho analisa dois textos, do discurso literário, produzidos por alunos de Ensino Fundamental. Esta análise compreende em comparar e definir as políticas de cognição presentes no discurso pedagógico. Palavras-chave Políticas de cognição, aprendizagem, invenção. ABSTRACT This text analyzes two texts of literary discourse, produced by students in Elementary school. This includes analysis to compare and define the policies of cognition in the pedagogical discourse Key words Policies of cognition, learning, invention. O presente trabalho aborda a questão da Representação e Invenção na produção escrita dos alunos, em sala de aula. Segundo o que afirmam Kastrup (2005) e Orlandi (1987, 2001) discutiremos como ocorre essa representação, partindo da análise de dois textos de alunos (A e B), produzidos em sala de aula. Para essa discussão levaremos em consideração as noções de representação e invenção, a partir de uma política 1 Professora de Língua Inglesa na escola Estadual 14 de Fevereiro e na UNEMAT Universidade do Estado de Mato Grosso na cidade de Pontes e Lacerda MT. 2 Professora de Língua Portuguesa na escola Estadual 14 de Fevereiro.

2 representacionista da cognição. Apresentando como a circularidade do discurso pedagógico está inserido na escola. A escola faz parte de uma complexa cadeia, que participa da produção de modos de vida. Sua função não se baseia em informar sujeitos, mas sim participar na formação destes, ou melhor, participar no processo de formação da subjetividade dos sujeitos. A seguir temos dois textos de alunos de ensino fundamental. A partir destes discutirei como se estabelece essa relação da representação e da invenção. Texto A: Texto B: Um certo dia a mãe da Chapeuzinho Vermelho fez vários doces, bolos, pão, e uma manteiga fresquinha e a mãe de chapeuzinho ia fazer um pronunciamento. Chapeuzinho eu quero que você vá até a casa da vovó, mas também preciso que você tome muito cuidado e por favor não converse com estranhos. Sim mamãe Pela estrada a fora eu vou bem sozinha, levar esses doces para a vovozinha, ela mora longe e o caminho é deserto. Então apareceu um lobo terrível e malvado e disse: Bom dia menininha, o que faz uma bela menina num lugar desses? (...) Um lindo dia a Chapeuzinho Vermelho resolveu sair pela floresta. Ela era feia, cabelo grande, a única coisa de bonito era o vestido. Ela estava andando pela floresta ela viu um rato e começou a gritar a mãe, sua mãe saiu para fora da casa para ver o que tinha acontecido. Ela gritou de novo e sua mãe começou a correr quando ela chegou era a filha dela, a mãe ficou rindo porque era um pequeno rato. Chapeuzinho voltou para casa e ajudou sua mãe e ficou muito alegre de saber que um rato não era o filhote de raposa. Como está acima, no texto A o autor relata nos mínimos detalhes a história infantil, Chapeuzinho Vermelho, sendo fiel aos detalhes e a construção textual da história. Porém no texto B, o autor relata à mesma história do autor do texto A, porém com detalhes diferentes, mas com elementos textuais, organizados da mesma maneira. As instituições escolares funcionam de acordo com uma política representacionista da cognição (aquisição de conhecimento). Nas escolas o conhecimento é passado aos alunos, e esses apenas memorizam e repetem. Kastrup (2005) afirma que: Para Varela, ao contrário, o sujeito e o objeto, o si e o mundo são

3 feitos da própria prática cognitiva. Ou seja, Kastrup defende a aquisição de conhecimentos, como forma individual, como repercussão da subjetividade que para Orlandi (2001: ) a subjetividade é estruturada no acontecimento do discurso (...) é dizer que o indivíduo é interpelado em sujeito pela ideologia. Orlandi afirma desta maneira, pois possuímos uma relação de compromisso com os sentidos e com o político. No caso, os dois textos, que servem como base para esta análise. São textos de diferentes pessoas, mas inscritos em um mesmo discurso, que é o discurso literário, das histórias infantis. A relação desses textos com a aprendizagem se correlaciona de acordo com a política da recognição, que é a ação ou resultado de reconhecer, a representação. Esse processo de aprendizagem, a recognição, o aluno atém-se a formas prontas e à aquisição de informações (Kastrup, 2005). Como se pode ver no texto A. O aluno ao produzir o texto, ele fez uma reprodução do que havia sido passado a ele anteriormente. Enquanto que no texto B, tem-se praticamente a mesma história literária, porém em um contexto totalmente diferente. Antes de qualquer definição, Kastrup deixa claro, que invenção não se confunde com criatividade. Segundo ela a criatividade é definida como uma capacidade de produção com soluções originais para os problemas e a invenção é a capacidade de invenção de problemas. Kastrup (2005): (...) a aprendizagem surge como processo de invenção de problemas. Aprender é, então, em seu sentido primordial, ser capaz de problematizar a partir do contato com uma matéria fluida, portadora de diferença e que não se confunde com o mundo dos objetos e das formas. (...) A noção de aprendizagem inventiva inclui também como invenção de mundo. Desta forma, pode-se perceber que no texto B o aluno, ao produzir, aborda de uma cognição inventiva, pois segundo Kastrup A aprendizagem surge como processo de produção da subjetividade, como invenção de si. Desta forma a autora afirma que se deve pensar a invenção, como ponto de partida para a aprendizagem, pois é a partir dela que o aluno circunscreve sua subjetividade. Com isso temos na instituição escolar, a qual se remete os textos analisados, o Discurso Pedagógico (DP). O aluno e o professor, por sua vez, fazem parte deste DP, em que ambos são dispostos da seguinte forma: o professor detém o conhecimento, que ensina (inculca) o aluno, na escola. Este discurso está instaurado em uma instituição, que o faz mostrar em sua função: um dizer institucionalizado, sobre as coisas, que se

4 garante, garantindo a instituição em que se origina e para a qual tende (Orlandi, 1987). É a partir disso, que Orlandi afirma que se instaura o domínio da circularidade inserida na escola. Pois partindo dessa circularidade, pode-se ver a possibilidade de um rompimento da mesma, pela cognição inventiva por Kastrup. Contudo, Kastrup considera que: a política da invenção é, assim, uma política de abertura da atenção ás experiências não-recognitivas e ao devir. Que de certo modo, no DP o devir, irá se instaurar no sujeito, para a aquisição de novos conhecimentos, a partir do contato com a alteridade do mundo, produzir novos sentidos, novas experiências e novas ideias, que sejam da própria cognição.

5 Referências Bibliográficas KASTRUP, Virgínia. Políticas cognitivas na formação do professor e o problema do devir-mestre. Dossiê: Entre Deleuze e a Educação. Campinas set./dez ORLANDI, Eni P. Discurso e Texto: Formulação e Circulação dos Sentidos. Campinas, SP: Pontes, Análise de Discurso: princípio e procedimentos. Campinas, SP: Pontes, A linguagem e seu funcionamento: as formas do discurso. 2 ed. rev. e aum. Campinas, SP: Pontes, 1987.

Nome: Gabrielle 4ª Série 1ª. Unidade: Bom Jesus Centro Cidade: Curitiba Estado: Paraná. A Coruja e a Raposa

Nome: Gabrielle 4ª Série 1ª. Unidade: Bom Jesus Centro Cidade: Curitiba Estado: Paraná. A Coruja e a Raposa Nome: Gabrielle 4ª Série 1ª A Coruja e a Raposa Era uma vez uma coruja que tinha sua bela casa na montanha. A raposa tinha uma casa pequena e feia. Um dia, a coruja convidou a raposa para almoçar em sua

Leia mais

A Rata Era uma vez uma rata que estava sozinha na toquinha. Ela morava com sua mãe e seu padrasto no castelo do rei, ela não tinha medo de nada.

A Rata Era uma vez uma rata que estava sozinha na toquinha. Ela morava com sua mãe e seu padrasto no castelo do rei, ela não tinha medo de nada. Era Uma Vez A Rata Era uma vez uma rata que estava sozinha na toquinha. Ela morava com sua mãe e seu padrasto no castelo do rei, ela não tinha medo de nada. A ratinha tinha uma felpa de ferro e pensava

Leia mais

CONTAÇÃO DE HISTÓRIA INFANTIL

CONTAÇÃO DE HISTÓRIA INFANTIL CONTAÇÃO DE HISTÓRIA INFANTIL Tatiana Moraes Tayla Mascarenhas Giovanna Fernandes Franciele Sousa RESUMO Faz-se uma abordagem acerca da importância da contação de história dentro do espaço escolar, visando

Leia mais

O Rapaz e a Guitarra Mágica

O Rapaz e a Guitarra Mágica O Rapaz e a Guitarra Mágica Conto linha-a-linha Autoria: todas as turmas da Escola E.B. 2,3 de Palmeira Data: 21 a 25 de Março de 2011 Local de realização: Biblioteca Escolar Era uma vez um menino chamado

Leia mais

Dados internacionais de catalogação Biblioteca Curt Nimuendajú

Dados internacionais de catalogação Biblioteca Curt Nimuendajú Catalogação: Cleide de Albuquerque Moreira Bibliotecária/CRB 1100 Revisão: Elias Januário Revisão Final: Karla Bento de Carvalho Consultor: Luís Donisete Benzi Grupioni Projeto Gráfico/Diagramação: Fernando

Leia mais

1 von :36

1 von :36 1 von 22 24.05.2006 16:36 2 von 22 24.05.2006 16:36 Era uma vez, numa aldeia pequenina, uma menininha linda como uma flor; sua mãe gostava muito dela, e sua vovozinha ainda mais. 3 von 22 24.05.2006 16:36

Leia mais

PLANEJAMENTO (LIVRO INFANTIL) Ler, compreender, reproduzir, relacionar e sintetizar a história. Competências

PLANEJAMENTO (LIVRO INFANTIL) Ler, compreender, reproduzir, relacionar e sintetizar a história. Competências PLANEJAMENTO (LIVRO INFANTIL) Professor (a): Odete De Bona Giacomelli NOME DO LIVRO: CHAPEUZINHO VERMELHO AUTOR: JÚLIO EMÍLIO BRAZ Ler, compreender, reproduzir, relacionar e sintetizar a história. Competências

Leia mais

Resenha. Fanzines: autoria, subjetividade e invenção de si (MUNIZ, Cellina Rodrigues (Org.). Fortaleza: Edições UFC, 2010. 139 p.)

Resenha. Fanzines: autoria, subjetividade e invenção de si (MUNIZ, Cellina Rodrigues (Org.). Fortaleza: Edições UFC, 2010. 139 p.) Resenha Fanzines: autoria, subjetividade e invenção de si (MUNIZ, Cellina Rodrigues (Org.). Fortaleza: Edições UFC, 2010. 139 p.) Alessandro Wilson Gonçalves Reinaldo FERNANDES 1 Na tentativa de compreensão

Leia mais

INF INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL TRABALHO 1 BUSCA HEURÍSTICA

INF INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL TRABALHO 1 BUSCA HEURÍSTICA INF1771 - INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL TRABALHO 1 BUSCA HEURÍSTICA Descrição: Era uma vez, uma pequena menina conhecida em seu vilarejo como chapeuzinho vermelho. Era uma garotinha muito alegre e todos a adoravam.

Leia mais

COMPREENSÃO DE LICENCIANDOS EM BIOLOGIA SOBRE A EDUCAÇÃO INCLUSIVA

COMPREENSÃO DE LICENCIANDOS EM BIOLOGIA SOBRE A EDUCAÇÃO INCLUSIVA COMPREENSÃO DE LICENCIANDOS EM BIOLOGIA SOBRE A EDUCAÇÃO INCLUSIVA Rafaela Rocha-Oliveira 1 Maíra Souza Machado¹ Maxwell Siqueira¹ Viviane Borges Dias¹ Ana Cristina Santos Duarte 2 Palavras- chave: Educação

Leia mais

Escrita e ilustrada pelos alunos da Escola Básica do Primeiro Ciclo da Benquerença Ano Lectivo 2008/2009

Escrita e ilustrada pelos alunos da Escola Básica do Primeiro Ciclo da Benquerença Ano Lectivo 2008/2009 A Família Desaparecida Escrita e ilustrada pelos alunos da Escola Básica do Primeiro Ciclo da Benquerença Ano Lectivo 2008/2009 NUMA BELA MANHÃ DE PRIMAVERA, UM MENINO CAMI NHAVA JUNTO A UM RIO E OLHAVA

Leia mais

CRECHE MUNICIPAL MARIANA FERNANDES MACEDO

CRECHE MUNICIPAL MARIANA FERNANDES MACEDO Secretaria Municipal de Educação Diretoria de Politicas Educacionais Coordenadoria de Organização Curricular Gerencia de Educação Infantil CRECHE MUNICIPAL MARIANA FERNANDES MACEDO PROJETO ALIMENTAÇÃO

Leia mais

Práticas de linguagem: textos e contextos da escrita na educação infantil

Práticas de linguagem: textos e contextos da escrita na educação infantil Práticas de linguagem: textos e contextos da escrita na educação infantil Profª. Ms. Maria Cecília Nobrega de Almeida Augusto 17 e 18/05/2011 Pensando a escrita para os pequenos e seus: Contextos Textos

Leia mais

O LIVRO DAS ADIVINHAÇÕES

O LIVRO DAS ADIVINHAÇÕES TEXTO RENATA PALLOTTINI ILUSTRAÇÕES WALTER ONO O LIVRO DAS ADIVINHAÇÕES SUGESTÕES PARA O PROFESSOR USO EXCLUSIVO DO PROFESSOR. VENDA PROIBIDA. ELABORAÇÃO: ANA PAULA DIAS TORRES NEUZA SANCHEZ GUELLI 1 ANTES

Leia mais

Atividades Avaliativas

Atividades Avaliativas Atividades Avaliativas Língua Portuguesa 5 o ano 2 o bimestre Nome: data: 1 Leia atentamente o texto e responda as questões a seguir. O LOBO CALUNIADO A floresta era o meu lugar. Eu morava lá e cuidava

Leia mais

PROEJETO ARBORIZAÇÃO, JARDINAGEM E HORTA COMUNIDADE BETEL: Contribuições Para a Formação Acadêmica

PROEJETO ARBORIZAÇÃO, JARDINAGEM E HORTA COMUNIDADE BETEL: Contribuições Para a Formação Acadêmica PROEJETO ARBORIZAÇÃO, JARDINAGEM E HORTA COMUNIDADE BETEL: Contribuições Para a Formação Acadêmica Fernanda S. Seger 1 Érika Lucatelli 2 RESUMO Este artigo propõe apresentar os resultados e discussões

Leia mais

COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150

COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 1324, Toledo PR Fone: 3277-8150 COLÉGIO VICENTINO IMACULADO CORAÇÃO DE MARIA Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio Rua Rui Barbosa, 13, Toledo PR Fone: 377-150 PLANEJAMENTO ANUAL DE LÍNGUA INGLESA SÉRIE: 5º Ano PROFESSOR: Lilian

Leia mais

Colégio Santa Dorotéia

Colégio Santa Dorotéia Colégio Santa Dorotéia Tema Transversal: Casa comum, nossa responsabilidade. Disciplina: Língua Portuguesa / ORIENTAÇÃO DE ESTUDOS Série: 2ª - Ensino Fundamental Aluno(a): N o : Turma: Professora: Data:

Leia mais

EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: UM ESTUDO COM CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN. Palavras-chave: Inclusão; Síndrome de Down; Educação Matemática

EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: UM ESTUDO COM CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN. Palavras-chave: Inclusão; Síndrome de Down; Educação Matemática EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: UM ESTUDO COM CRIANÇAS COM SÍNDROME DE DOWN. Lucia Virgínia Mamcasz Viginheski UTFPR PPGECT/FACULDADE GUAIRACÁ/APADEVI - Guarapuava Elsa Midori Shimazaki UEM - Maringá Sani de Carvalho

Leia mais

PARALISIA CEREBRAL: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA ACERCA DA INCLUSÃO ESCOLAR

PARALISIA CEREBRAL: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA ACERCA DA INCLUSÃO ESCOLAR EDUCAÇÃO FÍSICA E PARALISIA CEREBRAL: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA ACERCA DA INCLUSÃO ESCOLAR Gabrielle Cristina Sanchez Adriana Garcia Gonçalves São Carlos - UFSCar Eixo Temático: 9 Pesquisa e Inovação Metodológica

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO MATERIAL BILINGUE PARA FORMAÇÃO DO PROFESSOR

A IMPORTÂNCIA DO MATERIAL BILINGUE PARA FORMAÇÃO DO PROFESSOR A IMPORTÂNCIA DO MATERIAL BILINGUE PARA FORMAÇÃO DO PROFESSOR Débora Rebeca da Silva Santos 1 Rennan Andrade dos Santos 2 Bárbara Amaral Martins 3 Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - Campus do

Leia mais

A namorada vaidosa. Personagens: Clarisse, Teresa e Julinho

A namorada vaidosa. Personagens: Clarisse, Teresa e Julinho A namorada vaidosa Personagens: Clarisse, Teresa e Julinho Quando a peça se inicia, Julinho está deitado no sofá, totalmente coberto e imóvel. Entram Clarisse e Teresa. Estou furiosa, Teresa! Fu-ri-o-sa!

Leia mais

ATUAÇÃO DO TRADUTOR INTÉRPRETE DE LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS E LÍNGUA PORTUGUESA NO CONTEXTO EDUCACIONAL

ATUAÇÃO DO TRADUTOR INTÉRPRETE DE LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS E LÍNGUA PORTUGUESA NO CONTEXTO EDUCACIONAL ATUAÇÃO DO TRADUTOR INTÉRPRETE DE LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS E LÍNGUA PORTUGUESA NO CONTEXTO EDUCACIONAL Elenay Maciel Universidade Federal de Mato Grosso do Sul Maurício Loubet Universidade Federal de

Leia mais

Lilico, Coelho. Atrapalhado. Matias Miranda

Lilico, Coelho. Atrapalhado. Matias Miranda Matias Miranda Lilico, Um Coelho Atrapalhado Matias Miranda Dedico este livro a você que esta lendo. Jesus te ama e eu também! Lilico era um coelho muito atrapalhado que vivia com sua mãe, seu pai e seus

Leia mais

Escolas de Educação Básica, na Modalidade Educação Especial Parecer 07/14

Escolas de Educação Básica, na Modalidade Educação Especial Parecer 07/14 Escolas de Educação Básica, na Modalidade Educação Especial Parecer 07/14 Anexo 5 Semana Pedagógica 1º semestre - 2016 Anexo 5 Trabalhando com textos na Alfabetização (Marlene Carvalho, 2005) Muitas professoras

Leia mais

6º. Prêmio CET de Educação de Trânsito. Projeto Educação de Trânsito. Público alvo do trabalho: Crianças de 3 e 4 anos e a Comunidade da escola.

6º. Prêmio CET de Educação de Trânsito. Projeto Educação de Trânsito. Público alvo do trabalho: Crianças de 3 e 4 anos e a Comunidade da escola. 6º. Prêmio CET de Educação de Trânsito Projeto Educação de Trânsito Justificativa Público alvo do trabalho: Crianças de 3 e 4 anos e a Comunidade da escola. Considerando que as praticas pedagógicas que

Leia mais

PROJETO: BRINCANDO DE FAZ DE CONTA: VIVÊNCIAS DE HISTÓRIAS INFANTIS NA EDUCAÇÃO FÍSICA

PROJETO: BRINCANDO DE FAZ DE CONTA: VIVÊNCIAS DE HISTÓRIAS INFANTIS NA EDUCAÇÃO FÍSICA Diretora: Irene Gomes Lepore Coordenadora Pedagógica: Alba Coppini Lopes Professora Responsável: Mariana Aparecida Ferreira de Camargo Professora Participante: Ana Claudia Silva Davini PROJETO: BRINCANDO

Leia mais

PPC. Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC - DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM

PPC. Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC - DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA DE ENSINO CENTRO DE REFERÊNCIA EM FORMAÇÃO E

Leia mais

UNIDADE DE ESTUDO 2ª ETAPA - 2016

UNIDADE DE ESTUDO 2ª ETAPA - 2016 OBJETIVOS GERAIS: UNIDADE DE ESTUDO 2ª ETAPA - 2016 Disciplina: Linguagem Oral e Escrita Professoras: Anália, Carla, Fabiana e Roberta Período: 2º Segmento: Educação Infantil Adquirir habilidades para

Leia mais

TÍTULO: A VERDADEIRA HISTÓRIA DE CHAPEUZINHO VERMELHO - VERSÃO DO LOBO

TÍTULO: A VERDADEIRA HISTÓRIA DE CHAPEUZINHO VERMELHO - VERSÃO DO LOBO TÍTULO: A VERDADEIRA HISTÓRIA DE CHAPEUZINHO VERMELHO - VERSÃO DO LOBO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: LETRAS INSTITUIÇÃO: FACULDADE VICTOR HUGO AUTOR(ES): DAVI DE AGUIAR

Leia mais

DESDEMONIZANDO O ENSINO DE GRAMÁTICA. Emilio Pagotto - USP

DESDEMONIZANDO O ENSINO DE GRAMÁTICA. Emilio Pagotto - USP DESDEMONIZANDO O ENSINO DE GRAMÁTICA Emilio Pagotto - USP Duas formas de conceber o ensino de gramática Ensino de gramática voltado para o desenvolvimento das competências dos alunos. É preciso ampliar

Leia mais

O papel da Família no Processo de Inclusão do Aluno Surdo no Ensino Regular

O papel da Família no Processo de Inclusão do Aluno Surdo no Ensino Regular O papel da Família no Processo de Inclusão do Aluno Surdo no Ensino Regular Marinalva de Jesus Oliveira de Freitas 1 marijfreitas@hotmail.com Ana Márcia Soecki 2 anamsm94@hotmail.com Resumo: A realização

Leia mais

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA 2013 LÍNGUA PORTUGUESA 2º ANO. Escola: Professora: Aluno:

AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA 2013 LÍNGUA PORTUGUESA 2º ANO. Escola: Professora: Aluno: AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA 2013 LÍNGUA PORTUGUESA 2º ANO Escola: Professora: Aluno: FAÇA AS QUESTÕES ABAIXO COM ATENÇÃO E COM CALMA. É UMA AVALIAÇÃO QUE VAI MOSTRAR O QUE VOCÊ JÁ SABE E O QUE PRECISA APRENDER.

Leia mais

Não Fale com Estranhos

Não Fale com Estranhos Não Fale com Estranhos Texto por: Aline Santos Sanches PERSONAGENS Cachorro, Gato, Lobo, Professora, Coelho SINOPSE Cachorro e Gato são colegas de classe, mas Gato é arisco e resolve falar com um estranho.

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO. Prof Bruno Tamancoldi

A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO. Prof Bruno Tamancoldi A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO Prof Bruno Tamancoldi META DA AULA Apresentar conceitos sobre o Conhecimento, partindo da Filosofia, distinguindo Ciência e senso comum. OBJETIVOS conceituar lógica e raciocínio;

Leia mais

Dislexia. Dificuldade na área da leitura, gerando a troca de linhas, palavras, letras, sílabas e fonemas.

Dislexia. Dificuldade na área da leitura, gerando a troca de linhas, palavras, letras, sílabas e fonemas. Dislexia (BARROS, 2010; SILVA, 2009) Dificuldade na área da leitura, gerando a troca de linhas, palavras, letras, sílabas e fonemas. A troca de letras ocorre especialmente naquelas com diferenças sutis

Leia mais

O melhor amigo Interpretação de Texto para 4º e 5º Ano

O melhor amigo Interpretação de Texto para 4º e 5º Ano O melhor amigo Interpretação de Texto para 4º e 5º Ano O melhor amigo Interpretação de Textos para 4º e 5º Ano O melhor amigo A mãe estava na sala, costurando. O menino abriu a porta da rua, meio ressabiado,

Leia mais

Aprendendo a revisar os textos produzidos

Aprendendo a revisar os textos produzidos a revisá-los. A partir do momento em que a criança começa a produzir textos, precisa também aprender Essa prática deve começar nas séries iniciais, pois é assim que as crianças começam a incorporar, sem

Leia mais

Capítulo 9 Metas e planos de ação

Capítulo 9 Metas e planos de ação Capítulo 9 Metas e planos de ação Objetivos de aprendizagem 1. Definir um objetivo de como você quer viver 2. Estabelecer metas para alcançar esse objetivo 3. Criar planos de ação para alcançar suas metas

Leia mais

Atena Cursos - Curso de Capacitação - AEE PROJETO DEFICIÊNCIA DA LEITURA NA APRENDIZAGEM INFANTIL

Atena Cursos - Curso de Capacitação - AEE PROJETO DEFICIÊNCIA DA LEITURA NA APRENDIZAGEM INFANTIL Atena Cursos - Curso de Capacitação - AEE PROJETO DEFICIÊNCIA DA LEITURA NA APRENDIZAGEM INFANTIL Aluna: Iara Escandiel Colussi Data: 12/06/2015 Introdução Este projeto apresenta algumas situações de dificuldade

Leia mais

Texto 1 Meia Palavra Não Basta

Texto 1 Meia Palavra Não Basta PROFESSOR: EQUIPE DE PORTUGUÊS BANCO DE QUESTÕES - LÍNGUA PORTUGUESA - 3 ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ========================================================================== Texto 1 Meia Palavra Não Basta

Leia mais

O TEXTO LITERÁRIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA COM PRODUÇÃO DE TEXTOS ORAIS E DESENVOLVIMENTO DA CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA INTRODUÇÃO

O TEXTO LITERÁRIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA COM PRODUÇÃO DE TEXTOS ORAIS E DESENVOLVIMENTO DA CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA INTRODUÇÃO 1 O TEXTO LITERÁRIO NA EDUCAÇÃO INFANTIL: UMA EXPERIÊNCIA COM PRODUÇÃO DE TEXTOS ORAIS E DESENVOLVIMENTO DA CONSCIÊNCIA FONOLÓGICA Ana Maria Marques Vieira Fernando Alves de Oliveira Universidade Federal

Leia mais

Diversidade. Linguística. na Escola Portuguesa. Projecto Diversidade Linguística na Escola Portuguesa (ILTEC)

Diversidade. Linguística. na Escola Portuguesa. Projecto Diversidade Linguística na Escola Portuguesa (ILTEC) Diversidade Linguística na Escola Portuguesa Projecto Diversidade Linguística na Escola Portuguesa (ILTEC) www.iltec.pt www.dgidc.min-edu.pt www.gulbenkian.pt Texto Narrativo Quadro Geral O que se entende

Leia mais

A MEDIAÇÃO ESCOLAR COMO PRÁTICA PEDAGÓGICA INCLUSIVA E INSTITUINTE

A MEDIAÇÃO ESCOLAR COMO PRÁTICA PEDAGÓGICA INCLUSIVA E INSTITUINTE A MEDIAÇÃO ESCOLAR COMO PRÁTICA PEDAGÓGICA INCLUSIVA E INSTITUINTE Rafanelly Ferreira Lopes Solange Paes Matos Maria Goretti Andrade Rodrigues Universidade Federal Fluminense - UFF Eixo Temático: Práticas

Leia mais

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURRICULAR OBRIGATÓRIO DO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA TITULO I DO ESTÁGIO E SEUS OBJETIVOS

REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURRICULAR OBRIGATÓRIO DO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA TITULO I DO ESTÁGIO E SEUS OBJETIVOS REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO CURRICULAR OBRIGATÓRIO DO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO FÍSICA TITULO I DO ESTÁGIO E SEUS OBJETIVOS CAPÍTULO I - DA DENOMINAÇÃO E ABRANGÊNCIA ART. 1º - Denomina-se

Leia mais

4 o ANO CADERNO DE PRODUÇÃO TEXTUAL

4 o ANO CADERNO DE PRODUÇÃO TEXTUAL 4 o ANO CADERNO DE PRODUÇÃO TEXTUAL Apresentação Caro(a) educando(a), Este material didático foi elaborado para contribuir com a sua aprendizagem. Nele você encontrará uma diversidade de textos e de atividades

Leia mais

EDUCADOR, MEDIADOR DE CONHECIMENTOS E VALORES

EDUCADOR, MEDIADOR DE CONHECIMENTOS E VALORES EDUCADOR, MEDIADOR DE CONHECIMENTOS E VALORES BREGENSKE, Édna dos Santos Fernandes* Em seu livro, a autora levanta a questão da formação do educador e a qualidade de seu trabalho. Deixa bem claro em diversos

Leia mais

Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Relações Empresariais e Comunitárias Diretoria de Extensão

Ministério da Educação Universidade Tecnológica Federal do Paraná Pró-Reitoria de Relações Empresariais e Comunitárias Diretoria de Extensão II MOSTRA DE CURTAS UTF DOIS VIZINHOS CÂMARA DE VEREADORES DE DOIS VIZINHOS ÁREA TEMÁTICA: CULTURA DOIS VIZINHOS MAIO 2015 1. Caracterização do Problema O cinema constitui-se em uma das formas mais significativas

Leia mais

ELABORAÇÃO DE UM RECURSO DE COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA PARA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS A CRIANÇAS NÃO-ORALIZADAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

ELABORAÇÃO DE UM RECURSO DE COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA PARA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS A CRIANÇAS NÃO-ORALIZADAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL ELABORAÇÃO DE UM RECURSO DE COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA PARA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS A CRIANÇAS NÃO-ORALIZADAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Vanessa Calciolari Rigoletti Karen Regiane Soriano Camila Rodrigues Costa Iván

Leia mais

Nome: Dariane 4ª Série 2ª. Unidade: Bom Jesus Centro Cidade: Curitiba Estado: Paraná. O cachorro e o gato

Nome: Dariane 4ª Série 2ª. Unidade: Bom Jesus Centro Cidade: Curitiba Estado: Paraná. O cachorro e o gato Nome: Dariane 4ª Série 2ª O cachorro e o gato Era uma vez um gato e um cão. Um dia, o cachorro comentou com o gato que estava em apuros. O gato falou: O que houve? E o cachorro disse: Nada. Ha! ha! Porém,

Leia mais

História Para as Crianças. A menina que caçoou

História Para as Crianças. A menina que caçoou História Para as Crianças A menina que caçoou Bom dia crianças, feliz sábado! Uma vez, do outro lado do mundo, em um lugar chamado Austrália vivia uma menina. Ela não era tão alta como algumas meninas

Leia mais

*CRIE UMA CAPA PARA O LIVRO

*CRIE UMA CAPA PARA O LIVRO *CRIE UMA CAPA PARA O LIVRO LL PRODUÇÕES O fantástico mundo de L.L A visita a um misterioso mundo 2 Luan Patrick Nascimento da Costa, paraense, nascido em 21/01/2012 em Belém Pará. 3 A visita a um misterioso

Leia mais

Era uma vez um príncipe que morava num castelo bem bonito e adorava

Era uma vez um príncipe que morava num castelo bem bonito e adorava O Príncipe das Histórias Era uma vez um príncipe que morava num castelo bem bonito e adorava histórias. Ele gostava de histórias de todos os tipos. Ele lia todos os livros, as revistas, os jornais, os

Leia mais

Sala de Jogos da matemática à interdisciplinaridade

Sala de Jogos da matemática à interdisciplinaridade Sala de Jogos da matemática à interdisciplinaridade Orientadora: Eliane Lopes Werneck de Andrade Matrícula SIAPE: 1697146 Orientada: Vitória Mota Araújo Matrícula UFF: 000105/06 Palavras-chave: Interdisciplinaridade,

Leia mais

RELAÇÕES RACIAIS NA PERSPECITIVA CURRICULAR E EDUCACIONAL

RELAÇÕES RACIAIS NA PERSPECITIVA CURRICULAR E EDUCACIONAL RELAÇÕES RACIAIS NA PERSPECITIVA CURRICULAR E EDUCACIONAL "Que a água seja refrescante. Que o caminho seja suave. Que a casa seja hospitaleira. Que o Mensageiro conduza em paz nossa Palavra." Benção Yoruba

Leia mais

UNIDADE DE ESTUDO - 3ª ETAPA

UNIDADE DE ESTUDO - 3ª ETAPA OBJETIVOS GERAIS: UNIDADE DE ESTUDO - 3ª ETAPA - 2016 Disciplina: Linguagem Oral e Escrita Professoras: Anália, Carla, Fabiana e Roberta Período: 2º Segmento: Educação Infantil Mostrar autonomia na utilização

Leia mais

Professora Ana Paula Turma: 502

Professora Ana Paula Turma: 502 Professora Ana Paula Turma: 502 2014 Alunos responsáveis pelos contos: Ana Carolina Arthur Breno Alice Enila João Victor dos Santos João Victor Pereira Marcos Mayara Nicole Fernando Kaiky Pamela Thuani

Leia mais

2015-2016. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2º Ciclo

2015-2016. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2º Ciclo 2015-2016 CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO 2º Ciclo Setembro 2015 Este documento pretende dar a conhecer a todos os intervenientes no processo educativo os critérios de avaliação, e respetivas percentagens, a que

Leia mais

A internet pode levar o aluno a lugares aonde, talvez, ele jamais chegaria, ou não tão rapidamente; propicia o acesso a bibliotecas internacionais,

A internet pode levar o aluno a lugares aonde, talvez, ele jamais chegaria, ou não tão rapidamente; propicia o acesso a bibliotecas internacionais, TEDI INTERAMERICA TEDI- INTERAMÉRICA A TEDI foi concebida com o conceito de se utilizar a tecnologia como uma ferramenta e instrumento pedagógico para que se alcance melhores resultados na educação. Este

Leia mais

AS AVENTURAS DE MIGUEL - Bernardo S. Schmitt-

AS AVENTURAS DE MIGUEL - Bernardo S. Schmitt- AS AVENTURAS DE MIGUEL - Bernardo S. Schmitt- Era uma vez um menino chamado Miguel. Num dia sua mãe falou: - Olha, filho, hoje você vai para escola de ônibus. E o Miguel falou: - Mas eu não sou pequeno?

Leia mais

CONSTRUÇÃO DE EFEITOS DE SENTIDO. Profa. Carol Casali

CONSTRUÇÃO DE EFEITOS DE SENTIDO. Profa. Carol Casali CONSTRUÇÃO DE EFEITOS DE SENTIDO Profa. Carol Casali ENUNCIADO UNIDADE ELEMENTAR DA COMUNICAÇÃO VERBAL; Se opõe à enunciação como o produto se opõe à produção; MARCA VERBAL DO ACONTECIMENTO (ENUNCIAÇÃO).

Leia mais

E.E. TENENTE JOSÉ LUCIANO PROJETO:PASSAPORTE DA LEITURA 2015 REPÚBLICA FEDERATIVA DO LIVRO 2º ANO

E.E. TENENTE JOSÉ LUCIANO PROJETO:PASSAPORTE DA LEITURA 2015 REPÚBLICA FEDERATIVA DO LIVRO 2º ANO E.E. TENENTE JOSÉ LUCIANO PROJETO:PASSAPORTE DA LEITURA 2015 REPÚBLICA FEDERATIVA DO LIVRO 2º ANO ESCOLA ESTADUAL TENENTE JOSÉ LUCIANO PROJETO:PASSAPORTE DA LEITURA-2015 Um livro tem asas longas e leves,

Leia mais

COLÉGIO MAGNUM BURITIS

COLÉGIO MAGNUM BURITIS COLÉGIO MAGNUM BURITIS ENSINO FUNDAMENTAL PROGRAMAÇÃO 1ª ETAPA / 2013 MATERNAL II PROGRAMAÇÃO DA 1ª ETAPA 2013 MATERNAL 2 ANOS Qual é o nosso afã de cada dia? É tentar sempre o melhor, mas não cansar de

Leia mais

A v a mæe

A v a mæe N@o mæe@: D@a@t@a@: A v a l@i@a@ç@ã@o @d@o 1.º @t r@i mæe s@t ræe@ L@í n@g@u@a@ P@o r@t@u@g@uæe s@a@ 2.º @a n@o I n f o r m@a@ç@ã@o : Desejos de Natal Furioso, Zeca saiu de casa. Tinha de espairecer. Apetecia-lhe

Leia mais

LÍNGUA PORTUGUESA 6 ANO ENSINO FUNDAMENTAL PROF.ª DINANCI SILVA PROF. MARIO PAIXÃO

LÍNGUA PORTUGUESA 6 ANO ENSINO FUNDAMENTAL PROF.ª DINANCI SILVA PROF. MARIO PAIXÃO LÍNGUA PORTUGUESA 6 ANO ENSINO FUNDAMENTAL PROF.ª DINANCI SILVA PROF. MARIO PAIXÃO CONTEÚDOS E HABILIDADES Unidade II Cultura: a pluralidade na expressão humana. 2 CONTEÚDOS E HABILIDADES Aula 11.1 Conteúdos

Leia mais

Português Compreensão de texto 2 o ano Unidade 9

Português Compreensão de texto 2 o ano Unidade 9 Português Compreensão de texto 2 o ano Unidade 9 Unidade 9 Compreensão de texto Nome: Data: Leia o conto de fadas a seguir para responder às questões de 1 a 15. Rapunzel Era uma vez um lenhador e sua mulher.

Leia mais

Exemplo de registro. O que é o diário de Bordo?

Exemplo de registro. O que é o diário de Bordo? Você já teve a chance de contemplar um lindo jardim? Aposto que nesse jardim em que você está pensando há flores de várias cores, tamanhos e formas, não é? Não consigo pensar em um lindo jardim que não

Leia mais

A Professora de Horizontologia

A Professora de Horizontologia A Professora de Horizontologia Já tinha parado a chuva e Clara Luz estava louca que a Gota voltasse. Felizmente a Fada-Mãe veio com uma novidade: Minha filha, hoje vem uma professora nova. Você vai ter

Leia mais

Palavras-chave: Formação Continuada. Múltiplas Linguagens. Ensino Fundamental I.

Palavras-chave: Formação Continuada. Múltiplas Linguagens. Ensino Fundamental I. 1 MÚLTIPLAS LINGUAGENS: UMA PROPOSTA DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL I DA REDE MUNICIPAL DE LONDRINA E REGIÃO SANTOS, A. R. B; Instituto Federal do Paraná (IFPR) GAMA, A.

Leia mais

O PAPEL DA ESCOLA E DO PROFESSOR NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM EM CRIANÇAS COM TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE (TDAH) Introdução

O PAPEL DA ESCOLA E DO PROFESSOR NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM EM CRIANÇAS COM TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE (TDAH) Introdução 421 O PAPEL DA ESCOLA E DO PROFESSOR NO PROCESSO DE APRENDIZAGEM EM CRIANÇAS COM TRANSTORNO DE DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE (TDAH) Amanda Ferreira dos Santos², Felipe Vidigal Sette da Fonseca²,

Leia mais

DEVIR-CRIANÇA POTENCIALIZANDO IDEIAS MATEMÁTICAS: O DESENHO DAS CRIANÇAS COMO POSSÍVEIS IMAGENS DE UM APRENDER INVENTIVO

DEVIR-CRIANÇA POTENCIALIZANDO IDEIAS MATEMÁTICAS: O DESENHO DAS CRIANÇAS COMO POSSÍVEIS IMAGENS DE UM APRENDER INVENTIVO Resumo DEVIR-CRIANÇA POTENCIALIZANDO IDEIAS MATEMÁTICAS: O DESENHO DAS CRIANÇAS COMO POSSÍVEIS IMAGENS DE UM APRENDER INVENTIVO Jaqueline Magalhães Brum 1 Suzany Goulart Lourenço 2 Este artigo traz uma

Leia mais

O currículo na perspectiva da Interdisciplinaridade: implicações para pesquisa e para a sala de aula

O currículo na perspectiva da Interdisciplinaridade: implicações para pesquisa e para a sala de aula O currículo na perspectiva da Interdisciplinaridade: implicações para pesquisa e para a sala de aula C ELI ESPA SANDIN LOPES U N I V E R S I D AD E C R U Z E I R O D O S U L S O C I E D AD E B R AS I L

Leia mais

PLANEJAMENTO (LIVRO INFANTIL)

PLANEJAMENTO (LIVRO INFANTIL) PLANEJAMENTO (LIVRO INFANTIL) Professor (a): NOME DO LIVRO: O MUNDINHO DE BOAS ATITUDES AUTOR:INGRID BIESEMEYER BELLINGHAUSEN Competências Perceber a importância do auto respeito. Desenvolver o senso critico.

Leia mais

Estratégias. 1º Período. Tema: O grupo Subtema: Adaptação

Estratégias. 1º Período. Tema: O grupo Subtema: Adaptação Identificação do Estagiário: Sara Raquel Ramalho Pereira Ano letivo: 2013/ 2014 Identificação da Instituição: Jardim-de- Infância Adriano Correia de Oliveira Educador Cooperante: Graça Xavier Tema do PCT:

Leia mais

3 o ano Ensino Fundamental Data: / / Revisão de Língua Portuguesa Nome:

3 o ano Ensino Fundamental Data: / / Revisão de Língua Portuguesa Nome: 3 o ano Ensino Fundamental Data: / / Revisão de Língua Portuguesa Nome: Leia atentamente este texto e aprenda com a joaninha Filó como ficar de bem com a vida. DE BEM COM A VIDA Filó, a joaninha, acordou

Leia mais

UNIDADE DE ESTUDO 2ª ETAPA 2016

UNIDADE DE ESTUDO 2ª ETAPA 2016 UNIDADE DE ESTUDO 2ª ETAPA 2016 Disciplina: Natureza e Sociedade Professoras: Anália, Carla, Fabiana e Roberta Período: 2º Segmento: Educação Infantil OBJETIVOS GERAIS: Identificar as diferenças e semelhanças

Leia mais

PLANEJAMENTO (Receitas)

PLANEJAMENTO (Receitas) PLANEJAMENTO (Receitas) Professor (a): Fátima Oliveira Competências Objetivo Geral Diferentes portadores de texto - FOLDERS/CONVITES/CARTAZES/RÓTULOS /RECEITAS/PROPAGANDA Oralidade; produção textual; leitura;

Leia mais

A COZINHA ENCANTADA DOS CONTOS DE FADAS

A COZINHA ENCANTADA DOS CONTOS DE FADAS Instituto de Educação Infantil e Juvenil Primavera, 2016. Londrina, Nome: de Ano: Tempo Início: Término: Total: Edição 16 MMXVI Fase 1 Grupo a A COZINHA ENCANTADA DOS CONTOS DE FADAS Na cesta de Chapeuzinho

Leia mais

PROVA ESCRITA PARTE A e B

PROVA ESCRITA PARTE A e B PROCESSO DE SELEÇÃO INGRESSO NO 1º SEMESTRE DE 2014 PROVA ESCRITA PARTE A e B INSCRIÇÃO Nº CAMPO GRANDE MS, 25 DE OUTUBRO DE 2013 UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM

Leia mais

MÃE, QUANDO EU CRESCER...

MÃE, QUANDO EU CRESCER... MÃE, QUANDO EU CRESCER... Dedico este livro a todas as pessoas que admiram e valorizam a delicadeza das crianças! Me chamo Carol, mas prefiro que me chamem de Cacau, além de ser um apelido que acho carinhoso,

Leia mais

CRECHE SEVERINO CABRAL PARALAPRACÁ EIXO: ASSIM SE EXPLORA O MUNDO

CRECHE SEVERINO CABRAL PARALAPRACÁ EIXO: ASSIM SE EXPLORA O MUNDO CRECHE SEVERINO CABRAL PARALAPRACÁ EIXO: ASSIM SE EXPLORA O MUNDO Campina Grande, 16 de julho de 2012 AZADIRACHTA INDICA Azadirachta indica (Nim) é uma árvore da família do mogno Meliaceae. É uma das duas

Leia mais

Marcuschi (2003, p. 3) define suporte de um gênero como um locus físico ou virtual com formato específico que serve de base ou ambiente de fixação do

Marcuschi (2003, p. 3) define suporte de um gênero como um locus físico ou virtual com formato específico que serve de base ou ambiente de fixação do Marcuschi (2003, p. 3) define suporte de um gênero como um locus físico ou virtual com formato específico que serve de base ou ambiente de fixação do gênero materializado como texto... ao sintetizar o

Leia mais

Era domingo e o céu estava mais

Era domingo e o céu estava mais Estórias de Iracema Maria Helena Magalhães Ilustrações de Veridiana Magalhães Era domingo e o céu estava mais azul que o azul mais azul que se possa imaginar. O sol de maio deixava o dia ainda mais bonito

Leia mais

Facilitando a criação e distribuição de conteúdos, a SaferNet Brasil licencia seus materiais de forma aberta através do Creative Commons.

Facilitando a criação e distribuição de conteúdos, a SaferNet Brasil licencia seus materiais de forma aberta através do Creative Commons. Olá, você esta acessando um dos materiais vencedores no concurso InternÉtica 2011, realizado pela SaferNet Brasil e o Instituto Childhood Brasil. Facilitando a criação e distribuição de conteúdos, a SaferNet

Leia mais

Resolução de problemas não numéricos

Resolução de problemas não numéricos Resolução de problemas não numéricos Ler e buscar informações Em Panizza (2006), a didática da matemática define os problemas como aquelas situações que criam um obstáculo a vencer, que promovem a busca

Leia mais

REGULAMENTO DE NIVELAMENTO

REGULAMENTO DE NIVELAMENTO MANTIDA PELA INSTITUIÇÃO PAULISTA DE ENSINO E CULTURA - IPEC REGULAMENTO DE NIVELAMENTO 1 1. Introdução No Brasil, os alunos ingressantes no ensino superior apresentam muitas dificuldades em acompanhar

Leia mais

UMA ABORDAGEM SOBRE COMO TRABALHAR COM IMAGENS DOS LIVROS DIDÁTICOS, ENQUANTO RECURSO PEDAGÓGICO NO ENSINO DE HISTÓRIA

UMA ABORDAGEM SOBRE COMO TRABALHAR COM IMAGENS DOS LIVROS DIDÁTICOS, ENQUANTO RECURSO PEDAGÓGICO NO ENSINO DE HISTÓRIA UMA ABORDAGEM SOBRE COMO TRABALHAR COM IMAGENS DOS LIVROS DIDÁTICOS, ENQUANTO RECURSO PEDAGÓGICO NO ENSINO DE HISTÓRIA 1 Danielle Thais Vital Gonçalves (UEM-CRV) RESUMO: O presente artigo apresenta resultados

Leia mais

A revista digital de MAIO traz lições que saltam à vista! Confira alguns temas:

A revista digital de MAIO traz lições que saltam à vista! Confira alguns temas: A revista digital de MAIO traz lições que saltam à vista! Confira alguns temas: História do óculos Velma ( Scooby-Doo ) Um super cartão de Dia das Mães Lições de matemática criativas com óculos Você é

Leia mais

JOGO DA MEMÓRIA DE 10 ESCOLHA UMA DUPLA PARA JOGAR ESTE JOGO. LEIA AS REGRAS E BOM DIVERTIMENTO!

JOGO DA MEMÓRIA DE 10 ESCOLHA UMA DUPLA PARA JOGAR ESTE JOGO. LEIA AS REGRAS E BOM DIVERTIMENTO! 1º ANO MATEMÁTICA JOGO DA MEMÓRIA DE 10 ESCOLHA UMA DUPLA PARA JOGAR ESTE JOGO. LEIA AS REGRAS E BOM DIVERTIMENTO! REGRAS: 1- PEGUE UM BARALHO E SEPARE AS CARTAS QUE FAZEM PARES QUE SOMAM 10 PONTOS (1,2,3,4,5,6,7,8

Leia mais

ESCOLA ESTADUAL JOAQUIM GONÇALVES LEDO RELEITURA DO CONTO CHAPEUZINHO VERMELHO IVINHEMA/MS - DISTRITO DE AMANDINA

ESCOLA ESTADUAL JOAQUIM GONÇALVES LEDO RELEITURA DO CONTO CHAPEUZINHO VERMELHO IVINHEMA/MS - DISTRITO DE AMANDINA 1 ESCOLA ESTADUAL JOAQUIM GONÇALVES LEDO RELEITURA DO CONTO CHAPEUZINHO VERMELHO IVINHEMA/MS - DISTRITO DE AMANDINA 2013 2 ESCOLA ESTADUAL JOAQUIM GONÇALVES LEDO PROJETO INTERDISCIPLINAR RELEITURA DO CONTO

Leia mais

Gutemberg Lopes Macedo MENINA E A HARPA EDITORA BPA BIBLIOTECA POPULAR DE AFOGADOS

Gutemberg Lopes Macedo MENINA E A HARPA EDITORA BPA BIBLIOTECA POPULAR DE AFOGADOS Gutemberg Lopes Macedo A MENINA E A HARPA EDITORA BPA BIBLIOTECA POPULAR DE AFOGADOS Texto e Pesquisa de Imagens Gutemberg Lopes Macedo A MENINA E A HARPA RECIFE - PE NOV/2006 Coordenação e Realização

Leia mais

OBJETIVO: Estimular a criatividade, curiosidade, fantasia, imaginação e estimular a linguagem oral.

OBJETIVO: Estimular a criatividade, curiosidade, fantasia, imaginação e estimular a linguagem oral. EDUCAÇÃO INFANTIL PROJETO LEITURA: O FASCINANTE MUNDO DO CONTO DE FADAS. SEQUENCIA DIDÁTICA PARA TRABALHAR LEITURA E RECONTO DOS CLÁSSICOS INFANTIS: 1. CONTEÚDO: Livro: Chapeuzinho vermelho OBJETIVO: Estimular

Leia mais

Calças custa 7.95. As crianças, quando iniciarem as aulas, devem trazer uma mochila.

Calças custa 7.95. As crianças, quando iniciarem as aulas, devem trazer uma mochila. Disponibiliza-se a seguir, informação As nossas geral expectativas para os pais sobre o dia-a-dia e as nossas tambem expectativas desta página, para ou uma os alunos. cópia Esta impressa informação pode

Leia mais

O BICHINHO. o bichinho que queria crescer. projeto pedagógico. divulgação escolar (11)

O BICHINHO. o bichinho que queria crescer. projeto pedagógico. divulgação escolar (11) projeto pedagógico o bichinho que queria crescer O BICHINHO TEXTO EM LETRA BASTÃO Rua Tito, 479 Lapa São Paulo SP CEP 05051-000 divulgação escolar (11) 3874-0884 divulga@melhoramentos.com.br www.editoramelhoramentos.com.br

Leia mais

EDUCAÇÃO E LEITURA: o ensino-aprendizagem da literatura nas escolas municipais e estaduais de cinco municípios do nordeste

EDUCAÇÃO E LEITURA: o ensino-aprendizagem da literatura nas escolas municipais e estaduais de cinco municípios do nordeste EDUCAÇÃO E LEITURA: o ensino-aprendizagem da literatura nas escolas municipais e estaduais de cinco municípios do nordeste 1 Introdução Autor(a): Humberto de Medeiros Silva Coautor(es): Inalmir Bruno Andrade

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA - PIBID DETALHAMENTO DO SUBPROJETO 1. Unidade: 2. Área do Subprojeto: Jardim 3. Curso(s) envolvido(s) na proposta: Letras - Inglês Obs.: Para proposta

Leia mais

A menina Gotinha de Água. Papiniano Carlos. Fichas de leitura. Criação intelectual: Fátima Patronilho

A menina Gotinha de Água. Papiniano Carlos. Fichas de leitura. Criação intelectual: Fátima Patronilho A menina Gotinha de Água Papiniano Carlos Fichas de leitura Criação intelectual: Fátima Patronilho Fichas de leitura Ficha 1 Lê até ao fim da página 9. Depois da leitura, responde às questões. 1. Qual

Leia mais

Que Nevão! Teresa Dangerfield

Que Nevão! Teresa Dangerfield Que Nevão! Teresa Dangerfield Que Nevão! Teresa Dangerfield Mamã, Mamã, está tudo branquinho lá fora! gritou o Tomás muito contente assim que se levantou e espreitou pela janela. Mariana, vem ver depressa!

Leia mais

O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA

O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA O TRABALHO COM GÊNEROS TEXTUAIS NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA Edilva Bandeira 1 Maria Celinei de Sousa Hernandes 2 RESUMO As atividades de leitura e escrita devem ser desenvolvidas com textos completos

Leia mais

Todos os domingos à tarde, depois do culto da manhã na igreja, o pastor e seu filho de 11 anos saíam pela cidade e entregavam folhetos evangelísticos.

Todos os domingos à tarde, depois do culto da manhã na igreja, o pastor e seu filho de 11 anos saíam pela cidade e entregavam folhetos evangelísticos. Todos os domingos à tarde, depois do culto da manhã na igreja, o pastor e seu filho de 11 anos saíam pela cidade e entregavam folhetos evangelísticos. Numa tarde de domingo, quando chegou à hora do pastor

Leia mais