GESTÃO DE COMPETENCIAS E SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO (SGI)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GESTÃO DE COMPETENCIAS E SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO (SGI)"

Transcrição

1 GESTÃO DE COMPETENCIAS E SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO (SGI) PATRICIA LIMA NOGUEIRA FAPPES MARCELO CRUZ MARTINS GIACCHETTI Universidade Nove de Julho

2 GESTÃO DE COMPETENCIAS E SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO (SGI) Resumo Com o desenvolvimento do mercado, os sistemas de gestão da qualidade, meio ambiente e saúde e segurança estão cada vez mais presentes na organização. Ao conjunto de normas implantadas de forma integral dá-se o nome de Sistema de gestão Integrado. A implantação integrada permite que os itens em semelhança sejam tratados de uma única maneira, enquanto que os item complementares são tratados de maneira mais especifica. Neste caso, todas as normas possuem em sua estrutura um item relacionado à conscientização, treinamentos e competências. Este item esclarece principalmente que as pessoas envolvidas na implantação e execução do sistema de gestão integrado devem ser competentes. No entanto, apesar de estabelecer questões fundamentais de estrutura, não há, nas normas, uma definição sobre como a gestão por competências deve ser implementada em empresas durante o processo de certificação ou como esta gestão poderia ser encaixada em uma empresa certificada. Este estudo propôs relacionar os conceitos de gestão de pessoas aos sistemas de gestão com o intuito de complementar a aplicabilidade das normas em questão, considerando, de forma particular, a gestão por competências. Palavras-chave: Competências; Sistema; Gestão; Integrado MANAGEMENT SKILLS AND INTEGRATED MANAGEMENT SYSTEM (IMS) Abstract With market development, systems of quality management, environment and health and safety are increasingly present in the organization. The set of standards implemented in full of the name of the Integrated Management System. The integrated deployment allows items to be treated like a unique way, while the complementary item are treated in a manner more specific. In this case, all the rules have in their structure a related awareness, training and skills item. This item clarifies mainly those involved in the implementation and execution of the integrated management system must be competent. However, despite establish fundamental issues of structure, there is, in the rules, a definition of how management skills should be implemented in companies during the certification process and how this management could be fitted into a certified company. This study aimed to relate the concepts of personnel management to management systems in order to complement the applicability of the rules in question, considering in particular, the management skills Keywords: Skills; system; management; integrated

3 1 Introdução São muitos os requisitos que permitem uma organização se destacar no mercado. Dentre eles, as certificações têm assumido importância substancial e as empresas com uma estrutura organizacional determinada e reconhecida através de um certificado acabam se mostrando mais confiáveis. Dentre os certificados mais conhecidos tem-se a certificação da qualidade (ISO9001), meio ambiente (ISO14001) e de saúde e segurança no trabalho (OHSAS18001). Apesar das normas possuírem tópicos diferentes, elas podem trabalhar em conjunto o que se chama de sistema de gestão integrado (SGI). Todas as normas acima, em algum momento, obrigam as empresas a incorporar ações de controle e identificação de competências, mas este tema não é abordado de forma explicita. Com base nesta dificuldade a pergunta-se então, como deveriam ser tratadas as competências no sistema de gestão integrado? O paradigma de pesquisa utilizado é o fenomenológico ou interpretativismo. Segundo Collis e Hussey (2005, p 61), a fenomenologia tende a produzir dados qualitativos caracterizados a partir de dados subjetivos, com a interferência direta do pesquisador. Sendo assim, será realizada uma pesquisa bibliográfica com o objetivo de entender o significado dos temas relacionados à gestão de competências, além de um estudo sobre como as normas de qualidade, meio ambiente e saúde e segurança do trabalho referenciam a gestão por competência. Para isso, foram utilizados livros, sendo a maior parte deles dos últimos três anos; normas técnicas da ABNT e pesquisa em sites da internet para aprimoramento da relação entre os temas. O objetivo principal deste trabalho é entender como a gestão de competências pode ser considerada no sistema de gestão integrado. Para isso, será verificado como as principais normas fazem referencia a gestão de pessoas e a gestão de competências bem como serão avaliadas bibliografias que fazem referencia a gestão por competência, sendo estes dois últimos os objetivos secundários. Como não há uma definição padronizada a respeito de como a gestão por competência se estrutura na certificação de um sistema de gestão justifica-se o esforço para este trabalho 2. Revisão Bibliográfica 2.1 Sistema de gestão As normas de eficácia de sistema de gestão abordam a gestão de competências de forma muito genérica. A ISO9001:2008 é a norma do sistema de Gestão da Qualidade. Esta norma refere-se às questões relacionadas à competência no requisito de recurso, mais detalhadamente, no item 6.2, que especifica os recursos humanos. 6.2 Recursos humanos Generalidades As pessoas que executam atividades que afetam a conformidade com os requisitos do produto devem ser competentes, com base em educação, treinamento, habilidade e experiência apropriados Competência, treinamento e conscientização A organização deve: a) determinar a competência necessária para as pessoas que executam trabalhos que afetam a conformidade com os requisitos do produto; b) onde aplicável, prover treinamento ou tomar outras ações para atingir a competência necessária; c) avaliar a eficácia das ações executadas;

4 d) assegurar que o seu pessoal está consciente quanto à pertinência e importância de suas atividades e de como elas contribuem para atingir os objetivos da qualidade, e e) manter registros apropriados da educação, treinamento, habilidades e experiência (ver 4.2.4). (ISO9001:2008) No caso do Sistema de Gestão Ambiental, a norma relacionada é a ISO14001:2004. O item relacionado a competências é o requisito 4.4.2, que diz que: A organização deve assegurar que qualquer pessoa que, para ela ou em seu nome, realize tarefas que tenham o potencial de causar impacto(s) ambiental (is) significativo(s) identificados pela organização, seja competente com base em formação apropriada, treinamento ou experiência, devendo reter os registros associados. A organização deve identificar as necessidades de treinamento associadas com seus aspectos ambientais e seu sistema da gestão ambiental. Ela deve prover treinamento ou tomar alguma ação para atender a essas necessidades, devendo manter os registros associados. A organização deve estabelecer, implementar e manter procedimento(s) para fazer com que as pessoas que trabalhem para ela ou em seu nome estejam conscientes. a) da importância de se estar em conformidade com a política ambiental e com os requisitos do sistema da gestão ambiental, b) dos aspectos ambientais significativos e respectivos impactos reais ou potenciais associados com seu trabalho e dos benefícios ambientais proveniente da melhoria do desempenho pessoal, c) de suas funções e responsabilidades em atingir a conformidade com os requisitos do sistema da gestão ambiental, d) das potenciais consequências da inobservância de procedimento(s) especificado(s). (ISO14001:2004) Já com relação ao Sistema de Gestão de SST (Saúde e Segurança no Trabalho), o requisito que aborda o tema em estudo é o 4.4.2, da norma OHSAS18001:2007, que relata: A organização deve assegurar que qualquer pessoa sob seu controle que realize tarefas que possam causar impacto na SST seja competente com base em formação apropriada, treinamento ou experiência, devendo reter os registros associados. A organização deve identificar as necessidades de treinamento associadas aos seus riscos de SST e a seu sistema de gestão da SST. Ela deve fornecer treinamento ou tomar outra ação para atender a essas necessidades, avaliar a eficácia do treinamento ou da ação tomada, e reter os registros associados. A organização deve estabelecer, implementar e manter procedimento(s) para fazer com que as pessoas que trabalhem sob seu controle estejam conscientes: a) das consequências para a SST, reais ou potenciais, de suas atividades de trabalho, de seu comportamento, e dos benefícios para a SST resultantes da melhoria do seu desempenho pessoal; b) de suas funções e responsabilidades e da importância em atingir a conformidade com a política e os procedimentos de SST, e com os requisitos do sistema de gestão da SST, incluindo os requisitos de preparação e resposta a emergências (ver 4.4.7); c) das potenciais consequências da inobservância de procedimentos especificados. Os procedimentos de treinamento devem levar em consideração os diferentes níveis de: a) responsabilidade, habilidade, proficiência em línguas e instrução; e b) risco. (OHSAS18001:2007) De forma geral, a abordagem da competência em normas de eficácia (ou normas de certificação) acaba sendo uma referencia ou uma necessidade, sem, no entanto, detalhar a sua forma de implantação.

5 Estes detalhes acabam sendo definidos em normas de apoio, também chamadas de normas de eficiência por detalhar a forma como os requisitos são estabelecidos. A ISO9004 detalha o requisito da ISO9001 considerando a forma como deve ser implantada a competência: Competência Convém que a direção assegure que as competências necessárias estejam disponíveis para a operação eficaz e eficiente da organização. Convém que seja considerada a análise das necessidades das competências tanto atuais quanto esperadas, em comparação às compet6encias já existentes na organização. Considerações quanto à necessidade de competências incluem fontes, tais como Demandas futuras relacionadas a planos e objetivos estratégicos e operacionais Antecipação das necessidades de sucessão de gerentes e da força de trabalho Alterações em processos, ferramentas e equipamentos da organização Avaliação da competência individual das pessoas para realizar atividades definidas e Requisitos estatutários e regulamentares e normas que afetam a organização e suas partes interessadas (NBR ISO9004:2002) Como o treinamento muitas vezes é utilizado para suprir as necessidades de treinamento, temse: Conscientização e treinamento No planejamento das necessidades de educação e treinamento, convém que sejam consideradas as alterações causadas pela natureza dos processos organizacionais, os estágios de desenvolvimento das pessoas e pela cultura da organização. O objetivo é proporcionar as pessoas conhecimentos e habilidades que, em conjunto com a experiência, melhorem sua competência. Convém que a educação e o treinamento enfatizem a importância de atender aos requisitos e as necessidades e expectativas de clientes e de outras partes interessadas. Convém que se inclua também a conscientização sobre as consequências para a organização e para o seu pessoal em falhar no atendimento aos requisitos. (NBR ISO9004:2002) Para garantir que os objetivos da empresa sejam atingidos e para apoiar o desenvolvimento dos colaboradores, deve ser considerados no planejamento da educação e treinamento a experiência das pessoas, o conhecimento tácito e explicito, a habilidade de liderança e de gestão, as ferramentas de planejamento e melhorias, a formação de equipes, a forma de solução de problemas, as habilidades de comunicação, a cultura e comportamento social, o conhecimento do mercado e as necessidades e expectativas dos clientes e de outras partes interessadas e a criatividade e inovação. O estimulo do envolvimento das pessoas, a educação e o treinamento incluem a visão de futuro da organização, as politicas e os objetivos organizacionais, as mudanças e os desenvolvimentos organizacionais, a iniciação e a implementação de processos de melhoria, os benefícios oriundos da criatividade e da inovação, a influencia da organização na sociedade, os programas de integração para as pessoas recém-admitidas e os programas periódicos de reciclagem para pessoas já treinadas. Para isso, os planos de treinamento devem incluir objetivos, programas e métodos, recursos necessários, identificação do apoio interno, avaliação do aumento da competência das pessoas e a medição da eficácia e da influencia na organização. Logo, a educação e o treinamento fornecido devem ser avaliados quanto a sua eficácia. 2.2Gestão por competências O conceito de competências com a intensificação da evolução tecnológica e da concorrência, principalmente após 1990, quando as organizações se deparam com como novas logicas de

6 trabalho, caracterizadas pela baixa previsibilidade das tarefas e intensa informatização. (MASCARENHAS, 2008, P 178). Inicialmente, os funcionários de uma organização eram treinados apenas nas suas atividades, sem uma preocupação maior no desenvolvimento do colaborador como parte da melhoria do desempenho organizacional. Esse quadro, no entanto, mudou. O conceito de competência assimila as novas dimensões da qualificação. (MASCARENHAS, 2008, P 180). Ruas (apud MASCARENHAS, 2008, p 181) relaciona o conceito de competência à ideia de capacidade e as capacidades seriam conhecimento, habilidades e atitudes desenvolvidas em diversas situações... e passiveis de serem mobilizadas em situações específicas de trabalho. O exercício de uma competência consistirá na combinação e na mobilização dessas capacidades para cumprir uma demanda de trabalho, ou um evento. Para entender melhor a diferença entre qualificação e competências, segue a tabela 1. Tabela 1 - Competências versus qualificação Qualificação Competência Relativa estabilidade da atividade econômica Baixa previsibilidade de negócios e atividades Concorrência localizada Intensificação e ampliação da concorrência Logica predominante: indústria (processos e Logica predominante: Serviços (eventos) padrões de produção previstos) Emprego formal e base sindical Relações de trabalho informais e flexíveis; Organização tradicional do trabalho, com base em postos definidos e tarefas prescritas e programadas Foco no processo crise dos sindicatos Novas formas organizacionais que destacam o trabalho com base em metas, a delegação de responsabilidades e a multifuncionalidade Foco nos resultados Ênfase na aprendizagem de circuito simples Estímulo à aprendizagem de circuito duplo Fonte: MASCARENHAS, A O. Gestão Estratégica de Pessoas. Sao Paulo: Cengage Learning, 2008, p 182) Uma competência só pode ser exercida e avaliada ao ser devidamente contextualizada. Ainda sobre a definição desse conceito, às capacidades pode-se associar uma série de recursos tangíveis como os materiais necessários à elaboração do relatório e os sistemas de informação nos quais estão armazenadas as informações. (Ruas apud MASCARENHAS, 2008, p 184) Este conceito pode ser visto na figura abaixo:

7 Figura 01: Competência e a comunicação de resultados. MASCARENHAS, A O. Gestão Estratégica de Pessoas. São Paulo: Cengage Learning, 2008, p 184 Segundo Fleury e Fleury (apud MASCARENHAS, 2008, P 185) o conceito de competência faz-se importante ao ser à base para a construção de sistemas de gestão de pessoas integrados, capazes de refletir as demandas por desempenho em organizações em aprendizagem. Podemos conceitua-la como o saber agir responsável e reconhecido, que implica mobilizar, integrar, transferir conhecimentos, recursos, habilidades, que agreguem valor econômico à organização e valor social ao indivíduo. A gestão das competências é um referencial que busca integrar o conceito de competência individual ao conceito de competência organizacional. (MASCARENHAS, 2008, P 177) Competências individuais A noção de competência individual surge em substituição ao tradicional conceito de qualificação de posto de trabalho como base para o desenvolvimento de modelos integrados de gestão de pessoas que sejam mais abrangentes e flexíveis, pautados em valores e expectativas que caracterizariam organizações em aprendizagem (MASCARENHAS, 2008, P 177) Boyatzis (apud Fernandes, 2012, p 50) complementa o conceito acima definindo que as competências possuem certas características ou habilidades da pessoa que a capacitam a demonstrar ações especificas apropriadas. As competências individuais podem ser caracterizadas em competências de negócios, técnicas e sociais. As competências relacionadas a negócios estão relacionadas ao entendimento do negócio e seus objetivos com relação ao mercado, aos clientes e competidores, o ambiente político e social e as relações com o cliente. As competências técnicas, por outro lado, são específicas para certa operação, cargo ou atividade tais como conhecimento do produto ou itens específicos do desempenho. As competências sociais são necessárias para se relacionar com as pessoas no ambiente profissional, tais como a comunicação, a negociação, a capacidade de mudança, e o trabalho em equipes. Parry (apud Fernandes, 2012, p 50) ainda define as competências como inputs e outputs. As competências são vistas como inputs quando relacionadas apenas ao conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes que afetam o desempenho do individuo, enquanto que são vistas como outputs quando geram resultados para a organização.

8 A aplicação das competências individuais na geração de resultados organizacionais vai depender da maturidade de seus colaboradores Competências Organizacionais Uma competência organizacional pode ser definida como uma articulação de recursos organizacionais, um aprendizado da organização, um saber fazer coletivo e completo, especialmente no que diz respeito à coordenação de diversas habilidades de produção e à integração de múltiplas correntes de tecnologia (Prahalad e Hamel apud Mascarenhas, 2008, p 185). Le Boterf (apud Mascarenhas, 2008, p 185) ainda complementa definindo que a competência de uma empresa...não equivale a soma das competências de seus membros. O valor do capital [de competências] depende não tanto de seus elementos construtivos, mas da qualidade da combinação ou da articulação entre esses elementos. A competência organizacional é formada pela estruturação de recursos existentes na empresa como recursos humanos, tecnológicos e organizacionais. As competências organizacionais são compostas por saber elaborar um sistema comum de referencias com base nas operações cotidianas, saber comunicar no contexto de trabalho, saber cooperar na execução de tarefas complexas, saber aprender coletivamente a partir de experiências. Ruas (apud Mascarenhas, 2008, p 189) definem os tipos de competências organizacionais como: Competências organizacionais básicas: Contribuem decisivamente para a sobre vivência da organização Competências organizacionais seletivas: Contribuem para diferenciação da organização em seu mercado e viabilizam posicionamentos bem sucedidos de mercado. Competências organizacionais essenciais: De difícil imitação, contribuem ao pioneirismo, à diferenciação e à liderança da organização em múltiplos mercados. Segundo Mascarenhas (2008, p 191) o conceito de competência organizacional (básica, seletiva, essencial) incorpora o conceito de competência individual, colocando em destaque a noção de competência gerencial... Entre as competências individuais, as competências gerenciais devem ser mobilizadas pelos lideres de equipes, responsáveis pela mobilização das competências dos demais indivíduos Identificação das Competências Nas organizações existe um alinhamento entre as competências individuais e organizacionais. Se por um lado, as organizações permitem o aprendizado dos seus colaboradores, através de seus recursos, por outro lado, os funcionários mobilizam suas competências para gerar resultados na organização, Mascarenhas (2008, P ) exemplifica o alinhamento das competências às estratégias organizacionais conforme tabela 2. Tabela 2 - Alinhamento entre intenção estratégica, competências organizacionais e competências individuais Estratégia Excelência operacional Competências Organizacionais Redução de Custos Qualidade nos processos de produção Excelência na distribuição Competências Individuais Orientação aos custos Orientação à qualidade Planejamento de produção Capacidade de Negociação Operação de Sistemas de produção

9 Liderança em produtos Orientações aos clientes Inovação em produtos/ excelência em pesquisa e desenvolvimento Inovação e monitoramento tecnológico Monitoramento de mercado Desenvolvimento de marca e imagem corporativa Flexibilidade, customização e qualidade do processo produtivo Monitoramento tecnológico de mercado Desenvolvimento de marca e imagem Relacionamento com clientes Excelência em apoio pós Capacidade de inovação Capacidades interpessoais: Comunicação, persuasão, negociação, questionamento. Liderança e trabalho em equipe Criatividade e flexibilidade no trato interpessoal Capacidades interpessoais: comunicação, persuasão, negociação, questionamento Autonomia e visão estratégica Liderança e trabalho em equipe venda Fonte: MASCARENHAS, A O. Gestão Estratégica de Pessoas. São Paulo: Cengage Learning, 2008, pp ) Rothwell e Lindholm (apud Fernandes, 2012, p 57) conceituam que um modelo de competências é normalmente uma descrição narrativa de competências ocupacionais para um grupo identificável, como categoria ocupacional, um departamento ou uma ocupação. Fernandes (2012, p 83) apresenta como modelo de mapeamento de competências os seguintes passos: Para identificação e desenvolvimento das competências: Analise do negócio, intenção estratégica e fatores-chave de sucesso Identificação de competências organizacionais Identificação de recursos constitutivos das competências organizacionais Identificação das competências humanas e implementação das ações para seu desenvolvimento. O modelo completo de Fernandes pode ser visto na figura Avaliação de Desempenho A gestão de desempenho pode ser considerada um sistema amplo de administração que busca integrar o desempenho das pessoas, grupos e áreas funcionais aos objetivos e metas empresariais, destacando a importância da contribuição de cada nível organizacional ás estratégias. (Mascarenhas, 2008, P 177) França (2010, p 116) complementa definindo que a avaliação de desempenho, dentro das empresas, tem como meta diagnosticar e analisar o desempenho individual e grupal dos funcionários, promovendo crescimento pessoal e profissional, bem como melhor desempenho. São muitos os sistemas de avaliação de desempenho na gestão por competências. Independente do método utilizado é fundamental, no entanto estabelecer padrões para a analise. São estabelecidos padrões de desempenho por meio da definição de tarefas e metas que tem por objetivo uma produtividade crescente. Quando definidas realisticamente, as tarefas e as metas podem tornar compatíveis a fixação dos objetivos e os desempenhos conexos de trabalho dos avaliadores e dos avaliados. (França, 2010, p 123) Fitz-Enz (apud Franca, 2010, p 128) complementa estabelecendo que cada organização deve desenvolver e interpretar indicadores consistentes com seus objetivos específicos.

10 Fernandes (2012, p 83) apresenta como modelo de avaliação de desempenho: Definição do modelo de mensuração corporativo Definição do modelo de mensuração para áreas/ processos Alinhamento dos modelos de competências e desempenho O modelo completo de Fernandes pode ser visto na figura 02. Figura 02: Metodologia para alinhamento de competências e desempenho. Fonte: FERNANDES, B. H. R. Competências e Desempenho organizacional. São Paulo: Editora Saraiva, 2013, p 84) 3.Conclusao Considerando que a ISO9001:2008, a ISO14001:2004 e a OHSAS 18001:2007 possuem exigências semelhantes quanto à gestão de competências, tem-se o entendimento de que a empresa deve, inicialmente, identificar as competências individuais e coletivas necessárias para os cargos ocupados e atividades desenvolvidas. Em um segundo momento, a empresa deve avaliar se os funcionários possuem as competências necessárias para a ocupação dos cargos. Caso negativo é necessário que sejam estabelecidas as providencias para suprir as necessidades das competências identificadas tais como ensaios, estágios, treinamentos ou formação complementar. Para isso, um planejamento deve ser realizado para as ações definidas e devem ser definidos critérios de avaliação para a eficácia das ações propostas. Para isso, podem ser utilizadas as metodologias estudadas, pois a norma não estabelece nada especifico e permite que cada organização estruture a gestão de competências conforme a sua estrutura organizacional.

11 Sendo assim, é possível complementar as normas de sistema de gestão com as praticas de gestão de pessoas atendendo aos objetivos especificados neste trabalho. Para estudo futuro, pretende-se definir uma proposta detalhada de implantação de gestão de competências para os sistemas de gestão estudados. 4.REFERÊNCIAS ABNT NBR ISO9001:2008 Requisitos Sistema de Gestão da Qualidade ABNT NBR ISO9000: Sistemas de gestão da qualidade Fundamentos e vocabulário ABNT NBR ISO Sistemas de gestão da qualidade Diretrizes para melhorias de desempenho ABNT NBR ISO14001:2004 Sistema de Gestão Ambiental Requisitos ABNT NBR ISO14004:2005 Sistema de Gestão Ambiental Diretrizes gerais sobre princípios, Sistemas de Técnicas de Apoio OHSAS 18001: Serie de Avaliação da Saúde e Segurança no Trabalho Sistema de gestão de saúde e segurança no trabalho Requisitos OHSAS 18002:2008 Serie de Avaliação da Saúde e Segurança no Trabalho Sistema de gestão de saúde e segurança no trabalho Diretrizes para a implementação da OHSAS18001:2007 ARAUJO L.C.G de e GARCIA, A.A. Gestão de Pessoas. São Paulo: Atlas, 2009 FERNANDES, B. H. R. Competências e Desempenho organizacional. São Paulo: Editora Saraiva, 2013 FLEURY, M. T. L e OLIVEIRA JR, M. de M. Gestão Estratégica do Conhecimento. São Paulo: Editora Atlas, FRANCA, A C L. Praticas de Recursos Humanos. São Paulo: Atlas, 2010 MASCARENHAS, A O. Gestão Estratégica de Pessoas. São Paulo: Cengage Learning, 2008 MOTTA P. R. A ciência e a Arte de ser dirigente. Rio de Janeiro: Record, 2007 ROBBINS, S.P; DECENSO, D. A. e WOLTER, R. Fundamentos da Gestão de Pessoas. São Paulo: Editora Saraiva, 2013

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO. Requisitos e Diretrizes para a Integração de Sistemas de Gestão PAS 99:2012

SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO. Requisitos e Diretrizes para a Integração de Sistemas de Gestão PAS 99:2012 Risk Tecnologia Coleção Risk Tecnologia SISTEMAS INTEGRADOS DE GESTÃO Requisitos e Diretrizes para a Integração de Sistemas de Gestão PAS 99:2012 Aplicável às Atuais e Futuras Normas ISO 9001, ISO 14001,

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

ESTRUTURA ISO 9.001:2008

ESTRUTURA ISO 9.001:2008 Sistema de Gestão Qualidade (SGQ) ESTRUTURA ISO 9.001:2008 Objetivos: Melhoria da norma existente; Melhoria do entendimento e facilidade de uso; Compatibilidade com a ISO 14001:2004; Foco Melhorar o entendimento

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão

Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO. Profa. Leonor Cordeiro Brandão Unidade II GESTÃO DO CONHECIMENTO Profa. Leonor Cordeiro Brandão Relembrando Vimos alguns conceitos importantes: O que são dados; O que é informação; Quando uma informação se transforma em conhecimento;

Leia mais

GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO. Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br

GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO. Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br Guia de Estudo Vamos utilizar para a nossa disciplina de Modelagem de Processos com BPM o guia

Leia mais

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade).

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). Coordenação Sindicato dos Centros de Formação de Condutores

Leia mais

FTAD. Formação Técnica em Administração de Empresas. Gestão da Qualidade

FTAD. Formação Técnica em Administração de Empresas. Gestão da Qualidade FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Gestão da Qualidade Aula 5 O PROCESSO DE CERTIFICAÇÃO Objetivo: Compreender os requisitos para obtenção de Certificados no Sistema Brasileiro de Certificação

Leia mais

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa.

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa. A Liderança Faz a Diferença Guia de Gerenciamento de Riscos Fatais Introdução 2 A prevenção de doenças e acidentes ocupacionais ocorre em duas esferas de controle distintas, mas concomitantes: uma que

Leia mais

Marcos Antonio Lima de Oliveira, MSc Quality Engineer ASQ/USA Diretor da ISOQUALITAS www.qualitas.eng.br qualitas@qualitas.eng.

Marcos Antonio Lima de Oliveira, MSc Quality Engineer ASQ/USA Diretor da ISOQUALITAS www.qualitas.eng.br qualitas@qualitas.eng. 01. O QUE SIGNIFICA A SIGLA ISO? É a federação mundial dos organismos de normalização, fundada em 1947 e contanto atualmente com 156 países membros. A ABNT é representante oficial da ISO no Brasil e participou

Leia mais

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Prof. Dr. Ivanir Costa Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Normas de qualidade de software - introdução Encontra-se no site da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) as seguintes definições: Normalização

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade

Sistema de Gestão da Qualidade Sistema de Gestão da Qualidade Coordenadora Responsável Mara Luck Mendes, Jaguariúna, SP, mara@cnpma.embrapa.br RESUMO Em abril de 2003 foi lançado oficialmente pela Chefia da Embrapa Meio Ambiente o Cronograma

Leia mais

MBA em Gestão de Pessoas

MBA em Gestão de Pessoas REFERÊNCIA EM EDUCAÇÃO EXECUTIVA MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Profª. Dra. Ana Ligia Nunes Finamor A Escola de Negócios de Alagoas. A FAN Faculdade de Administração e Negócios foi fundada

Leia mais

SGQ 22/10/2010. Sistema de Gestão da Qualidade. Gestão da Qualidade Qualquer atividade coordenada para dirigir e controlar uma organização para:

SGQ 22/10/2010. Sistema de Gestão da Qualidade. Gestão da Qualidade Qualquer atividade coordenada para dirigir e controlar uma organização para: PARTE 2 Sistema de Gestão da Qualidade SGQ Gestão da Qualidade Qualquer atividade coordenada para dirigir e controlar uma organização para: Possibilitar a melhoria de produtos/serviços Garantir a satisfação

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

Gestão da Qualidade. Evolução da Gestão da Qualidade

Gestão da Qualidade. Evolução da Gestão da Qualidade Gestão da Qualidade Evolução da Gestão da Qualidade Grau de Incerteza Grau de complexidade Adm Científica Inspeção 100% CEQ Evolução da Gestão CEP CQ IA PQN PQN PQN TQM PQN MSC GEQ PQN PQN Negócio Sistema

Leia mais

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Avaliação de: Sr. Antônio Modelo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Especialistas The Inner

Leia mais

METODOLOGIA HSM Centrada nos participantes com professores com experiência executiva, materiais especialmente desenvolvidos e infraestrutura tecnológica privilegiada. O conteúdo exclusivo dos especialistas

Leia mais

ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA

ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA ISO 14001:2015 SAIBA O QUE MUDA NA NOVA VERSÃO DA NORMA SUMÁRIO Apresentação ISO 14001 Sistema de Gestão Ambiental Nova ISO 14001 Principais alterações e mudanças na prática Estrutura de alto nível Contexto

Leia mais

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL Somos especializados na identificação e facilitação de soluções na medida em que você e sua empresa necessitam para o desenvolvimento pessoal, profissional,

Leia mais

1 Fórum de Educação a Distância do Poder Judiciário. Gestão de Projetos de EAD Conceber, Desenvolver e Entregar

1 Fórum de Educação a Distância do Poder Judiciário. Gestão de Projetos de EAD Conceber, Desenvolver e Entregar 1 Fórum de Educação a Distância do Poder Judiciário Gestão de Projetos de EAD Conceber, Desenvolver e Entregar Prof. Dr. Stavros Panagiotis Xanthopoylos stavros@fgv.br Brasília, 27 de novembro de 2009

Leia mais

Desenvolvimento de Liderança Motivação e Trabalho em Equipe

Desenvolvimento de Liderança Motivação e Trabalho em Equipe Desenvolvimento de Liderança Motivação e Trabalho em Equipe Eduardo Rocha Diretor da DSG Consultoria Capacitar seus colaboradores, do gerente aos coordenadores é o melhor caminho para melhorar a eficácia

Leia mais

MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL

MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL Alessandro Siqueira Tetznerl (1) : Engº. Civil - Pontifícia Universidade Católica de Campinas com pós-graduação em Gestão de Negócios

Leia mais

Curso de Graduação. Dados do Curso. Administração. Contato. Modalidade a Distância. Ver QSL e Ementas. Universidade Federal do Rio Grande / FURG

Curso de Graduação. Dados do Curso. Administração. Contato. Modalidade a Distância. Ver QSL e Ementas. Universidade Federal do Rio Grande / FURG Curso de Graduação Administração Modalidade a Distância Dados do Curso Contato Ver QSL e Ementas Universidade Federal do Rio Grande / FURG 1) DADOS DO CURSO: COORDENAÇÃO: Profª MSc. Suzana Malta ENDEREÇO:

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em Gestão de Pessoas com Ênfase em Estratégias Coordenação Acadêmica: Maria Elizabeth Pupe Johann 1 OBJETIVOS: Objetivo Geral: - Promover o desenvolvimento

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO INTEGRADA

POLÍTICA DE GESTÃO INTEGRADA Conteúdo 1. OBJETIVO... 3 2. APLICAÇÃO... 3 3. SGI-AMAZUL... 3 4. SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE... 3 5. QUALIDADE... 4 6. DOCUMENTAÇÃO... 5 6. ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES... 6 7. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA...

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS Universidade Federal do Ceará Faculdade de Economia, Administração, Atuária, Contabilidade e Secretariado Curso de Administração de Empresas GESTÃO POR COMPETÊNCIAS MAURICIO FREITAS DANILO FREITAS Disciplina

Leia mais

Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento.

Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento. Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento. Por PAULA FRANCO Diante de um cenário empresarial extremamente acirrado, possuir a competência atitude

Leia mais

MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL

MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL Eng. Dayana B. Costa MSc, Doutoranda e Pesquisadora do NORIE/UFRGS Conteúdo da Manhã Módulo 1 Medição de Desempenho Conceitos Básicos Experiência de Sistemas de

Leia mais

TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES

TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS: O SUCESSO DAS ORGANIZAÇÕES Cassia Uhler FOLTRAN 1 RGM: 079313 Helen C. Alves LOURENÇO¹ RGM: 085342 Jêissi Sabta GAVIOLLI¹ RGM: 079312 Rogério Bueno ROSA¹ RGM:

Leia mais

Prof. Adilson Spim Gestão da Qualidade ISO 9001:2008 1

Prof. Adilson Spim Gestão da Qualidade ISO 9001:2008 1 Certificação NBR Requisitos A partir da versão 1994, a série ISO 9000 passou a ser conhecida como família ISO 9000 ; leva em conta duas situações, a contratual e não contratual; Para a situação não contratual

Leia mais

Sistemas de Gestão da Qualidade. Introdução. Engenharia de Produção Gestão Estratégica da Qualidade. Tema Sistemas de Gestão da Qualidade

Sistemas de Gestão da Qualidade. Introdução. Engenharia de Produção Gestão Estratégica da Qualidade. Tema Sistemas de Gestão da Qualidade Tema Sistemas de Gestão da Qualidade Projeto Curso Disciplina Tema Professor Pós-graduação Engenharia de Produção Gestão Estratégica da Qualidade Sistemas de Gestão da Qualidade Elton Ivan Schneider Introdução

Leia mais

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br

TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Cursos para Melhoria do desempenho & Gestão de RH TEOREMA CONSULTORIA Rua Roma, 620 Sala 81-B,Lapa Capital- SP CEP: 05050-090 www.teoremaconsult.com.br Administração do Tempo Ampliar a compreensão da importância

Leia mais

1. O QUE ANTECEDEU O LIVRO?

1. O QUE ANTECEDEU O LIVRO? Brasília, 11 de abril de 2012 I. ANTECEDENTES 1. O QUE ANTECEDEU O LIVRO? 2002 Início dos estudos sobre Gestão do Conhecimento 2003 2007. Estudos e pesquisas realizados no Ipea: 2004. Governo que aprende:

Leia mais

ECS -ASSESSORIA E CONSULTORIA TÉCNICA. ISO 9001:2015 Tendências da nova revisão

ECS -ASSESSORIA E CONSULTORIA TÉCNICA. ISO 9001:2015 Tendências da nova revisão ISO 9001:2015 Tendências da nova revisão A ISO 9001 em sua nova versão está quase pronta Histórico ECS -ASSESSORIA E CONSULTORIA TÉCNICA As normas da série ISO 9000 foram emitidas pela primeira vez no

Leia mais

Gestão eficaz de pessoas melhorando a produtividade, qualidade e resultados organizacionais. Mário Ibide

Gestão eficaz de pessoas melhorando a produtividade, qualidade e resultados organizacionais. Mário Ibide Gestão eficaz de pessoas melhorando a produtividade, qualidade e resultados organizacionais. Mário Ibide A Nova América na vida das pessoas 8 Cultural Empresarial Missão Do valor do campo ao campo de valor

Leia mais

Abordagem de Processo: conceitos e diretrizes para sua implementação

Abordagem de Processo: conceitos e diretrizes para sua implementação QP Informe Reservado Nº 70 Maio/2007 Abordagem de Processo: conceitos e diretrizes para sua implementação Tradução para o português especialmente preparada para os Associados ao QP. Este guindance paper

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) Sustentabilidade

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) Sustentabilidade POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) Sustentabilidade POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE (SMS) A CONCERT Technologies S.A. prioriza a segurança de seus Colaboradores, Fornecedores,

Leia mais

Sistemas de gestão da qualidade - Diretrizes para melhorias de desempenho

Sistemas de gestão da qualidade - Diretrizes para melhorias de desempenho DEZ 2000 NBR ISO 9004 ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas Sistemas de gestão da qualidade - Diretrizes para melhorias de desempenho Sede: RiodeJaneiro Av. Treze de Maio, 13 28º andar CEP 20003-900

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL ABNT NBR ISO 14001

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL ABNT NBR ISO 14001 SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL ABNT NBR ISO 14001 Prof. Eduardo Lucena Cavalcante de Amorim INTRODUÇÃO A norma ISO 14001 faz parte de um conjunto mais amplo de normas intitulado ISO série 14000. Este grupo

Leia mais

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL: um relato de experiência de dois estagiários de psicologia MESQUITA NETO, Rui 1 DIAS, Vanessa Aparecida 2 NUNES, Ruth Vieira 3 RESUMO A organização depende das pessoas para atingir

Leia mais

SÉRIE ISO 14000 SÉRIE ISO 14000

SÉRIE ISO 14000 SÉRIE ISO 14000 1993 - CRIAÇÃO DO COMITÊ TÉCNICO 207 (TC 207) DA ISO. NORMAS DA : ISO 14001 - SISTEMAS DE - ESPECIFICAÇÃO COM ORIENTAÇÃO PARA USO. ISO 14004 - SISTEMAS DE - DIRETRIZES GERAIS SOBRE PRINCÍPIOS, SISTEMAS

Leia mais

COMPETÊNCIA, CONSCIENTIZAÇÃO E TREINAMENTO

COMPETÊNCIA, CONSCIENTIZAÇÃO E TREINAMENTO COMPETÊNCIA, CONSCIENTIZAÇÃO E TREINAMENTO OBJETIVO DA SEÇÃO Esta seção apresenta a Competência, Conscientização e do Sistema da Qualidade da TELEDATA que atende ao item 6.2.2 Norma ISO 9001:2008. DIRETRIZES

Leia mais

Sistemas de Gestão Ambiental O QUE MUDOU COM A NOVA ISO 14001:2004

Sistemas de Gestão Ambiental O QUE MUDOU COM A NOVA ISO 14001:2004 QSP Informe Reservado Nº 41 Dezembro/2004 Sistemas de Gestão O QUE MUDOU COM A NOVA ISO 14001:2004 Material especialmente preparado para os Associados ao QSP. QSP Informe Reservado Nº 41 Dezembro/2004

Leia mais

ISO 14000. ISO 14000 Edição Junho / 2006 - Rev.0 C-1

ISO 14000. ISO 14000 Edição Junho / 2006 - Rev.0 C-1 MÓDULO C REQUISITOS DA NORMA AMBIENTAL ISO 14001 ISO 14000 Edição Junho / 2006 - Rev.0 C-1 REQUISITOS DA NORMA AMBIENTAL ISO 14001/04 Sumário A.) A Organização ISO...3 B.) Considerações sobre a elaboração

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

Informações sobre o Curso de Administração

Informações sobre o Curso de Administração Objetivo Geral do Curso: Informações sobre o Curso de Administração Prover a sociedade de profissional dotado de senso crítico e comportamento ético-profissional qualificado. Um Administrador criativo,

Leia mais

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador, Bahia Brasil. ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão

Leia mais

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE DESCRIÇÕES DOS NÍVEIS APRENDIZ SABER Aprende para adquirir conhecimento básico. É capaz de pôr este conhecimento em prática sob circunstâncias normais, buscando assistência

Leia mais

Organização da Aula. Gestão de Recursos Humanos. Aula 2. Liderança X Gerenciamento. Contextualização. Empreendedor Conflitos.

Organização da Aula. Gestão de Recursos Humanos. Aula 2. Liderança X Gerenciamento. Contextualização. Empreendedor Conflitos. Gestão de Recursos Humanos Aula 2 Profa. Me. Ana Carolina Bustamante Organização da Aula Liderança Competências gerenciais Formação de equipes Empreendedor Liderança X Gerenciamento Conceito e estilos

Leia mais

Evolução do uso de competências para remuneração

Evolução do uso de competências para remuneração Tema: Competências e Instrumentos de Análise de Desempenho na Gestão da Remuneração: Experiências e Lições dos Principais Grupos Empresariais do Brasil José Hipólito Evolução do uso de competências para

Leia mais

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades;

Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades; POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE OBJETIVO Esta Política tem como objetivos: - Apresentar as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente as inovações

Leia mais

FACULDADE ESTÁCIO DE SANTO ANDRÉ SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1

FACULDADE ESTÁCIO DE SANTO ANDRÉ SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO 1 CURSO: CST em Gestão em Recursos Humanos MISSÃO DO CURSO A missão do Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos da ESTÁCIO EUROPAN consiste em formar

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR PROJETO INTEGRADOR 1. INTRODUÇÃO Conforme as diretrizes do Projeto Pedagógico dos Cursos Superiores de Tecnologia da Faculdade Unida de Suzano

Leia mais

2 Seminário de Engenharia Química. Silvia Binda 1

2 Seminário de Engenharia Química. Silvia Binda 1 2 Seminário de Engenharia Química Silvia Binda 1 Inter-relação entre o conceito de qualidade, gestão da qualidade e elementos que a compõem QUALIDADE Gestão da Qualidade Habilidade de um conjunto de características

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING

ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING ESTRUTURA CURRICULAR DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MBA EM GESTÃO DE PESSOAS, LIDERANÇA E COACHING CENÁRIO E TENDÊNCIAS DOS NEGÓCIOS 8 h As mudanças do mundo econômico e as tendências da sociedade contemporânea.

Leia mais

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão Desenvolve Minas Modelo de Excelência da Gestão O que é o MEG? O Modelo de Excelência da Gestão (MEG) possibilita a avaliação do grau de maturidade da gestão, pontuando processos gerenciais e resultados

Leia mais

PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS

PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS PRÁTICAS ADMINISTRATIVAS DA GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS INTEGRADAS ÀS ESTRATÉGIAS ORGANIZACIONAIS Marino, Reynaldo Discente do Curso de Psicologia da Faculdade de Ciências da Saúde - FASU/ACEG GARÇA/SP-

Leia mais

Remuneração e Avaliação de Desempenho

Remuneração e Avaliação de Desempenho Remuneração e Avaliação de Desempenho Objetivo Apresentar estratégias e etapas para implantação de um Modelo de Avaliação de Desempenho e sua correlação com os programas de remuneração fixa. Programação

Leia mais

NBR ISO 9001/2000 NBR ISO 9004/2000

NBR ISO 9001/2000 NBR ISO 9004/2000 NBR ISO 9001/2000 NBR ISO 9004/2000 2 Prefácio 3 A ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas é o Fórum Nacional de Normatização. As Normas Brasileiras, cujo conteúdo é de responsabilidade dos Comitês

Leia mais

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES AVALIAÇÃO DE COLABORADORES RESUMO A preocupação com o desempenho dos colaboradores é um dos fatores que faz parte do dia-a-dia da nossa empresas. A avaliação de desempenho está se tornando parte atuante

Leia mais

Introdução à ISO 9001:2015

Introdução à ISO 9001:2015 Trilhando o caminho das mudanças da nova versão Clique aqui para para conhecer-me. Introdução à ISO 9001:2015 Apresentar e interpretar As mudanças da norma versão da ABNT ISO 9001:2015 em relação à ABNT

Leia mais

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO

CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL. LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO CLIMA E CULTURA ORGANIZACIONAL NO AMBIENTE EMPRESARIAL LIMA, Sílvia Aparecida Pereira 1 RESUMO A presente pesquisa aborda os conceitos de cultura e clima organizacional com o objetivo de destacar a relevância

Leia mais

hem.consultoria@terra.com.br

hem.consultoria@terra.com.br Conceito Básico: Gestão do Conhecimento Significa rever, organizar as políticas, processos e ferramentas de gestão e tecnológicas frente a uma melhor compreensão dos processos de GERAÇÃO, IDENTIFICAÇÃO,

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

Controles Internos e Governança de TI. Charles Holland e Gianni Ricciardi

Controles Internos e Governança de TI. Charles Holland e Gianni Ricciardi Controles Internos e Governança de TI Para Executivos e Auditores Charles Holland e Gianni Ricciardi Alguns Desafios da Gestão da TI Viabilizar a inovação em produtos e serviços do negócio, que contem

Leia mais

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação O Valor da TI Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação 2010 Bridge Consulting

Leia mais

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12 Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12 Questões sobre o tópico Desenvolvimento e treinamento de pessoal: levantamento de necessidades, programação, execução e avaliação. Olá Pessoal, hoje veremos outro

Leia mais

AUDITORIA DE DIAGNÓSTICO

AUDITORIA DE DIAGNÓSTICO 1.1 POLíTICA AMBIENTAL 1.1 - Política Ambiental - Como está estabelecida e documentada a política e os objetivos e metas ambientais dentro da organização? - A política é apropriada à natureza e impactos

Leia mais

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL SGA ISO 14.001:2004 O que é ISO? A ISO - International Organization for Standardization é uma organização sediada em Genebra, na Suíça. Foi fundada em 1946; A sigla ISO foi

Leia mais

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Planejamento do Gerenciamento das Comunicações (10) e das Partes Interessadas (13) PLANEJAMENTO 2 PLANEJAMENTO Sem 1 Sem 2 Sem 3 Sem 4 Sem 5 ABRIL

Leia mais

Ilca Maria Moya de Oliveira

Ilca Maria Moya de Oliveira Plano de Desenvolvimento Relação Ergonomia e Moda e Educação Corporativa Ilca Maria Moya de Oliveira Segundo Dutra (2004), a preparação para o futuro exige investimentos simultâneos: um na modernização

Leia mais

Programa de Capacitação

Programa de Capacitação Programa de Capacitação 1. Introdução As transformações dos processos de trabalho e a rapidez com que surgem novos conhecimentos e informações têm exigido uma capacitação permanente e continuada para propiciar

Leia mais

INFORMAÇÕES ADICIONAIS

INFORMAÇÕES ADICIONAIS APRENDA SOBRE GOVERNANÇA DE TI Programa de Qualificação COBIT 5 Presencial ou EAD O COBIT 5 define as necessidades das partes interessadas da empresa como ponto de partida das atividades de governança

Leia mais

MBA Executivo em Gestão de Pessoas

MBA Executivo em Gestão de Pessoas ISCTE BUSINESS SCHOOL INDEG_GRADUATE CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA Executivo em Gestão de Pessoas www.strong.com.br/alphaville - www.strong.com.br/osasco - PABX: (11) 3711-1000 MBA

Leia mais

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7. Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.5, 7.5.1, 7.5.2, 7.6, 7.6.1, 7.6.2 Exercícios 7 Competência

Leia mais

Relatório de Competências

Relatório de Competências ANÁLISE CALIPER DO POTENCIAL DE DESEMPENHO PROFISSIONAL Relatório de Competências LOGO CLIENTE CALIPER Avaliação de: Sr. Márcio Modelo Preparada por: Consultora Especializada Caliper e-mail: nome@caliper.com.br

Leia mais

Módulo 3: Gerenciamento da Qualidade, dos Recursos Humanos e das Comunicações

Módulo 3: Gerenciamento da Qualidade, dos Recursos Humanos e das Comunicações ENAP Diretoria de Desenvolvimento Gerencial Coordenação Geral de Educação a Distância Gerência de Projetos - Teoria e Prática Conteúdo para impressão Módulo 3: Gerenciamento da Qualidade, dos Recursos

Leia mais

A Norma Brasileira: ABNT NBR 16001:2004

A Norma Brasileira: ABNT NBR 16001:2004 A Norma Brasileira: ABNT NBR 16001:2004 São Paulo, 17 de junho de 2010 1 Retrospectiva Dezembro de 2003 - Criado o ABNT/GTRS para discutir posição brasileira em relação ao desenvolvimento de uma norma

Leia mais

Curso Balanced Scorecard como ferramenta de Gestão por Indicadores

Curso Balanced Scorecard como ferramenta de Gestão por Indicadores Curso Balanced Scorecard como ferramenta de Gestão por Indicadores O Planejamento Estratégico deve ser visto como um meio empreendedor de gestão, onde são moldadas e inseridas decisões antecipadas no processo

Leia mais

Avaliação dos critérios dos programas de fomento à Inovação Tecnológica Pág. 2 de 11 RESUMO

Avaliação dos critérios dos programas de fomento à Inovação Tecnológica Pág. 2 de 11 RESUMO o Avaliação dos critérios dos programas de fomento à Inovação Tecnológica Pág. 2 de 11 RESUMO O intuito deste estudo é analisar os critérios de avaliação da viabilidade técnica e econômica dos projetos

Leia mais

Marcel Menezes Fortes II CONGRESSO BRASILEIRO DE ACREDITAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM SERGIPE

Marcel Menezes Fortes II CONGRESSO BRASILEIRO DE ACREDITAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM SERGIPE Marcel Menezes Fortes II CONGRESSO BRASILEIRO DE ACREDITAÇÃO E CERTIFICAÇÃO EM SERGIPE 1 Agradecimentos e reflexões iniciais 2 Normas e Sistema de Gestão Integrado 3 Modelo de Excelência na Gestão 4 Interfaces

Leia mais

A importância da Educação para competitividade da Indústria

A importância da Educação para competitividade da Indústria A importância da Educação para competitividade da Indústria Educação para o trabalho não tem sido tradicionalmente colocado na pauta da sociedade brasileira, mas hoje é essencial; Ênfase no Direito à Educação

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

Sistemas de gestão da qualidade Diretrizes para melhorias de desempenho

Sistemas de gestão da qualidade Diretrizes para melhorias de desempenho OUT/2000 PROJETO NBR ISO 9004:2000 ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas Sistemas de gestão da qualidade Diretrizes para melhorias de desempenho Sede: Rio de Janeir o Av. Treze de Maio, 13 28º

Leia mais

Organização de Gerenciamento de Processos. Palestrante: Samyra Salomão

Organização de Gerenciamento de Processos. Palestrante: Samyra Salomão Organização de Gerenciamento de Processos Palestrante: Samyra Salomão Contextualização O foco do gerenciamento de processos de negócio pode também modificar a forma como os executivos pensam e estruturam

Leia mais

Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia

Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia Estratégia de Operações - Modelos de Formulação - Jonas Lucio Maia Processo de EO Procedimentos que são, ou podem ser, usados para formular as estratégias de operações que a empresa deveria adotar (SLACK,

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

Prof Elly Astrid Vedam

Prof Elly Astrid Vedam Prof Elly Astrid Vedam Despertar e saber lidar com os mecanismos de liderança e se preparar para a gestão de pequenos e médios negócios; Identificar conflitos no ambiente de seu negócio, calculando e avaliando

Leia mais

Módulo 3. Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 6.2, 6.2.1, 6.2.2, 6.2.3, 6.2.4, 6.2.5, 6.3, 6.4, 6.4.1, 6.4.2, 6.4.

Módulo 3. Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 6.2, 6.2.1, 6.2.2, 6.2.3, 6.2.4, 6.2.5, 6.3, 6.4, 6.4.1, 6.4.2, 6.4. Módulo 3 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 6.2, 6.2.1, 6.2.2, 6.2.3, 6.2.4, 6.2.5, 6.3, 6.4, 6.4.1, 6.4.2, 6.4.3 Exercícios 6.2 Iniciando a auditoria/ 6.2.1 Designando o líder da equipe

Leia mais

MMX - Controladas e Coligadas

MMX - Controladas e Coligadas POLITICA CORPORATIVA PC. 1.16.01 Política de Meio Ambiente Emissão: 02/10/06 1 Objetivo: Estabelecer diretrizes visando proteger os recursos naturais e o meio ambiente em todas das unidades operacionais.

Leia mais

O sucesso na Interaçao com o Conselho

O sucesso na Interaçao com o Conselho 24-09-2013 14:45 O sucesso na Interaçao com o Conselho Jose Francisco Moraes QAIP Team Leader IIA Brasil ESTOU PREPARADO PARA: SER PROMOVIDO? Promovido = dar publicidade a uma imagem pessoal desejada Foco

Leia mais

DRAFT ISO 9001:2015. Fabio Alves 28/10/2013 CLIENT LOGO. DNV Business Assurance. All rights reserved.

DRAFT ISO 9001:2015. Fabio Alves 28/10/2013 CLIENT LOGO. DNV Business Assurance. All rights reserved. Fabio Alves CLIENT LOGO 26 anos de certificação ISO 9001 Primeira publicação para atender a Comunidade Comum Europeia Pequenas alterações principalmente em manutenção de equipamentos Alterações importantes,

Leia mais

NORMA NBR ISO 9001:2008

NORMA NBR ISO 9001:2008 NORMA NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA)

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) A administração participativa é uma filosofia ou política de administração de pessoas, que valoriza sua capacidade de tomar decisões e resolver problemas,

Leia mais

ABNT NBR ISO/IEC 27002:2005

ABNT NBR ISO/IEC 27002:2005 ABNT NBR ISO/IEC 27002:2005 Código de prática para a gestão da segurança da informação A partir de 2007, a nova edição da ISO/IEC 17799 será incorporada ao novo esquema de numeração como ISO/IEC 27002.

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais