Gestão de Pessoas no Sistema Único de Saúde: o desafio da qualidade de vida no trabalho

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Gestão de Pessoas no Sistema Único de Saúde: o desafio da qualidade de vida no trabalho"

Transcrição

1 Gestão de Pessoas no Sistema Único de Saúde: o desafio da qualidade de vida no trabalho Aluno: Gilson Luiz Borges Corrêa 1 Orientador: Marcos Baptista Lopez Dalmau 2 Tutora: Isadora de Souza Bernardini 3 Resumo Este trabalho teve como objetivo refletir sobre o desafio dos gestores públicos para desenvolverem práticas de Qualidade de Vida no Trabalho no Sistema Único de Saúde. Para a realização deste estudo, os procedimentos metodológicos incluíram a pesquisa bibliográfica qualitativa e exploratória em fontes publicadas em livros, revistas técnicas especializadas e em meios eletrônicos. A pesquisa sugere que a Qualidade de Vida no Trabalho seja um dos eixos fundamentais para os gestores públicos migrarem da administração tradicional para um modelo que privilegie práticas modernas de intersetorialidade e de gerenciamento humanizado. Palavras-chave: Gestão de Pessoas. Sistema Único de Saúde. Qualidade de Vida no Trabalho. Abstract This study aimed to reflect on the challenge of public managers to develop practices of Quality of Work Life in the Unified Health System. For the realization of this study the methodological procedures were qualitative and exploratory bibliographic research through sources published in books, specialized magazines and electronic means. The research suggests that the Quality of Work Life is one of the fundamental axes for public managers migrate from traditional management to a model that privileges modern practices of intersectoriality and humanized management. Key words: People Management. Unified Health System. Quality of Work Life. 1 Mestre em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria (1995). 2 Doutor em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Santa Catarina (2003). 3 Mestre em Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina (2012). Possui graduação em Ciências da Administração pela Universidade Federal de Santa Catarina (2008).

2 Gestão de Pessoas no Sistema Único de Saúde: o desafio da qualidade de vida no trabalho 1 Introdução As relações capital-trabalho sofreram profundas modificações ao longo dos anos, influenciadas pelo desenvolvimento econômico e tecnológico das doutrinas humanistas e das ciências comportamentais (TONELLI; LACOM- BE; CALDAS, 2002). Na área da saúde, particularmente no SUS, tornou-se imperativo ocorrerem mudanças, principalmente na forma de gerir pessoas, incorporando uma nova concepção sistêmica, com entendimento de que uma organização funciona através de um conjunto de partes interagentes, na qual as pessoas são parceiras e não mero recurso produtivo. Administrar bem se tornou sinônimo de planejar bem e de modo estratégico. Um bom gestor público, para cumprir integralmente suas funções administrativas, deverá contemplar os anseios da sociedade e governar com eficácia, eficiência e efetividade, em qualquer esfera onde atue, seja ela federal, estadual ou municipal. Para planejar estrategicamente e governar seguindo diretrizes e princípios éticos na política de recursos humanos do SUS, o gestor precisa reconhecer a importância das pessoas, das relações interpessoais e do comportamento humano, administrando com uma visão multidimensional, primando pela qualidade de vida, sem dissociar-se dos objetivos e das ações da própria instituição. Contemporaneamente, são inúmeras as dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores no ambiente laboral, exigindo uma postura mais flexível dos gestores para a superação dos desafios, impostos principalmente por jornadas longas e ambientes insalubres, provocados pela presença de fatores físicos e psicológicos prejudiciais. As atividades nocivas resultam frequentemente em estresse, doenças degenerativas, baixo rendimento na produtividade e afastamentos por longos períodos dos postos de trabalho. Para auxiliar na construção de modelos mais humanizados e menos conflitantes é que se utiliza essa importante ferramenta de gestão de pessoas, definida como Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) com o objetivo de proporcionar um ambiente e condições de trabalho mais seguras e saudáveis aos colaboradores. Essa concepção também precisa estar inserida nas organizações públicas, particularmente na área da saúde. Esse novo cenário em que o capital humano é reconhecidamente valorizado em sua habilidade, capacidade e conhecimento permitirá vislumbrar um 106 Coleção Gestão da Saúde Pública Volume 3

3 Gilson Luiz Borges Corrêa # Marcos Baptista Lopez Dalmau # Isadora de Souza Bernardini ambiente organizacional saudável, participativo e transformador, otimizando os objetivos propostos. De acordo com Chiavenato (1999, p. 17): As pessoas não são recursos que a organização consome, utiliza e produzem custos. Ao contrário, as pessoas constituem fator de competitividade, da mesma forma que o mercado e a tecnologia. As informações sobre gestão de pessoas contidas na literatura são bastante amplas, no tocante à administração privada. No entanto, são escassas quanto à administração pública. Quando o assunto é estendido para a área da QVT, a dificuldade em buscar amparo conceitual e bibliográfico é ainda maior. No âmbito do SUS, objeto principal deste estudo, as publicações na área de gestão de pessoas voltadas para QVT são muito recentes e pontuais, exigindo análise criteriosa dos modelos já desenvolvidos para que se obtenham informações adequadas dentro da realidade de cada esfera, respeitando as peculiaridades das diferentes regiões do país, resultando em sucesso na sua aplicabilidade. Este estudo tem como objetivo analisar a literatura pesquisada referente à gestão de pessoas no SUS, refletindo sobre o importante desafio a ser enfrentado pelos gestores públicos da área da saúde para desenvolver e aplicar práticas modernas de intersetorialidade e gerenciamento humanizado ligadas à QVT, e, desse modo, consolidar e materializar efetivamente as premissas constitucionais que regem esse sistema tão complexo, com abrangência tripartite. 2 Procedimentos Metodológicos Para a realização deste trabalho, o procedimento metodológico utilizado foi a pesquisa bibliográfica qualitativa e exploratória, por meio de fontes secundárias publicadas em livros e em revistas técnicas especializadas, disponíveis no acervo da biblioteca da Universidade Federal de Santa Catarina. Além disso, foi realizada pesquisa telemática para a busca de artigos publicados nas bases de dados Scielo, LILACS e Portal CAPES, incluindo trabalhos disponíveis on-line, acessados em sites da internet, utilizando-se como principais descritores: Gestão de pessoas; SUS; Administração pública e QVT. Para a área de Gestão de pessoas foram consultados autores como Chiavenato (1999), Dutra (2002), França Jr. e Pillati (2004), Gil (2001), Girardi (2011), Oliveira (2006), Pedro (2005/6) e Saviani (1997). Na área de Administração pública, Silva (1983), Simões (2004) e Niero (2009). Coleção Gestão da Saúde Pública Volume 3 107

4 Gestão de Pessoas no Sistema Único de Saúde: o desafio da qualidade de vida no trabalho As informações obtidas foram organizadas em categorias de análise, abordando tópicos sobre implantação e funcionamento do SUS, intersetorialidade e gerenciamento humanizado. Nesse contexto, este é um trabalho de cunho básico, limitado à realidade do SUS, restringindo-se aos autores pesquisados no segundo semestre do ano de 2012 e que poderá ser ampliado e atualizado em estudos futuros. 3 O SUS e a Gestão de Pessoas Para entender a evolução da gestão de pessoas nas administrações públicas na área da saúde, é necessário contextualizar o tema com a criação do SUS. Esse sistema foi concebido sob a égide da Constituição Federal de 1988 e posteriormente regulamentado pela Lei n /90, conhecida como Lei Orgânica da Saúde, e pela Lei n /90, que dispõe sobre a participação dos cidadãos no controle social. No período que antecedeu a criação do SUS, o Brasil vivia sob a opressão do regime militar e foi palco de diversas lutas contra a ditadura e seu modelo arcaico de administração, principalmente nas questões sociais. Movimentos como a reforma sanitária lutavam contra um modelo ultrapassado de assistência à saúde, que defendia programas limitados de promoção de saúde e prevenção de doenças. A assistência médica era desenvolvida pelo Instituto Nacional de Assistência Médica da Previdência Social (INAMPS), sendo necessário que as pessoas contribuíssem com a previdência social para terem direito ao atendimento, explicitando uma evidente atitude assistencial privatista, cuja prática médica curativa e individual prevalecia em detrimento das ações coletivas. (SILVA, 1983) O principal objetivo do SUS foi implementar uma política de socialização do atendimento em saúde, reduzindo as desigualdades assistenciais e criando a obrigatoriedade e a gratuidade no atendimento a qualquer cidadão, em todo território nacional. O advento do SUS trouxe grandes avanços na democratização dos serviços de saúde, permitindo a inclusão de uma enorme parcela da população brasileira que, até seu surgimento, estava excluída de diversos benefícios sociais, incluindo o direito assistencial à saúde. Nesse sentido, foi necessário que o novo sistema fosse alicerçado e construído sobre princípios e diretrizes sólidas (Quadro 1), garantindo não apenas a transição que o momento exigia, mas também a concretização dos 108 Coleção Gestão da Saúde Pública Volume 3

5 Gilson Luiz Borges Corrêa # Marcos Baptista Lopez Dalmau # Isadora de Souza Bernardini anseios da população brasileira por inclusão e justiça social. Assim, a Lei n /90 dispõe a respeito de diversas condições, direitos e deveres necessários à organização e funcionamento das ações e serviços de saúde no SUS. Diretriz/Princípio UNIVERSALIDADE EQUIDADE INTEGRALIDADE REGIONALIZAÇÃO E HIERARQUIZAÇÃO RESOLUTIVIDADE DESCENTRALIZA- ÇÃO Pressuposto Através da universalidade todo e qualquer cidadão tem o direito de acesso a todos os serviços de saúde, sejam públicos ou contratados pelo poder público. A saúde é um direito do cidadão e dever dos Governos: municipal, estadual e federal. É a garantia de que todo cidadão é igual perante o SUS e será atendido nos serviços de saúde em qualquer nível de complexidade de assistência, conforme cada caso requeira, sem privilégios e/ou barreiras até o limite do que o sistema pode oferecer. É a compreensão de que o homem é um ser integral e deverá ser atendido por um sistema integrado pelas ações que visam promover, proteger e recuperar a saúde. Os serviços devem ser organizados em níveis de complexidade crescente, dispostos numa área geográfica delimitada e com a definição da população-alvo. O acesso aos serviços deverá se dar em nível primário e seguir a hierarquia dos níveis de atenção, segundo a necessidade de resolução do problema. A rede de serviços deverá ser organizada de forma hierarquizada e regionalizada para permitir um conhecimento maior dos problemas de saúde a serem enfrentados na sua área de abrangência, favorecendo as ações de vigilância epidemiológica, sanitária, controle de vetores, educação à saúde, além da assistência ambulatorial e hospitalar nos diferentes níveis de complexidade. É a capacidade do serviço de enfrentar e de resolver o(s) problema(s) de saúde utilizando plenamente sua capacidade instalada até o limite de sua competência. É compreendida como a redistribuição de responsabilidades em toda a rede de serviços, em todas as esferas de governo (municipal, estadual e federal), buscando um maior compromisso de todos na solução dos problemas de saúde da população de sua responsabilidade. Coleção Gestão da Saúde Pública Volume 3 109

6 Gestão de Pessoas no Sistema Único de Saúde: o desafio da qualidade de vida no trabalho PARTICIPAÇÃO DA COMUNIDADE É a garantia constitucional de que a população, através de suas entidades representativas e de classe, participará do processo de formulação das políticas de saúde e do controle de sua execução em todos os níveis de governo, desde o federal até o local. Essa participação deverá se dar através dos conselhos de saúde, com representação paritária de usuários, governo, profissionais de saúde e prestadores de serviços. Quadro 1: Principais doutrinas e princípios constitucionais que regem o SUS Fonte: Adaptado de Shakti (2009) e Brasil (1990) Dessa forma percebe-se a gigantesca mudança de perspectiva oferecida pelo novo sistema, especialmente nos campos das políticas econômicas e sociais, já que defende como elementos centrais as práticas da cidadania, da equidade, da integralidade, da universalização no atendimento e da descentralização político-administrativa, todos esses componentes com fortes traços democráticos. No Brasil, foram renovadas as esperanças da população excluída de sair de um modelo ultrapassado, autoritário e centralizador e passar a vivenciar direitos coletivos de saúde e assistência social. Além disso, o grande estrato populacional, outrora considerado indigente quanto à assistência médica, agora poderia desfrutar de um atendimento gratuito e com a qualidade almejada, intrínseca em tão nobres princípios e diretrizes. Naturalmente, o SUS despertou nos novos usuários um desejo crescente de assistência, com aumento na demanda de serviços. Os atendimentos passaram a contemplar desde intervenções de menor complexidade, como internações de crianças com diarreia, até procedimentos altamente complexos, como a realização de transplantes de órgãos e cirurgias cardíacas. (BRASIL, 2002) Foi necessário criar uma complexa rede de assistência, com abrangência nacional, que pudesse atender essa demanda nas diferentes regiões da federação, considerando a diversidade e a heterogeneidade de cunho político, econômico e social, presentes num país com dimensões continentais. Para programar isso, optou-se por um desenho organizacional em que os serviços de saúde devem ter gerenciamento descentralizado, serem em uma área geográfica delimitada, com uma população definida, produzindo ações e serviços regionalizados e hierarquizados, em níveis de complexidade crescente. (SIMÕES, 2004) 110 Coleção Gestão da Saúde Pública Volume 3

7 Gilson Luiz Borges Corrêa # Marcos Baptista Lopez Dalmau # Isadora de Souza Bernardini Essa configuração de assistência descentralizada trouxe aos gestores municipais o maior desafio a ser enfrentado, ou seja: como prestar um atendimento de qualidade trabalhando em um modelo tão complexo, em que as competências e a capacidade político-institucional vinculam-se à transferência de recursos? O próprio Ministério da Saúde admite as dificuldades financeiras e de pessoal enfrentadas por muitos municípios que [...] operam suas ações e serviços de saúde em condições desfavoráveis, caracterizados pela insuficiência de recursos financeiros e equipes para atender às demandas dos usuários, seja em volume, seja em complexidade - resultado de uma conjuntura social de extrema desigualdade. (BRASIL, 2009, p. 43) Assim, a Lei Orgânica da Saúde detalha as competências de cada esfera governamental ficando claro para os municípios sua maior responsabilidade na execução das ações e serviços. Um exemplo disso é a responsabilização sanitária, em que o gestor municipal, [...] para assegurar o direito à saúde de seus munícipes, deve assumir a responsabilidade pelos resultados, buscando reduzir os riscos, a mortalidade e as doenças evitáveis, a exemplo da mortalidade materna e infantil, da hanseníase e da tuberculose. (BRASIL, 2009, p. 12) No tocante à gestão de pessoas encontra-se forte dualidade entre a implantação do SUS e sua consolidação, visto que não se pode separar completamente os recursos humanos da geração de serviços e dos objetivos organizacionais. As modernas teorias administrativas reforçam o pensamento de que a articulação saudável entre os diversos setores de uma organização e o capital humano são o melhor caminho para conciliar bons resultados com qualidade de vida, de trabalho e satisfação da coletividade. Harmonizar essas expectativas, entre as organizações públicas da saúde e as pessoas que nelas trabalham, tornou-se um imenso desafio de gestão. De acordo com Bergue (2007, p. 18), articular essas competências exige um [...] esforço orientado para o suprimento, a manutenção e o desenvolvimento de pessoas nas organizações públicas, em con- Coleção Gestão da Saúde Pública Volume 3 111

8 Gestão de Pessoas no Sistema Único de Saúde: o desafio da qualidade de vida no trabalho formidade com os ditames constitucionais e legais, observadas as necessidades e condições do ambiente em que se inserem. Nessa perspectiva, fica evidente a enorme importância que os servidores ocupam no complexo sistema de saúde brasileiro, exigindo dos gestores uma avaliação das técnicas de gestão de pessoas, reconhecendo que não se podem auferir resultados de bem-estar coletivo e qualidade de vida no trabalho se os componentes principais da força de trabalho não receberem tratamento igualitário, no tocante aos princípios éticos e organizacionais que norteiam o SUS, pois isso abarcaria um escopo administrativo com traços tecnocráticos, próprio de regimes repressivos e de exclusão. Exatamente por isso, a interação deve ser particularmente estudada com profissionais da área da saúde, devido à interface estabelecida pela exigência de cuidados especiais dispensados às pessoas com sofrimento, dor e, até mesmo, a morte, o que cria uma dinâmica diferenciada de trabalho. (MONTEIRO, 2009) Assim, é permissível sugerir um conceito para qualidade de vida no trabalho, o que segundo Albuquerque e Limongi-França (1998, p. 41) é [...] um conjunto de ações de uma empresa que envolve diagnóstico e implantação de melhorias e inovações gerenciais, tecnológicas e estruturais, dentro e fora do ambiente de trabalho, visando propiciar condições plenas de desenvolvimento humano para e durante a realização do trabalho. No entanto, colocar em prática, ações que contemplem e valorizem o ser humano nas organizações públicas como o SUS, passa pelo reconhecimento, por parte dos gestores, de que é fundamental ter um novo olhar sobre os colaboradores, não apenas focado como recurso produtivo, mas com sensibilidade para perceber suas verdadeiras necessidades biopsicossociais. Esse olhar sistêmico sobre as pessoas que fazem parte de uma organização pública da área da saúde é reconhecido atualmente como intersetorialidade, uma ferramenta de gestão que permite resgatar valores ambientais e humanos, geralmente negligenciados pelas sociedades industriais, mas que, quando aplicados no ambiente de trabalho, ampliam verdadeiramente o conceito de qualidade de vida. 112 Coleção Gestão da Saúde Pública Volume 3

9 Gilson Luiz Borges Corrêa # Marcos Baptista Lopez Dalmau # Isadora de Souza Bernardini 4 Gestão de Pessoas no SUS: a intersetorialidade, como nexo para qualidade de vida no trabalho Identificada como uma prática de gestão ligada à QVT, a intersetorialidade amplia o conceito de direito à saúde, não sendo vista apenas como ausência de doença, mas o resultado da combinação de vários fatores, como acesso à alimentação, moradia, saneamento básico, meio ambiente, trabalho, renda, educação, transporte, lazer e cultura. De acordo com Bernardi et al. (2010, p. 137), esses são elementos determinantes e condicionantes para uma melhor qualidade de vida, e um gestor público [...] precisa articular políticas de educação, assistência, habitação, trabalho além da readequação dos serviços profissionais e instituições de saúde [...], que possam incrementar melhores condições de vida para a população. A intersetorialidade representa na atualidade um dos mais importantes e abrangentes recursos para modificar as ações fragmentadas dos serviços de saúde, em contraponto às ações setoriais. Apesar de desafiadora, quando aplicada, ela permite que as políticas públicas sejam efetivamente mais eficazes e resolutivas, de forma integral. A esse respeito o Ministério da Saúde manifestou-se da seguinte maneira: Como prática de ação política e de gestão, a intersetorialidade parte da compreensão sistêmica dos problemas, com seus determinantes e condicionantes interligados e interdependentes. Na Saúde esse conceito é facilmente compreensível, pois a qualidade de vida é produto de um amplo conjunto de variáveis inter-relacionadas, associadas a diferentes setores da ação pública e social. A obtenção da eqüidade em saúde depende da implementação de políticas públicas intersetoriais, pois as iniqüidades são determinadas pelas desigualdades no acesso, na distribuição e na oferta de bens geradores da qualidade de vida, tais como: renda familiar, trabalho (urbano e rural), emprego, habitação, segurança, saneamento, segurança alimentar e nutricional, eqüidade na qualidade do ensino, lazer e outros. Entre os profissionais de saúde já existe a consciência de que seus saberes e sua atuação setorial são insuficientes para alcançar resultados efetivos e transformadores para problemas complexos e para promover a qualidade de vida da população. Entretanto, há um longo percurso, tanto no Coleção Gestão da Saúde Pública Volume 3 113

10 Gestão de Pessoas no Sistema Único de Saúde: o desafio da qualidade de vida no trabalho plano do saber quanto no plano das práticas, que permita fazer a ruptura do próprio modelo do conhecimento e de formação dos profissionais. (BRASIL, 2004, p ) Nesse entendimento, diversas inferências desafiadoras podem ser feitas em relação às fragilidades do SUS, sendo a principal delas o subfinanciamento crônico ao que o sistema esteve exposto desde sua criação, privando-o de condições reais para ampliação de cobertura e colocando obstáculos à intersetorialidade. Consequentemente surgiu uma grave dicotomia entre seus princípios éticos e organizacionais e as práticas de gestão, particularmente em nível municipal. Para Meireles (2000, p. 78) [...] a administração pública é a gestão de bens e interesses qualificados da comunidade no âmbito federal, estadual ou municipal, segundo os preceitos do Direito e da Moral, visando o bem comum. Quando se reconhece o ser humano como parte interagente primordial dentro de um sistema de trabalho, não se pode compará-lo a uma máquina, passível de manutenção e que facilmente pode ser consertada ou descartada, conforme a conveniência de quem a manipula. As modernas teorias da administração de recursos humanos apontam diversas tendências de valorização dos trabalhadores, buscando sua satisfação, bem-estar e qualidade de vida, nas esferas pessoal, laboral e familiar, primando pela intersetorialidade. A gestão de pessoas, quando realizada de forma correta, torna-se uma excelente vantagem competitiva, pois uma empresa que tem funcionários satisfeitos funciona inteiramente melhor. A empresa pode ter um belo prédio, um produto bastante útil, uma propaganda que marca. Mas se as pessoas que fizerem parte da empresa não se sentirem parte dela, é bem provável que as conseqüências no mercado não sejam as melhores. (AVILA, 2008, p. 7) A QVT deve ser encarada pelos gestores do SUS como a principal ferramenta de gestão dentro das práticas de humanização, visto que, um trabalhador passa grande parte da sua vida no ambiente de trabalho. Os programas visando melhorias na qualidade de vida, a serem implantados nas organizações contemporâneas, devem ter uma visão multidimensional e um enfoque biopsicossocial. A amplitude dessa abordagem pode ser explicada da seguinte forma: 114 Coleção Gestão da Saúde Pública Volume 3

11 Gilson Luiz Borges Corrêa # Marcos Baptista Lopez Dalmau # Isadora de Souza Bernardini Deste modo, numa perspectiva mais abrangente, QVT diz respeito a: remuneração, em seus aspectos de equidade ou justiça interna ou externa; condições de saúde e segurança no trabalho, oportunidades para utilização e desenvolvimento de capacidade, oportunidade de crescimento profissional, com segurança de empregos, renda integração social no ambiente de trabalho, proporção ou nível em que direitos e deveres encontram-se formalmente estabelecidos, cumpridos pela organização, além de valorização da cidadania, imparcialidade nas decisões, influência de trabalho em outras esferas de vida do trabalhador, como por exemplo, as relações familiares e relevância social da vida no trabalho ou valorização e responsabilidade das organizações pelos seus produtos e pelos seus trabalhadores, com implicações na imagem e credibilidade da empresa. (VISSANI; REIS; NOGUEIRA, 2002, p. 6) Já foi visto que administrar esse conjunto de ações positivas, em prol do bem-estar das pessoas nas organizações, é um desafio a ser superado, tanto na administração privada como na pública. Governar em uma perspectiva biopsicossocial exige romper com princípios cartesianos ultrapassados e voltar-se para a dimensão holística (FRANÇA, 1997) dos princípios laborais. Essa nova visão é abordada por França Jr. e Pillati (2004, p. 4) numa conceituação de valores [...] onde o ser humano é visto como um todo integrado, biopsicossocial, onde toda manifestação é complexa e interligada, composto por interfaces, biológica, psicológica e social que reagem simultaneamente aos estímulos recebidos. Coleção Gestão da Saúde Pública Volume 3 115

12 Gestão de Pessoas no Sistema Único de Saúde: o desafio da qualidade de vida no trabalho Esfera Biológica Esfera Psicológica Esfera Social -Sono, alimentação e atividade física; vitami- -Medicação, nas; clíni- -Intervenções cas; -Técnicas de distensão e repouso; -Adequação do estilo de vida às necessidades individuais. -Autoconhecimento; -Métodos: terapêuticos, espirituais e filosóficos; -Busca de convivência menos conflituosa com pares e grupos; -Compensação de frustrações com atividades de autorrealização; -Compreensão dos símbolos e das necessidades dos pares. Quadro 2: Enfoque biopsicossocial Fonte: Adaptado de Limongi-França e Zaima (2002) -Melhoria das condições de vida pessoal e familiar; -Desenvolvimento profissional e cultural; -Interação indivíduo e meio ambiente; -revisão e redimensionamento das formas de organização de trabalho; -Investimento na autogestão da carreira, do sucesso profissional e pessoal. Independente da conotação que o gestor possa dar à QVT, o mais importante é materializar ações práticas que proporcionem ao trabalhador satisfação, bem-estar e condições favoráveis ao desempenho de suas atividades. O enfoque biopsicossocial reivindica melhorias nas condições laborais, especialmente nas ergonômicas, com abrangência física, cognitiva e organizacional. Nesse processo de conhecimento para detectar fatores que possam incrementar a QVT no SUS, pode-se verificar uma diversidade de ações e de programas implantados por grandes empresas que obtiveram resultados positivos (Quadro 3) e que se tornaram referência, como modelos a serem seguidos por outras organizações (ALVES, 2011): Exercícios físicos (Ex: Ginástica laboral) Treinamento e desenvolvimento dos trabalhadores Aumenta a disposição e satisfação dos trabalhadores, tolerância ao estresse, redução do absenteísmo, melhora do relacionamento interpessoal, redução dos acidentes de trabalho, redução dos gastos médicos. Aumento do capital intelectual, aperfeiçoamento, satisfação profissional, aumento da produtividade. 116 Coleção Gestão da Saúde Pública Volume 3

13 Gilson Luiz Borges Corrêa # Marcos Baptista Lopez Dalmau # Isadora de Souza Bernardini Ergonomia Ginástica Laboral Benefícios Avaliação de desempenho Higiene e segurança do trabalho Estudo de cargos e salários Controle de álcool e drogas Preparação para aposentadoria Orientações nutricionais Terapias alternativas Musicoterapia Antitabagismo Aumento do desempenho nas atividades, redução dos acidentes de trabalho. Prevenção e reabilitação de distúrbios ocupacionais, prevenção de acidentes de trabalho, melhor integração entre os trabalhadores, diminuição do absenteísmo, aumento da produtividade. Motivação, satisfação profissional, satisfação das necessidades pessoais, aumento da produtividade. Aumento do desempenho do trabalhador, aumento da produtividade, aumento da satisfação profissional. Gera um ambiente mais saudável, prevenção de riscos à saúde, diminuição dos acidentes de trabalho, diminuição do absenteísmo e rotatividade, aumento da produtividade. Mantêm seus recursos humanos, aperfeiçoamento da administração dos recursos humanos, aumento da motivação e satisfação dos trabalhadores, aumento da produtividade. Redução de riscos, melhora na segurança operacional e da saúde dos trabalhadores, melhora na autoestima, diminuição dos acidentes de trabalho e absenteísmo. Motivação, satisfação profissional, aumento da autoestima, melhora na relação interpessoal, benefícios na vida social e familiar do trabalhador. Diminuição da obesidade, mudança no comportamento de risco, aumento do desempenho, disposição e produtividade. Aumento da tolerância ao estresse, melhora no relacionamento interpessoal e produtividade. Aumento da autoestima, aumento do desempenho profissional, melhora no relacionamento interpessoal, aumento da tolerância ao estresse, prevenção de doenças. Aumento da autoestima, aumento do desempenho, prevenção de doenças. Quadro 3: Ações e/ou programas de promoção da QVT e seus resultados Fonte: Adaptado de Alves (2011) Para Limongi-França e Zaima (2002), a QVT deverá ensejar melhorias e também inovações gerenciais, estruturais e tecnológicas no ambiente labo- Coleção Gestão da Saúde Pública Volume 3 117

14 Gestão de Pessoas no Sistema Único de Saúde: o desafio da qualidade de vida no trabalho ral. Essa visão traduz os principais meios éticos para otimização do potencial humano, capaz de incrementar resultados de satisfação, qualidade e produtividade nas organizações. No contexto do trabalho esta abordagem pode ser associada à ética da condição humana. Esta ética busca desde a identificação, eliminação, neutralização ou controle de riscos ocupacionais observáveis no ambiente físico, padrões de relações de trabalho, carga física e mental requerida para cada atividade, implicações políticas e ideológicas, dinâmica da liderança empresarial e do poder formal até o significado do trabalho em si, relacionamento e satisfação no trabalho. (FRANÇA apud VASCONCELOS, 2001, p. 25) Efetivamente, os benefícios auferidos pelas empresas, através da aplicação de programas objetivando melhorias na QVT nas organizações contemporâneas, vão muito além das relações de trabalho. Quando se consegue a valorização plena do ser humano holístico, o ambiente organizacional torna-se altamente competitivo, criando um diferencial, como competência estratégica inovadora. De acordo com Conte (2003, p. 33) [...] é muito provável que funcionários motivados, capacitados e bem remunerados passem a ter um desempenho acima da média, reduzindo custo, apresentando melhores soluções aos clientes e gerando como desdobramento maior vitalidade financeira [...]. E na motivação estão intrínsecas também, as melhorias no ambiente de trabalho, especialmente nas condições ergonômicas. Particularmente no SUS, para alcançar as vantagens competitivas até aqui apresentadas, os gestores devem ter em mente que aplicar recursos em melhorias de QVT não pode ser encarado como despesa, mas sim investimento num ponto forte, com retorno certo e garantido. Além disso, para tornar a QVT uma ferramenta gerencial efetiva, é fundamental evitar agir com amadorismo, realizando um diagnóstico prévio das intervenções necessárias, dentro da realidade local de cada instituição. Depreende-se, então, que é temerário adotar precipitadamente ações pon- 118 Coleção Gestão da Saúde Pública Volume 3

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO ISSN 1984-9354 QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO JAQUELINE ARAUJO DOS SANTOS (LATEC / UFF) Resumo: Os temas relacionados à qualidade de vida no trabalho estão cada vez mais sendo objeto de estudo e presentes

Leia mais

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL

PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL Qualidade de Vida no Trabalho O conceito de QVT é muito abrangente, e precisa ser definido com clareza, uma vez que as posições profissionais dos trabalhadores dentro de uma organização

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler

Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler Faculdade Internacional de Curitiba MBA em Planejamento e Gestão Estratégica Mapas Estratégicos Prof. Adriano Stadler AULA 5 - PERSPECTIVA DE APRENDIZADO E CRESCIMENTO Abertura da Aula Uma empresa é formada

Leia mais

PT03 - Qualidade de vida no trabalho (QVT)

PT03 - Qualidade de vida no trabalho (QVT) PT03 - Qualidade de vida no trabalho (QVT) BIBLIOGRAFIA Oliveira, Aristeu de. Manual de Salários e Benefícios. 1. ed. São Paulo : Atlas, 2006. Cap. 20 pág. 71 a 73. MAXIMIANO, Antonio César Amaru. Teoria

Leia mais

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO Autoria: Elaine Emar Ribeiro César Fonte: Critérios Compromisso com a Excelência e Rumo à Excelência

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013

PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 25 DE MARÇO DE 2013 Institui as diretrizes gerais de promoção da saúde do servidor público federal, que visam orientar os órgãos e entidades do Sistema de Pessoal Civil da Administração

Leia mais

Administração e Gestão de Pessoas

Administração e Gestão de Pessoas Administração e Gestão de Pessoas Aula Gestão de Pessoas Prof.ª Marcia Aires www.marcia aires.com.br mrbaires@gmail.com Percepção x trabalho em equipe GESTÃO DE PESSOAS A Gestão de Pessoas é responsável

Leia mais

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS. Políticas de Gestão de Pessoas do Ibama COMISSÃO PORTARIA Nº 248/07 P

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS. Políticas de Gestão de Pessoas do Ibama COMISSÃO PORTARIA Nº 248/07 P INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS Políticas de Gestão de Pessoas do Ibama COMISSÃO PORTARIA Nº 248/07 P Deliberações Resumo 1ª reunião: papéis, procedimentos gerais

Leia mais

PLANO DIRETOR DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Brasil: Ministério da Saúde/ANVISA

PLANO DIRETOR DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Brasil: Ministério da Saúde/ANVISA http:///br/resenhas.asp?ed=8&cod_artigo=136 Copyright, 2006. Todos os direitos são reservados.será permitida a reprodução integral ou parcial dos artigos, ocasião em que deverá ser observada a obrigatoriedade

Leia mais

ÊNFASE EM GESTÃO DE PESSOAS

ÊNFASE EM GESTÃO DE PESSOAS MBA DESENVOLVIMENTO AVANÇADO DE EXECUTIVOS ÊNFASE EM GESTÃO DE PESSOAS O MBA Desenvolvimento Avançado de Executivos possui como característica atender a um mercado altamente dinâmico e competitivo para

Leia mais

www.marcelodeelias.com.br Palestras Inteligentes

www.marcelodeelias.com.br Palestras Inteligentes www.marcelodeelias.com.br Palestras Inteligentes Sólidos conteúdos com alegria - essas são algumas características das palestras de Marcelo de Elias. Outra característica marcante: Cada palestra é um projeto

Leia mais

SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SUS: CIDADANIA E DEMOCRACIA NA SAUDE

SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SUS: CIDADANIA E DEMOCRACIA NA SAUDE SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SUS: CIDADANIA E DEMOCRACIA NA SAUDE INTERNACIONAL CONTEXTO HISTÓRICO -1978 Declaração de Alma Ata Cazaquistão: Até o ano de 2000 todos os povos do mundo deverão atingir um nível

Leia mais

HUMANIZAÇÃO NO TRABALHO. MARCIA REGINA DE ALMEIDA (MBA em marketing e gestão de pessoas)

HUMANIZAÇÃO NO TRABALHO. MARCIA REGINA DE ALMEIDA (MBA em marketing e gestão de pessoas) HUMANIZAÇÃO NO TRABALHO ANGELA MARIA RUIZ (MBA em marketing e gestão de pessoas) MARCIA REGINA DE ALMEIDA (MBA em marketing e gestão de pessoas) NILDA APARECIDA NUNES DOS REIS (MBA em marketing e gestão

Leia mais

Diretrizes de Aplicação Saúde mental de servidores públicos da Administração direta, autárquica e funcacional

Diretrizes de Aplicação Saúde mental de servidores públicos da Administração direta, autárquica e funcacional Diretrizes de Aplicação Saúde mental de servidores públicos da Administração direta, autárquica e funcacional CAPÍTULO I PRINCÍPIOS NORTEADORES Art. 1º Os procedimentos em saúde mental a serem adotados

Leia mais

Clima organizacional e o desempenho das empresas

Clima organizacional e o desempenho das empresas Clima organizacional e o desempenho das empresas Juliana Sevilha Gonçalves de Oliveira (UNIP/FÊNIX/UNESP) - jsgo74@uol.com.br Mauro Campello (MC Serviços e Treinamento) - mcampello@yahoo.com Resumo Com

Leia mais

A EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE E A EDUCAÇÃO POPULAR: UMA REVISÃO DA LITERATURA

A EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE E A EDUCAÇÃO POPULAR: UMA REVISÃO DA LITERATURA A EDUCAÇÃO PERMANENTE EM SAÚDE E A EDUCAÇÃO POPULAR: UMA REVISÃO DA LITERATURA Érica Fernanda Nascimento de Souza 1 Renilda Rosa Dias 2 RESUMO O estudo objetivou evidenciar a importância da Educação Popular

Leia mais

Uma Nova Agenda para a Reforma do

Uma Nova Agenda para a Reforma do Uma Nova Agenda para a Reforma do Setor Saúde: Fortalecimento das Funções Essenciais da Saúde Pública e dos Sistemas de Saúde FORO REGIONAL ANTIGUA/GUATEMALA 19-22 DE JULHO DE 2004 PERSPECTIVAS NACIONAIS

Leia mais

CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS

CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS CAPITAL INTELECTUAL COMO VANTAGEM COMPETITIVA NAS ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS Cesar Aparecido Silva 1 Patrícia Santos Fonseca 1 Samira Gama Silva 2 RESUMO O presente artigo trata da importância do capital

Leia mais

humor : Como implantar um programa de qualidade de vida no trabalho no serviço público Profa. Dra. Ana Magnólia Mendes

humor : Como implantar um programa de qualidade de vida no trabalho no serviço público Profa. Dra. Ana Magnólia Mendes Universidade de Brasília -UnB Instituto de Psicologia - IP Departamento de Psicologia Social e do Trabalho - PST Só de Pensar em vir Trabalhar, jáj Fico de mau-humor humor : Como implantar um programa

Leia mais

SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde

SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde Universidade de Cuiabá - UNIC Núcleo de Disciplinas Integradas Disciplina: Formação Integral em Saúde SUS: princípios doutrinários e Lei Orgânica da Saúde Profª Andressa Menegaz SUS - Conceito Ações e

Leia mais

Qualidade de Vida no Trabalho

Qualidade de Vida no Trabalho 1 Qualidade de Vida no Trabalho Alessandra Cristina Rubio¹ Thiago Silva Guimarães² Simone Cristina Fernandes Naves³ RESUMO O presente artigo tem como tema central a Qualidade de Vida no Trabalho, com um

Leia mais

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1

Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I. Atenção Básica e a Saúde da Família 1 Disciplina MSP 0670-Atenção Primária em Saúde I Atenção Básica e a Saúde da Família 1 O acúmulo técnico e político dos níveis federal, estadual e municipal dos dirigentes do SUS (gestores do SUS) na implantação

Leia mais

13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014

13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014 13º - AUDHOSP AUDITORIA NO SUS VANDERLEI SOARES MOYA 2014 AUDITORIA NA SAÚDE Na saúde, historicamente, as práticas, as estruturas e os instrumentos de controle, avaliação e auditoria das ações estiveram,

Leia mais

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08

GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS. Professor Rômulo Passos Aula 08 1 www.romulopassos.com.br / www.questoesnasaude.com.br GRATUITO CURSO COMPLETO DO SUS 17 AULAS 500 QUESTÕES COMENTADAS Professor Rômulo Passos Aula 08 Legislação do SUS Completo e Gratuito Página 1 2 www.romulopassos.com.br

Leia mais

SEMINÁRIO NACIONAL DE SERVIÇO SOCIAL NA PREVIDÊNCIA SOCIAL O SERVIÇO SOCIAL E A SAÚDE DO TRABALHADOR: ATUAÇÃO NO BENEFÍCIO POR INCAPICIDADE

SEMINÁRIO NACIONAL DE SERVIÇO SOCIAL NA PREVIDÊNCIA SOCIAL O SERVIÇO SOCIAL E A SAÚDE DO TRABALHADOR: ATUAÇÃO NO BENEFÍCIO POR INCAPICIDADE SEMINÁRIO NACIONAL DE SERVIÇO SOCIAL NA PREVIDÊNCIA SOCIAL O SERVIÇO SOCIAL E A SAÚDE DO TRABALHADOR: ATUAÇÃO NO BENEFÍCIO POR INCAPICIDADE Ângela Maria Fenner Assistente Social do INSS Conselheira do

Leia mais

TRABALHO SOCIAL COM FAMÍLIAS NO SUAS IRACI DE ANDRADE DRA. SERVIÇO SOCIAL

TRABALHO SOCIAL COM FAMÍLIAS NO SUAS IRACI DE ANDRADE DRA. SERVIÇO SOCIAL TRABALHO SOCIAL COM FAMÍLIAS NO SUAS IRACI DE ANDRADE DRA. SERVIÇO SOCIAL OBJETIVO DO CURSO Capacitar trabalhadores da assistência social para a utilização dos instrumentos técnico-operativos trabalho

Leia mais

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado

Professora Débora Dado. Prof.ª Débora Dado Professora Débora Dado Prof.ª Débora Dado Planejamento das aulas 7 Encontros 19/05 Contextualizando o Séc. XXI: Equipes e Competências 26/05 Competências e Processo de Comunicação 02/06 Processo de Comunicação

Leia mais

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.

AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA. Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com. AGENDA SEBRAE OFICINAS CURSOS PALESTRAS JUNHO A DEZEMBRO - 2015 GOIÂNIA Especialistas em pequenos negócios. / 0800 570 0800 / sebraego.com.br COM O SEBRAE, O SEU NEGÓCIO VAI! O Sebrae Goiás preparou diversas

Leia mais

O SUS que nos queremos...alocação de Recursos Humanos de Enfermagem.

O SUS que nos queremos...alocação de Recursos Humanos de Enfermagem. O SUS que nos queremos...alocação de Recursos Humanos de Enfermagem. Os profissionais enfermeiros nas instituições públicas de saúde têm importante papel sobre as decisões relacionadas à assistência aos

Leia mais

XVI SEMINÁRIO DE PESQUISA DO CCSA ISSN 1808-6381

XVI SEMINÁRIO DE PESQUISA DO CCSA ISSN 1808-6381 GESTÃO DE PESSOAS APLICADA ÀS UNIDADES DE INFORMAÇÃO 1 Mailza Paulino de Brito e Silva Souza 2 Sandra Pontual da Silva 3 Sara Sunaria Almeida da Silva Xavier 4 Orientadora: Profª M.Sc. Luciana Moreira

Leia mais

o pensar e fazer educação em saúde 12

o pensar e fazer educação em saúde 12 SUMÁRIO l' Carta às educadoras e aos educadores.................5 Que história é essa de saúde na escola................ 6 Uma outra realidade é possível....... 7 Uma escola comprometida com a realidade...

Leia mais

MEDICAMENTOS DE ALTO CUSTO: QUEM PAGA A CONTA?

MEDICAMENTOS DE ALTO CUSTO: QUEM PAGA A CONTA? MEDICAMENTOS DE ALTO CUSTO: QUEM PAGA A CONTA? De acordo com a Constituição Federal do Brasil, no capítulo dos direitos sociais, todo cidadão tem o direito à saúde, educação, trabalho, moradia, lazer,

Leia mais

VII - A GESTÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO SUAS NA VISÃO DA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS

VII - A GESTÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO SUAS NA VISÃO DA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS VII - A GESTÃO DA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NO SUAS NA VISÃO DA UNIÃO, ESTADOS E MUNICÍPIOS Secretaria Nacional de Assistência Social 1 2 3 Quando a Comissão Organizadora da VI Conferência Nacional

Leia mais

Secretaria de Saúde e Segurança no Trabalho

Secretaria de Saúde e Segurança no Trabalho PLANO DE DESENVOLVIMENTO DO PROGRAMA NACIONAL DE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHADOR DA FORÇA SINDICAL Projeto FORTALECIMENTO DA POLÍTICA DE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHADOR DA FORÇA SINDICAL PROTOCOLO DE

Leia mais

Planejamento de Recursos Humanos

Planejamento de Recursos Humanos UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Filosofia e Ciências Câmpus de Marília Departamento de Ciência da Informação Planejamento de Recursos Humanos Profa. Marta Valentim Marília 2014 As organizações

Leia mais

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Recursos Humanos 2011-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.

Especial Online RESUMO DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO. Recursos Humanos 2011-1 ISSN 1982-1816. www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais. Especial Online ISSN 1982-1816 www.unifoa.edu.br/cadernos/especiais.html DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO Recursos Humanos 2011-1 DOS TRABALHOS DE CONCLUSÃO DE CURSO LIDERANÇA AUTOCRÁTICA: O RELACIONAMENTO

Leia mais

PROPOSTA PARA O AVANÇO DO MODELO DE GESTÃO DA SABESP

PROPOSTA PARA O AVANÇO DO MODELO DE GESTÃO DA SABESP ASSOCIAÇÃO DOS PROFISSIONAIS UNIVERSITÁRIOS DA SABESP PROPOSTA PARA O AVANÇO DO MODELO DE GESTÃO DA SABESP OUTUBRO, 2002 ASSOCIAÇÃO DOS PROFISSIONAIS UNIVERSITÁRIOS DA SABESP - APU INTRODUÇÃO A Associação

Leia mais

ANEXO ÚNICO POLÍTICA ESTADUAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO ESTADO DE GOIÁS

ANEXO ÚNICO POLÍTICA ESTADUAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO ESTADO DE GOIÁS 1 ANEXO ÚNICO POLÍTICA ESTADUAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO ESTADO DE GOIÁS I. PROPÓSITOS A Política Estadual em Saúde do Trabalhador tem por propósito definir princípios, diretrizes e estratégias para

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br O direito à saúde na Constituição Federal de 1988: caracterização e efetividade Alexandre Gonçalves Lippel* 1. Caracterização do direito à saúde O direito à saúde emerge no constitucionalismo

Leia mais

Rede de Defesa e Segurança

Rede de Defesa e Segurança Rede de Defesa e Segurança 1 PROGRAMA ALIANÇA PELA VIDA Objetivo: Estruturar ações integradas de prevenção, acolhimento e tratamento dos usuários e dependentes de álcool e outras drogas e seus familiares,

Leia mais

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007

PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 PORTARIA NORMATIVA INTERMINISTERIAL Nº- 17, DE 24 DE ABRIL DE 2007 Institui o Programa Mais Educação, que visa fomentar a educação integral de crianças, adolescentes e jovens, por meio do apoio a atividades

Leia mais

Princípios Gerais. Política Nacional de Saúde Integral da População Negra 15/10/2012

Princípios Gerais. Política Nacional de Saúde Integral da População Negra 15/10/2012 Princípios Gerais Política Nacional de Saúde Integral da População Negra PORTARIA Nº 992, DE 13 DE MAIO DE 2009 Profª Carla Pintas A Constituição de 1988 assumiu o caráter de Constituição Cidadã, em virtude

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

Declaração Política do Rio sobre Determinantes Sociais da Saúde

Declaração Política do Rio sobre Determinantes Sociais da Saúde Declaração Política do Rio sobre Determinantes Sociais da Saúde Rio de Janeiro, Brasil - 21 de outubro de 2011 1. Convidados pela Organização Mundial da Saúde, nós, Chefes de Governo, Ministros e representantes

Leia mais

O PEDAGOGO NAS ORGANIZAÇÕES

O PEDAGOGO NAS ORGANIZAÇÕES O PEDAGOGO NAS ORGANIZAÇÕES KOWALCZUK, Lidiane Mendes Ferreira - PUCPR lidianemendesf@gmail.com VIEIRA, Alboni Marisa Dudeque Pianovski - PUCPR alboni@alboni.com Eixo Temático: Formação de Professores

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Pessoas

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Pessoas Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão de Pessoas Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão de Pessoas tem por objetivo o fornecimento de instrumental que possibilite

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS FATOR CHAVE DE SUCESSO PARA AS ORGANIZAÇÕES.

GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS FATOR CHAVE DE SUCESSO PARA AS ORGANIZAÇÕES. 1 GESTÃO ESTRATÉGICA DE PESSOAS FATOR CHAVE DE SUCESSO PARA AS ORGANIZAÇÕES. Alessandra Cristina Rubio¹ Regina Aparecida de Alcântara Gonzaga 1 Thiago Silva Guimarães³ RESUMO É notória e cada vez mais

Leia mais

Ministério da Saúde NORMA OPERACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO SUS NOST-SUS

Ministério da Saúde NORMA OPERACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO SUS NOST-SUS Ministério da Saúde NORMA OPERACIONAL DE SAÚDE DO TRABALHADOR NO SUS NOST-SUS APRESENTAÇÃO O presente documento é resultado de um processo de discussão e negociação que teve a participação de técnicos

Leia mais

Aula 01 - Introdução à Gestão Organizacional e Educação Corporativa

Aula 01 - Introdução à Gestão Organizacional e Educação Corporativa Aula 01 - Introdução à Gestão Organizacional e Educação Corporativa Objetivos da aula: Nesta aula o principal objetivo será conceituar itens que irão embasar o conteúdo das aulas seguintes. Serão conceituados

Leia mais

Administração de Pessoas

Administração de Pessoas Administração de Pessoas MÓDULO 14: QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO E RELAÇÕES SINDICAIS 14.1 O processo de segurança e qualidade de vida O processo de segurança é o que visa estabelecer disciplina e segurança,

Leia mais

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR

O PAPEL DO GESTOR COMO MULTIPLICADOR Programa de Capacitação PAPEL D GESTR CM MULTIPLICADR Brasília 12 de maio de 2011 Graciela Hopstein ghopstein@yahoo.com.br Qual o conceito de multiplicador? Quais são as idéias associadas a esse conceito?

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU (ESPECIALIZAÇÃO) MBA em Gestão de Pessoas Coordenação Acadêmica: Drª. Ana Maria Viegas Reis APRESENTAÇÃO A FGV é uma instituição privada sem fins lucrativos, fundada em

Leia mais

O PLANEJAMENTO ESTRATÉGIO EM RECURSOS HUMANOS: Um Estudo de Caso das Melhores Empresas para se Trabalhar segundo o Guia VOCÊ S/A EXAME

O PLANEJAMENTO ESTRATÉGIO EM RECURSOS HUMANOS: Um Estudo de Caso das Melhores Empresas para se Trabalhar segundo o Guia VOCÊ S/A EXAME O PLANEJAMENTO ESTRATÉGIO EM RECURSOS HUMANOS: Um Estudo de Caso das Melhores Empresas para se Trabalhar segundo o Guia VOCÊ S/A EXAME Felipe Barbetta Soares da Silva 1, Vilma da Silva Santos 2, Paulo

Leia mais

PLANO OPERATIVO PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES EM SAÚDE DA POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA 2012-2015

PLANO OPERATIVO PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES EM SAÚDE DA POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA 2012-2015 MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA PLANO OPERATIVO PARA IMPLEMENTAÇÃO DE AÇÕES EM SAÚDE DA POPULAÇÃO EM SITUAÇÃO DE RUA 2012-2015 Brasília - DF 2012 1 O presente Plano

Leia mais

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM MEDICINA 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Médico, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Capacitado a atuar, pautado

Leia mais

Conteúdo de qualidade com leveza e bom humor

Conteúdo de qualidade com leveza e bom humor Conteúdo de qualidade com leveza e bom humor Sólidos conteúdos com alegria - essas são algumas características das palestras de Marcelo de Elias. A maioria absoluta das avaliações obtêm excelentes resultados,

Leia mais

Quitéria Amâncio Carvalho Vera Cristina Gomes Calado

Quitéria Amâncio Carvalho Vera Cristina Gomes Calado CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde Estruturação da Seção de Qualidade de Vida do Trabalha no HGE Novos Desafios Quitéria Amâncio Carvalho Vera Cristina

Leia mais

NOTA CIENTÍFICA: A EVOLUÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL E A AMPLITUDE E COMPLEXIDADE DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE

NOTA CIENTÍFICA: A EVOLUÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL E A AMPLITUDE E COMPLEXIDADE DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE NOTA CIENTÍFICA: A EVOLUÇÃO DA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL E A AMPLITUDE E COMPLEXIDADE DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE Ana Iva Corrêa Brum Barros 1 Rayana de Carvalho Freitas 2 Prof. Esp. Gilmar dos Santos Soares

Leia mais

SAÚDE COMO UM DIREITO DE CIDADANIA

SAÚDE COMO UM DIREITO DE CIDADANIA SAÚDE COMO UM DIREITO DE CIDADANIA José Ivo dos Santos Pedrosa 1 Objetivo: Conhecer os direitos em saúde e noções de cidadania levando o gestor a contribuir nos processos de formulação de políticas públicas.

Leia mais

Reflexões sobre a Ética em Empresas de Tecnologia O Caso Petrobras. Heitor Chagas de Oliveira Gerente Executivo Recursos Humanos

Reflexões sobre a Ética em Empresas de Tecnologia O Caso Petrobras. Heitor Chagas de Oliveira Gerente Executivo Recursos Humanos Reflexões sobre a Ética em Empresas de Tecnologia O Caso Petrobras Heitor Chagas de Oliveira Gerente Executivo Recursos Humanos Sustentabilidade e Competitividade SUSTENTABILIDADE pode ser entendida como

Leia mais

EMPREENDEDORISMO. Outubro de 2014

EMPREENDEDORISMO. Outubro de 2014 #5 EMPREENDEDORISMO Outubro de 2014 ÍNDICE 1. Apresentação 2. Definição 3. Empreendedorismo: necessidade ou oportunidade? 4. Características do comportamento empreendedor 5. Cenário brasileiro para o empreendedorismo

Leia mais

REGIONALIZAÇÃO DO TURISMO

REGIONALIZAÇÃO DO TURISMO REGIONALIZAÇÃO DO TURISMO PROGRAMA NACIONAL DE ESTRUTURAÇÃO DE DESTINOS TURÍSTICOS (Documento base Câmara Temática de Regionalização) Brasília, 08.02.2013 SUMÁRIO 1. CONTEXTUALIZAÇÃO... 2 2. DIRETRIZES...

Leia mais

SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 7 DE MAIO 2010

SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 7 DE MAIO 2010 SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS PORTARIA NORMATIVA Nº 3, DE 7 DE MAIO 2010 Estabelece orientações básicas sobre a Norma Operacional de Saúde do Servidor - NOSS aos órgãos e entidades do Sistema de Pessoal

Leia mais

PLANO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NOB/SUAS/2012

PLANO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NOB/SUAS/2012 PLANO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NOB/SUAS/2012 Vânia Guareski Souto Assistente Social - Especialista em Gestão Social de Políticas Públicas social.vania@gmail.com Mapeamento e cobertura da rede prestadora de

Leia mais

Autor(a): Cicera Aparecida da Silva Coautor(es): Rosana de Fátima Oliveira Pedrosa Email: aparecidasilva@pe.senac.br

Autor(a): Cicera Aparecida da Silva Coautor(es): Rosana de Fátima Oliveira Pedrosa Email: aparecidasilva@pe.senac.br BENEFÍCIOS SOCIAIS: um modelo para retenção de talentos Autor(a): Cicera Aparecida da Silva Coautor(es): Rosana de Fátima Oliveira Pedrosa Email: aparecidasilva@pe.senac.br Introdução Este artigo aborda

Leia mais

FONSEAS I Encontro Nacional da Gestão Estadual do SUAS

FONSEAS I Encontro Nacional da Gestão Estadual do SUAS FONSEAS I Encontro Nacional da Gestão Estadual do SUAS BRASIL 8,5 milhões de Km²; 192 milhões de habitantes; 26 Estados e 01 Distrito Federal; 5.564 municípios (70,3 % com menos de 20.000 habitantes);

Leia mais

Sistema Único de Saúde (SUS)

Sistema Único de Saúde (SUS) LEIS ORGÂNICAS DA SAÚDE Lei nº 8.080 de 19 de setembro de 1990 Lei nº 8.142 de 28 de dezembro de 1990 Criadas para dar cumprimento ao mandamento constitucional Sistema Único de Saúde (SUS) 1 Lei n o 8.080

Leia mais

8.1 Políticas de Gestão de Pessoal 8.1.1 Organização e Gestão de Pessoas 8.1.2 Corpo Docente 8.1.3 Requisitos de Titulação 8.1.4 Critérios de Seleção

8.1 Políticas de Gestão de Pessoal 8.1.1 Organização e Gestão de Pessoas 8.1.2 Corpo Docente 8.1.3 Requisitos de Titulação 8.1.4 Critérios de Seleção 8.1 Políticas de Gestão de Pessoal 8.1.1 Organização e Gestão de Pessoas 8.1.2 Corpo Docente 8.1.3 Requisitos de Titulação 8.1.4 Critérios de Seleção e Contratação 8.1.5 Plano de Carreira e Regime de Trabalho

Leia mais

Projeto Fênix - Reciclando o futuro com Cidadania

Projeto Fênix - Reciclando o futuro com Cidadania Projeto Fênix - Reciclando o futuro com Cidadania A prática consiste em democratizar o acesso à justiça aos catadores de materiais recicláveis dos lixões do Distrito Federal. O problema envolvendo a produção

Leia mais

DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL

DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL Com o advento da nova Constituição em 1988 e a promulgação e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional em fins de 1996, novas perspectivas foram colocadas

Leia mais

Auditoria Interna na gestão de pessoas: identificação de pontos fortes e fracos na política de recursos humanos

Auditoria Interna na gestão de pessoas: identificação de pontos fortes e fracos na política de recursos humanos Auditoria Interna na gestão de pessoas: identificação de pontos fortes e fracos na política de recursos humanos Letícia Baggio (UTFPR) leticia@uniao.edu.br Isaura Alberton de Lima, Dra (UTFPR) alberton@utfpr.edu.br

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA NAS ORGANIZAÇÕES

QUALIDADE DE VIDA NAS ORGANIZAÇÕES 1 QUALIDADE DE VIDA NAS ORGANIZAÇÕES Alguns pesquisadores brasileiros que se destacaram por seus trabalhos sobre Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) consideram que só recentemente a abordagem da Qualidade

Leia mais

Ministério da Saúde SAÚDE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: SAÚDE NA RIO + 20

Ministério da Saúde SAÚDE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: SAÚDE NA RIO + 20 Ministério da Saúde SAÚDE E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: SAÚDE NA RIO + 20 INTRODUÇÃO A Organização das Nações Unidas realizará em junho de 2012, no Rio de Janeiro, a Conferência das Nações Unidas sobre

Leia mais

PROJETO MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA: CONVIVÊNCIA, CIDADANIA, SAÚDE E LAZER

PROJETO MELHORIA DA QUALIDADE DE VIDA: CONVIVÊNCIA, CIDADANIA, SAÚDE E LAZER SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO ESCOLA AGROTÉCNICA FEDERAL DE UBERLÂNDIA Fazenda Sobradinho, s/ nº, Município de Uberlândia, CEP: 38.400-974, telefone: (34) 3233-8800 Fax: (34) 3233-8833,

Leia mais

Gestão por Competências

Gestão por Competências Gestão por Competências 2 Professora: Zeila Susan Keli Silva 2º semestre 2012 1 Contexto Economia globalizada; Mudanças contextuais; Alto nível de complexidade do ambiente; Descoberta da ineficiência dos

Leia mais

Sejam Bem Vindos! Disciplina: Gestão de Pessoas 1 Prof. Patrício Vasconcelos. *Operários (1933) Tarsila do Amaral.

Sejam Bem Vindos! Disciplina: Gestão de Pessoas 1 Prof. Patrício Vasconcelos. *Operários (1933) Tarsila do Amaral. Sejam Bem Vindos! Disciplina: Gestão de Pessoas 1 Prof. Patrício Vasconcelos *Operários (1933) Tarsila do Amaral. A Função Administrativa RH É uma função administrativa compreendida por um conjunto de

Leia mais

ERRATA. Na página 11, continuação do Quadro Esquemático das Normas Operacionais do Sus

ERRATA. Na página 11, continuação do Quadro Esquemático das Normas Operacionais do Sus ERRATA Secretaria de Saúde do DF AUXILIAR EM saúde - Patologia Clínica Sistema Único de Sáude - SUS Autora: Dayse Amarílio D. Diniz Na página 11, continuação do Quadro Esquemático das Normas Operacionais

Leia mais

F n i a n n a c n i c a i m a en e t n o Foco: Objetivo:

F n i a n n a c n i c a i m a en e t n o Foco: Objetivo: FINANCIAMENTO DO SUAS: GESTÃO MUNICIPAL E AS DESIGUALDADES REGIONAIS Financiamento Foco: competências da gestão municipal, especialmente no enfrentamento das desigualdades regionais exige o debate sobre

Leia mais

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA,

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA, Carta de Campinas Nos dias 17 e 18 de junho de 2008, na cidade de Campinas (SP), gestores de saúde mental dos 22 maiores municípios do Brasil, e dos Estados-sede desses municípios, além de profissionais

Leia mais

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Projeto Saber Contábil O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Alessandra Mercante Programa Apresentar a relação da Gestão de pessoas com as estratégias organizacionais,

Leia mais

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ EIXO 1 DIREITO À SAÚDE, GARANTIA DE ACESSO E ATENÇÃO DE QUALIDADE Prioritária 1: Manter o incentivo aos Programas do Núcleo Apoio da Saúde da Família

Leia mais

Programa da Qualidade e Participação na Administração Pública

Programa da Qualidade e Participação na Administração Pública Programa da Qualidade e Participação na Administração Pública Professor José Luís Bizelli Alessandra D Aquila Cacilda de Siqueira Barros Luiz Antonio de Campos Paulo Desidério Rogério Silveira Campos Programa

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO: O DESAFIO DAS ORGANIZAÇÕES. CARDOSO, Sandra Regina 1. BERVIQUE, Janete de Aguirre 2

QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO: O DESAFIO DAS ORGANIZAÇÕES. CARDOSO, Sandra Regina 1. BERVIQUE, Janete de Aguirre 2 QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO: O DESAFIO DAS ORGANIZAÇÕES CARDOSO, Sandra Regina 1 BERVIQUE, Janete de Aguirre 2 RESUMO Este artigo tem por finalidade apresentar fatores que influenciam na qualidade de

Leia mais

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE

VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE VIGILÂNCIA E PROMOÇÃO À SAÚDE Um modelo de assistência descentralizado que busca a integralidade, com a participação da sociedade, e que pretende dar conta da prevenção, promoção e atenção à saúde da população

Leia mais

A SAÚDE NO GOVERNO LULA PROGRAMA DE GOVERNO

A SAÚDE NO GOVERNO LULA PROGRAMA DE GOVERNO A SAÚDE NO GOVERNO LULA PROGRAMA DE GOVERNO ÍNDICE Diagnóstico Princípios Básicos: 1- Redefinição da atuação pública na saúde 2-Saúde como direito de todos 3-Estabilidade e continuidade das políticas de

Leia mais

Política de humanização no estado de São Paulo

Política de humanização no estado de São Paulo Artigo Política de humanização no estado de São Paulo Por Eliana Ribas A autora é psicanalista e doutora em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Atua como coordenadora

Leia mais

RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão. Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus

RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão. Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus RENOVAR PARA INOVAR! Plano de Gestão Proposta de plano de gestão do candidato Érico S. Costa ao cargo de Diretor do Campus 2013-2016 0 1 Sumário Apresentação... 2 Análise Situacional... 2 Programas Estruturantes...

Leia mais

Qualidade de Vida no Trabalho e Satisfação: um Estudo de Caso no Setor de Transporte Coletivo Urbano

Qualidade de Vida no Trabalho e Satisfação: um Estudo de Caso no Setor de Transporte Coletivo Urbano Qualidade de Vida no Trabalho e Satisfação: um Estudo de Caso no Setor de Transporte Coletivo Urbano Renata Edvânia Costa Gouveia UFCG renata_gouveia@hotmail.com Kliver Lamarthine Alves Confessor UFPB

Leia mais

Modelos Assistenciais em Saúde

Modelos Assistenciais em Saúde 6 Modelos Assistenciais em Saúde Telma Terezinha Ribeiro da Silva Especialista em Gestão de Saúde A análise do desenvolvimento das políticas de saúde e das suas repercussões sobre modos de intervenção

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA 1. FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO 2. JUSTIFICATIVA. Promover a saúde e a segurança dos servidores e magistrados.

QUALIDADE DE VIDA 1. FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO 2. JUSTIFICATIVA. Promover a saúde e a segurança dos servidores e magistrados. QUALIDADE DE VIDA 1. FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO Promover a saúde e a segurança dos servidores e magistrados. 2. JUSTIFICATIVA Segundo França (1996), a Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) representa

Leia mais

desenvolvimento dos profissionais e atingimento dos resultados.

desenvolvimento dos profissionais e atingimento dos resultados. 1- OFICINAS DE FEEDBACK Aprofundar a reflexão e abordagem de Feedback como processo, fluxo e ferramenta indispensável no desenvolvimento dos profissionais, bem como elementos fundamentais de comunicação

Leia mais

1 LIDERANÇA. Indicador 1: Eficiência da Comunicação Organizacional

1 LIDERANÇA. Indicador 1: Eficiência da Comunicação Organizacional COMPILADO DAS SUGESTÕES DE MELHORIAS PARA O IDGP/2011 por critério e indicador 1 LIDERANÇA O critério Liderança aborda como está estruturado o sistema de liderança da organização, ou seja, o papel da liderança

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

FATORES DETERMINANTES PARA A FELICIDADE EM AMBIENTE CORPORATIVO

FATORES DETERMINANTES PARA A FELICIDADE EM AMBIENTE CORPORATIVO FATORES DETERMINANTES PARA A FELICIDADE EM AMBIENTE CORPORATIVO AUTORES Caroline C. Bueno Fernando A. Escorsin Fernando Colleoni Filipe F. Baptista Rafael Carvalho ORIENTADOR Luís Roberto Gomes de Assumpção

Leia mais

Palavras-Chave: Organizações, Colaboradores, Recursos, Gestão de Pessoas

Palavras-Chave: Organizações, Colaboradores, Recursos, Gestão de Pessoas DA ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS À GESTAO DE PESSOAS Josiane de C. Aparecida Lacerda 1, Renata Valentina Bigolotti 2, Nivaldo Carleto 3 1 Fatec-Taquaritinga. Gestão do Agronegócio. Taquaritinga-SP

Leia mais

Escola de Engenharia

Escola de Engenharia Unidade Universitária: Curso: Engenharia de Produção Disciplina: Gestão em Recursos Humanos Professor(es): Roberto Pallesi Carga horária: 4hs/aula por semana Escola de Engenharia DRT: 1140127 Código da

Leia mais

18º Congresso de Iniciação Científica GESTÃO DE PESSOAS E SUAS RELAÇÕES COM A ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL: UM ESTUDO EXPLORATIVO

18º Congresso de Iniciação Científica GESTÃO DE PESSOAS E SUAS RELAÇÕES COM A ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL: UM ESTUDO EXPLORATIVO 18º Congresso de Iniciação Científica GESTÃO DE PESSOAS E SUAS RELAÇÕES COM A ESTRATÉGIA ORGANIZACIONAL: UM ESTUDO EXPLORATIVO Autor(es) ALINE MOREIRA Orientador(es) ARSÊNIO FIRMINO DE NOVAES NETTO Apoio

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA POLÍTICA DA QUALIDADE POLÍTICA AMBIENTAL POLÍTICA DE SEGURANÇA, SAÚDE E BEM-ESTAR NO TRABALHO

POLÍTICA DE SEGURANÇA POLÍTICA DA QUALIDADE POLÍTICA AMBIENTAL POLÍTICA DE SEGURANÇA, SAÚDE E BEM-ESTAR NO TRABALHO POLÍTICA DE SEGURANÇA POLÍTICA DA QUALIDADE POLÍTICA AMBIENTAL POLÍTICA DE SEGURANÇA, SAÚDE E BEM-ESTAR NO TRABALHO Política de SEGURANÇA Política de SEGURANÇA A visão do Grupo Volvo é tornar-se líder

Leia mais