COVTI TER FARDAI. agentes do Imperialismo e da guerra é essência! aue seja derrotado o Acordo MUItar firmado por Vargas 6 João Neve;. - *.

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1 p*^^ IIII IM <y I y y (LEIA NA 8a» PÃGWh Diíiori PED10 MOTTA UMA í(leia NA QUARTA PAGINA)] : U.,,;,!. Juliu3 Ethl Rosnbrg CHIME JUDICIÁRIO NOS EE.UU. Confirmada a Sntnça Do Casal Rosmbrg m?o um ato prsidncial podrá impdir agora b mori dos dis inocnts na cadira létrica Surgm prísíos d vários paiss WASHINGTON. 17 (AFP) i"!a sgunda vz, a Cort d Aplação ritou, ho,.um pdido, ds rvisão do procsso. dé cofdnação á mort do casal, Julius. Etl- Rosonbrg. Jé agora somnt um dcrto-d «graça» di Prsicint Truman podrá salvar os Pósnbrg da cadira létrios Estando sgotados todos os rcursos normais, dvrá sr fixada a cfáta das duas xcuçõs.s PROTESTAM rps JUBJSTA5.1 BRUXELAS, 17 (IP? ---,* a Associação Intrnacional d Juristas Dmocratas acaba d nviar um tlc>~rarna ao Prsidnt Truman rivindicando clmência paar Ethl Julius Rosnbrg, condnados à mor- * sob a. falsa acusação d praticarm spionagm. A orranização d uristas comunicou.o su ato ao Congrsso í Diritos Civi3 do.s Estados L/nidos -,(,; NOVO JULGAMENTO -;,íf l Primiravitória parcial da opinião ««««rçso pública na prsnt fas da luta do Acordo Mili tar pla Câmara-Proísta o sr. Roa o rgim d urgência para o infam proto- Of= ;? a umussao f» b cassou a sssãc scrta A opinião pública obtv uma primira vitoria parcial nsta fas dcisiva da Jutu contra n ratificação do Acôrdo Militar Brasil-Estados Unidos. Dvido sobrtudo as dnuncias d imprnsa, fra- notina d u, 5.t da Câmara fdral para a aprovação dn infam pacto d gurra. Foi ralmnt convocada uma I IHHL-V& v. & y m f-. **» * M I* li ri, : I ffbloiwl I $* ^M%»i I mmi\11j. SypNEI*", 17..MP) 0 Conslho d Diritos Dmocráticos da Austrália nviou. ao- prsidnt Truman uma. mnsagm na qual daclara acrditar na inocência d Julius Ethl Rosnbrg, conínados à, mort, assim como s. d Morton Sobl, qu foi condnado a CO anos d cadia sob á msma acusação lo pratirar spionagm pd um novo ulgamnto para ns vítimas. Dispnsa comntários. runião xtraordinária para a noit, mas não para tratar do assunto. Por outro lado, a Comis* isão d Economia, por intrrnódio d su prsidnt, sr. Siilvlo Eçtiéniqii, pdiu iniro dias d praso para dar palicaí- sobr o Acordo. O ra,- qurimnto foi aprovado. PROTESTO Em. forma l qustão d oi dm, o sr; Robrto Morna fts m plnário um prots. to contra, o rginu d toqu-s dis caixa a qu foi submtido O: Acordo Militar, dpois d st mss d gsta-.ào. Dirigindo-so ao sr. Josa Aiugusto, qu s ncontrava irf, prsidência, o sr. Morna pic.du à. litura do disposiliivo rgimntal qu dfin o icin sa matéria, a qu s pcc:--a concü.?r o rgim dc urgência.cão as qus tratam d qustõs práticas ai srm solíiqionadag; imdiatamnt. O.rgimnto stablc dia. tinção ntr o qu possa sr iima matéria, urgnt a.1* proposiçõs para as quais s pof.su, pdir simplsmnt Çapáifma :iã t.sv oportuní. dada d dfinir, na tribuna. n\ O GANGuS O gfir.gstr fardado Mullíns Junloit, chí da Coml*sío Militar Mista BraslI-EB.UU., anunciou sua volta para a trra do -dólar. Foi. por ss niotivo. organizada uma honinagm a qus comparcram o mlnistro xia Gurra, o chí do Estado Mãlôr outros militars.. - Muülns Jiinlór rtir.-i-s no OS BRINCÜEDOS FICARÃO DENTRO DAS VITRINES LONGE DAS MÃOS DA GÜRT- ZÂDÂ UMA BONECA QUE DIS MAMÃE VALE CH$ 2,000,00, TSENZIWHOS A CH$ AMÊNDOAS A CR$ 35,00 O QUILO, O QUEIJO DE 20 PARA CIMA, A GAR- RAFA DE VINHO VALE CIÍIC^ENTA CRUZEIROS TABELAMENTO DA rr!s Est ano o dia d Natal ainda- srá mais sombrio do qu nos anos antriors. As msas starão ainda mnos fsrta, mais pobrs, vazias msmo. Nm havrá a alsria do bom vinlio, das noss, amêndoas, castanhas do Pará. Não. Não havrá fstas nm algiia-5. na maioria dos lars ciirl-cas. O povo não nchrá as ruas ruidosamnt, invadindo as casas d comrcio, comprando brinqudos d todos os ti. pos, visitando as casas d pas. to. O povo sm dinhiro, bolsos vazios, trá o rosto ntristcido o ódio rbntando no coração. O Natal "srá um dia fio, igual a dia d chuva. COVTI TER FARDAI momnto m qu o govrno tfc como cu-la a ratiíicaçso dó Acordo Jllililor com os Estados Unidos, qu vio coroar a obra, humilhai! té para os brios naclonals, aqui xcutada r.np aqul dhfo militar strangiro, ai-vonido m comandant das forcas armadas brasiliras. Nosso.povo rgoila-s com a partida ido «gaulltr» ianqu. E, sm cíuvida, tudo fará para qu os aangstcrs ianqus voitm um,por um aos sus cots agnts do Imprialismo da gurra é ssência! au sa drrotado o Acordo MUItar firmado por Vargas 6 João Nv;. ^p::..\.tj,* ",- - comntários ^--V^^Zl.. r"".^ * -f h» CPJTAS DE PAPAI NOhiL. E as crianças cariocas cstarão também trists, d rnüos afianahdo, órfã do Papai Nol. Os pdidos fitos ao fcsai vlhinho d barbas brancas não srão atndids. E msmo 0.1 pai:; k o xigm mais quo os filhos s compor. tm, amaçando-os com ss trrívl castigo: Confssa a.tstmunha d Sr do Srviço Scrto da F. Acusacãt A. B. Provado plo dr. Evandro Lins Silva havr o col. Rüisnlò füaiclanado no inquérito policiál-nuliíar- sndo, por isso, suspito para dr.q-* Protsto, do tnnt Mauro Vinhas d Quirós Prstou ontm su dpoitoiito, ria Ia. Auditoria d tr dois procssos cio qu pnra qu 61o só rcbss a uma trmnda confusão n- bo ao crto dc ond partiu, Aronáutica, a primira tstmunha d acusação no Como s vê, a teímu- sparado com o oficial d parlicipou. visita d sua família m procsso contra patriotas ca nha, como bom agnt m- clia ao su lado. crto, ésmpr chamado a Também o advogado Sobral Pinto rclamou contra Trata-s do coronl Rutnio Carniro da Cunha Kldor, mbora não rvl o tratamnto ciado aos.,": xrcr o pap] d acusabiro, r..-m,br cio Srviço maiors qualidads pnra ciais, qu ainda ííòo udixaram d almoçar, m sinal Scrto ila Força Aéra, Jsundo êl próprio suprar a vidência dos fatos. do protsto contra a mdida contssou, após Inquirição do ad* Diss o cl, Rut"" " qu os impd d tomar vogàclo Evandro Lin-í fi,;-** ur.;<i pr^úr-.a C ur-. ílvandro Lins Silva, qu s rrant ci&u!.; aos ofi- *"nõs üw.;: no rstau- va, Est procurou provar, consguiu rr.u nnhuma cordava d algumas das ciais. dificuldad, qu o rírhlo pssoas qu haviam assinado o dpoimnto do tnnt PRESIDENTE. PARCIALIDADE DO oficial funcionou no nqulito policial-mililar. sndo, Vinhas, citando, par xénvpio, o su colos-; d patnt sição do parcialidad cm Coméntoü-s muito a po- por isco, suspito. POSITIVADA A FAKSA Scafa. Acontc, porém, qu qu comça a bl,l;v.."..-s o _ O cl. Rutènio dvria, nss documnto não aparc o nom do coronl Soaronl Aamâr ci Souza San- prsidnt do Conslho, co- ronform dtrminaçõs supriors, rsponsáülizar o fa. los, cuas intrvnçõs foram tôcb.s no sntido do orint Mauro Vi.nlias d A farsa stava, assim, po* Quirós por uma séri tl sitivnda. ;;, ; audar a tstmunha d atos qu não praticou. Mas Protstos "% 1, nsc dsmpril-ou a Có..ccii- O "tnnt acusação. Mauro Vinhas, Sxta-fira próxima, dia.,,», > p qu n ípcumbiíaií,» «ç-iáu*»1» i**»-»*-**1 i uüíu."íüiüêsbi-íiías aà«as sa Clf-rilÇiS d Quirós protstou conti?. 21, srá, ralizada nva flu- " - t tí o iilhinho não s comportar papal Nol não trará nada. Só up mninos bm comportados o qu bém dirito. Essa amaça não s ouv mais. Ninguém fala cm Natal ou m papai Nol. E a razão é muito simpls. Qum olhar as vitrins das loas ncontra a xplicação. Aqulas boncas d louça barata custa 150 cruziros Aquls trnzinhos qu an. dam impulsionados por uma corda, cubiçado por todas aa crianças, custam 1.570,001 ü o qu dizr daqulas boncas qu falam «imainiè»? São muito lindas, tamanho nor. mal d uni rocm nascido por mais absurdo qu parça com mnos d 2 mil cruziros não s podo arrancar daqti. Ias vitrins para ogar ao co- Io do filho. Conclu na 3 página, - *. >< * "--> V a difrnça rgimntal qu xist ntr urgência prfrência. E dfndia a ts stritamnt rgimntal, ao xplicar, m cu stilo rdundant, qu matérias urgnts ram xclusivamnt aqulas qu prdm a razão d si- s não votadas dntro d dtrminado praso. O ACORDO Ontsm o sr. Morna fz vr qu o Acordo não é d xcução imdiata não pods tr por isso o carátr d urgência. Ao contrário, trata-s d assunto d norm rlvância, d proto, qu não pod sr votado d afo- gaceiho. Além disso, argumnta o rprsntant comunista, o plnário aprovou a urgência untamnt com outros rqurimntos fitos no msprfrência na prioridad da ordm, do dia. TESE CAPAKEMA Há poucos mss, falando como lídr da maioria, o sr. mo sntido para. outras ma. térias. Muitos dputados votaram o rqurimnto dos srs Capárinia Arinos sm s aprcbrm da grava rsponsabilidad qua stavam assumindo. O proto mr. c a mais ampla discussão 6 prfito conhcimnto do po vo brasiliro, O sr. José Augusto rsol- A E vu a qustão com a la» gação sfarrapada, rh qu «inflizmnt ou flizmnt^ o plnário á havia dlibrado sobr o assunto qu não podia voltar atrás, i 9 \ MM *^ WÊÈ.«C! Salvador Corrêa ds g Bnvids NAÇÃO CORRE PERTGÒ Só O POYO PODE SALVÃ-LA 1 Afirma o coronl Salvador Corrêa d Bá s Bènyids- acntuando qu lutar cntra o Acordo Militar é lutar plo spírito da onsíiiuigâa contra a rmssa d tropas para a Coréia convncido"- acrscnta, "d qu ss contrato d compra vnda do Brasil "--- - rr srâ finalmnt drrotado" -- - Patriotas d todas as corrn- tados Unidos pla Câmara. Outs políticas stão s mobilizan- vimos a propósito o coronl do com vigor ntusiasmo pa. Salvador Corrêa d Sá Bnvicis, qu nos prstou as s- ra a luta contra a ratificação do Acordo Militar com os Es- guints dclaraçõs; Prfito I rs?l rii d (LEIA HA SEGUNDA PÁGINA* lllllll Ri» -4.. :. - f ;,*r ",A..:" "- Om ;\%^i;!-fv^;*;** ^ 4^4 *#* \< W ^ %-> -* A msa, quo prsidiu a instalação da Convn ção Nacional da CISC 41 part- do plnário ;>-^«ESPIRITO DE UNIDADE m i-i CONVENÇÃO. Bptidío om-plls à is dívisinlsí a da criação d uma Comissão Inir- Sindical Prmannt - Aprovadas várias tss conira I assiduidada O conclav é um fato marcant na história-do movimnto oprário A aprsntação, durant a sgunda sssão plnária da CISCAI, ontm ralizada, da criação d uma «Comissão Intr Sindicai P.rma- K *íw*í»"i 2k ^u.<yicl) í? ttklíf m r.::1 marada para amanhã, qaarta-fisa, às 20 horas, üü sêtinio anclar da A. B. I.< uma cr.-- fçrênciá do gcnçrííl Edgar Buxbaum contra o Acôrdo Militar Brasil-Estados Unidos. Dvrá comparcr,?. fim dc também usar da palavra, o dputado Euzébio Bocha. Todos os patriotas stão convidados para asüiaíir ao ato, qu s rvst da maior oportunidad m fac da amaça hntnt-da ratificação do Acôrdu d guna. rr":, dminciandc-a inclusiv como ii!vi;;o:.ísta c norta abrta para a pluraliau.- d sindical. Não raro ouvi* am-s, após a sstlo, dlgados xclamarm; «Nada o Ci^r..."" contra a CISP», «não Uc.-v.éúud ds* vlrtuar a CISCAI». O assunto ficou para sr di-cut-iii)., durant «trci* ra sssão plnária, às 19 ho* ras, quando sria tratado o ponto «Assuntos Grais» do Rgimnto intrno. TESES APROVADAS A sgunda sssão plna* ria, qu, como a antrior, tv lu; " "" " -". (?"!<; Tcxtèls, tratou. ao xarnd «""" ; " ciro nnt» (CISP) â Comissão 6*- - d Estudos provocou a mais dcidida rpulsa d todos os convncionais prsnts. Numrosas dlgaçõs, ao s intirarm d sua vrdaclira finalidad, dclararam-s Transcorru contrário a 16 d novmà sua cria- 6ro o trciro! anivrsário do $Êm.- : :; ;::i:?v::;::-.-. " "! S5HSSB3 Sílii Magalhãs f Lutar contra o «Acc-dd Militar Brasil-Estados UnldW é lutar plo rspito ao spírij to ã. ltra da nossa Constituí! Çáo, qu proíb a nartiípãçã do Brasil m gurras d" con, i quista, msmo qus ss irais dá conquistas conomioa=; ísia por si ou m aliança com oa tros paiss», > S lutar contra a partisín*^ çao do Brasil m gurras cõiíc a da Coréia; qu só intrsssirr aos altos círculos financiro"*) nort-amricanoà, ""! Lutando contra o «Acord) Multar* stamos, além disso1 prsrvando a nossa autorída-l di para protstar contra aua-) qur intrvnção strangira nos nossos ngócios ihtnbsj qu só pios brarjifros dsvad sr- rsolvidos. Corr.o podrmos invoca? íç*i manhã, ã nossa índspndêríq a nossa sobrania, nara rcüíssa intrvnção, ss" êstivrrr-.-ií travás do «Acordo Militar^ apoiando ativamnt urha *,., lítica "ULT., inti-vncionista dos ÊE ao sabor das suas onvsniêhçias? Mas, o qu o govrno amsrl* cano qur, no momnto s ur-j gntmnt, é o control d to-j das as nossas riquzas ãatu-i raiü, sobrtudo m minérios, -ü-. dispnsávis à sua conomia di gurra, além da paríicipaçãd do Brasil na gurra da Coréia,» Há maia d dois an.33 o do* irrno amricano rsolvu ín» trvir na Coréia, para rsolvsí- d acordo com sus intrsss, uma disputa ntr coranos di Nort coranos do Sul. Era uma «opração d ÜS5-* pza-;. como afirmou o Gnríí Mac Arthur, qu chgou ã promtr aos soldados amrica, nos qu ls passariam *o Na-1 ta! m sus lars. Mas há dois anos qus 03 Ssi tados Unidos, a «mais podro* sa nação do mundo», s "mostra (Concluí cf Pagina 3) librtado Nazista Haia um spüo nii-isía,- icj ss qu, durant ^ gurra ct* o Eixo, foram pilhados m ilã. grant, quar.ío agiam r.s 30»* bra contra o Erasií, 75*^1 da i&n cbr do govrno ds Vargas" o prêmio da librdad. Dita vés 5aiu das grads da Pnitncia^ ria, ond, por Bina!, dsfr-ativa uma viduo vida William d nababo, Harcos o 3afm JacU* "ífã-í prso m 19Í3, ao litoral minns, na ocasião m auí"fc sia sinais luminosos a um stítu marino almão. Condnado a 37 anos da a-i dla, o traidor cumpriu apnas 9 6 ontm fo! solto*. O íato é tanto mais rvoía tant quanto 3= sab qu4 indi vlduos como Wiliiam Barra contribuíram para qu fossm "p* covardmnt assassinados los submrslvls nazistas, bra* sillroü qu viaavam ia ru* vlo3 dsarmado3, Y6rS9..!0 n ycii. assassinato d Zélia ilaá-aísis, A ovm patriota tombou sob" aí balaa assassinas da polícia cts T>utra num comício contra.-1 proto d Li d Sêgurán53 promovido pala Liga ds Dêísá das Librdads. Slla 3t«va grávida o O su fho Bssasainato m praça pübüca comovia opinião pública da ido país; su nom t. tomou ac aimbolo, viv hois no oori-â* doa r-i-lntas cu lutam n; dcilb. ^_.,...,.: - -^Mi-, a rpt noa lars ao >,,. amam o paz. Oo «XMutor do crim foram uond«ini.i( o ii.aiiaantua. ntra o* quais p, datacan o í«n«ri (aiouta B)urico Dutra o o mu mlnut» d» Juatloa, Adroaldo * lí:r.;olti Cosia, akuard^. ys.iul.c^i. No dia do anlv.-alrto ««c^ t da *J>a m-^ciíí.^ Pticitr tas l{t»r»«fii>m «s m ts»

2 ,-... PAGINA 2 IMPRENSA POPULAR mmmmpmmmmmmmmummmmmmmm 9mmmmmmwmmmmmmmÊmmmmmmmmmmmmm, Moacir WERNECK DE CASTRO Tmos uma dívida d solidaridad para com os homns progrssistas dos Estados Unidos, aquls qu, no próprio coração do partido da gurra, como dis- /s crta vz Pirr Courtad, sustntam a bandira da paz o da librdad. Homns como Eugns Dnnis, scrtirlo gral do Pailido Comunista dos Estados Unidos; como John Davis, dirtor do «Daily Wor-itr»; como o lídr ngro Bn Davis; como Sty Nlson tantos outros, prsguidos, procssados ou condnados, procssados ou condnados por tribunais fascistas i na bas d lis fascistas...dirtor- PEDHO MOTTA.nMA, Tololon: 22-0S1G I Kcdacãii.0,aduiiiüitraviio; ltua Guatüfo dt Lacrd», 1,9 f sob*,--."-. <~f~^i~^~ ^SSWÀTOÍUS MAr^L:-^:200,00;SElvÍESTRAÉ^ I"4:^-%.;;, Prfito Mrcadors d Oampnas ani o Congrsso dos Povos Pla Paz Apéi S. Paulo, (I.P.) -, O mdonho "rtrato Entrvistado da vidí» pla rportagm d NOTICIAS DE HO.E, amricana aprsntado plos í-isla conta-nos Garlin films, ornais rvistas dos qu a.propósito do Congrsso Ptis Prry, um dos «réus», Mundial monopólios, a cris d histria" gurrira, os fnômpnjs próximo pla Paz, qu s ralizará m Vina no lvantou-s a crta altura do d mbrutininto coltivo, ulgamnto para prguntar s dia 12 d dzmbro, o clr. Mndonça d afoírstalit, o crim do napaim o cia gurra bactrioló- Municipal d Campinas, ma Barros, Prfito gicá, todas ssas podm lvar uma part cia opinião publica á crto pssimismo com rlaçsa ao povo amricano. Mas aos comunistas êss pssimismo-não ating. Para os comunistas não há povos prdidos. Por isso podmos sorrir qühndo os baharis socialis- tiros do «O Popular», cum piics- da politica do Dpurtamnto d Estado, nos ausam d contundir Wall Strt o povo amricano. Qum confund, ria vrdad, é qum acolh a inustiça caluniosa d não vr no povo na lass opraria dos Estados Umdos os lmntos para a supracão dsla íasc trágica cia historia amricana, fas tao smlhant sob muitos aspclos ã do povo almão sob o nazismo.- Nsta nota, ntrtanto, qu- Tiarhos apnas chamar a atnção para o caso d uma vitima da ração fascista nortamricana qu é ao msmo tmpo um nobr xmplo cia altivz na luta c d rsistmcia ao obscuraníismo mquisitorialto caso d Alxandr Trachlnbrg, dirtor da Intrnational Publishcrs, d Nova York, suita a pna ci anos d prisão multa d llò 000 dólars. Sua ditora fundada om 1924, é um do:; cntros importants do pnsamnto dn vanguarda nos Estados Unidos. Fundaria cru 1924,: lançou :m diçõs cmciadòsas os grands clássicos do ;.marxismo-lçninismo obras ida. cultura avançada do passado; tirou livros como «q Estado a Dvolução», d Lonin, os «Fundamntos,o.100 Lninismo?. d Stalin. cm mi xmplars: p «Manifsto Comunista:-, m 250 mil; uma dição popular do livro do Doão d Cnntrbury sobr a URSS m milhão mio d xmplars. Publicou Didrol o Fostr,.Tcffcrson \V. E. n-, Dtibois... Crim vçlnf! Sm coragm para quimai o.s livros, como fazia Hitlr, cs fascistas amricáncs rsolyrárn procssai- Trachtnbrg pla divulgação dc «obras qu visam à dorrubada do govrno dos Estados -Unidos». E outra mnéra quo arranaram para fazr o marracro.d livros, idal d lodo nazismo. Conta-nos um artigo d Sodr Garlin na rvista «Massí lmain.stro.im> qu diáriamnti? no tribunal, il Foly SquaV, T-rachtonbrg outros doz acusados passaram airumas horas ouvindo a litura das «provas» da acusação. Essás provas são, por xmplo, um livro cmssico d Lnin. Tião :obci}ssiva o a insistência dn. procuradoria nos scritos d Lonin sobro a Rússia Tza- ls stavam ali sndo acusados do prgar a drrubada do govrno do tzar! Esta inquisição tm suscitado protstos. Entr outros o do cintista nuclar amricano, profssor Plnlipp Morrison, qu scrvu: «Como cintista, u não posso dixar d falar rri advrtência contra aquls qu dsam transformar m crim a publicação d obras qu abordam os dsspradamnto gravs problmas da ciência da socidad. Estou convncido dc qu concordarão comigo o.s amricanos mais sclarcidos, indpndntmnt cb fato d concordarm ou squr conhcorm as idéias xnostas nos livros da Intrnacional Publishgrs». E o órgão inglôs «Nw Statsmari and N.itiori» prpunia: «Estão os Estados Unidos ralmnt dispostos a acitar uma situação m qu catcgprias intiras d livros dvm sr banidas, cm qu todos os ditors inclusiv muitos não-comunistas qu ditaru in livros dssa catgoria pocim tr o su stoqu rquisitodo dstruído cmo litvatura criminosa- Srá ngado aos studants amricanos todo corbcrnnto da toria rvoliiclbriária? Qu rsta do «Bill of Rights» na Constituição dos Estados Unidos?» Formado nas lutas ao lado das grands figuras di movimnto oprário cülturau do vanguarda n 3 Estados Unidos, como Eugon Dc.bs, John Rd T--;- Lon don, o vlho Trachtnbcrg s porta nst ulgamnto a aitura dos sus antigos companhiròs dc lula. Sua posl ríiò é a d um acusador. Sua dfsa ó a dos valors da u! tura do pnsamnto cirtífico amaçáços r-i- sanha inquisitorial dos homns da gurra. Os livrosqu lo publica, como acntua muito bom o artigo dc Snclr Garlin, são os manuais dá librdad m nossa época. O caso Trachlnbrg vm chamar a atnção d todas as pssoas sclarcidas no Brasil para um dos mais ódiosos aspctos da fúria fascistrt do capitalismo nort-amricano. Mas l auda a comprndr também à grar za da luta quo a vanguarda do "V " " ;n,::i -..os Estados Unidos stá travandó contra ás forcas cío obsuranibmo dá gurra. Dssa smnt, cnm- «-nais form as nc-nr.çõs dos trilvinais d ífplèy Squar dos (.pombos cpfrip) do FEI, ha.i surgir o qu spram-, com confiança: o ncíiininhamn- Io das podrosas nrgias do povo amricano no sntido da librdad, da fratrnidad humana, da cultura da pa:. W>/;.>1.lír>2VÍ: Wm- ipk? apuai «Bttoí-i. ;.i-;.:-; ? y.y.y.z:;i-y-,y.:tj. uotsasssssínsssi BbSSCBw^SSSSS NAVIOS ESPERADOS Eva, Pron Ligh Mptn. Vra Cruz. 37 Hamfi, 17 Londrs, 17 Lisboa TRLEFONE PARA 1NFOR- MACÕES: NAVIOS ATRACADOS 1 Cont Eiancamano; 2 Vago; 3 -- Forstr; i. Lloyd Erasiliro; 6 Dclan; 6 Oódopa; 7 Lloyd São Domingos; 8 - Vago;!l In- «tian Récfí. 10 Panamont; 11. Tvvcd; 12 Gooiland; 13, Rio Parnaíha; Aratanha; 15 Campinas; 16 - Rio To; 17 - Piauí 18 São Paulo;. Prolongamnto -- OSca- Pinho, Sidrúrgica 2», Brip 1, Rio Amazonas, Estl.ii M.iria Clit, Comandant Lyra o TTrpario. ^bmtí^ys! Í--.Í.S::-:, ;,. :: : :..y.- vií:í:"ii::":---i,.:.y K: Uim Washinptim Luís Na Praçn ila Cruz Vormolliri;.Rim Capo.Coiitinlin nua Lmdii.oli.ps,. ltua Afimliio Quintla uni i:«>i,ifi>i;o: nua,aaqiillil Níihuco om Ipanma; ( tua Ii.-irãii do Klrussiiiiinga na Tiuca, Praça Varam no i-íraaii; Rim Gomas Sbrpa Piciladc: Rua llaldino Pimontcl nn Miíim-; Hiia Ilonorio «?n1 CaxamW; Una Bar.qiipsa do 1lngonlin Novo no Engnho Novo; Kua Alic d Fritas cm Vaz Lobo; üua MIrúc! Ânglo cm «Maria da üráqn; Conunto Jisidncial do IAPI "Lia "Gazta Sindical" O^lsi^gP na Eiiha; L;n-go da Fontinha m Osvulilo Cruz; o ltua Pfírk ü Matos m HiglllupiiIiS. A."vS ÜTiJ<\V A - ly-lihn So- corro; COÜI0 DE BUMBEIRUS )44. PARTIDA E CHEGADA DE BARCAS; 22-M5G. PAlíTIDA E CHEGADA DE NAVIOS: PARTIDA E CHEGADA DE AVIÕES: PANAUI: AEROVIAS BRASIL: CRUZülliíu DO SUL: 42-6UGU 42-7U58. MOVIMENTO DE TRENS: E. F. Cntral do Brasil 2á..4()4f. - E. F. Rio Dou ro: Lopoldina - 2S-4U19. Rporti popular: 42-29H1 nifstou intiro apoio à sua ralização. Dv-s tntar tudo para a solução pacifica.dos problmas intrnacionais. E inadmissivl um novo sacrifício dos povos. Els qurm a paz dclarou o dr. Mndonça d Barros. A partir d ho starmos,,dios para vtranos Ho, diariamnt, nsta página, iniciarmos a sção com um aprsntando para os nossos problma,para vtranos. litors qu gostam dst pa.ssatmpo, alguns problmas do nossos litors qu podm for- Acitamos colaboraçõs doa palavras cruzadas. Esta sção mular os sus problmas c rmt-los para: «PALAVRAS aprsntará três tipos d «Palavras Cruzadas», omprndindo: para novatos, par* m- Lacrda. CRUZADAS» Rua Gustavo 1D. N.* 1 ^^Tk /\ /\ /% m0/ PJIOBLEMA (Paru Vtranos) 1-ÍOlUZONTAIS 2 Vida: 4 Bordoada, surra (pop.); 6 Varicatf do quartzo smlhant ao vidro; 7 Passamnto, fim; 8 Ação. dclaração, VERTICAIS 1 vidro opaco, gralmnt ngro; l Surra, tunila; 3 Mort, ocaso; 4 Prfixo yvgo, significa vida; 5 Divisão do pça tatral. E continuou: Acho qu todos os homns qu gostam d su país, d sus smlhants, têm mais do qu o dirito, têm o DEVER d opinar sobr os problmas da paz. Est è um dvr imprioso sobrtudo no momnto atual., Sobr a ralização do Congrsso Mundial dos Povos, qu runirá m Vina dlgados d todos os paiss, afirmou: Não sou muito favorávl a Congrssos aos qu. «.omparçam rprsntaçõs nurtòrosas, porqu dls surgm balburdias. Em todo caso, um Congrsso com ss intuito é smpr uma tntativa prática m favor da paz, porqu smpr s dv sprar qu d troca d idéias o d princípios alguma coisa nova ou prática sura m favor do maior dso da humanidaid, qu é vivr m paz para podr produzir. Quando moos, os Congrssos m favor da paz irão adiando a gurra. Os vradors Migul M. N to Ludgro Mazlli, (PTB), Eduardo Barnabé (P.S.B.) Moacir Prado (PSP) apoiaram m trmos calorosos o roalização do Congrsso d Vina. DEPUTADO LEONEL BRÍTOLAt. SIMPÁTICA A IDÉIA DO CONGRESSO DOS POVOS PELA PAZ PORTO ALEGRE, 17 (I.P.) _ n dputado Lonl Brizi. lídr do VTB na Assmoléia Lgislativa Estadual, acaba c manifstar-s favoràmnt à solução pacífi - ca dos conflitos intrnacionais c à manifstação dirta dos pov«.,s na manútnçào da na? Rs - pondndo a f i r m a t i- \amnt às trm prgüntas do inquérito orna- Latico d A TRIBUNA assim s xp.-^soü r-òbr a última, rfrnt ao Congrsso dos Povos pla Paz: «Ainda, tnho spranças na?.naçõs Unidas, mas na r altfaci vm la falhando... Eis porqu é simpática a idéia dst Congrsso». CONTRA A IMPORTAÇÃO DE ÔNIBUS COMPLETOS A Fdração das Industrias do Estado d São Paulo vm d manifstar.-sa mais uma vz contrária à importação d ônibus compltos, dc qualqur tipo ou m carátr c:;cpci«1, d vz qu a industria d montagm do país stá plnamnt capacitada a atndr às xigências do consumo intrno, dsd qu lh sam facultados os «chassis» rquridos plo clint. NATAL SEM ABONO AMEAÇA O GOVERNO Em prigo iambm a suspnsão dos dscontos d consignação m folha O proto d abono, a cu ficou rduzida plo Cait a rivindicação dos funcionários públicos por aumnto dp salarios, stá parado na Comissão d Finanças, sm qu s dcida sua ida à Comissão d Justiça, na qual, plio Rgi- N. lt. O problma d ho I mnto, dvrá sr m primió colaboração do nosso litor G. I ro lugar xaminado. O mo- S. tivo dssa sabotagm é " " """ qi.út APELO AO POVO CARIOCA ~ TODO APOIO AO RAO ATO PÚBLICO ACORDO MILITAR A propósito do ato «lo amanha contra o AcOiilo Militar, m, qua! falará o gnral Edgard Eiixliauin, o Movimnto C.iHoca pla Paz divulga a sgüiitç nota: «Diant da grav situação criada com a aprovação «Io rgim do urgêncla para a votação, tia Câmara Fdral; do Aolnlo d Ascistúncia \M Militar Brasil-Estiuloa Unidos, o1 Movimnto Carioca pla Paz conclama o povo do Distrito Fdral, homns, mulhrs, partidários da Paz, oi-gnnisarlos ou não m Con- Solhos, a so pronunciarm contra saé ti-atailo. ipi significa sòi-a aniaça dirta a Paz, ao futuro «ic nosso povo à cxlstt-ncia d um Brasil livr. A ratificação do Acordo d Assisti;ncla Militar nos Imporia principalmnt rmssa d nosso soldados para inorrrm nos campos d balalha üa Coroia. a ntrga d nossas riquzas minrais ü srm imízadàs pífa rníqulia d gurra «l«.«r.j::í:-.<l(>y Undos o contrôlo d noú. >." nila o nnssp comércio xtrior puias autorld,nds iiprt-aniricanas. Isto significaria o agravarmmlo sm prc- «lnts da atual situai.ão aflitiva m qu s dbat o povo hrusiliro. O Movimnto Carioca pla Piia rfltindo as aspirm;õs do Paz xprssas m mais d mio millião do votos ganhos para o ApClo por um Pacto d Paz ntr Esto ato ralisar-s-ã no salão prsidnt do Movimnto Carioca «Ia ABI, dia 1!) à.i 20 horas trá pla Paz. como conccrnlsta o Expio. Sr. a) II. Róchá Faria Gnral Edgar Buxbaum, D.D. (Vlcc-prsiilcnt) ARRECADAÇÃO FINANCEIRA Ralngo 130,00 O. 250,00 Bonsucsso 100,00 Carlos Magalhãs 50,00 Morro da Formiga Colho Nto 40,00 Euclids J. da Silva.. 120,00 DOIS MI LSOCIOS Chamamos a atnção dos clirtors dos clubs d auda, para a ncssidad d uma virada imdiata na Campanha dos dois mil sócios, pois da forma cpmq vai caminhando, não çíppsgitinmqs atingir o obtivo no tmpo dtrminado. E1 prciso portanto qu os clubs do auda sigam o xmplo dos audistas individnais cu vêm colaborando MATERIAL DE ESCRITÓRIO Rcbmos do audista M. Santos 2 dúzias d lápis prlo, 1 rolo d barbant, ;13 lapis-tiiita, 3 filas para máquina, 2 caixas do pcn.\, 2 caixas d clips, 1 caixa d prcvo, 1 borra, cha d maquina, 1 rolo do papl para máquina d calcular 2 dúzias d lápis hicolor. Do audista Pauta. Machado, duas caixas d clipa. Agradcmos a colaboração dsts amigos spramos qu. su xmpio sa imitado. ASSEMBLÉIA CERAL Ralizar.s.ã amanhã, às IS horas na sd do Movimnto d Auda a IMPIIENSA PO- PULAR, a assmbiéia gral dos clubs d auda. A Dirtoria nsta campanha, inscrvndo t]o MAIP, solicita aos dirtors cinco grand.-: iiacõ nacõi»,, convida o nov s sócios com o uso do dos clubs comparor na hora povo carioca, as organizaçõs d cupão qu publicamos diária- marcada-, a fim d não prumnt. Sa os Paz sus associados a prstlgiarm com a siia prsnça o passarm a vivr a campanha, 1 CHUMBO VALE clubs d auda clicarm o trabalho, gran- OURO do ato público do rpulsa a ss ignominioso tratado qu fro os ansios d flicidad da grand familia brasilira. * LE3A m ic DHV^uüUE "Problmas Rvista do cultura política - Notas Econômicas RETRATO DA LIGHT I!i",sil...sil f T"i ÍÚS\ Anualmnt " f 1U5ã0 dos luclüs obtid"s IoI:1 lâght nc ls aumntam numa média d 5(1 a CO mi- TO88.m«í$,.P.u, msmo s lvando ni maçto conta a co dsvalo- «muro, indica uma intnsificação da contínua ronda du saqu nacional plo trast iaiiqu-canaclous Lxom110 "* "«"«Hin n!!ii,-?í5^lpv li Lisht ram do ll^,/k,:,mnlvns prto d Kml951 ; m J«^ihgiair, crca do 700 Ks-t Z o nt.ulos HHo,(ClVíb-7lllí)iMü)- m ^uialo-os dados cin apr- loronlo para o primiro smstr, os us lucros chgarão do a orçar cm 800 milhõs (os dos sis mss,1o ano foram primiros il 380 milhõs). O capital so inicial lornim, com «m q gnlp USU, no Brasil, foi d 30(1 milhõs. num único Assim ano, o trust rntira.do lucros mais dc duas vzs o capitai com qu s constituiu. SEM IMPORTAÇÃO DE CAPITAIS E iirciso dizr qu, apsar do capital do trust s tar aprsn- atualmnt bastant lvado, suprior a 1 bilhão mio, a sua dsd constituição l não importou mais um único cntavo d capital. Msmo os dois mpréstimos tomados no Banco Intrnai-ioiuil para ampliação do ; suas instalaçõs foram obtidos lnsas às x- do crédito do próprio govrno brasiliro, qu so tornou tiadpr da opração. E o dinhiro ficou msmo nos Estados Unidos, m mãos d acionistas da Light, qu lh vndrão «-1 os quipants ncssários, PARAUZAÇÃO DO NOSSO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO Mas, o qu é-prciso notar é qu, apsar dssa rprodução do lucros spantosos crscnts, a Light continua a não atndr as ncssidads urgnts da indústria nacional, ustamnt, na arca ond é maior a sua concntração (Distrito Fdral, Estado do Rio São Paulo). E assim, qu, mbora o consumo da * cobrirmos ants do tmpo, com ARRECADAÇÃO toda a facilidad, sta cota. Ó Balclaclor *,, obtivo dv sr portanto: Nova Iguaçu...,. «Tudo plos dois mil sócios ató Modsto d Souza. 31 d Dzmbro». C. Zélia Magalhãics PEÇO A MINHA INSCRIÇÃO COMO SÓCIO DOM.A.I.P. NOME,., LOCAL DE COBRANÇA..... CR$ Colabo campanha dos dois mil sócios, Tmctndo para ü":" " m,m o MAIP dpois d prnchido, o cupão acima. nrgia létrica lnha passado d um índic 100, m 1943, para 200, m 1951, ss aumnto stá long d corrspondr ao aumnto da população no msmo príodo, ua ára cm qu a Light xrc su monopólio msmo ao do númro d movas indústrias instaladas. O qu s vrifica é qu o trust, dcliboradanicnt, não ampliou suas instalaçõs para atndr a ss crscimnto das ncssidads industriais da população. O consumo médio dc kwh., qu havia aumntado d 4.02IÍ para por consumidor, no príodo tl 1947 a 1949, dscu para no priodo dê 1949 a^ E ssa quda prossgu nst ano, copi ura racionamnto ainda mais drástico da nrgia létrica. CQNFEONTQ Para s tr unia idéia do qu, rprsnta a Light, como vrdadiro quisto na conomia nacional, qu atua como bomba do sucção do trabalho d milhõs d brasiliros, basta vr qu sus lucros atuais somnt os sus lucros confssados rprsoutam quas o dobro do valor da produção total dos stablcimntos industriais o-istnts no Estado d Srgip. MONOPÓLIOS D todas ssas marchas contramarchas, crto é qu, msmo o misrávl abono i romtido plo govrno stá priclitando. E tudo indica qu, msmo qu sa aprovado, não sairá st ano ;.ara o Natal, Acrsc a circunstância d qu até a suspnsa dos dsc- tos «l consignação m folha qu, normalmnt o govrno faz todos o-- anos nos mss d novmbro dzmbro, a fim ci dsatogor o orçamnto do funcionario público plo Natal, st ano, m virtud da prspctiva do abono, não íoi tomada. E por tudo isso, o pobr Barnabé stá amaçado --!c tr um Natal d miséria fnm, sm abono sm suspnsão das consignaçõs, graças à má vontad do govérno, inimigo númro 1 io: trabalhadors o do funcionalismo fdral. ÜSáÈl^BLÉIÀ Os btirnabés stão rvol.ads diant dssa situação u I s runirão trça-fi rai m assmbléia nacional pàva discutir mdidas a lo-nnr. pisptítiitt) tamhr7i vão fazr ant o vto l Vargas ao dispositivo quo inclui no Estatuto do Funcionalismo o: funcionários d autar quias. Para Rainha da Paz m Club IVato ARGUMENTAÇÃO DE QUISLING Domingo tivmos dois artigos sobr o «Acordo Militar» nos principais ornais da «sadia». No «Diário d Notícias» o sr. Rafal Corria d Olivira chama a atnção para um a-pcto até agora pouco comntado do tratado d colonização. Trata-s do sou Artigo IV, qu invoca uma li nort-amricana pla qual o* agnts militars ianqus ncargados d fiscalizarm a aplicação do Acordo, trão ainda a facilidad ci inirvirm dirtamnt nas riustos conômicas do pais. «Também linm sss ctgntos obrigados scrv o.sr. Rafal a promovr nos pciiss qu rcbm a auda mi litar todos os mios d incntivo ò livro iniciativa privada». Ficam ls assim com o dirito, rvstido d imunidn-. ds diplomáticas, d inirvi rm no Brasil, por xmplo contra qualqur tntativa d s consguir o monopólio sfatal da indústria ptrolífra, d pôr qualqur frio à atuação dos trusts, tc. (Esss xmplos citamos nós; outro ( o qu aprsnta o sr. Rnfnol Corria d Olivira). Mas... dpois disso, o sr. Rafal stá d acordo com o Acordo! Escrv: «A Câmara stá no dvr d anrovar todas as cláusulas militars do Acordo com os Estados Unidos. E uma alianra d gurra au fazmos... Srá ridículo firn:ct-!a com rstriçõs çvu nos prmitam fugir ao prigo das batalhas m cuos campos s dcidm os dstins d uma civilização qu nos compromtmos a dfndr». Não podmos chamar o sr. Rafal do contraditório. Diant d sus próprios argumntos trmos d mprgar um trmo muito, muitíssimo mais duro. Qu rcivilizaçãos nos «compromtmos» (qum?) a «d- o lidr Capanma procura dfndr o ponto dc vista do govrno d ngar o abono a divrsas catgorias d funcio narios.. fndr» nos campos d batalha? AMEAÇA DE REDUÇÃO NA TABELA Algando dfndr uma A «civilização da livro politica d quilíbrio orçamntário o sr. Capanma argú- mprsa», isto é, o dirito dos trusts xplorarm saquarm os povos. Tanto é assim miita qu o Tsouro não tm disponibilidads para pagar o qu o Acordo sc basia numa abono a todos cs funcionários li amricana, a qual, como caso não sam aprovr-.cus rconhc o sr. Rafal, manda os militars ianqus intr- crtas mdidas incluindo mòdificaços na Li do Slo. virm dirtamnt nos paíss Sgundo o lídr do «audados» govrno para mantr ssa dixou transparcr ainda há xploração, ssa «livr iniciativa privada». dúvidas quanto à tabla do abono, podndo msmo wt A Câmara dv a hipotca diminuída. do sangu do nosso povo pa- PERIGA A SUSPENSÃO DAS CONSIGNAÇÕES O ra os supr-luros d V/a 11 Strt? Como argumntação d «quisling» não pod havr mais cinica. Rafal bat Chato. ACORDO, «GUERRA E» Outro ó o sr. Pdro Dantas do «Diário Carioca». El tm razão quando diz qu o prooto do sr. Afonso Arinos rguiando a rmssa d tropas pára o xtrior inclui novos dispositivos sobr o assunto «dstinados a oscilar ntr supérfidos inconstitucionais». A Constituição stablc. d fato, os casos d rmssa d tropa.-; para o xtrior para rplir agrssão strangira ao nosso trritório ou à sobrania nacional. «Rcrissa do tropas ao srtangirò diz o sr. Pdro Dantas gurra é trá qu suitarso aos dispositivos constitucionais qu rgulam a p-ur- Até ai, tudo muito usto. Mas. ustamnt porqr n Constituição rgula ta?:ativãmnt os casos m qu o país so nvolva cm gurra., proibindo a participação -lo ":"sil «ém gurra d agrssão d conquista», é qu amais s podrá acitar o txto o spirito do Acordo Militar do proto Arinos. Ambos visam nvolvr ànssc CONTRA FATOS NÃO HÁ ARGUMENTOS E, EEÁLMWTE. ACORDO AR?i Lia no último númro da VOZ OPERARIA 1 Cruziro o xmplar qu rcun a «Cia. d Cigarros Souza Cnm, a <Òia. Brasilira *,1 F0lh;l* Z V.;C!:l? Ci" Castlõs, é umíno rust amricano dn «British Amrican Tobacco,, associado con, a dmpcnal Tobacco;- da Inglatrra. «A LIVRE EMPRESA» Os.tóricos,, do impcinliiuno amricano rplm mnto hinos diária- d louvor a chamada «livr mprsa; qu sria so o caminho nãi do dsnvolvimnto o da prospridad conômicas como ainda a pdra angular da «Iibivdad, da «dmocracia» Mas, na _ralidad, a «livr mprsa», isto é, a concurrnciii capitalista, a nao xist como concurrncia ntr liyiduais, capitalistas incomo xistiu no príodo d ascnsão do capitalismo -livr A mprsa» foi suprimida, na ralidad, dsd ulo os fins dn si passado, particularmnt, dsd o inicio dst século monopólio pl, imprialista. A concúrrqncia, qu s tornouinai aguda, passou a sr ntr gigantscos monopólios f!iinwiros contra o.s \ quais nada podm fazr as pqunas - médiasm, nas. O xmplo disso são os próprios Estados Unidos, ila «livr paraigo mprsa». Sgundo a confdração patronal «National Associatioii of «Vranufncturors», Ifi.nni) grands mprsas, nos Estudos ftnid-s ocupam 75 por cnto da mãn d obra inrl,!slri-!l nrqluzin 80 A pntração dos «capitais strangiros» no Brasil vm s fazndo acompanhar d uma tndência à MOiYOPOLIZAÇÃO d stors ou grupos intiros d indústrias do paia:. Pato tanto mais por cnto das mrchrli rias a pr^fíiízidas por toda inilúsíviâ nort- grav, quanto st monopólio é xrcido por firmas imprialistas strangiras. Tmos ss monopólio: no coméircio do ptrólo drivados, na indústria do ltricidad do gás, na. indústria da borracha, no comércio do algodão, na indústria frigorífica d médias mprsas outra coisa não são. na moinhos d trigo, na indústria d alcalis, além d outras. das grands mprsas. São apnas ürírfisíincrif *indptipvdé"t A indústria do fumo, também sofr ss procsso dc mono- yuas Quas todas trabalham, ants d tudo, pira o? trust- «Vssim amricami. Enominto isto, hs cntnas d milhars d mvnvs ni pqunas niprsas produzm sòmbnt 20 pbr cnto d vq!tim rstant das mrcai!rins. Úiu/grond. nútnpm!lps?a*pni!nas! roahdp.d, ou apêndics! polização. O Grupo Souza Cruz dtém, ho, cí-rca d 90 por cn- :<Gcnral Motors» controla, sozinha, is.000 dssas pqunas to d todos os capitais mprgados no país nsi indústria do fumo médias mprsas a «Unitd Stats Stl» nada mnos d s tornou, snhora quas absoluta do mraudo... A Souza Cruz» ,.^. pais, ni quaisqur avnturas blicistas dos imprialistas nort-amricanos o qu 6, não só contra a Constituição, mas, principalmnt contra os intrsss vitais do nosso povo. GÓES E ROCKEPELLER U sr. Murilo Marroquim, passando m rvista os ucontcimntos políticos da smanu, scrv ra sua coluna do «O Jornal». «... outro acontcimnto d rlvo rgistrou s com a visita do sr. Rockíllr ao pais. Chamou particular atnção a sua confrência dmorada com o gal. Gós Montiro, quando st s.prpara para dixar a chfia do Estado Maior Gral das forças armadas. Assuntos ci naturza militar importants, stão m curso o sr. Rockfòllr foi o primiro nviado do prsidnt lito dos Estatips Unidos âs autoridads muitars brasiliras». Num momnto m qu «o «rsidnt lito» dos Estados Unidos promt ao litorado substituir part das tropas amricanas na Coréia por tronas mrcnárias das colônias smi-colonias, m qu-, s tnta aprovar o Acordo Militar Brasil-Estados Unidos para pôr tropas brasiliras â disposição dos gnrais do Pntágono, a visita do magnata da «Standard Oil» com obitivos militars a não «omnt conômicos mostra muito bom o crim qu s prtnd comtr contra a vida do povo. Soldados brasiliros para às avnturas furriras dos Rockfllrs contra -i. indpndência dos povos is a qustão da ordm do dia nas convrsaçõs dos homns do govrno do Vargas om scus patrõs do Wall Strt ÊÊm&ítw Tragédias A litura, do «Dia do Prsi» dnt», no vsprtino da Côrt, lva-nos à convicção d qu o atilado stanciiro Vargas ntra na curva dscndnt da volução intlctual. Já sta na fas das pqunas tiradas filosóficas, tipo Gouvarinho. Acacio ou Tnório Cavalcanti. A cobrtura prsidncial 6 fita por um rpórtr bm crdnciado capaz d adviivhar os mais scondidos pnsamntos do sr. Vargas. Dai, fiagrants como st: Vargas, diant d vastas pilhadas da papl, sopra baforadas do charuto assina. Assina trzntas vzs, sgundo a conta pahorrnta do ornalista. Dpois «com a fisionomia inaltrávl, mas com o pnsamnto voltado para o futuro do Brasil, solta a primira fras histórica da tard: «Um dos maiors mals do Brasil é sr o país da paplada. E uma praga pior qu a da saúva». Não pnsm ps litors qu a sntnça dixou nosso filósofo sgotado! Minutos dpois, numa solnidad, smpr com a fisionomia inaltrávl, o pnsamnto no futuro, l rcbu a quima-roupa, d um ovm paulista squcido ci. 1932, um logio barato sái-so com sta: -Rnda graças a Dus por tr vivido até st momnto». Mas cm sguida não tntou tornar cictita ou atar fogo ás vsts, o qu ciaria á fras uni xtraordinário vigor d tragédia grga ou d noticia policiai com dirito a «clichê». CLASSIFICADOS auvüaaoos I)R I.CTKI.ItA ItDDKICiUES DR MUITO OIli Ml ftiis \Ovi>i;ii(i(is t «I t-ii- «11 - l í,,i«.-:ii, n» ;h:í - riiy. <l Ouvidor, ;V1-4 itiidar l- lii,: gá-lilllli l)lí SINVAI. PAMUÍIUA Av Bio Uraacp, lllli - 15» und. - Sul» I.51Í - Coni W-I13S. OH. LUIZ vvhkntick or DâSTIiO Av. Bio llranii, 2H7 9.o anil. Grupo 1)02 Fon; 42-G8G4. Illt llhillêtkio HAilIAS) Rua São Jusc. 7ti 1» ttndar lfuu: Jí-,i:iiiõ - Hsiilanuiln do Castlo! Bit. u i;ai,iii<;ikus iíunfiu CAUiSAS 1KAHALlIISTAií Itun Suo Jokõ, fil) - Grupo l,iu:i - Fono! «-ÍÜIÍ7. II Ul 1 (I (I 8 UU AU.T.00 <:i)l.tinhü lltchh, QIltntttH ««Mlfll](»fi ( ltt 14,311,i«I» n«br,» Alvuro Alvim, SI - <nl» SU? - For,*: I2-»ílfi 1)11. A.NTO.MU JWlitiü IMiliKIKS l)k UKNKçKS ("I.INIC» «ÍICRAI,1«Ml C«-c»i,l.>, 1,4 (> IIHlHr - "«la» IHIJ i _ T,,-caí, \\ hiifnft, I. «II O,, I u u Kl l l.iiifv. i.iiintir<i *o! i**ik \-,x n...s, Mó\iis, Torrrtifi. >ití,, t, i-ntúrio o Snlftt* fi «mmm nm ru» iln «r«i:-i"-a. :i«- y.«nr.!- 1!."., O SKII AI.IAIA 1 11 i-iio > «. >,, - I.KUÍ. ÇÇyrfi Av Alui li:i-"..!., I... ))t nnd.ii - linn>: VI lw», i. bò il na.,, i,»,;«, a X. tuxdkt - itt^x a» í»u

3 ^ - \ "-v,-v,,*.; --. _ :, ^-> *s;^v^;^.;v.v..v v..v:í. -.,...; " ; -\ - -,." *." >. -. ;". v.. MORHEÜ DE HMOÇÃÒ DEPOIS DO JOGO S.FAPL.0,.17 >AN) Ha 1oucos dias, quando tia drrota tn S. C. Corintians, no mbat contna a Portugusa do Dosportos, um sócio lo club lo Parqu São Jorg, logo à soida do Pa-at-nibii, não rsistindo á moção pla drrota do su quadro, tombon morto cm mio a multidão qu abandonava o stádio. Ontm, -ocorru novo caso, dsta vz, porém, cm consqüência da vitoria lo Corintians sobr o São Paulo. Olimpio Frrira dos Santos, d 34 anos do idad, cusado, oprário, rsidnt m Vila Prudnt, locço dpois lo prlio, no aug da satisfação plo fito dsu grêmio diant t!o vlho rival, sofru uma sincopa cardiúca, caindo morto cm frnt ao n. 3G da rua do Orfanato RESPONSÁVEIS PELA CATÁSTROFE 1 5A0 PAULO, 17 (I. P.) A Promotoria Pública d Campinas aprsntou dnúncia contra cs srs. Vicnt Miniori Juhior, grnt da Emprsa tl Cinmas d Campinas, Eduarlo Badaró Frrira Arruda, ngnhiros da Prcfitua, Fortühato d Luca, administrador do cinma «Rink», rspon. sabilizando-os polo dsabamnto do tto da aludida casa dc divrsõs, ocorrência qu pro- vocu a mort d vint sis pssoas, m sua maioria crianas, o frimntos m cntnas l spctadors. Os dnunciados rspont.trão por homicídio culposo crim continuado. CONGRESSO DA9 ARSnMELfilAS LEGISLATIVAS VITORIA, 17 (A. N.) Prossgum os trabalhos primiro Congrsso dos Prsidnts das Assmbléias Lgls. lativas Estaduais. A Sssão d ontm prolongou-s até a ma. dragada d ho, tndo ocupado a tribuna o rprsntant parans, qu dbatu a ts do rgimnto único para todus as Assmbléias Lgislativos. CONCURSO DE DIREITO CIVIL E INTERNACIONAL FORTALEZA, 17 (A. N.) Ralizaram-s, aqui, sob a prsidência do ritor da Univrsidado do Brasil,?s concursos para o prnchimnto das cátdras d Dirtio Civil o d Dirito Intrnacional, da Facuidado d Dirito do Cará. Do rfrido concurso, participaram, ainda, como xaminado, ros, os profssors Tpmlstocl3 Cavalcanti, Arnaldo Mèdiva. I Linu d Albuqurqu Mlo, todos da Faculdad lo Dirito do do Rio d Janiro. kjc OS Vm d sr criado o Srviço sua idntidad ao motorista, Scrto do Transito, cua fina-1 passar nst uma convrsa mo. Hliitl-, ao qu s anuncia, é I c, no final, dar uma facadinha por conta do squcimn. fiscalizar, na «moita», ns infraçõs comtidas por motoristas, sam ls amadrs ou vl, diant l todos os prc- to... E isto o mais prsumi- profissionais. dnts da polícia. Embora,-i dirção do Srviço do Transito diga qu o no. srá guindado ã chfia los no- Por outro lado, fala-s qu vo dpartamnto trabalhará vos tiras o indivíduo Doraldo no intrss da coltividad, inr-lu.siv os profissionais do vo. Sção d «rprssão» ao mor- Padilha, d trist mmória na lanl, a vrdad é qu stará tricio. Isso significa quo os abrta mais uma pcrla para o motoristas cb Rio d Janiro, achacamiito dos motoristas. além d multas aplicadas sm Por xmplo: um «scrta*, nnhum critério plos scrtas, qualqur lo sr, Edgar Estrh apanha m flagrant um molncias por part do facínora starão, ainda, suitos às viotorista mio avanc um sinal. qu, cm mâ hora, foi dsignado Pod sr qu o policial comuniqu á Inspctorla a infração comtida. Mas podo muito bm acontcr qu dê a conhcr para a Dlgacia d Costums o, agora, para sr o mandão suprmo dos tais fiscais scondidos,,. -. A I ASSEMBLÉIA DE MULHERES n -c DEVERfÁ a - Assmbléia íl,ccnai-sc Nacional d 5Ji.lli.rs. A tlcst ralização conclav, á s pod dizr diant dos rsultados rato novo, alcançados, sm é um prcdnts, a história do movimnto fminino m nossa trra a.bc-tura (1 S traba" s r, nscu-, rr, ív» sra. Nuta Burtlctt com Jams dstacou, prsidnt da Comissão PrKanizadora, qit aqul conclav brnsilicrasd irmanava mulhrs todos cp parhdos políticos das mais divrsas camadas solução sociais d para a problmas comuns qu a todas aftam, cm comum. Os fatos, dnuncias os dados, trazidos as durant os dbats viram confirmar qu ralmnt nas xistm tl dz* problmas comuns a todas as mulhrs brasiliras sc problmas qu dia agravam a dia xigm um csf.rço comum a todas cias para rsolvê-los. Aí sta a carstia da vida. Psa sobr todci os lars, dsorganiza todos os lntos orça. domésticos, inclusiv aquls até aqui mais bm quilibrados. As mulhrs, na ua situação do donas d casa, dc suprvioras d todos os problmas domésticos, snm na própria carn o quanto vm sndo crul para o nosso povo o crscimnto iiiccsant do custo da vida, qu lh impõ rduçõs na sua alimntação, dificuldads á prcária, cria sm conta a ducação à dfsa da saúd das crianças. Mas, não é só a carstia. E a própria miséria m qu mrgulha o pais, ond mi* Ihos d mãs brasiliras prdm sus filhos ants dc compltarm um uno d idad, nao os podm ducar a garantir-lhs um futuro mlhor. E também o atraso social do pais, ond*, apsar d uma lgislação d fachada, a mulhr sofr uma dupla xploração nas fábricas, no comércio nas fazndas, não gozando, na ralidad, do dirito constitucional d «igual salário para trabalho igual». E a ausência, quas total, do assistência à mulhr grávida à paiturint, num pais ond os litos das matrmda* ds mal chgam para atndr a um trço das gstants-. E a falta d scolas, qu so faz sntir na própria Capital da Kcpública, ond milhars tl crianças d.y/tm d studar porqu não ncontram vagas nos ducandários. Em consqüência, é o analfabtis. mo qu crsc, cm vz d dimi niiir, como o dmonstram os dados comparativos dos rc cnsamntos dc 1940 c Mas, por cima d todos sss problmas, ainda um mais grav, mais sério, mais gral: é a amaça d gurra qu p.sa sobr o povo, pondo m ogo ludo aquilo qu as mulhrs têm d mais sagrado a tranqüilidad d su lar, su sposo, sus filhos, sus nts quridos. É possívl cruzar os braços diant dc tndo isso? E possivl às mulhrs brasiiiras prmancrm disprss, sparadas umas das outras, quando (olns sss problmas lhs criam um ambint sombrio quando é vidnt qu sua união, suas lulas, podm modificar ssa situação? Não, vidntmnt, não! Uma part da população fminina do país mostra, com ssa I Assmbléia Nacional d Mulhrs, qu las não qurm prmancr nsta angustiosa situação, qu sc pod tornar dsspradora, dão por isso os primiros passos para uma luta d dcisiva significação para todo o nosso povo. O qu as mulhrs consguirm ralizar na sua usta luta contra a carstia a miséria, ni dfsa da infância c da paz significará, sin dúvida, novos êxitos da luta d todo o povo pla paz, a indpndência nacional a librdad. ti Histrismo atômico Um tlgrama d Waslrtigton do INS anuncia como grand vantagm qu a União Soviética fz xplodir duas bombas atômicas, nquanto os Estados Unidos fizram xplodir umas 50. Aprovita o dspacho para fazr m carga cm torno dos supostos «spiõs atomicos/> Ethl Julllis Roscmborg, amaçados d cadira létrica m consqüência do histrismo blicista ianqu. E isto ocorr xatamnt no dia m qu o govrno lo Washington anuncia xpriências com a bomba d hidrogênio, O fito da comparação n- LIDERA 0 CONCURSO A RAINHA DA PAZ?" Mais d 12 mil votos na primira apuração, ralizada ontm outras promtm uma virada Ond stá Trsa? ^ifr1!ms 01-tCn- do 1 na SCcl,rcnl ra1 dmonstrou á IMPRENSA.10 POPULAR, MAIP, lma primira apura- no inicio, su dso tl ai- brou-nos qu naqula oportução do concurso para a sco-/ca ançar "" i.. o tãa cobiçado título, lha nidad, a ovm Trsa, irmã da Rainha da Paz, com o *"* VIRADAS A VISTA comparcimnto lo tl varias Aurora, a lantrna do concurso, havia Muitos litors, ao vrm as candidatas o *abos litoral-.. primiras cifras, As IS podrão horas, pnsar promtido can- foi abrta a urna, qu anto a didatar-s à grand vantagm adquirida miro rainha no pri- coníirmando-sc totalmnto por Clara, concurso as qu houvss! nossas prvisõs quanto aò outras candidatas tnham dsanimado. No ntanto, Ai stá a oportunidad. Torza qu aparça, o mostr sucsso do concurso. Nada mnos d podmos afirmar 12.57S votos haviam sido dpositados, assim disiribuidos: Clara (Sul) 9.JÜJ C^iliço contrário. Trcsinha, a lantrna não é monopólio quo foi xata- qu êss ngócio d ficar con votos; Trzinhh (Ponha.) Maria d Lourds Lda, da familia. vn- Lda, a última colocada rín 2.07G votos; Maria d Lourds (Light) 720 votos c Lda apuração d ontm, ao constatar (Cntro Trra) 63 a votos. Co- grand difrnça qu mo s vê, o concurso á s dosnha com uma fição snsucjonal p nas próximas apuraç.-õos su sucsso srá mai-.-r ainda, á quo novas cândida tas dvrão aparcr, tanto ui mais forio qu as atuais. A candidata do Sul, com mais d 9 mil votos, crdncia-s dsd á como uma concor- Atndndo ao manifsto subscrito por varias o ilustrs prsonalidads; apoiando a ralização do Congrsso Mundial dos Povos pla Paz, conclamando os trabalhadors a lgr sus rprsntants ao grandioso conclav, o.s trabalhadors da Light ralizarão ho, quarta-fira, às 19 horas, no S- dicato d Carrís-Urbunos, à rua Maia Lacrda 170, no *.stacio, uma assmbléia para lição d sus rprsntants à Assmbléia do Povo Ca. i-ioca o dsignação lo um llgado da corporação uo Congrsso dos Povos. Assinam a convocação dü assmbléia dc ho os sguints trabalhadors: Manol.licardp Prsidm t do Conslho dn Paz dos Trabalhad.rcs da Lifilit, Vicn-Prcsidnt.dp Fri Canca ICltricidad A. C. o Conslhiro la Cooprativa dos Trabalhadors do" Grupo Light; Valdo VÁay Vaz da Costa Cirurgião Dn. lista Conslhiro da «ABAS»; Ao Gnral m Rcitllzarrs-d no próximo li.- 23 o grand churrasco cm homnagm ao gnral Buxliaum, promovido plo l*,ovlninto Carioca ila-paz. O local la fsta fi-a pit) l Ca- Kias. onl srá focultaila conli- Cf-o aos participants na staçtío i) ônibus, a partir d 7,30 la nmr.hi. Havrá, além do churrasco, danças, Joftos, comptiçõs csportlvas banho numa magnífica pistina. A fsta srá animada por um conunto rgional havndo, ainda, uma hora d calouros «sliow». A comissão organizadora vm trabalhãndo ativamnt para qu a l-sta sc- rvista, c.il.oi-íllé Ilido á Indica, d,, i.iaximu brliliuiiusiuo o Riilmacão. da quo a coisa não vai sr fácil, dissram-nos qu vão multiplicar sous sforços. Não stão dispostas a dixar qu Clara dispar cada vz mais, pois também têm grand vontad d conquistar o trono. Um dos mui(o_ litors qu assistiram à apuração dc ontm, qu haviam acompanhado com intrss o Concurso qu lgu a Rainha du As a spara do Clara, sorriu confir.ní m suas forças: Não há d sr nada; isto c apnas o princípio no fim é qu vamos vr... Plo visto, a ovm cantlicinta do Cntro Trra stá com vontad d fazr misérias. No ntanto, nos rsrvamos o dirito d vr para crr... Dirignts dos sindicatos d oprários da Light assinam a convocação da Assmbléia d ho Ralização no Sindicato dos Carris Urbanos José Moccd Scrtario ti Conslho da Paz los Traba loros da Light; Hnriqu N ns Blcm; Bnamin Danta d AviU Prsidnt tio Sin dica!-1 dos Trabalhadors m Carris Urbanos; Odilio Nascimnto Gama; Graldo Soars Dlgado h C.I.S.C.A.I.; Misal Cavalcanti Wandrly Prsidnt da Cooprativa; João Cloms dos Santos Tsourciro do Conslho da Paz Trabalhadors da Light; Paulo d Lima Dlgado Sindical; José Dias Guimarãs Vic- Prsidnt da C.I.S.C.A.I.; Paulo Cczar Hnriqus Candidato à Prsidência do Sindi. cato dos Trabalhadors nas Industrias d Enrgia Elétrica Prod. do Gaz; João Santino d Almida Filho; José Maurício; Ubiraara Gama; Carlos Antuns d Azvdo; Ildonor Narciso da Rosa; Sèvrino Ladis- 0 ntrguismo da Ptrobrás E do Acordo Militar Ffz uma confrência m Caxias o vr. Hnriqu Miranda Falou também o dr. Romro Júnior Promovido pla Comissão Fminina Alic Tibiriçá, ralizou-s, sábado ultimo, m Caxias, na Avnida Plínio Casado, 185, vibrant ato público contra a Ptrobrás plo Monopolio Estatal para todas as fass da indústria do ptrólo. Falou inicialmnt o dr. Romro.Itinior, sguindo-s com a palavra o vrador Hnriqu Miranda, qu pronunciou im. portanto confrência, no curso da qual línionstrou, com farta argumntação, o carátr intiramnt ntrguista do proto 1.51G, ora rio Snado. O rprsntant carioca Iambím discorru acôrca do Açordo Militar Brasil-Estados Unidos, salintando a grav amaça qu rprsntaria para a co. nomia do país, bm como para sua sobrania, a aprovação, plo Parlamnto, daqul pacto d traisão nacional.. Houv, dpois, um bail com show». EM GRAMACHO A Comissão d Gramaclio d Dfsa do Ptrólo da Economia Nacional lvou a fito, sábado próximo passado, na rua Araçá, uma animada fsta do confratrnização, d cuo programa constaram bail «sliow». Exposiçõs Inimá Santa Rosa Inaugurou-s ontm, na Ga- Iria Monparnass, à rua Constant Ramos, 43 A, a xposição do pintura d Inimá Santa Rosa. tr a URSS os Estados tinidos nss trrno, é contra, producnt. Porqu os povos sabm qu a política da União Soviética não é ganhar uma comptição armamntista: c, ao contrario, uma política do paz, qu prconiza o dosarmamnto a proscriçfio das àvrr.as d xtrmínio cm massa. A qubra do monopólio atomico nort-amricano pla TJRSS foi rcbida com dsafogo, porqu constituiu um rforçamnto da paz. 0 fato da URSS não fazr xpio, di. bcmbas atômicas m sério mostra mais uma vz qu a sua política do paz é nma ralidad; na qual os prvos podm confiar Pânico ti O Dpartamnto d Estado unda ralmnt assombralo com a palavra.paz», Uma mdida ultra-nazista foi tomada contra a atriz Karn Jlorly acusada d tr comparcido a runiõs prú-paz ralizadas m Hóllyood >. mnos d 2-1 horas após êss suposto dlito, uma mdida mais grav acaba d sr tomada contra os dlgados nort-amricanos qu comparcram ao Congrsso d Paz ralizado rcntmnto m Pquim. As autoridads ncarrgadas da administração dos portos nort-amricanos rcbram ordns para dtr m massa os dlgados qu ali comparcram, para srm intrrogados plo inquisilorial Tribunal d Ativida. dos tinli-amcricanas. Essas mdidas traduzm o pânico das autoridads d Washington, cm fac da luta dos povos pla paz, spcialmnto do Congrsso qu s ralizou m Pquim, roprsntando a vontad l cntnas d milhõs d pssous dispostas a suplantarm qualqur obstáculo qu sc intrponha ã paz mundial. lati dos Santcs; Hnriqu Linhars Morno; Jovntinp Mnds d Souza; José Tixira; Gncsio Frir Barbosa; Elizu Alvs d Olivira Vrcador, Prsidnt da União Sindical dos Trabalhadors do Distrito Fdral; Danil Dias Guimarãs; Armando Tixira Frutuoso Dirtor rsponsavl do «Unitário»; Manol Epiplianio Ris Rdator do «Unitarios. SEMANA s inicia A particularmnt snsacional. Explodiu ou não xplodiu a bomba d hidrogênio dos Estados Unidos? O prfito d Hiroshima, sôbr o assunto. dclara: Espramos qu os nort-amricanos amais rcorram a ssa bomba. E nós também. E acho qu os nort-amricanos também. O próprio Prfito d Hiroshima s nccifctga d xplicar, quando informa qu a União Soviética pod tr ssa bomba. E morru Charls Maurras, cua mort não nos arranca nnhum suspiro. S Hitlr stivss vivo, talvz chorass. Qu chorm os sus órfãos. E mais um dos aviõs qu os Estados Unidos nos vndram acaba d cair pgar fogo, nquanto os scrtários d Eiscnhowr rvlam cau- IMPRENSA POPULAR PAGINA 3 ti Polícia contra camponss Andou tiin Ura chamado.oüo L-üo Monds invstigando; sonítido o oi-rilo pollciil «O Globo» as «atividads comüiilstna nos vilos do Amazonas o lo S. Francisco», tndo dmorado nossa missão vários mss. E assim quo o Sr. G-tullo Vargas cuida los problmas lo -nnipn : promovo n sua tiío trombtada «rformo agrária»! mandando policia contra os camponss o procurando, sob o prtxto da «Infiltração vrmolhai, dsncadar uma nuva onda l trrorispio. Sgundo o anunciado rlatorio do nviado spcial lo Vargas, Ciro Rznd o Boi-6,,iá s sab pi ms comunistas» trão procurado insiifl.-n- os oilio..-> dos srtanos contra os pudors constituídos. Não ií novidad. Tamboni na Aboli- Céío os podrs constituídos viam o fantasma comunista: islo não Impdiu quo os scravos fossm librtados. Assim lambm, rain quais torm os rlatórios la policia, os camponss lo Brasil lutarão para librtur-so la xploração snil-fúdál cm pi vivm. SAUDADA A CONVENÇÃO CONTRA A ASSIDUIDADE Afomou o Snr. Landulfo Alvs m apart Chaíô convidou o snador baiano para rptir isso "lá fora" "Está d pé", contstou Landulfo O caso do ministro Gauihir (Lia na 2a. página) ttèfà$-$k«út*i ractrizam pla troca d amabilidads o logios, tv ontm um momnto d agitação, quando quas sc rgistra um iiigilalo ntr o sr. Landulfo Alvos o vnd-pátria Chatô, qu ocupava a tribuna.,alava.-t agnt do imprialisrrio amricano a rspito do ptrólo, rf-arindò-sc á um Mmorial da Associação Comcrcial d S. Paulo o dfn- dnclo a ntrga do nosso ouro-ngro aos trusts, quando foi aiartado plo sr. Krginaldo Cavalcanti. Rspondu Chato dizndo qu o sr. Knrginnldo ra um pota quo o Snado não passava d uma acadmia litrária. Diss ainda qu «com a Ptrobrás s- Íamos scolhndo o mlhor *aminho para não dar ptrólo ao Brasil». Est ponto d vista do orador xplica-s pois Chato acha qu a Ptrobrás é pouco ntrguista l s bato pla ntrga total do ptrólo aos trusts na bas do nfando Estatuto do Ptrólo, á drrotado plo povo. Novos aparts s sucdm o sr. Landulfo Alvs, rfrindos naturalmntao Chato diss qu «é uma insolcncia d qum só sab s abastardar ant o capital ostrangsiro prtrindo os intrsss nacionais.>, A cada apart, porém, como ó d su habito, Chato assumia um ar d dboch, rindo dos sus colgas. Apartoou Landulfo dclarando qu dispnsava.sua sapiência, a qual só sab s manifstar a ir iniciaram-s Sssõs Matutinas so inicia a discussão do Orçamciita d 1953 o para isso foram convocadas sssõs x- A Câtr. -a i quio, prfriu passai man1- iniciou ontm tiga no pão, isto é, as s s s õ - prfriu atndr aos pdidos d s;u-- matutinas. Somnt agoin nomando SO funcionários amigos políticos, qu o apoiam pa- traordinárias matutinas noturnal. O sr. Couto d Souza, lidodo PSD, falou sôbr os 4G funcionários xtra n u m c r á- rios dispnsados plo prflto. «S S. Excia,, quizss amparar afirmou os <1_ funcionários qu durant 2, 3, 5, 8, ou 10 anos dc srviço prstaram rlvants srviços i\ Prfitura, S. Excia. tria a faca o o quio na mão, ntrétanto, ao invés l cortar o Lão M^Mii^WWm a?«m»^ <. -_^-^«^<lwga tcloív*,mnt cm su nom: «Não sprm milagrs da minha viagm à Coréia». Soubmos qu o sr. Lourival Fonts (sta não é snsacional) stá nviando circular d rcomndação às autarquias firmas do Rio aprsntando graduado picarta ianqu do «Nw York Hrald Tribun», para um númro spciai qu êst ornal vai lançar sôbr o Brasil. O abaculê c d dólaros a págiri, isto é, cm mil cruziros. Ao msmo tmpo rvlam os tlgramas qu o sr. Truman rcbu uma ofrta dc dólars O sr. Robrto Mo.- tgral. Participam dss con- n. 605, Cláusula da Assiduidad In- ltivos, com rfrência à Li NAçwm qu rgula o rpouso rna formulou vi- do Maranhão, Cará, Paraíba, prvidência social nos proclav, dlgaçõs dos Estados smanal rmunrado, férias;. gor oso.?.... rgim Prnambuco, Bahia, Minas blcmas fisiológicos fmininos. ^.,,..a o d Grais, São Paulo, Rio d Janiro, Santa Catarina, Rio G, rna, 6 a xprssão da unida- Ess conclav, diz o sr. Mo- urgência para o Acordo Mllitar, m discurso d qu damos notícia à part. E o sguint o tmário da brasiliro, rprsnta mais do Sul o do Distrito Fdral. d d ação do proltariado O rprsntant carioca m Convnção: luta contra a uma tapa vncida na tão dcsada unificação dos nossos nom da CTB, saudou a Convnção Nacional Contra a gral nos casos d dissídios co- sindicatos oprários, qu s cláusula da assiduidad int- ftuii com o sforço próprio dos nossos trabalhadors, sm o bafo do Ministério do Trabalho nm o custio do famigrado Imposto Sindicai. Os Intrsss da VIOLÊNCIAS Standard O sr. Afonso Arinos lu t> lgrama do dputado Landro Macil. Está m Aracau amaçado d mort, untamnt com outros lmntos da UDN, por lmntos da po- ra a Suprintndência d: Transports». Gasta-s; papl para uma qurèla ntr os srs. Lauro Lão Edgar Estrla. O primiro faz dclaraçõs sôbr a incapacidad do sgundo pira suprintndr o Srviço d Trânsito. Mais tard, o sr. Estrla m pssoa vai à Cámara,. rcbido no gabint do prsidnt, diz qu não houv nada dmais c o cas i é cindo como ncrrado. O sr. Mourão Filho agradcu o gsto lo-sr. Estrla liouv ncalh da dfsa do sr. por hora para tocar piano na Brow Rcords Ins., com a inclusão da «Vaisa do Missouri», lmbrando a propósito qu crto ornalista achou há poucos dias qu a mlhor coisa qu o sr. Truman tinha a fazr dpois d dixar a Casa Branca ra afinar o su piano... D snsação m susação. chga o sr. Admar d Barros dclara, assim como qum fala m corda cm casa d nforcado, qu nos Estados Unidos o cidadão lito não trai àquls qu o lgram. Em S. Paulo não é assim? Dpois o grand stadista faz gnrosa concssão a Vishinski, dizndo qu s trata d um homm muito simpático. Qum diria, hin? Afinal, a smana qu sc inicia nào c das piors, pois o sr. Gtulio Vargas continua a promtr o abono o sr. João Cia-- los Vital a falar nas xclêucias do Proto J O rcinto favor dos trusts. Chato, ntão, procurando contornar a do üna- do, ond iminência d um incidnt os dbats s ca- sus colgas Landulfo o Kr- diss qu admirava tanto os ginaldo qu ia convida-los pa ra o acompanhar numa via gm. O snador baiano, ntndndo qu Chato qti.ria lva-lo ao ridículo diss: kisso á para mlhor dfndr os intrsss da Standard, o qu smpr faz». V. Excia. diz ntão qu dfndo os intrsss da St-mdard no Snado? Prfitamnt, rspondu Landulfo. Então V. Excia. vai m dizr isso lá fora. Está d pé rplicou o snador baiano. Nst momnto soam os tímpános, acalmados os Onimos, prossgu Chato o su discurso ntrguista. PERSONA NOi. GRATA O sr. Brnards Filho m sguida usou a "palavra iazsndo considraçõs sobr o incidnt dirigindo o chissico aplo para qu os dois snadors o squcss. Ü lidr do P.T.B., sr. Goms d Olivira, sclarcu qu o snàdor baiano ulgara qu o Chato quria também lva-lo ao ridículo, ao quo st contstou dizndo qu não. E assim ficou ncrrado acaloracio bat-papo. Em sguida o sr. Brnurds Filho rfriu-s ao caso do ministro Hugo Gouthir qu foi considrado «pívont non grata» plo govrno do Iran. Esclarcu qu á ra propósito tio sr. Frrira d- Souza dirigir um pdido d infosma-õs ao Ministério das Rlaçõs Extriors, mas qu achava mlhor indicado qu fôss. nomada uma Comissão dc Inquérito para complto sclarcimnto do caso o propunha qu a dita Comissão fosso constituída plos mmbros da Comissão d Rlaçõs Extriors do Snado. FIBRA DE CAROA Usou também da palavra na sssão d ontm o sr. Novais Filho qu discorru sobro a industrialização la fibra d caròâ, dizndo qu uma nova fas abriu-s :i sua produção com o novo mélodo dscobrto por um técnico suiço c á posto cm prática no Nordst, Fz aplos ao Banco do Brasil no sntido d dar mlhor assistência aos produtors d aroá o stablcr um prço mínimo para o produto. SESSÃO NOTURNA O prsidnt convocou, mais uma sssão noturna para as 9 horas, com o obtivo d a- prssar a votação do Orçamnto. lícia capangas, qu ocupam a cidad praticam violncias d toda sort. Esss pruridos «dmocratas o cristãos», dos policiais capangas srgipanos, comçaram contra o patriotas qu combatm a gurra a dòminação imprialista a<*ora s stndm aos corrligionarios do sr. Afonso Arinos, qu aqui, d bíaço dado com o sr. Capanma, aiuda o sr; Vargas o o chanclr da GAS E.~so a mpurrar para a frnfo o Acordo Militar cori os Estados Unidos, Procura 0 Irmão Nosso litor Antônio 003 Santos, chgado rntmnt do Estado d Srgip, pd pr nosso intrmédio noticias do sou irmão Wilson Corria dos Santos quo também atnd plo aplido d Didi. Qum s:ubcr do paradiro d Wilson, é favor comunicar à rua Gsnral Argolo 153, São Cristóvão. mim mmmtâfêt I II ~ BHl MUI!! I1 tàq. (VA,i f ///(/m noparlído \ g y i Df$0Q Contndo grands nsina* mntos, transmitidos por um dos maioros lídrs -do povo chinês, Condnsação d xpriên cias d 30 anos d lula viloriosa plo fortalcimnto do Partido dirignt da Rvolução Chinsa, Obra d grand atualidcv d s nlrèssoi FAÇA SEU PEDIDO A.EDITORIAL VITORIA LIMITADA ;mi«çoca«mo6,ir«o»t.i»»l306 RIO Commorado o Anivrsário Da Proclamaçáo da pública Em sua conírência, o gnral Ariur Carnaúba mosirou qu a chamada sgunda Rpública s caraciriza pla prdominância das mprsas strangiras na conomia nacional Ralizou-s, na ABI, um ato público.iromovido pla ÁS- SOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DEFESA DOS DIREITOS DO HOMEM, m commoração ao anivrsário da proclamagão da Rpública no Brasil. Com a prsnça d numro, sas prsonalidads, ntr. as quais sc dstacavam os gsnrais Artur Carnaúba, prsidnto tia ABDDH, Flicíssimo Cardoso, prsidnt do CE- DPEN, Lônidas Cardoso Após a litura d uma proclamação alusiva t\ data, lirigida ao povo pla ABDDH, pronunciou o gnral Arthur I Carnaúba substanciosa oii-. frência na qual analisou tl manira obtiva o procsso histórico da instalação la Rnpública cm nosso pais, focalizando os vultos mnis prominciits qu nl sobrs-airam, a inspiração lo Briahiiii Constant sua prsonalidad, o comando do Dodoro. Anausando o stado atual da ipública brasilira, a chamada sgunda Rpública, qu s caractriza pla prdominam cia das mprsas csirangoiras na conomia nncion.il, obsorvando-a na.sua quas to- talidací, cila, dc Rui, o sguiiit trcho: «uardirionos das protçõs intínacionais. Ácaullrho-iios las invasõs conômicas: Vigimonos das potências absorvm ls o das raças x.iansionistas. Não nos tmamos tanto dos grands impérios á saúados, quanto dos ansiosos por su acharm tais ã custa do.s povos indfsos mal govrnados. Tnhamos sntido nos vntos qu sopram d crlos qtiadrants do céu. O Brasil é a mais cobiçávl das prsas;, ofrcida, incauta, Ingênua, inrmo a todas as ambiçõs, tm, do sobo, com qu fartar duas ou três das mais formidávis». Km sguida, usou da palavra uma rprsntant das famílias dos cx-marinhitos prsidnt do Cntro Paulista x-fuziliros qu, dpois d cio Estudos o Dfsa do Putrólo, Hnriqu Cunha, Ali- qu vêm passando m virtu- dmonstrar as privaçõs.pur tõnio Josó Hnning; coronéis dc da xpulsão dos sus csposos da nossa Marinha s- Salvador Corria tio Sá Bn vids o Luiz d França Albuqurqu; D. Anahid Psguns á condnados, muitos tarm os msmos prsos, aisoa cio Andrad, vico-prsicint da ABDDH, numroso om rlvants srviços prslados o com mais d uma dzona d anos srvindo na Ar- público, tvo inicio a solr.-nidad, prsidida plo gnral macia, solicitou da assistência Artur Carnaúba. uma auda financira cum qu pudssm nfrntar om ssus filhos a dificil situação quo atravssam, tndo sido comprnsivamnt atndida pola assistência, dmonstrandoa simpatia solidaridad do povo para com sss porsguidos políticos. Foram lidos, ainda, três tlgramus a srm nviados ao Dputado Orlando Danlas dè congratulaçõs solidaridad plas vrbraçõs qu vm fazndo da tribuna da Câmara contra as àrbitraridads las Comissõs Militars ti. Inquérito, ao Dputado Jânio Quadros, tia Assmbléia Lgislativa d S. Paulo l apoio á primira convr.çáo paulista pro ansitia dos prsos o nrocssados políticos, aos uízos dos conslhos qu sião ulgando os militars cssados, pro- pdindo a absolvição dos procssados por sr isso um imprativo da iustiça Ȧ solnidad foi ncrrada sob os acords do hino nacional, snts. cantado plos pr-

4 mm^^mmm. ti igp. >r«_tb%iapiaki wm*m*w*mwri iii,ii.»._mii^- i VAGIíJA 4.JWPHENSA PyíULAit *5. Na fira da Lops Quintas a baía ia pulou, conscuiivamni, m o numro d frqüntadors, lo uma smanas, d cinco para nov d nov para 12 cruziros o quilol u pquna minoria d povo a nao tm dinhiro privilgiados viv <JT-)rf. d banqu- U.H-...,llm nuilo ri t., farras o Arroz, fião, banha, iodos os produtos vêm sndo ^.aorados liao. trama a as miséria maio- das O gran- rs ngociatas cis massas os mais h- aumnta, nquan- cliondos crims contra povo cada o vz com mnos dinhiro para fazr suas povo compras A fira da rua Lops Quin formou*_c numa tribuna d disso? Era ató bom qu a sra. tas, na Gáva, possuia uma protsto contra o govrno rclamass... Só assim tradição muito spcial. Momo nas épocas mais ngra-;, ços, surgm acusaços trri* O barraquiro atual. Da discussão dos pr* culpados aparcriam... rgorgitava dc quria s r* gnt, ra como quo um pquno oásis t principalmnt das donas stá apodrcndo no nort do vis contra Gstúlio, por par* frir ao govrno. A batata ond oi consumidors dos trciro c quarto distritos muni- AS BATATAS d casa. clpais Iam s abastèosr, no Há, sm dúvida, dsrto um mundo d uma smana infira com os armazéns o d razõs para qu a fira s quitandas transform num cntro d sm gênros ou d pro* proços absurdos. tslo. Ali,,por xmplo, ni A fira da Lops Quintas prdu, porém s* crais, uma snhora discutia trcira barraca d lgums sa tradição. Ho, bm mnor com o barraquiro: é o númro do sou. frqun* O ;tadors. E todos os qu ali sr. slá doido! Ainda comparcm rclamam alguma coisa: é a dona d casa rclamando os prços ou a falta d gênros, é o barraquiro rclamando a falta dè frgti,-. zia, é o pquno transporiador rclamando qu ns snhoras náo mais lh dão mrcadorias para transportar. A fira da Lops Quintas trans* Ho, apsar dn ncssidad d alimntar, a maioria dus donas d casa voltm da fira com as bolsas quas vazias SVlâS *?. 1 % w i <*-** SO Paraná o no intrior d São Paulo, mas não há transporto. As linhas férras qu o govê.- no stá planando são para carrgar o frro, o manganês, a monazita.nara os Estados Unidos. DEMAGOGIA DO -VELHINHO» Mais adiant, noutra barra* há duas smanas compri b_- ca d crais, outra dona d lata a cinco cruziros; na smana passaria volti aqui o por causa do prço do arroz casa discutia com o vondiro sr. m vndou a nov cruziros; como é (pi agora á qur nas havia comprado arroz por amarlão. Há poucas sma* m cobrar doz cruziros? Eu sis cruziros o quilo. Tinha vou dar part do sr.! trazido a conta crta para Ora, madam, a sra. pirio dar parto. Mas é trábal/io nhiro não clava, pois o arroz comprar dois quilo" mas o di Inútil. Então a sra. pnsa qu nós somo.; á stava custando 9 cruziros, os culpados Aquilo ra um absurdu! O sr. stá m cxploranrio! Podo acrditar qu não stou, madam! A autorizou a vndr por dz cruziros o cinqünta contavos. Portanto, u stou vn- (lndo até por mnos da tab- Ia. fi qu a vida slá ficando cara, ni.smo. O «vlhinho, dizia qu ia dar comida barata para o povo, mas ra somnt «papa... Em quas todas as barrac is as cnas so rmtiam. Orara por causa da banha, qu do IS du um pulo para cruziros, ora por causa das trutas nacionais qu stão sndo vndidas por quas o dobro ilo prço do ano passado. I-aranas-pras, por xmpio. qu nu ano passado ram ncontradas a cinco cruziros a riuzia, ho, mirraclns apo* dré-idas, são vndidas a dz cruziros! Por isso. dia a dia, a fira da Lop Quintas, como todas as fira.s do Riu, vai,i ardndo.*-- -- *-- JOd Eram * * parra -i 11- i i *.. 9 Vai Qum Pod... Quas uma diária para andar na roda "cachaça" gigant na auío-pi_ia do cinminha. só m pquníssimas doss tão / A vida do carioca não ó lã.guias o rlatórios, stivssm -tauto-pistin-, ruim como dizm. O qu com a vrdad. Pur isso, u r* O rpórtr a, iro.\ímou-s xist niuilo mal ntndido Isto sim. Mão s divrt, por xmplo, qum não qur. Cinmas, parqus d divrsõs, campos d futbol xistm «à panpanrra. om todos os bairros. Ultimamnt foram inaugura* rios us cinmas Miramar, Lblon. Áztca c muitos outros á stão m proto clc con.strução. Nada mnos d dois ou três aumntarão o númro portr munlurso do maior rios otimismo partiu, NO PARQUE DE DIVEHSÔES Nada mlhor qm- u Parqu ci Divrsõs da Avlnada Pr* sidnt Vargas. E ali tv su primiro coniacto com a roalidado. Muita gnt, clc- falo, pr.csavn, mas poucas brincavam. Vrdadiro multidão, pr xmplo, rodava a barra* liilotl sabr a razão daqula scolha. O ovm ficou mio dsconfiado, mas acalmou-s ao sabr quo sr: Iratava d imprnsa xplicou: E qu a coisa não slá muito bóa, «Roda-Gigànt» c «Auto-pistá. para nós dois sãu vint cruziros, quasl lim cila ci salário. Nós smpr ia/cir.os assim: possiunos muito ciamos uma volta num ds* v^í-:_-.v_5s.-!.." -_ - «-> -- * I ;&&. í""* _./"***" ; l lffí: r4p* "f Égf..*,, _-0. 5\V-i..;- *..::; ** COFAP nas? Nas barracas, musiiiò o,, prços tablados são d J A Caixa rio Crédito da Psca continua a fazr propagai!- da insistir na baixa dos prços. Promtu forncr ao ca- V-ióca «pix fino» a 8 cruziros. E outro não ra osso pixo snão a corvina. S o poix fino não passa rio uni clc sogunda class, também o prço não corrspondu aos anúncios, pois a corvina continua a sr vndida ao povo pto prço absurdo d _8 cruziros. Como o mrcado ngro do pscado ó praticamnt livr, comçando lá no Entrposto da Praça lã, nas vndas por atacado, qualqur pix chga nas bancas rias firas ou rias pèixarias por um prço astronômico. F, maior aumnto s* tá so vrificando ilpois qu gi-tnrto part riu população dlminuiil o consumo rio carn. Üm quilo d b.-uloo custa mais do.!.. cruziros --. além disso, muitos pixs do sgunda são ngociados comu bado ^ u numorado, Ilá dias, uma pixa* ria chgou ao cúmulo rio pdir 120 cruziros por 2 quilos o mio rio namorado! Cada quilo saiu por DO cruziros! MARMELADAS BAIXOS E GOLFE! NEGOCIATAS NA C.E.X.I.M. Um litor nos nvia a s* guint dnuncia: «Como brasiliro conscint qu sou, não posso dixar d<vr com indignada rvolta a onda d corrupção o dsons* tidad falcatruira qu asso- Ia o nosso Infliz Brasil. D modo particular, quro citarvos apnas três fatos cios na passa- Cartira d Exportação Importação do Banco do Brasil, para qu o povo saiba o possa fazr um uizo do rogim protcionista «fora da li», qu lá impra. Sou, no ntanto, obrigado a cobrir as dclaraçõs qu aqui farol çom o vu do anonimato, bm pois podris calcular as nalldads po- qu sofrria s assinass sta carta. O «L^.rlo d Notic-iis:. dst ultimo domingo publicou um artigo intitulado FALTA DE FILMS PARA RADIOGRÀ- FIA, transcrito do «Diário il São Paulo» d 31 Í0 52, artigu sto qu focaliza a situação critica do abastcimnto d íiims radlográficos nsta ca- Pitai; Pois bm, o Dirtor da CEXIM, há dias, librou os pdidos d Importação para o rfrido matrial ns < , licnciados sob os ns , rspctivamnt, sondo importador o dr. I. Mattoso Filho, Rua México andar, no valor to&taricor u]} (*c Cr$ ,00, tndo o rfrido snhor algado noa J_f iy f -L vsll -èr v It ^ % -;.v ^ ^ pdidos srm para su proprio uso, para um bimstr, rspctlvamnt, mas pos- assgurar-vos qu há crca d 2 mss, o msmo snhor á consguiu licnças para o msmo matrial, com a ms* ma algação. O sgundo fato ó a conc.s* são d licnças d bbidas aicoóllcas para o Jóqui Club Brasiliro. O Dirtor da CEXIM librou os podidos ns , , du França, licnciados sob ns , , nos va* lors d Cr$ ,00, Cr? ,00 Cr$ ,00, pa ra vinho, champagn conh.i qu, rspctivamnt! E,..c ntanto, são rcusadas licuças para paraliticos importarm cadiras d rodas d mo dlos spciais quo não xis tm no país. O trciro fato 6 a concs* são d uma licnça para importação, COM COBERTURA CAMBIAL, para automóvl. Foi la concdida ao pdido n , licnciado sob n , do sr. José Tomaz d Vasconclos Filho, Mlnis-ro do Tribunal Fdral d Rcursos. para um automóvl Chvrolr 1952, no valor dc U.S. $... ÍS SÍ!í SkW m , sm qu lnha o rr.smo Ido à Sçãu comptnto, a cia AcordoS tndo ano* xas as comprovaçõs xigiria-, pla Cartiro, cum-) sndo, a prova d ""-- «nla d p* riotlo suprior a 6 mss fora do país, qu é o passaport, o crtificado da compra do au* tomovl, além ri outros rcquisilos. E pois, uma :nccs* são claramnt irrgular í prpíc.o ;ta, pois a condição d sr favorcido o ministro rio Tribunal do Rcursos, não o xclui das xign-ias fitas - qualqur cidadão, pois num pais cm qu o govrna sa intgro, honsto r- qu vrdadiram.iit s mpnh pi i vausa do povo. todos lvm sr iguais prant a li. E tudo isto quando o pais atravossa grav cris cambial ando firmas tradicionais, têm sus pdidos d impoitação a qu têm dirito, ngados por convniência cambiai Essss três latos qu citi, crio qu bc:u podm dar uma pquna amostra rio rgim......o na CEXIM, dirígida por um homm d. «V.ohfiança. do Prsidnt dc Rpublica, mas qu m aii- -iiiito mrc a confiança do,, m,,..... Povo c db comrcio importaá , libração ssa UM QUILO DESENFREADA EXPLORAÇÃO NO COMÉRCIO DO PESCADO ENQUANTO OS HESPCNSAVEIS FAZEM DEMAGOGIASi. TAM OS PREÇOS E DIMINUE A PRODUÇÃO altas autoridads, d modo qu a rcompnsa 6 smpr a do prax: abrtura-d créditos sp.éclai.; Assim ó qu a Caixa vm rcbndo vrbas o mais vrbná para comprar frotas, motors, câmaras írigomicas, A mdida qu a Caixa d Crfi* dito faz propaganda, nchndo os páginas dos ornais com tc E promssa., dmagógica.-;, o quanto mais dinhiro nr. vai tnz gastando, ilo su dirignt mais caro vai ativai ficando o pix para o consumontando unto às chamadas I mirioi-, ao msmo tmpo qu Govrno Acabar Com as Xarquadas Amaça qu pssa sobr a população do cniro, nori nordst: ficar sm o xarqu pagar o dobro do prço psla carn m consrva Os pqunos criadors do Brasil Cntral stão in pânico com a divulgado rio piano rio abastcimnto do carns pára 1-S3, qu visa acabar cm as xarquadas m bnficio dò.i frlgorll cos. Como ao.abo, as xarquadas 6 o. manira mais lmn-1 também aumnta xploração do vrdadiro pscado. Est rcb uma ninharia por um quilo do msmo pix iua os intrmdiários vndm cá fora por mais ci 20 cruziros o quilo. PEIXE Sô PARA RICO So a Caixa assim procdo, a Divisão d Caça Psca fica na.mita. o a COPAP faz vista grossa pnsando quo a sua tabla tonha fito apna3 para rlatórios burocráticos. D fato, há multo tmpo qu a tabla nào xisto, pois os prços são stipulados à vontad plos armadors in. tcrincliários. Outro dtalho qu não pod sor squcido 6 a scassz ca* da vz maior d pix d prirtiira qualidad. E qu a ps. ca do linha stá s acabando. Ató há poucos mss crca do 10 grands barca., traziam poix do alto mar, inrio até Alu-olho... Mas clpcis, por va- fornc tainha, pê.cadihlia, corvina, onxova, tc. Atualmonto pod.s contar ni S o númro rios barcos d psca rio linha, isto é, dos grands bar* cos qu trazm bado, mamo* raclo, cliorné outros pixs ri primira. Assim, vai climinulndo a produção, com isto, aumntam os prços, ao msmo tmpo quo tais spécis ficam caria vz mais difícil para o povo, á qu o pouco qu é dscarrgado no Entrposto vai dirtamnt para as grands pèixarias do Mrcado o algumas outras. Evidntmnt qu tudo, no íim, rsulta cm diminuição da pscado para o carioca, além d forçai.1 também a alta dos pixs d qualidad infrior. lofllherifl PA^CHOAL * J<5lAS E BELÓGIOS Oi mnors 1ÍZfÇS (a Cai"0 Ko 1 vífio!,?,"i. Brasii Coilll;i1- ria M» virtud I dificuldad rio transporto, bm como dá allni-iitáçáo outros ri. ario I circunstâncias, fators sss bar,os propritários das fazndas, Prços avisto os p_.riipalri.n pqunos criadors, cos comçaram sáo forçados a fazr.-.arras Av. Rio Brando. 114 ca crédito a ahatcí-, os bovino. forma-los c trans om xarqu. D outro modo não tão-., podriam abato,- outro tipo cio a msma forma gado, qu não lhs psca, qu é posslvol mantr nos lha.i-0- campa mio xár- d cabças por dificuldad rio niçào. Assim, fazr OiMxMsmx:m^m&Sà _.,- yf_f«*w quo 6 quaao unia obrigação. DR. A. CAMPOS O GOLPE No I Congrsso DOS Nacionai d Cinma a qustão ria importação do filmo virgm foi FRIGORÍFICOS amplamnt m.nlo dbatida, (lbalií1 não faltando vozs avisadas qu dnunciassm a a carência niciil,.(-huluiíau du us IIKNTISTA) Aconiccé, pqunos criadors film comu manui) il strangulamnto porém, contra o qu a Divisão ri Inspção ri 1rodi-,a "íi"nad,_fn I»"- proúcsso iiortu-miirlc... cinma brasiliro. não podm satisfazr ssa,,l -"6!",ral. xigências, dos o «D. t ifli s c- o.i.ra.íí(ü i_ u_. á xistnts plano, ntão, da huua - HHIlliits na Praça ca ri «tiro lus no alvo-. ri O rpor- iss Origm Animal Sans Pina. brinqudos o ( Kmi-li. «mi I-I..OS nm.rlnl H hovmlü daqui rio irara.it.da manira mais drástica m» riruc.,. nr.n_.l,.: (»,,,rl,». na Tiuca. E ató tr nfiou-s Dpartamnto até o balão: ap- lo Nacional ri circos xistm CIRCO E aqui! OS CINEMAS intolrant, S s dc* nas um atirador! Produção Só um Animai proib a matança dcidiram v rclamar é contra po- o a rocia* qu vira não ra suficnt para xm-qu, o Tis"! (Sui""t)l" " "" UNt,: TuÜ "» ta»-f«ir«.- - pular tntava fazr acrtar sria a mosoposição às qu vm agravar ri xar* rração d algum inconformaiío... pffrtor foi pára vrificação xala, c-. cio alvo. h o r- muito o a xplicação csquarias, algando abastcirrintu rias qu é uni t..ya aos cinmas. na Ants. rgiõs rio pard ria procsso rudimntar, cntro, anti-cu* nort umíí<ahm\i3v.i*mmiwriimm\immimmmwm*w*^mm*^^m^m^m^i^-mm~-~ - Nfio _ própria piada litors, ir porém, dou uma u ". n.-n-a: olhadlá o ruziros no ii-mico, o nordst do anti-hlglcnlco, qu s ncontra pur cada i-, país. circo m Garclíl qualqusr \ Avnida z. pr. Rsolvm stablcr, no CARNE pia* EM CONSERVA guia d turismo siínla ou rlatório Vargas. Lá Era stava oficial; prciso vrificar outra no ri abastcimnto ri car. Com a aplicação dss mais. pia* è a vrsão oficial da «Roda Gigant», porvas: «Entrada 15 cruzirs», o ns viria 5 para 1953, cruziros; qu as xar* nu absurdo, o govrno prtn* rio carioca, E íoi lomado isto «auto-pistá» na õ, cruziros! Dois gral. qi.cadas c :.,.ni tão bm ci impor ri curiosidad qu o rpórtr Mns falmos ao consumidor a namorados stavam dos cinmas, aparlhadas indcisos quanto os pro* carn cm consrva, á qu, dcidiu vr uma vz 7,70 ni mais o sa compravam ou qualqur não os ingrssos poira ria prios frigoríficos, sm o qu I faltando ò xarqu, as rgiõs qu é qu há com sta rua ria Cidadã Carioca ou dc São >u.;t a «rada-gigant.. praça ria a industrialização, srtanas riu cntro, nort " Prêmio passará to* Stálin) Sbastião m Indpndência. matéria E s s qulzr lalmnl para as mãos dsts nordst não trão outro tip, (Conclusão) ri divrsõs, Talvês sss ca* - ir a um Tons cu- scolhr mlhor, ria Cinlan* últimos. Isto.significa cio c..riic, lll* valhiros, autors ci dia, tantos _ia êl. Ou «rado-glgantt por xmplo, são.10 q-i puis a carn fròsca Tm cruziros o níraria. Nm msmo trabalh cum a industrializa- pur lá. (.orno s vè, qur i- rio tí.õsoriyolviriintò ó graiidé importância qualqur stablcimnto coisa qui! raramnt chga pan qui) a liquidação ria malária studo UU nas sssõs «passatn-no» LEIA rio DNPA ção ria rstringir rins carn í. hábilos obrigado a tt a fabricação KO rio mosouiln. ÚLTIMO NÚMERO DA Cincac mi Capitólio s pod rio X. aprovóiíriirióriti. xarqu Chipítsiua, intgral rio para favorcr unicamcnla Prêmio mais frqüntar como dants. Stálin, turius os os oohiprovòtí, -n--,! produtos drivados, o grands frigroifi- o auxilio rios ntõniòlgistas rio viu-ibs Também tivram suas ntrarins qu sria «is riostos, ralmnt um strangiros. Cõmò a» qu so os p-nsiurili.. tffl"? ilsfifll piano portação é limitada sam tard rios sus rfúgios da invrno; máoradas. dsovam usto, s o govrno fom* nv-ris m 15% tardo nos aiagadiços, o nor consguint os novos O custo ria viria é um não css os mios sôlir a mosquitos ncssários produção ri caria tardam ov*. pa* om auarcr. Isso parar mais disso o snr. ra tanto. Acontc, f:."(i"ici(:o, comprc:.d*sé prmit ntrtanto, píanificar o luta conti-u os nriofnlop - qu suas larvas, fixar nrázos m-is Antônio Nazari qii.ndo com* qu o plano o rori\"*-iintès quo scond. grand parl ri carn cóng- para li-iilniiint» tias águas stagnadas, O QUE NOS vsina O CAMARADA STÁLIN prava ingrsso - nn Orion. i_ üm golp rios rsiriênci-s, frigoríficos qu Içida c m unsrva *.. srãu im* d João Artigo Amazoii; minha cachaça o cinminha; lèm comu sus rprshtari.s postas ao consilmò; E, ainda Fraquza, dor d cabça co TRABALHEI NUMA -Vias FABRICA nm isto SOVIÉTICA mais tnho Rporiadi- a maioria rios mmbros ria mais: isto rprsntará noy... dors grais, lassidão, são os Nov.-.q osturios rio,., gm d Robrto Moriiii rito ri tr. Para a comida Divisão ri Inspção rios Produtos ri Origm Animal ri. cirno m consrva custa clua.- O pacinto snt rioois gron- " iicpv cli«-t,." -i cmio-"*"-*-, aumntos, pois um quilo rl ni-imh-os sintomas ria donça. i-i_i,iiitii*piii an prof; p. f- MAU-MAUi LIBERDADE PARA I.Í.NIA. Tma i algam não havr produção, rss cio uuimdiato [star tudo scasso. E Dpartamnto pr.ra cinma? Nacional d vzs mais caro qu um quilo ds calafrios, ouo duram ri» Produção BISBNRÕWBR. PRESIDENTE DOS TRUSTES Animal. Evidnt* ri xarqu. duas a três horas, subindo m Intrnacional Crônica rrocu-ar mais sguida a provas d fbr a 40 q--i gn.us 0 BRASIL T.i-i:-c*PYTr.* na vrdad vrani vn,,.,,,,,,,. on Mv...rI_M carioca mais. A L nm dor ri caba áurriôn* rto Ao CONGRESSO POVOS DOS pd mais divrtir-s ra n cntrar rixzo CONDENAI A PETROBRÁS ã Combat um sm á númro ri3 "^ " r^mp0s Mt«açã0ra,ua. da l,a co, d" dfsãdo ^ Ú Í6 "a píh^taeo MARCHARAM viria E AO o rpórtr, KNCONTRO nn volta, DA VITÓRIA - Rporialima í lim sobr a grv rios»n.i,-is para a rdação vio pnsan- pcrnámbiicaiios O ACORDO do nas afirmaçõs MILITAR SEM rtus r MASCARA - liso brvo do Acórrin a»á- rios Militar oficias B.asil-Eslnttn. 1niri-- i. -,-,"*ibr a vida ria,.-io PAZPARAAroRtHAi vi,,., IPUlaçao. Tudo uma lc,,ot,a^m grand Kuhro qu mpo.,;,_ l^ih:..._;^.;a, i,;iíí"11» f^sa, uma man.tra rimo~ó TIROKfvff58-1 cj1mt r P.W:,:!S cw lnd0,ml»(l * *í Pròctirãr dsviar a In d0,^ydí0 S<im1T stadta.1 r M»à lols_":,,:".a dlgnucaò do povo contra a x P liocuio l o compro m. H01 ciados Unidos. pioraçao G a* m^ou bandalhira!.ornalirp.ypz OPElíARIA ds tubarõs 1 CRUZEIRO dos sus r O EXEMPLAR. nrsntánts nn no govrno.,m»í,w, ^^^^^^^^ atò oo.õo úõúú ; WBmsaEiwBaiwasmuEB&MtimBBttBumai Lpra Vai Sr Maorado o\ D 24 a 30 d novmbro mais 10 cntavos pr con-gspondência Vão sr maorados os slos postais na última smana rio más corrnt. Toda a corro.-;- ponclncia qu transitar plos Corrios o Tlégrafos vao so. fri- um acréscimo ri dz cn. tavos no valor rio solo, a prtxto ria «Siriánà Naoinoai ri Combato à Lpra», O fato, aliás, não _ iiov.riad. ü govrno Vargi-.-i, m li\z~>, iniciou uma «campanha» soriiliianta n qu rinoiiilnou rio «obra rio prvnção contra o mal ri.- Hansii no Brasil -. O povo conirll.uiu com cllnhli6 liáâuiit, i mas a lpra s aiaslruu ainda com mais intnsidad, os por- (adors rio mal d Hansn, bm como sons filhos sadios, oáu tivram qualqur assistência ]ior part rio govrno. Agora rpt-s a historia. Afirma o govrno qu va manda contruir modrnas cclonias. E como ssa afirmati. va, qu niugiim mais dá crriito, s arroga ao dirito d ar. rançar mais J0 cntavos ri caria corrspondência, contribuindo dò mais uma inèiiáífti, unia üifi. ciiltai- a viria ri povo, á íàd csfolado pla carstia. fita do,-..- I ELEITO CHUBACI Foi lito plos doutorandos ria Faculdad Nacional d Mdicina, orador da turma d 1952, o univrsitário Vald* mar Chubaci. Est lidr studantil ocupou cargos rlvants m tclas as gstõs rio Dirtório Acarimico, dsd su ingrsso na s* cola, m Foi scrtaria da sção d apostilas, dirtoc do Dpartamnto Social, rsprsnlant rio Dirtório Acadérnlco no Dirtório Cntral d Estudants da U. B., na União Mtropolitana d Es* tuclanls na União Nacional d Estudants, auxiliar-msdico do DCE. rprsntant Chubaci foi cia UNE no II Congrsso Mundial d Estudants, ralizada m Praga pla UIE. CONTRA O VETO Está s dsnvolvndo m todas as scolas uma campanha dirigida contra o vto rl Vargas ao dispositivo dos Es* tatutos dos Funcionários qu prmit ao funcionario-stuclant faltar ao srviço n: dias d prova. O movimnto iniciado pi.: União- Flur.iinsn ri Esttidants á rcbu o apoio ria maio* ria cis Dirtórios Acaclmli.-.s cariocas. A UI.E o a UMB dram notas rcomndando aos dirtórios lularcin contra o vto. ^^^_X^^«t4^4^>^.^«*^S.li TROCA DE FILMES COM OS POLONESES VARSOVIA Os ovns polonss qurm intrcambiar plículas com outros ovns. Através ria Fdração Mtindia. da Juvntud Dmocrática, publicaram uma lista d policulás l grand curta mti-agom sobr a viria atual ria uvntud polonsa qu ofrcm m troca do plículas rnbr a viria m outros paiss. Os qu s intrssarm pur st intrcâmbio puclom sr. vr dirtamnt á União da Juvntud Polonsa, ria Mucoto\y_ka, 3 Varsóvia (Poonin). A VITÓRIA SOBRE A MALÁRIA (11)1 *" A. IAKÜSHEVA cia multo. Nos casos gvavos. o dont prd n o.nnhocii"on. to, rilh-a. tc. A fçhr o*i"-i unihí horas o os áç. o_ ou paroslsníos s sucdm no rii.-i po._;iiint at dois ou três ri-"-. i Bastant mais gi-a.vc c a forma tropical ria malária: rs ars* i sos riurani 36 horas o a tm* l prátura so montm alta a«vn s p- vários dias. Os mídlcbs psquizádoi,í". soviéticos obsrvaram rptirias vzs qu nas réglõès fi- tèntriorinis o cntrais ria t.ftp. a. no.soas atacadas pla rit-lmira vz (tr ImiinhiiTs^in -ri-..r.. ciam prim-imlmcnt na primavra, ounorio os snnfllnos Io éstl.0 oillrla rniltíimin-irin... l.u. rant altriim t.i.ipo hão onrifn-- gufrari clc*-c--.!)ri.-- r i-i-lpom dn infi-ccu.. -IV t n. MP- cialistaí n. nííi ti guv c,\". ",",rbrirãm uma vor; li-*.** «. il. o».tcn rii ro-- tãfíor dá malária riupò iíif1,.- (Pla na (IRí..*.,! - c i»-1.-> s si) so t -yi sntir S,.0 <:.-,: -.1 m.._ dpois ria "nslva (Ií; A n- rln Yiín.0 -p. o gral conti;?el i*"-"--"! fl*i*n a i**-i I-! fi\,\ -««li * * -,,- i* i_. u-rp*..*- podóm dé..êfivolvi;-s no organismo rios ninsquilos. Uni o outro prparario s mprgam cm grand scala. O bigünml é ficaz para o tratamnto rio poluriismo rios trópicos. Cõin um trutai.-nto àci-tada malária o.s acssos sáo cort-clrã m pçíicós dias. Mas.s o rii<l-o^- rioixa ri tomar o rmérii., potm raparci-. Para vitá-lo, os médico., soviétii. s, sob a orintação ri P. Séí-giiéov, criaram um método ri Imigo tratamnto profillálioo: a.s --, pssoas atacadas l»-<n.iilii(iiritin n-i ano m cursn nu no antrior continuam to.»*_r,,i.-, i_i) Ptn^ fi acriquii)?! plasmoiilri tliiránf n yi.rãq, Çírar-ns a isto. a cura é mais "irin s rrii. muitíssimo o nfimèrb rio casos., Torin C-5.--P onunto ri» mdi- Ia..-,*>i--,ii,*--i>f coní v o?i.)"i<!" í)p i]ooníp«; fiii.vr-1,: -.- -".-I---I in.-,i i-.-r- alocar a 1?!.: IiHV. r. r:-.-,!:i % >,-. ]-._(. _pvié- ii.-a i1. "..«; -n--, fp.ll.>!!.» :, lv -n;v-i, V.-- *Vl.lc<-3. v t-a:.-"-ro- pi.*.!-.-_ «r**;;:,-"-. ria.v*r*<>*- nr;i:iii o r*".i ,í,,rt,:,. og i_ ir»«i;.i< noi-in.-s QlA* ^^l«^ p^^ "t"* rrnc*t«nos " i«t 1«i«n,1. p)i.,>.> ri- i *l)í» t o I «----o. tmío fi» **»* 1 f \"^X^V (. i ^» : o* w» o tnffm,»r>.r<i $ -o «> O í -1 (!«( 1 r..(.*,» «,,.»»-» 13 O" ;»..* ) C.»«iv-^i.*, c.1 ;< kw -iroxuii*.

5 C2 IMPRENSA POPULAR PAGINA 5?r $%{\*i-í">wx.\.-">?-"!**.- * f$^<p;ií^^ Dsos Ralidads Na Coréia Obsrvação multo sclarcdora é do ditorial da 4 Práyda» sobro a gurra na Coréia, no quo s rfr à divisao d rsponsabilidads ntr os partidos racionários dos Estados Unidos. Nssa gurra vmos com fito, igualmnt rsponsávis, d um lado Truman do outro John Pôstr Tlulls, um dmocrata o outro rpublicano. Eisnhowr nganou com suas promssas o tão logrado povo amricano. Prosségúirido na politica d su partido, qu não difr ssncialmnt dá d sus rivais do partido d Truman, Eisnhowr marcha pr.ra dstino idêntico ao dc Truman, isto é, para o complto dsprstigio. Não dsando rsolvr o problma da Coréia por mios pacíficos, c claro qu Eisnhowr t n t a r á no* vas soluçõs por mio das armas. E aí também não lh são risonhas as prpctivas, pois á mdida qu passa o tmpo, os fators matriais morais da gurra aumntam ns dificuldads m qu so ncontram os intr voncionistás ianqus c sus cúmplics. Assim, no msmo instant m qu Eiséilhowr so dirig dmagogicaraht, m véspras da lição, ás famílias amricanas, acnando com a posnibilicbdc do rgrsso rio sus «boys"» através d miraculosá viagm do gnral caçador d votos, chga da Coréia um podido do comando amricano do mais divisõs stadunidnss. Só chi outubro, diz uma informação procdnt dc Pquim, os intrvnionistas-tivram na Coréia Co.000 baixas, das quais 2-1 mil amricanos, 38 mil sulcoranos c os rslunts d oulros paíss. Esta cifra global rprsnta o dobro das baixas d stmbro ncontra sua xplicação no fato d qu os amricanos rsolvram xplorar a fimdo a prtnsa blicosidad das forças mrcnárias d Sing Man TU, candidatas sgundo crtos planos ianqus, á sucssão dos amricanos na tarfa ri sustoutar o maior poso da gurra. Mas nss fatídico mês d outubro (fatídico para os ntrvnciónistas) o 0" Hgimnto sul-corcano, rcn* tmnt rorganizado com rforços, foi novamnt di* zimndõ. Uma coisa são os pluns dos imprialistas c outra são os fatos. Est 6 quadro qu s aprsnta a Eisnhowr ás véspras do assumir a prsidôncia, para a xcução dc sua fórmula miraculosa d acabar com a gurra na Coréia. MECÂNICO DE MÁQUINA DE COSTURA Consrta, compra c vnd máquinas d costura usadas. Rforma cm gral Tls: ou O Fim Imporianl proclamação do Pariido Progrssista, analisando a vitória d Eisnhowr Apsar d nganado plos partidos d Wall Strt, o povo amricano s manifstou contrário à política d gurra fascismo NOVA IORQUE, 17 (IP) Vincnt Halllnan c a Sra. Charlott Bass, candidatos du Partido Progrssista à prsidéncia à vic-prsidôncia dos Estados Unidos, cm do* cumnto dirigido a sus li* lors após a divulgação dos rsultados do plito, dclara* ram qu o gn. Eisnhowr vncu porqu Adiai Stvn* son o Prsidant Truman fi rcusaram a dar ao povo amoricano qualq....rprança cli qu «a mais impopular das gurras d nossa história viés* sc a t; íim». Hallinan a sra. Bass con* clamaram o povo amricano a s mobilizar para a luta pla paz, pla rvogação da li Taft-IIartly plos diritos civis dos ngros. É o sguint o txto do documnto: «A vitória do gnral Eisnhowr não dv lr confortado as forças racionárias amricanas. Sua promssa dmagógica d fazr algo para trminar a gurra da Corla stá por dmais ligada ú sua vitória. O povo xigiu \ fim dssa avntura irrspon sávl, cara prigosa, dc suas consqüências. O povo protstou contra a cga politicá xtrior do prsidnt Truman a dspito d sr sta uma politica bi*partidária, contra os prços os impostos altos, contra o fracasso d Truman m proporcionar o bm-síar ao povo, contra a corrução do sua administração. O govrnador Stvnson concorru para sua própria drrota, rcusando-s a dar ao povo amricano qualqur sprança d trminar :i gurra mais impopular d r. ssa história. Mais aiiul;-. êl fracassou m nâo dar uo povo amricano a mnor p* rspctiva d luta urna ai* trnativa para a ração rpubllcana nos maiors problmas domésticos qu o afv* tavam dirtamnt: o aumnto dc prços, os impostos asfixiants, contratos coltivos d trabalho, diritos civis para os ngros um programa para protgr os pqunos agricultors amricanos. «Agora é ncssário qu s:; faça uma mobilização sm prcdnts para a luta plas rivindicaçõs populars, pa-. a vitar ou a ração convrta a vitória d Eisnhowr num sinal d partida para u aplicação dos programas d Taft, MaArthur Dullos. OPOSIÇÃO AO <r.os votos do Partido Pro-1 pôr fim à gurra da Coréia, grssista, qu não foram ain- assim como os quo votaram da studados, foram sabota- m Stvnson ansiosos dc qu dos d forma insólita plo rá- os Dmocratas rplissm a dio pla imprnsa, fils ro*! li Taft-Hartlcy. dvm a_ora prsntam a scolha dos ciitoros politicamnt mais administração c do novo Con- sc unir para xigir da novi conscints, qu não rco* grsso a satisfaças d suas nhcm m nnhum dos v* rivindicaçõs... lhos partidos uma altrnai! <:Tais aspiraçõs, qu não va para a política intrna racionária, para a continua* ção da gurra corana o a xtnsão da politica d bi-nartidúria. gurra «O tumulto a gritaria trminaram, mas os faros ai stão. A lição não rsolvu nnhum dos problmas ru povo nfrnta. Esss litorc-s, qu dpusram soms votos m favor d Eisrihow." spranb qu êl viss a ACORDO DE BONN - -in ~~~**nni_inmn_rrmiiiiiiiiiiii. iwhi.wliii im imwih i.iw g Os Social - Dmocratas Pdm o Rtardamnto da Discussão BONN, (AFP) -- Os rpr.-sénlants sociais-dmocratas no sio da comissão dos pr* sidnts do grupo foram ncarrgados pla Comissão Excutiva do S.P.D. d xigir o adiamnto do dbat parlamntar sobr a ratificação dos acordos grmannaliados alô a publicação do parcr da Corto Fdral Suprma, sobr a constitucionolidado dos acordos contratuais ntr o Govrno Fdral as potências aliadas. E,.,u dcisão foi tomada pla Comissão Excutiva Social* Dmocrata na confrência dos Landr do S.P.D. qu isi: ralizou sxta c sábado nsta cidad. A Comissão Excutiva n carrgou, além disso, o grupo social-dèrriócrata d conviciar, para uma grand intrpclação, o govrno Jcral a fim d qu st dfina sclarça a organização as atividads do srviço do sr. Thcodor Blank, Sgurança. comissário d? COMO TRANSCORRERAM A TRADICIONAL PARADA MILITAR E O DESFILE FESTIVO DOS TRABALHA- DORES NA PRAÇA VERMELHA DE MOSCOU EM HOMENAGEM AO ANIVERSÁRIO DA GRANDE REVOLU- CÃO SOCIALISTA DE 1917 O DISCURSO DO MARECHAL TIMOSHENKO OVACIONADO STALIN MOSCOU, via aéra (Cor* rcspòndênia Espcial) Ho, 7 d novmbro, ralizas na Praça Vrmlha, a tra* cllcional parada a manifstação fstiva cios trabuihado* rs cm homnagm ao aniyrsário da Granu Rvodução Socialista d Na Pinça, vênv-s rtratos monumn* tais dos fundadors do stado soviético. Lnin o Stalin. Ao longo la fachada dos cdiílcios vmos guirlandas dc liors. Trmulam as bandiras das 16 rpúblicas fdradas, simbolo da amizad dos povos da Ll.SS. Em faixas v-rmlhas stão gravados us aplos do Comitê Cntrai cio Partido; «Viva a União das Rpublicas Socialistas Soviólicas. slio da amizad c da glória dos povos do nosso país, baluart inqubrantávl ml paz no mundo intiro! Vivá o Partido Comunista cl"v URSS, o grand Partido d Lnin c Stalin, inspirador organizador dc todas as nossa:; vitórias b Aproxima-s o momnto du cr início a parada. As tro* pas stão impcávlmnt formadas. As ruas praças adacnts stão iguãlméíitc rpltas d unidads milita ros. As tribunas para os conviciados, stão compltamn* t lutadas. Nlas ncontramsc oprários moscovitas, camponss da rgião ci Moscou, lidrs da ciência, das arts, da cultura, dputados uo Sovit Suprmo c ao Sovit cia Rpública Fi..us&à. Na outra tribuna stão numorosas dlgaçõs ostrangéi* ias d vários paíss quo viram assistir às solnidáds 1: Outubro. Vmos dlgados do grand povo chinês, rprsntants da Coréia hróica, ciolgados da Polônia, Tchcó* Eslováquia, Albânia, Ròmô* nia, Rpública Popular cia Mongólia, Bulgária, Hungria, Rpública Dmocrática Almã, assim como rprsntants dos trabalhadors dá Franca, Inglatrra, Itália, México, Líbano, Chil, Cilão, tc. Entro os convidados figura uma dlgação da Fdração Mundial dos Sindicatos chfiada plo Scrtário Coral, Lut Saillant. OVACIONADO STALIN A aslstêncià quo sc ncontra na Praça Vrmlha aplaud calor;amnt o aparci mnto na tribuna d Stalin. dos dirignts cio govrno soviético cf do Partida Comunisla. D rui xtrmo no outro clèvà-s uma onda cl saçidaçõs m honra cio chf dis trabalhadors, o grand por- Va-bandira da paz, Josph Stalin. São 11 horas da manhã. Vai comçar a parada. Dirigc-s a cavalo para o cntro da Praça o Marchal du UlíSS.Mmão Timoslinho, qu pas- Marchal Timoshonko dirisara m rvista a parada.. g-s ag cntro da praça uo longo das tropas militars qü stão formadas. Divlg-s ao su ncontro o Gnral :icarrgado d organizar a parada. Após rcbr a parada, o Marchal Timosho.o comça a passar cm lvista as tropas. O Marchal Timoslinlco flicita as tropas p- Ia fsta dd 35. anivrsário d, Grand Rvolução Socialista dad soviética. Els dsfilaram garbosamnt. Vêm s d Outubro. Trminou a rvista às tropas. O Marchal colunas d alunos das acadmias: d artilharia, d poli- Timushnlco dirig-s ao Mausolai ci Lnin. Dsc do cávalo. Sob à tribuna. Uma dadas motorizadas o da acacia militar, das forças blin- ovação tmpstuosa coa cm lda a praça. Ouv-s a ordm dc sntido. É anunciado qu o Marchal Timoslinko vai falar. O DISCUHSO DE TxMOSHENKO I Encarrgado plo govrno c plo Comitê Cntral do Parlido Comunista da URSS, o Marchal Timosilénko saúda os componnts do Exército Soviético c da Marinha dc Gurra, assim como todos os trabalhadors da URSS p-a passagm do 3!). anivrsário da Grando Rvolução Sócialista d Outubro. O Marchal Timosilénko saúda os câmaradas prsnts, vindos do ostrángiro qu s ncontram na praça Vrmlha. Entr outras coisas o Marchal TImoshnko diz: «A URSS dfnd firm consqüntmnt a causa da paz colaboruçáo ntr o.s povos. O Estado soviético lula pla»as com o apoio unânim dos outros stados dmocráticos, amigos cia paz, rprsntados pla Rpública Popular da China, plos paiss da Dmocracia Popular pla Rpública Dmocrática da Alcmanha. A política soviética dc paz conta com a confiança, a simpatia c o apoio não só dos paíss dmocráticos qu constrom o socialismo, mas também d todas as pssoas progrssistas do campo capitalistá. Ê corto qu os atêadors d,-; gurra não prdm do visla uma nova gurra mundial s prparam para la intnsificando a corrida armamntlsta. Há quas 3 anos os atoadors d gurra conduzm uma gurra barbara contra c povo corano instigam vários paiss contra a URSS. Os atcadors dc gurra, porém, dvriam sabr qu os povos do mundo não qurm a gurra qu o nosso Estado é hoio mais fort cb qu nunca, c ó capaz d rspondr com golps dmolidoras aos golps dos agrssors. As valorosas forcas militars da URSS, qu lm todo o ncssário para smagar qualqur golp d nss, cintistas, lídrs da ar- i rtratos dn oprários, campo- arssors, stá na vnnguarda da paz sgurança da nosra o bm do povo mrcm t, qu plo su trabalho pasa nutria. su rconhcimnto. A Praça O rosso povo podo star Vrmlha dlira d ntuiiasmo. Novas novas colunas cro ri nu o Exército Soviético cumprirá honrosamnt a tarfa qu lh corrspond, a d manifstants Irromp pla praça. Dsfilam cintistas Salvaguarda do trabalho do novo -soviético, na d-.fsa ds scritors, artistas, cngnlwi* intrsss statais da URSS-. ros, arquittos, a família unida dos cidadãos soviético.., O Marchal Timoshnko conclui su discurso dizndo* do- «Viva a paz ntro os povos! Abaixo os atcadors d construção do participants da pacifica comunismo. uma nova gurra! Glória no iicmo qurido camarad? Stalin!» PARADA MlLiTAR Dpois -u o Marchal da URSS tcv-nlnou su discurso, m tôdi a praça coaram as salvas d artilharia. Sob os acords do hino da URSS, comçou o dsfil soln das tropas. A parada foi abrta.;clo.s alunos das scolas mi- Rtars, A fina flor da rrioci- dmia d aronáutica. O dsfil das forças arma* das soviéticas durou crca d uma hora. Viam-s faixas com as inscriçõs: «Os soldados da artilharia do Exército Soviético saúdam calorosamnt os gloriosos combatutos do Exército Soviético, vanguarda da paz da sguram ça da URSS! O Exército Soviético c fort não somnt pla síia prparação militar, mas também plo spirito moral patriótico! Cada pomba* tnt soviético snt orgulho d star chamado a dfndr su Estado socialista salvaguardnr o trabalho paiflco dos homns soviéticos! Como dmonstra a xpriência cia história, um Exército assim é invncívl». DESFILE FESTIVO Iniciou-s a sguir a ir.api* fslação fstiva dos trabalhadors da capital. Cidadãos moscovitas oun.ui* zm a bandira da Capital. A bandira é carrgada por oprários cia fábrica d Mosçiiu «A Foic é o Martlo». Em sguiua marcham os spils* las, ntr os quais divrs s campõs munuiais, vncfiüo rs cias provas da XV OLmpiada Mundial. Sob a Praça Vrmlha trêmula um mar U bandiras. São portubandiras qu conduzam, m colunas as bandiras dos.1.2 bairro* d Moscou. Muitos dls dsfilam com suas famílias. Em tudo há um ar fs* livo c algr. Os manifs* tantos saniam os dirignts do Partido Comunista o do Govrno soviético. Numa caudal humana lva-s, bum aito, rtratos dos fundadors do Estado soviético, Lnin Stalin; Nas faixas stão insritas as palavras pronunciadas por Stalin no XIX Congrsso do Partido: «Viva a paz ntr ns povos! Abaixo os atadors d gurra!» Ao lado do rtrato d Stalin os manifstants conduzm Os manifstants saúdam os dlgados dos trabalhadors do strangiro. E grand o númro d faixas ddica* das à crscnt amizad tios povos soviéticos com o grand povo chinês dos paiss da dmocracia popular. Os manifstants conduzm ru* tratos d dirignts d Partidos Comunistas o Oprários irmãos U divrsos aiss Vmos rtratos d M.ao Tso Tung, Kim Ir Sn, Tchrvn* kov, Mauric Thorz, Palmiro Togllati, William Fostr, Dolors Ibarrruri outros. A INFINDÁVEL TORRENTE HUMANA NAO N U A corrnt humana parc infindávl. Sob as cabças vêm-s norms maquts los palácios d cultura, tsa* tros, construídos nos anos d após gurra. Um dos cartazs trás cifras dmonstrando qu fórum construídos 100 mil apartamntos com dois quar* tos, cifras dmonstrando o aumnto da produção d gnros alimntícios artigos industriáis para a população da URSS. Muitos cartazs fuixas xprssam o ardnt a- grudcimnto a Stalin, no Partido Comunista o ao gnvêr* no soviético, cua tarfa principal foi smpr o dsvlo p* lu bom do povo. Essa manifstação mostrou mais uma vz, do manira convincnt, a unidad d todo o povo soviético,. sua firm dcisão l cum-prir as liistó* ricas rsoluçõs do XiX Congrsso do Partido. Está foi uma manifstação dií trabalhadors imprgnados do dso cio não poupar osfor* ços no trabalho paia cumprlr ultrapassar o V Plano Qüinqünal Stalinisla. podm sor ralizadas atravê:) d liçõs como ssa, quais qur qu soam os sus rcsultudos, somnt podm sr obtidas através da luta unida. indpndnt do povo, a dospito dc como tnha vola-. > n- último plito. <-.0 Partido Progrssirta convocou uma runião do su corhlté nacional para os dias d novmbro, Nssa assmbléia o comitê nacional planará suas atividads pa* ra a ralização dss programa o particularmnt para audar o povo amricano a lvantar a luta por suas rivindicaçõs no próximo Congrsso:-. Duplicaram as Prdas Ianqus O govrno aponês admit a prsnça d soldados nipônicos lutando na Coréia ao lado dos agrssors nort-amricanos Soldados ianqus xaustos dsani mados no «front» corano HONG KONG, 17 (AFP) mês d agosto dc lí)50, d um CAIU NO MAR A Emissora d Pquim, cap. outro qu sta prisioniro, contada aqui informa qu as prdas infligidas ãs forças am- outros casos d aponss d. nort-amricanos, p r ovavol* form s acrdita, d dois TÓQUIO, 17 ÍAFP) Trz ricanas associadas na Coréia, sàparocidos dpois da sua n. mnt, prcram m um acicint aéro, ocorrido untm à durant o mès d outubro ultimo, s lvaram a mais do noit, ao largo da cosia orin- gada á Coréia. lili.ooo homns, ou sa o dobro da cifra d stmbro. PECCIONA o Q.G. da «Far East Air For- VANDENBERG INS- tal da Coréia, sgundo anuncia A missora prcisa qu furiosos combats foram contl- TÓQUIO, 17 (A.F.P.) sagirs c i mmbros da qui. c:>. Um «C-16.Í-, com 16 pasnuamnt travados, m outübro, no stor Yónghoh-Cliòr - Chgou ho a sta capital, com pagm a bordo, caiu ao mar. won. Kumsong - procdência d Taiph, o gnral Hoyt Vandonbrg, chf do lhidos por um navio d psca. St sobrvivnts foram rco- Kumhvva. O nono rgimnto sul-corcano, Estado maior da aviação nort-amrlana, buscas por aviõs unidads Entrtanto, apsar das intnsas novamnt formado, foi intiramrit dstroçado slas ba. Vandnbrg, qu raliza uma I navr.-s, ainda não foram ncontrados outros sobrvivnts. talhas fortalcram as posi. «toürné» d inspção das ins- çõs das tropas populars, provando qu a iniciativa smpr canas no mundo, confrência- \ falaçõs militars nort-amri- í stv ni mãos dos siao-coranos. comandant suprmo das for- rá com o gnral Mark Clark, Lutam A missora dclarou ainda ças dos Naçõs Unidas, -Os gn qu a cifra dos mortos c fr,- ral Wyland, comandant, d dos s dcompõ m 2-1 mil Miniros força aéra do Extrmo Orinlo, gnral Glnn Barcas, co- amricanos c mais d 38 mil sul-coranos. mandant da 5a. força aéra. Informou mais quo 271. aviõs O chf do stado-maior da DUSSELDORF, 17 (AFP) - foram obtidos. JAPONESES NA CORÉIA TÓQUIO, 17 (AFP) O govrno aponês chamou a atnção das autoridads nortamrinas para o tato C trm divrsos soldados aponss apríisonados mortos ou dsaparcidos na Coréia dsd o comço das hostilidaus», noticia.s oficialmnt. O ministro do Extrior do Japão, cm mmorial ntrgu á Comissão Mista do Sgurar.- ça, assinalou o caso d um aponês «morto cm combatnas proximidads U tícul, no **,* rf-f UNANIMEMENTE CRITICADA A ODIOSA POLÍTICA RACISTA NA ÁFRICA DO SUL Naçõs Unidas, NOVA IOR- l.aürio-américanos, qu pv:ipõm á criação d uma comis- QUE,17 (AFP) O dêüátc" sobr a Coréia diant da Comissão Política ua Assmbléia aspctos intrnacionais da são qu invstigaria sobr os ntra m sua quarta smana situação da África do Sul. A sm qu sa possívl prvéi sta rsolução, os scandina quando trminará. Diant Us- vos apoiados plos Estados sa incrtza trata-s d criar uma subcomissão d rdação qu tntará aproxima ros poutos ci vista xpostos nas rsoluçõs, propostas dposita das diant cda Comissão. Estas são cm númro d quatro: A rsolução dos Estados Unidos outras dlgaçõs, a URSS opõ uma rsolução qu prvê a criação lo uma comissão ncarrgada, ntr outras funçõs, do rpatriamnto dc todos os prisio* niros d gurra. O México o Pru, por scu turno, propusram soluçõc-, para o problma dos prisioniros d gurra. O Pru dtndu ho à tard sua posição diant da comissão a Bilorússia apoiará a ls dcrpatriamnto d todos oc p-1- sioniros, xposta plo sr. Andri Vychinskl. A Comissão Politica Espciai prossguiu ho o dbat sobr a qustão racial na África do Sul. Estamos m prsnça d uma rsolução dposta plos paiss árabasiáticos por crtos paiss Unidos, opõm uma outra convidando todos os nimbròã la ONU a rspitar as disposiçõs da Carta concornoits aos diritos cio homm c às librdads fundamntais. Os diritos Uo homm são igualmnt vocados na Comissão Social la Assmbléii, sob o ângulo d rcordaçõs rlativas ao rspito, no pia* no intrnacional, cio dirito dos povos da clisporm d sus dstinos. A Comissão d Tutla não s afasta do msm:- assunto studando os fators qu prmitm dcidir s U.h trritório é ou não é autonomo* CRITICA UNANIME _ NAÇÕES UNIDAS -- Novi. íork (AFP) Cuntiiiuu, sta manhü, na Comissão Poiltica la Assmbléia Utirai las Naçõs Unidas, o dbati, sobr á qustão ci discrlmi nação racial na União Sm iodos Al ricana. os oradurv... s mostraram d acordo uo sntido l criticarm tal polilica. u grupo arab-asialico propõ a nomação d uma comissão.para studar o con* unto do problma das rlaçõs sociais suas incidn* cias sobr a posição las oposiçõs naqul país. Enquanto isso os paíss scandinavos, apoiados plos Estados Kssurg o Imprialista Nipônico TÓQUIO, 17 (A. F. P.) Noticia-s m font bm informada qu o dirtor do corpo d fcgurança nacional (posto qui. valnt ao d ministro da Gurra) prpara uma nova politica do dfsa qu visa triplicar os ftivos das forças militars aponsas. Essas forças passariam d homns a até Novas Mdidas Para o Dsnvolvimnto Econômico Cultura! da China KONG KONG, 17 (AFP) O rádio d Pquim anunciou ho qu o Conslho Administrativo cio Estado, runido na capital chinsa no dia lâ. lomara difrnts mdidas düsfinadas a aclrar o ifióvimnto conômico cultural da China popular. Kssa rounião foi prsidida por M.u Ts Tung. Com o propósito dc uniiicar rforçar a autoridad do govrno cntral, íoi studada uma srio d mdidas nas prò.vinüiàs nas municipaliduis. Afirmou o rádio qu ssa rorganização srá ralizada nst ano. Outra dcisão a rspito Ja rcomndação dos difrnts trritórios.provinciais, cíé acôrdo com rcomndaçõs do primiro ministro Chu En Lai, rún o norl o sul do Kian* gsu na Província i Kiárigsu transfr rgiõs das provindas do Chahar do Pingyuan para províncias vizínhas. Finalmnt foi caiado um novo ministério, o da Insiração Suprior, bm como irs novas comissõs: do Plano Nacional, dos Esports da Abolição do Analfabtismo. aviação prmancrá vários dias O Sindicato ds miniros da no quartl-gnral d Tóquio Almanha Ocidntal dcidiu or. ants d sguir para a Coréia. ganizar d 21 a 26 do corrnt um plbiscito para rsolvr s SELVAGENS BOMBARDEIOS! ntrarão m grv pla rdução nas horas d tabalho. TÓQUIO, 17 (AFP) Bom- O.s miniros rclamam a ro bardiros amricanos atacaram.! dução, para st horas miu. na noit dc ontm, na rgião do dia d trabalho, qu é atualmnt do oito horas. d Hamhung, r.a. costa orintal da Coréia, lançando wais dc.100 tonladas d bombas. D sou lado, vasos da Marinha dos EE. UU. continuam a canhonar a zona portuária dc Won- í,: >;/^$ % San. r%fiw--s* W«Unidos, dsam limitar a ação da ONU a um aplo a iodos o.s Estados mmbros ara qu rspitm ou prinipios la Carta sobr a igual-.aclo las raças. A Comissão d Tutla prossguiu, d su Jado, no üsludo dos fators qu s d* cm lvar cm conta para tliidr si um trritório, atualviiilc não autônomo slá ou não na mdida d sc administrar.por si. As sis potências arab-asiaticas as da América Latina aprsntaram üm proto d rsolução a ss rspito mas divrsas mndas foram propostas pla União Soviética, plo Pru outros paiss. TUNÍSIA E MARROCOS NAÇÕES UNIDAS Nova York 17 (AFP) As quslõs Tunisianas Marroquina só chgarão vrdadiramnt diant da Comissão Política das Naçõs Unidas após uma dzna l dias. Lia no último númro da VOZ OPERÁRIA: Numa Rportagm d ROBERTO MORENA 1 CRUZEIRO O xmplar CHUMBO VALE OURO I s opvpuuuuh unbiniiq \ quuuãait l wmmê TODOS OS JUIZES DO SU PREMO TRIBUNAL NO IRA foram dmitidos dc suas funçõs c, dntro C cinco dias. novos uizs srão dsignados plo ministro da Justiço. (A F.P.) O COMITÊ EXECUTIVO dos trabalhadors do aço nos Estados Unidos (C.I.O.) ds.çnou David MacDonald prsi* dnt intrino do sindicato, m substituição a Philip Murxay, rcntmnt falcido. A.F.P.) NUMEROSOS DESAST3ES com aviõs nort-amricanos so vrificaram nas últimas horas. Dois caças da Marinh, tipo «Corsair» colidiram no ar, na Califórnia, tndo os dois pilotos morrido imsdiatamn* t Um avião d transporto, tipo «DC-3», também da Ma* rinha, caiu m Massachustíft. Um «vagão-voaclor», cm vint passas a bordo, caiu ntr a bas d Elmindsrt Kodiak, no Alaska. A BORDO DO PORTA-AVI6ES «Implacabl», ancorado m Davnpcrt, na Inglatrra, irrompu um incêndio a custo dominado plos bombiros. A.F.P.) CHARLES MAUBRAS. co nhcido fascista francês, fa* tcu antontm m Tours. (A.F.P.) FOI LIBERTADO no Irá Khalil Tomassbl, o autor da mort do grara1 flli Razmcs* ra, m virtud d uma li spcial d anisti aprovada plo Farlamnto. Tndo sida pr:o a 7 d março do ano passado, Tamassbi nunca iol ulgado. A.F.P.) TEVE INICIO EM LIMA o VI Congrsso Intramticano tl Comércio da Frodução. (A.F.P.) NA FAP.SA ELEITORAL ralizada na Grécia o Arirunrimnto HMênico tv obtv 241 cadiras; r F.n?iv* tv votos, 59 cadiras, nquanto o Eda, com 1G4.846 votos não alcançou nnhuma cadira, nm tampouco os indpndnt, cc.v! votos. ia.4,p.l

6 PAGINA 6 IMPRENSA POPULAR Amanhã, ás 13 horas, concntração d Barbiros Cahlriros "~ A dirtoria do Sindicato /Vo T R T stá co nvocando os * associados não associados a s concntrarm -V t, 1 amanha, quarta-fira as 13 horas, m frnt ao Tribunal Rgional do Trabalho, à Avnida Nilo Pçanha, quando srá ulgado o dissídio coltivo suscitado por aumnto d salários imos Sindical Lutam os Pla Librdad H_, JtíéSéia És Padiros Os padiros haviam rcorrido ao procurador gral da Epública, da sntnça profrida plo Tribunal Suprior do Trabalho. Julgando improcdnt a rivindicação d acréscimo nos salários por xcutarm trabalhos m locais insalubrs. Tambóm na qustão do aumnto d salários o TST rsolvu concdr unw porcntagm abaixo da fixada plo Tribunal R-.rional, condicionando-a ainda à cláusula d assiduidad intgral. O procurador gral da Rpública, ngando a prtnsão dos trabalhadors, ndossou a dcisão do Tribunal Suprior, basando-s m quo «a sntnça não violou qualqur txto d li fdral». Indignados com o fato, os padiros stão dispostos a tomar mdidas mais vigorosas, ou forcm os patrõs á concdrm um salário mlhor o o pagamnto da taxa d insalubridad, á qu unto h Justiça do Trabalho nada consguiram snão protlaçõs o sr.ténças dscabidas Inustas. 0 Sindicato doa mprgados, corrspondndo à vontad da corporação, convocou uma assmbléia gral para discussão do assunto, qu rair.nr-sc-á ho. quarta "firai às 1G ou 18 horas, m - mira ou sgunda convocação. Uma comissão d padiros stv m nossa rdação, fazndo um anôlo aos comnnnhoiros para qu comparçam m massa à assmbléia, dmonstrando risim mi não stão dispostos a cruzar os hr.-ços ant o racionarismo da ustiça c a intransigência patronai. O acôrdo firmado plos bancários cariocas, na bas d um imnto d 2f>%, stá dando margm a qu os traba- í Ihadors (ia msma catgoria nos dmais EstHos consigam dos mprgadors maoraçõs idênticas, como foi o caso do Maranhão. i Também na Baia, sgundo informa-nos um corrspon- I dnt, bancários banquiros stão runindo-s m msasrdondas procurando chgar a um acôrdo, qu, tudo indica, srá m torno rios?.rir^. Em assmbléia rali da no Sindicato dos Bancários, foi dlibrado qu ficarão runidos prmanntmnt até qu sa solucionada a qustão. ASSEMBLÉIAS SINDICAIS I A d-toria do Sindicato dos Barbiros, Caboliroí Si iilars stá. convocando sus associados a comparcrm à. assmbléia grai a ralizar-s no próximo dia 13 do corrnt, sndo a sguint a ord :i \ Garantir o!.- ixtio VARIA DA GRAÇA s ralizando nst :.o a Convnção Na-! da CISCAI. Mais d.: ia. Sindicatos do vá-1 "-<"idas do pais nvia- i s a rprsntants ; duzntos dlgados --am dos trabalhos.1, algarismos rfltm o -"» com qu o prlo- a brasiliro ncara s. - av, no qual s dis- "i, srão tomadas m- i rlacionadas cm uma -:<as rivindicaçõs mais das urgnts, isto è, a drrubada da cláusula sravagista. Fi visívl dc.-d o inicio da prparação da Convnção a manobra do um crto grupo, pquno não rsta dúvida, d dirignts sindicais, ou procuram dsviar os rumos do conclav, fha-lo quanto possívl m torno do rsoluçõs mais ou -ncr.os incuas, aprovitalo cm bnfio dc sus pro- -rios chi vos, ntr os nttals stá o d, transformando a CISCAI num or. gani.-mo prmannt d dlrção do movimnto sindical r.o Distrito Fdral, consi-var m suas mãos os podrs outorgados plos Sin- dicatos qu a intgram, para o íim spcial d dirigir organi r a campanha nla drrubada da assidtüdad intgral. Esss dirignts sindicais são aquls çu usam abusam da p.v lavra unidad, acusando d divlslonistas os qu não pcitam os sus ponts d vista prsonalistas discriminatórios uasto ás convlc. cõs idológicas ou rliriosas do outros. No trciro dia da Convnção o ou s vrifica, ntrtanto, é a uni- ^ad d vistas quanto aos tmas inscritos na Ordm do D!a dos trabalhos a dcisão dos dlgados d não prmitir qu assuntos.tranhòs. capazs d dividi, os ou drivar, vnham a sr introduzidos como cunho 1.0 plnário. A r""nobra, logo prcbida, não surtir? -malnucr rsultado. O snti mérito d unidad, a com- -rnsão caria vz mais lava ou s forma na con-»ncia dos trabalhadors d nu a vnmad do ação <5 a rrarantia da viló-ín r--q pio- "i mntos rivir^iça.c.rios. "institum a vrfi"*"^* sa.lt -">guar _ da Con"""ílo. O" -.rrados trabalhadors,.r-irta-vozs d suas corporaçbs, é qu têm nas mãos a garantia do êxito dss important conclav, não _â portanto, o quo tmr. J.,onvnção Nacional da CUCAI srá vitoriosa. I do dia: 1.*) Litura, discussão o aprovação da ata antrior 2. ) Litura, discussão aproyaçüo da Prvisão Orçamntária para o xrcíc0 d 1953, com parcr do Conslho Eiscal. O Sindicato dos Trabalha- ors nas Indústrias d Cal ;cdos. Bolsas, Luvas Pots d Ksguardo convoca sus as sociado para uma assmbléia gral, no próximo dia 20 do orint, sndo os pontos da ordm do dia: Litura do rcr pado Conslho Fiscal sõ- ir o rlatório o ba!" "o dn votação do rfrido r- r.tório pla assmbléia. O Sindicato dos Trab. nas rr:_. d Panf r., Confitaria. Produtos d Cacau Ba "s -or frção o Moaqm d ^afé ralizará ho, dia IS, às 6 horas, uma important as- mbléia gral, sndo o "ai prinponto da ord?m do dia a.municação à corporação da ntna profrida plo TST na qustão do aumnto d salários. ELEIÇÕES SINDICAIS No Sindicato dos Emprgados m Emprsas Tatrais Cinmatográficas do Rio d Janiro no dia 12 d dzmbro para rnovação da diritoria. Concorrrá a chapa única ncabçada plo sr. Pdro Dantas Frrira. No Sindicato dos Emprgados m Escritório d Emprsas Distribuidoras Cinmatográficas para rnovação d dirtoría no dia IS d dzmbro. No Sindicato dos Foguistns da Marinha Mrcant no dia 20 d dzmbro próximo para rnovação d dirtoria. A chapa ncabçada plo sr. Francis. co Corria 6 a mais crdnciada, plo apoio dirto qu lh dão os trabalhadors. As ou- Iras chapas são ncabçadas, rspctivamnt, plos srs. Eustáqulo Francisco Pina Ro. mu José d Paula. No Sindicato dos Emprgados cm Emprsas Tlfônicas no próximo dia 28 d novmbro, para rnovação d ditoria Concorrrão as chapas ncabçadas plos srs. Oldmar Lan. di, Jos6 Patistino Jorg Coclho Montiro. No Sindicato dos Trabalhadors nas Industrias d Enrgia Elétrica Produção do Gás do Pvio d Janiro para rnovação d dirtoria. Concorrrão as chapas ncabçadas rspctívamnt plos srs. Jams Morandini, Luiz Gonzaga d Miranda, Paulo César Hcnriqucs Jair Gonçalvs Prira. No Sindicato dos Economis- Ias do Rio d Janiro, para rnovação d Dirtoria Conslho Fiscal a 1 2 d d- mbro próximo. Concorrrão duas chapas ncabçadas rsnctivamnt pls srs. Mario Silva Maia Afonso Luiz Prira da Silva Júnior. ATENÇÃO Srviços ci bombiros, npa rinos lmrtco., tuiut-wiloru» furôcs a rús, mrfinlcn om «ral, cham líi-t» nu Hiimns pto tlfono 42-08M. Atcudc-so - rclamncücs. Manifsto d rpúdio à "manifs lação" d 3 d outubro, promovida por Laranira os sub-plêgos Programa rivindicaiório d 9 pontos, xplorado dmagogicamnt plos plêgos "S qurm ralmnt lutar, qu ralizm assmbléias" Conform s rcorda, m 3sado m carrira. d Outubro, promoçõs data da lição gorais o insalubridad do sr. Grriilio para os Vargas o go vêrno nconmndou uma «manifstação» d apoio do-, trabalhadors ;\ sua politica. Pqunos grupos do oprário? arrbanhados para tal d plogos intrssados m «prstar bons srviços» comparcram à fracassada manifstação, dirigida por um -,--, mais antigos o conhcidos parasita* do sindical isma oficial João Batista d Almida, vulgo «Laranira», prsidnt ilgal pr.nétuo da Fdra- "ão Nacional dc Marítimos. Indignados com ss abuso usando o nom do sus Sindiatos para uma dmonstração d srvilimas-, marítimos "d divrsas catgorias rdigiram um manifsto dirigido à sus companhiros, quo tomamos a publicar por sua importância atualidad.pois quo a maioria dos Sindicatos d marilimos stá com liçõs marcadas. «COMPANHEIROS MARÍTIMOS E ANEXO. No dia 3 d outubro foi lançado um manifsto por 9 sindicatos do marítimos o anxos convocando os as.ciados para uma manifstação do cará lr político o dmagógico Para consguir arrastar os.-ssociados, incluíram 9 roivi.idicaçõ?s do intrsso dos irabalhadors. mbora ssas rivindicaçõs nada tnham qu vr com o contúdo do rfrido manifsto. SAO ESTAS AS REIVINDICAÇÕES: 1. A rgulamntação da; oilos horas d trabalho para os marítimos 2.* Lgislação trabalhista para o trabalhador marítimo das mprsas autárquicas incorporadas, sm xcção. 3." Novo rguiam. o para as capitanias dos Portos,.4, Cabotagm Nacional tio acôrdo com o arligo 155 da constituição, 5. Solução, com urgência, do rcurso contra a lição na Fdração Nacional dos Trabalhadors Marítimos Fluviais. <;. Eliçõs livrs na rfrida fdração no Consolho Fiscal do I. A. P. M. 7. A 1 i m c n t a ç ã o sadia na marinha mrcant -- <S." Promoçõs nos qua- (iros organizadors m carrcíra dos mprgados m scri tórios. 9." Quadro organi oprários navais. Por outro lado, a forma d lutar pla conquista dss.-is rivindicaçõs não é através d Proclamaçõs do Dir-tor.-, d Sindicato d apoio incondicional aos podrs públicos o sim por mio da unidad dc todos os trabalhadors orga nlzados nos locais do traba lho, m torno do sus órgãos associativos. Esss 9 ponto-; são ustos mas não dvm srvir d bandira do prsti gio para qum qur qu soa sim d bandira d luta dos trabalhadors para conquista d mlhors condiçõs d vida. S os Sindicatos signatários do rfrido manifsto qurm ralmnt lutar plas rivindicaçõs contidas no mos mo, quo convoqum assmbláis para qu a massa o.pin.í sobr tudo isso o dcida da forma d lutar para conquistá-las; qu promovam msas-rdondas "árias das corporaçõs para forar a unidad do oprariado cm tomo do sus Sindicatos o d suas Dirtorias quo quiram ralmnt lutar plos intrêsss dos trabalhadors: qu promovam a criação d conslhos ou comissõs nos locais do trabalho como mio d rforçar o trabalho dos Sindicatos c msma d suas dirtorias. Só s dfnd o; intrsss do trabalhadors mobilizánclo-s os próprio.- trabalhadors para lutarm unitária o organizadámncc dntro d sus Sindicatos, não à rvlia da mas., por mio do manifstaçõs d cúpula. Ao msmo tmpo qu apoiámos stamos prontos a lutar plos 9 pontos acima, protstamos pola utilização quo fazm dos nossos Sindicalos para fins dmogógicos. Unamo-nos todos, associado.; c dirtor- dos Sindicatos, cònsultando-nos sóbr todos o cada um dos problmas qu nos dizm rspito, pois só unidos srmos capazs d atingir nossos obtivos. TUDO PELA UNIDADE DOS TRABALHADORES TUDO PELA LIBERDADE SINDICAL Enriqu Silvira Antônio Pinto César Francisco Alvs dos Santos Luiz Barcllos João líiliciro Francisi Alvs da Costa Eufrasianò Mims Galvão Vicnt Rodrigus da Costa Svrino /do Olivira Silva Manul Tcronimo Dias Raymund;) Frrira Lal Sbastião Cordovil Manul Rocha Paulo Mnds dos Passos Albrto d Olivira José Gonçalvs Lops Antoni; Braga Luiz Viira da Ro cha João Dmtrlo da Silva Anariio Amaral Fausto Romão Olmar Hnriqu Fiix da Silva Aristu Bal bino d Matos Mathi.i Malhro Antônio Monti" Manool Ribiro Paul Montiro Francisco dr Santos Elpidio Santos R cha Svrino Manol (V Santos Manvl Riboir Campos José dos Santos Paulo do.s Santos Olgarii Barclos Francisco Ribiro Manol Ribiro José Ca-- valho dos Santos Raymun do Mari ino d Lima - Francisco Soars Cavalcanti Svrino do Olivira SÜ7-. Gilbrto Alvs ds Araúo Francisco Alvs dos Santos Humbrto Alvs Gapllo Mario Augusto dos Santo- Odorico Cavalcant João Clmnt João d Souz, Filhos. 1- pwí -TOEI DOENÇAS E OPERAÇÕES DOS OLHOS CONSULTÓRIO: riua 15 d Novmbro, NITERÓI Tlfono 6537 AUMcR J t-.\.y ul 3LI u 13 J I VER, GOSTAR E CINEMAS Y. MAIA ~ rindo-if; fw Três _ftar» vi*os imdiatistas, rf- KX,io «!r, s--r quao vr Vra EIln num -«Po «Exrcito dc Salvação, cantando uma canção chatinha, na <ia gosta Canção). u \ f a skuir- rgnrado, passa a m V_t n _ uforia ílutua uma no spa? nuvm, «o como sobr a cidad. *,Vr.Sostar t i amar» dst musical cm Isto tcnicolor da M.G.? outra coisa. VER, é possívl: l.«) para os aprciadors do gênro, não muito xignts. 2.) Vr sm compará-lo com os musicais d -n Klli. 3.) Vr por causa d Frd Astair. 4.) Vr quo xisto^qualqur por coisa intrssant m Vra Ellon. GOSTAR, talvz: l.«) Do númro, ond Frd Astair dança sobro a aria spalhada no chão, num sapatado d acaricíant confidncia. 2.) D Frd Astair bailando ufórico spaço. 3.») Dos plo númros das gravuras antigas d Ivs Comnr (com crtza dois famosos gravuristas da Nova Iorqu antiga), ond os motivos são animados rcbndo movimnto na dança d Frd Astair Vra Elln. 4.) Porqu não xist provocação nm convocação d gurra. Exist até, um pouco d ingênuo lirismo a moda do tmpo antigo. AMAR, impossívl: 1.) Porqu isto 6 um «ngócio» d Hollywood. 2.) Porqu a história foi usada prostituída por dznas d dirtors. 3.) Porqu as cançõs são d uma inxprssiytdad alarmant. 4.«) Porqu tudo indica sr uma produção para trminar o contrato d Frd Astair com a M.G.. Esto musical, é o tipo da produção para o ponta-pé final m Frd Astair. Enfim: E possívl VER talvz GOSTAR. mm wl MmW0t MBà^ :i^m<m^m^m^mm^s,v-vví.w- V a. ^ÍÍ&V-., Vv : ".- :,.- - -/; - * :. -,W: *x$rxvl&síi_jt_h í ií -viffl» > i mfi^âww I?" *v >{$$ t«i ^%> mk^i XGRID BERGMAN foi qualificada cm Vnza como a vncdora moral do Fcstival.d Cinma. 0 Prêmio du mlhor Intr. príação fminina lh cabria sm dúvida plo sn papl cm «Europa 51», d Rossdini, mas não foi confrido à grand atriz suca por tr sido dublada a sui voz. Aciia a proposta patronal com assiduidad Ralizou-s sxta-fira úl- smláia antrior xpôs a prolima, no Sindicato dos Marc-1 posta dos mprgadors: 20_ niros, uma assmbléia gral d aumnto, sobr os salários xtraordinária, convocada para prcbidos rn dzmbro da discussão c votação da contraproposta aprsntada plos intos postriormnt concdids, 19, compnsados os aumnduslriais do srrarias carpintairas na qustão do aumnto apurada smanalmnt, só iom a assiduidad intgral do salários. sndo considradas para anulação do aumnto as faltas sis- O prsidnt da Junta Govonativa sr. Sbastião Via- tmáticas. Propunham ainda Viana, du início nos trabalhos, os patrõs qu o aumnto c após a litura passass a r_ pago após a tia ata da as- data _??A n_i-4_tn m i_i.-#!* 4 II:- " 1 EM l;ni_llp:p_llil_ll. mm MóHmMQ MpPP! f! fl No Sindicato Nacional dot Comissários da Marinha Morant, as liçõs para oo cargos do dirção stão marcadospara 10 d Dzmbro vindoíiro. Nssa ntidad cmo na maioria das qu congrgam os trabalhadors do mar, há um fort- movimnto do opoffllli Movimnto d oposição a sição á prmanência do sr. João Batista do Almida (Laranira), à front da Fdração Nacional dos Marítimos qu, m scic anos do prsidncia, consguiu rduzir ossa podrosa tradicional or- JARDIM DE INFÂNCIA E PRIMÁRIO Orintação da profssora DILMA GOLDENBEitG DE SOUZA HORÁRIO: Das 13 às lfilisom. MATRÍCULAS ABERTAS ícanaarto Kiiy namosai RUA CAGO COUTINHO, 25 LARGO 00 MACHADO WKmmM ii.» tnwnmwwbna.. t, _ H _ J FEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES EM EMPREGAS JORNALÍSTICAS REUNIÃO DO CONSELHO DE REPRESENTANTES A Comissão Excutiva da EEDERAÇÃO NACIONAL DOS TRABALHADORES EM EM1I SAS JORNALÍSTI- CAS convoca os dlgados litos plos Sindicatos fdrados para a PRIMEIRA HEIJNIÃO DO SEU CONSELHO DE REPRESENTANTES, qu s ralizará nsta Capita1 nos dias 20 c 21 do corrnt, na sd do SINDICATO DOS JORNALISTAS PROFISSIONAIS DO RIO DE JANEIRO, à Avnida Rio Branco, n." andar salas 1,12(5 u 1,128, para a discussão da sguint ORDEM DO DIA a) Ratificação da fundação da Fdração Nacional dos Trabalhadors cm Emprsas Jornalística-; b) Aprovação dos Estatutos; c) ElcKo dá Dirtoria c Conslho Fiscal; d) Participação no Congrsso Mundial d Jornalistas a sc ralizar no Chil; c) Cchfc i_(ão Nacional dos Trabalhadors Iat- Icctiiais; f) Oulros assuntos. Rio dc Janiro, 13 dc novmbro d" A Comissão Excutiva 1.)._. JOSÉ GOMES TALAR1CO MARIA DA GRAÇA DUTRA FRANCISCO DE ASSIS BARBOSA Laranira ganização suprior m sim pios caudataria do Ministério do Trabalho instrumnto utilizada para a propaganda do govrno. MANOBRA CÒNTINÜISTA Sniindo a rpulsa cada voz maior dos trabalhadors marítimos à sua atuação dr plgo na dirção da E.N.M., Laranira, nas liçcs qu s procssam nos Sindicatos fdrados, procura infiltrar lmntos s;us nas chapas para dlgados ao Conslho d Rprsntants com o ubotivo do podr contar cm uma votação corta pla sua lição. Assim é qu, na.-, duas chapas quo concorrrão ao plito no Sindicato Nacio nal dos Comissários da Ma rihha Mrcant aparc o sr. José Domirígus d Morais criatura do plgo da Fdração, candidato ao cargo dn dlgado ao Conslho d Rprosonl ants. Not-s qu, uma dssas chapas s aprsnta como dc oposição. \\ é quo rsida a manobra continuista do sr. João Batista dc Almida. A CHAPA DE OPOSIÇÃO Tudo indica, porm, ao qu apurou a nossa rportagm, qu a chapa da oposição, m vista do programa qu aprsnta dos noms qu a compõm, é a prfrida p?ln corporção, qu so mostra dcidida a lutar para quo a dirção da Fdração N. dos 0 O.T1G, É A? Va rsiiosta 120 último númro da VOZ OPERÁRIA 1 CRUZEIRO O xmplar Marítimos passo às mãos d vrdadiros rprsntants das catgorias profissionais dos marítimos, trminando d vz com o rgim da subor- (linação dss órgão aos Podrs Públicos. E a sguint a chapa d oposição: DIRETORIA Vi c nt Fonts Filho, Crispim Tinnlco do Lima o Jcsé Migucl Magalhãs Malhiros. SUPLENTES Joaquim Atouso, Mario Lima José Maria d Araúo. CONSELHO FIS- CAL Raimundo Barroso, Florncia Lagos Castlo Eránco o João Manol Carniro, d Lacrda. SUPLENTES Emidio Grmano Rodrigus dc Aandrad, João Cancio d<,s Santos Valdmar César d Jsus. CONSELHO DA F.N.M. José Domingos d Morais Vicnt Fonts Filho, su-, plntc. t Í LJ» - W W I»»»WWIIWII1 Wil-II ^AGMEHTOS DE CELULÓIDE 0 A Warnr Bros, após os rosuitados ohlli!i_ com o VVar." color, prtndo rodar os ornais do atualidads om c- a, Do Hollywood nos vm a notlcla do qu Tay Garnctt rnllsn ria proximamcnt um fil < spbn a gurra na Corda. Esprmos... A próxima obra do Chrlstlnn- Jaqu, «Lucrcla Borgla», trt nua principais papis Pdro Armndari. o Martlnc Caiol. Rlchard Todd o Glynl Johns srfio Oi. protagonistas do proxlrno filmo d Walt Disny, m tcnicolor rodado na Inglatrra, «Whu» Knlghtood was In Flowr».. Dsd o íim da II Gurra Mundlal varia dznas d films francss foram xibidos na Polônia, ntro os quais citamos: Ls Enfants du Puradls (Mari Carn), Quatorz Julllut, Sous los Toits d Paris, L Silnco st dor (Kné Clalr), Lo Rvnant, La Chartrus d Parmo (Chrlstlan-Jaqul. Falbalas, Antoln t Antonlntl (Jacqus Bckr), La Symphonla Pastoralo (Jan Dlannoy), tc... O ator Italiano Julio Cardiiiall foi contratado por Wil.Iam Wylor para atuar no filmo «Koinan íiollday» ao Indo d Grgory Pck o Audry llpburn. Em tth Man O» A Tlghtropu», próximo film do Elia Kaznii, Trry Moorc trá o papl rlncipal. K.A. TEATRO _t_ü Ai_4.S raara HOJE TEATRO DE BULSO - Du cd Contra, as _1 lioras Cia. Silvira Sampaio. CARLOS GOMES - 2_76 Esptáculos d mágicos ali». COa, as au a aa liorao - Cliaa*. COPACABANA - <u\ cgonli. s divrt» - _ ai.;iu Os hürní Artistas Unidos. JARDEL -,A imprnsa t. livr» - às ai lioras - Cir,, Rvista do Bols. FOLlfcS - «Olha o picha» - às au _ horas - Cia. Ziif Ribiro. SBRRaDOR ouuras ric imprador» - às 20 Vi Horas, RIVAL «Quo mulhr» às au aj noras. HECRElO - «.Ou» spto «ru Féllpto» às 2U aa lioras Cia. Lula <_Iváo. i i i -_u-----n m ^ ^_^M_B^^^^^_^M -_ a «_ SBB-W 1 HW.f W_L U apurada dc smanalmnt assinatura do acordo. ACEITA A PROPOSTA Após intrssants prolongados dbats, a proposta foi colocada m votação, sndo acita pla assmbléia, fiando dlibrado no ntanto qu todos prossguiriam na luta até quo toda a corporação foss aumntada, d vz qu os mar. cnir^t não srão abrangidos plo acordo aprovado. Sgundo nossa rportagm apurou, o dissídio coltivo não trá su andamnto sustado, conform propalou.s, á as qu propostas dos industriais d marcnaria são at o momnto inacitávis, tudo indicando qu não sa possívl s chgar a um acôrdo nst stor.! FALA A RADIO DE MOSCOU NOVO HORÁRIO DE TRANSMISSÃO flpi i PARA PORTUGAL Das 18,30 ás 1!) hras, nas ondas t 41 a!!) nits. TARA O BRASIL Das 20,30 ás 21 horas nas ondas d 31 a 41 ti _. léiil^smpi PREVIDÊNCIA SOCIAL Albrto Carmc www RONALDO SILVA - Nsta. Você só dra yquo-r pa. a dvolução das suas contribuiços rcolhidas ao Instituto dos Marítimos Ü- / -É / I o su so cargo foi xtinto >É= na mprsa m trabalhava. qu,. Vamos transcrvr para- mlhor comprcnsao, o artigo 02 do rgulamno. E o sguint; < - Os associados qu, por motivo dc xtinção (lo nosso), cargo após (o dois prifo anos d contribuição para o Instituto, dsligados form dos srviços das mprsas comprndidas crio, nst trão d- dirito à dvolução das contribuiçõs ftivamnt pagasna forma da alína «A» do artigo 11, ou, s podrão continuar prfrirm, inscritos no Instituto, miüant o m dobro da sua contribuição, pagamnto dispnsada, nst caso, a da mprsa a qu s rfr a alínéii «11» do citado artigo». _ Só nss caso, o Instituto dos Marítimos dvolv as buiçõs contri- d sus x-sgurados. S você s nquadra nl, rqurr. pod Manifstação Õpararia Anti-Imprialista m^w::i"^mm9êm: IP1»Wli!l^_^^^^_^^ _^^_wsr_ ív? ^-*,:h m^> No Irã a luta \wl;i nn t;.?s,^v_ S, VVtt^-^ < lih"taçâo ugo do imprial!, ingics lvou, "KVan"dcsT da c lva ainda, pátria do o proltariado às-ruas cm manifsta" sa: rss. -_?s-^_;ísslür! iw Pw_&4_- rt ^-sxkk-s; a^&~ T mlhors ma.s valnts filhos. No clichê, um dsfil d trabalhadors popz«plas ruas d Abada

7 IMPRENSA POPULAR PÁGINA 7 ^^^^^^^^^^^^^MM"^M*tMM^ ^*~ ""*""^~~~TWTnmnwr w imw 11 w^! i i w Gnral Svriano; Olaria x Bangu, m Bariri; um nwiw im am wniiiinm- Dando prossguimnto ao Camponato Carioca d Futbol stã;d programadas, para a trcira tapa do rtorno, as sguints plas: Fluminns x Madurira, no Estádio do Maracanã; Canto do Rio x Vasco da Gama, m Caio Martins; Botafogo x Bonsucsso, m São Cristóvão x América, m Figuira d Mio. Grand público comparcu ao stádio d Caio Martios, dando à partida uma rnda d CrS ,00. E todo ss imnso público dv tr saido do campo do Canto do Rio pouco ntndndo dssa coisa mistriosa complicada qu 6 o futbol. Pois no domingo antrior ali stivra o Botafogo, com toda a sua potncialidad não consguira snão um mpat d três tntos. Dpois v; o Bangú dá d lavagm marcãrido st tntos contra \m, Aspirants: Fluminns. o ;* Botafogo m Lugar Fluminns»...,. 3 Botafogo 4 Bangu Flamngo 6 8 Vasco da Gama 8 Silo Cristóvão 13 Amrica 13 Olaria 17 Bonsucsso 19 Canto do Rio..., 19 Madurira., 19 7 x 1 o rsultado do ncontro Zizinho, um sptáculo à part - nao mais golando wrqtr dsintrssoti-s do píacard. grand forma com um Zizi- luma única yz. o Bangú aparcu m sua do às cgas, sm s ncontrar D qualqur forma assis- nho xtraordinário um Can- Os tntos foram consigna tiu-s a uma partida m qu to do Rio dsnortado, lutan- dos, aos 21 minutos, por Vr- < s&ê!^ ; vv^k:í.-í^s-íi &$&..S***..: m\\ - «li S Golou como quis o Canto do Rio. E s mais tntos não marcou, foi porqu achou ciu baslavam st. Com a vitória sobr os cantorrin s, o Bangú mostrou mais uma vz sr um quadro d grand potncial, podndo ainda muito fazr n0 prsnt crtam i r mi in mnnm iiim".." """ I «Lnmi, iui,...i,l».m,apm^m,,,. iiiii,i,i,.,.,.i mmm,.i i. Tornio do Tricolor d Bnto Ribiro Vitória do Juvnil E. C. lor x Cauiros Tornio Estrla Dalva Bom Jsus mm ^p:- }-;,: -iài >:>ví!- --T7:. :--.^-\ No clichê, o fort quadro do Juvnil E. C. Cruziro do Sul, qu na tardo d sábalo voltou a brilhar, drrotando a quip!,] sso i», c. O 15 DE NOVEMBRO NOS GRÊMIOS SUBURBANOS Associando-s às várias sosnidads ralizadas na passagm l mais um anivrsário do dia da Proclamação da Rpú. blica, divrsos grêmios suburbanos fizram ralizar fs!;ivais partidas amistosas, nuto Ribiro, na tard d lomingo, a visita do fort quadro do Cauiro, quando prliaram amistosamnt. A partida não agradou ao grand público prsnt. Foi disputada aos trancos ponta-pés, provocando, m consqüência, constants intrma grand sincra homna- rupçõs no su andamnto. A gm a sta magna data TORNEIO DO TRICOLOR DE BENTO RIBEIRO i Com o Tornio ali ralizado plo Tricolor, Bnto Ribiro vi. vu momntos d granis agitação ntusiasmo. A pquna praça d sports dos tricolors rigurgitava d torcdors. vitória, ao apito final, prtn cu ao Tricolor por 3x1. Os quadros formaram assim constituidos: Tricolor: Vitor; Jair Bné; Joãozinho, Danato Jorg; Casinlio. Job, Lio, Zzca o Zcca. Cauiro: Jorg; Aluizio Noca; Rusos, Claudio Valdcmar; Álvaro, Elmo, Nilton, Nicinho Almão. Todos quriam assistir, m luta, as grands quips, vrdadiras xprssõs do fi b,,i! VITÕBIA DO JUVENIL suburbano,e foi nst ambi:tc d xpctativa 0 mo- Conformo anunciamos o Ju- E.C. ÇIW2EIRO DO SUL São qu o TORNEIO tv su vnil E.C. Cruziro lo Sul início. Primiramnt foram voltou a ogar sábado último, disputadas as liminatórias. Os tomando part nos fstos clubs quo dia participaram d commoração do lü dc foram: Juvntud x Ultramar. i Novmbro, organizados plo smi-linais, disputaram a partida final. CAMPEÃO O GUARANI nando as açõs no gramado, Sob Intnsa, ovação os dois consguindo, findo o primiro tmpo, construir o placar imalrob ntraram m campo para ltcibv qual los dois sria o campão do grand fsti- outro o advrsário dos alvi- d 2x1. Na sgunda fas foi vai. A. partida íoi ntc...orta:iii clsts. Um quadro misto do l lancs dos mais om-»ona,nhs Van o o 11 Cacifs, cimo m campo para lh dar com- Flamngo Suburbano surgiu o Guarani, xibiram o futbol bat. Dsta vz, um mpat, > ftlto nívl técn» o Dlapc foi o rsultado final. O quadro do Juvnil E.C. íormou taram uma partida d igual para Igual. Um mpat, no. fi- com: Milton; Edson Cid; nalda pla, sria o rsultado mais lógico dado o quilíbrio havido. Tal, porém não aontou. Ganhou o Guarani por 1x0, sagrando-s, dss modo, campão do Fstival. TRICOLOR X CAJUEIRO Rcbu * Tricolor «J Bn- ihu, num tornio, os io mais catgorizados quadros d Bon to Ribiro, o programa boratlo, la- polo promotor do nio tor stava assini organizado: ia. prova Aliados x Gr- P E. T. Esmris 2a. prova - Grêmio mico Acal- x Grêmio Paroquial 3a. prova Grêmio E S la&s c Aliados í C. Mnns"ili"i,a ^ Olímpio Transcorru com raro brilhantismo os fstos ralizalos plo Bom Jsus m commoraoão ao 15 d Novmbro. Guarani x Ipiranga; Alcrin x Flamngo Suburbano. O ad- Aprovitando a oportunidad, os Rngados; 11 Cadts x Ma-1 vrsáno dos mninos nchanaus; Ipiranga <2.o) x Sloti-1 ^dqs.^^osyalclo^cruzam dirtors do club, prstaram significativa homnagm po. Os clubss qu scaparam ã consqüência do não comparcimnto do quadro do Amé- a snhorita Nuza dos Santos liminatória disputaram as s sua nova madrinha. xni-finais, Foi st o rsultado: rica Prira, foi homgônçp FLAMENGO SUBURBANO X Ultramar x Guarani, scor: quadro do Esso F.C. Com o ESSO F. C. 0x2; Rngados x 11 Cadts, gramado do Flamngo Suburbano aprsntando mmorativos do 15 d Novm- Como.nart dos fstos co- scor": 0x1; Ipiranga (2.o) x grand Slotipo, scor: 3x1, Finalmnt 11 Cadts Guarani, rdor, a partida foi iniciada. massa d torcdors ao sc i qu foram os vncdors das Os garotos do Juvnil E.C. Cruziro do Sul, aprsntando um futbol, vistoso prático, foram pouco a pouco dom}- Chico, Brahma Waldir; Bmbca, Dalmc, Zz, Birinha Paulinho.,;, TORNEIO ESTRELA DALVA dl L" V x rvt <_,. 7 FiS»-inlia Difi- Acadêmico «a. prova - Juvntud Ma Cax Gl.mi0 Ei g_ lsabd J$S*!& ~ Est->" Dalva x ul x Juvntud Católica 9a. prova - Estrla x Dalva Juvntud Católica. CAMPEÃO O JUVENTUDE CATÓLICA Os quadros do Juvntud t"ca Ca- o do Estrla Dalva ram ío os dois classificados para a prova final, a quip do Juvntud Católica, nsta tala par- dcisiva, consguiu drrotar su advrsário Dlo scor l 2x1, sngrando-so camoão do tornio. CENTRO ESPORTIVO DE AMADORES O simpático grêmio d Cavalcant, homnagando o 15 l Novmbro, ralizou um grand programa l fstos qu tv o ponlo culminant um monumntal bail. PAULO EIRAS O qurido grêmio d Cavalcant, Paulo Eiras, também so associou aos fclos d nosía grand data. A sl do popular club vivu momntos do grand algria vibração com os fstos ali ralizados. BOM JESUS bro, o Flamngo Suburbano nfrntou numa partida amistosa, o fort quadro do Esso F. C. Os rubro-ngros do suburbio, ogando com grand acrto, não tivram trabalho m construir um placari dc 3x1 a su favor. CALENDÁRIO JUVENIL E. C. CRUZEIRO DO SUL: Dsando organizar su calndário para o final do ano acitam ofícios d fstivais ou amistosos. Corrspondência para Milton Dulfu. Rua Portla n«440 O. Cruz. UNIDOS DA ILHA Cruziro do Sul - Outras notas Tricô-. molho, rcbndo d Zizinho. Aos 25 minutos ainda Vrmolho rcbndo d Zizinho, voltou a marcar. E foi logo dpois, aos 33 minutos, o msmo Zizinho municiou Mcnzs para a conquista do trciro lnto. Quando s xgotava o tmpo da tsfiu complcmntar, novamnt Mnzs comparcu ao placari, consguindo aos 42 minutos o quinto gol bangúns. Voltando ao sguniio tmpo, Nivio aumntou a contagm ao.; l!í minutos. Dpois houv uma pausa Vizinho, qu fz o diabo cm campo, achando pquna a coafa;m, mais uma vz srviu Manzs, qu ncrrou o ptacard, drrubando o arco d Maruo pla sétima vz. O gol d Kinra do Canto do Rio foi cmguido por Raimundo, aos 44 i minutos, quando o Bangú dixou-s ficar na molza, dfsintrssado satisfito com o rsultado á conquistado. Os quadros formaram as. sim cõristitiidos: Canto do Rio. Maruo; Mar.ati Cosmc; Valtcr, líébèr Edésio; Cabano, Raimundo, Almir Jairo. Bangú: Frnando; Zé Car- Ios o Mndonça; Dalma, íingiila Zózimo; Moacir Buno, Vrmlho, Zizinho, Mnzs Nivio. O uiz Mr. Dickns tv uma atuação rgular, acrtando ao xpulsar Marios, qu du um pqnta-pé m Vrmlho. Também marcou uni pênalti contra o Bangú, dsprdiçado por Edésio. No ogo ntr aspirants a contagm foi a msma: 7x1 para o Bangú.." %\^v,vi5^-:«r^./.,.,..«,.-,. llbiéilf»-" <#& mfi- <Sf ê--mmmêm. -, ,-; * - J;\.- :. " : ty;á ví-v.-, sitv*-- "- " *3H*$i wslípíf, \V *$&$> Runoris uma das pças lo «rolo comprssor» iiic náo consguiu transpor a rtaguarda bariri. Rubns tv uma atuação muito a qum las suas rais possibilidad» Ifw1 f*$ T" «CS 11 fvl ü tf% V<& 4 <f% /*** ^^ ü «& ms:^mim O Flamngo não consguiu iw turno, o quadro rubro.ngro passar plo Olaria. Vncido \ não foi além d um mpat na LONDRES, 17 (AFP) - Eis fild Wcdnsday 3, Wolvrhanr os rsultados das partidas do,pton 2 x Stok 1, Tottcnhal 1 x Camponato do Football da Inglatprra, da primira divisão disputadas ho: Burnlcy 1 x Aston Villa 0, Manchcstcr Unitd 2 x Cardiff 0, Arsnal 5 x Livrpool 1, Manhstr City õ x Çhnrlton.1, Middlsoboròugh 1 x Drhy 0, Nw.Castí 2 x Chlsca 1, Prstou 3 x Sundrland 2, Portsmouth 4 x Sh- Mrcia vncr Sapucaia n" 90 o Bonsucsso. Manol Valncia. ogo apr- Plo maior volum do sntado, pla maior prssão pi fz ao arco tricolor, I.R.P.A. DE SANTÍSSIMO plo dsmynho supprior do su ualro, o O grêmio acima dsando BonáuçCsS0. organizar por ustiça, ivna su Calndário para tr sido o vncdor. Mas como m futbol vnc (pim faz mais tntos, vncu o Fluminns. E o final lo ano do 1 Smstr do ano 1953 acita oficios para Avnida Santa Cruz nf 130 Santíssimo Sr. Nilo Olivira. E. C. BRASIL Riniciando suas ativicíads no próximo domingo, o E. C. Brasil acita oficios para ogos amistosos no campo do advrsario. Corrspondência para s. Wilson Gonsalvcs Rua Taubatô n» Cruz. MARIA DA GRAÇA Dsando organizar su ca- Jrídârié o Maria da Graça solicita a sus co-irmãos quo nviom oficios para o sguint ndrço: Rua profssor Boocolh n" 50 Maria da Graça ~ Sr. Manol Ris. MOCIDADE E. F. Estando organizando su calndário para o 1* smstr do ano 1053 o Mocidaclo d O. Cruz acita oficios para ogos amistosos: Corrspondência Rua Sérgio d Olivira ri Edson Olivira. AVISO AOS CLUBES Toda corrspondência pnrat sta sção dv sr rmtida para o sguint ndrço: Rua Gustavo Lacrda n 19-1 andar R. Timbiro. Solicitamos ao3 clubs a rmossa d fotografias (ngativos) dos sus quadros. OS O Bangu lidra a disputa ntr os uvnis, sndo a s- Bangu 2 guint a colocação: Madurira, Fluminns 0 América.. 8 Botafogo.. 12 Flamngo 12 Bonsucsso São Cristóvão. > 18 Olaria. 21. Em commoração ao anivrsario da Proclamação da R- no su calriclarii o Unilos,1 igul 11; ttiibns, Úsvaicll Estndo om alguma: va.-ui,:..ca. 0..iy, Miyiit-.l!. í pública, o Estrla Dalva, ru- ilha acita oficios: ilha cia alio Munctica, Piiulintio Kii pr u::ia contagm larga: 3x1. E tudo havria dc sr mbaraçòso complicado na partida ntr os suburbanos tricolors. Comçaria com um atrazo (i 30 minutos no inicio do ogo principal. Mário Viana achou (pi podria havr confusão nas cors ia.s camisas, dpois qu os ogadors suassm. Como não houvss 6 Fluminns) providnciaclo camisas brancas» shis tivram qu sr apanhadas cm Laraniras. Enquanto isso o pubiico sprou. Comçada, nfim, a pla, o Fluminns partiu para o ataqu, ilaiulo a imprssão qu iria ngolir o Bonsucsso, m poucos instants. E ssa imprssão mais s firmou, quando Ditli, muna ogada i grand class, vciiiu Paulista, aos 4 minutos, marcando o primiro tnto tricoior. Era, ntrtanto, apnas comço. E o qu s viu dpois foi o Bonsuciviso numa ração formidavçl ncurralar o Fluminns!» prssionar su arco, fazr o diabo na ára tricolor obriga.- a Castilho a tudo Sc não foss Castilho c o imnso azar do Bonsucsso, talvz outro tivss sido o rsultado final. E aos 40 minutos, Soca, rcbndo a bola, fuzilou rastiro, mpatando a pla. Logo após trminaria a fas inicial, com rsultado igual uo placari para ambas an parts. SEGUNDO TEMPO No sgundo tmpo o domínio do Bonsucsso foi mais flagrant, sm xagro, pod-s dizr qu êl ugou os 45 minutos tlcntro da ára tricolor. Entrclan- Io (são coisas dt futbol) aos 20 minutos, scapa. Tclê c cr..:".. lcsprtiiciosamcnt, marcando o sgundo tnto para o Fluminns. Nst goal falhou Ia- 6 mntalvcnt o arquiro Paulis- Boltori 1, Blackpool 1 x Wst Broimvich 0. CLASSIFICAÇÃO 1 Wolvrhampton 17 ogos 24 pontos. 2 Burnlcy 17 ogos 22 pontos..1 Sundrland 1(> ogos 21 pontos. 4 Arsnal Blalcpool lü ogos 20 pontos. ta qu foi o oposto d Castilho. Castilho salvou o Fluminns, nquanto Paulista não corrspndu ao sforço dos sus companhiros. Dpois, Orlando aos 2!) minutos, consolidaria a vitória, numa virada sptamlar, marcando o trciro trato do Fluminns. E trminou a pla com o Quincas. Bonsucsso não qurndo sc ntrgar ao irrmdiávl do pialista, Flávio O card, c prssionando com todas as suas forças. O Fluminns cííríhou cm campo: Castilho, PitiiJarò c Pi- ICrS ,90, ^gs?. Entraram m campo as I lo P. Bala. E íoi ainda no primiro duas quips assim, constitui, E logo na saída o Maduii- tmpo qu novamnt o Madas: ra inaugurou o placard por cl-" - comparcu ao piacu. -sa vz rsutiou o Madurira: Irzê, Mário intrmédio d Mundica, dpois d uma falha <" rt:" ~i Darci; Alcbiads, Bitum Valtcr; Godofrdo; Guilhrm, Manco, Lonidas, zaguiro nm"" G.nó ; lucósslvus talhas, não o.v.» ictndo à i-éiâguárda rubra r»é iihuma garanti». icla d dom/ngo na rua Ba- tudo usto: OxO, qu bm irariri. A partida, apsar d não dus o com ustiça o dsnrolar tr havido, üol, foi das mais da lula travada no stúdio da i intrcsscfivtcs, rua Ba -iri. sobrtudo pla Dc tudo, grandq combativídaã porém, sr, dcãuz «áw com qu vrdad amarga para o Fia. s mpnharam os dois quadro/s. S d um lado, o Fia- tm diitancioit.s ainda mais mngo: com o mpato d on- 1tcngo aprsntou o qu pôd da conquista do camponato. o ogou dntro dps suas possibilidadcs técnicas, mbora num dia infliz, o Olaria, por outro lado, ugou com o su sangu; dando tudo, lutando furiosamnt s dfndndo dc todos os modos a su alcanc. Do quilíbrio da luta vio o rsul- nhiro, Jair, Edson c Bigod; Tclê, Ditli, Simõs, Orlando Bonsucsso ogou com Pau- Urubatão: Jofr, Gilbrto c Lusitano; Niola, Vassil, Saladuro, Soca Oricn. A rnda arrcadada somou Tm agora sis pontos prdidos, isulando-s do Fluminns por uma difrnça d quatro ponts, difícis d srm compnsados nst final do crtam. : Há ainda a s salintar fl xcsso Ac violência havido durant o prélio. Pod-s dizr msmo qu o Olaria abusou dn fôrct!, sm qu o uir: Mr. Tu-- nada dor Thomas fizss itó sntido dc. punir us rsponsavis. dixando qu o ogo próssguiss nss ambint tnso d pancadaria. Grand público comparcu. à rua Bariri a rnda obtida, atingiu a CrS Vi5J&.i,0Ò. Os QUADROS formaram assim: OLARIA: Clso, Osvaldo Jorg; Moacir, Olavo c Ananias: Lupcrcio, Washington, Lima c Cidinho. FLAMENGO: Garcia, Lonl Pavão; Jtttlir, Dcquinha Blo, Jocl, Rubns, Adãoxinho Bcnitcz Escmrdinha. E o América dixou dois pontos m Madurira. Não adiantaram a raça o sforço dos sus atacants. A dfsa suburbana stv num grand dia c nm o ndiabrado Manéco consguiu grand coisa, apsar d sua class dc sua xtraordinária habilidad pênalti. OoV n- i. ára GodoL 2... roou;-so, apli uoülli i-ma rastira. Cob-"..u máxima lo próprio Òsvâldinhó, tu convrtida m «ol, Er.i o. c gundo tnto madurirns, contra nnhum do América. Mas racionando, o Améri ca coiiscguiria diminuir a dirnca. aos 37 minutos, d pois d uma boa combinação d Rubns Manco. Srvid0 "," ê-»tr ;ng fi7ilnii Irzê. I-: al i il uo i.i-ni pc! Améfic andou prsxio- nando, obrigando Irzô a boas» intrvnçõs. No sgundo Lomix,. ó.4adurira ogou com apna«? dz homns, quando Pdro Bala, contundido sriamnt, <-vp cru abandonar o gramado Msmo assim o Madurira rsistiu bm, garantiu o - sultado, at"» concluiria, a ploa, coii«iuíslundp xprssiva vitória sobr p América,

8 UNEM-SE PARA COMBATER A CARE E A POLÍTICA DE GUE MW*^*r--Í<?Í- Mttti&r :i*i-; ;i*y^h «: ;:; : B^K-^;-^U4UHH(yi2BHBH  srta. Gracita Miranda^ sgunda da dirita para a squrda, Sala?i rportagm sobr a ts qu aprsntou à Assmbléia PROPOSTA DA ÍNDIA SOBRE A CORÉIA NAÇÕES UNIDAS, Nova York, íl (AFP) A dlcgncso da Tndla aprsntou íi Comissão Política sou proto da rso- IiicSo Bobro a qustão dos priíionlros dc gurra. O proto indiano dclara duo a librtação rpatriamnto dos prisioniros s ftuarso dc acordo com a Con- Vcncfio d Gnbra d c q,uq n forca não dvra sr utilizada para Impdir ou obripar os prisioniro" a voltar a íus lars. O proto d rsolução Índia* «io propõ o stablcimnto d Jhma Comissão d Itcpntrinmcn- Io composta d rprsntants da TolicoslovaflUia, Polônia, Suécia c Sulca d quatro ou- tros paíss dsignados dois u âols pólos bligrants, com a f.ondisao do qu não partlcifçn*. rins hostilidads n&o sam ^mbros prnianiils do Conslho do Sgurança. A proporá Indiana íoi aprosntada à :Msa da Comissão quando 03 dois oradors insritos para sta ssssão, os rprsntants do PVi da Bllorussln, Iam tomar a palavra. \ Os Estados Unidos, s Franca, Grã Brtanha, Canadá, Austráliu, Dinamarca Colômbia íoimam por outro lado, u wil>- Comitê qu íoi ncarrgado,v- Ias Vint Uma dlgaçõs (ntr ns quais as três potênciils ocidntais) d xaminar atn* lamnt a proposta da índia. Esto sub-coiriitó" dvrá aprsntar su rlatório dntro do alguns dias ao grupo dos Vint o Um qu, por nquanto, não prtnd rtirar sua proprin rsolução. (Mais tclrr.imas nu quinta página). Órfãs d Papai Nol as crianças VCoticlHsflo c7iz i* página.por outro lado, os aviõs, a mtralhadoras, tanqus, r volvrs, os brinqudos da mort, stão por toda part Além com sus prços xorbitants. dc srm ddicados a. prvrtr a consciência da iníancla brasilira ainda ustam uma fortuna. Um avião, bombardiro, Cr? 250,00; spingarda d rolha 1.050,00. AMÊNDOAS A PESO DE OURO Mas não os brinqudos liciu-ão nas loas, os mninos olhando com olhos compridos, sm podi- t-los nt as mãos. As amêndoas, o quio, os vinhos portuguss. Nada disso podrá sr comprado. Um quilo d noss stá sndo vndido a trinta sis cruziros, d amixa val  nação corr prigo.....conclusão da 1* paiuia... Impotnt para dominai- a Coiula, apsar d contar com o apoio d algumas naçõs da ONU. Sntindo porém qu cada dia s torna mais dificil sua situação na pnínsula, porqu as na- CÕs qu foram arrastadas à luta, dssprançadas d obtr uma solução plas armas, não si qurm compromtr na luta mais do qu á o fizram, os Estados Unidos voltam suas atnçõs para o Brasil, cua população d 52 milhõs d habitants podrá forncr boa quantidad d carn para canhão. O POVO BRASILEIRO NAO ESTA DE OLHOS VENDADOS Els acrditam. sp- TaTn _ prossgu o ilustr militar qu, sob a prssão dc xtrmas dificuldads ini mas, alguns stors da pcnilação possam sr fiic i 1 m ntc arrgimntados para a gurra na Coréia, s. nvolvidas sduzidas por pr.om.sas tl grands compnsaçõs. Els prtndm fazr com qu os brasiliros rompam r.-om suas tradiçõs paciíhstas c com os sus sntimnios dc fratrnidad para colaborarm com as forças intrvncionistas da ONU no massacr do povo coroa-.110 qu luta a^orc. para xpulsar do su solo os invasors strangiros. Els prtndm convncr n mundo d qu so mpnham numa luta d «librtação do.")ovci corano» ém dfsa da «civilização ocidntal cristã;., nquanto intrnamnt, m dlsa da muma civilização ocidntal o cristã, sustm iam a mais dsumana discriminação racial, chgando no ponto d condnar ngros por «lançarm olhars lascivos sobr mulhrs brancas». Há poucos dias o rprsntant amricano na O, N. U. tv o cinismo üc ondnar, cm discurso ali profrido, a discriminação racial... na África do Sul. Mas o povo brasiliro não :stá d olhos vndados não vê sssproblmas plu msmo prisma através do qual os vêm os nossos homns públicos. O povo á comça a c:.-- clarcr-s o a campanha cm dfsa cio ptrólo, plos rsultados qu du, cm Âmbito nacional, á nos pórmil uma mdida dêss stlarcimnto. Outrag lutas patrióticas populars s dsnvolvm. fortalcndo a frnt nacional anti-imprialista. As rcnts liçõs para govrnador, m Prnambuco, são outro indicio dêss sclarcimnto. A CONFERÊNCIA DE AMANHà Essas considraçõs tortalcm a nossa convicção d qu o «Acordo Militar», qu é um vrdadiro contrato d compra vnda do Brasil, srá finalmnt drrotado. A confrência d quartafira, na A. B. I., promovida pla Comissão Nacional. Contra o Acordo Militar rcprsntará mais uma tapa nssa luta plo sclarcimonto do povo qu tm sido sistmaticamnt consrvado á margm da discussão d todos os probl- importants dbats na grand assmbléia fminina ora runida nsta capital Mar cado o ncrramnto do con clav para ho, às 20 horas, no auditório da ABI Em grand ato publico marcado para ho, às 20 horas, no auditório da ABI, ncrras a l.a Assmbléia Nacional d Mulhrs, qu 3 vm runlndo, m mio ao mais vivo ntusiasmo, dsd 14 do corrnt. Ants, havrá, duas sssõs plnárias, uma das 0 às 12 a outra das 14 às 18 horas, no décimo andar do Instituto dos Comrciários. Durant os trabalhos d ontm, foram aprsntadas importants proposiçõs, A or. malista Ivin Jan, pdiu qu s ncaminhass as autoridads uma sugstão a fim d sr forncido um cartào d prioridad às snhoras gravidas,a xmplo do qu s faz na França c m outros paíss da Europa. D conformidad com ssa indicação, as mulhrs om cstado d gstação passaria a go. zar d prfrncia nas filas d açougus, Ônibus, tc. MERENDA ESCOLAR Outra proposta da sra. Ivo. no Jan rfr-s A qustão do forncimnto d mrnda scolar nos stablcimntos do nsino mantidos pla Prfltu. ra, spcialmnt na zona rural. Várias dlgadas rforçaram ssas sugstõs, través d intrvnçõs bm fundamntadas. COMBATE A CARESTIA t: A sra. Hlna A JJoavntura dfndu uma ts rlativa ao combabs á carstia. Aludindo ao quadro das dificuldads atuais, com a impossibilidad d s fazr fac ao alto custo a.da vida com os baixos salários- - ordnados, opinou plo studo1 d unia manira obtiva capaz dc dizr um basta a ssa situação insuportávl. D su discurso ramos o sguint rsumo: «Essa mpolgant campa- mas tl su intrss. E indiscutívl vidnt qu a nação corr grav prigo,, quando uma nação corr prigo, só o.povo pod salvá-la conclui o cl. Salvador Corrêa dc Sá Bnèvidcs. 36,00, uma garrafa d vinho português 50,00, o quilo d quio d 20 para cima Uma coisa incrívl. TABELAMENTO DA FOME Na rua da Carioca, a ta por- d um armazém, stava xposta uma grand tabolta contndo os prços dos produtos a vnda. Todo mundo quo passava por ali, parava, olhava dpois continuava a caminhar, o pobr, sgundo aqul vlho ditado, olhaèom os olhos com com a tsta. Carn, Cr$ 20,00, lombo l\00, costla 13,00, orlha 15,00 salaminho 20,00, toucinho 2*>,00, bacalhau, 21,90. O rpórtr ficou parado a porta, aprciando o movimn. to daqula casa comrciai, sntindo todo o drama dc nosso povo. Eram á quas 17 horas a rua stava qu não cabia mais d gnt, o transito quas impdido, aqula massa humana aos ncontrõs, cotovladas, caminhando dvagar com dificulda. d. Durant os 30 minutos qu lá stivmos ntraram apnas cinco pssoas para comprar algumas gramas d toucinho, cbola, fião um snhor qu bm vstido adquiriu uma lata d mantiga pquna, d mia libra. Dixamos o armazém pnsando na msa da maioria d nosso povo, msa pobr, misrávl, ond faltam até o arroz o fião, nquanto ali sobr os balcõs há fartura d tudo. Muita coisa s straga, vai para o lixo. nha carioca contra o proto 1.000, proto qu aumntará, s aplicado, o custo da vida, srviu para abrir os olhos do povo sobr uma das causas da carstia da miséria das famílias trabalhadoras, qu sntm qu os salários diminum dia a dia á não consgum vivr com o qu ganham. Os trmndos impostos qu o povo paga srvm para sustntar a burocracia do govêrno, srvm para as obras fachada, srvm para financiar os grands capitalistas latifundiários, srvm "pagar ainda para sustntar os planos d gurra do govrno. No anod 1953, por xmplo, o govrno idral rcolhrá mais d 32 bilhõs d cruziros d impostos. Dssa quantia, mais d 9 mio bilhõs srão gastos com os ministérios militars, ou sa, mais d 31 por cnto do orçamnto. Enquanto isto, apnas 3 bilhõs srão gastos com as dspsas d ducação saúd, para a burocracia do Ministério da Educação poucas obras d assistência c construçõs sociais. Saibam as dlgadas a sta Assmbléia qu o dputado Lit Nto, pssdista, no rlatório qu aprsntou sobr o Orçamnto do Ministério da Edilcação c Saúd diss o sguiu- CHAGA DO ANALFABETISMO «Parc inacrditávl qu a proposta consign para o nsino primário m todo o " ,00, pais vrba d ou co.a, crca d cinqünta mii mnos qu no orça- s mnto vignt. E dizr-s qu sambs ralmnt um pais d analfabtos ond mais d 3 milhõs d crianças m idad scolar stão impossibilitadad vncr o obscurantismo por falta d scolas! O atual govrno bm qu podria mprndor uma campanha gigantsca. d âmbito nacional convocando todas r.s rsrvas morais da nação no sntido do dblar para smpr a dcgradant chaga do analfabtismo. Não ê sonho...» «S atntarmos para a circunstância d qu a msma proposta consigna dotaç"cs no valor d Cr? 9.5S ,00 para atndr às dspsas com a sgurança nacional, rprsntando 31CÍ> da dspsa gral da União, nquanto as dotaçõs do Mlnistério da Educação Saúd, rprsntam apnas 11%, chgarmos á conclusão iniludivl d qu podria tr sido aqula m bnfício dsta, o au val dizr: cm bnfício do país. Co mapnas um cort suav d 10% sóbr as dspsas com a sgurança nacional podríamos construir scolas rurais, qu sriam clissrrtinadas plo intrior do Brasil. TIREM DINHEIRO DO ORÇAMENTO DE GUERRA Mas as palavras do dputado Lit Nto, cm lugar dc mostrar a vontad d mlhorar a situação para o povo, foram sguidas d uma atitud difrnt, quando o msmo dputado tv qu dar parcr sobr a mnda do dputado Lobo Carniro, qu mandava ddicar 500 milhõs d cruziros para «a construção d scolas rurais». Poi dado contra ssa mnda o argumnto d «qu não há dinhiro para ssa dspsa». Qum du êss argumonto, foi o msmo qu diss, ants, qu abastavam 10% d cort nas dspsas militars para s podr construir scolas rurais, para as crianças ESPÍRITO DE ÜNIDlDÊTT. (Conclusão da 1.» pág., aprovação das tss d cada dlgação. Dntr inúmras aprsntadas foram scolhidas aprovadas as cinco sguints: f.n. sra. Ana Calixto, dlgada txtil carioca, para a laboração d um proto d li d amparo a mulhr oprária cm casos ci donças, inclusiv ci suas fç.milias, probdmas spcíficos a sr nviado ao Congrsso Nacional; do Sindicato d Carri; Urbanos do D. F. isutando us férias da assiduidad; tio Sindicato d Fiação Tclagm d S. Pau- Io, isntando os contratos d trabalho c dissídios coltivos da assiduidad; do Sindicato, cios.marcniros d SãoPáuló, isntando os rpousos rmunrados dá assiduidad,! do Sindicato d Carris Urbanos d Rio Grand do Su! para qu sa drrubada a xigência d ustificarão d falta do oprário ao patrão. FATO MARCANTE A convocação Nacional da CISCAI é ralmnt um fato marcant nas lutas oprarias brasiliras. Nada mnos d RO sindicatos adriram nviaram dlgaçõs qu dsd sábado stão runidos. A instalação, no audilürio C.:. AÇ.I.. contou com a prsnça grand númro d trabalhadors dos dputados Lúcio Bittncourt, Robrto Morna, Bn- r>n--i _:-: v " -.r! mingos Vdasco, vràdors Elisu Alvs o Antnor Marqus, rprsntant do govrnador do Estado do Rio um Conslhiro do I. A.P.I. Cartazs faixas m vários.pontos do rcinto diziam bm do spírito gral: unidad rpúdio à assiduidad. O msmo cipiri,- to, aliás, das intrvnçõs dos oradors. O rprsi)- tant d Minas Grais, por xmplo, frizou a ncssidad d união sm distinção d crdos politicos ou idológicos. A sguir, foi fito um minuto d silncio m mmória a todos ós trabalhadors tombados nas lutas sindicais contra a oprssão. BANDITISMO POLICIAL A primira sssão plnaria ralizou-s às 10 horas d domingo. Dpois da discussão aprovação do Rgimnto Intrno da Convcnção, a palavra coub ao dlgado do Sindicato dos Vidriros d Nitrói S. Goncalo; Romu Miranda, qu dnunciou mais um caso d banditismo policial. Quando, após a Instalação da Convnção, s ncontrava com sua dlgação na Praça dos xpdicionários, foi abordado por policiais da Ordm Politica c 3ocíu, qu, sob amaças d violncias, arrbataram a crdncial do prsidnt do Sindicato dos Txtftis dp Vc-. tiunciada a prsnça, no x* cinto d tiras a aprovada uma moçãadc protsto. AS COMISSÕES Ns:.; sssão plnária, furam constituídas as duas comissõs d Tss d Assuntos Grais rspctivamnt plos rprsntants dos sguints Estados: uo Rio, Prnambuco, Distrito Fdral, Porto Algr, São Paulo, Cará, Minas Grais Santa Catarina; Pcrnainbuco, São Paulo, Estado cio Hio, Minas Grais, Rio G. cio Sul, Santa Catarina, Cará Distrito Fdral..DEBATES As sssõs plnárias são prsididas.por rodízio d dlgados, sndo qu a Instaláção coub ao comandant Arruda, do Sindi-Uo dos Aronautas, a primira ao rprsntant paulista, a sgunda ao dc Pcrnamuuco. Em todas tn havido vivos dbats m tornos dos divsrsos assuntos aprsntados. A ti da sra. Ana Calixto, ço- cr.crpplc, mor;;- cu vibrant intrvnção d outra sra., dlgada cio Estado do Rio, qu salintou o papl do trabalhador no ngranclccimcnto d um bmos por qualqur modo a infamant cláusula dè assiduidad qu prsrvmos também por todos cs inod"=! a nni/l.->dn dos tra- JL*&Ín>ÍÁ#íVu U1B68.,. d nossas camponsas. O msmo dvm dizr as mulhrs do Distrito Fdral sobr a construção do Mtrô, no Lio d Janiro. Qurm fazr o Mtrô? Tirm dinhiro do orça* mnto da gurra trão dinhirc para o Mtrô, qu não sa a custa d mai fom d mais miséria. As mulhrs d todo o Brasil, rprsntadas nsta Assmbléia, dvm mostrar claramnt qu s opõm a ssas mdidas qu xigm qu o orçamnto público sa fito m bnficio do povo, rtirando os dinhiros públicos das dspsas dc gurra, para as dspsas d paz, do bm-star, d conforto para o povo. DEVEM LUTAR UNIDAS Mas, o qu fazr na luta contra a carstia, por mlhors salários, por um pouco mais d conforto o bm-star para nossor, filhos? As mulhrs d Prnambuco. do Rio Grand do Sul, d Blo Horizont d tantos outros lu* gars nos dram a rsposta. Em Prnambuco mais d oprárias têxtis unidas num só bloco, lutando sindicalmnt, obtivram 30% d aumnto. Em Santa Maria, cm Bagé, m Rio Grand, as mulhrs gaúchas organizaram-s o foram à rua à frnt dc toda a população, m colossal grv dc consumidors consguiram fazr diminuir os prços da carn. Em Blo Horizont, o Cntro das Donas d Casa, sob a prsiciência da snhora Célia Bran" dão Lobato consguiu o apoio da população para os protstos d massa contra a carstia. Em Vitória, aqui no Distrito Fdral, m todos os Estados, as mulhrs s organizam comprndm qu só podrão conquistar mlhors salários, prços o ahr guis mais baixos, s lutarm unidas, xigindo dos rsponsavis do govrno mdidas contra os xploradors do povo c atos concrtos contra ss stado d coisas. PELO BEM-ESTAR E PELO CONGRESSO E ss o nosso caminho! E assim qu podrmos dar mais comida aos nossos filhos... um tto para nossa família, ins- Calor Su trução para os brasiliros! O Brasil é rico.. é grand! Qu êl produza paar nós, homns mulhrs do povo, não para as ricas mprsas nacionais strangiras! E isto qu dvmos xigir [Aumntos d salári.a! Baixas d prços! Mais artigos nosa união. Por isso tntam dsunir-nos. Mas sta nossa As- d consumo! Em cada bairro, rua, mprsa, scola, dvm as smbléia é a prova d quo aumnta dia a dia a consciência mulhrs organizar-s na luta contra a carstia! Abaixo-assinados, grvs, passatas, grvs nas d casa, dc todas dos oprárias, comrciárias, do- as,mulhdas trabalhadoras o dos consumiciors, todas as formas d luta dvm sr mprgadas, para xigir aquilo a qu tmos dirito! Esta Assmbléia é o primiro passo! Saiamos daqui convictas da ncssidad d continuarmos unidas lutando untas contra a carstia! Não basta sabr qu s prços aumntam! E prciso lutar contra a carstia! Bm sabm os inimigos do povo qu a nossa força stá na 12^", s_n :-" - A msa qu dirigiu os trabalhos da 2,» sssão plnária Aspcto da Assmbléia runida no Auditório do IAPC rs. consciência d qus podmos, unidas, drrotar os spculadors parasitas, impdindo o as* sidto organizado qu procuram ftuar contra as nossas bolsas! Abaixo a carstia! Unamo-nor. nu luta plo bm-star plo progrsso»!. DEFESA DA CULTURA 13 DIREITOS DOS ESTUDANTES D autoria da ornalista Gracita Miranda ó a ts. sobr a dfsa da cultura os diritos!cs studants. Rportou-s a orãdora " uma séri d providências visando a baratar o nsino, bm corno à obrigatoriilad dst pio govrno à gratuidado do matrial scolar; à Lota (lontra I ^ J IIE 1 i- Falaram ainda as potisas Nair Batista Ana Montngro, a sra. Alict Bltram c a dra. lda Mnzs. Esta última, propondo u:;.?.;r.ía:,.i- Acordo Militar Brasil-Estados fstação d protsto contra o Unidos, pronunciou o discurso abaixo: «Minhas Amigas Saudando a i Assmbléia Nacional d Mulhrs trago aqui a contribuição do Distrito Fdral à causa mais sntida, mais cara, para todas nós a causa da paz. Causa qu não é cara apnas para as mulhrs do Brasil 3 dos outros paiss do mundo, conform mostram as lulas qu mprndmos na tlísa dc nossos lars, na dfsa d nossos filhos d nossos nts qu-,... s. Não bastissm ás atividads qu vimos dsn volvndo contra a gurra, havria msmo uma prova rcn t bm significativa a sr trazida aqui cia posição da mulhr m dfsa da paz: a lição do gnral Eisnho- Wr para prsidnt dos Ésiados Unidos lição conquistada dpois d uma campanha basada quas qu intiramnt na promssa da cssação da gurra na Coréia. obtida por grand maioria, m qu foi constatada a pr domináncia do lmnto fminino. A posição da mulhr m prol da t::".- c manifstaçõs como ssa d grand-j significação, porqu ocorrida dntro dos Estacios. Unidos vêm confirmar assgurar aos blicistas qu por tòúas as mãs, filhas, sposas, noivas, irmãs, namoradas, pir todas as mulhrs, nfim, srá dito, m uma só voz d modo vigoroso, um ínão*. prparativos qu lvam a uma nova carnificina. Assim.protstando nérgica..intransigntmnt con tra o, Acordo Militar. Brasil Esaitos ü/.l.:,os, as mulhr.-- do Distrito Fdral stão cumprind, su.dypr.d honra. Como stá dito zo. xposição d motivos do sr. João Novs da Fontoura, ministro das Rlaçõés Extriors (Diário do Congrsso d Parágra fo ) o AcõriloT.Tii^ar Brasil-Estados unidos surgiu d uma iniciativa do govrno nort-amricano. Em fins d dzmbro do ano passaqló " mbaixador Johnson oncami nhou ao Itamaratí a propsta; c á 2 d aniro tivram início as convprpn"õ"<;. au0- ul... J t-lj... xitísicini du Rpública, o a 15 l março ra assinado rmtido à Câmara dos Dputados com a mnsagm n Basado m lis nort-amricanas a «Li d" Assistên cia Dfsa Mfiía-i dc 19.9*, a,tm,i- c-"iirança. Mútua,ii i»<&>. *.w-vtictivas lis roodificativas ou suplmntars, foi êss Acordo firmado plo sr. ministro das Rlaçõs Extriors sm qui ass-;- sors militars, particularmnt, houvssm siclo ouvidos, conform acaba d d clarar.xprsasmin, m ntrvista coltiva a imprnsa, o sr. gnral Estillac Lal. qu à época da assinatura dc tal documnto sé ncontrava à frnt da Pasta dà Gurra. A VIGILÂNCIA DOS PATRIOTAS D tramitação scrta - tão scrta qu apsar d s Iralar d um acordo militar não foi consultado o ívurustro da Gurra ou os órgãos comptnts do Ministério, êsi acordo d consquênrias gravíssimas para o povo só vio ii sr do comiacimnto dos brasiliros graças á vigilância d patriotas, qu o dnunciaram arrasaram m análiss minuciosas, claras fundamntados, irisqfisimávis, através d discursos no Parlamnto, artigos.l imprnsa, folhtos imprsos, confrências c oulras manifstaçõs. Violando nossa Carta Mas na _ qu stablc qu Brasil não participará d gurras d agrssão qu rcomnda o rcurso às ngociaçõs ao arbitramnto a fim d. rsolvr pacificamnt r.c.s dispv.t"r.s co-i outras naçõs, êss acordo piuã. crv m su art. X, parágrato 2., a obrigação paru o Brasil dc mobilizar sus rccursos humanos suas riquzas naturais para a prtnsa dfsa do Hmisfério Qcidntal do chamado «mundo livr». Establc ainda ês.i Acordo no art. I, 2 qu o Brasil fica obrigado «a lazr uso ficaz da assistência militar rcbida», não utilizará ssa assistência p:ira fins divrsos daquls para qu foi forncida», sm qu haa é bom frizo.rmos aqui ssa ultraada xigência «a prévia.anuência do outro govêrno>. Acslm, é óbvio clizr qu êss Acordo prtnd nvolvr o Brasil na gurra da Coréia ou m quaisq.yr outras ;".?rras cm qu cs Estados Unidos vnham a tomar parl, Ainda nn Art. VI diz o Acordo qu o govrno nort- arcsiicano mantrá m noso país srviços d administração funcionários, pagos p- Io Tsouro brasiliro com prrrogativas imunidácis üj.pior.iáticü c-,v/..a:....úuntrãcla o trânsito livrs, assim como dc isnção dc impostos qu gravam a importação d produtos, bn, má tfiiais. quipamntos ililos para o Acordo - a vigência dsss dispostivos não consti sobrania nacional, mastombém uma fraud ao fisco a malvrsação dos bns públicos, pois, adotando uma conomia d gurra, dstinaria para fins bélicos vrbas qua dvriam dstinar-s ao bm do povo sriam mais tanqus aviõs m vz d scolas hospitais, canhõs lança-chamas m lugar d casas d moradia alimntação para o povo; sriam mort, miséria, a fom sub?tituindo o bém star a flicidad a algria. Quando s discutiu na Cama. ra o orçamnto da Pasta d Educação Saúd para 195,1, o rlator da matéria Obsrvou qu uma rdução d apnas 10% nas dspsas militars sria suficint paar a construção d mais 15 mil scola, ond anualmnt podriam alfabtizar- um milhão d crianças. No ntanto, foram ngados rcurss para construir ssas sco- Ias, pois o Govrno não odmitiu qu s réduzlsin as vrbas dos Ministérios da Gurra, da Marinha da Aronáutica, As. sim o rlator do orçamnto na part concrnnt ã, pasta da Gurra anunciou qu, afora as vrbas votadas no orçamnto, o Govrno iria solicitar no pro, ximo ano mais 3 bilhõs c. cruziros para invstimntos d matrial bélico construção militars isto é: para a compra d matrial bélico construção *:::3ps. c*3 T:-z""~-.i ainda ss rlator qu o Brasil dvoria ncarftihhár-s para lima conomia d gurra. As vrbas das 3 pastas militars foram d quas m bilhõs dicruziros. Além dsss snmani-s os 3 bilhõs d Vrbas spciais, quo vã" sr n<y,1\s durant o ano. mais os -I hi. lhõs do chfnado Plan" I f--> dstmndns à xportação rio matriais stratégico0 para as dçs csfnrtns dosnvob Itl.. rlos blicistas. Dada a prssão qua Vi s,vivr.r> no brasiliro \-cm xtircviidi soquu br n Câmara nó smi.!,, tia sa uvgnlriintc ratlfl urlo êss acordo d lsií-pãtiln. i.;r. ío fabricas dc arrrianipitos n tn. qu nos manilsténivis.. ian. to ants com amricanos. protstos viánró- MATfi S"-"T,7Tr!IO PARA ( sos, nviando 4bssaARst-iuhléta imdiatamnt, O POVO uni ati.iíxó usainado n Câmara Sc isso tudo s pr".-*--! ptnpi onncii.nncln a a. ritar ss Àcórrio, mnt, aumntando a fom c a Enviando tlgramas miséria d nossos Im-çs, iirtàái. «cairtas u limos a ou sacrifico ««vin promovndo maniiésia * obrí :Kln nc-so nnvn p* r*~-" çõs d ruas iisl.i- siít-ici. Uf.l PACTO nt", paí. ratif.do o Acp--dn Mllilai. a G ncssário tá»riran r\, carstia da vidp pnpiin^-wa apoimos piuitó-,mais air.cv p asoi"i > a campanha.n-i^ida i.u-.""tvooí.p dísyfttàrin t,">^i **.«V çfiicnr^à pv pross f,"ií",n,"; o nií? rpuivp íi rli"""* niif p to V p->a,ls ainda vv-lv- gas, nna-t. r Ç 6 nn H II. Y^fJoarOÒ qr.r o gvo^-"*" bi"..ó.liro, s cbrif;a ;: ti.v.ai t". rvil "t """"ít-; (i^.s*1;!1"""":" pa/ti vitar qu s rvlm dr talhs sobro a dxccuçs.o c! aordn só dando publicidad tu qu liigai...cqiivè!iíp.n,tc. Tal dispositivos podrliu\i ip... ir,.,i as maiors arbitraridads i -OíIlo l._c.!.::. irliar a xs cuçâo do Acordo. Como vmos plo qu ficou dito acima, ss acordo tão bm chamado plo gnral Buxbaum, d nosso xército d um tratado d scráyídãq cionial ond o Brasil só tm obrigaçõs os Estados Unidos.da América do Nort têm todos os diritos. (Pára maiors sclarcimivos lr o folhto «Quadvo comparativo das obrigaçõs. laborado plo dputado Hélio Cabral). Comprndndo o prigo qu rprsnt êss Acordo militar conclamamos todas as mulhrs a lutarm énérgicüninta contra sua ratificação pla. Câmara, pio Snado, sguiudo o xmplo d outras. naçõs amigas, como o México, ond o govrno cdndo á vontacia d su povo, rpliu imdiata» mnto idêntico acordo, ücclàrondo briosamnt :-;:ls:ão acitarrios, porqu somos insicanoss, como o Chil, ond o Acordo foi assinado plo antigo govrno sua rauticaçao plo Congrsso loi lita dbaixo d pt0fstos popu lats, prottíslos m qu.as mulhrs tomaram parl ativa» nérgica dsuniudo ciias sguidos m torno á Uámara dos. Uuütádçi, conduziudo cartazs oíicl s.mani»phcto Militar: Não; -az:- tímu-, Ms Soldados Cliilnos para o Cliilc/-. p consguindo qu i; :<> nral ybanz atua, prsidnt basass sua propaganda èiiloral no combat ao Aooi-.l-- m- YX.-I" rr,n,r, Q (TlgÍÍaÍ,01106 lai.íoni» clrsiiv.-n.! fula cia povo contra a ratiiiçacac -1o Acordo, cua aprovação até agora nao tcii, possívl! apsar rla Comissão Narom.i íiiinfa o Acordo Mililrtr. prpsflilifla v- Io sr.. Gnrai l->)i,yflt-íí...:. n?ii.;i. E atnrla, qn itviémifiqi.ipriig a i-a.mpanh.ei dc assihbmirwc nr-r nm Pacto < p Paz ntr--- as f> grands polçn.oiaç, réyvdi.-i-i.g assim a chamada Paz ;-"Ia 10-. I ça, ganhando a l-ísi plai, nr- "ifis do amor da 1ratarnlla :l.. Divulgumos... Aropiu M ;- ; tar c sclarçamos tod^c r«. nasilciriis sobr o qu «cn:. \,}h)0 ès^ V-..,i-d,i iiht-fv ri iv.* prciosa çl, no-.sos nts o.iiricic?..». i-v;!--;«...:v-.fi? PomõnU, < % «a sobrania, 4o Lsruli.*

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