Plantas e Poesia Livro de Bordo

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1 187 1º trimestre 2014 Sociedade Delegações Histórias de Vida Plantas e Poesia Livro de Bordo Solidariedade Activa Melhor Qualidade de Vida

2 Direcção Nacional SEJAMOS SOLIDÁRIOS! Consignação de 0,5% do IRS em benefício da ASSP Ser Solidário custa tão pouco. Graças à campanha de consignação do ano anterior, a ASSP recebeu a quantia de ,78, creditada na conta da Associação em 6 de Março de LEMBRE-SE: Uma das formas de todos nós podermos continuar a ajudar a ASSP, é procedermos à consignação de 0,5% do nosso IRS em seu benefício. Para isso, quando preenchermos a nossa declaração de IRS relativa a 2013, no quadro 9 do Anexo H, devemos colocar uma cruz em Instituições Particulares de Solidariedade Social e o número de contribuinte da ASSP ( ) no espaço a isso reservado. O Estado entregará, depois, à ASSP, 0,5% do nosso IRS, sem qualquer custo adicional para o contribuinte. 9 CONSIGNAÇÃO DE 0,5% DO IMPOSTO LIQUIDADO (LEI Nº 16/2001, DE 22 DE JUNHO) ENTIDADES BENEFICIÁRIAS DO IRS CONSIGNADO Quadro 9 do Anexo H, do mod 3 do IRS NIPC Instituições religiosas (artº 32º, nº 4) 901 Instituições particulares de solidariedade social (artº 32º, nº 6) X Delegações AÇORES Praça da Autonomia Constitucional, nº 7 Paim, Ponta Delgada Tel./Fax l ALGARVE Rua Engº Aboim Sande Lemos, nº 14, R/C Faro Tel./Fax l Casa do Professor Tel AVEIRO Rua Nova, Bloco D, Santiago-Glória Aveiro Tel l Fax Tlm BEJA Rua Infante D. Henrique, Edf Escola Primária N.º Beja Tel l Tlm l COIMBRA Travessa dos Combatentes da Grande Guerra, nº Coimbra Tel./ Fax l ÉVORA Travessa da Milheira, nº Évora Tel./Fax: l Tlm O resultado desta campanha será distribuído da seguinte forma: 1/3 para apoiar campos de férias dos filhos/descendentes dos associados com idades entre os 7 e os 16 anos de idade; 1/3 para reforçar o Fundo de Solidariedade Social da ASSP; 1/3 para a realização do 1º Congresso da ASSP, em Colabore nesta campanha solidária, convide outros professores e amigos, mesmo não associados, a aderirem também. Imprima este anexo e guarde-o junto dos seus documentos para o IRS; tire fotocópias e entregue-as ou envie-as por e.mail aos seus amigos. Podemos ter e desejamos agradáveis surpresas. Ser solidário não custa, mas exige o nosso empenho! Cobrança de Quotas Conforme temos noticiado, foram reduzidos os valores das quotizações, estando as mesmas agora indexadas à idade actual de cada associado, e ficando salvaguardado que nenhum associado verá a sua quota aumentada. Já é possível fazermos a cobrança das quotas sobre qualquer banco, de uma forma cómoda e sem custos adicionais para o associado. As cobranças serão efectuadas na última quinzena de cada trimestre, sendo a próxima no final de Março. Os associados no activo poderão pagar as suas quotas mensalmente através do seu vencimento, bastando para tal contactar os Serviços Administrativos da Sede da ASSP. GUIMARÃES Rua Alto da Bandeira, nº 23 l Creixomil Tel./Fax l Tlm LEIRIA Avenida Combatentes Grande Guerra, nº 65, 1.º Esq Leiria Tel./Fax l Tlm LISBOA Rua D. Dinis, nº 4, l Lisboa Tel l Fax Casa dos Professores Rua Pedro Álvares Cabral, Carcavelos Tel l Fax MADEIRA Rampa do Forte, nº 2 - Santa Maria Maior Funchal Tel l Fax PORTALEGRE Rua Capitão José Cândido Martinó, nº Portalegre Tel./Fax l PORTO Estrada Interior da Circunvalação, nº Porto Tel l Fax l NÚCLEO DE V. NOVA DE GAIA Rua Paula Vicente, nº 30, Vila Nova de Gaia SANTARÉM Rua Luíz Montez Matoso, nº 38 l Santarém Tel./Fax l SETÚBAL Avenida António Sérgio, nº 1 l Setúbal Tel l Fax VISEU Rua 21 de Agosto, Edifício Viriato, BL 5A - 1º A Viseu l Tel l Sede SEDE E SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS Largo do Monte nº 1 l Lisboa Tel l l Fax l Seg. a Sex h l h

3 Editorial Ficha Técnica DIRECTOR: António Amaro Correia DIRECÇÃO, REDACÇÃO E ADMINISTRAÇÃO: Largo do Monte n.º Lisboa Tel l Fax l PROPRIEDADE: Associação de Solidariedade Social dos Professores COORDENAÇÃO EDITORIAL: Ana Maria Morais CONCEPÇÃO GRÁFICA E PAGINAÇÃO: Sandro Costa IMPRESSÃO: Finepaper PUBLICAÇÃO TRIMESTRAL DE DISTRIBUI- ÇÃO GRATUITA AOS ASSOCIADOS Inscrição na DGCS /86 Depósito Legal /90 Número Avulso...0,40 Assinatura anual...2,49 Tiragem (n.ºexemplares) NOTA: A adopção do Novo Acordo Ortográfico é da responsabilidade dos autores. Donativos Recebemos na Sede, como complemento das quotizações, os seguintes donativos, que muito agradecemos. A todos o nosso bem-haja , , , , , , , ,00 Navegar à bolina Diz-se à bolina quando se navega contra o vento. Não exactamente contra mas quase. Marear à bolina é arte arcaica, velha de muitos séculos. É levar o vento a levar-nos contra ele, ou quase contra. Um quase negociado com o vento. À bolina é a arte do quase. É o quase como caminho. O quase como via para um fim em vista. Há mais de trinta anos que nós, Associação, navegamos à bolina. Tal como o vento nos leva contra o vento, tem sido a força nascida de reduzidos meios que nos tem levado a conseguir atingir muitos dos objectivos que foram sonhados ou pensados. Provavelmente nunca aconteceu partirmos da ideia e, em linha recta, chegarmos ao fim, ao resultado final. Talvez a melhor, a mais qualificada testemunha deste percurso seja o nosso Boletim Informativo. Começou por uma folha impressa a stencil. Lembram-se do método? Uma fina folha de cera que previamente dactilografada permitia, com uma máquina adequada, produzir um número razoável de cópias razoavelmente legíveis. Foi o tempo da ideia matriz ganhar forma. A fotocópia, como hoje a conhecemos, preencheu um largo período e acompanhou a extensão da ideia e a constituição da maior parte das Delegações. Depois, já numa fase de estabilização, foi possível dar ao Boletim a forma elegante que todos conhecemos e garantir às Delegações grandes espaços para nos dizerem dos pontos mais altos do seu quotidiano. Porém, o Boletim foi sempre o possível, o quase do idealizado. Resultado dessa procura este novo boletim, o novo BI, é um grande passo no caminho de nos situarmos mais próximo dos nossos associados. Contudo sabemos que é apenas mais um quase, um possível da herança que aceitámos, de criar um território em que Professores e Delegações se revejam, se encontrem, se digam e inventem novas vias de Solidariedade. Editorial Convocatória AND (AOS DELEGADOS) Nos termos Estatutários, convocam-se os Delegados para uma Reunião Ordinária da Assembleia Nacional de Delegados, a realizar no dia 29 de Março de 2014, pelas horas, em Lisboa, com a seguinte Ordem de Trabalhos 1 - Informações 2 - Recursos Humanos: Apreciação e votação do Regulamento de Avaliação do Desempenho 3 - Apreciação e votação do Relatório de Gestão e Contas do ano de Outros assuntos Se à hora marcada não estiverem presentes ou representados mais de metade dos Delegados, fica a mesma marcada para meia hora depois, no mesmo local, com qualquer número de presentes. O Presidente da Mesa da Assembleia Nacional de Delegados Assembleias de Associados em Março Informamos os associados que se realizarão na última semana de Março as próximas Assembleias de Associados de preparação para a Assembleia Nacional de Delegados. Contacte a sua Delegação ou consulte o site 3

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5 Quando pensar nos seus conte connosco Somos uma associação de professores que pratica uma solidariedade activa centrando a nossa acção na melhoria da qualidade de vida dos professores e daqueles que lhes são mais queridos. Aveiro Carcavelos Criámos quatros residências sénior, Casas dos Professores, e nas nossas 15 Delegações instituímos cursos e actividades promovendo um envelhecimento activo socialmente gratificante e estimulante. Porto Setúbal Residências Sénior (ERI) / Casas dos Professores Solidariedade Activa Melhor Qualidade de Vida Conheça-nos melhor em Sede: Largo do Monte, Lisboa Tel.: Fax:

6 Os Meus Professores Levou o seu tempo a decidir-me sobre o tema que iria escolher para esta singela contribuição que me foi pedida para o BI da ASSP. Com a minha idade, de 81 anos feitos, já me devia conhecer melhor e, que diabo, ou não dava tanto tempo à preguiça que tenho em escrever a mais simples das linhas, ou pura e simplesmente não me convencia de que primeiro tinha que ter o artigo já bem alinhavado na cabeça, depois era só bater. O tema saíu logo e fiquei descansado a gozar o ripanço das férias, coisa boa que me ficou de ter sido, e me sentir ainda, aluno e professor. Falaria dos meus professores, de todos, e pronto. Com muito respeito por aqueles que ainda estão no activo e que por estes tempos comem um pão amassado pelo diabo e, mais ainda, por aqueles que nem horário zero almejam, e se sentem humilhados e ofendidos não posso deixar de lhes dedicar estas notas despretensiosas. Com a idade a gente julga que vai ganhando melhor pensar e acha que as experiências corriqueiras por que todos passamos foram só nossas e no geral boas. Faço esta ressalva para pôr o leitor a pau, os meus professores, poderia parecer terem sido todos fantásticos, mas, dos que recordo, muitos, de facto, o foram. A Dona Agripina foi professora de minhas irmãs e primos mais velhos. Não chegou a ser a minha primeira professora, em 1938, por ter 6 deixado o Alqueidão, um lugar do concelho de Ourém, para acompanhar os estudos dos filhos em Lisboa. Foi ela que me ofereceu, passados talvez dois anos, numa visita de saudade aos alunos e pais, o meu primeiro livro. Era uma aventura cheia de suspense sobre viagens de aeróstato. Um balão com uma criança, sozinha, perdida em alturas imprevistas. Ah! Havia um pombo correio que acabou por ser decisivo no desfecho, obviamente feliz de tão apaixonante evento. Lembro-me que nas longas férias do secundário ainda, de cada vez, lia e relia o livrinho. Por razões que não sei explicar levou tempo a repor docentes com a habilitação adequada na escola que me pertencia frequentar. Por iniciativa e a custas de meu avô Mangas, eu, vários primos e outros meninos e meninas frequentámos quase toda a instrução primária em regime de ensino particular: primeiro, ainda havia a Guerra de Espanha e, depois, era já a Grande Guerra. Tive eu e todos os da minha leva, a sorte de termos tido uma professora, vinda de Leiria, a Dona Isabel, excepcional: era uma profesora e peras, tão frugal em seu modo de vestir e sustento como exigente e dotada de apreciáveis qualidades. Com turmas a rondar no máximo as vinte cianças adoptava para cada uma a estratégia adequada. Desemburrava os mais difíceis e todos os anos obtinha excelentes resultados. Preparou-me e a vários de nós para a quarta classe e, simultâneamente, para a admissão ao Liceu, feita em Santarém, capital do distrito no belo edifício de FERNANDO CATARINO Nasceu em Ourém, a 9 de Novembro de É Professor Jubilado da Universidade de Lisboa. Dirigiu o Jardim Botânico durante 20 anos. fachada jesuítica e antigo Seminário. Foi a primeira vez que andei de comboio, um excelente alfa da época, o Flecha de Prata. Ainda em regime de ensino particular fiz parte de uma experiência que durou perto de três anos, em Ourém, numa espécie de colégio com um único Professor, que era o que havia, para alunos que iriam seguir, em regime externo, o primeiro ano tanto dos Liceus como de Escolas Técnicas e Comercias. O responsável era um antigo seminarista com a parte de teologia acabada, mas que não se ordenou. Era apanhado por futebol, que jogava forte e feio, e por bicicletas. Chegou a ir até Lisboa ver um Portugal-Espanha no Estádio Nacional. Tratava-se de Manuel Pereira Lopes, de Boleiros, perto de Fátima. Acho que por mais de um ano fazia diáriamente, a viagem de uns dez quilómetros para Ourém: pudera, era praticamente sempre a descer. Na volta apanhava a camioneta dos Claras. Se ainda hoje sou do Benfica a ele o devo. Embora aluno externo, o último ano do Curso elementar do Comércio foi feito, já em Leiria, na Escola Domingos Sequeira, dirigida por Narciso Costa, de formação artística parisiense. O Professor de Moral, P. Vieira da Rosa, no final do ano e após o

7 Crisma em que o número dos seus afilhados crescia por dezenas, visitou o meu Avô e os meus Pais a convencê-los a que eu prosseguisse os estudos. Com Avô e Pai madeireiros, fácil foi convencê- -los. Bastariam mais dois anos de teóricas e oficinas e ficava com o curso técnico de Carpintaria. As aulas práticas eram do mestre Romeiro que cantava no Orfeão. Mas o melhor era ver e ouvir o nosso Mestre de Desenho, Narciso Costa. Desenhava e moldava primorosamente. Fazia medalhões do Eça, totalmente de cor. Vestia-se sempre, aprimoradamente; falava com grande e rara liberdade e áspero com qualquer academismo. Fumava charutos de cheiro envolvente, finos que nem cigarrilhas que deixavam marcas aloiradas na barba. Levava quem queria em visitas guiadas às exposições de pintura que tinham lugar no Turismo. Eram autênticas aulas de história e crítica de arte, não raro muito demolidoras para os autores. Lia constantemente livros que lhe chegavam de Paris. Para grande espanto nosso recusava-se a fazer palavras cruzadas que não fossem as de diversos jornais franceses que muito bem dobrados, o acompanhavam sempre: da casa ao café e daí à Escola. Havia em Leiria um Círculo Literário. Através dele havia sempre maneira de assistir a concertos e recitais de música clássica. Foi assim que pude assistir a um concerto de Violoncelo por Guilhermina Suggia. Ainda antes de concluir a carpintaria técnica, transitei para o ensino liceal, no mais pequeno mas mais afamado Colégio de Leiria, Colégio do Doutor Correia Mateus. As turmas eram no geral pequenas e os Professores quase sempre muito bons, alguns tinham trabalhado quer no Liceu quer na Escola Técnica mas a Pide, a certa altura, vedou-lhes o acesso de modo que o Correia Mateus dava-lhes abrigo e trabalho. O Colégio era pertença de uma filha do Doutor Bernardino Machado, a Dona Beatriz, que dava as matemáticas todas. Uma sobrinha, a Dr.ª Helena Sá Machado, era polifacetada nas diversas línguas. Muito disciplinada e com optimismo estampado na cara; era um gosto seguir as suas aulas. A gente até pedia mais Lusíadas! Mas tinha génio que baste, como diria a minha Mãe! Recordo um dia em que alguém terá pisado o risco da boa disposição e tolerância reinantes e perante os nossos risos desbragados e alarves, perdeu as estribeiras, via-se num tremer especial da comissura do lábio inferior. Durante anos, eu que tinha fama e proveito de ser bonzinho até sentia calafrios quando recordava o enorme raspanete de que eu só recordo até o Mangas Outro bem diferente mas de excelente coração e sabedoria era o Dr. José Gonçalves. Vindo de Tondela deixou fama e amigos na Academia de Coimbra. Ensinava sobretudo História e tinha um humor contagiante que o levava a alinhar com frequência com as nossas diabruras e partidas. Dele eu acabei por copiar muita da atitude do professor perante a turma. E até reacções às vezes a roçar o interdito. Com uma infinita bondade e paciência com todos e, ainda mais com os alunos mais broncos e de origens rurais. Dele ficou uma história que de algum modo o distingue. Naqueles dias luminosos de primavera saíu-se com esta: em dias assim, não devia haver aulas; as pessoas deviam ter liberdade de andar pelos campos olhem, não façam ondas, que eu raspo-me, pego na espingarda e vou à caça, só dar uns tiros E não é que foi mesmo! De todos os meus profesores do secundário foi dos que mais me marcou! Dele aprendi que mais do que normas o ensino medra onde todos se respeitam pelo que são, pelo que sabem, pelo que sabem transmitir e pelo desassossego que trazem. E na Faculdade? Perguntarão. Houve de tudo. Importante foi ter aprendido que, mesmo a brincar, as coisas são para levar muito a sério. E que o saber cá se aprende e cá se cria. Tive a sorte de ter tido como professores Flávio Resende e José Serra. Que dois! Tão excelentes e tão diferentes. Um dia que calhe deles falarei. 7

8 Delegação dos Açores NATAL SEM ABRIGO O Natal na Delegação Açores Mais uma vez a Delegação Açores proporcionou aos seus associados e familiares uma festa, com verdadeiro espírito natalício, integrando animação, convívio e solidariedade. Neste evento reuniram-se 125 convivas que desfrutaram de um programa composto pela atuação dos nossos grupos de teatro e coral, seguido de um almoço, que decorreu num ambiente de muita alegria e animação. Foram sorteados vários brindes, oferta de alguns associados que generosamente contribuíram para esta iniciativa. Cada conviva recebeu um mimo doce com votos de bom natal, pois é na simplicidade dos gestos que se encontra a grandiosidade dos corações. Um dos momentos altos da nossa festa aconteceu aquando da declamação de um poema intitulado Natal sem Abrigo, da autoria do nosso associado José Manuel Aguiar e que ganhou maior expressão pelo enquadramento de um quadro vivo alusivo ao mesmo. Naquela noite, Escura e fria, No vão de entrada da loja rica, A mulher gemia de dor e espanto. Deitada nas folhas de cartão. Enrolada nos trapos que lhe serviam De casaco, cobertor e cama, Esbugalhava os olhos ao silêncio da noite. Ao lado, o homem, com uma garrafa por companhia, Limpava-lhe, com um pano velho e sujo, a testa prelada de suor. Um gemido débil de criança na noite. E ali, no vão de entrada da loja rica, fechada, Na noite escura e fria, Com o silêncio por companhia, Ali, aconteceu de novo Natal José Manuel Aguiar A alegria de Natal tomou expressão com as canções entoadas pelo grupo coral sob a batuta do nosso associado Fernando Mota. No âmbito do nosso projeto Cesta Solidária, com o generoso contributo de todos, foi possível fazer quatro cestas que foram entregues a famílias necessitadas. As nossas tradições Os textos que integraram a animação foram elaborados pelos elementos do grupo de teatro e tiveram como objetivo reviver tradições específicas de algumas das nossas ilhas, nomeadamente o mijinha de S. Miguel, o altarinho do Faial, e o pinheirinho comum a todas as casa açorianas. Comemoração dos aniversários Esta atividade acontece no final de cada mês e tem contado com a participação de muitos associados, envolvendo-os de forma calorosa em ambiente de alegria e partilha. Esta iniciativa tem constituído uma excelente oportunidade de adesão de novos associados. 8

9 Delegação do Algarve TEATRO NA CASA DO PROFESSOR ENTREVISTA A JOSÉ VICENTE, encenador da peça PORQUE É QUE OS TEATROS ESTÃO VAZIOS? de Karl Valentin A Casa do Professor tem sido recentemente o palco para diversos grupos de teatro, entre os quais o Grupo de Teatro da US de Olhão. Este espectáculo é um bom exemplo de como o teatro pode ser simultaneamente diversão e reflexão. Além do texto, simples e incisivo, tanto a cenografia - figurinos, cores e objectos - como a representação contribuem coerentemente para reforçar o ridículo das situações que nos fazem pensar e pensar-nos. De referir o acompanhamento musical de Mário Fernandes: o som do acordeão vai dando uma nota nostálgica, ajuda a soltar as emoções e contribui para a riqueza do espectáculo. José Vicente recebeu formação na ESTC, fez dramaturgia com Augusto Boal e participou em workshops com Peter Brook e Richard Demarcy, entre outros. Tendo trabalhado como actor em diversas companhias, entre as quais o Teatro Experimental de Cascais, veio a tornar-se encenador muito mais tarde, por mero acaso, como o próprio refere, primeiro em Castelo Branco e agora em Olhão, onde reside e onde aceitou ter uma conversa connosco. José Vicente, quer falar-nos da sua motivação para trabalhar com os alunos da Universidade Sénior de Olhão? Ser professor de teatro é conduzir e realizar trabalhos e actividades que estimulem os outros para a acção. Com alunos seniores, a aprendizagem é constante, enriquecendo-nos com as suas histórias de vida que, de tão diferentes - posso dizer, até, opostas - fazem com que o objectivo a atingir, o espectáculo, seja mais autêntico na sua estrutura e na reacção dos espectadores. Encorajar, estimular é dar animação, é dar vida. O teatro surge como uma das soluções possíveis para que o sénior possa interagir, desenvolver a sua criatividade e aumentar a auto-estima, proporcionando-lhe assim uma melhoria de qualidade de vida. As Universidades Seniores têm um papel fundamental não só na aprendizagem como na ocupação dos tempos livres e na animação comunitária e a US de Olhão não foge à regra. Que razões levaram à escolha destes textos? "PORQUE É QUE OS TEATROS ESTÃO VAZIOS?" de Karl Valentin surge naturalmente como evolução na representação e no conhecimento de novos autores. A sua obra é uma visão irónica e um senso muito especial para encarar o ridículo e assumi-lo como instrumento próprio de crítica. O seu pensamento é um método de análise de realidade social e política. Um teatro que enfatiza o ilógico e o absurdo e que apesar da sua aparente falta de sentido tem como estratégia principal denunciar e provocar, divertindo. A ser verdade, porque é que os teatros estarão vazios? Uma pergunta feita ao longo de décadas e que continua sem respostas plausíveis. A chamada crise do teatro é secular. As razões estão identificadas e são sempre as mesmas: falta de recursos económicos por parte dos potenciais espectadores, pouca cultura teatral das entidades governamentais e autárquicas, que detêm a maioria dos espaços cénicos, limitando-os ao mero entretenimento em detrimento da cultura. Trata-se de uma visão adquirida por via da experiência, uma opinião pessoal, portanto, e como tal, discutível. Mais informação no blog 9

10 Delegação de Aveiro VIVER SEM PERDER A VIDA Carlos Duarte A ASSP foi criada há trinta e três anos com o principal objectivo de assegurar a qualidade de vida dos Professores em idade de reforma. Éramos então jovens e com a maior disponibilidade apoiámos este projecto que, pensávamos, não iria trazer-nos retorno, num futuro próximo. As doações feitas por beneméritos de que saliento as Senhoras Drª Alice Maia Magalhães e Prof. Doutora Conceição Vilhena, bem como o espírito de iniciativa de outros de que destaco o Dr. Rogério Peres Claro, e o crescente número de associados, fez-nos acreditar que a construção de residências para idosos seria possível. Essa era, na altura, a necessidade consensual. Foi há cinco anos prestes a completarem-se que, emergindo deste espírito de solidariedade, um grupo dos voluntários que há 33 anos eram jovens tornou real a existência desta Casa do Professor de Aveiro. Já não somos jovens! O futuro que então se apresentava longínquo está hoje bem mais próximo de nós e cada vez mais se torna pertinente assegurar que, em qualquer idade, seja possível VIVER SEM PERDER A VIDA José Luís Malaquias Testemunhos de utentes, técnicos e funcionários. Drª Carla Sá Quando, em 2010, a minha Mãe deu entrada na Casa do Professor, vinda do hospital em estado de grande debilidade, nunca pensei que dela viesse a usufruir por largo período de tempo. Hoje, constato a importância de ter batido, então, a esta porta e concluo que foi a melhor solução que poderia ter encontrado: aqui, a minha Mãe é acompanhada e cuidada em ambiente aprazível, sem ter que abdicar do seu estatuto de Professora. Não deixa de ser um privilégio. Todos estes factores se têm conjugado, de certo, para a sua longevidade. Enfª Ana Raquel A Casa do Professor preocupa-se com o bem-estar físico, psíquico e social dos utentes, promovendo o seu conforto e qualidade de vida através dos cuidados prestados tendo em conta as necessidades, preferências e desejos de cada um. Cristina Navalho (Auxiliar de Acção Directa) A entrada na Casa do Professor foi uma viragem na minha vida profissional muito positiva, pois além de fazer o que gosto, sinto-me realizada e quem cá reside é muito bem tratado! Prof.ª Maria do Céu Freitas (residente). Embora ainda esteja aqui apenas há dois meses, sinto grandes melhorias na minha locomoção pois tenho ginástica e fisioterapia. Há aqui várias actividades que nos distraem e também nos dão mais conhecimentos. De vez em quando damos uns passeios, visitando museus. Dr.ª Viviana Melo (Animadora Sociocultural). É de louvar a existência da Casa do Professor e saber que os nossos idosos lá encontram o verdadeiro lar e recebem o devido valor e carinho que tanto merecem. 10

11 AS PLANTAS NA OBRA POÉTICA (épica e lírica) Na época camoniana, as plantas mais conhecidas e citadas na literatura, não eram tanto as plantas comestíveis, mas mais as plantas medicinais. As especiarias, como todas, são plantas aromáticas, estão incluídas tanto numas como noutras. Por isso, o estudo das plantas citadas por Camões deve ser feito com base nos conhecimentos botânicos do século XVI, maioritariamente circunscritos às plantas medicinais. Além disso, como os Lusíadas foram escritos, quase na totalidade, na Ásia e centrados nos Descobrimentos, têm como base as especiarias e plantas asiáticas; a Lírica como foi, maioritariamente, escrita em Portugal e centrada no amor e paixão, as plantas referidas são europeias e ornamentais. Numa e noutra obra o poeta raramente cita as mesmas plantas. Camões, conhecia, seguramente, não só obras gregas sobre plantas, particularmente o tratado De materia medica (64 d.c.) de Pediamos Dioscórides (40-90 d.c), como também os Coloquios dos simples, e drogas he cousas mediçinais da Índia (1563) de Garcia de Orta, por quem acalentava uma afectuosa amizade e admiração. Além de algumas plantas invulgares e, ainda hoje, pouco conhecidas, referimos algumas com raras particularidades e apresentamos uma lista de nomes científicos das plantas mencionadas nos Lusíadas e outra das mencionadas na Lírica. Num trabalho sucinto, não é possível abranger a vasta obra completa de Luís de Camões. Assim, abordaremos algumas das plantas mais invulgares referidas nos Lusíadas e praticamente todas as citadas na Lírica. Aliás, é nos Lusíadas que o poeta mais plantas menciona (cerca de cinco dezenas), na maioria asiáticas e aromáticas. Na Lírica refere muito menos espécies de plantas (cerca de três dezenas), maioritariamente, europeias e ornamentais (particularmente as flores). Para determinados poemas polémicos, por haver (ou ter havido) críticos literários que os consideram camonianos e outros não, as plantas citadas nessas obras poderão auxiliar na autoria de Camões ou não. É, por exemplo, o caso do Vergel de Amor. Nesta poesia, citam-se, por vezes, muitas plantas por estrofe, o que Jorge Paiva Nasceu em Cambondo (Angola) a 17 de Setembro de É professor aposentado, tendo sido investigador principal no Departamento de Botânica da Universidade de Coimbra. Como bolseiro do Instituto Nacional de Investigação Científica (INIC) trabalhou durante três anos em Londres nos Jardins de Kew e na Secção de História Natural do Museu Britânico. não é característico de Camões e mencionam-se muitas plantas que não encontramos citadas em toda a obra poética indubitavelmente camoniana, como, por exemplo, os coentros (Coriandrum sativum L.), a salva (Salvia officinalis L.), as giestas (Cytisus spp.), os rosmaninhos (Lavandula spp.) e o girassol (Helianthus annuus L.). Apesar de se saber isso, não é fácil determinar com exactidão todas as plantas referidas por Camões em toda a sua obra poética (Épica e Lírica), pois a maioria das vezes refere-as não só de forma poética, como também utilizando os seus extraordinários malabarismos linguísticos. Coriandrum sativum Salvia officinalis Cytisus spp 11

12 Delegação de Beja DIAS POSITIVOS DESENVOLVIMENTO PESSOAL A Delegação de Beja da ASSP está a fazer todos os esforços para que este espaço seja, cada vez mais, um ponto de encontro, onde todos o sintam como seu. Deixamos esta mensagem de Dalai Lama a quem, certa vez, perguntaram: O que mais te surpreende na humanidade? E ele respondeu: "Os homens me surpreendem... os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde; e por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver o presente nem o futuro; e vivem como se nunca fossem morrer e, morrem como se nunca tivessem vivido. Então busquemos o equilíbrio, a harmonia!" Estórias com Chá interessantes. A ASSP convida todos os associados e amigos que queiram comparecer e participar neste evento. Workshop de Hatha Yoga Realizou-se no dia 18 de Janeiro de 2014 um workshop de Hatha Yoga, dirigido pela professora Inês Rosa. Esta actividade teve bastante sucesso e adesão por parte do público sendo mesmo solicitadas aulas regulares que se irão realizar todas as quartas-feiras das 15:30 às 16:45. Lidar com o Stress Realizou-se no dia 24 do mês de Janeiro de 2014, uma sessão de sensibilização sobre o tema, Como lidar com o Stress, com a colaboração da Academia Brahma kumaris, world Spiritual University (BKWSU), uma organização não Governamental Universal, sem fins lucrativos, que tem por objectivo ensinar o antigo conhecimento e meditação do Raja Yoga. Esta sessão teve o intuito de proporcionar conhecimentos e desenvolver estratégias para que cada pessoa possa enfrentar os seus problemas e melhorar a relação consigo mesma e com os outros. Na mesma linha de intenções estão já programadas mais sessões, uma para o mês de Fevereiro sobre o tema Pensamento positivo. No mês de Março, a ASSP, vai ter a colaboração da Escola Superior de Saúde no desenvolvimento e realização de uma outra sessão de sensibilização. Esta actividade irá ser sobre o tema Quem cuida do cuidador. No dia 15 do mês de Janeiro de 2014, a ASSP teve o prazer de realizar um convívio intitulado Estórias com Chá que contou com a presença de quinze pessoas. Este encontro teve o intuito de reunir associados e amigos num bom momento de lazer e partilha de vidas e experiências. Esta sessão irá realizar-se mensalmente e contará com a presença de personalidades e temáticas 12

13 Delegação de Coimbra O COLÉGIO DE NOSSA SENHORA DO CARMO No inicio do presente ano, decidimos propor aos nossos associados, um tema que fosse transversal a todas as atividades propostas, e permitisse o seu tratamento ao longo de todo o ano. O Tema proposto foi Coimbra património mundial da humanidade. A iniciativa revelou-se um êxito até ao momento, mas muitas ações irão ser levadas a efeito até ao final do ano. Foi neste contexto que visitámos na R. Da Sofia ou, mais propriamente Rua da Sabedoria, um dos mais de 20 colégios que aí foram construídos nos séculos XV e XVI. O colégio que tivemos o privilégio de visitar foi o Colégio do Carmo. A visita foi orientada pelo Prof. Doutor Adelino Marques, Professor Jubilado da Faculdade de Medicina da Universidade de Coimbra e Ministro da Venerável Ordem Terceira de S. Francisco. Do professor ouvimos numa brilhante lição de história, como se pode constatar pelo texto que se segue: O COLÉGIO DE NOSSA SENHORA DO CARMO O Colégio da Ordem dos Carmelitas Calçados foi fundado em 1546 e incorporado na Universidade em Das primitivas instalações colegiais, devidas à ação do Bispo do Porto D. Frei Baltazar Limpo e do Bispo de Portalegre e ilustre humanista D. Frei Amador Arrais, restam ainda a igreja, classificada como monumento nacional pelo decreto n.º 16/2011 de 25 de Maio, com a sacristia, o claustro com a capela anexa, o refeitório, a sala dos atos grandes, o noviciado e a galeria alpendrada do jardim. Além do valioso edificado, avulta o património pictural, sobressaindo importantes obras dos pintores Simão Rodrigues e Domingos Vieira Serrão: o retábulo principal da igreja e algumas peças do primitivo retábulo da igreja do mosteiro de Santa Cruz expostas no refeitório. A sacristia conserva um grupo escultórico representando a Deposição de Cristo no túmulo, atribuído a João de Ruão. Merecem também atenção os azulejos setecentistas da galeria inferior do claustro, com episódios da história do Profeta Elias, e da capela anexa, de motivos alusivos à Paixão de Cristo. Após a extinção das ordens religiosas, a igreja e o edifício colegial foram entregues em 1845 à Venerável Ordem Terceira da Penitência de São Francisco para a instalação de um hospital para irmãos pobres, aberto em 1852 e aliado, a partir de 1884, a um asilo também destinado a irmãos necessitados. O hospital veio a ser desativado em 1952 mas manteve-se a secção asilar, que veio a ser substituída pelo atual Lar de Idosos. Com outra obra social, a Casa Abrigo Padre Américo, instalada no antigo noviciado, a Ordem Terceira de São Francisco está qualificada como Instituição Particular de Solidariedade Social. 13

14 Delegação de Évora EM MARCHA... A ASSP DE ÉVORA VISTA PELA AUTARQUIA A Autarquia de Évora contemplou a Delegação com palavras que só aumentam a responsabilidade de todos quantos permitem o seu funcionamento: associados em geral, voluntários e membros dos órgãos sociais distritais e nacionais Pela sua importância transcrevemo-las parcialmente: Num mundo que convida cada vez mais ao desenraizamento, onde as pessoas são levadas a viver cada um por si, é sem dúvida um ato de coragem e de grande dignidade humana o papel que o movimento associativo assume. Através do seu trabalho voluntário (a ASSP) contribui para manter vivos espaços culturais, juvenis e de solidariedade social. A Associação de Solidariedade Social dos Professores desenvolve um importante papel de auto-regulação da sociedade, porque através da sua acção contribui para criar espaços de partilha, pontos de encontro, dinâmicas sociais, recreativas e culturais e promover a participação cívica e social dos cidadãos. in Protocolo de Apoio ao Associativismo Social e Juvenil do Concelho de Évora (Protocolo 2013/n.33), na rubrica Justificação. Muito se fez para reforçar a Delegação, contudo, ainda há muito a fazer. Há um ano, no almoço da tomada de posse, anunciávamos a organização do 1º Congresso Nacional da ASSP, em Maio de 2014, em Évora. Felizmente que não vai ser assim. Ele vai ser organizado pela Direcção Nacional com a nossa colaboração activa em Maio de Teremos mais tempo (e não é muito) e as responsabilidades serão repartidas. Há um ano afirmávamos que tínhamos de crescer para podermos arranjar uma sede tão maravilhosa quanto o Palácio que tínhamos na nossa frente o Palácio Taj Mahal. Pois bem, já o conseguimos se bem que ainda não possamos lá estar. E 2014? ( ) 2014 é o ano das obras da nova sede. O seu início está para breve já é e será o ano do início da dinamização da ASSP em outros concelhos do Distrito. Já começámos em Vila Viçosa e em Vendas Novas. Desta cidade temos connosco três colegas cuja presença saudamos viva e calorosamente. Desejamos que, no futuro, possam associar outros colegas às actividades que a Delegação já começou a dinamizar o Yoga do Riso e às outras que, desde já, se vão seguir: conferências, cinema e viagens. Esta é a via para associarmos mais professores e familiares ao nosso projecto, um projecto de solidariedade entendida como uma obrigação comunitária que o indivíduo tem em relação ao meio onde se integra. Solidariedade entendida como uma rede de dependências e obrigações mútuas. Nos tempos difíceis em que vivemos, a solidariedade é dos poucos cimentos da coesão social, sem a qual a comunidade arrisca implodir. Mais uma razão para reforçarmos uma estrutura que sabemos ser a bóia de salvação de muitos colegas. Neste contexto, estes momentos de convívio parecem-nos vitais. Sem eles os dias seriam mais sombrios e o peso do isolamento a que nos querem condenar para não reagirmos e resistirmos seria muito maior. Todavia não nos cansaremos de afirmar: sem a Vossa ajuda nada poderemos fazer. Precisamos de mais associados e da participação ainda mais activa de todos. PERSPECTIVAS Com a presença da Vice-Presidente da CME e de mais de 90 pessoas, realizou-se um almoço de convívio para assinalar a nossa tomada de posse. Publicamos aqui parte da saudação proferida pela colega Margarida Sousa: Passou rapidamente um ano, desde que tomámos posse. Um elemento da Direcção Distrital com as colegas de Vendas Novas, durante o almoço. 14

15 Nota Prévia Este é um breve encontro numas linhas escritas em algumas páginas. Tudo o que eu possa afirmar e informar, ainda que com muitas omissões, sobre este eminente professor, pedagogo, historiador, cientista, poeta é que foi um Homem do Renascimento. Dum outro Renascimento, o do século XX. Quem foi, de quem nasceu, como cresceu, que desejos, que impulsos, que transcendência foi essa que o iluminou, tudo o que realizou, como e onde trabalhou, o que deixou dito, o que deixou feito, o desejo de ser útil, a vontade, a vida, tudo dito e escrito será nada ou quase nada. O seu dia-a-dia foi de trabalho, de pesquisa, de investigações demoradas e de criação. Incansavelmente. Essa vontade da ciência, da sua divulgação e do ensino, dentro do que foi possível, cumpriu-se. A disciplina, as regras e o método foram a orientação de toda a sua vida. A compreensão da atitude para com o próximo e o espírito de dádiva que marcou o longo percurso da vida pessoal, familiar e profissional, desenharam um traçado permanente. A estética, a beleza, o deslumbramento, o intangível acorde de um outro mundo - o da poesia envolveram-no e tornou-se realidade. Talvez estranhem, senhores, tanto elogio, tanta admiração, tanto entusiasmo, tantas são as palavras que transbordam das folhas deste livro. Mas o que é que se pode dizer de um homem que: "Tudo fiz por amor, a única força poderosa capaz de congraçar as pessoas e as coisas numa felicidade possível". "Atravessei a existência sempre com a surpresa nos olhos, a amargura no rosto, a tristeza no íntimo" É meu dever dar-vos esta informação. Quero ser simples, quero ser muito simples. Gostaria que todos compreendessem que acredito totalmente no poder das palavras e nos seus arranjos finais, esses tais que formam as frases. Nada de rebuscado, poucas sentenças e o que mais me nascer do espírito e o que mais me vier ao pensamento. Acredito no fervilhar das emoções que podem ser traduzidas em páginas e páginas de leitura. Acredito na simplicidade da transmissão do meu pensamento que, desejo, vá ao encontro de todos. Afasto a sofisticação palavrosa que não deixa nem ler nem compreender o que se leu. Cristina Carvalho Escritora Espero conseguir estar à altura de poder dividir com os leitores interessados neste livro toda a minha emoção, todo o entusiasmo que tantas vezes, ao longo desta escrita, fez com que eu explodisse em vida, em alegria e em esperança, apesar da saudade ser indelével. Eu quis transformar a mancha dessa saudade em qualquer coisa de útil e também em algo que pudesse salvar-me. Tal e qual como ele fez. Foi assim que aprendi a viver. Concluo, Rómulo de Carvalho ou António Gedeão, como preferirem lembrá- -lo, foi, é, no tempo da sua vida e para além da sua morte, luz universal. "Ana de Londres" livro incluído no Plano Nacional de Leitura Editora Parsifa "Rómulo de Carvalho/António Gedeão - Príncipe Perfeito - Biografia" livro incluído no Plano Nacional de Leitura Editorial Estampa "Lusco-Fusco" livro incluído no Plano Nacional de Leitura Sextante Editora/Porto Editora "Nocturno, o romance de Chopin" livro incluído no Plano Nacional de Leitura Sextante Editora/Porto Editora "O Gato de Uppsala" livro incluído no Plano Nacional de Leitura Sextante Editora/Porto Editora 15

16 Delegação de Guimarães PROJETO assp_xl E O EIXO DE INTERVENÇÃO APOIO À EDUCAÇÃO O projeto assp_xl foi revisto no início do atual ano letivo 2013/2014, sendo agora composto por quatro eixos de intervenção. Nesta edição damos a conhecer um pouco melhor o eixo de intervenção denominado de Apoio à Educação. Este, engloba diferentes atividades que visam dar resposta às necessidades identificadas por vários agentes educativos, desde os pais à própria rede social de Guimarães. As necessidades encontradas são de carácter psicológico, pedagógico e social. Assim, e partindo deste diagnóstico, este eixo de intervenção desafia-se a fomentar o envolvimento e a participação dos pais e encarregados de educação no processo global de desenvolvimento dos seus filhos procurando desenvolver competências ao nível das práticas educativas. São várias as atividades aqui incluídas, tais como: Férias XL: Ocorrem em todos os períodos de interrupção letiva e servem, para completar o serviço disponibilizado no eixo Apoio ao Estudo. Em cada período desenvolvemos um programa diversificado de ocupação de tempos livres, a tempo inteiro, com a possibilidade dos utentes fazerem as refeições connosco (fruto de uma parceria com a Camara Municipal de Guimarães e o Agrupamento de Escolas Afonso Henriques). Este programa tem abrangido diferentes faixas etárias, abrangendo crianças e jovens do Ensino Básico. Formação parental: Esta área dedica-se a realizar ações de formação ou de sensibilização, sobre temáticas do desenvolvimento infanto-juvenil e práticas educativas. Neste contexto, está ainda pensada a criação de grupos de formação parental, já que contamos com recursos humanos qualificados e certificados para o efeito. Intervenção com crianças e jovens com necessidades educativas especiais: Neste âmbito, disponibilizamos aos utentes uma intervenção articulada e multidisciplinar, que responda às necessidades de cada um. Por último, referir que dinamizámos, pelo segundo ano consecutivo e na nossa delegação, o programa de Férias Natal XL 13. O período de interrupção letiva foi preenchido pela conjugação de trabalhos intelectual e cognitivamente estimulantes, dinâmicas de grupo e atividades lúdicas e revitalizadoras. Abrangermos diferentes faixas etárias, neste serviço, obriga-nos a um exercício de reflexão, que nos alerta para a necessidade de criar programas diferenciados para crianças e para jovens. Desafios à vista! Fica aqui o convite para partilharem connosco esta aventura já nas próximas férias da Páscoa. 16

17 Delegação de Leiria DIA MUNDIAL DO PROFESSOR VELHAS TRADIÇÕES / NOVOS PRESÉPIOS DIA MUNDIAL DO PROFESSOR A 5 de Outubro, que a UNESCO estabeleceu como Dia Mundial do Professor, cumprindo o propósito de o comemorar fora de Leiria, proporcionámos aos 60 participantes contacto directo com a realidade de Alcobaça, privilegiando dois museus recentemente reabertos. No Museu Raul da Bernarda, recebidos e orientados por um elemento da Câmara Municipal, apreciámos a colecção de cerâmica artística, um património único com mais de 135 anos de história, e conhecemos aspectos marcantes da vida social e cultural desta cidade no passado, a nível histórico, artístico e etnográfico, através da exposição temporária Os Trajes do Rancho Alcoa Alusivos à Louça de Alcobaça. O Museu do Vinho, o mais completo do país nesta temática, ofereceu-nos, no edifício que o alberga e no seu vasto espólio com valor histórico, científico, industrial e etnográfico, aspectos significativos da vinicultura nacional, do século XVII ao advento do século XXI. O almoço, cuja ementa incluiu Frango na púcara, prato típico da região, foi um bom momento de confraternização entre professores aposentados e no activo e outros amigos da ASSP. O passeio livre, durante a tarde, centrou-se no Mosteiro, Património da Humanidade e ex-libris de Alcobaça. EB1 Capuchos VELHAS TRADIÇÕES / NOVOS PRESÉPIOS Desde meados de Novembro do ano findo que agulhas, linhas, tesouras, pedaços coloridos de feltro e as mãos prendadas das senhoras das artes decorativas andavam numa dança alucinante! É que as aboborinhas e folhas já talhadas artisticamente, bem como os pingentes abrilhantados com o crochet, estavam a ganhar estatuto de invulgares peças decorativas para a Árvore de Natal da Exposição de Presépios da ASSP, que iria decorrer entre o dia 07/12/2013 e 06/01/2014. Entretanto os presépios começaram a chegar à nossa sede, pequenos uns, maiores outros, em número suficiente para preencher dignamente o espaço, vitrines e expositores que nos aguardavam na Biblioteca Municipal. E lá fomos!... Em primeiro e honroso plano a nossa árvore, um presépio tradicional a seus pés: musgo a sério, carreirinhos pitorescos, paisagem bucólica e ovelhinhas perdidas na montanha. Os outros presépios foram-se pondo e dispondo; uns modelados com materiais e pastas diversas, outros vestidos com tecidos, papéis coloridos, jornais, sobre vimes e tantos outros materiais reaproveitados e recriados, conforme o engenho e arte dos nossos associados e/ou netos, e ainda das crianças das escolas EB1 e Jardim de Infância de Capuchos e EB1 de Milagres, que participaram com trabalhos que as imagens ilustram. A exposição ajudou a dar mais visibilidade à ASSP na sua ligação à comunidade, uma vez que contou com a colaboração EB1 Milagres de professores e alunos de três escolas, teve lugar na Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira, um equipamento muito frequentado, e, por iniciativa da Vereadora da Educação da C.M. Leiria, Drª Anabela Graça (que a inaugurara), acolheu uma cerimónia em que esteve presente a escritora Alice Vieira, em 21 de Dezembro. JI Capuchos 17

18 Delegação de Lisboa MUSICOTERAPIA A introdução duma nova Atividade Musicoterapia na Casa de Carcavelos fez-nos procurar o testemunho da Coordenadora Prof.ª Fátima Maria Santos para nos explicar em que consiste. É um excerto desse testemunho que a seguir apresentamos: A música é uma bênção! Está extremamente ligada à mãe natureza, e, por isso mesmo, cantar música sacra e de adoração, é a forma mais antiga de expressão musical. Não se consegue imaginar o mundo sem som. Imensos sons estão ligados à natureza, tais como, a chuva, ondas do mar, pássaros Por isso, a musicoterapia explora os sons da natureza, experimenta o contraste entre o som e o silêncio e, associa a música às artes em geral e, a arte à cura... Provou-se recentemente que na gestação de uma criança, a escolha de uma determinada música que a mãe ouve de modo prazeroso e frequente influencia a criança, tornando-a mais calma e sensível, permitindo que reconheça depois essa música e se manifeste alegremente *A musicoterapia continuou na busca de alternativas, formas e técnicas de desenvolvimento que têm trazido inúmeros benefícios no decorrer do tempo. Tem como objetivo ampliar as capacidades gerais, fazendo o levantamento das dificuldades, necessidades e características do ser humano, oferece a oportunidade de alteração de comportamentos, focando-se na estimulação das capacidades de comunicação e interação, atingindo a partir delas as demais funções. O ato de explorar a expressão vocal, as qualidades do som, a harmonia, o ritmo, a improvisação, o canto e a introdução de instrumentos de percussão e musicais, entre outras atividades propicia, em qualquer idade, a elaboração de processos mentais mais elaborados, a melhoria da capacidade física e o enriquecimento do Eu. O universo terapêutico da música é utilizado como técnica de concentração, relaxamento, alívio do stresse, na deficiência, em geriatria etc. É um processo de cognição com objetivos terapêuticos a partir da interiorização sonora, musical e movimentação, e influencia o ritmo cardíaco e a pressão sanguínea, reabilitando a motricidade, os sentidos, a força muscular, a respiração, a ampliação das capacidades gerais e, até mesmo, a cura. Exerce grande influência na autoestima e equilíbrio das emoções. Desenvolve a memória como um todo, a harmonia e as potencialidades, frente ao meio a que pertence, alterando para melhor o conceito que tem de si mesmo, aprende-se a lidar e a apreciar a companhia dos outros, a saborear a convivência e vida em grupo. Muito mais fica por partilhar *Podeis pesquisar nos diversos meios que existem. Para valorizar esta e outras atividades precisamos de um piano na Casa de Carcavelos! Algum associado nos pode ajudar? Neste 1º BI de 2014 apresentamos a fotografia do 1º BI em 1983 (embora pouco visível) na esperança de noutra oportunidade, mostrarmos o original, juntamente com outros documentos usados nos primórdios da Comunicação Escrita. 18

19 Delegação da Madeira RECRIAÇÃO HISTÓRICA Os projetos de História ao Vivo surgiram em Portugal a partir da década de 80 do século passado, tendo por modelo a Living History iniciada em Inglaterra em Atualmente, a recriação histórica assume-se cada vez mais como uma atividade formativa e de difusão da memória e do Património cultural e turístico de uma região. Esta forma de promoção do ensino da História, na vertente da Educação Patrimonial envolve toda uma comunidade bem como diversas instituições locais e regionais. Escola Básica e Secundária de Machico, no ano de Rapidamente o projeto ultrapassou as fronteiras do estabelecimento de ensino e do próprio concelho e dado o seu cariz didático-pedagógico e simultaneamente de promoção do Património histórico-cultural de Machico, a ele se associou a autarquia local, que é o principal parceiro da escola na realização e promoção deste evento de recriação histórica. Com esta atividade procura-se promover a abertura da escola à comunidade e mobilizar para a participação em atividades do setor recreativo e cultural com o propósito de fazer perdurar a memória coletiva. Anualmente, no início do mês de Junho, tem lugar este Mercado, que ao longo de três dias nos transporta para o século XVI, através de cheiros, sons, sabores e trajes de época, envolvidos por um cenário enquadrado pelo Forte de Nª Srª do Amparo e pela baía de Machico. Durante esta viagem no tempo recreamos o ambiente da Corte do século XVI; percorremos o Mercado onde podemos degustar os mais diversos paladares, adquirir os mais variados produtos artesanais e divertir-mo nos com música, danças e saltimbancos. Sendo Machico um local que assume um especial papel de destaque na epopeia dos Descobrimentos Portugueses, visto ter sido ali que aportaram em Julho de 1419, João Gonçalves Zarco e Tristão "das ilhas". Aqui se produziu e vendeu o primeiro açúcar na Madeira, o que fez Machico crescer em termos económicos e possibilitou o surgimento de famílias socialmente poderosas que contribuíram para a riqueza histórico-cultural do concelho. E é neste âmbito que se enquadra o Mercado Quinhentista de Machico que surgiu como um projeto de enriquecimento curricular da 19

20 Delegação de Portalegre JANELA ABERTA SOBRE ALGUMAS DAS NOSSAS ACTIVIDADES A sede da Delegação da ASSP de Portalegre é rodeada de uma paisagem cujas cores variam com a hora do dia e as estações do ano. Desde os verdes escuros do Inverno aos amarelos e laranjas do Verão, passando pelos raiados e intensos vermelhos dos pôr de sol, dignos da paleta de um pintor, eis um local para bem se apreciar a singularidade deste Norte Alentejano. O som dos pássaros, com os seus cantares, fazem adivinhar a biodiversidade da região. Esta variedade de sons e tons em torno da sede da Associação como que anuncia o intenso labor que dentro dela tem lugar. As actividades desenvolvidas, directa ou indirectamente, têm como denominador comum a solidariedade. O Natal dos Hospitais, levado a efeito no Hospital de Portalegre, exemplifica bem esta solidariedade com a participação do Grupo Coral dos Professores de Portalegre. Foi um pouco do espírito de Natal e de alegria que este nosso Grupo foi levar aos doentes e, através da Rádio Portalegre, a todos os que tiveram a oportunidade de o escutar. As diversas actividades desenvolvidas constituem um ponto de encontro e de participação, dando, a todos, oportunidade de porem à prova as suas capacidades, por vezes esquecidas, ao mesmo tempo que as mobilizam para que outros possam usufruir delas. O grupo de Teatro está a ensaiar peças de modo que as mesmas possam ser difundidas, numa rubrica de Teatro Radiofónico, a transmitir pela Rádio Portalegre (frequências de 100,5Hz e 104,5Hz), em horário a estabelecer. E o Atelier de Pintura já com 12 anos de existência? As paletas vazias enchem-se de cores! Os pinceis dão corpo às formas e estas aguardam a vez de serem expostas junto de várias instituições. Tudo isto feito com muita alegria! Para os que têm mais dificuldades com as novas tecnologias a Delegação criou, este ano, um curso de iniciação à informática. Grandes nomes da literatura como Eça, Camilo, Torga e muitos outros, têm sido motivo, para além do estudo de algumas das suas obras, de visitas a locais por onde eles andaram ou por onde as suas personagens viveram. A Associação de Portalegre também tenta que os seus associados andem a par de alguns aspectos culturais fora da sua região. Exemplo disso foi a deslocação, em autocarro, à Casa da Música, Porto, para ouvir a Oratória de Bach, na sala Suggia e, ao mesmo tempo, conhecer melhor este edifício, através de uma visita guiada, com jantar. Houve, ainda, oportunidade de visitar a Casa Guerra Junqueiro onde se pôde admirar, entre as várias peças expostas, um violoncelo de Guilhermina Suggia. Em colaboração com a Escola de Hotelaria e Turismo de Portalegre, irão realizar-se dois workshops, um de enologia (para melhor se saber apreciar os vinhos alentejanos!) e outro de risoto. Estas actividades, seguidas de almoço, juntam-se a tantas outras, como a que teve lugar no passado Dia de Reis, numa confraternização que juntou cerca de 70 pessoas. A Associação de Portalegre está a realizar vários acordos com diferentes instituições para que os seus associados, mediante a apresentação do cartão, possam ter descontos nas aquisições que fizerem. Além destes acordos, irá assinar-se um protocolo com o Lar Residencial da Ponte, em Ponte de Sor, com uma festa na qual irá participar o Grupo Coral de Professores de Portalegre. Outros protocolos vão seguir-se para que os nossos associados, se tiverem de abandonar as suas casas, possam contar, para já, com um local digno que os acolha. Esperamos que esta Delegação da ASSP vá, pois, ao encontro das necessidades e aspirações dos seus associados. 20

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