COLONIAL-IMPERIALISTA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "COLONIAL-IMPERIALISTA"

Transcrição

1 MAIO 1974 ' - A GUERRA COLONIAL-IMPERIALISTA «Levantar uma pedra para deixá-la cair depois sobre os seus próprios pés» é um ditado popular chinês q ue descreve o comportamento de certos tontos. Os reaccionários de todos os países são rontos desse tipo. No fim de contas, as várias perseguições que movem contra o povo revolucionário apen.as servem para acelerar a t~evo lução po pular numa escala ainda maior e mais intensa. MAO TSÉ-TUNG 4 ~ A GUERRA COLONIAL E O HO DE TODAS AS COMTRADIÇOES DO CAPITALISMO PORTUGUES, CONTRIBUINDO, MAIS FACTOR PARA AS AGUDIZAR DO QUE NENHUM OUTRO. E POTENCIALIZAR 1. O golpe militar do 25 de Abril é a expressão mais transparente da crise política em que as vitórias do s povos das colónias e a luta do nosso povo encurralaram a burguesia portuguesa. «O capitalismo português é um pequeno peão na grande rede mundial das relações de produção imperialistas. Ligada a ela pelo seu capital monopolista, a dasse dominante portuguesa vê-se art~astada na vo racidade das rivalidades mundiais do capitalismo sem possibilidades de saída: viver é sobreviver à concorrênóa; é arranjar um pequeno lugar no processo de «integração» imperialista, fo rma particular e actual da contradição entre os vários interesses capitalistas.mundiais. O processo de concentração/modernização econó- mica do capitalismo po rtuguês, iniciado com a industrialização do pós-guerra e o surgimento duma base industrial mono polista a partir dessa altura, é ele próprio fortemente condicionado e pressionado pela referida mundializacão d as relacões de troca: o marcelismo represent ando um novd equilíbrio de forcas no seio do poder, traduz a nível do aparelho 'de Estado a necessidade do capitalismo português se modernil)ar para se salvar. O processo de reformas e~igido tem de assentar numa larga acumulação de capital, tanto privada como pública e num reforço do papel do Estado como fomentado r de ta l acumulação e enquadrador das reformas. Este processo, po-rém, conduz pela sua própri a natureza a uma extrema agudização das contradic Ões do sistema. O nó central de todas essas contradições é a guerra colo-ni.al, o que a permite situar como elo mais f raco do capitalismo português.

2 Necessária à acumulação da burguesi a monopolista, por um lado, po~ _outro a gu,e~ra enfr?q~e:e-a economicamente e politicamente; e 1mprescmd1vel a uma política de modernização para a qual prepara simultaneamente a co va». (1) O 25 de Abril é a concretização desta tese: por um lado a necessidade por parte da burguesia de se adaptar à situação nova criada pl as vitórias ~as povos das c olónias e pelo ascenso da luta re'lol~~lonária em Portugal; por outro l ado o golpe m1l!tar serve os interesses do capital mo nopolista e os ~blectivos rea.ddonários da política de agressão do Imperialismo e do social-imperia-lismo em África. O carácter política e ideologicamente pequeno -burguês do «movimento de capitães>» que constituiu o e:;tado -maior do golpe militar, ao invés de b: oque:~r ~ aqu~les interesses, permite-l~es tentar o apoio generalizada da pequena burguesia, e tentar a neutralização p olítica de franjas da classe operária ainda sob a influênci.a política ou o rganizativa do P. «C.» P. que deste modo assume cla~a.mente o pap7l que ~á muito tempo lhe cabe de pol1c1 a da burguesia no se1o do pro letariado. «Arrastando-se de joelhos e lambendo as botas à burguesia, o P. C. P. afirma, no re-latório apresensentado na 4.a reunião alargada do seu Comité Centl'lal, qúe a missão dos povos das co<lóni.as é lutar ao lado do polvo português contra a djtadura de Salazar, «pela Democracia, pela Paz e pelo Pã o», sem dizer uma palavra sobre o direito daqueles povos à Independência Nacional e apresenta.ndo a sua l.uta armaàa como uma lula contra o re gnmr sa!aza11sta e não como uma guerra justa contra o colonialism~ e o imperialismo; foi o P. C. P. quem atacou os pnmeiros núcleos de marxistas-leninistas africanos e.m Portugal, caluniando-os de «pretensos teóricos que q!,jeriam fugir à luta anti-fa~cista»; é 'O P,. C. P. ~uem assina um comunkado publicado na «Tnbuna l1vre», em Ago-sto de 1961, co ndenando o «terrorismo das orgaríizaç'ões africanas»; foi o P. C. P. quem editou um manifesto, em Maio de 1961, em que vem expressa esta tese odiento: «trabalhado res: mostremos aos nossos p atrões que só a independência de Angola serve os seus interesses» e que «uma vez independente (Angol a) se tornará um mercado para os nosso.s artigos»; é o P. C. P. que, em 1963, fala «no peng o de dsencadeamento de accões de sabotagem em Portug a! por parte dos mo~imentos coloniais»; é ainda o P. C. P. que, na farsa eleito ral de 1969, de-fe nde um «debate nacional», para resolver «o problema ultramarino», etc., etc. (2) A nova pal avra de o rdem da burguesia - negociacões com o-s movimentos de libertação das colónia~ - esconde a perspectiv-a de caminhar, através duma autonomi a política em expansão, para uma «independência» das colónias sob o contrôle imperialista, para uma solução neo-colonialista. E a manutencão do exército colonia-l, garantia do controlo po lftico da burguesia portuguesa -.e do impe~ialismo - sobre todo esse processo de «mdependenc1.a?> co ntinua o ser hoje como era ontem o ~actor de u.n~flcacão de todas as fracções da burgues1a, dos rev1s1onistas do P. «C. P., aos liberais da SEDES, novo pessoal político do capitaj monopolista. Mas é tam- 2 bém nesta necessidade de continuar a guerra colonial -ímperialist~ de destruição, l'lupina e geno~ídio dos heroícos povos das colón ias que a burguesia portuguesa tem os seus pés de ba rro. «A guerra co!onial-imperialista (...) é o nó central de todas as contradicões do capitalismo português, elo fraco do sistema de, explo ração que nos oprime. O proleta riado português, dirigido pelo seu quartel-general revolucionário, deve atacar reso lutamente o inimigo de classe no ponto. ~m q'!e ele.!:e revela mais fraco, em que as contrad1çoes sao m01s agudas, em que a burguesia e stá mais ele a~a.... Na questão da guerra colomal-lmpe.nahsta, o obpectivo táctico do proletariado não cons 1se apenas em sabotar a guerra a todos o s níveis, em pa ralisá-l a. Isso é muito importante, mas consti!ui só metade d~s seus objectivos. A outra me tade e a de conseguir transformar a guerra colonial-imperialist a numa guerra civil rev o lucionária pela conquista dos objectivo s estratégicos da f,ase actual da Revolução Portuguesa - a Revolucão Democráti c a Po pular,. (2) «A gu'erra colonial éao nó de.to~as as co~tradições d o capitalismo portugues, contnbum~o, ma1s do q.u nenhum outro factor, par a as agud1z ar e poten~lalizar. Ela possibilita portanto, uma lut.9 que reun_e todos os objectivos acuais da Revoluçao Democr~ica Popular: o anti-oapital.is~o mo nopoiist.a, o.a,ntlimperialismo, o anti-colomahsmo. e o c:'nt1-fasc!smo, rea lizando simultaneame nte a umdade mtemaclon':llista prolet.ária com as massas explo radas dc:'s co l~ni as. É pois uma luta política central e supen~ r, exigindo, por parte do s traba!had ores, uma mm~ forte e pr ofunda co nsciência polític-a. Já nos sectores 1ovens do operariado, dos camponeses, dos estudant~s,.do exercito, a luta contra a guerra surge c omo o ble~trv~imediato dada a directa incidência daquela sobre t a1s camadas. Na ~ase adual da luta anti-colonialista e visando superar o carácte r não imediato da acção contra a guerra re! ativamente ao gera l dos traba}h.adores que a nã o ligam imediatamente à luta O per.ana, deve tal accã o centrar-se priorif ariamente num gran.de e amp l ~ esforço de agitação e prop~ganda 1unt~ ~as massas operárias e camponesas v1sa ndo a cnaçao: duma consciência a nti-impe rialista e internacionalista nas camadas explo r adas do p ovo, em particular na classe operária; - dum forte e enraizado mo vimento popular e trabalhador militantemente anti-colonialista e anti-imperialista; de fo rmas organizad as de boi~o!e e sabotage'}l da máquina de guerra colomahsta: os operario s e camponeses são a espinha do rsal do exército colonial; mobilizá-los amplamente contra a guerra é paralisá-la por sabotagens a todos o s níveis: levantamento de -rancho, desobediência generalizada; deserção colecti\~l; atentados contra pontos nevr-álgicas do aparelho bélico, etc., etc. Em todo este trabalho a juven' ude das fábricas, dos campos, das escolas, e dos qua.rtéis é, o ele":lento por exce lência da accão anti-co!omal, e e daqu1 que tal luta deve ser lanç~da e generalizada, como forma superior, ao geral das massas trabalhadoras». (1) ( Continua na pág: 6)

3 . i DEClARAÇÃO DO COMITÉ EXECUTIVO. DA FREUMO SOBRE OS ACONTECIMENTOS EM PORTUGAL. ::: I~ t A coincidência entre a cr i~ e do regime em Portugai e os grandes desenvolvimentos que oonheceu a luta de liberta,ção nacional em Moçambique, nos últ imos do,is anos, não é fruto do ac,aso, mas uma prova adicional do impacto que!em a nossa luta na situação em Portugal. O fa ctor determinanle da ~i~u,ação em Portugal e nas colónias é e continua a ser, a luta do s nossos povos, e o problem a fundamental sem o qual nenh uma solução será possível é o da indcpcmdênd.a dos povos de Moçambique, Angola, Guiné-Bissau e Ilhas de Cabo Verde, assim como as restantes colónias portuguesas.. ~ ' 'I: : OS NOSSOS INIMIGOS Para o povo moçambicano, sob a direccão da FREUMO, a definição correcta do inimig o 'sempre constituíu um ponto de princípio essencial: o inimigo do povo m:>çambhcano não é o povo português, ele próprio vítima do fascismo, mas o sistema có!onial português. OS OBJECTIVOS DA FREUMO ' Os objectivos da FRELIMO são bem daros: a independência total -e completa do- porvo moçambicano, a liquidação do colonialismo português. O povo mocambicano constitui uma entidade distinta-do povo português, _ possui a sua própria personalidade polí-. tica, cultural e social que só pode ser realizada pela independên<cia de Moçambique. Não nos.. ba ~em os para sermos po-rtugueses de pele preta. Batema~nos para nos afirmarmos enquanto mo9ambicanos, sem que tal signifique contudo des:prezo pelo povo português ou qualquer outro povo. - A FRELIMO reafirma a este pro.pósito o princípio de cooperar plenajmente numa base de independência, igualdade, respeito e interesse mútuo com todos os pov os do mundo. A FRELIMO reafirma ainda claramente que 'a definicão de mocambicano não corresponde a. uma côr de pele ou origem racial, étnica, religio sa ou outr a: são membros da FREUMO todos os moçamb ic an o~ que aderem ao seu programa de luta co ntra o co!onia,jismo português pek1 independên1cia de Moç!]mbique. A FREUMO não é uma organização racial, não faz uma guerra racial. Reafirmamos aqui o que deda~ámos em Julho, de 1972 no momento da abertura de uma nova frente: «Ao desencadearmos a luta em Manica é So~ala onde se e~cont~a impla ntada u111a fracção importante da comund ade portuguesa no nosso país, queremos reafirmar que a nossa luta não é contra ela, que a nossa vitó ri a só pode benefic:ar os que vivem do trabalho honesto, os que sofrem da exploração colonial e fascista. O povo moçambicano fraternalmente convida o s soldados portugueses, a população portugue ~ a a unirem-se ao esforço comum de libertação. A este respeito, ao mesmo tempo que saudamos o apoio cres:ente de mo çambicanos brancos à luta de libertação nacional queremos pôr em guard,a certos ~ecto r e s da população europeia de Moçambique contra as te;üativas inspiradas pel,as forças ultra-racistas, encorajadas pe!os países racistas vizinhos, de transformar,a nossa luta armada de libertacão numa guerra total entre brancos e pretos, manob;a que iem como obiettivo levar os co!o,nos brancos a participar activamente.. na repressão.contna o.. nosso, povo. Tal atitude transformei-os em instrumentos de outras forças e não serve os seus- próprios interesses nem os do povo moçambicano..» "'! ~._ fi..-. Sêio e~tes poi,; _ [ib~rdade e. indep~nçlên, :Ía, qfi~ 'maçã;o dq nô~ssa própria p.e~sonalid ade ~ os _.opj~- tivos da nossa Jut,Ç~, -... ro..- Os c ombatentes dq FRELIMO não são. pro fissiçmais da guerra, São- o' povo moç>a,mbicano em - armas. São, antes de majs, _ mi.litantes políticos _.que. pegaram em armas para pôr.tel'imo à violêocia. qu.qtidiana da dominação, c!a exploração ~ d a repressã.o colo.nial. _ Cabe ao Governo Po_rtuguês tirar completamente as lições de experiência P.assada e compreender bem que só pelo reconhecimento do direito do povo moçambicano, dirigido pela FRHIMO, seu autênf'ico e legítimo representante, à independência, se poderá pôr termo à guerra.' Qu~lquer _ tentativa. de iludir o problema real só -terá como -co nsequência causar nóvos e escus.ados sacrifícios. - Aviá p~ra a s olução do problema é dara: reconhecer o direito do povo moçambicano ' à indep~ndência. ' Se porém o objectivo do golpe de estado é o de enco ntrar novas fórmulas para perpétu,ar a opressão sohre o nos~ o PC?VO, que os governantes portugueses saibam que se defrontarão com a nossa firme de~erminação. O povo moçambicano ao longo de 10 anos de luta armada heróica, consentiu pesados sacrifíci os e derramou o sangue dos melhores dos seus filhos para defender ó princípio inalienável da sua soberania como nação livre e independente. _. Tmp7rado política e mil_itar_mente, encorajado pelos sucessos crescentes na luta armada de libertação nacional, m ciis unido do que nunca s'!)b a direcção ~a FRELIMO, o povo moçambic-ano não recuará diante de qu a'lquer sacrifído pàra que triu.nfem os seus direitos e aspirações fundamentais. - -

4 ~ SEM EXERC.ITO POPULA EXTRACTOS DUMA CONFERENCIA FEITA POR AGOSTINHO NEl O IMPERIALISMO E OS POVOS DO MUN-DO INTEIRO QUEM É O INIMlGO? O QUE É O INIMIGO? QUAL É O NOSSO OBJECTIVO? A luta de libertacão nacional em África, na minha opinião, não póde ser desligada do contexto actual em que se desenvolve, oem pode isola-r-se no Angola, um vasto país, hol e mu 1 to pouco densamundo. Uma greve de traba ~ l ~hadores na l.nglaterro, a t d 1 d d d imposicão do fascismo ao povo chileno ou uma ex- men e povoa 0 ~ e c.od~mza 0 es e d.!?de oscpor t p 'fi - f d tugueses. Esro e a 1 e1a gera mente a.m1t1 a. onp osao d a om1ca est no ac1 1co ' soo enomenos a mes- d 1 - p 1 - t d L tu o, no que respe1ta a co omzaçao, ortuga na o ma VI 0 que_. ntnos-o-vive~sf-;_av~s- trq.u_a pm- - -consegu-iu do.minar todo o nosso território desde- oshuramos ab VIas t para Omfc;,;x e!'cla t ~z p'::a t primeiros contados, foram precisos séculos par'a con m.eml. S? rde err,aa.f. to u,mvdersa' fe pol a~ 0 seguir impor o seu domínio político e económico a pa 1cu ar1za o em r1ca. a ra.ves as ormu acoes d T b - d d A 1 t 1 l'ti lt 1 to o o povo. am em nao e ver a e que ngo a corõn j no~~~~ po 1 col'~onom co e cu ura sej'a dominada apenas por Portugal; sobre este ponto, t s aços 1 d or cos ~ue 1.!Jam ~s ~ossos podos aos o mundo está suficientemente esclarecido para s1aber ou! 0 s ~ovlos ~ mund 0 0 h voo e ;e ~ r-sd~ c~ bez que em Angola estão em jogo os interesses políticos mat s, po 0 ta q~e o P: ~.aver 0.u J e~ enc~a. s~ r~ e económicas de várias potências Jl!O mundo. A ge- ~d ~rrd. sso ame~,o ~ mpj~s vj e e 1 ~?" rano 0 rência portuguesa, não impediu a presenca dos seús 1 ela e progresso ecmco, cu ura e po 1 co.,associados, presença que se tem desenvoívido desde DO PALEO-COLONIALISMO AO NEO-COLONIALISMO Em Africa, estamos dando o melhor do nosso esforço para acabar para sempre o paleo-co lonialismo, hoje apenas existente nos territórios dominados por Portugal, como geralmente se acredi.ta, mas que de facto são dominados por uma vasta associação imperialista protegendo de ma neira injusta, interesses egoístas de homejts, org,anizações ec onómicas ou de grupos de países. Os "hamados regimes racistas de minoria branca, não são senão uma consequência e u.ma rojíma especial de paleo-co lonialismo, em que os laços com as metrópoles se torna11am frouxos e mais apagad os, em fa.vo r da ditadura minoritária branca. Esta forma de colonização visível, clara, aberta. não impede que uma outra exista no nosso continente, outra fo11ma de dominacão mais subtil conhecida pelo nome de neo-coloniaíismo em que o sujeito da exploração já não se identifica com a desig nação de colonizador, mas quê, em diferentes ntveis, actua da mesma maneira. 4 há séculos. A Grã~Bretanha, por exemplo, país que possui em Angola o maio r volume de capitais investido.s, ou os Estados Unidos da América com crescentes interesses na economia e ansiando dominar a posiçã'o estratégica do nosso país, assim como outros países da Europa, da América ou da Ásia, concorrem para a dominação do nosso povo e a exploração dos bens que nos pertencem. Pensar hoje que Angola, Moçambique, a Guiné e outras colónias são dominadas pelo pequeno e atrazado Portugal, é tão errado como pensar que a sociedade Fra.ncesa se encontr.a n'a épo.ca feudal, (a referência à França é ~apenas para exemplificar). Nã'o é o pequeno e atrazado' Portugal, o principal elemen1to para a colonização. Sem os capirois de outros países, sem os crescentes investimentos, sem a coopera ção técnica, sem a s cumplicidades a vários níveis, 'a transformação radical já se teria verificado há muitos a nos. Portanto se nós podemos dizer que Portugal é o gerente de uma série de combinações polí'tico-econó-. mi ca, compreenderemos que ele não é o nosso inimigo principa1l, mas apenas o inimigo directo. Ele é por outro lado, o elo mais fraco de tod a a cadeia instituída para dominação dos povos.

5 R o POVO NADA T.ERIA NA UNIVERSIDADE DE DAR SALAAM EM FEVEREIRO DE 1974! QUEM É O INIMIGO? QUAL É O SEU CARÁCTER? Mu itas vezes ~e confunde o inimigo d.a África com o br.:mco. A co r da pe!e ainda é um elemento que para muitos determina o inimigo. Há razões históricas, sociais, factos vividos que conso lidaram no nosso continente essa ideia. E é abrolutamente explicável que um tr abalhador das minas na Africa do Sul, segregado, violentado e es premido no seu suor até à última gota, sinta que o branco presente oos seus olhos, para quem ele produz riqueza, é o inimigo principal. t: para ele que comtrói cidades, ruas bem pavimentadas, conserva condições de higiene e de salubridade que não possui para si próprio. Tanto mais que, para voltar ao caso de Angola, a sociedade criada pelos colonialistas, criou meoonismos vários de defesa racial, postos ao serviço do colonialismo. O mesmo camponês pobre, miserável, oprimido e explor,ado na sua terra, é alvo de atenções especiais quando se fixa numa das «suas» colónias. Ele não é só imbuído de mitos patrioteiros, como também romeç'a a gozar de previlégios económicos e sociais de que nunca pode dispor antes. Assim, entra no sistema. O co lonia lismo começa a servir-lhe o apetite e passa a ser cão de guarda dos interesses da olig arquia fascista. Hoje podemos dizer que o fenómeno da opressão colonial ou neo-oolonial no nosso continente já não se pode pôr ao nível da côr dos indivíduos. O mesmo sistema que oprime e explora o camponês em Portugal é também o que oprime e explora o cidadão angolano, utilizando motivações diferentes, técnicas diferentes, mas sempre com o mesmo propósito -explorar. E entre o homem português e o homem ango lano ou moçambicano ou guineense, é possível o estabelecimento de relações justas, isto é, de relaç<ões que impeçam a exploração de um homem pelo outro homem. O fado r racial, não jogará senão um papel secundário e durante mais algum tempo, caso terminem as relações de senhor para escravo. A compreensão ideo lógica deste problema, também facilita a sua reso lução, ao serem definidos os objectivos da luta de libertação. Em condições especiais, encontram-se já casos em que o problema racial é ultrapasado. É o que se passa no guerra. Há portugueses co nscientes que desertam, pal'la de uma maneira ou de outra se alistarem nas fileiras naciona listas. A nossa experiência da clandestinidade mostrou que pode haver essa colaboração racial na luta contra o sistema. O NOSSO INIMIGO PRINCIPAL É O IMPERIALISMO O inimigo é o colonialismo, o sistema co~onial, é ainda o imperialismo, que sustenta o primeiro, sendo até o inimigo princip al Estes inimigos utilizam em seu favor, todas as contradições que possam encontrar na sociedade dominada. Os factores raciais tribais, de classe, e outros-. Sobre eles constroem as suas bases de exploração e mantêm, modificando-lhes o aspecto, quando já não podem ser mantidos. Assim, em Africa, já não é a dominação política formal que pode prevalecer; mas ninguém se libertou da domi nação económicu. Ela aí está presente e por isso mesmo, me é muito grata a fórmula adoptada por alguns partidos políticos no poder em Afrioa, ao dizer que les também são movimentos de libertação nacional. Assim se éxprime o completo significado do fenómeno da libertação. DEMOCRACIA PARA O POVO ANGOLANO O que nós desejamos é estabelecer uma sociedade nova, onde negros e brancos poss-am viver em conjunto. Naturalmente e para!'ião ser mal interpretado, devo acrescentar que o pr~sso democrático deve exercer-se de tal modo que a massa popular mais explorada (a negra) tenha o co ntrole do poder político porqu_e ela é aquela que 1mais longe pode ir no estabelecimento de direitos ~apropriados para todos. Luta do povo pelo poder político, pela Independência económica, pelo restabelecimento da vida cultural, pela desalienação, pelas relações com todos os povos, numa base de igualdade e de fraternidade, tais são os objectivos da nossa luta.. Estes objectivos são fixados atraivés da definição do inimigo, da definição do nosso povo e do carácter da nossa luta, que é uma luta revolucionária, atin gindo não somente as bases do sistema colonial, mas também os fundamentos da nossa própria sociedade, como nação e como povo. Mas nesta etapa, pode processar-se uma tal libertação?. Vejamos. Estamos num período em que as forças imperialistas se dis.põem com dinamismo e com tenacidade no palco afrioa no. Combinados com os colonialistas portugueses, com os regimes racistas da África Austra l o imperialismo está presente no nosso continente. A sua influência sente-se. A sua acção provoca sohr~ saltos na vida da Africa. O neocolonialismo é um fa,pg Em toda a Africa, ainda há que lutar pela lndep:endência, ou política em algumas áreas ou económi~s noutj'ias, ou cultural na quase totalidade. O imperialismo P'rocura ao máximo manter as fontes de matérias prima.s e a mão de obra barata. Este é o fen6meno em que se debate não só a Africa mas todo o chamado «terceiro mundo». 5

6 NEM MAIS UM EMBARQUE! REGRESSO -DOS-SOLDADOS! (Centilnuação i& -,á. 2) 2. «A situacão de Revolução no nosso País é excelente. A fase que atravessamos é uma fase de ascensão impetuosa do movimento operário e do movimento popular revolucionários. As lutas da dasse operária, dos camponeses, dos soldados e marinheiros, dos estudantes e intelectuais progressistas crescem em firmeza, em amplitude, ~m combatividade e organização e a direcção do proletariado, consequência do progresso político, ideológico e o rganizativo do nosso Movimento, começa a imprimir-se à generalidade das lutas que se travam de Norte a Sul de Po rtugal. Por outro lado, a justa lut a armada de l ibertação nacional dos povos heróicos de Angola, de Moçambique e da República da Guiné-Cabo Verde obtém vitóri as magníficas em todos os campos e o exército colonial-fascista colecciona derrotas demolidoras. A burguesia portuguesa sabe que a sua tu1mba se lhe cava inapelavelme.nte. Daí, a luta exacerbada entre as diversas camadas da c~asse dominante em busca da hegemoni,a. Daí, os programàs e as tácticas próprios de cada uma dessa~ camadas, para obter aquilo que qualquer delas semp~e apelidará de «salvação nacional». (3) «Atacar _fortemente o inimigo quando ele está à beira dum colapso, salda-se na prática por uma verdadeira aliança com os povos das cofó nias, c om os interesses do nosso povo e com os interesses d>a Revolução Mundial. Esta política, faz do intemacio nalismo a bandeira que combate o chauvinismo bolorento da!>urguesia coloni alista; defende o princípio da trans- ~ r~ação : :~à-guer.tct-colonialdmp_eri.c!jistcld.um.q_g _u~ej:.ra.civil revo ludo~ária, apoia, o i.ncondicional direito dos povos d~s ~~olónias à rotai independência política, económica e cultural. Não ~aja càr o inimigo quando ele está enfraquecido é, ob1~ctivamente, praticar uma po.jítica de conivência, uifu_a política de aliado da burguesia colonial fascist a e de inimigo do 'Proletariado e dos povos da República. da Guiné-Cabo Verde, de Angola e de Moçambique; de inimigo da Rev olução Mundial. ~ E e!stl,co.rrio travar e intensific ar o'u não o combate contrla o coronialismo, o imperialismo e a guerra colonial-imperialis_ta separa o trigo do joio demarcando daramente os marxistas-leninistas, e todos os verdadeiros anti;-coloniêilistas po rtugueses das posições oportunistas, colonialistas, racist,as, ch;auvinistas e revisionistas próprias do campo de reacção; do campo de burguesia colonial fascista, do P. «C.» P. revisionist a e dos neo-revisonst,as seus fiéis aliados.». (4) GUERRA DO POVO À GUERRA COLONIAL IM _PERIALISTA! A SEPARACÃO E COMPLETA INDEPEN DêNCIA PARA OS POVOS DAS COLóNIAS É O CA MINHO PARA CONQUISTAR A PAZ! VIVA A REVOLUCÃO DEMOCRÃ TJCA E POPU LAR! PÃO, PAZ, TERRA, LIBERDADE, DEMOCRACIA, INDEPENDêNCIA NACIONAL! (1) M. R. P. P., A situação actual e as tarefas tácticas do nosso Movimento, Janeiro de (2) M. R. P. P., Guerra do Povo á Guerra Colonial Imperialista, Outubro de (3) M. R. P. P., ao Pov0 J>or:tuguês - Declar 1 ação sobre a situação' política actual, 25 de Abril de (4) M. R. P. P.,, Luta Popular, numero 15/16, Janeiro/Fevereiro QUESTOES DA GUERRA - DA PAZ E DA REVOLUÇAO «TRANSFORMAÇÃO DA GUERRA IMPERIALISTA EM GUERRA CIVIL» Os bolchevistas não eram simples pacifistas, suspir'ando pela pai:: e limitando-se a fazer propaganda a seu favo r, como a maio ri'a dos socia ts democra.tçrs de esquerdà. Os bolch~~i~tas - pronunciavam-se- pela luta revolucio nária activa a.: faveíl' d>a paz, :indo até ao ponto de derrubar o poder da belicosa _,b_urguesia imperialista. Eles ligavam a causa da paz à. d'a vitória da revolução proletária, <:onsiderando _qu,e o: meio mais seguro de liquidar a guerra e de o.bt~r.úma paz. equitativa, uma paz sem anexações nem contribui,ções. era derrubar o poder, da burgu_esia imperia!ista.. Co ntra a renúncia menchevisfia e socialista revolucionária da revo lução e contra a palavra de ~rdem de traição apelando para o respeito da «união sagrada» durante a guerra, os bokhevistas form!ji aram a p ~alavra de ordem de «transformação,9a guerm imperi alista em guerra civil». Esta palavsp.de ordem significava qúe os trabalhado res, incluindo os operá rr os e camponeses armiados e. usando a f arda de soldados, deviam voltar as s.uas-_,armas contra as da sua própria burguesia e derrubar o seu pode r, se eles se queriam -desembaraçar da guerra e olfter-uma-paz equitativa. Contra a política menchevista e socialista revolucionária de defes a da pátria burgue!:a, os bolchevistas preconizavam a po.jítica de «derrota do seu próprio governo na guerra imperia.jista». Isso queria dizer que se devia vo tar contra os créditos de guerr a, criar orga.nizações revolucionárias ilegais n.o exército, e ncorajar a confraternização de ~o!d.ados na frente e organ!zar a acção revo!ucio nária dos operários e dos camponese-s contra a guerra, transformando e3ta acção em insurreição co ntra o seu governo imperi alista. Os bo!chevistas não eram contra toda a guerra. Eles eram apenas contra a guerra de conquista, contra a guerra imperialista. Os bolchevistas consideravam que há dois géneros de guerras: a) A guerr,a jus\'a, não anexio nista, emancipadora tendo por fim quer defender o povo contra uma agressão do exterior e contra as tentativas de o reduzir à servidão, quer libertar o povo da escravatura, quer finalmente libert ar as co lónias e os países dependentes do jugo imperialista. b) A guerra injusta,, anexio nadora, te ndo por fim conquistar e sujeitar os outros pa'íses, os outros povos. Os bolchevistas apoiavam a guerra do primeiro género. Quanto à o utra guerra, os bolchevistas pensavam que se deveri'a dirigir contr<a ela uma luta decidida, indo mesmo até à revo.lucão e ao derrubamento do seu governo imperia lista: P. C. U. R. S. S., História do Partido Comunista Bolchevique da U. R. S. S., Moscovo 1949.

7 SOCIALISMO NAS PALAVRAS IMPERIALISMO NOS ACTOS Diá rio do Povo e Bandeira Vermelha, Comentá ri o à Ca rta Aberta do Com ité Centra-l do P.C.U.S., P-equ im, 22 de OutubPo de O PCCh sempre sustentou que os povos se apoiam mutuamente em su:as lutas revolucionárias. Sempre -focalizamos o movimento de libertacão nacional do ponto de vista do Marxismo-leninis~o e do internacionalismo pro letário, do po nto de vista da revolução prolet.ária,mundial em seu conjunto. A nosso ver, o vitorioso desenvo lvimento da revolucão n aóonal Ji bertadora é de grande importância p'ara o campo socialista, para o movimento operário dos países capitalisfias e para a causa da paz mundial. Poré m, a direcção do PCUS e seus seguidores nã o querem admitir esta importância. Destacam sempre o apoio do campo s ocialista ao movimento de libertação nacional, porém, negam o apoio deste à quele. Falam muito no papel que desempenha o movimento operá rio dos países capitalistas do Ocidente ao assest ar golpes ao imperialismo, porém, a este respeito, diminuem e negam o papel que desempenha o movimento de libertação nacional. Semelhante posição, contrária ao Maxismo-leninismo, não considera os fa ctos, sendo, port anto, inc orrecta. O pro blema de como tratar as relações entre os países socialistas e as revoluções das naç ões oprimidas implica um im po rtante prindpio que consiste em sustenta r ou 'abando nar o Marxismo-leninismo e o in!ernacionalismo proletárió. De acordo com o Marxismo-leninismo e o internacionalismo proletário, todo o país socilista triunfandeve apoiar e ajudar activamente as nações oprimidas e m suas futas pela libertação. Obtid a a vitória da!revoluçã<o, os países so cialistas devem transformar-se em bases de apoio para amparar e desenvolver a revolução das nações e povos oprimidos do mundo inteiro, estabelecer a mais estreita aliança com estes e 1evar até ao fim a revolução mundial do proletariado. Entretanto, a direcção do PCUS, na prática, toma <Cl vitória do socialismo num país ou em alguns países como o fim da revolução proletária mundial. Exige que as revoluções nacionais libertado ras se subordinem à sua linha geral de coexistência pacífica e aos jnteresses nacionais de seu próprio país. Em 1925, na luta contra os liquidacionistas representados pelos trotsiquistas e os zinovievistas, Estaline assinalo u que uma das perigosas características do liquidacionism<o consistia na «falta de fé na revolução proletária internacional; falta de fé na vitória ;.c;epticismo qu a nto ao movimento de libertação nacional das colónias e dos países dependentes... incompreensão deste requisito elementar do internacionalis- mo em virtude do qual, a vitória do socialismo num só país não é um fim em si mas um meio para desenvolver e apoiar a revolução nos outros países». Acresce nta Estaline: «Esse é o caminho do nacionalismo e da degeneração caminho que lev a à liquidação total da política internacionalista do proletariado, pois a gente atacada dess a enfermidde não vê em nosso país uma parte do todo que se chama movimento revolucionário mundial mas o princípio e o fim desse movimento, considerando que os interesses de todos os demais países devem ser sacrificados aos interesses de nosso país.» Estaline expôs o que pensavam os liquidacio nlistas da seguinte manei~a: «Apoiar o movime nto de libertação da China? Para quê? Não ser.á arriscado? Não nos indisporá com outros países? Não ser.á melhor esta belecer nossas «esferas de i.nfluência» na China, juntamente com as demais potências «avançadas» e tirar algo da China em proveito próprio? Isso seria vantajoso e não encerraria nenhum perigo etc., etc.» Estaline conclui: «Tal é a «concepção» nacionalista de novo tipo, que trata de eliminar 'a política exterio r da Revolução de Outubro e que fomenta os elementos de degeneração». A actual direcção do PCUS foi ainda mais longe do que os velhos liquidaci<onistas. Considel'la-se inteligente. Não faz senão o que «é v~anta j oso e não encerre nenhum perigo». Tem muito medo de conflitos com O S países imperialistas e se op Õe c om todo o empenho ao movimenfio de libertação nacional. Fascina-a a ideia do estabelecimento de «esferas de influência» em todo o mundo por parte das duas chamadas superpotências. Esta crítica aos liquidaci<onistas feita por Estaline é uma descrição cabal da actual direcção do PCUS, que, seguindo os passos dos liquidacionistas, elimina, precisamente dessa maneira, a po.jítica exterior da Revolução de OutubJ'Io e empreende o caminho do nacion,alismo e da degeneração. Estaline adverte: «... Está claro que só com base no internacionalismo consequente, só com base na política exterior da Revolução de Outubro, pode o primeiro país triunfante co ntinuar desempenhando o papel de porta-bandeira do movimento rev<oiucionário mundial; está claro que o caminho da menor resistência e do nacionalismo na política exterior é o caminho do isolamento e da decomposição do primeiro país triunfante». Esta advertência de Estaline tem ainda um sério e prático significado para a actual direcçãa do PCUS. 7

8 UM POVO QUE OPRIME OUTROS, POVOS NAO P O D E S E R L I V R E a, separaçao e completa independência dos povos das colónias para, e o conqu1star._ caminho a paz Na solução da questão nacional o Ieninismo p arte das seguintes teses:- a) O mundo está dividido em dois campos: de um lado uma ínfima minoria de na_ções civilizad'as que detém a quase totalidade do capital financeiro e explora o resto da população do glo bo; do outro, os povos primidos e explo rados das colónias e dos países dominados, -que formam a maioria da populacão; ' b) As colóni as e os países dominados e explorados pelo capital financeiro constituem uma imensa reserva para o imperialismo; c) É somente através da luta revolucionária con-. tra o imperi,alismo que os povos oprimidos dos países colonizados e dominados conseguirão libertar-se do jugo e da exploração; d) Os principais países dominados entt'laram já na. v.ia do movimento libertado r nacion,al, que deve infalivelmente conduzir à crise de-capitalismo mundial ; _ e) Os interesses do mo vimento proletário nos países avancados e do mo vimento nacional nas colóni as exigem que esses dois movimentos revolucionários façam frente única contra o inimigo comum, o Im perialismo; f) A vitória da classe operária nos países avançados e a libertação dos países oprimidos pelo imperialismo são impossíveis sem a formação e a consolidação de uma frente revolucionária comum; g) A formação de uma frente revolucionária comum só é possível se o proletarido dos países o pressores apoia directa e resolutamente o movimento de libertação nacional dos povos oprimidos contra o imperialismo da metrópo le, porque «um povo que oprime outros povos não poderia ser livre» (Marx). h) Este apoio consiste na defesa e aplicação do direito das nações à separação da metrópole, co-nstituindo-se em estados independentes; i) Sem a aplicação deste princípio, é impossível realizar a união das nacões numa economia mundial única, base material da ~itória so cialista; i) Esta união só pode ser voluntária, baseada na confianç-a mútua e nas rel'lções fraternais dos vários povos. ESTALINE, Bases do Ieninismo

A CONSTRUÇÃO DO MODELO SOVIÉTICO E O SEU IMPACTO NO MUNDO

A CONSTRUÇÃO DO MODELO SOVIÉTICO E O SEU IMPACTO NO MUNDO A CONSTRUÇÃO DO MODELO SOVIÉTICO E O SEU IMPACTO NO MUNDO Império russo (início do século a 1917) Território * Governo Maior império da Europa, estendendo-se da Ásia ao pacífico * Monarquia absoluta e

Leia mais

Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal de Odivelas

Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal de Odivelas Sessão Extraordinária da Assembleia Municipal de Odivelas Sessão Solene Comemorativa da Implantação da República 05.10.2010 A Revolução Republicana de 1910 Ao assinalarmos cem anos sobre a Revolução Republicana

Leia mais

A CARTA DE BELGRADO. Colecção Educação Ambiental Textos Básicos. Editor Instituto Nacional do Ambiente

A CARTA DE BELGRADO. Colecção Educação Ambiental Textos Básicos. Editor Instituto Nacional do Ambiente A CARTA DE BELGRADO Colecção Educação Ambiental Textos Básicos Editor Instituto Nacional do Ambiente INTRODUÇÃO Texto adoptado, por unanimidade, no Colóquio sobre Educação Ambiental", organizado pela UNESCO

Leia mais

Construção do Espaço Africano

Construção do Espaço Africano Construção do Espaço Africano Aula 2 Colonização Para melhor entender o espaço africano hoje, é necessário olhar para o passado afim de saber de que forma aconteceu a ocupação africana. E responder: O

Leia mais

TEMA I A EUROPA E O MUNDO NO LIMIAR DO SÉC. XX

TEMA I A EUROPA E O MUNDO NO LIMIAR DO SÉC. XX TEMA I A EUROPA E O MUNDO NO LIMIAR DO SÉC. XX A supremacia Europeia sobre o Mundo A Europa assumia-se como 1ª potência Mundial DOMÍNIO POLÍTICO Inglaterra, França, Alemanha, Portugal e outras potências

Leia mais

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995)

Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) Declaração de Pequim adotada pela Quarta Conferência Mundial sobre as Mulheres: Ação para Igualdade, Desenvolvimento e Paz (1995) 1. Nós, os Governos, participante da Quarta Conferência Mundial sobre as

Leia mais

A sustentabilidade da economia requer em grande medida, a criação duma. capacidade própria de produção e fornecimento de bens e equipamentos,

A sustentabilidade da economia requer em grande medida, a criação duma. capacidade própria de produção e fornecimento de bens e equipamentos, REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE -------- MINISTÉRIO DA ENERGIA GABINETE DO MINISTRO INTERVENÇÃO DE S.EXA SALVADOR NAMBURETE, MINISTRO DA ENERGIA, POR OCASIÃO DA INAUGURAÇÃO DA FÁBRICA DE CONTADORES DA ELECTRO-SUL

Leia mais

Palestina - em defesa da nação oprimida

Palestina - em defesa da nação oprimida Palestina - em defesa da nação oprimida Que o Hamas entregue armas à população! Derrotar a ofensiva sionista com o levante das massas palestinas! Unidade dos explorados do Oriente Médio para enfrentar

Leia mais

1. United Nations Conference on Environment and Development UNCED (ECO-92) DECLARAÇÃO DO RIO DE JANEIRO SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO

1. United Nations Conference on Environment and Development UNCED (ECO-92) DECLARAÇÃO DO RIO DE JANEIRO SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO VEJA RIO+20 1. United Nations Conference on Environment and Development UNCED (ECO-92) DECLARAÇÃO DO RIO DE JANEIRO SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO Abstract: A declaração final da ECO-92 acenou para

Leia mais

TEMA 3 UMA EXPERIÊNCIA

TEMA 3 UMA EXPERIÊNCIA TEMA 3 UMA EXPERIÊNCIA DOLOROSA: O NAZISMO ALEMÃO A ascensão dos nazistas ao poder na Alemanha colocou em ação a política de expansão territorial do país e o preparou para a Segunda Guerra Mundial. O saldo

Leia mais

Expansão, qualidade e eficiência do Ensino Superior em Moçambique

Expansão, qualidade e eficiência do Ensino Superior em Moçambique A Gestão Académica como determinante da Qualidade de Ensino Rodrigues, M.A.F 1. e Cassy, B 2 e-mail: malexa.rodrigues@gmail.com; bhangy.cassy@unizambeze.ac.mz Palavras-Chave: gestão académica, qualidade

Leia mais

Lista de exercícios Sociologia- 1 ano- 1 trimestre

Lista de exercícios Sociologia- 1 ano- 1 trimestre Lista de exercícios Sociologia- 1 ano- 1 trimestre 01-O homo sapiens moderno espécie que pertencemos se constitui por meio do grupo, ou seja, sociedade. Qual das características abaixo é essencial para

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 15 Discurso em almoço oferecido ao

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca VISITA A ANGOLA Encontro com Deputados

Leia mais

Frente contra as guerras e intervenções imperialistas

Frente contra as guerras e intervenções imperialistas Pelo Socialismo Questões político-ideológicas com atualidade http://www.pelosocialismo.net Publicado em: http://inter.kke.gr/news/news2011/2011-05-04-eliseo-artho Tradução do inglês de MF Colocado em linha

Leia mais

MAHATMA GANDHI. Cronologia

MAHATMA GANDHI. Cronologia Cronologia 1869 Data de nascimento de Gandhi 1888 1891 Estudou direito em Londres 1893 1914 Período em que viveu na África do Sul 1920 Lutou pelo boicote aos produtos ingleses 1930 Campanhas de desobediência

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

SÉCULO XIX NOVOS ARES NOVAS IDEIAS Aula: 43 e 44 Pág. 8 PROFª: CLEIDIVAINE 8º ANO

SÉCULO XIX NOVOS ARES NOVAS IDEIAS Aula: 43 e 44 Pág. 8 PROFª: CLEIDIVAINE 8º ANO SÉCULO XIX NOVOS ARES NOVAS IDEIAS Aula: 43 e 44 Pág. 8 PROFª: CLEIDIVAINE 8º ANO 1 - INTRODUÇÃO Séc. XIX consolidação da burguesia: ascensão do proletariado urbano (classe operária) avanço do liberalismo.

Leia mais

REVOLUÇÃO FRANCESA. Por: Rodrigo A. Gaspar

REVOLUÇÃO FRANCESA. Por: Rodrigo A. Gaspar REVOLUÇÃO FRANCESA Por: Rodrigo A. Gaspar REVOLUÇÃO FRANCESA Influência dos valores iluministas Superação do Absolutismo monárquico e da sociedade estratificada Serviu de inspiração para outras revoluções,

Leia mais

NOS@EUROPE. O Desafio da Recuperação Económica e Financeira. Prova de Texto. Nome da Equipa GMR2012

NOS@EUROPE. O Desafio da Recuperação Económica e Financeira. Prova de Texto. Nome da Equipa GMR2012 NOS@EUROPE O Desafio da Recuperação Económica e Financeira Prova de Texto Nome da Equipa GMR2012 Alexandre Sousa Diogo Vicente José Silva Diana Almeida Dezembro de 2011 1 A crise vista pelos nossos avós

Leia mais

A exploração da liberdade

A exploração da liberdade A crise da liberdade A exploração da liberdade A liberdade foi um episódio. Episódio significa entreato, intervalo entre dois atos. O sentimento de liberdade situa se na transição de uma forma de vida

Leia mais

FEMINISMOS PLURAIS E FEMINISMOS EM ÁFRICA

FEMINISMOS PLURAIS E FEMINISMOS EM ÁFRICA FEMINISMOS PLURAIS E FEMINISMOS EM ÁFRICA FEMINISMO Filosofia de vida da qual deriva uma atitude crítica frente aos factos e perante a sociedade Tomada de consciência Resposta que conduz à mudança, a partir

Leia mais

Liderança Estratégica

Liderança Estratégica Liderança Estratégica A título de preparação individual e antecipada para a palestra sobre o tema de Liderança Estratégica, sugere-se a leitura dos textos indicados a seguir. O PAPEL DE COACHING NA AUTO-RENOVAÇÃO

Leia mais

MINISTÉRIO DOS NEGóCIOS ESTRANGEIROS DIRECÇÃO GERAL DOS ASSUNTOS MULTILATERAIS Direcção de Serviços das Organizações Económicas Internacionais

MINISTÉRIO DOS NEGóCIOS ESTRANGEIROS DIRECÇÃO GERAL DOS ASSUNTOS MULTILATERAIS Direcção de Serviços das Organizações Económicas Internacionais MINISTÉRIO DOS NEGóCIOS ESTRANGEIROS DIRECÇÃO GERAL DOS ASSUNTOS MULTILATERAIS Direcção de Serviços das Organizações Económicas Internacionais Intervenção de SEXA o Secretário de Estado Adjunto do Ministro

Leia mais

THOMAS HOBBES LEVIATÃ MATÉRIA, FORMA E PODER DE UM ESTADO ECLESIÁSTICO E CIVIL

THOMAS HOBBES LEVIATÃ MATÉRIA, FORMA E PODER DE UM ESTADO ECLESIÁSTICO E CIVIL THOMAS HOBBES LEVIATÃ ou MATÉRIA, FORMA E PODER DE UM ESTADO ECLESIÁSTICO E CIVIL Thomas Hobbes é um contratualista teoria do contrato social; O homem natural / em estado de natureza para Hobbes não é

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 81 Discurso no jantar oferecido pelo

Leia mais

O continente africano

O continente africano O continente africano ATIVIDADES Questão 04 Observe o mapa 2 MAPA 2 Continente Africano Fonte: . A região do Sahel, representada

Leia mais

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO

Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Sessão de Abertura Muito Bom dia, Senhores Secretários de Estado Senhor Presidente da FCT Senhoras e Senhores 1 - INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite que a FCT me dirigiu para

Leia mais

História. baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo

História. baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo História baseado nos Padrões Curriculares do Estado de São Paulo 1 PROPOSTA CURRICULAR DA DISCIPLINA DE HISTÓRIA Middle e High School 2 6 th Grade A vida na Grécia antiga: sociedade, vida cotidiana, mitos,

Leia mais

História B Aula 21. Os Agitados Anos da

História B Aula 21. Os Agitados Anos da História B Aula 21 Os Agitados Anos da Década de 1930 Salazarismo Português Monarquia portuguesa foi derrubada em 1910 por grupos liberais e republicanos. 1ª Guerra - participação modesta ao lado da ING

Leia mais

Tema-Problema: A CONSTRUÇÃO DO SOCIAL

Tema-Problema: A CONSTRUÇÃO DO SOCIAL Ano Lectivo 2010/2011 ÁREA DE INTEGRAÇÃO Agrupamento de Escolas de Fronteira Escola Básica Integrada Frei Manuel Cardoso 10º Ano Apresentação nº 2 Tema-Problema: A CONSTRUÇÃO DO SOCIAL Pedro Bandeira Simões

Leia mais

CONSELHO INTERACÇÃO. Declaração Universal dos Deveres do Homem. Setembro de 1997. Criado em 1983. InterAction Council

CONSELHO INTERACÇÃO. Declaração Universal dos Deveres do Homem. Setembro de 1997. Criado em 1983. InterAction Council CONSELHO INTERACÇÃO Criado em 1983 Declaração Universal dos Deveres do Homem Setembro de 1997 InterAction Council Declaração Universal dos Deveres do Homem Preâmbulo Considerando que o reconhecimento da

Leia mais

. evolução do conceito. Inspecção 3. Controlo da qualidade 4. Controlo da Qualidade Aula 05. Gestão da qualidade:

. evolução do conceito. Inspecção 3. Controlo da qualidade 4. Controlo da Qualidade Aula 05. Gestão da qualidade: Evolução do conceito 2 Controlo da Qualidade Aula 05 Gestão da :. evolução do conceito. gestão pela total (tqm). introdução às normas iso 9000. norma iso 9000:2000 gestão pela total garantia da controlo

Leia mais

DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS DA JUVENTUDE SOCIALISTA AÇORES

DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS DA JUVENTUDE SOCIALISTA AÇORES DECLARAÇÃO DE PRINCÍPIOS DA JUVENTUDE SOCIALISTA AÇORES 1. A Juventude Socialista Açores é a organização política dos jovens açorianos ou residentes na Região Autónoma dos Açores que nela militam, que

Leia mais

MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI A VIDA AMEAÇADA...

MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI A VIDA AMEAÇADA... MEIO AMBIENTE E VIDA TEXTO PARA A CAMINHADA DE CORPUS CRISTI Daniel Cenci A VIDA AMEAÇADA... A vida é sempre feita de escolhas. A qualidade de vida resulta das escolhas que fazemos a cada dia. É assim

Leia mais

AULA: 17 Assíncrona. TEMA: Cidadania e Movimentos Sociais DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES HISTÓRIA

AULA: 17 Assíncrona. TEMA: Cidadania e Movimentos Sociais DINÂMICA LOCAL INTERATIVA CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES HISTÓRIA CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA AULA: 17 Assíncrona TEMA: Cidadania e Movimentos Sociais 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Conteúdos: China: dominação

Leia mais

A Revolução Comunista na China 1949 Organização : Prof.: Fabrício Fernandes

A Revolução Comunista na China 1949 Organização : Prof.: Fabrício Fernandes A Revolução Comunista na China 1949 Organização : Prof.: Fabrício Fernandes Antecedentes Guerra Civil A partir de 1925 nacionalistas / kuomintang (Chiang Kai-shek) X comunistas (derrotados) desfecho: Partido

Leia mais

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE

REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE DISCURSO DE AGRADECIMENTO E DESPEDIDA DO CHEFE DO ESTADO EM PRESIDÊNCIA ABERTA E INCLUSIVA 2014 Compatriotas! Caminhamos para o fim do meu mandato de governação como Presidente

Leia mais

Exerc ícios de Revisão Aluno(a): Nº:

Exerc ícios de Revisão Aluno(a): Nº: Exerc íciosde Revisão Aluno(a): Nº: Disciplina:HistóriadoBrasil Prof(a).:Cidney Data: deagostode2009 2ªSériedoEnsinoMédio Turma: Unidade:Nilópolis 01. QuerPortugallivreser, EmferrosqueroBrasil; promoveaguerracivil,

Leia mais

VESTIBULAR 2011 1ª Fase HISTÓRIA GRADE DE CORREÇÃO

VESTIBULAR 2011 1ª Fase HISTÓRIA GRADE DE CORREÇÃO VESTIBULAR 2011 1ª Fase HISTÓRIA GRADE DE CORREÇÃO A prova de História é composta por três questões e vale 10 pontos no total, assim distribuídos: Questão 1 3 pontos (sendo 1 ponto para o subitem A, 1,5

Leia mais

Jogli - 2012!! Gabarito: 1.E. 2.A. 3.E. 4.B. Geografia 2012!!!

Jogli - 2012!! Gabarito: 1.E. 2.A. 3.E. 4.B. Geografia 2012!!! Jogli - 2012!! Gabarito: 1.E. 2.A. 3.E. 4.B. Geografia 2012!!! 1.(UFABC 2009) Exibicionismo burguês. Verdadeiros espetáculos da evolução humana (as e xposições universais) traziam um pouco de tudo: de

Leia mais

Senhor Ministro da Defesa Nacional, Professor Azeredo Lopes, Senhora Vice-Presidente da Assembleia da República, Dra.

Senhor Ministro da Defesa Nacional, Professor Azeredo Lopes, Senhora Vice-Presidente da Assembleia da República, Dra. Senhor Representante de Sua Excelência o Presidente da República, General Rocha Viera, Senhor Ministro da Defesa Nacional, Professor Azeredo Lopes, Senhora Vice-Presidente da Assembleia da República, Dra.

Leia mais

implementação do Programa de Ação para a Segunda Década de Combate ao Racismo e à Discriminação Racial,

implementação do Programa de Ação para a Segunda Década de Combate ao Racismo e à Discriminação Racial, 192 Assembleia Geral 39 a Sessão suas políticas internas e exteriores segundo as disposições básicas da Convenção, Tendo em mente o fato de que a Convenção está sendo implementada em diferentes condições

Leia mais

Controlo da Qualidade Aula 05

Controlo da Qualidade Aula 05 Controlo da Qualidade Aula 05 Gestão da qualidade:. evolução do conceito. gestão pela qualidade total (tqm). introdução às normas iso 9000. norma iso 9001:2000 Evolução do conceito 2 gestão pela qualidade

Leia mais

Intervenção de Sua Excelência. o Presidente da República Portuguesa. na Comissão Económica para a América. Latina e Caraíbas - CEPAL

Intervenção de Sua Excelência. o Presidente da República Portuguesa. na Comissão Económica para a América. Latina e Caraíbas - CEPAL Intervenção de Sua Excelência o Presidente da República Portuguesa na Comissão Económica para a América Latina e Caraíbas - CEPAL Santiago do Chile, 7 de Novembro de 2007 Senhor Secretário Executivo da

Leia mais

Palestra: A CPLP E A EDUCAÇÃO. (Escola Stuart Carvalhais - 7 de Março de 2007)

Palestra: A CPLP E A EDUCAÇÃO. (Escola Stuart Carvalhais - 7 de Março de 2007) Palestra: A CPLP E A EDUCAÇÃO (Escola Stuart Carvalhais - 7 de Março de 2007) Excelentíssimos membros do Conselho Directivo, excelentíssimos professores, caríssimos alunos, É com enorme satisfação que

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A QUESTÃO SOCIAL

REFLEXÕES SOBRE A QUESTÃO SOCIAL TEORIA MARXISTA NA COMPREENSÃO DA SOCIEDADE CAPITALISTA Disciplina: QUESTÃO E SERVIÇO Professora: Maria da Graça Maurer Gomes Türck Fonte: AS Maria da Graça Türck 1 Que elementos são constitutivos importantes

Leia mais

Destacando que a responsabilidade primordial e o dever de promover e proteger os direitos humanos, e as liberdades fundamentais incumbem ao Estado,

Destacando que a responsabilidade primordial e o dever de promover e proteger os direitos humanos, e as liberdades fundamentais incumbem ao Estado, Declaração sobre o Direito e o Dever dos Indivíduos, Grupos e Instituições de Promover e Proteger os Direitos Humanos e as Liberdades Fundamentais Universalmente Reconhecidos 1 A Assembléia Geral, Reafirmando

Leia mais

25 de Abril de 2015 Comemoração dos 41 anos da Revolução dos Cravos

25 de Abril de 2015 Comemoração dos 41 anos da Revolução dos Cravos 25 de Abril de 2015 Comemoração dos 41 anos da Revolução dos Cravos Intervenção da Deputada Municipal do PSD Célia Sousa Martins Senhora Presidente da Assembleia Municipal, Senhor Presidente da Câmara

Leia mais

DECLARAÇÃO DE SUNDSVALL

DECLARAÇÃO DE SUNDSVALL DECLARAÇÃO DE SUNDSVALL PROMOÇÃO DA SAÚDE E AMBIENTES FAVORÁVEIS À SAÚDE 3ª Conferência Internacional sobre Promoção da Saúde Sundsvall, Suécia, 9 15 de Junho de 1991 Esta conferência sobre Promoção da

Leia mais

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas 10 de Junho de 2010

Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas 10 de Junho de 2010 INTERVENÇÃO DO SENHOR PRESIDENTE DA CÂMARA MUNICIPAL DE OEIRAS Dr. Isaltino Afonso Morais Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas 10 de Junho de 2010 LOCAL: Figueirinha, Oeiras REALIZADO

Leia mais

Entrevista A2. 2. Que idade tinhas quando começaste a pertencer a esta associação? R.: 13, 14 anos.

Entrevista A2. 2. Que idade tinhas quando começaste a pertencer a esta associação? R.: 13, 14 anos. Entrevista A2 1. Onde iniciaste o teu percurso na vida associativa? R.: Em Viana, convidaram-me para fazer parte do grupo de teatro, faltava uma pessoa para integrar o elenco. Mas em que associação? Na

Leia mais

Rio de Janeiro, 5 de Dezembro de 2003

Rio de Janeiro, 5 de Dezembro de 2003 Intervenção de Sua Excelência a Ministra da Ciência e do Ensino Superior, na II Reunião Ministerial da Ciência e Tecnologia da CPLP Comunidade dos Países de Língua Portuguesa Rio de Janeiro, 5 de Dezembro

Leia mais

A Ciência, o Poder e e os os Riscos

A Ciência, o Poder e e os os Riscos A Ciência, o Poder e e os os Riscos Diana Sofia Nº 12 11ºC - 2006/07 Prof. Idália Carrasqueiras Sabemos muita coisa (Vídeo com informação científica) Chegámos muito longe (Vídeo com os momentos da chegada

Leia mais

PROPOSTA DE PROGRAMA E DE TEMAS PARA DISCUSSÃO

PROPOSTA DE PROGRAMA E DE TEMAS PARA DISCUSSÃO PROPOSTA DE PROGRAMA E DE TEMAS PARA DISCUSSÃO 2. INOVAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO O objectivo está adquirido, como está adquirida a consciência da sua importância. O que não está adquirido é a forma de

Leia mais

DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA

DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA Proclamada pela Resolução da Assembleia Geral 1386 (XIV), de 20 de Novembro de 1959 PREÂMBULO CONSIDERANDO que os povos das Nações Unidas reafirmaram, na Carta, a sua

Leia mais

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL DOS AÇORES SESSÃO PLENÁRIA DE 11 a 13 NOVEMBRO DE 2002 Intervenção do Deputado Cabral Vieira

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL DOS AÇORES SESSÃO PLENÁRIA DE 11 a 13 NOVEMBRO DE 2002 Intervenção do Deputado Cabral Vieira ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL DOS AÇORES SESSÃO PLENÁRIA DE 11 a 13 NOVEMBRO DE 2002 Intervenção do Deputado Cabral Vieira O Plano e o Orçamento constituem documentos de grande importância para a economia

Leia mais

A CIDADE-ESTADO ESTADO GREGA ORIGEM DAS PÓLIS GREGAS Causas geomorfológicas A Grécia apresenta as seguintes características: - Território muito montanhoso; na Antiguidade, as montanhas estavam cobertas

Leia mais

1. INTRODUÇÃO CONCEITUAL SOBRE O DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO

1. INTRODUÇÃO CONCEITUAL SOBRE O DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO 1. INTRODUÇÃO CONCEITUAL SOBRE O DESENVOLVIMENTO E O CRESCIMENTO ECONÔMICO A análise da evolução temporal (ou dinâmica) da economia constitui o objeto de atenção fundamental do desenvolvimento econômico,

Leia mais

T&E Tendências & Estratégia

T&E Tendências & Estratégia FUTURE TRENDS T&E Tendências & Estratégia Newsletter número 1 Março 2003 TEMA deste número: Desenvolvimento e Gestão de Competências EDITORIAL A newsletter Tendências & Estratégia pretende ser um veículo

Leia mais

http://www.allemar.prof.ufu.br DIREITO & RELAÇÕES INTERNACIONAIS

http://www.allemar.prof.ufu.br DIREITO & RELAÇÕES INTERNACIONAIS http://www.allemar.prof.ufu.br DIREITO & RELAÇÕES INTERNACIONAIS DECLARAÇÃO DE ESTOCOLMO "A Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente reuniu-se em Estocolmo entre os dia 05 e 16 de junho de 1972

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 6. EDUCAÇÃO E CULTURA Senhor Reitor:

Leia mais

Segurança e Defesa em Portugal e na Europa

Segurança e Defesa em Portugal e na Europa Palestra para a divulgação no Dia de Defesa Nacional sobre Segurança e Defesa em Portugal e na Europa Carlos R. Rodolfo, Calm (Ref.) Presidente da AFCEA Portugal Proferida no MDN em 02 Set 2011 1 AGENDA

Leia mais

Discurso de Luiz Inácio Lula da Silva Seminário do Prêmio Global de Alimentação Des Moines, Estados Unidos 14 de outubro de 2011

Discurso de Luiz Inácio Lula da Silva Seminário do Prêmio Global de Alimentação Des Moines, Estados Unidos 14 de outubro de 2011 Discurso de Luiz Inácio Lula da Silva Seminário do Prêmio Global de Alimentação Des Moines, Estados Unidos 14 de outubro de 2011 Estou muito honrado com o convite para participar deste encontro, que conta

Leia mais

Esterofoto Geoengenharia SA. Álvaro Pombo. Administrtador. (www.estereofoto.pt)

Esterofoto Geoengenharia SA. Álvaro Pombo. Administrtador. (www.estereofoto.pt) Esterofoto Geoengenharia SA Álvaro Pombo Administrtador (www.estereofoto.pt) Q. Conte-nos um pouco da historia da empresa, que já tem mais de 30 anos. R. A Esterofoto é uma empresa de raiz, a base da empresa

Leia mais

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org Este documento faz parte do Repositório Institucional do Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org Michael Haradom - www.shalomsalampaz.org - ssp@shalomsalampaz.org tel (11) 3031.0944 - fax (11)

Leia mais

MUNICIPIO DE ALMADA. Assembleia Municipal MOÇÃO/DELIBERAÇÃO. (Cooperativas em Almada: A Alternativa para o Consumo e Economia Locais)

MUNICIPIO DE ALMADA. Assembleia Municipal MOÇÃO/DELIBERAÇÃO. (Cooperativas em Almada: A Alternativa para o Consumo e Economia Locais) MOÇÃO/DELIBERAÇÃO (Cooperativas em Almada: A Alternativa para o Consumo e Economia Locais) Uma cooperativa é uma associação autónoma de pessoas que se unem, voluntariamente, para satisfazer aspirações

Leia mais

Até então o confronto direto entre os aliados não havia acontecido.

Até então o confronto direto entre os aliados não havia acontecido. Confronto entre os aliados, vencedores da 2ª Guerra: Inglaterra, França, EUA e União Soviética. Acordo pós-guerra definiria a área de influência da URSS, onde estavam suas tropas (leste europeu). Conferência

Leia mais

III Fórum Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis 15 de Outubro de 2010, Ponta Delgada, Açores Saúde em Todas as Políticas Locais

III Fórum Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis 15 de Outubro de 2010, Ponta Delgada, Açores Saúde em Todas as Políticas Locais III Fórum Rede Portuguesa de Cidades Saudáveis 15 de Outubro de 2010, Ponta Delgada, Açores Saúde em Todas as Políticas Locais I Sessão Plenária: Saúde em Todas as Políticas Locais Reduzir as Desigualdades

Leia mais

Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo ao Envolvimento de Crianças em Conflitos Armados

Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo ao Envolvimento de Crianças em Conflitos Armados Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo ao Envolvimento de Crianças em Conflitos Armados Os Estados Partes no presente Protocolo, Encorajados pelo apoio esmagador à Convenção

Leia mais

Katia Luciana Sales Ribeiro Keila de Souza Almeida José Nailton Silveira de Pinho. Resenha: Marx (Um Toque de Clássicos)

Katia Luciana Sales Ribeiro Keila de Souza Almeida José Nailton Silveira de Pinho. Resenha: Marx (Um Toque de Clássicos) Katia Luciana Sales Ribeiro José Nailton Silveira de Pinho Resenha: Marx (Um Toque de Clássicos) Universidade Estadual de Montes Claros / UNIMONTES abril / 2003 Katia Luciana Sales Ribeiro José Nailton

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão do Desenvolvimento PROJECTO DE PARECER. destinado à Comissão dos Assuntos Externos

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão do Desenvolvimento PROJECTO DE PARECER. destinado à Comissão dos Assuntos Externos PARLAMENTO EUROPEU 2004 ««««««««««««Comissão do Desenvolvimento 2009 PROVISÓRIO 2004/2168(INI) 22.2.2005 PROJECTO DE PARECER da Comissão do Desenvolvimento destinado à Comissão dos Assuntos Externos sobre

Leia mais

A aceleração como processo histórico

A aceleração como processo histórico 2.3 A ACELERAÇÃO DA DISRITMIA Identificadas as características de cada componente do processo de mudanças, merecem consideração as seguintes características referentes ao processo globalmente considerado.

Leia mais

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org Este documento faz parte do Repositório Institucional do Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org O Movimento Social Palestino rumo ao FME O Fórum Mundial da Educação na Palestina será realizado

Leia mais

PROVA de HISTÓRIA 2ª ETAPA do VESTIBULAR 2006. Questão 01 II) Leia, atentamente, o trecho abaixo e responda ao que se pede:

PROVA de HISTÓRIA 2ª ETAPA do VESTIBULAR 2006. Questão 01 II) Leia, atentamente, o trecho abaixo e responda ao que se pede: PROVA de HISTÓRIA 2ª ETAPA do VESTIBULAR 2006 (cada questão desta prova vale até cinco pontos) Questão 01 Leia, atentamente, o trecho abaixo e responda ao que se pede: Para o filósofo grego Platão, nenhuma

Leia mais

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org

Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org Este documento faz parte do Repositório Institucional do Fórum Social Mundial Memória FSM memoriafsm.org CARTA DE PRINCÍPIOS DO FÓRUM SOCIAL MUNDIAL O Comitê de entidades brasileiras que idealizou e organizou

Leia mais

( C A R TA DE N I C O L A U M A Q U I AV E L A F R A N C E S C O V E T T O R I, DE 10 DE D E Z E M B R O DE 1 51 3 ).

( C A R TA DE N I C O L A U M A Q U I AV E L A F R A N C E S C O V E T T O R I, DE 10 DE D E Z E M B R O DE 1 51 3 ). Filosofia 3ª série E C O M O D A N T E D I Z QUE N Ã O SE FA Z C I Ê N C I A S E M R E G I S T R A R O QUE SE A P R E N D E, EU T E N H O A N O TA D O T U D O N A S C O N V E R S A S QUE ME P A R E

Leia mais

Discurso de Sua Exceléncia o Presidente de Po rtugal. Jorge Sampaio. Assembleia Geral das Nações Unidas

Discurso de Sua Exceléncia o Presidente de Po rtugal. Jorge Sampaio. Assembleia Geral das Nações Unidas MISSAO PERMANENTE DE PORTUGAL JUNTO DAS NaфEs UNIDAS EM NOVA IORQUE Discurso de Sua Exceléncia o Presidente de Po rtugal Jorge Sampaio Reunião de Alto Nîvel da Assembleia Geral das Nações Unidas Nova Iorque

Leia mais

A organização dos meios humanos na empresa

A organização dos meios humanos na empresa António Malta A organização dos meios humanos na empresa 1. Para poder desempenhar a sua função económica geral produção de bens ou prestação de serviços a empresa tem necessariamente que contar com uma

Leia mais

Cap 1 A teoria e a prática da Educação. Ramiro Marques

Cap 1 A teoria e a prática da Educação. Ramiro Marques Cap 1 A teoria e a prática da Educação Ramiro Marques Aristóteles dedica um espaço importante de A Política ao tema da educação, preocupando-se com a discussão de vários assuntos: fim pacífico da Educação,

Leia mais

Percepção de Portugal no mundo

Percepção de Portugal no mundo Percepção de Portugal no mundo Na sequência da questão levantada pelo Senhor Dr. Francisco Mantero na reunião do Grupo de Trabalho na Aicep, no passado dia 25 de Agosto, sobre a percepção da imagem de

Leia mais

República de Moçambique

República de Moçambique República de Moçambique Dia do Médico Moçambicano: Momento de celebração e reflexão sobre desafios da classe e do sector Discurso de Sua Excelência Filipe Jacinto Nyusi, Presidente da República de Moçambique,

Leia mais

Reestruturar o Sector Empresarial do Estado

Reestruturar o Sector Empresarial do Estado PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 458/XI/2.ª Reestruturar o Sector Empresarial do Estado A descrição de carácter económico-financeiro apresentada na próxima secção não deixa dúvidas sobre a absoluta necessidade

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

A EXPERIÊNCIA DO DIA-A-DIA, APRESENTA DA EM NOSSA SOCIEDADE E SUAS CONTRADIÇÕES E DESIGUALDADES. * Tais disparidades ocorrem devido a quê?

A EXPERIÊNCIA DO DIA-A-DIA, APRESENTA DA EM NOSSA SOCIEDADE E SUAS CONTRADIÇÕES E DESIGUALDADES. * Tais disparidades ocorrem devido a quê? A EXPERIÊNCIA DO DIA-A-DIA, APRESENTA DA EM NOSSA SOCIEDADE E SUAS CONTRADIÇÕES E DESIGUALDADES. * Tais disparidades ocorrem devido a quê? DÍVIDA SOCIAL ESCRAVIDÃO E IMIGRAÇÃO FALTA DE ESTRUTURA SOCIAL

Leia mais

1º ano. A reconquista ibérica e as grandes navegações Capítulo 10: Item 2 A revolução comercial Capítulo 12: Item 3 O Novo Mundo Capítulo 10: Item 2

1º ano. A reconquista ibérica e as grandes navegações Capítulo 10: Item 2 A revolução comercial Capítulo 12: Item 3 O Novo Mundo Capítulo 10: Item 2 1º ano O absolutismo e o Estado Moderno Capítulo 12: Todos os itens A reconquista ibérica e as grandes navegações Capítulo 10: Item 2 A revolução comercial Capítulo 12: Item 3 O Novo Mundo Capítulo 10:

Leia mais

Pronunciamento em defesa das políticas de ações afirmativas no Brasil. Senhor Presidente, Senhoras Deputadas, Senhores Deputados,

Pronunciamento em defesa das políticas de ações afirmativas no Brasil. Senhor Presidente, Senhoras Deputadas, Senhores Deputados, Pronunciamento em defesa das políticas de ações afirmativas no Brasil Senhor Presidente, Senhoras Deputadas, Senhores Deputados, Conhecemos as desigualdades raciais no Brasil, que estão inequivocamente

Leia mais

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Na parte final da fase 1 do projecto Processo de Avaliação em Contextos Inclusivos foi discutido o conceito processo de avaliação inclusiva e prepararam-se

Leia mais

Fascículo 2 História Unidade 4 Sociedades indígenas e sociedades africanas

Fascículo 2 História Unidade 4 Sociedades indígenas e sociedades africanas Atividade extra Fascículo 2 História Unidade 4 Sociedades indígenas e sociedades africanas Questão 1 O canto das três raças, de Clara Nunes Ninguém ouviu Um soluçar de dor No canto do Brasil Um lamento

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 49 Discurso no encontro com grupo

Leia mais

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.

AGENDA 21 escolar. Pensar Global, agir Local. Centro de Educação Ambiental. Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89 N 9º15'50. AGENDA 21 escolar Pensar Global, agir Local Centro de Educação Ambiental Parque Verde da Várzea 2560-581 Torres Vedras 39º05'08.89" N 9º15'50.84" O 918 773 342 cea@cm-tvedras.pt Enquadramento A Agenda

Leia mais

O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE

O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE O PÓS-GUERRA E A CRIAÇÃO DA 1ª COMUNIDADE Durante muito tempo os países da Europa andaram em guerra. A segunda Guerra Mundial destruiu grande parte do Continente Europeu. Para evitar futuras guerras, seria

Leia mais

John Locke (1632-1704) Colégio Anglo de Sete Lagoas - Professor: Ronaldo - (31) 2106-1750

John Locke (1632-1704) Colégio Anglo de Sete Lagoas - Professor: Ronaldo - (31) 2106-1750 John Locke (1632-1704) Biografia Estudou na Westminster School; Na Universidade de Oxford obteve o diploma de médico; Entre 1675 e 1679 esteve na França onde estudou Descartes (1596-1650); Na Holanda escreveu

Leia mais

República de Moçambique. Presidência da República

República de Moçambique. Presidência da República República de Moçambique Presidência da República Discurso de Sua Excelência Filipe Jacinto Nyusi, Presidente da República de Moçambique e Comandante-Chefe das Forças de Defesa e Segurança, por ocasião

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação

Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Presidência da República Casa Civil Secretaria de Administração Diretoria de Gestão de Pessoas Coordenação Geral de Documentação e Informação Coordenação de Biblioteca 2 DE JULHO PALÁCIO DO ITAMARATY BRASÍLIA

Leia mais

Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1)

Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1) Excelência Senhor presidente da COP 19 Excelências distintos chefes de delegações aqui presentes Minhas senhoras e meus senhores (1) Permitam que em nome do Governo de Angola e de Sua Excelência Presidente

Leia mais

ACORDO DE COOPERAÇÃO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DE CABO VERDE NO DOMÍNIO DA DEFESA

ACORDO DE COOPERAÇÃO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DE CABO VERDE NO DOMÍNIO DA DEFESA ACORDO DE COOPERAÇÃO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DE CABO VERDE NO DOMÍNIO DA DEFESA A República Portuguesa e a República de Cabo Verde, doravante designadas por Partes : Animadas pela vontade

Leia mais

@ D @ LI Fei* Sub-director da Comissão da Lei Básica da RAEM do Comité Permanente da Assembleia Popular Nacional, RP da China

@ D @ LI Fei* Sub-director da Comissão da Lei Básica da RAEM do Comité Permanente da Assembleia Popular Nacional, RP da China Estudar a Fundo o Sistema da Região Administrativa Especial e Promover a Grande Prática de Um País, Dois Sistemas : Discurso no Fórum de Alto Nível sobre Um País, Dois Sistemas de 6 de Dezembro de 2011

Leia mais

SECRETÁRIA DE ESTADO ADJUNTA E DA DEFESA NACIONAL. Ciberespaço: Liderança, Segurança e Defesa na Sociedade em Rede

SECRETÁRIA DE ESTADO ADJUNTA E DA DEFESA NACIONAL. Ciberespaço: Liderança, Segurança e Defesa na Sociedade em Rede INTERVENÇÃO DA SECRETÁRIA DE ESTADO ADJUNTA E DA DEFESA NACIONAL BERTA DE MELO CABRAL 7º EIN Simpósio Internacional Ciberespaço: Liderança, Segurança e Defesa na Sociedade em Rede Lisboa, Academia Militar,

Leia mais

POR UMA ESCOLA INCLUSIVA

POR UMA ESCOLA INCLUSIVA POR UMA ESCOLA INCLUSIVA Sílvia Ferreira * Resumo: A promoção de uma escola democrática, onde incluir se torne um sinónimo real de envolver, é um desafio com o qual os profissionais de Educação se deparam

Leia mais