COLONIAL-IMPERIALISTA

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1 MAIO 1974 ' - A GUERRA COLONIAL-IMPERIALISTA «Levantar uma pedra para deixá-la cair depois sobre os seus próprios pés» é um ditado popular chinês q ue descreve o comportamento de certos tontos. Os reaccionários de todos os países são rontos desse tipo. No fim de contas, as várias perseguições que movem contra o povo revolucionário apen.as servem para acelerar a t~evo lução po pular numa escala ainda maior e mais intensa. MAO TSÉ-TUNG 4 ~ A GUERRA COLONIAL E O HO DE TODAS AS COMTRADIÇOES DO CAPITALISMO PORTUGUES, CONTRIBUINDO, MAIS FACTOR PARA AS AGUDIZAR DO QUE NENHUM OUTRO. E POTENCIALIZAR 1. O golpe militar do 25 de Abril é a expressão mais transparente da crise política em que as vitórias do s povos das colónias e a luta do nosso povo encurralaram a burguesia portuguesa. «O capitalismo português é um pequeno peão na grande rede mundial das relações de produção imperialistas. Ligada a ela pelo seu capital monopolista, a dasse dominante portuguesa vê-se art~astada na vo racidade das rivalidades mundiais do capitalismo sem possibilidades de saída: viver é sobreviver à concorrênóa; é arranjar um pequeno lugar no processo de «integração» imperialista, fo rma particular e actual da contradição entre os vários interesses capitalistas.mundiais. O processo de concentração/modernização econó- mica do capitalismo po rtuguês, iniciado com a industrialização do pós-guerra e o surgimento duma base industrial mono polista a partir dessa altura, é ele próprio fortemente condicionado e pressionado pela referida mundializacão d as relacões de troca: o marcelismo represent ando um novd equilíbrio de forcas no seio do poder, traduz a nível do aparelho 'de Estado a necessidade do capitalismo português se modernil)ar para se salvar. O processo de reformas e~igido tem de assentar numa larga acumulação de capital, tanto privada como pública e num reforço do papel do Estado como fomentado r de ta l acumulação e enquadrador das reformas. Este processo, po-rém, conduz pela sua própri a natureza a uma extrema agudização das contradic Ões do sistema. O nó central de todas essas contradições é a guerra colo-ni.al, o que a permite situar como elo mais f raco do capitalismo português.

2 Necessária à acumulação da burguesi a monopolista, por um lado, po~ _outro a gu,e~ra enfr?q~e:e-a economicamente e politicamente; e 1mprescmd1vel a uma política de modernização para a qual prepara simultaneamente a co va». (1) O 25 de Abril é a concretização desta tese: por um lado a necessidade por parte da burguesia de se adaptar à situação nova criada pl as vitórias ~as povos das c olónias e pelo ascenso da luta re'lol~~lonária em Portugal; por outro l ado o golpe m1l!tar serve os interesses do capital mo nopolista e os ~blectivos rea.ddonários da política de agressão do Imperialismo e do social-imperia-lismo em África. O carácter política e ideologicamente pequeno -burguês do «movimento de capitães>» que constituiu o e:;tado -maior do golpe militar, ao invés de b: oque:~r ~ aqu~les interesses, permite-l~es tentar o apoio generalizada da pequena burguesia, e tentar a neutralização p olítica de franjas da classe operária ainda sob a influênci.a política ou o rganizativa do P. «C.» P. que deste modo assume cla~a.mente o pap7l que ~á muito tempo lhe cabe de pol1c1 a da burguesia no se1o do pro letariado. «Arrastando-se de joelhos e lambendo as botas à burguesia, o P. C. P. afirma, no re-latório apresensentado na 4.a reunião alargada do seu Comité Centl'lal, qúe a missão dos povos das co<lóni.as é lutar ao lado do polvo português contra a djtadura de Salazar, «pela Democracia, pela Paz e pelo Pã o», sem dizer uma palavra sobre o direito daqueles povos à Independência Nacional e apresenta.ndo a sua l.uta armaàa como uma lula contra o re gnmr sa!aza11sta e não como uma guerra justa contra o colonialism~ e o imperialismo; foi o P. C. P. quem atacou os pnmeiros núcleos de marxistas-leninistas africanos e.m Portugal, caluniando-os de «pretensos teóricos que q!,jeriam fugir à luta anti-fa~cista»; é 'O P,. C. P. ~uem assina um comunkado publicado na «Tnbuna l1vre», em Ago-sto de 1961, co ndenando o «terrorismo das orgaríizaç'ões africanas»; foi o P. C. P. quem editou um manifesto, em Maio de 1961, em que vem expressa esta tese odiento: «trabalhado res: mostremos aos nossos p atrões que só a independência de Angola serve os seus interesses» e que «uma vez independente (Angol a) se tornará um mercado para os nosso.s artigos»; é o P. C. P. que, em 1963, fala «no peng o de dsencadeamento de accões de sabotagem em Portug a! por parte dos mo~imentos coloniais»; é ainda o P. C. P. que, na farsa eleito ral de 1969, de-fe nde um «debate nacional», para resolver «o problema ultramarino», etc., etc. (2) A nova pal avra de o rdem da burguesia - negociacões com o-s movimentos de libertação das colónia~ - esconde a perspectiv-a de caminhar, através duma autonomi a política em expansão, para uma «independência» das colónias sob o contrôle imperialista, para uma solução neo-colonialista. E a manutencão do exército colonia-l, garantia do controlo po lftico da burguesia portuguesa -.e do impe~ialismo - sobre todo esse processo de «mdependenc1.a?> co ntinua o ser hoje como era ontem o ~actor de u.n~flcacão de todas as fracções da burgues1a, dos rev1s1onistas do P. «C. P., aos liberais da SEDES, novo pessoal político do capitaj monopolista. Mas é tam- 2 bém nesta necessidade de continuar a guerra colonial -ímperialist~ de destruição, l'lupina e geno~ídio dos heroícos povos das colón ias que a burguesia portuguesa tem os seus pés de ba rro. «A guerra co!onial-imperialista (...) é o nó central de todas as contradicões do capitalismo português, elo fraco do sistema de, explo ração que nos oprime. O proleta riado português, dirigido pelo seu quartel-general revolucionário, deve atacar reso lutamente o inimigo de classe no ponto. ~m q'!e ele.!:e revela mais fraco, em que as contrad1çoes sao m01s agudas, em que a burguesia e stá mais ele a~a.... Na questão da guerra colomal-lmpe.nahsta, o obpectivo táctico do proletariado não cons 1se apenas em sabotar a guerra a todos o s níveis, em pa ralisá-l a. Isso é muito importante, mas consti!ui só metade d~s seus objectivos. A outra me tade e a de conseguir transformar a guerra colonial-imperialist a numa guerra civil rev o lucionária pela conquista dos objectivo s estratégicos da f,ase actual da Revolução Portuguesa - a Revolucão Democráti c a Po pular,. (2) «A gu'erra colonial éao nó de.to~as as co~tradições d o capitalismo portugues, contnbum~o, ma1s do q.u nenhum outro factor, par a as agud1z ar e poten~lalizar. Ela possibilita portanto, uma lut.9 que reun_e todos os objectivos acuais da Revoluçao Democr~ica Popular: o anti-oapital.is~o mo nopoiist.a, o.a,ntlimperialismo, o anti-colomahsmo. e o c:'nt1-fasc!smo, rea lizando simultaneame nte a umdade mtemaclon':llista prolet.ária com as massas explo radas dc:'s co l~ni as. É pois uma luta política central e supen~ r, exigindo, por parte do s traba!had ores, uma mm~ forte e pr ofunda co nsciência polític-a. Já nos sectores 1ovens do operariado, dos camponeses, dos estudant~s,.do exercito, a luta contra a guerra surge c omo o ble~trv~imediato dada a directa incidência daquela sobre t a1s camadas. Na ~ase adual da luta anti-colonialista e visando superar o carácte r não imediato da acção contra a guerra re! ativamente ao gera l dos traba}h.adores que a nã o ligam imediatamente à luta O per.ana, deve tal accã o centrar-se priorif ariamente num gran.de e amp l ~ esforço de agitação e prop~ganda 1unt~ ~as massas operárias e camponesas v1sa ndo a cnaçao: duma consciência a nti-impe rialista e internacionalista nas camadas explo r adas do p ovo, em particular na classe operária; - dum forte e enraizado mo vimento popular e trabalhador militantemente anti-colonialista e anti-imperialista; de fo rmas organizad as de boi~o!e e sabotage'}l da máquina de guerra colomahsta: os operario s e camponeses são a espinha do rsal do exército colonial; mobilizá-los amplamente contra a guerra é paralisá-la por sabotagens a todos o s níveis: levantamento de -rancho, desobediência generalizada; deserção colecti\~l; atentados contra pontos nevr-álgicas do aparelho bélico, etc., etc. Em todo este trabalho a juven' ude das fábricas, dos campos, das escolas, e dos qua.rtéis é, o ele":lento por exce lência da accão anti-co!omal, e e daqu1 que tal luta deve ser lanç~da e generalizada, como forma superior, ao geral das massas trabalhadoras». (1) ( Continua na pág: 6)

3 . i DEClARAÇÃO DO COMITÉ EXECUTIVO. DA FREUMO SOBRE OS ACONTECIMENTOS EM PORTUGAL. ::: I~ t A coincidência entre a cr i~ e do regime em Portugai e os grandes desenvolvimentos que oonheceu a luta de liberta,ção nacional em Moçambique, nos últ imos do,is anos, não é fruto do ac,aso, mas uma prova adicional do impacto que!em a nossa luta na situação em Portugal. O fa ctor determinanle da ~i~u,ação em Portugal e nas colónias é e continua a ser, a luta do s nossos povos, e o problem a fundamental sem o qual nenh uma solução será possível é o da indcpcmdênd.a dos povos de Moçambique, Angola, Guiné-Bissau e Ilhas de Cabo Verde, assim como as restantes colónias portuguesas.. ~ ' 'I: : OS NOSSOS INIMIGOS Para o povo moçambicano, sob a direccão da FREUMO, a definição correcta do inimig o 'sempre constituíu um ponto de princípio essencial: o inimigo do povo m:>çambhcano não é o povo português, ele próprio vítima do fascismo, mas o sistema có!onial português. OS OBJECTIVOS DA FREUMO ' Os objectivos da FRELIMO são bem daros: a independência total -e completa do- porvo moçambicano, a liquidação do colonialismo português. O povo mocambicano constitui uma entidade distinta-do povo português, _ possui a sua própria personalidade polí-. tica, cultural e social que só pode ser realizada pela independên<cia de Moçambique. Não nos.. ba ~em os para sermos po-rtugueses de pele preta. Batema~nos para nos afirmarmos enquanto mo9ambicanos, sem que tal signifique contudo des:prezo pelo povo português ou qualquer outro povo. - A FRELIMO reafirma a este pro.pósito o princípio de cooperar plenajmente numa base de independência, igualdade, respeito e interesse mútuo com todos os pov os do mundo. A FRELIMO reafirma ainda claramente que 'a definicão de mocambicano não corresponde a. uma côr de pele ou origem racial, étnica, religio sa ou outr a: são membros da FREUMO todos os moçamb ic an o~ que aderem ao seu programa de luta co ntra o co!onia,jismo português pek1 independên1cia de Moç!]mbique. A FREUMO não é uma organização racial, não faz uma guerra racial. Reafirmamos aqui o que deda~ámos em Julho, de 1972 no momento da abertura de uma nova frente: «Ao desencadearmos a luta em Manica é So~ala onde se e~cont~a impla ntada u111a fracção importante da comund ade portuguesa no nosso país, queremos reafirmar que a nossa luta não é contra ela, que a nossa vitó ri a só pode benefic:ar os que vivem do trabalho honesto, os que sofrem da exploração colonial e fascista. O povo moçambicano fraternalmente convida o s soldados portugueses, a população portugue ~ a a unirem-se ao esforço comum de libertação. A este respeito, ao mesmo tempo que saudamos o apoio cres:ente de mo çambicanos brancos à luta de libertação nacional queremos pôr em guard,a certos ~ecto r e s da população europeia de Moçambique contra as te;üativas inspiradas pel,as forças ultra-racistas, encorajadas pe!os países racistas vizinhos, de transformar,a nossa luta armada de libertacão numa guerra total entre brancos e pretos, manob;a que iem como obiettivo levar os co!o,nos brancos a participar activamente.. na repressão.contna o.. nosso, povo. Tal atitude transformei-os em instrumentos de outras forças e não serve os seus- próprios interesses nem os do povo moçambicano..» "'! ~._ fi..-. Sêio e~tes poi,; _ [ib~rdade e. indep~nçlên, :Ía, qfi~ 'maçã;o dq nô~ssa própria p.e~sonalid ade ~ os _.opj~- tivos da nossa Jut,Ç~, -... ro..- Os c ombatentes dq FRELIMO não são. pro fissiçmais da guerra, São- o' povo moç>a,mbicano em - armas. São, antes de majs, _ mi.litantes políticos _.que. pegaram em armas para pôr.tel'imo à violêocia. qu.qtidiana da dominação, c!a exploração ~ d a repressã.o colo.nial. _ Cabe ao Governo Po_rtuguês tirar completamente as lições de experiência P.assada e compreender bem que só pelo reconhecimento do direito do povo moçambicano, dirigido pela FRHIMO, seu autênf'ico e legítimo representante, à independência, se poderá pôr termo à guerra.' Qu~lquer _ tentativa. de iludir o problema real só -terá como -co nsequência causar nóvos e escus.ados sacrifícios. - Aviá p~ra a s olução do problema é dara: reconhecer o direito do povo moçambicano ' à indep~ndência. ' Se porém o objectivo do golpe de estado é o de enco ntrar novas fórmulas para perpétu,ar a opressão sohre o nos~ o PC?VO, que os governantes portugueses saibam que se defrontarão com a nossa firme de~erminação. O povo moçambicano ao longo de 10 anos de luta armada heróica, consentiu pesados sacrifíci os e derramou o sangue dos melhores dos seus filhos para defender ó princípio inalienável da sua soberania como nação livre e independente. _. Tmp7rado política e mil_itar_mente, encorajado pelos sucessos crescentes na luta armada de libertação nacional, m ciis unido do que nunca s'!)b a direcção ~a FRELIMO, o povo moçambic-ano não recuará diante de qu a'lquer sacrifído pàra que triu.nfem os seus direitos e aspirações fundamentais. - -

4 ~ SEM EXERC.ITO POPULA EXTRACTOS DUMA CONFERENCIA FEITA POR AGOSTINHO NEl O IMPERIALISMO E OS POVOS DO MUN-DO INTEIRO QUEM É O INIMlGO? O QUE É O INIMIGO? QUAL É O NOSSO OBJECTIVO? A luta de libertacão nacional em África, na minha opinião, não póde ser desligada do contexto actual em que se desenvolve, oem pode isola-r-se no Angola, um vasto país, hol e mu 1 to pouco densamundo. Uma greve de traba ~ l ~hadores na l.nglaterro, a t d 1 d d d imposicão do fascismo ao povo chileno ou uma ex- men e povoa 0 ~ e c.od~mza 0 es e d.!?de oscpor t p 'fi - f d tugueses. Esro e a 1 e1a gera mente a.m1t1 a. onp osao d a om1ca est no ac1 1co ' soo enomenos a mes- d 1 - p 1 - t d L tu o, no que respe1ta a co omzaçao, ortuga na o ma VI 0 que_. ntnos-o-vive~sf-;_av~s- trq.u_a pm- - -consegu-iu do.minar todo o nosso território desde- oshuramos ab VIas t para Omfc;,;x e!'cla t ~z p'::a t primeiros contados, foram precisos séculos par'a con m.eml. S? rde err,aa.f. to u,mvdersa' fe pol a~ 0 seguir impor o seu domínio político e económico a pa 1cu ar1za o em r1ca. a ra.ves as ormu acoes d T b - d d A 1 t 1 l'ti lt 1 to o o povo. am em nao e ver a e que ngo a corõn j no~~~~ po 1 col'~onom co e cu ura sej'a dominada apenas por Portugal; sobre este ponto, t s aços 1 d or cos ~ue 1.!Jam ~s ~ossos podos aos o mundo está suficientemente esclarecido para s1aber ou! 0 s ~ovlos ~ mund 0 0 h voo e ;e ~ r-sd~ c~ bez que em Angola estão em jogo os interesses políticos mat s, po 0 ta q~e o P: ~.aver 0.u J e~ enc~a. s~ r~ e económicas de várias potências Jl!O mundo. A ge- ~d ~rrd. sso ame~,o ~ mpj~s vj e e 1 ~?" rano 0 rência portuguesa, não impediu a presenca dos seús 1 ela e progresso ecmco, cu ura e po 1 co.,associados, presença que se tem desenvoívido desde DO PALEO-COLONIALISMO AO NEO-COLONIALISMO Em Africa, estamos dando o melhor do nosso esforço para acabar para sempre o paleo-co lonialismo, hoje apenas existente nos territórios dominados por Portugal, como geralmente se acredi.ta, mas que de facto são dominados por uma vasta associação imperialista protegendo de ma neira injusta, interesses egoístas de homejts, org,anizações ec onómicas ou de grupos de países. Os "hamados regimes racistas de minoria branca, não são senão uma consequência e u.ma rojíma especial de paleo-co lonialismo, em que os laços com as metrópoles se torna11am frouxos e mais apagad os, em fa.vo r da ditadura minoritária branca. Esta forma de colonização visível, clara, aberta. não impede que uma outra exista no nosso continente, outra fo11ma de dominacão mais subtil conhecida pelo nome de neo-coloniaíismo em que o sujeito da exploração já não se identifica com a desig nação de colonizador, mas quê, em diferentes ntveis, actua da mesma maneira. 4 há séculos. A Grã~Bretanha, por exemplo, país que possui em Angola o maio r volume de capitais investido.s, ou os Estados Unidos da América com crescentes interesses na economia e ansiando dominar a posiçã'o estratégica do nosso país, assim como outros países da Europa, da América ou da Ásia, concorrem para a dominação do nosso povo e a exploração dos bens que nos pertencem. Pensar hoje que Angola, Moçambique, a Guiné e outras colónias são dominadas pelo pequeno e atrazado Portugal, é tão errado como pensar que a sociedade Fra.ncesa se encontr.a n'a épo.ca feudal, (a referência à França é ~apenas para exemplificar). Nã'o é o pequeno e atrazado' Portugal, o principal elemen1to para a colonização. Sem os capirois de outros países, sem os crescentes investimentos, sem a coopera ção técnica, sem a s cumplicidades a vários níveis, 'a transformação radical já se teria verificado há muitos a nos. Portanto se nós podemos dizer que Portugal é o gerente de uma série de combinações polí'tico-econó-. mi ca, compreenderemos que ele não é o nosso inimigo principa1l, mas apenas o inimigo directo. Ele é por outro lado, o elo mais fraco de tod a a cadeia instituída para dominação dos povos.

5 R o POVO NADA T.ERIA NA UNIVERSIDADE DE DAR SALAAM EM FEVEREIRO DE 1974! QUEM É O INIMIGO? QUAL É O SEU CARÁCTER? Mu itas vezes ~e confunde o inimigo d.a África com o br.:mco. A co r da pe!e ainda é um elemento que para muitos determina o inimigo. Há razões históricas, sociais, factos vividos que conso lidaram no nosso continente essa ideia. E é abrolutamente explicável que um tr abalhador das minas na Africa do Sul, segregado, violentado e es premido no seu suor até à última gota, sinta que o branco presente oos seus olhos, para quem ele produz riqueza, é o inimigo principal. t: para ele que comtrói cidades, ruas bem pavimentadas, conserva condições de higiene e de salubridade que não possui para si próprio. Tanto mais que, para voltar ao caso de Angola, a sociedade criada pelos colonialistas, criou meoonismos vários de defesa racial, postos ao serviço do colonialismo. O mesmo camponês pobre, miserável, oprimido e explor,ado na sua terra, é alvo de atenções especiais quando se fixa numa das «suas» colónias. Ele não é só imbuído de mitos patrioteiros, como também romeç'a a gozar de previlégios económicos e sociais de que nunca pode dispor antes. Assim, entra no sistema. O co lonia lismo começa a servir-lhe o apetite e passa a ser cão de guarda dos interesses da olig arquia fascista. Hoje podemos dizer que o fenómeno da opressão colonial ou neo-oolonial no nosso continente já não se pode pôr ao nível da côr dos indivíduos. O mesmo sistema que oprime e explora o camponês em Portugal é também o que oprime e explora o cidadão angolano, utilizando motivações diferentes, técnicas diferentes, mas sempre com o mesmo propósito -explorar. E entre o homem português e o homem ango lano ou moçambicano ou guineense, é possível o estabelecimento de relações justas, isto é, de relaç<ões que impeçam a exploração de um homem pelo outro homem. O fado r racial, não jogará senão um papel secundário e durante mais algum tempo, caso terminem as relações de senhor para escravo. A compreensão ideo lógica deste problema, também facilita a sua reso lução, ao serem definidos os objectivos da luta de libertação. Em condições especiais, encontram-se já casos em que o problema racial é ultrapasado. É o que se passa no guerra. Há portugueses co nscientes que desertam, pal'la de uma maneira ou de outra se alistarem nas fileiras naciona listas. A nossa experiência da clandestinidade mostrou que pode haver essa colaboração racial na luta contra o sistema. O NOSSO INIMIGO PRINCIPAL É O IMPERIALISMO O inimigo é o colonialismo, o sistema co~onial, é ainda o imperialismo, que sustenta o primeiro, sendo até o inimigo princip al Estes inimigos utilizam em seu favor, todas as contradições que possam encontrar na sociedade dominada. Os factores raciais tribais, de classe, e outros-. Sobre eles constroem as suas bases de exploração e mantêm, modificando-lhes o aspecto, quando já não podem ser mantidos. Assim, em Africa, já não é a dominação política formal que pode prevalecer; mas ninguém se libertou da domi nação económicu. Ela aí está presente e por isso mesmo, me é muito grata a fórmula adoptada por alguns partidos políticos no poder em Afrioa, ao dizer que les também são movimentos de libertação nacional. Assim se éxprime o completo significado do fenómeno da libertação. DEMOCRACIA PARA O POVO ANGOLANO O que nós desejamos é estabelecer uma sociedade nova, onde negros e brancos poss-am viver em conjunto. Naturalmente e para!'ião ser mal interpretado, devo acrescentar que o pr~sso democrático deve exercer-se de tal modo que a massa popular mais explorada (a negra) tenha o co ntrole do poder político porqu_e ela é aquela que 1mais longe pode ir no estabelecimento de direitos ~apropriados para todos. Luta do povo pelo poder político, pela Independência económica, pelo restabelecimento da vida cultural, pela desalienação, pelas relações com todos os povos, numa base de igualdade e de fraternidade, tais são os objectivos da nossa luta.. Estes objectivos são fixados atraivés da definição do inimigo, da definição do nosso povo e do carácter da nossa luta, que é uma luta revolucionária, atin gindo não somente as bases do sistema colonial, mas também os fundamentos da nossa própria sociedade, como nação e como povo. Mas nesta etapa, pode processar-se uma tal libertação?. Vejamos. Estamos num período em que as forças imperialistas se dis.põem com dinamismo e com tenacidade no palco afrioa no. Combinados com os colonialistas portugueses, com os regimes racistas da África Austra l o imperialismo está presente no nosso continente. A sua influência sente-se. A sua acção provoca sohr~ saltos na vida da Africa. O neocolonialismo é um fa,pg Em toda a Africa, ainda há que lutar pela lndep:endência, ou política em algumas áreas ou económi~s noutj'ias, ou cultural na quase totalidade. O imperialismo P'rocura ao máximo manter as fontes de matérias prima.s e a mão de obra barata. Este é o fen6meno em que se debate não só a Africa mas todo o chamado «terceiro mundo». 5

6 NEM MAIS UM EMBARQUE! REGRESSO -DOS-SOLDADOS! (Centilnuação i& -,á. 2) 2. «A situacão de Revolução no nosso País é excelente. A fase que atravessamos é uma fase de ascensão impetuosa do movimento operário e do movimento popular revolucionários. As lutas da dasse operária, dos camponeses, dos soldados e marinheiros, dos estudantes e intelectuais progressistas crescem em firmeza, em amplitude, ~m combatividade e organização e a direcção do proletariado, consequência do progresso político, ideológico e o rganizativo do nosso Movimento, começa a imprimir-se à generalidade das lutas que se travam de Norte a Sul de Po rtugal. Por outro lado, a justa lut a armada de l ibertação nacional dos povos heróicos de Angola, de Moçambique e da República da Guiné-Cabo Verde obtém vitóri as magníficas em todos os campos e o exército colonial-fascista colecciona derrotas demolidoras. A burguesia portuguesa sabe que a sua tu1mba se lhe cava inapelavelme.nte. Daí, a luta exacerbada entre as diversas camadas da c~asse dominante em busca da hegemoni,a. Daí, os programàs e as tácticas próprios de cada uma dessa~ camadas, para obter aquilo que qualquer delas semp~e apelidará de «salvação nacional». (3) «Atacar _fortemente o inimigo quando ele está à beira dum colapso, salda-se na prática por uma verdadeira aliança com os povos das cofó nias, c om os interesses do nosso povo e com os interesses d>a Revolução Mundial. Esta política, faz do intemacio nalismo a bandeira que combate o chauvinismo bolorento da!>urguesia coloni alista; defende o princípio da trans- ~ r~ação : :~à-guer.tct-colonialdmp_eri.c!jistcld.um.q_g _u~ej:.ra.civil revo ludo~ária, apoia, o i.ncondicional direito dos povos d~s ~~olónias à rotai independência política, económica e cultural. Não ~aja càr o inimigo quando ele está enfraquecido é, ob1~ctivamente, praticar uma po.jítica de conivência, uifu_a política de aliado da burguesia colonial fascist a e de inimigo do 'Proletariado e dos povos da República. da Guiné-Cabo Verde, de Angola e de Moçambique; de inimigo da Rev olução Mundial. ~ E e!stl,co.rrio travar e intensific ar o'u não o combate contrla o coronialismo, o imperialismo e a guerra colonial-imperialis_ta separa o trigo do joio demarcando daramente os marxistas-leninistas, e todos os verdadeiros anti;-coloniêilistas po rtugueses das posições oportunistas, colonialistas, racist,as, ch;auvinistas e revisionistas próprias do campo de reacção; do campo de burguesia colonial fascista, do P. «C.» P. revisionist a e dos neo-revisonst,as seus fiéis aliados.». (4) GUERRA DO POVO À GUERRA COLONIAL IM _PERIALISTA! A SEPARACÃO E COMPLETA INDEPEN DêNCIA PARA OS POVOS DAS COLóNIAS É O CA MINHO PARA CONQUISTAR A PAZ! VIVA A REVOLUCÃO DEMOCRÃ TJCA E POPU LAR! PÃO, PAZ, TERRA, LIBERDADE, DEMOCRACIA, INDEPENDêNCIA NACIONAL! (1) M. R. P. P., A situação actual e as tarefas tácticas do nosso Movimento, Janeiro de (2) M. R. P. P., Guerra do Povo á Guerra Colonial Imperialista, Outubro de (3) M. R. P. P., ao Pov0 J>or:tuguês - Declar 1 ação sobre a situação' política actual, 25 de Abril de (4) M. R. P. P.,, Luta Popular, numero 15/16, Janeiro/Fevereiro QUESTOES DA GUERRA - DA PAZ E DA REVOLUÇAO «TRANSFORMAÇÃO DA GUERRA IMPERIALISTA EM GUERRA CIVIL» Os bolchevistas não eram simples pacifistas, suspir'ando pela pai:: e limitando-se a fazer propaganda a seu favo r, como a maio ri'a dos socia ts democra.tçrs de esquerdà. Os bolch~~i~tas - pronunciavam-se- pela luta revolucio nária activa a.: faveíl' d>a paz, :indo até ao ponto de derrubar o poder da belicosa _,b_urguesia imperialista. Eles ligavam a causa da paz à. d'a vitória da revolução proletária, <:onsiderando _qu,e o: meio mais seguro de liquidar a guerra e de o.bt~r.úma paz. equitativa, uma paz sem anexações nem contribui,ções. era derrubar o poder, da burgu_esia imperia!ista.. Co ntra a renúncia menchevisfia e socialista revolucionária da revo lução e contra a palavra de ~rdem de traição apelando para o respeito da «união sagrada» durante a guerra, os bokhevistas form!ji aram a p ~alavra de ordem de «transformação,9a guerm imperi alista em guerra civil». Esta palavsp.de ordem significava qúe os trabalhado res, incluindo os operá rr os e camponeses armiados e. usando a f arda de soldados, deviam voltar as s.uas-_,armas contra as da sua própria burguesia e derrubar o seu pode r, se eles se queriam -desembaraçar da guerra e olfter-uma-paz equitativa. Contra a política menchevista e socialista revolucionária de defes a da pátria burgue!:a, os bolchevistas preconizavam a po.jítica de «derrota do seu próprio governo na guerra imperia.jista». Isso queria dizer que se devia vo tar contra os créditos de guerr a, criar orga.nizações revolucionárias ilegais n.o exército, e ncorajar a confraternização de ~o!d.ados na frente e organ!zar a acção revo!ucio nária dos operários e dos camponese-s contra a guerra, transformando e3ta acção em insurreição co ntra o seu governo imperi alista. Os bo!chevistas não eram contra toda a guerra. Eles eram apenas contra a guerra de conquista, contra a guerra imperialista. Os bolchevistas consideravam que há dois géneros de guerras: a) A guerr,a jus\'a, não anexio nista, emancipadora tendo por fim quer defender o povo contra uma agressão do exterior e contra as tentativas de o reduzir à servidão, quer libertar o povo da escravatura, quer finalmente libert ar as co lónias e os países dependentes do jugo imperialista. b) A guerra injusta,, anexio nadora, te ndo por fim conquistar e sujeitar os outros pa'íses, os outros povos. Os bolchevistas apoiavam a guerra do primeiro género. Quanto à o utra guerra, os bolchevistas pensavam que se deveri'a dirigir contr<a ela uma luta decidida, indo mesmo até à revo.lucão e ao derrubamento do seu governo imperia lista: P. C. U. R. S. S., História do Partido Comunista Bolchevique da U. R. S. S., Moscovo 1949.

7 SOCIALISMO NAS PALAVRAS IMPERIALISMO NOS ACTOS Diá rio do Povo e Bandeira Vermelha, Comentá ri o à Ca rta Aberta do Com ité Centra-l do P.C.U.S., P-equ im, 22 de OutubPo de O PCCh sempre sustentou que os povos se apoiam mutuamente em su:as lutas revolucionárias. Sempre -focalizamos o movimento de libertacão nacional do ponto de vista do Marxismo-leninis~o e do internacionalismo pro letário, do po nto de vista da revolução prolet.ária,mundial em seu conjunto. A nosso ver, o vitorioso desenvo lvimento da revolucão n aóonal Ji bertadora é de grande importância p'ara o campo socialista, para o movimento operário dos países capitalisfias e para a causa da paz mundial. Poré m, a direcção do PCUS e seus seguidores nã o querem admitir esta importância. Destacam sempre o apoio do campo s ocialista ao movimento de libertação nacional, porém, negam o apoio deste à quele. Falam muito no papel que desempenha o movimento operá rio dos países capitalistas do Ocidente ao assest ar golpes ao imperialismo, porém, a este respeito, diminuem e negam o papel que desempenha o movimento de libertação nacional. Semelhante posição, contrária ao Maxismo-leninismo, não considera os fa ctos, sendo, port anto, inc orrecta. O pro blema de como tratar as relações entre os países socialistas e as revoluções das naç ões oprimidas implica um im po rtante prindpio que consiste em sustenta r ou 'abando nar o Marxismo-leninismo e o in!ernacionalismo proletárió. De acordo com o Marxismo-leninismo e o internacionalismo proletário, todo o país socilista triunfandeve apoiar e ajudar activamente as nações oprimidas e m suas futas pela libertação. Obtid a a vitória da!revoluçã<o, os países so cialistas devem transformar-se em bases de apoio para amparar e desenvolver a revolução das nações e povos oprimidos do mundo inteiro, estabelecer a mais estreita aliança com estes e 1evar até ao fim a revolução mundial do proletariado. Entretanto, a direcção do PCUS, na prática, toma <Cl vitória do socialismo num país ou em alguns países como o fim da revolução proletária mundial. Exige que as revoluções nacionais libertado ras se subordinem à sua linha geral de coexistência pacífica e aos jnteresses nacionais de seu próprio país. Em 1925, na luta contra os liquidacionistas representados pelos trotsiquistas e os zinovievistas, Estaline assinalo u que uma das perigosas características do liquidacionism<o consistia na «falta de fé na revolução proletária internacional; falta de fé na vitória ;.c;epticismo qu a nto ao movimento de libertação nacional das colónias e dos países dependentes... incompreensão deste requisito elementar do internacionalis- mo em virtude do qual, a vitória do socialismo num só país não é um fim em si mas um meio para desenvolver e apoiar a revolução nos outros países». Acresce nta Estaline: «Esse é o caminho do nacionalismo e da degeneração caminho que lev a à liquidação total da política internacionalista do proletariado, pois a gente atacada dess a enfermidde não vê em nosso país uma parte do todo que se chama movimento revolucionário mundial mas o princípio e o fim desse movimento, considerando que os interesses de todos os demais países devem ser sacrificados aos interesses de nosso país.» Estaline expôs o que pensavam os liquidacio nlistas da seguinte manei~a: «Apoiar o movime nto de libertação da China? Para quê? Não ser.á arriscado? Não nos indisporá com outros países? Não ser.á melhor esta belecer nossas «esferas de i.nfluência» na China, juntamente com as demais potências «avançadas» e tirar algo da China em proveito próprio? Isso seria vantajoso e não encerraria nenhum perigo etc., etc.» Estaline conclui: «Tal é a «concepção» nacionalista de novo tipo, que trata de eliminar 'a política exterio r da Revolução de Outubro e que fomenta os elementos de degeneração». A actual direcção do PCUS foi ainda mais longe do que os velhos liquidaci<onistas. Considel'la-se inteligente. Não faz senão o que «é v~anta j oso e não encerre nenhum perigo». Tem muito medo de conflitos com O S países imperialistas e se op Õe c om todo o empenho ao movimenfio de libertação nacional. Fascina-a a ideia do estabelecimento de «esferas de influência» em todo o mundo por parte das duas chamadas superpotências. Esta crítica aos liquidaci<onistas feita por Estaline é uma descrição cabal da actual direcção do PCUS, que, seguindo os passos dos liquidacionistas, elimina, precisamente dessa maneira, a po.jítica exterior da Revolução de OutubJ'Io e empreende o caminho do nacion,alismo e da degeneração. Estaline adverte: «... Está claro que só com base no internacionalismo consequente, só com base na política exterior da Revolução de Outubro, pode o primeiro país triunfante co ntinuar desempenhando o papel de porta-bandeira do movimento rev<oiucionário mundial; está claro que o caminho da menor resistência e do nacionalismo na política exterior é o caminho do isolamento e da decomposição do primeiro país triunfante». Esta advertência de Estaline tem ainda um sério e prático significado para a actual direcçãa do PCUS. 7

8 UM POVO QUE OPRIME OUTROS, POVOS NAO P O D E S E R L I V R E a, separaçao e completa independência dos povos das colónias para, e o conqu1star._ caminho a paz Na solução da questão nacional o Ieninismo p arte das seguintes teses:- a) O mundo está dividido em dois campos: de um lado uma ínfima minoria de na_ções civilizad'as que detém a quase totalidade do capital financeiro e explora o resto da população do glo bo; do outro, os povos primidos e explo rados das colónias e dos países dominados, -que formam a maioria da populacão; ' b) As colóni as e os países dominados e explorados pelo capital financeiro constituem uma imensa reserva para o imperialismo; c) É somente através da luta revolucionária con-. tra o imperi,alismo que os povos oprimidos dos países colonizados e dominados conseguirão libertar-se do jugo e da exploração; d) Os principais países dominados entt'laram já na. v.ia do movimento libertado r nacion,al, que deve infalivelmente conduzir à crise de-capitalismo mundial ; _ e) Os interesses do mo vimento proletário nos países avancados e do mo vimento nacional nas colóni as exigem que esses dois movimentos revolucionários façam frente única contra o inimigo comum, o Im perialismo; f) A vitória da classe operária nos países avançados e a libertação dos países oprimidos pelo imperialismo são impossíveis sem a formação e a consolidação de uma frente revolucionária comum; g) A formação de uma frente revolucionária comum só é possível se o proletarido dos países o pressores apoia directa e resolutamente o movimento de libertação nacional dos povos oprimidos contra o imperialismo da metrópo le, porque «um povo que oprime outros povos não poderia ser livre» (Marx). h) Este apoio consiste na defesa e aplicação do direito das nações à separação da metrópole, co-nstituindo-se em estados independentes; i) Sem a aplicação deste princípio, é impossível realizar a união das nacões numa economia mundial única, base material da ~itória so cialista; i) Esta união só pode ser voluntária, baseada na confianç-a mútua e nas rel'lções fraternais dos vários povos. ESTALINE, Bases do Ieninismo

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