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1 Copyright do autor ARTUR BARTHELMESS Clamores e rumores Por um Caiobá Melhor A Universidade da Costa do Mar Aguaceiro & enchente versus povo sorridente Nana-nina-não Inventar por inventar invente a Metromar

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3 REVISTA CAIÇARA (ANO DE 2002) OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO Artur Barthelmess FOTO A UNIVERSIDADE DA COSTA DO MAR Bom dia, gente boa. Estão vendo meu retrato aí olhando para vosmecês? Sinal de que temos revista de novo, o que é uma festa, e é sinal também de que a turma rija que não se cansa de fazer jornal e revista continua a hospedar-me em suas ricas páginas. Mas isto que estou escrevendo aqui deve ser uma crônica e toda crônica precisa de um título. Por causa disto pego e escrevo, logo de cara UNI LITO RAL Que será unilitoral? O corretor ortográfico do computador quis logo emendar para unilateral. Mas é engano dele! Meu corretor ortográfico não sabe das novidades, ele continua na dele, desde o dia em que foi enfiado na minha máquina pelo Roldão. Meu corretor ortográfico não lê jornal, não assiste televisão, não vai a comício e não comparece à urna em dia da eleição. Por isto ele ficou por fora, não chegou a saber que entrementes ocorreu no Paraná um vendaval, um furacão, um maremoto quando no dia 27 de outubro o povo deste Estado votou em massa no candidato que colocou em sua plataforma a criação e instalação de nossa Unilitoral, de nossa Universidade do Litoral, gana, sonho e tesão de tanta gente que quer estudar que precisa estudar, se não o jacaré abraça, e não tem podido porque tem encontrado pela frente todas as portas fechadas. Nada de muito modéstia! Nosso lugar merece o melhor, nosso lugar existe no mapa do mundo. Cigano do jeito que sou tenho comido em Boston camarão importado de Guaratuba, Brazil, já encontrei no Pireu, o porto de Atenas, um magote de marujos que conversavam sobre Paranaguá e em Paris achei no balcão de uma agência do Banco do Brasil um folheto de cinco páginas sobre as belezas do nosso velho Caiobá. Há por aqui milhares de jovens com Segundo Grau completo, outros têm até Terceiro Grau mas gostariam de mudar de área. Há também técnicos abalizados e profissionais liberais de alta especialização na Advocacia, na Justiça e no Ministério Público, engenheiros e arquitetos de muito talento nas 3

4 nossas empresas de Engenharia. Médicos, dentistas e farmacêuticos competentíssimos labutam em nossos hospitais e consultórios. Todos poderiam enriquecer os quadros de ensino e pesquisa da nova Universidade e dos Cursos Técnicos e Pós-médios a ela ligados. Universidade quer dizer pesquisa e hoje em dia quer dizer pósgraduação. Há temas soberbos aqui à espera de grandes soluções. O setor portuário precisa tornar-se internacionalmente competitivo, o comércio exportador e importador precisa aperfeiçoar o pulo do gato, a navegação, a exploração off shore de gás e de petróleo na frente de nossa costa, a revitalização da construção naval, inclusive de plataformas de.perfuração e produção, são temas que requerem a concentração de muitas boas cabeças. Há desafios na pesca: o maior banco de camarões que aqui se encontra na profundidade de 70 metros não é explorado por falta de tecnologia e ninguém encarou ainda a grande pesca de longo curso, a pesca nas costas da Namíbia para onde convergem os barcos do mundo inteiro e que fica aqui do outro lado de Atlântico, bem na frente de nosso focinho. Vai bem aqui uma pós-graduação em restauração de perfis costeiros em cooperação com os portugueses que deram tanta sorte no resgate da antes destroçadíssima Praia Mansa de Caiobá a qual ficou um brinco, um motivo para nosso orgulho.. Carecemos de bancos de germosplasma, há para serem aprimoradas técnicas de maricultura, de silvicultura e de manejo florestal tropical. Todo isto requer muito conhecimento, muita inspiração e pressupõe a concentração de uma porção da arrobas de boa massa cinzenta que só a retaguarda de um boa Universidade pode hospedar. Salve nossa Unilitoral e viva quem a colocou em seu Programa de Governo e em breve há de pô-la de pé. E há de nos devolver também a magnífica ave guará, símbolo de nosso Litoral, de retorno tão solenemente prometido em falso pela turma que o povo acaba de mandar descansar em casa. 4

5 CORREIO ATLÂNTICO (ANO DE 2003) OOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO Artur Barthelmess FOTO AGUACEIRO & ENCHENTE versus povo sorridente Quando Deus criou estas nossas praias e suas adjacências aprouve-lhe substabelecer algumas tarefas ao Mar, outras à Chuva, outras ao Vento. Estes fizeram o melhor que souberam e que puderam. O mar construiu cordões litorâneos bordejando as praias como se fossem fileiras de dunas e depois, cada vez que o mesmo mar recebeu ordem de ir recuando ele foi deixando para trás os cordões litorâneos mais antigos e deles restam em toda a planície uns longuíssimos cordões rasos de areia que se perdem mato a dentro e que o povo chama cômoros e aparece entre cada cômoro e o cômoro vizinho uma estreita baixada alagadiça que na hora da chuva vira rio ou lagoa. Assim toda a planície costeira desde o pé da Serra até a Praia apareceu diante de Deus como se fosse uma imensa e única telha ondulada dessas que hoje se fazem seja de eternite, seja de zinco ou de alumínio que se usam agora para cobrir as nossas casas. Por causa disto os cursos d água são obrigados a seguir paralelos entre si e paralelos à linha de costa e os entendidos gastam menos palavrório que eu para explicar a mesma coisa e dizem simplesmente que se trata de drenagem em treliça. Nossos rios, coitados, mesmo estando a poucas centenas de metros do mar ficam submetidos ao castigo de caminhar quilômetros e quilômetros e para se vingar andam bem devagar, transbordam a toa e por qualquer coisa se entulham mormente quando a turma relaxada joga dentro pneu velho, colchão furado e fogão detonado alegando que assim procedem porque tais coisas supostamente o caminhão do lixo não leva. Na hora do alagamento o veranista sai fora, o morador efetivo se dana com água na rua e água dentro de casa, todos xingam as autoridades e logo aparece a mídia para fazer alarde como como se fôssemos nós os culpados. Um erro federal Culpa se houve, não sei, mas sou testemunha de uma seqüência de erros acumulados durante décadas. O primeiros deles foi um erro federal no sentido 5

6 estrito da palavra. O Poder central encetou entre nós, a partir da década de 1940 na esteira das obras de saneamento da baixada fluminense que tantos dividendos publicitários lhe haviam rendido uma grandiosa obra teoricamente destinada a resgatar a salubridade da região assolada por amarelão e malária e sempre assombrada com o espectro de um eventual retorno da temida e mortal febre amarela. Vieram homens, vieram máquinas pesadas e veio muita grana graúda o que tudo resultou na implantação do sistema de canais de draga de que até hoje dispomos o qual, como se vê, só não entra em colapso quando não chove. Onde foi que a boa turma antiga enfiou o pé na jaca? Foi na hora em que desenharam os canais de draga todos também paralelos à praia, Não perceberam o óbvio, não lhes entrou pelos olhos que os canais de draga precisam ser transversais, cruzando os antigos cordões de modo a far escoamento às águas. Meio século depois apareceu no firmamento do poder paranaense a figura de um planejador supostamente predestinado que prometeu redesenhar o litoral e que entretanto repetiu a mesmíssima bobagem só que desta vez em escala megalomânica: faria construir com dinheiro do Estado um gigantesco canal navegável que teria quarenta e cinco metros de largura por trinta e muitos quilômetros de comprimento igualmente todo ele paralelo à mesma linha de costa e que caso tivesse sido executado já estaria a esta hora mil vezes entulhado por falta de declividade. Faltaram olhos para enxergar que o canal navegável já existe, na pessoa de nosso poderoso e aprazível rio Guaraguaçu, o rio imenso feito por Deus sem custo para o contribuinte e por Ele mantido perenemente aberto de graça estará, talvez, seu único defeito. Alô Cheida, agora merecidamente Secretário de Estado e antes por quatro anos Prefeito da terceira maior metrópole da Região Sul do Brasil Alô turma valente das ONGs, alô SEMA & SEMAM, IAP, SUDERSA, SUREMA & Cia Alô Instituto de Engenharia! Há de existir dentre dez milhões de paranaenses, alguém sensível ao óbvio, alguém capaz de desenhar numa prancheta uns canais transversais à treliça da drenagem, para os aguaceiros e enxurradas que afogam nosso quadro urbano terem finalmente por onde seguir caindo no nosso poderoso Guaraguaçu que tem competência de sobra para dar conta deles. Então vai acontecer o maior dos milagres: o povo apreensivo e carrancudo vai de novo sorrir e voltará a louvar a Deus e sua obra, pois o homem, coroa da Criação, tem a mesma necessidade e o mesmo direito de qualquer bicho do mato de sobreviver e de tocar a vida cada qual a sua maneira, conforme sua espécie. E de procurar a sua felicidade. Os anjos digam Amem. e aí 6

7 Artur Barthelmess FOTO Nana nina não! Notaram como estou ficando fluvial? Só falo ultimamente em rio e em lagoa, em água boa que corre, em água malvada que não quer andar. Eu não era assim quando na década de 1960 me coube inaugurar, na qualidade de Presidente do Conselho Deliberativo da Fundação de Valorização do Litoral, o primeiro Posto de Saúde do então distrito de Matinhos. O Posto tinha soro antiofídico, foi montado pensando em picada de cobra. Hoje o pesadelo são as doenças chocadas nas águas paradas e nas cloacas públicas e particulares. Entrementes a praia atraiu como um imã, a população se adensou, multiplicou-se por vinte o número de contribuintes sem que se procedesse nestas quatro décadas, a alocação de recursos logísticos e financeiros adequados à manutenção do padrão sanitário. Não quero ensinar Padre Nosso a vigário, mas vi muita água passar nos nossos rios, mesmo naqueles rios que foram entrementes abolidos pela fúria dos loteamentos e peço licença ao leitor para dar aqui, sobre o assunto, meus modestos três recados: Recado à Sanepar Um só vibrião não transmite a cólera nem um exemplar de molusco a esquistossomose, como não faz verão uma andorinha solitária. A transmissão exige alta concentração do agente infectante, como ocorreria, por exemplo, se viesse a acontecer e disto Deus nos guarde, a contaminação pelo esgoto sanitário. O esgoto de Matinhos, depois de uma passagem quase simbólica por uma minúscula lagoa de decantação situada em meio a um loteamento em área densamente povoada, é lançado no próprio rio Matinhos que desemboca na praia junto ao centro da Cidade. Já nas várzeas do rio Guaraguaçu que também drena o Município a terra não se mede por lotes, conta-se ali ainda por alqueires, permitindo implantar a baixo custo quanta lagoa se queira. É rio imenso de embocadura remota, criado por Deus sem custo para o contribuinte e por Ele mantido perenemente aberto, apresenta imensa capacidade de biodigestão e um volume d água por si só suficiente para diluir os efluentes decantados tornando-os inofensivos. 7

8 Meninos, eu vi! Cada vez que chove um pouco mais os nossos balneários se afogam, as casas submergem, juntamente com as ruas (e as fossas). Motivo: foram atulhados no passado os rios que davam conta de seus recados. Conheci e muito o rio Caiobá que drenava o centro desse balneário e desembocava ali junto ao Morro do Boi, face Norte. A área valorizou-se o os interesses imobiliários falaram mais alto. O rio foi aterrado obrigando-se as águas a escoar quilômetro e meio mais ao sul, do outro lado de um talha-mar. Acontece que a bacia de um rio é feição geomorfológica ampla que não se limita ao leito fluvial propriamente dito. É toda uma depressão, toda uma baixada, formada em séculos e séculos de erosão e agradação e que conduz cada gota d água sempre em direção ao lugar onde fica o rio que lhe serve de eixo. Atulhado esse rio, sem terraplenar toda a extensão da bacia, a água da chuva obedece ao gradiente do terreno e, não mais encontrando o escoadouro antigo, enche a antiga bacia convertendo-a em imensa lagoa no meio da hoje densa ocupação predial urbana Recado ao Hospital N a S a dos Navegantes O curso d água que passa aí ao lado e que a gente nova no lugar conhece como sendo o Canal do Adão é, na verdade, rio antigo e sério. Chamava-se e ainda se chama nos mapas e nos documentos rio Guarituba. Tão poderoso que o mar em tempo algum jamais ousou tapar-lhe a boca. Guará é o nome da nossa ave-símbolo; i quer dizer água ou rio; tuba é sufixo abundancial. Guarituba, rio onde pululam as aves guará. Ou pululavam. Nasce o rio no bairro do Cabaraquara, atravessa o bairro do Tabuleiro e drena, só ele, historicamente, noventa porcento de toda da planície entre Caiobá e Matinhos e mais a encosta da Serra que a delimita. Uma empresa loteadora, seguindo planta do consagrado urbanista Barontini, desenhou, em lugar do antigo rio, um canal reto com cinco metros de largura que com essa largura consta da Planta merecidamente aprovada pela Prefeitura Municipal, ao tempo de Paranaguá. Cavou-se realmente ali um canal mas só para inglês ver. O canal que fizeram é em forma de V, tem, sim, quase cinco metros de largura mas só em cima, em baixo que é onde a águia corre tem lá seus oitenta centímetro de largura, se tanto. Resultado: nas enxurradas a água sobejante é obrigada a retroceder e bandear-se para outro canal que corre paralelo ao mar, do outro lado do asfalto, para finalmente então achar aquela mesma embocadura que fica atrás do talhamar e que já não dá conta das águas da bacia do antigo rio Caiobá aterrado. Só que no caso do Guarituba o aumento forçado de percurso já não é apenas quilômetro e meio, já são agora uns três quilômetros ou algo parecido. Água corre sim três quilômetros e corre até muito mais, mas só se lhe derem tempo. Em regime torrencial a água se revolta, encobre o asfalto, interrompe o tráfego e qualquer dia invade o nosso tão querido nosocômio municipal que lhe fica exatamente junto ao ponto mais estrangulado. Pai Nosso que estais no Céu: - digam os anjos desta vez nana-nina-não! 8

9 Artur Barthelmess FOTO Inventar por inventar, inventem a Metrópole Beiramar! Inventar não paga imposto, então mãos à obra, galera amiga, vamos inventar, e inventar grande. Se nossos municípios balneários se sentem fracos e pequenos perante as ressacas demolidoras que convertem nossas melhores praias em áreas de risco, se a recuperação custa dez vezes mais dinheiro que aquele que temos, não adianta chorar pitanga nem é caso de se guardar a viola no saco. Nem é hora de morrer de espanto quando nossos portos ficam assoberbados pelo aumento das exportações que lhes crescem por cima da cabeça. Audácia e arrojo nunca faltaram nestas plagas, desde o tempo da mineração do ouro, desde o tempo das guerras que obrigaram a construir na Ilha do Mel o forte de Nossa Senhora dos Prazeres cujo comandante, o Alferes Manoel Gomes de Marzagão veio morar na Mendanha e povoar nossa Prainha. Separados como estamos, cada um por si, sozinho com seu problema, somos uma coleção de varas finas. Quem sabe se, reunidos num grande feixe rijo a gente alcança visibilidade e consegue, outra vez, fazer Secretários ou até Ministros, eleger deputados ou senadores, granjear expressão cultural, social e política para que nossa voz ecoe até os guarás do Planalto e alcance as emas do Alvorada. A fórmula secreta A solução pode estar em consorciar os Municípios litorâneos paranaenses constituindo, sem prejuízo de sua autonomia, uma Região Metropolitana que poderia chamar-se, por exemplo, METROMAR - Região Metropolitana da Orla Marítima Paranaense. As malhas urbanas de nossas cidades em alguns casos desde já se tocam (chegando por vezes a quase sobrepor-se, como sucede com Pontal e Matinhos e por um triz não ocorre com Matinhos e Guaratuba. Os municípios a serem congregados são historicamente afins, contandose entre os mais antigos do Estado, gozam do mesmo clima, produzem os mesmos gêneros e têm em comum os mesmos problemas básicos viários, urbanísticos e de saneamento. Compartem, além disto, o magno problema de acolher uma população flutuante carreado pelo afluxo estacional de caminhões e carretas, pelo turismo histórico e balneário e agora também ecológico, fatores que, somados, quintuplicam nossa população que atinge na alta temporada perto de dois milhões de habitantes constituindo a segunda maior aglomeração urbana do Estado,apenas superada pela Região Metropolitana de Curitiba. 9

10 Encontram-se na área abrangida pela nova Região Metropolitana todos os portos marítimos paranaense, tanto pesqueiros quanto de cabotagem e longo curso. e é também aí que se concentra uma das maiores reservas de biodiversidade de todo o País. A situação reclama um Plano Diretor integrado que preveja o desenvolvimento sustentado da Região como um todo e equacione a infraestrutura necessária para aproveitar o extraordinário poder de atração que exercemos no âmbito nacional e internacional. Há também o objetivo político comum de mantermos em nossas mãos o repasse dos royalties sobre o petróleo e gás natural explorados off shore no mar patrimonial paranaense, já agora disputados por outros Estados que também não dormem no ponto, e de reivindicarmos unidos os outros royalties de que nunca tivemos notícia, aqueles que nos cabem sobre a geração de energia hidroelétrica na Serra do Mar nas usinas de Chaminé, Marumbi, Guaricana e Capivari- Cachoeira, todas situadas em nossos territórios, sem falar dos royalties ecológicos já previstos pela legislação. O vértice A Região a ser abrangida pelo planejamento regional integrado tem seu vértice no Pontal da Barra de Paranaguá, donde partem dois ramos com características especializadas: um colar de cidades históricas acompanha em sentido grosseiramente leste-oeste a baía de Paranaguá que é uma das mais profundas incisões da costa brasileira, enquanto outra faixa, aproximadamente norte-sul, contém em seqüência todas as nossas praias turísticas até a divisa com Santa Catarina. A circulação de bens e pessoas precisa planejar-se pensando tanto nas comunicações locais quanto nas grande rotas inter-regionais e interestaduais que ligam a Região à Serra Acima e ao interior do Continente bem como aos vizinhos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul e às repúblicas meridionais com as quais o intercâmbio turístico tem crescido exponencialmente e irá de novo crescer de vento em popa no que se recupere a economoa de nossa grande parceira a Argentina. Há por fim, mas não por último, o planejamento cultural, principiando por uma rede escolar integrada em cujo topo se encontrarão as Escola Técnicas e Faculdades e, coroando-as todas, a Universidade Metropolitana do Litoral pela qual há tanto tempo as populações anseiam. A Chave Mágica O efeito mágico mais imediato da integração aqui proposta estará, entretanto, na capacidade de assegurar desde logo o acesso aos cofres federais uma vez que já existe toda uma densa e bem nutrida rede de legislação que prioriza e privilegia as Regiões Metropolitanas do Pais enchendo-as de recursos maiúsculos que, no caso paranaense serão mais que justificados por nossa extraordinária contribuição exportadora, por nossa atração turística e pela riqueza energética de nosso pequeno, mas muito nosso, mar patrimonial -- e ainda, por sobremesa, pelo capricho que temos tido em preservar, melhor que alhures, a nossa fração da magnífica Mata Atlântica brasileira. 10

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