Nota bio-bibliográfica de MANUEL EMÍDIO GARCIA

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1 Nota bio-bibliográfica de MANUEL EMÍDIO GARCIA Nascido em Bragança no dia 6 de Janeiro de 1838, Manuel Emídio Garcia teve por progenitores Leonardo Manuel Garcia considerado e illustrado commerciante da mesma cidade 1 (o qual se encarregou de ministrar as primeiras letras ao filho) e D. Maria Emília Fortunata Garcia de Oliveira Furtado. Morreu em Lisboa a 15 de Outubro de Concluídos, no Liceu de Coimbra, os exames necessários, matricula-se na Faculdade de Direito desta cidade a 27 de Outubro de Após diversas demonstrações de mérito e estudo, bacharela-se (a 18 de Junho de 1860), licencia-se (em 24 de Julho de 1862), e, finalmente, defende tese de Doutoramento (no dia 27 de Julho do mesmo ano). Durante a licenciatura, colaborou no jornal Prelúdios Literários, frequentou as aulas do curso administrativo, e principiou a sobressair enquanto orador dotado (sobretudo nas assembleias reunidas no Instituto de Coimbra, do qual era Sócio Efectivo 2 ) 3. Alcançando, em Outubro de 1864, um dos lugares de professor substituto extraordinário da Faculdade, foi, no ano imediato, promovido a substituto ordinário. É nesse período (1864/865) que desempenha as funções de fiscal da Polícia Académica. Corria o ano de 1871 quando ascende a Catedrático. Encarregado da regência da cadeira de Direito Administrativo, só abandonará a docência desta disciplina em A sua passagem pelo magistério e Emídio Garcia, ao longo da sua vida, praticamente se dedicará apenas ao professorado 4 foi não só pioneira como muito debatida, enquanto arauto do Positivismo e do experimentalismo nos domínios das ciências sociais. Tal valeu-lhe quer rasgados elogios, quer violentas críticas. Dentre os primeiros, basta atentar na laudatória referência que lhe é feita por Inocêncio e Brito Aranha: Sendo um dos mais assiduos professores, deve-se-lhe uma profunda renovação no ensino. Foi elle o iniciador e propugnador do movimento experimentalista nas sciencias sociaes, já nas suas prelecções, já nos numerosos trabalhos publicados em varios periodicos e particularmente na Correspondencia de Coimbra, Partido do Povo e Positivismo. Ao dr. Garcia 1 Silva, Inocêncio Francisco da e Aranha, Brito ( ), Diccionario bibliographico portuguez, Imprensa Nacional-Casa da Moeda, Lisboa, tomo 16 (9º do Suplemento), Como frisam Inocêncio e Brito Aranha: Ainda estudante, especialmente no 4º e 5º anno, tornou-se o dr. Garcia muito notavel como orador em varias discussões scientificas no Instituto de Coimbra, do qual fora nomeado socio effectivo em 1859, discussões em que tomavam parte muitos cathedraticos da universidade. Ahi começou a adquirir a merecida reputação de orador espontaneo e eloquente, que depois foi confirmada não só em assembléas de caracter scientifico e litterario, mas tambem politico (...) Silva, Inocêncio Francisco da e Aranha, Brito ( ), o.cit., 179 e Cfr. Rodrigues, Manuel Augusto (dir.) (1992) Memoria Professorum Universitatis Conimbrigensis ( ), Vol. II, Arquivo da Universidade de Coimbra, Coimbra, 154 e 155; Silva, Inocêncio Francisco da e Aranha, Brito ( ), o.cit., 179 e sgts; Catroga, Fernando, Manuel Emídio Garcia, in Matos, A. Campos (coord) (1994), Dicionário de Eça de Queirós, Caminho, Lisboa; e, também, Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, vol. XII, Editorial Enciclopédia, Lisboa/Rio de Janeiro, Este professor da universidade nunca foi afastado do ensino para quaesquer comissões de caracter politico ou administrativo, nunca foi deputado nem exerceu algum cargo a não ser o magisterio; apenas (...) foi procurador á junta geral do districto de Coimbra (...). Silva, Inocêncio Francisco da e Aranha, Brito ( ), o.cit., 180 e sgts. 1

2 se tem attribuido, pois, com rasão, a larga propaganda de philosophia positiva em Portugal, ha vinte annos a esta parte. Como professor, tem mantido sempre nas suas aulas plena liberdade de discussão, concedendo aos seus alumnos a faculdade de pedir a palavra, e tem promovido e dirigido a publicação, por parte d elles, de eruditas dissertações sobre varios pontos interessantes dos differentes ramos da sciencia social. Tambem o devemos considerar como iniciador e renovador do moderno movimento scientifico da sciencia da criminalidade e direito penal entre nós, como attestam varios artigos publicados na Correspondencia de Coimbra em 1872 e 1873, a proposito da implantação do regimen penitenciario, e as suas prelecções na cadeira de direito penal em Por outro lado, no seio dos seus adversários ideológicos, avultaram o visconde de Algés e o Lente de Teologia Manuel Eduardo da Motta-Veiga que lhe fez alusão numa das suas afamadas Conferências na Sé Catedral de Coimbra 6. Contudo, e apesar da influência que exerceu no lançamento de um clima intelectual que dominaria a Faculdade até aos inícios do séc. XX, Manuel Emídio Garcia usava de um ensino disperso, pouco respeitador das matérias correspondentes à epígrafe do curso. Como diz Merêa, prestava-se à crítica de que nas suas aulas se ensinava tudo menos o que devia ser ensinado 7, valendo-se da autoridade de Comte e de outros coriféus da escola sociológica para compor o programa das mais variadas cadeiras. Referimos, já, ter tido Emídio Garcia escassa actividade em paralelo da que levou a cabo dentro dos muros da Universidade 8, limitando-se a mesma, 5 Id. Ibid. Aproveitam os autores o ensejo para incluir alguns excertos de jornais da época (na sua maioria conimbricenses) que acabam por se revelar verdadeiros panegíricos do biografado. Atente-se, exemplificativamente, no trecho publicado em Zumbidos - Chronica mensal (nº 1, 1880): O dr. Manuel Emygdio Garcia é um dos pensadores mais disciplinados, e ao mesmo tempo mais desconhecidos do nosso paiz. No meio do metaphysismo da nossa instrucção official, a sua propaganda dissidente de positivista destaca de um modo brilhante e honroso. O dr. Garcia combate elle só na sua cadeira a perniciosa corrente theologicomethaphysica da nossa educação intellectual officialisada nos programmas de instrucção publica. As suas prelecções claras, simples, feitas a toda a altura do saber contemporâneo numa linguagem technica, puramente scientifica, sem os rocócós da rethorica classica, são o contra veneno que neutralisa os effeitos perniciosos da educação conservadora, retrograda, ordeira, que nos ministra o ensino official do nosso paiz.. Ou, mesmo, o que sobre ele se escreva na Revista Scientifica e Litteraria (nº 1, Dez. 1880): O que elle faz é educar os espiritos juvenis na comprehensão justa e clara do verdadeiro methodo scientifico para que os seus trabalhos na investigação da verdade sejam profícuos, e oriental-os de fórma a que elles sejam uteis e prestadios na vida pratica, e saibam encarar lucidamente o mundo e a sociedade e compenetrar-se do que lhes impõem os seus deveres e os seus direitos. Desvia-os dos devaneios illusorios e perniciosos de uma meta physica esteril e de um sentimentalismo doentio, que foram a causa de haver falhado a geração que nos precedeu, e lança-os na estrada ampla e vasta que traça ao homem moderno a verdadeira philosophia. Quer emancipar a mocidade d esse falso ambiente suffocador e depressivo em que ella até aqui tem respirado. id., ibid., A qual acabou por constituir o início de uma polémica (espelhada em diversos periódicos de então) que, durante anos, congregou defensores de ambas as facções. 7 Cfr. Merêa, Paulo: Esboço de uma história da Faculdade de Direito. 2º período: , Boletim da Faculdade de Direito. Universidade de Coimbra, vol. XXIX (1953), Coimbra Editora, Importa, ainda, acrescentar, nesta sede, que foi Delegado da Faculdade de Direito ao Conselho Superior de Instrução Pública, onde tomou parte activa, pugnando pela dignificação do ensino secundário e universitário. 2

3 essencialmente, a ser co-fundador da Associação Liberal, e, sobretudo, a desempenhar o cargo de procurador à Junta Geral do Distrito de Coimbra enquanto representante dos concelhos de Góis e Pampilhosa. Aí defendeu com afinco a substituição da roda dos expostos por um hospício de abandonados dotado de um regulamento mais rígido, para além de propor variadas alterações estruturais daquele organismo da administração distrital. Por fim, aderiu à Academia Portuguesa de Ciências Jurídicas, integrando, na categoria de vogal, o respectivo comité central (o qual era encabeçado pelo respectivo fundador: Eduardo Alves de Sá) 9. A partir de 1880/881 10, Emídio Garcia passa a reger, na sua Escola, a cadeira de Direito Público, de que elabora o programa oficial (pedido pelo Ministério) quatro anos depois (1885). Manter-se-á nesse lugar 11 até 1890/891, ano em que são impressas as Lições a que faremos menção infra. Merêa descreve a sua acção na disciplina nos seguintes termos: Este professor adoptou as obras de BLUNTSCHLI 12, modificando todavia as ideias deste autor num sentido mais democrático 13. Em 1885 elaborou o Programa da 4ª cadeira, no quak resumiu essas ideias e que foi mais tarde adoptado como texto oficial. MANUEL EMÍDIO GARCIA, que primeiro foi catedrático de Direito Administrativo, foi, como já tivemos ensejo de dizer, o introdutor da corrente positivista no ensino jurídico. A sua actuação docente dirige-se toda à substituição do subjectivismo metafísico pelo espírito científico e à integração do direito na sociologia. (...) Por falta de lições não conseguimos haver à mão nenhuma sebenta desta época é-nos impossível dizer ao certo qual a parte do programa que o professor de facto versava. Sabe-se, porém, que ele utilizava a aula para fazer propaganda das suas ideias predilectas, dissertando eloquentemente acerca de COMTE, LITTRÉ, SPENCER, etc. e dando a conhecer as obras mais modernas que lhe chegavam do estrangeiro. A julgar pelos apontamentos dados à estampa por ALÍPIO CAMELO e ABEL DE ANDRADE que foram seus discípulos na 4ª cadeira, uma grande parte do tempo devia ser consagrada a preliminares sociológicos, tais como a teoria orgânica da sociedade e a divisão interna da sociologia. Em conclusão, e de acordo com o testemunho do já citado LARANJO, EMÍDIO GARCIA deve ter sido um professor com quem pouco se aprendia do assunto da cadeira. No entanto, teve um período de prestígio durante o qual actuou notavelmente sobre os 9 Chorão, Luís Bigotte (2002) O Periodismo Jurídico Português do Século XIX. Páginas de História da Cultura Nacional Oitocentista, temas portugueses, Imprensa Nacional-Casa da Moeda, Lisboa, 256. Refere, ainda, o mesmo autor alguma da contribuição de Emídio Garcia (cuja participação em jornais da época é vastíssima sendo mesmo director e redactor principal de alguns, como O Trabalho. Semanário Democrático, Correspondencia de Coimbra, O Partido do Povo, semanário, democrático, todos impressos em Coimbra) em periódicos de índole jurícica, designadamente no Jornal de Jurisprudencia (dirigido por Dias Ferreira) e na Revista Jurídica. Cfr. id., ibid., 164 e 269 e Já como Catedrático, Garcia rege a cadeira desde 1881/ Episodicamente, leccionou, também, neste período, Direito Criminal (em 1884). 12 Especifica, ainda, que se tratava das obras Théorie générale de l État, Le Droit Public e La Politique as quais, apesar de serem designadas como compêndio entre 1884/845 e 1890/891, não eram de aquisição obrigatória. 13 Numa orientação semelhante, atente-se em Marnoco e Sousa e José Alberto dos Reis: Adoptou os tractados de Bluntschili, traducção de Riedmatten Théorie générale de l État, Le droit public e La politique mas modificou as suas idêas, um pouco auctoritarias, num sentido rasgadamente democratico. cfr. Souza, Marnoco e Reis, Alberto dos (1907) A Faculdade de Direito e o seu ensino, França Amado, Coimbra, 25. 3

4 alunos, incutindo-lhes uma feição mental a um tempo positiva e liberal, com todos os corolários que estas palavras comportavam e que então encontravam aceitação incondicional na maioria da juventude académica. 14. No domínio do Direito Público, Emídio Garcia deixou as seguintes obras: Faculdade de Direito. Programma da 4ª cadeira para o curso respectivo ao anno lectivo de , Imprensa da Universidade, Coimbra, ; Apontamentos de algumas prelecções do dr. M. Emygdio Garcia no curso de sciencia politica e direito politico, colligidos pelos alumnos do mesmo curso, P.e A. Camello e Abel de Andrade, Typ. de Luiz Cardoso, Coimbra, ; Luis Cabral de Oliveira 14 Cfr. Merêa, Paulo (1953), o.cit., 110 a O Programa conheceu várias edições. Marnoco e Sousa e Alberto dos Reis caracterizam-no da seguinte forma: Este programma representa uma vasta concepção da sciencia politica, inspirada em criterios sociologicos, em grande parte originaes, sendo para lamentar unicamente que não chegasse a ser desenvolvido num livro que facilitasse a sua interpretação. Souza, Marnoco e e Reis, Alberto dos (1907), o.cit., 26. Merêa acrescenta: LARANJO, fundando-se neste programa, acentua o carácter federativo-descentralizador do pensamento de GARCIA É assim que, negando com COMTE, PROUDHON e outros, a soberania do povo, que julga teòricamente falsa e pràticamente irrealizável, mas a que atribui, como elemento crítico e como processo revolucionário, um alto valor histórico, de acção e influência demolidoras, ainda hoje necessárias e salutares, afirma a soberania do indivíduo, da família, da comuna, do município, da província, coordenadas no organismo mais vasto e complexo a nação que é o seu aparelho mais completo, localizando-se a função reguladora do seu exercício no governo. É assim que, na classificação das formas de Estado e de governo, indicando a de ARISTÓTELES, a de MONTESQUIEU e dos publicistas subsequentes a 1787 e as resultantes das constituições e leis fundamentais das nações da Europa e da América, afirma a inanidade científica actual e a inoportunidade da doutrina daqueles escritores e dos que os seguiram e copiaram, e conclui que existem, cientificamente, duas formas sociais: a unitária e a federativa; e duas formas de governo : governo centralizador ou centralista e governo descentralizador ou descentralista, o que é, atenuada a ideia política fundamental de PROUDHON. Dentro desta orientação, GARCIA abrangia na mesma condenação o individualismo e o estatismo puros, com o fundamento de que ambos deslocavam a personalidade individual da sua natural coordenação no Estado, e defendia um socialismo positivo ou científico fundado na cooperação. cfr. Merêa, Paulo (1953), o.cit., 110 e Merêa informa, acerca destas Lições: O Programa, na sua 3ª edição, remete para estes Apontamentos quando trata da definição e divisão interna da sociologia. id., ibid,., 112, nota 2. 4

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