ELABORAÇÃO DE UM RECURSO DE COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA PARA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS A CRIANÇAS NÃO-ORALIZADAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL

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1 ELABORAÇÃO DE UM RECURSO DE COMUNICAÇÃO ALTERNATIVA PARA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS A CRIANÇAS NÃO-ORALIZADAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Vanessa Calciolari Rigoletti Karen Regiane Soriano Camila Rodrigues Costa Iván Carlos Curioso Vílchez Instituição de origem dos autores: UNESP Marília/SP Eixo Temático: Comunicação alternativa Agência Financiadora: CNPq, PAEDEX Palavras-chave: Comunicação alternativa. Educação Infantil. Contação de histórias. 1. Introdução A linguagem é instrumento fundamental de comunicação humana, que permite expressar, emitir opiniões e participar no ambiente social. Através da linguagem o indivíduo tem a possibilidade de se inserir nas diversas situações sociais que promovem processos de interação e de desenvolvimento, como, por exemplo, a nível educacional (ZABOROSKI; OLIVEIRA, 2013). Assim como os mais diversos locais frequentados por crianças, na escola a linguagem e seu desenvolvimento ganham lugar de destaque. Nunes (2001) defende que a fala pode permitir ao aluno não somente a interação, mas a possibilidade de expressar desejo, vontade e intenção. Desde o período do seu nascimento a criança tem contato com diferentes formas de linguagem e, com o passar do tempo, espera-se que, entre outros aspectos relacionados ao desenvolvimento infantil, adquira linguagem verbal (SAMPAIO, 2003). Em alguns casos, há crianças que não desenvolvem a linguagem verbal ou que apresentam dificuldades para se comunicar, necessitando de outros recursos que possibilitem a comunicação e, por conseguinte, a interação com o outro e com o ambiente (DEL RÉ, 2006).

2 Deliberato (2013) destaca que o uso de sistemas de Comunicação Alternativa pode favorecer o acesso ao currículo escolar e as diferentes habilidades comunicativas de alunos que não possuem comunicação verbal estabelecida. Além disso, a autora alerta que para trabalhar com a linguagem e demais sistemas é necessário pensar no processamento das informações, principalmente no processamento visual e auditivo. Além de compreender as possibilidades de uso da Comunicação Alternativa, acredita-se na necessidade de serem desenvolvidos diferentes recursos que proporcionem ao aluno a realização de diferentes atividades. Nesta perspectiva, questiona-se: como elaborar um recurso utilizando a comunicação alternativa para contar a história Os três porquinhos para crianças não-oralizadas? Para responder a esta questão, este estudo tem como objetivo, primeiramente, descrever as etapas de elaboração de um recurso para contar a referida história a crianças não-oralizadas e, de maneira secundária, elaborar uma forma de reconto dessa história pela própria criança, sempre levando em conta o uso de Comunicação Alternativa e/ou Suplementar. 2. Aspectos metodológicos A história pré-estabelecida para a construção do recurso seguiu critérios previamente escolhidos com base nos estudos de Manzini e Deliberato (2004) e Herculiani (2007). Desta forma, podemos identificar as etapas desta construção da seguinte forma: a- Escolha do público-alvo a que se destinaria a construção e adaptação do recurso: Os pesquisadores definiram como público-alvo alunos da Educação Infantil que não possuíssem comunicação oral estabelecida, usuários ou não de sistemas de Comunicação Alternativa e/ou Suplementar. Essa escolha teve como base os estudos de Silva e Spinillo (2000), por tratar-se de um período da infância em que a criança inicia o contato com as histórias infantis, tão fundamentais para o desenvolvimento das mesmas. Neste sentido Von Tetzchner (1993) sugere que as crianças comecem a se expressar por meio da linguagem oral durante a primeira metade do segundo ano de vida. b- Escolha da história: Os pesquisadores procuraram estabelecer ligação entre uma história clássica da literatura infantil e a faixa etária escolhida como público-alvo desta construção, optando pela história Os Três Porquinhos, conhecida amplamente no universo infantil e presente em diversos momentos do desenvolvimento das crianças.

3 c- Adaptação da história: Para a construção do recurso foi necessária sua adaptação, pois representar a história através da Comunicação Alternativa e/ou Suplementar, segundo Deliberato (2013), requer cuidados quanto às informações escolhidas para esta reescrita. Todo o processo de adaptação da história passou por revisão criteriosa dos pesquisadores. A reescrita da história com o uso da Comunicação Alternativa foi realizada por meio de software específico, o AraWord (2011), software que consiste em um processador de texto pelo qual se permite que a informação escrita apareça de modo simultâneo com pictogramas. d- Seleção dos materiais: para a seleção dos materiais que seriam utilizados na confecção do recurso (tanto na parte de reescrita da história, quanto no que se refere à própria ilustração) os pesquisadores não apenas visaram o uso por crianças não-oralizadas, mas também por crianças públicos-alvo da Educação Especial em geral, bem como por crianças com desenvolvimento típico. Estes materiais, portanto, foram os mais diversificados, como: papéis de diferentes gramaturas e texturas, colas alto-relevo, E.V.A. de várias texturas e cores, velcro para o possível reconto da história, palitos de madeira, tinta, palha, entre outros. e- Proposta de reconto da história pela criança: a fim de possibilitar o reconto da história, todo o sistema de Comunicação Alternativa foi recortado e disposto separadamente na adaptação do recurso, colado com a utilização de velcro e, ao final da história em formato de livro, os pesquisadores deixaram um espaço apenas com a parte macia do velcro para utilização das imagens separadas em Comunicação Alternativa para o reconto da história. 3. Resultados e discussão Em se tratando da aprendizagem de crianças com dificuldades de comunicação e/ou sinalização, a Resolução n 02/01, que instituiu as Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica (BRASIL, 2001), estabelece que devem ser utilizadas linguagens e códigos aplicáveis e diferenciados dos demais alunos. No entanto, levando em consideração inicialmente a faixa etária do público-alvo do estudo, foi necessária uma adaptação da história, conforme o quadro 1 a seguir: Quadro 1 Reelaboração da escrita da história clássica infantil Os três porquinhos - ERA UMA VEZ 3 PORQUINHOS. - 1 PORQUINHO MORAVA EM UMA CASA DE PALHA. - 1 PORQUINHO MORAVA EM UMA CASA DE MADEIRA. - 1 PORQUINHO MORAVA EM UMA CASA DE TIJOLOS.

4 - UM DIA O LOBO MAU APARECEU E OS PORQUINHOS CORRERAM PARA AS SUAS CASAS. - O LOBO MAU CORREU PARA A CASA DE PALHA E ASSOPROU, ASSOPROU E ASSOPROU. - ATÉ QUE A CASA DE PALHA CAIU. - O PORQUINHO CORREU PARA A CASA DE MADEIRA PARA DE ESCONDER COM O IRMÃO. - O LOBO MAU CORREU PARA A CASA DE MADEIRA E ASSOPROU, ASSOPROU E ASSOPROU. - ATÉ QUE A CASA DE MADEIRA CAIU. - OS DOIS PORQUINHOS CORRERAM PARA A CASA DE TIJOLOS PARA SE ESCONDEREM COM O IRMÃO. - O LOBO MAU CORREU PARA A CASA DE TIJOLOS E ASSOPROU, ASSOPROU E ASSOPROU, - MAS A CASA DE TIJOLOS NÃO CAIU. - O LOBO MAU SUBIU NA CHAMINÉ, MAS OS PORQUINHOS COLOCARAM FOGO NA LAREIRA E O LOBO SE QUEIMOU. - O LOBO CORREU PARA A FLORESTA E NUNCA MAIS VOLTOU. - E OS PORQUINHOS BRINCARAM FELIZES PARA SEMPRE. Fonte: Elaboração dos autores. É importante ressaltar que adaptação da história foi realizada de acordo com a faixa etária do público-alvo. Já a adaptação com a utilização da Comunicação Alternativa, foi realizada com o apoio do software AraWord (2011), conforme a figura 1, a seguir: 1 PORQUINHO MORAVA EM UMA CASA DE PALHA. Figura 1: Sequência de uma das ilustrações da história em Comunicação Alternativa e/ou Suplementar. Fonte: Elaboração dos autores com a utilização do software AraWord (2011). 4. Conclusão. O objetivo deste trabalho não se encerra na elaboração do recurso que possibilitará ao aluno atuar efetivamente em seu ambiente escolar, em condições de equidade, mas visa ser um ponto de partida para que todos os envolvidos no processo de ensino e aprendizagem possam valorizar a diversidade e repensar as práticas que atendem a necessidade específica de cada criança. Desta forma, se faz necessário que o professor e os responsáveis pela criança compreendam que a Comunicação Alternativa é uma das possibilidades de se estabelecer uma comunicação mais funcional e assim possam proporcionar a esses alunos condições reais de acesso e permanência na escola. Enfim, vale ressaltar que a descrição da elaboração deste recurso de baixo custo pode ampliar as possibilidades de comunicação com crianças não-oralizadas.

5 Referências ARAWORD. Software livre. Versão Desenvolvido pela Universidade de Zaragoza. Disponível em: < Acesso em: 05 mar BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Diretrizes Nacionais para a Educação Especial na Educação Básica. Brasília: MEC/SEESP, p. DEL RÉ, A. Aquisição da linguagem: uma abordagem psicolinguística. São Paulo: Contexto, p. DELIBERATO, D. Comunicação alternativa na escola: possibilidades para o ensino do aluno com deficiência. In: ZABOROSKI, A. P.; OLIVEIRA, J. P. (Orgs.). Atuação da Fonoaudiologia na escola: reflexões e práticas. 1ed. Rio de Janeiro: WAK Editora, p HERCULIANI, C. E. Desenvolvimento de um software de autoria para alunos deficientes não-falantes nas atividades de contos e recontos de histórias f. Dissertação Mestrado em Educação, Universidade Estadual Paulista (Unesp), Faculdade de Filosofia e Ciências, Marília/SP, MANZINI, E. J.; DELIBERATO, D. Portal de ajudas técnicas para educação, capacitação e recreação da pessoa com deficiência física: recursos para comunicação alternativa. Secretaria de Educação Especial. Brasília: MEC/SEESP, p. NUNES, L. R. O. P. A comunicação alternativa para portadores de distúrbios da fala e da comunicação. In: MARQUEZINE; M. C.; ALMEIDA, M. A.; TANAKA, E. D. O. (Orgs.). Perspectivas multidisciplinares em Educação Especial II. Londrina: EDUEL, p SAMPAIO, F. S. Linguagem na Educação Infantil. Fortaleza: SEDUC, SILVA, M. E. L.; SPINILLO, A. G. A Influência de Diferentes Situações de Produção na Escrita de Histórias. Psicologia: Reflexão e Crítica, Porto Alegre, v. 13, n. 3, p , Disponível em: < Acesso em: 24 jul VON TETZCHNER, S. Desarrollo del lenguaje assistido. Infancia y Aprendizaje, v. 16, n. 64, p. 9-28, ZABOROSKI, A. P.; OLIVEIRA, J. P. Reflexões sobre os avanços da atuação do fonoaudiólogo na escola. In: ZABOROSKI, A. P.; OLIVEIRA, J. P. (Orgs.). Atuação da Fonoaudiologia na escola: reflexões e práticas. 1ed. Rio de Janeiro: WAK Editora, p

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