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1 Page 1 of 5 IMPOSTO DE RENDA PESSOA JURÍDICA CONSÓRCIO DE EMPRESAS Considerações Gerais 1. INTRODUÇÃO 2. PROIBIÇÃO PARA A FORMAÇÃO DE CONSÓRCIOS 3. PERSONALIDADE JURÍDICA E RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA 3.1. Principais Características do Consórcio 3.2. Entidade Líder 4. INSCRIÇÃO NO CNPJ 5. CONTRATO SOCIAL 5.1. Aprovação do Contrato de Consórcio 5.2. Arquivamento no Registro de Comércio 6. CONTABILIZAÇÃO 6.1 Guarda de Documentos e Livros 7. REGIME TRIBUTÁRIO 7.1 PIS/Pasep e Cofins 8. RETENÇÃO NA FONTE 8.1. Fornecimento de Bens e Serviços a Órgãos Públicos 9. DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS 10. DCTF e DACON 11. CONSÓRCIO DE EMPRESAS DO SIMPLES 12. MODELO BÁSICO DE CONTRATO SOCIAL 1. INTRODUÇÃO O consórcio de empresas consiste na associação de companhias ou qualquer outra sociedade, sob o mesmo controle ou não, que não perderão sua personalidade jurídica, para obter finalidade comum ou determinado empreendimento, geralmente de grande vulto ou de custo muito elevado, exigindo para sua execução conhecimento técnico especializado e instrumental técnico de alto padrão. A principal vantagem na constituição do consórcio de empresas reside do fato deste não possuir personalidade jurídica própria, nos termos do 1º, do artigo 278 da Lei das Sociedades por Ações, não sendo considerado contribuinte de quaisquer tributos que, nesta sistemática, incidirão unicamente no ingresso de receita nas pessoas consorciadas. Os principais tipos de consórcios são constituídos para: a) execução de grandes obras de engenharia; b) atuação no mercado de capitais; c) acordos exploratórios de serviços de transporte; d) exploração de atividades minerais e correlatas; e) atividades de pesquisa ou uso comum de tecnologia; f) licitações públicas. 2. PROIBIÇÃO PARA A FORMAÇÃO DE CONSÓRCIOS O artigo 278 da Lei nº 6.404/76 estabelece que as companhias e quaisquer outras sociedades, sob o mesmo controle ou não, podem constituir consórcio para executar determinado empreendimento. No entanto, fica proibida a formação de consórcio de empresas no caso de restringir a liberdade de comércio, tendo por objetivo a dominação do mercado, a eliminação da concorrência, ou o monopólio na obtenção de elevação de preço, perante a ilegalidade de tais finalidades (Lei nº 8.884/94). Incluem-se nos atos impeditivos da Lei nº 8.884/84, aqueles que visem a qualquer forma de concentração econômica, resultante em vinte por cento de um mercado relevante, ou em que qualquer dos participantes tenha registrado faturamento bruto anual no último balanço equivalente a R$ ,00 (quatrocentos milhões de reais). 3. PERSONALIDADE JURÍDICA E RESPONSABILIDADE TRIBUTÁRIA Conforme previsão do art. 278, 1º e 2º da Lei nº 6.404/76 o consórcio não tem personalidade jurídica própria, e as consorciadas somente se obrigam nas condições previstas no respectivo contrato, respondendo cada uma por suas obrigações, sem presunção de solidariedade, conforme a forma tributária de cada uma das consorciadas. A falência de uma consorciada não se estende às demais, subsistindo o consórcio com as outras contratantes, sendo os créditos que por ventura tiver a falida serão apurados e pagos na forma prevista no contrato de consórcio.

2 Page 2 of Principais Características do Consórcio É entidade criada com o objetivo comum para execução de determinado projeto, empreendimento ou prestação de serviço, sendo administrado pela empresa designada líder, devidamente denominada no contrato de consórcio e não se confundindo com grupos de sociedades Entidade Líder A entidade consorciada nomeada líder no contrato de consórcio é aquela responsável pela escrituração contábil e guarda dos livros e documentos comprobatórios das operações do consórcio, conforme os prazos legais. 4. INSCRIÇÃO NO CNPJ São obrigados a inscrever-se no CNPJ os consórcios constituídos na forma dos artigos 278 e 279 da Lei nº 6.404/76, conforme disposto no art. 11 da Instrução Normativa RFB nº 748, de 28 de junho de DOU de CONTRATO SOCIAL De acordo com o artigo 279 da Lei nº 6.404/76, o consórcio será constituído mediante contrato aprovado pelo órgão da sociedade competente para autorizar a alienação de bens do ativo permanente do qual constarão as seguinte formalidades conforme disposto na IN DNRC nº 74 de 1998: I - a designação do consórcio, se houver; II - o empreendimento que constitua o objeto do consórcio; III - a duração, endereço e foro; IV - a definição das obrigações e responsabilidades de cada sociedade consorciada, e das prestações específicas; V - normas sobre o recebimento de receitas e partilha de resultados; VI - normas sobre administração do consórcio, contabilização, representação das sociedades consorciadas e taxa de administração, se houver; VII - forma de deliberação sobre assuntos de interesse comum, com o número de votos que cabe a cada consorciado; VIII - contribuição de cada consorciado para as despesas comuns, se houver Aprovação do Contrato de Consórcio São competentes para aprovação do contrato de consórcio: I - nas sociedades anônimas: a) o Conselho de Administração, quando houver, salvo disposição estatutária em contrário; b) a assembléia geral, quando inexistir o Conselho de Administração; II - nas sociedades contratuais: os sócios, por deliberação majoritária; III - nas sociedades em comandita por ações: a assembléia geral Arquivamento no Registro de Comércio O contrato de consórcio, suas alterações e extinção serão arquivados na Junta Comercial do lugar da sua sede, devendo ser apresentada a seguinte documentação: I - Capa de Processo/Requerimento; II - contrato, alteração ou distrato do consórcio, no mínimo, em três vias, sendo pelo menos uma original; III - decreto de autorização do Presidente da República, no caso de consórcio de mineração; IV - comprovante de pagamento do preço do serviço: recolhimento estadual. O contrato do consórcio, suas alterações e extinção serão arquivados em prontuário próprio. 6. CONTABILIZAÇÃO A contabilidade do consórcio pode ser mantida em apartado, mas, ao final, vai integrar a contabilidade de cada uma das organizações consorciadas no que disser respeito à sua participação no contrato de consórcio. A falência ou insolvência de alguma das consorciadas não se estende às outra, mantendo-se o consórcio. O consórcio deverá manter registro contábil das operações em Livro Diário próprio, devidamente registrado, observando que o registro contábil das operações no consórcio deverá corresponder ao somatório dos valores das parcelas das pessoas jurídicas consorciadas, individualizado proporcionalmente à participação de cada consorciado no empreendimento, demonstrando a participação de cada consorciado no empreendimento.

3 Page 3 of 5 A escrituração das operações objeto do consórcio, relativas à participação das pessoas jurídicas consorciadas, deverá ser efetuada em suas respectivas contabilidades, em livros contábeis, fiscais e auxiliares próprios. 6.1 Guarda de Documentos e Livros Os livros utilizados para registro das operações do consórcio e os documentos que permitam sua perfeita verificação deverão ser mantidos pelo consórcio e pelas pessoas jurídicas consorciadas pelo prazo de decadência e prescrição estabelecidos pela legislação tributária. 7. REGIME TRIBUTÁRIO Como não tem personalidade jurídica, o consórcio não recolhe tributos. Quem o faz são as consorciadas, na razão de suas atividades e arrecadações, quando atuam pelo consórcio. Os impostos recolhidos na fonte serão objeto de contabilidade posterior de cada organização que o compuser, na forma que estiver descrito no contrato, compensando-se posteriormente por rateio entre as consorciadas. O regime tributário a que estão sujeitas as pessoas jurídicas consorciadas, será aplicado às receitas, custos, despesas, direitos e obrigações decorrentes das operações relativas às atividades dos consórcios, sendo que cada pessoa jurídica participante do consórcio deverá apropriar suas receitas, custos e despesas incorridos, proporcionalmente à sua participação no empreendimento, conforme documento arquivado no órgão de registro. A regra acima será aplicada ao tratamento tributário de cada consorciada, para efeito da determinação do lucro real, presumido ou arbitrado, e da base de cálculo da CSLL. O faturamento correspondente às operações do consórcio será efetuado pelas pessoas jurídicas consorciadas, mediante a emissão de Nota Fiscal ou Fatura próprios, proporcionalmente à participação de cada uma no empreendimento. Nas hipóteses autorizadas pela legislação do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação (ICMS), a Nota Fiscal ou Fatura poderá ser emitida pelo consórcio, observada a apropriação proporcional mediante a participação a que tem direito a empresa participante no consórcio. Devido ao controle das operações, o consórcio remeterá cópia da Nota Fiscal ou Fatura às pessoas jurídicas consorciadas, indicando na mesma as parcelas de receitas correspondentes a cada uma, para efeito de operacionalização da apropriação de suas receita, custos e despesas Obrigatoriamente, no histórico dos documentos fiscais, deverá ser incluída informação esclarecendo tratar-se de operações vinculadas ao consórcio. 7.1 PIS/Pasep e Cofins A Contribuição para o PIS/Pasep e para a Cofins, relativas às operações correspondentes às atividades dos consórcios será apurada pelas pessoas jurídicas consorciadas proporcionalmente à participação de cada uma no empreendimento, observada a legislação específica. Os créditos referentes à Contribuição para o PIS/Pasep e à Cofins não-cumulativas, relativos aos custos, despesas e encargos vinculados às receitas das operações do consórcio, serão computados nas pessoas jurídicas consorciadas, proporcionalmente à participação de cada uma no empreendimento, observada a legislação específica. Não será admitida a comunicação de créditos e débitos da Contribuição para o PIS/Pasep e para a Cofins entre pessoas jurídicas consorciadas ou entre os estabelecimentos destas. 8. RETENÇÃO NA FONTE As retenções na fonte, seja por serviços prestados a terceiros ou por ter tomado serviço de terceiros, deverá observar o seguinte critério: a) Nos pagamentos decorrentes das operações do consórcio sujeitos à retenção na fonte do imposto de renda, da CSLL, da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins, a retenção e o recolhimento devem ser efetuados em nome de cada pessoa jurídica consorciada, proporcionalmente à sua participação no empreendimento. b) Quando do recebimento de receitas decorrentes das operações do consórcio sujeitas à retenção do imposto de renda, da CSLL, da Contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins, a retenção deve ser efetuada em nome de cada pessoa jurídica consorciada, proporcionalmente à sua participação no empreendimento Fornecimento de Bens e Serviços a Órgãos Públicos

4 Page 4 of 5 No caso de pagamento a consórcio constituído para o fornecimento de bens e serviços, inclusive a execução de obras e serviços de engenharia, a retenção deverá ser efetuada em nome de cada empresa participante do consórcio, observando as regras disposta na IN SRF nº 480 de 2004, tendo por base o valor constante da correspondente nota fiscal de emissão de cada uma das pessoas jurídicas consorciadas. A empresa administradora deverá apresentar à unidade pagadora os documentos de cobrança, acompanhados das respectivas notas fiscais, correspondentes aos valores dos fornecimentos de bens ou serviços de cada empresa participante do consórcio. No caso de pagamentos por órgão público a consórcio formados entre empresas nacionais e estrangeiras, aplica-se a retenção do art. 1º da IN SRF nº 480 de 2004, às empresas nacionais e será aplicado o disposto no art. 29 desta mesma Instrução Normativa, às consorciadas estrangeiras. 9. DECLARAÇÃO DE RENDIMENTOS Os Consórcios de Empresas, não apresentam declaração de rendimentos, ainda que se encontrem inscritas no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica CNPJ por exigência legal ou que tenham seus atos constitutivos registrados em Cartório ou Juntas Comerciais. 10. DCTF e DACON Os consórcios constituídos na forma dos arts. 278 e 279 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, estão dispensadas de entrega da DCTF e do DACON, conforme IN SRF nº 590 de 2005, art. 5º, inciso V e IN RFB nº 786 de 2007, art. 5º, 1º, inciso II. 11. CONSÓRCIO DE EMPRESAS DO SIMPLES A Receita Federal, através do Comitê Gestor de tributação permitiu a criação de consórcio de empresas optantes pelo Simples Nacional, quando constituído unicamente por empresas optantes pelo Simples. O assunto foi abordado no Boletim Imposto de Renda nº 14 de 2008, na matéria CONSÓRCIO DE EMPRESAS - Normas Para as Empresas do Simples Nacional. 12. MODELO BÁSICO DE CONTRATO SOCIAL CONTRATO DE CONSÓRCIO DE EMPRESAS Contrato de Consórcio Empresarial que fazem (razão social ou denominação social da empresa 1)..., com sede na rua..., nº..., cidade..., Estado..., NIRE nº..., CNPJ nº..., neste ato representada pelo seu... (gerente ou diretor)... (nome completo e qualificação, com nº da carteira de identidade, órgão expedidor e nº do CPF e endereço), e (razão social ou denominação social da empresa 2)..., com sede na rua..., nº..., cidade..., Estado..., NIRE nº..., CNPJ nº..., neste ato representada pelo seu... (gerente ou diretor)... (nome completo e qualificação, com nº da carteira de identidade, órgão expedidor e nº do CPF e endereço) (poderá ser constituído por várias empresas, devendo elencar todas as participantes do consórcio) com a finalidade única de constituir um consórcio entre as empresas contratantes, que será regulado pelo que constar nas cláusulas seguintes: PRIMEIRA: O Consórcio terá a designação de... (denominação do consórcio, se houver). SEGUNDA: O presente Consórcio é formado para... (descriminar o empreendimento que será objeto), e sua duração será por... (Indicar o prazo, em meses ou anos, previstos para a conclusão do empreendimento). TERCEIRA: A administração central e geral será na rua..., nº..., na cidade de..., Estado..., onde também será seu foro jurídico, renunciando as partes, qualquer outro foro, por mais privilegiado que seja. QUARTA: O Consórcio será administrado pela consorciada... (citar o nome da consorciada), que designa o sr.... (nome completo e qualificação, com endereço, número do CPF e número e órgão expedidor da carteira de identidade), para representála em todos os atos administrativos, respondendo, inclusive, em juízo ou fora dele (citar ainda quais as demais atribuições e poderes da administração). QUINTA: As empresas consorciadas terão os seguintes desempenhos e obrigações a serem cumpridos durante a vigência do presente contrato: Compete à empresa... (citar a denominação ou razão social da empresa 1)... (definir suas obrigações e atribuições). Compete à empresa... (citar a denominação ou razão social da empresa 2)... (definir suas obrigações e atribuições). SEXTA: A receita dos serviços contratados será contabilizada da seguinte forma: (mencionar como será a emissão das notas fiscais, a forma de contabilização e qual a proporção da partilha do resultado, conforme previsões em legislação).

5 Page 5 of 5 SÉTIMA: As empresas consorciadas deverão pagar uma taxa a título de despesas de administração, equivalente a... (forma de contribuição, se houver) (ou, ainda, definir se haverá outras contribuições pela emissão de notas fiscais). OITAVA: As deliberações serão tomadas da seguinte forma: (determinar como serão as deliberações, o nº de votos atribuído a cada consorciado, etc.) NONA: (Outras normas ou regras a serem convencionadas, assim como previsão de prorrogação do prazo de existência, face a atraso no empreendimento, etc) E, por assim estarem certos e de pleno acordo, assinam o presente instrumento, em 3 (três) vias de igual teor e forma, assinado pelos representantes das consorciadas e por duas testemunhas instrumentais. Local e data Seguem-se as assinaturas. As testemunhas deverão assinar sobre seus nomes legíveis e com o número e o órgão de expedição de suas carteiras de identidade. Fundamentação Legal: arts. 278 e 279 da Lei nº de 1976; IN DNRC nº 74 de 1998; Lei nº de 1984; IN SRF nº 480 de 2004; IN SRF nº 590 de 2005, art. 5º, inciso V e IN RFB nº 786 de 2007, art. 5º, 1º, inciso II. Julio Cesar - Consultoria Federal

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