Materiais / Materiais I. Guia para Trabalho Laboratorial

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Materiais / Materiais I. Guia para Trabalho Laboratorial"

Transcrição

1 Materiais / Materiais I Guia para Trabalho Laboratorial ENSAIO DE DUREZA 1. Introdução A dureza de um material é uma propriedade mecânica que mede a resistência à deformação plástica (permanente). A dureza constitui uma manifestação do efeito combinado de várias propriedades mecânicas, como sejam o ponto de cedência, resistência à tracção, ductilidade, características de encruamento e características de desgaste 1. Esta propriedade pode ser determinada através de três tipos distintos de ensaio: penetração, ressalto e risco 1,. O ensaio de dureza por penetração é o mais utilizado para caracterização de materiais. Consiste no carregamento da amostra em estudo por um penetrador, perpendicularmente à superfície, durante um intervalo de tempo padrão. Depois de retirado o penetrador, é calculado um número de dureza empírico a partir da área da secção recta ou da profundidade da impressão. Os ensaios de dureza por penetração são classificados de acordo com o tipo de penetrador utilizado, sendo os mais comuns os ensaios Vickers e Rockwell. O número de dureza obtido a partir de cada um deles depende do material e geometria do penetrador e da força aplicada, sendo tanto mais elevado quanto menor a penetração sofrida e, portanto, quanto maior a dureza do material Ensaio de Dureza Rockwell As condições de realização do ensaio de dureza Rockwell de materiais metálicos encontram-se descritas na Norma NP 141 3, existindo dois tipos de penetradores normalizados: cone de com ângulo de abertura de 10º ou esfera polida de aço temperado com diâmetro de ou 3,. Uma vez que são possíveis várias combinações geometria do penetrador/força aplicada, dependendo a escolha das propriedades do material a analisar, o número de dureza Rockwell (HR) deve ser seguido da letra correspondente à escala utilizada. No ensaio Rockwell o provete é submetido a uma pré-carga de 10kgf, seguida de uma segunda carga de 50, 90 ou 140 kgf. A aplicação da pré-carga visa garantir uma justaposição perfeita do penetrador à superfície a ensaiar, eliminando o efeito da rugosidade e de defeitos superficiais 3. A aplicação da segunda carga (carga complementar) provoca um acréscimo da profundidade de penetração. Esta profundidade não pode ser considerada como uma indicação da dureza do 1

2 material uma vez que, além de deformação plástica, inclui deformação elástica 1. Assim, numa terceira etapa do ensaio, a carga complementar é retirada mantendo-se a pré-carga, o que permite a recuperação elástica do material. O valor lido no mostrador do equipamento corresponde directamente ao número de dureza Rockwell do material e é calculado a partir do acréscimo remanescente da profundidade da penetração (e). A relação entre o número de dureza Rockwell e a profundidade de penetração e depende do tipo da escala de dureza utilizada (Tab. I). Tabela I. Relação entre o número de dureza Rockwell e a profundidade de penetração (e) 3. Escala de dureza Rockwell Número de dureza Rockwell A, C, D 100-e B, E, F, G, K 130-e Na Tabela II apresentam-se as diferentes escalas Rockwell, tipo de penetrador e carga correspondente e respectivas aplicações. Tabela II. Escalas de dureza Rockwell, forças correspondentes e campo de aplicação (adaptado,3,4 ). A pré-carga é de 10kgf em todas as escalas. Escala Penetrador Carga complementar (kgf) Carga total (kgf) Campo de aplicação A B C D E 3, F G H 3, K 3, Carbonetos, aço de cementação superficial (0 a 88 HRA) Ligas de cobre, aço macio, ligas de alumínio, ferro fundido maleável (0 a 100 HRB) Aço, ferro fundido branco, titânio (0 a 70 HRC) Aço de cementação profunda (40 a 77 HRD) Ferro fundido, ligas de alumínio e de magnésio (70 a 100 HRE) Ligas de cobre recozidas, metais macios em chapa (60 a 100 HRF) Bronzes, ferro fundido maleável, ligas de cobrezinco-níquel e cobre-níquel (30 a 94 HRG) Alumínio, chumbo, zinco (80 a 100 HRH) Metais macios, de modo geral (40 a 100 HRK)

3 1.. Ensaio de Dureza Vickers As condições de realização do ensaio de dureza Vickers de materiais metálicos encontram-se descritas na Norma NP O penetrador utilizado é uma pirâmide de com base quadrada, com ângulo de 136º entre faces opostas (Figura 1). O número de dureza Vickers (HV) é proporcional ao quociente entre a força aplicada e a área superficial da impressão (calculada a partir do comprimento das diagonais da penetração): Fsen(136 / ) HV = = d 0,1891F d onde F é a força aplicada [N] e d o comprimento médio das diagonais de impressão [mm]. É de referir que o comprimento das diagonais de impressão é medido através de um microscópio acoplado à máquina de dureza. A força aplicada pode variar entre 10N e 1000N. Obviamente, uma comparação de valores de dureza Vickers só é rigorosa se tiverem sido obtidos com forças de ensaio idênticas. (a) (b) Fig.1. Ensaio de dureza Vickers 5. (a) Geometria do penetrador α=136º. (b) Impressão da penetração (d 1 e d : diagonais de impressão). A dureza de um metal depende da facilidade com que se deforma plasticamente, pelo que pode ser relacionada com a sua resistência mecânica. No entanto, uma vez que os ensaios de dureza não se baseiam todos no mesmo tipo de medida e não medem uma propriedade bem definida do material, não existe uma relação de conversão universal de durezas. Ou seja, as conversões dureza-dureza e dureza-resistência mecânica existentes são determinadas empiricamente para cada material. 3

4 . Procedimento Experimental.1. Objectivo Compreensão do conceito de dureza de um metal e sua relação com a resistência mecânica do material. Manipulação de durómetros para determinação da dureza Rockwell B e Vickers do aço Ck45... Material e Equipamento - Amostra do aço Ck45 preparada no Trabalho nº3. - Durómetro EMCO M4U Durómetro OFFICINE GALILEO. ~.3. Método Experimental A superfície da amostra deve ser cuidadosamente limpa com acetona. A execução experimental deverá ser feita de acordo com as instruções de utilização de cada um dos durómetros. Efectue 5 ensaios segundo cada um dos métodos em estudo. Na realização de ensaios Rockwell, a força de ensaio deve ser mantida durante 10 a 15 segundos. A velocidade de aplicação da carga deve semelhante em todos os ensaios. A obtenção de resultados reprodutíveis implica ainda a observação dos seguintes cuidados: - A superfície da amostra a ensaiar deve ser lisa, plana e perpendicular ao penetrador. - A superfície da amostra deve encontrar-se seca e isenta de partículas estranhas, óxidos e lubrificantes. - O equipamento deve encontrar-se protegido contra choques e vibrações. - O penetrador e a superfície de suporte devem estar limpos e bem apoiados. - A espessura da amostra deve ser pelo menos 10 vezes superior à profundidade de penetração, de modo a não serem produzidas marcas no reverso da amostra. - O espaçamento entre cada impressão deve ser 3 a 5 vezes o diâmetro da penetração. 4

5 3. Questionário 1. Defina o conceito de dureza de um material.. Qual lhe parece ser a vantagem de avaliar a resistência mecânica de uma peça metálica através de ensaios de dureza em lugar de ensaios de tracção? 3. Compare os ensaios de dureza Vickers e Rockwell quanto às suas vantagens e desvantagens. 4. Qual a finalidade da aplicação de uma pré-carga no ensaio Rockwell? 5. Calcule o valor médio e o desvio-padrão de HV e HRB do aço Ck45 em estudo. 6. Compare os valores de dureza obtidos através de cada um dos métodos. (Utilize a tabela do equipamento para converter os números de dureza Vickers em HRB). 7. O fabricante a indica para o aço Ck45 o valor 98 HRB. Compare este valor com o valor médio obtido. Justifique possíveis discordâncias. 4. Bibliografia 1. EL WALIL, S. Materials Science and Engineering Lab Manual. Boston: PWS Publishing Company, LIMA, A. V., CASTRO, A. G. Ensaios e propriedades dos materiais. In Ciência e Tecnologia dos Materiais. Gondomar: Universidade de Trás-os-Montes e alto Douro, Norma Portuguesa NP 141 Materiais Metálicos. Ensaios de dureza. Ensaio Rockwell (escalas A-B-C-D-E-F-G-H-K). Lisboa: IPQ, AVNER, S. Introduction to Physical Metallurgy, nd ed. Auckland: McGraw-Hill, Norma Portuguesa NP Materiais Metálicos. Ensaios de dureza. Ensaio Vickers. Parte 1: HV5 a HV100. Lisboa: IPQ, a F. RAMADA, Aços e Indústrias, S. A. 5

Dureza Rockwell. No início do século XX houve muitos progressos. Nossa aula. Em que consiste o ensaio Rockwell. no campo da determinação da dureza.

Dureza Rockwell. No início do século XX houve muitos progressos. Nossa aula. Em que consiste o ensaio Rockwell. no campo da determinação da dureza. A UU L AL A Dureza Rockwell No início do século XX houve muitos progressos no campo da determinação da dureza. Introdução Em 1922, Rockwell desenvolveu um método de ensaio de dureza que utilizava um sistema

Leia mais

Tratamentos Térmicos 032905

Tratamentos Térmicos 032905 Tratamentos Térmicos 032905 Prof. José Eduardo Spinelli Técnico: Rover Belo Instável Transformação Normal + Fe 3 C TÊMPERA Transição REVENIDO Programa Analítico 1) Fornos e atmosferas, medidas e controle

Leia mais

DURÔMETROS ROCKWELL Séries HR-100 / 200 / 300 / 400

DURÔMETROS ROCKWELL Séries HR-100 / 200 / 300 / 400 Equipamentos para Ensaios de Dureza DURÔMETROS ROCKWELL Séries HR-100 / 200 / 300 / 400 Catálogo Nº FP-201-963 Uma linha completa com cinco modelos econômicos para ensaios em diferentes tipos de peças

Leia mais

ENSAIO DE DUREZA. F. Jorge Lino (Prof. Associado da FEUP/DEMEGI) Investigador do INEGI

ENSAIO DE DUREZA. F. Jorge Lino (Prof. Associado da FEUP/DEMEGI) Investigador do INEGI ENSAIO DE DUREZA F. Jorge Lino (Prof. Associado da FEUP/DEMEGI) Investigador do INEGI 1 INTRODUÇÃO A dureza define-se como sendo a resistência que um material oferece a sofrer uma deformação plástica na

Leia mais

Ensaio de Dureza. Propriedade utilizada na especificação de materiais

Ensaio de Dureza. Propriedade utilizada na especificação de materiais Ensaio de Dureza Propriedade utilizada na especificação de materiais Base de medida para: Resistência mecânica e ao desgaste Resistência ao corte em usinagem Tratamento térmico e tratamento mecânico Conceitos

Leia mais

Dureza Vickers. Vários pesquisadores tentaram encontrar uma solução para superar essas dificuldades.

Dureza Vickers. Vários pesquisadores tentaram encontrar uma solução para superar essas dificuldades. A UU L AL A Dureza Vickers Na aula anterior, você ficou sabendo que o ensaio de dureza Rockwell representou um avanço em relação ao ensaio Brinell, já que possibilitou avaliar a dureza de vários metais,

Leia mais

Materiais em Engenharia. Aula Teórica 7. Ensaios mecânicos (continuação dos ensaios de dureza, choque e dobragem)

Materiais em Engenharia. Aula Teórica 7. Ensaios mecânicos (continuação dos ensaios de dureza, choque e dobragem) Aula Teórica 7 Ensaios mecânicos (continuação dos ensaios de dureza, choque e dobragem) 1 ENSAIO VICKERS Processo Utiliza como penetrador uma pirâmide quadrangular em diamante, com um ângulo de abertura

Leia mais

DUREZA DE CORPOS SINTERIZADOS Por Domingos T. A. Figueira Filho

DUREZA DE CORPOS SINTERIZADOS Por Domingos T. A. Figueira Filho DUREZA DE CORPOS SINTERIZADOS Por Domingos T. A. Figueira Filho 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS. Como os corpos sinterizados são compostos de regiões sólidas e poros, os valores de macrodureza determinados pelos

Leia mais

Durômetro Portátil Digital

Durômetro Portátil Digital Durômetro Portátil Digital Para ensaios de dureza Rockwell (HRA - HRB - HRC), Brinell (HB), Vickers (HV), Shore (HS) e Leeb (HLD) Ensaio feito por impacto com esfera de carboneto de tungstênio Dispositivo

Leia mais

ENSAIOS MECÂNICOS Permitem perceber como os materiais se comportam quando lhes são aplicados esforços

ENSAIOS MECÂNICOS Permitem perceber como os materiais se comportam quando lhes são aplicados esforços ENSAIOS MECÂNICOS Permitem perceber como os materiais se comportam quando lhes são aplicados esforços Tipos Ensaios Destrutivos provocam a inutilização do material ensaiado Ensaios Não Destrutivos Ensaio

Leia mais

Processos de Fabrico. Ensaios de Dureza. A. M. Vasconcelos Lima

Processos de Fabrico. Ensaios de Dureza. A. M. Vasconcelos Lima Processos de Fabrico 1 É um dos ensaios mais comuns para avaliar e controlar as propriedades mecânicas dos materiais e dos processos tecnológicos. As aplicações destes ensaios incluem: Determinação da

Leia mais

ENSAIO DE DUREZA EM-641

ENSAIO DE DUREZA EM-641 ENSAIO DE DUREZA DEFINIÇÃO: O ensaio de dureza consiste na aplicação de uma carga na superfície do material empregando um penetrador padronizado, produzindo uma marca superficial ou impressão. É amplamente

Leia mais

UERJ CRR FAT Disciplina ENSAIOS DE MATERIAIS A. Marinho Jr

UERJ CRR FAT Disciplina ENSAIOS DE MATERIAIS A. Marinho Jr Tópico 05 ENSAIOS MECÂNICOS - DUREZA Parte A - Dureza Brinell Introdução A dureza de um material é uma propriedade difícil de definir, que tem diversos significados dependendo da experiência da pessoa

Leia mais

RESPOSTAS 1 - Quais são os dois tipos de penetradores encontrados no ensaio de Dureza Rockwell?

RESPOSTAS 1 - Quais são os dois tipos de penetradores encontrados no ensaio de Dureza Rockwell? RESPOSTAS 1 - Quais são os dois tipos de penetradores encontrados no ensaio de Dureza Rockwell? Os penetradores utilizados na máquina de ensaio de dureza Rockwell são do tipo esférico (esfera de aço temperado)

Leia mais

Certificado de Qualificação Metrológica para Laboratórios de Ensaio e Calibração da Cadeia Automotiva

Certificado de Qualificação Metrológica para Laboratórios de Ensaio e Calibração da Cadeia Automotiva Certificado de Qualificação Metrológica para Laboratórios de Ensaio e Calibração da Cadeia Automotiva CERTIFICADO: Nº 014/2012 A Rede Metrológica do Estado de São Paulo qualifica o Laboratório de Calibração

Leia mais

ENSAIO DE DUREZA EM-641

ENSAIO DE DUREZA EM-641 ENSAIO DE DUREZA DEFINIÇÃO: Dureza é a resistência à deformação permanente Aplicação de uma carga na superfície da peça com um penetrador padronizado Características da marca de impressão (área ou profundidade)

Leia mais

MANUAL DE OPERAÇÃO DUROMETRO DE BANCADA MARCA: ASIMETO COD

MANUAL DE OPERAÇÃO DUROMETRO DE BANCADA MARCA: ASIMETO COD MANUAL DE OPERAÇÃO DUROMETRO DE BANCADA MARCA: ASIMETO COD. 640-01-0 INDICE I. Introdução... 3 1. Informações gerais...3 2. Princípio do Teste...3 3. Capacidade de aplicação...4 4. Parâmetros técnicos...4

Leia mais

DURÔMETRO DE BANCADA ROCKWELL CÓDIGO ISH-R150

DURÔMETRO DE BANCADA ROCKWELL CÓDIGO ISH-R150 DURÔMETRO DE BANCADA ROCKWELL CÓDIGO ISH-R150 penetrador Mesa plana Ø60mm uso da mesa Seletor da força de ensaio Mesa plana Ø15Omm Aplicação da força Mesa prismática Escalas de ensaio Rockwell Força de

Leia mais

PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS MATERIAIS PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS MATERIAIS

PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS MATERIAIS PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS MATERIAIS PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS MATERIAIS Professor: Anael Krelling 1 2 3 ENSAIO DE TRAÇÃO PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS MATERIAIS 4 5 σ σ max σ rup σ esc ε 6 Força Área inicial da seção transversal Kgf/mm 2 N/mm

Leia mais

Bibliografia. ABENDE. Curso básico de ultra-som. São Paulo, s/d. ABENDE. Líquidos penetrantes (apostila). São Paulo, s/d.

Bibliografia. ABENDE. Curso básico de ultra-som. São Paulo, s/d. ABENDE. Líquidos penetrantes (apostila). São Paulo, s/d. Acesse: http://fuvestibular.com.br/ Bibliografia ABENDE. Curso básico de ultra-som. São Paulo, s/d. ABENDE. Líquidos penetrantes (apostila). São Paulo, s/d. ABENDE. Partículas magnéticas (apostila). São

Leia mais

informações técnicas

informações técnicas informações técnicas www.tdc-tools.com.br brocas helicoidais em metal duro brocas helicoidais em metal duro sem cobertura din 338 ref mcd 001 velocidade de corte (vc)para broca metal duro - base din 338

Leia mais

PROPRIEDADES MECÂNICAS V

PROPRIEDADES MECÂNICAS V INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA PROGRAMA DE CIÊNCIA DOS MATERIAIS PROPRIEDADES MECÂNICAS V Propriedades dos Materiais Ten Cel Sousa Lima, D. C. SUMÁRIO Dureza Fatores de projeto/segurança Durômetro Rockwell

Leia mais

Catálogo 2016/2017. RÖNTGEN Mais de 100 anos de experiência em melhoria de qualidade - inigualável! WWW.ROENTGEN-SAW.COM

Catálogo 2016/2017. RÖNTGEN Mais de 100 anos de experiência em melhoria de qualidade - inigualável! WWW.ROENTGEN-SAW.COM Catálogo 2016/2017 RÖNTGEN Mais de 100 anos de experiência em melhoria de qualidade - WWW.ROENTGEN-SAW.COM inigualável! CONTEÚDO A COMPANHIA MAIS DE 100 ANOS DE EXPERIÊNCIA 04 TECNOLOGIA DENTIÇÃO 06 TRAVAMENTOS

Leia mais

Dureza Brinell. Entretanto, a dureza de um material é um conceito relativamente complexo de definir, originando diversas interpretações.

Dureza Brinell. Entretanto, a dureza de um material é um conceito relativamente complexo de definir, originando diversas interpretações. A UU L AL A Dureza Brinell Ao escrever a lápis ou lapiseira, você sente com facilidade a diferença entre uma grafite macia, que desliza suavemente sobre o papel, e uma grafite dura, que deixa o papel marcado.

Leia mais

Principais propriedades mecânicas

Principais propriedades mecânicas Principais propriedades mecânicas Resistência à tração Elasticidade Ductilidade Fluência Fadiga Dureza Tenacidade,... Cada uma dessas propriedades está associada à habilidade do material de resistir às

Leia mais

PATOLOGIA E INSPECÇÃO ESTRUTURA METÁLICA

PATOLOGIA E INSPECÇÃO ESTRUTURA METÁLICA PATOLOGIA E INSPECÇÃO DE CONSTRUÇÕES EM ESTRUTURA METÁLICA 1/305 CAPÍTULO 3 TÉCNICAS 2/305 1 Sub-capítulos: 3.1 Introdução 3.3 Conclusões do capítulo 3/305 3.1 Introdução 4/305 2 3.1 Introdução Durante

Leia mais

TECNOLOGIA DOS MATERIAIS

TECNOLOGIA DOS MATERIAIS TECNOLOGIA DOS MATERIAIS Aula 6: Propriedades Mecânicas Ensaios Propriedades de Tração Dureza CEPEP - Escola Técnica Prof.: Propriedades Mecânicas dos Materiais Muitos materiais, quando em serviço, são

Leia mais

TM229 Introdução aos Materiais ENSAIOS MECÂNICOS Prof. Adriano Scheid Capítulos 6 e 8 - Callister

TM229 Introdução aos Materiais ENSAIOS MECÂNICOS Prof. Adriano Scheid Capítulos 6 e 8 - Callister TM229 Introdução aos Materiais ENSAIOS MECÂNICOS Prof. Adriano Scheid Capítulos 6 e 8 - Callister Introdução: Propriedades mecânicas indicam o comportamento dos materiais quando sujeitos a esforços de

Leia mais

Tratamentos Térmicos

Tratamentos Térmicos Tratamentos Térmicos 03290-5 Notas de aula: http://www.dema.ufscar.br/wjbotta/ γ Instável Transformação Normal α + Fe 3 C TÊMPERA Μ Transição REVENIDO Programa 1) Fornos e atmosferas, medidas e controle

Leia mais

Materiais / Materiais I. Guia para Trabalho Laboratorial IDENTIFICAÇÃO DE MATERIAIS SÓLIDOS ATRAVÉS DA DENSIDADE

Materiais / Materiais I. Guia para Trabalho Laboratorial IDENTIFICAÇÃO DE MATERIAIS SÓLIDOS ATRAVÉS DA DENSIDADE Materiais / Materiais I Guia para Trabalho Laboratorial IDENTIFICAÇÃO DE MATERIAIS SÓLIDOS ATRAVÉS DA DENSIDADE 1. Introdução Os materiais para engenharia são convencionalmente classificados em cinco classes:

Leia mais

(nome do empreendimento) CADERNO DE ENCARGOS CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS Materiais e Elementos de Construção. (Cliente)

(nome do empreendimento) CADERNO DE ENCARGOS CONDIÇÕES TÉCNICAS ESPECIAIS Materiais e Elementos de Construção. (Cliente) 1.1. ÂMBITO Esta especificação refere-se ao Aço Perfilado para Estruturas Metálicas, e pretende descrever o material, fornecendo informações relativas às dimensões, características físicas e químicas e

Leia mais

DETERMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE ENCRUAMENTO POR MEIO DE ANÁLISE DE IMPRESSÃO EM ENSAIO DE DUREZA

DETERMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE ENCRUAMENTO POR MEIO DE ANÁLISE DE IMPRESSÃO EM ENSAIO DE DUREZA DETERMINAÇÃO DO COEFICIENTE DE ENCRUAMENTO POR MEIO DE ANÁLISE DE IMPRESSÃO EM ENSAIO DE DUREZA 1 OZORIO, Marcelo de Jesus Cevey 2 MACHADO, Joubert Alexandro 3 Meer, Marco Van Der Resumo O encruamento

Leia mais

Materiais em Engenharia. Aula Teórica 6. Ensaios mecânicos (continuação dos ensaios de tracção, ensaios de compressão e de dureza)

Materiais em Engenharia. Aula Teórica 6. Ensaios mecânicos (continuação dos ensaios de tracção, ensaios de compressão e de dureza) Aula Teórica 6 Ensaios mecânicos (continuação dos ensaios de tracção, ensaios de compressão e de dureza) 1 ENSAIO DE TRACÇÃO A partir dos valores da força (F) e do alongamento ( I) do provete obtêm-se

Leia mais

O irmão do aço. Obtendo o ferro fundido

O irmão do aço. Obtendo o ferro fundido O irmão do aço Na segunda aula deste módulo, quando nós estudamos a classificação dos materiais, você aprendeu que eles são divididos em dois grupos: os materiais ferrosos e os materiais não-ferrosos.

Leia mais

Ensaio de compressão

Ensaio de compressão A UU L AL A Ensaio de compressão Podemos observar o esforço de compressão na construção mecânica, principalmente em estruturas e em equipamentos como suportes, bases de máquinas, barramentos etc. Às vezes,

Leia mais

PROCESSO DE ESTAMPAGEM

PROCESSO DE ESTAMPAGEM PROCESSO DE ESTAMPAGEM ANISOTROPIA Os materiais sob a forma de chapas metálicas finas são em geral anisotrópicos, ou seja, possuem comportamento elasto-plásticos diferentes quando ensaiados em diferentes

Leia mais

Ferramentas diamantadas

Ferramentas diamantadas Ferramentas diamantadas Página 5 7 Página 8 14 Página 15 18 Página 19 22 Página 23 28 Bem-vindo! A história de nossa empresa, que tem mais de 50 anos de tradição e acumula a experiência de três gerações,

Leia mais

ENERGIA CINÉTICA AO LONGO DE UM PLANO INCLINADO

ENERGIA CINÉTICA AO LONGO DE UM PLANO INCLINADO ENERGIA CINÉTICA AO LONGO DE UM PLANO INCLINADO 1. Questão Problema Um carro encontra-se parado no cimo de uma rampa. Acidentalmente é destravado e começa a descer a rampa. Como se relaciona a energia

Leia mais

Medição Automática da Dureza Brinell utilizando Técnicas de Processamento e Análise de Imagem

Medição Automática da Dureza Brinell utilizando Técnicas de Processamento e Análise de Imagem Medição Automática da Dureza Brinell utilizando Técnicas de Processamento e Análise de Imagem João Manuel R. S. Tavares, Victor H. C. Albuquerque, Pedro P. R. Filho tavares@fe.up.pt www.fe.up.pt/~tavares

Leia mais

13/10/2009. Introdução Características gerais Etapas do Processo de Fabricação Geometria Vantagens Equipamentos Produtos

13/10/2009. Introdução Características gerais Etapas do Processo de Fabricação Geometria Vantagens Equipamentos Produtos 1 Introdução Características gerais Etapas do Processo de Fabricação Geometria Vantagens Equipamentos Produtos 2 1 = PUXAMENTO 3 Introdução: A trefilação é uma operação em que a matériaprima é estirada

Leia mais

3 MATERIAIS E MÉTODOS

3 MATERIAIS E MÉTODOS 40 3 MATERIAIS E MÉTODOS 3.1 MATERIAL O material utilizado para realização dos ensaios necessários para suportar este trabalho foi o aço baixa liga 2.1/4Cr 1Mo temperado e revenido, conforme especificação

Leia mais

7 Technological Constraints. est of tructural dhesives. connections. resistance. high

7 Technological Constraints. est of tructural dhesives. connections. resistance. high Oct. >> Dec. Jan. >> Apr. Apr. >> Sep. 7 Technological Constraints est of tructural dhesives high connections resistance 1 INTRODUÇÃO E OBJECTIVOS... 82 1.1 COLAGEM COM ADESIVOS ESTRUTURAIS... 82 2 ESTUDO

Leia mais

consiste em forçar a passagem de um bloco de metal através do orifício de uma matriz mediante a aplicação de pressões elevadas

consiste em forçar a passagem de um bloco de metal através do orifício de uma matriz mediante a aplicação de pressões elevadas consiste em forçar a passagem de um bloco de metal através do orifício de uma matriz mediante a aplicação de pressões elevadas é o processo em que a peça é empurrada contra a matriz conformadora, com redução

Leia mais

ANÁLISE DE ENSAIOS DE DUREZA BRINEL E ROCKWELL EM CORPO DE PROVA

ANÁLISE DE ENSAIOS DE DUREZA BRINEL E ROCKWELL EM CORPO DE PROVA ANÁLISE DE ENSAIOS DE DUREZA BRINEL E ROCKWELL EM CORPO DE PROVA Evandro Bertoldi, evandro.bertoldi@unijui.edu.br 1 1 UNIJUÍ, Av. Gomercindo Saraiva, 1066, Centro, Saldanha Marinho, CEP 98250-000, RS,

Leia mais

Aula 7 - Ensaios de Materiais

Aula 7 - Ensaios de Materiais Aula 7 - Ensaios de Materiais Tecnologia dos Materiais II Prof. Lincoln B. L. G. Pinheiro 23 de setembro de 2010 1 Ensaios de Dureza A dureza é uma propriedade mecânica que mede a resistência do material

Leia mais

BROCA PARA APLICAÇÃO UNIVERSAL DE ALTA PERFORMANCE MAIS QUE PRODUTOS. PRODUTIVIDADE.

BROCA PARA APLICAÇÃO UNIVERSAL DE ALTA PERFORMANCE MAIS QUE PRODUTOS. PRODUTIVIDADE. BROCA PARA APLICAÇÃO UNIVERSAL DE ALTA PERFORMANCE MAIS QUE PRODUTOS. PRODUTIVIDADE. BROCAS ALTA DURABILIDADE E DESEMPENHO ESTÁVEL EM UMA AMPLA GAMA DE MATERIAIS. Conheça suas características: TRATAMENTO

Leia mais

EXERCÍCIOS SOBRE TRATAMENTOS TÉRMICOS DAS LIGAS FERROSAS

EXERCÍCIOS SOBRE TRATAMENTOS TÉRMICOS DAS LIGAS FERROSAS EXERCÍCIOS SOBRE TRATAMENTOS TÉRMICOS DAS LIGAS FERROSAS 1. Em que consiste, de uma maneira geral, o tratamento térmico? R: Alterar as microestruturas das ligas metálicas e como conseqüência as propriedades

Leia mais

Dureza de materiais metálicos

Dureza de materiais metálicos Dureza de materiais metálicos Podemos considerar a dureza de um material de engenharia como sendo a propriedade mecânica de resistir à penetração ou riscamento na sua superfície. No caso dos materiais

Leia mais

Nº 00 Imperador. Cocinas a leña. Descripción

Nº 00 Imperador. Cocinas a leña. Descripción - de ferro fundido polida tamanho 42 x 45 cm - Varão de proteção da chapa em - de ferro fundido polida tamanho 42 x 45 cm - Varão de proteção da chapa em - de ferro fundido polida tamanho 42 x 45 cm -

Leia mais

Carboneto de Tungstênio

Carboneto de Tungstênio Carboneto de Tungstênio Revestimento altamente resistente à abrasão, erosão e desgaste por deslizamento em baixa temperatura. Não recomendável para ambientes corrosivos. Exaustores, eixos de bombas, roscas

Leia mais

MÁQUINA UNIVERSAL DE ENSAIO HIDRÁULICA

MÁQUINA UNIVERSAL DE ENSAIO HIDRÁULICA Biopdi Equipamentos para ensaio de materiais Descrição MÁQUINA UNIVERSAL DE ENSAIO HIDRÁULICA 20kN VERSÃO DIDÁTICA São Carlos 2017 :: MÁQUINA UNIVERSAL DE ENSAIO HIDRÁUILICA 20kN - VERSÃO DIDÁTICA Figura

Leia mais

Figura 49 Dispositivo utilizado no ensaio Jominy e detalhe do corpo-de-prova (adaptado de Reed-Hill, 1991).

Figura 49 Dispositivo utilizado no ensaio Jominy e detalhe do corpo-de-prova (adaptado de Reed-Hill, 1991). INTRODUÇÃO AO ESTUDO DOS AÇOS SILVIO FRANCISCO BRUNATTO 81 2.3.3 TEMPERABILIDADE A temperabilidade de um aço pode ser entendida como a capacidade de endurecimento ou a capacidade que o aço possui de obter

Leia mais

COMPORTAMENTO E PROPRIEDADES DOS MATERIAIS

COMPORTAMENTO E PROPRIEDADES DOS MATERIAIS Capítulo 4 COMPORTAMENTO E PROPRIEDADES DOS MATERIAIS PROPRIEDADES FÍSICAS DENSIDADE APARENTE E DENSIDADE REAL A DENSIDADE APARENTE é a relação entre a massa do material e o volume total (incluindo o volume

Leia mais

Notas de Aula - Ensaio de Dureza

Notas de Aula - Ensaio de Dureza Notas de Aula - Ensaio de Dureza Disciplina: Ensaios de Materiais // Engenharia Mecânica - UEM 1 de abril de 2008 1 Introdução A dureza é a propriedade mecânica de um material apresentar resistência ao

Leia mais

Dureza Vickers do alumínio AA1050 a elevadas velocidades de deformação

Dureza Vickers do alumínio AA1050 a elevadas velocidades de deformação Dureza Vickers do alumínio AA1050 a elevadas velocidades de deformação Hugo Miguel Martins Santos Dissertação para obtenção do Grau de Mestre em Engenharia Mecânica Orientadores: Prof. Carlos Manuel Alves

Leia mais

A Tabela 2 apresenta a composição química do depósito do eletrodo puro fornecida pelo fabricante CONARCO. ELETRODO P S C Si Ni Cr Mo Mn

A Tabela 2 apresenta a composição química do depósito do eletrodo puro fornecida pelo fabricante CONARCO. ELETRODO P S C Si Ni Cr Mo Mn 3 Materiais e Procedimentos Experimentais 3.1 Materiais Utilizados Com o objetivo de se avaliar o efeito do Mn no comportamento do metal de solda depositado, foram produzidos experimentalmente pela CONARCO

Leia mais

Propriedades Mecânicas Fundamentais. Prof. Paulo Marcondes, PhD. DEMEC / UFPR

Propriedades Mecânicas Fundamentais. Prof. Paulo Marcondes, PhD. DEMEC / UFPR Propriedades Mecânicas Fundamentais Prof. Paulo Marcondes, PhD. DEMEC / UFPR Aspectos gerais da conformação Deformação Plástica: Aspectos fenomenológicos Curva x Limite de escoamento; Limite de resistência;

Leia mais

Curvas de resfriamento contínuo com diferentes taxas de resfriamento: Ensaio Jominy. Resultados: - Microestruturas diferentes; - Durezas diferentes.

Curvas de resfriamento contínuo com diferentes taxas de resfriamento: Ensaio Jominy. Resultados: - Microestruturas diferentes; - Durezas diferentes. Curvas de resfriamento contínuo com diferentes taxas de resfriamento: Ensaio Jominy Resultados: - Microestruturas diferentes; - Durezas diferentes. Efeito da seção da peça sobre a velocidade de resfriamento

Leia mais

CALIBRAÇÕES. Goniômetro º 04. Nível de Bolha até 20 mm/m 0,0029 mm/m (0,6") Nível Eletrônico até 20 mm/m 0,0029 mm/m (0,6")

CALIBRAÇÕES. Goniômetro º 04. Nível de Bolha até 20 mm/m 0,0029 mm/m (0,6) Nível Eletrônico até 20 mm/m 0,0029 mm/m (0,6) CALIBRAÇÕES DESCRIÇÃO DO SERVIÇO DIMENSIONAL INSTRUMENTOS E GABARITOS DE MEDIÇÃO DE ÂNGULO Goniômetro 360 00º 04 Nível Goniômetro 360 Nível de Bolha até 20 mm/m 0,0029 mm/m (0,6") Nível Eletrônico até

Leia mais

Influência do tempo e temperatura de nitretação a plasma na microestrutura do aço ferramenta ABNT H13

Influência do tempo e temperatura de nitretação a plasma na microestrutura do aço ferramenta ABNT H13 Influência do tempo e temperatura de nitretação a plasma na microestrutura do aço ferramenta ABNT H13 Leandro J. de Paula Mario Vitor Leite Amilton Sinatora 1 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 2. OBJETIVO 3. MATERIAIS

Leia mais

PRODUTOS DE COBRE METAIS APLICADOS. Laminados, barras/perfis e arames ELUMA, A MARCA DO COBRE

PRODUTOS DE COBRE METAIS APLICADOS. Laminados, barras/perfis e arames ELUMA, A MARCA DO COBRE PRODUTOS DE COBRE METAIS APLICADOS Laminados, barras/perfis e arames ELUMA, A MARCA DO COBRE O COBRE TRANSFORMA O MUNDO. A PARANAPANEMA TRANSFORMA O COBRE. A Paranapanema, líder e maior produtora brasileira

Leia mais

Universidade de Lisboa

Universidade de Lisboa Universidade de Lisboa Instituto Superior Técnico Ciência de Materiais 1º Teste (14. Abril.2014) Cotações Pergunta Cotação 1. (a) 0,50 1. (b) 0,50 1. (c) 0,50 1. (d) 0,50 2. (a) 0,50 2. (b) 0,50 2. (c)

Leia mais

ÍNDICE GERAL 1. SERRAS CIRCULARES HSS 1.1. CARACTERÍSTICAS DAS LÂMINAS E APLICAÇÃO 1.2. DURABILIDADE E CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DOS REVESTIMENTOS

ÍNDICE GERAL 1. SERRAS CIRCULARES HSS 1.1. CARACTERÍSTICAS DAS LÂMINAS E APLICAÇÃO 1.2. DURABILIDADE E CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS DOS REVESTIMENTOS A Sul Corte foi fundada em 21 de setembro de 1994 e é detentora de uma grande tradição no mercado metal mecânico. É especializada na fabricação de Serras Circulares em Aço Rápido HSS e Serras Circulares

Leia mais

RESOLUÇÃO. Universidade Técnica de Lisboa. Instituto Superior Técnico. Ciência de Materiais 1º Teste (21.Abril.2012)

RESOLUÇÃO. Universidade Técnica de Lisboa. Instituto Superior Técnico. Ciência de Materiais 1º Teste (21.Abril.2012) Universidade Técnica de Lisboa Instituto Superior Técnico Ciência de Materiais 1º Teste (21.Abril.2012) RESOLUÇÃO Pergunta Cotação 1. (a) 0,50 1. (b) 0,50 1. (c) 0,50 1. (d) 0,50 1. (e) 0,50 1. (f) 0,50

Leia mais

ESTAMPAGEM ESTAMPAGEM

ESTAMPAGEM ESTAMPAGEM ESTAMPAGEM Prof. M.Sc.: Anael Krelling 1 INTRODUÇÃO Estampagem consiste em todas as operações de corte e conformação de materiais metálicos planos, a fim de lhe conferir a forma e a precisão desejada,

Leia mais

ME-38 MÉTODOS DE ENSAIO ENSAIO DE COMPRESSÃO DE CORPOS-DE-PROVA CILÍNDRICOS DE CONCRETO

ME-38 MÉTODOS DE ENSAIO ENSAIO DE COMPRESSÃO DE CORPOS-DE-PROVA CILÍNDRICOS DE CONCRETO ME-38 MÉTODOS DE ENSAIO ENSAIO DE COMPRESSÃO DE CORPOS-DE-PROVA CILÍNDRICOS DE CONCRETO DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. S E NORMAS COMPLEMENTARES...

Leia mais

catálogo técnico Laminados cobre, latão e bronze

catálogo técnico Laminados cobre, latão e bronze catálogo técnico Laminados cobre, latão e bronze LAMINADOS DE COBRE Os materiais laminados são compostos por tiras e chapas, retas e/ ou e rolos, com diversas dimensões possíveis dentro de um limite de

Leia mais

UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA Campus RECIFE. Curso: Engenharia de Produção Disciplina: Materiais para Produção Industrial

UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA Campus RECIFE. Curso: Engenharia de Produção Disciplina: Materiais para Produção Industrial UNIVERSIDADE SALGADO DE OLIVEIRA Campus RECIFE Curso: Disciplina: Aula 1 PROPRIEDADES MECÂNICAS DOS METAIS POR QUÊ ESTUDAR? A determinação e/ou conhecimento das propriedades mecânicas é muito importante

Leia mais

TW102 TW202 TW302 MAIS QUE PRODUTOS. PRODUTIVIDADE.

TW102 TW202 TW302 MAIS QUE PRODUTOS. PRODUTIVIDADE. TW102 TW202 TW302 SOLUÇÕES PARA ALUMÍNIO E METAIS MALEÁVEIS TW102 DIN 338 (6xD) TW202 DIN 340 (10xD) TW302 DIN 1869/1 (15xD) Alta durabilidade Maior produtividade peças/hora Redução de paradas para reafiação

Leia mais

PROPOSTA DE ESCOPO PARA CALIBRAÇÃO ANEXO A. Norma de Origem: NIT-DICLA-005 Folha: 1 / 2 CALIBRAÇÕES

PROPOSTA DE ESCOPO PARA CALIBRAÇÃO ANEXO A. Norma de Origem: NIT-DICLA-005 Folha: 1 / 2 CALIBRAÇÕES Norma de Origem: NIT-DICLA-005 Folha: 1 / 2 Escala de Máquinas de Ensaio 2075 - Escalas de Máquina de Ensaios em Tração 2076 - Escalas de máquina de ensaios de impacto 2074 - Escalas de Máquina de Ensaios

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO PLANALDO DO DISTRITO FEDERAL

CENTRO UNIVERSITÁRIO PLANALDO DO DISTRITO FEDERAL 7. Propriedades Mecânicas dos Materiais As propriedades mecânicas de um material devem ser conhecidas para que os engenheiros possam relacionar a deformação medida no material com a tensão associada a

Leia mais

TREFILAÇÃO TREFILAÇÃO

TREFILAÇÃO TREFILAÇÃO TREFILAÇÃO Prof. M.Sc.: Anael Krelling 1 O processo de trefilação consiste em fazer passar o material através de uma ferramenta, utilizando-se uma força de tração aplicada na saída da matriz. Apesar das

Leia mais

MATERIAIS EM ENGENHARIA 2º Exame Ano lectivo 2013/2014 31 de Janeiro 11:30 horas

MATERIAIS EM ENGENHARIA 2º Exame Ano lectivo 2013/2014 31 de Janeiro 11:30 horas MATERIAIS EM ENGENHARIA º Exame Ano lectivo 013/014 31 de Janeiro 11:30 horas - Esta folha pode ser entregue juntamente com o exame. Aluno nº: Nome: - O EXAME É SEM CONSULTA. - NÃO É PERMITIDA A UTILIZAÇÃO

Leia mais

Processos Mecânicos de Fabricação. Conceitos introdutórios sobre usinagem dos metais

Processos Mecânicos de Fabricação. Conceitos introdutórios sobre usinagem dos metais UDESC Universidade do Estado de Santa Catarina FEJ Faculdade de Engenharia de Joinville Processos Mecânicos de Fabricação Conceitos introdutórios sobre usinagem dos metais DEPS Departamento de Engenharia

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DA EVOLUÇÃO DA MICRODUREZA VICKERS NO PROCESSO DE FORJAMENTO DE ALUMÍNIO

CARACTERIZAÇÃO DA EVOLUÇÃO DA MICRODUREZA VICKERS NO PROCESSO DE FORJAMENTO DE ALUMÍNIO CARACTERIZAÇÃO DA EVOLUÇÃO DA MICRODUREZA VICKERS NO PROCESSO DE FORJAMENTO DE ALUMÍNIO Diego Rodolfo Simões de Lima*, Charles Chemale Yurgel, Lirio Schaeffer Engº de Materiais, Pesquisador do Laboratório

Leia mais

Ciência dos materiais Aula 7. Profª Mª Patrícia Cristina Costa Ladeira

Ciência dos materiais Aula 7. Profª Mª Patrícia Cristina Costa Ladeira Ciência dos materiais Aula 7 Profª Mª Patrícia Cristina Costa Ladeira patricialadeira@aedu.com patricia.ladeira@yahoo.com.br Metais 2 Versáteis Mais de 70 na tabela periódica Inúmeras propriedades químicas,

Leia mais

Soldagem de manutenção II

Soldagem de manutenção II A UU L AL A Soldagem de manutenção II A recuperação de falhas por soldagem inclui o conhecimento dos materiais a serem recuperados e o conhecimento dos materiais e equipamentos de soldagem, bem como o

Leia mais

PROPRIEDADES MECÂNICAS I Fundamentos

PROPRIEDADES MECÂNICAS I Fundamentos INSTITUTO MILITAR DE ENGENHARIA PROGRAMA DE CIÊNCIA DOS MATERIAIS PROPRIEDADES MECÂNICAS I Fundamentos Propriedades dos Materiais Ten Cel Sousa Lima, D. C. SUMÁRIO Introdução Tensões e Deformações Ensaio

Leia mais

Rua do Manifesto, Ipiranga - São Paulo Fone: +55 (11) Brocas para Metal.

Rua do Manifesto, Ipiranga - São Paulo Fone: +55 (11) Brocas para Metal. www.irwin.com.br FURANDO METAL Antes de iniciar a operação, é recomendável demarcar com uma leve puncionada o ponto inicial de furação. Isto evitará que a broca escorregue quando iniciar a rotação. Utilize

Leia mais

MANCAIS AUTOLUBRIFICANTES

MANCAIS AUTOLUBRIFICANTES THECNOLUB LINHA DE PRODUTOS MANCAIS AUTOLUBRIFICANTES LIVRES DE MANUTENÇÃO ÍNDICE 1 THEC-AC Aço + bronze sinterizado poroso + PTFE + Pb 2 THEC-B Bronze + bronze sinterizado poroso + PTFE + Pb 3 THEC-4

Leia mais

Paquímetro. Paquímetro de Relógio. Paquímetro Digital. Paquímetro

Paquímetro. Paquímetro de Relógio. Paquímetro Digital. Paquímetro Paquímetro RESOLUÇÃO LEITURA COMP. (mm) COMP. (mm) TIPO CURSOR (mm) ÚTIL (mm) BOCA ORELHA GDM04025005 0.05 150 40 15 4 funções monobloco 34,87 GDM04045005 0.05 150 40 15 4 funções composto 27,88 Escala

Leia mais

Aula 10 - Laminação. Para ter acesso a esse material acesse:

Aula 10 - Laminação. Para ter acesso a esse material acesse: Aula 10 - Laminação Para ter acesso a esse material acesse: http://professores.chapeco.ifsc.edu.br/keli Classificação Processos de Fabricação Processos de Fabricação Com remoção de cavaco Sem remoção de

Leia mais

CONFORMAÇÃO PLÁSTICA LAMINAÇÃO

CONFORMAÇÃO PLÁSTICA LAMINAÇÃO CONFORMAÇÃO PLÁSTICA LAMINAÇÃO 1 DEFINIÇÃO Processo de fabricação por conformação plástica direta que consiste na passagem de um corpo sólido entre dois cilindros, de modo que sua espessura sofre diminuição,

Leia mais

Material para Produção Industrial Ensaio de Dureza

Material para Produção Industrial Ensaio de Dureza Material para Produção Industrial Ensaio de Dureza Prof.: Sidney Melo 8 Período 1 O que é Dureza Dureza é a propriedade de um material que permite a ele resistir à deformação plástica, usualmente por penetração.

Leia mais

ENSAIO DE IMPACTO UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CAMPUS DE GUARATINGUETÁ DEPARTAMENTO DE MATERIAIS E TECNOLOGIA

ENSAIO DE IMPACTO UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA CAMPUS DE GUARATINGUETÁ DEPARTAMENTO DE MATERIAIS E TECNOLOGIA ENSAIO DE IMPACTO Ana Carolina Rosifini Alves Claro carolina.rosifini@hotmail.com Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá, Departamento de Materiais e Tecnologia Turma 341 Resumo: O ensaio de impacto,

Leia mais

Ferramenta de corte progressiva

Ferramenta de corte progressiva Estampagem Conformação de chapas é definida como a transição de uma dada forma de um semi-acabado plano em uma outra forma. Os processos de conformação de chapas têm uma importância especial na fabricação

Leia mais

Informativo Técnico Nr Nitretação a Plasma (iônica) em ferramentas para Conformação a frio

Informativo Técnico Nr Nitretação a Plasma (iônica) em ferramentas para Conformação a frio Informativo Técnico Nr. 201-1 Nitretação a Plasma (iônica) em ferramentas para Conformação a frio A alternativa para aumento da qualidade e redução de custos Para os usuários de ferramentas de conformação

Leia mais

TERMODINÂMICA E TEORIA CINÉTICA

TERMODINÂMICA E TEORIA CINÉTICA UNIVERSIDADE DA MADEIRA 1. OBJECTIVOS TERMODINÂMICA E TEORIA CINÉTICA T8. Mecanismos de transmissão do calor Estudo do fenómeno de condução térmica. Determinação da condutividade térmica do vidro. Verificar

Leia mais

Universidade de Lisboa

Universidade de Lisboa Universidade de Lisboa Instituto Superior Técnico Ciência de Materiais Repescagem 1º Teste (02. Julho.2014 COTAÇÕES Pergunta Cotação 1. (a 0,50 1. (b 0,50 1. (c 0,50 1. (d 0,50 1. (e 0,50 1. (f 0,50 1.

Leia mais

FIEIRAS DE DIAMANTE E SUAS MÚLTIPLAS APLICAÇÕES

FIEIRAS DE DIAMANTE E SUAS MÚLTIPLAS APLICAÇÕES 1 2 FIEIRAS DE DIAMANTE E SUAS MÚLTIPLAS APLICAÇÕES 3 Administração do Grupo Esteves Introdução O Grupo Esteves é uma empresa global com mais de 100 anos de experiência na produção de fieiras para fios

Leia mais

Série 516. Especificações Exatidão: JIS 37506/DIN-861/ISO-3650

Série 516. Especificações Exatidão: JIS 37506/DIN-861/ISO-3650 Jogo de Blocos Padrão de Aço Feito de uma liga de alta qualidade, aço especial aliviado de tensão, de alta estabilidade e com grande poder aderente. Cuidadosamente temperados e lapidados, com arestas ligeiramente

Leia mais

Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz

Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Desgaste de órgãos ativos de máquinas e implementos agrícolas de preparo do solo: avaliação bibliográfica Claudemir Trevisan Dissertação

Leia mais

Deformação e Mecanismos de Endurecimento Metais DEMEC TM242-B Prof Adriano Scheid

Deformação e Mecanismos de Endurecimento Metais DEMEC TM242-B Prof Adriano Scheid Deformação e Mecanismos de Endurecimento Metais DEMEC TM242-B Prof Adriano Scheid Tensão Propriedades Mecânicas: Tensão e Deformação Deformação Elástica Comportamento tensão-deformação O grau com o qual

Leia mais

Argamassa de assentamento e revestimento de paredes e tetos - Caracterização reológica pelo método squeeze-flow

Argamassa de assentamento e revestimento de paredes e tetos - Caracterização reológica pelo método squeeze-flow Argamassa de assentamento e revestimento de paredes e tetos - Caracterização reológica pelo método squeeze-flow Rendering mortar for walls and ceilings Rheological evaluation by squeeze-flow Palavras-chave:

Leia mais

Ciência dos Materiais CM2

Ciência dos Materiais CM2 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS JOINVILLE CURSO DE TÉCNICO EM MECÂNICA INTEGRADO AO

Leia mais

Informações Técnicas Uso Orientativo

Informações Técnicas Uso Orientativo Parafusos série métrica conforme norma DIN ISO 9- CLASSE DE.. 0.9 2.9 4.6. < M6 > M6 () 67-9 HRB 2-9 HRB (2) 22-32 HRC 23-34 HRC 32-39 HRC 39-44 HRC TENSÃO TENSÃO TRAÇÃO MÍNIMA ESCOAMENTO (kgf/ 2 ) MÍNIMA

Leia mais

21º CBECIMAT - Congresso Brasileiro de Engenharia e Ciência dos Materiais 09 a 13 de Novembro de 2014, Cuiabá, MT, Brasil

21º CBECIMAT - Congresso Brasileiro de Engenharia e Ciência dos Materiais 09 a 13 de Novembro de 2014, Cuiabá, MT, Brasil SÍNTESE E CARACTERIZAÇÃO DE COMPÓSITOS DE MATRIZ METÁLICA DA LIGA AA2124 COM REFORÇO PARTICULADO DE NITRETO DE SILÍCIO ATRAVÉS DE TÉCNICAS DE METALURGIA DO PÓ O. O. Araujo Filho - Av. Arquitetura S/N Cidade

Leia mais

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE TUBOS DE AÇO INOXIDÁVEL AUSTENÍTICO COM

ESTUDO COMPARATIVO ENTRE TUBOS DE AÇO INOXIDÁVEL AUSTENÍTICO COM ESTUDO COMPARATIVO ENTRE TUBOS DE AÇO INOXIDÁVEL AUSTENÍTICO COM E SEM COSTURA TUBOS DE AÇO INOXIDÁVEL Aplicações: Praticamente todas as indústrias de processo; Componentes de veículos; Aplicações estruturais

Leia mais

CONJUNTO DE BASES PARA ESTAMPO E ACESSÓRIOS. polimold CATÁLOGO GERAL 2001

CONJUNTO DE BASES PARA ESTAMPO E ACESSÓRIOS. polimold CATÁLOGO GERAL 2001 CONJUNTO E BASES PARA ESTAMPO E ACESSÓRIOS polimold CATÁOGO GERA 1 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS - POIBASES Polibases disponíveis em aço SAE 10 ou outro material a sua escolha imensões máximas das placas com

Leia mais