O IPCG é uma associação de direito privado, sem fins lucrativos, constituída por tempo indeterminado.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O IPCG é uma associação de direito privado, sem fins lucrativos, constituída por tempo indeterminado."

Transcrição

1

2

3 O IPCG é uma associação de direito privado, sem fins lucrativos, constituída por tempo indeterminado. (Artigo 1º dos Estatutos) Criada em 2003, está dotada de meios próprios com uma estrutura organizativa muito flexível que privilegia o recurso à colaboração externa de especialistas nas várias áreas do conhecimento.

4 VISÃO: Promover a difusão das boas práticas do governo societário como instrumento incontornável para a eficiência económica, o crescimento sustentável e a estabilidade financeira, fundados num modelo recomendatório que perfilha a autorregulação.

5 MISSÃO: Constituir-se como um centro de reflexão de excelência para as matérias relacionados com o corporate governace, divulgando e debatendo ideias e conceitos sobre boas práticas do governo das sociedades e contribuindo para o reforço da ética, da accountability e da transparência na sua aplicação.

6 Código de Governo das Sociedades; Código de Governo das Entidades do Terceiro Sector; Recomendações para Empresas e Grupos Empresariais Familiares; Governança e Gestão de Sistemas de Informação; Código de Governo para os Sectores Público Empresarial e Empresarial Local; Responsabilidade Social Corporativa; Diversidade de Género.

7 O Governo das Sociedades O que é? Para que serve? E a quem serve?

8 Corporate governance is the system by which companies are directed and controlled. Cadbury Report The financial aspects of corporate governance 1 Dec 1992

9 A estrutura de governo das sociedades deve promover mercados transparentes e justos, assim como a alocação eficiente de recursos. Deve ser consistente com o estado de direito e apoiar a supervisão e aplicação eficazes. Princípios de Governo das Sociedades do G20 e da OCDE

10 Na formulação destes princípios, a OCDE tem por objetivo criar e consolidar um ambiente de confiança, transparência e responsabilidade, visando: - Fomentar o Investimento no Longo Prazo; - Incentivar a Estabilidade Financeira; - Promover a Integridade Empresarial.

11 PARA QUE SERVE O GOVERNO DAS SOCIEDADES? Promover o óptimo? A perspectiva pró-eficiência, de matriz económica Evitar o péssimo? A perspectiva anti-fraude, de matriz jurídica Atender aos tempos preferenciais de um e de outro

12 Para além destes planos, o económico e o jurídico, um novo passa a ser considerado: A ética o foco passa a ser a conduta do sujeito

13 E A QUEM SERVE O GOVERNO DAS SOCIEDADES? Apenas aos accionistas? Stakeholders ou partes relacionadas? O alargamento do âmbito e do universo dos tutelados traz complexidade acrescida ao Governo das Sociedades

14

15 Um Código de Governo deve observar os seguintes critérios e ser: Não dogmático ; Neutro relativamente a cada um dos modelos organizatórios (latino; monista (anglo-saxónico); dualista (germânico)) ; Fundado na regra do comply/explain, que salvaguarde um espaço real e útil para o explain;

16 Um Código de Governo deve observar os seguintes critérios e ser: Adaptável e flexível às realidades muito heterogéneas dos destinatários potenciais; Enquadrável nas orientações nucleares seguidas em ordenamentos jurídicos de referência.

17 Um Código de Governo deve assentar numa estrutura composta de : - Princípios, cujo objectivo é fixar uma base para a interpretação e a aplicação das recomendações; - Recomendações

18 As Recomendações devem centrar-se mais no como e não tanto no o quê ; As Recomendações devem deixar, em grande parte, o conteúdo ao critério da sociedade, impondo apenas o tratamento do assunto.

19 Porque one size doesn t fit all, o modelo que melhor acomoda estas soluções é a auto-regulação Atenção: Não implica menos rigor, antes exige mais co-responsabilidade.

20

21 Peso decisivo na Economia: Em Portugal, das empresas registadas, 80% são familiares. Da lista das 1000 maiores empresas portuguesas, as empresas familiares empregam 35% dos trabalhadores, realizam 29% das vendas totais e apuram 25% dos resultados.

22 Necessidades e Oportunidades dos Negócios Necessidades e Desejos da Família Controlo Carreiras Capital Conflito Cultura

23 Valores Visão Estratégia Investimento Governance Valores da Família Visão da Família Estratégia de Participação Capital Humano Acordos e e Reuniões de de Família Cultura da Empresa Visão da Empresa Estratégia da Empresa Capital Financeiro Conselho de de Administração Ações Empresariais

24

25 Não há inequívoca evidência empírica que aponte para que um melhor governo societário potencia o desempenho das empresas, medido por indicadores de mercado. Klein, Shapiro and Young, 2005 Dificuldade: Como avaliar um melhor governo societário?

26 Não obstante atributos de bom governo relativos à transparência, estrutura de propriedade, direitos dos acionistas, composição do board e remuneração dos executivos estão fortemente correlacionados com os ratings de crédito. Michael Bradley

27 Melhor governo societário tem forte probabilidade de melhorar o desempenho das empresas, através de uma gestão mais eficiente, de uma melhor afetação de recursos, de políticas laborais mais eficazes Claessens, 2006

28 Aspectos/questões a ter em conta: - Modelo de compliance; - Relações com os reguladores; - Investidores institucionais; - Responsabilidade social/ ética;

29 Instituto Português de Corporate Governance Edifício Victoria Av. da Liberdade, 196, 6.º andar Lisboa - Portugal Tel./Fax Skype: ipcg.portugal *

O IPCG é uma associação de direito privado, sem fins lucrativos, constituída por tempo indeterminado.

O IPCG é uma associação de direito privado, sem fins lucrativos, constituída por tempo indeterminado. O IPCG é uma associação de direito privado, sem fins lucrativos, constituída por tempo indeterminado. (Artigo 1º dos Estatutos) Criada em 2003, está dotada de meios próprios com uma estrutura organizativa

Leia mais

O DESENVOLVIMENTO. no X aniversário do IPCG. Pedro Maia DO CORPORATE GOVERNANCE EM PORTUGAL: Julho/2013

O DESENVOLVIMENTO. no X aniversário do IPCG. Pedro Maia DO CORPORATE GOVERNANCE EM PORTUGAL: Julho/2013 O DESENVOLVIMENTO DO CORPORATE GOVERNANCE EM PORTUGAL: no X aniversário do IPCG Pedro Maia Julho/2013 O impulso para a entrada do movimento de corporate governance (CG) em Portugal foi dado pela CMVM,

Leia mais

IPAI XX Conferência Anual Auditoria: Tendências Futuras Governo das Sociedades e Controlo de Risco

IPAI XX Conferência Anual Auditoria: Tendências Futuras Governo das Sociedades e Controlo de Risco Lisboa, 21 de novembro de 2013 I - Enquadramento Governo das Sociedades (Corporate Governance): Sistema de normas e práticas relacionadas com a estrutura de poderes decisórios e a gestão dos conflitos

Leia mais

Administradores não executivos Regime de responsabilidade

Administradores não executivos Regime de responsabilidade Administradores não executivos Regime de responsabilidade Pedro Rebelo de Sousa 17 de Novembro de 2011 1. Corporate Governance Corporate governance is the system by which companies are directed and controlled.

Leia mais

Corporate Governance. IX FÓRUM APCER 15 de Março de 2006

Corporate Governance. IX FÓRUM APCER 15 de Março de 2006 Corporate Governance IX FÓRUM APCER 15 de Março de 2006 1. Princípios de Bom Corporate Governance Os temas centrais do Corporate Governance (Governo Societário) nas instituições são: a SEPARAÇÃO DE PODERES

Leia mais

O green paper da Comissão Europeia sobre Corporate Governance As Grandes Opções

O green paper da Comissão Europeia sobre Corporate Governance As Grandes Opções sobre Corporate Governance As Grandes Opções Seminário O Bom Governo das Sociedades A Situação Nacional e Internacional Lisboa, 19 de Maio de 2011 Carlos Alves Introdução O que é o «Green Paper»? É um

Leia mais

Governo das Sociedades e Mercado de Capitais

Governo das Sociedades e Mercado de Capitais Instituto de Formação Bancária IFB The Portuguese Bank Training Institute Associação Portuguesa de Bancos 28 Setembro 2006 Seminário Governo das Sociedades e Mercado de Capitais Reforma Legislativa DMIF

Leia mais

Programa Anual de Desenvolvimento de Administradores não Executivos

Programa Anual de Desenvolvimento de Administradores não Executivos Programa Anual de Desenvolvimento de Administradores não Executivos A independência dos Administradores não Executivos: reflexões pessoais IPCG e INDEG - IUL Manuel Alves Monteiro 27 de Maio de 2014 1

Leia mais

A relevação de riscos e a informação financeira

A relevação de riscos e a informação financeira A relevação de riscos e a informação financeira Vitor Ribeirinho Head of Audit 29 de Maio de 2012 Disclaimer A informação contida neste documento é de natureza geral e não se aplica a nenhuma entidade

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO GESTÃO ESTRATÉGICA DA SUSTENTABILIDADE

PÓS-GRADUAÇÃO GESTÃO ESTRATÉGICA DA SUSTENTABILIDADE PÓS-GRADUAÇÃO GESTÃO ESTRATÉGICA DA SUSTENTABILIDADE 1 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. O novo contexto de negócios (48 horas) 2. Economia de Baixo Carbono (44 horas) 3. Governança, Responsabilidade Corporativa

Leia mais

Corporate Governance Questões Decorrentes do Quadro Legal

Corporate Governance Questões Decorrentes do Quadro Legal Corporate Governance Questões Decorrentes do Quadro Legal Boas Práticas nos Mercados Financeiros Ordem dos Economistas / IPCG Partilhamos a Experiência. 10 de Abril de 2012 Inovamos nas Soluções. 1 Índice

Leia mais

Governo das Sociedades. Corporate & Public Governance em Portugal em 2016: fragilidades decorrentes da soft law

Governo das Sociedades. Corporate & Public Governance em Portugal em 2016: fragilidades decorrentes da soft law Governo das Sociedades Corporate & Public Governance em Portugal em 2016: fragilidades decorrentes da soft law 15 de setembro de 2016 1 Introdução O quadro legal e regulatório existente e as entidades

Leia mais

PROTOCOLO COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS & INSTITUTO PORTUGUÊS DE CORPORATE GOVERNANCE

PROTOCOLO COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS & INSTITUTO PORTUGUÊS DE CORPORATE GOVERNANCE PROTOCOLO COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS & INSTITUTO PORTUGUÊS DE CORPORATE GOVERNANCE O governo das sociedades tem constituído, desde sempre, uma preocupação central da Comissão do Mercado

Leia mais

CORPORATE GOVERNANCE O DESENVOLVIMENTO DO CORPORATE GOVERNANCE EM PORTUGAL

CORPORATE GOVERNANCE O DESENVOLVIMENTO DO CORPORATE GOVERNANCE EM PORTUGAL CORPORATE GOVERNANCE O DESENVOLVIMENTO DO CORPORATE GOVERNANCE EM PORTUGAL Rui Leão Martinho 9 de Julho de 2013 INDÍCE Introdução Corporate Governance Princípios Corporate Governance em Portugal Estudo

Leia mais

GOVERNAÇÃO CORPORATIVA. Comissão do Mercado de Capitais 1

GOVERNAÇÃO CORPORATIVA. Comissão do Mercado de Capitais 1 GOVERNAÇÃO CORPORATIVA 1 GOVERNAÇÃO + CORPORATIVA CORPORATIVA: Empresa, Grupo, Entidade, Organização, Associação, ou até um Clube de Futebol Grupos de interesse: accionistas, gestão, empregados GOVERNAÇAO:

Leia mais

As Boas Práticas no Sector Financeiro e Corporate Governance. - Lisboa, Avenida da Liberdade, 196

As Boas Práticas no Sector Financeiro e Corporate Governance.  - Lisboa, Avenida da Liberdade, 196 As Boas Práticas no Sector Financeiro e Corporate Governance www.cgov.pt - Lisboa, Avenida da Liberdade, 196 contacto@cgov.pt 2 Índice Crise financeira e Governance As especificidades do sector financeiro

Leia mais

PALESTRA SOBRE GOVERNANÇA CORPORATIVA NO MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS

PALESTRA SOBRE GOVERNANÇA CORPORATIVA NO MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS PALESTRA SOBRE GOVERNANÇA CORPORATIVA NO MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS GOVERNANÇA CORPORATIVA ORIGENS Na primeira metade dos anos 90, em um movimento iniciado na Europa e nos Estados Unidos os acionistas

Leia mais

A Ouvidoria como Instrumento de Gestão. Visão Normativa. Brasília Abril/2016. Departamento de Regulação do Sistema Financeiro (Denor)

A Ouvidoria como Instrumento de Gestão. Visão Normativa. Brasília Abril/2016. Departamento de Regulação do Sistema Financeiro (Denor) A Ouvidoria como Instrumento de Gestão Visão Normativa Brasília Abril/2016 Departamento de Regulação do Sistema Financeiro (Denor) Atenção e zelo na oferta de produtos e serviços financeiros... Denor Departamento

Leia mais

TRANSPARÊNCIA DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS REFORMAS RECENTES E REFORMAS URGENTES

TRANSPARÊNCIA DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS REFORMAS RECENTES E REFORMAS URGENTES TRANSPARÊNCIA DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS REFORMAS RECENTES E REFORMAS URGENTES Fernando Teixeira dos Santos Presidente da CMVM Reformas recentes reformas urgentes 1 Sumário Introdução Medidas Recentes

Leia mais

OBJETIVO PÚBLICO-ALVO PROGRAMA

OBJETIVO PÚBLICO-ALVO PROGRAMA Curso de Auditoria Interna, Controle Interno e Gestão de Riscos carga-horária: 16 horas OBJETIVO Fornecer aos participantes o conhecimento básico e bases técnicas e práticas fundamentais para que possam

Leia mais

Governação Novo Código e Exigências da Função Auditoria

Governação Novo Código e Exigências da Função Auditoria Novo Código e Exigências da Função Auditoria Fórum de Auditoria Interna - IPAI 19 de Junho de 2014 Direito societário e auditoria interna fontes legais 1. CSC artigo 420,º, n.º 1, i) - fiscalizar a eficácia

Leia mais

Responsabilidade Socioambiental no SFN Visão do Regulador

Responsabilidade Socioambiental no SFN Visão do Regulador Responsabilidade Socioambiental no SFN Visão do Regulador Novembro/2014 Departamento de Regulação do Sistema Financeiro (Denor) Agenda O Papel da Regulação Resolução nº 4.327 Próximos Passos 2 O Papel

Leia mais

ENCONTRO com a CIÊNCIA 2016 ECONOMIA E FINANÇAS: CRISES E REGULAÇÃO A GOVERNANCE DOS BANCOS E O DESEMPENHO

ENCONTRO com a CIÊNCIA 2016 ECONOMIA E FINANÇAS: CRISES E REGULAÇÃO A GOVERNANCE DOS BANCOS E O DESEMPENHO ENCONTRO com a CIÊNCIA 2016 ECONOMIA E FINANÇAS: CRISES E REGULAÇÃO A GOVERNANCE DOS BANCOS E O DESEMPENHO CLARA RAPOSO CSG ISEG UNIVERSIDADE DE LISBOA 5 Julho 2016 1 QUE TEMA É ESTE: CORPORATE GOVERNANCE?

Leia mais

A Responsabilidade Social Empresarial O Balanço Social

A Responsabilidade Social Empresarial O Balanço Social A Responsabilidade Social Empresarial O Balanço Social A. Domingues Azevedo Bastonário da OTOC XXIV Seminário Internacional de Paises Latinos Europa América 2 de Novembro 2011 Argentina 1 Preocupação social

Leia mais

Pedro Rebelo de Sousa. Lisboa, 8 de Abril de 2015

Pedro Rebelo de Sousa. Lisboa, 8 de Abril de 2015 Pedro Rebelo de Sousa Lisboa, 8 de Abril de 2015 Corporate governance is the system by which companies are directed and controlled. Cadbury Report The financial aspects of corporate governance 1 Dec 1992

Leia mais

Administradores não executivos. Paulo Bandeira

Administradores não executivos. Paulo Bandeira Administradores não executivos Paulo Bandeira 29 de Maio de 2012 1. Corporate Governance Corporate governance is the system by which companies are directed and controlled. Cadbury Report The financial

Leia mais

CÓDIGO COOPERATIVO 2015 (Lei n.º 119/2015, de 31 de Agosto) em vigor a partir de 30 de Setembro de 2015

CÓDIGO COOPERATIVO 2015 (Lei n.º 119/2015, de 31 de Agosto) em vigor a partir de 30 de Setembro de 2015 () em vigor a partir de 30 de Setembro de 2015 UM PRIMEIRO BALANÇO DE APLICAÇÃO JOSÉ ANTÓNIO RODRIGUES 2018 1 PRINCIPAIS ALTERAÇÕES SUBSTANTIVAS - MEMBROS INVESTIDORES - NÚMERO MÍNIMO DE COOPERADORES NAS

Leia mais

CMVM CONSULTA PÚBLICA NOVAS REGRAS SOBRE GOVERNO DAS SOCIEDADES COTADAS CONFERÊNCIA LISBOA 9 DE NOVEMBRO DE 2005

CMVM CONSULTA PÚBLICA NOVAS REGRAS SOBRE GOVERNO DAS SOCIEDADES COTADAS CONFERÊNCIA LISBOA 9 DE NOVEMBRO DE 2005 CONFERÊNCIA CONSULTA PÚBLICA NOVAS REGRAS SOBRE GOVERNO DAS SOCIEDADES COTADAS LISBOA 9 DE NOVEMBRO DE 2005 RESULTADOS DA CONSULTA PÚBLICA E NOVAS REGRAS SOBRE GOVERNO DAS SOCIEDADES COTADAS PAULO CÂMARA

Leia mais

Regulação, Supervisão e Funcionamento do Sistema Financeiro

Regulação, Supervisão e Funcionamento do Sistema Financeiro Regulação, Supervisão e Funcionamento do Sistema Financeiro Fernando Teixeira dos Santos Presidente do Conselho Directivo da CMVM OROC - 19/07/2002 EFICIÊNCIA DOS MERCADOS Reclama transparência da actuação

Leia mais

TEMAS MATERIAIS RS 2016 Governança e Transparência Fevereiro 2017 Julho 2018

TEMAS MATERIAIS RS 2016 Governança e Transparência Fevereiro 2017 Julho 2018 Missão Prover energia e serviços com excelência e de forma sustentável, contribuindo para o bem-estar e o desenvolvimento da sociedade. TEMAS MATERIAIS RS 2016 Governança e Transparência Fevereiro 2017

Leia mais

Comissão de Remunerações da INAPA - Investimentos, Participações e Gestão, S.A.

Comissão de Remunerações da INAPA - Investimentos, Participações e Gestão, S.A. Comissão de Remunerações da INAPA - Investimentos, Participações e Gestão, S.A. PONTO 4 DECLARAÇÃO SOBRE POLÍTICA DE REMUNERAÇÃO DOS MEMBROS DOS ÓRGÃOS DE ADMINISTRAÇÃO E DE FISCALIZAÇÃO I. Introdução

Leia mais

A relevância do Relatório Anual de Governo Societário. Auditório BCI

A relevância do Relatório Anual de Governo Societário. Auditório BCI A relevância do Relatório Anual de Governo Societário Auditório BCI 18/11/2016 Índice o o o o o o o o 1. Governação Corporativa 1.1 Princípios da Governação Corporativa 1.2 Princípio da transparência no

Leia mais

PÚBLICO-ALVO PROGRAMA

PÚBLICO-ALVO PROGRAMA Treinamento presencial: Auditoria Interna, Controle Interno e Gestão de Riscos OBJETIVO Fornecer aos participantes o conhecimento básico e bases técnicas e práticas fundamentais para que possam aplicar

Leia mais

GOVERNANÇA COMO EIXO CENTRAL DA CREDIBILIDADE

GOVERNANÇA COMO EIXO CENTRAL DA CREDIBILIDADE GOVERNANÇA COMO EIXO CENTRAL DA CREDIBILIDADE Prof. José Paschoal Rossetti 5 Outubro 2017 OS CUSTOS DE INADEQUAÇÕES Uma listagem não exaustiva de desconsiderações por boas práticas (I) Desvios em relação

Leia mais

Corporate Governance, literacia financeira, protecção dos consumidores e reputação no sector segurador" Jorge Miguel Bravo, PhD

Corporate Governance, literacia financeira, protecção dos consumidores e reputação no sector segurador Jorge Miguel Bravo, PhD Corporate Governance, literacia financeira, protecção dos consumidores e reputação no sector segurador" Jorge Miguel Bravo, PhD NOVA IMS & Université Paris-Dauphine & BBVA Pensions Institute Corporate

Leia mais

CROS E COMITÉS DE RISCO: FUNÇÃO E INTEGRAÇÃO NO SISTEMA DE CORPORATE GOVERNANCE

CROS E COMITÉS DE RISCO: FUNÇÃO E INTEGRAÇÃO NO SISTEMA DE CORPORATE GOVERNANCE CROS E COMITÉS DE RISCO: FUNÇÃO E INTEGRAÇÃO NO SISTEMA DE CORPORATE GOVERNANCE Paulo Câmara Nome Cargo Managing Partner Sérvulo & Associados 27 setembro 2016 Lisboa 27 de setembro 2016 Lisboa XV CONFERÊNCIA

Leia mais

Governação e Controlo Interno

Governação e Controlo Interno VIII FORUM DE AUDITORIA INTERNA Auditoria Desafios Futuros Instrumental Metodológico Governação e Controlo Interno Lisboa, 20 de Junho de 2013 SUMÁRIO 1. Corporate Governance 2. Corporate Governance e

Leia mais

O Mercado de Valores Mobiliários no Sistema Financeiro Angolano

O Mercado de Valores Mobiliários no Sistema Financeiro Angolano O Mercado de Valores Mobiliários no Sistema Financeiro Angolano Departamento de Comunicação e Educação Financeira 06/04/2017 O Mercado de Valores Mobiliários no Sistema Financeiro Apresentação da Agenda

Leia mais

Práticas Corporativas

Práticas Corporativas Práticas Corporativas Nível 2 de Governança Corporativa Fontes: Estatuto Social Código de Conduta Relatório de Sustentabilidade Formulário de Referência Política de divulgação e negociação Atualizado em

Leia mais

COMO IMPLEMENTAR GOVERNANÇA NAS EFPC. Liège Ayub

COMO IMPLEMENTAR GOVERNANÇA NAS EFPC. Liège Ayub COMO IMPLEMENTAR GOVERNANÇA NAS EFPC Liège Ayub Conceitos Governança Corporativa (GC) é o sistema pelo qual as organizações são dirigidas, monitoradas e incentivadas, envolvendo os relacionamentos entre

Leia mais

Enterprise Risk Management (ERM) / Own Risk and Solvency Assessment (ORSA)

Enterprise Risk Management (ERM) / Own Risk and Solvency Assessment (ORSA) 3º Encontro Nacional de Atuários Enterprise Risk Management (ERM) / Own Risk and Solvency Assessment (ORSA) Betty Lilian Chan (02/10/2013) INTRODUÇÃO Principais riscos que ocasionaram a queda acima de

Leia mais

O Desenvolvimento do Corporate Governance em Portugal

O Desenvolvimento do Corporate Governance em Portugal 10 ANOS DO IPCG O GOVERNO SOCIETÁRIO EM PORTUGAL O Desenvolvimento do Corporate Governance em Portugal Lisboa, 09 de Julho de 2013 SUMÁRIO 1. Acontecimentos empresariais e governance 2. Fatores normativos

Leia mais

A Auditoria Interna da Governança Corporativa

A Auditoria Interna da Governança Corporativa A Auditoria Interna da Governança Corporativa São Paulo Setembro, 2015 0 Agenda I. Governança Corporativa e as diretivas de Solvência II II. III. IV. Pilar 2 e os elementos da Governança Papel da Auditoria

Leia mais

Objetivos e enfoques do Programa do XXI Fórum Ibero-americano de Sistemas de Garantia e Financiamento para Micro, Pequenas e Médias Empresas.

Objetivos e enfoques do Programa do XXI Fórum Ibero-americano de Sistemas de Garantia e Financiamento para Micro, Pequenas e Médias Empresas. s e enfoques do Programa do XXI Fórum Ibero-americano de Sistemas de Garantia e Financiamento para Micro, Pequenas e Médias Empresas. 20 e 21 de outubro de 2016, Santiago de Chile Sistemas de garantia,

Leia mais

CURSO 2014 SP GOVERNANÇA CORPORATIVA PARA ACIONISTAS E HERDEIROS DE EMPRESA FAMILIAR

CURSO 2014 SP GOVERNANÇA CORPORATIVA PARA ACIONISTAS E HERDEIROS DE EMPRESA FAMILIAR Apoio: CURSO 2014 SP GOVERNANÇA CORPORATIVA PARA ACIONISTAS E HERDEIROS DE EMPRESA FAMILIAR Com a criação de mecanismos que permitem aos acionistas uma visão panorâmica sobre as empresas, as boas práticas

Leia mais

Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração Educação Executiva

Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração Educação Executiva 1 Porque Educação Executiva Insper A dinâmica do mundo corporativo exige profissionais multidisciplinares, capazes de interagir e formar conexões com diferentes áreas da empresa e entender e se adaptar

Leia mais

Política de Remuneração dos Colaboradores da Real Vida Pensões, S.A.

Política de Remuneração dos Colaboradores da Real Vida Pensões, S.A. Política de Remuneração dos Colaboradores da Real Vida Pensões, S.A. Aprovada pelo Conselho de Administração da Sociedade para o exercício de 2017. O presente documento tem como objectivo explicitar a

Leia mais

A CP no serviço Alta Velocidade

A CP no serviço Alta Velocidade A CP no serviço Alta Velocidade Francisco Cardoso dos Reis Conferência da Ordem dos Engenheiros: O Projecto da Alta Velocidade em Portugal Porto, 30 de Junho de 2008 Agenda 1. CPmais 1.1. O Contexto 1.2.

Leia mais

POLÍTICA DE SELECÇÃO DOS MEMBROS DO CONSELHO GERAL E DE SUPERVISÃO E DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL S.A.

POLÍTICA DE SELECÇÃO DOS MEMBROS DO CONSELHO GERAL E DE SUPERVISÃO E DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL S.A. POLÍTICA DE SELECÇÃO DOS MEMBROS DO CONSELHO GERAL E DE SUPERVISÃO E DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EXECUTIVO DA EDP ENERGIAS DE PORTUGAL S.A. Aprovado em 27 de Julho de 2017 1. Enquadramento A EDP Energias

Leia mais

Conferência do Instituto Português de Corporate Governance FCG, 7 de Novembro de 2007 Intervenção do Secretário de Estado do Tesouro e Finanças

Conferência do Instituto Português de Corporate Governance FCG, 7 de Novembro de 2007 Intervenção do Secretário de Estado do Tesouro e Finanças Conferência do Instituto Português de Corporate Governance FCG, 7 de Novembro de 2007 Intervenção do Secretário de Estado do Tesouro e Finanças Senhor Presidente da Fundação Calouste Gulbenkian, Senhor

Leia mais

Conferência O Presente e o Futuro do Sector Bancário

Conferência O Presente e o Futuro do Sector Bancário INTERVENÇÃO DO MINISTRO DAS FINANÇAS, MÁRIO CENTENO Conferência O Presente e o Futuro do Sector Bancário ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE BANCOS/TVI 17 DE MAIO DE 2016, RITZ FOUR SEASONS HOTEL Senhor Presidente

Leia mais

Código de Governo das Sociedades CÓDIGO DE GOVERNO DAS SOCIEDADES

Código de Governo das Sociedades CÓDIGO DE GOVERNO DAS SOCIEDADES CÓDIGO DE GOVERNO DAS SOCIEDADES 2012 1 ÍNDICE ÍNDICE... 2 PREÂMBULO... 3 GLOSSÁRIO... 5 CAPÍTULO I PARTE GERAL... 7 I.1. Relação da sociedade com investidores e informação... 7 I.2. Funcionamento dos

Leia mais

10. REGIME SOCIETÁRIO

10. REGIME SOCIETÁRIO 10. REGIME SOCIETÁRIO EMPRESAS ESTATAIS - REGIME SOCIETÁRIO - art 13 Lei nº 13.303 / 2016 DIRETRIZES E RESTRIÇÕES PARA ELABORAÇÃO DO ESTATUTO DA COMPANHIA TRATA-SE DA ESTRUTURA DA ESTATAL EMPRESAS ESTATAIS

Leia mais

GOVERNANÇA CORPORATIVA: PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE OS MODELOS ANGLO-SAXÃO E NIPO-GERMÃNICO. VICTÓRIA, Lia¹; MAEHLER, Alisson².

GOVERNANÇA CORPORATIVA: PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE OS MODELOS ANGLO-SAXÃO E NIPO-GERMÃNICO. VICTÓRIA, Lia¹; MAEHLER, Alisson². GOVERNANÇA CORPORATIVA: PRINCIPAIS DIFERENÇAS ENTRE OS MODELOS ANGLO-SAXÃO E NIPO-GERMÃNICO. Autor(es): Apresentador: Orientador: Revisor 1: Revisor 2: Instituição: VICTÓRIA, Lia Beatriz Gomes Lia Beatriz

Leia mais

Corporate Governance: importância e limites

Corporate Governance: importância e limites 1 Corporate Governance: importância e limites 1. Permitam-me que comece por agradecer o convite para participar nesta magnífica Conferência e por saudar todos os oradores e participantes. Na pessoa dos

Leia mais

POLÍTICA GERAL DE GESTÃO DE RISCO CORPORATIVO. A Política Geral de Gestão de Risco Corporativo se baseia nos seguintes princípios:

POLÍTICA GERAL DE GESTÃO DE RISCO CORPORATIVO. A Política Geral de Gestão de Risco Corporativo se baseia nos seguintes princípios: POLÍTICA GERAL DE GESTÃO DE RISCO CORPORATIVO O Conselho de Administração da NEOENERGIA tem a responsabilidade de aprovar e supervisionar as Políticas Corporativas que atendem aos princípios de governança

Leia mais

Lei n.º 122/VIII/2016. de 24 de março

Lei n.º 122/VIII/2016. de 24 de março Lei n.º 122/VIII/2016 de 24 de março Por mandato do Povo, a Assembleia Nacional decreta, nos termos da alínea b) do artigo 175º da Constituição, o seguinte: Artigo 1.º Objecto A presente lei estabelece

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE CONTROLO DO GOVERNO SOCIETÁRIO PORTUCEL EMPRESA PRODUTORA DE PASTA E PAPEL, S.A. Artigo 1º (Atribuições)

REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE CONTROLO DO GOVERNO SOCIETÁRIO PORTUCEL EMPRESA PRODUTORA DE PASTA E PAPEL, S.A. Artigo 1º (Atribuições) REGULAMENTO INTERNO DA COMISSÃO DE CONTROLO DO GOVERNO SOCIETÁRIO PORTUCEL EMPRESA PRODUTORA DE PASTA E PAPEL, S.A. Artigo 1º (Atribuições) 1 - A Comissão de Controlo do Governo Societário (CCGS) é designada

Leia mais

COMPLIANCE NA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA Aspectos relevantes para o Departamento Médico

COMPLIANCE NA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA Aspectos relevantes para o Departamento Médico COMPLIANCE NA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA Aspectos relevantes para o Departamento Médico 34º CONGRESSO ANUAL da SBMF 27 e 28 de Novembro de 2008 José Octavio Costa Filho Diretor Médico Princípios Nossos Valores

Leia mais

Câmara Municipal de Idanha-a-Nova. Relatório de Sustentabilidade

Câmara Municipal de Idanha-a-Nova. Relatório de Sustentabilidade Câmara Municipal de Idanha-a-Nova Relatório de Sustentabilidade Setembro 2009 consulting network PORTUGAL Ficha Técnica IPI, Inovação Projectos e Iniciativas, Lda. R. Rodrigo da Fonseca, 70-1º Dtº 1250-193

Leia mais

GRC Governança Risco e Compliance

GRC Governança Risco e Compliance GRC Governança Risco e Compliance 2 Implantação do GRC- Governança, Riscos e Compliance Lei das Estatais: 13.303/16 Conceito do GRC Integração dos processos dentro de uma organização, fazendo com que a

Leia mais

Módulo 5 Ambiente financeiro, relatórios, auditoria interna, conclusões e exercícios

Módulo 5 Ambiente financeiro, relatórios, auditoria interna, conclusões e exercícios Módulo 5 Ambiente financeiro, relatórios, auditoria interna, conclusões e exercícios O Ambiente Financeiro Global Nenhuma economia ou governo de sucesso, pode operar atualmente sem inter-conectividade

Leia mais

CORPORATE GOVERNANCE: O IMPACTO NA REPUTAÇÃO E NO VALOR DO SETOR SEGURADOR

CORPORATE GOVERNANCE: O IMPACTO NA REPUTAÇÃO E NO VALOR DO SETOR SEGURADOR CORPORATE GOVERNANCE: O IMPACTO NA REPUTAÇÃO E NO VALOR DO SETOR SEGURADOR Intervenção do Presidente da ASF, Professor Doutor José Figueiredo Almaça, na sessão de encerramento do seminário anual do Instituto

Leia mais

Compliance aplicado às cooperativas

Compliance aplicado às cooperativas Compliance aplicado às cooperativas A implantação do Programa na Unimed-BH Outubro de 2016 Unimed BH 45 anos Nossa Unimed bem cuidada para cuidar bem de você Unimed-BH 1ª operadora de plano de saúde de

Leia mais

Boas Práticas de Governança Corporativa. Treinamento Palestra para a ANS 06/02/2013. Gilberto Mifano

Boas Práticas de Governança Corporativa. Treinamento Palestra para a ANS 06/02/2013. Gilberto Mifano Boas Práticas de Governança Corporativa Subtítulo Agregam Valor ou Módulo de Treinamento Palestra para a ANS 06/02/2013 Gilberto Mifano O que é Governança Corporativa? Conflitos entre sócios? A defesa

Leia mais

Número: Versão: Data de Emissão: Entrada em vigor:

Número: Versão: Data de Emissão: Entrada em vigor: Título: Política de Remuneração dos Membros dos Órgãos de Administração e Fiscalização Proprietário: Assembleia Geral Contribuidores: Comissão de Remunerações e Avaliação Âmbito de Distribuição Pública

Leia mais

Implementação de Normas RS NP 4469 Pedra Base

Implementação de Normas RS NP 4469 Pedra Base Implementação de Normas RS NP 4469 Pedra Base Título: Norma sobre responsabilidade social Designação: NP 4469-1:2008 Sistema de Gestão da Responsabilidade Social. Parte 1 Requisitos e Linhas de Orientação

Leia mais

Sustentabilidade nos negócios. Fernando Carvalho Departamento de Planejamento, Orçamento e Controle

Sustentabilidade nos negócios. Fernando Carvalho Departamento de Planejamento, Orçamento e Controle Sustentabilidade nos negócios Fernando Carvalho Departamento de Planejamento, Orçamento e Controle Sustentabilidade nos Negócios Agenda Um pouco do do Bradesco Sustentabilidade e o Bradesco Planejamento

Leia mais

CONFERÊNCIA DE HOMENAGEM À PROFESSORA ANA MARIA RODRIGUES. O Contributo da Auditoria Interna para o Governo das Sociedades

CONFERÊNCIA DE HOMENAGEM À PROFESSORA ANA MARIA RODRIGUES. O Contributo da Auditoria Interna para o Governo das Sociedades CONFERÊNCIA DE HOMENAGEM À PROFESSORA ANA MARIA RODRIGUES O Contributo da Auditoria Interna para o Governo das Sociedades 28 de abril de 2018 Nos EUA Enron WorldCom Tyco Escândalos financeiros Na Europa

Leia mais

A aplicação da Diretiva do relato não financeiro em Portugal

A aplicação da Diretiva do relato não financeiro em Portugal A aplicação da Diretiva do relato não financeiro em Portugal Encontro do EFRAG com os stakeholders Portugueses para debater a evolução do relato financeiro e não financeiro Lisboa, 5 de fevereiro de 2019

Leia mais

Observatório da Responsabilidade Social e Instituições de Ensino Superior

Observatório da Responsabilidade Social e Instituições de Ensino Superior ORSIES Observatório da Responsabilidade Social e Instituições de Ensino Superior O ORSIES é uma rede colaborativa que pretende fomentar a responsabilidade social das Instituições de Ensino Superior e promover

Leia mais

DIMENSÃO GOVERNANÇA CORPORATIVA CRITÉRIO I - PROPRIEDADE

DIMENSÃO GOVERNANÇA CORPORATIVA CRITÉRIO I - PROPRIEDADE CRITÉRIO I - PROPRIEDADE INDICADOR 1. PROTEÇÃO AOS MINORITÁRIOS PERGUNTA 1 - A companhia tem ações preferenciais? 1.1 - Se SIM, a razão dada pelo número de ações preferenciais da companhia sobre o total

Leia mais

e respectivo Sistema

e respectivo Sistema BCN Banco Caboverdiano de Negócios, S. A. Implementação de uma Política de Risco Ambiental & Social e respectivo Sistema de Gestão POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE DO BCN 27 de Junho de 2013 1 Política de

Leia mais

Declaração de Posicionamento da Eletrobras Eletronuclear

Declaração de Posicionamento da Eletrobras Eletronuclear Declaração de Posicionamento da Eletrobras Eletronuclear Declaração de Posicionamento da Eletrobras Eletronuclear Missão Atuar nos mercados de energia de forma integrada rentável e sustentável. Visão Em

Leia mais

AEM - Associação de Empresas Emitentes de Valores Cotados em Mercado

AEM - Associação de Empresas Emitentes de Valores Cotados em Mercado PROTOCOLO IPCG - INSTITUTO PORTUGUÊS DE CORPORATE GOVERNANCE & AEM - Associação de Empresas Emitentes de Valores Cotados em Mercado O Instituto Português de Corporate Governance (IPCG) concluiu, em 2017,

Leia mais

Política de Remuneração dos Membros dos Órgãos de Administração e Fiscalização e do ROC

Política de Remuneração dos Membros dos Órgãos de Administração e Fiscalização e do ROC Política de Remuneração dos Membros dos Órgãos de Administração e Fiscalização e do ROC 30 de maio de 2017 Título: Política de Remuneração dos Membros dos Órgãos de Administração e Fiscalização e do ROC

Leia mais

COOPERATIVAS QUADRO JURÍDICO E FISCAL PARA ENFRENTAR OS DESAFIOS

COOPERATIVAS QUADRO JURÍDICO E FISCAL PARA ENFRENTAR OS DESAFIOS QUADRO JURÍDICO E FISCAL PARA ENFRENTAR OS DESAFIOS JOSÉ ANTÓNIO RODRIGUES 2012 1 O EDIFÍCIO JURÍDICO DO COOPERATIVISMO - CÓDIGO COOPERATIVO CÓDIGO SOCIEDADES COMERCIAIS - DIPLOMAS COMPLEMENTARES - ESTATUTO

Leia mais

As Empresas de Serviços Energéticos

As Empresas de Serviços Energéticos As Empresas de Serviços Energéticos Lisboa, Março 2013 Miguel Matias Presidente da APESE Vice-Presidente Self Energy A Eficiência Energética na Cidade oportunidade na Reabilitação Urbana In Smart Grids

Leia mais

CORPORATE GOVERNANCE E O PAPEL DAS AUDITORIAS. Dr. Rui Leão Martinho Bastonário Ordem dos Economistas

CORPORATE GOVERNANCE E O PAPEL DAS AUDITORIAS. Dr. Rui Leão Martinho Bastonário Ordem dos Economistas CORPORATE GOVERNANCE E O PAPEL DAS AUDITORIAS Dr. Rui Leão Martinho Bastonário Ordem dos Economistas CORPORATE GOVERNANCE Conjunto de mecanismos, processos e relações através dos quais as diferentes empresas

Leia mais

ASSEMBLEIA GERAL ANUAL DO BANCO COMERCIAL PORTUGUÊS, S.A. (22/05/2019) PROPOSTA RELATIVA AO PONTO 9 DA ORDEM DE TRABALHOS

ASSEMBLEIA GERAL ANUAL DO BANCO COMERCIAL PORTUGUÊS, S.A. (22/05/2019) PROPOSTA RELATIVA AO PONTO 9 DA ORDEM DE TRABALHOS ASSEMBLEIA GERAL ANUAL DO BANCO COMERCIAL PORTUGUÊS, S.A. (22/05/2019) PROPOSTA RELATIVA AO PONTO 9 DA ORDEM DE TRABALHOS DELIBERAR SOBRE A ELEIÇÃO DO REVISOR OFICIAL DE CONTAS E SEU SUPLENTE Considerando:

Leia mais

1.2 O gigantismo e o poder das corporações, O processo de dispersão do capital, 67

1.2 O gigantismo e o poder das corporações, O processo de dispersão do capital, 67 Sumário Apresentação, 15 Prefácio à 7ª Edição, 17 Nota dos Autores, 21 1 O Agigantamento das Corporações e o Desenvolvimento da 1.1 Formação, desenvolvimento e evolução do capitalismo e do mundo corporativo,

Leia mais

A Entidade Reguladora da Saúde. Porto, 6 de Março de 2012

A Entidade Reguladora da Saúde. Porto, 6 de Março de 2012 A Entidade Reguladora da Saúde Porto, 6 de Março de 2012 Agenda 1. Natureza e objectivos 2. Actividades 3. Impacto da ERS 4. Regulação adicional 2 Natureza e objectivos Regime jurídico da Entidade Reguladora

Leia mais

PRINCÍPIOS DE BOM GOVERNO

PRINCÍPIOS DE BOM GOVERNO PRINCÍPIOS DE BOM GOVERNO Análise de sustentabilidade da empresa nos domínios económico, social e ambiental 1. Estratégias adotadas e grau de cumprimento das metas fixadas. - Estratégias adoptadas No domínio

Leia mais

10 ANOS DO IPCG - O GOVERNO SOCIETÁRIO EM PORTUGAL 9 de junho de Conferência de Encerramento Carlos Tavares O que mudou em 10 anos

10 ANOS DO IPCG - O GOVERNO SOCIETÁRIO EM PORTUGAL 9 de junho de Conferência de Encerramento Carlos Tavares O que mudou em 10 anos 10 ANOS DO IPCG - O GOVERNO SOCIETÁRIO EM PORTUGAL 9 de junho de 2013 Conferência de Encerramento Carlos Tavares O que mudou em 10 anos I 10 ANOS DE IPGC, 14 DE CORPORATE GOVERNANCE EM PORTUGAL O IPCG

Leia mais

CÓDIGO DE CONDUTA DA FUNDAÇÃO VISABEIRA INSTITUIÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL CÓDIGO DE CONDUTA

CÓDIGO DE CONDUTA DA FUNDAÇÃO VISABEIRA INSTITUIÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL CÓDIGO DE CONDUTA CÓDIGO DE CONDUTA DA FUNDAÇÃO VISABEIRA INSTITUIÇÃO DE SOLIDARIEDADE SOCIAL (Aprovado em reunião do Conselho de Administração de 28 de Março de 2014) PREÂMBULO As fundações são instituições privadas sem

Leia mais

Corporate Governance das Instituições Financeiras: Teoria e Prática

Corporate Governance das Instituições Financeiras: Teoria e Prática Corporate Governance das Instituições Financeiras: Teoria e Prática Miguel Ferreira Professor da Nova SBE 24 junho 2015 Lisboa XIV Conferência sobre Auditoria, Risco e Governance Agenda Inibição dos Modelos

Leia mais

Governança corporativa nos esportes

Governança corporativa nos esportes Governança corporativa nos esportes 1 Agenda O que é governança, histórico e princípios Os agentes da governança e o processo decisório nos clubes esportivos 2 Reflexão...os investidores são uns tolos

Leia mais

CENTROS DE INVESTIMENTO

CENTROS DE INVESTIMENTO CENTROS DE INVESTIMENTO UM BANCO QUE O CONHECE Marcado pela experiência e cultura de um líder da banca de investimento, o Grupo BPI é um símbolo de inovação e solidez do mercado financeiro nacional. A

Leia mais

Corporativa e Compliance

Corporativa e Compliance Lei 13.303 Lei 13.303 - Aspectos de Governança Corporativa e Compliance Aspectos de Governança 25a CONVECON Corporativa e Eliete Martins Compliance Sócia- Diretora Governança Corporativa - KPMG 25a CONVECON

Leia mais

Estratégias de Sustentabilidade & Competitividade das Organizações

Estratégias de Sustentabilidade & Competitividade das Organizações Estratégias de Sustentabilidade & Competitividade das Organizações Rita Almeida Dias Março de 2012 A Sustentare oferece soluções focadas na criação de valor através de uma abordagem sustentável aos modelos

Leia mais

Índice de Sustentabilidade Empresarial - ISE

Índice de Sustentabilidade Empresarial - ISE Índice de Sustentabilidade Empresarial - ISE Julho 2017 INFORMAÇÃO PÚBLICA 1 É um índice que mede o retorno médio de uma carteira teórica de ações de empresas de capital aberto e listadas na B3 com as

Leia mais

Compliance Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração Educação Executiva

Compliance Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração Educação Executiva 1 Porque Educação Executiva Insper A dinâmica do mundo corporativo exige profissionais multidisciplinares, capazes de interagir e formar conexões com diferentes áreas da empresa e entender e se adaptar

Leia mais

Workshop Novo Mercado: Compliance e Controles Internos Claudia Pitta

Workshop Novo Mercado: Compliance e Controles Internos Claudia Pitta Workshop Novo Mercado: Compliance e Controles Internos Claudia Pitta Integridade corporativa em evolução 2.0 PREVENÇÃO Prevenção contra perdas Prevenção contra riscos legais e regulatórios 3.0 VALOR Atratividade

Leia mais

Portugal no radar da Europa EY Portugal Attractiveness Survey Auditório do IAPMEI Faro 25 de outubro de 2017

Portugal no radar da Europa EY Portugal Attractiveness Survey Auditório do IAPMEI Faro 25 de outubro de 2017 Portugal no radar da Europa Auditório do IAPMEI Faro 25 de outubro de 2017 3 Investimento Direto do Estrangeiro em 2016: Portugal no radar 8 17 O otimismo voltou 17 Recomendações para um Portugal mais

Leia mais

ENCONTRO LUSO-BRASILEIRO SOBRE REGULAÇÃO DO SANEAMENTO DE SANEAMENTO. Professor Catedrático, Universidade de Lisboa

ENCONTRO LUSO-BRASILEIRO SOBRE REGULAÇÃO DO SANEAMENTO DE SANEAMENTO. Professor Catedrático, Universidade de Lisboa ENCONTRO LUSO-BRASILEIRO SOBRE REGULAÇÃO DO SANEAMENTO DESAFIOS E OPORTUNIDADES DA REGULAÇÃO DO SETOR 1 DE SANEAMENTO Professor Catedrático, Universidade de Lisboa www.ruicunhamarques.com rui.marques@técnico.ulisboa.pt

Leia mais

Troféu Transparência Comunicação Visual

Troféu Transparência Comunicação Visual Troféu Transparência 2015 Comunicação Visual INTRODUÇÃO Melhores Práticas da Auditoria Interna com foco em Riscos. Teoria Fomentar a discussão sobre o atual papel das atividades de Auditoria Interna; Prática

Leia mais

GOVERNAÇÃO CORPORATIVA BNI

GOVERNAÇÃO CORPORATIVA BNI GOVERNAÇÃO CORPORATIVA BNI GOVERNAÇÃO CORPORATIVA BNI ÍNDICE 1. Introdução 5 2. Código de Ética e Conduta 7 3. Política Conflitos de Interesses 10 4. Política de Formação 13 5. Política de Remuneração

Leia mais