CLAUDECIR BANAZESKI O ENSINO DE GEOGRAFIA A PARTIR DE PONTOS TURÍSTICOS NO MUNICÍPIO DE ERECHIM/RS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CLAUDECIR BANAZESKI O ENSINO DE GEOGRAFIA A PARTIR DE PONTOS TURÍSTICOS NO MUNICÍPIO DE ERECHIM/RS"

Transcrição

1 CLAUDECIR BANAZESKI O ENSINO DE GEOGRAFIA A PARTIR DE PONTOS TURÍSTICOS NO MUNICÍPIO DE ERECHIM/RS Trabalho de Conclusão de Curso de Geografia, Departamento de Ciências Humanas da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões - Campus de Erechim. Prof. Orientador: Msc. Vanderlei Decian ERECHIM-RS 2009

2 CLAUDECIR BANAZESKI O ENSINO DE GEOGRAFIA A PARTIR DE PONTOS TURÍSTICOS NO MUNICÍPIO DE ERECHIM/RS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado ao Curso de Geografia Departamento de Ciências Humanas da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões - Campus de Erechim, como requisito para obtenção do título de Licenciado em Geografia. Banca Examinadora Orientador: Prof. Msc. Vanderlei Decian Profª. Msc. Cleide Elisa Zanella Schuchmann Profº.Msc. Mário Zasso Marin

3 Fazer Turismo é como explorar um oceano e enxergar oportunidades no horizonte, em busca de descanso e felicidade. Rinaldo Pedro

4 AGRADECIMENTOS Agradeço a Deus pela vida e aos meus pais, que apesar da distância, sempre me apoiaram nos momentos mais difíceis, sempre com muito amor e carinho. Ao meu orientador Prof. Vanderlei Decian, pela dedicação e incentivo. Aos meus professores do curso de Geografia, pelo aprendizado. Aos meus amigos e colegas, que contribuíram de alguma maneira, com materiais, livros e, principalmente, incentivando para que nunca desistisse da realização deste trabalho.

5 RESUMO Este trabalho tem como enfoque principal apresentar três pontos turísticos, sob a visão do ensino da Geografia, sendo estes o Vale do Dourado, a Cascata Nazari e o Seminário Nossa Senhora de Fátima. Objetivou-se, explorar práticas e métodos de ensino de Geografia a partir de visitação e observação destes três pontos turísticos no município de Erechim, analisando a procura desses meios de turismos, agregando os conhecimentos sobre tal forma de turismo, quando começou a ser explorado, o que atrai o turista a estes os pontos, observando e analisando o perfil dos turistas que freqüentam estes locais, bem como propor técnicas de trabalho de ensino de Geografia a partir dos pontos turísticos elencados, de forma multidisciplinar enfocando a importância do trabalho de campo em Geografia.No ensino da Geografia, o turismo é um tema ainda pouco discutido nas aulas de Geografia tanto do Ensino Fundamental, com no Ensino Médio. No entanto, essa temática, reivindica uma atenção especial para Geografia escolar, como um ensino crítico e sócio-construtivista, não somente num novo conteúdo, mas também numa mudança de técnicas e/ou estratégias pedagógicas. Palavras-Chave: Ensino; Pontos Turísticos; Erechim-RS.

6 LISTA DE FIGURAS E FOTOS Figura 01- Mapa de Localização geográfica do Município de Erechim/RS... Figura 02- Mapa Político-Administrativo de Erechim/RS e localização geográfica dos pontos turisticos... Figura 03- Mapa do Vale do Dourado Ponto Turístico / Geográfico com o Rio Dourado ao fundo do Vale... Figura 04- Mapa do Seminário Nossa Senhora de Fátima Ponto Turístico Religioso... Figura 05- Mapa da Localização geográfica e Entorno da Cascata Nazari Erechim/RS... Foto 01 - Vista do Vale do Dourado 1 Erechim... Foto 02 - Vista do Vale do Dourado 2 Erechim... Foto 03 - Vista do Vale do Dourado 3 Erechim... Foto 04 - Celebração de missa a Romaria de Nossa Senhora de Fátima... Foto 05 - Vista do Seminário Nossa Senhora de Fátima Erechim... Foto 06 - Vista do Seminário Nossa Senhora de Fátima Erechim... Foto 07 - Vista da Cascata Nazari 1 Erechim... Foto 08 - Vista da Cascata Nazari 2 Erechim

7 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO REFERENCIAL TEÓRICO ATIVIDADES DE TURISMO E CONCEITUAÇÃO Turismo TIPOS DE TURISMO ABORDADO PELO ESTUDO Turismo Religioso Turismo de Massa (de Balneário) Turismo Ecológico O TURISMO SOB A PERSPECTIVA DA GEOGRAFIA ESCOLAR PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS PROCEDIMENTOS DE CAMPO AQUISIÇÃO DE INFORMAÇÕES DE CAMPO EQUIPAMENTOS UTILIZADOS RESGATE HISTÓRICO, ECONÔMICO, CULTURAL E SOCIAL DOS 21 PONTOS TURÍSTICOS... 4 RESULTADOS DO TRABALHO LOCALIZAÇÃO DA ÁREA EM ESTUDO PRIMEIRO PONTO TURÍSTICO: PONTO TURÍSTICO ECOLÓGICO VALE DO RIO DOURADO Caracterização Geográfica do vale do Rio Dourado Proposta de estudo no Ensino da Geografia Vale do Dourado SEGUNDO PONTO TURÍSTICO: PONTO TURÍSTICO RELIGIOSO SEMINÁRIO NOSSA SENHORA DE FÁTIMA Histórico Caracterização do Seminário Nossa Senhora de Fátima Proposta de estudo no Ensino da Geografia no Seminário Nossa Senhora de Fátima TERCEIRO PONTO TURÍSTICO: PONTO TURÍSTICO DE LAZER PARQUE CASCATA NAZARI Histórico de Ocupação Proposta de estudo no Ensino da Geografia Cascata Nazari CONSIDERAÇÕES E RECOMENDAÇÕES REFERÊNCIAS... 42

8 1 INTRODUÇÃO O presente estudo fundamenta-se na verificação das potencialidades ecológicas, religiosas, economicas e de lazer em três pontos turísticos no Município de Erechim/RS: sendo estes o Vale do Dourado que é um turismo paisagístico, a Cascata Nazari ponto de turismo ecológico/natural/lazer e no Seminário Nossa Senhora de Fátima sendo este turismo religioso, e como pode ser utilizado para o ensino de Geografia a campo. A escolha do tema O Ensino de Geografia a Partir de Pontos Turísticos no Município de Erechim/RS surgiu em vista de nossa proposta de ensinoaprendizagem, a partir de locais como o Vale do Dourado e da Cascata Nazari um local onde se podem explorar as questões ambientais e socioeconômicos. Bem como, o Seminário Nossa Senhora de Fátima que atrai pessoas, especificamente em uma determinada época do ano. A inserção do turismo no ensino da Geografia, pode ajudar a quebrar a autocracia do aprendizado que perdura, nas escolas brasileiras, em detrimento de uma formação para a cidadania. O importante é que os professores organizem situações de aprendizagem que contextualizem o turismo e pontos turísticos com a realidade vivida e concebida dos estudantes, levando-os a refletir, criticamente, sobre os impactos, positivos e negativos e as contradições espaciais dessa atividade, bem como a importância de interdisciplinaridade desta atividade frente ao ensino. O objetivo do estudo é explorar práticas e métodos possíveis de ensino de Geografia a partir de visitação e observação de três pontos turísticos no município de Erechim/RS. Tendo como objetivos específicos: analisar a procura desses meios de turismos, agregar conhecimentos sobre tal forma de turismo, quando começou a ser explorado, o que atrai o turista aos pontos turísticos, observando e analisando o perfil dos turistas que freqüentam estes locais, bem como propondo formas de trabalho de ensino de geografia a partir dos pontos turísticos elencados, de forma multidisciplinar enfocando a importância do trabalho de campo em Geografia. Ao analisar a posição da sociedade em relação ao ensino da Geografia com elementos alternativos, o turismo é um tema ainda pouco discutido nas aulas de

9 9 Geografia tanto do Ensino Fundamental, como no Ensino Médio. Essa temática hoje reivindica uma atenção especial para Geografia escolar. Com um ensino de crítico, sócio-construtivista, não somente num novo conteúdo, mas também numa mudança de técnicas e/ou estratégias pedagógicas. Também desenvolver as potencialidades do aluno, seu raciocínio lógico, sua inteligência emocional, sua capacidade de aprender a aprender, de construir, de pesquisar e de buscar autonomia para o enfrentamento de problemas reais do dia a dia, principalmente analisar o local em que vivemos: ao sair da sala de aula, e percorrer espaço e pontos turísticos estamos potencializando e conhecendo o cotidiano do aluno e associando aos conteúdos da Geografia, explorando questões ambientais, religiosas e mesmo socioeconômico e de lazer, proporcionada pela prática turística.

10 2 REFERENCIAL TEÓRICO O turismo certamente surgiu com o aparecimento do homem, quando este se tornou nômade, motivados por questões de sobrevivência. Após a exploração de determinada localidade, havia a necessidade da busca de novos locais e alimentos. Dentre outras a motivação econômica acontecia em grandes viagens exploratórias dos povos antigos, que buscavam novas terras para sua ocupação e posterior exploração (BARRETO, 2000). Na Idade Média a motivação religiosa foi responsável por viagens, através das cruzadas, portanto, o turismo religioso foi datado de muitos séculos atrás, bem como o turismo de saúde que originou no império romano onde eram comuns viagens para visitas às termas. Segundo Barreto (2000, p. 32), há pouco mais de um século, viajar a terras longínquas por puro prazer ou para fins educativos era prerrogativa de poucos, grupos seletos de aventureiros ou de endinheirados. A maioria das pessoas passava grande parte da vida em um raio de algumas centenas de quilômetros do lugar onde nasceu. Em compensação, hoje centenas de milhares têm possibilidades de viajar para todo lado, tanto no país de origem como pelo mundo afora. Isso foi motivado pela Revolução Industrial, as pessoas se puseram a fabricar mercadorias e a prestar serviços. E assim, passaram a ganhar mais e a dispor de mais para gastar. Com o avanço da tecnologia foram projetadas máquinas que assumiram grande parte dos serviços que exigiam muita mão-de-obra. Sob essas circunstâncias, e com o surgimento, em meados do século XX, do transporte em massa a preços mais acessíveis, nada mais conteve as grandes enxurradas de turistas. Depois veio a indústria da comunicação de massa, possibilitando que em muitos países se recebesse dentro de casa transmissões por imagem de lugares distantes. Isso criou nas pessoas o desejo de viajar. (BARRETO, 2000). Segundo o mesmo autor, o resultado foi a explosão do turismo global. Já para a Organização Mundial do Turismo (OMT), o número de turistas internacionais aumentaria de 613 milhões em 1997 para 1,6 bilhões até o ano 2020, sem previsão de queda, na época. Essa movimentação acima do esperado veio acompanhada de

11 11 um aumento correspondente do comércio, de novos resorts e de países que se abriram, para o turismo. 2.1 ATIVIDADES DE TURISMO E CONCEITUAÇÃO Turismo O turismo está em constante evolução e o seu crescimento é um fator importante para expandir atividades diferenciadas e potenciais a serem explorados. A segmentação do turismo resulta no esforço em investimentos na infra-estrutura, planejamento e capacitação de mão-de-obra qualificada. Deve ser praticado de modo que o local visitado tenha benefícios econômicos e sociais. Gera renda em toda localidade com a condição de ser consumido no próprio local, criação de empregos e renda como partes essenciais dentro do ramo turístico que mobiliza diversos setores de bens e serviços. Além dos mais, o turismo assume um importante papel na sociedade atual. É uma atividade que se estruturou como setor da economia a partir da Revolução Industrial, e consequentemente nas décadas recentes, está assumindo posição de destaque no mercado em nível mundial. O conceito de turismo é uma matéria bastante discutível segundo Beni, (1990, p. 21): Há tantas definições de turismo quanto autores que tratam do assunto. Mas quanto maior o número de pesquisadores que se preocupam em estudá-lo, tanto mais evidente se apresentará a amplitude e a extensão do fenômeno do turismo e tanto mais insuficientes e imprecisas serão as definições. Do ponto de vista econômico o turismo é um serviço. Para a Geografia, o turismo constitui-se no deslocamento de pessoas de um ponto a outro da superfície terrestre e analisando sob uma perspectiva legal, o turismo é considerado como o

12 12 exercício do direito à liberdade individual. Focalizando sob o âmbito sociológico o turismo é uma oportunidade de se alcançar às necessidades que normalmente são deixadas de lado, quando o indivíduo se encontra entregue a sua vida de trabalho. (ACERENZA, 2003). Para Andrade (2001, p. 38), turismo pode ser entendido como: Complexos de atividades e serviços relacionados aos deslocamentos, transportes, alojamentos, alimentação, circulação de produtos típicos, atividades relacionadas aos movimentos culturais, visitas, lazer e entretenimento. Conforme Pinheiro et. al (2004, p. 9), são características e fatores interno positivos, força ou energia representado pela junção de todos os meios disponíveis que podem representar o seu diferencial competitivo e, portanto, a base para o seu desenvolvimento futuro. A existência de importantes e diversificados recursos naturais, paisagísticos, patrimoniais, culturais, gastronômicos e religiosos, constituem o elemento chave para o processo de desenvolvimento, de onde se destaca, pela sua abrangência, o desenvolvimento do turismo. A valorização dos produtos locais de qualidade, diversificados, em face de uma procura específica crescente e exigente em matéria de qualidade e segurança, constitui uma das potencialidades de desenvolvimento para todos os tipos de turismo. (CAVACO, apud RODRIGUES, 2001). Em 1991, realizou-se no Canadá, especificamente em Otawa, organizada pela Organização das Nações Unidas ONU, a Conferência sobre Viagens e Estatísticas de Turismo, cujo principal objetivo foi o debate acerca dos sistemas de estatística, visando à adoção de uma série de recomendações internacionais sobre a análise e a apresentação de estatísticas de turismo. O resultado desse encontro, criou-se uma Comissão de Estatísticas das Nações Unidas a qual, em 1993, aprovou algumas orientações e recomendações sobre o tema. Posteriormente, em 1994, a Organização Mundial do Turismo - OMT definiu o turismo como atividades que realizam as pessoas durante sua viagens e estadas em lugares diferentes ao seu entorno habitual, por um período consecutivo inferior a um ano, com finalidade de lazer, negócios e outros (OMT, 2001, p. 38). Segundo a OMT (2001, p. 36), publicou em 1995 oficialmente as definições adotadas pela ONU:

13 13 a) Promover a elaboração de estatísticas turísticas mais representativas, promovendo uma maior compatibilidade entre os dados nacionais e os internacionais; b) Proporcionar dados turísticos mais confiáveis e diretos aos profissionais do setor, governos, etc, para melhorar seu conhecimento sobre os produtos ou serviços turísticos e condições de mercado e para que possam, conseqüentemente, atuar; c) Oferecer uma conexão entre oferta e demanda turística; d) Permitir uma valorização mais justa da contribuição do turismo aos fluxos comerciais e internacionais. Conforme OMT (2001), as definições apresentam, de uma forma flexível, as principais características da atividade, dentre as quais a premissa segundo a qual o deslocamento é algo imprescindível para que o turismo ocorra; que seja um local fora de seu entorno habitual; que contenha elementos motivadores; e que possua um período determinado inferior a um ano. O turismo não vive só de belas praias, da arte popular e de monumentos históricos, o turista quer o conforto de um atendimento eficiente e acolhedor, serviços ágeis, informações claras e tratamento qualificado, com a simpatia de quem trabalha para proporcionar uma boa estada. No entanto, o turismo é uma das alternativas para minimizar a exclusão social, seja através da abertura de novos postos de emprego ou oferecendo oportunidades de ocupação, principalmente no setor informal, para uma massa crescente de desempregados que o mercado formal se mostra capaz de absorver. Ficou evidente que, se o fenômeno do turismo representa apenas uma parte de um imenso jogo de relações a idéia de totalidade tem que estar sempre presente e, para se analisar o turismo na sua totalidade, é preciso ter em mente pelo menos duas dimensões básicas: a de uma atividade produtiva e a de uma prática social. Não há como analisar um fenômeno fora do contexto de suas relações, uma vez que sem relações não há fatos. Assim, o turismo pode ser definido com o conjunto de todos esses conceitos, mas, não se pode deixar de pensar em turismo ser como um lazer indispensável para aquele que trabalha e quer ter horas maravilhosas, conhecendo lugares novos.

14 TIPOS DE TURISMO ABORDADOS PELO ESTUDO 2.2.1Turismo Religioso Em todo os lugares do mundo, onde há cidades religiosas, estas atraem visitantes em busca de experiências e que despertem sentimentos de fé e esperança. No Brasil, o maior país católico do planeta, temos inúmeras manifestações da religião que, misturadas à nossa cultura se transformam em verdadeiros espetáculos de devoção, conseguindo mobilizar milhares de peregrinos. O significado de turismo religioso é bem preciso: pode se falar o quando o sagrado migra como estrutura de percepção para o cotidiano, para as atividades festivas, o consumo, o lazer, quando enfim, os turistas passam a viver eventos, como os Natais, não mais vinculados à tradição cristã e ao que ela prescreve, mas como uma experiência inusitada, espiritual e consumista ao mesmo tempo. (STEIL, apud SILVEIRA, 2004) A categoria turismo religioso começa assim a uma espécie de transversalização, ou seja, perpassa, atravessa, viaja desde as esferas dos agentes econômicos do turismo (agências de viagem, especialistas em turismo, etc.) a nomenclatura de determinados agentes eclesiásticos. (ASSUNÇÃO, apud SILVEIRA, 2004) Por conseguinte, a se naturalizar o turismo religioso operou-se um deslocamento etimológico, ou seja, no significado das palavras/termos, permitindo inferir as transformações operadas no eixo religião/política/turismo/cultura popular. Parece que uma categoria mercadológica, da segmentação de mercado gerou novas estruturas, a ponto da Igreja criar uma pastoral, existente na Europa desde 1960, específica para isso: a pastoral do turismo que apenas agora está sendo estruturada no Brasil.(PONTIFICIO CONSEJO, apud SILVEIRA, 2004) Na definição oficial, segundo a Conferência Mundial de Roma, realizada no ano de 1960, o turismo religioso é compreendido como uma atividade que movimenta peregrinos em viagens pelos mistérios da fé ou da devoção a algum

15 15 santo. Na prática, são viagens organizadas para locais sagrados, congressos e seminários ligados à evangelização, festas religiosas que são celebradas periodicamente, espetáculos e representações teatrais de cunho religioso. Reuniões para definições oficiais são como assembléias de bispo definindo dogmas, o que crer e como crer. Uma definição oficial não significa que não possa ser questionada e apontada em suas incoerências. (SILVEIRA, 2004). No entanto, sob esse termo turismo religioso popular, agentes religiosos, empresariais, públicos e acadêmicos constituem uma ação articulada no sentido de extrair de práticas seculares de fé, que são as peregrinações, caminhos santos, promessas, etc, uma oportunidade de negócio e, nos discursos mais otimistas, desenvolvimento sócio-econômico de uma determinada região. Segundo, Gonçalves (2003), o texto e o discurso afirmam que os órgãos públicos investem no tal de turismo religioso, novo nome de uma prática de séculos que remonta a Idade Média: a procissão de Corpus Christi. (Apud, SILVEIRA, 2004). Há vários tipos diferentes de viagens com finalidade religiosa. A Romaria, por exemplo, é a atividade turística feita por livre disposição do viajante aos destinos sagrados, onde não há nenhum tipo de compromisso a ser cumprido, a não ser conhecer a região. Já a Peregrinação é quando o turista viaja para cumprir promessas ou votos feitos a divindades. Neste caso, datas e prazos devem ser seguidos em função dos votos feitos. Existem também as viagens feitas com intuito de se redimir de alguma culpa ou pecado, de forma espontânea ou aconselhada por algum líder religioso. Estas são chamadas de viagens de Penitência ou de Reparação Turismo de Massa (de Balneário 1 ) Chamado também turismo de sol e praia. É caracterizado como tipo de turismo convencional, passivo e sazonal sendo a sua criação vinculada à 1 Balneário é um conjunto de praias de um determinado município litorâneo. Recinto público para banhos, muito comum em estâncias hidrominerais também conhecido como termas. Disponível em: Acessado em: 15 mar

16 16 consolidação do capitalismo, com a inclusão da grande maioria da sociedade, especialmente de baixa e média renda. É normalmente menos exigente e desprovido de um maior conforto, pois é um segmento turístico voltado para a classe intermediária da sociedade. Para Cruz (2001, p. 6), a expressão turismo de massa trata-se de uma modalidade de turismo que mobiliza grandes contingentes de viajantes. É uma forma de organização de turismo que envolve o agenciamento da atividade bem como a interligação entre agenciamento, transporte e hospedagem, de modo a proporcionar o barateamento dos custos de viagem e permitir consequentemente, que um grande número de pessoas viaje Turismo Ecológico O setor de turismo ecológico é um dos que mais tem crescido nos últimos anos. Está ligado diretamente ao meio ambiente, sendo capaz de expor o patrimônio natural e cultural, onde a natureza é o produto a ser vendido. (KRAEMER, 2006). O ecoturismo é o segmento do turismo que possibilita valorizar e preservar o patrimônio, viabilizando retornos econômicos, proporcionando uma educação ambiental, através da conscientização da importância da preservação do meio ambiente, gerando benefícios para a comunidade. Possibilita a eficácia e eficiência na atividade econômica, mantendo a diversidade e estabilidade do meio ambiente, atuando como instrumento de orientação, sensibilização e equilíbrio entre os desgastes causados pelo desenvolvimento econômico e a necessidade de preservar o meio ambiente. (KRAEMER, 2006). Essas modalidades de turismo diretamente relacionadas à natureza, mais comumente chamadas de ecoturismo, crescem conforme propalam organismos oficiais a um ritmo acelerado, e isso merece algumas ponderações.o turismo ecológico torna-se uma nova opção para quem gosta de curtir regiões exóticas, conhecer aquilo que não é visto todos os dias, essa nova atividade que se traduz em divisas externas, viabilizando projetos para o ecoturismo de diversas regiões (CRUZ, 2001).

17 17 O turismo ecológico, ou ecoturismo é a pratica de utilizar o patrimônio de forma sustentável. Cruz (2001) exemplifica que: A paisagem: É uma vista de um lugar ou lugares que atraem o turista através da representação. Ex: uma praia, um vale, uma cachoeira, um rio ou lagoa etc. Elementos naturais: A geologia, a fauna a flora e os fenômenos naturais. Cruz (2001), também comenta que o turismo ecológico é uma forma de interagir com a natureza, absorvendo o conhecimento sem prejudicar o meio ambiente, minimizando os impactos e tornando o meio-ambiente um turismo sustentável. A função é conhecer, preservar sem destruir nossa fauna e flora. O turismo de natureza ou ecoturismo deve atuar com qualidade de vida para o turista também com dignidade, educação, solidariedade, participação e felicidade, são sinônimas de desenvolvimento turístico. 2.3 O TURISMO SOB A PERSPECTIVA DA GEOGRAFIA ESCOLAR O setor terciário, na qual esta inserido o turismo era considerado um segmento improdutivo da economia que não merecia atenção científica. Seguindo, então, a praxe acadêmica, a Geografia negligenciou o estudo do turismo até este apresentar expressivo crescimento na década de (SOUZA e ASSIS, 2007) Dado as mudanças em curso na Geografia, o turismo vem ganhando destaque nesta disciplina, fomentando um amplo campo de investigação que já conta com uma significativa produção de livros, trabalhos e eventos científicos. O centro de interesses da Geografia pelo Turismo, de uma forma geral, está nas formas, nas dinâmicas e nas representações das paisagens derivadas do exercício das atividades turísticas e nas diferenciações areais ou regionais, que estimulam a atividade turística, ou que se criam, por conta da função turística (BARROS, 1998, p. 8). Entretanto, não se deve confundir a Geografia do turismo com a Geografia turística. Para Rejowski (1998), a primeira busca realizar uma reflexão geográfica do

18 18 Turismo nas suas múltiplas dimensões; enquanto a última está preocupada em simplesmente repassar informações descritivas dos lugares. O turismo surge em razão da existência prévia do fenômeno turístico, que é um processo cuja ocorrência exige a interação simultânea de vários sistemas com atuações que se somam para levar ao efeito final. A educação é um fator determinante para o turismo, não podemos mais desassociar, ou não deveríamos, a questão educacional do turismo, para o bom andamento do mesmo. A questão educacional, no país, esta muito inferior do que é preciso. Como não há muito interesse do governo em que a situação melhore, haja vista, que o velho chavão de povo desinformado é mais facilmente comandado continua, bastante presente na atualidade. Dificilmente podemos cobrar que tenhamos o mínimo de educação, pois não há base para isto. Outra questão preocupante é a falta de educação e, consequentemente, a falta de preparo para se alcançar o futuro planejado, gerando a desigualdade social que reflete em larga escala no setor turístico. Temos que despertar para este detalhe, pois todos sofrem, seja na destruição de pontos turísticos, porque a questão monetária e a maneira de ganhar o sustento vão além da razão, seja pela desigualdade num todo que acarreta assaltos, tráficos, prostituição etc. Rodrigues (1997, p. 76) afirma que: O turismo, da maneira como vem sendo abordado na Geografia, é um fenômeno que, pela sua abrangência e numerosas modalidades de expressão, constitui um tema de estudo, sob o qual se pode ascender a um discurso geográfico unitário, superando-se a propalada dicotomia sociedade x natureza. O turismo juntamente com a educação é à saída para muitos problemas ocorridos hoje em nossa sociedade, já que há uma grande expectativa sobre o setor e se trata direta e indiretamente do sustentável, inserindo a disciplina no ensino fundamental para toda a rede escolar. Analisando o turismo tem várias

19 19 possibilidades de alcançar o sucesso esperado, para tanto passa necessariamente pela questão educacional dos bancos escolares e, além disto, a educação de uma população independe da classe social. Como o Turismo não é uma temática freqüente nos livros didáticos e nas provas de Geografia, é provável que a sua discussão provoque algumas resistências por parte dos alunos e dos próprios professores. É fato que muitos docentes de Geografia não analisaram as relações entre turismo e espaço durante as suas formações. No entanto, o bom professor deve estar atento às novas tendências de sua área de ensino, atualizando as suas metodologias, conteúdos e recursos de aprendizagem. (SOUZA e ASSIS, 2007) O importante é esclarecer que a relação entre a Geografia escolar e o turismo, não é formar de pequenos turismólogos ou de pequenos geógrafos (FILIZOLA, 2004). O intuito é de contribuir para uma prática de ensino de Geografia pautada nas realidades dos lugares e do mundo dos alunos, que ajude a formar cidadãos influentes, críticos e participativos, identificando o potencial do local em que vive. Atualmente o turismo não é mais uma opção para qualquer país escolher, mas sim uma imposição necessária para a sobrevivência de uma nação. O papel das escolas torna-se importantíssimo, afinal as pessoas são o maior patrimônio de qualquer nação, estado, município e empresa. E o Turismo tem esse poder de valorizar, resgatar e preservar o meio ambiente e as pessoas que nele vivem.

20 3 PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS Neste capítulo apresentar-se-á o procedimento executado para a realização e andamento do trabalho de pesquisa. Para tanto a primeira providencia foi a busca de conhecimento já escrito sobre o assunto, pesquisando em vários livros, documentos, monografias, teses que versassem sobre o assunto. Utilizou-se de revisão bibliográfica, resgate histórico e procedimentos de campo. Em uma primeira etapa efetuou-se a revisão bibliográfica e de dados textuais, utilizando-se de fontes onde se buscou junto aos órgãos públicos e turísticos as principais informações sobre os pontos turísticos, suas características, principais aspectos históricos e sua relevância social. Os principais métodos utilizados nesta etapa foram: a. Pesquisa do referencial teórico em livros, publicações e Internet; b. Pesquisa na Prefeitura Municipal, junto a Secretaria de Turismo; c. Análise de informações históricas dos pontos turísticos selecionados para o trabalho de campo; d. Escolha dos pontos turísticos por temática, elencando-se um ponto turístico de lazer (Cascata Nazzari), turismo ecológico (Mirante do vale do Dourado), Turismo Religioso (Seminário Nossa Senhora de Fátima). 3.1 PROCEDIMENTOS DE CAMPO AQUISIÇÃO DE INFORMAÇÕES DE CAMPO Após a tomada de informações referente a revisão de literatura, procedeu-se as conferências e trabalhos a campo, principalmente para a tomada de informações como coordenadas dos pontos trabalhados, fotografias georreferenciadas que servem para a realização de atividades com os alunos. A partir do mapeamento de campo efetuou-se a etapa posterior que foi a criação de propostas e alternativas de ensino para os pontos turísticos analisados. 3.2 EQUIPAMENTOS UTILIZADOS

21 21 Visando a elaboração do trabalho utilizou-se de alguns procedimentos técnicos e equipamentos que auxiliaram na obtenção de informações como localização geográfica, distância da sede e/ou localização na sede. Para tanto se utilizou equipamento como: GPS marcação de pontos, com aquisição de informações de localização e coordenadas geográficas. Câmera fotográfica digital tomada de fotos panorâmicas expressivas e que representem a função dos pontos turísticos trabalhado. 3.3 RESGATE HISTÓRICO, ECONÔMICO, CULTURAL E SOCIAL DOS PONTOS TURÍSTICOS. Nesta etapa elaborou-se informações referentes às características e dados de cada um dos pontos turísticos considerados para o trabalho, seguindo-se as seguintes atividades: Pesquisa dos pontos turísticos, através de pesquisa bibliográficas, jornais e folder s informativos, livros, teses, dissertações, cartilhas que já possuíam informações dos locais selecionados. Seleção de informações relevantes ao trabalho e para cada um dos pontos selecionados, visando sua caracterização e descrição; Geração de mapas de localização, com informações municipais e em escala maior dos pontos pesquisados; Elaboração de propostas metodológicas de ensino de Geografia a partir de pontos turísticos e sua visitação por parte de professores da rede escolar, gerando subsídio a estes para ensinar Geografia a partir de saídas a campo, para as turmas escolares de 4ª, 5ª e 6ª séries, preferencialmente, o Ensino Médio também pode ser incluído.

INSTITUTO AMBIENTAL DO PARANA JANAÍNNA VALESKA BORATTO PROPOSTA DE MEIO INTERPRETATIVO NÃO PERSONALIZADO PARA O PARQUE ESTADUAL DE VILA VELHA

INSTITUTO AMBIENTAL DO PARANA JANAÍNNA VALESKA BORATTO PROPOSTA DE MEIO INTERPRETATIVO NÃO PERSONALIZADO PARA O PARQUE ESTADUAL DE VILA VELHA INSTITUTO AMBIENTAL DO PARANA JANAÍNNA VALESKA BORATTO PROPOSTA DE MEIO INTERPRETATIVO NÃO PERSONALIZADO PARA O PARQUE ESTADUAL DE VILA VELHA PONTA GROSSA 2012 JANAÍNNA VALESKA BORATTO PROPOSTA DE MEIO

Leia mais

Observar a paisagem. Nesta aula, vamos verificar como a noção de

Observar a paisagem. Nesta aula, vamos verificar como a noção de A U A UL LA Observar a paisagem Nesta aula, vamos verificar como a noção de paisagem está presente na Geografia. Veremos que a observação da paisagem é o ponto de partida para a compreensão do espaço geográfico,

Leia mais

Domínios Morfoclimáticos

Domínios Morfoclimáticos Domínios Morfoclimáticos Os domínios morfoclimáticos representam a interação e a integração do clima, relevo e vegetação que resultam na formação de uma paisagem passível de ser individualizada. Domínios

Leia mais

ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL DE GARÇA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO RA: 31.951

ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL DE GARÇA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO RA: 31.951 ASSOCIAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL DE GARÇA FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO RA: 31.951 A ATIVIDADE TURÍSTICA E O SEGMENTO DE EVENTOS. PERSPECTIVAS DE CRESCIMENTO GRAÇAS À COPA

Leia mais

Ação de sensibilização ambiental realizada na Ponte do Rio São Jorge/ Parque Nacional dos Campos Gerais- PR

Ação de sensibilização ambiental realizada na Ponte do Rio São Jorge/ Parque Nacional dos Campos Gerais- PR Ação de sensibilização ambiental realizada na Ponte do Rio São Jorge/ Parque Nacional dos Campos Gerais- PR Andressa Stefany Teles 1 Flávia Ferreira dos Santos 2 Jasmine Cardozo Moreira 3 RESUMO Impactos

Leia mais

01- O que é tempo atmosférico? R.: 02- O que é clima? R.:

01- O que é tempo atmosférico? R.: 02- O que é clima? R.: PROFESSOR: EQUIPE DE GEOGRAFIA BANCO DE QUESTÕES - GEOGRAFIA - 6º ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ============================================================================================= TEMPO ATMOSFÉRICO

Leia mais

Especialização em Direito Ambiental. 3. As principais funções das matas ciliares são:

Especialização em Direito Ambiental. 3. As principais funções das matas ciliares são: Pedro da Cunha Barbosa. Especialização em Direito Ambiental. Área do conhecimento jurídico que estuda as relações entre o homem e a natureza, é um ramo do direito diferenciado em suas especificidades e,

Leia mais

UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO UPE FACULDADE DE CIÊNCIAS, EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA DE GARANHUNS FACETEG

UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO UPE FACULDADE DE CIÊNCIAS, EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA DE GARANHUNS FACETEG UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO UPE FACULDADE DE CIÊNCIAS, EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA DE GARANHUNS FACETEG RECICLAGEM E CIDADANIA: UMA VISÃO SOCIO AMBIENTAL DOS CATADORES DE RESIDUOS SOLIDOS NO MUNICIPIO DE GARANHUNS

Leia mais

ONDAS. Projeto Ondas que te quero mar Educação Ambiental para comunidades ambientais

ONDAS. Projeto Ondas que te quero mar Educação Ambiental para comunidades ambientais ONDAS Projeto Ondas que te quero mar Educação Ambiental para comunidades ambientais O primeiro Projeto do NEMA foi o Mentalidade Marítima (1987), atual Projeto Ondas que te quero mar: educação ambiental

Leia mais

GEOGRAFIA DO RIO GRANDE DO SUL

GEOGRAFIA DO RIO GRANDE DO SUL GEOGRAFIA DO RIO GRANDE DO SUL 1. Posição e situação geográfica. O Rio Grande do Sul é o estado mais meridional do Brasil, localiza-se no extremo sul do país. Tem um território de 282.062 km 2, ou seja,

Leia mais

O ENSINO DE GEOGRAFIA E A DISTRIBUIÇÃO, DISPONIBILIDADE E USO DA ÁGUA: RELATO DE EXPERIÊNCIA

O ENSINO DE GEOGRAFIA E A DISTRIBUIÇÃO, DISPONIBILIDADE E USO DA ÁGUA: RELATO DE EXPERIÊNCIA O ENSINO DE GEOGRAFIA E A DISTRIBUIÇÃO, DISPONIBILIDADE E USO DA ÁGUA: RELATO DE EXPERIÊNCIA Elaine Aparecida Ramos elaineramos89@gmail.com Taison Luiz de Paula Braghiroli taisonbrag@gmail.com Resumo:

Leia mais

Projeto Executivo de Engenharia Rodoviária para as Obras de Implantação e Pavimentação da Rodovia SC-471 (nova SC-160) Trecho: Romelândia / Anchieta

Projeto Executivo de Engenharia Rodoviária para as Obras de Implantação e Pavimentação da Rodovia SC-471 (nova SC-160) Trecho: Romelândia / Anchieta SECRETARIA DE ESTADO DA INFRAESTRUTURA DEINFRA Departamento Estadual de Infraestrutura Projeto Executivo de Engenharia Rodoviária para as Obras de Implantação e Pavimentação da Rodovia SC-471 (nova SC-160)

Leia mais

Novas estratégias no ensino de geografia para vestibulandos

Novas estratégias no ensino de geografia para vestibulandos Novas estratégias no ensino de geografia para vestibulandos Renata de Souza Ribeiro (UERJ/FFP) Thiago Jeremias Baptista (UERJ/FFP) Eixo: Fazendo escola com múltiplas linguagens Resumo Este texto relata

Leia mais

Discente: Marcelo Caetano de Oliveira Orientador: José Darlan Ramos

Discente: Marcelo Caetano de Oliveira Orientador: José Darlan Ramos Serra da Mantiqueira: Turismo e Fruticultura Discente: Marcelo Caetano de Oliveira Orientador: José Darlan Ramos Objetivo Apresentar uma síntese sobre a Serra da Mantiqueira, desafios e potencialidades

Leia mais

AULAS DE RECUPERAÇÃO FINAL 7º ANO: AULAS 6, 7, 20, 27, 34 e 35,36 e 37 E 53.

AULAS DE RECUPERAÇÃO FINAL 7º ANO: AULAS 6, 7, 20, 27, 34 e 35,36 e 37 E 53. AULAS DE RECUPERAÇÃO FINAL 7º ANO: AULAS 6, 7, 20, 27, 34 e 35,36 e 37 E 53. AULAS 6 e 7: O RELEVO BRASILEIRO PLANALTOS BRASILEIROS: Muito desgastados, antigos, conhecidos também como cinturões orogênicos

Leia mais

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO II ETAPA LETIVA GEOGRAFIA 5. o ANO/EF - 2015

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO II ETAPA LETIVA GEOGRAFIA 5. o ANO/EF - 2015 SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA MANTENEDORA DA PUC MINAS E DO COLÉGIO SANTA MARIA ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO II ETAPA LETIVA GEOGRAFIA 5. o ANO/EF - 2015 Caro(a) aluno(a), É tempo de conferir os conteúdos estudados

Leia mais

A ESCOLA CATÓLICA, UMA INSTITUIÇAO DE ENSINO COM MÍSTICA EVANGELIZADORA

A ESCOLA CATÓLICA, UMA INSTITUIÇAO DE ENSINO COM MÍSTICA EVANGELIZADORA A ESCOLA CATÓLICA, UMA INSTITUIÇAO DE ENSINO COM MÍSTICA EVANGELIZADORA A escola católica será uma instituiçao com mística evangelizadora UMA ESCOLA A SERVIÇO DA PESSOA E ABERTA A TODOS UMA ESCOLA COM

Leia mais

Colégio Estadual do Campo Professora Maria de Jesus Pacheco Guimarães E. F. e M. Uma História de Amor ao Guará

Colégio Estadual do Campo Professora Maria de Jesus Pacheco Guimarães E. F. e M. Uma História de Amor ao Guará Colégio Estadual do Campo Professora Maria de Jesus Pacheco Guimarães E. F. e M. Uma História de Amor ao Guará PLANO DE TRABALHO DOCENTE 2012 DISCIPLINA: GEOGRAFIA - PROFESSOR: ADEMIR REMPEL SÉRIE: 8º

Leia mais

3º EIXO Dízimo TOTAL DIOCESE 943 579 61,3%

3º EIXO Dízimo TOTAL DIOCESE 943 579 61,3% 3º EIXO Dízimo Paróquia/Questionários Distribuídos Devolvidos % Devolv. Miguel Calmon 67 27 40 Piritiba 45 06 13 Tapiramutá 30 19 63 Mundo Novo 20 12 60 Jequitibá 14 10 71 Totais zonal 2 176 74 42% Andaraí

Leia mais

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO

RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO 1. PRÁTICA DE GESTÃO EFICAZ - Projeto Via Turismo 1.1 Histórico da Prática Eficaz Descrever como surgiu o programa/prática e indicar a data de início das ações. O Projeto Via Turismo

Leia mais

MINUTA DE LEI DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE CARIACICA

MINUTA DE LEI DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE CARIACICA MINUTA DE LEI DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DO MUNICÍPIO DE CARIACICA CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º Fica instituída a Política Municipal de Educação Ambiental, seus objetivos, princípios

Leia mais

Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária Belo Horizonte 12 a 15 de setembro de 2004

Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária Belo Horizonte 12 a 15 de setembro de 2004 Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária Belo Horizonte 12 a 15 de setembro de 2004 Projeto Verde Catas Altas Área Temática de Desenvolvimento Regional Resumo O projeto Verde Catas Altas

Leia mais

Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental

Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental Diretrizes Pedagógicas e Programa Municipal de Educação Ambiental GOVERNO DO ESTADO DE SÃO APULO SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE COORDENADORIA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DIRETRIZES PEDAGÓGICAS O que se espera

Leia mais

BREVES NOTAS SOBRE O PLANEJAMENTO FÍSICO-TERRITORIAL. Prof. Leandro Cardoso Trabalho Integralizador Multidisciplinar 1 (TIM-1) Engenharia Civil

BREVES NOTAS SOBRE O PLANEJAMENTO FÍSICO-TERRITORIAL. Prof. Leandro Cardoso Trabalho Integralizador Multidisciplinar 1 (TIM-1) Engenharia Civil BREVES NOTAS SOBRE O PLANEJAMENTO FÍSICO-TERRITORIAL Prof. Leandro Cardoso Trabalho Integralizador Multidisciplinar 1 (TIM-1) Engenharia Civil PLANEJAMENTO URBANO O planejamento urbano é o processo de

Leia mais

ARTE E GEOGRAFIA: TRABALHANDO A ORIENTAÇÃO CARTOGRAFICA UMA EXPERIENCIA DOS PIBIDIANOS DE GEOGRAFIA DO COLÉGIO PROFESSOR IVAN FERREIRA O (CEPIF).

ARTE E GEOGRAFIA: TRABALHANDO A ORIENTAÇÃO CARTOGRAFICA UMA EXPERIENCIA DOS PIBIDIANOS DE GEOGRAFIA DO COLÉGIO PROFESSOR IVAN FERREIRA O (CEPIF). ARTE E GEOGRAFIA: TRABALHANDO A ORIENTAÇÃO CARTOGRAFICA UMA EXPERIENCIA DOS PIBIDIANOS DE GEOGRAFIA DO COLÉGIO PROFESSOR IVAN FERREIRA O (CEPIF). Wilson Lázaro Pereira da Silva 1 wilsonlazarosilva2010@hotmail.com

Leia mais

TURISMO NO SUL DE MINAS: UMA ANÁLISE SOBRE O MUNICÍPIO DE FAMA (MG)

TURISMO NO SUL DE MINAS: UMA ANÁLISE SOBRE O MUNICÍPIO DE FAMA (MG) TURISMO NO SUL DE MINAS: UMA ANÁLISE SOBRE O MUNICÍPIO DE FAMA (MG) SÉRGIO HENRIQUE DE CAMPOS ESPORTE 1 e ANA RUTE DO VALE 2 sergio_h13@hotmail.com, ana.vale@unifal-md.edu.br 1 Bolsista de iniciação científica

Leia mais

Data: /08/2014 Bimestre: 2. Nome: 8 ANO B Nº. Disciplina: Geografia Professor: Geraldo

Data: /08/2014 Bimestre: 2. Nome: 8 ANO B Nº. Disciplina: Geografia Professor: Geraldo Data: /08/2014 Bimestre: 2 Nome: 8 ANO B Nº Disciplina: Geografia Professor: Geraldo Valor da Prova / Atividade: 2,0 (DOIS) Nota: GRUPO 3 1- (1,0) A mundialização da produção industrial é caracterizada

Leia mais

BIOMAS DO BRASIL. Ecologia Geral

BIOMAS DO BRASIL. Ecologia Geral BIOMAS DO BRASIL Ecologia Geral Biomas do Brasil segundo classificação do IBGE Segundo a classificação do IBGE, são seis os biomas do Brasil: Mata Atlântica Cerrado Amazônia Caatinga Pantanal Pampa O

Leia mais

Santa Catarina - Altitude

Santa Catarina - Altitude Santa Catarina - Altitude RELEVO O relevo catarinense caracteriza-se por sua ondulação, que variam dependendo da região do estado. No litoral, o que predomina são as planícies, as chamadas baixadas litorâneas,

Leia mais

Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global

Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global Tratado de Educação Ambiental para Sociedades Sustentáveis e Responsabilidade Global Este Tratado, assim como a educação, é um processo dinâmico em permanente construção. Deve portanto propiciar a reflexão,

Leia mais

Câmara Municipal de. Projeto de Lei nº /2008, que institui a Política Municipal de Educação Ambiental

Câmara Municipal de. Projeto de Lei nº /2008, que institui a Política Municipal de Educação Ambiental Câmara Municipal de Projeto de Lei nº /2008, que institui a Política Municipal de Educação Ambiental PROJETO DE LEI Nº /2008 Dispõe sobre a Política Municipal de Educação Ambiental e dá outras providências.

Leia mais

1.1. Fonte: Elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda., 2011.

1.1. Fonte: Elaborado por STCP Engenharia de Projetos Ltda., 2011. 1 - APRESENTAÇÃO A Área de Proteção Ambiental (APA) Serra Dona Francisca, localizada no município de Joinville/SC, com área mapeada de 40.177,71 ha, foi criada através do Decreto n 8.055 de 15 de março

Leia mais

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR GEOGRAFIA

PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR GEOGRAFIA Fundamentos teóricos da disciplina PROPOSTA PEDAGÓGICA CURRICULAR GEOGRAFIA O ensino da Geografia leva o educando a perceber que as relações sociais e as relações do homem com a natureza estão projetadas

Leia mais

LUGARES E PAISAGENS DO PLANETA TERRA

LUGARES E PAISAGENS DO PLANETA TERRA LUGARES E PAISAGENS DO PLANETA TERRA AS ÁGUAS DE SUPERFÍCIE Os rios são cursos naturais de água doce. Eles podem se originar a partir do derretimento de neve e de geleiras, de um lago ou das águas das

Leia mais

CADERNO DE ATIVIDADES

CADERNO DE ATIVIDADES COLÉGIO ARNALDO 2014 CADERNO DE ATIVIDADES GEOGRAFIA ATENÇÃO: Este trabalho deverá ser realizado em casa, trazendo as dúvidas para serem sanadas durante as aulas de plantão. Aluno (a): 5º ano Turma: Professora:

Leia mais

LEI Nº 12.780, DE 30 DE NOVEMBRO DE 2007

LEI Nº 12.780, DE 30 DE NOVEMBRO DE 2007 LEI Nº 12.780, DE 30 DE NOVEMBRO DE 2007 (Projeto de lei nº 749/2007, da Deputada Rita Passos - PV) Institui a Política Estadual de Educação Ambiental O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO: Faço saber que

Leia mais

Promover e Valorizar a Paisagem Natural e a Cultura Local por meio de Cartões Postais 1

Promover e Valorizar a Paisagem Natural e a Cultura Local por meio de Cartões Postais 1 Promover e Valorizar a Paisagem Natural e a Cultura Local por meio de Cartões Postais 1 COIMBRA, Bruno Abdala Vieira Di 2 ; ALMEIDA, Maria Geralda 3 Palavras-chave: Kalunga, Paisagem Cultural, Paisagem

Leia mais

REVISÃO UDESC GAIA GEOGRAFIA GEOGRAFIA FÍSICA PROF. GROTH

REVISÃO UDESC GAIA GEOGRAFIA GEOGRAFIA FÍSICA PROF. GROTH REVISÃO UDESC GAIA GEOGRAFIA GEOGRAFIA FÍSICA PROF. GROTH 01. (UDESC_2011_2) Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), existem no Brasil oito Bacias Hidrográficas. Assinale a alternativa

Leia mais

ENSINO MÉDIO. Data :23/05/2012 Etapa: 1ª Professor: MARCIA C. Nome do (a) aluno (a): Ano:1 º Turma: FG Nº

ENSINO MÉDIO. Data :23/05/2012 Etapa: 1ª Professor: MARCIA C. Nome do (a) aluno (a): Ano:1 º Turma: FG Nº Rede de Educação Missionárias Servas do Espírito Santo Colégio Nossa Senhora da Piedade Av. Amaro Cavalcanti, 2591 Encantado Rio de Janeiro / RJ CEP: 20735042 Tel: 2594-5043 Fax: 2269-3409 E-mail: cnsp@terra.com.br

Leia mais

EDITAL DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE PARQUE AMBIENTAL: JANELAS PARA O RIO

EDITAL DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE PARQUE AMBIENTAL: JANELAS PARA O RIO EDITAL DE MANIFESTAÇÃO DE INTERESSE PARQUE AMBIENTAL: JANELAS PARA O RIO A AGÊNCIA PERNAMBUCANA DE ÁGUAS E CLIMA APAC, de acordo com o Plano Hidroambiental da Bacia do Rio Capibaribe, está recebendo manifestações

Leia mais

GEOGRAFIA. Professora Bianca

GEOGRAFIA. Professora Bianca GEOGRAFIA Professora Bianca TERRA E LUA MOVIMENTO DA LUA MOVIMENTOS DA TERRA TEMPO E CLIMA Tempo é o estado da atmosfera de um lugar num determinado momento. Ele muda constantemente. Clima é o conjunto

Leia mais

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre

Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre Projeto Alvorada: ação onde o Brasil é mais pobre N o Brasil há 2.361 municípios, em 23 estados, onde vivem mais de 38,3 milhões de pessoas abaixo da linha de pobreza. Para eles, o Governo Federal criou

Leia mais

Figura1: Trajeto da Trilha da Saracura com seus respectivos pontos interpretativos.

Figura1: Trajeto da Trilha da Saracura com seus respectivos pontos interpretativos. PLANEJAMENTO E IMPLANTAÇÃO DE UMA TRILHA INTERPRETATIVA NA MATA ATLÂNTICA PARA ATIVIDADES DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE CAMPUS RIO DO SUL Autores: Alessandra Lariza KRUG, Marcelo

Leia mais

PROGRAMA DE PROSPECÇÃO E RESGATE ARQUEOLÓGICO

PROGRAMA DE PROSPECÇÃO E RESGATE ARQUEOLÓGICO PROGRAMA DE PROSPECÇÃO E RESGATE ARQUEOLÓGICO O Programa de Prospecção e Resgate Arqueológico da CSP visa atender aos requisitos legais de licenciamento ambiental, identificar e preservar o patrimônio

Leia mais

REVISÃO PARA AV1 Unidade 1 Cap. 1

REVISÃO PARA AV1 Unidade 1 Cap. 1 REVISÃO PARA AV1 Unidade 1 Cap. 1 Continente Americano Prof. Ivanei Rodrigues Teoria sobre a formação dos continentes Transformação da crosta terrestre desde a Pangeia até os dias atuais. A Teoria da

Leia mais

Estudos da Natureza na Educação Infantil

Estudos da Natureza na Educação Infantil Estudos da Natureza na Educação Infantil Referenciais Curriculares Nacionais da Educação Infantil (RCNEI) parte 3 Prof. Walteno Martins Parreira Jr www.waltenomartins.com.br waltenomartins@yahoo.com 2015

Leia mais

A DIVERSIDADE DA GEOGRAFIA BRASILEIRA: ESCALAS E DIMENSÕES DA ANÁLISE E DA AÇÃO DE 9 A 12 DE OUTUBRO

A DIVERSIDADE DA GEOGRAFIA BRASILEIRA: ESCALAS E DIMENSÕES DA ANÁLISE E DA AÇÃO DE 9 A 12 DE OUTUBRO PLANEJAMENTO TERRITORIAL E TURISMO: UM ESTUDO DAS ESTÂNCIAS TURÍSTICAS DO ESTADO DE SÃO PAULO RIBEIRO, RENATA MARIA 1 MARGARETE ARAUJO TELES 2 Resumo: Esse estudo defende a pertinência em aliar o planejamento

Leia mais

PROVA DE GEOGRAFIA 3 o TRIMESTRE DE 2012

PROVA DE GEOGRAFIA 3 o TRIMESTRE DE 2012 PROVA DE GEOGRAFIA 3 o TRIMESTRE DE 2012 PROFa. JULIANA NOME N o 8 o ANO A compreensão do enunciado faz parte da questão. Não faça perguntas ao examinador. A prova deve ser feita com caneta azul ou preta.

Leia mais

1. Programa Manaus Verde e Viva

1. Programa Manaus Verde e Viva 1. Programa Manaus Verde e Viva No intuito de fortalecer a arborização da cidade a Prefeitura de Manaus por meio da Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade - SEMMAS a administração deu

Leia mais

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas

11 a 14 de dezembro de 2012 Campus de Palmas ESTUDO DO TERMO ONOMA E SUA RELAÇÃO COM A INTERDISCIPLINARIDADE NOS PARÂMETROS CURRICULARES DO ENSINO FUNDAMENTAL DA GEOGRAFIA NA PERSPECTIVA DA ONOMÁSTICA/TOPONÍMIA Verônica Ramalho Nunes 1 ; Karylleila

Leia mais

A BIOSFERA DO BRASIL (I) AULAS 34 E 35

A BIOSFERA DO BRASIL (I) AULAS 34 E 35 A BIOSFERA DO BRASIL (I) AULAS 34 E 35 OS BIOMAS DO BRASIL: (Aziz Ab Saber) O que se leva em consideração nesses domínios morfoclimáticos? Clima. Relevo. Solo. Vegetação. Vida. História da Terra e da ocupação

Leia mais

RELATÓRIO EIXO TEMÁTICO: INCLUSÃO SOCIAL POLÍTICAS PÚBLICAS GRUPO DE TRABALHO: ECONOMIA DA CULTURA E DO TURISMO

RELATÓRIO EIXO TEMÁTICO: INCLUSÃO SOCIAL POLÍTICAS PÚBLICAS GRUPO DE TRABALHO: ECONOMIA DA CULTURA E DO TURISMO RELATÓRIO EIXO TEMÁTICO: INCLUSÃO SOCIAL POLÍTICAS PÚBLICAS GRUPO DE TRABALHO: ECONOMIA DA CULTURA E DO TURISMO 1. NOME COMPLETO DO RELATOR 2. E-MAIL Rafael Ângelo Fortunato fortunatoturismo@bol.com.br

Leia mais

Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013

Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013 Colégio São Paulo Geografia Prof. Eder Rubens - 2013 CAP. 02 O território brasileiro e suas regiões.( 7º ano) *Brasil é dividido em 26 estados e um Distrito Federal (DF), organizados em regiões. * As divisões

Leia mais

5 201 O LI Ó RTF PO 1

5 201 O LI Ó RTF PO 1 1 PORTFÓLIO 2015 Um pouco da trajetória do Colégio Ação1 QUANDO TUDO COMEÇOU 1993 Experientes profissionais fundaram, no bairro do Méier, a primeira unidade da rede Ação1. O foco do trabalho era a preparação

Leia mais

a) Cite o nome do estado brasileiro onde aparece a maior parte do domínio das araucárias. R:

a) Cite o nome do estado brasileiro onde aparece a maior parte do domínio das araucárias. R: Data: /08/2014 Bimestre: 2 Nome: 7 ANO A Nº Disciplina: Geografia Professor: Geraldo Valor da Prova / Atividade: 2,0 (DOIS) Nota: GRUPO 3 1-(1,0) A paisagem brasileira está dividida em domínios morfoclimáticos.

Leia mais

FONTES DE ABASTECIMENTO POR ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO MUNICÍPIO DE BARRAS/PIAUÍ - BRASIL

FONTES DE ABASTECIMENTO POR ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO MUNICÍPIO DE BARRAS/PIAUÍ - BRASIL FONTES DE ABASTECIMENTO POR ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NO MUNICÍPIO DE BARRAS/PIAUÍ - BRASIL Francisca Cardoso da Silva Lima Centro de Ciências Humanas e Letras, Universidade Estadual do Piauí Brasil Franlima55@hotmail.com

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

Climas do Brasil GEOGRAFIA DAVI PAULINO

Climas do Brasil GEOGRAFIA DAVI PAULINO Climas do Brasil GEOGRAFIA DAVI PAULINO Grande extensão territorial Diversidade no clima das regiões Efeito no clima sobre fatores socioeconômicos Agricultura População Motivação! Massas de Ar Grandes

Leia mais

HIDROGRAFIA GERAL E DO BRASIL

HIDROGRAFIA GERAL E DO BRASIL HIDROGRAFIA GERAL E DO BRASIL QUESTÃO 01 - A Terra é, dentro do sistema solar, o único astro que tem uma temperatura de superfície que permite à água existir em seus três estados: líquido, sólido e gasoso.

Leia mais

LOCALIZAÇÃO E BREVE APRESENTAÇÃO GEOGRÁFICA DA SUB-REGIÃO DO DOURO SUPERIOR

LOCALIZAÇÃO E BREVE APRESENTAÇÃO GEOGRÁFICA DA SUB-REGIÃO DO DOURO SUPERIOR LOCALIZAÇÃO E BREVE APRESENTAÇÃO GEOGRÁFICA DA SUB-REGIÃO DO DOURO SUPERIOR 1. LOCALIZAÇÃO A sub-região Douro Superior localiza-se no Interior Norte do país e integra os distritos de Bragança e Guarda,

Leia mais

ANEXO III Resolução 1 da Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima. Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável

ANEXO III Resolução 1 da Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima. Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável ANEXO III Resolução 1 da Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável Projeto: Geração de eletricidade a partir de fontes

Leia mais

Comparação entre lei 4771 e PL relatado pelo Dep.Aldo Rebelo preparado por Zeze Zakia Versão preliminar ( APP)

Comparação entre lei 4771 e PL relatado pelo Dep.Aldo Rebelo preparado por Zeze Zakia Versão preliminar ( APP) Lei 4771 versão em vigor II área de preservação permanente: área protegida nos termos dos arts. 2 o e 3 o desta Lei, coberta ou não por vegetação nativa, com a função ambiental de preservar os recursos

Leia mais

METODOLOGIA SEBRAE BAHIA PARA PÓLOS DE EMPREENDEDORISMO CULTURAL

METODOLOGIA SEBRAE BAHIA PARA PÓLOS DE EMPREENDEDORISMO CULTURAL Trabalho apresentado no III ENECULT Encontro de Estudos Multidisciplinares em Cultura, realizado entre os dias 23 a 25 de maio de 2007, na Faculdade de Comunicação/UFBa, Salvador-Bahia-Brasil. METODOLOGIA

Leia mais

GEOGRAFIA. Professores: Marcus, Ronaldo

GEOGRAFIA. Professores: Marcus, Ronaldo GEOGRAFIA Professores: Marcus, Ronaldo Questão que trabalha conceitos de cálculo de escala, um tema comum nas provas da UFPR. O tema foi trabalhado no Módulo 05 da apostila II de Geografia I. Para melhor

Leia mais

B I O G E O G R A F I A

B I O G E O G R A F I A B I O G E O G R A F I A FLORESTA AMAZÔNICA 2011 Aula XII O bioma Amazônia representa aproximadamente 30% de todas as florestas tropicais remanescentes do mundo e nele se concentra a maioria das florestas

Leia mais

REVISÃO NOVAFAP-FACID(geografia-Hugo)

REVISÃO NOVAFAP-FACID(geografia-Hugo) REVISÃO NOVAFAP-FACID(geografia-Hugo) 1. (Ufu) Na década de 1960, o geógrafo Aziz Nacib Ab'Saber reuniu as principais características do relevo e do clima das regiões brasileiras para formar, com os demais

Leia mais

PROJETO PARA FORMAÇÃO DE MONITORES AMBIENTAIS NO DISTRITO DE SÃO FRANCISCO XAVIER - SP. Glauce Yukari Michida, Greice Keli Nunes, Cleide Pivott

PROJETO PARA FORMAÇÃO DE MONITORES AMBIENTAIS NO DISTRITO DE SÃO FRANCISCO XAVIER - SP. Glauce Yukari Michida, Greice Keli Nunes, Cleide Pivott PROJETO PARA FORMAÇÃO DE MONITORES AMBIENTAIS NO DISTRITO DE SÃO FRANCISCO XAVIER - SP Glauce Yukari Michida, Greice Keli Nunes, Cleide Pivott UNIVAP Universidade do Vale do Paraíba / Faculdade de Comunicação

Leia mais

TÉCNICO EM HOSPEDAGEM

TÉCNICO EM HOSPEDAGEM Imagens para explicar que às vezes o turista quer um lugar simples, no meio da natureza para descansar, basta estar limpo, asseado e arejado, nem todos querem luxo, existe vários perfis de clientes.(grifo

Leia mais

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO PRÁTICA PROPOSITIVA NA INTERVENÇÃO DAS QUEIMADAS NO MUNICIPIO DE MUCUGÊ CHAPADA DIAMANTINA- BA

A EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO PRÁTICA PROPOSITIVA NA INTERVENÇÃO DAS QUEIMADAS NO MUNICIPIO DE MUCUGÊ CHAPADA DIAMANTINA- BA A EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO PRÁTICA PROPOSITIVA NA INTERVENÇÃO DAS QUEIMADAS NO MUNICIPIO DE MUCUGÊ CHAPADA DIAMANTINA- BA Karla Christiane Ribeiro Tanan Graduanda em Geografia, Universidade Estadual de

Leia mais

Climatologia. humanos, visto que diversas de suas atividades

Climatologia. humanos, visto que diversas de suas atividades Climatologia É uma parte da que estuda o tempo e o clima cientificamente, utilizando principalmente técnicas estatísticas na obtenção de padrões. É uma ciência de grande importância para os seres humanos,

Leia mais

1ª PARTE - OBJETIVA ESPECIFICA (Valendo 05 pontos cada questão)

1ª PARTE - OBJETIVA ESPECIFICA (Valendo 05 pontos cada questão) PREFEITURA DE VÁRZEA ALEGRE CE PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Nº 01/2014 SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CONTRATAÇÂO TEMPORÁRIA - PROVA DE GEOGRAFIA PROFESSOR DE GEOGRAFIA (6º ao 9º ANO) ASSINATURA DO

Leia mais

QUESTÃO 1 EXPECTATIVA DE RESPOSTA

QUESTÃO 1 EXPECTATIVA DE RESPOSTA GEOGRAFIA 1 Analise a figura a seguir. (Disponível em:

Leia mais

Penalidades No Meio Ambiental Florestal Por Agressões À Natureza.

Penalidades No Meio Ambiental Florestal Por Agressões À Natureza. Penalidades No Meio Ambiental Florestal Por Agressões À Natureza. Fernanda Ribeiro Silva, fernandaenge@yahoo.com.br, Graduanda em Engenharia Florestal na Universidade Federal de Lavras UFLA, Autora; Danusa

Leia mais

PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO: UM ESTUDO SOBRE OS BALNEÁRIOS DA BARRA DO CHUÍ E ALVORADA, NO SUL DO BRASIL

PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO: UM ESTUDO SOBRE OS BALNEÁRIOS DA BARRA DO CHUÍ E ALVORADA, NO SUL DO BRASIL PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO TURÍSTICO: UM ESTUDO SOBRE OS BALNEÁRIOS DA BARRA DO CHUÍ E ALVORADA, NO SUL DO BRASIL Taís Natália Cruz Pereira RESUMO: Este estudo realizado nos balneários da Barra do

Leia mais

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global

Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global Rede de Áreas Protegidas, Turismo e Inclusão Social: de uma perspectiva da América do Sul para uma perspectiva global (texto extraído da publicação IRVING, M.A.; BOTELHO, E.S.; SANCHO, A.; MORAES, E &

Leia mais

CP/CAEM/2005 1ª AVALIAÇÃO FORMATIVA - 2005 FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO

CP/CAEM/2005 1ª AVALIAÇÃO FORMATIVA - 2005 FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO CP/CAEM/05 1ª AVALIAÇÃO FORMATIVA - 05 FICHA AUXILIAR DE CORREÇÃO GEOGRAFIA DO BRASIL 1ª QUESTÃO (Valor 6,0) Analisar os fatores fisiográficos do espaço territorial do Brasil, concluindo sobre a influência

Leia mais

PLANTANDO NOVAS SEMENTES NA EDUCAÇÃO DO CAMPO

PLANTANDO NOVAS SEMENTES NA EDUCAÇÃO DO CAMPO PLANTANDO NOVAS SEMENTES NA EDUCAÇÃO DO CAMPO Alunos Apresentadores:Aline Inhoato; Rafhaela Bueno de Lourenço; João Vitor Barcelos Professor Orientador: Mario Ubaldo Ortiz Barcelos -Email: muobubaldo@gmail.com

Leia mais

REGISTRE SEUS DADOS ESCOLA: ALUNO: Prezados alunos e professores!

REGISTRE SEUS DADOS ESCOLA: ALUNO: Prezados alunos e professores! 1 Prezados alunos e professores! O livro Somos os Senhores do Planeta é fruto de um trabalho didático que tem por objetivo reunir em uma única publicação temas sobre o meio ambiente, são textos de fácil

Leia mais

Formação das Rochas. 2.Rochas sedimentares: formadas pela deposição de detritos de outras rochas,

Formação das Rochas. 2.Rochas sedimentares: formadas pela deposição de detritos de outras rochas, Relevo Brasileiro 1.Rochas magmáticas ou ígneas, formadas pela solidificação do magma.podem ser intrusivas formadas dentro da crosta terrestre ou extrusivas na superfície. Formação das Rochas 2.Rochas

Leia mais

Roteiro de visita a campo

Roteiro de visita a campo Roteiro de visita a campo 4Fs Brasil - The Forest Dialogue (TFD) 11-14 Novembro 2012, Capão Bonito, Brasil Dia 1 Domingo, 11 de Novembro 8:00 Saída dos hotéis 8:30 Chegada ao IDEAS e informações sobre

Leia mais

AGENDA DE MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE COPA 2014

AGENDA DE MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE COPA 2014 Code-P0 AGENDA DE MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE COPA 2014 Agenda de Trabalho Junho 2011 Claudio Langone Code-P1 OPORTUNIDADE PARA O BRASIL 2011 - Jogos Militares Mundiais 2012 - RIO + 20 - Cúpula das

Leia mais

DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS BRASILEIROS

DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS BRASILEIROS O que você deve saber sobre DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS BRASILEIROS Segundo o geógrafo Aziz Ab Sáber, um domínio morfoclimático é todo conjunto no qual haja interação entre formas de relevo, tipos de solo,

Leia mais

Centro Educacional Linus Pauling

Centro Educacional Linus Pauling Centro Educacional Linus Pauling Projeto 2º SEmestre 2012 APRESENTAÇÃO Faz-se necessário entender que o equilíbrio da natureza é essencial para a vida na terra, e que atualmente a preocupação com a degradação

Leia mais

Novos textos no ensino da Geografia

Novos textos no ensino da Geografia Novos textos no ensino da Geografia Renata de Souza Ribeiro (UERJ/ FFP) Thiago Jeremias Baptista (UERJ/ FFP) Resumo Este texto relata a experiência desenvolvida no curso Pré-vestibular Comunitário Cidadania

Leia mais

O ESPAÇO RURAL e a EDUCAÇÃO AMBIENTAL

O ESPAÇO RURAL e a EDUCAÇÃO AMBIENTAL EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO MEIO RURAL O ESPAÇO RURAL e a EDUCAÇÃO AMBIENTAL Luciano Gebler, MSc TESTE DE NIVELAMENTO 1 - O MEIO RURAL É : A - REGIÃO ONDE É FEITO O DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES AGRÍCOLAS; B

Leia mais

URBANIZAÇÃO LUGAR É A BASE

URBANIZAÇÃO LUGAR É A BASE URBANIZAÇÃO LUGAR É A BASE. DA REPRODUÇÃO DA VIDA E PODE SER ANALISADO PELA TRÍADE HABITANTE- IDENTIDADE-LUGAR. OBJETIVOS ESPECÍFICOS A. Caracterizar o fenômeno da urbanização como maior intervenção humana

Leia mais

Planificação a longo prazo

Planificação a longo prazo A Terra: Estudos e Representações 1º Período / 2º Período Planificação a longo prazo Professores: Carlos Naré e Isabel Rodrigues Ano letivo: 2015-2016 Número de aulas previstas (3 x 45 minutos / semana)

Leia mais

II SIMPÓSIO DE PESQUISA E DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS 2014 ANAIS

II SIMPÓSIO DE PESQUISA E DE PRÁTICAS PEDAGÓGICAS 2014 ANAIS A IV CONFERÊNCIA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE EM NOSSA SALA DE AULA Mary Lucia da Silva Doutora em Ciências- Química Analítica pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro DADOS DE IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

INSTITUTO LOJAS RENNER

INSTITUTO LOJAS RENNER 2011 RELATÓRIO DE ATIVIDADES INSTITUTO LOJAS RENNER Instituto Lojas Renner Inserção de mulheres no mercado de trabalho, formação de jovens e desenvolvimento da comunidade fazem parte da essência do Instituto.

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ALTERNATIVA PARA REDUÇÃO DO LIXO NO MUNICÍPIO LIMOEIRO DO AJURU-PA

EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ALTERNATIVA PARA REDUÇÃO DO LIXO NO MUNICÍPIO LIMOEIRO DO AJURU-PA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: ALTERNATIVA PARA REDUÇÃO DO LIXO NO MUNICÍPIO LIMOEIRO DO AJURU-PA Reinaldo Lucas Cajaiba Mestrando em Engenharia do Ambiente UTAD/Portugal reinaldocajaiba@hotmail.com RESUMO Objetivou-se,

Leia mais

FORMAÇÃO DE LIDERANÇAS E ASSESSORESCAMINHOS DE ESPERANÇA

FORMAÇÃO DE LIDERANÇAS E ASSESSORESCAMINHOS DE ESPERANÇA FORMAÇÃO DE LIDERANÇAS E ASSESSORESCAMINHOS DE ESPERANÇA A beleza de ser um eterno aprendiz. (Gonzaguinha) Por que pensar em formação de lideranças e assessores? A Pastoral da Juventude busca potencializar

Leia mais

01. Frederico Ratzel enunciou o princípio, segundo o qual o geógrafo, ao estudar um dos fatores geográficos ou uma área, deveria, inicialmente, procurar localizá-la e estabelecer os seus limites, usando

Leia mais

ANÁLISE DO USO DO SOLO EM ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE NO ALTO CURSO DA BACIA DO RIO COTEGIPE, FRANCISCO BELTRÃO - PR

ANÁLISE DO USO DO SOLO EM ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE NO ALTO CURSO DA BACIA DO RIO COTEGIPE, FRANCISCO BELTRÃO - PR ANÁLISE DO USO DO SOLO EM ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE NO ALTO CURSO DA BACIA DO RIO COTEGIPE, FRANCISCO BELTRÃO - PR Lucas Ricardo Hoenig Universidade Estadual do Oeste do Paraná UNIOESTE Campus de

Leia mais

O TURISMO SOB A ÓTICA DA PLATAFORMA DE SUSTENTABILIDADE DO LITORAL NORTE

O TURISMO SOB A ÓTICA DA PLATAFORMA DE SUSTENTABILIDADE DO LITORAL NORTE Contratantes: O TURISMO SOB A ÓTICA DA PLATAFORMA DE SUSTENTABILIDADE DO LITORAL NORTE Tópicos da apresentação: Turismo Sustentável sob a Ótica da PSLN. Tópicos: I Informações gerais sobre a PSLN; II Diagnóstico

Leia mais

Nota técnica Março/2014

Nota técnica Março/2014 Nota técnica Março/2014 Sistemas de Saneamento no Brasil - Desafios do Século XXI João Sergio Cordeiro O Brasil, no final do ano de 2013, possuía população de mais de 200 milhões de habitantes distribuídos

Leia mais

AS AÇÕES DE COMUNICAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NO ESPAÇO RURAL NO SUL DO BRASIL E AS RELAÇÕES COM A PESQUISA DE CAMPO 1

AS AÇÕES DE COMUNICAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NO ESPAÇO RURAL NO SUL DO BRASIL E AS RELAÇÕES COM A PESQUISA DE CAMPO 1 AS AÇÕES DE COMUNICAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL NO ESPAÇO RURAL NO SUL DO BRASIL E AS RELAÇÕES COM A PESQUISA DE CAMPO 1 Adriano Nicolodi FRANCESCATO Mestrando em Turismo e Hotelaria Universidade

Leia mais

TÍTULO: MONITORAMENTO DA FAUNA SILVESTRE ATROPELADA NAS RODOVIAS BR-277, PR-508 E PR-407, NO LITORAL DO PARANÁ.

TÍTULO: MONITORAMENTO DA FAUNA SILVESTRE ATROPELADA NAS RODOVIAS BR-277, PR-508 E PR-407, NO LITORAL DO PARANÁ. TÍTULO: MONITORAMENTO DA FAUNA SILVESTRE ATROPELADA NAS RODOVIAS BR-277, PR-508 E PR-407, NO LITORAL DO PARANÁ. INTRODUÇÃO O Brasil figura com louvor entre os países que detêm as maiores biodiversidades

Leia mais

Extensão Universitária na Amazônia: Ações Sócio-Educativas de Arte e Cultura nas Comunidades Ribeirinhas dos Municípios de Coari e Carauari

Extensão Universitária na Amazônia: Ações Sócio-Educativas de Arte e Cultura nas Comunidades Ribeirinhas dos Municípios de Coari e Carauari Anais do 2º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária Belo Horizonte 12 a 15 de setembro de 2004 Extensão Universitária na Amazônia: Ações Sócio-Educativas de Arte e Cultura nas Comunidades Ribeirinhas

Leia mais

COLÉGIO MARQUES RODRIGUES - SIMULADO

COLÉGIO MARQUES RODRIGUES - SIMULADO COLÉGIO MARQUES RODRIGUES - SIMULADO Estrada da Água Branca, 2551 Realengo RJ Tel: (21) 3462-7520 www.colegiomr.com.br PROFESSOR ALUNO ANA CAROLINA DISCIPLINA GEOGRAFIA A TURMA SIMULADO: P3 501 Questão

Leia mais