O TURISMO COMO FACTOR INTEGRANTE NO DESENVOLVIMENTO DO TERRITÓRIO

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1 O TURISMO COMO FACTOR INTEGRANTE NO DESENVOLVIMENTO DO TERRITÓRIO O TURISMO COMO FACTOR INTEGRANTE NO DESENVOLVIMENTO DO TERRITÓRIO: O CASO DE VILAMOURA, ALGARVE, EM PORTUGAL, E S. SEBASTIÃO, COSTA DO ALCATRAZES, NO BRASIL Rui Durte Instituto Superior Técnico IST, Universidde Técnic de Liso, Ru Diogo Cão, n1, 8 o Esq., , Portel-Lrs, Loures, Portugl, Loures, Portugl, e-mil: Adrin Silv Bros Instituto Técnico Superior de Liso, Ru dos Cmpineiros, 26 Mooc, , São Pulo-SP, Brsil, e-mil: Mnuel Lel d Cost Loo Instituto Superior Técnico IST, Universidde Técnic de Liso, Deprtmento de Engenhri Civil e Arquitectur CESUR, Av. Rovisco Pis, Liso, Portugl, e-mil: Resumo O turismo envolve provisão de trnsporte, lojmento, limentção e todos os demis serviços necessários o emestr do visitnte (Beni, 2004). Váris ciddes estão dptr o seu território urno e rurl pr explorção do mercdo turístico e melhori gerl ds infr-estruturs e equipmentos oferecidos. Est pesquis tem por ojectivo nlisr dus regiões que pssm por trnsformções em seu território, decorrentes ds ctividdes turístics. Em cd região nálise é detlhd trvés de um cso de estudo: Vilmour, no litorl sul d região do Algrve, Portugl, constitui o mior, mis completo e diversificdo empreendimento turístico d Europ, em termos de qulidde e eficiênci no plnemento e ordenmento do território sedo em plnos de gestão territoril. É um lugr único pr o período de féris com vivênci urn e lzer durnte tods s estções do no. São Sestião, no litorl norte do Cone Leste Pulist, Brsil, é considerdo um príso nturl que se concentr em 100 km de cost de pris. Em São Sestião evidenci-se o fto de ser um território ind pouco desenvolvido em termos urnos, o que relç importânci de um plno estrtégico de desenvolvimento e gestão urn eficz pr comter possíveis efeitos decorrentes d celerd procur turístic. A escolh desses csos de estudo reciu no fcto de mos trírem fluxos de ciddes de importânci ncionl, gerdors de turismo de grnde escl, e de se constituírem em destino de féris de turists, desempenhndo sensivelmente mesm importânci como ciddes plneds e desenvolvids em torno d ctividde turístic. Contudo, por possuírem crcterístics histórics, culturis, geográfics e económics distints, presentm processos de desenvolvimento territoril divergentes entre si e, portnto, estrtégis de desenvolvimento territoril diferencids, com conseqüêncis pr o desenvolvimento ds regiões, conforme será nlisdo neste rtigo. Plvrs-chve: ordenmento do território, miente, desenvolvimento. Enqudrmento Ncionl e Europeu do Algrve n Su Procur Turístic Situdo no extremo ocidentl d Penínsul Iéric, sul de Portugl, região do Algrve individuliz-se fcilmente do restnte do território ncionl. Representndo pouco mis de 5% d superfície totl do pís, confind Norte com o Alentejo, está seprd d Espnh pelo Rio Gudin Este e é nhd pelo Mr Mediterrâneo Sul (Fix Litorl) e pelo Oceno Atlântico Oeste (Cost Vicentin) (Figur 1), estendendo-se por um superfície de km 2, com um populção residente de cerc hitntes (Censos de 2001, INE). Com um posição mrítim excepcionl, o Algrve, prtir do século XX, pss por um processo de industrilizção, concentrdo n trnsformção ds mtéris-prims trdicionis (peixe e cortiç) e em su comercilizção e exportção. No finl d décd de 1950, concorrênci interncionl lid à ix cpcidde tecnológic e conseqüente ix produtividde cusou grves prolems o tecido económico lgrvio. Apesr de tudo, s condições geográfics, mientis e climátics do Algrve permitirm, prtir dos nos 60, o surto do turismo e, concomitntemente, o desenvolvimento ds ctividdes económics relcionds, tendo-se torndo o mis importnte pólo turístico de Portugl.

2 112 DUARTE, BARBOSA & LOBO ALGARVE Vilmour Figur 1 Enqudrmento d região do Algrve em nível europeu e ncionl. No entnto, região do Algrve sofreu sucessivs e profunds lterções no seu perfil económico, socil e territoril pelo fto de região ter ultrpssdo lógic predominntemente utárquic, fechd sore si mesm, perturd pens pelo comércio dos produtos originários d terr e do mr (PROTAL, CCDR-Alg, 2004). Os principis resultdos decorrentes d evolução dos últimos qurent nos podem resumir-se nos seguintes spectos (PROTAL, CCDR-Alg, 2004): lterção celerd d estrutur produtiv, reduzindo o peso do sector primário (mioritário nos nos 50 do século XX) e vnçndo pr um clr especilizção no domínio d hotelri, do imoiliário e dos serviços; o infr-estrutur ns áres mientis, nos equipmentos sociis e colectivos e ns cessiiliddes ferro e rodoviáris e éres; crescimento demográfico positivo ímpr, resultdo, nos dois últimos decénios, dos intensos fluxos migrtórios que têm convergido pr região; forte moilidde profissionl intersectoril (trnsferêncis líquids de mão-de-or pr os serviços) e mnutenção de um ixo nível de qulificção d populção em idde ctiv; predomínio de ctividdes relcionds com trnscção de ctivos imoiliários, iniindo outrs ctividdes que pudessem proporcionr vlorizção de ctivos produtivos; pdrão pouco qulificdo de ocupção do território, não ostnte existênci desde 1996 do qudro completo de instrumentos de gestão territoril de âmito municipl, em como pouc reflexão sore dptção funcionl ds pequens ciddes do litorl lgrvio às novs funções urns imposts pel dinâmic do turismo e do lzer; iniição reconhecid de outros sectores económicos, principlmente devido à usênci de infr-estruturs de poio às ctividdes produtivs. A dimensão do fenómeno turístico lgrvio está em ptente n prticipção d região no totl ncionl. No entnto, estes resultdos correspondem um pdrão mrcdo por forte szonlidde (52% ds dormids concentrds em qutro meses: junho, julho, gosto e setemro), dependênci de um número reduzido de mercdos emissores (80% dos pssgeiros no Aeroporto de Fro são provenientes de três píses Reino Unido, Alemnh e Holnd) e lgums deiliddes (grnde expnsão do lojmento não clssificdo e deteriorção dos preços). A ofert de lojmento em Portugl concentrou-se preferencilmente no Algrve (38%) e em Liso (18,4%) (INE, 2004). A estrtégi definir detlhdmente pr orientr e suportr o processo de desenvolvimento d região, que pretende ser equilirdo e durável, deve se ssentr n estruturção intern ds ctividdes que utilizm os recursos com o melhor potencil de gerção de riquez pr região. Tendo o Algrve inequivocmente por se o turismo como um sector forte de especilizção económic, é preciso crir prlelmente condições pr que outrs ctividdes, em especil quels que lhes estão direct e indirectmente ssocids, possm contriuir pr um estrutur económic mis diversificd e de mior estilidde, durilidde e rendiilidde (PROTAL, CCDR- Alg, 2004). Num síntese de vlição do Algrve como destino turístico, oserv-se que: o produto golfe tingiu e mntém elevdo nível de excelênci reconhecido pelos mercdos (existem ctulmente 30 cmpos de golfe); o produto sol e pris, pesr d reconhecid qulidde ds pris, não tem evoluído fvorvelmente enqunto produto-território, present níveis de qulidde muito vriáveis e crece de requlificção glol e por segmentos; o produto lzer/ clim crece de orgnizção qulificdor d ofert e de posicionmento dequdo mercdos sénior de mis elevdo rendimento o turismo sénior está pouco posiciondo pr os segmentos de mior rendimento e crece de ligção com vilegitur e o turismo de súde; o produto recreio náutico tem evoluído fvorvelmente, crece de mis investimento em mrins e portos de recreio e de expnsão no território regionl (existem ctulmente 4 mrins); o turismo culturl e urno crece de estruturção de espços e equipmentos; o turismo de hitção e o turismo rurl têm frc expressão e crecem de modliddes inovdors; o turismo de nturez e o ecoturismo são ind muito incipientes em termos de ofert orgnizd. Um fctor negtivo à imgem turístic glol do Algrve é o crescimento imoiliário ml enqudrdo

3 O TURISMO COMO FACTOR INTEGRANTE NO DESENVOLVIMENTO DO TERRITÓRIO urnisticmente e territorilmente concentrdo, com mnchs grvemente desqulificds n fix litorâne. Há situções grves de descrcterizção e desqulificção urn, de crêncis de espços verdes, de défices de infr-estruturs e de congestionmento de tráfego. N nálise d orgnizção territoril d região, segundo qulificção e especilizção firmd ou vocciond de form distint, podem-se identificr qutro susistems que espelhm de form direct ou multifcetd sus linhs de tendênci (Estrtégi pr Região do Algrve, ) (Figur 2). Susistem litorl: rnge fix litorl entre Lgos e Tvir, intensmente urnizd e onde os limires de sustentilidde se encontrm mis meçdos pel pressão demográfic, imoiliári e turístic e que inclui um áre de elevdo vlor mientl Ri Formos. Susistem Cost Vicentin: rnge os espços nturlizdos integrdos e envolventes do Prque Nturl do Sudoeste Alentejno e Cost Vicentin e locis com vlor simólico elevdo. Susistem Gudin: rnge os territórios de fronteir e espços nturis de grnde sensiilidde (Reserv Nturl do Spl de Cstro Mrim, V. R. Stº António e ci do Gudin), pr de núcleos urnos com vlor ptrimonil (Tvir, V. R. Stº António, Alcoutim e Cstro Mrim). Susistem Serr/Brrocl: rnge um áre de trnsição entre serr despovod e o litorl, com crcterístics predominntemente ruris, emor integre vários glomerdos dissemindos com funções de stecimento de ens e serviços às populções d serr. Os três últimos susistems prolongm-se, em termos de reliddes nturis e socioeconómics, pelo Alentejo. Vilmour, no Algrve Desde os finis do século XIX, n Europ se foi pouco pouco desenvolvendo o háito de fzer turismo e de ligr ess prátic três motivos principis: curiosidde científic e culturl de conhecer o mundo; procur de condições fvoráveis à súde (pri, terms, montnh); e o gosto d ventur e do risco. É conhecid ntig prátic ritânic d grnde vigem que todos os jovens d ristocrci ingles se sentim n origção de empreender té Europ, normlmente pr visitr civilizções ntigs como Gréci, Rom e Pris! Eventulmente, Vien e Slzurgo (Áustri), Budpeste (Hungri) e Prg (Repúlic Chec). Depois form descorindo outros lugres fvoráveis pr o verneio o cso de Sn Sestin no Pís Bsco (norte de Espnh), de Estoril (perto de Liso), d Pri d Roch (no Algrve, perto de Portimão). Or, no Algrve conseguirm os ingleses encontrr condições climátics muito fvoráveis, ficndo em mis perto de cs do que o Funchl, só que pens Portimão/Pri d Roch se encontrv devidmente cessível e infr-estruturd, gozndo de lgum prestígio. Nos nos de 1950 e 1960, com o começo do grnde movimento turístico desencdedo em todo o mundo, os promotores descorirm o Algrve, cujs pris só pecvm por flt de ons cessos, feitos por estrds de rei! Assim se começou desenvolver Armção de Pêr, com o Hotel do Gre, e Alufeir, com o Hotel Sol e Mr. N Pri d Roch, junto Portimão, instlou-se o Hotel Algrve, de grnde luxo. Entretnto, 20 km de Fro e do seu eroporto, estv à vend um grnde propriedde de 1400 h, com 3 km de frente de mr e trvessd pel Rieir de Qurteir. A visão do nqueiro Cupertino de Mirnd levouo, nos nos 60, sonhr com um grnde empreendimento turístico. A cpcidde finnceir do promotor, cridor e dono do Bnco Português do Atlântico, grntiu o finncimento ds operções pr colocr de pé o empreendimento. A opinião fvorável de construtores estrngeiros, dos EUA e de Frnç, que pontvm pr um ocupção turístic à volt de um mrin, correspondente à ntig í que em tempos ntigos existir no locl, ligd à foz d Rieir de Qurteir, permiti usr um cpcidde de lojmento de 1000 h x 50 h/h = hitntes em hotéis e em ldementos, e os restntes 500 h destindos permnecer como zon húmid ou zon grícol. D A B C D Litorl Gudin Cost Vicentin Serr/rrocl C B A Vilmour Figur 2 Mp dos susistems territoriis do Algrve. Fonte: Estrtégi de Desenvolvimento pr Região do Algrve:

4 114 DUARTE, BARBOSA & LOBO Nest fse foi feit trnscção. A mrin começou construir-se e igulmente um golfe, proveitr somr de um dos Pinhis, logo à entrd dos terrenos urnizr. Formou-se um empres, Lusotur, e chmou-se Vilmour o glomerdo construir. O Prof. Cost Loo, do Instituto Superior Técnico, foi conviddo desenhr o Plno de Vilmour e compnhr gestão do empreendimento como urnist profissionl. Começou-se por estelecer um diálogo com o Município e com Administrção Centrl (Direcção Gerl dos Serviços de Urnizção), resultndo num cordo qunto o processo de gestão do empreendimento, já que se trtv de um or de nível técnico. Assim, com o plno e os projectos provdos, Lusotur dquire posse do lvrá que lhe permitiu o lotemento do terreno em prédios individulizdos, podendo ser trnscciondos. O DL de 1965 determin possiilidde de endossr promoção de um empreendimento urnístico um entidde privd, desde que o respectivo plno fosse novmente provdo pel DGSU e que s respectivs infrestruturs fossem relizds e ceits pelo município. Durnte ertur ds vis nos terrenos urnizr foi encontrd um ric vil romn, com mosicos, lneários de águs quentes e fris e dependêncis de um luxuos cs romn. Foi construído um pequeno museu onde se gurdm peçs vlioss li encontrds. O plno de Vilmour A extensão d áre em estudo e loclizção do espço tão em interligdo à rede urn do Algrve levrm o estelecimento de um cordo pr o plno, que foi presentdo e provdo. Deste modo, Vilmour deveri conceer-se como um cidde nov, poid inicilmente no turismo, ms depois evoluindo pr integrr outrs ctividdes. Tmém, deveri estelecer residêncis permnentes pr populção que pouco e pouco viesse se instlr. A rieir d Qurteir, de percurso móvel entre s duns de rei, deveri ser estilizd e consolidd n síd pr o mr, trvés de um nteporto. Visndo constituição de um cidde, o plno previ: espços pr desenvolver um áre centrl com o predomínio do comércio, serviços e escritórios em gerl; outr áre de mrin que concentrsse s ctividdes náutic, resturção, recreio, comércio e hitção; zon de cssino e hotéis; e cmpos de golfe que grntissem permnênci de turists no inverno, proveitndo o clim doce do Algrve. As hitções dividirm-se em zons residenciis de ix densidde nos pinhis juntmente com os cmpos de golfe, zons residenciis de médi densidde formr em ldementos, com crcterístics própris e áre de hitção plfit no vle. Em termos mientis previuse mnutenção de um estrutur verde contínu, pr protecção e desenvolvimento d vid selvgem; mnutenção de um zon húmid pr protecção d iologi locl; mnutenção de um áre grícol; e definição de um zon específic pr ctividdes industriis ligeirmente à entrd de Vilmour (Figurs 3, 4 e 5). Os cessos serim sedos num penetrção do exterior té o centro composto por dus vis em cd sentido e lrgo seprdor, permitindo inversão de mrch, compnhd por um cminho pr peões e iciclets. A prtir d venid centrl, rmis ifurcvm pr os cessos dos seis sectores, mis um n mrgem esquerd d rieir d Qurteir e outro reltivo à gricultur. A prtir desss ligções estelece-se o cesso locl com vis preprds pr pequenos cudis e lguns cminhos de peões. 1. Aldei Hípic 2. Pinhl Velho 3. Cerro d Vinh 4. Monte ds Perdizes 5. Terrços do Pinhl 6. Encosts ds Oliveirs 7. Colins do Golfe 8. Fontes do Ulme 9. Cnis do Golfe 10. Cidde Lcustre. Acdemi de Golfe. Old Course c. Pinhl Golf d. Millennium Golf e. Lgun Golf f. Centro Desportivo g. Prque Amientl h. Vilmourténis i. Museu Cerro d Vill j. Mrin f 1 3 i g 2 d e j h c Figur 3 Plno gerl de Vilmour. Fonte: Lusotur.

5 O TURISMO COMO FACTOR INTEGRANTE NO DESENVOLVIMENTO DO TERRITÓRIO Tiro Zon industril Centro hípico Escol Discotec Agricultur ETAR Reserv Ecológic Flési Aldei Velh Aldemento de Tennis Plnejmento lcustre Pri c Qurteir c Hitção em locos Golf, Pinhis, Mordis Mrin Duns Áre centrl Cssino 0 ~1 ~2 km Figur 4 Esquem do plno. 1, 2,... - Sectores orgânicos Áre centrl (centro cívico, comercil, hoteleiro, náutico, csino, resturntes, terminl de trnsportes, serviços) 2 - Áre Residencil e Pinhl Áre Residencil, de Pinhl e Aldemento de Tennis, Golf 4 - Áre Residencil e Pinhl, cptção de águs, viveiros, Golf 5 - Áre Residencil, Lcustre, Protecção Civil, Golf 6 - Áre Residencil e Pinhl, Golf, Clue de Tiro 7 - Flési, Reserv pr Hotel 0 ~1 ~2 ~3 ~4 ~5 km 8 - Áre Agrícol, Reserv Ecológic, Centro Hípico, Pinhl Velho, Escol Figur 5 Uniddes orgânics. Dest form, no desenvolvimento do plno, prtir de 1970, pesr de pssr por momentos difíceis, mntevese su estrutur fundmentl, e nos meses seguintes de tempord os turists já podim contr com lgums instlções pronts, tornndo vísiveis lguns resultdos. O prestígio e ofert de locis melhor qulificdos em Vilmour fizerm com que turists e residentes de for de Vilmour fossem à pri utilizr serviços como resturntes, cssino e outrs ctividdes recretivs. Os golfes têm cumprido su função, enchendo-se no inverno com turists/ golfists do norte d Europ. A rede viári e de iciclets têm-se vindo construir pouco e pouco, tl como todo o enqudrmento pisgístico, o que trz um vlor gregdo progressivo o locl. Actulmente, 2/3 do totl do espço edificável já foi relizdo, ms ind prevêse construção de um terminl rodoviário. Apesr ds mudnçs que se operrm n dministrção e n Lusotur, o empreendimento cresce com grnde vitlidde. Assim, pode-se dizer que, em áres de interesse turístico como Vilmour, qundo há interesse dos poderes púlico e privdo de estelecer um plnemento urnístico único e integrdo com s necessiddes locis, é possível explorr um região pr o turismo, fzendo do plnemento territoril um ferrment de prevenção

6 116 DUARTE, BARBOSA & LOBO de futuros dnos mientis, d descrcterizção d pisgem e d perd d identidde históric e culturl do locl. Enqudrmento do Cone Leste Pulist n Su Procur Turístic, Brsil O Cone Leste Pulist, por estr loclizdo entre s ciddes com mior concentrção de rend (Rio de Jneiro e São Pulo) e, portnto, entre os principis mercdos emissores e receptores de turists, tem chmdo tenção dos gestores púlicos pr explorção do turismo regionl (Emrtur, 2003). O Estdo de São Pulo, pesr dos muitos trctivos nturis no litorl norte e sul, tri somente os turists estrngeiros (18,53 %) que procurm o turismo de negócios, concentrdo n cidde de São Pulo. Os turists que procurm lzer e descnso rumm pr s pris do Nordeste rsileiro, como Slvdor (15,76 %) e Fortlez (8,50%), e pr o Rio de Jneiro (36,90%) (Emrtur, 2003). A região do Cone Leste Pulist tem trído somente turists do mercdo interno, em su miori dos Estdos de São Pulo, Mins Geris e Rio de Jneiro. O mercdo interno rsileiro é crcterizdo por turists que utilizm o utomóvel prticulr (50,9%), o trnsporte rodoviário (36,3%) e excursões rodoviáris (1,2%). Pesquis mostrou que um prcel reduzid dos rsileiros (1,7%) tem condições de vijr pr o exterior, por isso s vigens doméstics (36,4%) se tornm opção mis cessível (Fipe-Emrtur, 2001). Tis ddos se reflectem n região em estudo no processo de formção e trnsformção do território. O Cone Leste Pulist possui 26 ciddes com ctividdes turístics ou considerds de interesse turístico (Secretri de Turismo, 2005). N miori ds ciddes de portes pequeno e médio há prolems de infr-estrutur urn, e o turismo de mss relizdo por turists do próprio Estdo grv ind mis tis crêncis. Os gestores púlicos, com poucs possiiliddes de investir em melhoris urns, não conseguem tender grnde demnd turístic, resultndo n degrdção do meio miente urno e rurl e n descrcterizção do espço urno (Fonteles, 2004). Com tis dificulddes, torn-se difícil competir com o mercdo externo. Esss ciddes sofrem com s limitções finnceirs do poder púlico locl, não conseguindo se estruturr ntes de ocorrer demnd turístic. Tmém, por tender um turismo szonl, muits ds crêncis urns ocorrem somente ns tempords de verão e feridos, o que torn difícil mnter um infr-estrutur extr que ficrá ocios durnte ix tempord. Diferente do Rio de Jneiro e do Nordeste rsileiro, que receem turists o no inteiro, o litorl norte pulist não tem fluxo permnente que compense melhores investimentos (Ruschmnn, 2005). Um lterntiv viável encontrd pel Secretri Estdul de Turismo foi de estimulr um fluxo constnte de turists trvés d orgnizção d tividde e d formção de prceris com empress do rmo hoteleiro. Em 2005, Secretri esteleceu vários circuitos e, ssim, o Cone Leste Pulist foi dividido (Mp 2) de cordo com seus trctivos. Têm-se o Circuito Mntiqueir, que reúne s ciddes serrns; o Circuito Vle Histórico, que reúne s ciddes próxims ds ntigs fzends de cfé; o Circuito Cminhos do Rio Prí, que reúne s ciddes do vle com lgum cervo histórico e culturl; e o Circuito Litorl Norte Pulist, composto pels ciddes litorânes e sus 180 pris, 420 cchoeirs, 110 trilhs e 138 mil hectres de Mt Atlântic. Levntmento do Cone Leste Pulist São Sestião, n Cost dos Alctrzes O Cone Leste Pulist é composto por 39 ciddes, ocup um áre de 7,4 mil km 2 e possui um populção de cerc de 1,8 milhão de hitntes. A região é mrcd pel desiguldde n distriuição de rend entre s ciddes mis industrilizds e s situds ns áres de preservção mientl. No specto orgnizcionl, está inserid n Região Administrtiv de São José dos Cmpos, qurt região mis populos do Estdo de São Pulo. Qunto o tipo de vegetção, crcteriz-se pel Mt Atlântic Costeir, de Terrs Bixs, Montn e de Várze; Mt de Arucári, de Montn e Alto Montn; Cmpo de Altitude; e Mnguezl. No specto hídrico, região é constituíd pel Bci do Prí do Sul e pel Bci d Mntiqueir (Vitle, 2000; Vle Verde, 2004). Três fses económics influencirm formção do território (Mp 1). Entre 1531 e 1700, os primeiros núcleos de povomento surgem o longo do litorl rsileiro, formdos pel chegd dos portugueses, estelecendo cessos pr região urífer em Mins Geris e crindo novos núcleos urnos próximos o Rio Prí do Sul em direcção à região serrn. Entre 1700 e 1822, extrcção mciç do ouro consolid os cminhos trnsversis, ligndo s mins o mr. Entre , região se volt pr o cultivo do cfé, surgindo novos povodos. Com conclusão d Estrd de Ferro Centrl do Brsil (1870) e o declínio d economi cfeeir, cri-se um novo eixo económico, estimulndo o desenvolvimento ns ciddes próxims à ferrovi. Esse cenário é modificdo entre os nos de 1890 e 1950, qundo região pss rigr s primeirs indústris têxteis, cerâmics e limentícis, estimulds pel construção dos primeiros cessos rodoviários que sustituem s ferrovis. Com ofert de emprego, cri-se um processo de migrção regionl pr s ciddes situds próxims à rodovi e, entre 1951 e 2000, nov rodovi Presidente Dutr (São Pulo-Rio de Jneiro) incentiv instlção de mis indústris, centundo o êxodo rurl e o processo de urnizção ns ciddes próxims. Assim, s ciddes situds longe desse novo eixo económico perdem populção e serviços, tornndo-se estgnds economicmente. Muits dels,

7 O TURISMO COMO FACTOR INTEGRANTE NO DESENVOLVIMENTO DO TERRITÓRIO como não se industrilizrm e se tornrm um APA (Áre de Protecção Amientl), crm por preservr grnde prte de sus reservs nturis, sendo hoje um produto com potencil pr o turismo ecológico. Outrs, mesmo industrilizds, ind preservrm importnte ptrimónio histórico e culturl tmém com potencil pr o turismo (Vitle, 2000; Vle Verde, 2004). Assim, preservrm-se n região do Vle do Prí muits fzends d époc dos rões de cfé e ntigs estções ferroviáris d estrd de ferro Centrl do Brsil; áres d Mt Atlântic que se trnsformrm em prques estduis como o Prque d Serr d Bocín, Serr d Mntiqueir e Serr do Mr; e áres nturis ds ciddes situds no litorl: Utu, Crguttu e São Sestião (Vitle, 2000). O litorl do Cone Leste Pulist, por não ser o principl destino do mercdo ncionl e interncionl, triu empreendimentos turísticos de uso privdo, como condomínios residenciis voltdos pr segund residênci, pousds com dministrção fmilir e hotéis que não fzem prte ds redes hoteleirs interncionis (Domschke, 1998). Ms, considerndo que São Pulo é segund cidde que mis recee turists estrngeiros no Brsil, e primeir no turismo receptivo interno, lgums inicitivs form relizds pr levr o turist té região litorâne do Cone Leste Pulist. Convenções crtográfics Rio Repres/rrgem Estrd Ferrovi Ferrovi destivd Divisão polític Município Áre desmtd influênci cfé ( ) Áre desmtd influênci cfé ( ) Áre desmtd influênci cfé/pst./1 ind. ( ) Áre desmtd 2 ind. e urnizção ( ) Mp 1 Cone Leste Pulist e o processo de desmtmento d Mt Atlântic. Div. Administrtiv Municípios Limite Estdul Estrds e cminhos Estrds principis Ferrovi Ferrovi destivd Núcleos urnos Núcleo urno Mnch urn Fonte: Vle Verde Drengem Rio Repres Circuitos Mntiqueir Vle Histórico Litorl Norte Cminhos do Rio Prí Estrd Rel Mp 2 Situção ctul do Cone Leste Pulist.

8 118 DUARTE, BARBOSA & LOBO A São Pulo Convention & Visitors Bureu (SPCVB), fundção que reúne empresários do trde turístico pulistno, começou um trlho de divulgção dess região ns redes hoteleirs d cidde de São Pulo. E um ds áres mis divulgds é Cost dos Alctrzes. Cost dos Alctrzes foi um nome comercil ddo pelos empresários de Ilh Bel, São Sestião e São Pulo pr um prte d fix litorâne de São Sestião compost por 12 pris. Ess áre foi escolhid pr divulgção pel mior diversidde de trctivos nturis (ensed, rios, lgos, cchoeirs, plnícies e montnhs); por estr situd entre o Prque Estdul d Serr do Mr e Ilh Bel, com 98% de mt ntiv preservd; pelo número de pris; e por se encontrr 209 km de São Pulo, com cessos trvés do Complexo Imigrnte, pel Rodovi Rio-Sntos ou Mogi-Bertiog. São Sestião se constitui, como miori ds ciddes litorânes, de empreendimentos turísticos privdos, dispersos em vários pontos d cost, sem nenhum projecto que poss orgnizr região num complexo turístico único. Ns décds de 1980 e 1990, qundo umentou procur d cidde pelos turists, populção locl começou vender sus terrs, que pssou ser ocupd por css de verneio e, mis trde, por condomínios fechdos de lto pdrão. A populção ntiv foi morr em lugres mis distntes, ndonndo prátic d pesc rtesnl e gricultur de susistênci pr se ocupr de ctividdes ligds os serviços. Então, cidde sofre um incontrolável implntção de novos hóteis e pousds n região costeir (Domschke, 1998). Aumentou o número de estelecimentos comerciis e de serviços qundo se comprm os nos de 1995 e de 2003 (de 361 pr 733 nos serviços e de 293 pr no comércio, respectivmente), com crição de mis postos de trlho. Em 2003, o comércio e serviços empregvm cerc de pessos e, em 2005, esse número soe pr pessos. Dentro de um áre totl de 403,34 km 2, densidde demográfic que em 1980 er de 39,33 h/ km 2, em 2005 pssou ser de 154,84 h/ km 2 (SEADE). São Sestião, loclizd entre Crguttu, o Oceno Atlântico e Serr do Mr, é um município mrcdo por momentos de progresso e estgnção económic. Actuou, nos séculos XVII e XVIII, como ponto de escomento de produtos locis como gurdente e ouro vindos ds Mins Geris e como produtor de cn-deçúcr e de óleo de lei utilizdo n construção civil. Ess fse económic entrou em decdênci em 1790, qundo provínci de São Pulo ordenou que tods s emrcções fossem pr o porto de Sntos. No século XIX é lierdo o comércio e inici-se produção mciç do cfé. A economi locl entr em declínio com ertur d estrd de ferro São Pulo-Sntos, desvindo s mercdoris. A prtir d metde do século XX, o município volt progredir com construção do Porto de São Sestião, mntido e utilizdo pel Petrors, fvorecendo circulção de turists e cruzeiros vindos do Porto de Sntos e Rio de Jneiro (Domschke, 1998; Merlo, 2003). Todo esse processo histórico ficou documentdo trvés d hernç religios deixd pelos portugueses. Mesmo com o tommento do centro velho pelo Condepht, s construções form os poucos modificds e su recuperção é difícil (Merlo, 2003). Portnto, verific-se que mesm ctividde que proporcionou o requecimento d economi locl tmém cusou degrdção ds áres nturis; descrcterizção do centro velho ; necessidde de mis infr-estrutur urn, provocd pelo crescimento populcionl e pelo turismo de mss; e prolems sociis como expulsão d populção ntiv ds áres de interesse turístico e perd d identidde culturl. Ms visto que região ind não se encontr entre os principis destinos vendidos como pcotes pels gêncis turístics ncionis e interncionis, poucos são os interesses de investimentos pr melhorr os espços urnos. Tl situção formou um cenário crcterizdo por contrstes entre o centro velho degrddo e desfigurdo e fix litorâne ocupd por condomínios residenciis, pousds e hotéis, dispondo de rzoável infr-estrutur urn, porém de uso prticulr (Irving, 2002). Reflexão e Conclusões Sore s Dus Regiões As dus regiões estudds presentm grnde demnd turístic, porém, o Algrve tri nturlmente mis turists estrngeiros devido às fciliddes de cesso e por possuir um turismo mis orgnizdo, lgo que ind não contece com o Cone Leste Pulist. Vilmour e São Sestião já se crcterizm como um destino turístico importnte, ms Vilmour, por conceer e implntr um plno de urnizção voltdo pr o turismo, oteve retornos positivos pr região. Já em São Sestião, como s intervenções são pontuis e de uso prticulr, os retornos pr o espço urno púlico são negtivos. Considerndo que ns ciddes rsileirs o plnemento urno é um processo que gerlmente ocorre depois do crescimento populcionl desordendo, e que infr-estrutur urn necessári está sempre cim d existente, o turismo, qundo contece, ument ind mis tis crêncis. Isto é o que vem contecendo em São Sestião, diferente de Vilmour, no Algrve, que trvés do plnemento urno orgnizou o território sem chegr um possível degrdção e um futur estgnção do produto turístico. Conclui-se d importânci do plnemento e dos instrumentos de gestão e plnemento territoril como ferrments fundmentis n estruturção do território, soretudo nqueles onde existe um clr pressão urnístic, decorrente d ctividde turístic. Por outro ldo, no longo przo, tis medids proporcionm enefícios pr o território, pr s ciddes e pr qulidde de

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