NOSSO MAIOR PATRIMÔNIO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NOSSO MAIOR PATRIMÔNIO"

Transcrição

1 NOSSO MAIOR PATRIMÔNIO

2 CEREAIS Com a certificação de sete unidades armazenadoras junto ao Ministério da Agricultura e três processos em andamento, a Cooperalfa garante tecnologias para a segurança alimentar. São análises de lençóis freáticos, topografia, drenagem, aproximação de silos dos mananciais, cercas e portões especiais para evitar animais, higienização da estrutura e controles gerais como roedores e pragas. Os tratamentos de grãos são rigorosos evitando resíduos químicos. Sabugos são aproveitados para queima nos secadores, substituindo parte da lenha. VERDE-VIDA INVESTINDO NAS PESSOAS Num mundo cada vez mais dinâmico, distâncias se encurtam e a troca de conhecimento se dá numa velocidade nunca vista. É um cenário de mudanças drásticas e rápidas. Daí a necessidade de contarmos com colaboradores habilidosos e capacitados para lidar com os desafios impostos pelo mercado. A Cooperalfa investe planejadamente em treinamento e desenvolvimento dos seus colaboradores. Em 2014 foram realizados 414 eventos de caráter técnicos e comportamentais, com envolvimento de funcionários, totalizando horas. Relatório de gestão 2014 Cooperalfa 2 A Cooperalfa é a maior doadora do Projeto Verde-Vida de Chapecó - SC, que recebe mensalmente 20 toneladas de papel e plástico. Esses recursos garantem á entidade o desenvolvimento e preparo de jovens para a vida profissional, ao mesmo tempo em que é dado destino correto a esses materiais. Em 11 anos de doações, já foram doados cerca de 1,7 milhões de quilos.

3 PROJETO DRIS Sistem Intregrated Recomendation and Diagnose. Ainda em fase embrionária, o DRIS verifica e promove o equilíbrio nutricional das plantas através de análises foliares. As plantas somente expressam seu máximo potencial produtivo quando estiverem em equilíbrio. Se bem nutridas, são mais resistentes a doenças e insetos. Logo, usam menos defensivos. Essa condição mais saudável gera alimento mais nutritivo e colabora para produtividade maior. Consequência: maior renda ao produtor. BIODIESEL Em parceria com o Governo Federal o BIODIESEL objetiva levar Assistência Técnica aos produtores de agricultura familiar, implantando novas tecnologias e técnicas de manejo na cultura da soja. O programa colabora com a redução no êxodo rural, através do incremento de renda para essas famílias. Além desse valoroso cunho social, destina-se também a incentivar a produção de biocombustível, atribuindo caráter ambiental à intenção. EXPERIMENTAR SER Capacitar é investir em sustentabilidade. O ato de desenvolver, educar e compreender, são formas de aproximar ainda mais as famílias associadas da cooperativa. Com metodologia própria a Cooperalfa efetivou em 2014 o Alfa-Jovem e seguiu com o FOJOLI- CO formando 42 agricultores de Águas Frias e Quilombo. Ainda em Quilombo, transcorreu curso em formatura do 1º Núcleo de Mulheres Cooperativistas com o viés doutrinário, na família e na cooperativa, tornando a mulher bem mais relevante. Prosseguiram os Programas de Qualidade Rural e foi realizada ampla e profunda pesquisa com os líderes visando nortear as prioridades ao planejamento geral da Cooperalfa. Novos associados foram treinados. Relatório de gestão 2014 Cooperalfa 3

4 AGRICULTURA DE PRECISÃO A meta é produzir grãos de forma sustentável, sem agredir o meio-ambiente e o uso tecnicamente acertado de corretivos e fertilizantes, pois estes são fontes finitas na natureza. Com o FERTIALFA é possível obter a máxima expressão do potencial produtivo, racionalizando investimentos, ampliando o fluxo de caixa agrícola, contribuindo assim para a preservação das jazidas naturais de extração de nutrientes. Outro benefício é redução da contaminação dos lençóis freáticos e aquíferos ÁREA E Nº PRODUTORES AP ÁREA (HA) Nº PROD TRATAMENTO DE SEMENTES Projeto idealizado para fornecer serviço de qualidade no Tratamento de Sementes Total CHAPECÓ CANOINHAS de Soja, Trigo e Feijão contendo Inseticidas, Fungicidas, Bioreguladores e Nutrientes. Com o TSI, evita-se contato direto de produtos químicos com os agricultores, reduzindo riscos ambientais, preservando a saúde do agricul tor. Também reduz bastante o número de Relatório de gestão 2014 Cooperalfa SEMENTES TRATADAS NOS TSI SEMENTES TRATADAS DE TRIGO - TSI 2014 Total CHAPECÓ CANOINHAS embalagens contaminadas de agroquímicos no campo. Parte da água utilizada no tratamento industrial é descartada, o sistema não é poluente, uma ação ecologicamente correta.

5 A COOPERALFA POSSUI MAIS DE 16 MIL FAMÍLIAS COOPERADAS. SÃO ELAS A INSPIRAÇÃO PARA CONTINUAR TRABALHANDO E LEVANDO DIGNIDADE ÀS PROPRIEDADES RURAIS, GARANTINDO A SUCESSÃO FAMILIAR. Relatório de gestão 2014 Cooperalfa 5

6 Relatório de gestão 2014 Cooperalfa 6 PRIMEIRA SEDE DA COOPERALFA O Centro de Memória Alfa/MaxiCrédito salvaguarda e valoriza a História e a Memória de ambas as cooperativas, de seus associados, colaboradores e do cooperativismo. O CEMAC é um esboço de espaço onde associados e colaboradores possam se enxergar como sujeitos da própria história, um local para pesquisa a visitantes. As principais atividades desenvolvidas pelo CEMAC são: curadoria do acervo, higienização, catalogação, organização do material museológico, elaboração de exposições, entrevistas com fundadores, colaboradores e associados o que constitui o acervo de História Oral. Compõem o CEMAC: fotografias, jornais, troféus, slydes, entrevistas, quadros, livros, revistas, clipagens, cartilhas, TCCs, monografias, máquinas antigas, DVDs e outros audiovisuais. O acervo aborda a formação do cooperativismo e agricultura regionais e o cotidiano das comunidades a partir da segunda metade do século XX.

7 A NATUREZA DE TUDO Produzir cada vez mais e de forma mais eficiente, não quer dizer que não possamos cuidar da natureza. Ela faz parte do nosso dia a dia e pode ser uma aliada na preservação da vida. A Cooperalfa sabe disso e possui programas especiais que contribuem com o meio ambiente. A Cooperalfa viabiliza programas para melhorar o desenvolvimento do agronegócio aliando preservação da natureza em acordo com as Legislações Ambientais Vigentes. Programa de Licenciamento Ambiental - Objetiva regularizar as propriedades rurais dos integrados da Cooperalfa. Profissionais contratados, capacitados e de confiança, realizam projetos para licenciamento ambiental das atividades de suinocultura, avicultura e bovinocultura de leite e realizam serviços topográficos com levantamento de imóveis rurais, Averbação de Reserva Legal e Cadastro Ambiental Rural CAR, e formatam projetos para aquisição de recursos junto às instituições financeiras. Os produtores associados recebem orientação técnica sobre o manejo e tratamento dos dejetos produzidos por sistema de lagoas de retenção e, aplicados depois ao solo como adubação orgânica 7Relatório de gestão 2014 Cooperalfa

8 Relatório de gestão 2014 Cooperalfa 8 no cultivo de grãos e pastagens. O programa ainda inclui capacitações sobre manejo de compostagem para decomposição de animais mortos, orientação sobre nova restruturação ambiental e novas formas de fiscalização e licenciamento pelos órgãos ambientais, a fim de estruturar propriedades produtoras ambientalmente corretas. A Cooperalfa possui ainda uma equipe técnica interna responsável pelo Licenciamento Ambiental de todas as atividades desenvolvidas pela Cooperativa. Buscando atender a política reversa e as exigências estabelecidas em Legislação e, com a responsabilidade social em proporcionar uma melhor qualidade de vida aos produtores rurais e preservação do meio ambiente, a Cooperativa criou programas de coleta e destinação final ambientalmente adequada aos resíduos de serviço de saúde animal para as atividades de suínos, aves e bovinos leiteiros, bem como a logística reversa das embalagens vazias de agroquímicos nas agropecuárias. Programa PAPAsab - Programa Ambiental Pecuário Alfa suínos, aves e bovinos leiteiros: gerencia resíduos sólidos de serviço de saúde animal no sistema de integração. Os integrados da Cooperalfa recebem treinamentos de segregação destes resíduos conforme preconizado em Lei fazendo o acondicionamento e a destinação final adequada, atendendo a política reversa de resíduos sólidos. Nos últimos 04 anos foram retirados do meio ambiente 107,57 toneladas de resíduos sólidos de saúde animal que antes eram dispostos de maneira inadequada na natureza ou queimados ao ar livre, criando danos e riscos à saúde pública e à segurança, gerando sérios impactos ambientais. Este volume contempla toda a região de abrangência da Cooperalfa. PAPAagro - Para os clientes e associados da Cooperalfa que não possuem integração, porém compram medicamentos nas agropecuárias da Cooperativa, foi implantado o programa PAPA-agro - Programa Ambiental Pecuário Alfa nas Agropecuárias que visa recolher embalagens vazias de medicamentos comercializados. A Alfa realiza também a destinação final adequada dos resíduos de saúde do ambulatório da cooperativa como luvas e máscaras utilizados nas indústrias de trigo e de soja. PARA - Programa Ambiental de Resíduos Alfa Separa e destina resíduos gerados na matriz, postos de combustíveis, postos de leite e fábricas de ração. Coletores com as cores definidas pela legislação foram alocados nos ambientes e os funcionários treinados, atendendo a Politica Nacional dos Resíduos Sólidos. Logística Reversa de Embalagens Vazias de Agroquímicos - Este programa está relacionado à orientação e procedimentos de tríplice lavagem, acondicionamento, armazenamento, transporte e devolução das embalagens vazias de agroquímicos. Os produtores são orientados a realizar a devolução das embalagens conforme endereço indicado na nota fiscal de venda do produto. As embalagens recebidas pela Cooperalfa são acon-

9 dicionadas em depósito específico nas filiais, licenciadas pelo órgão ambiental. Posteriormente são enviadas a AERA OESTE Associação dos Revendedores de Agroquímicos do Oeste Catarinense para processamento. Com o mesmo propósito, a Alfa mantém parceria com a ACODEPLAN Associação dos Comerciantes de Defensivos Agricolas do Planalto Norte, com sede em Mafra - SC. Em seguida, as embalagens seguem ao INPEV Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias, órgão criado pelas indústrias fabricantes que possuem recicladoras especializadas credenciadas, para então reciclagem desses materiais. O recolhimento de embalagens vazias de agroquímicos contempla devolução de 95%. Na AERO OESTE, foram 100 toneladas de embalagens nos últimos 12 meses. PARA Lâmpadas Com o programa a Cooperalfa está processando in loco as lâmpadas usadas no processo produtivo dos seus integrados e clientes, através de máquina específica que tritura lâmpadas fluorescentes, e as descontamina do gás de mercúrio através de filtros, restando apenas resíduos sólidos como vidro e metal. Estes, então, podem ser destinados como resíduos Classe II. E os filtros absorvidos de mercúrio são encaminhados à destinação tipo Classe I, reduzindo o custo de destinação deste material. Águas Pluviais - A cooperativa controla e monitora a entrada de águas pluviais, águas de passagem de vizinhos, águas dos poços artesianos e efluentes da matriz em Chapecó, dos postos de resfriamento de leite e dos postos de combustíveis, bem como das fábricas de rações Nutrialfa em Quilombo, São Jose do Cedro e Bom Jesus. Reflorestamento - A Alfa possui áreas de reflorestamentos próprios com plantio de eucaliptos contemplando 720 hectares. A lenha é utilizada para abastecimento de caldeiras e das fornalhas nos silos, visando secagem de cereais (100% proveniente de reflorestamentos de eucalipto próprio que atende 35% da demanda). Outros 65% são comprados de reflorestamentos dos associados. Participação da Cooperalfa em entidades ligadas ao meio ambiente. Floresta Nacional de Chapecó FLONA; Comitê de Bacias Hidrográficas Rio Chapecó Irani; Comitê Bacias Hidrográficas Rio das Antas; Fórum de Resíduos Sólidos do Município de Chapecó; Associações de recolhimento embalagens vazias de agroquímicos. Programa Energias Renováveis Através do tratamento do efluente - dejeto suíno - produzido na Unidade de Produção de Leitões de Palma Sola- SC UPL, o biogás passa a substituir o Gás Liquefeito de Petróleo - GLP, atendendo as demandas usadas nos aquecedores da creche, água do banho e cozinha. O excedente do biogás vira energia elétrica. 9Relatório de gestão 2014 Cooperalfa

10 Relatório de gestão 2014 Cooperalfa 10 NUTRIALFA A NOVA FÁBRICA DE RAÇÕES.

11 Fábrica de Quilombo Nutrialfa *Programa Melhoria na Qualidade do Trabalho. Implantado com ênfase na organização dos processos e segurança dos colaboradores. O trabalho desenvolvido com o SENAI fortalece ações que já estavam sendo praticadas. Foi criada uma equipe de líderes internos para melhoria constante nos processos e condições do ambiente de trabalho, com base em levantamento prévio das condições da fábrica de rações para atender a legislação em relação as Boas Práticas de Fabricação. As ações foram tomadas em conjunto com Silos, Fábrica de Rações, Resfriamento de Leite e Centro de Distribuição. *Segurança e BOAS PRÁTICAS: Ajustadas as faixas de segurança para pedestres, corrimões, revisão na forma de estacionar veículos e motos para eventual necessidade de emergência. Já nas BPFs, foi reforçada a importância e orientações de práticas higiênicas sanitárias da produção e do pessoal, para garantir a qualidade, conformidade e segurança dos produtos destinados e alimentação animal. Exemplos: obrigatoriedade de retirada do uniforme e botinas no intervalo das refeições; reforço no uso da barreira sanitária destacando a lavagem das mãos e uso de pedilúvio, além de uniforme completo e EPIs. *Rastreabilidade de rações: O sistema permite que se faça a rastreabilidade da ração entregue ao produtor identificando as matérias primas utilizadas na produção com informações de origem e lote usado. *Adequação de armazenamento: Instalados porta-pallet na fábrica de rações para otimizar o espaço físico e armazenar adequadamente as matérias primas por classe e respeitando o FIFO (First In/First Out). Nutrialfa Bom Jesus *Inaugurada em 05 de dezembro de 2014 nova planta de produção para rações bovinas peletizadas. *Geração de 28 novos empregos diretos e 20 indiretos. *Aumento na capacidade nominal de produção das fabricas em ton./mês. *Expansão da área de atuação da Cooperalfa nas vendas de ração. São José Do Cedro *Segurança no trabalho: Reforçado o uso de EPI s e uso correto de utensílios na fábrica de rações, e conscientizados os trabalhadores sobre a entrada em espaços confinados, os quais seguem as regras especificas da Legislação. Relatório de gestão 2014 Cooperalfa 11

12 *Reforçada a separação de lixo e resíduos com a correta separação e destinação, visando melhoria do trabalho e do meio ambiente. Padrão para as 3 fábricas *Uniformes: Foi desenvolvido uniformes adequados para produção de rações, sem bolsos, manga longa e turbantes. O objetivo é atender aos requisitos de BPF e para identidade padrão entre as fábricas. *Desenvolvido em conjunto com a Garantia de Qualidade das Fabricas um formato padrão de documentos e controles de processos, tais como: Procedimentos Operacionais Padrão (POP), Instruções de Trabalho (IT) e formulários de controle. A autonomia de mudança fica a cargo de apenas uma pessoa, com objetivo de evitar possíveis perdas de padronização. Relatório de gestão 2014 Cooperalfa 12

13 BOVINICULTURA DE LEITE Alimento saudável, de importância nutricional nobre. Assim é o leite produzido pelos cooperados Alfa, integrantes do sistema AUROLAT, um trunfo do projeto ALFALEITE. As atitudes básicas dos produtores associados são: - a recolha dos dejetos e urina em esterqueiras. Após fermentação são manejados como fertilizante à produção de forragens e culturas; - o controle de agentes e vetores como insetos e ratos, e o uso de produtos para controle ecológico da cigarrinha das pastagens. É diária a preocupação em avaliar a produção leiteira recolhida, via testes de roti- na para detecção de possíveis substâncias que possam comprometer a qualidade do produto. Tudo é protocolado. Em eventual anormalidade, aquele lote é descartado em local apropriado, não comprometendo o meio ambiente, garantindo a recepção somente de leite com extrema responsabilidade alimentar. A adição de bactérias e uso de aeradores nas lagoas de decantação nos postos de resfriamento, seguido de monitoramento com amostras programadas para análises dos componentes, garantem a eficiência do tratamento. Todo este esforço propiciou a certificação destes postos por uma auditoria externa e rígida, pela empresa, Genesis Inspeções, que valida todos os procedimentos dos postos e demonstra nossa responsabilidade ambiental. Relatório de gestão 2014 Cooperalfa 13

14 Relatório de gestão 2014 Cooperalfa 14

15 INDÚSTRIA DE TRIGO A Cooperalfa conquistou a Carta de Conformidade Sócio-Ambiental Nestlé (Nestlé Responsible Sourcing Audit Program), através da SGS Certificadora concedida para a Indústria de Trigo da Cooperalfa de Chapecó, com validade até dezembro/2015. Na indústria, a estrutura de captação de pós é 100% adaptada com filtros de mangas e nível zero de emissão de particulados para a atmosfera. AARA ESPORTE E CULTURA AARA A Associação Atlética e Recreativa Alfa foi criada em 1975 para proporcionar lazer, esporte e cultura aos funcionários e familiares. A AARA possui estrutura completa em Chapecó-SC com variadas opções. Conta com Centro de Eventos com capacidade para 1200 pessoas confortavelmente alocadas, tanto para encontros festivos como corporativos (palestras, assembleias, lançamentos, etc). Várias sub sedes localizadas regionalmente atendem famílias de colaboradores. INDÚSTRIA DE ÓLEO A Alfa investiu em sistemas de trituração das cascas de lenhas, agora aproveitadas em queima na caldeira produtora de vapor para a indústria de óleo. A ação reduziu 5% no consumo de lenha. Relatório de gestão 2014 Cooperalfa 15

16 Relatório de gestão 2014 Cooperalfa 16

17 Relatório de gestão 2014 Cooperalfa 17

18 Relatório de gestão 2014 Cooperalfa 18

Nos dias atuais podemos seguramente afirmar que a RB Alimentos criou sua imagem pura e simples dentro do seguinte contexto:

Nos dias atuais podemos seguramente afirmar que a RB Alimentos criou sua imagem pura e simples dentro do seguinte contexto: Desde sua fundação, aliada aos princípios e entendimentos ecológicos de seus proprietários, fruto do envolvimento com agricultura e agropecuária e no cumprimento das Leis Ambientais, a RB Alimentos tem

Leia mais

Aprenda a produzir e preservar mais com a Série Produção com Preservação do Time Agro Brasil Entre no portal www.timeagrobrasil.com.

Aprenda a produzir e preservar mais com a Série Produção com Preservação do Time Agro Brasil Entre no portal www.timeagrobrasil.com. 1 Aprenda a produzir e preservar mais com a Série Produção com Preservação do Time Agro Brasil Entre no portal www.timeagrobrasil.com.br e baixe todas as cartilhas, ou retire no seu Sindicato Rural. E

Leia mais

Gestão Ambiental Resíduo Hospitalar. Gizelma de A. Simões Rodrigues

Gestão Ambiental Resíduo Hospitalar. Gizelma de A. Simões Rodrigues Gestão Ambiental Resíduo Hospitalar Gizelma de A. Simões Rodrigues SBS Hospital Sírio Libanês Instituição Filantrópica de saúde, ensino e pesquisa. Hospital de alta complexidade Matriz 172.000 m² 5.900

Leia mais

Progresso e Desenvolvimento de Guarulhos S/A

Progresso e Desenvolvimento de Guarulhos S/A Progresso e Desenvolvimento de Guarulhos S/A Programa de Gestão Ambiental Agosto de 2009 Programa de Gestão Ambiental Agosto de 2009 1 1. O Programa de Gestão Ambiental O Programa de Gestão Ambiental da

Leia mais

Gás LP no Brasil: Energia limpa e abundante para o agronegócio e áreas remotas

Gás LP no Brasil: Energia limpa e abundante para o agronegócio e áreas remotas Gás LP no Brasil: Energia limpa e abundante para o agronegócio e áreas remotas O que é o Gás LP? - O Gás LP é composto da mistura de dois gases, sendo 30% de butano e 70% de propano. - Por ser um produto

Leia mais

SAÚDE. Bairro: Município: CEP: CNPJ/CPF: Telefone: Fax: Localização do empreendimento (Endereço): Bairro: CEP:

SAÚDE. Bairro: Município: CEP: CNPJ/CPF: Telefone: Fax: Localização do empreendimento (Endereço): Bairro: CEP: SAÚDE 1. Identificação Empresa/Interessado: Endereço: Bairro: Município: CEP: CNPJ/CPF: Telefone: Fax: E-mail: Atividade: Localização do empreendimento (Endereço): Bairro: CEP: Contato: Cargo/Função: 2.Informações

Leia mais

Anexo III Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável

Anexo III Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável Anexo III Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável Através deste anexo, a Brascarbon Consultoria Projetos e Representação Ltda. descreve como o projeto - Brascarbon Projeto

Leia mais

Gestão Ambiental Aurora Alimentos

Gestão Ambiental Aurora Alimentos Aurora Alimentos Chapecó (SC) Gestão Ambiental Aurora Alimentos Categoria Gestão Ambiental 1. Sobre a organização participante: Razão social: - COOPERATIVA CENTRAL OESTE CATARINENSE Nome fantasia: - AURORA

Leia mais

O processo de destinação de embalagens vazias de defensivos agrícolas

O processo de destinação de embalagens vazias de defensivos agrícolas O processo de destinação de embalagens vazias de defensivos agrícolas O inpev - Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias - é uma entidade sem fins lucrativos que representa a indústria

Leia mais

RESÍDUOS AGROSSILVOPASTORIS

RESÍDUOS AGROSSILVOPASTORIS RESÍDUOS AGROSSILVOPASTORIS Diretriz 01: Desenvolvimento e inovação de tecnologias para o aproveitamento de resíduos agrossilvopastoris 1.Estabelecimento de linhas de financiamento em condições específicas

Leia mais

Política Nacional de Resíduos Sólidos. João Cesar M. Rando Março/2012

Política Nacional de Resíduos Sólidos. João Cesar M. Rando Março/2012 Política Nacional de Resíduos Sólidos João Cesar M. Rando Março/2012 Visão geral da Política Nacional Lei 12.305/2010 Decreto 7.404/2010 Obrigações Logística Reversa Planos Nacional, Estaduais e Municipais

Leia mais

Plano Agrícola e Pecuário PAP 2013/2014 Ações estruturantes para a Agropecuária Brasileira

Plano Agrícola e Pecuário PAP 2013/2014 Ações estruturantes para a Agropecuária Brasileira Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil Plano Agrícola e Pecuário PAP 2013/2014 ROSEMEIRE SANTOS Superintendente Técnica Plano Agrícola e Pecuário PAP 2013/2014 Ações estruturantes para a Agropecuária

Leia mais

Uso da biotecnologia garante US$ 3,6 bilhões à agricultura brasileira, aponta novo estudo da ABRASEM

Uso da biotecnologia garante US$ 3,6 bilhões à agricultura brasileira, aponta novo estudo da ABRASEM Uso da biotecnologia garante US$ 3,6 bilhões à agricultura brasileira, aponta novo estudo da ABRASEM Resultados incluem primeiro ano de cultivo de milho geneticamente modificado, além das já tradicionais

Leia mais

WebSite da Vigilância Sanitária

WebSite da Vigilância Sanitária Página 1 de 5 SERVIÇOS MAIS ACESSADOS: Selecione um Serviço Página Principal Quem somos Regularize sua Empresa Roteiros Denúncias e Reclamações Vigilância e Fiscalização Sanitária em Indústrias de Alimentos

Leia mais

Anexo III da Resolução n o 1 da Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima

Anexo III da Resolução n o 1 da Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima Anexo III da Resolução n o 1 da Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável I Introdução O Projeto Granja São Roque de redução

Leia mais

CUSTOS DE PRODUÇÃO DE FRANGOS E SUÍNOS PARANÁ

CUSTOS DE PRODUÇÃO DE FRANGOS E SUÍNOS PARANÁ CUSTOS DE PRODUÇÃO DE FRANGOS E SUÍNOS PARANÁ Curitiba, 2007 ÍNDICE CUSTO DE PRODUÇÃO DE FRANGO DE CORTE... 1 I CARACTERÍSTICAS DA PROPRIEDADE... 1 II CARACTERÍSTICAS DA EXPLORAÇÃO... 1 III CONSTRUÇÕES...

Leia mais

Análise Quantitativa e Qualitativa da Utilização dos Resíduos Rurais na Região Administrativa de Araçatuba, Estado de São Paulo

Análise Quantitativa e Qualitativa da Utilização dos Resíduos Rurais na Região Administrativa de Araçatuba, Estado de São Paulo Análise Quantitativa e Qualitativa da Utilização dos Resíduos Rurais na Região Administrativa de Araçatuba, Estado de São Paulo Carlos C. Silva, Humberto A. P. Silva, José Aquiles B. Grimoni O século passado

Leia mais

INOVAGRO. Inovação para Sustentabilidade e Produtividade. Seminário Boas Práticas de Bem-estar Animal em Sistemas Sustentáveis na Produção de Suínos

INOVAGRO. Inovação para Sustentabilidade e Produtividade. Seminário Boas Práticas de Bem-estar Animal em Sistemas Sustentáveis na Produção de Suínos INOVAGRO Inovação para Sustentabilidade e Produtividade Seminário Boas Práticas de Bem-estar Animal em Sistemas Sustentáveis na Produção de Suínos José Guilherme Tollstadius Leal SDC/MAPA A Agricultura

Leia mais

Magazine Meio Ambiente

Magazine Meio Ambiente Página 1 de 5 Magazine Meio Ambiente MEIO AMBIENTE Dez atitudes domésticas ecologicamente corretas Publicado a 28 Janeiro 2011 por Danielrox01 Substituir sacolas de plástico A sacola de plástico é a atual

Leia mais

Proposta do SINDILUB de Logística Reversa das Embalagens de Óleos Lubrificantes para Revenda Atacadista

Proposta do SINDILUB de Logística Reversa das Embalagens de Óleos Lubrificantes para Revenda Atacadista Proposta do SINDILUB de Logística Reversa das Embalagens de Óleos Lubrificantes para Revenda Atacadista 1 Única entidade sindical reconhecida pelo Governo Federal que representa a categoria econômica dos

Leia mais

Balanço Sustentável. Balanço Sustentável

Balanço Sustentável. Balanço Sustentável Balanço Sustentável ÍNDICE SUSTENTABILIDADE PARA A SONDA IT...03 PRÁTICAS SUSTENTÁVEIS...05 CONHEÇA AS AÇÕES SUSTENTÁVEIS DA SEDE DA SONDA IT...06 DATA CENTER PRÓPRIO...13 ASPECTOS AMBIENTAIS...15 Sustentabilidade

Leia mais

PLANO DE GESTÃO INTEGRADA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DO CIM-AMAVI. Audiencia Pública - Prognóstico

PLANO DE GESTÃO INTEGRADA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DO CIM-AMAVI. Audiencia Pública - Prognóstico PLANO DE GESTÃO INTEGRADA DOS RESÍDUOS SÓLIDOS DO CIM-AMAVI Audiencia Pública - Prognóstico LEGISLAÇÃO: Constituição 1988: Artigo 225 Lei 11.445/2007 (Saneamento Básico) Decreto 7.217/2010 (Saneamento

Leia mais

DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DO CENTRO DE TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS DA CATURRITA EM SANTA MARIA-RS

DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DO CENTRO DE TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS DA CATURRITA EM SANTA MARIA-RS DIAGNÓSTICO AMBIENTAL DO CENTRO DE TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANOS DA CATURRITA EM SANTA MARIA-RS Carolina Gaspar Enderle (1) Aluna do curso Técnico em Segurança do Trabalho do Colégio Técnico Industrial

Leia mais

EMPRESA 1) DADOS CADASTRAIS ATIVIDADE: COMÉRCIO ATACADISTA DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS, ADUBOS, FERTILIZANTES E CORRETIVOS DO SOLO

EMPRESA 1) DADOS CADASTRAIS ATIVIDADE: COMÉRCIO ATACADISTA DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS, ADUBOS, FERTILIZANTES E CORRETIVOS DO SOLO EMPRESA 1) ATIVIDADE: COMÉRCIO ATACADISTA DE DEFENSIVOS AGRÍCOLAS, ADUBOS, FERTILIZANTES E CORRETIVOS DO SOLO ENDEREÇO: RUA RIO GRANDE DO SUL, 1200, CENTRO, IVAIPORÃ- PR NUMERO DE FUNCIONÁRIOS: 6 AREA

Leia mais

Gerenciamento de Resíduos

Gerenciamento de Resíduos Gerenciamento de Resíduos ANVISA RDC 306/04 - REGULAMENTO TÉCNICO PARA GERENCIAMENTO DOS RESÍDUOS DE SAÚDE veronica.schmidt@ufrgs.br O perigo do lixo hospitalar. Resíduos biológicos - culturas de microrganismos

Leia mais

Relatório da Oficina sobre o Planejamento das Ações do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos PMGIRS AMAI

Relatório da Oficina sobre o Planejamento das Ações do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos PMGIRS AMAI Relatório da Oficina sobre o Planejamento das Ações do Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos PMGIRS AMAI ABELARDO LUZ - SC Agosto de 2014 1 SUMÁRIO 1. Identificação 3 2. Objetivo da Atividade

Leia mais

BANCO DA AMAZÔNIA. Seminário Programa ABC

BANCO DA AMAZÔNIA. Seminário Programa ABC BANCO DA AMAZÔNIA Seminário Programa ABC O BANCO DA AMAZÔNIA Missão Criar soluções para que a Amazônia atinja patamares inéditos de desenvolvimento sustentável a partir do empreendedorismo consciente.

Leia mais

Políticas Públicas para o Desenvolvimento Agropecuário no Brasil

Políticas Públicas para o Desenvolvimento Agropecuário no Brasil Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo - SDC Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA Políticas Públicas para o Desenvolvimento Agropecuário no Brasil Reunião Regional

Leia mais

VISÃO SER REFERÊNCIA COMO COOPERATIVA FORNECEDORA DE ALIMENTOS.

VISÃO SER REFERÊNCIA COMO COOPERATIVA FORNECEDORA DE ALIMENTOS. VISÃO SER REFERÊNCIA COMO COOPERATIVA FORNECEDORA DE ALIMENTOS. MISSÃO VALORIZAR A QUALIDADE DE VIDA NO CAMPO E NA CIDADE, PRODUZINDO ALIMENTOS DE EXCELÊNCIA. VALORES ÉTICA QUALIDADE CONFIANÇA COOPERAÇÃO

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS : A RESPONSABILIDADE DE CADA SETOR

POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS : A RESPONSABILIDADE DE CADA SETOR POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS : A RESPONSABILIDADE DE CADA SETOR Política Nacional de Resíduos Sólidos BASE LEGAL : Lei Federal nº 12305, de 02.08.2010 Decreto Federal nº 7404, de 23.12.2010 Princípio

Leia mais

Atlas Digital de MINAS GERAIS 1 de 18

Atlas Digital de MINAS GERAIS 1 de 18 Atlas Digital de MINAS GERAIS 1 de 18 Características Agropecuárias A sociedade brasileira viveu no século XX uma transformação socioeconômica e cultural passando de uma sociedade agrária para uma sociedade

Leia mais

IMPACTOS DOS AGROTÓXICOS NA SAÚDE DA POPULAÇÃO E SAÚDE AMBIENTAL

IMPACTOS DOS AGROTÓXICOS NA SAÚDE DA POPULAÇÃO E SAÚDE AMBIENTAL ATUALMENTE O BRASIL É O 1º CONSUMIDOR MUNDIAL DE AGROTÓXICOS E A BAHIA OCUPA O 7º LUGAR ENTRE OS ESTADOS DA FEDERAÇÃO IMPACTOS DOS AGROTÓXICOS NA SAÚDE DA POPULAÇÃO E SAÚDE AMBIENTAL Vamos conhecer mais

Leia mais

9 entidades + de 100 empresas fabricantes ASSOCIADAS DISTRIBUIDORES E COOPERATIVAS SEGMENTOS DO AGRONEGÓCIO PRODUTORES RURAIS FABRICANTES

9 entidades + de 100 empresas fabricantes ASSOCIADAS DISTRIBUIDORES E COOPERATIVAS SEGMENTOS DO AGRONEGÓCIO PRODUTORES RURAIS FABRICANTES SISTEMA CAMPO LIMPO L O G I S T I C A BRASIL POSSUI 1,7 MILHÕES DE KM DE RODOVIAS 12% PAVIMENTADAS (90% PISTAS SIMPLES) 62% APRESENTAM ALGUM TIPO DE PROBLEMA RESPONDE POR 61% DE TODO TRAFEGO DE MERCADORIAS

Leia mais

Gestão Ambiental na Embrapa Pecuária Sudeste

Gestão Ambiental na Embrapa Pecuária Sudeste Gestão Ambiental na Embrapa Pecuária Sudeste Manejo de resíduos Ambiente agropecuário e campos experimentais Pastagem de boa qualidade, medindo emissão de metano ruminal As ações de gestão ambiental num

Leia mais

Viagem Técnica Ecocitrus

Viagem Técnica Ecocitrus Resíduos INTERESSE ALTO Viagem Técnica Ecocitrus Central de tratamento de resíduos Compostagem e Biogás Objeto: Conhecer a central de tratamento de resíduos e o modelo de produção de biometano da Cooperativa

Leia mais

DO OUTRO, O AGRONEGÓCIO PRODUZ UM PAÍS CADA VEZ MAIS FORTE.

DO OUTRO, O AGRONEGÓCIO PRODUZ UM PAÍS CADA VEZ MAIS FORTE. PRODUTOR RURAL: fale com o gerente do seu banco e saiba como ter acesso aos créditos e benefícios do Plano Agrícola e Pecuário 2014/2015. DO OUTRO, O AGRONEGÓCIO PRODUZ UM PAÍS CADA VEZ MAIS FORTE. Para

Leia mais

CRIAÇÃO DE ANIMAIS CONFINADOSPEQUENO, MÉDIO E GRANDE PORTE

CRIAÇÃO DE ANIMAIS CONFINADOSPEQUENO, MÉDIO E GRANDE PORTE CRIAÇÃO DE ANIMAIS CONFINADOSPEQUENO, MÉDIO E GRANDE PORTE IN-37 INSTRUÇÕES GERAIS: A FATMA coloca-se a disposição dos interessados dirimir possíveis dúvidas sobre esta Instrução Normativa; Sempre que

Leia mais

IMPORTÂNCIA E APLICAÇÃO DAS BPF NAS FÁBRICAS DE RAÇÕES

IMPORTÂNCIA E APLICAÇÃO DAS BPF NAS FÁBRICAS DE RAÇÕES IMPORTÂNCIA E APLICAÇÃO DAS BPF NAS FÁBRICAS DE RAÇÕES Engº Marcos Vinicius L. Tubino Coordenador de Qualidade IRGOVEL A IRGOVEL Origem da empresa Goiás Em 1972 RS Pelotas Pioneirismo na produção óleo

Leia mais

Feira Internacional de tecnologia e negócios. 05 a 09 de março de 2012 Não-Me-Toque/RS

Feira Internacional de tecnologia e negócios. 05 a 09 de março de 2012 Não-Me-Toque/RS EXPODIRETO 2012 Feira Internacional de tecnologia e negócios 05 a 09 de março de 2012 Não-Me-Toque/RS EXPODIRETO 2012 Feira Internacional de tecnologia e negócios Você é nosso convidado para participar

Leia mais

PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESIDUOS SOLIDOS URBANOS

PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESIDUOS SOLIDOS URBANOS PREFEITURA MUNICIPAL DE TUCURUÍ PARÁ SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE TUCURUÍ SEMMA / TUCURUÍ PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESIDUOS SOLIDOS URBANOS APRESENTAÇAO O presente documento consolida o diagnóstico

Leia mais

Lixo é tudo aquilo que já não tem utilidade e é jogado fora, qualquer material de origem doméstica ou industrial.

Lixo é tudo aquilo que já não tem utilidade e é jogado fora, qualquer material de origem doméstica ou industrial. Lixo reflexo da sociedade Definição Lixo é tudo aquilo que já não tem utilidade e é jogado fora, qualquer material de origem doméstica ou industrial. Todo lixo gerado pode ser classificado em dois tipos:orgânico

Leia mais

Instituto de Responsabilidade Social Sírio-Libanês AÇÕES SUSTENTÁVEIS DO HOSPITAL GERAL DO GRAJAÚ

Instituto de Responsabilidade Social Sírio-Libanês AÇÕES SUSTENTÁVEIS DO HOSPITAL GERAL DO GRAJAÚ Instituto de Responsabilidade Social Sírio-Libanês AÇÕES SUSTENTÁVEIS DO HOSPITAL GERAL DO GRAJAÚ Autores: Raphaella Rodrigues de Oliveira Gerente de Hotelaria; Rafael Saad Coordenador Administrativo.

Leia mais

Problemas e desafios Soluções e ações propostas

Problemas e desafios Soluções e ações propostas FÓRUM DAS OFICINAS DO GRUPO DE TRABALHO DE AGRICULTURA ORGÂNICA E AGROECOLOGIA I - Introdução/Apresentações II - Comercialização III - Produção/Pesquisa/Assistência Técnica IV - Produção Animal V - Impactos

Leia mais

*RESOLUÇÃO SMSDC Nº 1.424 DE 16 DE FEVEREIRO DE 2009

*RESOLUÇÃO SMSDC Nº 1.424 DE 16 DE FEVEREIRO DE 2009 *RESOLUÇÃO SMSDC Nº 1.424 DE 16 DE FEVEREIRO DE 2009 O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE SAÚDE E DEFESA CIVIL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela legislação em vigor, e CONSIDERANDO o Decreto Municipal

Leia mais

Informações. Programação

Informações. Programação Informações & Programação De 21 a 23 de janeiro de 2015 Estação Experimental Copagril Marechal Cândido Rondon PR Um evento para conhecer as novas tecnologias e as tendências do agronegócio nacional e internacional,

Leia mais

Ficha de Inscrição do 17º Prêmio Expressão de Ecologia

Ficha de Inscrição do 17º Prêmio Expressão de Ecologia Ficha de Inscrição do 17º Prêmio Expressão de Ecologia OBS: Apresentação obrigatória na primeira página do case Informações cadastrais a) Identificação: empresa b) Nome: Borachas Vipal S/A c) Setor/Atividades:

Leia mais

NUTRIÇÃO E SUSTENTABILIDADE. Luciana Dias de Oliveira CRN2 4498

NUTRIÇÃO E SUSTENTABILIDADE. Luciana Dias de Oliveira CRN2 4498 NUTRIÇÃO E SUSTENTABILIDADE Luciana Dias de Oliveira CRN2 4498 O que é SUSTENTABILIDADE? Como aliar SUSTENTABILIDADE e NUTRIÇÃO? O que é sustentabilidade? Constituição Federal Art. 225. Todos têm o direito

Leia mais

O espaço rural brasileiro 7ºano PROF. FRANCO AUGUSTO

O espaço rural brasileiro 7ºano PROF. FRANCO AUGUSTO O espaço rural brasileiro 7ºano PROF. FRANCO AUGUSTO Agropecuária É o termo utilizado para designar as atividades da agricultura e da pecuária A agropecuária é uma das atividades mais antigas econômicas

Leia mais

NRR 5 - Produtos Químicos

NRR 5 - Produtos Químicos NRR 5 - Produtos Químicos 5.1. Esta Norma trata dos seguintes produtos químicos utilizados no trabalho rural: agrotóxicos e afins, fertilizantes e corretivos. 5.1.1. Entende-se por agrotóxicos as substâncias

Leia mais

Palestrante: Alessandra Panizi Evento: Resíduos Sólidos: O que fazer?

Palestrante: Alessandra Panizi Evento: Resíduos Sólidos: O que fazer? Palestrante: Alessandra Panizi Evento: Resíduos Sólidos: O que fazer? Marco Histórico sobre Resíduos Sólidos Lei 12.305/2010 Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) Decreto 7.404/2012 regulamento

Leia mais

Programa para Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura. Programa ABC

Programa para Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura. Programa ABC para Redução da Emissão de Gases de Efeito Estufa na Agricultura Conceito Crédito orientado para promover a redução das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) na agricultura, conforme preconizado na

Leia mais

DESTINO FINAL AMBIENTALMENTE CORRETO DAS EMBALAGENS VAZIAS DE AGROTÓXICOS

DESTINO FINAL AMBIENTALMENTE CORRETO DAS EMBALAGENS VAZIAS DE AGROTÓXICOS 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 DESTINO FINAL AMBIENTALMENTE CORRETO DAS EMBALAGENS VAZIAS DE AGROTÓXICOS Raquel Ströher 1, Ana Paula Ströher 2, João Walker Damasceno 3 RESUMO: No Brasil,

Leia mais

é lei Agora Política Nacional de Resíduos Sólidos poder público, empresas, catadores e população Novos desafios para

é lei Agora Política Nacional de Resíduos Sólidos poder público, empresas, catadores e população Novos desafios para Política Nacional de Resíduos Sólidos Agora é lei Novos desafios para poder público, empresas, catadores e população Marco histórico da gestão ambiental no Brasil, a lei que estabelece a Política Nacional

Leia mais

Situação da Armazenagem no Brasil 2006

Situação da Armazenagem no Brasil 2006 Situação da Armazenagem no Brasil 2006 1. Estática de Armazenagem A capacidade estática das estruturas armazenadoras existentes no Brasil, registrada em dezembro de 2006 é de até o mês de novembro de 2006

Leia mais

International Paper do Brasil Ltda

International Paper do Brasil Ltda International Paper do Brasil Ltda Autor do Doc.: Editores: Marco Antonio Codo / Wanderley Casarim Marco Antonio Codo / Wanderley Casarim Título: Tipo do Documento: SubTipo: Serviços de Limpeza e Disposição

Leia mais

Anónimo Fazenda São João

Anónimo Fazenda São João Anónimo Fazenda São João Data do preenchimento do guia: 13/08/2013 RELATÓRIO INDIVIDUAL E CONFIDENCIAL Prezado produtor, Gostaríamos de agradecer a sua participação neste projeto piloto realizado pela

Leia mais

Fiscalização de Material Genético Animal

Fiscalização de Material Genético Animal Programa 0375 Qualidade de Insumos e Serviços Agropecuários Objetivo Salvaguardar a produção e a produtividade agropecuária pela garantia de níveis adequados de conformidade e qualidade dos insumos básicos

Leia mais

ALTERNATIVAS PARA TRATAMENTO DE DEJETOS SUÍNOS

ALTERNATIVAS PARA TRATAMENTO DE DEJETOS SUÍNOS ALTERNATIVAS PARA TRATAMENTO DE DEJETOS SUÍNOS Isaac Weber PITZ 1, Jardel POSSAMAI 2, Graciane Regina PEREIRA 3 RESUMO O presente trabalho teve como objetivo identificar um método prático, econômico e

Leia mais

Linhas de Crédito RSA. Característica RSA

Linhas de Crédito RSA. Característica RSA Linhas de RSA Linha de Característica RSA FCO Pronatureza incentivar projetos que visem à conservação e à proteção do meio ambiente, à recuperação de áreas degradadas ou alteradas e ao desenvolvimento

Leia mais

Políticas públicas e o financiamento da produção de café no Brasil

Políticas públicas e o financiamento da produção de café no Brasil Políticas públicas e o financiamento da produção de café no Brasil Organização Internacional do Café - OIC Londres, 21 de setembro de 2010. O Sistema Agroindustrial do Café no Brasil - Overview 1 Cafés

Leia mais

PROJETO AMIGOS DO PLANETA. Autor. Rose Mariah de Souza Ferreira. Gestora Ambiental

PROJETO AMIGOS DO PLANETA. Autor. Rose Mariah de Souza Ferreira. Gestora Ambiental PROJETO AMIGOS DO PLANETA Autor Rose Mariah de Souza Ferreira Gestora Ambiental Gravataí, março de 2011. Introdução Pensar em tornar o ambiente em que se vive sustentável, é direcionar ações capazes de

Leia mais

Biogás. Eletroeletrônica 2º Modulo Noturno Alunos: Bianca Graziela de Oliveira Guilherme AlbertoOhf LucasPegoraroEinhardt

Biogás. Eletroeletrônica 2º Modulo Noturno Alunos: Bianca Graziela de Oliveira Guilherme AlbertoOhf LucasPegoraroEinhardt Biogás Eletroeletrônica 2º Modulo Noturno Alunos: Bianca Graziela de Oliveira Guilherme AlbertoOhf LucasPegoraroEinhardt O que é o Biogás? É um gás produzido através de resíduos orgânicos que estão em

Leia mais

"PANORAMA DA COLETA SELETIVA DE LIXO NO BRASIL"

PANORAMA DA COLETA SELETIVA DE LIXO NO BRASIL Reciclagem e Valorizaçã ção o de Resíduos Sólidos S - Meio Ambiente UNIVERSIDADE DE SÃO S O PAULO "PANORAMA DA COLETA SELETIVA DE LIXO NO BRASIL" Associação sem fins lucrativos, o CEMPRE se dedica à promoção

Leia mais

PROGRAMA DE GESTÃO ECONÔMICA, SOCIAL E AMBIENTAL DA PROPRIEDADE RURAL BRASILEIRA

PROGRAMA DE GESTÃO ECONÔMICA, SOCIAL E AMBIENTAL DA PROPRIEDADE RURAL BRASILEIRA PROGRAMA DE GESTÃO ECONÔMICA, SOCIAL E AMBIENTAL DA PROPRIEDADE RURAL BRASILEIRA RELATÓRIO DE REALIZAÇÕES SOJA PLUS: PROGRAMA BEM-SUCEDIDO DE GESTÃO SOCIAL, ECONÔMICA E AMBIENTAL DA PROPRIEDADE RURAL BRASILEIRA

Leia mais

A gestão de resíduos na UNISINOS atendendo aos requisitos da ISO 14.001:2004. Palestrante: Dra. Luciana Paulo Gomes, UNISINOS lugomes@unisinos.

A gestão de resíduos na UNISINOS atendendo aos requisitos da ISO 14.001:2004. Palestrante: Dra. Luciana Paulo Gomes, UNISINOS lugomes@unisinos. A gestão de resíduos na UNISINOS atendendo aos requisitos da ISO 14.001:2004 Palestrante: Dra. Luciana Paulo Gomes, UNISINOS lugomes@unisinos.br 1 LIVRO: Gestão de Resíduos em Universidades 1. Como foi

Leia mais

20o. Prêmio Expressão de Ecologia

20o. Prêmio Expressão de Ecologia 20o. Prêmio Expressão de Ecologia 2012-2013 Separação dos resíduos recicláveis Coleta seletiva no pátio Separação dos resíduos no laboratório Central de resíduos e estação de tratamento de esgoto Capacitação

Leia mais

ÍNDICE ORIENTAÇÕES AO CONSUMIDOR CADEIA PRODUTIVA MAIS SUSTENTÁVEL NOSSO HISTÓRICO AMBIENTAL. TI Verde

ÍNDICE ORIENTAÇÕES AO CONSUMIDOR CADEIA PRODUTIVA MAIS SUSTENTÁVEL NOSSO HISTÓRICO AMBIENTAL. TI Verde ORIENTAÇÕES AO CONSUMIDOR INTRODUÇÃO... 03 RECICLE SEU COMPUTADOR POSITIVO... 03 CICLO PRODUTIVO - LOGÍSTICA REVERSA... 04 RECICLAR É PRECISO... 04 DICAS DE USO CONSCIENTE... 05 CADEIA PRODUTIVA MAIS SUSTENTÁVEL

Leia mais

Trabalho resgatado da época do Sinac. Título: Os Defensivos Agrícolas e a Comercialização. Autor: Equipe do Decen e Senar.

Trabalho resgatado da época do Sinac. Título: Os Defensivos Agrícolas e a Comercialização. Autor: Equipe do Decen e Senar. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento MAPA Companhia Nacional de Abastecimento Conab Diretoria de Gestões de Estoques Diges Superintendência de Programas Institucionais e Sociais de Abastecimento

Leia mais

Soluções em Gestão Ambiental

Soluções em Gestão Ambiental Soluções em Gestão Ambiental QUEM SOMOS A Silcon Ambiental Empresa de engenharia ambiental, especializada em serviços e soluções para o gerenciamento, tratamento e destinação final de resíduos e na produção

Leia mais

Sustentabilidade: Segregar Resíduos Sólidos na Intervenção Cardiovascular. Ivanise Gomes

Sustentabilidade: Segregar Resíduos Sólidos na Intervenção Cardiovascular. Ivanise Gomes Sustentabilidade: Segregar Resíduos Sólidos na Intervenção Cardiovascular Ivanise Gomes O que é Sustentabilidade? Prática de atividades economicamente viáveis, socialmente justas e ecologicamente corretas

Leia mais

Maria Nezilda Culti 1 (Coordenadora da Ação de Extensão)

Maria Nezilda Culti 1 (Coordenadora da Ação de Extensão) IMPLANTAÇÃO DAS TECNOLOGIAS SOCIAIS: PRODUÇÃO AGROECOLÓGICA INTEGRADA SUSTENTÁVEL- PAIS (HORTA MANDALA), CISTERNA E FOSSA SÉPTICA BIODIGESTORA COMO MEIO DE SUSTENTABILIDADE PARA AGRICULTURA FAMILIAR. Área

Leia mais

Eixo: LOGISTICA REVERSA

Eixo: LOGISTICA REVERSA PREFEITURA MUNICIPAL DE ESTÂNCIA VELHA RESSANEAR PROJETO INTEGRADO DE SANEAMENTO BÁSICO E RESÍDUOS SÓLIDOS LEI 11.445/2007 Eixo: LOGISTICA REVERSA PLANO MUNICIPAL DE GERENCIAMENTO INTEGRADO DE RESÍDUOS

Leia mais

Educação ambiental e participação comunitária. Modelo de projeto (estruturação)

Educação ambiental e participação comunitária. Modelo de projeto (estruturação) Educação ambiental e participação comunitária Modelo de projeto (estruturação) A problemática da coleta seletiva 3.2. Concepção geral do sistema projetado 3.3. Objetivos gerais 3.4. Objetivos específicos

Leia mais

Prof. Rogerio Valle. Logística Reversa e Sustentabilidade

Prof. Rogerio Valle. Logística Reversa e Sustentabilidade Prof. Rogerio Valle Logística Reversa e Sustentabilidade LOGÍSTICA REVERSA, PROCESSO A PROCESSO (ED. ATLAS) Visão sistêmica dos fluxos de recursos e de produtos Evolução na problemática da sustentabilidade

Leia mais

ANEXO III Resolução 1 da Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima. Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável

ANEXO III Resolução 1 da Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima. Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável ANEXO III Resolução 1 da Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima Contribuição da Atividade de Projeto para o Desenvolvimento Sustentável Projeto: Geração de eletricidade a partir de fontes

Leia mais

Prof. Paulo Medeiros

Prof. Paulo Medeiros Prof. Paulo Medeiros Em 2010 entrou em vigor no Brasil a lei dos Resíduos Sólidos. Seu objetivo principal é diminuir a destinação incorreta de resíduos ao meio ambiente. Ela define que todas as indústrias,

Leia mais

EMATER PARANÁ CONDOMÍNIOS DE INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL: UMA PROPOSTA DE MELHORAMENTO GENÉTICO EM BOVINOS DE LEITE NO MUNICÍPIO DE TOLEDO PR.

EMATER PARANÁ CONDOMÍNIOS DE INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL: UMA PROPOSTA DE MELHORAMENTO GENÉTICO EM BOVINOS DE LEITE NO MUNICÍPIO DE TOLEDO PR. EMATER PARANÁ CONDOMÍNIOS DE INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL: UMA PROPOSTA DE MELHORAMENTO GENÉTICO EM BOVINOS DE LEITE NO MUNICÍPIO DE TOLEDO PR. Gelson Hein Médico Veterinário Unidade Local de Toledo NOVEMBRO

Leia mais

ENERGIAS RENOVÁVEIS BIOMASSAS

ENERGIAS RENOVÁVEIS BIOMASSAS ENERGIAS RENOVÁVEIS BIOMASSAS O que é biomassa? - É toda matéria orgânica proveniente das plantas e animais. Como se forma a biomassa? - A biomassa é obtida através da fotossíntese realizada pelas plantas.

Leia mais

Currículo de Sustentabilidade do Café (CSC)

Currículo de Sustentabilidade do Café (CSC) Currículo de Sustentabilidade do Café (CSC) ÍNDICE 1. Gestão da Propriedade...03 2. Gestão Ambiental...04 3. Material Propagativo (Sementes, mudas e estacas)...05 4. Localização e Implantação de Cafezais...06

Leia mais

NOSSA ASPIRAÇÃO JUNHO/2015. Visão Somos uma coalizão formada por associações

NOSSA ASPIRAÇÃO JUNHO/2015. Visão Somos uma coalizão formada por associações JUNHO/2015 NOSSA ASPIRAÇÃO Visão Somos uma coalizão formada por associações empresariais, empresas, organizações da sociedade civil e indivíduos interessados em contribuir para a promoção de uma nova economia

Leia mais

Seminário Sustentabilidade Os Desafios do Desenvolvimento

Seminário Sustentabilidade Os Desafios do Desenvolvimento Seminário Sustentabilidade Os Desafios do Desenvolvimento Quem somos Ambev 4ª maior cervejaria no mundo 3ª marca mais consumida no mundo (Skol) Líder absoluto no segmento guaraná (Guaraná Antarctica) Maior

Leia mais

Rótulo Ecológico para o processo de tratamento de solução eletrolítica de baterias automotivas

Rótulo Ecológico para o processo de tratamento de solução eletrolítica de baterias automotivas Pág. Nº 2/10 0 Introdução O programa de Rotulagem Ambiental da ABNT foi desenvolvido para apoiar um esforço contínuo para melhorar e/ou manter a qualidade ambiental por meio da redução do consumo de energia

Leia mais

AGRICULTURA ORGÂNICA

AGRICULTURA ORGÂNICA Conceitos básicos Oficina do Grupo Meio Ambiente, Mudanças Climáticas e Pobreza Setembro 2009 O que é De modo geral, a agricultura orgânica é uma forma de produção agrícola que não utiliza agrotóxicos,

Leia mais

ROTEIRO EMPRESA DE CONTROLE DE VETORES E PRAGAS

ROTEIRO EMPRESA DE CONTROLE DE VETORES E PRAGAS ROTEIRO EMPRESA DE CONTROLE DE VETORES E PRAGAS ROTEIRO DE INSPEÇÃO PRESTADORA DE SERVIÇOS / DEDETIZADORAS Data: A - IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA: 1-Razão Social: 2-Nome de Fantasia: 3-Alvará/Licença Sanitária:

Leia mais

Anexo III da Resolução n 1 da CIMGC

Anexo III da Resolução n 1 da CIMGC Anexo III da Resolução n 1 da CIMGC Projeto Nobrecel de Troca de Combustível na Caldeira de Licor Negro (Nobrecel fuel switch in black liquor boiler Project) Introdução: O objetivo deste relatório é o

Leia mais

RDC Nº 48, DE 25 DE OUTUBRO DE 2013

RDC Nº 48, DE 25 DE OUTUBRO DE 2013 RDC Nº 48, DE 25 DE OUTUBRO DE 2013 ITEM 10 DOCUMENTAÇÕES E REGISTROS Palestrante: Carlos Cezar Martins RDC Nº 48, DE 25 DE OUTUBRO Carlos Cezar Martins DE 2013 Farmacêutico com especialização em Qualidade

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR - CURSO DE AGRONOMIA (DIURNO)

MATRIZ CURRICULAR - CURSO DE AGRONOMIA (DIURNO) MATRIZ CURRICULAR - CURSO DE AGRONOMIA (DIURNO) Ingressantes a partir de 2015 1º SEMESTRE HORAS 2º SEMESTRE HORAS Introdução à Engenharia Agronômica 60 Metodologia Científica 60 Álgebra Linear 60 Desenho

Leia mais

PROGRAMA DE COLETA SELETIVA CODEBA

PROGRAMA DE COLETA SELETIVA CODEBA 1 PROGRAMA DE COLETA SELETIVA CODEBA SALVADOR BA FEVEREIRO - 2012 1. INTRODUÇÃO 2 O presente Programa de Coleta Seletiva trata dos resíduos gerados pela Companhia, tendo sua elaboração e implementação

Leia mais

Entenda o IC AGRO. Sobre o Índice de Confiança do Agronegócio (IC Agro)

Entenda o IC AGRO. Sobre o Índice de Confiança do Agronegócio (IC Agro) Metodologia Entenda o IC AGRO O Índice de Confiança do Agronegócio (IC Agro) apresenta informações sobre a percepção econômica do Brasil e do agronegócio por produtores agropecuários, cooperativas e indústrias

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA INDAIATUBA/SP

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA INDAIATUBA/SP SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DEPARTAMENTO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA INDAIATUBA/SP GUIA DE ORIENTAÇÃO PARA ELABORAÇÃO DO MANUAL DE BOAS PRÁTICAS (MBP) E PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PADRONIZADOS (POPs) PARA

Leia mais

TÍTULO: VISTORIAS TÉCNICAS DAS INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS PREDIAS SANITÁRIAS

TÍTULO: VISTORIAS TÉCNICAS DAS INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS PREDIAS SANITÁRIAS TÍTULO: VISTORIAS TÉCNICAS DAS INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS PREDIAS SANITÁRIAS Autores: Rita de Cássia Junqueira: Cargo atual: Tecnóloga Sanitarista Formação: Tecnologia Sanitária Universidade de Campinas -

Leia mais

Poluição do Solo. Aprofundar os conhecimentos sobre como o solo pode ser poluído e as consequências para o homem e o meio ambiente.

Poluição do Solo. Aprofundar os conhecimentos sobre como o solo pode ser poluído e as consequências para o homem e o meio ambiente. Poluição do Solo 1) Objetivo Geral Aprofundar os conhecimentos sobre como o solo pode ser poluído e as consequências para o homem e o meio ambiente. 2) Objetivo Específico Conscientizar os alunos da importância

Leia mais

OS CONCEITOS DO MERCADO MUDARAM

OS CONCEITOS DO MERCADO MUDARAM MAIO DE 2007 OS CONCEITOS DO MERCADO MUDARAM A segurança do alimento é a nova linguagem no mundo globalizado O comércio internacional, as exigências na área de segurança do alimento, a gestão da qualidade

Leia mais

MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE

MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE MEIO AMBIENTE E SUSTENTABILIDADE Sustentabilidade significa permanecer vivo. Somos mais de 7 bilhões de habitantes e chegaremos a 9 bilhões em 2050, segundo a ONU. O ambiente tem limites e é preciso fazer

Leia mais

Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais

Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais Nº 60/2013 novembro Informativo digital sobre temas da cadeia produtiva da soja Produtor rural muda conceito de trabalho na fazenda com o Soja Plus

Leia mais

ANEXO II EXIGÊNCIAS DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE

ANEXO II EXIGÊNCIAS DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE ANEXO II EXIGÊNCIAS DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE 1. OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO Estas exigências definem os deveres e as responsabilidades da CONTRATADA e estabelecem as orientações, requisitos

Leia mais

MELHORIAS IMPLANTADAS NO CENTRO DE RECICLAGEM DA VILA PAULICÉIA - SÃO BERNARDO DO CAMPO/SP

MELHORIAS IMPLANTADAS NO CENTRO DE RECICLAGEM DA VILA PAULICÉIA - SÃO BERNARDO DO CAMPO/SP MELHORIAS IMPLANTADAS NO CENTRO DE RECICLAGEM DA VILA PAULICÉIA - SÃO BERNARDO DO CAMPO/SP Cristiane Ferreira, Fernanda Duran, Julia Lima e Juliana Santos Mercedes-Benz do Brasil Ltda. RESUMO O Centro

Leia mais

Comissão Nacional de Silvicultura e Agrossilvicultura

Comissão Nacional de Silvicultura e Agrossilvicultura CONFEDERAÇÃO DA AGRICULTURA E PECUÁRIA DO BRASIL Comissão Nacional de Silvicultura e Agrossilvicultura Camila Soares Braga Assessora Técnica Bem estar humano F ood F resh water F uel F iber A gente não

Leia mais

Manejo Ambiental na Avicultura Aspectos Agro e Zooecológicos

Manejo Ambiental na Avicultura Aspectos Agro e Zooecológicos Manejo Ambiental na Avicultura Aspectos Agro e Zooecológicos A cadeia de produção avícola nacional constituí-se no setor pecuário com maior índice de industrialização. As questões ambientais relacionadas

Leia mais

ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO PARA O TRANSPORTE DE ALIMENTOS, MATÉRIA- PRIMA, INGREDIENTES E EMBALAGENS.

ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO PARA O TRANSPORTE DE ALIMENTOS, MATÉRIA- PRIMA, INGREDIENTES E EMBALAGENS. RESOLUÇÃO.../SESA/PR O Secretário Estadual de Saúde, no uso de suas atribuições legais e: CONSIDERANDO a Portaria nº 326/1997/SVS/MS, a Resolução RDC nº275/2002, a Resolução RDC nº 216/2004, da ANVISA,

Leia mais