Colaboração de medidas de produtividade no planejamento operacional de armazéns

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Colaboração de medidas de produtividade no planejamento operacional de armazéns"

Transcrição

1 Colaboração de medidas de produtividade no planejamento operacional de armazéns Resumo As atividades de armazenagem têm relativa importância dentro de uma operação industrial ou em prestadores de serviços logísticos, tornando-se fundamental para o resultado da empresa que seus gestores administrem baseados em dados e informações que permitam a melhor decisão. Neste aspecto, o estudo em pauta examina um exemplo de formulação de dados de produtividade numa operação de armazenagem que pode contribuir para as decisões na área. Pesquisas a respeito das operações de movimentação e armazenagem tem se tornado cada vez menos freqüente. Portanto, acredita-se que este estudo possa colaborar para o entendimento e a importância dos armazéns dentro de sistemas industriais e logísticos. Palavras chaves: Armazenagem, Produtividade, 1. Introdução Ao se pensar nas operações de armazenagem, quase sempre se estabelece uma visão não muito sofisticada, ou seja, imaginam um espaço suficiente capaz de guardar aquilo que foi ou será utilizado ou produzido, vendido etc. Curiosamente, comparando o exposto com o pensamento a respeito de processos industriais, em que a visão geralmente é de máquinas sofisticadas com alta tecnologia, e de maior importância no negócio, tem-se a impressão que a armazenagem não faz parte dos processos industriais, que sua integração aos sistemas gerenciais é irrelevante, pois é uma atividade simples de se executar, utilizando recursos de baixo valor. Nos dias atuais, onde a competitividade se define em detalhes, ter uma visão tão simplista da armazenagem é sem dúvida ingenuidade. Afinal, a diversidade operacional e a tecnologia estão presentes nos armazéns na mesma proporção que na manufatura, e um gerenciamento eficiente, com certeza agrega valores à cadeia e pode se transformar num diferencial. Hoje muitas variáveis compõem e integram um processo de armazenagem, desde a estrutura física até tecnologia de dados e informação, e tendem a representar altos investimentos. Abaixo algumas variáveis que ajudam a entender a importância delas para o negócio da empresa: - O imóvel e seu tamanho, geralmente influenciados por localização, tipo de construção, tipo de armazenagem (especializada ou não), etc. - Adequação interna dos armazéns para suportar a operação, como estrutura de modelos automáticos ou não, docas, portas, equipamentos para controles diversos como frio, umidade, assepsia, etc... - Equipamentos de movimentação.

2 - Sistemas de gerenciamento das informações (IT) - Mão-de-obra - Gerenciamento das operações Com isso, pode-se destacar dois fatores a serem considerados no entendimento da importância dos armazéns para um processo industrial ou mesmo uma operação logística: - Investimentos em função do tipo de armazém, estrutura e tecnologia. - E, o fator que dá dimensão às necessidades físicas de um armazém que é a produtividade operacional. Para entender isso, é como dizer que uma baixa produtividade em uma operação de armazém pode significar a utilização de muito mais recursos (no caso com reflexo direto nos ativos). Conseqüentemente, numa visão econômica, afetaria muito mais a produtividade total. Nesta análise, pode-se dizer então, que investimento é uma questão de ter ou não ter o recurso, e a produtividade já se refere à competência de se extrair do processo o melhor resultado. Assim, um melhor resultado de armazenagem, seria ter uma relação ótima-ideal entre o melhor aproveitamento do investimento através de uma operação eficiente. Em suma, extrair da operação a melhor produtividade possível. Esta relação, será estudada através da análise de um levantamento de atividades baseado em indicadores de produtividade, utilizado por um armazém para compor um plano de melhoria operacional, entendendo assim, a importância de se ter e estabelecer indicadores de produtividade numa operação de armazenagem. A intenção será então, oferecer um exemplo adaptável a diferentes tipos de armazéns, permitindo através deles extrair conclusões do tipo.: - Quais são os gargalos operacionais do armazém; - Existem equipamentos suficientes, tipo doca, empilhadeira, etc. - A equipe esta adequada com a produtividade possível, e bem distribuída nas operações e turnos. - Processos de integração, como com fornecedores por exemplo, podem ser melhorados O estudo não se preocupará em apresentar dados do caso analisado, mas sim o método adotado para se extrair as informações, ou seja, como se construiu as informações para responder as questões acima. 2. Produtividade em Armazéns A intenção neste capítulo é estabelecer alguns conceitos e visão a respeito do que a teoria descreve sobre produtividade em armazéns e sistemas logísticos. Pesquisas a respeito das operações de movimentação e armazenagem têm se tornado cada vez menos freqüentes, como atesta STOCK (2001). Segundo este autor, apenas 1,9% das teses de doutorado ligadas à área

3 de logística nos Estados Unidos versaram sobre o tema entre 1992 e 1998, contra 5,7% entre 1987 e Apesar da importância reduzida dos estudos sobre movimentação e armazenagem em relação ao total de trabalhos existentes na literatura, a definição de logística do CLM (Council of Logistics Management) de 1998 ressalta a importância do tema: Logística é a parte do processo da cadeia de suprimentos que planeja, implementa e controla de forma eficiente e eficaz o fluxo e armazenagem de mercadorias, serviços e informações correlatas do ponto de origem ao ponto de consumo a fim de atender às necessidades dos clientes. CHRISTOPHER (1992), da mesma forma, definiu logística como sendo:...o processo de gerenciar estrategicamente a aquisição, movimentação e armazenagem de materiais, peças e produtos acabados ( e os fluxos de informação correlatas ) através da organização e seus canais de marketing, de modo a poder maximizar as lucratividades presente e futura através do atendimento dos pedidos a baixo custo. As atividades de movimentação e armazenagem, apresentam-se, pois, como partes fundamentais do fluxo logístico. O pensamento de Moura (2004) torna-se oportuno para nosso estudo quando ele diz que nos últimos anos muitos previram o desaparecimento dos armazéns, especialmente com a revolução do just-in-time (JIT), da Resposta Rápida, da Resposta Eficiente ao Cliente (ECR), da entrega direta no ponto de venda e da distribuição de fluxo contínuo. Temas comuns representados por estes programas provocaram a imaginação das pessoas um mundo sem armazéns. Alguns estudos sobre sistemas flexíveis de manufatura procuram demonstrar que a relação de investimento em um equipamento com a utilidade ou resultado obtido é muito importante, cabendo sempre uma análise mais completa do processo antes da decisão final. Neste caso, o exemplo de um investimento e um maquinário robotizado para corrigir um defeito numa peça, pode não ser um caminho, se no futuro descobrir que a falha estava no processo de transformação ou fabricação da peça. Assim, o maquinário seria desnecessário. Numa analogia com os sistemas de armazenagem o desnecessário seria espaço de armazenagem, estruturas, equipamentos, etc. Para não haver equívocos desta natureza, bem como poder ter uma operação adequada e eficiente, é que as medidas de produtividade podem colaborar para o entendimento das reais necessidades de um armazém. Valter Mello (2004), ao questionar se as empresas sabem medir sua operação de armazenagem, diz que embora as empresas dediquem muito esforço e dinheiro na compra de sofisticados softwares, de equipamentos de última geração, de treinamento conceituais sobre as mais novas tecnologias, o mesmo não acontece com a medição adequada das operações. No entanto, medições e comparações através das técnicas adequadas formam a base para que se possa conhecer as operações e ter informações confiáveis para alimentar o software de gestão ou planejamento, com isso melhorar os níveis de prestação de serviços, acuracidade de estoques, baixos custos e padrão de qualidade. Também Darli Rodrigues (2004) faz uma interessante comparação do papel da armazenagem ao dizer que o armazém tinha por missão exclusiva o gerenciamento do estoque. Na

4 atualidade, o armazém tem também, a missão de gerenciar os fluxos de informações, pois eles que caracterizam a principal potencialidade de se agregar valor nos serviços. Quanto às decisões classificadas como operacionais, em principio, elas são programadas em função das rotinas do dia-a-dia e estão submetidas a um menor grau de incerteza que as decisões estratégicas. Recentemente em um artigo da Revista Eletrônica LogisticToday, Lisa Harrington (2004) fez algumas recomendações sobre como melhor trabalhar numa armazenagem, destacando-se abaixo as que envolvem diretamente a produtividade: - Definir e documentar todos os processos; - Desenvolver um padrão válido de trabalho e usa-lo como requisito para as atividades; - Administrar com medidas de produtividade e qualidade; - Fazer diariamente um plano de trabalho. Ao se analisar uma armazenagem dentro de uma operação logística, segundo Shmitt (2002) aput Bowersox e Closs (2001), pode-se dizer que o sistema de avaliação de desempenho está baseado em três objetivos: - Medidas de monitoramento: O monitoramento das medidas acompanha o desempenho histórico do sistema logístico para que a gerência e os clientes sejam mantidos informados. Medidas de avaliação típicas incluem nível de serviço e os componentes dos custos logísticos; - Medidas de controle: Acompanham continuamente o desempenho e são utilizadas para aprimorar um processo de modo a colocá-lo em conformidade quando excede padrões de controle e; - Medidas de direcionamento: São projetadas para motivar o pessoal. Também, segundo eles, duas perspectivas de medição devem ser avaliadas e determinadas. A primeira delas é a de Medidas baseadas em atividades, e a segunda as de Medidas de processos. Já Gurgel (1996) coloca que alguns problemas gerados nos sistemas de movimentação e armazenagem geralmente são tratados em vários níveis de profundidade, como: a- Ignorar a existência do problema e esperar que ele se resolva por si: b- Eliminar as atuais causas que ocasionam o problema e retornar á normalidade anteriormente vivida, sem nenhuma mudança da situação atual; c- Aplicar tecnologia matemática e desenvolver cálculos, para se obter uma situação melhor do que a anterior, num processo de simples otimização. d- Estudar e implementar uma mudança conceitual da operação, estruturando-se um novo e revolucionário processo e criando uma condição excepcionalmente diferente de operar a empresa, com resultados de produtividade bastante melhores do que tenham sido retratados na situação anterior. Nesta mesma linha também, a revista eletrônica LogísticToday (2004) desenvolve um artigo em que trata do assunto da eficiência em armazenagem, onde classificam sete pecados

5 mortais na operação, deixando claro a importância de se conhecer as medidas de produtividade do armazém: - Subestimar a operação; - Planejamento impróprio e uso ineficiente do espaço; - Ter supervisores gastando tempo em rotinas burocráticas e apagando incêndio; - Ter muitos indicadores ou insuficientes; - Lay-out pobre; - Ignorar os princípios de velocidade; - Falta de informação em tempo real. MOURA (1983) apresenta sete indicadores de eficiência utilizados em operações de movimentação de materiais dentro de fábricas: indicador de aproveitamento da mão-de-obra, tempos perdidos em operações de movimentação frente aos tempos despendidos em operações produtivas, rapidez de fabricação, índice de operações, eficiência de espaço, utilização de equipamentos e utilização de corredores. O único tipo de indicador aplicável à produtividade de sistemas logísticos, todavia, é o indicador de aproveitamento da mão-deobra. O instituto de tecnologia da Universidade de Georgia, nos Estados Unidos, publicou em 2003 uma pesquisa denominada Warehouse Benchmarking Survey relatando os principais indicadores de produtividade e qualidade utilizados nos armazéns de 120 grandes empresas daquele país. As principais métricas utilizadas para mensurar a produtividade total dos armazéns foram: 1) Caixas expedidas por homem-hora; 2) Pedidos expedidos por homemhora; 3) Paletes expedidos por homem-hora; Peças expedidas por homem-hora; 5) Libras expedidas por homem-hora. Neste estudo, os armazéns foram divididos em armazéns que expedem caixas e armazéns que expedem peças, em função da dificuldade de comparação entre diferentes tipos de operação. 3. Análise do caso (estudo de atividades) Por meio do estudo de atividades de uma operação de armazém em uma grande empresa de armazenagem brasileira, que no caso não será identificada, obteve-se, através da relação de tarefas, os dados que permitissem extrair informações e estabelecer um diagnóstico acerca da produtividade. Portanto, tem-se numa primeira etapa o levantamento das tarefas e a demanda de recursos exigidos para essas tarefas, focadas basicamente em equipamentos e mão-de-obra envolvidos na sua realização. A definição das tarefas ocorreu através do acompanhamento de todas as atividades operacionais que envolvem o armazém, como recebimento, carregamento, separação, limpeza, etc., excetuando-se serviços de manutenção que eram terceirizados. A intenção foi conhecer e medir pontos importantes da operação, para através dos dados criar indicadores de produtividade que gerasse as informações necessárias.

6 Assim, o capítulo seguinte apresenta alguns quadros que resumem as atividades e a forma de medi-las, podendo através deles diagnosticar as necessidades de um armazém. Os dados apresentados nas tabelas serão apenas informações fictícias para ilustrar o exemplo, uma vez que a preocupação é entender o modelo e não os números Levantamento das Atividades Recebimento Realizado para apurar dados de recebimento de produtos nas diversas áreas de armazenagem, ou tipos de recebimento. No exemplo tem-se o fornecedor que é recebido, a quantidade recebida (no caso caixas), o tempo necessário para receber o produto e leva-lo para área de estocagem, a produtividade da operação baseada em Caixas por hora/homem (ou a unidade recebida pelo tempo de trabalho), mais o tempo de espera (tempo gasto com tarefas pertinentes a operação de recebimento, tipo encoste do veículo, testes de qualidade, etc.). Recebimento de Produtos Fornecedores Número de Tempo (min) Tempo (h) Produtividade Tempo de espera(min) caixas CAIXAS/H 1 A ,08 240, B , , C ,72 446, D , , E , , F ,67 480, G , , H ,75 385, I ,53 375, J ,38 469, L ,67 811, M , , N , , O ,15 160, P , , Q ,08 528, R ,25 176, S , , T , , U ,25 400, Recebimento ,98 812,80 102,32 Quadro 1 Recebimento de produtos (Fonte: empresa estudada) Estocagem A partir do recebimento inicia-se a estocagem, onde se avalia o tempo gasto com a atividade e com tarefas agregadas a ela (como formatação do palete se necessário, identificação), bem

7 como se atribui uma taxa de aproveitamento do tempo por haver possibilidade de perda de tempo na realização da tarefa. O exemplo tem apenas três armazéns (A, B, C), o que não significa que em outros estudos não possam haver mais. ESTOCAGEM Armazem Tempo estocagem/palete emminutos Taxa de estocagem Tempo estocagem/palete Taxa de estocagem Tempo estocagem/palete (horas) A direta direta c/ atividade agregada c/ atividade agregada 2,2 0,9 4 0,1 0, Armazém Tempo estocagem/palete emminutos Taxa de estocagem Tempo estocagem/palete Taxa de estocagem Tempo estocagem/palete (horas) B direta direta c/ atividade agregada c/ atividade agregada 1,66 0,9 3,5 0,1 0, Armazém Tempo estocagem/palete emminutos Taxa de estocagem Tempo estocagem/palete Taxa de estocagem Tempo estocagem/palete (horas) C direta direta c/ atividade agregada c/ atividade agregada 0,66 0,9 2 0,1 0, Quadro 2 Estocagem de produtos (Fonte: empresa estudada) Separação de Produtos Na separação, o levantamento tem como objetivo estabelecer a produtividade através do volume em função do tempo trabalhado. Os dados se organizam em relação aos carregamentos ou tipos de carregamento a serem feitos por turno ou dia de trabalho, bem como pelo tipo de produto ou armazém. Carregamento Número de Tempo (min) Tempo (h) Produtividade caixas CAIXAS/H , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,80 Total , ,73 Quadro 3 Separação de produtos (Fonte: Empresa estudada)

8 Carregamento Com o mesmo conceito da separação, extrai-se os dados relativos ao carregamento. Neste caso, pode-se também, organizar as informações pela característica do carregamento, do veículo, do produto, etc. C a r r e g a m e n to C a r r e g a m e n to N ú m e r o d e T e m p o (m in ) T e m p o (h ) P r o d u tiv id a d e c a ix a s C A IX A S /H , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,4 0 T o ta l , , , ,4 6 Quadro 4 Carregamento (Fonte: Empresa estudada) Outras atividades As atividades básicas de um armazém são recebimento, estocagem, separação e carregamento (ou abastecimento) e foram priorizadas nos levantamentos apresentados acima. No entanto, uma série de outras atividades, mais ou menos importante, faz parte das atividades de um armazém e ajudam a compor os dados para avaliar a operação. Os exemplos apresentados no quadro a seguir trazem alguns exemplos coletados no caso estudado, no entanto, dependendo do tipo de armazém a importância das atividades podem variar, cabendo então, maior ênfase as mais relevantes.

9 Outras atividades Tempo de atendimento a motoristas Tempo retorno Tempo retorno Minutos Horas rota c/ bandejas(min) rota c/ bandejas(horas) 6 0,1 40 0, Manutenção Tempo retorno Tempo retorno Tempo p/ máquina(h) Tempo p/ máquina(h) Tempo p/ máquina(h) rota(min) rota(horas) Empilhadeiras Paleteiras Tennant 18 0, Taxa arm. seco Taxa Antecâmara Operação de prensa 0,5 0,5 Tempo(min) Tempo(h) Operadores H/H 30 0,5 2 1 Tempo por troca Tempo por troca de bateria(min) de bateria(horas) Troca de bateria-máquina Tennant 10 0, Número de trocas/dia Tempo por troca(h) Tempo total(h) Armazém seco Limpeza de cestos Limpeza de cestos Tempo de limpeza de lixo(min) de lixo(h) p/ funcionário(min) 40 0, Armazéns Resfriado-Congelado Limpeza de cestos Limpeza de cestos de lixo(min) de lixo(h) 30 0,5 Q uadro 5 Outras atividades (Fonte: Empresa Estudada) 3.2 Previsão de Operação para uma demanda Com base numa demanda extraída em históricos, previsões ou estudos, cria-se um ambiente operacional. Isto ocorre em função de todos os dados que se obteve no levantamento das atividades, apresentadas anteriormente. Apenas para entendimento, no caso estudado, para definir a demanda, utilizou-se do histórico de um ano e das previsões de crescimento, estabelecendo-se com isso, os números necessários para o estudo. Ao aplicar esta metodologia em outros tipos de armazém, pode-se entender que o conceito seja o mesmo, no entanto deve-se ter o cuidado em adaptar as informações, e o que se quer obter, ao tipo de negócio ou características da operação. Isto pode ser visto no quadro 6, onde com uma demanda definida e os dados obtidos no levantamento das atividades, pode-se obter os padrões de produtividade (chamada de Padrão com base na possibilidade oferecida pelos recursos, e Real com base no resultado da operação). A variação desta produtividade permite a empresa entender sua operação, e se a eficiência obtida atende as expectativas do negócio.

10 TOTAL DE CAIXAS MOVIMENTADAS TOTAL DE HORAS TRABALHADAS 320,50 PRODUTIVIDADE REAL 152,71 PRODUTIVIDADE PADRÃO 179,91 VARIAÇÃO(%) -15,11% Operação Demanda Operação Horas-Homem Horas-Homem Equipamento Comentários Caixas recebidas no armazém A produtivas trabalhadas utilizado Caixas recebidas no armazém B 6651 Recebimento Armazém B e C 12,21 13,57 Paleteira Turnos 1 e 2 Caixas recebidas no armazém C 6976 Recebimento Armazém A 14,30 15,89 Paleteira Turnos 1 e 2 Caixas separadas no armazém A 7845 Estocagem Armazém A 21,98 24,43 Empilhadeira Caixas separadas no armazém B 3389 Estocagem Armazém B 6,81 7,57 Empilhadeira Caixas separadas no armazém C 4707 Estocagem Armazém C 3,08 3,42 Empilhadeira Caixas carregadas p/ lojas Giro de estoque 11,36 12,62 Empilhadeira Caixas expedidas para outros CD's 2886 Pré-picking (preparação p/ separação) 7,19 7,99 Empilhadeira Caixas giradas Separação- Armazém A 76,70 85,22 Paleteira Caixas em picking (separação) Separação- Armazém B 10,41 11,57 Paleteira Número de retorno de rotas 25 Separação- Armazém C 7,40 8,23 Paleteira Número de retorno de rotas c/ bandejas 6 Carregamento 20,12 22,35 Paleteira Recebimento Específico 3000 Carregamento para outros CD s 5,57 6,19 Paleteira Número de empilhadeiras 8 Recebimento Específico 3,14 3,49 Manual 2 operadores Número de paleteiras 20 Limpeza do armazém A- Tennant 3,33 3,33 Tennant Confirmar turnos Número de máquinas Tennant 1 Limpeza do armazém B 1,50 1,50 Manual Número funcionários trabalhando(período A) 12 Limpeza do armazém C 1,50 1,50 Manual Número funcionários trabalhando(período B) 26 Limpeza da Áreas comum 1,58 1,58 Aspirador Número de trocas de baterias-operadores 20 Arrumação de paletes 3,75 4,17 Empilhadeira Taxa HHprodutiva/HH trabalhada= 0,9 Limpeza individual por funcionário 3,17 3,17 Manual Prensa e atividade externa 3,00 3,00 Prensa Confirmar turnos Limpeza-retorno de rota 7,50 7,50 Manual Limpeza-retorno de rota c/ bandejas 4,00 4,00 Manual Limpeza-cestos de lixo 3,50 3,50 Manual 3 turnos Recepção de motoristas 2,50 3,75 Escritório 3 turnos Liberação de equipamento 3,00 3,00 Escritório 3 turnos Contagem de estoque diária física 2,50 2,50 Manual Confirmar Contagem por data semanal 2,00 2,00 Manual Confirmar Contagem de produtos especiais 0,33 0,33 Manual turno 1 Medição de temperatura 1,00 1,00 Termômetro 3 turnos Troca de baterias 3,33 3,70 Carregador 3 turnos Total diário 247,77 272,06 Vistoria de ratoeiras 0,58 0,65 Manual 3 vezes/semana Tirar pó de estruturas 2,00 2,22 Manual 1 vez/mês Manutenção de equipamentos 169,00 187,78 Eq. Manutenção Total mensal Quadro 6 Previsão operacional por Demanda (Fonte: Empresa Estudada) 3.3 Análise de utilização de equipamentos Esta análise pode ser por turno de trabalho, dia, semanal, mensal ou até anual. A intenção é entender o comportamento do armazém nas diversas fases de operação. Se existem gargalos num turno, ou num dia, se ele pode ser re-alocado ou não, etc. As informações vêm da coleta de dados das atividades. Cada armazém, ou tipo de operação vai se caracterizar pelas atividades e pelo tipo de análise que ser quer obter. O quadro 7 apresenta apenas um exemplo, pois o mais importante é entender o que se quer dele.

11 No caso estudado, busca-se saber qual a taxa de utilização dos equipamentos mais importantes para operação. Com este dimensionamento é possível saber, por exemplo, a necessidade real de equipamentos, ou mesmo se existem gargalos num turno. Enfim, a visão é entender como se distribui a operação relativamente aos equipamentos e ao momento de utilização. Análise da operação por equipamentos Operação Docas Docas Porta Paleteiras Empilhadeiras Tennant Observações Arm. B e C Arm. A X Maq. Limpeza Recebimento Armazém B e C 13,57 0,00 0,00 13,57 0,00 0,00 Recebimento Armazém A 0,00 15,89 0,00 15,89 0,00 0,00 Estocagem Armazém A 0,00 0,00 0,00 0,00 24,43 0,00 Estocagem Armazém B 0,00 0,00 0,00 0,00 7,57 0,00 Estocagem Armazém C 0,00 0,00 0,00 0,00 3,42 0,00 Giro de estoque 0,00 0,00 0,00 0,00 12,62 0,00 Pré-Picking (preparação p/ separação) 0,00 0,00 0,00 0,00 7,99 0,00 Separação- Armazém A 0,00 0,00 0,00 85,22 0,00 0,00 Separação- Armazém B 0,00 0,00 0,00 11,57 0,00 0,00 Separação- Armazém C 0,00 0,00 0,00 8,23 0,00 0,00 Carregamento 22,35 0,00 0,00 22,35 0,00 0,00 Carregamento para outros CD s 6,19 0,00 0,00 6,19 0,00 0,00 Recebimento Interbakers 0,00 0,00 3,49 0,00 0,00 0,00 Limpeza do armazém A - Tennant 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 3,33 Limpeza do armazém B 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Limpeza do armazém C 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Limpeza da Áreas Comum 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Arrumação de paletes 0,00 0,00 0,00 0,00 4,17 0,00 Limpeza individual por funcionário 0,00 0,00 0,00 1,58 1,58 0,00 50% Pal-50%Emp. Prensa e atividade externa 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Limpeza-retorno de rota 3,75 3,75 0,00 0,00 0,00 0,00 Limpeza-retorno de rota c/ bandejas 4,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Limpeza-cestos de lixo 0,00 0,00 0,00 0,35 0,00 0,00 Recepção de motoristas 0,00 0,00 0,00 2,68 1,07 0,00 Liberação de equipamento 0,00 0,00 0,00 0,00 Contagem de estoque diária física 0,00 0,00 0,00 0,00 Contagem por data semanal 0,00 0,00 0,00 0,00 Contagem de Produtos especiais 0,00 0,00 0,00 0,00 Medição de temperatura Manutenção de equipamentos 0,00 0,00 0,00 120,00 48,00 1,00 Tempo Mensal Troca de baterias 0,00 0,00 0,00 2,65 1,06 13,00 Vistoria de ratoeiras 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Tirar pó de estruturas 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 Total de horas 49,86 19,64 3,49 174,27 65,51 16,33 Número de docas ou equipamentos 10,00 10,00 1,00 20,00 8,00 1,00 Ocupação diária(h/unidade) 4,99 1,96 3,49 8,71 8,19 16,33 Utilização diária(h/unidade) 4,99 1,96 3,49 8,17 7,52 3,33 Taxa Utilização/Ocupação 100,00% 100,00% 100,00% 93,74% 91,89% 20,39% Taxa de Utilização 20,78% 8,18% 14,53% 34,03% 31,35% 13,88% Quadro 7 Análise de operação por equipamentos (Fonte: Empresa Estudada)

12 4. Conclusões O estudo apresentado é apenas um exemplo das possibilidades que existem para se analisar a operação de um armazém. É evidente que cada caso é um caso, e poderá ter diferentes abordagens. No entanto, a intenção é fazer entender como indicadores de produtividade transformam-se numa importante ferramenta para analisar a capacidade e a dimensão de uma operação de armazenagem. Diante dos dados que se obtém com o estudo é possível re-ordenar, ou melhor, organizar a operação, definir necessidades de equipamentos, encontrar possíveis gargalos em equipamentos, pessoal ou horário de operação, perceber se existe superdimensionamento do armazém, etc... Enfim, os indicadores podem evitar muitos equívocos nas decisões relativas a armazéns e operações de armazenagem. Além disso, pode-se sinalizar novos caminhos para solução de problemas, como por exemplo, uma melhor distribuição no horário de recebimento de produtos, através de uma escala de entrega negociada com fornecedores, evitando congestionamento operacional num horário, adequando equipe, equipamentos, evitando horas-extras, etc. Referências Bibliográficas: CHRISTOPHER, Martin (1992). Logistics and Supply Chain Management. London, Pitman Publishing, CLM - Council of Logistics Management, GURGEL, Floriano do Amaral (1996). Administração dos fluxos de materiais e produtos. São Paulo: Atlas. HARRINGTON, Lisa (2004). How to solve the warehousing puzzle. Artigo do site em 23/04/04. LOGISTICSTODAY (2004). The 7 deadly sins of warehousing. Artigo do site em 23/04/04. MELLO, Valter (2004). Só conhece quem mede. Artigo do Site em 24/04/04. MOURA, Reinaldo A. (2004). Os desafios da armazenagem. Artigo do site em 23/04/04. MOURA, Reinaldo A. (1983). Sistemas e técnicas de movimentação e armazenagem de materiais. São Paulo: IMAM. SHMITT, Henrique Bruno.(2002). Modelo de avaliação de operadores logísticos atuantes no setor agrícola de cargas a granel. Tese de doutorado. UFSC. Pgs. 49 e 50. STOCK, James R. (2201). Doctoral Research in Logistics and Logistics-Related Areas: Journal of Business Logistics, vol. 22, nº 1, 2001.

13 The Logistics Institute Goergia Institute of Technology TLI/WERC Warehouse Benchmarking Survey. VIEIRA, Darli Rodrigues (2004). Um importante crescimento da demanda por áreas de armazenagem toma conta dos principais centros do país. Artigo do Site em 23/04/04.

A OPERAÇÃO DE CROSS-DOCKING

A OPERAÇÃO DE CROSS-DOCKING A OPERAÇÃO DE CROSS-DOCKING Fábio Barroso Introdução O atual ambiente de negócios exige operações logísticas mais rápidas e de menor custo, capazes de suportar estratégias de marketing, gerenciar redes

Leia mais

estratégias operações

estratégias operações MERCADO FERRAMENTA NECESSIDADE O que é LOGÍSTICA? estratégias Fator de Diferenciação Competitiva Fator de Tomada de Decisão operações Busca pela Excelência na Gestão O que buscamos? EXCELÊNCIA LOGÍSTICA

Leia mais

Armazenamento e TI: sistema de controle e operação

Armazenamento e TI: sistema de controle e operação Armazenamento e TI: sistema de controle e operação Pós-Graduação Latu-Sensu em Gestão Integrada da Logística Disciplina: TI aplicado à Logística Professor: Mauricio Pimentel Alunos: RA Guilherme Fargnolli

Leia mais

Armazenagem. Por que armazenar?

Armazenagem. Por que armazenar? Armazenagem Introdução Funções da armazenagem Atividades na armazenagem Objetivos do planejamento de operações de armazenagem Políticas da armazenagem Pilares da atividade de armazenamento Armazenagem

Leia mais

Logística Integrada. Esse termo refere-se ao papel da Logística como elemento de ligação entre todos os processos, desde o Fornecedor até o Cliente.

Logística Integrada. Esse termo refere-se ao papel da Logística como elemento de ligação entre todos os processos, desde o Fornecedor até o Cliente. Logística Integrada Esse termo refere-se ao papel da Logística como elemento de ligação entre todos os processos, desde o Fornecedor até o Cliente. Ballou (1993) Fonte: BALLOU, R. H. Logística Empresarial.

Leia mais

Os Custos de Armazenagem na Logística Moderna

Os Custos de Armazenagem na Logística Moderna Os Custos de Armazenagem na Logística Moderna Maurício Pimenta Lima Introdução Uma das principais características da logística moderna é sua crescente complexidade operacional. Aumento da variedade de

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS POR MEIO DO PROGRAMA 5 S EM UMA TRANSPORTADORA NA CIDADE DE MARINGÁ

ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS POR MEIO DO PROGRAMA 5 S EM UMA TRANSPORTADORA NA CIDADE DE MARINGÁ 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS POR MEIO DO PROGRAMA 5 S EM UMA TRANSPORTADORA NA CIDADE DE MARINGÁ Daiane Maria De Genaro Chiroli 1

Leia mais

LOGÍSTICA EMPRESARIAL. Rodolfo Cola Santolin 2009

LOGÍSTICA EMPRESARIAL. Rodolfo Cola Santolin 2009 LOGÍSTICA EMPRESARIAL Rodolfo Cola Santolin 2009 Conteúdo Cadeia de suprimentos Custos Logísticos Administração de Compras e Suprimentos Logística Reversa CADEIA DE SUPRIMENTOS Logística Logística Fornecedor

Leia mais

O que é uma Empresa Líder em Logística?

O que é uma Empresa Líder em Logística? 133 O que é uma Empresa Líder em Logística? É aquela que oferece maior agregação de valor aos seus clientes em relação aos seus concorrentes a partir de uma combinação harmônica de práticas logísticas

Leia mais

a WZ é uma empresa de consultoria em logística que surgiu para melhorar e oferecer soluções simples e inteligentes.

a WZ é uma empresa de consultoria em logística que surgiu para melhorar e oferecer soluções simples e inteligentes. EMPRESA CRIADA EM 2007, a WZ é uma empresa de consultoria em logística que surgiu para melhorar e oferecer soluções simples e inteligentes. Além de fazer um diagnóstico e sugerir recomendações, a WZ acredita

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Gerenciamento Logístico Gerenciamento Logístico A missão do gerenciamento logístico é planejar

Leia mais

Aula 2º bim. GEBD dia16/10

Aula 2º bim. GEBD dia16/10 Aula 2º bim. GEBD dia16/10 Compras e Manufatura (produção) O ciclo de compras liga uma organização a seus fornecedores. O ciclo de manufatura envolve a logística de apoio à produção. O ciclo de atendimento

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Suprimentos. WMS Gerenciamento de Armazém

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Suprimentos. WMS Gerenciamento de Armazém Bloco Suprimentos WMS Gerenciamento de Armazém Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo WMS, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas foram

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO DE SUPRIMENTOS GESTÃO

ADMINISTRAÇÃO DE SUPRIMENTOS GESTÃO GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS DEFINIÇÃO DE CADEIAS DE SUPRIMENTOS (SUPLLY CHAIN) São os processos que envolvem fornecedores-clientes e ligam empresas desde a fonte inicial de matéria-prima até o ponto

Leia mais

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Artigo para a Revista Global Fevereiro de 2007 DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT O conceito de Supply Chain Management (SCM), denominado Administração da Cadeia de Abastecimento

Leia mais

23/08/2013. Tecnologia da Informação. Transportes SEMINÁRIO: MOVIMENTAÇÃO E TI

23/08/2013. Tecnologia da Informação. Transportes SEMINÁRIO: MOVIMENTAÇÃO E TI UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM GESTÃO INTEGRADA DA LOGISTICA SEMINÁRIO: MOVIMENTAÇÃO E TI ANNA KAROLINE DINIZ CAMILA MOURA FAVARO FERNANDO DOS ANJOS REINALDO FRANCISCO TIAGO SOUZA

Leia mais

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos Prof. Paulo Medeiros Introdução nos EUA surgiram 100 novos operadores logísticos entre 1990 e 1995. O mercado para estas empresas que

Leia mais

LMS Labor Management System

LMS Labor Management System Solução em TI para Gerenciamento da Força de Trabalho em Armazéns Versão 3.0 Autor Iuri Rafael Destro Data 21/9/2011 Responsável Hélcio Fernando Lenz Histórico de Revisões Versão Data Descrição Autor 1.0

Leia mais

Terceirização total ou terceirização parcial: qual delas escolher? Dialetto Comunicação Estratégica

Terceirização total ou terceirização parcial: qual delas escolher? Dialetto Comunicação Estratégica Terceirização total ou terceirização parcial: qual delas escolher? Dialetto Comunicação Estratégica Índice Introdução Capítulo 1 - Por que terceirizar a montagem de placas? Capítulo 2 - Como escolher a

Leia mais

Software de gerenciamento de trabalho

Software de gerenciamento de trabalho Software de gerenciamento de trabalho Software de gerenciamento de trabalho GoalPost O software de gerenciamento de trabalho (LMS) GoalPost da Intelligrated fornece informações sob demanda para medir,

Leia mais

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO P á g i n a 3 INTRODUÇÃO A Administração de Materiais compreende as decisões e o controle sobre o planejamento, programação, compra, armazenamento e distribuição dos materiais indispensáveis à produção

Leia mais

Aplicações de Otimização em Processos Industriais

Aplicações de Otimização em Processos Industriais Aplicações de Otimização em Processos Industriais Maria Cristina N. Gramani gramani@mackenzie.com.br Departamento de Engenharia de Produção Escola de Engenharia Universidade Presbiteriana Mackenzie Organização

Leia mais

Indicadores de Desempenho Logístico

Indicadores de Desempenho Logístico Indicadores de Desempenho Logístico Lívia B. Ângelo, liviabangelo@hotmail.com 1. Estratégia X Indicadores de Desempenho As estratégias servem como guia para as empresas desenvolverem e utilizarem recursos

Leia mais

GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA

GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA Eduardo Saggioro Garcia Leonardo Salgado Lacerda Rodrigo Arozo Benício Erros de previsão de demanda, atrasos no ressuprimento

Leia mais

DEFINIÇÕES COUNCIL SCM

DEFINIÇÕES COUNCIL SCM ADM DE MATERIAIS DEFINIÇÕES COUNCIL SCM Logística empresarial é a parte do Supply Chain Management que planeja, implementa e controla o eficiente e efetivo fluxo direto e reverso, a estocagem de bens,

Leia mais

Matriz de Especificação de Prova da Habilitação Técnica de Nível Médio. Habilitação Técnica de Nível Médio: Técnico em Logística

Matriz de Especificação de Prova da Habilitação Técnica de Nível Médio. Habilitação Técnica de Nível Médio: Técnico em Logística : Técnico em Logística Descrição do Perfil Profissional: Planejar, programar e controlar o fluxo de materiais e informações correlatas desde a origem dos insumos até o cliente final, abrangendo as atividades

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos ... lembrando Uma cadeia de suprimentos consiste em todas

Leia mais

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 141 A LOGÍSTICA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Douglas Fernandes 1, Josélia Galiciano Pedro 1 Docente do Curso Superior

Leia mais

Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte.

Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte. GERENCIAMENTO DO TRANSPORTE Focaliza o aspecto econômico e de formação de preços dos serviços de transporte. Trade-off CUSTO x NÍVEL DE SERVIÇO FORMAÇÃO DO PREÇO FINAL Para elaboração de uma estratégia

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC PAULINO BOTELHO / E.E. ESTERINA PLACCO (EXTENSAO) Código: 091.01 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Nível

Leia mais

Distribuição Urbana de Food Service. Francisco Moura, ABIAF

Distribuição Urbana de Food Service. Francisco Moura, ABIAF Distribuição Urbana de Food Service Francisco Moura, ABIAF Agenda O Mercado de Food Service e segmentos Como as cadeias de suprimentos estão organizadas EUA e Brasil O Operador Logístico de FS dificuldades,

Leia mais

Armazenagem e Movimentação de Materiais II

Armazenagem e Movimentação de Materiais II Tendências da armazenagem de materiais Embalagem: classificação, arranjos de embalagens em paletes, formação de carga paletizada, contêineres Controle e operação do armazém Equipamentos de movimentação

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec ETEC PAULINO BOTELHO EXTENSÃO EE ESTERINA PLACCO Código: 091.01 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnico

Leia mais

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha Unidade II GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA Prof. Léo Noronha Após a Segunda Guerra Mundial: Estados Unidos da América passaram por um longo período de crescimento. Responsáveis pela reconstrução de muitos

Leia mais

A Organização orientada pela demanda. Preparando o ambiente para o Drummer APS

A Organização orientada pela demanda. Preparando o ambiente para o Drummer APS A Organização orientada pela demanda. Preparando o ambiente para o Drummer APS Entendendo o cenário atual As organizações continuam com os mesmos objetivos básicos: Prosperar em seus mercados de atuação

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão da Produção Integrada e Logística

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão da Produção Integrada e Logística Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão da Produção Integrada e Logística Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão da Produção e Logística tem por objetivo fornecer

Leia mais

Introdução e Planejamento Cap. 1

Introdução e Planejamento Cap. 1 BALLOU, Ronald H. Gerenciamenrto da Cadeia de Suprimentos / Logística Empresarial. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman. 2006 Introdução e Planejamento Cap. 1 Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@fae.br L

Leia mais

ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS

ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS Data: 10/03/2001 Peter Wanke INTRODUÇÃO Localizar instalações ao longo de uma cadeia de suprimentos consiste numa importante

Leia mais

Armazenagem & Automação de Instalações. Prof. Fernando Augusto Silva Marins fmarins@feg.unesp.br www.feg.unesp.br/~fmarins

Armazenagem & Automação de Instalações. Prof. Fernando Augusto Silva Marins fmarins@feg.unesp.br www.feg.unesp.br/~fmarins Armazenagem & Automação de Instalações Prof. Fernando Augusto Silva Marins fmarins@feg.unesp.br www.feg.unesp.br/~fmarins 1 Sumário - Armazenagem Estratégica - Automação na Armazenagem 2 Armazenagem -

Leia mais

Centros de Distribuição: armazenagem estratégica

Centros de Distribuição: armazenagem estratégica Centros de Distribuição: armazenagem estratégica Gisela Gonzaga Rodrigues (PUC-Rio) giselagonzaga@yahoo.com.br Nélio Domingues Pizzolato (PUC-Rio) ndp@ind.puc-rio.br Resumo Este trabalho pretende abordar

Leia mais

LOGÍSTICA EMPRESARIAL

LOGÍSTICA EMPRESARIAL LOGÍSTICA EMPRESARIAL FORNECEDORES Erros de compras são dispendiosos Canais de distribuição * Compra direta - Vendedores em tempo integral - Representantes dos fabricantes Compras em distribuidores Localização

Leia mais

CONCEITO DO OPERADOR LOGÍSTICO (fevereiro de 1999)

CONCEITO DO OPERADOR LOGÍSTICO (fevereiro de 1999) CONCEITO DO OPERADOR LOGÍSTICO (fevereiro de 1999) INDICE 1. INTRODUÇÃO 2. SERVIÇOS LOGÍSITICOS 3. O CONCEITO DO OPERADOR LOGÍSITICO 3.1 DEFINIÇÃO 3.2 CARACTERIZAÇÃO DE OPERADOR LOGÍSTICO 4. DEFINIÇÕES

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos Bloco Suprimentos Controle de Produção PCP Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Controle de Produção PCP, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas

Leia mais

ARMAZENAGEM E T.I. Prof.: Disciplina Integrantes

ARMAZENAGEM E T.I. Prof.: Disciplina Integrantes ARMAZENAGEM E T.I. Pós-Graduação em Gestão Integrada da Logística Turma: GIL131M - 2013 Universidade São Judas Tadeu Prof.: Ms. Maurício Pimentel Disciplina: Tecnologia da Informação Aplicada a Logística

Leia mais

A Tecnologia de Informação na Gestão de Armazenagem

A Tecnologia de Informação na Gestão de Armazenagem A Tecnologia de Informação na Gestão de Armazenagem Nádia Veríssimo (EESC-USP) nadiaverissimo@hotmail.com Prof. Dr. Marcel Andreotti Musetti (EESC-USP) musetti@prod.eesc.sc.usp.br Resumo Este trabalho

Leia mais

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual Logística Empresarial Evolução da Disciplina Aula 1 Aula 1 O papel da Logística empresarial Aula 2 A flexibilidade e a Resposta Rápida (RR) Operadores logísticos: conceitos e funções Aula 3 Prof. Me. John

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2010. Ensino Técnico. Qualificação: TÉCNICO EM LOGÍSTICA

Plano de Trabalho Docente 2010. Ensino Técnico. Qualificação: TÉCNICO EM LOGÍSTICA Plano de Trabalho Docente 2010 Ensino Técnico ETEC. RODRIGUES DE ABREU Código: 135 Município: BAURU/SP Área Profissional: GESTÃO E NEGÓCIOS Habilitação Profissional: TÉCNICO EM LOGÍSTICA Qualificação:

Leia mais

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA Marinalva R. Barboza Definição do conceito de logística e evolução Logística tem origem no idioma francês Logistique se define de forma militar sendo uma parte estratégica

Leia mais

Faça mais, com menos: Como crescer em um mercado de trabalho desafiador

Faça mais, com menos: Como crescer em um mercado de trabalho desafiador Faça mais, com menos: Como crescer em um mercado de trabalho desafiador Investir em pessoal com um programa de gestão de desempenho permite que uma operação de abastecimento não só sobreviva, mas cresça

Leia mais

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Prof. Edwin B. Mitacc Meza Prova 1 09 de Maio de 2013 Nome: 1ª QUESTÃO (1,0) Segundo os dados divulgados pela ood and Agriculture Organization (AO, 2011) sobre as exportações brasileiras, em

Leia mais

Introdução e Planejamento Cap. 1. Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br

Introdução e Planejamento Cap. 1. Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br BALLOU, Ronald H. Gerenciamenrto da Cadeia de Suprimentos / Logística Empresarial. 5ª ed. Porto Alegre: Bookman. 2006 Introdução e Planejamento Cap. 1 Prof. Luciel Henrique de Oliveira luciel@uol.com.br

Leia mais

Departamento de Engenharia. ENG 1090 Introdução à Engenharia de Produção

Departamento de Engenharia. ENG 1090 Introdução à Engenharia de Produção Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Engenharia Curso de Graduação em Engenharia de Produção ENG 1090 Introdução à Engenharia de Produção Prof. Gustavo Suriani de Campos Meireles Faz

Leia mais

A logística reversa nos centros de distribuição de lojas de departamento

A logística reversa nos centros de distribuição de lojas de departamento A logística reversa nos centros de distribuição de lojas de departamento Gisela Gonzaga Rodrigues (PUC-Rio) giselagonzaga@yahoo.com.br Nélio Domingues Pizzolato (PUC-Rio) ndp@ind.puc-rio.br Resumo Este

Leia mais

MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM DE MATERIAIS

MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM DE MATERIAIS 98 MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM DE MATERIAIS Roberta Ferreira dos Santos Graduando em Logística do Centro Universitário Augusto Motta (UNISUAM), Rio de Janeiro, RJ, Brasil roberta.santos94@yahoo.com.br Leandro

Leia mais

Vantagens da consolidação de embarque nos processos de importação de cargas fracionadas.

Vantagens da consolidação de embarque nos processos de importação de cargas fracionadas. Logística para aprender Vantagens da consolidação de embarque nos processos de importação de cargas fracionadas. Divulgação Maria Gabriela Frata Rodrigues Liboni Analista de Importação. Especialista em

Leia mais

Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi. Logística Empresarial e Sistema Integrado. Objetivos do Tema. Logística

Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi. Logística Empresarial e Sistema Integrado. Objetivos do Tema. Logística Recursos Humanos Prof. Angelo Polizzi e Sistema Integrado Objetivos do Tema Apresentar: Uma visão da logística e seu desenvolvimento com o marketing. A participação da logística como elemento agregador

Leia mais

Distribuidor de Mobilidade GUIA OUTSOURCING

Distribuidor de Mobilidade GUIA OUTSOURCING Distribuidor de Mobilidade GUIA OUTSOURCING 1 ÍNDICE 03 04 06 07 09 Introdução Menos custos e mais controle Operação customizada à necessidade da empresa Atendimento: o grande diferencial Conclusão Quando

Leia mais

Unidade IV. Processo de inventário (Típico) Definir duplas de inventários. Aguardar segunda contagem. Não. Segunda dupla?

Unidade IV. Processo de inventário (Típico) Definir duplas de inventários. Aguardar segunda contagem. Não. Segunda dupla? GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Unidade IV 4 PROCESSO DE INVENTÁRIO FÍSICO Para Martins (0), consiste na contagem física dos itens de estoque. Caso haja diferenças entre o inventário físico

Leia mais

Unidade II LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza

Unidade II LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza Unidade II LOGÍSTICA INTEGRADA Profa. Marinalva R. Barboza A logística integrada A expressão logística integrada surgiu nos EUA em um trabalho de três autores (Lambert, Stock e Ellram) Se destacou pela

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA DIRETORIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, PESQUISA E EXTENSÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO MBA GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA DIRETORIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, PESQUISA E EXTENSÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO MBA GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA DIRETORIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, PESQUISA E EXTENSÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO MBA GESTÃO ESTRATÉGICA DE NEGÓCIOS A LOGÍSTICA COMO FATOR COMPETITIVO NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES ALUNO:

Leia mais

A Análise dos Custos Logísticos: Fatores complementares na composição dos custos de uma empresa

A Análise dos Custos Logísticos: Fatores complementares na composição dos custos de uma empresa Instituto de Educação Tecnológica Pós-graduação Engenharia de Custos e Orçamentos Turma 01 10 de outubro de 2012 A Análise dos Custos Logísticos: Fatores complementares na composição dos custos de uma

Leia mais

Logística: o endereçamento como ferramenta fundamental na armazenagem e estocagem

Logística: o endereçamento como ferramenta fundamental na armazenagem e estocagem Logística: o endereçamento como ferramenta fundamental na armazenagem e estocagem Juliano Jacinto Luciano Heil Márcio Fernandes de Souza Sidnei Rodrigues RESUMO Este artigo apresenta a importância da logística

Leia mais

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes.

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes. Logística Empresarial Aula 6 Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II Prof. Me. John Jackson Buettgen Contextualização Conceitos Importantes Fluxos logísticos É o movimento ou

Leia mais

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em LOGÍSTICA E SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO. MBA em LOGÍSTICA E SUPPLY CHAIN MANAGEMENT CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU ESPECIALIZAÇÃO MBA em LOGÍSTICA E SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Coordenação Acadêmica: Prof. Jamil Moysés Filho OBJETIVO: Ao final do Curso, o aluno será capaz de: Conhecer

Leia mais

CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO

CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO CANAIS DE DISTRIBUIÇÃO Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) Instituto de Engenharia de Produção e Gestão www.rslima.unifei.edu.br rslima@unifei.edu.br Conceituacão Sistema de Distribuição um para um

Leia mais

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro

GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro GERENCIAMENTO DE ESCOPO EM PROJETOS LOGÍSTICOS: Um Estudo de Caso em um Operador Logístico Brasileiro Matheus de Aguiar Sillos matheus.sillos@pmlog.com.br AGV Logística Rua Edgar Marchiori, 255, Distrito

Leia mais

Gestão de Projetos no segmento Logístico

Gestão de Projetos no segmento Logístico Gestão de Projetos no segmento Logístico Divulgação Colaborador no artigo Rui Carlos C. de Alencar Engenheiro Químico e Administrador pela U.F. PR, 39 anos de T.I. sendo os últimos 19 em Logística de Distribuição.

Leia mais

PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO

PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO DE TRANSPORTE DE PRODUTOS ENTRE UMA FÁBRICA E SEUS CENTROS DE DISTRIBUIÇÃO Umberto Sales Mazzei Bruno Vieira Bertoncini PROPOSTA METODOLÓGICA PARA O PLANEJAMENTO

Leia mais

GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS

GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Unidade III GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Prof. Fernando Leonel Conteúdo da aula de hoje 1. Custos dos estoques 2. Custos diretamente proporcionais 3. Custos inversamente proporcionais 4.

Leia mais

TÍTULO: LOGISTICA INTEGRADA COM FOCO EM DISTRIBUIÇÃO: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO

TÍTULO: LOGISTICA INTEGRADA COM FOCO EM DISTRIBUIÇÃO: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO TÍTULO: LOGISTICA INTEGRADA COM FOCO EM DISTRIBUIÇÃO: UM ESTUDO BIBLIOGRÁFICO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR PRESIDENTE

Leia mais

Recursos Materiais e Patrimoniais

Recursos Materiais e Patrimoniais Recursos Materiais e Patrimoniais Professor conteudista: Jean Carlos Cavaleiro Sumário Recursos Materiais e Patrimoniais Unidade I 1 OS RECURSOS...2 1.1 Administração de materiais...6 1.1.1 Medida de desempenho...6

Leia mais

Logistica e Distribuição. Manuseio de Materiais. Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993

Logistica e Distribuição. Manuseio de Materiais. Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993 Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993 Logística e Distribuição Manuseio de Materiais / Gestão de Informações Primárias Apoio 1 2 Manuseio de Materiais Refere-se aos deslocamentos de materiais

Leia mais

Lógica de Programação

Lógica de Programação Lógica de Programação Sistema de Informação Sistemas de Informação em Negócios e SIG Francisco Rodrigues Sistemas de Informação em Negócios Ajudam os funcionários na execução das tarefas, principalmente

Leia mais

Valter Venturelli Controller Zen. www.otm.com.br

Valter Venturelli Controller Zen. www.otm.com.br Valter Venturelli Controller Zen Local: Brusque Santa Catarina Brasil Infraestrutura: 32.000 m² 1.100 empregados (jan.2012) Produção: 20,1 milhões de produtos e componentes (2011) Transformar metais em

Leia mais

Inventário Geral versus Inventário Cíclico

Inventário Geral versus Inventário Cíclico Inventário Geral versus Inventário Cíclico Qual a melhor opção para combater divergências de inventário e melhorar os indicadores de estoque e de atendimento ao cliente. Iuri Destro Coordenador de produtos

Leia mais

Unidade III GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS

Unidade III GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Unidade III 3 CUSTOS DOS ESTOQUES A formação de estoques é essencial para atender à demanda; como não temos como prever com precisão a necessidade, a formação

Leia mais

Segundo o dicionário da American Production Inventory Control Society, uma Cadeia de Suprimentos (Supply Chain) pode ser definida como:

Segundo o dicionário da American Production Inventory Control Society, uma Cadeia de Suprimentos (Supply Chain) pode ser definida como: Fascículo 4 Gestão na cadeia de suprimentos Cadeias de suprimentos Segundo o dicionário da American Production Inventory Control Society, uma Cadeia de Suprimentos (Supply Chain) pode ser definida como:

Leia mais

Vamos nos conhecer. Avaliações 23/08/2015. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc.

Vamos nos conhecer. Avaliações 23/08/2015. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. Módulo I Introdução à Logistica Empresarial Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. Vamos nos conhecer Danillo Tourinho Sancho da Silva, M.Sc Bacharel em Administração, UNEB Especialista em Gestão da Produção

Leia mais

APLICAÇÃO DA TÉCNICA CROSS DOCKING NA LOGÍSTICA DE EXPEDIÇÃO EM BUSCA DA REDUÇÃO DE TEMPO DE MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS

APLICAÇÃO DA TÉCNICA CROSS DOCKING NA LOGÍSTICA DE EXPEDIÇÃO EM BUSCA DA REDUÇÃO DE TEMPO DE MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS APLICAÇÃO DA TÉCNICA CROSS DOCKING NA LOGÍSTICA DE EXPEDIÇÃO EM BUSCA DA REDUÇÃO DE TEMPO DE MOVIMENTAÇÃO DE MATERIAIS Tatiane Vaz Ferreira Daudte 1, Vilma da Silva Santos 2, Edson Aparecida de Araújo

Leia mais

Capítulo 2. Logística e Cadeia de Suprimentos

Capítulo 2. Logística e Cadeia de Suprimentos Capítulo 2 Logística e Cadeia de Suprimentos Prof. Glauber Santos glauber@justocantins.com.br 1 Capítulo 2 - Logística e Cadeia de Suprimentos Papel primordial da Logística na organização Gestão da Produção

Leia mais

JUST-IN-TIME & KANBAN

JUST-IN-TIME & KANBAN JUST-IN-TIME & KANBAN Prof. Darli Rodrigues Vieira darli@darli.com.br 1 OBJETIVO DA AULA OBJETIVO: EVIDENCIAR O QUE É JUST IN TIME E QUAL É SUA UTILIDADE EM PROJETOS DE OTIMIZAÇÃO DE RECURSOS EM OPERAÇÕES

Leia mais

FEA. Desenvolvimento de Profissionais de Logística com Foco nos Resultados dos Negócios. Sergio Rodrigues Bio

FEA. Desenvolvimento de Profissionais de Logística com Foco nos Resultados dos Negócios. Sergio Rodrigues Bio FEA Desenvolvimento de Profissionais de Logística com Foco nos Resultados dos Negócios Sergio Rodrigues Bio Centro Breve Apresentação USP 6 campi, 5.000 profs. 60.000 alunos Cerca de 30% da produção científica

Leia mais

LOGÍSTICA DE SUPRIMENTOS EM SAÚDE

LOGÍSTICA DE SUPRIMENTOS EM SAÚDE AHSEB LOGÍSTICA DE SUPRIMENTOS EM SAÚDE Cadeias de Abastecimento e Distribuição Paulo Gadas JUNHO-14 1 Administrador de Empresas Pós Graduado em Marketing Estratégico Mestrado em Gestão de Empresas (em

Leia mais

Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR.

Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR. Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR. Barbara Monfroi (Unioeste) bmonfroi@gmail.com Késsia Cruz (Unioeste) kessia.cruz@hotmail.com

Leia mais

LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO E DISTRIBUIÇÃO - ESTUDO DE CASO PROF.ROBSON SELEME CASO 5: MARMITOU

LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO E DISTRIBUIÇÃO - ESTUDO DE CASO PROF.ROBSON SELEME CASO 5: MARMITOU CASO 5: MARMITOU A Marmitou fabrica e distribui uma gama de produtos de condimento: molhos de tomate, mostarda, condimentos, pimenta, maionese etc. Esses produtos são direcionados a clientes variando de

Leia mais

Introdução histórica a Administração de Materiais. Prof. Vianir André Behnem

Introdução histórica a Administração de Materiais. Prof. Vianir André Behnem Introdução histórica a Administração de Materiais Prof. Vianir André Behnem Origem - A origem da logística surge cerca de 10.000 AC; - Cerca de 6.000 anos, as civilizações da Mesopotâmia e do Egito já

Leia mais

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar.

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar. C O B I T Evolução Estratégica A) Provedor de Tecnologia Gerenciamento de Infra-estrutura de TI (ITIM) B) Provedor de Serviços Gerenciamento de Serviços de TI (ITSM) C) Parceiro Estratégico Governança

Leia mais

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica Ementários Disciplina: Gestão Estratégica Ementa: Os níveis e tipos de estratégias e sua formulação. O planejamento estratégico e a competitividade empresarial. Métodos de análise estratégica do ambiente

Leia mais

6 Benefícios operacionais e financeiros atingidos após implantação do roteirizador de veículos

6 Benefícios operacionais e financeiros atingidos após implantação do roteirizador de veículos 6 Benefícios operacionais e financeiros atingidos após implantação do roteirizador de veículos 6.1 Introdução Esse capítulo tem o objetivo de descrever todos os ganhos observados após a implantação do

Leia mais

Indicadores Como e Por que? Por Vitor Hugo De Castro Cunha

Indicadores Como e Por que? Por Vitor Hugo De Castro Cunha Indicadores Como e Por que? Por Vitor Hugo De Castro Cunha A VH2C adota como principio básico de gestão a simplificação dos processos, para que as pessoas os entendam e executem com maior precisão e satisfação.

Leia mais

APLICAÇÃO DOS 5 S EM OPERADORES LOGÍSTICOS

APLICAÇÃO DOS 5 S EM OPERADORES LOGÍSTICOS APLICAÇÃO DOS 5 S EM OPERADORES LOGÍSTICOS RESUMO Williana de Souza Costa 1 Bruno de Araújo Santos 2 Carlos Alberto dos Santos Júnior 3 Jean Karlos Gouveia Januário 4 Natália dos Santos Pessoa 5 Osmar

Leia mais

ANÁLISE DOS SISTEMAS LOGÍSTICO E DE TRANSPORTE DO CORREDOR CENTRO-OESTE

ANÁLISE DOS SISTEMAS LOGÍSTICO E DE TRANSPORTE DO CORREDOR CENTRO-OESTE ANÁLISE DOS SISTEMAS LOGÍSTICO E DE TRANSPORTE DO CORREDOR CENTRO-OESTE Aluno: Stephan Beyruth Schwartz Orientador: Nélio Domingues Pizzolato 1. INTRODUÇÃO A estabilização da economia e a eliminação do

Leia mais

SKF é uma marca comercial registrada do Grupo SKF.

SKF é uma marca comercial registrada do Grupo SKF. SKF é uma marca comercial registrada do Grupo SKF. SKF 2011 Os direitos autorais desta publicação pertencem ao editor e seu conteúdo não pode ser reproduzido (mesmo em parte) sem uma permissão por escrito.

Leia mais

Logistica Empresarial 7/11/2013

Logistica Empresarial 7/11/2013 Logística mpresarial Apresentação Professor: Luiz Mottim Graduação: Ciências Contábeis 1.999 Pós Graduação: Gestão Logística 2.004 (3G) Pós Graduação: Gestão Industrial 2.007 Atividade profissional: 27

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2013. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC PROFESSOR MASSUYUKI KAWANO Código: 136 Município: Tupã Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de Técnico

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

Planejamento de Manutenção e Fiscalização de Obras Industriais, Gestão de Materiais, Inventário de Estoques e Bens Patrimoniais.

Planejamento de Manutenção e Fiscalização de Obras Industriais, Gestão de Materiais, Inventário de Estoques e Bens Patrimoniais. Planejamento de Manutenção e Fiscalização de Obras Industriais, Gestão de Materiais, Inventário de Estoques e Bens Patrimoniais. Quem Somos A MDS soluções é uma prestadora de serviços que procura apoiar

Leia mais

1. Introdução. 1.1 Apresentação

1. Introdução. 1.1 Apresentação 1. Introdução 1.1 Apresentação Empresas que têm o objetivo de melhorar sua posição competitiva diante do mercado e, por consequência tornar-se cada vez mais rentável, necessitam ter uma preocupação contínua

Leia mais

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico ETEC PAULINO BOTELHO EXTENSÃO EE ESTERINA PLACCO

Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - Cetec. Ensino Técnico ETEC PAULINO BOTELHO EXTENSÃO EE ESTERINA PLACCO Plano Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC PAULINO BOTELHO EXTENSÃO EE ESTERINA PLACCO Código: 091.01 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnico Nível

Leia mais