PROPOSIÇÃO DE MODELO DE ENDEREÇAMENTO DE MATERIAIS PARA APLICAÇÃO EM EMPRESAS VAREJISTAS DE PEQUENO A MÉDIO PORTE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROPOSIÇÃO DE MODELO DE ENDEREÇAMENTO DE MATERIAIS PARA APLICAÇÃO EM EMPRESAS VAREJISTAS DE PEQUENO A MÉDIO PORTE"

Transcrição

1 XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. PROPOSIÇÃO DE MODELO DE ENDEREÇAMENTO DE MATERIAIS PARA APLICAÇÃO EM EMPRESAS VAREJISTAS DE PEQUENO A MÉDIO PORTE Marcelo Coelho de Sousa (UNAMA) Este artigo apresenta um estudo de caso da aplicação do endereçamento de materiais visando à utilização desta técnica em empresas de pequeno e médio porte para proporcionar a melhoria no desempenho da armazenagem de materiais. Para sua reallização foi feito um estudo do processo de armazenagem de materiais da empresa em questão e a partir deste feita uma proposição de modelo de endereçamento, uma vez que este modelo é de melhor adequação a realidade de empresas de pequeno ou médio porte. Desta forma, procurou-se mostrar todo o processo de implantação e os resultados obtidos a partir do endereçamento de materiais, como o aumento de produtividade, maior controle de informações e no gerenciamento de produtos, onde o conjunto destes gerou um aumento na operacionalização da armazenagem e redução de custos de armazenagem. Palavras-chaves: Logística,Armazenagem de Materias, Localização de Materiais.

2 1. Introdução A crise mundial se faz presente no globo e todas as empresas estão sendo afetadas por esta, de forma que o consumo tende a diminuir, o preço dos produtos tende a aumentar, o crédito fica mais escasso e os fornecedores passam a solicitar um pagamento mais rápido, diminuição dos prazos. Portanto, nestes momentos muitos passam a olhar para a máquina empresarial, buscando por excessos. Ao visualizar o estoque, percebe-se que, em muitos casos, grande parte do capital da empresa encontra-se ali, produtos estocados, recursos humanos e tecnologia para controlar tudo isto. Ao perceber isto, a tendência é regular o estoque, mas de que forma se não se tem o capital disponível? Com a aplicação de técnicas de simples utilização e baixo custo auxiliando o empreendedor em sua gestão de estoque. Controlar é preciso, mas fazer isto de forma ótima é o grande diferencial. Neste artigo é apresentado, um modelo prático para a aplicação do endereçamento de materiais em empresas de pequeno porte, visando a agilidade na implantação deste processo e o baixo custo. Além disto, é mostrado um estudo de caso de aplicação de endereçamento de materiais para facilitar a gerência do estoque. Será mostrada também a teoria que embasa o endereçamento de materiais. 2. Referencial Teórico 2.1 Armazenagem de Materiais Segundo Moura (1997), A função da atividade de estocagem é guardar, proteger e preservar o material até que o mesmo seja querido para uso. Uma maneira de se ter uma operação eficiente são o planejamento e o layout apropriado das dimensões da área de estocagem. Portanto, para se ter maior agilidade dentro do armazém, torna-se necessário realizar de forma ótima o processo de armazenagem, uma vez que a armazenagem é o passo anterior à separação de materiais. Ainda no processo de armazenagem, segundo Moura (1997), esta pode ser realizada de acordo com as características dos materiais, desta forma: Armazenagem por agrupamento: materiais estocados de acordo com a forma correspondente à lista de materiais ou outro tipo de agrupamento semelhante e identificado pelas divisões das estantes, aplicável a baixo volume; Armazenagem por Tamanho, peso e espécie de material: Os materiais são dispostos de forma a facilitar sua movimentação, ou seja, entrada e saída destes e manuseios; Armazenagem por Separação entre Lote de Reserva e Lote Diário: estoques armazenados em espaços distintos, o primeiro é responsável pelo ressuprimento do segundo (lote diário) e o segundo realiza as movimentações diárias. No modelo que será proposto neste artigo, foi realizado o armazenamento de produtos levando em consideração a freqüência de requisição dos mesmos e suas capacidades de movimentação, ou seja, a dificuldade que o separador terá para movimentar este produto até o ponto de venda. Ainda foi considerado que existirão localizações (endereços) onde o produto será apenas armazenado em maiores quantidade de forma a suprir os endereços de 2

3 movimentação diária. Figura 1 Consumo do tempo do Operador. Fonte: Tompkins Associates De acordo com a figura 1, torna-se perceptível que grande parte do tempo do operador é utilizado no deslocamento e busca dos produtos dentro do depósito. Exatamente por isto que a localização de produtos facilita o trabalho do separador, pois os produtos estarão dispostos de acordo com sua freqüência de requisição, além disto, será obedecida a regra de locação de materiais. Para a disposição de materiais nas estruturas de armazenagem, têm-se segundo Moura (1997), os itens grandes e leves devem ser estocados acima do ombro, porque os itens são facilmente identificados e os leves podem ser movimentados nessa posição. Os itens pequenos, com peso médio, são mais bem movimentados entre o ombro e os quadris, de forma que o operário possa ver em pequenas aberturas ou em caixas e seja capaz de levantá-los e estocá-los na prateleira. Os itens maiores e pesados são mais bem estocados abaixo dos quadris, para que o operário possa usar os músculos da perna para levantá-los. 3. Modelo Proposto para Endereçamento de Materiais Após a realização da revisão teórica, foi desenvolvido um modelo para Endereçamento de Materiais (figura 2). Neste modelo, será mostrado todo o passo a passo necessário para o endereçamento de um armazém de forma que se possa aperfeiçoar o processo de separação e agregar maior confiabilidade ao processo. 3

4 Endereçamento de Materiais Primeiro Passo Diagnóstico do Estoque Segundo Passo Diagnóstico de Endereços Análise de Relatório de Levantamento de Posição Atual do Vendas do Último Ano e Estoque Classificação ABC por Rotatividade Desenho de Estruturas de Armazenagem Balanceamento do Estoque de Acordo com Previsão de Demanda Análise da Totalidade de Endereços na Situação Atual. Contabilização de Posições de Armazenagem Terceiro Passo Dimensionamento Dimensionamento de Endereços para Estoque Balanceado. Inventário de Endereços Quarto Passo Posicionamento & Codificação Classificação de Endereços de Acordo com a Curva ABC de Rotatividade. Posicionamento dos Produtos em seus Devidos Endereços (Curva ABC). Codificação de Endereços Figura 2: Modelo de Endereçamento Proposto. Fonte: Autor Nos tópicos a seguir, cada uma dessas etapas do processo de endereçamento serão detalhadas Diagnóstico do Estoque No Diagnóstico do Estoque deve ser obedecida a seqüência de atividades, conforme a figura 2. Portanto, o primeiro passo será realizar o Levantamento da Posição do Estoque Atual (atividade 1.1), esta atividade consiste em obter a quantidade de produtos em estoque na data presente. A segunda atividade a ser executada será a Análise de Relatório de Vendas do último ano e a classificação ABC por rotatividade (atividade 1.2), para esta atividade deve-se obter o relatório de venda do último ano, após obter este histórico de vendas realiza-se a classificação ABC por rotatividade, ou seja, classificam-se os produtos por quantidade de vendas ocorridas. Por último, deve-se realizar o Balanceamento de Estoque de Acordo com a Previsão de Demanda (atividade 1.3), esta é a atividade crítica do diagnóstico do estoque. O balanceamento de estoque consiste em calcular o estoque ideal com base na análise das 4

5 vendas do último período (12 meses). Desta forma, calcula-se a demanda diária e mensal com base nas vendas do período de doze meses e estima-se a quantidade de estoque necessária para suprir a demanda somada ao estoque de segurança Diagnóstico de Endereços Nesta etapa do endereçamento de armazéns, é de extrema importância que seja verificado o modelo de estrutura que está sendo utilizado, ou seja, analisar as especificidades de cada estrutura de armazenagem, pois realizar este levantamento evitará ter que recriar ou excluir os códigos de endereçamento após sua criação, o que seria um retrabalho. Para fazer o desenho das estruturas de armazenagem (atividade 2.1), é indicado fazer uma inspeção nas estruturas de armazenagem, verificando: volume suportado em cada locação e quantidade de endereços em cada estrutura (módulo). É de extrema importância que esta atividade seja realizada com exatidão. Em seguida, deve-se realizar a contabilização de posições de armazenagem (atividade 2.2), ou seja, contabilizar quantos endereços (códigos de locação) será criado. A análise da totalidade de endereços na situação atual (atividade 2.3) é responsável pela comparação entre a quantidade de endereços criados e a locação dos produtos atuais nestes endereços, a fim de verificar se os endereços criados contemplam todos os produtos dos quais a empresa possui estoque Dimensionamento O dimensionamento de endereços para estoque balanceado (atividade 3.1) é a atividade que vai mostrar a quantidade de endereços necessários para a otimização do estoque através do balanceamento. Portanto, nesta etapa deve-se obter um relatório onde será mostrada a situação de melhor desempenho de armazenamento de produtos relacionada com a quantidade de endereços utilizados. Posterior a esta atividade, tem-se o inventário de endereços (atividade 3.2), que consiste no levantamento da informação pertinente a locação dos produtos, mostrando onde cada produto pode ser alocado, considerando o tipo de endereço que será utilizado para este produto (quádruplo, triplo, duplo ou inteiro), ressalta-se que as estruturas de armazenagem, em sua maioria, possuem um padrão, desta forma, para criar endereços quádruplos, triplos, duplos ou inteiros é necessária a utilização de uma estrutura separadora Posicionamento e Codificação O ponto chave para a concretização do endereçamento é a derradeira etapa do modelo de endereçamento para pequeno varejo proposto neste artigo. A primeira atividade desta etapa é a classificação dos endereços de acordo com a curva ABC de rotatividade (atividade 4.1). Segundo Moura (1997), os endereços podem ser classificados de acordo com a facilidade de movimentação proporcionada, para facilitar a compreensão segue a figura 3 abaixo: Figura 3 - Classificação dos Endereços. Fonte: Moura (1997) 5

6 A partir da classificação de acordo com o tamanho e peso dos materiais, para completar a classificação dos endereços, deve-se levar em consideração a proximidade dos materiais das áreas de recebimento e expedição. A área de expedição é o local delimitado onde os materiais que já se encontram separados e que serão encaminhados para a venda ou entrega, se encontram alocados. Enquanto a área de recebimento é uma área física na qual os materiais recebidos são colocados, inspecionados e identificados. (MOURA 1997). Para exemplificar a classificação de endereços de acordo com a rotatividade é importante observar a figura 4 abaixo: Figura 4: Rotatividade dos Materiais. Fonte: Moura (1997) Ao observar a figura 4, acima, percebe-se que as zonas foram classificadas como zonas de alta, média e baixa classificação o que corresponde, dentro de uma classificação ABC a: Zona de Alta Movimentação: Onde se encontram materiais com maior rotatividade, classificados e identificados pela letra A; Zona de Média Movimentação: Onde se encontram materiais com média rotatividade, classificados e identificados pela letra B; Zona de Baixa Movimentação: Onde se encontram materiais com baixa rotatividade, classificados e identificados pela letra C; A atividade subseqüente é codificação de endereços (atividade 4.2), nesta atividade os endereços receberão um nome, ou seja, um código para identificá-los. Ao citar a localização de materiais, é necessário citar Moura (1997) e seu método universal de seis dígitos, pois através deste tornou-se possível codificar endereços dentro dos armazéns de forma a proporcionar maior facilidade na movimentação de materiais. O modelo proposto neste artigo tem seu foco no pequeno varejo, ou seja, uma realidade diferenciada onde raramente encontram-se equipamentos de movimentação ou estruturas de armazenagem mais complexas que a estrutura porta-palete. Portanto, o modelo de codificação dos endereços funcionará de acordo com o ilustrado na figura 5, abaixo: 6

7 Sendo N numérico e A alfabético. Código de Endereço CD Rua Módulo Andar Apartamento N. A. N. N. N Figura 5: Exemplo de Endereço a) CD é nomeado como CD o almoxarifado onde aquele material se encontra. A utilização deste se dá devido à maioria das lojas de pequeno varejo possuir um código interno em seus sistemas que denomina cada almoxarifado. O código deste se dá pela utilização de dois algarismos e um ponto. Exemplo: 01,; b) Rua é nomeada como Rua a vias de movimentação internas de um armazém. O código desta se dá através da utilização de letras alfabéticas e um ponto, como por exemplo: A.; B. Caso a quantidade de ruas supere as letras do alfabeto é recomendado fazer uso de algarismos antecedendo as letras; c) Módulo os módulos são representados na figura 6 e são codificados por algarismos seguidos de um ponto, por exemplo: 01.; Figura 6 Módulo (estrutura porta-palete) d) Andar os andares são constituídos pelas alturas que compõe um módulo. Os andares são codificados por algarismos seguidos de um ponto. Exemplo: 01.;02. e) Apartamento os apartamentos são os menores espaços dentro de uma estrutura de um porta-palete, estes seriam as caixas em azul na figura 6. Os apartamentos são codificados por algarismos apenas. Exemplo: 01; 02; 03 etc. Os códigos gerados são impressos em etiquetas e afixados em seus respectivos endereços. Passada a etapa de codificação, segue-se para a etapa de posicionamento dos produtos em seus devidos endereços (atividade 4.3), nesta atividade deve-se posicionar cada produto em seu devido endereço, de acordo com as classificações realizadas anteriormente. Ë importante ressaltar que um erro nesta etapa pode ocasionar um grande retrabalho, uma vez que tornaria 7

8 necessário realocar os materiais. 4. Estudo de Caso Para demonstrar a aplicabilidade do modelo proposto, foi realizado o estudo de caso em uma empresa de varejo do segmento de materiais de construção. O intuito deste estudo de caso é mostrar as principais vantagens e desvantagens da utilização deste modelo de endereçamento de materiais proposto. A empresa objeto deste estudo é uma empresa de pequeno porte com atuação em toda a região metropolitana de Belém, além de alguns municípios no estado do Pará. A situação atual da mesma é composta por três armazéns e uma loja. A equipe dos armazéns possui doze colaboradores e não faz uso de equipamentos de movimentação, ou seja, toda a movimentação de materiais é feita de forma manual. As estruturas de armazenagem são porta-paletes. O propósito é diminuir os erros de separação que vinham acontecendo, aperfeiçoar a hora trabalhada dos colaboradores envolvidos e desenvolver uma metodologia consistente afim de que os produtos sejam de fácil identificação por qualquer funcionário, uma vez que na situação atual os produtos são localizados de acordo com a memória dos colaboradores, ou seja, quando ocorre uma ausência os demais trabalhadores encontram sérios problemas para encontrar os materiais, aumentando o tempo de separação e também aumentando drasticamente o índice de produtos trocados ou não encontrados Metodologia Funcionamento do Processo dentro Armazém Primeiramente, foi necessário compreender o funcionamento do processo de separação e movimentação de mercadorias dentro do armazém, após o levantamento das etapas envolvidas neste processo, foi desenvolvida a figura 7, que mostra o passo a passo desde a venda do produto até sua entrega ao cliente: 8

9 Requisição de Mercadoria Venda Separação do Material Acionar Setor de Logística Sim Não Divergência entre Estoque Físico e Estoque Sistema? Modo de Entrega Imediata Estoque suficiente no Salão? Sim Não Baixa da mercadoria do Almoxarifado Depósito Posterior Análise de Movimentação e Vendas do Item Finalização da Venda Movimentação da Mercadoria até o Cliente. Movimentação da mercadoria para o Salão. Liberação da Venda Sim Furo de estoque? Não Não liberação da Venda. Emissão do Canhoto no Depósito respectivo. TÉRMINO Ajuste do Sistema Separação da Mercadoria TÉRMINO Carregamento TÉRMINO Figura 7 Descrição do Processo de venda e disponibilização para entrega. Fonte: Autor Estudo de Tempos Cronometrados Após mapear o processo de venda e disponibilização para a entrega, foi feito um estudo de tempos cronometrados, onde segundo Laugeni (2006), o estudo de tempos cronometrados foi desenvolvido por Taylor quando este estruturou a administração científica, o objetivo é de medir a eficiência individual no momento de execução das tarefas, através deste estudo tornase possível estabelecer padrões de execução. Para realização deste estudo foram escolhidos sete produtos com maior rotatividade, ou seja, produtos que são vendidos com bastante freqüência. Após a escolha dos produtos, um funcionário que de outro setor foi selecionado para realizar a separação dos produtos através de identificação visual e outro funcionário foi selecionado para realizar a separação dos produtos através de identificação com o código de endereçamento. A tabela 1, mostra os tempos cronometrados de cada funcionário. Produtos Sem Código de Endereço (tempo em minutos) Com Código de Endereço (tempo em minutos) BUCHA RED 40X32 S AMANCO % JOELHO MM ESG AMANCO/KRONA % JUNCAO 45 50X50 ESG AMANCO % Ganho Percentual 9

10 LIXA DAGUA 100 3M/CARBORUNDUM/NORTON % PLAFON BRANCO TIPO A SUPERNIKO % SUPORTE ZINCADO P/CALHA TIGRE PVC DN % CABO FLEX WEST/GOLF 2.5MM AZUL MT % Tempo Total % Fonte: Autor Treinamento da Equipe Tabela 1 Análise de Tempos Cronometrados A equipe do armazém foi devidamente treinada, através de reuniões e treinamentos in loco para realizar a leitura dos códigos de endereçamento. Devido o endereçamento tornar mais fácil o dia a dia desses funcionários, o aprendizado foi rápido e de forma bastante satisfatória. 5. Resultados 5.1. Controle da Informação Após a aplicação do modelo, foi observado o controle da informação dentro do armazém, ou seja, a informação de onde se encontravam os produtos ficava a encargo dos funcionários e, uma vez que estes poderiam faltar ou rescindir contrato com a empresa, esta informação era facilmente perdida, ocasionando um grande atraso para que os outros funcionários adquirissem este conhecimento Maior Controle de Produtos O sistema foi adequado para controlar os prazos de validade por endereço, ou seja, os produtos que antes se encontravam dispersos pelo armazém passaram a ser armazenados em conjunto, facilitando o controle de prazos e o FIFO (First In, First Out) Aumento de Produtividade O endereçamento gerou um aumento na produtividade, que está mostrado na tabela 2, abaixo: Sem Código de Endereço Com Código de Endereço Minutos Trabalhados/Dia Separações/Dia Separações/Dia Separadores Fonte: Autor Tabela 2 Comparação entre Separações Desta forma, ao considerar a média diária de vendas finalizadas de 202 produtos por dia, percebe-se que o quadro funcional de 10 trabalhadores supera em 27 separações diárias a média. A situação torna-se mais favorável ao endereçamento no momento em que é realizada a comparação entre a média diária separada com código de endereço e a média diária de vendas finalizada (202 produtos), pois de acordo com esta análise tem-se uma capacidade ociosa de 7 funcionários, que em termos financeiros representam (tabela 3): 10

11 Tabela Resultados do Endereçamento Salário do Separador + Encargos R$ 910,00 Capacidade Ociosa 7 funcionários Ganho com Endereçamento/Mês R$ 6.370,00 Fonte: Autor Tabela 3 Resultados com o Endereçamento Portanto, o endereçamento trouxe um benefício de R$6.370,00 por mês. Considerando um prazo de implantação de dois meses, é perceptível o ganho advindo do endereçamento, ainda mais se for considerado que as despesas são apenas por parte das etiquetas e mão de obra para implantação das atividades. 6. Considerações Finais O modelo de endereçamento proposto visa aperfeiçoar resultados principalmente em pequenos varejos, pois nesses casos, em sua maioria, a movimentação de produtos é manual e não há controle de informações. Com a proposta apresentada, espera-se que as empresas de varejo de pequeno porte possam fazer uso deste modelo para gerenciar seus estoques, pois a forma como este modelo foi proposto gera a possibilidade de implantação deste em qualquer empresa gerando as soluções aqui demonstradas. Para casos em que a complexidade da logística supere a situação dos pequenos varejos, o modelo de endereçamento proposto não abrangerá todas as variáveis do processo, o que pode ocasionar a má gestão de estoque. Portanto, espera-se que o conteúdo deste proporcione uma melhoria na gestão de estoques e proporcione uma possibilidade de utilização da ferramenta de endereçamento que na atualidade só se faz necessária em processos muito complexos, porém a sua utilidade Referências MOURA, R.A. Sistemas e técnicas de movimentação e armazenagem de materiais. 4ed. São Paulo: IMAM, v.1. p MARTINS, P.G. Administração da Produção. 2 ed. Ver. Aum. E atual. São Paulo: Saraiva, BALLOU, Ronald H. Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos/Logística Empresarial. Porto Alegre: Bookman, ARBACHE, Fernando et al. Gestão de logística, distribuição e trade marketing. 3. ed. Rio de Janeiro, Série marketing. ARNOLD, J. R.T. Administração de materiais. São Paulo: Atlas, CHING, Hong. Gestão de estoque na cadeia de logística integrada: supply chain. 2. ed. São Paulo: Atlas, LEVY, Michel; WEITZ, Barton. Administração de varejo. São Paulo: Atlas,

12 12

PROJETO GESTÃO DE ESTOQUES. Frente Almoxarifado

PROJETO GESTÃO DE ESTOQUES. Frente Almoxarifado PROJETO GESTÃO DE ESTOQUES Frente Almoxarifado Belo Horizonte, setembro de 2011 Agenda Projeto Gestão de Estoques Cartilhas Agendamento de Recebimentos e de Expedições Recebimento Armazenagem Carregamento

Leia mais

MODELO DE APLICAÇÃO DA METODOLOGIA DE ENDEREÇAMENTO COMO FERRAMENTA DE GESTÃO DE ESTOQUES: ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA DO COMERCIO ATACADISTA RESUMO

MODELO DE APLICAÇÃO DA METODOLOGIA DE ENDEREÇAMENTO COMO FERRAMENTA DE GESTÃO DE ESTOQUES: ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA DO COMERCIO ATACADISTA RESUMO MODELO DE APLICAÇÃO DA METODOLOGIA DE ENDEREÇAMENTO COMO FERRAMENTA DE GESTÃO DE ESTOQUES: ESTUDO DE CASO EM UMA EMPRESA DO COMERCIO ATACADISTA BENEDITO MARQUES CAMPOS 1 GISELE APARECIDA DA SILVA 2 JOSÉ

Leia mais

ARMAZENAGEM E T.I. Prof.: Disciplina Integrantes

ARMAZENAGEM E T.I. Prof.: Disciplina Integrantes ARMAZENAGEM E T.I. Pós-Graduação em Gestão Integrada da Logística Turma: GIL131M - 2013 Universidade São Judas Tadeu Prof.: Ms. Maurício Pimentel Disciplina: Tecnologia da Informação Aplicada a Logística

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico ETEC Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos (SP) Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional Técnica de Nível Médio de Auxiliar

Leia mais

3 CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO

3 CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO 3 CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO O capítulo 3 apresenta o conceito de distribuição física, com enfoque nos centros de distribuição. São incluídos os processos de distribuição Cross docking, Merge in Transit e

Leia mais

WMS. Agenda. Warehouse Management Systems (WMS) Warehouse Management Systems Sistema de Gerenciamento de Armazéns

WMS. Agenda. Warehouse Management Systems (WMS) Warehouse Management Systems Sistema de Gerenciamento de Armazéns WMS Warehouse Management Systems Sistema de Gerenciamento de Armazéns Breno Amorim brenoamorim@hotmail.com Informática Aplicada a Logística Profº Breno Amorimsexta-feira, 11 de setembro de 2009 Agenda

Leia mais

ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS POR MEIO DO PROGRAMA 5 S EM UMA TRANSPORTADORA NA CIDADE DE MARINGÁ

ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS POR MEIO DO PROGRAMA 5 S EM UMA TRANSPORTADORA NA CIDADE DE MARINGÁ 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 ANÁLISE DO GERENCIAMENTO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS POR MEIO DO PROGRAMA 5 S EM UMA TRANSPORTADORA NA CIDADE DE MARINGÁ Daiane Maria De Genaro Chiroli 1

Leia mais

Capítulo 4 - Gestão do Estoque Inventário Físico de Estoques

Capítulo 4 - Gestão do Estoque Inventário Físico de Estoques Capítulo 4 - Gestão do Estoque Inventário Físico de Estoques Celso Ferreira Alves Júnior eng.alvesjr@gmail.com 1. INVENTÁRIO DO ESTOQUE DE MERCADORIAS Inventário ou Balanço (linguagem comercial) é o processo

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CENTRO DE ESTUDOS SOCIAIS APLICADOS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO, CIÊNCIAS CONTÁBEIS E TURISMO DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO PLANO DE DISCIPLINA DISCIPLINA: ADMINISTRAÇÃO

Leia mais

WMS Warehouse Management System

WMS Warehouse Management System WMS Warehouse Management System [Digite seu endereço] [Digite seu telefone] [Digite seu endereço de email] MANUAL MANUAL AVANÇO INFORMÁTICA AVANÇO INFORMÁTICA Material Desenvolvido para a Célula Materiais

Leia mais

A GESTÃO DA PRODUÇÃO EM UM ALMOXARIFADO DE UM CANTEIRO DE OBRAS.

A GESTÃO DA PRODUÇÃO EM UM ALMOXARIFADO DE UM CANTEIRO DE OBRAS. A GESTÃO DA PRODUÇÃO EM UM ALMOXARIFADO DE UM CANTEIRO DE OBRAS. Marcelo ARAUJO (1); Luís Felipe SANTOS (2); Diego SOUSA (3); Wemerton Luis EVANGELISTA (4). 1Graduando do Curso Superior Tecnológico em

Leia mais

Armazenamento e TI: sistema de controle e operação

Armazenamento e TI: sistema de controle e operação Armazenamento e TI: sistema de controle e operação Pós-Graduação Latu-Sensu em Gestão Integrada da Logística Disciplina: TI aplicado à Logística Professor: Mauricio Pimentel Alunos: RA Guilherme Fargnolli

Leia mais

GERENCIAMENTO DE MATERIAIS HOSPITALARES. Farm. Tatiana Rocha Santana 1 Coordenadora de Suprimentos do CC

GERENCIAMENTO DE MATERIAIS HOSPITALARES. Farm. Tatiana Rocha Santana 1 Coordenadora de Suprimentos do CC GERENCIAMENTO DE MATERIAIS HOSPITALARES Farm. Tatiana Rocha Santana 1 Coordenadora de Suprimentos do CC DEFINIÇÕES GERENCIAR Ato ou efeito de manter a integridade física e funcional para algo proposta

Leia mais

Operações Terminais Armazéns. PLT RODRIGUES, Paulo R.A. Gestão Estratégica da Armazenagem. 2ª ed. São Paulo: Aduaneiras, 2007.

Operações Terminais Armazéns. PLT RODRIGUES, Paulo R.A. Gestão Estratégica da Armazenagem. 2ª ed. São Paulo: Aduaneiras, 2007. Operações Terminais Armazéns AULA 3 PLT RODRIGUES, Paulo R.A. Gestão Estratégica da Armazenagem. 2ª ed. São Paulo: Aduaneiras, 2007. A Gestão de Estoques Definição» Os estoques são acúmulos de matériasprimas,

Leia mais

PLANO DE ENSINO 2009

PLANO DE ENSINO 2009 PLANO DE ENSINO 2009 Fundamental I ( ) Fundamental II ( ) Médio ( ) Médio Profissionalizante ( ) Profissionalizante ( ) Graduação ( ) Pós-graduação ( ) I. Dados Identificadores Curso Superior de Tecnologia

Leia mais

SISTEMAS E TÉCNICAS DE MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM DE MATERIAIS: UM ENFOQUE NO ARRANJO DE LAYOUT DE ESTOQUE APLICADO A UMA MONTADORA DE COMPUTADORES

SISTEMAS E TÉCNICAS DE MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM DE MATERIAIS: UM ENFOQUE NO ARRANJO DE LAYOUT DE ESTOQUE APLICADO A UMA MONTADORA DE COMPUTADORES SISTEMAS E TÉCNICAS DE MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM DE MATERIAIS: UM ENFOQUE NO ARRANJO DE LAYOUT DE ESTOQUE APLICADO A UMA MONTADORA DE COMPUTADORES Cristina Pereira Medeiros (UESC) cris_eps@hotmail.com

Leia mais

Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR.

Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR. Gerenciamento de estoque de materiais de manutenção em uma indústria de reciclagem de chumbo em Cascavel-PR. Barbara Monfroi (Unioeste) bmonfroi@gmail.com Késsia Cruz (Unioeste) kessia.cruz@hotmail.com

Leia mais

Armazenagem. Por que armazenar?

Armazenagem. Por que armazenar? Armazenagem Introdução Funções da armazenagem Atividades na armazenagem Objetivos do planejamento de operações de armazenagem Políticas da armazenagem Pilares da atividade de armazenamento Armazenagem

Leia mais

Diagnóstico da Gestão de Estoques no Mini Mercado Bombom de Piracicaba - SP

Diagnóstico da Gestão de Estoques no Mini Mercado Bombom de Piracicaba - SP Diagnóstico da Gestão de Estoques no Mini Mercado Bombom de Piracicaba - SP Autores Adriana Gimenes Patreze Jose Roberto Soares Ribeiro 1. Introdução Esta pesquisa diagnosticou a gestão de estoques no

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Qualificação: Assistente de Logística

Plano de Trabalho Docente 2014. Qualificação: Assistente de Logística Plano de Trabalho Docente 2014 ETEC Paulino Botelho (Extensão Esterina Placco) Ensino Técnico Código: 091.01 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Gestão e Negócios Habilitação Profissional: Técnico

Leia mais

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas. Módulo: Administração de Materiais. Profª Neuza

FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas. Módulo: Administração de Materiais. Profª Neuza FTAD Formação Técnica em Administração de Empresas Módulo: Administração de Materiais Profª Neuza Aula Anterior: Cadastramento de Materiais CADASTRAMENTO DE MATERIAIS O QUE É??? O CADASTRAMENTO DE MATERIAIS

Leia mais

O último capítulo desta dissertação visa tecer conclusões a respeito do trabalho e sugerir algumas recomendações para estudos futuros.

O último capítulo desta dissertação visa tecer conclusões a respeito do trabalho e sugerir algumas recomendações para estudos futuros. 7 Conclusão O último capítulo desta dissertação visa tecer conclusões a respeito do trabalho e sugerir algumas recomendações para estudos futuros. A presente dissertação, conforme exposto no Capítulo 1,

Leia mais

Armazenagem e controle. Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia

Armazenagem e controle. Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia Armazenagem e controle Prof. Paulo Medeiros FATEC - Pompéia Armazenagem Armazenagem e manuseio de mercadorias são componentes essenciais do conjunto de atividades logísticas.seus custos podem absorver

Leia mais

UNIVERSIDADE GAMA FILHO ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GESTÃO DE MATERIAL E PATRIMÔNIO NO SETOR PÚBLICO ELINE COÊLHO DA ROCHA

UNIVERSIDADE GAMA FILHO ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GESTÃO DE MATERIAL E PATRIMÔNIO NO SETOR PÚBLICO ELINE COÊLHO DA ROCHA UNIVERSIDADE GAMA FILHO ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA GESTÃO DE MATERIAL E PATRIMÔNIO NO SETOR PÚBLICO ELINE COÊLHO DA ROCHA ORGANIZAÇÃO DO ALMOXARIFADO NO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM CNPJ: 10.793.118/0001-78 Projeto T2Ti ERP. Módulo Suprimentos. Controle de Estoque

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM CNPJ: 10.793.118/0001-78 Projeto T2Ti ERP. Módulo Suprimentos. Controle de Estoque Módulo Suprimentos Controle de Estoque Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Suprimentos Controle de Estoque. Todas informações aqui disponibilizadas foram retiradas no

Leia mais

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7)

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) A ESTRATÉGIA DA MANUFATURA E O SISTEMA PPCP: A estratégia

Leia mais

Logística Integrada. Esse termo refere-se ao papel da Logística como elemento de ligação entre todos os processos, desde o Fornecedor até o Cliente.

Logística Integrada. Esse termo refere-se ao papel da Logística como elemento de ligação entre todos os processos, desde o Fornecedor até o Cliente. Logística Integrada Esse termo refere-se ao papel da Logística como elemento de ligação entre todos os processos, desde o Fornecedor até o Cliente. Ballou (1993) Fonte: BALLOU, R. H. Logística Empresarial.

Leia mais

A contribuição das contagens cíclicas para a acurácia em uma empresa do ramo gráfico: um estudo de caso

A contribuição das contagens cíclicas para a acurácia em uma empresa do ramo gráfico: um estudo de caso 63 A contribuição das contagens cíclicas para a acurácia em uma empresa do ramo gráfico: um estudo de caso Marcelo Rodrigues Fernando de Souza Cáceres (fscaceres@yahoo.com.br) Jean Carlos Cavaleiro (ajean@ig.com.br)

Leia mais

Logística: o endereçamento como ferramenta fundamental na armazenagem e estocagem

Logística: o endereçamento como ferramenta fundamental na armazenagem e estocagem Logística: o endereçamento como ferramenta fundamental na armazenagem e estocagem Juliano Jacinto Luciano Heil Márcio Fernandes de Souza Sidnei Rodrigues RESUMO Este artigo apresenta a importância da logística

Leia mais

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM

DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM DISTRIBUIÇÃO E ARMAZENAGEM WMS WAREHOUSE MANAGEMENT SYSTEM SISTEMA DE GERENCIAMENTO DE ARMAZÉM/DEP M/DEPÓSITO WMS Software de gerenciamento de depósito que auxilia as empresas na busca de melhorias nos

Leia mais

Módulo 3 Custo e nível dos Estoques

Módulo 3 Custo e nível dos Estoques Módulo 3 Custo e nível dos Estoques O armazenamento de produtos produz basicamente quatro tipos de custos. 1. Custos de capital (juros, depreciação) 2. Custos com pessoal (salários, encargos sociais) 3.

Leia mais

17 Anos Gerando Soluções que Trazem Resultados para o Varejo. 2005 R-Dias. Todos direitos reservados.

17 Anos Gerando Soluções que Trazem Resultados para o Varejo. 2005 R-Dias. Todos direitos reservados. 17 Anos Gerando Soluções que Trazem Resultados para o Varejo 1 A Missão da R-Dias Colaborar para que o varejo obtenha melhores resultados. 2 Conheça nossas Unidades de Negócios 3 17 Anos Gerando Soluções

Leia mais

GESTÃO DE MATERIAIS: ALMOXARIFADO HOSPITALAR

GESTÃO DE MATERIAIS: ALMOXARIFADO HOSPITALAR José Neto Aristides da Silva Graduando em Logística pelo Centro Universitário Augusto Motta (UNISUAM), Rio de Janeiro, RJ, Brasil jneto12@gmail.com José Claudio de Souza Lima Mestre em Engenharia de Produção

Leia mais

Auditoria Operacional no Setor Produtivo em uma Industria de Envelopes de Papel

Auditoria Operacional no Setor Produtivo em uma Industria de Envelopes de Papel Auditoria Operacional no Setor Produtivo em uma Industria de Envelopes de Papel UNIVERSIDADE NOVE DE JULHO MBA QUALIDADE E PRODUTIVIDADE SÃO PAULO 2009 Gerson C. Anis e grupo de trabalho SUMÁRIO RESUMO...2

Leia mais

Análise das implicações do layout em um centro de distribuição logístico

Análise das implicações do layout em um centro de distribuição logístico Análise das implicações do layout em um centro de distribuição logístico Aladiane Santos, ladia87.sbn@hotmail.com Rosani Cruz, rosanisc@hotmail.com Diego Augusto de Jesus Pacheco, profdajp@gmail.com Resumo:

Leia mais

APLICAÇÃO DE FERRAMENTAS LOGÍSTICAS PARA OTIMIZAÇÃO DAS OPERAÇÕES DE ESTOCAGEM E ARMAZENAGEM EM UM DEPÓSITO: ESTUDO DE CASO EM UMA DISTRIBUIDORA.

APLICAÇÃO DE FERRAMENTAS LOGÍSTICAS PARA OTIMIZAÇÃO DAS OPERAÇÕES DE ESTOCAGEM E ARMAZENAGEM EM UM DEPÓSITO: ESTUDO DE CASO EM UMA DISTRIBUIDORA. XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. APLICAÇÃO DE FERRAMENTAS LOGÍSTICAS PARA OTIMIZAÇÃO DAS OPERAÇÕES DE ESTOCAGEM E ARMAZENAGEM EM UM DEPÓSITO: ESTUDO DE CASO EM UMA DISTRIBUIDORA. Franck

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Recursos Humanos Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos 1.

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DA ARMAZENAGEM DE MATERIAIS PARA SE OBTER MELHORIAS EM UM ALMOXARIFADO CENTRAL DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO

A UTILIZAÇÃO DA ARMAZENAGEM DE MATERIAIS PARA SE OBTER MELHORIAS EM UM ALMOXARIFADO CENTRAL DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO XXIX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO. A UTILIZAÇÃO DA ARMAZENAGEM DE MATERIAIS PARA SE OBTER MELHORIAS EM UM ALMOXARIFADO CENTRAL DE UMA INSTITUIÇÃO DE ENSINO Vinicius da Cunha Ferrari (UFOP)

Leia mais

Palavras-chaves: Logística, centro de distribuição, armazenagem, picking.

Palavras-chaves: Logística, centro de distribuição, armazenagem, picking. MÉTODOS DE ORGANIZAÇÃO DA ATIVIDADE DE PICKING NA GESTÃO LOGÍSTICA: UM ESTUDO DE CASO NO CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO DE UMA REDE SUPERMERCADISTA DO RIO GRANDE DO SUL Jessica de Assis Dornelles (Unipampa ) jessica-dornelles@hotmail.com

Leia mais

ÍNDICE. Apresentação do produto Impacto no negócios Telas do sistemamódulos do sistema Mobilize Stock Mobilize Store A Handcom Contato

ÍNDICE. Apresentação do produto Impacto no negócios Telas do sistemamódulos do sistema Mobilize Stock Mobilize Store A Handcom Contato ÍNDICE Apresentação do produto Impacto no negócios Telas do sistemamódulos do sistema Mobilize Stock Mobilize Store A Handcom Contato Apresentação do produto O Mobilize é uma solução mobile modular para

Leia mais

NOÇÕES BÁSICAS DE ALMOXARIFADO. Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Aula 7 Prof. Rafael Roesler

NOÇÕES BÁSICAS DE ALMOXARIFADO. Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Aula 7 Prof. Rafael Roesler NOÇÕES BÁSICAS DE ALMOXARIFADO Administração de Recursos Materiais e Patrimoniais Aula 7 Prof. Rafael Roesler Sumário Introdução O Almoxarifado conceito Organização do Almoxarifado: Recebimento Armazenagem

Leia mais

Controle de Estoques

Controle de Estoques Controle de Estoques Valores em torno de um Negócio Forma Produção Marketing Posse Negócio Tempo Lugar Logística Atividades Primárias da Logística Transportes Estoques Processamento dos pedidos. Sumário

Leia mais

Artigo publicado na Revista CEPPG Nº 24 1/2011 ISSN 1517-8471 Páginas 37 à 44 RESUMO

Artigo publicado na Revista CEPPG Nº 24 1/2011 ISSN 1517-8471 Páginas 37 à 44 RESUMO CONTROLE DE QUALIDADE NA AVALIAÇÃO DE UM ESTOQUE Andre Luis de Souza Neto 1 RESUMO O presente trabalho justifica-se pela discussão do grande papel da avaliação e controle da qualidade de um estoque em

Leia mais

APLICAÇÃO DE CONCEITOS DA GESTÃO DE ESTOQUES PARA MELHORIA EM SISTEMA ERP APPLYING INVENTORY CONTROL CONCEPTS TO IMPROVE THE ERP SYSTEM

APLICAÇÃO DE CONCEITOS DA GESTÃO DE ESTOQUES PARA MELHORIA EM SISTEMA ERP APPLYING INVENTORY CONTROL CONCEPTS TO IMPROVE THE ERP SYSTEM APLICAÇÃO DE CONCEITOS DA GESTÃO DE ESTOQUES PARA MELHORIA EM SISTEMA ERP APPLYING INVENTORY CONTROL CONCEPTS TO IMPROVE THE ERP SYSTEM José Henrique Garrido de Lima 1 Ronaldo Ribeiro de Campos 2 Nas últimas

Leia mais

Gestão de Estoques em Materiais de uso Hospitalar: Análise de Modelo utilizado num Hospital Universitário Público (Estudo de Caso)

Gestão de Estoques em Materiais de uso Hospitalar: Análise de Modelo utilizado num Hospital Universitário Público (Estudo de Caso) Gestão de Estoques em Materiais de uso Hospitalar: Análise de Modelo utilizado num Hospital Universitário Público (Estudo de Caso) Edimar Alves Barbosa (UFCG) eab@cct.ufcg.edu.br Luciano Gomes de Azevedo

Leia mais

Processos Gerenciais

Processos Gerenciais UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Processos Gerenciais Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Processos Gerenciais. 1.

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Marketing Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Marketing. 1. Introdução Os Projetos

Leia mais

estratégias operações

estratégias operações MERCADO FERRAMENTA NECESSIDADE O que é LOGÍSTICA? estratégias Fator de Diferenciação Competitiva Fator de Tomada de Decisão operações Busca pela Excelência na Gestão O que buscamos? EXCELÊNCIA LOGÍSTICA

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUE RESUMO

GESTÃO DE ESTOQUE RESUMO GESTÃO DE ESTOQUE - 1 - Jéssica Taiani do Amaral - jessicataiani@hotmail.com Laurinda Oliveira Dourado - RESUMO A gestão de estoques é um assunto vital e, freqüentemente, absorve parte substancial do orçamento

Leia mais

Logistica e Distribuição

Logistica e Distribuição Mas quais são as atividades da Logística? Ballou, 1993 Logística e Distribuição Armazenagem e Movimentação Primárias Apoio 1 2 A armazenagem corresponde a atividades de estocagem ordenada e a distribuição

Leia mais

Análise da estrutura logística de estocagem e manuseio: estudo de caso na Indústria de Fios da Cocamar

Análise da estrutura logística de estocagem e manuseio: estudo de caso na Indústria de Fios da Cocamar Análise da estrutura logística de estocagem e manuseio: estudo de caso na Indústria de Fios da Cocamar Edenilso Stela (COCAMAR/CEFET-PR) edenilso.stela@cocamar.com.br Magda Lauri Gomes Leite (CEFET-PR)

Leia mais

O PAPEL DO CONTROLE DE ESTOQUE NA CENTRALIZAÇÃO DE COMPRAS

O PAPEL DO CONTROLE DE ESTOQUE NA CENTRALIZAÇÃO DE COMPRAS O PAPEL DO CONTROLE DE ESTOQUE NA CENTRALIZAÇÃO DE COMPRAS Mauricio João Atamanczuk (UTFPR) atamanczuk@hotmail.com João Luiz Kovaleski (UTFPR) kovaleski@pg.cefetpr.br Antonio Carlos de Francisco (UTFPR)

Leia mais

Armazenagem, Controle e Distribuição. Aula 3. Contextualização. Principais Atribuições. Controles de Estoque. Plano de Ação. Instrumentalização

Armazenagem, Controle e Distribuição. Aula 3. Contextualização. Principais Atribuições. Controles de Estoque. Plano de Ação. Instrumentalização Armazenagem, Controle e Distribuição Aula 3 Contextualização Prof. Walmar Rodrigues da Silva Controles de Estoque Principais Atribuições Planejamento Controle Gestão de estoques PDCA Sistema de administração

Leia mais

3. Warehouse Management System (WMS)

3. Warehouse Management System (WMS) 3. Warehouse Management System (WMS) A necessidade de aprimorar as operações logísticas fez com que a empresa selecionada para o estudo de caso adotasse em seu Centro de Distribuição um sistema gerenciador

Leia mais

ANÁLISE DO PROCESSO DE GESTÃO DE ESTOQUES EM UMA EMPRESA DE MATERIAIS DE HIGIENE E LIMPEZA LOCALIZADA EM CRICIÚMA - SANTA CATARINA

ANÁLISE DO PROCESSO DE GESTÃO DE ESTOQUES EM UMA EMPRESA DE MATERIAIS DE HIGIENE E LIMPEZA LOCALIZADA EM CRICIÚMA - SANTA CATARINA ANÁLISE DO PROCESSO DE GESTÃO DE ESTOQUES EM UMA EMPRESA DE MATERIAIS DE HIGIENE E LIMPEZA LOCALIZADA EM CRICIÚMA - SANTA CATARINA Daiane Milioli Dagostin 1 Wagner Blauth 2 RESUMO Atualmente as empresas

Leia mais

Recebimento, Armazenagem, Movimentação e Expediçao de Produtos à Granel

Recebimento, Armazenagem, Movimentação e Expediçao de Produtos à Granel Recebimento, Armazenagem, Movimentação e Expediçao de Produtos à Granel Produto : Logix, WMS, 12 Chamado : PCREQ-1926 Data da criação : 03/07/2015 Data da revisão : 24/07/15 País(es) : Todos Banco(s) de

Leia mais

Parametrização Básica WMS

Parametrização Básica WMS Parametrização Básica WMS Sumário Definindo Parâmetros Gerais... 4 Parâmetros... 5 Conferência... 6 Integração... 7 Pick / Pack... 8 Tarefa... 10 Etiqueta... 11 Produção... 12 Integração do Produto...

Leia mais

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade II MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM

Prof. Jean Cavaleiro. Unidade II MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM Prof. Jean Cavaleiro Unidade II MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM Introdução Vamos abordar aqui meios de armazenagem para melhor aproveitar o Pé direito, equipamentos que facilite movimentação em armazenagem

Leia mais

OPERAÇÃO LOGÍSTICA GRV SCB NAKATA

OPERAÇÃO LOGÍSTICA GRV SCB NAKATA 1. OBJETIVO Estabelecer procedimento padrão para todos os colaboradores da Irapuru que estão envolvidos na operação logística de recebimento, armazenagem e expedição do fornecedor DANA SCB e DANA NAKATA

Leia mais

Tem por objetivo garantir a existência contínua de um estoque organizado, de modo a não faltar nenhum dos itens necessários à produção.

Tem por objetivo garantir a existência contínua de um estoque organizado, de modo a não faltar nenhum dos itens necessários à produção. Resumo aula 3 Introdução à gestão de materiais A gestão de materiais é um conjunto de ações destinadas a suprir a unidade com materiais necessários ao desenvolvimento das suas atribuições. Abrange: previsão

Leia mais

DECISÃO TÉCNICA DT-124/2007 R-00

DECISÃO TÉCNICA DT-124/2007 R-00 /27 R- RECEBIMENTO, ARMAZENAMENTO, EXPEDIÇÃO E CONTROLE DE MATERIAIS DE ESTOQUE NAS DOCUMENTO NORMATIVO I MAR/27 Í N D I C E 1 OBJETIVO...1 2 DISPOSIÇÕES GERAIS...1 2.1 APLICAÇÃO...1 2.2 RESPONSABILIDADE...1

Leia mais

Análise da acuracidade de estoques: um estudo da aplicação do método do inventário rotativo na empresa Alfa

Análise da acuracidade de estoques: um estudo da aplicação do método do inventário rotativo na empresa Alfa Análise da acuracidade de estoques: um estudo da aplicação do método do inventário rotativo na empresa Alfa Izadora Pereira (UNIFEBE) Izadorapereira@unifebe.edu.br André Luís Almeida Bastos (UNIFEBE/FURB/ESNT)

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Suprimentos. WMS Gerenciamento de Armazém

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0. Bloco Suprimentos. WMS Gerenciamento de Armazém Bloco Suprimentos WMS Gerenciamento de Armazém Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo WMS, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas foram

Leia mais

COMPRAS Cotação Sugestão Pesquisa Concorrentes

COMPRAS Cotação Sugestão Pesquisa Concorrentes GERÊNCIA Analises de Vendas Analises de Estoques Compras Financeiras Analises de Preço FINANCEIRO A Receber A Pagar Administração de Créditos Comissões ENTRADA Pedidos de Compra Sem pedidos Outras Entradas

Leia mais

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 11

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 11 Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 11 Questões sobre o tópico Administração de Materiais. Olá Pessoal, Hoje veremos um tema muito solicitado para esse concurso do MPU! Administração de Materiais.

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Gerenciamento Logístico Gerenciamento Logístico A missão do gerenciamento logístico é planejar

Leia mais

ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS

ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS Data: 10/03/2001 Peter Wanke INTRODUÇÃO Localizar instalações ao longo de uma cadeia de suprimentos consiste numa importante

Leia mais

Controle de estoques. Capítulo 6. André Jun Nishizawa

Controle de estoques. Capítulo 6. André Jun Nishizawa Controle de estoques Capítulo 6 Sumário Conceito de estoque Tipos Sistemas de controle de estoques Fichas de estoque Classificação de estoque Dimensionamento de estoque Logística e Cadeia de suprimentos

Leia mais

22/02/2009 LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO POR QUE A LOGÍSTICA ESTÁ EM MODA POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA

22/02/2009 LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO POR QUE A LOGÍSTICA ESTÁ EM MODA POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO A melhor formação cientifica, prática e metodológica. 1 POSIÇÃO DE MERCADO DA LOGÍSTICA Marketing Vendas Logística ANTES: foco no produto - quantidade de produtos sem qualidade

Leia mais

MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM DE MATERIAIS

MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM DE MATERIAIS 98 MOVIMENTAÇÃO E ARMAZENAGEM DE MATERIAIS Roberta Ferreira dos Santos Graduando em Logística do Centro Universitário Augusto Motta (UNISUAM), Rio de Janeiro, RJ, Brasil roberta.santos94@yahoo.com.br Leandro

Leia mais

WMSL Warehouse Management System Lite

WMSL Warehouse Management System Lite WMSL Warehouse Management System Lite Tela Inicial Esta é a tela inicial do sistema WMSL (Warehouse Management System - Lite) da Logistock. Cadastro Administrativo Pesquisa Movimentação Encerrar Cadastro

Leia mais

Armazenagem e Movimentação de Materiais II

Armazenagem e Movimentação de Materiais II Tendências da armazenagem de materiais Embalagem: classificação, arranjos de embalagens em paletes, formação de carga paletizada, contêineres Controle e operação do armazém Equipamentos de movimentação

Leia mais

A Tecnologia de Informação na Gestão de Armazenagem

A Tecnologia de Informação na Gestão de Armazenagem A Tecnologia de Informação na Gestão de Armazenagem Nádia Veríssimo (EESC-USP) nadiaverissimo@hotmail.com Prof. Dr. Marcel Andreotti Musetti (EESC-USP) musetti@prod.eesc.sc.usp.br Resumo Este trabalho

Leia mais

Prof. Clesio Landini Jr. Unidade III PLANEJAMENTO E OPERAÇÃO POR CATEGORIA DE PRODUTO

Prof. Clesio Landini Jr. Unidade III PLANEJAMENTO E OPERAÇÃO POR CATEGORIA DE PRODUTO Prof. Clesio Landini Jr. Unidade III PLANEJAMENTO E OPERAÇÃO POR CATEGORIA DE PRODUTO Planejamento e operação por categoria de produto Nesta unidade veremos o Planejamento e Operação por Categoria de Produto

Leia mais

ANÁLISE DE AMBIENTE. E neste contexto, podemos dividir a análise ambiental em dois níveis distintos: Ambiente Externo.

ANÁLISE DE AMBIENTE. E neste contexto, podemos dividir a análise ambiental em dois níveis distintos: Ambiente Externo. Gestão de Estoques ANÁLISE DE AMBIENTE Pode-se dizer que as empresas são sistemas abertos, pois estão em permanente intercâmbio com o seu ambiente, ao mesmo tempo em que devem buscar incessantemente o

Leia mais

5º Simposio de Ensino de Graduação PROPOSTAS DE MELHORIA PARA A LOGÍSTICA INTERNA DE UMA SIDERURGICA LOCALIZADA NO ESTADO DE SÃO PAULO

5º Simposio de Ensino de Graduação PROPOSTAS DE MELHORIA PARA A LOGÍSTICA INTERNA DE UMA SIDERURGICA LOCALIZADA NO ESTADO DE SÃO PAULO 5º Simposio de Ensino de Graduação PROPOSTAS DE MELHORIA PARA A LOGÍSTICA INTERNA DE UMA SIDERURGICA LOCALIZADA NO ESTADO DE SÃO PAULO Autor(es) CAROLINA PASQUOT Orientador(es) José Roberto Soares Ribeiro

Leia mais

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor

Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Agilizando o processo de compras para aumentar a eficiência e comprar melhor Toda empresa privada deseja gerar lucro e para que chegue com sucesso ao final do mês ela precisa vender, sejam seus serviços

Leia mais

Projeto de Armazéns. Ricardo A. Cassel. Projeto de Armazéns

Projeto de Armazéns. Ricardo A. Cassel. Projeto de Armazéns Ricardo A. Cassel FRANCIS, R.; McGINNIS, L.; WHITE, J. Facility Layout and Location: an analytical approach. New Jersey: Prentice Hall, 2ed., 1992. BANZATTO, E.; FONSECA, L.R.P.. São Paulo: IMAN, 2008

Leia mais

Manual de Logística ISGH

Manual de Logística ISGH Manual de Logística ISGH Página 1 ELABORAÇÃO Juniana Torres Costa Gerente do Núcleo de Logística ISGH FORMATAÇÃO Comunicação Visual ISGH DATA Novembro de 2014 Manual de Logística ISGH Página 2 SUMÁRIO

Leia mais

Processo de armazenamento de um supermercado de pequeno porte em Redenção - PA

Processo de armazenamento de um supermercado de pequeno porte em Redenção - PA Processo de armazenamento de um supermercado de pequeno porte em Redenção - PA Anderson Costa Pantoja (anderrsoncostacrist.008@gmail.com / UEPA) Bruno Gilberto Motta Oliveira Maia (brunocar21@outlook.com

Leia mais

Prof. Gustavo Boudoux

Prof. Gustavo Boudoux ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS MATERIAIS E PATRIMONIAIS Recursos à disposição das Empresas Recursos Materiais Patrimoniais Capital Humanos Tecnológicos Martins, (2005.p.4) O que é Administração de Materiais?

Leia mais

Seis Sigma para Desenvolvimento de Fornecedores Case em um Operador Logístico

Seis Sigma para Desenvolvimento de Fornecedores Case em um Operador Logístico 21 a 25 de Agosto de 2006 Belo Horizonte - MG Seis Sigma para Desenvolvimento de Fornecedores Case em um Operador Logístico Eng. Fabiane Ely Rio Grande Energia - RGE fely@rge-rs.com.br Eng. Filipe Müller

Leia mais

LOGÍSTICA EMPRESARIAL

LOGÍSTICA EMPRESARIAL LOGÍSTICA EMPRESARIAL FORNECEDORES Erros de compras são dispendiosos Canais de distribuição * Compra direta - Vendedores em tempo integral - Representantes dos fabricantes Compras em distribuidores Localização

Leia mais

PHC Logística CS. A gestão total da logística de armazém

PHC Logística CS. A gestão total da logística de armazém PHC Logística CS A gestão total da logística de armazém A solução para diminuir os custos de armazém, melhorar o aprovisionamento, racionalizar o espaço físico e automatizar o processo de expedição. BUSINESS

Leia mais

Sistemas de Armazenagem de

Sistemas de Armazenagem de Sistemas de Armazenagem de Materiais Características e conceitos para utilização de Sistemas de armazenagem de materiais Objetivos Destacar a importância do lay-out out, dos equipamentos de armazenagem

Leia mais

Estudo de caso da aplicação do WMS na separação de pedidos

Estudo de caso da aplicação do WMS na separação de pedidos Estudo de caso da aplicação do WMS na separação de pedidos HELEN CAROLINE BRAGANTIM (helenbragantim@yahoo.com) TATIANE PAULA DA SILVA (tatiane_paula@hotmail.com) CENTRO UNIVERSITÁRIO NOSSA SENHORA DO PATROCÍNIO

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO DO LAYOUT NA GESTÃO DE MATERIAIS: UM ESTUDO DE CASO EM UMA MULTINACIONAL PRODUTORA DE ARTIGOS ESPORTIVOS

A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO DO LAYOUT NA GESTÃO DE MATERIAIS: UM ESTUDO DE CASO EM UMA MULTINACIONAL PRODUTORA DE ARTIGOS ESPORTIVOS A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO DO LAYOUT NA GESTÃO DE MATERIAIS: UM ESTUDO DE CASO EM UMA MULTINACIONAL PRODUTORA DE ARTIGOS ESPORTIVOS Yuri Laio Teixeira Veras Silva (UFPB ) yurilaio@hotmail.com Renan

Leia mais

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO

O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO O SEBRAE E O QUE ELE PODE FAZER PELO SEU NEGÓCIO Competitividade Perenidade Sobrevivência Evolução Orienta no desenvolvimento de seu negócio de forma estratégica e inovadora à vencer as barreiras internacionais.

Leia mais

Administração de Materiais e Logística. , Vendas CPD Cobrança PCP Expedição Faturamento. Completem o DHF. Melhoria Continua e Teste

Administração de Materiais e Logística. , Vendas CPD Cobrança PCP Expedição Faturamento. Completem o DHF. Melhoria Continua e Teste , Vendas CPD Cobrança PCP Expedição Faturamento Completem o DHF Melhoria Continua e Teste As Organizações como Sistemas Abertos As organizações estão em um constante estado de fluxo. AMBIENTE Estagio de

Leia mais

MÓDULO 5 Movimentações

MÓDULO 5 Movimentações MÓDULO 5 Movimentações Bem-vindo(a) ao quinto módulo do curso. Agora que você já conhece as entradas no HÓRUS, aprenderá como são feitas as movimentações. As movimentações do HÓRUS são: Requisição ao Almoxarifado:

Leia mais

GESTÃO DE ESTOQUES Volume 5

GESTÃO DE ESTOQUES Volume 5 GESTÃO DE ESTOQUES Volume 5 INVENTÁRIO 1 GOVERNO DO ESTADO DE MINAS GERAIS Antonio Augusto Junho Anastasia Governador do Estado de Minas Gerais Renata Maria Paes de Vilhena Secretária de Estado de Planejamento

Leia mais

Capítulo 1 Conceitos e Gestão de Estoques

Capítulo 1 Conceitos e Gestão de Estoques Capítulo 1 Conceitos e Gestão de Estoques Celso Ferreira Alves Júnior eng.alvesjr@gmail.com 1. GESTÃO DE ESTOQUE 1.1 Conceito de Gestão de estoques Refere-se a decisões sobre quando e quanto ressuprir

Leia mais

Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP

Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP Planejamento Avançado da Qualidade Elementos APQP São descritos a seguir objetivos, expectativas e requisitos relativos à documentação dos elementos individuais do APQP Status Report (ver QSV / S 296001

Leia mais

Estudo de caso no estoque de uma loja de materiais para construção

Estudo de caso no estoque de uma loja de materiais para construção Estudo de caso no estoque de uma loja de materiais para construção Camila Cristina Prati Passarini (Unioeste) camila10prati@hotmail.com Rayssa Proença Loiola (Unioeste) rayssaproenca@gmail.com Riquianderson

Leia mais

OPERAÇÃO LOGÍSTICA CL PILKINGTON

OPERAÇÃO LOGÍSTICA CL PILKINGTON 1. OBJETIVO Estabelecer procedimento padrão, para todos os colaboradores da Irapuru que estão envolvidos na operação logística da Pilkington (OE-Operação Marcopolo) e Pilkington AGR de recebimento, armazenagem

Leia mais

Gestão e Tecnologia para o Controle de Vendas em uma Pequena e Média Malharia.

Gestão e Tecnologia para o Controle de Vendas em uma Pequena e Média Malharia. Gestão e Tecnologia para o Controle de Vendas em uma Pequena e Média Malharia. Alceu Antonio da Costa alceuacosta@gmail.com FAQ Claudia Cobero claudia.cobero@terra.com.br FAQ Resumo:: O trabalho apresenta

Leia mais

Inventário Geral versus Inventário Cíclico

Inventário Geral versus Inventário Cíclico Inventário Geral versus Inventário Cíclico Qual a melhor opção para combater divergências de inventário e melhorar os indicadores de estoque e de atendimento ao cliente. Iuri Destro Coordenador de produtos

Leia mais

Operação do Sistema Logístico

Operação do Sistema Logístico Operação do Sistema Logístico Prof. Ph.D. Cláudio F. Rossoni Engenharia Logística II Objetivo Entender que, possuir um excelente planejamento para disponibilizar produtos e serviços para os clientes não

Leia mais

WMS - Warehouse Management System

WMS - Warehouse Management System Sistema de Gestão Empresarial LUSANA SOUZA NATÁLIA BATUTA MARIA DAS GRAÇAS TATIANE ROCHA GTI V Matutino Prof.: Itair Pereira Sumário 1. INTRODUÇÃO... 2 2. WMS... 2 3. SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO... 2 4. POLÍTICA

Leia mais

Estudo de Viabilidade

Estudo de Viabilidade Estudo de Viabilidade PGE: Plastic Gestor Empresarial Especificação de Requisitos e Validação de Sistemas Recife, janeiro de 2013 Sumário 1. Motivação... 1 2. Introdução: O Problema Indentificado... 2

Leia mais