Sustentabilidade no Setor Público, A3P e Planos de Logística Sustentável

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1 Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Articulação Institucional e Cidadania Ambiental SAIC Departamento de Produção e Consumo Sustentável DPCS Sustentabilidade no Setor Público, A3P e Planos de Logística Sustentável Encontro de Engenharia da Aeronáutica Rio de Janeiro/RJ, 28 de outubro de 2015 Ministério do Meio Ambiente

2 Sustentabilidade e Setor Público Agenda Ambiental Administração Pública

3 Objetivos Aumentar a eficiência da gestão e incorporar critérios de gestão socioambiental nas atividades públicas. PPA: Fortalecer a governança e ampliar a capacidade institucional da Administração Pública, visando à promoção do desenvolvimento nacional sustentável e melhor organização e funcionamento do Estado.

4 Eixos Temáticos

5 Sustentabilidade e Setor Público Desafio para a Sustentabilidade Decreto N 7.746/2012 PLS Novas Estruturas de Governança Parcerias

6 A3P E PLANO DE LOGÍSTICA SUSTENTÁVEL (PLS) Ministério do Meio Ambiente

7 Como Implantar a A3P Definir equipe e coordenador Conhecer Melhoria Contínua Definição da Política, programas, fluxos, projetos, indicadores, metas...

8 A3P e PLS PLS

9 ELABORAÇÃO DO PLANO DE LOGÍSTICA SUSTENTÁVEL: IN 10/2012 Ministério do Meio Ambiente

10 O Que é Logística Sustentável? Processo de coordenação do fluxo de materiais, de serviços e de informações, do fornecimento ao desfazimento, que considera a proteção ambiental, a justiça social e o desenvolvimento econômico equilibrado.

11 O que é o PLS IN Nº 10/2012 SLTI-MP O Plano de Logística Sustentável é uma ferramenta de planejamento que permite estabelecer práticas de sustentabilidade e racionalização de gastos e processos na Administração Pública; Atende ao artigo 16 do Decreto n 7.746, de 5 de junho de regulamentou o art. 3º da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993.; Regras estabelecidas na IN/SLTI n 10, de 12 de novembro de 2012.

12 Comissão Gestora do PLS (art. 6 ) Primeiro Passo; Composta por no mínimo três servidores, designados pelos respectivos titulares dos órgãos ou Entidades; Os órgãos ou entidades poderão ratificar as comissões já instituídas no âmbito das iniciativas elencadas nos incisos do art. 11; Instituir a Comissão Gestora no órgão por meio de Portaria (ou instrumento normativo equivalente), estabelecendo as suas atribuições.

13 Responsabilidades Art. 4 - Delegação e aprovação será de responsabilidade do Secretário-Executivo do respectivo Ministério, ou cargo equivalente no caso das Autarquias, Fundações e empresas estatais dependentes.

14 Diagnóstico X Conteúdo Mínimo (art. 5 ) I - atualização do inventário de bens e materiais do órgão ou entidade e identificação de similares de menor impacto ambiental para substituição; II - práticas de sustentabilidade e de racionalização do uso de materiais e serviços; III - responsabilidades, metodologia de implementação e avaliação do plano; e IV - ações de divulgação, conscientização e capacitação.

15 Diagnóstico X Conteúdo Mínimo (art. 5 )

16 Práticas Sustentáveis (art. 8 ) I - material de consumo compreendendo, pelo menos, papel para impressão, copos descartáveis e cartuchos para impressão; II - energia elétrica; III - água e esgoto; IV - coleta seletiva; V - qualidade de vida no ambiente de trabalho; VI - compras e contratações sustentáveis, compreendendo, pelo menos, obras, equipamentos, serviços de vigilância, de limpeza, de telefonia, de processamento de dados, de apoio administrativo e de manutenção predial; e VII - deslocamento de pessoal, considerando todos os meios de transporte, com foco na redução de gastos e de emissões de substâncias poluentes.

17 Iniciativas a serem observadas (art. 11) I - Programa de Eficiência do Gasto Público (PEG); II - Programa Nacional de Conservação de Energia Elétrica (Procel); III - Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P); IV - Coleta Seletiva Solidária; V - Projeto Esplanada Sustentável (PES); VI - Contratações Públicas Sustentáveis (CPS).

18 Escopo do Plano (art. 9 ) I - objetivo do Plano de Ação; II - detalhamento de implementação das ações; III - unidades e áreas envolvidas pela implementação de cada ação e respectivos responsáveis; IV - metas a serem alcançadas para cada ação; V - cronograma de implantação das ações; e VI - previsão de recursos financeiros, humanos, instrumentais, entre outros, necessários para a implementação das ações.

19 PLANO DE LOGÍSTICA SUSTENTÁVEL: EXPERIÊNCIA NO MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE (PLS-MMA) Ministério do Meio Ambiente

20 Método de Elaboração do PLS-MMA Constituição da Comissão Gestora do PLS-MMA (art. 6 ) - servidores do MMA e do Serviço Florestal Brasileiro SFB (Portaria SECEX n 24, de 30 de janeiro de 2013); Participação de colaboradores das unidades vinculadas; Referencial: Cartilha A3P; Composto de 6 etapas:

21 Referencial

22 Conteúdo Mínimo (art. 5 ) I - atualização do inventário de bens e materiais do órgão ou entidade e identificação de similares de menor impacto ambiental para substituição; II - práticas de sustentabilidade e de racionalização do uso de materiais e serviços; III - responsabilidades, metodologia de implementação e avaliação do plano; e IV - ações de divulgação, conscientização e capacitação.

23 Implementação do PLS-MMA Apoio da alta administração (patrocínio); Engajamento e participação dos Secretários e servidores; Inventário de bens e materiais; identificação das práticas sustentáveis; levantamento de contratos e obras no âmbito do MMA; Metas estipuladas entre junho de 2013 a dezembro de 2015 vinculadas a servidores e unidades responsáveis; Criação da Comissão de Sustentabilidade para implementação das ações de sustentabilidade; Instituição formal do PLS-MMA.

24 I - Atualização do inventário de bens e materiais do órgão ou entidade e identificação de similares de menor impacto ambiental para substituição Ministério do Meio Ambiente

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28 II - Práticas de sustentabilidade e de racionalização do uso de materiais e serviços Ministério do Meio Ambiente

29 Diagnóstico eixos da A3P Uso racional de recursos naturais: energia, água, papel e copos descartáveis; Gerenciamento de resíduos: práticas de desfazimento, resíduos Sólidos e Coleta Seletiva; Contratações sustentáveis; Necessidade de capacitação; Obras realizadas; Saúde do servidor; Levantamento das ações do PES.

30 III - Responsabilidades, metodologia de implementação e avaliação do plano Ministério do Meio Ambiente

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32 Projetos - Estrutura Objetivos; Iniciativas; Meta Geral; Cronograma de implementação, resultados esperados e matriz de responsabilidades; Identificação de riscos; Previsão de recursos; Linha de Base.

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35 Projetos - Estrutura

36 Linhas de Base do PLS-MMA Cada projeto possui sua linha de base, com metas e prazos conforme as iniciativas previstas no escopo do texto:

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39 IV - Ações de divulgação, conscientização e capacitação Ministério do Meio Ambiente

40 Equipe PLS

41 MONITORAMENTO E AVALIAÇAO DO PLS MMA Ministério do Meio Ambiente

42 Monitoramento e Avaliação Monitoramento dos projetos junto a todos os responsáveis; Coleta de informações relativas aos resultados alcançados; Visitas periódicas para verificar o cumprimento da rotina; Análise da evolução da implementação das ações com base em indicadores; Apresentação de relatórios de acompanhamento periódicos à Comissão Gestora do PLS; Divulgação dos resultados alcançados.

43 Monitoramento e Avaliação Objetivos: Verificar o andamento das ações implementadas; Verificar as metas alcançadas; Identificar dificuldades e soluções possíveis; Consolidar os resultados alcançados; Identificar a necessidade de alterações e/ou ajustes nos projetos e metas constantes do PLS-MMA.

44 Processo de Monitoramento e Avaliação

45 Situação do alcance das metas

46 Balanço Geral PLS-MMA foi estruturado a partir de 123 iniciativas. 61 concluídas dentro do prazo esperado; 27 em execução 27; 20 possuem potencial de serem executadas, mas necessitam de repactuação de prazos; 14) iniciativas tiveram sua execução prejudicada e necessitam de reajustes.

47 OBRIGADA!!!! Ana Carla L. de Almeida

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