Um Modelo de Domínio e Usuários da Área Turística baseado em Ontologias

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1 Um Modelo de Domínio e Usuários da Área Turística baseado em Ontologias Carla Gomes de Faria, Rosario Girardi e Raimundo Osvaldo Vieira Resumo Um modelo de domínio e usuários é um artefato de software reutilizável, produto da fase de Análise de Domínio e Usuários da Engenharia de Domínio Multiagente, que representa os requisitos de uma família de sistema em um determinado domínio de aplicação e as preferências e necessidades dos usuários dos sistemas da família. Este artigo apresenta a ONTOTUR, um modelo de domínio e usuários da área turística. A ONTOTUR foi construída através da aplicação da GRAMO, uma técnica baseada em Ontologias para a Análise de Domínio e Usuários na Engenharia de Domínio Multiagente, e da utilização da ferramenta ONTODUM, uma meta-ontologia que representa o conhecimento da GRAMO. Palavras-chave - Área Turística, Modelo de Domínio e Modelo de Usuários. I. INTRODUÇÃO processo da Engenharia de Domínio Multiagente [10] O[11] [12] consiste das fases: análise de domínio e usuários, projeto e implementação de domínio que produzem, respectivamente, modelos de domínio e usuários, frameworks multiagente, padrões de projeto global e detalhado, agentes de software e linguagens específicas de domínio. A fase de Análise de Domínio e Usuários produz a especificação de requisitos de uma família de sistemas em um domínio de aplicação. A especificação inclui as funcionalidades do domínio e as características dos usuários finais. Modelos de domínio e usuários são os produtos gerados nesta atividade. Um modelo de domínio é uma representação dependente de um domínio de aplicação particular, especificada em alto nível de abstração, que contém a formulação de um problema, conhecimento ou atividade do mundo real. A formulação é genérica o suficiente para representar uma família de sistemas similares. Um modelo de usuário é uma abstração especificada em alto nível, que representa as características, necessidades, preferências e objetivos dos usuários finais. Os modelos de usuários são usados no processo de adaptação de uma aplicação de software. As ontologias são estruturas de representação de conhecimento adequadas para a especificação de abstrações de software de alto nível, como modelos de domínio e modelos de usuários. Isso se deve ao fato das ontologias apresentar Este trabalho é apoiado pelo CNPq, uma instituição do governo brasileiro para o desenvolvimento tecnológico e científico. C. G. Faria, R. Girardi e, R. O. Vieira são membros do grupo de pesquisa GESEC DEINF, Universidade Federal do Maranhão, São Luís, MA, Brasil ( s: características como: notação formal, que providencia uma terminologia clara e não ambígua; flexibilidade, que permite posteriores extensões; e a adaptabilidade em diferentes níveis de generalidade/especificidade, facilitando a reutilização [1] [9]. Este artigo apresenta a ONTOTUR, um modelo de domínio e usuários da área turística baseado em ontologias, especificado através da técnica GRAMO [6] [15]. A GRAMO define as atividades para a aquisição e construção de modelos de domínio e usuários. A ferramenta ONTODUM [7] [8] [13], uma meta-ontologia que representa o conhecimento da técnica, disponibiliza o conhecimento sobre as fases e atividades de forma concisa e clara, facilitando a aplicação da GRAMO. O artigo está organizado da seguinte forma. A seção II. descreve, de forma sucinta, a área turística. A seção III. descreve brevemente a técnica GRAMO e a ferramenta ONTODUM. A seção IV. apresenta a ONTOTUR e o seu processo de construção. A seção V. conclui o artigo, descrevendo trabalhos relacionados que estão sendo desenvolvidos. II. A ÁREA TURÍSTICA O Turismo é hoje um dos mais importantes instrumentos para o desenvolvimento econômico e social do Brasil [17]. Mário Beni, [4] conceitua o turismo como sendo um elaborado e complexo processo de tomada de decisões sobre o que visitar, onde, como e a que preço. O conceito de turismo envolve bens e serviços turísticos, descritos a seguir (Tabela I). TABELA I ESTRUTURA DOS CONCEITOS DO TURISMO TURISMO BENS TURISTICOS SERVIÇOS TURÍSTICOS Materiais Imateriais Móveis Imóveis Hospedagem Alimentação Entretenimento Transporte A. Bens Turísticos Os bens turísticos são todos os elementos subjetivos e objetivos ao nosso dispor, dotados de apropriabilidade e passíveis de receber um valor econômico. São classificados como bens materiais (por exemplo, museus e monumentos), bens imateriais (por exemplo, clima e paisagem), bens móveis (por exemplo, produtos artesanais, produtos artísticos e produtos gastronômicos) e bens imóveis (por exemplo, casas e 130

2 terrenos) [4]. B. Serviços Turísticos Serviços turísticos são todas as atividades que se destinam a satisfação das motivações, necessidades e preferências do turista. Turista é todo indivíduo que permanece por mais de 24 horas em uma localidade visitada e não realiza nenhuma atividade remunerada. Assim, são serviços turísticos as atividades hoteleiras, os sistemas de transporte, as redes de alimentação e de entretenimento, entre outros [4]. C. Produto Turístico Produto turístico é o conjunto de prestações materiais e imateriais, que se oferecem com o propósito de satisfazer os desejos e as expectativas do turista. O produto turístico é composto por três elementos: atrativos, facilidades e acesso. Os atrativos correspondem aos principais elementos que determinam a escolha do destino pelo turista, como atributos naturais (por exemplo, praias, montanhas, paisagens e clima), culturais (por exemplo, museus, monumentos e teatros) e eventos programados (por exemplo, feiras, exposições, congressos e convenções). As facilidades correspondem às instalações e serviços que facilitem a hospedagem (por exemplo, hotéis, pousadas e campings), a alimentação (por exemplo, bares, restaurantes e pizzarias) e o entretenimento (por exemplo, museus, cinemas, teatros e parques de diversão). O acesso que corresponde aos meios de transporte (por exemplo, aéreo, rodoviário, ferroviário e marítimo) disponíveis. D. Classificação do Turismo A VARIEDADE DE BENS E SERVIÇOS QUE EXISTEM PARA SEREM OFERECIDOS AO TURISTA É CADA VEZ MAIOR. A DIVERSIDADE DE LOCAIS TURÍSTICOS COM SUAS CARACTERÍSTICAS EXIGIU DOS ESTUDIOSOS DA ÁREA UMA CLASSIFICAÇÃO ( Tabela II) quanto ao tipo de turismo, possibilitando assim uma especialização nos segmentos que atendem aos serviços do turismo [2] [3] [4]. O turismo pode ser exercido de diferentes formas: individual organizado, social, intensivo, extensivo e itinerante ( Tabela III). Pode-se, ainda, classificar o turismo de acordo com a faixa etária de seus usuários e de acordo com a demanda dos serviços turísticos. Assim, quanto à faixa etária temos os seguintes tipos de turismo: turismo adulto, turismo infantojuvenil, turismo de terceira idade e turismo misto; e quanto à demanda: turismo de massa e turismo de minoria. III. A TÉCNICA GRAMO E A FERRAMENTA ONTODUM A técnica GRAMO [6] [15] define as atividades a serem realizadas na construção de modelos de domínio e usuários. Os modelos de domínio e usuários são construídos através da instanciação da ontologia ONTODUM com o conhecimento de um domínio de aplicação particular e dos usuários ou grupos de usuários dos sistemas de família. A ONTODUM [7] [8] [13] é uma ferramenta que auxilia a execução das atividades da GRAMO, facilitando o processo de construção dos modelos de domínio e usuários, através da instanciação de sua hierarquia de meta-classes. TABELA II TIPOS DE TURISMO Classificação do Turismo Tipo Definição Preferências do Turista Urbano Científico Eventos Cultural Desportivo Ecoturismo Férias ou lazer Ecológico Negócios Religioso De Saúde Rural de Aventura Congressual Deslocamento de turistas para centros urbanos, com objetivo de desfrutar da modernidade e do conforto proporcionado pelas cidades. Deslocamento de turistas a grandes centros universitários com atuação no setor de pesquisa e desenvolvimento. Realizações de eventos fixos, sazonais, de oportunidades e monotemáticos. Afluência de turistas a núcleos receptores que oferecem como produto essencial o legado histórico do homem em distintas épocas, representado a partir do patrimônio e do acervo cultural. Deslocamento de turistas aficionados das distintas modalidades de esportes, que afluem a núcleos esportivos com calendário fixo de eventos ou a núcleos que eventualmente sediam eventos esportivos. Deslocamento de pessoas a espaços naturais delimitados e protegidos pelo Estado ou controlados em parceria com associações locais ou ONGs Deslocamento de turistas para grandes centros urbanos, litoral ou campo para poderem descansar e praticar lazer. Praças, mercados, zonas de comércio, ruas; Universidades, centros de pesquisa, livrarias, bibliotecas; Feiras, exposições, festas, festivais. Monumentos, centros históricos, museus, gastronomia típica, obras de arte, arqueologia, manifestações folclóricas, música regional, história local; Jogos amistosos, torneios, campeonato, exibições esportivas, práticas esportivas. As atividades previstas no turismo ecológico podem, em geral, ser realizadas; Piscinas artificiais, fontes, lagos, rios, praias, mares, montanhas, parques de diversão, parques temáticos Observação participante e interativa Deslocamento de pessoas para espaços com o meio ambiente; prática de longas naturais, com ou sem equipamentos caminhadas; escalada; desbravamento e receptivos, motivadas pelo abertura de trilhas; desejo/necessidade de fruição da Esportes radicais, como rafting, natureza, observação passiva da flora, da canyoning, off-road, rapel; caça e fauna, da paisagem e dos aspectos cênicos pesca; pontos geográficos: rios, ilhas, do ambiente. montanhas, chapadas,etc. Deslocamentos de executivos e homens de negócios que afluem aos grandes centros empresariais e cosmopolitas a fim de efetuarem transações e atividades profissionais, comerciais e industriais, empregando seu tempo livre no consumo de recreação e entretenimento típicos desses grandes centros, incluindo-se também a freqüência a restaurantes com gastronomia típica e internacional. Deslocamento de peregrinos que se destinam a centros religiosos, motivados pela fé em distintas crenças. Deslocamento de pessoas com fins terápicos específicos e/ou alternativos voltados à estética, harmonização psicossomática, fisioterapia, reequilíbrio de funções nervosas, musculares e de movimentos. Deslocamento de pessoas a espaços rurais, em roteiros programados ou espontâneos, com ou sem pernoite para fruição dos cenários e instalações rurícolas. zonas comerciais, zonas industriais, zonas financeiras; Cerimônias, ritos e celebrações religiosas; igrejas e templos. Spas, fitness centers Atividades próprias da zona rural: andar a cavalo, ordenhar vacas, passear de carroça, tomar banho de rio e cachoeira, etc.; fazendas; gastronomia típica; arquitetura e design rústicos. Deslocamento de pessoas para espaços naturais, com ou sem roteiros Múltiplas formas de treinamento e programados e ausência ou insipiência de sobrevivência na selva e em outros equipamentos receptivos, motivados pela locais inóspitos, ou ainda não atração exercida pelo desconhecido e desbravados; contato com culturas desejo de enfrentar situações de desafio primitivas; esportes radicais; físico e emocional. Demanda específica de turistas potenciais que se destinam a núcleos receptores eleitos para a realização de congressos e seminários de distintos assuntos e especialidades. Congressos, convenções, assembléias, simpósios, seminários, reuniões, ciclos, sínodos, concílios. 131

3 Individual Organizado Social Intensivo Extensivo Itinerante TABELA III FORMAS DE TURISMO Conjunto de atividades necessárias ao planejamento e à execução de viagens, sem o concurso de qualquer entidade de natureza turística. Conjunto de atividades turísticas programado, administrado e organizado por agencias de viagens ou qualquer outra organização que envolva grupos de pessoas. Forma de turismo organizada para pessoas de camadas sociais cujas rendas, sem ajuda de terceiros, não lhes permitiriam a programação. Conjunto de programações turísticas em que as pessoas permanecem baseadas ou hospedadas em um receptivo único, ainda que efetuem passeios e excursões a outros lugares. Refere-se à hospedagem e ao conjunto de atividades em um mesmo núcleo, com duração de elo menos três semanas. Dá-se quando a programação turística se compõe de visitas ao maior número possível de núcleos receptivos, em uma viagem única, com estada curta em cada um dos locais visitados. A técnica GRAMO consiste de duas fases: modelagem de domínio e modelagem de usuários (Tabela IV). TABELA IV FASES, ATIVIDADES E PRODUTOS DA TÉCNICA GRAMO T É C N I C A G R A M O Fases Tarefas Produtos Domínio Usuários Conceitos Objetivos Papéis Interações Variabilidades Aquisição Representação Modelo de Domínio (Modelo de Conceitos, Modelo de Objetivos, Modelo de Papéis e Modelo de Interações) Modelo de Usuários uma técnica de aquisição explícita ou implícita. Após a aplicação da técnica é feita a representação das informações dos usuários em um modelo de usuários baseado em ontologias. Quando necessário, são feitas manutenções das informações sobre usuários contidas no modelo de usuários. IV. ONTOTUR: UM MODELO DE DOMÍNIO E USUÁRIOS DA ÁREA TURÍSTICA BASEADO EM ONTOLOGIAS ONTOTUR é um modelo de domínio e usuários da área turística. A ONTOTUR foi construída através de instanciações de meta-classes da ONTODUM correspondentes a modelagem de domínio e a modelagem de usuários. A. Domínio 1) Conceitos Na modelagem de conceitos, é instanciada a meta-classe modelo de conceitos contendo os conceitos e os relacionamentos do domínio. De acordo com a análise da área turística apresentada na seção II., os seguintes conceitos foram identificados e apresentados no modelo de conceitos (Fig. 1). Manutenção A fase de modelagem de domínio consiste das seguintes tarefas: modelagem de conceitos, modelagem de objetivos, modelagem de papéis, modelagem de interações e modelagem de variabilidades, que geram os produtos modelo de conceitos, modelo de objetivos, modelo de papéis e modelo de interações. O produto desta fase é um modelo de domínio, composto de modelos de conceitos, de objetivos, de papéis e de interações. A modelagem de conceitos é feita paralelamente as modelagens de objetivos, papéis e interações. Na modelagem de conceitos são identificados conceitos e relacionamentos do domínio, que são representados no modelo de conceitos. Na modelagem de objetivos são identificados o objetivo geral, os objetivos específicos e as responsabilidades, que são representados no modelo de objetivos. Na modelagem de papéis são identificados os papéis e seus respectivos atributos, que são representados no modelo de papéis. Na modelagem de interações são identificadas as interações que ocorrem entre papéis ou entre papéis e entidades externas, que são representados no modelo de interações. A modelagem de variabilidades consiste em classificar as instâncias dos conceitos de objetivo geral, objetivo específico, papel, responsabilidade, atividade e recurso em conceitos fixos e variáveis. A fase de modelagem de usuários consiste das seguintes tarefas: aquisição, representação e manutenção das informações dos usuários. O produto desta fase é um modelo de usuários. A aquisição das informações dos usuários é feita utilizando Fig. 1 Modelo de Conceitos da ONTOTUR 2) Objetivos Na modelagem de objetivos, é instanciada a meta-classe modelo de objetivos contendo os objetivos gerais e específicos e as responsabilidades. De acordo com a análise da área turística apresentada na seção II., foi identificado o problema principal a ser abordado, satisfazer as necessidades de serviços turísticos do usuário. Esse problema sugere o objetivo geral do sistema. Este objetivo geral pode ser refinado nos objetivos específicos satisfazer as necessidades de alimentação, satisfazer as necessidades de entretenimento, satisfazer as necessidades de hospedagem e satisfazer as necessidades de transporte. O cumprimento do objetivo específico satisfazer as necessidades de alimentação requer o exercício de algumas responsabilidades, entre elas alimentação do turista, intermediação dos serviços turísticos e intermediação dos serviços turísticos internacionais. O cumprimento do objetivo específico satisfazer as necessidades de entretenimento requer o exercício de algumas responsabilidades, entre elas entretenimento do turista, intermediação dos serviços turísticos e intermediação dos serviços turísticos internacionais. O cumprimento do objetivo específico satisfazer as necessidades de hospedagem requer o 132

4 exercício de algumas responsabilidades, entre elas, acomodação do turista no destino, intermediação dos serviços turísticos e intermediação dos serviços turísticos internacionais. O cumprimento do objetivo específico satisfazer as necessidades de transporte requer o exercício de algumas responsabilidades, entre elas, deslocamento do turista e seus pertences ao destino e vice-versa, intermediação dos serviços turísticos e intermediação dos serviços turísticos internacionais (Fig. 2). específicos do transporte, da alimentação, do entretenimento e da hospedagem. Para o alcance do objetivo específico satisfazer as necessidades de transporte foram identificados os seguintes papéis: agência de viagens, operadora turística e empresa de transporte. Os papéis no cumprimento de suas responsabilidades realizam atividades, que origina as interações e as entidades externas mostradas na Fig. 4. Fig. 2 Modelo de Objetivos da ONTOTUR 3) Papéis Na modelagem de papéis, é instanciada a meta-classe modelo de papéis contendo os papéis, as responsabilidades, as atividades e os recursos. Foram criados sete modelos de papéis: o modelo de papel geral e os modelos de papéis específicos da agência de viagens, da operadora turística, da empresa de alimentação, da empresa de transporte, da empresa de entretenimento e da empresa de hospedagem. Por exemplo, a responsabilidade intermediação de serviços turísticos, especificada no modelo de objetivos da área turística, sugere o papel agência de viagens. Para que o papel agência de viagens cumpra com a sua responsabilidade de intermediação de serviços turísticos são identificadas as seguintes atividades: reservar bilhetes, vender bilhetes, reservar hospedagem, criar pacotes nacionais, legalizar documentação do turista, reservar ingressos, vender ingressos, reservar mesas e reservar camarote (Fig. 3). Fig. 3 Modelo de Papéis Específico da Agência de viagens da ONTOTUR 4) Interações Na modelagem de interações, são criadas instâncias da meta-classe modelo de interações contendo as interações entre papéis e entre papéis e entidades externas. Foram criados quatro modelos de interações: modelo de interações Fig. 4 Modelo de Interações Específico do Transporte da ONTOTUR 5) Variabilidades Na modelagem de variabilidades, é feita uma atualização dos modelos de conceitos, de objetivos e de papéis de acordo com uma classificação das instâncias dos conceitos (objetivos geral e específicos, responsabilidades, papéis, atividades e recursos) em fixos e variáveis (Tabela V). TABELA V MODELAGEM DE VARIABILIDADES Objetivos Responsabilidades Papéis Atividades Geral Específicos Alimentação do turista Entretenimento do turista Deslocamento do turista e seus pertences Intermediação dos serviços turísticos Intermediação dos serviços turísticos internacionais Empresa de transporte Empresa de alimentação Empresa de hospedagem Empresa de entretenimento Agencia de viagem Operadora turística Criar pacotes nacionais Criar pacotes internacionais Disponibilizar cartões de assistência internacional Legalizar documentação do turista Reservar bilhetes Reservar hospedagem Reservar ingressos Reservar camarotes Reservar mesas Vender bilhetes Vender ingressos Checar bagagem Checar convite/ingresso Checar bilhete/documentação Checar reserva/documentação Deslocar turista Disponibilizar acomodação Preparar alimentação Servir alimentação Vender convite/ingresso Vender hospedagem VARIABILIDADE Variáveis O modelo de domínio da área turística é composto do modelo de conceitos, do modelo de objetivos, do modelo de papel geral, dos modelos de papéis específicos da agência de 133

5 viagens, da operadora turística, da empresa de alimentação, da empresa de transporte, da empresa de entretenimento e da empresa de hospedagem, modelo de interações específicos do transporte, da alimentação, do entretenimento e da hospedagem. B. Usuários 1) Aquisição das informações dos usuários Na aquisição das informações dos usuários, são criadas instâncias da meta-classe técnicas de aquisição contendo a técnica de aquisição usada para o recolhimento das informações dos usuários. São criadas instâncias das metaclasses: entidade externa, preferências e objetivo do usuário. A aquisição das informações dos usuários foi feita usando a técnica explícita, onde primeiramente é aplicado um questionário para colher informações do usuário. Após o recolhimento das informações, o usuário é inserido em um estereótipo: rural, científico, congressual, cultural, ecoturismo, férias, negócios, aventura, desportivo, eventos, urbano, saúde, ecológico e religioso, que classifica a entidade externa usuário em: turista rural, turista científico, turista congressual, turista cultural, turista eco-turismo, turista férias, turista negócios, turista aventura, turista desportivo, turista eventos, turista urbano, turista saúde, turista ecológico e turista religioso. São identificadas as preferências, por exemplo, gastronomia típica, parques aquáticos, parques temáticos; do objetivo do usuário, por exemplo: descansar e se divertir, entrar em contato com a natureza e realizar estudos e pesquisas; 2) Representação das informações dos usuários Na representação das informações dos usuários, são criadas instâncias da meta-classe modelo de usuários, contendo as informações sobre os usuários, que foram recolhidas na fase de aquisição das informações dos usuários. Foram criados quinze modelos de usuário da área turística: modelo de usuário geral do turista, modelos de usuários específicos rural, científico, congressual, cultural, ecoturismo, férias, negócios, aventura, desportivo, eventos, urbano, saúde, ecológico e religioso. Por exemplo, as informações adquiridas do usuário científico da área turística são representadas no modelo de usuários específico científico (Fig. 5). Fig. 5 Modelo de Usuários Específico do Turista Científico da ONTOTUR V. CONCLUSÕES Neste artigo foi apresentada a ONTOTUR, um modelo de domínio e usuários da área turística. A ONTOTUR foi construída através da aplicação da técnica GRAMO, que define as atividades para a aquisição e construção de modelos de domínio e usuários. A especificação da ONTOTUR foi feita através da instanciação da ONTODUM, uma ontologia genérica que representa o conhecimento da técnica e facilita sua aplicação. Através deste trabalho se está disponibilizando o conhecimento do domínio turístico em uma representação formal para que seja possível seu reuso no desenvolvimento de aplicações de software para problemas específicos desse domínio. A ONTOTUR está sendo reutilizada no desenvolvimento de um framework multiagente [14] [18] para a recuperação e filtragem de informação na área turistica [5]. A ONTOTUR também está sendo utilizada como subsídio para a construção de uma linguagem especifica de domínio para a recuperação e filtragem de informação na área turística [16]. VI. REFERÊNCIAS Periódicos: [1] B. Chandrasekaran, J. R. Josephson and V. R. Benjamins, What Are Ontologies, and Why Do We Need Them?, IEEE Intelligent Systems, v.14 n.1, pp.20-26, January Livros: [2] J. V. Andrade, Turismo: fundamentos e dimensões, 8 ed. São Paulo: Ática, 2000, p [3] M. A. Acerenza, Promoção Turística: Um Enfoque Metodológico, São Paulo: Pioneira, [4] M. C. Beni, Análise Estrutural do Turismo, 8 ed. São Paulo: SENAC, 2002, p , Artigos publicados em Anais: [5] A. Lindoso, R. Girardi e I. Ribeiro, Uma Experiência no Projeto de um Framework Multiagente para a Filtragem e Recuperação de Informação, Artigo submetido. [6] C. Faria, R. Girardi e I. Serra, Domínio e Usuários baseada em Ontologias na Engenharia de Domínio Multiagente, artigo submetido. [7] C. Faria, e R. Girardi, Especificação de uma Ontologia Genérica para a Análise de Requisitos da Engenharia de Aplicações Multiagente, Anais do III Congresso Brasileiro de Computação (CBComp 2003), UNIVALI, Itajaí, Santa Catarina, Brasil, Ed. UNIVALI, pp [8] C. Faria, I. Oliveira, e R. Girardi, Especificação de uma Ontologia Genérica para a Construção de Modelos de Usuários, Anais da 3ª Joranada Ibero-Americana de e Engenharia do Conhecimento (JIISIC 2003), Valdivia, Chile, Ed. LOM Ediciones Ltda., pp [9] N. Guarino, Formal Ontology and Information Systems, Proceedings of the 1 st International Conference on Formal Ontologies in Information Systems (FOIS 1998), Trento, Italy, IOS Press, pp [10] R. Girardi, baseada em Agentes, Anais do IV Congresso Brasileiro de Ciência da Computação, Itajaí, Santa Catarina, Brasil, a ser publicado. [11] R. Girardi, Multi-Agent Domain Engineering, Proceedings of the 3 rd Ibero-American Symposium on Software Engineering and Knowledge Engineering (JIISIC 2003) at Scientific Cooperation, Valdívia, Chile, Universidad Nacional de Jujuy, pp [12] R. Girardi, Reuse in Agent-based Application Development, Proceedings of the 1 st International Workshop on Software Engineering 134

6 for Large-Scale Multi-Agent Systems (SELMAS 2002) at ICSE 2002, Orlando, Florida, United States. [13] R. Girardi, and C. Faria, A Generic Ontology for the Specification of Domain Models, Proceedings of the 1 st International Workshop on Component Engineering Methodology (WCEM 2003) at Second International Conference on Generative Programming and Component Engineering, Efurt, Germany, Ed. Sven Overhage and Klaus Turowski, pp [14] S. Ferreira, R. Girardi e C. Faria, Projeto de Domínio baseado em Ontologias na Engenharia de Domínio Multiagente, artigo submetido. Dissertações e Monografias: [15] C. Faria, Uma Técnica para a Aquisição e Construção de Modelos de Domínio e Usuários baseados em Ontologias para a Engenharia de Domínio Multiagente, Dissertação (Mestrado em Engenharia de Eletricidade) Área de Ciência da Computação, Departamento de Engenharia Elétrica, Universidade Federal do Maranhão UFMA, [16] I. Serra, Uma Abordagem Gerativa para a Engenharia de Domínio Multiagente, Dissertação (Mestrado em Engenharia de Eletricidade) Área de Ciência da Computação, Departamento de Engenharia Elétrica, Universidade Federal do Maranhão UFMA, [17] N. Cerveira, Desenvolvimento de um Modelo de Domínio baseado em Ontologias para a Área Turística, Monografia de Especialização, CEAPS, Departamento de Informática, Universidade Federal do Maranhão - UFMA, [18] S. Ferreira, Uma Ferramenta e Técnica para o Projeto de Domínio Global e Detalhado de Sistemas Multiagente, Dissertação (Mestrado em Engenharia de Eletricidade) Área de Ciência da Computação, Departamento de Engenharia Elétrica, Universidade Federal do Maranhão UFMA, VII. BIOGRAFIAS Carla Gomes de Faria Mestre em Ciência da Computação, Universidade Federal do Maranhão, UFMA, Brasil, Especialista em Análise e Projeto de Sistemas, Universidade Federal do Maranhão, UFMA, Brasil, Graduada em Processamento de Dados, Centro Universitário do Maranhão, UNICEUMA, Brasil, Atua como Assistente de Pesquisa em projeto de desenvolvimento de sistemas multiagente, com apoio do CNPq. Possui publicações em anais de eventos nacionais e internacionais relacionados com suas atividades de pesquisa. Profª Rosario Girardi (http://maae.deinf.ufma.br/rgirardi.html) Doutor em Informática, Universidade de Genebra, Suíça, Mestre em Ciência da Computação, UFRGS, Brasil, Engenheiro de Sistemas em Computação, UdelaR, Uruguai, Professor Adjunto da Universidade Federal do Maranhão. Atua como docente, pesquisador e orientador no Curso de Pós-graduação em Engenharia Elétrica e no Curso de Graduação em Ciência da Computação. Suas áreas de especialização e pesquisa são Engenharia de Software e Engenharia de Conhecimento. Coordena projetos de pesquisa na área de desenvolvimento de sistemas multiagente, com apoio do CNPq. Raimundo Osvaldo Vieira Graduando em Ciência da Computação, Universidade Federal do Maranhão, UFMA, Brasil. Atua como Bolsista do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica (PIBIC/UFMA). 135

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