OAB 140º - 1ª Fase Extensivo Semanal Disciplina: Direito Tributário Professor Alexandre Mazza Data: 08/09/2009

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1 TEMAS ABORDADOS EM AULA 4ª Aula: Impostos (continuação), Impostos Residuais e Extraordinários de Guerra, Taxa e Tarifa, Contribuição de Melhoria, Empréstimos Compulsórios. Comentário Exame 138: Recomenda-se a leitura do Art. 96 do CTN em diante. IMPOSTOS (continuação) 1) Qual a COMPETENCIA IMPOSITIVA (para criar imposto) DO DISTRITO FEDERAL? A Competência do DF é a SOMATORIA DA COMPETENCIA ESTADUAL E MUNICIPAL. O DF é equiparado a um Estado membro, porem não é (esta dentro do Estado de Goiás, mas não pertence a nenhum Estado). O DF cobre os impostos Estaduais e Municipais. 2) Quem cobra impostos nos Territórios Federais? Territórios são pessoa jurídica de Direito Publico (fazem parte de federação). O conceito mais difundido é aquele de que os Territórios seriam AUTARQUIAS TERRITORIAIS (entidades da administração pública indireta). Atualmente não temos nenhum. Se o território NAO for dividido em municípios a união cobra tudo. Se o território FOR criado com municípios a união cobra os impostos federais e estaduais e os municípios os municipais. 3) Comparação: O que são IMPOSTOS RESIDUAIS e IMPOSTOS EXTRAORDINARIOS DE GUERRA? IMPOSTOS RESIDUAIS IMPOSTO EXTRAORDINARIO DE GUERRA (IEG) 154, I, CF 154, II, CF Competência da União Competência da União Impostos residuais são impostos novos, sem previsão não constituição. Ex: IVA (imposto sobre valor agregado): não existe no Br: se ele fosse criado, ele seria residual; IGC (imposto sobre ganho de capital): não existe no Br: ele é mais ou menos tributado no IR; MONOTRIBUTO (imposto único:; Argentina); IVVC (imposto sobre venda a varejo de combustível): não existe mais no Br É por Lei Complementar (não admite MP) É por Lei Ordinária: admite MP * Não podem ter base de calculo e fato gerador de outro imposto (não podem bi tributar) * Podem ter BC e FG de outro imposto (podem bi tributar). Eles podem ter BC e FG de um outro imposto, mesmo que este imposto seja estadual ou municipal (isto porque o IEG são criados em casos tão graves, que a CF autoriza isso). - 1

2 TAXAS São TRIBUTOS VINCULADOS: porque pressupõe uma atividade estatal: primeiro o Estado age e depois efetua a cobrança. São TRIBUTOS BILATERAIS: o Estado age e o contribuinte paga (diferente de imposto, pois o contribuinte age e paga): Sempre haverá uma atividade governamental. Atividade Remuneratória Atividade Retributiva Tributo Contra prestacional: Estado presta o serviço e contribuinte contra presta Tributos Sinalagmaticos: as 2 partes tem obrigações recíprocas: o Estado realiza a atividade e o contribuinte efetua o pagamento. Taxas são criadas por LO (cria imposto, taxa e contribuição) Competência: União, Estados, DF e Municípios: COMPETENCIA COMUM (não se fala em comporta concorrente aqui): quem realiza a atividade pode realizar a cobrança. *Q : base de calculo da taxa : art. 145, 2 CF: as taxas não terão BC própria de impostos : muitos acham que o 145, 2 é uma proibição constit ucional de bi tributação. NAO É VERDADE: há 500 municípios no Br que não cobram nenhum imposto: não cobram, pois são municípios tão pobres, pois a cobrança do imposto é financeiramente inviável (ter um cara para cobrar o IPTU é mais caro do que se ganha com a arrecadação). Base de Calculo própria de imposto (é VALOR) é diferente de uma BC própria de taxa (CUSTO): ex: Taxa cobrada sobre Valor venal de imóvel é inconstitucional (Valor é BC de imposto e não de taxa). O 145 proíbe essa inversão (taxa não pode ter valor na bc de valor; custo não pode ter valor na bc do imposto). Taxa é diferente de TARIFA: q muito polemica. Tar ifa = sinônimo de Preço Publico. TAXA É tributo: conseqüência: taxa tem que respeitar os Princípios da Legalidade e Anterioridade Cobrada quando o Estado presta DIRETAMENTE um serviço publico. Ex: rodovia dos Tamoios: é o próprio Estado explorando (não foi concedido a ninguém). Se houvesse um pedágio na Tamoios seria uma Taxa, pois seria o próprio Estado de SP cobrando. Para o STF a taxa é cobrada quando há um SERVIÇO DE FRUIÇÃO OBRIGATORIA (se não houver outra maneira do usuário se beneficiar daquele serviço). Ex: serviço de coleta de esgoto: natureza de taxa São de 2 tipos TARIFA Não é tributo: conseqüência: não tem Legalidade (não precisa de lei nem pra criar), nem Anterioridade (não há intervalo mínimo: posso criar hoje e exigir amanha). Remuneração paga pelo usuário quando o serviço é prestado INDIRETAMENTE pelo Estado (quando um concessionário ou permissionário de um serviço: particulares que prestam serviço público no lugar do Estado). O que pagamos para os concessionários ou permissionários é tarifa (ex: na Anchieta: Ecovias: cobra pedágio dos usuários: pedágio com natureza de tarifa). Para o STF a tarifa é cobrada quando há um SERVICO DE FRUIÇÃO FACULTATIVA (quando há outra maneira do usuário se beneficiar: ex: posso ir pra Santos a pé ou de ônibus). Ex: rodovia: o que pagamos de pedágio tem natureza de tarifa, pois podemos fazer um outro caminho e não pegar aquela estrada. - 2

3 Existem 2 tipos de taxa: a) Taxas de Policia: são aquelas cobradas quando o Estado exerce FISCALIZAÇÃO sobre o particular. Ex: taxa de fiscalização ambiental (TFA): é o IBAMA que fiscaliza (em regra por conta de denuncias), taxa para obtenção de licenciamento (qualquer um: de carro, ambiental); taxa para obtenção de certidões. Essa FISCALIZAÇÃO tem que ser EFETIVA: 145, II, CF O conceito de poder de policia esta no artigo 78 do CTN. Portanto existe no Brasil um conceito legislativo de poder de policia. b) Taxas de Serviço: é aquela cobrada quando o Estado presta serviço publico especifico e divisível ao contribuinte. (em latim: UTI SINGULI = de uso individual = de fruição individual = serviço especifico e divisível). Exemplos: - Taxa judiciária - Transporte público - Água encanada - Gás canalizado - Energia residencial (taxa de luz) - Telefonia fixa; Ex. se a telefônica quebrar hoje, amanha o Estado tem que assumir a administração; Atenção: se o serviço for INDIVISIVEL a taxa será INCONSTITUCIONAL: UTI UNIVERSI = de uso universal = beneficia a coletividade inteira de forma difusa: então eu não consigo cobrar um valor justo, pois não da para verificar o custo em relação a cada contribuinte. Exemplos: - Taxa de iluminação publica (os municípios tentam cobrar dos moradores da rua: mas isso não é justo, pois não são apenas os moradores que se beneficiam: todas as pessoas que passarem pela rua se beneficiam). - Taxa de coleta de lixo: inconstitucional: porque a coleta do lixo cria um beneficio coletivo: não consigo medir o beneficio para cada contribuinte individualmente (o único jeito justo de cobrar a taxa de coleta de lixo é pesando o lixo: Japão). Obs.: taxa de serviço pode ser cobrada pela utilização EFETIVA ou POTENCIAL. Potencial é serviço à disposição do contribuinte (Às vezes o contribuinte não usou o serviço, mas ele estava disponível). Exemplo de uso potencial: assinatura de telefonia fixa: mesmo que eu não faça uma única ligação pagarei um valor mensal fixo: isso porque deixar a linha à disposição do usuário tem um custo. CONTRIBUIÇÕES DE MELHORIA São tributos vinculados (pressupõe uma atividade Estatal, ou seja, o Estado age e o Contribuinte paga). Criado por Lei Ordinária e de competência comum da União, Estados, DF e Municípios. É cobrado quando é realizada (feito) uma obra pública que valoriza imóvel do contribuinte, esta será a Hipótese de Incidência da Contribuição de Melhorias. Existem dois limites quanto ao valor do Tributo: a) Global ou Total: que é o custo da obra; b) Individual: que é a valorização no imóvel. - 3

4 * Se a obra desvalorizar o imóvel, poderá haver indenização por ato ilícito contra o Estado. Mas cuidado, isso é a posição adotado no Direito Tributário, porque no Direito Administrativo, poderá ser discutido e interpretada de maneira diferente. Obs. Nunca a cobrança pode vir antes da obra, à obra tem que ser feita primeiro, para somente depois ser cobrada: Contribuição de Melhoria Decorrente (art. 145, III da CF). Importante: por causa da palavra decorrente usada no art. 145, III, CF, sua cobrança somente pode ser feita apos a obra. O que ocorre se uma obra publica desvaloriza o imóvel? (muito comum): nem sempre a estação do metro valoriza o imóvel: metro às vezes produz rachadura nos imóveis; ex: bairro nobre: construção do metro aumenta a circulação de pessoas: desvaloriza o imóvel. (a estação de metro valoriza a região, mas desvaloriza os imóveis fronteiriços); ex: construção de presídio; feira; estádio de futebol. Resposta: Do ponto de vista tributário não há solução, mas para o Direito Administrativo é possível ingressar com Ação de Indenização decorrente de Ato Licito. Como fazer a cobrança se a obra é realizada em consorcio com investimentos de varias entidades federativas? (ex: duplicação Fernão Dias: União investe 50%, Estado de SP 10%, Estado de MG 30% e Município de SP 10%). Resposta: Nesse caso, o valor arrecadado com o tributo é rateado proporcionalmente aos quinhões do investimento. Obs.: o art. 81 do CTN prevê dois limites ao valor da contribuição: trata-se de um resíduo de algo que não existe mais. a) Limite Global/Total: é o custo da obra (analiso toda a área de influencia da obra: todo o entorno da obra). b) Limite Individual: é a valorização no imóvel. Como conciliar esses dois limites: somo todas as valorizações individuais e vejo se superou o total da obra; e se tiver ultrapassado o custo da obra eu divido proporcionalmente entre cada imóvel. Previsão = 148 CF EMPRESTIMOS COMPULSORIOS Empréstimos compulsórios são TRIBUTOS RESTITUIVEIS (pago e em tese a União que depois me devolve): a entrada de valores no orçamento é uma forma provisória. Competência do EC = União EC são por Lei Complementar São cobrados em duas hipóteses: a) Calamidade Publica ou Guerra Externa (é de cobrança imediata: não tem anterioridade anual e nonagesimal): normalmente é uma tragédia da Natureza: Ex calamidade publica: enchentes, tsunami Guerra Externa: - Pode ser iminente (prestes a acontecer) ou deflagrada; - 4

5 - Tem que ser uma guerra que o Br participe; - Se a Guerra for interna/civil ou de secessão (guerra de desligamento federal): nao pode cobrar EC b) Investimento Publico Relevante (respeitada a anterioridade: a CF não explica qual anterioridade: se a anual ou a nonagesimal: para a prova é melhor colocar a corrente majoritária que diz que somente a Anual): ex: cobrança de EC para custear a transposição das águas do Rio S. Francisco: o tributo vai ser arrecadado no Br inteiro (de qualquer forma será devolvido ao contribuinte). Cuidado: Calamidade Pública, Guerra Externa e Investimento Público Relevante: O fato gerador do EC pode ser um fato qualquer, mesmo que já usado para cobrar algum outro tributo. Não são fatos geradores (assim EC podem Bi tributar: incidir sobre BC ou FG de tributo já existente). Essas são situações que autorizam a criação do Empréstimo Compulsório. Atenção: De acordo com o artigo 148, único CF, o valor arrecadado com EC fica vinculado à situação que ensejou sua cobrança. O 148, u pode ser compreendido como uma PROIBIÇÃO DO DESVIO DE FINALIDADE. Portanto, a destinação dos valores é RELEVANTE. Não se admite mais Empréstimo compulsório para situação que exija absorção temporária do poder aquisitivo ( Enxugamento da moeda, de acordo com a OAB/SP): o art. 15, III, CTN foi revogado pela CF de 88. Há duas soluções para CUSTEAR GUERRAS EXTERNAS: 1) Imposto Extraordinário de Guerra ou 2) Empréstimo Compulsório Semelhanças e diferenças: IEG Empréstimo Compulsório 154, II, CF 148, CF É da União (pois só a União tem É da União competência de direito internacional) Por Guerra Deflagrada ou Iminente Guerra Deflagrada ou Iminente Podem Bi tributar Podem Bi tributar Instituído por LO (admite MP) Instituído por LC (não admite MP) Não precisam ser restituído Exigem restituição Lacuna ideológica: a criação do IEG matou a criação do Empréstimo Compulsório, pois o IEG pode ser instituído por LO (maioria simples). Lembrar que nada impede a Cobrança simultânea de Empréstimo Compulsório de Guerra Externa. QUESTÕES SOBRE OS TEMAS 1. (OAB CESPE/2008.2)Suponha que uma unidade federativa tenha instituído uma taxa pela utilização do serviço público. Para que essa taxa atenda aos requisitos constitucionais mínimos, é indispensável que a utilização desse serviço seja - 5

6 A efetiva ou potencial. B efetiva e potencial. C específica e divisível. D específica ou divisível. 2. (OAB CESPE/2008.2) Supondo que a União tenha criado dois territórios federais em determinada área da região amazônica: o primeiro localizado em área não dividida em municípios e o segundo, em área onde há três municípios, assinale a opção correta relativamente à competência para a arrecadação dos tributos nos dois territórios. A No segundo território, tanto a arrecadação dos tributos estaduais quanto a dos municipais caberiam à União. B No primeiro território, a arrecadação dos tributos estaduais caberia ao governo do próprio território, e a dos tributos municipais, à União. C No primeiro território, tanto a arrecadação dos tributos estaduais quanto a dos municipais caberiam à União. D No segundo território, a arrecadação dos tributos estaduais caberia ao governo do próprio território, e a dos tributos municipais, à União. 3. (OAB CESPE/2008.2) Com relação à CIDE incidente sobre petróleo e derivados, caso um cidadão brasileiro decida importar derivados de petróleo, ele, consoante disposição constitucional, A poderá ser equiparado a pessoa jurídica, na forma da lei. B deverá ser, por meio de lei, isento do pagamento do tributo sobre a importação, pois a CIDE se restringe às pessoas jurídicas. C deverá pagar a CIDE em dobro, visto que estará isento do pagamento de outros tributos. D poderá optar pelo enquadramento como pessoa física ou jurídica, consoante a lei. 4. (OAB CESPE/2008.2) Na hipótese de o Brasil decretar estado de guerra, a CF oferece algumas formas de incrementar a receita federal, entre as quais não se inclui a criação de: A empréstimos compulsórios por meio de medidas provisórias. B impostos extraordinários por meio de medidas provisórias. C impostos extraordinários por meio de lei ordinária. D empréstimos compulsórios por meio de lei complementar. GABARITO: 1.A; 2.C; 3.A; 4.A - 6

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