2 Segmentação de imagens e Componentes conexas

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "2 Segmentação de imagens e Componentes conexas"

Transcrição

1 Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) Departamento Acadêmico de Informática (DAINF) Algoritmos II Professor: Alex Kutzke Especificação do Primeiro Trabalho Prático Componentes conexas de imagem PPM 1 Sumário e Objetivo O trabalho aqui especificado visa implementar um programa em linguagem C capaz de determinar as componentes conexas existentes em uma imagem I de formato PPM. O programa deve, além de apresentar uma lista das componentes conexas encontradas e seus tamanhos, ser capaz, ainda, de gerar uma nova imagem I x com as mesmas dimensões da imagem I que contenha apenas as componentes maiores que N e menores do que M pixels. Cada componente aprensentada na imagem I x deve possuir apenas uma cor. O trabalho deve ser implementado inteiramente em Linguagem C. Um pequeno relatório no formato PDF deve ser enviado juntamente ao(s) código(s) fonte do programa. A entrega deve ser realizada pelo site da disciplina até a seguinte data: 04/11/2015 às 23:59h. O trabalho deve ser realizado em dupla ou individualmente. As próximas Seções descrevem a especificação do trabalho em detalhes. 2 Segmentação de imagens e Componentes conexas A função básica do programa a ser implementado é definida como a extração de componentes conexas identificáveis em um arquivo de imagem digital. Essa função é bastante relevante para o campo de estudo de Processamento de imagens, especificamente no que se refere à segmentação de imagens digitais. 1

2 Segundo o site Wikipedia 12, segmentação de imagens se refere ao processo de dividir uma imagem digital em múltiplas regiões (conjunto de pixels) ou objetos, com o objetivo de simplificar e/ou mudar a representação de uma imagem para facilitar a sua análise. A segmentação de imagens é, tipicamente, usada para localizar objetos e formas (linhas, curvas, etc) em imagens. O resultado da segmentação de imagens é um conjunto de regiões/objetos ou um conjunto de contornos extraídos da imagem. Como resultado, cada um dos pixels em uma mesma região é similar com referência a alguma característica ou propriedade computacional, tais como cor, intensidade, textura ou continuidade. Regiões adjacentes devem possuir diferenças significativas com respeito a mesma característica(s). Como salientado no trecho acima, o resultado do processo de segmentação de uma imagem digital é um conjunto de regiões ou objetos. É comum chamar cada um dessas regiões/objetos de componentes conexas. Bastante similar ao conceito de Conectividade de Grafor, o termo componente conexa se refere a um conjunto de objetos (no caso da imagem digital, de pixels) que se conectam de alguma forma (novamente, no contexto de uma imagem digital, os pixel compartilham de alguma característica específica [cor, intensidade entre outras]). As Figuras 1, 2 e 3 apresentam exemplos de segmentações de imagens. O trabalho aqui especificado visa a implementação de um programa capaz de segmentar uma imagem digital no formato PPM. Este formato é descrito na próxima Seção. 3 Formato PPM Os formatos de imagem digital nomeados PBM (Portable BitMap), PGM (Portable GrayMap) e PPM (Portable PixMap) são protocolos de imagem digital criados pelo projeto Netpbm 3. Suas características são: simplicidade e ausência de compressão. 1 (processamento_de_imagem) 2 Refere-se aqui ao site Wikipedia apenas como uma fonte rápida de informações. O que se encaixa bem ao objetivo dessa especificação. Entretanto, é importante deixar claro que o site Wikipedia não é (por enquanto) uma fonte ciêntífica de informação e o seu uso neste texto tem um objetivo apenas informativo

3 Figura 1: Exemplo de segmentação de imagem digital. A seguir são descritas as regras de formatação para esses formatos. 3.1 Descrição do formato Cada arquivo dos formatos PBM, PGM e PPM são iniciados com dois caracteres que identificam o tipo do arquivo, também chamados de número mágico. A seguinte Tabela 1 define os tipos possíveis: Tabela 1: Tipos de imagem dos formatos PBM, PGM e PPM. Formato Número Mágico Tipo de dados Extensão Cores Portable BitMap P1 ASCII.pbm 0 1 (preto e branco) Portable GrayMap P2 ASCII.pgm (escala cinza) Portable PixMap P3 ASCII.ppm (RGB) Portable BitMap P4 binário.pbm 0 1 (preto e branco) Portable GrayMap P5 binário.pgm (escala cinza) Portable PixMap P6 binário.ppm (RGB) Os formatos com tipo de dados ASCII é legível para humanos, uma vez que utiliza caracteres da tabela ASCII na descrição da imagem. Já o tipo de 3

4 Figura 2: Exemplo de segmentação de imagem digital. dados binário, como o nome já sugere, apresenta os dados das imagens em formato de máquina. As linhas imediatamente seguintes ao número mágico podem conter comentários se iniciadas pelo caractér #. Essas linhas são ignoradas. Na sequência, dois números inteiros são apresentados, os quais representam a largura (W ) e a altura (H) da imagem em pixels, respectivamente. A próxima linha (com excessão do formato PBM), exibe um único número inteiro, o qual representa o valor máximo encontrado nos pixels da imagem (em geral, esse valor é igual a 255). As linhas seguintes descrevem os W H pixels que compõem a imagem. Para o formato PBM, os pixels são representados por 0 (preto) ou 1 (branco). Para o formato PGM, cada pixel é descrito por um valor de 0 a 255, indicando o nível de cinza. Por fim, no formato PPM, cada pixel é representado por 3 inteiros. Cada um representa o nível de uma das cores RGB (vermelho, verde e azul) e varia de 0 a 255. A seguir são apresentados exemplos de imagens nos formatos PGM e PPM. 4

5 Figura 3: Exemplo de segmentação de imagem digital. 3.2 Exemplo de imagem PGM O seguinte arquivo PGM gera a imagem exibida pela Figura 4. P2 # Shows the word "FEEP" (example from Netpbm man page on PGM)

6 Figura 4: Imagem gerada a partir do arquivo PGM apresentado (imagem aumentada). O seguinte arquivo PPM gera a imagem exibida pela Figura 5. P3 # The P3 means colors are in ASCII, then 3 columns and 2 rows, # then 255 for max color, then RGB triplets Figura 5: Imagem gerada a partir do arquivo PPM apresentado (imagem aumentada). As implementações deste trabalho devem considerar apenas o formato PPM, com tipo de dados ASCII, ou seja, com número mágico P3. 4 Instruções de implementação O trabalho deve ser realizado em duplas ou individualmente. A implementação deve ser inteiramente em linguagem C e deve fazer uso dos Tipos 6

7 Abstratos de Dados Lista e Pilha apresentados durante as aulas da disciplina. O programa deverá receber 4 parâmetros através da linha de comando: $./componentes_conexas arquivo_entrada.ppm arquivo_saida.ppm MIN MAX São eles: arquivo entrada.ppmnome do arquivo de imagem em formato PPM a ser analisado; arquivo saida.ppm: Nome do arquivo de imagem em formato PPM a ser gerado pelo programa; MIN: Número mínimo de pixels que uma componente conexa deve possuir para ser apresentada no arquivo de saída; MAX: Número máximo de pixels que uma componente conexa pode possuir para ser apresentada no arquivo de saída. A especificação das estruturas de dados utilizadas na implementação, bem como o uso da pilha e da lista, é livre. Cada dupla ou aluno pode definir a forma que lhes parecer melhor. Entretanto, é importanto que essas escolhas de implementação estejam explicadas no relatório entregue junto à implementação. Uma sugestão seria utilizar a pilha para auxiliar no algoritmo de detecção de componentes conexas, a lista para armazenar estruturas que representam uma componente conexa e uma matriz de estrutura para armazenar a imagem. Por exemplo (é só um exemplo, não foi testado): typedef struct{ // valores de rgb int r,g,b; // informa se o pixel ja foi visitado int visitado; // informa a qual componente o pixel pertence int id_componente; }ponto_rgb; typedef struct{ 7

8 int id, tamanho; }componente; ponto_rgb ** imagem; Dois pixels P 1 e P 2 devem ser considerados similares através da seguinte regra: diferenca = ( P 1.r P 2.r ) + ( P 1.g P 2.g ) + ( P 1.b P 2.b ) (1) Se diferenca < 30, então pixel P1 e pixel P2 são similares entre si. Não é permitido o uso de recursão na implementação deste trabalho. A seguir seguem alguns exemplos de execução do programa a ser implementado: 8

9 4.1 Exemplo 1: U Imagem u.ppm MAX: MIN: 5000 Componentes conexas: 2 - Componente 1: XXXXX pixels - Componente 2: YYYYY pixels Figura 6: Imagem original à esquerda e imagem gerada pelo programa à direita. 9

10 4.2 Exemplo 2: Manchas Imagem 4comp_conex.ppm MAX: MIN: 1000 Componentes conexas: 4 - Componente 1: XXXXX pixels - Componente 2: YYYYY pixels - Componente 3: ZZZZZ pixels - Componente 4: WWWWW pixels Figura 7: Imagem original à esquerda e imagem gerada pelo programa à direita. 10

11 4.3 Exemplo 3: Imagem real Imagem paisagem.ppm MAX: MIN: 50 Componentes conexas: Componente 1: XXXXX pixels - Componente 2: YYYYY pixels... - Componente 27878: WWWWW pixels Figura 8: Imagem original acima e imagem gerada abaixo. 11

12 5 Relatório O trabalho entregue deve conter um pequeno relatório (não mais de 3 páginas) que descreva os principais detalhes de implementação e apresente alguns testes realizados com imagens de teste. Os testes devem apresentar a imagem de entrada, a saída do programa e a imagem gerada. 6 Entrega O trabalho deve ser entregue através do site da disciplina: Na opção Atividades, encontre a atividade Trabalho 1 e preencha o formulário para a submissão do trabalho. Utilize a senha dada pelo professor durante a aula. Cada grupo pode realizar quantas submissões forem necessárias, pois apenas a mais recente será considerada. Qualquer dúvida entre em contato através do utfpr.edu.br 12

1 Introdução. 2 Especificação

1 Introdução. 2 Especificação Bacharelado em Ciência da Computação DINF / UFPR CI067 - Oficina de Computação 2. semestre 2012 Prof. Luiz Eduardo S. de Oliveira Prof. Diego Roberto Antunes 29/11/2012 Releases - Histórico: r0 29/11/2012

Leia mais

Imagem e Gráficos. vetorial ou raster?

Imagem e Gráficos. vetorial ou raster? http://computacaografica.ic.uff.br/conteudocap1.html Imagem e Gráficos vetorial ou raster? UFF Computação Visual tem pelo menos 3 grades divisões: CG ou SI, AI e PI Diferença entre as áreas relacionadas

Leia mais

Motivação Por que estudar?

Motivação Por que estudar? Aula 04 Imagens Diogo Pinheiro Fernandes Pedrosa Universidade Federal Rural do Semiárido Departamento de Ciências Exatas e Naturais Curso de Ciência da Computação Motivação Por que estudar? Imagens digitais

Leia mais

Mídias Discretas. Introdução à Ciência da Informação

Mídias Discretas. Introdução à Ciência da Informação Mídias Discretas Introdução à Ciência da Informação Mídias Discretas Mídias discretas (estáticas) Texto Gráficos e Imagens Estáticas Caracteres são convertidos para uma representação com um número fixo

Leia mais

TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008/1 2 PERÍODO MÓDULO 3 AVALIAÇÃO MP2 DATA 2/10/2008 ESTRUTURAS DE DADOS 2008/2

TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008/1 2 PERÍODO MÓDULO 3 AVALIAÇÃO MP2 DATA 2/10/2008 ESTRUTURAS DE DADOS 2008/2 TECNOLOGIA EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS TURMA 2008/1 2 PERÍODO MÓDULO 3 AVALIAÇÃO MP2 DATA 2/10/2008 ESTRUTURAS DE DADOS 2008/2 Dados de identificação do Acadêmico: Nome: Login: CA: Cidade:

Leia mais

DAINF - Departamento de Informática

DAINF - Departamento de Informática DAINF - Departamento de Informática Algoritmos 2 - Árvore binária de busca Prof. Alex Kutzke ( http://alex.kutzke.com.br/courses ) 30 de Novembro de 2015 Slides adaptados do material produzido pelo Prof.

Leia mais

Lógica de Programação, Algoritmos e Estruturas de Dados

Lógica de Programação, Algoritmos e Estruturas de Dados Lógica de Programação, Algoritmos e Estruturas de Dados Professor: Vilson Heck Junior vilson.junior@ifsc.edu.br Agenda Funções Básicas do Software; Relações entre áreas; Introdução à Algoritmos; Introdução

Leia mais

APLICATIVOS GRÁFICOS (AULA 4)

APLICATIVOS GRÁFICOS (AULA 4) Prof. Breno Leonardo G. de M. Araújo brenod123@gmail.com http://blog.brenoleonardo.com.br APLICATIVOS GRÁFICOS (AULA 4) 1 Classificação da imagem Em relação à sua origem pode-se classificar uma imagem,

Leia mais

INF1010 Lista de Exercícios 2

INF1010 Lista de Exercícios 2 INF00 Lista de Exercícios 2 Árvores. Construir algoritmo para dada uma árvore n-ária, transformá-la em uma árvore binária. 2. Qual a maior e menor quantidade de nós que podem existir em uma árvore binária

Leia mais

HTML Página 23. Índice

HTML Página 23. Índice PARTE - 4 HTML Página 23 Índice HTML - Frames... 24 Exemplo:... 24 Parâmetros utilizados para a marcação ... 25 Composições com Frames... 25 Exemplo 1.... 26 Exemplo 4.... 26 Parâmetros que Completam

Leia mais

Processamento de Imagem. Representação, Armazenamento e Formato de imagens Professora Sheila Cáceres

Processamento de Imagem. Representação, Armazenamento e Formato de imagens Professora Sheila Cáceres Processamento de Imagem Representação, Armazenamento e Formato de imagens Professora Sheila Cáceres Representação e armazenamento de imagens Process. de Imagem - Prof. Sheila Cáceres 2 Representação Matricial

Leia mais

Ajustando a página do programa... Gerando o PDF para impressão digital... Problemas ao fechar seu arquivo... Convertendo imagens RGB para CMYK...

Ajustando a página do programa... Gerando o PDF para impressão digital... Problemas ao fechar seu arquivo... Convertendo imagens RGB para CMYK... Apresentação Com intenção de otimizar o processo de trabalho aumentando a segurança na impressão do seu arquivo, a PROMIX se adequa a política dos arquivos fechados em formato PDF e incentiva seus parceiros

Leia mais

O objetivo deste artigo é demonstrar como se chegar ao cálculo do total de cores das screens 10, 11 e 12 do MSX 2+.

O objetivo deste artigo é demonstrar como se chegar ao cálculo do total de cores das screens 10, 11 e 12 do MSX 2+. Cores do MSX 2+ Resumo O objetivo deste artigo é demonstrar como se chegar ao cálculo do total de cores das screens 10, 11 e 12 do MSX 2+. 1- Introdução O MSX 2+ possui um pardão para representar as cores

Leia mais

Algoritmos e Estruturas de Dados II IEC013

Algoritmos e Estruturas de Dados II IEC013 Algoritmos e Estruturas de Dados II IEC013 Revisão: Listas Encadeadas Prof. César Melo Todos os créditos reservados ao professor Leandro Galvão Listas Encadeadas Listas encadeadas ou listas ligadas representam

Leia mais

INF 1620 Estruturas de Dados Semestre Segundo Trabalho: Jogo de Caça-Palavras

INF 1620 Estruturas de Dados Semestre Segundo Trabalho: Jogo de Caça-Palavras INF 1620 Estruturas de Dados Semestre 08.2 Segundo Trabalho: Jogo de Caça-Palavras O jogo de caça-palavras é um passatempo que consiste em descobrir palavras escondidas entre um conjunto de letras espalhadas

Leia mais

Programação II. Trabalho 2 Freecell

Programação II. Trabalho 2 Freecell Programação II Trabalho 2 Freecell 1. Objetivo O objetivo deste trabalho é implementar o jogo Freecell utilizando o Tipo Abstrato de Dados (TAD) Pilha (stack). Freecell é um jogo de cartas que tem por

Leia mais

Sistema Rodoviário Tabajara

Sistema Rodoviário Tabajara Universidade Federal do Espírito Santo Departamento de Informática Est. de Informação (INF02827) & Est. de Dados (INF01906) 2 o Trabalho Prático Período: 2008/2 Prof a Patrícia Dockhorn Costa Email: pdcosta@inf.ufes.br

Leia mais

PMR2560 Visão Computacional Quantização de cores. Prof. Eduardo L. L. Cabral

PMR2560 Visão Computacional Quantização de cores. Prof. Eduardo L. L. Cabral PMR2560 Visão Computacional Quantização de cores Prof. Eduardo L. L. Cabral Objetivos Quantização de cores redução do números de cores presentes na imagem: Métodos: Quantização uniforme; Quantização adaptativa;

Leia mais

Corel Draw. Editoração Gráfica. Professor: Jarbas Araújo CENTRO EDUCACIONAL RADIER.

Corel Draw. Editoração Gráfica. Professor: Jarbas Araújo CENTRO EDUCACIONAL RADIER. Corel Draw Editoração Gráfica Professor: Jarbas Araújo professorjarbasaraujo@gmail.com CENTRO EDUCACIONAL RADIER Padrões CMYK ou RGB? Isso causa uma enorme confusão na cabeça de clientes, e pessoas leigas

Leia mais

Carnê de Pagamento. Copyright ControleNaNet

Carnê de Pagamento. Copyright ControleNaNet Este manual é parte integrante do Software On-line Carnê de Pagamento Concebido pela equipe técnica de ControleNaNet. http://www.controlenanet.com.br Todos os direitos reservados. Copyright 2015-2017 ControleNaNet

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA SIG FORMATOS DE REPRESENTAÇÃO DE DADOS FORMATO VETORIAL

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA SIG FORMATOS DE REPRESENTAÇÃO DE DADOS FORMATO VETORIAL FORMATO VETORIAL 1 FORMATO VETORIAL Formato que utiliza como primitivas Pontos, Linhas e Polígonos, baseadas em equações matemáticas para representar imagens na computação gráfica Primitivas: elementos

Leia mais

Grupo de Usuários Java do Noroeste Paulista. Tópicos Avançados em Java

Grupo de Usuários Java do Noroeste Paulista. Tópicos Avançados em Java Grupo de Usuários Java do Noroeste Paulista Tópicos Avançados em Java Aula 1 Objetivos Programa exemplo; Programação Orientada a Objetos. Conceitos Orientada a Objetos Mundo real Conceitos Orientada a

Leia mais

Reconhecimento de cores do MSX por lógica fuzzy

Reconhecimento de cores do MSX por lógica fuzzy Reconhecimento de cores do MSX por lógica fuzzy Resumo O objetivo deste artigo é demonstrar como é possível reconhecer, em uma imagem de 24 bits, a cor mais parecida com uma das 15 cores do MSX 1. 1- Introdução

Leia mais

Visão computacional. Juliana Patrícia Detroz Orientador: André Tavares Silva

Visão computacional. Juliana Patrícia Detroz Orientador: André Tavares Silva Visão computacional Juliana Patrícia Detroz Orientador: André Tavares Silva Visão computacional Tentativa de replicar a habilidade humana da visão através da percepção e entendimento de uma imagem; Fazer

Leia mais

Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Implementação de um Sistema Simplificado de Memória Cache

Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. Implementação de um Sistema Simplificado de Memória Cache Universidade ederal de Mato Grosso do Sul acom - aculdade de Computação Linguagem de Programação Orientada a Objetos Prof. Me. Liana Duenha Implementação de um Sistema Simplificado de Memória Cache O objetivo

Leia mais

Trabalho de Programação 2 Processador CESAR

Trabalho de Programação 2 Processador CESAR Trabalho de Programação 2 Processador CESAR 1. Descrição Geral A empresa TABLETEROS S.A. assinou um contrato milionário de fornecimento de ultrabooks e teve que aumentar o número de estantes. Agora, a

Leia mais

Manual SOFIA (Software Inteligente ARPEN-SP) versão 0.1

Manual SOFIA (Software Inteligente ARPEN-SP) versão 0.1 Manual SOFIA (Software Inteligente ARPEN-SP) versão 0.1 Normatização: Provimento nº 22/2014 Corregedoria Geral de São Paulo Segue o link com a íntegra do provimento, publicado no site da ARPEN-SP, em 18/09/2014:

Leia mais

Unimed de Araraquara Coop. De Trabalho Médico Manual XML TISS Unimedara

Unimed de Araraquara Coop. De Trabalho Médico Manual XML TISS Unimedara 1. Acesso ao Sistema Em seu navegador web digite: http://www.unimedara.com.br e clique no ícone do portal TISS como segue a imagem abaixo ou acesse http://tiss.unimedara.com.br:28081/htz/pages/welcome/welcome.jsf.

Leia mais

Programação Aplicada de Computadores. Trabalho 1 Freecell

Programação Aplicada de Computadores. Trabalho 1 Freecell Programação Aplicada de Computadores Trabalho 1 Freecell 1. Objetivo O objetivo deste trabalho é implementar o jogo Freecell utilizando a estrutura de dados Pilha (stack). Freecell é um jogo de cartas

Leia mais

Trabalho GA - Editor de Cenário Isométrico

Trabalho GA - Editor de Cenário Isométrico Objetivo A tarefa consiste em criar um editor gráfico de cenários para jogos 2D com visão isométrica. O editor deve permitir que o usuário possa criar, abrir e editar mapas (tilemaps) com tileset de visão

Leia mais

Auxílio Estudantil Fase de análise

Auxílio Estudantil Fase de análise UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DIRETORIA DE GESTÃO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ASSESSORIA DE AUXÍLIO ESTUDANTIL PR UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ Auxílio Estudantil Fase de análise

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO UNIVASF SECRETARIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO STI DEPARTAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES

UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO UNIVASF SECRETARIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO STI DEPARTAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES UNIVERSIDADE FEDERAL DO VALE DO SÃO FRANCISCO UNIVASF SECRETARIA DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO STI DEPARTAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÕES MANUAL DO USUÁRIO SISTEMA DE TRAMITAÇÃO DE DOCUMENTOS Versão 3.0

Leia mais

Estrutura de Dados Básica

Estrutura de Dados Básica Estrutura de Dados Básica Professor: Osvaldo Kotaro Takai. Aula 5: Registros O objetivo desta aula é apresentar os tipos de dados definidos pelo programador, bem como exibir usos comuns desses tipos de

Leia mais

Siga nossos padrões de margens especificadas abaixo e utilize nossas matrizes (disponíveis no link Gabaritos).

Siga nossos padrões de margens especificadas abaixo e utilize nossas matrizes (disponíveis no link Gabaritos). Guia de Instruções Atenção com as margens de corte Siga nossos padrões de margens especificadas abaixo e utilize nossas matrizes (disponíveis no link Gabaritos). Sempre utilize no mínimo a 3,5mm de margem

Leia mais

1 O filtro da mediana

1 O filtro da mediana CCM0118 Computação I Departamento de Ciência da Computação IME-USP Curso de Ciências Moleculares Turma 22 Segundo Semestre de 2012 Quarto Exercício-Programa Prazo de entrega: até 4 de dezembro de 2012.

Leia mais

Teoria dos Grafos Aula 6

Teoria dos Grafos Aula 6 Teoria dos Grafos Aula 6 Aula passada Busca em grafos Busca em largura (BFS Breadth First Search) Propriedades Aula de hoje BFS implementação Complexidade Busca em profundidade (DFS) Conectividade, componentes

Leia mais

4 Detecção de Silhueta

4 Detecção de Silhueta 4 Detecção de Silhueta No decorrer deste capítulo é proposto um modelo de detecção da silhueta da mão capaz de lidar com os erros da segmentação e ruídos na sua morfologia. Num primeiro passo são considerados

Leia mais

2ª. Competição Tecnológica (Outubro/2010)

2ª. Competição Tecnológica (Outubro/2010) 2ª. Competição Tecnológica (Outubro/2010) DESCRIÇÃO A competição compreende duas fases e consiste na implementação de cinco aplicações, três na fase I e duas na fase II. Na fase I, os resultados obtidos

Leia mais

Introdução ao Processamento de Imagens Digitais Aula 01

Introdução ao Processamento de Imagens Digitais Aula 01 Introdução ao Processamento de Imagens Digitais Aula 01 Douglas Farias Cordeiro Universidade Federal de Goiás 06 de julho de 2015 Mini-currículo Professor do curso Gestão da Informação Formação: Graduação

Leia mais

Introdução a Programação. Curso: Sistemas de Informação Programação I José R. Merlin

Introdução a Programação. Curso: Sistemas de Informação Programação I José R. Merlin Introdução a Programação Curso: Sistemas de Informação Programação I José R. Merlin Programas Programas são instruções para o computador executar uma tarefa Estas instruções seguem uma lógica Lógica: modo

Leia mais

Introdução à Inteligência Artificial MAC MAC 415. Exercício Programa 1 Busca

Introdução à Inteligência Artificial MAC MAC 415. Exercício Programa 1 Busca Introdução à Inteligência Artificial MAC 5739 - MAC 415 006 Exercício Programa 1 Busca Data de Divulgação: 6 de agosto Data de Entrega: 6 de setembro 1 Objetivo Implementar os algoritmos de busca em Inteligência

Leia mais

Problema do Caminho Hamiltoniano

Problema do Caminho Hamiltoniano Universidade de São Paulo Escola de Artes, Ciências e Humanidades Bacharelado em Sistemas de Informação Introdução à Ciência da Computação II Professores Luciano Digiampietri e Fábio Nakano Data de entrega:

Leia mais

Implementação de um Sistema de Fusão de Imagens no Modelo

Implementação de um Sistema de Fusão de Imagens no Modelo Implementação de um Sistema de Fusão de Imagens no Modelo HSI 27 de novembro de 2009 O que será apresentado O que será apresentado : Problemática; O Modelo HSI; Proposta; Implementação do sistema: ; ;

Leia mais

Computação Gráfica - 12

Computação Gráfica - 12 Universidade Federal do Vale do São Francisco Curso de Engenharia da Computação Computação Gráfica - 12 jorge.cavalcanti@univasf.edu.br www.univasf.edu.br/~jorge.cavalcanti www.twitter.com/jorgecav Realismo

Leia mais

Neste tópico veremos:

Neste tópico veremos: Representação das Informações Prof. Adriano Mauro Cansian UNESP - São José do Rio Preto Linguagem Computacional Neste tópico veremos: A representação da informação. Lógica binária e informação digital.

Leia mais

COBOL DB2- CICS. Prof. Maromo [Aula 4]

COBOL DB2- CICS. Prof. Maromo [Aula 4] COBOL DB2- CICS Prof. Maromo [Aula 4] Conceitos COBOL Conceitos Na aula anterior aprendemos os comandos do ACCEPT e do DISPLAY. Agora iremos aprender comandos avançados, para que possamos utilizálos melhor.

Leia mais

LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO PARA ENGENHARIA INTRODUÇÃO À ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES

LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO PARA ENGENHARIA INTRODUÇÃO À ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES LÓGICA DE PROGRAMAÇÃO PARA ENGENHARIA INTRODUÇÃO À ORGANIZAÇÃO DE COMPUTADORES Prof. Dr. Daniel Caetano 2013-1 Objetivos Apresentar o funcionamento do computador Apresentar a função da memória e dos dispositivos

Leia mais

FATURA ELETRÔNICA DO PRESTADOR Layout do Arquivo Texto Versão 1.1.1

FATURA ELETRÔNICA DO PRESTADOR Layout do Arquivo Texto Versão 1.1.1 Orientações gerais: 1. Este layout é destinado a todos os prestadores de serviços de saúde do Ipasgo. Os prestadores pessoas físicas e pessoas jurídicas nas categorias laboratório e clínicas que apresentam

Leia mais

Formatos Imagem. Apontamentos CG + Edward Angel, Sec. 8.2. Instituto Superior Técnico Computação Gráfica 2009/2010

Formatos Imagem. Apontamentos CG + Edward Angel, Sec. 8.2. Instituto Superior Técnico Computação Gráfica 2009/2010 Formatos Imagem Apontamentos CG + Edward Angel, Sec. 8.2 Instituto Superior Técnico Computação Gráfica 2009/2010 1 Na última aula Ray-Tracing Ferramentas Utilizadas: POV-Ray 3.6 (modelling, texturing,

Leia mais

Levantamento de Classes

Levantamento de Classes Levantamento de Classes Conceito de Classe e Objeto Principais primitivas ou elementos de composição de softwares orientados a objetos Objeto elemento componente de um sistema computacional entidade que

Leia mais

PMR2560 Visão Computacional Conversão e Limiarização. Prof. Eduardo L. L. Cabral

PMR2560 Visão Computacional Conversão e Limiarização. Prof. Eduardo L. L. Cabral PMR2560 Visão Computacional Conversão e Limiarização Prof. Eduardo L. L. Cabral Objetivos Processamento de imagens: Conversão de imagens; Histograma; Limiarização. Imagem digital Uma imagem é uma matriz

Leia mais

Matrizes esparsas: definição

Matrizes esparsas: definição Matrizes esparsas: definição o objetivo é mostrar os métodos de armazenamento e manipulação de matrizes esparsas esparsidade de uma matriz é a relação entre o número de elementos nulos de uma matriz e

Leia mais

Estruturas de Dados II. Caixeiro Viajante

Estruturas de Dados II. Caixeiro Viajante Estruturas de Dados II Prof. a Mariella Berger Caixeiro Viajante 1. Objetivo O objetivo deste trabalho é implementar diferentes soluções para o problema clássico do Caixeiro Viajante. 2. Introdução O Problema

Leia mais

Propriedades da Imagem Amostragem & Quantização (Quantificação) Histograma Imagem Colorida x Imagem Monocromática. Propriedades da Imagem

Propriedades da Imagem Amostragem & Quantização (Quantificação) Histograma Imagem Colorida x Imagem Monocromática. Propriedades da Imagem Proc. Imagem Prof. Júlio C. Klafke [1] TÓPICOS DESENVOLVIDOS NESTE MÓDULO PROCESSAMENTO DE IMAGEM #02 Propriedades da Imagem Amostragem & Quantização (Quantificação) Histograma Imagem Colorida x Imagem

Leia mais

Escola Secundária com 3º Ciclo de Manuel da Fonseca

Escola Secundária com 3º Ciclo de Manuel da Fonseca Escola Secundária com 3º Ciclo de Manuel da Fonseca Exame a Nível de Escola Ao abrigo do Decreto-Lei n.º 357/2007, de 29 de Outubro Prova Escrita Aplicações Informáticas B 11º Ano Curso Científico-Humanistícos

Leia mais

Movimento do Caixa

Movimento do Caixa Movimento do Caixa http://www.controlenanet.com.br Este manual é parte integrante do Software On-line Movimento do Caixa Concebido pela equipe técnica de ControleNaNet. http://www.controlenanet.com.br

Leia mais

Programação Básica em Arduino Aula 5

Programação Básica em Arduino Aula 5 Programação Básica em Arduino Aula 5 Execução: Laboratório de Automação e Robótica Móvel O objetivo da modularização é separar o programa em módulos funcionais dividir para conquistar. Um módulo pode ser

Leia mais

1 O filtro da mediana

1 O filtro da mediana Departamento de Ciência da Computação IME-USP MAC0115 Introdução à Computação para Ciências Exatas e Tecnologia Instituto de Física Turma 21 Segundo Semestre de 2008 Quarto Exercício-Programa Prazo de

Leia mais

INF Fundamentos de Processamento de Imagens Projeto 01-A: Realce de imagens utilizando transformações de intensidade

INF Fundamentos de Processamento de Imagens Projeto 01-A: Realce de imagens utilizando transformações de intensidade INF01046 - Fundamentos de Processamento de Imagens Projeto 01-A: Realce de imagens utilizando transformações de intensidade Marcos Vinicius Cavinato - 00171774 Instituto de Informática Universidade Federal

Leia mais

2.1. Construção da Pista

2.1. Construção da Pista 2 Malha de Controle Para que se possa controlar um dado sistema é necessário observar e medir suas variáveis de saída para determinar o sinal de controle, que deve ser aplicado ao sistema a cada instante.

Leia mais

Trabalho 1 GRAFOS. 3. Implementar uma rotina chamada Dijkstra(G, o, d) que determina o menor caminho

Trabalho 1 GRAFOS. 3. Implementar uma rotina chamada Dijkstra(G, o, d) que determina o menor caminho Universidade de São Paulo Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação Departamento de Ciências de Computação SCC-203 Algoritmos e Estruturas de Dados II / 2011 Prof.ª Rosane Minghim Trabalho 1 GRAFOS

Leia mais

OpenCV. http://opencv.willowgarage.com/wiki/

OpenCV. http://opencv.willowgarage.com/wiki/ OpenCV http://opencv.willowgarage.com/wiki/ Introdução a OpenCV Geralmente, quando iniciamos estudos numa determinada linguagem de programação é comum que o iniciante implemente um pequeno programa de

Leia mais

Imagem digital. Unidade 3

Imagem digital. Unidade 3 Imagem digital Unidade 3 Objectivos Reconhecer o potencial comunicativo/ expressivo das imagens; Reconhecer as potencialidades narrativas de uma imagem; A criação de sentido nas associações de imagens

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Departamento de Informática. Fundamentos de Computação Gráfica

Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. Departamento de Informática. Fundamentos de Computação Gráfica 1. Imagens sísmicas Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Departamento de Informática Fundamentos de Computação Gráfica Aluno: Stelmo Magalhães Barros Netto Relatório do trabalho Imagens Sísmicas

Leia mais

Processamento e Reprodução de Imagem com Arduíno 1

Processamento e Reprodução de Imagem com Arduíno 1 Processamento e Reprodução de Imagem com Arduíno 1 Enrique A. Frade 1, Geiza M. H. da Silva 1 1 Universidade Federal do Estado do Rio Janeiro - (UNIRIO) Avenida Pasteur, 458 Urca Rio de Janeiro / RJ CEP:22290-240

Leia mais

Teoria da Computação. Máquinas Universais Máquina com Pilhas

Teoria da Computação. Máquinas Universais Máquina com Pilhas Máquinas Universais Máquina com Pilhas Cristiano Lehrer Introdução A Máquina com Pilhas diferencia-se das Máquinas de Turing e de Post principalmente pelo fato de possuir uma memória de entrada separada

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO DO CERTIFICADO DIGITAL A1

MANUAL DE INSTALAÇÃO DO CERTIFICADO DIGITAL A1 MANUAL DE INSTALAÇÃO DO CERTIFICADO DIGITAL A1 A instalação do certificado A1 somente poderá ser feita uma única vez em sistema operacional Windows (conforme pré-requisitos), utilizando navegador Internet

Leia mais

Análise Semântica: Verificação de Tipos

Análise Semântica: Verificação de Tipos Análise Semântica: Verificação de Tipos Introdução Verifica se as construções sintaticamente corretas possuem significado lógico dentro da linguagem Verifica a consistência da declaração e uso dos identificadores

Leia mais

Primeiro Projeto de PG: Lista de Temas Selecionados

Primeiro Projeto de PG: Lista de Temas Selecionados Primeiro Projeto de PG: Lista de Temas Selecionados Observações O sistema não pode apresentar estouro de memória, ou excessiva lentidão na execução. Haverá desconto na nota para este caso. Nenhum dos projetos

Leia mais

Gauss-Seidel para Solução de Sistemas com Matrizes Banda Usando Armazenamento Especial

Gauss-Seidel para Solução de Sistemas com Matrizes Banda Usando Armazenamento Especial Universidade Federal do Espírito Santo Departamento de Informática Algoritmos Numéricos 2016/2 Profa. Claudine Badue Trabalho 1 Objetivos Gauss-Seidel para Solução de Sistemas com Matrizes Banda Usando

Leia mais

Sistemas Distribuídos Controle de Acesso e Gerenciamento de Segurança

Sistemas Distribuídos Controle de Acesso e Gerenciamento de Segurança Sistemas Distribuídos Controle de Acesso e Gerenciamento de Segurança Departamento de Informática, UFMA Graduação em Ciência da Computação Francisco José da Silva e Silva 1 Controle de Acesso 1.1 Introdução

Leia mais

Estudando com o MATLAB

Estudando com o MATLAB Estudando com o MATLAB Curso de Extensão Docentes: > Fabiano Araujo Soares > Marcelino M. de Andrade Monitor: >Luan Felipe Aula 4: Aplicações - Parte II 1ª Parte - Estatística Aula 4-1ª Parte: Estatística

Leia mais

Por exemplo, no endereço temos:

Por exemplo, no endereço temos: O protocolo de envio de e-mail (SMTP: Simple Mail Transfer Protocol) fornece códigos que relatam todo o trâmite da mensagem. Na ocorrrência de uma situação de erro, uma mensagem de retorno é enviada ao

Leia mais

Redes de Computadores

Redes de Computadores Redes de Computadores FTP Prof. Thiago Dutra Agenda n Definição de FTP n Características do FTP n Usos Comuns do FTP n Funcionamento do FTP n Mensagens FTP n Códigos de Resposta

Leia mais

Portal Acadêmico. Navegadores. Acesse

Portal Acadêmico. Navegadores. Acesse Portal Acadêmico No Portal Acadêmico você vai encontrar material de aula, notas, frequência, situação financeira, informações da faculdade e comunicados importantes. Para acessar o Portal, siga os passos

Leia mais

Representação das Informações

Representação das Informações Representação das Informações Prof. Adriano Mauro Cansian UNESP - São José do Rio Preto Linguagem Computacional Neste tópico veremos: A representação da informação. Lógica binária e informação digital.

Leia mais

Classificação supervisionada

Classificação supervisionada Classificação supervisionada 1. Semi-automatic Classification Plugin (SCP) O SCP é um plugin do QGIS desenvolvido por Luca Congedo e utilizado para a classificação semiautomática de imagens de sensoriamento

Leia mais

Universidade Aberta da Terceira Idade Sub-Reitoria de Extensão e Cultura

Universidade Aberta da Terceira Idade Sub-Reitoria de Extensão e Cultura MANUAL DA MARCA iversidade Aberta da Terceira Idade Este manual contém todos os elementos gráficos que representam a padronização visual da marca ati. Aqui são especificados todos os formatos, tamanhos,

Leia mais

Álgebra Linear Aplicada à Compressão de Imagens. Universidade de Lisboa Instituto Superior Técnico. Mestrado em Engenharia Aeroespacial

Álgebra Linear Aplicada à Compressão de Imagens. Universidade de Lisboa Instituto Superior Técnico. Mestrado em Engenharia Aeroespacial Álgebra Linear Aplicada à Compressão de Imagens Universidade de Lisboa Instituto Superior Técnico Uma Breve Introdução Mestrado em Engenharia Aeroespacial Marília Matos Nº 80889 2014/2015 - Professor Paulo

Leia mais

Interpolação polinomial

Interpolação polinomial Quarto roteiro de exercícios no Scilab Cálculo Numérico Rodrigo Fresneda 8 de abril de 0 Guia para respostas: Entregue suas respostas às tarefas contidas no roteiro de cada uma das quatro atividades, incluindo

Leia mais

Busca em Profundidade. Busca em Grafos. Busca em Grafos. Busca em Grafos. Busca em Grafos. Os objetivos da busca são: Aplicações???

Busca em Profundidade. Busca em Grafos. Busca em Grafos. Busca em Grafos. Busca em Grafos. Os objetivos da busca são: Aplicações??? Teoria dos Grafos Introdução Prof. Humberto Brandão humberto@unifal-mg.edu.br aula disponível no site: http:bcc.unifal-mg.edu.br~humberto Universidade Federal de Alfenas Departamento de Ciências Exatas

Leia mais

Modelos. Banco de dados. Professor: Jarbas Araújo CENTRO EDUCACIONAL RADIER.

Modelos. Banco de dados. Professor: Jarbas Araújo CENTRO EDUCACIONAL RADIER. Modelos Banco de dados Professor: Jarbas Araújo professorjarbasaraujo@gmail.com CENTRO EDUCACIONAL RADIER Projeto de banco de dados Todo bom sistema de banco de dados deve apresentar um projeto, que visa

Leia mais

Sistemas-L: Implementação em Java

Sistemas-L: Implementação em Java Sistemas-L: Implementação em Java Luís Gil Setembro 2003 Conteúdo 1 Breve Introdução aos Sistemas-L 2 2 Utilização e invocação do programa 3 3 Ficheiro de descrição do sistema 4 4 Discussão da implementação

Leia mais

11 a EDIÇÃO SISTEMAS DIGITAIS

11 a EDIÇÃO SISTEMAS DIGITAIS RONALD J. TOCCI NEAL S. WIDMER GREGORY L. MOSS 11 a EDIÇÃO SISTEMAS DIGITAIS princípios e aplicações Capítulo 2 Sistemas de numeração e códigos 43 TERMOS IMPORTANTES bit de paridade byte codificação em

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS. 3ª. Lista de Exercícios

SISTEMAS OPERACIONAIS. 3ª. Lista de Exercícios SISTEMAS OPERACIONAIS INF09344 - Sistemas Operacionais / INF02780 - Sistemas Operacionais / INF02828 - Sistemas de Programação II Prof a. Roberta Lima Gomes (soufes@gmail.com) 3ª. Lista de Exercícios Data

Leia mais

Gerenciador de Processos

Gerenciador de Processos IBILCE UNESP 2012 GUIA DO USUÁRIO Gerenciador de Processos Coordenação: Prof. Dr. Carlos Roberto Valêncio IBILCE - UNESP2012 Controle do Documento Título Nome do Arquivo Autor(es) GBD Guia do Usuário GePrOC

Leia mais

Volnys Bernal 1. Trabalho Chat UDP. PSI 2653 Meios Eletrônicos Interativos I

Volnys Bernal 1. Trabalho Chat UDP. PSI 2653 Meios Eletrônicos Interativos I 2007-2017 Volnys Bernal 1 Trabalho PSI 2653 Meios Eletrônicos Interativos I 2007-2017 Volnys Bernal 2 Objetivo: Desenvolvimento de um programa chat UDP (cliente e servidor) Grupo Cada grupo deve escolher

Leia mais

Árvore AVL A seguir estudaremos árvore AVL e árvore 234. Os slides que versão sobre as árvores retro aludidas foram baseados nos slides gerados pela

Árvore AVL A seguir estudaremos árvore AVL e árvore 234. Os slides que versão sobre as árvores retro aludidas foram baseados nos slides gerados pela 488 Árvore AVL A seguir estudaremos árvore AVL e árvore 234. Os slides que versão sobre as árvores retro aludidas foram baseados nos slides gerados pela professora Elisa Maria Pivetta Cantarelli intitulados

Leia mais

PCS LABORATÓRIO DE PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS PARA A ENGENHARIA ELÉTRICA

PCS LABORATÓRIO DE PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS PARA A ENGENHARIA ELÉTRICA ESCOLA POLITÉCNICA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais PCS - LABORATÓRIO DE PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS PARA A ENGENHARIA ELÉTRICA EXERCÍCIO PROGRAMA

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DE MENSAGERIA EXPRESSA DOS CORREIOS

MANUAL DO SISTEMA DE MENSAGERIA EXPRESSA DOS CORREIOS VIG: XX.XX.XXXX 1 MANUAL DO SISTEMA DE MENSAGERIA 1 ACESSO 1.1 Digitar na barra de endereço: https://apps.correios.com.br/simex e realizar o login com o nome de usuário e senha enviados. 2 PREPARAR POSTAGEM

Leia mais

Cores em Imagens e Vídeo

Cores em Imagens e Vídeo Aula 05 Cores em Imagens e Vídeo Diogo Pinheiro Fernandes Pedrosa Universidade Federal Rural do Semiárido Departamento de Ciências Exatas e Naturais Ciência da Computação Ciência das Cores A cor é fundamentada

Leia mais

1. Selecione a Estrutura de Dados que melhor representa os diretórios ou pastas de arquivos do computador.

1. Selecione a Estrutura de Dados que melhor representa os diretórios ou pastas de arquivos do computador. 1. Selecione a Estrutura de Dados que melhor representa os diretórios ou pastas de arquivos do computador. 1) Fila 2) Pilha 3) Árvore 4) Lista 5) Grafo 2. Selecione a Estrutura de Dados que melhor representa

Leia mais

7 a Lista de Exercícios Assunto: Funções e passagem por referência com vetor e matriz (Tópico 7)

7 a Lista de Exercícios Assunto: Funções e passagem por referência com vetor e matriz (Tópico 7) 7 a Lista de Exercícios Assunto: Funções e passagem por referência com vetor e matriz (Tópico 7) Essa lista de exercícios tem como objetivo principal desenvolver algoritmos a partir dos conteúdos abordados

Leia mais

Manual aplicativo Filr Novell

Manual aplicativo Filr Novell Manual aplicativo Filr Novell Este aplicativo deve ser baixado e instalado do site da Apple. O aplicativo Filr da Novell permite que o usuário transfira arquivos do computador para o ipad e vice-versa,

Leia mais

Sistemas de Cores. Leandro Tonietto Processamento Gráfico Jogos Digitais set-09

Sistemas de Cores. Leandro Tonietto Processamento Gráfico Jogos Digitais  set-09 Sistemas de Cores Leandro Tonietto Processamento Gráfico Jogos Digitais ltonietto@unisinos.br http://www.inf.unisinos.br/~ltonietto set-09 Sumário Introdução Cores RGB HSV Referências 4-set-09 Leandro

Leia mais

PASSO A PASSO PARA PETICIONAMENTO ELETRÔNICO INICIAL DE 1º GRAU

PASSO A PASSO PARA PETICIONAMENTO ELETRÔNICO INICIAL DE 1º GRAU PASSO A PASSO PARA PETICIONAMENTO ELETRÔNICO INICIAL DE 1º GRAU Este tutorial mostra todos os passos necessários para que um advogado protocole uma petição inicial no Tribunal de Justiça do Amazonas. Apesar

Leia mais

Padrões e Tipos de Dados de Mídia. Imagem

Padrões e Tipos de Dados de Mídia. Imagem Padrões e Tipos de Dados de Mídia. Imagem CONFERENCIA 3 Ing. Yamila Díaz Suárez Revisão de tarefa Realizar um resumo sobre a gestão eletrónica de documentos. Pesquisar quais ferramentas existem. Contéudo

Leia mais

Otimização da Paleta de Cores

Otimização da Paleta de Cores Otimização da Paleta de Cores Resumo O objetivo deste artigo é apresentar a técnica de otimização da paleta de cores utilizada no MSX Viewer 5 para encontrar a melhor paleta de cores do MSX 2 e do v9990,

Leia mais

Lista de Exercícios sobre Tipos Abstratos de Dados (TAD) e Estruturas de Dados em C

Lista de Exercícios sobre Tipos Abstratos de Dados (TAD) e Estruturas de Dados em C Lista de Exercícios sobre Tipos Abstratos de Dados (TAD) e Estruturas de Dados em C 1) Escreva uma especificação de tipos abstratos de dados (TAD) para os números complexos, a + bi, onde abs(a + bi) é

Leia mais