InfoNews. Conference Autor: Vitor Manuel Rodrigues. Banco de Dados. Journaling System - A solução definitiva para. perda de dados - Parte II

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1 Dezembro 2009

2 Dezembro 2009

3 índice Editorial InfoNews Delphi Delphi Delphi Inicio este editorial parabenizando toda equipe Embarcadero pelo sucesso do Delphi Conference Personalizando DBGrid 10 Autor: Mateus Chies Conference Autor: Vitor Manuel Rodrigues Banco de Dados Journaling System - A solução definitiva para 14 perda de dados - Parte II Autor: Felipe Santos Trabalhando com campos blob do Firebird no Delphi Autor: Antonio Spitaleri.NET Visual Studio 2008 com DDEX e Firebird Autor: Luis Alexandre de Oliveira 18.NET Dicas Desafio The Club Acessando um serviço WCF com Silverlight 24 Autor: Djonatas Tenfen - Dicas Delphi 29 - Cruzada 30 Legenda Iniciante Intermediário Avançado Dezembro

4 Bem-vindo Inicio este editorial parabenizando toda equipe Embarcadero pelo sucesso do Delphi Conference, evento realizado na cidade de São Paulo no dia 24 de Novembro, que pode contar com grandes nomes da comunidade Delphi do Brasil, onde centenas de programadores Delphi puderam ao longo do dia assistir inúmeras palestras e mini-cursos. Neste mês em nossa seção Delphi estamos com mais um artigo para Delphi 2010, onde o consultor Antonio Spitaleri Neto com seu artigo Trabalhando com campos blob do Firebird no Delphi 2010, aborda o uso do novo Driver do DBExpress para Firebird, onde as incompatibilidades existentes no driver para Interbase com o banco Firebird foram corrigidas, sendo uma delas a encontrada no uso de campo blob do Firebird. Também na seção Delphi Matheus André Chies mostra como personalizar o DBgrid, incluindo imagens em seus registros. O leitor poderá dar continuidade nos estudos sobre Interbase na segunda parte do artigo de Felipe Santos Journaling System - A solução definitiva contra perda de dados. Uma dúvida constante de nossos sócios é como acessar o banco Firebird em aplicações Asp.net usando recursos semelhantes ao do SQLServer no Visual Studio, como o de arrastar e soltar os componentes de dados, e resposta é clara! Isto não é possível, pois o Data Provider disponível para Firebird não tem este tipo recurso, até surgir o DDEX (Data Designer Extensibility), assim neste mês Luis Alexandre de Oliveira no seu artigo Visual Studio 2008 com DDEX e Firebird aborda o uso deste componente para a alegria de muitos leitores. Confira também o artigo de capa Acessando um serviço WCF com Silverlight de Djonatas Tenfen. Agradeço a todos nossos associados e leitores que estiveram junto conosco ao longo deste ano, onde apesar das dificuldades e crises econômicas acreditamos que foi muito produtivo, e nos abre um novo horizonte de esperança e novos planos para Av. Profº Celso Ferreira da Silva, 190 Jd. Europa - Avaré - SP - CEP Informações: (14) Suporte: (14) Internet Cadastro: Suporte: Informações: Skype Cadastro: theclub_cadastro Skype Suporte: theclub_linha1 theclub_linha2 theclub_linha3 Copyright The Club Megazine 2009 Diretor Técnico Marcos César Silva Diagramação e Arte Vitor M. Rodrigues Revisão Tassiane Fileto Colunistas Antonio Spitaleri Neto Djonatas Tenfen Felipe Santos Luis Alexandre de Oliveira Mateus Chies Vitor M. Rodrigues Impressão e acabamento: GRIL - Gráfica e Editora Taquarituba-SP - Tel. (14) Um grande abraço a todos, boas festas e sucesso neste novo ano que se inicia. Reprodução A utilização, reprodução, apropriação, armazenamento em banco de dados, sob qualquer forma ou meio, de textos, fotos e outras criações intelectuais em cada publicação da revista The Club Megazine são terminantemente proibidos sem autorização escrita dos titulares dos direitos autorais. Marcos César Silva - Editor Chefe Delphi é marca registrada da Borland International, as demais marcas citadas são registradas pelos seus respectivos proprietários. 04 Dezembro 2009

5 InfoNews A Embarcadero promoveu no dia 24 de novembro o Delphi Conference 2010 que aconteceu em São Paulo no Centro FECOMERCIO de Eventos. Compareceram ao evento mais de 500 programadores. Foi um dia muito produtivo onde os programadores presentes puderam se reciclar e ver as novidades do mundo Delphi. Entre os palestrantes podemos destacar: -Bruno Lichot (com o minicurso: Modelando bases de dados com ER/Studio e a palestra: Gerindo e automatizando o ciclo de vida de bases de dados relacionais) -Andreano Lanusse (com as palestras: Touch e Gesture e Twitter API no Delphi) -Luciano Pimenta (com o minicurso: E-commerce com Delphi Prism e ASP.NET) -Felipe Santos (com a palestra: 5 razões para você migrar para o InterBase SMP 2009) -Manoel Edésio (com a palestra: Simplificando a implementação de Nf-e com Delphi 2010) - Adilson Jr. (com a palestra: Boas práticas OOP no desenvolvimento Web com Delphi Prism) Conversamos com vários participantes e a grande maioria citou que esse foi um dos melhor eventos sobre Delphi que já participaram. Foi um evento muito bem organizado, com excelentes palestrantes, o conteúdo das palestras e minicursos foram de ótima qualidade. Quem não compareceu perdeu uma grande oportunidade. Em nome de toda equipe The Club agradeço a sempre cordial recepção que tivemos por parte da organização do Delphi Conference. Aproveito para desejar à todos um Feliz Natal e um ótimo Aquele abraço e beijo nas crianças! - Carlos Henrique Agnes (com a palestra: Open Tolls API - Personalize seu Delphi e deixe-o ainda mais prático) - Alan Glei (com o minicurso: Técnicas avançadas com Rave Reports) - Jackson Gomes (com o minicurso: Desmistificando o IntraWeb: desenvolvendo aplicações corporativas com VCL for the Web) Dezembro

6 Delphi Trabalhando com campos blob do Firebird no Delphi 2010 Um dos grandes problemas enfrentados pelos usuários de Firebird e DBExpress sem dúvida era o fato do driver DBExpress para o Interbase ter perdido grande parte da evolução do Firebird ao longo dos anos e devido a isso alguns erros de incompatibilidades do driver com o Firebird terem surgido. Entre esses problemas, um que mais gera preocupação entre os desenvolvedores que utilizam Firebird com DBExpress sem dúvida é o armazenamento de dados em campos do tipo blob. O driver DBExpress para Interbase acaba por não suportar esse tipo de campo nos bancos criados com o Firebird e isso leva os desenvolvedores a recorrer a outros drivers, em geral pagos, o que altera os custos do desenvolvimento e acaba em prejuízo algumas vezes. No Delphi 2010, foi incluído o driver DBExpress nativo para Firebird, e as incompatibilidades com campos blob foram enfim superadas. Nesse artigo estarei mostrando que podemos trabalhar com certa facilidade com campos blob utilizando Firebird e DBExpress. Criando o banco de dados Crie um banco de dados no Firebird com a seguinte estrutura: CREATE DATABASE C:\FOTOS. fdb USER SYSDBA PASSWORD masterkey PAGE_SIZE 8192 DEFAULT CHARACTER SET NONE; /* Tables definitions */ CREATE TABLE FOTOS ( ID_FOTO INTEGER, FOTO BLOB sub_type 0 segment size 80, DESCRICAO BLOB sub_type 1 segment size 1 COLLATE NONE); Criando a aplicação exemplo Com o banco de dados devidamente criado, criaremos agora uma aplicação em Delphi 2010 utilizando o novo driver DBExpress para Firebird. Inicie uma nova aplicação no Delphi Selecione View-Data Explorer e será exibida uma lista com os drivers disponíveis entre eles o driver FIREBIRD. Clique com o botão direito sobre ele e selecione Add New Connection. Dê o nome de FOTOS para essa nova conexão e clique OK. Com a nova conexão criada, selecione-a no Data Explorer e com botão direito selecione Modify Connection. Na janela que se abre, coloque o caminho para a base de dados anteriormente criada e confirme. Pronto! Nossa conexão com a base de dados está pronta para ser utilizada. Insira os seguintes componentes na aplicação: Tmemo: Name: memdescricao Timage: Name:imgfoto 06 Dezembro 2009

7 Tbutton: Name:btnfoto Tbutton: Name:btngravar Topendialog Tedit: Name:edtfoto A aplicação deverá ficar com o seguinte layout: Veja a Figura 1. Como não é o foco do artigo, não estarei mostrando o passo a passo necessário para a conexão com o banco de dados através dos componentes DBExpress. Lembrando que esta conexão e posterior ligação com a tabela de fotos devem ser feitas da forma padrão. O componente sqlconnection deverá ter sua propriedade connectioname setada para a conexão FOTOS que criamos a pouco. Iremos agora realizar a codificação necessária para inserirmos as fotos no banco de dados. Iremos utilizar a classe TMemoryStream do Delphi 2010 para armazenarmos primariamente as imagens e a descrição das mesmas e depois carregá-las para o banco de dados. O primeiro passo é buscarmos a foto e armazenarmos seu caminho no edtfoto. Para isso, no evento onclick do btnfoto faça: Veja o Código 1. Em seguida iremos salvar a foto e sua descrição no banco de dados. No evento onclick do btngravar faça: Veja o Códgo 2. Veja que primeiramente verificamos se a extensão do arquivo que carregamos é.jpg ou.bmp, caso não seja, não executamos os passos seguintes para evitarmos erros de imcompatibilidade de formato. Depois criamos dois objetos do tipo TMemoryStream: Um para armazenar a imagem e outro para o texto. Figura 1. procedure Tfrmfotos.btnfotoClick(Sender: TObject); if OpenDialog1.Execute then edtfoto.text:=opendialog1.filename; imgfoto.picture.loadfromfile(edtfoto.text); Código 1. procedure Tfrmfotos.btngravarClick(Sender: TObject); var imagem:tmemorystream; texto:tmemorystream; extensao:string; try extensao:=uppercase(extractfileext(edtfoto. Text)); if(extensao<>.jpg )and(extensao<>.bmp ) and(extensao<>.jpeg )then raise Exception.Create( Formato não suportado! ); Abort; imagem := Tmemorystream.Create; texto := Tmemorystream.Create; imgfoto.picture.graphic.savetostream(imagem); Memo1.Lines.SaveToStream(texto); with ClientDataSet1 do Open; App TBlobField(FieldByName( FOTO )). LoadFromStream(imagem); TBlobField(FieldByName( DESCRICAO )). LoadFromStream(texto); finally imagem.free; texto.free; Código 2. Dezembro

8 Fazemos um typecasting dos campos FOTO e DESCRICAO contidos no Clientdataset responsável pela ligação com a tabela FOTOS. Esse typecasting nos permite utilizar o método loadfromstream passando como parâmetro os objetos TMemoryStream criados anteriromente. È o método loadfromstream que manda as informações binárias para os campos blob correspondentes no banco de dados. Teste o aplicativo e salve as alterações. A seguir criaremos o formulário onde iremos visualizar as imagens. Adicione um novo formulário à aplicação e monte-o conforme a figura a seguir: Veja a Figura 2. Figura 2. Adicione um botão ao formulário de gravação de fotos e mude o seu caption para Visualização e seu name para btnvisualizar. Em seu evento onclick chamaremos o formulário de visualização de imagens com o seguinte código: Veja o Código 3. Para a visualização das imagens, estaremos utilizando a classe TStream do Delphi 2010 ao invés de TMemoryStream, devido ao fato de termos de fazer a carga a partir do banco utilizando o método createblobstream do clientdataset que retorna um TStream. Criaremos uma função que fará a leitura das imagens e descrições contidas no banco de dados. Esta função será utilizada nos quatro botões que temos no formulário de visualização. Veja o código 4 da função: A seguir implementaremos os quatro eventos relativos aos botões de navegação do formulário de visualização como segue: procedure Tfrmfotos.btnvisulaizarClick(Sender: TObject); try frmvisualizador:=tfrmvisualizador.create(self); frmvisualizador.showmodal; finally FreeAndNil(frmvisualizador); Código 3. procedure Tfrmvisualizador.leimagem; var imagem:tstream; texto:tstream; Jpg:TJPEGImage; try imagem:=tmemorystream.create; texto:=tmemorystream.create; Jpg:=TJPEGImage.Create; imagem:=frmfotos.clientdataset1. CreateBlobStream(frmfotos. ClientDataSet1FOTO,bmRead); texto:=frmfotos.clientdataset1. CreateBlobStream(frmfotos.ClientDataSet1DESCRICAO,b mread); Jpg.LoadFromStream(imagem); imgvisualizacao.picture.assign(jpg); memvisualizacao.lines.loadfromstream(texto); finally imagem.free; texto.free; Código Dezembro 2009

9 Botão Primeira : procedure Tfrmvisualizador.btnprimeiraClick(Sender: TObject); frmfotos.clientdataset1.open; frmfotos.clientdataset1.first; leimagem; Botão Anterior : procedure Tfrmvisualizador.btnanteriorClick(Sender: TObject); frmfotos.clientdataset1.open; if not frmfotos.clientdataset1.bof then frmfotos.clientdataset1.prior; leimagem; Botão Próxima : procedure Tfrmvisualizador.btnproximaClick(Sender: TObject); frmfotos.clientdataset1.open; if not frmfotos.clientdataset1.eof then frmfotos.clientdataset1.next; leimagem; Botão Última : procedure Tfrmvisualizador.btnultimaClick(Sender: TObject); frmfotos.clientdataset1.open; frmfotos.clientdataset1.last; leimagem; Teste o aplicativo e salve as alterações. Conclusão Vimos através desse artigo que com o driver para Firebird incluso no Delphi 2010, o trabalho de gravação e leitura em campos blob se tornou muito mais tranqüilo, acabando com um problema que os desenvolvedores Delphi enfrentavam a muitos anos. Antonio Spitaleri Neto Consultor Técnico The Club. Espero que tenham gostado e até a próxima! Sobre o autor Dezembro

10 Considerado um dos componentes mais populares presentes na VCL do Delphi o DB- Grid é um componente que é utilizado nas mais diversas situações em aplicações Delphi Win32, sua riqueza de propriedades permite ao programador que o utilize das mais variadas formas e maneiras, possibilitando ao usuário aplicações com layouts de boa aparência e fácil integração com a visualização, inclusão ou manutenção dos registros de uma base de dados. Criando a aplicação Utilizarei o Delphi 2007, crie uma nova aplicação através do menu File New>VCl Forms Application. Altere a propriedade Caption para Personalizando DBGrid. Salve a Unit principal do projeto como uprincipal.pas e o projeto salve como PerDbGrid.dpr. codigo data os campos da nossa base. Utilizando um clique de botão direito do mouse no espaço do Fields Editor selecione a opção New Field criando a estrutura de campos conforme a tabela 1. Veja a tabela 1. Campo Tipo Tamanho AutoInc Date descricao string 100 valor Currency tipo string 1 Após criada esta estrutura no Fields Editor, utilize o botão direito do mouse sobre o CDSDados e escolha a opção Create DataSet (Figura 1) que fará a criação de uma base de dados em memória. Para salvar os registros do ClientDataSet em uma base XML, utilize novamente o botão direito do mouse sobre o componente selecionando a opção Save to MyBase Xml table (Figura 2), onde você devera mapear o mesmo diretório onde está salvando os fontes do sistema e informar ao nome do arquivo XML que está sendo solicitado o valor dados. xml. Ainda nas propriedades do CDSDados, localize agora através de sua propriedade FileName o arquivo dados.xml que acabamos de criar, o qual será localizado em tempo de execução e fará com que os registros salvos sejam carregados. Para melhor demonstrar algumas funcionalidade do DBGrid, criaremos através de um ClientDataSet nossa própria estrutura de dados, salvando as informações do mesmo em um arquivo XML. Adicione ao formulário principal um novo componente ClientDataSet ( CDSDados ) da paleta de componentes DataAcces e com um duplo clique sobre o mesmo abra o Fields Editor onde criaremos 10 Dezembro 2009

11 Veja a Figura 1. Veja a Figura 2. Para visualização e cadastro dos registros precisamos ainda adicionar ao formulário um componente DataSource ( ds ) da paleta DataAcces e também um componente DBGrid da paleta Data- Controls. No ds relacione sua propriedade DataSet ao CDSDados e no DBGrid atribua a propriedade DataSource relacionada ao componente ds, onde já deverão ser listados no Grid as colunas que criamos no CDSDados, ainda adicione uma DBNavigator da paleta Data Controls. Figura 1: Criando a estrutura do Data Set Ordenando registros no DBGrid Muito interessante também o recurso da ordenação de registros por meio do Click sobre uma coluna do Grid pela qual o usuário deseja que os registros sejam ordenados. Para implementar a funcionalidade, adicione ao evento OnTitleClick do DBGrid a seguinte linha de códigos: CDSDados.IndexFieldNames := Column.FieldName; O código será responsável por alterar o campo de criação do índice do ClientDataSet, em Runtime a cada clique do mouse sobre o titulo de alguma coluna com valores exatos (Campos do tipo Blob ou Memo não poderão ser ordenados) fará com que os registros da mesma sejam organizados de forma ordenada. Figura 2: Salvando a base de dados em arquivo XML. Destacando a coluna selecionada Ao utilizarmos o recurso de ordenação de registros em um DBGrid, geralmente usa-se um destaque para diferenciar a coluna que esta selecionada, alterando-se a cor do titulo ou a fonte. Dezembro

12 O recurso também será implementado no evento OnTitleClick, em conjunto com o código de ordenação dos registros. Para usar o recurso, digite no evento o código da Listagem 1. Veja a Listagem 1. Zebrando o DBGrid Um outro recurso também bastante interessante e útil para melhor visualização dos registros de um DBGrid é sua capacidade de estar organizando os registros de forma zebrada, que em casos de números muito grandes e de linhas extensas facilita muito a localização dos registros. Para implantar o recurso no Grid da nossa aplicação, selecione no evento DrawColumnCell e adicione o código da Listagem 2. Veja a Listagem 2. Mostrando Imagens no DBGrid Muito útil também na analise das informações de um DBGrid, um recurso que este componente também possibilita é o uso de imagens em agregadas à colunas e valores do mesmo. Para configurar o recurso de imagens, adicione ao formulário um componente ImageList da paleta de componentes Win32 e com um duplo clique sobre o mesmo, utilize o botão Add para adicionar dois ícones que utilizaremos na representação de aprovado ou reprovado quanto a nota média obtida pelo aluno. Os ícones poderão normalmente ser encontrados nos diretório C:\Arquivos de Programas\Arquivos Comuns\Borland Shared\Images\Buttons. Após adicionados os ícones, vá até o evento DrawColumnCell do gdregistros, onde criamos a pouco as linhas de código responsáveis por zebra o DBGrid. Os códigos de adição de imagens serão conciliados aos códigos já adicionados, onde o evento deverá ter o seguinte código exibido na Listagem 3. Veja a Listagem 3. Ao executar agora nossa aplicação, observe que o Grid ficou organizado de uma forma bem diferente, onde os lançamentos podem ser diferenciados pelo ícones, onde os lançamentos do tipo crédito tem um ícone de mais (+) e os lançamentos de débito tem um ícone de menos (-). Conforme a figura 3. Veja a Figura 3. Var i:integer; Try CDSdados.IndexFieldNames := Column.FieldName;// Ordenação dos registros do Grid for i:=0 to Column.Grid.FieldCount - 1 do dgdados.columns.items[i].title.font.color := ClBlack;//Cor da Fonte dgdados.columns.items[i].title.font.style := [];//Estilo da Fonte dgdados.columns.items[i].title.color := clbtnface;//cor do Fundo do Titulo Normal Column.Title.Color := clsilver;//cor do Fundo do Titulo Selecionado COLUMN.TITLE.FONT.STYLE := [FSBOLD];//Estilo NEGRITO da coluna selecionada Column.Title.Font.Color := ClBlue;//Cor da fonte Selecionada Column.Font.color := clteal;//cor dos registros na coluna selecionada dgdados.columns.items[i].font.color := ClBlack;//Cor dos registros nas colunas normais Except ShowMessage( Ordenação não pode ser aplicada! ); End; Listagem 1: Ordenação e destaque de coluna do Grid if not Odd (cds CDSdados.RecNo) then if not (gdselected in State) then dgdados.canvas.brush.color := clsilver; dgdados.canvas.fillrect(rect); dgdados.defaultdrawdatacell(rect,column. Field,State); Listagem 2. Zebrando as linhas dos DBGrid var bitmap : TBitmap; fixrect : TRect; bmpwidth : integer; imgindex : integer; //Deixa o DBGrid Zebrado if not Odd (CDSdados.RecNo) then if not (gdselected in State) then dgdados.canvas.brush.color := clsilver; dgdados.canvas.fillrect(rect); dgdados.defaultdrawdatacell(rect,column. Field,State); Listagem 3: Utilizando imagens no DBGrid 12 Dezembro 2009

13 //Incrementa as inagens no DBGrid fixrect := Rect; if Column.Field = CDSdadostipo then //Utilizaremos uma condiçao simulando a média de aprovação 8 if CDSdadostipo.Value = C then imgindex := 0 else imgindex := 1; //Criar em runtime um TBitmap bitmap := TBitmap.Create; try //Selecionando a imagem... ImageList1.GetBitmap(imgIndex,bitmap); //Fixar as dimensões do bitmap bmpwidth := (Rect.Bottom - Rect.Top); fixrect.right := Rect.Left + bmpwidth; //Desenhar o bitmap (imagem) dgdados.canvas.stretchdraw(fixrect,bitmap); finally //Limpa o TBitmap bitmap.free; //Ajustar o espaço do Retângulo para a imagem fixrect := Rect; fixrect.left := fixrect.left + bmpwidth; //Desenhar o texto no Grid dgdados.defaultdrawcolumncell(fixrect,datacol,col umn,state); Listagem 3: Utilizando imagens no DBGrid Opções do DBGrid Ao selecionar o DBGrid observe uma propriedade chamada Options, na qual poderemos ainda fazer uma série de configurações na aparência do DBGrid. Irei apresentar algumas das opções mais utilizadas: - dgediting: deixe esta opção habilitada com True. É responsável por permitir a edição e cadastro de registros diretamente no Grid, recurso que no caso desta aplicação está sendo utilizado por não termos uma tela especifica para cadastros e edições. - dbtitles: recurso onde você poderá optar entre exibir ou ocultar a linha de apresentação dos títulos do DBGrid, deixe-a como True. - dgindicator: permite que você escolha em exibir ou não a seta de indicação na linha do Grid que está selecionada. Altere o recurso para False. - dgcollines: nesta opção você poderá configurar se deseja exibir ou ocultar as linhas das colunas do DBGrid. Deixe habilitada como True esta função. - dgrowlines: altere esta opção para False e observe que as linhas entre os registros do DBGrid não estarão mais sendo exibidas. - dgmultiselect: propriedade que permite a configuração de permitir que o usuário selecione mais de uma linha por vez no DBGrid. Altere a opção para True. Conclusão Figura 3: Resultado a Personalização da DBGird Vimos nestes artigo formas praticas e interessantes de trabalhar e customizar a aparência do componente DBGrid em suas aplicações. Estas dicas aqui mostradas foram poucas comparado com o grande número de situações e customizações possíveis ao componente, fica então o desafio de você mesmo descobrir novos recursos. Sobre o autor Mateus André Chies Técnico em Informática, bacharelando em Sistemas de Informação. Dezembro

14 JOURNALING SYSTEM A SOLUÇÃO DEFINITIVA CONTRA PERDA DE DADOS PARTE 2 Olá pessoal, Nesse mês daremos continuidade ao nosso artigo sobre o Journaling System a tecnologia que nos auxilia na garantia de ambientes muito mais seguros e estáveis. Relembrando rapidamente o conceito: O Sistema Journaling é uma tecnologia embarcada no gerenciador de banco de dados InterBase que cria um ambiente para prevenção e recuperação possíveis falhas nos bancos de dados, causadas quase sempre por falhas de estrutura. Para o seu melhor funcionamento, o Sistema Journaling atua em duas partes. A recuperação de curto tempo, também conhecida como Short-Term-Recovery, e a recuperação de longo tempo o Long-Term- Recovery. Na primeira parte de nosso artigo nós definimos o funcionamento do Short-Term-Recovery. Agora vamos detalhar o funcionamento do Long- Term-Recovery. LONG-TERM-RECOVERY Pois bem, nosso ambiente InterBase agora conta com um sistema de journaling que mantém automaticamente uma estrutura onde são gravados arquivos chamados Journal Files, que, em caso de pane ou queda do sistema, são aplicados aos nossos bancos de dados, garantindo sua integridade. Esse é o processo de Short-Term-Recovery. Mas imaginem que o servidor queimou, pifou os discos, foi roubado ou vítima de algum desastre natural, enfim, como recuperar nosso ambiente se não temos mais um servidor, nem mesmo seus backups? Ou se temos um backup, o mesmo é de algumas semanas atrás? Pois nós podemos e iremos garantir muito mais segurança ativando, em conjunto com o Journal, o sistema de Journal Archiving. O Journal Archiving é um complemento ao sistema Journal, que nos ajudará a recuperar totalmente nosso ambiente em caso de perda total e irreversível de nosso servidor de produção. É o que chamamos de Disaster Recovery, ou recuperação de desastre. A idéia também é simples. Nós definimos um local, caminho preferencialmente localizado em um outro equipamento. Depois nós criamos rotinas que irão manter nesse diretório os arquivos Journal Files que estiverem preenchidos, bem como uma ou mais cópias full dump de nosso banco de dados de produção, ou seja, cópias fiéis de nosso banco de dados. Com isso nós teremos nesse servidor remoto, nesse outro equipamento, todas as informações necessárias para recriar nosso ambiente do zero novamente. Em caso de perda irreversível do servidor principal, somente com as informações que temos no equipamento escolhido para o Journaling Archiving, poderemos restaurar a cópia full dump mais recente e aplicar sobre ela os arquivos Journal Files, restaurando assim um banco de dados exatamente como o mesmo estava até seu último arquivamento. E não é só isso não. Como as cópias full dumps que estão no sistema Journal Archiving são bancos com informações de timestamp de todas as transações, é possível realizar outro processo chamado Point-in-Time Recovery, que permite restaurar essa cópia arquivada exatamente como o banco de dados estava em uma determinada data, hora, minuto e segundo. Por exemplo: um determinado processo em nossa aplicação foi executado por um usuário 14 Dezembro 2009

15 mal intencionado que acabou por excluir parte dos dados ou mesmo por distorcer as informações de nosso banco de dados. Podemos então realizar um Point-in-Time Recovery e restaurar um banco de dados no exato estado da arte que o mesmo estava às 18 horas e 35 minutos do dia 31 de outubro de 2009, um minuto antes da execução do processo do usuário. Muito interessante realmente. Mas vamos deixar de papo e vamos ao que interessa: ver como executar todos esses processos. CRIANDO O JOURNAL ARCHIVING A criação do Journal Archiving é muito simples. Pode ser feita através de linha de comando, ou mesmo utilizando o utilitário IBConsole. Qualquer que seja a forma, não é necessário que o banco de dados esteja em modo de acesso exclusivo, ou seja, você pode ativar o Journal Archiving mesmo com seus usuários conectados ao banco. É claro que para ativar o Journal Archiving, é preciso que o sistema Journal já esteja previamente criado, como bem ilustramos na Parte 1 de nosso artigo no mês passado Segue abaixo um exemplo de comando para essa criação: CREATE JOURNAL ARCHIVING \\srv_archiving\archive\ employee\ ; O comando Create Journal Archiving é seguindo de um caminho. Esse caminho indica o local onde será mantido o Arquivamento dos Journal Files, bem como os full dumps de nosso banco de dados. No caso de nosso exemplo, esse caminho é o \\srv_archiving\archive\employee\, ou seja, o diretório Employee que está na pasta compartilhada Archive do computador Srv_Archive. Podemos definir esse caminho de três formas: o Indicando um caminho local. Exemplo: e:\archive\employee\ ; o Indicando um caminho mapeado. Exemplo: f:\archive\employee ; o Indicando um caminho no formato UNC Path. Exemplo: \\srv_archiving\archive\ employee\ ; Particularmente prefiro a terceira definição, pois estaremos gravando o Journal Archiving em outro computador e, mesmo a o compartilhamento falhe, o sistema continua ativo. Caso nenhum caminho for especificado na execução desse comando, o InterBase assumirá o diretório definido no comando Create Journal como sendo o diretório para criação também do Journal Archiving. Também é importante notar que o caminho especificado deve ser um caminho válido, caso contrário nosso comando não será executado. Podemos também utilizar o utilitário IBConsole para realizar essa ativação do Journal Archiving: Veja a Imagem 1. Imagem 1 Caminho para o Menu de ativação do Journal Archiving. Dezembro

16 Veja a magem 2. Veja a Imagem 3. Bom, utilizando o IBConsole nós também especificamos o diretório onde será criado o Journal Archiving, além de marcar uma opção chamada Archive database, que irá nos poupar de um próximo passo que veremos na sequência. Na Imagem 3 podemos ver o conteúdo do diretório após a criação do Journal Archiving. O InterBase criou um arquivo chamado IB_JOUR- NAL_ARCHIVE, que irá controlar o processo de arquivamento. Além disso o InterBase copiou para o mesmo diretório um arquivo Journal File, que estava lá do caminho do Journal System e que já estava com conteúdo. Complementando o processo, o Interbase também criou no mesmo diretório um arquivo chamado EX T Z.1.DATABASE. Esse arquivo nada mais é do que uma cópia full dump de nosso banco de dados de produção, exatamente idêntica à mesma. Pronto, já temos nosso processo de Journal Archiving ativo. Mas não acabou. Imagem 2 Tela para configuração do caminho para a ativação do Journal Archiving. Imagem 3 Visualização do diretório onde foi criado o Journal Archiving. MANTENDO O JOURNAL ARCHIVING A manutenção do Journal Archiving não é feita de forma automática, assim como é feito pelo processo principal de Journal Files. É preciso criar rotinas para: a. Copiar periodicamente os arquivos Journal Files completos para o diretório de Archiving, ou seja, arquivar os arquivos Journal Files; b. Criar novas cópias de full dumps no diretório de Archiving para diminuir o tempo de recuperação. c. Opcionalmente definir um limite de full dumps no diretório de Archiving. d. Criar rotinas para recuperação desses arquivos. O primeiro passo é a criação de uma rotina para arquivar os Journal Files. Essa rotina deverá ser feita por linha de comando deve ser agendada utilizando o utilitário tradicional do seu Sistema Operacional. Segue abaixo a linha de execução: GBAK ARCHIVE_JOURNAL <Caminho do banco de dados principal> -user SYSDBA pass masterkey Recomendo que esse comando seja agendado para rodar diariamente de hora em hora, principalmente se seus arquivos Journal Files são criados rapidamente. Esse processo irá copiar os Journal Files completos para a pasta de Arquivamento. O passo dois é a criação de novas cópias de full dumps periodicamente no ambiente de Archiving. Esse processo é importante porque, se, por exemplo, mantivermos um único arquivo.database no diretório, em caso de necessitar recuperá-lo, será preciso depois aplicar sobre ele todos os arquivos Journal Files que foram atualizados desde então. E esse tempo de recuperação pode não ser tão agradável. Assim recomendo a execução do comando abaixo ao menos uma vez por semana ou mais: GBAK ARCHIVE_DATABASE <Caminho do banco de dados principal> -user SYSDBA pass masterkey Esse comando irá criar novos arquivos.data- BASE no diretório de Journal Archiving. Recomendo também a definição desse comando abaixo que irá controlar quanto arquivos.da- TABASE serão criados por banco de dados. Desse forma, quando esse limite for alcançado, o próximo comando ARCHIVE DATABASE irá sobrescrever o arquivo mais antigo pelo mais recente: GFIX ARCHIVE_DUMPS 7 <Caminho do banco de dados principal> -user SYSDBA pass masterkey Nesse exemplo o sistema Journal Archiving irá controlar até sete arquivos dumps no seu diretório, fazendo com que o oitavo sobreponha o primeiro, que o nono sobreponha o segundo e assim por diante. RECUPERANDO UM JOURNAL AR- CHIVING Claro, de nada adiantaria todos esses comandos se não pudéssemos recuperar esse backup. Segue abaixo a linha de comando para isso: GBAK ARCHIVE_RECOVER C:\ DATABASE\ARCHIVE\EXEMPLO\ EX T Z.1.DATABASE D:\DATABASE\ RESTORED\BANCO_NOVO. IB -user SYSDBA pass masterkey No comando acima nós indicamos o caminho do arquivo Dump que desejamos recuperar e indicamos um banco de dados destino, que será 16 Dezembro 2009

17 nosso banco de dados restaurado. Desse forma o InterBase irá restaurar esse dump e, na sequência, aplicar todos os arquivos Journal Files arquivados, restaurando nosso banco de dados até seu último momento. Mas como disse acima, também podemos utilizar o recurso de Point-in-Time Recovery, indicando até que momento desejamos restaurar nosso banco de dados: GBAK ARCHIVE_RECOVER C:\ DATABASE\ARCHIVE\EXEMPLO\ EX T Z.1.DATABASE D:\DATABASE\ RESTORED\BANCO_NOVO. IB -user SYSDBA pass masterkey UNTIL :35:00 Nesse exemplo nós restauramos o banco de dados Dump e depois aplicamos os arquivos Journal Files até manter o banco de dados idêntico ao nosso banco de dados de produção, como o mesmo estava às 18 horas e 35 minutos do dia 31 de outubro de É ou não é a solução definitiva contra perda de dados? CONCLUSÃO Muito bom. Espero ter mostrado nesses dois artigos um pouco sobre essa tecnologia exclusiva do InterBase, de baixíssimo custo e pouco manutenção, que pode revolucionar a forma com que tratamos o assunto segurança de dados em nossos clientes. Convido novamente você desenvolvedora utilizar a versão Developer Edition do InterBase SMP 2009, disponível gratuitamente no site da Embarcadero (http://www.embarcadero.com). Essa versão permite o uso dos completo dos recursos de Journal. E reforço o convite para você usuário InterBase de versões antigas e usuários Firebird a utilizar uma cópia de avaliação do InterBase SMP Vale lembrar também que, a partir da versão 2009 do InterBase, seu novo termo de licenciamento permite que você tenha sua licença registrada também no servidor que você está utilizando para Journal Archiving, mas mantendo essa instalação apenas como um backup, inoperante. Assim, em caso de você não ter mais seu servidor principal, você pode simplesmente acordar seu servidor backup, restaurar seus Journals e recriar Felipe Santos seu ambiente rapidamente. É muita facilidade e muita segurança realmente. Não esqueçam de ler também nossa referência do artigo que trás informações completas sobre o assunto. Nos vemos no próximo artigo para falar mais sobre o InterBase e seus recursos. Valeu pessoa e Até lá! Referência: InterBase 2009 Operations Guide cap. 9. Sobre o autor Felipe Santos é especialista em InterBase. Trabalha com o InterBase desde atuando como consultor e instrutor do produto em todo Brasil. Especialista em ambientes críticos. Atua e trabalha com os maiores clientes do InterBase no Brasil. Participante ativo na comunidade, com diversos artigos publicados. Participante do grupo de beta testers mundial do produto. Palestrante em eventos como IB Tour, Borcon Conference, CodeRage Latin América, Delphi Developers Day, Linux Day, entre outros. Atualmente trabalhando na área técnica do InterBase na Presence Tecnologia agente oficial especializado do produto no Brasil. Dezembro

18 Visual Studio 2008 com DDEX e Firebird Neste artigo vou abordar a utilização do DDEX(Data Designer Extensibility) que é uma ferramenta para construir aplicações com integração com os dados, pois propicia a manipulação do Firebird da mesma forma que manipulamos o SQLServer na IDE do Visual Studio, ou seja, utilizar o recurso de arrastar e soltar em tempo de projeto. Isso vem de encontro para muitos desenvolvedores que sonhavam em manipular o Firebird de modo visual no Visual Studio Vamos ter uma certa mão de obra que requer muita atenção, pois manipularemos o registro do Windows e o arquivo de configuração do Visual Studio Sugiro que faça uma cópia de segurança para evitar maiores problemas. Usei a versão 1.5 do firebird (por incrível que pareça).nada impede de se utilizar as versões mais atuais.vamos utilizar o driver DataProvider do Firebird para o.net. Para fazer o dowload, aponte para o endereço clique na opção download e no item Firebird.NET Data Provider Você será direcionado para a página de downloads do site. Neste artigo estamos usando a versão 2.01 for.net 2.0. Utilizaremos também a versão do driver DDEX. Vamos iniciar o processo de instalação, co- meçando pelo DataProvider para o Firebird. Vá até a pasta onde salvou o arquivo do Firebird.NET Data Provider e execute o instalador. O processo de instalação é bem simples.o próximo passo é a instalação do driver DDEX que é distribuída em um arquivo.zip. Vá até a pasta Arquivos de Programas e uma pasta chamada DDEX. Agora copie o arquivo.zip do driver DDEX para dentro dela e descompacte nesse local. Vamos para a parte chata, que é a configuração desses componentes. Para o Visual Studio utilizar as DLLs do DataProvider e do DDEX esses precisam estar no GAC(Global Assembley Cache) que é uma pasta especial onde todos os assemblys compartilhados deverão ser colocados.para maiores informações acesse htm e kw5x2w30.aspx. Teremos que adicionar manualmente a DLL do driver DDEX no GAC. Irei utilizar a ferramenta gacutil.exe que é instalada junto com o SDK do Windows ou com o Visual Studio, e no Windows Vista fica disponível em C:\Program Files\ Microsoft SDKs\Windows\v6.0A\bin\gacutil.exe. Para utilizá-la basta iniciar o prompt de comando do Visual Studio, e a referência ao caminho (variável path) já será criado. Vamos incluir a DLL do driver DDEX no GAC. Abra a janela de comando do Visual Studio, vá ate a pasta onde está instalado o driver DDEX (C:\ Arquivos de Programas \DDEX) e execute o seguinte comando gacutil /i FirebirdSql.VisualStudio.DataTools.dll.Pronto, a instalação do drive já esta concluída. Quando uma DLL é registrada no GAC algumas informações específicas desta DLL são gravadas no registro do Windows e nós vamos precisar de algumas destas informações no próximo passo que será a alteração do arquivo de configuração do Visual Studio. Mais uma vez vamos usar o gacutil. exe para criar um arquivo texto com os dados das DLLs registradas no GAC e desse modo podermos alterar corretamente o arquivo de configuração do Visual Studio. Utilizando a mesma janela de comando que usamos para registrar o driver DDEX no GAC, para criar este arquivo execute o seguinte comando gacutil /lr > gac.txt. Com este comando foi criado o arquivo gac.txt na pasta C:\ Arquivos de Programas \DDEX. Abra este arquivo no bloco de notas. Temos agora que localizar as entradas do Firebird neste arquivo. Utilize o recurso de localizar e procure por Firebird, pois isso vai levá-lo diretamente às entradas que estamos procurando. A listagem 1 mostra o ponto do arquivo com os detalhes do driver.net DataProvider do Firebird e do driver DDEX que acabamos de registrar no GAC. Veja a Listagem 1. A primeira entrada destacada (FirebirdSql. Data.FirebirdClient) é do driver.net DataProvider e a segunda é do driver DDEX (FirebirdSql.VisualStudio.DataTools). De cada uma delas precisamos anotar as informações referentes à Version, 18 Dezembro 2009

19 Culture e PublicKeyToken. Manipulando o registro do Windows O próximo passo é adicionar algumas informações no arquivo de registro do Windows. Na pasta DDEX (C:\ Arquivos de Programas \DDEX) existe um pasta chamada reg_files dentro da mesma existem exemplos de arquivos.reg (arquivos do registro do Windows) já quase prontos para serem incluídos no registry. A pasta reg_files possui as pastas VS2005 e VS2008, cada uma contendo os arquivos.reg específicos para cada versão do Visual Studio. Se você usa o Visual Studio 2005 deve usar os arquivos dentro da pasta VS2005, caso contrário use os arquivos da pasta VS2008. Utilizaremos os arquivos da pasta VS2008. Se você tem o SDK do Visual Studio 2005 instalado então os arquivos de registro está na pasta withsdk, entretanto se você não tem o SDK do Visual Studio 2005 instalado, o arquivo se encontrará na pasta VS2005. O nome dos arquivos indica para qual versão do Windows ele se aplica. O arquivo FirebirdDDEXProviderVisualWebDeveloper32 é para quem tem a versão Express do Visual Studio instalada. No artigo utilizarei o arquivo FirebirdDDEXProvider32.reg pois estou usando o Windows Seven 32 bits e a versão do Visual Studio 2008 é a Professional. Para aqueles com o SDK do Visual Studio 2005 instalado, e como dito acima, devem procurar o arquivo a ser alterado na pasta withsdk, Vale ressaltar a informação de que somente dois arquivos ( 32 e 64 bits ) referentes às versões Full do Visual Studio (Standard ou superior) estão disponíveis, não há suporte para a versão Express do Visual Studio. Para o Visual Studio 2008 o procedimento é o mesmo, com a diferença de que não há arquivos para o SDK. Para maiores informações sobre o SDK acesse FirebirdSql.Data.FirebirdClient, Version= , Culture=neutral, PublicKeyToken=3750abcc3150b00c, processorarchitecture=msil SCHEME: <WINDOWS_INSTALLER> ID: <MSI> DESCRIPTION : <Windows Installer> FirebirdSql.VisualStudio.DataTools, Version= , Culture=neutral, PublicKeyToken=ba e6c78ccb0fcdb3, processorarchitecture=msil Listagem1. Dados dos drivers para o Firebird registrados no GAC Vamos abrir o arquivo FirebirdDDEXProvider32 no bloco de notas. No meu caso o arquivo se encontra em C:\ Arquivos de Programas \DDEX \reg_files\ VS2008. Alterar só a linha CodeBase = %Path%\\ FirebirdSql.VisualStudio.DataTools.dll, substituindo o %Path% pelo nome da pasta onde está instalado o driver DDEX, que no meu caso será a pasta C:\ Arquivos de Programas \DDEX. Informe a \ simples como dupla \\, então substituía o %Path% por C:\\Arquivos de Programas\\ DDEX, e salve o arquivo pois ele já está pronto para ser registrado. Se você tem o SDK do Visual Studio instalado, deve estar usando os arquivos contidos na pasta withsdk. Neste caso, o arquivo.reg a ser alterado tem um parâmetro a mais que precisa ser alterado também. Procure pela linha contendo: Path = %Path% e altere a variável %Path% pela pasta onde está instalado o driver DDEX, exatamente como fizemos acima para a linha CodeBase, não esquecendo das barras invertidas duplas \\ no lugar da barra simples. Agora só nos resta incluir essas informações no registro no windows. Dê um duplo clique sobre o arquivo e será apresentada uma tela pedindo para confirmar a operação. Confirme, e um aviso será mostrado confirmando que as entradas foram adicionadas ao registro do Windows Alterando o arquivo de configuração do Visual Studio(machine.config) O Visual Studio tem um arquivo de configuração chamado machine.config que contém uma série de informações padrão usadas pelo Visual Studio e pelo.net. Para a versão 2.0 do Common Language Runtime (que roda o.net Framework 2.0, 3.0 e 3.5), ele está localizado na pasta %windir%\ Microsoft.NET\Framework\v \CONFIG. Faça uma cópia de segurança do arquivo machine.config antes de alterá-lo. Vamos precisar das informações referentes aos drivers DataProvider do Firebird e do driver DDEX que se encontra no arquivo gac.txt. Agora abra o arquivo machine.config no bloco de notas, ele usa o formato XML, e localize a seguinte tag: <configuration> <configsections> Dentro dessa tag coloque a seguinte linha: Veja a Listagem 2. Dezembro

20 Na linha recém incluída no machine.config, deixe as propriedades Version, Culture e PublicKeyToken exatamente com os mesmos valores mostrados para o driver DDEX do Firebird (é a linha começando com FirebirdSql.VisualStudio. DataTools) no arquivo gac.txt. Coloque os números mostrados no seu arquivo gac.txt. Localize a seguinte tag: <configuration>... <system.data> <DbProviderFactories> Dentro dela coloque a seguinte linha : Veja a listagem 3. <section name= firebirdsql.data. firebirdclient type= System.Data.Common. DbProviderConfigurationHandler, System.Data, Version= , Culture=neutral, Pub lickeytoken=bae6c78ccb0fcdb3 /> Listagem 2. <add name= FirebirdClient Data Provider invariant= FirebirdSql.Data.FirebirdClient description=.net Framework Data Provider for Firebird type= FirebirdSql.Data.FirebirdClient. FirebirdClientFactory, FirebirdSql.Data.FirebirdClient, Version= , Culture=neutral, PublicKey Token=3750abcc3150b00c /> Listagem 3. Coloque os números mostrados no seu arquivo gac.txt. Salve e feche o arquivo Configurando o Visual Studio Abra o Visual Studio e vá até o menu Tools e selecione a opção Choose Toolbox itens.abaixo tem um campo chamado Filter. Digite Firebird. Marque r as linhas FbCommand, FbCommandBuilder, FbConnection e FbDataAdapter. Se você tiver uma linha com a entrada FbDataConnectionUIControl marque-a também. Se algum destes componentes não estiver aparecendo clique em browse e vá até a pasta onde instalamos o driver DDEX do Firebird (C:\ Arquivos de Programas \DDEX) e selecione a DLL FirebirdSql.VisualStudio.DataTools.dll e à pasta de instalação do cliente do Firebird (c:\ Arquivos de Programas\FirebirdClient 2.0) e selecione a DLL FirebirdSql.Data.FirebirdClient.dll. Isto adicionará as entradas que faltavam. Não se esqueça de marcar cada uma delas. Ao final, clique em OK para adicionar os componentes à toolbox do Visual Studio. Imagem 1. Componentes marcados no Toolbox do Visual Studio Veja a Imagem 1. Como se fosse o SQLServer Abra o Visual Studio e Selecione a aba Server Explorer e clique em Add Connection... A janela de diálogo(imagem 2) mostrando os provedores de acessos a dados disponíveis é apresentada. Veja a Imagem 2. Imagem 2. Data Source para o Firebird Dezembro 2009

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