CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DO TRABALHO. Recomendação 193. Genebra, 20 de junho de Tradução do Texto Oficial

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1 CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DO TRABALHO Recomendação 193 Recomendação sobre a Promoção de Cooperativas adotada pela Conferência em sua 90 ª Reunião Genebra, 20 de junho de 2002 Tradução do Texto Oficial 1

2 CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DO TRABALHO RECOMENDAÇÃO 193 RECOMENDAÇÃO SOBRE A PROMOÇÃO DE COOPERATIVAS A Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho, Reunida em Genebra, em 3 de junho de 2002, em sua 90ª Reunião, por convocação do Conselho de Administração da Secretaria Internacional do Trabalho; Ciente da importância das cooperativas na criação de emprego, mobilização de recursos, geração de investimentos, e de sua contribuição para a economia; Reconhecendo que as cooperativas, em suas várias formas, promovem a mais plena participação no desenvolvimento econômico e social de todos os povos; Reconhecendo que a globalização criou novas e diferentes exigências, problemas, desafios e oportunidades para as cooperativas, e que se impõem modalidades mais sólidas de solidariedade humana em âmbitos nacional e internacional para facilitar uma distribuição mais eqüitativa dos benefícios da globalização; e Considerando a Declaração da OIT sobre os Princípios e Direitos Fundamentais no Trabalho, adotada pela Conferência Internacional do Trabalho em sua 86ª Reunião (1988); e 2

3 Considerando direitos e princípios contidos em convenções e recomendações internacionais, particularmente a Convenção sobre Trabalho Forçado, de 1930; a Convenção sobre Liberdade Sindical e Proteção do Direito de Sindicalização, de 1948; a Convenção sobre o Direito de Sindicalização e de Negociação Coletiva, de 1949; a Convenção sobre a Igualdade de Remuneração, de 1951; a Convenção sobre Normas Mínimas de Seguridade Social, de 1952; a Convenção sobre a Abolição do Trabalho Forçado, de 1957; a Convenção sobre a Discriminação no Emprego e na Ocupação, de 1958; a Convenção sobre Políticas de Emprego, de 1964; a Convenção sobre a Idade Mínima, de 1973; a Convenção e a Recomendação sobre Organizações de Trabalhadores Rurais, de 1975; a Convenção e a Recomendação sobre o Desenvolvimento de Recursos Humanos, de 1975; a Recomendação sobre Políticas de Emprego (Disposições Suplementares), de 1984; a Recomendação sobre a Criação de Emprego em Pequenas e Médias Empresas, de 1998, e a Convenção sobre as Piores Formas de Trabalho Infantil, de 1999; e Considerando o princípio contido na Declaração de Filadélfia de que trabalho não é mercadoria ; e Considerando que, em toda parte, a realização de trabalho decente para o trabalhador é objetivo capital da Organização Internacional do Trabalho; e Tendo-se decidido pela adoção de proposições relativas à promoção de cooperativas, o que constitui a quarta questão da ordem do dia da Reunião, e Tendo determinado que essas proposições assumissem a forma de Recomendação; adota, nesta data de vinte de junho do ano de dois mil e dois, a seguinte Recomendação que pode ser citada como a Recomendação sobre a Promoção de Cooperativas, de

4 I. ALCANCE, DEFINIÇÃO E OBJETIVOS 1. É fato reconhecido que as cooperativas operam em todos os setores da economia. Esta Recomendação aplica-se a todos os tipos e formas de cooperativas. 2. Para os efeitos desta Recomendação, o termo cooperativa significa associação autônoma de pessoas que se unem voluntariamente para atender a suas necessidades e aspirações comuns, econômicas, sociais e culturais, por meio de empreendimento de propriedade comum e de gestão democrática. 3. A promoção e o fortalecimento da identidade das cooperativas deveriam ser incentivadas com base: nos princípios cooperativos de auto-ajuda, espírito de responsabilidade, democracia, igualdade, equidade e solidariedade, bem como nos princípios éticos de honestidade, transparência, responsabilidade social e interesse por outros; e (b) nos princípios cooperativos conforme desenvolvidos pelo movimento cooperativo internacional e aqui transcritos em Anexo a esta Recomendação. Esses princípios são: associação voluntária e acessível; controle democrático pelo associado; participação econômica do associado; autonomia e independência; educação, formação e informação; cooperação entre cooperativas e interesse pela comunidade. 4. Medidas deveriam ser tomadas para promover o potencial de cooperativas em todos os países, independentemente de seu grau de desenvolvimento, para ajudá-las e a seus associados a: criar e desenvolver atividades geradoras de renda, e emprego decente e sustentável; 4

5 (b) desenvolver capacidades de recursos humanos e conhecimento dos valores, vantagens e benefícios do movimento cooperativo por meio de educação e formação; desenvolver seu potencial comercial, inclusive suas capacidades empresariais e gerenciais; (d) fortalecer sua competitividade como também lhes propiciar acesso a mercados e instituições financeiras; (e) (f) aumentar poupanças e investimentos; melhorar o bem-estar social e econômico, levando em consideração a necessidade de eliminar todas as formas de discriminação; (g) (h) contribuir para um desenvolvimento humano sustentável; e criar e expandir um setor específico, viável e dinâmico da economia que inclua cooperativas, e que atenda às necessidades econômicas e sociais da comunidade. 5. A adoção de medidas especiais deveria ser incentivada de modo a capacitar cooperativas que, como empresas e organizações inspiradas na solidariedade, atendam às necessidades de seus membros e às necessidades da sociedade, inclusive às necessidades de grupos desfavorecidos, com vista à sua inclusão social. II. ESTRUTURA DE POLÍTICAS PÚBLICAS E PAPEL DOS GOVERNOS 6. Uma sociedade equilibrada requer a existência de fortes setores públicos e privados, como também de um forte setor social cooperativo, mutualista e outros setores sociais e não governamentais. É nesse contexto que os governos deveriam fornecer uma política de apoio e uma estrutura legal compatível com a natureza e função das 5

6 cooperativas, inspirados nos valores e princípios cooperativos enunciados no Parágrafo 3º., que deveriam: criar uma estrutura institucional com o objetivo de facilitar o registro de cooperativas de modo tão rápido, simples, disponível e eficiente quanto possível; (b) promover políticas para facilitar a criação de reservas apropriadas, as quais, pelo menos uma parte possa ser indivisível, e de fundos de solidariedade nas cooperativas; adotar medidas para a supervisão de cooperativas, de modo apropriado à sua natureza e funções, que respeitem sua autonomia, sejam conformes à lei e à prática nacionais e não sejam menos favoráveis do que as medidas aplicáveis a outras formas de empresa e organização social; (d) facilitar a associação de cooperativas a estruturas cooperativas que atendam às necessidades dos cooperados; e (e) incentivar a criação de cooperativas como empresas autônomas e de autogestão, especialmente em áreas em que as cooperativas têm importante papel a desempenhar ou prestar serviços que, de outro modo, não estariam disponíveis. 7. (1) A promoção de cooperativas inspiradas nos valores e princípios enunciados no Parágrafo 3º deve ser considerada como um dos pilares do desenvolvimento econômico e social tanto em âmbito nacional como internacional. (2) As cooperativas deveriam ser tratadas de conformidade com a lei e a prática nacionais e em condições não menos favoráveis que as concedidas a outras formas de empresa e de organização social. Os governos, quando necessário, deveriam adotar medidas de apoio a atividades de cooperativas que apresentassem resultados específicos de política pública e social, tais como a promoção de emprego ou desenvolvimento de atividades que beneficiem grupos ou regiões desfavorecidas. Essas medidas poderiam incluir, entre outras 6

7 coisas e na medida do possível, benefícios fiscais, empréstimos, subsídios, acesso a programas de obras públicas e disposições especiais de compras governamentais. (3) Especial consideração deveria ser dispensada a maior participação de mulheres no movimento cooperativo em todos os níveis, particularmente em níveis de gerenciamento e liderança. 8. (1) As políticas nacionais deveriam sobretudo: promover as normas fundamentais da OIT sobre trabalho e sua Declaração sobre Princípios e Direitos Fundamentais no Trabalho para todos os trabalhadores em cooperativas, sem qualquer distinção; (b) assegurar que não se formem ou sejam usadas cooperativas para escapar à observância das leis trabalhistas ou usadas para mascarar relações de emprego, e combater falsas cooperativas que violam direitos trabalhistas, garantindo a aplicação da legislação trabalhista em todas as empresas; (d) promover a igualdade de gênero nas cooperativas e nas suas atividades; promover medidas que assegurem a observância das melhores práticas de trabalho nas cooperativas, inclusive o acesso a informações relevantes; (e) desenvolver habilidades técnicas e vocacionais, capacidades empresariais e gerenciais, conhecimento do potencial de negócio e habilidades de política econômica e social de associados, trabalhadores e gerentes, e melhorar seu acesso às tecnologias de informação e de comunicação; (f) promover educação e formação nos princípios e práticas cooperativas, em todos os níveis apropriados dos sistemas nacionais de educação e formação, e na sociedade em geral; 7

8 (g) promover a adoção de medidas que propiciem segurança e saúde no local de trabalho; (h) oferecer formação e outras formas de assistência para melhorar o nível de produtividade e de competição das cooperativas e a qualidade de seus produtos e serviços; (i) (j) (k) (l) facilitar o acesso das cooperativas ao crédito; facilitar o acesso das cooperativas aos mercados; promover a divulgação de informações sobre cooperativas; e procurar melhorar as estatísticas nacionais sobre cooperativas com vista à formulação e implementação de políticas de desenvolvimento. (2) Essas políticas deveriam: descentralizar para níveis regionais e locais, quando conveniente, a formulação e implementação de políticas e regulamentos atinentes a cooperativas; (b) definir as obrigações legais de cooperativas em áreas tais como registro, auditorias financeiras e sociais e obtenção de alvarás; e promover a melhor prática sobre o controle corporativo nas cooperativas. 9. Os governos deveriam promover o importante papel das cooperativas na transformação de atividades freqüentemente marginais de sobrevivência (algumas vezes referidas como economia informal ) em trabalho legalmente protegido, plenamente integrado no contexto da vida econômica. III. IMPLEMENTAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A PROMOÇÃO DE COOPERATIVAS 8

9 10. (1) Os estados-membros deveriam adotar legislação e regulamentos específicos sobre cooperativas, que se inspirassem nos valores e princípios cooperativos enunciados no Parágrafo 3º, e, quando necessário, revissem essa legislação e regulamentos. (2) Os governos deveriam consultar organizações cooperativas, assim como organizações de empregadores e de trabalhadores interessadas, na formulação e revisão da legislação, de políticas e de regulamentos aplicáveis às cooperativas. 11. (1) Os governos deveriam facilitar o acesso de cooperativas a serviços de apoio para fortalecê-las, fortalecer sua viabilidade comercial e sua capacidade de gerar emprego e renda. (2) Esses serviços, quando possível, deveriam incluir: (b) (d) (e) (f) (g) (h) (i) (j) programas de desenvolvimento de recursos humanos; pesquisa e serviços de consultoria gerencial; acesso ao financiamento e a investimentos; serviços de contabilidade e de auditoria; serviços de informação gerencial; serviços de informação e de relações públicas; serviços de consultoria sobre tecnologia e inovação; serviços de assessoria jurídica e fiscal; serviços de apoio à comercialização; e outros serviços de apoio, quando necessários. (3) Os governos deveriam facilitar a criação desses serviços de apoio. As cooperativas e suas organizações deveriam ser incentivadas a participar da organização e gerenciamento desses serviços e, quando conveniente e viável, financiá-los. 9

10 (4) Os governos deveriam reconhecer o papel das cooperativas e de suas organizações, criando instrumentos adequados com vista à criação e ao fortalecimento de cooperativas em âmbito nacional e local. 12. Os governos deveriam, quando apropriado, tomar medidas para facilitar o acesso das cooperativas ao financiamento para investimentos e ao crédito. Essas medidas deveriam sobretudo: permitir empréstimos e outras facilidades financeiras a serem oferecidas; (b) simplificar procedimentos administrativos, melhorar o nível dos ativos cooperativos, e reduzir o custo de operações de empréstimo; facilitar um sistema autônomo de financiamento para cooperativas, inclusive cooperativas de poupança e crédito, bancárias e de seguro; e (d) incluir condições especiais para grupos desfavorecidos. 13. Para a promoção do movimento cooperativo, os governos deveriam incentivar condições que favorecessem o desenvolvimento de relações técnicas, comerciais e financeiras entre todas as formas de cooperativas, com o intuito de facilitar o intercâmbio de experiência e a partilha de riscos e benefícios. IV. PAPEL DE ORGANIZAÇÕES DE EMPREGADORES E DE TRABALHADORES E DE ORGANIZAÇÕES COOPERATIVAS E AS RELAÇÕES ENTRE ELAS 14. As organizações de empregadores e de trabalhadores, reconhecendo a importância das cooperativas para a consecução de objetivos de desenvolvimento 10

11 sustentável, deveriam buscar, juntamente com organizações cooperativas, meios e maneiras de promoção cooperativa. 15. As organizações de empregadores deveriam, quando for apropriado, considerar a extensão de sua abrangência para acolher cooperativas desejosas de se associarem e lhes oferecer serviços adequados de apoio nos mesmos termos e condições aplicados a outros membros. 16. As organizações de trabalhadores deveriam ser incentivadas a: assessorar e ajudar trabalhadores em cooperativas para se filiarem a organizações de trabalhadores; (b) ajudar seus associados a criar cooperativas, inclusive com o objetivo de facilitar o acesso a bens e serviços básicos; participar de comitês e grupos de trabalho em níveis local, nacional e internacional que considerem ter as questões econômicas e sociais impacto nas cooperativas; (d) ajudar a constituir novas cooperativas, e delas participar, com vista à criação ou manutenção de emprego, inclusive nos casos de fechamentos previstos de empresas; (e) ajudar programas para cooperativas, e deles participar, com vista à melhoria de sua produtividade; (f) (g) (h) promover a igualdade de oportunidade nas cooperativas; promover o exercício dos direitos de trabalhadores sócios de cooperativas, e empreender outras atividades para a promoção de cooperativas, inclusive de educação e formação. 17. As cooperativas e as organizações que as representam devem ser incentivadas a: 11

12 estabelecer intenso relacionamento com organizações de empregadores e de trabalhadores e órgãos governamentais e não governamentais interessados, com vista à formação de clima favorável para a criação de cooperativas; (b) (d) gerir seus próprios serviços de apoio e contribuir para seu financiamento; oferecer serviços comerciais e financeiros a cooperativas filiadas; investir no desenvolvimento de recursos humanos de seus membros, trabalhadores e dirigentes, e promovê-lo; (e) apoiar o desenvolvimento de organizações cooperativas nacionais e internacionais e a afiliação a essas organizações; (f) (g) representar o movimento cooperativo nacional em nível internacional; e empreender outras atividades para a promoção de cooperativas. V. COOPERAÇÃO INTERNACIONAL 18. A cooperação internacional deveria ser facilitada por meio de: intercâmbio de informações sobre políticas e programas comprovadamente eficientes para a criação de emprego e geração de renda para cooperados; (b) incentivar e promover relações entre órgãos e instituições nacionais e internacionais empenhadas no desenvolvimento de cooperativas para permitir: (i) o intercâmbio de pessoal e de idéias, de materiais de educação e formação, de metodologias e materiais de referência; (ii) a compilação e utilização de material de pesquisa e de outros dados sobre cooperativas e seu desenvolvimento; (iii) a criação de alianças e parcerias internacionais entre cooperativas; 12

13 (iv) a promoção e proteção dos valores e princípios cooperativos; (v) o estabelecimento de relações comerciais entre cooperativas; acesso de cooperativas a dados nacionais e internacionais, como informações de mercado, legislação, métodos e técnicas de formação, padrões de tecnologia e de produto; e (d) criação, onde permitido e possível, em consulta com cooperativas e envolvimento de organizações de empregadores e de trabalhadores, de diretrizes e legislação comuns, regionais e internacionais, de apoio às cooperativas. VI. DISPOSIÇÃO FINAL 19. A presente Recomendação revê e substitui a Recomendação sobre Cooperativas (Países em Desenvolvimento), de

14 ANEXO Extrato da Declaração sobre a Identidade Cooperativa, adotada pela Assembléia Geral da Aliança Cooperativa Internacional, em 1995 Os princípios cooperativos são diretrizes através das quais as cooperativas põem em prática seus valores. Associação voluntária e aberta As cooperativas são organizações voluntárias, abertas a todas as pessoas capazes de fazer uso de seus serviços e dispostas a aceitar a responsabilidade de sócio, sem discriminação social, racial, política, religiosa ou de sexo. Controle democrático pelo cooperado As cooperativas são organizações democráticas controladas por seus cooperados, que participam ativamente na formulação de suas políticas e de tomadas de decisões. Homens e mulheres que atuam como representantes eleitos falam em nome dos associados. Nas cooperativas primárias os cooperados têm iguais direitos de voto (um cooperado, um voto) e as cooperativas em outros níveis são também organizadas de maneira democrática. Participação econômica do associado 14

15 Os cooperados contribuem eqüitativamente para o capital de sua cooperativa e o controlam democraticamente. Em geral, pelo menos parte desse capital é propriedade comum da cooperativa. Normalmente os sócios recebem uma compensação, caso exista, limitada ao capital subscrito no ato da associação. Os cooperados alocam suplementações para todas ou algumas das seguintes finalidades: desenvolver a cooperativa, possivelmente com a criação de reservas, parte das quais seria, no mínimo, indivisível; beneficiar os cooperados proporcionalmente a suas transações com a cooperativa e apoiar outras atividades aprovadas pelos sócios. Autonomia e independência As cooperativas são organizações autônomas, de auto-ajuda, controladas por seus membros. Caso entrem em acordo com outras organizações, inclusive o governo, ou levantem capital em fontes externas, elas o fazem em termos que garantam o controle democrático por seus membros e respeitem sua autonomia cooperativa. Educação, formação e informações As cooperativas oferecem educação e formação a seus cooperados e representantes eleitos, gerentes e empregados, de modo a que contribuam efetivamente para o desenvolvimento de suas cooperativas. Informam o público em geral, especialmente jovens e líderes de opinião, sobre a natureza e os benefícios da cooperação. Cooperação entre cooperativas 15

16 As cooperativas servem a seus membros da maneira mais eficiente possível e fortalecem o movimento cooperativo operando em conjunto, por meio de estruturas locais, nacionais, regionais e internacionais. Interesse pela comunidade As cooperativas trabalham para o desenvolvimento sustentável de suas comunidades por meio de políticas aprovadas por seus membros. ****** O texto anterior é o texto autêntico da Recomendação devidamente adotada pela Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho durante a Nonagésima Reunião realizada em Genebra e encerrada no dia 20 de junho de Em fé de ofício, apusemos nossas assinaturas, neste dia vinte e um de junho de O texto da Recomendação conforme aqui apresentado é cópia fiel do texto autenticado pelas assinaturas do Presidente da Conferência Internacional do Trabalho e do Diretor-Geral da Secretaria Internacional do Trabalho. Cópia autenticada e integral. Assina: O Diretor-Geral da Secretaria Internacional do Trabalho 16

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