PRODUTO V DOCUMENTO TÉCNICO CONTENDO OS RESULTADOS DAS ANÁLISES DOS ÍNDICES DE CUMPRIMENTO DO PMFE NAS ESCOLAS DAS REGIÕES SUDESTE E SUL

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1 PRODUTO V DOCUMENTO TÉCNICO CONTENDO OS RESULTADOS DAS ANÁLISES DOS ÍNDICES DE CUMPRIMENTO DO PMFE NAS ESCOLAS DAS REGIÕES SUDESTE E SUL ELABORAÇÃO Olga de Jesus Bento Brasília, agosto de 200

2 ESTRUTURA DO DOCUMENTO. Introdução Região Sudeste História Geografia Relevo Clima Vegetação Hidrografia Demografia Economia Agricultura Pecuária Indústria Ciência Transporte Energia Turismo Cultura Região Sul História Geografia Relevo Clima Vegetação Hidrografia Demografia Economia Agricultura Pecuária Indústria Ciência Transporte Energia Turismo Cultura Educação A Importância da Educação nas Regiões Sudeste e Sul Educação Básica Planejamento Educacional PDE Plano de Desenvolvimento da Educação...5 2

3 4.5 IDEB Índice de Desenvolvimento da Educação Básica Plano de Ações Articuladas e o Levantamento da Situação Escolar LSE- Levantamento da Situação Escolar nas Regiões Sudeste e Sul LSE Levantamento da Situação Escolar Brasil, Regiões Sudeste e Sul LSE Levantamento da Situação Escolar - Brasil Gráficos LSE Levantamento da Situação Escolar na Região Sudeste Gráfico LSE Levantamento da Situação Escolar na Região Sul Gráfico LSE Levantamento da Situação Escolar nas Regiões Sudeste e Sul - Análise da Inserção de Dados no Sistema WEB LSE - Levantamento da Situação Escolar na Região Sudeste Análise da Inserção de Dados no Sistema WEB ES e MG LSE - Levantamento da Situação Escolar na Região Sul Análise da Inserção de Dados no Sistema WEB PR, SC e RS Padrões Mínimos de Desenvolvimento da Escola e o Plano Nacional de Educação - PNE Padrões Mínimos de Desenvolvimento da Escola PMFE Padrões Mínimos de Desenvolvimento da Escola PMFE e o Plano de ações Articuladas PAR Componentes do Quadro Geral dos Padrões Mínimos de Funcionamento da Escola QGPMFE Escolas x Padrões Mínimos de Funcionamento da Escola Escolas da Região Sudeste x Padrões Mínimos de Funcionamento Análise das Escolas do Estado do Espírito Santo x PMFE Escolas da Região Sul x Padrões Mínimos de Funcionamento Análise das Escolas do Estado do Paraná x PMFE Análise das Escolas do Estado do Rio Grande do Sul x PMFE Considerações Finais...69 Anexo I

4 . INTRODUÇÃO O trabalho está estruturado, além da introdução e considerações finais em outros itens. A preocupação inicial foi fazer uma explanação sobre as regiões Sudeste e Sul, mostrando sua história, geografia, demografia, economia, agricultura, pecuária, indústria, transporte, turismo e cultura, isto influi no desenvolvimento da região influenciando a forma de se trabalhar com a educação. Posteriormente damos ênfase a educação abordando os seguintes itens: educação básica, planejamento no campo educacional, PDE - Plano de Desenvolvimento da Educação e explanação sobre o IDEB Índice de Desenvolvimento da Educação Básica., a vinculação do LSE Levantamento da Situação Escolar e o PAR Plano de Ações Articuladas e o LSE Levantamento da Situação Escolar na Região Norte. Para finalizar o trabalho e dentro do contexto a análise é sobre os Padrões Mínimos de Desenvolvimento da Escola e o Plano Nacional de Educação - PNE, enfocando os Padrões Mínimos de Desenvolvimento da Escola PMFE e o Plano de Ações Articuladas PAR e os componentes do Quadro Geral dos Padrões Mínimos de Funcionamento da Escola - QGPMFE. Promover estudos comparativos de dados quantitativos e qualitativos inseridos na base do FNDE, relativos ao cumprimento dos Padrões Mínimos de Funcionamento da Escola PMFE para as Regiões Sudeste e Sul do país sobre o cumprimento dos Padrões Mínimos de Funcionamento da Escola - PMFE nas escolas com LSE concluído. Foi elaborado estudo e análise de escolas ou grupos de escolas dos estados e municípios em relação classificação com base nos padrões mínimos de funcionamento das escolas. A análise foi feita tendo como pano de fundo as áreas, indicadores e variáveis formadoras do índice do PMFE/LSE. 4

5 - B R A S I L - Região Sudeste Espírito Santo Minas Gerais Rio de Janeiro São Paulo Área total: km² População (2000): habitantes Densidade Demográfica (2000): 77,96 hab/km² Região Sudeste Espírito Santo Minas Gerais Rio de Janeiro São Paulo 5

6 2. REGIÃO SUDESTE A Região Sudeste do Brasil é uma das regiões definidas pelo IBGE, composta pelos estados de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo. Esta região é por excelência uma terra de transição entre a região Nordeste e a região Sul. Para se fazer essa divisão foram usados critérios como semelhanças naturais, tais como relevo, clima, vegetação e solo, bem como afinidades socioculturais. cinco grandes regiões em que é dividido o Brasil. É composta pelos estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e pelo Distrito Federal, onde fica Brasília, a capital do país. Com uma área de km², a Região Centro-Oeste é um grande território, sendo a segunda maior região do Brasil em superfície territorial. Por outro lado, é a região menos populosa do país e possui a segunda menor densidade populacional, perdendo apenas para a Região Norte. Por abrigar uma quantidade menor de habitantes, apresenta algumas concentrações urbanas e grandes vazios populacionais. Região mais populosa e rica do Brasil, o Sudeste ocupa 0,85% do território brasileiro. Altamente urbanizada (90,5%), abriga as três metrópoles mais importantes do país, as cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, além de ser o maior colégio eleitoral do país. A região Sudeste é caracterizada fisicamente pela existência de montanhas antigas e arredondadas pela erosão, os chamados mares de morros, notados nos 4 estados. No pico destas montanhas, existem cortes inclinados mais altos, que geram formações como a serra da Mantiqueira, a serra do Mar e a serra do Espinhaço. O Sudeste possui a maior média de altitude do Brasil, tendo como ponto mais alto o Pico da Bandeira, 3 maior do Brasil com 2892m, sendo localizado entre Minas Gerais e Espírito Santo. O clima dessa região é bastante diversificado no que diz respeito à temperatura, em função de três fatores principais: a posição latitudinal, a topografia acidentada e a influência dos sistemas de circulação perturbada. Corresponde a uma faixa de transição entre climas quentes das baixas latitudes e os climas mesotérmicos das latitudes médias, mas suas características mais fortes são de clima tropical. O norte de Minas Gerais possui clima e faz parte do Polígono das Secas. Nas áreas mais elevadas do planalto atlântico, ocorre o clima tropical de altitude, que tem temperaturas mais baixas que as demais áreas. A vegetação predominante é a Mata Atlântica, mas novamente há exceções como a Mata de Araucária no sul de São Paulo e nas regiões serranas, e a Caatinga no norte de Minas Gerais. O norte de Minas Gerais possui características do Nordeste, fazendo parte da bacia do Rio São Francisco e era território do estado de Pernambuco até o início do século XIX. O interior de São Paulo, notadamente a região entre os rios Tietê e o Paranapanema (região de Bauru, Marília, Itapeva, Presidente Prudente) é região de transição entre o Sudeste e o Sul, possuindo características destas duas regiões. 6

7 Hoje em dia restam pequenos trechos da Mata Atlântica porque a maioria da mata foi substituída por áreas urbanas, pastagens e plantações. No litoral, nas partes mais alagadas encontramos os manguezais. A região apresenta vários rios importantes, como o Rio Tietê, Rio Paraíba do Sul, Rio Paraná, Rio Piracicaba, Rio Doce. A região também apresenta a nascente do rio São Francisco, na serra da Canastra em Minas Gerais. Os rios da região são utilizados para navegação, mas principalmente para a produção de energia elétrica através de usinas hidrelétricas. Nessa região está localizada Furnas. 2. História Os primeiros habitantes da Região Sudeste do Brasil foram os índios. Mais tarde chegaram os portugueses. Eles fizeram expedições para conhecer a região e começaram a explorar o pau-brasil. Essa madeira era abundante nas matas do litoral. Os portugueses fundaram as primeiras vilas no litoral. A primeira vila fundada foi São Vicente. Aí teve início a plantação de cana-de-açúcar. Depois surgiram outras vilas. O povoamento do interior começou com a fundação da vila de São Paulo de Piratininga. Os moradores da vila de São Paulo entraram pelo interior à procura de índios para escravizar. Eles organizaram as entradas e bandeiras. Nas suas caminhadas, os bandeirantes paulistas descobriram minas de ouro nas terras do atual estado de Minas Gerais. O povoamento também aumentou com o comércio de gado. Os comerciantes levavam os animais do sul do Brasil para serem vendidos na região das minas. No caminho por onde passavam as tropas de animais apareceram ranchos e pousadas. Os ranchos e as pousadas deram origem a muitas cidades. Novas fazendas de plantação de cana-de-açúcar surgiram nos antigos caminhos por onde seguiam as entradas e bandeiras. Essas fazendas deram origem a várias cidades. Mais tarde, com o cultivo do café, outras cidades surgiram. O povoamento aumentou muito com a chegada dos imigrantes e com a abertura das ferrovias. A instalação de indústrias também contribuiu para que muitas pessoas de outros estados e de outros países viessem morar na Região Sudeste. 7

8 Período Pré-Cabralino Os primeiros habitantes da região Sudeste foram os indígenas pertencentes aos grupos macro-jê e tupi. A partir de 500, começam a chegar os colonizadores portugueses. Início da Colonização Portuguesa O povoamento do Sudeste brasileiro começou em 532, com a fundação da vila de São Vicente pelos jesuítas portugueses, apoiada na produção de cana-de-açúcar. A partir do século XVII, na região de São Paulo, iniciou-se o fenômeno das bandeiras, que eram expedições pelo interior do Brasil à procura de novas riquezas e de indígenas para serem escravizados. Ciclo do Ouro No final do século XVII, os bandeirantes paulistas encontraram pedras preciosas na região de Minas Gerais, dando início ao ciclo do ouro. Com a mineração, as atenções da Coroa Portuguesa se voltaram para a região Sudeste, tendo em vista que as plantações de cana-de-açúcar no Nordeste estavam em plena decadência. Ocorreu um grande movimento de pessoas para a região das Minas, acarretando na Guerra dos Emboabas. A capital da colônia é transferida de Salvador para o Rio de Janeiro em 763. No final do século XVIII a exploração do ouro entrou em decadência em decorrência do esgotamento das minas, porém a Coroa Portuguesa continuava a cobrar altas taxas tributárias, fazendo surgir a Inconfidência Mineira, movimento separatista sem sucesso. Corte no Brasil Em 808, fugindo da invasão napoleônica, a Família Real Portuguesa se instalou no Rio de Janeiro. A época foi marcada por diversas mudanças econômicas na região, com a abertura dos portos para as nações amigas em 80 e a elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal e Algarves em 86. Em 82, o Rei Dom João VI retorna para Portugal, deixando seu primogênito, Pedro de Alcântara, como Príncipe-Regente do Brasil. Independência Através da Revolução do Porto, os portugueses tentam voltar o Brasil à condição de colônia. O filho do Rei de Portugal desobedece às ordens da Coroa e proclama a Independência do Brasil a 7 de setembro de 822, às margens do Riacho Ipiranga, em São Paulo, tornando-se D. Pedro I, o Imperador do Brasil. 8

9 Império Com a Independência do Brasil em 822, a região Sudeste tornou-se o centro financeiro do país. Apoiado pela elite rural do Sudeste, D. Pedro I tornou-se o primeiro Imperador do Brasil, abdicando o trono à favor de seu filho, D. Pedro II em 830 que, após um conturbado período regencial, assumiu o trono em 84. Ciclo do Café A partir da década de 840, as plantações de café se espalharam por toda a região, principalmente no Vale do Paraíba e no Oeste Paulista, tornando-se a base da economia brasileira. Usou-se, inicialmente, do trabalho escravo, mas, com a abolição da escravatura em 888, a falta de mão-de-obra foi preenchida com a vinda de uma grande massa de imigrantes europeus, principalmente italianos. República Em 889 a Monarquia é derrubada e é proclamada a República, dando início à Política do Café-com-leite, em que as oligarquias de São Paulo e Minas Gerais se revezavam no poder. Na década de 920, com a quebra da bolsa de Nova Iorque, o preço do café despencou no mercado internacional. O presidente Getúlio Vargas iniciou um processo de industrialização em São Paulo que, posteriormente, se espalhou pelos outros estados do Sudeste. 2.2 Geografia A região Centro-Oeste engloba os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo. No relevo da região Sudeste destacam-se: Planalto Atlântico; Planalto Meridional; Planície Costeira ou Litorânea. A maior parte do relevo é formada por planaltos. Entre os dois planaltos aparece uma região de terras mais baixas, chamada depressão. O litoral da região Sudeste é recortado de cabos, baias e ilhas. Aparecem também belas praias. 9

10 Os rios da bacia do São Francisco e da bacia do Paraná banham essa região. Existem outros rios importantes: Jequitinhonha, Doce, Paraíba do Sul e Ribeira do Iguape. Eles deságuam no oceano Atlântico. Os rios da região Sudeste são aproveitados para a produção de energia elétrica. As principais usinas hidrelétricas instaladas nessa região são: Complexo Hidrelétrico de Urubupungá, no rio Paraná; Usina Hidrelétrica de Três Marias, no rio São Francisco; Usina Hidrelétrica de Furnas, no rio Grande. O clima predominante nessa região é o tropical de altitude. No norte de Minas Gerais o clima é semi-árido. Notadamente, o norte mineiro é a região mais pobre do estado e da região. A vegetação da região Sudeste é variada. Atualmente essa vegetação já foi bastante destruída, restando apenas alguns trechos da Mata Atlântica, que tem sido preservada. O cerrado, a caatinga, os campos e a vegetação litorânea são encontrados nessa região Relevo Podemos identificar quatro grandes divisões no relevo no Sudeste: Planícies e Terras Baixas Costeiras Serras e planaltos do Leste e Sudeste Planalto Meridional Planalto Arenito-basáltico Planícies e Terras Baixas Costeiras Apresentam larguras variáveis, ora aparecendo na forma de grandes baixadas, ora estreitando-se e favorecendo a formação de costas altas, onde a serra do Mar entra diretamente em contato direto com o oceano Atlântico. São comuns, ao longo da planície, muitas praias e algumas restingas, que formam lagoas costeiras e grandes baias. Serras e planaltos do Leste e Sudeste Conhecidas como planalto Atlântico ou planalto Oriental, é a parte mais acidentada do planalto Brasileiro, caracterizando-se, na região Sudeste, pelo grande número de "serras " (escarpas de planalto) cristalinas. Aparece como verdadeira muralha constituída por rochas cristalinas muito antigas ou como um verdadeiro "mar de morros" em áreas mais eroditas. A escarpa desse planalto voltada para o Atlântico constitui a serra do Mar, que no sul recebe o nome de serra de Paranapiacaba. Logo adiante, no oeste, encontramos o vale do 0

11 rio Paraíba do Sul, que separa a serra do Mar da serra da Mantiqueira. Mais para o norte, as elevações afastam-se do litoral, dando origem à serra do Espinhaço. Ao norte de São Paulo e a oeste de Minas Gerais, encontra-se a serra da Canastra. A noroeste da região, atrás da serra do Espinhaço, encontram-se as chapadas sedimentares, já na transição para a região Centro-Oeste, destacando-se o Espigão Mestre, vasta extensão aplainada constituída por rochas antigas e intensamente trabalhadas pela erosão. Entre ele e a serra do Espinhaço encontra-se a Depressão Sanfranciscana, área de terras baixas cortada por um grande rio, o são Francisco. Planalto Meridional De estrutura sedimentar, ocupa todo o centro-oeste de São Paulo e o oeste de Minas Gerais. É formado por dois blocos: o planalto Arenito-basáltico e a Depressão Periférica. Planalto Arenito-basáltico Apresenta alternância de rachas pouco resistentes, como o arenito (sedimentar), e outras muito duras, como o basalto (vulcânica), o que favorece o aparecimento das chamadas cuestas, acidentes do relevo que se mostram íngremes e abruptos em uma vertente e na direção oposta descem em suave declive. Essas cuestas são conhecidas popularmente pelo nome de serras, como por exemplo, a serra de Botucatu. Depressão Periférica Zona de contato baixa e plana, que se assemelha a uma canoa, entre as serras e planaltos do Leste e Sudeste (de estrutura cristalina) e o planalto Arenito-basáltico (de estrutura sedimentar) Clima A região Sudeste apresenta os climas tropical de altitude subtropical e semi-árido. O clima tropical predomina nas baixadas litorâneas de Espírito Santo e Rio de Janeiro, norte de Minas Gerais e oeste paulista. Apresenta temperaturas elevadas (média anual de 22ºC) e duas estações definidas: uma chuvosa, que corresponde ao verão, e outra seca, que corresponde ao inverno. O clima tropical de altitude, que ocorre nos trechos mais elevados do relevo, caracteriza-se por temperaturas mais amenas (média anual de 8ºC). O clima subtropical, que aparece no sul do estado de São Paulo, é marcado por chuvas bem distribuídas durante o ano (temperaturas médias anuais em torno de 6ºC a 7ºC) e por uma grande amplitude térmica. Temos ainda, no norte de Minas Gerais, o clima semi-árido,

12 mais quente e menos úmido, apresentando estação seca anual de 5 meses ou até mais nos vales dos rio São Francisco e Jequitinhonha. No Sudeste, como em qualquer região, as temperaturas sofrem a determinante influência da posição geográfica, ou seja, da latitude, do relevo e da altitude e também da maritimidade. Desta forma, as regiões do Vale do Jequitinhonha e do Vale do rio Doce ambas no norte de Minas Gerais e norte do Espírito Santo, localizadas em áreas de baixas latitudes e altitudes modestas, têm clima mais quente. Já a serra do Mar apresenta a maior umidade da região, pois barra a passagem dos ventos vindos do Atlântico, carregados de umidade, chovendo apenas nas vertentes orientais. A costa também é naturalmente mais úmida, por influência da maritimidade. As menores temperaturas da região são registradas nos picos da serra da Mantiqueira, localizados entre MG/SP, MG/RJ e MG/ES, que tem altitudes próximas de 3000m e conseqüentemente estão sujeitos a nevadas Vegetação A variedade de tipos de clima permite deduzir que primitivamente existiu uma variedade de tipos de vegetação, hoje em grande parte devastada, devido à expansão agrícola. A floresta tropical constitui a formação dominante, mas seu aspecto varia muito. Ela é rica e exuberante nas encostas voltadas para o oceano - Mata Atlântica -, onde a umidade é maior, favorecendo o aparecimento de árvores mais altas, muitos cipós, epífitas e inúmeras palmáceas; encontra-se quase totalmente devastada, exceto nas encostas mais íngremes. No interior do continente, essa floresta apresenta menos densa, pois ocorre em áreas de clima mais seco; aparece somente em manchas, pois já está quase inteiramente devastada. Em algumas áreas do interior há a ocorrência de matas galerias ou ciliares, que se desenvolvem ao longo das margens dos rios, mais úmidas. Nas áreas tipicamente tropicais do Sudeste, onde predominam solos impermeáveis, ganha destaque a formação conhecida como cerrado, constituída de pequenas árvores, arbustos de galhos retorcidos e vegetação rasteira. A região apresenta pequenos trechos cobertos de caatinga no norte de Minas Gerais. As áreas mais altas das serras e planaltos do Leste e Sudeste, ao sul, de clima mais suave, são ocupadas por uma ou outra espécie do que foi um dia a floresta subtropical ou Mata de Araucárias. Em extensões também reduzidas do planalto aparecem trechos de formações campestres: os campos limpos, ao sul do estado de São Paulo, e os campos serranos, ao sul de Minas Gerais. Ao longo do litoral, faz-se presente a vegetação típica das praias, conhecida por vegetação litorânea. 2

13 2.2.4 Hidrografia Devido à suas características de relevo, predominam na região os rios de planalto, naturalmente encachoeirados. Entre as várias bacias hidrográficas, merecem destaque: Bacia do Paraná O rio principal é formado pela junção dos rios Paranaiba e Grande. Nessa bacia se localizam algumas das maiores hidrelétricas do país, tanto no rio Paraná (Urubupungá e Itaipu) como nos rios Paranaíba (Cachoeira Dourada e São Simão) e Grande (Furnas e Volta Grande). Bacia do Rio São Francisco O principal rio nasce em Minas Gerais, na serra da Canastra, atravessa a Bahia e alcança Pernambuco, Alagoas e Sergipe, no Nordeste. Recebendo alguns grandes afluentes e outros menores, que chegam inclusive a secar (rios temporários), o São Francisco tem alta importância regional, por oferecer transporte, alimentação, energia elétrica e irrigação. No seu alto curso, que vai da nascente a Pirapora (Minas Gerais), o São Francisco é acidentado e não-navegável, oferecendo, por outro lado, alto potencial hidrelétrico. A Usina Hidrelétrica de Três Marias foi aí construída a fim de regularizar o curso do rio, fornecer energia e ampliar seu trecho navegável, através de comportas que fazem subir o nível das águas. Já no médio curso, que estende de Pirapora e Juazeiro (estado da Bahia), o rio é inteiramente navegável. O baixo curso do São Francisco localiza-se inteiramente na região Nordeste. Bacias do Leste São um conjunto de bacias secundárias de diversos rios que descem das serras litorâneas para o Atlântico, merecendo destaque as bacias dos rios Pardo, Doce e Jequitinhonha em Minas Gerais, e Paraíba do Sul, em São Paulo e Rio de Janeiro. Bacias do Sudeste Sul A região Sudeste é drenada também por estas bacias, destacando-se a do rio Ribeira do Iguape, no estado de São Paulo. 2.3 Demografia A população da região Sudeste da é formada de brancos, negros, pardos, amarelos e indígenas. São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro são os estados mais populosos do Brasil. A maior parte da população vive na zona urbana, devido ao êxodo rural, isto é, a saída da população do campo do para viver na cidade. Na região Sudeste ocorre a migração. Muitos brasileiros da região Nordeste migraram para a região Sudeste, principalmente para São Paulo e Rio de Janeiro. 3

14 2.3. População A região Sudeste é a mais populosa do país, apresentando, segundo o IBGE, no ano de 2005, pouco mais de 78 milhões de habitantes, o que equivale a quase 42% da população brasileira (população maior que a de países como Itália e Espanha). A região apresenta, também, os três estados mais populosos (São Paulo, com 40 milhões de habitantes; Minas Gerais, com 2 milhões de habitantes e Rio de Janeiro, com 5 milhões) e as três maiores regiões metropolitanas do Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte). A maior concentração populacional encontra-se no eixo Rio - São Paulo, onde estão localizadas as regiões metropolitanas da Grande São Paulo, Grande Rio e as regiões do Sul Fluminense e Vale do Paraíba, que englobam 23% da população brasileira. Também está localizada ali a Megalópole Rio São Paulo, que conta com milhões de habitantes Maiores cidades Espírito Santo. Vila Velha Serra Cariacica Vitória (capital) 5. Cachoeiro de Itapemirim Minas Gerais. Belo Horizonte (capital) 2. Uberlândia Contagem Juiz de Fora Betim Montes Claros Ribeirão das Neves Uberaba Governador Valadares Ipatinga Rio de Janeiro. Rio de Janeiro (capital) 2. São Gonçalo Duque de Caxias Nova Iguaçu Belford Roxo Niterói São João de Meriti Campos dos Goytacazes

15 9. Petrópolis Volta Redonda São Paulo. São Paulo (capital) 2. Guarulhos Campinas São Bernardo do Campo Osasco Santo André São José dos Campos Sorocaba Ribeirão Preto Santos A participação política (número de eleitores) da região Sudeste em 2002 era de (IBGE/2002), a maior do país. A tabela a seguir mostra quantos eleitores tinham em cada estado da região: IBGE/2002 Estados Nº de eleitores São Paulo Minas Gerais Rio de Janeiro Espírito Santo Povoamento Colonização A teoria mais aceita é de que o Brasil, assim como todo o continente americano, foi povoado por povos nômades asiáticos que atravessaram o Estreito de Bering, ligação entre a Sibéria e o Alasca, há 5 mil anos. Todavia, após o achado do crânio pré-histórico de Luzia, em Minas Gerais, descobriu-se que se tratava de uma mulher com fisionomia negróide, semelhante aos povos subsaarianos e aos aborígenes australianos atuais. Concluiu-se que houve dois tipos de migração para a região: a mongolóide e a negróide. Porém, apenas os de origem asiática sobreviveram, antepassados dos índios. O Sudeste do Brasil foi palco para a fundação da primeira vila portuguesa a ser edificada no Novo Mundo, sendo ela São Vicente, fundada por Martim Afonso de Sousa, em 532. Os primeiros colonos, homens solteiros ou casados que deixaram em Portugal suas famílias, prontamente se mesclaram com as índias locais. A prática freqüente da poligamia, enraizada na cultura aborígene, foi adotada pelos portugueses. Preocupados com a conduta fora dos padrões dos colonos, não só em São Vicente, mas em toda a colônia, a Igreja envia 5

16 os jesuítas em 549. Baseada na plantação de cana-de-açúcar, a capitania de São Vicente é uma das poucas a obter sucesso. Em 565, Mem de Sá fundou a vila do Rio de Janeiro. Os índios foram escravizados, porém, em 595, por pressões da Igreja, foi proibida a escravidão nativa. Começou-se, então, a ensaiar a entrada de escravos africanos. Os colonos, já bastante miscigenados com os índios, levavam uma vida fora dos padrões metropolitanos. A forte influência da cultura indígena e a força cada vez menor da Igreja na vida dos habitantes dessa região levaram à criação de uma identidade nativa e um certo sentimento anti-português na região de São Paulo. A Coroa Portuguesa não conseguia mais controlar os colonos. Considerados "rudes e selvagens", os paulistas de sangue europeu ou mestiço não mais falavam o português, mas a língua geral, idioma extinto de base tupiguarani. No início do século XVII que surge as bandeiras: a decadência da produção açucareira e a proibição da escravidão indígena levam os colonos a se organizarem e formar enormes expedições que cruzaram o interior do Brasil. Tais expedições podiam contar com quase mil homens: alguns brancos, seguidos por centenas de índios e mamelucos em busca de indígenas para serem escravizados. É destacável que os bandeirantes, mesmo aqueles de origem indígena, atacavam as tribos índias e as reduções jesuíticas com grande violência e crueldade. Estima-se que 300 mil índios foram escravizados em um período de menos de um século. Aqueles que não aceitaram o escravagismo foram exterminados. Com o desaparecimento da população indígena, as bandeiras ganharam um novo intuito: o descobrimento de pedras preciosas. Desde o início da colonização os colonos almejavam encontrá-las. Tal fato apenas se sucedeu em 680, quando o bandeirante Borba Gato encontrou as primeiras jazidas de ouro na atual Minas Gerais. A exploração da região se deu com a chegada de novas bandeiras. A população brasileira, antes concentrada no litoral, passou a se interiorizar. As notícias do achado de pedras preciosas levou à uma corrida para a região aurífera de milhares de pessoas. É neste momento que se dá a fundação de vilas ao redor das áreas mineradoras: Ouro Preto, Mariana, Tiradentes, etc. Em Portugal, milhares de pessoas abandonaram o país para tentar se enriquecer nas Minas Gerais: entre 70 e 760 imigraram 600 mil portugueses Do Nordeste, legiões de luso-brasileiros largaram os já decadentes engenhos de cana e rumaram para o interior. A chegada dos forasteiros gerou no conflito chamado Guerra dos emboabas. Os paulistas, descobridores das minas acabaram perdendo o seu monopólio para os recém-chegados. Enriquecidos, os mineradores trouxeram para a região centenas de milhares de africanos. No auge da mineração, 958 mil negros foram trazidos da África para o Brasil. O escravo de Angola predominou dentro da área mineradora. A mudança da capital de Salvador para o Rio de Janeiro concretizou a ocupação do Sudeste brasileiro. Em 808, a região ainda foi palco para a instalação da família real portuguesa: fugidos de Napoleão, toda a corte portuguesa se mudou para o Rio de Janeiro, algo em torno de 5 mil pessoas. A expansão da colheita de café pelo interior após 830, acarreta na chegada de um enorme contingente de escravos: um milhão e 300 mil num período de apenas trinta anos, vindos de Angola e Moçambique. No início do século XIX o Rio de Janeiro, devido à sua maioria negra e escrava, era visto como uma "cidade africana". 6

17 Imigrantes Interior do Real Gabinete Português de Leitura, na cidade do Rio de Janeiro, fundado em 837 por um grupo de quarenta e três imigrantes portugueses, refugiados políticos, para promover a cultura entre a comunidade portuguesa na então capital do Império. É a maior biblioteca de autores portugueses fora de Portugal. Bairro da Liberdade, em São Paulo, reduto da colônia japonesa da cidade, a maior fora do Japão. A presença dos imigrantes na região Sudeste foi de fundamental importância para o seu povoamento. O primeiro grupo organizado de imigrantes trazido ao Brasil para o povoamento foram suíços. Entre 89 e 820, chegaram ao Brasil 26 famílias de colonos suíços, 6 a mais do que havia sido combinado nos contratos, totalizando.686 imigrantes. Fundaram a cidade de Nova Friburgo, no Rio de Janeiro. Grupos de alemães seriam assentados na mesma região em 824. No interior do Espírito Santo chegaram famílias alemãs em 847. Em 857 novos grupos foram enviados para as serras capixabas. No ano seguinte, começaram a chegar os pomeranos, etnia esta que passou a predominar entre os colonos alemães. No estado do Rio de Janeiro, os alemães ocuparam também as regiões serranas, ao redor de Petrópolis. Desvinculada da imigração germânica, que estava voltada para a ocupação, a partir de 880 a região foi "inundada" por imigrantes atraídos pelos senhores do café para que trabalhassem em suas propriedades. O fim do tráfico negreiro (Lei Eusébio de Queiroz, 850) e a Lei Áurea (888), que deu fim à escravatura, contribuíram para a crescente falta de mão-de-obra nos cafezais. Ao mesmo tempo, surgiu no Oeste Paulista uma nova elite de origem burguesa que defendia o trabalho assalariado. Os imigrantes europeus, italianos em sua vasta maioria, foram atraídos para o sul de Minas Gerais, interior do Espírito Santo e para o Oeste Paulista. Para receber os imigrantes foram construídos prédios como a Hospedaria de Imigrantes. Entre 882 e 978 passaram mais de 60 nacionalidades e etnias pela hospedaria, num total de 2,5 milhões de pessoas. Num período de apenas nove anos (882-89), passaram pela Hospedaria imigrantes, dos quais eram italianos. A presença do imigrante europeu urbano sudestino também foi notável: em 900, 8% dos operários fabris de São Paulo eram italianos. A presença de diversas comunidades de imigrantes traria um enriquecimento étnico-cultural de valor inestimável. Os portugueses foram o grupo predominante no Rio de Janeiro: em 96, moravam na cidade portugueses, em torno de 6% da sua população. A presença de imigrantes espanhóis, galegos e andaluzes, sobretudo, de libaneses, de sírios e de japoneses acarretou no surgimento de um melting pot no Sudeste brasileiro Migrantes Na história da migração no Brasil, destaca-se a migração nordestina. Devido ao auge da industrialização, entre as décadas de 60 e 80, a migração nordestina para a região Sudeste, em especial ao estado de São Paulo, foi intensa. São Paulo se torna a "terra das 7

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