No Palco da Folia a Império Anuncia: Porto de Santana, do Amapá para o Mundo

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "No Palco da Folia a Império Anuncia: Porto de Santana, do Amapá para o Mundo"

Transcrição

1 Projeto de Desfile Carnaval / 2014 No Palco da Folia a Império Anuncia: Porto de Santana, do Amapá para o Mundo HISTÓRICO

2 ORIGEM A fundação da Associação Recreativa Escola de Samba Império do Povo confunde-se com a tradição de se fazer carnaval de rua no município de Santana. Desde os anos 70, a Escola de Samba Santanense de nome UNIDOS DO AMAPÁ já abrilhantava com honra e galhardia, representando este município, nos desfiles em Macapá. Aquela agremiação naqueles tempos era originalmente constituídaspor funcionários da ICOMI, e com lembrança daqueles dias de folia nos deixaram gravado o Samba de Enredo Exaltação do Amapá, uma genial composição de Max Darlindo, compositor reconhecidíssimodentro da comunidade do Samba do Amapá, que no ano de 1972 tornou-se campeã do Carnaval amapaense, vindo no ano seguinte representar o Enredo O Mundo Encantado das Crianças. Desde então, o carnaval de Santana sempre procura preservar sua tradição. Já nos anos 80, surge no senário carnavalesco de Santana a Escola de Samba Império Santanense, que após filiar-se à Liga das Escolas de Samba do Amapá- L.E.S., em Macapá, veio a alcançar a 2ª colocação como título maior de sua existência, no desfile das Escolas de Samba, defendendo o Samba Enredo, Sofia, a Sereia do Porto, uma composição de Bi Trindade e Ricardo Rodrigues, tendo como intérprete Olavo Almeida. Após uma grande dissidência dentro da Escola Império Santanense, a mesma se extingue e dá origem a duas novas agremiações carnavalescas em Santana, que foram o Bloco do Povo e a Konstituinte, as quais durante alguns anos foramas principais rivais dentro do carnaval de rua de Santana. O Bloco do Povo desde aqueles tempos já era admirado e respeitado pela comunidade do samba do Amapá, por abrigar compositores e interpretes de renome dentro do cenário cultural do estado. Após longos anos de existência, folias, alegrias e glórias, a Diretoria da Escola Império do Povo decidiu por regularizar de fato e de direito a entidade, fundando-a desta vez com o nome de Associação Recreativa Escola de Samba Império do Povo, ARESIP, em 03 de fevereiro de 1993, data de seu aniversario. A TRADIÇÃO

3 Entre as Escolas de Samba do Amapá, a Império do Povo é considerada a caçula do Carnaval Amapaense, no entanto, para quem conhece suas raízes, sabe que ela está entre as maiores ganhadoras de títulos e tradicionais entidades deste estado. Que o diga a comunidade santanense... A Império do Povo é uma entidade carnavalesca que nasceu predestinada a vitórias. Grandes rivais desapareceram, outras surgiram, mas a verde e branco de Santana continua lá, conquistando cada vez mais respeito por onde exibe suas apresentações. Períodos difíceis, como o final dos anos 90 nem são inéditosna história da IMPÉRIO DO POVO, quando quase se acabou de vez com os desfiles das escolas de samba de Santana. Porém, a agremiação superou suas dificuldades, soube levantar a cabeça, repensar o carnaval que corria em suas veias e ressurgir cada vez mais forte, e mais uma vez campeã. Foi assim, no final do Desfile das Escolas de Samba, em 1998, quando após sentir-se visivelmente prejudicada ao final da apuração daquele ano, e, apos amargar um inédito título de 2º lugar, por meio ponto apenas, a Diretoria da IMPERIO DO POVO, naquele mesmo dia se reuniu e decidiu que a escola já crescera o suficiente para buscar um espaço maior, reconhecendo-se a real potencia dos seus desfiles. Estava assim decido que a Escola de Samba Império do Povo iria desfilar em Macapá, e assim, representar Santana, no palco maior do carnaval amapaense, o Sambódromo. E assim, esse fato foi consumado, após a sua inscrição na Liga das Escolas de Samba do Amapá, L. E. S., a Império do Povo teve sua afiliação aprovada, e ganhou o direito de desfilar no desfile das Escolas de Samba do Amapá, ano de 1999, no Grupo de acesso. Portanto, ás 22 horas do dia..., sábado, a Império do Povo estreou por debaixo de chuva torrencial, no Desfile maior do carnaval amapaense. O primeiropasso havia sido dado... É verdade, que durante 03 anos, a Escola e sua Diretoria penaram para se adaptar á dura realidade que se mostrou, de conseguir levar uma média de brincantes e 04 carros alegóricos, de um município para o outro, sem sofrer com os reveses que a natureza nos impõe no dia-

4 a-dia. Nos bastidores de noticia do samba, ainda hoje, é muito comum ainda se ouviro boato : Eles não vão conseguir passar nem na ponte... Enganou-se quem mexeu com os brios e orgulho de saber fazer carnaval da moçada da IMPÉRIO DE POVO. A partir de 2001, o bicho começou a pegar, apoeira subir e a águia da IMPÉRIO se fazer respeitar. Quanto mais pedras apareceram no caminho, mais a galera passou a prestigiar, o povo a sorrir, e a comunidade se orgulhar. No ano de 2004, á volta por cima tão bem traçada e defendida, foi enfim alcançada. A Associação Recreativa Escola de Samba Império de Povo, representante do município de Santana, no Desfile das Escolas de Samba do Amapá, p sambódromo, sangrou-se Campeã do Carnaval Amapaense, no grupo de acesso derrotando agremiações tradicionais do vizinho município, como: Embaixada de Samba cidade de Macapá, Emissários da Cegonha, Solidariedade e Jardim felicidade, passando a partir de então a compor a grupo elite das Escolas de Samba do Amapá, o Grupo Especial. Hoje, após a não realização no ano de 2005, do desfile das Escolas de samba, a Império do Povo prepara-se para o seu maior desafio que é o desfile do Grupo Especial onde so tem grandes escolas do carnavalamapaense, como: Piratas da Batucada, Maracatu da Favela, Boêmios do Laguinho e Piratas Estilizados. O desfile estar sendo lançado e a Império vem se preparando para desfilar... Sua diretoria já traçou suas metas de trabalho e vem desenvolvendo suas atividades para fazer bonito em Já esta provado que ela tem potencialidadee adquiriu o respeito necessário para competir de igual para igual com qualquer Escola de Samba do Amapá. Elanão ira somente para competir, e sim, vira para ser campeã do grupo especial. A partir dai a comunidade santanense passou a acreditar que esse sonho poderia se tornar realidade. ENREDOS, SAMBAS DE ENREDO, COMPOSITORES E INTÉRPRETES: A Escola de Samba Império do Povo é originariamente localizada na área comercial de Santana. Desde sua primeira criação, em sua ala de compositores e

5 velha guarda, sempre se destacaram carnavalescos renomados, que tem o samba nas veias e defendem a verde e branco com orgulho. Figuras ilustres que se pode citar: Rosivaldo (Cobado), Belcivaldo (Vaval), Rogel (Bebel), Kito do Império, jo Magalhães, Ricardo, Roosivelt, Carlinho Lubiota, Carlos Matias, Ari, Antonio Wilson, Ode,AntonioArinaldo, Fernando Pinto, Olavo Almeida, Vasques, Bento, Dona Iraci, Preta, Zinha, Marinelza, Badica, Bira, Madame, Paulinho do Amapaminas, Ancelmo, Carlinho Matos e Marco Antonio, e sem deixarmos jamais de mencionar o nome do maior incentivador que a IMPÉRIO DO POVO já teve: Bertoldo Bento Pereira que de onde quer que ele esteja, sempre estará torcendo para que está agremiação seja sempre a n 1. Inesquecíveis enredos ainda da era Bloco do Povo foram criados e ainda permanecem na memória dos compositores da agremiação verde e branco de Santana, dentre os quais se pode citar. As quatro estações do ano, de autoria de Claudio Silva, Santana, o berço da cultura popular, de autoria de Roberto Prata, Amor, sublime amor, de autoria de Neck e Cristina Sá. Na era sambódromo, a criatividade teve que ser ainda mais aguçada e brilhante, requerendo uma maior imaginação de seus compositores e convidados. Vejamos então: Ano de Enredo Franco brasileiro, o Contestado ao Império, samba de enredo de autoria de Neck, Cristina Sá e TayssonTyassú, com interpretação de TayssonTyassú; Ano de Enredo Santana, do nascer do sol, ao adormecer das estrelas, samba de enredo de autoria de Jô Magalhães, Kito do Império e Luiz Pantoja, com interpretação de Wellington Araújo; Ano de Enredo Amazônia- Sedução e devastação, no palco da emoção, samba de enredo de autoria de Kito do Império, com interpretação de Walter do Cavaco; Ano de Enredo Do sabor é festival, na IMPÉRIO é carnaval, samba de enredo de autoria e interpretação de Walter do Cavaco;

6 Ano de Enredo Santana, Arte, Cultura e Magia, da sua origem a folia, samba de enredo de autoria de Ivo Cannuti, com interpretação de Bosquinho S.P; Ano de Enredo Império em ação- No balanço das ondas, um grito de preservação, samba de enredo de autoria de Preto Velho, Renato Raposo e Paulo Bispo, com interpretação de Bosquinho S.P; Ano de Enredo Mitos, símbolos e o imaginário, uma viagem fantástica ao mundo encantado dos desenhos animados, samba de enredo de autoria de Moleque Silveira e Mauro Mendes, com interpretação de Bosquinho do Império; Ano de Enredo Mulher- És um ser, no carnaval da IMPÉRIO a homenageada é você, concepção da comissão de carnaval: Ricardo Rodrigues, Rosivaldo Braga, Raimundo Vasques e Kito do Império, samba de enredo de autoria de Meio Dia da Imperatriz, Maneco e Leandro Tomaz, com interpretação de Meio Dia da Imperatriz; Ano de Enredo Das profecias de Pitágoras, nasce o símbolo do numero quatro, com interpretação de Meio Dia da Imperatriz; Ano de Enredo Macapá- 250 anos, uma viagem fascinante pelas terras tucujús, com interpretação de Meio Dia da Imperatriz; Ano de Enredo Na terra das águas, navega rumo ao norte. Pra onde seu mestre mandar, com interpretação de Meio Dia da Imperatriz;; Ano de Enredo Tainá: olhos da Amazônia para o mundo inteiro ver na tela magica da sétima arte, enredo de autoria do carnavalesco Paulo Rodrigues, com interpretação de Meio Dia da Imperatriz; Ano de (não houve desfile das Escolas de Samba); Ano de Enredo Perfume, enredo de autoria da comissão de carnaval, com interpretação de Albe Pavarote ; Ano de Enredo Pedra Branca do Amapari, o tesouro da Amazônia, enredo de autoria da comissão de carnaval, com interpretação de TaissonTyassú. DIRETORIA

7 A fundação oficial da Associação Recreativa Escola de Samba Império do Povo, data de 03 de fevereiro de 1993, quando a sua diretoria passou a ser legalmente constituída, e a mesma vem desde então mantendo-se legalizada de fato e de direito, perante os órgãos públicos que requerem que sejam cumpridos determinados princípios previstos em leis que regem as atividades culturais de entidades sem fins lucrativos, e de responsabilidade fiscal. Os presidentes que administraram a Império do Povo a partir de sua legal constituição foram os seguintes: Ø Biênio 1993/1994- Presidente: Rosivaldo Santiago Braga (kobado), tendo como vice-presidente, Marinelza do Socorro Viana Assis; Ø Biênio 1995/1996- Presidente:Marinelza do Socorro Viana Assis, tendo como vice-presidente, Rozeni Santiago Braga (Madame); Ø Biênio 1997/1998- Presidente: Rosivaldo Santiago Braga (Kobado), tendo como vice- presidente, Evandro Sarges Góes; Ø Biênio 1999/2000- Presidente: Carlos Alberto Nery Matias (Matias), tendo como vice-presidente, Rosivaldo Santiago Braga; Ø Biênio 2001/2002- Presidente: Rosivaldo Santiago Braga (Kobado), tendo como vice-presidente, Bento Pereira; Ø Biênio 2003/2004- Presidente Rogel: Santiago Braga (Bebel), tendo como vice-presidente, Marlete Pereira Góes; Ø Biênio 2005/2006- Presidente:Roziel Santiago Braga (Kito do Império), tendo como vice-presidente, Ricardo Silva Rodrigues; Ø Biênio 2007/2008- Presidente: Carlos Alberto Nery Matias (Matias), tendo com0o vice-presidente, Edinardo Souza; Ø Biênio 2009/2010- Presidente: Carlos Alberto Nery Matias, tendo como vicepresidente Roziel Santigo Braga (Kito); Ø Biênio 2011/2012- Presidente:Claudomiro Guedes (Coló), tendo como vicepresidente, Roziel Santiago Braga; Ø 2012 Presidente: Roziel Santiago Braga (Kito do Império), em razão do afastamento do Presidente:Claudomiro Guedes (Coló).

8 Atualmente a Império do Povo está sob a presidência de Rogel Santiago Braga - Bebel. A contar do ano de 1995, a IMPÉRIO DO POVO desvinculou-se da ideia original pelo qual ela fora originalmente fundada, que foi a de somente fazer carnaval, e passou a praticar atividades de cunho social, voltadas para a criança, o adolescente e os idosos do município de Santana. Consta em seu quadro de diretrizes de atividades anuais, ações que visam o incentivo à pratica de esportes comunitário, cursos de capacitações profissionais, distribuição de cestas básicas e brinquedos para crianças e comunidades carentes, além, das Oficinas de Percussão, sempre através de convênios com órgãos estaduais e municipais, que sempre foram parceiros da entidade, nestas iniciativas sociais. Hoje, como prova maior de sua competência administrativa e organizacional, a Escola de Samba Império do Povo foi agraciada com duas honrarias inéditas para Escolas de Samba da Região Norte do Brasil, que são os Títulos de Entidade de Utilidade Pública a nível Municipal e Estadual, que a habilita a firmar parcerias culturais e sociais de alta relevância para a Comunidade do Estado do Amapá. Este é um breve histórico da nossa IMPÉRIO DO POVO.. FICHA TÉCNICA DE ENREDO

9 Ficha Técnica Enredo Enredo: NO PALCO DA FOLIA A IMPÉRIO ANUNCIA: PORTO DE SANTANA DO AMAPÁ PARA O MUNDO Carnavalesco (a): Comissão de Carnaval Autor (es) do Enredo: Roziel Santiago Braga (Kito do Império) Rosivaldo Santiago Braga Autor (es) da Sinopse do Enredo: Roziel Santiago Braga (Kito do Império) Raimundo Coelho Vasques Elaborador (es) do Roteiro de Desfile: Roziel Santiago Braga (Kito do Império) Justificativa do Enredo: Divulgando a abertura dos portos no Brasil, a modernização, feitos e fatos e, o porto de Santana, como cidade portuária, berço privilegiado por sua posição geográfica, tornando-se uma das principais rotas marítimas de navegação, conectando o Amapá com o mundo, porta de entrada e saída da região amazônica.a A. R. E. S. Império do Povo, em seu enredo para o carnaval / 2014 anuncia:porto DE SANTANA DO AMAPÁ PARA O MUNDO. Introdução Desde a antiguidade mais remota o homem vem se utilizando da navegação marítima, fluvial e lacustre nos seus deslocamentos e de suas mercadorias. As imprescindíveis interfaces com os deslocamentos terrestres, ou com os hoje denominados "modos de transporte" terrestres, eram inicialmente as próprias margens das baías, estuários, rios ou lagos. Progressivamente, no entanto,

10 passaram a ser construídas instalações para compatibilizar os equipamentos de ambos os modos. Essas instalações, de início rudimentares, foram se desenvolvendo fisicamente até abranger hoje sofisticadas edificações, equipamentos e sistemas que demandaram, inclusive, alterações no meio ambiente. Institucional e organizacionalmente as atividades que nelas tinham lugar também foram se estruturando, notadamente a partir do Século XIII,até se transformarem nos enormes complexos portuários atuais. Essa evolução acompanhou, influindo e sendo influenciada, as evoluções na organização da produção e da atividade comercial, da relação do homem com o seu meio, em especial com o tecido urbano, e da forma de organização política e econômica da sociedade. A relação de todas as cidades litorâneas brasileiras com o mar, onde existemterminais portuários, está intimamente ligada ao papel histórico da economia brasileira com os portos, cuja origem é de aproximadamente 1800, e vem sendo considerado até hoje como um setor que gera riqueza para o País. A história portuária brasileira vai das instalações rudimentares, implantadas logo após o descobrimento, até os grandes complexos portuários e terminais especializados hoje existentes ao longo de toda sua costa. Essa evolução teve pontos de inflexão importantes em 1808, com a denominada abertura dos portos às nações amigas, empreendida por D. João VI; com as principais concessões para exploração dos portos organizados e das ferrovias que os acessam, no final do Século XIX; e mais tarde com a implantação de terminais especializados, necessários e compatíveis com a industrialização do pós-guerra, como instrumento da prioridade exportadora dos Planos Nacionais de Desenvolvimento (PND s), nos governos da ditadura militar, destacando-se aí a atuação da Portobrás. A partir da década de 90, os portos de praticamente todos os países passam por profundas reformas, a fim de compatibilizá-los com a nova ordem econômica e política internacional. Isto também ocorreu nos portos brasileiros, por estarem diretamente correlacionados ao desempenho portuário mundial, ao acelerado

11 incremento do comércio internacional e à demanda por ganhos contínuos e exponenciais na eficiência produtiva. Foi nessa década que se deu inicio ao processo de enxugamento administrativo que teve por base a extinção abrupta da Portobrás, sem deixar, em seu lugar, uma organização para regular o setor portuário. Surge então uma nova legislação chamada erroneamente de Lei de Modernização dos Portos. Com isto os portos brasileiros aderiram ao processo de amplas reformas que, certamente, caracterizarão mais um ponto de inflexão na história portuária brasileira. De início, essas reformas foram balizadas apenas por algumas alterações pontuais, destinadas a romper antigas tradições julgadas obstaculizantes à modernização mas, estas demandas hoje estão contidas numa nova ordem: seus marcos regulatórios, que requer o exame do porto sob, pelo menos, três dimensões: 1) elo de cadeia logística; 2) agente econômico; e 3) ente físico. Na primeira dimensão, o foco de análise é a carga, na segunda é a mercadoria, e na terceira, são as instalações e seus usuários. Do Amapá para o Mundo, no palco da folia a Império anuciará, o Porto de Santana, pela sua posição geográfica privilegiada, tornando-se uma das principais rotas marítimas de navegação, permitindo conexão com o mundo, além da proximidade com o Caribe, Estados Unidos e União Européia, servindo como porta de entrada e saída da região amazônica. Histórico do Enredo:

12 Um porto é uma área, abrigada das ondas e correntes, localizada à beira de umoceano, mar, lago ou rio, destinada ao atracamento de barcos e navios, e com o pessoal e serviços necessários ao carregamento e descarregamento de carga e ao estoque temporário destas, bem como instalações para o movimento de pessoas e carga ao redor do setor portuário, e, em alguns casos, terminais especialmente designados para acomodação de passageiros. Um porto que está localizado à beira de um oceano ou de um mar é constantemente chamado de porto marítimo, como em Santos, Rio de Janeiro, Salvador, Leixões e Sines e a beira de um rio ou estuárioé chamado um porto fluvial, como Lisboa.Aveiro, Belém ou Manaus. Já um pequeno porto destinado principalmente à recreação é mais habitualmente chamado de marina. Portos de carga movimentados devem ter acesso a uma vasta rede ferroviária ligando o porto a outras regiões agricolas e/ou industriais, permitindo assim o escoamento de diversos produtos a outras regiões do país e do mundo. Os portos são alvo de várias políticas integradas de Qualidade, Ambiente, Segurança e Saúde no Trabalho, de forma a assegurar a plena satisfação dos seus clientes. Porto de Santos, o maior terminal de contentores América do Sul. Os principais portos brasileiros são: o Porto de Santos, situado na cidade de Santos, no estado de São Paulo. É o maior porto nacional e o mais movimentado da América Latina. Em seguida, o Porto de Paranaguá, no estado do Paraná, é o segundo porto mais importante do país. Outros portos brasileiros de grande importância são: Porto de Rio Grande, em Rio Grande (Rio Grande do Sul), Porto de Itajaí, em Itajaí (Santa Catarina), Porto de Vitória, em Vitória (Espírito Santo), Porto do Rio de Janeiro, na cidade do Rio de Janeiro, Porto de Salvador, em Salvador, Porto de São Sebastião, em São Sebastião, São Paulo, Porto de Suape, em Ipojuca, Pernambuco, Porto de Angra dos Reis, em Angra dos Reis, Porto de Manaus, emmanaus (porto fluvial), Porto de Maceió, em Maceió, entre outros. No cenário internacional, destacam-se os seguintes portos:

13 Ásia: O porto de Singapura é o maior porto da Ásia e do mundo, em movimentação de contentores. É seguido pelos portos de Xangai e Hong Kong, ambos na China. Europa: Lidera a lista o Porto de Roterdã, nos Países Baixos, seguido pelo porto alemão de Hamburgo. América: Os maiores portos americanos são os portos de Los Angeles-Long Beach e de Nova York-Nova Jérsei, todos nos Estados Unidos. África: No continente africano, a lista é liderada pelo porto de Porto Said, no Egito. Oceania: O maior porto do continente é o da cidade de Melbourne, Austrália. SETOR I BRASIL - O DESTINO REAL E A ABERTURA DOS PORTOS Em 28 de janeiro de 1808 foi decretada a abertura dos portos às nações amigas, por D. João VI, no Império. Inseria-se assim o Brasil, no sistema econômico liberal internacional, para realização do comércio de madeira, ouro e outras riquezas naturais existentes no País, e a importação de produtos manufaturados e outras especiarias para nobreza e também para facilitar o trafego de escravos da África. Em 1846, o Visconde de Mauá hoje o patrono da Marinha Mercante brasileira organizou a Companhia de Estabelecimento da Ponta da Areia, no porto de Niterói, de onde partiam seus navios destinados à cabotagem na costa brasileira, como também de linhas para o Atlântico Sul, América do Norte e Europa. A partir daí houve o incremento do comércio brasileiro. O governo imperial elaborou, em 1869, a primeira lei de concessão à exploração de portos pela iniciativa privada. Isso ocorreu logo após a inauguração da ferrovia São Paulo Railway, próxima de Santos, o que facilitava as exportações de café. Com advento da proclamação da República, as administrações dos portos foram privatizadas, sendo a primeira a do porto de Santos. O governo resolveu, então, abrir concorrência para exploração do porto e, em 1888, o grupo liderado por Cândido Graffé e Eduardo Guinle obteve autorização para explorar as operações do porto de Santos: em lugar dos trapiches e pontes fincadas em terreno pantanoso, foram construídos 260 metros de cais e, com isso, permitida a atracação de navios

14 com maior calado. Dava-se assim, partida às operações do primeiro porto organizado, explorado pela iniciativa privada através da então constituída, Companhia Docas de Santos. Inicialmente, a concessão permitia a exploração do porto por 39 anos, mas o volume de negócios e transações comerciais com o exterior era de tal monta que exigiu uma ampliação no prazo inicial, agora para 90 anos, de modo a permitir o retorno do investimento realizado que, naquele tempo, se processava lentamente. Os portos passam, assim, a serem consideradas instituições extremamente importantes para o desenvolvimento econômico nacional. Com isso durante o período monárquico e as primeiras décadas da República, nossos governantes reconheciam a importância dos portos na expansão da economia do País. A privatização fez o porto de Santos funcionar de maneira satisfatória ao longo de várias décadas. A partir de 1930, com a Revolução de 30 da Aliança Liberal, houve novas mudanças, pois até então as atividades portuárias eram privadas, com caráter pontual de desenvolvimento. Já a partir de 1934, com o chamado Estado Novo e com um programa estatizante, o porto passa a ser tratado como fator de desenvolvimento econômico, porém, sob controle do Estado.Destaca-se foi a era Vargas que mais regulamentou a atividade portuária no País. No período de 1964, no regime da ditadura militar, o enfoque era de área de segurança, não tendo como objetivo aumento de movimentação de mercadoria nem avanço tecnológico das operações portuárias, para tornar o porto um fator de desenvolvimento. Com o passar do tempo, a presença do Estado na economia foi ficando cada vez mais forte e, em 1975, foi criada a Empresa de Portos do Brasil S/A PORTOBRAS, uma holding que representava o interesse do governo em centralizar atividades portuárias. Desta maneira, seguindo o critério de centralização da administração pública federal vigente à época, iniciado no Estado Novo e intensificado após 1964, era consolidado o modelo monopolista estatal para o Sistema Portuário Nacional.

15 Naquela época, as relações dos trabalhadores e empresários estavam sob total controle do aparelho do Estado, não permitindo o processo de modernização das atividades portuárias com maior eficiência. Por força de uma legislação ora paternalista e autoritária e a inexistência de uma política correta para os portos, ao longo dos anos foi-se criando uma expressiva massa de trabalhadores da orla marítima, que tornaram o sistema de relações de trabalho algo obsoleto e autoritário, com criação da Delegacia do Trabalho e dos Conselhos Regionais do Trabalho Marítimo. Começa, nesse momento, um período de marcante ineficiência nos portos brasileiros. A Portobrás explorava os portos através de subsidiárias, as Companhias Docas, tendo também assumido a fiscalização das concessões estaduais e, até mesmo, dos terminais privativos de empresas estatais e privadas, aumentando muito, com isso, a burocracia nos portos. No início de 1993, o sistema portuário brasileiro passava por uma crise institucional sem precedentes, principalmente pelas nefastas conseqüências advindas com a abrupta dissolução da Portobrás, por força da Lei nº 8029/90, criando um desastroso vazio institucional. Esse processo culminou com a aprovação da Lei 8.630, de 25 de fevereiro de 1993, conhecida como Lei de Modernização dos Portos. Esta fase foi a mais difícil para o sistema portuário, que passa a ter um novo marco legal: a partir dessa nova regulamentação mais privatista nos portos, se estabelece uma nova regulamentação com esse objetivo, e também são criadas organismos institucionais para dar suporte a esse marco. A partir de então se inicia o embate sobre a reforma portuária no Brasil, que é tida como requisito básico para a retomada do crescimento econômico. Com a chamada modernização, as posições pró reforma indicavam a necessidade de mais e melhores equipamentos e instalações para aumentar a eficiência dos serviços e reduzir seus custos e de novas formas de regulamentação das operações tendo como objetivo o uso da mão-de-obra, principalmente a avulsa. O Sistema Portuário Brasileiro

16 O atual sistema portuário brasileiro é composto por nove Companhias Docas (oito públicas e uma privada) e por quatro concessões estaduais, existindo ainda mais quatro portos privados distribuído ao longo da costa brasileira. O governo federal hoje está investindo mais de R$ 270 milhões em portos, por meio de uma iniciativa denominada Agenda Portos, com objetivo de levantar aspectos legais, institucionais e operacionais que comprometem as atividades portuárias de 10 dos 54 portos brasileiros, além de apontar soluções a serem implementadas. A idéia é melhorar o escoamento da produção agrícola e industrial aprimorando a performance das exportações do País e das operações portuárias. A Agenda Portos é um grupo interministerial da Casa Civil da Presidência da República, cuja coordenação geral é de sua responsabilidade, sendo composto por representantes dos Ministérios dos Transportes, Fazenda, Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Agricultura e Planejamento. Os principais problemas detectados nos portos brasileiros são a falta de dragagem, problemas de vias de acesso, congestionamentos de trens e caminhões, além de aspectos gerenciais. Um dos grandes problemas que existe nas cidades portuárias é falta de entrosamento entre as administrações portuárias e as Prefeituras municipais, através dos seus Planos de Desenvolvimento e Zoneamento Portuário PDZP e Diretor Urbano PDU. Como não existe, na maioria dos casos, uma sintonia entre estes dois instrumentos, o entorno do porto está sempre congestionado com habitações desordenadas e com contingente populacional de baixa renda, trazendo dificuldade para a desocupação dessas áreas. Este último aspecto tornou-se relevante nas últimas três décadas, principalmente a partir do estabelecimento da Política Nacional do Meio Ambiente. Assim, as regiões portuárias apresentam cenários de conflito entre os aspectos ambientais, sociais e econômicos, constituindo um desafio para a sociedade e administradores nos distintos níveis do poder.

17 SETOR II A MODERNIDADE ATOS E FATOS Desconexão urbana e abandono de áreas estratégicas. Os usos e configurações espaciais de um waterfront mudam com o tempo. Primeiro, este é apenas uma área de docas, um lugar onde passageiros e mercadorias embarcam e desembarcam. Quando a vida econômica se torna mais diversificada, o waterfront torna-se lugar não somente de indústrias, como pesca, construção e reparo de navios, mas também de outras atividades comerciais. Lojas comerciais e hospedarias aparecem a fim de suprir as necessidades da indústria naval; fábricas são construídas para manufaturar mercadorias e armazéns são erguidos para estocar matéria-prima e produto final. O uso industrial das áreas centrais atingiu seu pico durante o século XIX e início do século XX com o desenvolvimento de uma rede de ferrovias e sua integração com o transporte hidroviário. Isto fez dos waterfronts importantes centros para o movimento de pessoas e mercadorias. Com o passar do século XX, contudo, um número de avanços tecnológicos provocou o declínio desses lugares. A reorganização do transporte marítimo e fluvial ao longo das últimas décadas alterou por completo a tipologia de navios, a tecnologia de movimentação de cargas e a estrutura físico-funcional portuária. O aumento do tamanho e da capacidade dos navios gerou a necessidade de águas mais profundas e a colocação de cargas em contentores passou a demandar grandes áreas terrestres para armazenagem as áreas retroportuárias. Até a II Guerra Mundial, navios gastavam muito tempo atracados, já que as cargas demoravam para ser embarcadas e desembarcadas. Depois da guerra, a técnica de transporte em contentores permitiu que as mercadorias fossem armazenadas em grande quantidade num só volume o "contêiner"/"contentor". Os portos mais antigos tiveram que se modernizar para continuarem operando competitivamente com o resto do mercado.

Sec. XIX Porta de entrada dos imigrantes e comércio fluvial. 2001-1905 Primeiro estudos técnicos 1914 Construção do molhe sul 1938 Primeiro trecho do

Sec. XIX Porta de entrada dos imigrantes e comércio fluvial. 2001-1905 Primeiro estudos técnicos 1914 Construção do molhe sul 1938 Primeiro trecho do Sec. XIX Porta de entrada dos imigrantes e comércio fluvial. 2001-1905 Primeiro estudos técnicos 1914 Construção do molhe sul 1938 Primeiro trecho do cais (233m) 1950/56 Complementação do cais (total 703m)

Leia mais

Unidade I GERENCIAMENTO DE. Prof. Altair da Silva

Unidade I GERENCIAMENTO DE. Prof. Altair da Silva Unidade I GERENCIAMENTO DE TRANSPORTES Prof. Altair da Silva Introdução O transporte é a essência das atividades logísticas visto como estratégica para que as empresas possam ser cada vez mais competitivas.

Leia mais

CADASTRO DE VISTORIA

CADASTRO DE VISTORIA 01 - Empresa: COMPANHIA VALE DO RIO DOCE - CVRD 02 - Endereço da Sede (Rua, Avenida, etc) Avenida Dante Micheline 04 - Complemento: Ponta de Tubarão 08 - CEP: 29090-900 11 CNPJ/MF: (Sede) 33 592 510 /

Leia mais

PORTO DE PELOTAS PLANO DE DESENVOLVIMENTO E ZONEAMENTO PORTUÁRIO

PORTO DE PELOTAS PLANO DE DESENVOLVIMENTO E ZONEAMENTO PORTUÁRIO PORTO DE PELOTAS PLANO DE DESENVOLVIMENTO E ZONEAMENTO PORTUÁRIO Í N D I C E Aprovações e Alterações Resolução nº. 011, de 11 de Fevereiro de 2010, do Conselho de Autoridade Portuária do Porto de Pelotas/RS

Leia mais

Av. Mauá, nº 1.050 Centro Porto Alegre CEP 90010-110 Telefone: 3288-9200 e-mail: executiva@sph.rs.gov.br

Av. Mauá, nº 1.050 Centro Porto Alegre CEP 90010-110 Telefone: 3288-9200 e-mail: executiva@sph.rs.gov.br Av. Mauá, nº 1.050 Centro Porto Alegre CEP 90010-110 Telefone: 3288-9200 e-mail: executiva@sph.rs.gov.br PORTO DE PORTO ALEGRE Histórico: Início da obra: 28 de outubro de 1911, pelo Governo Federal construído

Leia mais

SISTEMAS DE TRANSPORTES TT046

SISTEMAS DE TRANSPORTES TT046 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO DE TRANSPORTES SISTEMAS DE TRANSPORTES TT046 Prof. Eduardo Ratton Prof. Garrone Reck Prof a. Gilza Fernandes Blasi Prof. Jorge Tiago Bastos Prof a. Márcia de

Leia mais

O porto é administrado pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp).

O porto é administrado pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp). PORTO DE SANTOS ORIGEM A expansão da cultura do café na província de São Paulo, na segunda metade do século passado, atingindo a Baixada Santista, originou a necessidade de novas instalações portuárias

Leia mais

DISCIPLINA: DOWNSTREAM TRANSPORTE Prof. Mauro Ferreira

DISCIPLINA: DOWNSTREAM TRANSPORTE Prof. Mauro Ferreira DISCIPLINA: DOWNSTREAM TRANSPORTE Prof. Mauro Ferreira CAPÍTULO I INTRODUÇÃO Iniciaremos aqui mais um desenvolvimento de segmento da Indústria de Petróleo e Gás, DOWNSTREAM TRANSPORTE, no que se refere

Leia mais

A navegação de cabotagem no Brasil

A navegação de cabotagem no Brasil A navegação de cabotagem no Brasil Um imenso potencial com grandes desafios e barreiras João Guilherme Araujo Diretor de Desenvolvimento de Negócios ILOS - Instituto de Logística e Supply Chain Ultimamente

Leia mais

LOGÍSTICA. O Sistema de Transporte

LOGÍSTICA. O Sistema de Transporte LOGÍSTICA O Sistema de Transporte O TRANSPORTE 1. Representa o elemento mais importante do custo logístico; MODALIDADE (UM MEIO DE TRANSPORTE) MULTIMODALIDADE (UTILIZAÇÃO INTEGRADA DE MODAIS) Tipos de

Leia mais

Audiência Pública Senado Federal Comissão de Agricultura e Reforma Agrária Comissão de Serviços de Infraestrutura

Audiência Pública Senado Federal Comissão de Agricultura e Reforma Agrária Comissão de Serviços de Infraestrutura Presidência da República Secretaria de Portos Audiência Pública Senado Federal Comissão de Agricultura e Reforma Agrária Comissão de Serviços de Infraestrutura 29 de junho de 2010 Subsecretário de Planejamento

Leia mais

A Modernização dos Portos Brasileiros para a Copa do Mundo de 2014

A Modernização dos Portos Brasileiros para a Copa do Mundo de 2014 A Modernização dos Portos Brasileiros para a Copa do Mundo de 2014 TIAGO PEREIRA LIMA Diretor da ANTAQ Rio de Janeiro, 29 de setembro de 2010 A ANTAQ E A ESTRUTURA DO ESTADO UNIÃO Poder Executivo ANTAQ

Leia mais

Desafio Logístico 2013

Desafio Logístico 2013 1 Desafio Logístico 2013 Índice Introdução 3 A situação O desafio 5 5 Regras gerais 6 2 Introdução O desenvolvimento econômico do Brasil enfrenta inúmeros desafios sendo que um dos mais complexos está

Leia mais

São os seguintes os produtos previstos para serem movimentados nas instalações do Terminal:

São os seguintes os produtos previstos para serem movimentados nas instalações do Terminal: PORTO DE PECEM. Trata-se de um terminal marítimo concebido para propiciar operações portuárias eficientes, tornando-o altamente competitivo com acessos rodoviários e ferroviários livres e independentes

Leia mais

DECRETO Nº 53.526, DE 8 DE OUTUBRO DE 2008: Cria a Área de Proteção Ambiental Marinha do Litoral Centro, e dá providências correlatas.

DECRETO Nº 53.526, DE 8 DE OUTUBRO DE 2008: Cria a Área de Proteção Ambiental Marinha do Litoral Centro, e dá providências correlatas. DECRETO Nº 53.526, DE 8 DE OUTUBRO DE 2008: Cria a Área de Proteção Ambiental Marinha do Litoral Centro, e dá providências correlatas. JOSÉ SERRA, Governador do Estado de São Paulo, no uso de suas atribuições

Leia mais

MARINHA MERCANTE COMO UM DOS FACTORES IMPULSIONADORES DE DESENVOLVIMENTO

MARINHA MERCANTE COMO UM DOS FACTORES IMPULSIONADORES DE DESENVOLVIMENTO MARINHA MERCANTE COMO UM DOS FACTORES IMPULSIONADORES DE DESENVOLVIMENTO Arlindo Zandamela Instituto Nacional das Comunicações de Moçambique (INCM) Lisboa, Portugal Zandamela.arlindo@gmail.com Sumário

Leia mais

PORTO FLUVIAL DE PORTO DE PORTO ALEGRE

PORTO FLUVIAL DE PORTO DE PORTO ALEGRE PORTO FLUVIAL DE PORTO DE PORTO ALEGRE Integrantes: Mauricio Beinlich Pedro Granzotto Características físicas: O Porto de Porto Alegre é o mais meridional do Brasil. Geograficamente, privilegiado em sua

Leia mais

A Importância do Porto Brasileiro no Desenvolvimento da Cabotagem. Fabrízio Pierdomenico

A Importância do Porto Brasileiro no Desenvolvimento da Cabotagem. Fabrízio Pierdomenico Secretaria Especial de Portos da Presidência da República A Importância do Porto Brasileiro no Desenvolvimento da Cabotagem C- Fabrízio Pierdomenico Sub-Secretário de Planejamento e Desenvolvimento Portuário

Leia mais

PORTO DO RIO GRANDE ORIGEM

PORTO DO RIO GRANDE ORIGEM PORTO DO RIO GRANDE ORIGEM O início da construção do Porto Velho do Rio Grande data de 1869 e sua inauguração aconteceu em 11 de outubro de 1872. Em 2 de junho de 1910,começou a implantação do Porto Novo,

Leia mais

PIC. Projeto de Incentivo à CABOTAGEM. Projeto de Incentivo à Cabotagem PIC

PIC. Projeto de Incentivo à CABOTAGEM. Projeto de Incentivo à Cabotagem PIC Projeto de Incentivo à Cabotagem PIC PORTO DE PELOTAS - RS 08/JULHO/2010 Projeto de Incentivo à CABOTAGEM LUIZ HAMILTON Coordenador Geral de Gestão da Informação do Departamento de Sistemas de Informações

Leia mais

Seminário Internacional sobre Hidrovias

Seminário Internacional sobre Hidrovias Seminário Internacional sobre Hidrovias Estação de Transbordo de Cargas ETC Instalação Portuária Pública de Pequeno Porte IP4 Navegação Interior Navegação Marítima e Apoio Portuário Esfera de atuação ANTAQ

Leia mais

. CONSUMO DE ÓLEO DIESEL

. CONSUMO DE ÓLEO DIESEL TRANSPORTES Os transportes têm como finalidade o deslocamento e a circulação de mercadorias e de pessoas de um lugar para outro. Nos países subdesenvolvidos, cuja economia sempre foi dependente dos mercados

Leia mais

Crescimento urbano e industrial dos anos 20 ao Estado Novo

Crescimento urbano e industrial dos anos 20 ao Estado Novo A UA UL LA MÓDULO 7 Crescimento urbano e industrial dos anos 20 ao Estado Novo Nesta aula O café foi o principal produto de exportação durante a República Velha. Os cafeicultores detinham o controle da

Leia mais

Navegação de Cabotagem

Navegação de Cabotagem Reunião Conjunta Câmaras Setoriais da Cadeia Produtiva de Milho e Sorgo e da Cadeia Produtiva de Aves e Suínos Identificação das formas de movimentação dos excedentes de milho no Brasil Navegação de Cabotagem

Leia mais

A Infra-estrutura e os Desafios Logísticos das Exportações Brasileiras

A Infra-estrutura e os Desafios Logísticos das Exportações Brasileiras A Infra-estrutura e os Desafios Logísticos das Exportações Brasileiras P. Fernando Fleury Um dos principais efeitos do processo de globalização que vem afetando a grande maioria das nações, é o aumento

Leia mais

Revolução argentina no processo de carregamento de grãos de Soja

Revolução argentina no processo de carregamento de grãos de Soja Tipo: Artigo Produto: Grãos de Soja 3ª Parte: TPR Rosário Publicação / Sulamericana Data: Abril 2015 Ref: 160415ARGrain Revolução argentina no processo de carregamento de grãos de Soja O terminal argentino

Leia mais

MEMORIAL DESCRITIVO DO TERMINAL DE TUBARÃO

MEMORIAL DESCRITIVO DO TERMINAL DE TUBARÃO ÍNDICE ITEM DESCRIÇÃO PÁGINA 1 INFORMAÇÕES DOS TERMINAIS PORTUÁRIOS 3 2 TERMINAIS PORTUÁRIOS DO COMPLEXO DE TUBARÃO 3 3 4 3.1 TERMINAL PORTUÁRIO DE MINÉRIO DE FERRO DE TUBARÃO - TU 4 3.1.1. PÍER 1 - NORTE

Leia mais

ESTRATÉGIA PARA A FORMAÇÃO MARÍTIMO-PORTUÁRIA NO ESPAÇO APLOP. Prof. Eng. Dea, Msc. Adalmir José de Souza

ESTRATÉGIA PARA A FORMAÇÃO MARÍTIMO-PORTUÁRIA NO ESPAÇO APLOP. Prof. Eng. Dea, Msc. Adalmir José de Souza ESTRATÉGIA PARA A FORMAÇÃO MARÍTIMO-PORTUÁRIA NO ESPAÇO APLOP Prof. Eng. Dea, Msc. Adalmir José de Souza CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO LATO SENSU Modalidade Especialização APRESENTAÇÃO O curso tem como objetivo

Leia mais

ATIVIDADES DE PESCA ARTESANAL MARINHA DA REGIÃO NORTE FLUMINENSE

ATIVIDADES DE PESCA ARTESANAL MARINHA DA REGIÃO NORTE FLUMINENSE PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA AMBIENTAL MESTRADO EM ENGENHARIA AMBIENTAL MODALIDADE PROFISSIONAL AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS CAUSADOS PELO COMPLEXO PORTUÁRIO RIO DO AÇU A U SOBRE AS ATIVIDADES DE

Leia mais

NORMAS REGULAMENTADORAS - NR ABAIXO ESTÃO AS NORMAS REGULAMENTADORAS VIGENTES DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO

NORMAS REGULAMENTADORAS - NR ABAIXO ESTÃO AS NORMAS REGULAMENTADORAS VIGENTES DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO NORMAS REGULAMENTADORAS - NR ABAIXO ESTÃO AS NORMAS REGULAMENTADORAS VIGENTES DO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO NR 1 - Disposições Gerais As Normas Regulamentadoras são de observância obrigatória por

Leia mais

Presidente da Terra Brasis faz críticas às mudanças na regulamentação do resseguro

Presidente da Terra Brasis faz críticas às mudanças na regulamentação do resseguro Presidente da Terra Brasis faz críticas às mudanças na regulamentação do resseguro Por Paulo Botti, presidente da Terra Brasis, resseguradora local Nascido em 2008 após árduo trabalho e amplo diálogo entre

Leia mais

PORTO DE SÃO FRANCISCO DO SUL

PORTO DE SÃO FRANCISCO DO SUL HISTÓRICO ESTADO DE SANTA CATARINA PORTO DE SÃO FRANCISCO DO SUL A história do Porto de São Francisco do Sul teve inicio em dezembro de 1912, quando a Companhia Estrada de Ferro São Paulo - Rio Grande

Leia mais

Concepção do Complexo Portuário da EMBRAPS em Santarém

Concepção do Complexo Portuário da EMBRAPS em Santarém Concepção do Complexo Portuário da EMBRAPS em Santarém Objetivo Elaborar o projeto conceitual do Terminal Portuário da EMBRAPS em Santarém, para exportação de granéis sólidos (soja e milho). O projeto

Leia mais

CAPÍTULO III MEIOS DE TRANSPORTE TRANSPORTE HIDROVIÁRIO

CAPÍTULO III MEIOS DE TRANSPORTE TRANSPORTE HIDROVIÁRIO CAPÍTULO III MEIOS DE TRANSPORTE TRANSPORTE HIDROVIÁRIO O Transporte Hidroviário é o mais antigo do mundo. Subdivide-se em: - Transporte Marítimo: executado pelos mares, normalmente transportes internacionais

Leia mais

AGENDA. A Vale. O Maior Projeto de Logística da America Latina. - Exportação de Minério. - Logística da Vale de Carga Geral

AGENDA. A Vale. O Maior Projeto de Logística da America Latina. - Exportação de Minério. - Logística da Vale de Carga Geral Vale no Maranhão AGENDA A Vale O Maior Projeto de Logística da America Latina - Exportação de Minério - Logística da Vale de Carga Geral A Vale no Mundo A Vale tem operações mineradoras, laboratórios de

Leia mais

QUESTÕES FUNDAMENTAIS DA LOGÍSTICA NO BRASIL. Agosto de 2013

QUESTÕES FUNDAMENTAIS DA LOGÍSTICA NO BRASIL. Agosto de 2013 QUESTÕES FUNDAMENTAIS DA LOGÍSTICA NO BRASIL Agosto de 2013 PRINCIPAIS CADEIAS PRODUTIVAS Soja, milho e bovinos AGROPECUÁRIA AÇÚCAR E ÁLCOOL Soja, milho e bovinos Cana de açúcar MINERAÇÃO E SIDERURGIA

Leia mais

TERMINAIS DE CONTÊINERES O que fazem pelo Brasil. Investimentos: US$ 615,4 milhões. Resultado: Eficiência, Competitividade e Confiabilidade

TERMINAIS DE CONTÊINERES O que fazem pelo Brasil. Investimentos: US$ 615,4 milhões. Resultado: Eficiência, Competitividade e Confiabilidade TERMINAIS DE CONTÊINERES O que fazem pelo Brasil. Investimentos: US$ 615,4 milhões. Resultado: Eficiência, Competitividade e Confiabilidade O Cenário O contêiner passou a ser o principal meio de transporte

Leia mais

Espaço Geográfico (Tempo e Lugar)

Espaço Geográfico (Tempo e Lugar) Espaço Geográfico (Tempo e Lugar) Somos parte de uma sociedade, que (re)produz, consome e vive em uma determinada porção do planeta, que já passou por muitas transformações, trata-se de seu lugar, relacionando-se

Leia mais

O CAPITALISMO E A DIVISÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO (DIT)

O CAPITALISMO E A DIVISÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO (DIT) O CAPITALISMO E A DIVISÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO (DIT) O capitalismo teve origem na Europa, entre os séculos XIII e XIV, com o renascimento urbano e comercial e o surgimento de uma nova classe social:

Leia mais

Modernização portuária impulsiona comércio exterior. Richard Klien

Modernização portuária impulsiona comércio exterior. Richard Klien Modernização portuária impulsiona comércio exterior Richard Klien Modernização portuária impulsiona comércio exterior 1. Programa de modernização portuária 2. Operadores privados alavancam portos públicos

Leia mais

As atuais condições da infraestrutura de transporte e logística do Brasil têm

As atuais condições da infraestrutura de transporte e logística do Brasil têm ESTUDO DA CNT APONTA QUE INFRAESTRUTURA RUIM AUMENTA CUSTO DO TRANSPORTE DE SOJA E MILHO As atuais condições da infraestrutura de transporte e logística do Brasil têm impacto significativo na movimentação

Leia mais

Discurso do Encontro Ministerial sobre Infraestruturas entre China e PLP

Discurso do Encontro Ministerial sobre Infraestruturas entre China e PLP Discurso do Encontro Ministerial sobre Infraestruturas entre China e PLP Senhores Ministros, É com grande satisfação que venho ouvir as políticas de investimento internacional, a nível das infraestruturas,

Leia mais

Com característica de transporte de cargas com grandes volumes e conseqüente redução de custos, o transporte marítimo na matriz de transporte

Com característica de transporte de cargas com grandes volumes e conseqüente redução de custos, o transporte marítimo na matriz de transporte 61 6 Conclusão Neste capítulo apresentaremos algumas conclusões sobre o conteúdo deste trabalho, tais conclusões servirão para avaliar a atual situação logística do comércio exterior brasileiro através

Leia mais

Infraestrutura portuária para o Turismo

Infraestrutura portuária para o Turismo Infraestrutura portuária para o Turismo Senado Federal Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo Fernando Antonio Brito Fialho Diretor-Geral da ANTAQ Brasília, 6 de abril de 2011 Aspectos institucionais

Leia mais

Provão. História 5 o ano

Provão. História 5 o ano Provão História 5 o ano 61 Os reis portugueses governaram o Brasil à distância, até o século XIX, porém alguns acontecimentos na Europa mudaram essa situação. Em que ano a família real portuguesa veio

Leia mais

TARIFA PORTUÁRIA DOS PORTOS DE SALVADOR E ARATU-CANDEIAS

TARIFA PORTUÁRIA DOS PORTOS DE SALVADOR E ARATU-CANDEIAS SECRETARIA DE PORTOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA TARIFA PORTUÁRIA DOS PORTOS DE SALVADOR E ARATU-CANDEIAS TAXAS, PREÇOS, FRANQUIAS E OBSERVAÇÕES Resolução Nº 4.093 ANTAQ 07/05/2015 Vigência 15/05/2015

Leia mais

REVITALIZAÇÃO DO CAIS COMERCIAL DO PORTO DE VITÓRIA

REVITALIZAÇÃO DO CAIS COMERCIAL DO PORTO DE VITÓRIA REVITALIZAÇÃO DO CAIS COMERCIAL DO PORTO DE VITÓRIA O projeto de revitalização do Porto de Vitória é uma obra do Plano de Aceleração do Crescimento PAC e complementa os projetos de Ampliação do Cais Comercial,

Leia mais

Visão dos armadores sobre potencial, investimentos e obstáculos no corredor Centro Norte SINDARPA

Visão dos armadores sobre potencial, investimentos e obstáculos no corredor Centro Norte SINDARPA Visão dos armadores sobre potencial, investimentos e obstáculos no corredor Centro Norte SINDARPA SINDARPA INSTITUCIONAL O Sindicato das Empresas de Navegação Fluvial e Lacustre e das Agências de Navegação

Leia mais

Projeto de Resolução N.º 204/XII/1.ª. Recomenda ao Governo a manutenção da autonomia de gestão dos portos comerciais nacionais. Exposição de motivos

Projeto de Resolução N.º 204/XII/1.ª. Recomenda ao Governo a manutenção da autonomia de gestão dos portos comerciais nacionais. Exposição de motivos Projeto de Resolução N.º 204/XII/1.ª Recomenda ao Governo a manutenção da autonomia de gestão dos portos comerciais nacionais Exposição de motivos Os portos comerciais do sistema portuário nacional têm

Leia mais

LOGÍSTICA E COMPETITIVIDADE

LOGÍSTICA E COMPETITIVIDADE LOGÍSTICA E COMPETITIVIDADE NO AGRONEGÓCIO BRASILEIRO Uma análise do Comitê de Logística da ABAG e de seus núcleos: Infraestrutura do Transporte Logística do Transporte Armazenagem Energia Telemática Capital

Leia mais

QUESTÕES FUNDAMENTAIS DA LOGÍSTICA NO BRASIL. 31 de julho de 2013

QUESTÕES FUNDAMENTAIS DA LOGÍSTICA NO BRASIL. 31 de julho de 2013 QUESTÕES FUNDAMENTAIS DA LOGÍSTICA NO BRASIL 31 de julho de 2013 PRINCIPAIS CADEIAS PRODUTIVAS Soja, milho e bovinos AGROPECUÁRIA AÇÚCAR E ÁLCOOL Soja, milho e bovinos Cana de açúcar MINERAÇÃO E SIDERURGIA

Leia mais

A REALIDADE LOGÍSTICA

A REALIDADE LOGÍSTICA A REALIDADE LOGÍSTICA Logística NO BRASIL Por Marco Aurélio O Brasil teve, até o ano de 2010, 1,76 milhão de quilômetros de vias rodoviárias. Desse total, somente 212.000 quilômetros estavam pavimentados.

Leia mais

Inovar para competir. Competir para crescer.

Inovar para competir. Competir para crescer. Inovar para competir. Competir para crescer. Plano 2011/2014 Inovar para competir. Competir para crescer. Plano 2011/2014 sumário Plano Brasil Maior...7 Dimensões do Plano...8 Dimensão Estruturante...11

Leia mais

Colégio Policial Militar Feliciano Nunes Pires

Colégio Policial Militar Feliciano Nunes Pires Colégio Policial Militar Feliciano Nunes Pires Professor: Josiane Vill Disciplina: Geografia Série: 2ª Ano Tema da aula: transporte e Telecomunicação Objetivo da aula:. Entender as principais formas de

Leia mais

Navegação de Cabotagem no Brasil. João Guilherme Araujo. Novembro/2013

Navegação de Cabotagem no Brasil. João Guilherme Araujo. Novembro/2013 Navegação de Cabotagem no Brasil João Guilherme Araujo Novembro/2013 Agenda Porque falar de Cabotagem? Cabotagem no Brasil Pontos Favoráveis e Desfavoráveis Números da Cabotagem no Brasil Cabotagem de

Leia mais

30º Encontro Nacional de Comércio Exterior ENAEX 2011

30º Encontro Nacional de Comércio Exterior ENAEX 2011 30º Encontro Nacional de Comércio Exterior ENAEX 2011 Rio de Janeiro, 18 e 19 de Agosto de 2011 Reflexos das Concessões de Terminais Públicos e Privativos Juarez Moraes e Silva Presidente do Conselho Associação

Leia mais

PORTO MEARIM AESA UM PORTO NÃO É GRANDE APENAS POR SEU CAIS, SUA INFRAESTRUTURA OU CAPACIDADE LOGÍSTICA

PORTO MEARIM AESA UM PORTO NÃO É GRANDE APENAS POR SEU CAIS, SUA INFRAESTRUTURA OU CAPACIDADE LOGÍSTICA v UM PORTO NÃO É GRANDE APENAS POR SEU CAIS, SUA INFRAESTRUTURA OU CAPACIDADE LOGÍSTICA UM PORTO É UM GRANDE PORTO QUANDO ELE OFERECE OPORTUNIDADES No litoral Maranhense, na margem leste da Baía de São

Leia mais

Banif Banco de Investimento S.A. Oportunidades de Investimento nos Portos Brasileiros

Banif Banco de Investimento S.A. Oportunidades de Investimento nos Portos Brasileiros Banif Banco de Investimento S.A. Oportunidades de Investimento nos Portos Brasileiros Fernando Antonio Brito Fialho Agência Nacional de Transportes Aquaviários Diretor Geral São Paulo, 16 de junho de 2009

Leia mais

Definição: domínio de vastas áreas do planeta por parte de nações industrializadas (ING, FRA, HOL, BEL, ALE, ITA, JAP, EUA, RUS). Onde?

Definição: domínio de vastas áreas do planeta por parte de nações industrializadas (ING, FRA, HOL, BEL, ALE, ITA, JAP, EUA, RUS). Onde? Definição: domínio de vastas áreas do planeta por parte de nações industrializadas (ING, FRA, HOL, BEL, ALE, ITA, JAP, EUA, RUS). Onde? África e Ásia (Neocolonialismo) e América (Imperialismo). Causas

Leia mais

Logística Integrada na Prestação de Serviços de Cabotagem De Porto-a-Porto a Porta-a-Porta

Logística Integrada na Prestação de Serviços de Cabotagem De Porto-a-Porto a Porta-a-Porta Logística Integrada na Prestação de Serviços de Cabotagem De Porto-a-Porto a Porta-a-Porta Renata de Oliveira Carvalho. Dissertação de Mestrado do Programa de Pós-Graduação em Gestão de Negócios da Universidade

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO. Cláudio Roberto Fernandes Décourt Vice-Presidente Executivo

DESENVOLVIMENTO DO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO. Cláudio Roberto Fernandes Décourt Vice-Presidente Executivo DESENVOLVIMENTO DO TRANSPORTE AQUAVIÁRIO Cláudio Roberto Fernandes Décourt Vice-Presidente Executivo Outubro / 2003 A MARINHA MERCANTE BRASILEIRA MMB ítens abordados: transporte internacional; cabotagem;

Leia mais

INFORME INFRA-ESTRUTURA ÁREA DE PROJETOS DE INFRA-ESTRUTURA JANEIRO/98 Nº 18

INFORME INFRA-ESTRUTURA ÁREA DE PROJETOS DE INFRA-ESTRUTURA JANEIRO/98 Nº 18 INFORME INFRA-ESTRUTURA ÁREA DE PROJETOS DE INFRA-ESTRUTURA JANEIRO/98 Nº 18 Privatização dos Portos Os principais portos brasileiros foram construídos sob o regime de concessão privada monopolista por

Leia mais

EIXO INFRAESTRUTURA LOGÍSTICA

EIXO INFRAESTRUTURA LOGÍSTICA EIXO INFRAESTRUTURA LOGÍSTICA EIXO INFRAESTRUTURA LOGÍSTICA O eixo de infraestrutura logística do PAC tem como objetivo ampliar a qualidade dos serviços de transporte, para aumentar a competitividade da

Leia mais

Portos Brasileiros: Diagnósticos, Políticas e Perspectivas

Portos Brasileiros: Diagnósticos, Políticas e Perspectivas Portos Brasileiros: Diagnósticos, Políticas e Perspectivas Congresso Internacional NAVEGAR 2010 Carlos Campos Neto Carlos.campos@ipea.gov.br Porto Alegre, agosto de 2010 2/33 Sumário Diagnóstico Marco

Leia mais

TABELA I. Por tonelada de porte bruto das embarcações que adentrarem ao Porto com outros fins que não a movimentação de cargas, atracadas ou não.

TABELA I. Por tonelada de porte bruto das embarcações que adentrarem ao Porto com outros fins que não a movimentação de cargas, atracadas ou não. TABELA I UTILIZAÇÃO DA INFRAESTRUTURA DE PROTEÇÃO E ACESSO AQUAVIÁRIO PORTUÁRIA TAXAS DEVIDAS PELO ARMADOR 1. Por Tonelagem de Porte Bruto das Embarcações Por unidade 1.1 Na movimentação de contêineres

Leia mais

Diferenciais Competitivos do Porto do Rio Grande

Diferenciais Competitivos do Porto do Rio Grande Diferenciais Competitivos do Porto do Rio Grande Fórum de Infraestrutura e Logística do RS Nov/2009 Eng. Darci Tartari Divisão de Planejamento Localização do Porto do Rio Grande no Conesul São Francisco

Leia mais

SOLUÇÕES DE MOBILIDADE E COMUNICAÇÃO PARA EFICIÊNCIA E SEGURANÇA PORTUÁRIAS

SOLUÇÕES DE MOBILIDADE E COMUNICAÇÃO PARA EFICIÊNCIA E SEGURANÇA PORTUÁRIAS SOLUÇÕES DE MOBILIDADE E COMUNICAÇÃO PARA EFICIÊNCIA E SEGURANÇA PORTUÁRIAS O PULSO VITAL DA ATIVIDADE PORTUÁRIA Cerca de 80% de todo o comércio mundial é despachado por contêineres, de modo que o gerenciamento

Leia mais

Reunião APIMEC - 3T15 dri@santosbrasil.com.br +55 11 3279-3279

Reunião APIMEC - 3T15 dri@santosbrasil.com.br +55 11 3279-3279 Reunião APIMEC - 3T15 dri@santosbrasil.com.br +55 11 3279-3279 Ressalvas sobre considerações futuras As afirmações contidas neste documento quanto a perspectivas de negócios para a Santos Brasil Participações

Leia mais

PETCON PLANEJAMENTO EM TRANSPORTE E CONSULTORIA LTDA. SBS Qd. 02, Ed. Empire Center, Sala 1303 (Cobertura) 70.070-904 Brasília - DF Tel.

PETCON PLANEJAMENTO EM TRANSPORTE E CONSULTORIA LTDA. SBS Qd. 02, Ed. Empire Center, Sala 1303 (Cobertura) 70.070-904 Brasília - DF Tel. COMPANHIA DOCAS DO PARÁ Adequação do Plano de Desenvolvimento e Zoneamento do Porto de Santarém Novembro/2008 Adequação do PDZ do Porto de Santarém PETCON PLANEJAMENTO EM TRANSPORTE E CONSULTORIA LTDA.

Leia mais

Aula 1a: Introdução à Administração do agronegócio. Agronegócio Brasileiro: História, Cenário atual e perspectivas futuras

Aula 1a: Introdução à Administração do agronegócio. Agronegócio Brasileiro: História, Cenário atual e perspectivas futuras Aula 1a: Introdução à Administração do agronegócio Agronegócio Brasileiro: História, Cenário atual e perspectivas futuras Prospecção do conhecimento Defina agronegócio Cite, conforme seu conhecimento e

Leia mais

Por tonelada líquida de registro (TLR) de embarcação destinada ao transporte de passageiros, turismo e recreio, na área do Porto Organizado

Por tonelada líquida de registro (TLR) de embarcação destinada ao transporte de passageiros, turismo e recreio, na área do Porto Organizado Tabela I Utilização da Infraestrutura de Acesso Aquaviário (Taxas devidas pelo armador ou agente) No. Espécie Incidência Valor() 1. Carregamento, descarga ou baldeação, por tonelada ou fração 3,73 2. Carregamento,

Leia mais

O PAPEL DA MATRIZ DE TRANSPORTES DE CARGAS NA EFICIÊNCIA DA CADEIA DE LOGÍSTICA DO ESTADO DE SÃO PAULO

O PAPEL DA MATRIZ DE TRANSPORTES DE CARGAS NA EFICIÊNCIA DA CADEIA DE LOGÍSTICA DO ESTADO DE SÃO PAULO Agência Nacional de Transportes Aquaviários O PAPEL DA MATRIZ DE TRANSPORTES DE CARGAS NA EFICIÊNCIA DA CADEIA DE LOGÍSTICA DO ESTADO DE SÃO PAULO FEDERAÇÃO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO FIESP

Leia mais

P R O J E T O D E P E S Q U IS A IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO. Título: Projeto de Portos no Amazonas. Aluno Pesquisador:Ricardo Almeida Sanches

P R O J E T O D E P E S Q U IS A IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO. Título: Projeto de Portos no Amazonas. Aluno Pesquisador:Ricardo Almeida Sanches P R O J E T O D E P E S Q U IS A IDENTIFICAÇÃO DO PROJETO Título: Projeto de Portos no Amazonas Aluno Pesquisador:Ricardo Almeida Sanches Curso: Engenharia Civil Duração: fevereiro de 2008 a junho de 2008

Leia mais

FECOMÉRCIO FALTOU NO CLIPPING VEÍCULO: GAZETA DO OESTE DATA: 08.02.15 EDITORIA: CIDADES

FECOMÉRCIO FALTOU NO CLIPPING VEÍCULO: GAZETA DO OESTE DATA: 08.02.15 EDITORIA: CIDADES FECOMÉRCIO FALTOU NO CLIPPING VEÍCULO: GAZETA DO OESTE DATA: 08.02.15 EDITORIA: CIDADES VEÍCULO: GAZETA DO OESTE DATA: 08.02.15 EDITORIA: LISTZ MADRUGA VEÍCULO: GAZETA DO OESTE DATA: 08.02.15 EDITORIA:

Leia mais

NOVEMBRO 2011 IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA PORTO HOJE PLANO ESTRATÉGICO

NOVEMBRO 2011 IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA PORTO HOJE PLANO ESTRATÉGICO NOVEMBRO 2011 IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA PORTO HOJE PLANO ESTRATÉGICO 1 LOCALIZAÇÃO PRIVILEGIADA MUNDIAL Rotterdam (5) (1) (4) Porto do Itaqui (3) (2) Itaqui China (Shangai) (1) Via Canal Panamá ~ 12.000

Leia mais

PORTOS DE BELÉM, OUTEIRO, MIRAMAR, VILA DO CONDE, SANTARÉM, ITAITUBA, ÓBIDOS, ALTAMIRA, SÃO FRANCISCO E MARABÁ. Nº Espécie e Incidência...

PORTOS DE BELÉM, OUTEIRO, MIRAMAR, VILA DO CONDE, SANTARÉM, ITAITUBA, ÓBIDOS, ALTAMIRA, SÃO FRANCISCO E MARABÁ. Nº Espécie e Incidência... TARIFA COMPANHIA DOCAS DO PARÁ PORTOS DE BELÉM, OUTEIRO, MIRAMAR, VILA DO CONDE, SANTARÉM, ITAITUBA, ÓBIDOS, ALTAMIRA, SÃO FRANCISCO E MARABÁ Tabela I - Utilização da Infraestrutura Aquaviária (Tarifas

Leia mais

TUP (TERMINAL DE USO PRIVADO)

TUP (TERMINAL DE USO PRIVADO) TUP (TERMINAL DE USO PRIVADO) A HISTÓRICO. O TUP do Estaleiro Brasa Ltda foi o primeiro Terminal de Uso Privado autorizado pela Secretaria de Portos da Presidência da Republica (SEP/PR) com a interveniência

Leia mais

TARIFA PORTUÁRIA DO PORTO DE ILHÉUS

TARIFA PORTUÁRIA DO PORTO DE ILHÉUS SECRETARIA DE PORTOS DA PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA TARIFA PORTUÁRIA DO PORTO DE ILHÉUS TAXAS, PREÇOS, FRANQUIAS E OBSERVAÇÕES Resolução nº 4.093 ANTAQ, de 07/05/2015 Vigência: 15/05/2015 TABELA I - UTILIZAÇÃO

Leia mais

3 O Cimento no Brasil. 10 Características da Indústria Cimenteira. 12 O Cimento no Custo da Construção. 13 Carga Tributária. 15 Panorama Internacional

3 O Cimento no Brasil. 10 Características da Indústria Cimenteira. 12 O Cimento no Custo da Construção. 13 Carga Tributária. 15 Panorama Internacional 3 O Cimento no Brasil 3 Processo produtivo 4 Histórico 5 Indústria 6 Produção 7 Consumo 8 Produção e consumo aparente regional 9 Vendas internas e exportação 10 Características da Indústria Cimenteira

Leia mais

ATIVIDADE PORTUÁRIA E A FORD BAHIA: QUESTÕES OPERACIONAIS NA MOVIMENTAÇÃO DE CARGA

ATIVIDADE PORTUÁRIA E A FORD BAHIA: QUESTÕES OPERACIONAIS NA MOVIMENTAÇÃO DE CARGA ATIVIDADE PORTUÁRIA E A FORD BAHIA: QUESTÕES OPERACIONAIS NA MOVIMENTAÇÃO DE CARGA Ricardo Bahia Rios Mestre em Geografia/UFBA Instituto Federal da Bahia Campus Salvador E-mail: ricardorios@ifba.edu.br

Leia mais

No geral, a Hamburg Süd alcançou um resultado positivo nos serviços marítimos mesmo com as adversidades verificadas no mercado.

No geral, a Hamburg Süd alcançou um resultado positivo nos serviços marítimos mesmo com as adversidades verificadas no mercado. Hamburg Süd encerra 2014 com faturamento de 5,2 bilhões de euros Empresa movimentou, juntamente com a subsidiária Aliança, cerca de 3,4 milhões de contêineres, um aumento de 2% em relação ao período anterior

Leia mais

ESTUDO DA CRIAÇÃO DE UMA PLATAFORMA MULTIMODAL Prof. Ph.D. Cláudio Farias Rossoni Área delimitada onde em um mesmo local se encontram disponibilizados: DUTOVIAS HIDROVIAS RODOVIAS AEROVIAS FERROVIAS Área

Leia mais

CONDOMINIO INDUSTRIAL MARITIMO

CONDOMINIO INDUSTRIAL MARITIMO PORTO CENTRAL CONDOMINIO INDUSTRIAL MARITIMO VITORIA, 01/8/2012 Jose Maria Novaes 3-8-2012 Copyright - PORTO CENTRAL - 2012 1 Porto Central Visão Ser um complexo portuário indústrial de águas profundas

Leia mais

Perspectivas e Desafios ao Desenvolvimento de Infra-estrutura de Transportes no Brasil

Perspectivas e Desafios ao Desenvolvimento de Infra-estrutura de Transportes no Brasil Perspectivas e Desafios ao Desenvolvimento de Infra-estrutura de Transportes no Brasil Desafios Regulatórios: Visão dos Reguladores Fernando Fialho Diretor-Geral da ANTAQ Brasília, 29 de novembro de 2006

Leia mais

Visão Ser o porto de referência para as cadeias logísticas da costa leste de África.

Visão Ser o porto de referência para as cadeias logísticas da costa leste de África. Corredor de Nacala Engloba : O Porto de Nacala, elemento central do Corredor; O Sistema ferroviário do Norte de Moçambique O Sistema ferroviário do Malawi; e O troço ferroviário Mchinji/Chipata, que permite

Leia mais

Investimentos do Governo Federal nos Portos do Brasil e o Plano Nacional de Logística Portuária

Investimentos do Governo Federal nos Portos do Brasil e o Plano Nacional de Logística Portuária Secretaria de Portos da Presidência da República Investimentos do Governo Federal nos Portos do Brasil e o Plano Nacional de Logística Portuária Ministro Leônidas Cristino São Luiz, abril 2011 AGENDA:

Leia mais

porto moderno com suas amuradas, armazens e guindastes, e as disputas entre os diferentes interesses, seja no campo do capi tal, seja no dos

porto moderno com suas amuradas, armazens e guindastes, e as disputas entre os diferentes interesses, seja no campo do capi tal, seja no dos porto moderno com suas amuradas, armazens e guindastes, e as disputas entre os diferentes interesses, seja no campo do capi tal, seja no dos trabalhadores, que entao sag travadas pelo controle de cada

Leia mais

Anexo Diretrizes Técnicas e Parâmetros do Arrendamento

Anexo Diretrizes Técnicas e Parâmetros do Arrendamento Anexo Diretrizes Técnicas e Parâmetros do Arrendamento 1. Introdução 1.1. O presente Anexo Diretrizes Técnicas e Parâmetros do Arrendamento tem por objetivo tratar dos seguintes aspectos do Arrendamento:

Leia mais

Principais Características e Problemas dos Portos do Brasil

Principais Características e Problemas dos Portos do Brasil GOVERNO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA CENTRO UNIVERSITÁRIO ESTADUAL DA ZONA OESTE Principais Características e Problemas dos Portos do Brasil Bruno Zartu Santos de Almeida

Leia mais

Logística e Infra-estrutura

Logística e Infra-estrutura Siderurgia Mineração Cimento Logística e Infra-estrutura CSN apresenta Plataforma Logística CSN em Itaguaí Plataforma Logística CSN em Itaguaí Um projeto alinhado às necessidades do Brasil Plataforma Logística

Leia mais

Transporte hidroviário de cargas: uma proposta para a Baixada Santista.

Transporte hidroviário de cargas: uma proposta para a Baixada Santista. Transporte hidroviário de cargas: uma proposta para a Baixada Santista. Eduardo Andrade Chaves 1 ; Glayce Batista Gomes Leite 2 ; Júlio César Reis de Jesus 3 ; Adilson Luiz Gonçalves 4. 1 Universidade

Leia mais

CRISE DO ESCRAVISMO. O Brasil foi o último país da América Latina a abolir a escravidão.

CRISE DO ESCRAVISMO. O Brasil foi o último país da América Latina a abolir a escravidão. CRISE DO ESCRAVISMO A Dinamarca foi o primeiro país Europeu a abolir o tráfico de escravos em 1792. A Grã-Bretanha veio a seguir, abolindo em 1807 e os Estados Unidos em 1808. O Brasil foi o último país

Leia mais

Especialistas apontam obstáculos e soluções para o Brasil avançar

Especialistas apontam obstáculos e soluções para o Brasil avançar AGENDA BAHIA Especialistas apontam obstáculos e soluções para o Brasil avançar Além das reformas tributária e trabalhista, país precisa investir em infraestrutura eficaz, na redução do custo da energia

Leia mais

2º Fórum Sobre Hidrovias As Hidrovias como fator de desenvolvimento.

2º Fórum Sobre Hidrovias As Hidrovias como fator de desenvolvimento. 2º Fórum Sobre Hidrovias As Hidrovias como fator de desenvolvimento. A Evolução Clique para das editar Hidrovias o estilo Brasileiras do subtítulo mestre Visão da CNT Marcos Machado Soares Advogado e Diretor

Leia mais

O IMPERIALISMO EM CHARGES. Marcos Faber www.historialivre.com marfaber@hotmail.com. 1ª Edição (2011)

O IMPERIALISMO EM CHARGES. Marcos Faber www.historialivre.com marfaber@hotmail.com. 1ª Edição (2011) O IMPERIALISMO EM CHARGES 1ª Edição (2011) Marcos Faber www.historialivre.com marfaber@hotmail.com Imperialismo é a ação das grandes potências mundiais (Inglaterra, França, Alemanha, Itália, EUA, Rússia

Leia mais

MULTIMODALIDADE. Agência Nacional de Transportes Aquaviários SETOR AQUAVIÁRIO EVOLUÇÃO / TENDÊNCIAS

MULTIMODALIDADE. Agência Nacional de Transportes Aquaviários SETOR AQUAVIÁRIO EVOLUÇÃO / TENDÊNCIAS Agência Nacional de Transportes Aquaviários MULTIMODALIDADE EVOLUÇÃO / TENDÊNCIAS SETOR AQUAVIÁRIO SEMINÁRIO: TRANSPORTE / ENERGIA PILARES DE SUSTENTAÇÃO DA NOVA ECONOMIA Palestra do Diretor-Geral da ANTAQ,

Leia mais

Ana possui uma promissora. Ambiente virtual para inovar

Ana possui uma promissora. Ambiente virtual para inovar Ambiente virtual para inovar Secti lança Portal Paraense de Inovação para conectar atores estratégicos e aumentar investimento em inovação no Pará Por Igor de Souza Ana possui uma promissora empresa de

Leia mais

Transporte Marítimo e Portos

Transporte Marítimo e Portos Transporte Marítimo e Portos Disposição de Terminais num Porto - 1 Disposição geral do porto de Leixões. 1 Disposição de Terminais num Porto - 2 Porto de Rotterdam (Holanda), o maior porto europeu. Disposição

Leia mais

Conhecendo a Fundação Vale

Conhecendo a Fundação Vale Conhecendo a Fundação Vale 1 Conhecendo a Fundação Vale 2 1 Apresentação Missão Contribuir para o desenvolvimento integrado econômico, ambiental e social dos territórios onde a Vale atua, articulando e

Leia mais

SUMÁRIO. Apresentação... IX Prefácio... XI

SUMÁRIO. Apresentação... IX Prefácio... XI SUMÁRIO Apresentação... IX Prefácio... XI 1. INTRODUÇÃO À GESTÃO DE FROTAS... 1 1.1. Introdução... 1 1.2. Considerações sobre a Estrutura do Transporte Rodoviário no Brasil... 2 1.3. A Estrutura Organizacional

Leia mais