LogWeb. Nesta edição: Paletes PBR. Bastante usados, mas enfrentando os piratas e o comércio de usados

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1 J O R N A L LogWeb EDIÇÃO Nº46 DEZEMBRO 2005 Publicação integrante do portal A multimídia a serviço da logística Automação Comércio Exterior Embalagem Logística Movimentação e Armazenagem SCM Transportes Grupo Pão de Açúcar comemora resultados da parceria com fornecedores Para integrar, otimizar e melhorar os processos logísticos, o Grupo Pão de Açúcar criou a certificação Top Log para os seus fornecedores e mantém um forte trabalho focado em melhorias da cadeia de distribuição. E já colhe os bons resultados. (Página 33) Armazéns estruturais: Soluções para armazenagem temporária De rápida montagem, estes armazéns atendem às necessidades temporárias. Mas, também, podem ser usados por longos períodos. (Página 35) Nesta edição: Paletes PBR Bastante usados, mas enfrentando os piratas e o comércio de usados O palete PBR foi criado em 1990, após intensos estudos e ensaios, com o objetivo de aumentar a produtividade da movimentação, armazenagem e transporte, permitir a distribuição física paletizada e criar um sistema de embalagem modular, resultando em redução de custos. (Página 20) Courrier Problemas são externos às empresas Mas, nem tudo está perdido. Existem inúmeras soluções, de modo a permitir às empresas de courrier alcançar o seu real e importante papel dentro da logística. (Página 30) Empilhadeiras Em foco, a atuação dos operadores Quais os problemas ocasionados por operadores de empilhadeiras não especializado ou não treinados? Como treinar? Estes e outros assuntos são destaque nesta matéria especial. (Página 38) MULTIMODAL ALIANÇA NAVEGAÇÃO E LOGÍSTICA, CONNEXION E TRANSPORTADORA RISSO SÃO OS DESTAQUES NESTA SEÇÃO. (PÁGINA 8) Este jornal e outras informações também estão no portal A multimídia a serviço da logística

2 2 LogWeb EDIÇÃO 46 DEZEMBRO ÁGUIA No início da década de setenta, a cidade de Ponta Grossa, situada no centrosul do Paraná, iniciou seu processo de industrialização atraindo diversos grupos econômicos. Neste cenário, em 1973, surgiu a Metalúrgica Águia que, pela qualidade de seus produtos e criatividade de seus projetos, cresceu e tornou-se uma empresa de grande prestígio no setor de movimentação e armazenagem de materiais. Hoje, a holding Asas Participações é formada pelas empresas Águia Sistemas de Armazenagem, Águia Química e Águia Florestal Indústria de Madeiras. A linha de produtos da Águia Sistemas de Armazenagem abrange estruturas porta-paletes convencionais e deslizantes; cantilever; push-back; transportadores manuais, gravitacionais ou mecanizados que podem ser dotados de acessórios que complementam seu uso, como balanças, transferidores de carga, separadores, cancelas, leitoras de código de barras, etc.; divisórias industriais; mezaninos; contêineres com estrutura tubular; contêineres especiais desenvolvidos através de projetos específicos para atender às mais diversas necessidades de armazenagem ou transporte de peças com volume e peso variável; contêineres aramados; elevadores de carga; estantes; divisórias termo-acústicas; flow-rack; estanterias para armazenagem dinâmica paletizada; drive-in/drivethrough; porta-paletes de corredores estreitos e autoportantes; e acessórios para estruturas de armazenagem, como protetores frontais de coluna, protetores de canto, guard rayl, guias para paletes e bandejas aramadas, entre outros.

3 EDIÇÃO 46 DEZEMBRO 2005 LogWeb 3 VEGAS Com forte atuação no mercado de turismo corporativo há mais de 5 anos, a Wegas Turismo oferece soluções praticas de modo a agilizar a logística de viagens nas empresas. Atendendo a todo território nacional, a Wegas Turismo esta focada em 70% em vendas corporativas e 30% em vendas diretas, oferecendo o que há de melhor em pacotes nacionais e internacionais e transporte aéreo, marítimo e terrestre. Especializada em hotéis nacionais e internacionais, conta com um atendimento diferenciado e com uma equipe altamente treinada para atender aos mais diversos tipos de empresas e oferecer o melhor serviço em viagens corporativas. SAUR A Saur foi fundada em 1926, na cidade Panambi, distante cerca de 380 km de Porto Alegre, RS. Na linha de equipamentos para empilhadeiras, produz, entre outros: alongadores de garfos, aparelhos giratórios, basculadores frontais e laterais, deslocadores laterais, empilhadores frontais simples, pantográficos, laterais a 45º e trilaterais, empurradores e fixadores de cargas, garfos, garras basculantes e hidráulicas, inversores e empurradores de cargas, posicionadores de garfos, push-pul, spreaders, suportes de garfos e torres de elevação. Também são produzidos equipamentos para guindastes, pontes rolantes e para movimentação manual, manipuladores hidráulicos estacionários, plataformas niveladoras de docas e elevadores, entre outros.

4 4 LogWeb EDIÇÃO 46 DEZEMBRO Expediente JORNAL LogWeb Publicação mensal, especializada em logística, da LogWeb Editora Ltda. Parte integrante do portal Redação, Publicidade, Circulação e Administração: Rua dos Pinheiros, São Paulo - SP Fone/Fax: Nextel: ID: 15*7582 Redação: Nextel: ID: 15*7949 Comercial: Nextel: ID: 15*7583 Editor (MTB/SP 12068) Wanderley Gonelli Gonçalves Marketing José Luíz Nammur Diretoria Executiva Valeria Lima Diretoria Comercial Deivid Roberto Santos Representante Comercial RJ: Administração/Finanças Luís Cláudio R. Ferreira Direção de Arte Fátima Rosa Pereira Os artigos assinados não expressam, necessariamente, a opinião do jornal. Palavra do Leitor Recebo mensalmente este jornal, o mesmo possui excelentes informações, reportagens e serve de muitas consultas para profissionais de logística como eu. Parabéns!!!!! Só quero discordar da reportagem feita com a logística do Carrefour na edição 45 novembro 2005 página 4. Na reportagem, a mesma transparece como sendo modelo de gestão logística, o que na realidade não é fato. Em todas as empresas que trabalhei (que atendem ao segmento de varejo), esta cadeia era a que mais dava problemas - entregas recusadas sem nenhuma explicação, veículos que passam até 2/3 dias para serem descarregados, além da total falta de sintonia entre a área de recebimento e compras, ou seja, o pedido é colocado pelo comprador que não interage com o recebimento, gerando muitas devoluções. Por que o LogWeb não faz uma pesquisa com grandes embarcadores e profissionais elegendo as melhores e piores logísticas nas grandes empresas? Coloco ainda outro comentário: Carrefour e outras grandes redes fazem com que os fretes fiquem cada vez mais caros e logicamente com custos que indiretamente são pagos por nós, consumidores. Rui B. Freitas Gerente de Logística Editorial Final de ano C hegamos a mais um final de ano. Hora de rever as atitudes tomadas durante 2005 fazer uma análise do que foi feito de certo e de errado, ou o que deixamos de cumprir e planejar o que realizar no próximo ano. Aproveitamos este espaço para desejar aos nossos leitores, aos nossos anunciantes, colaboradores e amigos, que a análise do realizado durante este ano que agora termina seja bastante positiva, tanto em nível pessoal quando da empresa em si. Torcemos para que o realizado durante o ano supere em muito o que deixou de ser realizado, o que ficou apenas como frustração pelo não atingido. E que no próximo ano, tudo o que ficou pendente seja concretizado da melhor maneira possível, trazendo benefícios para as pessoas, as empresas e para o país como um todo. Dois mil e seis será um ano de eleições e de copa do mundo. Portanto, um ano um tanto diferente. Tomara que várias diferenças, todas no sentido positivo, também sejam comuns em São os nossos votos. Wanderley Gonelli Gonçalves Editor Entrevista De pintinhos de um dia a pizzas. Paulo Francisco Striker fala sobre a logística da Sadia Por envolver produtos perecíveis, esta é uma logística diferenciada. E mais ainda quando os produtos chegam ao mercado externo. S triker é diretor de logística da Sadia. Ele é graduado em Engenharia Civil e Administração de Empresas, ambos pelo Mackenzie. Ingressou na Sadia em 1984 como assistente da diretoria geral. Em 1986 ocupou o cargo de gerente da área de operações, sendo promovido a diretor em Em 1995 assumiu o cargo de gerente regional de vendas Sudeste/Centro-Oeste e um ano depois também atuou como regional de vendas Norte/Nordeste. Em 1998 foi promovido a gerente de trade marketing, sendo responsável pelas áreas de grandes contas, gerenciamento de categorias e promoção/ merchandising. Em 2000 assumiu a gerência de marcas e planejamento estratégico e em março de 2002 foi promovido a gerente geral de logística. Em maio de 2003 passou a ser diretor de logística. LogWeb: Como é feita a logística da Sadia? Striker: A inteligência é toda feita por nós, enquanto o transporte é todo terceirizado. Usamos vários tipos de transporte, e todo o planejamento é feito por nós, internamente. Executamos desde o transporte de pintinhos de um dia e de ração até de produtos acabados. São mais de 700 itens, abrangendo perus, presuntos, mortadelas, frangos, massas, doces, pizzas e outros que vão para a mesa da dona de casa no Brasil e no exterior. LogWeb: Como é dado o start para as entregas? Striker: Um vendedor visita um determinado cliente e, normalmente, 24 horas depois ou, em algumas regiões mais distantes, 48 horas, os produtos adquiridos são entregues pela frota da Sadia. LogWeb: Quantos CDs são usados? Striker: No mercado interno são oito: em Porto Alegre, Curitiba, Jundiaí, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Salvador, Recife e Manaus. No exterior, trabalhamos com um sistema diferente, os estoques são terceirizados, ou seja, ficam em espaços alugados. Temos CDs na Inglaterra, na Holanda e na Alemanha, entre outras. LogWeb: Como é a logística internacional da Sadia? Striker: Tudo é movimentado por meio de navio refrigerado, com locais para contêineres ou inteiros refrigerados. Para cada local do mundo usamos uma estratégia diferente e de acordo com o volume e necessidades dos clientes. No Oriente Médio temos em cada país um distribuidor exclusivo, e ele tem os estoques e faz a distribuição para os clientes. Via de regra, no exterior, em cada região procuramos ter relacionamentos de longo prazo com parceiros que fazem a distribuição para nós. LogWeb: Quantas fábricas a Sadia possui? Striker: São doze fábricas, desde o sul até o centro-oeste. As fábricas ficam localizadas no Paraná (5 unidades), Santa Catarina (2), Rio Grande do Sul (1) Rio de Janeiro (1), Distrito Federal (1), Minas Gerais (1) e Mato Grosso (1). LogWeb: Explique como funciona a frota. Striker: Ela é terceirizada, mas trafega com a bandeira da Sadia. São empresas pequenas e médias que fazem o serviço de transporte para nós. Todos os caminhões são especiais, tanto de baú tanto providos de equipamento de refrigeração, para manter as temperaturas adequadas aos nossos produtos. Operam para a Sadia cerca de 2000 veículos em todo o Brasil. LogWeb: No caso de terceirização das operações logísticas, como funciona? Striker: Por exemplo, em Curitiba, dentro de um CD da Standard, alugamos um espaço e nós mesmos operamos lá. Nos outros casos, temos os CDs próprios, com operação própria. LogWeb: Quais os problemas enfrentados? E as soluções? Striker: Os nossos maiores problemas ocorrem junto aos supermercados, por isso temos procurado trabalhar com agendamento, combinando horário de recebimento dos produtos, para que a questão do produto ser muito sensível seja minimizada. Fizemos vários acordos com clientes supermercadistas e estabelecemos processo de agendamento que facilita a questão da entrega. No caso da entrega noturna estabelecida em São Paulo, SP, nos adaptamos à questão da legislação e às necessidades do cliente. LogWeb: Quais os diferenciais da logística da Sadia em relação às outras empresas do mercado? Striker: Por trabalharmos com perecíveis, temos uma logística completamente diferente. Temos que zelar pelo self-life, pela vida de prateleira do produto para entregar ao cliente dentro dos requerimentos que são exigidos. Trata-se de uma gestão do que vai ser produzido e vai ser entregue à medida que o mercado vai absorvendo estes volumes uma ciência completamente diferente de um produto com vida de prateleira muito maior e que não tenha esta demanda. Os cuidados são diferentes. Agora no final de ano, temos grandes mudanças na logística: o peru que vai estar na mesa na noite do Natal já está produzido, já está estocado, precisar ser distribuído num curtíssimo espaço de tempo. Isto envolve todo um planejamento, uma estratégia, tanto de estocagem nos pontos mais próximos dos distribuidores, quanto de distribuição física em si. Fone: (Serviço de Informação ao cliente)

5 EDIÇÃO 46 DEZEMBRO 2005 LogWeb 5 DIELETRO A Dieletro está localizada em São Paulo desde 1982 e é voltada para o desenvolvimento, execução e comercialização de produtos destinados à área eletroeletrônica, em equipamentos de controles de potência. A equipe Dieletro é composta de profissionais com larga experiência na área de projetos especiais, com laboratórios e modernos equipamentos de apoio. A linha de produtos Dieletro avança nos setores para controles industriais, telecomunicações, informática e eletrônica médica, além de projetos especiais no segmento militar e naval. A partir de um rigoroso controle de matéria-prima e pesquisa avançada, a Dieletro oferece resultados excelentes em durabilidade e baixo custo de manutenção. ISMA A Isma está há 35 anos no mercado e também exporta para todos os países da América do Sul e da América Central. Atua nas áreas de móveis de aço, sistemas de armazenagem e sistemas deslizantes. No caso dos móveis de aço, produz arquivos, armários, bancadas, balcões, roupeiros e estantes. Com relação aos sistemas de armazenagem, são fabricados portapaletes, mezaninos, drive-in, cantilevers, estanterias, push-back, flow-rack e porta-paletes dinâmico. Em termos de sistemas deslizantes, desenvolve arquivos e estantes deslizantes. Tem investido cada vez mais em equipamentos produtivos e na qualidade para constante aprimoramento de seus produtos.

6 6 LogWeb EDIÇÃO 46 DEZEMBRO Segurança Inaugurações no Porto do Rio Grande, RS, atendem ao ISPS Code C om a presença do secretário estadual dos Transportes, Alexandre Postal, do prefeito municipal de Rio Grande, RS, Janir Branco, e do superintendente do Porto do Rio Grande, Vidal Áureo Mendonça, foi inaugurado, no dia 28 de novembro último, o pórtico de acesso e controle de pedestres e veículos do Porto Novo (Portão 4), o prédio destinado à Unidade de Segurança Portuária e os sistemas de vigilância eletrônica e rádio. Os investimentos, num total de R$ 2,5 milhões - recursos provenientes do Estado e da União - foram realizados para cumprir as exigências do Código Internacional para Proteção de Navios e Instalações Portuárias (ISPS Code). O novo pórtico de acesso possui cobertura metálica de 580 m², para melhores condições de trabalho durante as inspeções; duas vias de acesso; uma guarita de controle de 22 m²; uma sala de identificação e detecção com 82 m², onde será realizado o reconhecimento de pessoal através da geometria da mão e cartões de identificação; e um prédio com 398 m², onde está instalada a Unidade de Segurança Portuária (Guarda Portuária), com uma Central de Vigilância Eletrônica equipada com aparelhos para o monitoramento através do circuito de TV e para o Sistema de Comunicação Via Rádio. Entre os próximos investimentos estão a aquisição de uma lancha para realizar o monitoramento por mar e a construção do Pórtico de Acesso ao Porto Novo, no Portão 2. A nova estrutura deverá ser construída no mesmo padrão do Portão 4 - nesta serão cinco vias de acesso, sendo duas para entrada e duas para a saída de cargas e uma para entrada e saída de cargas. Além disso, uma das vias contará com trilhos para a recepção de trens. Essa estrutura, que deverá ter sua construção iniciada em quatro meses, também contará com a construção de dois prédios, com 650 m² cada. No prédio Sul serão instalados, no andar térreo, o Setor de Exportação do Porto, Sala do ICMS, Sala de Logística e Setor de Cadastramento da Guarda, enquanto no primeiro andar ficará o Ministério da Agricultura, com salas para inspeção e laboratório. Já o prédio Norte terá, no seu andar térreo, a Vigilância Aduaneira, Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Polícia Federal e Ministério do Trabalho. O primeiro andar será destinado exclusivamente à Receita Federal. Além disso, será instalado entre os dois prédios, servindo de cobertura para as cinco vias de acesso, uma cobertura metálica com 850 m². O projeto também conta com seis guaritas de inspeção.

7 EDIÇÃO 46 DEZEMBRO 2005 LogWeb 7 COMFRIO Atuando no mercado de armazenagem frigorificada desde 1996, a Comfrio iniciou suas atividades como prestadora de serviços de armazenagem de produtos com temperatura controlada, operando em todo o Estado de São Paulo. Posteriormente, além de ampliar seu raio de abrangência, chegando a quase todo o território nacional, passou a oferecer estrutura de transportes de distribuição. Hoje realiza os processos de cross-docking e transbordos, separação, fracionamento, etiquetagem, paletização e estufagem de contêineres para exportação. Suas unidades têm capacidade de frio que pode variar de - 35ºC a 35ºC. Localizada estrategicamente no interior do Estado de São Paulo, com sede na cidade de Bebedouro, atende a um raio de 250 km. RETRAK A Retrak foi fundada em 1993 e tem como principal atividade a locação de equipamentos. Sua frota inclui mais de 950 empilhadeiras, sendo 85% elétricas e 15% a combustão. É representante e serviço autorizado da Still do Brasil para venda de empilhadeiras novas e peças de reposição originais. Também é especializada na nacionalização e desenvolvimento de componentes para empilhadeiras. Oferece programas de manutenção preventiva e corretiva mediante contrato de manutenção e desenvolve equipamentos para áreas classificadas, além de modificações elétricas para equipamentos importados. E faz adaptações em equipamentos, como garfos especiais e largura de patolas especiais, e também desenvolve projetos especiais para equipamentos de movimentação.

8 8 LogWeb EDIÇÃO 46 DEZEMBRO M U L T I M O D A L MULTIMODAL MULTIMODAL MULTIMODAL MULTIMODAL TRANSPORTE MARÍTIMO ALIANÇA BATIZA SEU NOVO NAVIO NO PORTO DE SANTOS AAliança Navegação e Logística [Fone: ] realizou, no dia 10 de novembro último, o batismo do navio Aliança Mauá, no Terminal Santos Brasil, no Porto de Santos, em São Paulo. Com 272 metros de comprimento, 40 metros de boca e capacidade de TEU s, a embarcação teve como madrinha Ana Maria Furlan, esposa do Ministro de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior do Brasil, Luiz Fernando Furlan. O navio, entregue como Monte Verde no final de agosto de 2005 pela Daewoo Shipbuilding & Marine Engineering (DSME), vai operar na rota Europa Costa Leste da América do Sul. Segundo o diretor-executivo da Aliança Navegação e Logística, Julian Thomas, além de contar com um motor principal com 63 mil cavalos de potência, a nova embarcação apresenta inúmeros outros diferenciais, como a modernidade e a grande capacidade para carga frigorífica. Com conexões para contêineres refrigerados, o Aliança Mauá é atualmente, ao lado dos outros cinco navios da classe Monte, o maior navio do mundo para o transporte de bens refrigerados, ou seja, carne, peixe e frutas. Para dar uma idéia do que isto representa, apenas a central elétrica instalada neste navio para manter a refrigeração da carga tem uma potência de kw, o equivalente à demanda de energia de uma cidade de habitantes. Além disso, desenhado especialmente para as limitações dos portos da região, o navio, na sua capacidade máxima de carga, tem um calado relativamente pequeno, de 12,5 m, o que é pouco comum para um navio desse tamanho, explica. Ele complementa afirmando que o Aliança Mauá também vai ser usado no transporte de carga seca, manufaturados e outros insumos, em um espaço para mais de 2500 TEUs/viagem. Atualmente, a Aliança opera uma frota de 25 navios porta-contêineres e oito graneleiros. Desse total, 13 são de bandeira brasileira, sendo cinco próprios, sete em regime de bare boat (tripulado pela Aliança) e um fretado. Apostamos no crescimento do mercado em Este ano, a Aliança Navegação e Logística terá um faturamento de US$ 900 milhões e transportará cerca de 500 mil TEUs. Para o próximo ano, a expectativa é ampliar o faturamento e o volume total de contêineres transportados em 8%, completa Thomas. Características do Aliança Mauá Capacidade de carga TEUs Tomadas para contêineres frigoríficos Comprimento total metros Comprimento entre perpendiculares metros Largura metros Calado máximo...12,50 metros Velocidade... 23,3 Kn (nós) Potência do motor principal KW ALIANÇA ENFRENTA A SECA NA REGIÃO AMAZÔNICA Apesar da seca dos rios da região amazônica, a maior registrada nos últimos 60 anos, a Aliança Navegação e Logística manteve, ininterruptamente, todo o abastecimento da região. Nenhum navio sofreu limitações de carregamento em função da baixa profundidade do rio. Para isso, a Aliança contratou uma empresa especializada em batimetria, a Praticagem dos Rios Ocidentais da Amazônia (Proa), para levantar informações sobre os pontos críticos do rio Amazonas,

9 EDIÇÃO 46 DEZEMBRO 2005 LogWeb 9 MULTIMODAL MULTIMODAL MULTIMODAL MULTIMODAL MULTIMODAL MULTIMODAL TRANSPORTE AÉREO PARA A CONNEXION, ALGUNS SEGMENTOS SÃO DEPENDENTES PERMANENTES DESTE MODAL No Brasil, o transporte aéreo já é parte integrante e estratégica nas relações comerciais. A afirmativa é de Eduardo Bianchini, diretor da Connexion Cargas Aéreas e Logística (Fone: ). Segundo ele, com o constante crescimento e modernização do setor aéreo, o tempo das transações se modificou, impulsionando segmentos diversos em regiões distantes dos grandes centros, tornando-os capazes e viáveis, portanto dependentes permanentes do modal aéreo. É impensável imaginar que uma pequena encomenda de alto valor agregado siga para as regiões mais distantes via transporte rodoviário. Não observamos mais as grandes compras, como era no passado, que serviam para diluir o custo do transporte. Hoje, a compra é racional e fracionada e está integrada numa cadeia de abastecimento just-in-time, diz ele. Ainda de acordo com Bianchini, a praticidade, segurança, velocidade e a correta utilização do modal aéreo compensam o preço da tarifa. Além disso, quanto maior a obsolescência do produto no destino, mais barato ele se torna. como o estreito de Tabocal. Apesar da redução do leito do rio, cuja profundidade baixou de 28,10 m em junho para 14,75 m em outubro, mantivemos ininterruptamente o abastecimento da região Norte, diz o diretor de operações, logística e cabotagem da Aliança, José Antônio Balau. Ainda segundo ele, para fazer a batimetria, os técnicos acompanhavam o exato momento em que a embarcação atravessava um ponto crítico. Dessa forma, todos os navios, independentemente do calado, fizeram levantamentos batimétricos para conhecer a real profundidade A PRATICIDADE, SEGURANÇA, VELOCIDADE E A CORRETA UTILIZAÇÃO DO MODAL AÉREO COMPENSAM O PREÇO DA TARIFA. De acordo com o diretor da Connexion, alguns setores da economia enxergam na utilização deste modal um diferencial competitivo importante para o seu negócio, pois aproxima o cliente, antes considerado distante. Segundo ele, quem compra tem pressa e a satisfação do cliente em poder ter sua mercadoria em 24 horas o torna diferenciado também, principalmente no tocante às empresas prestadoras de serviços, como assistência técnica e distribuição de jornais e revistas. O crescimento das vendas pela internet é também um grande aliado deste modal e um dos estreitos e a melhor forma de passar por eles, explica. Em apenas um dia, quando o leito do rio Amazonas estava muito baixo, a empresa propôs o transbordo, via balsa, para que não houvesse nenhum cancelamento no embarque e desembarque de cargas. A operação, realizada no estreito de Tabocal, que fica a 4 horas de Manaus, foi um sucesso. O transbordo de cargas do navio Aliança Copacabana foi feito com total segurança, atingindo os resultados desejados, afirma o executivo. fator de demanda que deve crescer a cada ano, não só em função da praticidade na compra do produto por parte do consumidor, mas também porque contém o perfil de carga ideal para despacho por via aérea - leve, pequena, de alto valor agregado e de fácil manuseio -, principalmente para os vôos mais regulares, somando uma receita importante. Sem o transporte aéreo, a performance das operações do e- commerce ficariam reduzidas a trechos com no máximo mil quilômetros de distância dos centros de distribuição, onde se verifica a opção também pelo transporte terrestre, explica Bianchini. Ainda segundo ele, não se pode ver o transporte aéreo de cargas como um segmento isolado. Ele serve como plataforma que integra toda a cadeia logística, agregando valor a uma variada gama de produtos e serviços cada vez mais complexos e sofisticados. PROBLEMAS E SOLUÇÕES O diretor da Connexion também diz que, por se tratar de um segmento estratégico e de grande interesse setorial, o transporte aéreo esteve sempre vulnerável a interferências, principalmente as de ordem política. É importante lembrar que o monopólio dos Correios na remessa de documentos e pequenas encomendas causa grande impacto no setor. A falta de uma política clara e permanente coibiu investimentos durante anos, retardando o processo de melhoria das empresas nacionais e aumentando a vantagem competitiva das empresas estrangeiras. Outro fator de dificuldade é encontrar espaço disponível nos porões das aeronaves de linha que inevitavelmente carregam no mesmo porão a bagagem dos passageiros. Este problema é agravado para as mercadorias de peso unitário acima de 80 kg e dimensões que ultrapassam as medidas das portas dos porões das aeronaves. Na prática,

10 10 LogWeb EDIÇÃO 46 DEZEMBRO MULTIMODAL MULTIMODAL MULTIMODAL MULTIMODAL perdemos receita com as restrições. Outro agravante ainda de acordo com Bianchini - é que está concentrada, nos grandes pólos exportadores, uma oferta muito grande de carga, tornando as tarifas de partida caras - lei da oferta e procura. Em compensação, as tarifas de retorno, principalmente do nordeste, são relativamente baratas. As aeronaves, com exceção do trecho São Paulo/ Manaus/São Paulo, voltam com espaço ocioso, que poderia ser otimizado. O incremento de carga da região nordeste com destino ao sul do pais - inclui-se aí a carga com destino às exportações brasileiras de produtos artesanais ou confecção por exemplo, que têm como aeroporto de embarque Guarulhos, Galeão e Viracopos - viabilizaria em muito a receita das companhias aéreas, tornando-as cada vez mais regulares em suas rotas de aeronaves cargueiras. Desta forma, com mais oferta, teríamos tarifas mais acessíveis também nos grandes centros, portanto, maior utilização deste modal para produtos de valor agregado menor, o que se verifica em outros paises. Alguns outros fatores são fundamentais no processo para melhoria do setor, segundo o diretor da Connexion: funcionamento das lojas de cargas nos aeroportos das capitais 24 horas por dia 7 dias por semana imagine um paciente na UTI de um hospital que aguarda um medicamento ou uma fábrica parada por falta de uma peça de reposição e etc. ; priorização das companhias aéreas na transferência de cargas aeroporto/aeroporto; exclusividade para as empresas credenciadas pelo SNEA e DAC a operar na atividade de agenciamento de carga aérea percebemos muitas empresas informais praticando esta atividade de forma permissiva e sem a devida competência, prejudicando a imagem das empresas devidamente estabelecidas ; isenção dos impostos sob o preço dos combustíveis de aviação e das alíquotas de imposto de importação IPI e ICMS das partes e peças de manutenção de aeronaves; e criação de uma carteira de investimento que possibilite os agentes de cargas, transportadoras e operadores logísticos a participar de um pool de negócios juntamente com as companhias aéreas na aquisição de aeronaves cargueiras, por exemplo, o que poderia servir de plataforma para redefinição das competências de cada um neste processo. Sobre o que poderia ser feito para incentivar o uso deste modal, Bianchini diz que não podemos nos esquecer que nenhum transporte possui uma estrutura operacional tão cara e sofisticada como o transporte aéreo. O contexto do agente no mercado é fundamental para barateamento do custo do modal aéreo, porque Bianchini: setor é vulnerável a interferências proporciona tarifas mais atrativas devido a sua capacidade de consolidação de cargas. A urgência de remessas vinculada a contratos com prazo de entrega só é possível ser cumprida com a utilização do transporte aéreo, diz Bianchini, destacando que essa velocidade, no entanto, requer um planejamento minucioso. Não basta colocar a carga no avião. Embarcar não significa carga entregue na porta do cliente. Alguns incidentes não previstos em vôo podem deixar a carga pelo caminho. Na prática, sem o agente de carga, o usuário final muitas vezes se vê impotente para resolver determinados problemas, colocando em risco suas vendas e o seu próprio negocio, avalia Bianchini. Outro fator positivo é que vivemos um momento mais amadurecido no que diz respeito às relações com as companhias aéreas, que apesar de oferecerem também o serviço porta-a-porta, tornando essa relação uma zona de conflito constante, o mercado está mais criterioso e atento quanto à contratação de empresas prestadoras de serviços. DEZ ANOS A Connexion está comemorando 10 anos, oferecendo diversos tipos de serviços. Por exemplo, o Connexion Parceiros é um produto voltado para o agente de carga que utiliza a estrutura operacional da Connexion a fim de otimizar custos e serviços a partir da emissão do conhecimento de transporte aéreo de cargas até a entrega da mercadoria no seu cliente final, através de representantes credenciados. Já o Connexion Dedicados, exclusividade no atendimento, atende o cliente que, além de demandar a carga aérea, utiliza outros modais, como distribuição urbana, carros dedicados a viagens de emergência, atendimento 24 horas por dia, gerenciamento de informações em tempo real e relatórios via web. Entramos na casa do cliente e sugerimos mudanças, nos sentimos parte da empresa, explica Bianchini. Por sua vez, o Connexion Express tem sido responsável por garantir embarques em situações de emergência. A carga tem hora marcada para chegar ao destino e atende a diversas situações e segmentos diferentes. O Connexion Promocional atende às agências de propaganda e marketing, produtos destinados às campanhas promocionais que necessitam de armazenagem, controle de estoque, manuseio, montagem de kits, embalagem, implantação de balcões em diferentes estabelecimentos, expedição de material e distribuição até o ponto de venda.

11 EDIÇÃO 46 DEZEMBRO 2005 LogWeb 11 DHL SOLUTIONS Com as qualidades da DHL Worldwide Express, Danzas e Deutsche Post Euro Express unidas sob a marca DHL, é oferecida uma gama completa de soluções logísticas e para transporte expresso, a partir de uma única fonte. Para cobrir todas as necessidades de serviços, existem cinco divisões especializadas dentro da DHL: DHL Express, para transporte expresso e de encomendas por todo o mundo; DHL Freight, que oferece soluções internacionais e nacionais para transporte de carga parcial ou total dentro da Europa; DHL Danzas Air & Ocean, voltada para soluções de logística em todo o mundo para transportes aéreos e marítimos; Global Mail da DHL, que oferece serviços de correio internacional completos e fornece expertise em serviços de marketing direto internacional e soluções de publicação; e DHL Solutions, que disponibiliza produtos e serviços customizados com soluções de logística específicas para a indústria, desde consultoria até à concepção de cadeias de abastecimento, logística de armazenamento e vendas até a produção e gestão de transportes. As soluções logísticas são customizadas para ir ao encontro das necessidades específicas dos setores da indústria, como automobilística, farmacêutica/cuidados de saúde e eletrônica. Os serviços prestados pela DHL Solutions incluem; processamento, gestão de inventário e armazenagem de produtos; soluções integradas de TI; gestão da cadeia de abastecimento a partir de um único fornecedor; gestão de redes de transporte e distribuição; e distribuição global.

12 12 LogWeb EDIÇÃO 46 DEZEMBRO MULTIMODAL MULTIMODAL MULTIMODAL MULTIMODAL TRANSPORTE RODOVIÁRIO TRANSPORTADORA RISSO DESENVOLVE PROGRAMA DE TREINAMENTO PARA MOTORISTAS ATransportadora Risso (Fone: ) desenvolve um trabalho de treinamento voltado para a direção econômica e defensiva com todos os motoristas da empresa é o Programa Dirigir Bem. Segundo João Francisco De Lucca, supervisor de Estudos Econômicos da Risso, o treinamento é realizado na própria empresa, aos sábados, sendo que a participação dos motoristas é voluntária. No inicio do projeto eram poucos os participantes, mas com o passar dos meses os motoristas foram se motivando. Muitos temas foram e estão sendo abordados nos encontros, como código de trânsito (atualizações, multas, legislação); conservação do veículo; informações sobre média de consumo, postos de abastecimentos e paradas especificas; sistema de rastreamento; comportamentos (clientes, filiais, policiais); aparência do motorista; segurança nas estradas (locais com índice de roubos e acidentes mais freqüentes); desenvolvimento pessoal (alcoolismo, tabagismo, drogas, depressão, alimentação, doenças sexualmente transmissíveis, saúde bucal, stress); responsabilidades/atribuições; cargas perigosas; seguro de carga/seguro de frota; e PRCC (Projeto de Redução no Consumo de Combustível). De Lucca destaca que, no início, a Risso enfrentou o problema de resistência por parte dos motoristas, mas que a solução encontrada para incentiva-los a participar da reunião foi oferecer uma premiação, que tinha como critério a participação, idéias e sugestões. Da esquerda para a direita: Tiago Augusto Melloni, Carlos Alexandre Messa, Endrigo Monteiro Gonçalves, João Francisco De Lucca, Diogo Salomão - Equipe de Estudos Econômicos da Risso Motoristas da Transportadora Risso recebendo premiação do mês de setembro de 2005 CONSUMO DE COMBUSTÍVEIS De Lucca explica que o Projeto de Redução no Consumo de Combustível (PRCC) teve início em maio de 2005, prevendo uma redução do consumo em torno de 5%. O treinamento dos motoristas está voltado para a direção econômica, ou seja, dirigindo na faixa de menor consumo do veículo (faixa verde) e acompanhando as médias por abastecimento, o profissional estará controlando sua performance no veículo. Foi criado um formulário, onde todos os motoristas, no ato do abastecimento, verificam a média de consumo no período. E com a criação de metas de consumo pela empresa, eles verificam o quanto alcançaram da meta padrão proposta. A média padrão é uma analise de média de consumo por tipo de veículo acrescida de um percentual (meta), deixando essa média padrão como uma meta de consumo de combustível. Desta forma, o próprio motorista faz a sua análise de consumo. No início do programa, determinou-se uma quantidade de quilômetros que seria tida como base para cálculos. Foi feita uma média de quilômetros rodados no período de janeiro a abril de 2005 e obteve-se km ao mês. A tabela 1 mostra quantidade de litros e valores: Mês Litros % Economizados Redução Total ,75% Média 6555,33 4,25% A tabela 2 mostra a economia alcançada nos meses da implantação do programa: Mês Economia % Redução Total R$ ,73 9,28% Média R$ 8.011,24 3,09% A projeção para doze meses é R$ ,92, com uma economia média de R$ 8.011,24 mensais. O resultado esperado nos três meses do programa era de 5%. No entanto, o treinamento com os motoristas está sendo satisfatório no que diz respeito à redução no consumo de combustível e qualidade de serviço, completa De Lucca. Paralelo a este programa, a redução das infrações de trânsito também está apresentando resultados positivos - afinal, os veículos trafegam em menor velocidade, reduzindo os riscos com acidentes e os valores pagos com as infrações. Para dar continuidade a este projeto, a empresa esta proporcionando aos motoristas premiação mensal - todos concorrem no final do mês à premiação de melhor consumo de combustível. É analisado o melhor consumo e o melhor percentual de aproveitamento, lembrando que, após o primeiro mês do projeto, a taxa de crescimento mensal de cada veículo também é levada em consideração. Atualmente, a premiação é concedida ao motorista que apresentar o maior percentual de redução de consumo de combustível no mês, ou seja, se um motorista da categoria (truck, ¾, toco, cavalo-carreta) fizer o maior percentual de aproveitamento, será o motorista premiado. Além do sucesso com este projeto (PRCC), este treinamento ou orientação, pelo fato de abordar vários temas profissionais e pessoais, ajudou na produtividade da empresa, no reconhecimento por parte dos próprios motoristas da importância de sua função, facilidade de comunicação e auxílio nos processos que o envolvem e companheirismo, completa De Lucca.

13 EDIÇÃO 46 DEZEMBRO 2005 LogWeb 13 PALETRANS Fundada em 1985, a Paletrans atua no mercado fabricando e comercializando equipamentos para movimentação de materiais e cargas paletizadas. Com capital 100% nacional, a Paletrans é a maior fábrica de transpaletes da América Latina, fabricando mais de unidades desse equipamento por ano. Com forte potencial competitivo e com uma excelente qualidade, a Paletrans exporta seus produtos para mais de 20 países. Em sua linha de produtos estão: transpaletes manuais para 2000 e 3000 kg e transpaletes tracionários para 2000 kg, empilhadeiras manuais para até 1000 kg de carga e elevação de até 1600 mm, empilhadeiras de tração manual e elevação elétrica para 1000 kg de carga e elevação de até 3400 mm, empilhadeiras de tração e elevação elétricas para até 1600 kg de carga e em modelos para até 4500 mm de elevação e carros pantográficos manuais para 1000 kg de carga e elétricos para 1500 kg de carga. Na linha de transpaletes manuais, além do tradicional modelo em aço carbono pintado, a Paletrans oferece também os modelos em aço carbono zincado e modelos em aço inoxidável. Tudo isso visando atender ao máximo as exigências do mercado de movimentação de materiais, pois são equipamentos amplamente utilizados em indústrias farmacêuticas e alimentícias. Como novidade para 2006, a Paletrans está desenvolvendo uma empilhadeira retrátil para operador a bordo, com elevação de até 11,50 m e capacidade de carga de 2000 kg. A previsão de lançamento é agosto de 2006.

14 14 LogWeb EDIÇÃO 46 DEZEMBRO Empilhadeiras Yale apresenta novas versões de empilhadeiras E m evento realizado no dia 10 de novembro último, no Clube Transatlântico em São Paulo, SP, a Nacco (Fone: ) fez o lançamento da linha Yale Veracitor de empilhadeiras, em capacidades para 2 a 3,5 toneladas. Segundo Álvaro Sousa, presidente da Nacco, este lançamento faz parte de um grande projeto da Nacco Universal, iniciado há cinco anos e no qual já foram investidos entre 130 e 140 milhões de dólares e um milhão de horas de testes. Trata-se de um novo patamar de empilhadeiras, completamente diferente do que existe no mercado, no sentido de alta tecnologia, performance, eletrônica embarcada, eficiência e custo operacional mais baixo em relação às outras máquinas oferecidas no mercado, destacou Sousa. Linha ampla Na verdade, a linha compreende máquinas em capacidades de 1 a 9 toneladas, sendo que as de 2 a 3,5 toneladas serão produzidas no Brasil já a partir da segunda quinzena de janeiro próximo. Em três anos já deveremos ter substituído toda a linha de máquinas de 1 a 8 toneladas pela nova versão, além de acrescentar equipamentos para até 9 toneladas, destacou, na ocasião, João Passarelli Campos, diretor comercial da Nacco. Ele também ressaltou que as máquinas de 3,5 toneladas são novas na família e atendem, principalmente, ao setor garrafeiro, podendo operar com frontal duplo. Errata Na matéria Operadores Logísticos: Ainda são muitos os problemas. Mas, também, as soluções, publicada à página 24 da edição 45 (novembro 2005) do jornal LogWeb, há um erro na legenda da foto da terceira coluna. Não se trata de Helder Jaime Lazzarin, coordenador técnico comercial da Servilog - Armazéns Gerais e Logística, mas, sim, de Vanderlei Cardoso de Oliveira, gerente de logística da Starlog Operador Logístico. Vanderlei Cardoso de Oliveira, gerente de logística da Starlog Operador Logístico Medabil produz sistemas construtivos metálicos A Medabil Varco Pruden é uma empresa que atua no setor de sistemas construtivos metálicos para construção civil. Possui três fábricas, sendo duas em Nova Bassano e uma em Nova Araçá, todas no Rio Grande do Sul, com uma capacidade produtiva instalada de mais de toneladas/ano. A empresa também opera dentro e fora do Brasil através do Sistema Builder, que são empresas parceiras que atuam em nichos de mercado específicos. Atualmente, a Medabil conta com 14 empresas atuando desta forma, sendo nove dentro do Brasil e cinco no exterior (Turquia, Argentina, Uruguai, Nigéria, Angola). Fornece soluções construtivas para armazéns, depósitos, centros de distribuição, prédios comerciais, industriais e de múltiplos andares, entre outros projetos. Fone: BERTOLINI Fundada em agosto de 1969, a Bertolini atua com quatro unidades de negócios: Cozinhas de Aço, Móveis Planejados em MDF - Evviva! Bertolini, Sistemas de Armazenagem e Móveis de design exclusivo para redes especializadas. Na área de Logística e Distribuição, a unidade Sistemas de Armazenagem oferece soluções para estocagem e movimentação de materiais, contando com uma equipe técnica especializada e um departamento de engenharia e projetos. Com uma participação cada vez maior do mercado nordestino, a Bertolini instalou, recentemente, uma filial em Pernambuco, mais precisamente na cidade de Recife é a terceira filial da empresa, primeira fora do Estado do Rio Grande do Sul, e ocupa uma área de 2500 m 2.

15 EDIÇÃO 46 DEZEMBRO 2005 LogWeb 15 REALIZA EXPRESS Fundada em 1998, em São Paulo, a Realiza Express atua no modal de cargas aéreas e rodoviárias, expressas e convencionais, door-to-door, com distribuição em todo o território nacional. Conta com frota constantemente renovada, profissionais em constante treinamento, além de sólidas parcerias com as principais companhias aéreas existentes no mercado, o que garante a rapidez e pontualidade que o cliente tanto necessita. Seus serviços incluem: cargas aéreas convencionais (1 o dia útil); cargas aéreas emergenciais (seguem de imediato); cargas aéreas programadas (pré-agendadas); cargas rodoviárias urbanas - SP (capital/grande São Paulo); cargas Rodoexpress (exclusivo ao cliente); e cargas rodoviárias diárias (Rio de Janeiro). TRADIMAQ A Tradimaq foi fundada em 1986, como prestadora de serviços de movimentação interna de cargas. Desde o início, sua vocação foi pela prestação de serviço completa, ou seja, terceirização da movimentação de materiais. Desde 2000 é certificada ISO 9001 e, além da terceirização, oferece a locação simples de empilhadeiras, ambas para todo o território nacional. A partir setembro de 2002, a Tradimaq foi nomeada Distribuidor Yale para Minas Gerais. Ainda para atuação naquele Estado vieram outras nomeações: em abril de 2004, foi nomeada distribuidor Genie; em agosto de 2005, foi a vez da Isma nomeá-la sua representante; e em setembro de 2005, a Rite Hite também a nomeou como seu distribuidor.

16 16 LogWeb EDIÇÃO 46 DEZEMBRO Empilhadeiras Hyster lança nova versão de empilhadeiras de 2 a 3,5 toneladas E m evento realizado no dia 7 de novembro último, no Clube Transatlântico em São Paulo, SP, a Nacco (Fone: ) fez o lançamento da linha Hyster Fortis de empilhadeiras, em capacidades para 2 a 3,5 toneladas. Na verdade, a linha compreende máquinas em capacidades de 1 a 9 toneladas, sendo que as de 2 a 3,5 toneladas serão produzidas no Brasil já a partir da segunda quinzena de janeiro próximo, enquanto as com as demais capacidades serão importadas, inicialmente, e terão a sua produção local iniciada num período de 12 a 24 meses, destacou, na ocasião, João Passarelli Campos, diretor comercial da empresa. Evolução Discursando também no evento que reuniu representantes da imprensa e de várias empresas, além de cerca de 120 integrantes da rede nacional da Nacco -, Álvaro Sousa, presidente da Nacco, ressaltou que há cerca de cinco ou seis anos, a Nacco estabeleceu um programa de renovação das empilhadeiras na faixa de 1 a 8 toneladas, desenvolvendo toda uma linha específica, com o máximo de tecnologia embarcada. Ele também ressaltou que, há 12 anos, houve a decisão da Nacco de produzir no Brasil empilhadeiras de nível mundial, num momento em que os fabricantes locais estavam se retirando, demonstrando sua confiança no mercado nacional. Agora, num segundo passo, estamos lançando um produto pioneiro, completou. Século 21 Por sua vez, Campos salientou que a nova empilhadeira Hyster Fortis é um produto do século 21, em função desde a tecnologia até o custo operacional. Realmente, em 2000, começamos a repensar o produto como um todo as empilhadeiras eram até consideradas commodity. Então, repensamos o produto e os conceitos e surgiu a questão do custo operacional baixo e da produtividade alta. A partir daí, fizemos a sinergia entre as várias famílias de máquinas, que possuíam componentes diferentes, o que permitiu uma redução dos custos dos produtos e a criação desta nova linha de máquinas. Em três anos, estaremos substituindo toda a linha de 1 a 8 toneladas por estas máquinas mais modernas, e agora acrescentando a versão de 9 toneladas, disse o diretor comercial, salientando que a novidade é a empilhadeira para 3,5 toneladas. Supply Chain Management Tendências no desenvolvimento do SCM no Brasil Na última década, a compreensão e o interesse pelas aplicações e potencialidades do Supply Chain Management têm crescido mundialmente. As conseqüências no Brasil têm sido significativas nas áreas de serviço, notadamente operadores logísticos e consultoria, e na indústria, particularmente na área automotiva, que vêm se empenhando em tornar as propostas de práticas inovadoras em práticas efetivas nas empresas, sejam elas nacionais ou multinacionais, que compõem sua cadeia de abastecimento. Situação atual O Outsourcing, utilizado inicialmente em áreas de suporte, como informática, vem se tornando a cada dia uma prática mais efetiva e amplamente utilizada nas áreas de produção, manutenção, distribuição e marketing. A opção por terceirizar áreas específicas e estratégicas passou a significar uma relação de parceria e integração nos negócios, que deve ser bem planejada e implementada, de preferência balizada por uma entidade externa (consultoria), com o objetivo de garantir que as necessidades atuais e futuras das partes serão atendidas, em termos de crescimento do relacionamento colaborativo, desenvolvimento interdependente e investimentos necessários. Na Indústria, o processo de seleção de um novo parceiro logístico tem um impacto importante no seu desempenho junto ao mercado, que vai além do inbound e outbound, chegando ao maior grau de facilidade na concepção e desenvolvimento de produtos e planos de crescimento do negócio. O Benchmarking se tornou também uma ferramenta que viabiliza disponibilizar e obter informação no mercado, com o objetivo de integração das estratégias competitivas das cadeias produtivas, compatibilizando e adequando as medidas de desempenho de cada empresa às realidades e aos objetivos do segmento onde estão inseridas. Agregando-se a esse compartilhamento de informações e integração de infra-estrutura entre clientes e fornecedores, se inserem diversas Iniciativas de Integração que passam por sistemas e práticas gerenciais (EDI, Reposição Automática, ECR, Lean Manufactoring, SCOR), agilizando as operações no padrão just-in-time e diminuindo a necessidade de estoques ao longo da cadeia, aumentando a visibilidade das necessidades de abastecimento dos clientes e o grau de previsibilidade da demanda, beneficiando o balanceamento da capacidade produtiva por parte dos fornecedores e adicionalmente demandando das partes um alto grau de agilidade na solução de gap s e desvios operacionais. O Desenvolvimento Colaborativo de novos produtos, com o envolvimento prévio dos fornecedores, tem se mostrado também como tendência irreversível, proporcionando uma drástica redução de tempo entre o projeto e a finalização do produto acabado, além de diminuição de custos inseridos nesse processo. A contínua Reestruturação e Consolidação da Quantidade de fornecedores e clientes têm possibilitado um maior grau de sinergia nos resultados finais, tanto econômicos quanto ligados ao aumento de nível de serviço e eficiência, ao aumento do relacionamento colaborativo e ao surgimento e construção de parcerias anteriormente inviáveis no médio/longo prazo. O objetivo básico do SCM é maximizar e efetivar a potencialidade sinérgica da empresa com os player s de sua cadeia produtiva, atendendo os clientes de forma eficiente, com custo reduzido e adicionando valor ao produto final, com maior grau de automação e previsibilidade da demanda. Colaboração técnica: Fernando Neres, consultor sênior de logística da Qualilog Consulting, que desenvolve atividades no aconselhamento e implementação de soluções em logística e Supply Chain Management no nível estratégico e operacional.

17 EDIÇÃO 46 DEZEMBRO 2005 LogWeb 17 MOURA Há quarenta anos, a idéia de produzir baterias para automóveis na região do Nordeste do Brasil parecia um projeto impossível. No entanto, Edson Mororó Moura, que na época iniciava sua carreira de químico, junto com sua esposa, insistiram na realização do seu sonho. Em 1957 eles fundaram a primeira fábrica de baterias, então equipada com máquinas rudimentares. Quatro décadas depois, os resultados falam por si só. Hoje, o Grupo Moura possui cinco fábricas e 45 empresas de distribuição comercial. São aproximadamente funcionários e a Moura é líder de vendas na soma dos mercados de montadoras de veículos e de vendas de baterias de reposição. É fornecedora de peça original das principais montadoras do Mercosul, como Ford, Volkswagen, Fiat, Mercedes-Benz, Renault e Agrale. No mercado externo, possui expressiva participação na Argentina, Uruguai, Portugal e Porto Rico. Além disso, a Moura mantém parcerias tecnológicas e comerciais com os maiores fabricantes de baterias da Europa e Estados Unidos. Sua linha de produtos inclui baterias automotivas inteligentes com vida útil superior em até 50% à das baterias automotivas convencionais e produzidas com novos agentes de natureza química, elétrica e mecânica (Agentes QEM) -, baterias tracionárias as baterias Moura LOG com elementos individuais, que oferecem elevado desempenho nas mais severas condições de uso, especialmente as resultantes das operações em pisos irregulares e em altas temperaturas - baterias estacionárias e náuticas.

18 18 LogWeb EDIÇÃO 46 DEZEMBRO Empilhadeiras Still lança empilhadeiras elétricas e a combustão E m evento realizado no dia 10 de novembro último no Espaço Único, em São Paulo, SP, a Still (Fone: ) fez o lançamento de duas empilhadeiras. Uma delas é a elétrica a contrapeso RX20, com capacidade para 2000 kg, que apresenta uma linha futurista e capacidade para operar em corredores estreitos. Segundo a empresa, este máquina não possui pastilha de freio opera com freio lamelar regenerativo e atua com dois motores de tração. Também não possui pedal de aproximação. A outra novidade da Still é a empilhadeira a combustão BR20, a qual, ainda segundo a empresa, apresenta o conceito de operação das máquinas elétricas. Também possui capacidade para 2000 kg, operando sem pastilha de freio e sem pedal de aproximação e com dois motores de tração, além de transmissão hidrostática. Assumpção e Adriana apresentam as novas máquinas Durante o evento que reuniu cerca de 500 pessoas, entre representantes, clientes e fornecedores da Still Adriana Firmo, gerente comercial, e Eduardo Aché Assumpção, supervisor comercial, explicaram as características das máquinas elétricas e a combustão. Em seguida houve um show das empilhadeiras e a apresentação da cantora Rosana Melo. Eleita a diretoria da Aslog para o biênio 2006/2007 Em Assembléia Geral Ordinária realizada em 10 de novembro último, foi eleita a nova diretoria da Associação Brasileira de Logística Aslog para o biênio 2006/2007. Comandada por Adalberto Panzan Jr., vice-presidente da entidade na gestão anterior, a chapa eleita foi a Ação Logística, e a nova diretoria tomou posse no dia 22 de novembro. Na ocasião, Panzan Jr. agradeceu o apoio de todos, principalmente do ex-presidente, Altamiro Borges, que o incentivou a comandar a entidade nos próximos dois anos, além de permanecer ao seu lado como presidente do Conselho Deliberativo da Aslog. É um privilégio ter um grupo de profissionais e associados desse nível confiando no nosso trabalho mais uma vez, disse o novo presidente. Diretoria Eleita 2006/2007 Presidente: Adalberto Panzan Jr. (ADS MicroLogística) Vice-presidentes: Walter Vighy (Cesa Transportes) e Paulo Fernando Fleury (Coppead/UFRJ) Secretários: Alessandro Dessimoni (Menezes & Lopes) e Maurício Fabri (Runtec Tecnologia) Tesoureiros: Altamir Cabral (Via Pajuçara) e Fernando Vilar (AB Group) Diretor Técnico: Miguel Petribu (SPDL) Diretor Social: Bruno Teixeira (Mercador/Telefônica) Conselho Deliberativo: Altamiro Borges Jr. (AB Group), Alexandre Germuts (LG Electronics), Alfredo Neto (Cedros Consultoria), Anderson Salmazo (Grupo TPC), Antonio Caetano Pinto (Transportadora Grande ABC), Antonio Carlos Côrtes (Embraer), Célio Mauro Placer (USP), Geraldo Damazio (Grupo J. Macedo), Geraldo Vianna (NTC & Logística), Gilberto Miranda (Ebamag), Márcio Dias (IBMEC), Marcos Tognato (GolLog), Orlando Fontes (LATL/ Unicamp), Ozoni Argenton Jr. (Comfrio), Rafael Villarroel (Bayer Cropscience) e Rodrigo Vilaça (ANTF). Conselho Fiscal: Antônio Luiz Leite (Primax Transportes), Carlos Chies (Adubos Trevo), Carlos Menchik (Núcleo de Logística do RS), Celso Luchiari (Transportadora Americana), Milton Xavier (Secretaria Estadual dos Transportes SP) e Urubatan Helou (Braspress). Conselho de Ética: Antônio Ballan (Caramuru Alimentos), Arthur Hill (Accenture), Eduardo Atihe (Time & Place), Eduardo Mariath (Exel Logistics), James Tavares (Ipiranga Química) e Luiz Ricardo Maçães (Norlog).

19 EDIÇÃO 46 DEZEMBRO 2005 LogWeb 19 INTRUPA A Intrupa Manufacturing Company é uma das maiores empresas mundiais especializada em peças originais para o mercado de empilhadeiras elétricas e a combustão, atendendo a todas as marcas disponíveis, tanto no mercado americano, europeu, asiático como no brasileiro. Com sede em Grayslake, próxima a Chicago, nos Estados Unidos, e filiais na Holanda, Alemanha, França, Inglaterra, Canadá, EUA, México, Itália e Brasil, está comemorando 45 anos de excelentes negócios, sendo hoje uma das líderes no segmento. A Intrupa está presente no Brasil desde 2001 comercializando as melhores peças para empilhadeiras existentes, consolidando sua credibilidade mundial no mercado brasileiro. São mais de itens à disposição. Ao escolher a Intrupa, mais do que peças originais, a empresa leva com segurança, o melhor atendimento de pós-venda do mercado. Possuímos uma linha de produtos ampla e variada para atender, com profissionalismo e comprometimento, a todos os nossos clientes, diz Newton Santos, gerente geral da empresa. Ele também informa que, além disto, todos os meses, são incluídos novos itens na sua lista de opções de produtos e que a empresa conta uma uma logística que permite o atendimento em qualquer ponto do Brasil. Entre os produtos oferecidos estão: pneus, controladores, motores, contatores, suportes e peças para sistemas de refrigeração, de exaustão, combustão, direção e diferenciais, sistemas de direção, de freios, hidráulicos, de acoplamento e elevação e para sistemas de gás, além de transmissões, entre outras.

20 20 LogWeb EDIÇÃO 46 DEZEMBRO Paletes PBR Bastante usados, mas enfrentando os piratas e o comércio de usados O palete PBR foi criado em 1990, após intensos estudos e ensaios, com o objetivo de aumentar a produtividade da movimentação, armazenagem e transporte, permitir a distribuição física paletizada e criar um sistema de embalagem modular, resultando em redução de custos. A proposta do palete PBR surgiu em 1986, através da ABRAS Associação Brasileira de Supermercados, entidades de classe e do engenheiro José Geraldo Vantine, sendo dirigido inicialmente aos supermercados e seus fornecedores, com o objetivo de se criar um Palete Padrão Brasil retornável, de custo baixo e que implementasse o sistema de intercâmbio entre as empresas, ou seja, elas trocariam paletes nas suas operações, reduzindo custos com armazenagem, transporte, carga e descarga. A história do PBR é contada por Valdir Zelenski, gerente comercial da Matra do Brasil (Fone: ). Ele continua, informando que, em 1990, o projeto tornou-se realidade e atualmente o PBR é, realmente, o Palete Padrão Brasil e utilizado pelos mais diversos setores industriais, operadores logísticos e transportadores, sendo responsável por 80% do consumo de paletes no Brasil. Já Marcelo Canozo, diretor da Fort Paletes (Fone: ) e presidente da ABRAPAL - Associação Brasileira dos Fabricantes de Paletes PBR (Fone: ), destaca que o setor que mais utiliza o PBR ainda é a indústria alimentícia, de higiene e limpeza e os grandes fornecedores da rede varejista. Em seguida pode ser citada a indústria farmacêutica e os operadores logísticos. Esse fato deve-se à exigência do grande varejista em receber mercadorias em paletes PBR, já que a padronização gera melhor controle e fluxo da cadeia de distribuição. Tem-se notado nos últimos anos novos segmentos que passaram a utilizar o PBR, como a indústria automobilística e a química, destaca Canozo, com a concordância de José Ricardo Bráulio, coordenador da José Braulio Paletes (Fone: ). Para este último, ainda os grandes usuários são os setores alimentícios e de bebidas, além de todos os fornecedores de grandes mercados varejistas e atacadistas, como Carrefour, Wal Mart e CBD. Tendências e Perspectivas Com relação às tendências/ perspectivas de uso do PBR no Brasil, Zelenski, da Matra, acredita que, após o período de maturação do palete PBR, a locação e o pool de paletes sejam a grande tendência para os próximos anos. O sistema de pool atende a todas as necessidades do usuário, desde o abastecimento, gerenciamento do fluxo de paletes, manutenção, higienização e a coleta de paletes, eliminando investimentos em ativo fixo, paradas de produção por falta de paletes, manutenção e coletas de paletes e estoques ociosos de paletes em períodos de baixa demanda. Já o sistema de locação simples atende às necessidades em períodos de picos de demanda e/ou sazonalidades, quando o usuário aluga paletes somente pelo tempo necessário para suprir as suas necessidades. Pelo seu lado, Canozo, da Fort Paletes e da ABRAPAL, acredita que a tendência de uso do PBR só tende a aumentar no Brasil, devido às vantagens quanto à utilização de um palete padrão, onde podemos trabalhar no processo de intercambialidade, proporcionando à cadeia de distribuição um custo/ beneficio bem favorável. O presidente da ABRAPAL diz que outra tendência de aumento na utilização do PBR que se pode perceber é a entrada de novos setores da indústria/serviços como usuários. Para o coordenador da José Braulio Paletes, o mercado só tende a crescer e se firmar cada vez mais. Este projeto foi muito bem feito, o PBR é bom e barato, acrescenta. Comércio paralelo Todos sabem que existe um mercado paralelo de paletes PBR que estende-se por todo o país, principalmente nos grandes centros, como São Paulo e Rio de Janeiro. Mas, quem está por trás deste comércio paralelo? Segundo o gerente comercial da Matra e o coordenador da José Braulio Paletes, no mercado de paletes novos, são empresas não credenciadas pela ABRAS e que se aproveitam de usuários que buscam somente o preço e acabam adquirindo paletes totalmente fora do padrão. No mercado de paletes usados, a situação é bem mais complicada, pois todo o palete PBR tem um dono e, portanto, não deveria existir o comércio de PBR usado. Tudo leva a crer que os paletes usados são originários de estoques das próprias indústrias e da rede de supermercados, desviados em algum ponto de sua circulação. Ao comprar paletes usados, o usuário pode estar adquirindo seus próprios paletes e alimentando ainda mais o sistema de desvio de paletes, adverte Zelenski. Canozo, da Forte Paletes e da ABRAPAL, considera que existem duas práticas que podem ser listadas no mercado paralelo. A primeira diz respeito aos paletes piratas, ou paletes modelo PBR fabricados por empresas não credenciadas à ABRAS/IPT. Esta prática é considerada ilegal por vários fatores. Por exemplo: crime, pois utilizam a marca PBR indevidamente (é de propriedade da ABRAS); ilegalidade quanto à qualidade/padronização: os paletes fabricados por empresas não credenciadas não sofrem nenhum tipo de vistoria e são produzidos sem nenhuma responsabilidade perante as normas estabelecidas pelo IPT Instituto de Pesquisas Tecnológicas (órgão fiscalizador e normatizador dos fabricantes de PBR credenciados) sabemos de vários acidentes em grandes CDs onde o palete PBR é um pirata, ou seja, fabricado por empresa não credenciada à ABRAS; Responsabilidade Social, já que, na maioria dos casos, as empresas que fabricam paletes PBR sem credenciamento utilizam-se de mão-de-obra infantil, não respeitam meio ambiente (madeira não certificada), etc. Para melhor entendimento quanto ao seu ponto de vista, o presidente da ABRAPAL informa que o PBR segue normas rígidas geradas pelo IPT e gerenciadas pelo CPP Comitê Permanente de Paletização, vinculado à ABRAS, que também é detentora do registro da marca PBR. Através da propriedade da marca, o CPP/ABRAS mantém contrato de cessão de uso da mesma com os fabricantes credenciados, e esses, para serem credenciados, passam por um rígido processo de auditoria, também pelo IPT. Hoje dispomos de um pouco mais de 30 fabricantes credenciados em todo o Brasil, que exercem a liberdade de mercado, permitindo ao comprador executar a mais saudável concorrência, diz. Retornando às práticas ilegais do mercado, ele cita o segundo caso: comércio de paletes usados. Há algum tempo estamos acompanhando o movimento de comercialização de paletes usados, e é crescente a evidência de que grande parte desses paletes usados é de origem ilegal (roubados). O processo é simples: fornecedor do varejo (indústria) entrega seus produtos com o paletes PBR na rede varejista e recebe um vale paletes. Após algum tempo, a rede varejista devolve os paletes via transportador (freteiros) à indústria, e no meio do caminho esse palete é vendido. Nota-se que existem vários compradores embaixo de viadutos nas grandes capitais ( Compra-se paletes PBR ). Após essas etapas, o paletes é coloca-

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