Jessé Marcos de Oliveira - Acadêmico 5º Período UFSJ

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1 Jessé Marcos de Oliveira - Acadêmico 5º Período UFSJ

2 Tumores primários SNC 2% das neoplasias; 1ª -infância e 2ª -adultos jovens masculino; Os gliomassão os tumores primários mais frequentes; Nos EUA diagnosticados e vão a óbito anualmente;

3 Os AstrocitomasDifusos (AD) 15% dos tumores primários SNC e cerca de 20% dos tumores gliais; Possui potencial de progressão maligna e de invasão; Grande variedade de desfechos a longo prazo; Sobrevida varia de 3 a 20 anos.

4 Gliomas: astrocitomas, oligodendrogliomas, oligoastrocitomas, ependimomas, dentre outros; A histologia é o principal determinante da classificação patológica; A anaplasia, a invasividade, a recorrência e o crescimento metastático contribuem para a malignidade.

5 OMS: Existem 4 características principais nas quais o sistema se baseia: 1. Presença de células atípicas; 2. Mitoses; 3. Proliferação endotelial; 4. Necrose.

6 OMS: 4 graus de malignidade atribuíveis aos gliomas: Grau I: Astrocitoma Pilocítico, ASCG; Grau II: AstrocitomasDifusos, Oligodendrogliomas, Oligoastrocitomas; Grau III: Oligodendroglioma A, Ependimoma; Grau IV: Glioblastoma.

7 Gliomade baixo grau de malignidade: grau I e II; Gliomade alto grau de malignidade: Grau III e IV; Classificação de St. Anne e Mayo: Astrocitomasgrau I e II; As trocitoma grau II pela OMS.

8 Tumores heterogêneos; Pouco delimitados; Infiltrativos; Pleomorfismo nuclear; Sem sinais de anaplasia(mitoses, proliferação endotelial e necrose); Baixa capacidade proliferativa; Qualquer parte do SNC.

9 Pode simular uma gliose reacional; Potencial progressão de malignidade; Astrócitos Protoplasmáticos: SC e NB; Astrócitos Fibrilares: SB perivascular; Mutações Envolvidas: p53, perda Cromossomo 17p.. Benignidade vsmalignidade.

10 Depende da Localização; Crises Epilépticas; Cefaléias; Sinais de Hipertensão Intracraniana, possível efeito expansivo ou Hidrocefalia; Déficits focais. Forma de apresentação lenta e insidiosa.

11 Tomografia: Maioria : lesão única hipoatenuante; Sem realce após injeção do contraste; Localização Lobar: Frontal e Temporal; Ressonância Magnética (melhor definição da extensão do tumor: Hipossinal em T1; Hipersinal em T2 e DP; Muitas vezes com aspecto infiltrativo; Geralmente sem realce (20% realçado) vstumores anaplasicos(porcentagem sem realce).

12 Fonte http: anatpat.unicamp.br/dsc jpg

13 Fonte http: anatpat.unicamp.br/ Dsc jpg

14 Fonte http: anatpat.unicamp.br

15 Fonte http: anatpat.unicamp.br

16 Controverso; Não são curativos; Melhora dos sintomas; Qualidade de vida; Aumentar sobrevida; Poucos estudos prospectivos

17 Cirúrgico vstratamento expectante (pacientes com tumores pequenos com crises controladas); Propostas da Cirurgia: Confirmação do diagnóstico; Diagnóstico do tipo histológico do tumor; Ressecção de maior volume possível de tumor.

18 Após Cirurgia depende: Histologia do tumor; Grau de ressecção; Idade; Quadro Clínico; Expectativa do paciente e da família.

19 Radioterapia: Controverso, em especial em pacientes com ressecção completa; Aumentos na sobrevida por estudos retrospectivos; Poucos estudos Prospectivos; Astrocitomas Difusos vs Recidiva vs Raditerapia Adjuvante (dose); Efeitos colaterais raros (2%): radionecrose e alterações cognitivas; Não discutir a indicação e sim a dose; Qual a melhor época para o tratamento: no momento do diagnóstico ou na progressão?

20 Quimioterapia: A maioria dos tumores da linhagem astrocíticanão responde à quimioterapia, especialmente no caso dos tumores de baixo grau de malignidade;

21 Avaliar possibilidade de reoperação vsbiópsia (afastar possibilidade de radionecrose); Braquiterapia(Radioterapia Intersticial); Radiocirurgia (lesões circunscritas, visa interromper a divisão celular);

22 Embora tenham características histológicas não agressivas, não podem ser considerados como tumores benignos; Mediana de sobrevida de 5 a 8 anos; Óbito pelas consequências do tumor que geralmente evolui ou recidiva de forma mais agressiva.

23 Fatores que influenciam o prognóstico: Tipo histológico; Idade (maior sobrevida menores 40 anos); Extensão da ressecção; Potencial proliferativo; O estado funcional do paciente (pós operatório); Outros (longa duração dos sintomas, crises como primeiro sintoma, ausência de déficits neurológicos).

24 Tumores acessíveis e sintomáticos: Ressecção ampla; Acompanhamento rigoroso; Opinião do paciente e de seus familiares; Ressecção completa vsiniciar radioterapia em caso de progressão? Iniciar RT apenas acima de 35 anos? Pacientes com tumores pequenos, assintomáticos(crises controladas), em zonas eloquentes, podem ser observados até progressão clínica ou de imagem?

25 Pacientes com tumores sintomáticos, em progressão, irressecáveisdevem ser submetidos a biópsia (apesar do risco de erro de amostragem) ou ressecção parcial e RT complementar, caso se confirme Astrocitoma grau II?

26 Malheiros SMF, Stával JN, Franco CMR, Braga FM, Gabbai AA. AstrocitomasDifusos de Baixo Grau de Malignidade. Ver. Neurociências 6(2): 75-80, Barros JM. AstrocitomasDifusos de Baixo Grau. Mestrado Integrado em Medicina. Faculdade de Medicina. Universidade do Porto. Abril. 2011

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