PRIMEIROS RESULTADOS DA ANÁLISE DA LINHA DE BASE DA PESQUISA DE AVALIAÇÃO DE IMPACTO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA

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1 PRIMEIROS RESULTADOS DA ANÁLISE DA LINHA DE BASE DA PESQUISA DE AVALIAÇÃO DE IMPACTO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA Instituição Executora: Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional CEDEPLAR / UFMG Ministério do Desenvolvimentos Social e Combate a Fome Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação Departamento de Avaliação e Monitoramento Esplanada dos Ministérios, Bloco A, Sala Brasília-DF Maio 2007

2 PRIMEIROS RESULTADOS DA ANÁLISE DA LINHA DE BASE DA PESQUISA DE AVALIAÇÃO DE IMPACTO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA 1 1. INTRODUÇÃO O Bolsa Família, criado em 2003, é um programa de transferência de renda condicional para famílias em situação de pobreza que visa promover o alívio imediato da pobreza por meio da transferência direta de renda. A ruptura do ciclo intergeracional da pobreza é esperada por meio das condicionalidades que reforçam o exercício de direitos sociais nas áreas de saúde e educação, e que potencialmente propiciam o combate à pobreza futura pelo do investimento no desenvolvimento de capital humano. Os critérios de elegibilidade do Bolsa Família partem da definição de situação das famílias na pobreza, com ocorrência de crianças até 15 anos de idade, gestantes e nutrizes, e famílias em extrema pobreza 2, com ou sem ocorrência de crianças, gestantes e nutrizes. Para as famílias em situação de extrema pobreza, o benefício parte de um valor básico de R$50,00 para aquelas sem ocorrência de crianças, gestantes e nutrizes, e adiciona um valor variável de R$15,00 para cada ocorrência, até o teto de três. Para as famílias em situação de pobreza, os valores dos benefícios são somente os variáveis. Esta síntese tem o objetivo de apresentar os primeiros resultados de uma avaliação preliminar de impacto do programa Bolsa Família em várias dimensões, decorrentes do relaxamento das restrições orçamentárias e da operação de aspectos comportamentais ligados às condicionalidades do Programa. Todos os resultados baseiam-se nos dados da primeira rodada da pesquisa de campo da Avaliação de Impacto do Programa Bolsa Família (AIBF), realizada em novembro de Embora, por definição, a primeira rodada de uma pesquisa não possa ser usada para realizar uma avaliação definitiva de impacto, é feita uma exploração básica dos diferenciais estimados entre os grupos de tratamento e comparação definidos, o que permite uma perspectiva bastante preliminar dos potenciais impactos do Programa. Esta limitação metodológica deve ser levada em conta na interpretação dos resultados. São apresentados resultados para indicadores domiciliares quanto às seguintes dimensões: Gasto domiciliar: gasto corrente com alimentação, habitação, vestuário, transportes, saúde, educação e despesas diversas; Educação: freqüência escolar, progressão e evasão escolar; Trabalho: ocupação, procura por trabalho, transições ocupacionais Empoderamento da mulher: poder de barganha feminino em decisões domésticas. 1 - Este texto trata-se de uma síntese do artigo Primeiros resultados da análise da linha de base da pesquisa de Avaliação de Impacto do Programa Bolsa Família, produto da pesquisa Avaliação do Impacto do Programa Bolsa Família AIBF, contratada pelo MDS e realizada pelo Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional - Cedeplar/ UFMG. 2 - Em outubro de 2005, foram definidas como famílias em situação de pobreza aquelas com renda mensal per capita de R$50,01 a R$100,00, e famílias em situação de extrema pobreza aquelas com renda per capita mensal de até R$50,00. 2

3 2. METODOLOGIA Desenho Amostral A amostra para esta apresentação foi dividida em dois estratos com diferentes proporções. O primeiro é formado pelos domicílios com famílias beneficiárias do Bolsa Família e o segundo congrega os domicílios sem famílias beneficiárias de qualquer programa social. Para distinguir os domicílios pesquisados com base nessas características, foi feita a amostragem em duas fases. Na primeira fase, procedeu-se à seleção de áreas (setores censitários) e, em seguida, ao recenseamento dos setores amostrados, utilizando esta informação para separar os grupos de famílias. O tamanho da amostra foi definido de forma a se obter representatividade para três grandes áreas do País: a região Nordeste (NE), as regiões Sudeste e Sul (SE-SUL), em conjunto, e as regiões Norte e Centro-Oeste (NO-CO). A coleta de dados foi realizada em 269 municípios nos Estados da Federação, com exceção do Acre, Roraima e Tocantins, com um total de questionários completos coletados durante o campo. Coleta e Tratamento das Informações Os grupos de domicílios da amostra foram classificados em termos de elegibilidade, tratamento e comparação, de acordo com as informações coletadas nos questionários e para efeito da aplicação da metodologia de avaliação: a) Elegibilidade: A classificação dos domicílios segundo o critério de elegibilidade considerou dois cortes de renda domiciliar per capita. O primeiro corte incluiu os domicílios que auferiam, na data da pesquisa, renda domiciliar per capita mensal até R$50,00. O segundo corte de renda considerou os domicílios que auferiam renda domiciliar per capita até R$ 100,00. b) Tratamento / Comparação: A partir da classificação segundo o critério de elegibilidade, foram definidos 2 grupos. O grupo chamado de Beneficiários, é constituído pelos domicílios que declararam receber atualmente o benefício do Bolsa Família. O grupo de comparação, denominado Comparação 2 (C2), é composto pelos domicílios que declararam nunca ter recebido nenhum tipo de benefício, independentemente de serem cadastrados em algum programa público. Metodologia de Avaliação A pesquisa domiciliar tem um desenho quase-experimental e longitudinal que prevê, em ano(s) subseqüentes(s), a reaplicação do questionário às mesmas famílias que compõem a amostra. Uma vez que as famílias incluídas no Programa Bolsa Família são selecionadas de maneira não aleatória, avaliar o impacto do Programa comparando simplesmente grupos de beneficiários e não beneficiários poderia conduzir a conclusões equivocadas. Por um lado, talvez as diferenças encontradas entre os grupos, após a participação de um deles no Programa, refletissem diferenças que são anteriores ao Programa. Por outro lado, o efeito da participação no Programa poderia ser uma função de variáveis que podem ser diferentes entre os grupos comparados. Para encontrar famílias similares entre tratados e não-tratados, supõe-se que a participação no programa é determinada por características observadas. Dessa forma, calcula-se a probabilidade de participação no programa condicionada a essas características e trabalha-se com aquelas famílias com probabilidades estimadas semelhantes. 3

4 Por isso, utilizou-se a técnica do Pareamento com Escore de Propensão, que permite comparar famílias participantes e não participantes similares em termos das características observáveis. O Escore de Propensão é a probabilidade de uma família, ou domicílio, receber a transferência do programa Bolsa Família. O objetivo do pareamento é encontrar um grupo de comparação ideal em relação ao grupo de beneficiários, a partir de uma amostra de não beneficiários do Programa. O método consiste basicamente em tomar como base as características dos beneficiários e tentar encontrar, no grupo de comparação, não-beneficiários que apresentem essas mesmas características. Depois de calculados os Escores de Propensão, foram utilizados métodos de pareamento que permitiram definir quais são os controles para cada família beneficiada, possibilitando o cálculo do efeito médio do tratamento. Tal efeito é estimado através da diferença entre o resultado para o grupo de beneficiários e aquele obtido para o grupo de comparação pareado. Nesta pesquisa foi utilizada como técnica de pareamento o método do vizinho mais próximo com reposição, a fim de analisar a robustez dos resultados. 3. RESULTADOS A Avaliação do Impacto do Programa Bolsa Família (AIBF) obteve resultados sobre indicadores de gastos domiciliares, educação, trabalho e empoderamento da mulher nos domicílios beneficiados ou não pelo Bolsa Família. Foram comparados os domicílios em situação de pobreza (renda per capita de até R$ 100,00) e domicílios em situação de extrema pobreza (renda per capita de até R$ 50,00). Os indicadores de gastos familiares são expressos em valores monetários anuais, e, portanto, a análise diferencial corresponde ao incremento anual (R$/ano) de gasto proporcionado pela participação no programa. Já a comparação dos indicadores de Educação e Trabalho é apresentada como percentuais observados em cada grupo. Neste caso, as medidas comparativas são diferenças entre os percentuais do grupo beneficiário e não beneficiário, expressas em pontos percentuais (pp). Gasto Domiciliar No que se refere a indicadores de gastos domiciliares, observam-se impactos positivos para os beneficiários do Bolsa Família com relação aos domicílios do grupo C2 (não beneficiários). Naqueles em situação de extrema pobreza (renda familiar até R$ 50 per capita), verificou-se um aumento no gasto com alimentação de R$ 388,22 /ano. Na Região Norte/Centro-Oeste este diferencial alcançou R$ 588,01 (Tabela 1). Entre as famílias em situação de pobreza (renda familiar até R$ 100 per capita) observa-se que os beneficiários do Bolsa Família apresentam gastos anuais superiores com alimentos em R$ 278,12 do que aquelas famílias não beneficiárias. O diferencial identificado é ainda maior na Região Nordeste, onde o aumento dos gastos anuais com a alimentação foi de R$ 322,12 em favor das famílias beneficiárias (Tabela 1). A pesquisa revelou que não houve diferença significativa nos gastos com vestuário masculino e feminino. No entanto, no Brasil, no Nordeste e no Norte/Centro-Oeste, as famílias beneficiárias investiram mais em roupas e sapatos infantis do que o grupo C2. No País quem recebe o Bolsa Família gastou entre R$ 21,60 e R$ 23,79 a mais nestes itens (Tabela 2). 4

5 Em relação aos gastos com educação, registrou-se um aumento, com significância estatística, também nas regiões Nordeste e Norte/Centro-Oeste. No primeiro caso, entre as famílias em situação de pobreza que são beneficiárias houve um investimento de R$ 32,78 a mais em educação de adultos. Na outra região, constatou-se que o gasto maior ocorreu na educação infantil, correspondendo a um valor de R$ 58,50 a mais dos que as famílias não beneficiárias (Tabela 2). Educação Os resultados da comparação da freqüência escolar no último mês, para crianças de 7 a 14 anos de idade, indicam uma maior presença dos beneficiários do Bolsa Família em relação ao grupo C2. Os dados mostram que entre as famílias pobres beneficiárias a não freqüência à escola é menor em 3,6 pontos percentuais do que as não beneficiárias. No Nordeste, esta diferença é ainda maior, chegando a 7,1 pontos percentuais (Tabela 3). Entre as crianças de famílias na situação de extrema pobreza, as diferenças, com significância estatística, da não freqüência à escola foram encontradas para a Região Sudeste/ Sul (6,5 pp). Também observou o mesmo comportamento para o público feminino do Brasil (6,5 pp) e do Sudeste/Sul (12,3 pp). No que diz respeito à evasão escolar, os resultados da comparação indicam menor evasão dos beneficiários do Bolsa Família tanto em famílias em situação de pobreza quanto naquelas em extrema pobreza. No primeiro caso a evasão é 1,8 ponto percentual menor. No segundo as diferenças com significância estatística, foram identificadas somente para a Região Nordeste (3,0 pp) (Tabela 4). Quanto à comparação da progressão no sistema de ensino no último ano não se observou diferencial significativo no Brasil entre beneficiários e não beneficiários nas duas faixas renda analisadas. As diferenças foram encontradas na Região Norte/Centro-Oeste e para o público feminino no Brasil. Nestes casos, os resultados indicam uma menor aprovação dos beneficiários do Bolsa Família (Tabela 5). Os resultados da comparação da proporção de crianças que declararam só estudar em relação àquelas que declararam só trabalhar, trabalhar e estudar ou não trabalhar nem estudar, indicam não haver diferença significativa na alocação do tempo para o estudo dos dois grupos comparados (Tabela 6). Trabalho Com relação à ocupação dos adultos, os resultados indicam uma maior participação no mercado de trabalho dos beneficiários do Bolsa Família. Naquelas em situação de extrema pobreza, observou-se uma diferença na ocupação de 3,1 pontos percentuais e, em situação de pobreza, de 2,6 pontos percentuais. Neste quesito destacou-se a situação do público feminino na Região Sudeste/Sul, onde a taxa de ocupação das mulheres beneficiárias é 13,7 pontos percentuais acima das não beneficiárias. 5

6 Tabela 1: Diferenciais monetários anuais entre o grupo de beneficiários do PBF e comparação 2 sobre as despesas domiciliares, Brasil e Regiões, Tabela 2: Diferenciais monetários anuais entre o grupo de beneficiários do PBF e comparação 2, sobre os gastos domiciliares desagregados; Brasil e Regiões,

7 Tabela 3: Diferenciais entre o grupo de beneficiários do PBF e o grupo comparação 2, sobre a proporção de crianças no domícilio que não freqüentaram a escola no último mês; Brasil e Regiões, Tabela 4: Diferenciais entre o grupo de beneficiários do PBF e o grupo comparação 2, sobre a proporção de crianças no domicílio que evadiram do sistema de ensino entre 2004 e 2005; Brasil e Regiões, 2005 Tabela 5: Diferenciais entre o grupo de beneficiários do PBF e o grupo comparação 2, sobre a proporção de crianças no domicílio que foram aprovados entre 2004 e 2005; Brasil e Regiões, Tabela 6: Diferenciais entre o grupo de beneficiários do PBF e o grupo comparação 2, sobre a proporção de crianças no domicílio que só estudam; Brasil e Regiões,

8 Tabela 7: Diferenciais entre o grupo de beneficiários do PBF e o grupo comparação 2, sobre a proporção de ocupados no domicílio (15 a 64 anos); Brasil e Regiões, Tabela 8: Diferenciais entre o grupo de beneficiários do PBF e o grupo comparação 2, sobre a proporção de pessoas procurando trabalho no domicílio (15 a 64 anos); Brasil e Regiões, Empoderamento da mulher Este módulo da pesquisa teve como objetivo avaliar como o Programa Bolsa Família afeta o poder de barganha das mulheres, medido pelo seu poder discricionário em questões de gastos, emprego e educação. As perguntas foram referentes a quem decide sobre os gastos com alimentação, vestuário para a respondente, vestuário para o parceiro da respondente, vestuário para as crianças, bens de consumo, saúde e remédios para as crianças. Interessou ainda saber quem decidia se as crianças devem continuar estudando, se a respondente deve ter um emprego, se o parceiro da respondente deve ter um emprego e sobre o uso de contraceptivos. A estratégia de análise empregou o método Grade of Membership (GoM) para classificar os domicílios de acordo com quem decide os 10 itens mencionados anteriormente. Em seguida foi calculado o Escore de Propensão para cada domicílio no que se refere ao alto poder de barganha para os grupos (Beneficiárias e Controle 2). Tabela 9: Diferenciais dos domícilios com alto poder de barganha das mulheres: comparação entre beneficiários e não beneficiários; Brasil e regiões, A Tabela 9 apresenta os resultados que demonstram uma maior condição de barganha entre as mulheres de famílias beneficiárias. 8

9 4. COMENTÁRIOS FINAIS Este trabalho representa o primeiro esforço de exploração dos resultados dos diferenciais estimados para uma avaliação preliminar de impactos do Programa Bolsa Família. A interpretação dos resultados leva em conta a limitação metodológica da utilização de uma pesquisa de corte transversal, com variáveis retrospectivas e contemporâneas. Ressalta-se também que a escolha da técnica de análise foi determinante dos resultados obtidos. O desenho longitudinal da investigação, com a realização de uma segunda rodada da pesquisa de campo que acompanhará os domicílios dos grupos de tratamento e comparação, permitirá o avanço da avaliação de impactos mais consistentes, havendo a possibilidade de aplicação de outros métodos e técnicas de análise, bem como a exploração de outros indicadores de resultados. Ministério do Desenvolvimentos Social e Combate a Fome Secretaria de Avaliação e Gestão da Informação Departamento de Avaliação e Monitoramento Esplanada dos Ministérios, Bloco A, Sala Brasília-DF Fone: (0**61) Fax (0**61)

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