III SEMINÁRIO DE ATLETISMO JUVENIL III SEMINÁRIO DE ATLETISMO JUVENIL

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1 III SEMINÁRIO DE ATLETISMO JUVENIL 1

2 III SEMINÁRIO DE ATLETISMO JUVENIL Organização da Carreira Desportiva no Atletismo 2

3 Treino com Jovens: Análise da Situação Actual 1 Os atletas dos escalões jovens competem demais e treinam menos do que deviam 3

4 Treino com Jovens: Análise da Situação Actual 2 O modelo competitivo dos Seniores é utilizado nos escalões jovens 4

5 Treino com Jovens: Análise da Situação Actual 3 Os Programas de Treino dos Seniores são copiados para os mais jovens 5

6 Treino com Jovens: Análise da Situação Actual 4 - O Treino dos escalões jovens foca-se no RESULTADO em vez de se focar no Processo de Treino 6

7 Treino com Jovens: Análise da Situação Actual 5 A idade cronológica domina todo o processo de treino em vez da idade biológica 7

8 Treino com Jovens: Análise da Situação Actual 6 O sub-desenvolvimento nas idades dos 6 aos 16 anos, nunca é totalmente superado e assim os atletas nunca atingem O seu Potencial Genético 8

9 Treino com Jovens: Análise da Situação Actual 7 Os melhores treinadores treinam os atletas de Elite 9

10 Long Term Athlete Development (LTAD) O que significa? Istvan Balyi - É um modelo de programação da carreira desportiva a longo prazo. - Procura identificar as lacunas existentes no sistema desportivo e as melhores soluções para as ultrapassar. - É um guia para o planeamento de todas as etapas do desenvolvimento. - É desenhado a partir da experiência prática do treino e dos princípios teóricos da investigação científica. 10

11 Long Term Athlete Development (LTAD) Istvan Balyi Princípios Chave do LTAD 1 Abordagem Centrada no ATLETA. 2 Procura otimizar as IDADES SENSÍVEIS para o Desenvolvimento. 3 Procura desenvolver a LITERACIA FÍSICA em todos os Jovens. 4 Leva 10 a 12 anos de formação para atingir o nível de ELITE. 5 Reconhece a vida para lá do treino e o papel da RECUPERAÇÃO. 6 Modelo FLEXÍVEL para atender às necessidades de cada desporto. 11

12 Long Term Athlete Development 12

13 O que acontece aos nossos melhores Juniores? Idades em que se atingem os melhores resultados desportivos no Atletismo: 25 aos 32 anos Quem participou nos Campeonatos da Europa de Juniores em 1999 (com 18 ou 19 anos), tem este ano (2012) 31 ou 32 anos Jessica Augusto Vânia Silva Vera Santos Inês Henriques 13

14 O que acontece aos nossos melhores Juniores? Idades em que se atingem os melhores resultados desportivos no Atletismo: 24 aos 32 anos Quem participou nos Campeonatos do Mundo de Juniores em 2006 (com 18 ou 19 anos), tem este ano (2012) 24 ou 25 anos Patrícia Mamona Arnaldo Abrantes Nélson Évora 14

15 O que acontece aos nossos melhores Juniores? Em 8 anos (de 1999 a 2006), foram a Campeonatos da Europa e do Mundo de Juniores 70 atletas portugueses Desses 70 atletas, que este ano têm idades entre 24 e 32 anos, estiveram presentes nos Jogos Olímpicos de Londres 9 atletas Marco Fortes Ana Cabecinha Leonor Tavares 15

16 O que acontece aos nossos melhores Juniores? Europeus e Mundiais de Juniores (8 anos) Jogos Olímpicos de Londres Percentagem Masculinos: 38 2 (+ Nélson Évora) 8% Femininos: % Total: % 16

17 O que acontece aos nossos melhores Juniores? Recordes Pessoais Número de Atletas Percentagem Seniores 28 (11 Masc. / 17 Fem.) 40% (29% / 53%) Sub (15 Masc. / 6 Fem.) 30% (39% / 19%) Juniores 21 (12 Masc. / 9 Fem.) 30% (32% / 28%) 17

18 O que acontece aos nossos melhores Juniores? Sectores Atletas Londre s RP Sen. Percentagem RP Sub-23 RP Jun. Saltos % 0 2 Lançamentos % 2 4 Marcha % 5 3 Meio Fundo % m % 3 1 Barreiras % 3 2 Velocidade %

19 19

20 Organização da Carreira Desportiva no Atletismo Etapa Idades Escalões Objectivos FUNdamentos Até aos 10 anos Benjamins A Aquisição das habilidades motoras básicas: correr, saltar e lançar. Aprendizagem Dos 10 aos 13 anos Benjamins B e Infantis Aprender a treinar e treinar para aprender. Desenvolvimento Dos 14 aos 16 anos Iniciados e Juvenis Treinar para treinar e desenvolver as capacidades condicionais e técnicas de um grupo de disciplinas. Especialização Dos 17 aos 19 anos Juvenis e Juniores Treinar para competir e especializar numa disciplina. Rendimento Mais de 19 anos Seniores Treinar para ganhar e optimizar o rendimento. 20

21 ETAPA DOS fundamentos PRINCIPAIS OBJECTIVOS Até aos 10 Anos: Benjamins A FUN: Nesta etapa é fundamental que as crianças retirem prazer da sua prática desportiva, com treinos dinâmicos, variados, divertidos, e sempre que possível em formas jogadas. O principal objectivo é o desenvolvimento da capacidade de movimento geral, recorrendo aos elementos motores básicos Adquirir os Fundamentos Motores Básicos (SALTAR CORRER LANÇAR). O Treino deve proporcionar o ABC de toda a actividade desportiva: AGILIDADE RITMO COORDENAÇÃO e VELOCIDADE. 21

22 ETAPA DOS fundamentos Até aos 10 Anos: Benjamins A PARTICIPAÇÃO COMPETITIVA - Realizar as competições através de formas jogadas e com provas adaptadas, (por exemplo, utilizando o Kids Athletics). - Englobar os momentos competitivos em situações de festa e de convívio. Adquirir os Fundamentos Motores Básicos - Utilização das estafetas, privilegiando a competição por equipas e das provas múltiplas. - Não realizar competições a eliminar. - Sempre que possível, atribuir prémios a todos os participantes. - Competições com Regras Simples e introdução da Ética Desportiva. 22

23 ETAPA DA APRENDIZAGEM Dos 10 aos 13 Anos: Benjamins B e Infantis PRINCIPAIS OBJECTIVOS TREINO TÉCNICO DE BASE: Aprendizagem dos elementos fundamentais para a grande maioria das disciplinas do atletismo que envolvem a corrida e as impulsões (velocidade, saltos e barreiras. apoio dinâmico, a extensão da perna de impulsão, a colocação alta da bacia e a postura do tronco. Aprendizagem da técnica das diferentes disciplinas do Aprender a treinar e treinar para aprender atletismo, com adaptações para esta faixa etária. Mais oportunidades para o desenvolvimento da resistência aeróbia e da força, através da realização de exercícios com o peso do próprio corpo. Desenvolvimento das capacidades psicológicas e da ATITUDE DE TREINO 23

24 ETAPA DA APRENDIZAGEM Dos 10 aos 13 Anos: Benjamins B e Infantis PARTICIPAÇÃO COMPETITIVA Nestes escalões continua a haver a preocupação dos momentos competitivos promoverem o convívio, a competição por equipas, evitando as competições a eliminar e procurando atribuir prémios a todos os participantes. Os resultados das competições devem ser um espelho do treino e das aprendizagens técnicas. Aprender a treinar e treinar para aprender - A competição é mais um elemento do processo de treino, não condicionando o planeamento e a organização do treino. As competições devem realizar-se ao longo de toda a época com o objetivo de avaliar a evolução dos jovens e serem um elemento de motivação. 24

25 ETAPA DO DESENVOLVIMENTO Dos 14 aos 16 Anos: Iniciados e Juvenis PRINCIPAIS OBJECTIVOS Construção de janelas da treinabilidade, através de um primeiro incremento ao nível do volume de treino. Consolidação das aprendizagens técnicas. Desenvolvimento da condição física geral e das capacidades condicionais. Treinar para treinar e desenvolver as capacidades condicionais Desenvolvimento das capacidades psicológicas. O treino e a participação competitiva começa ao longo desta etapa a ser dirigido para um grupo de disciplinas. 25

26 ETAPA DO DESENVOLVIMENTO Dos 14 aos 16 Anos: Iniciados e Juvenis PARTICIPAÇÃO COMPETITIVA Apesar de haver um quadro competitivo a nível Distrital, a nível Nacional e até Internacional (Jogos da FISEC, Jogos Olímpicos da Juventude e Campeonatos do Mundo de Juvenis), é fundamental que o planeamento da época seja organizado em função das necessidades do desenvolvimento do jovem atleta e não de acordo com os objetivos competitivos. Treinar para treinar e desenvolver as capacidades condicionais. A enorme importância do treino nesta etapa tem implicações ao nível do planeamento, com um Período Preparatório maior e um Período Competitivo mais curto, com mais tempo para treinar 26

27 ETAPA DO DESENVOLVIMENTO Dos 14 aos 16 Anos: Iniciados e Juvenis PARTICIPAÇÃO COMPETITIVA Nesta etapa os resultados competitivos já espelham um misto da evolução técnica e do desenvolvimento das capacidades. As competições já têm um aspeto formal e assumem uma importância cada vez maior para os jovens atletas. Apesar de ser importante começar a desenvolver nos jovens uma atitude competitiva adequada, os treinadores devem estar atentos para que o treino continue a ser o núcleo de toda a preparação. Treinar para treinar e desenvolver as capacidades condicionais 27

28 OBRIGADO A ODOS 28

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