Material e Métodos Resultados e Discussão

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Material e Métodos Resultados e Discussão"

Transcrição

1 Área: Melhoramento Genético Vegetal TRANSFERIBILIDADE DE PRIMERS MICROSSATÉLITES DE Phaseolus vulgaris PARA Vigna unguiculata Matheus Felipe Nogueira da Silva 1, Leidiane Bezerra Albuquerque 2, Rafaela Priscila Antonio 3 ; Caio Henrique Fernandes 1, Paulo Sérgio Lima e Silva 3, Lindomar Maria da Silveira 4, José Torres Filho 4. 1 Aluno de Iniciação Científica, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN. 2 Mestranda em Fitotecnia, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN. 3 Prof. D.Sc. Genética e Melhoramento de Plantas, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN. 4 Prof. D.Sc. Fitotecnia, Universidade Federal Rural do Semi-Árido, Mossoró, RN. Resumo Considerando o elevado custo necessário para o desenvolvimento de primers microssatélites, a transferibilidade dos mesmos entre espécies aparentadas é bastante apropriada. O objetivo deste trabalho foi verificar a transferibilidade de 62 primers SSR de regiões específicas de feijão comum (Phaseolus vulgaris L.) em acessos de feijão-caupi (Vigna unguiculata). Para tal, um total de 62 primers SSR desenvolvidos para feijão comum foram testados em genótipos de feijão caupi. Estes genótipos são constituídos por acessos, sendo os mesmos divergentes quanto a diversas caracteríticas morfoagronômicas. Sementes de dois acessos de feijão caupi foram plantadas em casa de vegetação e 15 dias após a germinação e suas folhas foram coletadas para a extração de DNA, a seguir, cada amostra de DNA genômico total foi amplificada com os 62 pares de primers SSR. Nesta pesquisa foi obtida uma excelente taxa de transferibilidade de primers de P. vulgares para V. unguiculata. De todos os primers analisados, 26 encontraram homologia na espécie estudada, podendo ser então utilizados como ferramenta de auxílio nos programas de melhoramento para o feijão-caupi. Palavras-chave: Marcadores moleculares, variabilidade genética, reação de polimerização em cadeia. Introdução As leguminosas constituem uma das famílias botânicas mais conhecidas e de maior importância econômica, sendo formada por mais de espécies, dentre as quais podemos destacar a espécie Vigna unguiculata (L.) Walp. que é conhecida popularmente como feijão-de-corda, feijão-caupi ou feijão massacar (FREIRE FILHO et al.,.2005). Esta leguminosa é comumente cultivada nas regiões Norte e Nordeste do Brasil como fonte de renda, além de ser bastante utilizada para consumo uma vez que possui elevado valor nutricional servindo como um dos principais componentes da dieta da população (BERTINI et al., 2009). Devido a sua importância econômica, programas de melhoramento genético vêm sendo desenvolvidos na intenção de aumentar a eficiência produtiva desta leguminosa. Uma das formas mais eficientes de auxiliar os programas de melhoramento de espécies vegetais são os marcadores moleculares que consistem na análise de variabilidade genética por meio de diferenças mínimas em nível de DNA da espécie estudada. Dentre os diversos tipos de marcadores moleculares existentes, os microssatélites ou sequências simples repetidas do inglês Single Sequence Repeat (SSR) se destacam pela herança co-dominante e pelo seu elevado polimorfismo, sendo ainda de fácil interpretação. Marcadores SSR são sequências repetidas de um a seis nucleotídeos em tandem, sendo que os fragmentos de interesse são amplificados por meio de primers desenhados 1

2 especificamente para a região em estudo e amplificados via reação de polimerase em cadeia (FERREIRA; GRATTAPAGLIA, 1998). Marcadores SSR, ao contrário de alguns outros marcadores como os Random Amplified Polymorphic DNA (RAPD), requerem o conhecimento prévio da sequência de DNA desejada, portanto, os primers necessitam ser previamente desenhados para cada loco de cada espécie, o que encarece o uso desta técnica (FERREIRA; GRATTAPAGLIA, 1998). Vários trabalhos foram publicados mostrando que a transferibilidade de primers entre algumas espécies de mesma família tem sido realizada com sucesso (SCHIAVON et al., 2009; LEITE et al., 2007; OLIVEIRA et al., 2010). Considerando o elevado custo para o desenvolvimento de marcadores microssatélites, a transferibilidade de primers entre espécies aparentadas, ou seja, de mesma família botânica pode ser uma alternativa para redução dos custos desta técnica. O objetivo deste trabalho foi verificar a transferibilidade de 62 primers SSR de regiões específicas de feijão comum (Phaseolus vulgaris L.) em acessos de feijão-caupi (V. unguiculata). Material e Métodos Um total de 62 primers SSR desenvolvidos para feijão comum (Phaseolus vulgaris L.) foram testados em genótipos de feijão caupi. Estes genótipos são constituídos por acessos, sendo os mesmos divergentes quanto a diversas caracteríticas morfoagronômicas. Sementes de dois acessos de feijão caupi foram plantadas em casa de vegetação e 15 dias após a germinação e suas folhas foram coletadas para a extração de DNA, conforme o protocolo de Doyle e Doyle (1990). A seguir, cada amostra de DNA genômico total foi amplificada com os 62 pares de primers SSR. Para cada reação de PCR foi utilizado um mix contendo 20 ı g de DNA, 100 µm de cada um dos dntps, 1U de taq DNA polimerase, tampão composto de 50 mm de TRIS ph 8,3, 20mM de KCl, 2mM de MgCl 2, 10µg de BSA, 0,25% de Ficoll 400, 10mM de tartrazine, 5mM de primer (2,5 mm de Forward e 2,5 mm de Reverse) e água ultrapura. O volume final para cada reação foi de 12µl. A amplificação foi realizada em termociclador modelo Mastercycler Eppendorf, no qual foi empregado o seguinte programa: cinco minutos, a 95ºC, para desnaturação do DNA; oito ciclos, em que foram usados 20 segundos, à temperatura de 94ºC para desnaturação; 20 segundos para anelamento do primer, cujas temperaturas foram de 46ºC a 68ºC de acordo com o primer; 1 minuto a 72ºC para extensão de DNA; 24 ciclos que diferiram dos primeiros apenas na temperatura de anelamento que variaram de 52ºC a 65ºC e uma extensão final, por quatro minutos, a 72ºC. Os produtos de amplificação foram submetidos à eletroforese horizontal por 2 horas a 80 V em gel de agarose a 3% corado com brometo de etídio e fotografados com câmera digital. Na análise dos géis foram considerados os critérios adotados por Kuleung et al. (2004). Assim, foi construído um score para os primers que amplificaram fragmentos de tamanho esperado de acordo com a intensidade do sinal e a facilidade de avaliação: (1) sinal forte e facilidade de avaliação; (2) sinal fraco e facilidade de avaliação; (3) sinal fraco e difícil avaliação e (4) ausência de sinal. Resultados e Discussão Dos 62 primers testados em feijão-caupi, 26 apresentaram homologia (Tabela 1), o que corresponde a uma taxa de transferibilidade de aproximadamente 42%, esta taxa de transferibilidade é maior que a encontrada 2

3 por Leite et al. (2007) que foi de 31,25% em um estudo de transferibilidade de primers desenhados para melão em abóbora e bucha vegetal. Marcador Primer Marcador Primer Forward/Reverse Forward/Reverse X53603 BM16 5 TTT ACG CAC CGC AGC ACC AC3 5 TGG ACT CAT AGA GGC GCA GAA AG3 5 CAC CGG GAG TGGCTG ACA3 5 GTT TGG GGC GGA GTT CGA3 BM68 5 TTC GTT CAC AAC CTC TTG CAT T3 BM170 LBM 187 LBM199 LBM202 5 TGC TTG TTA TCT TGC CCA GTG3 5 AGC CAG GTG CAA GAC CTT AG3 5 AGA TAG GGA GCT GGT GGT AGC3 5 TTT CTC CAA CTC ACT CCT TTCC3 5 TGT GTT TGT GTT CCG AAT TAT GA 5 AAG GAG ATT CAG AGA AGC CAA AAG3 5 TGA GGA ATG GAT GTA GCT CAG G3 5 ATG CGA AAG AGG AAC AAT CG3 5 CCT TTA CCC ACA GCG CTT C3 BMD49 5 TCT CTT CCT TAC CCT GTT CTG C3 5 GGT TCA ATG CTG GCT GAG A3 BMD38 BMD40 AJ AJ PVM01 5 GCG TTT CCA TGA ATC AAT CC3 5 AAA TTC CGA ACC CGT GAA CT3 5 AAC CTT CTT GCG CTG ATC TC3 5 TAG TGG CCA TTC CTC GAT CT3 5 ACA GAG GAG AGA GAG AGA GAG3 5 GTA AAG GGA AAA AAG AAT CC3 5 ACT AGA GGA GAG ACG AGA GA3 5 GTA GCA AGT TGC AGG AGT3 5 GCT CTA GCC TCA ATC CTT GG3 5 GGT TCC TGC TTC CCA CTT T3 PVM03 5 CCG CCT TCT TCT TCT TCT TC3 5 CGG CGA GTC ATC TTT TCC3 PVM06 5 TTG CCA ACA AAT GGA AGT GA3 5 TTG CAC AAT GAG AAG GGA GA3 PVM07 5 CTG GAA TGG CTT ACA GAT GC3 5 CCA AGA TCA GGC ACA GTG AA3 PVM11 5 TGG GAT TTT GAG CGT GTG 3 5 TCC ACC GAC TTA CCG AAC A3 PVM12 5 CCA GTG TGT CAA CAA ATG GA3 5 AGG CTT AGG GAA TGG CTC A3 PVM13 5 GAG AAG CCG CAG AGA GGA3 5 AGA TGC CGC GAA CAG AAC3 PVM13 5 GAG AAG CCG CAG AGA GGA3 5 AGA TGC CGC GAA CAG AAC3 PVM15 5 GGT GGA GGC AGT GGT GTT3 5 TTC ACT TTC CCA AGA CCT GA3 PVM18 5 CAA CCA TCT CTG TGG CAA G3 5 TGA GTT TGG GAG AGT GAG TTT T3 PVM25 5 GAA GAC GTG AAG GAG CCA CT3 5 CAC TTT CCA GAG AGA ACG CAA T3 PVM28 5 GGT GGC AGG TAC GAA AGA GT3 PVM30 5 GCA GAC CCT GTC AAC AAC AA 3 5 GCC ATG AAG CAA GGT GAA GA3 PVM34 5 CTT CTC CCT CTT CCT CCT3 5 GGA CAG TGA TAG TTC AGA TTC3 A grande maioria das bandas amplificadas apresentaram um excelente padrão de amplificação sendo consideradas para esta análise apenas as bandas mais nítidas que apresentaram scores 1 e 2 (Figura 1). Testes de transferibilidade de primers SSR para feijão também foram realizados por Schiavon et al. (2009) que analisaram a transferibilidade de13 primers de soja em 42 genótipos de feijão comum, dos quais todos geraram produto de amplificação, no caso do presente trabalho ambos os indivíduos utilizados apresentaram produto de amplificação via PCR. Houve uma média de amplificação de 24,5 primers por indivíduo. 3

4 PVM06 PVM13 Figura 1 Padrão eletroforético de genótipos de feijão-caupi amplificados com os primers SSR PVM06 e PVM13 de P. vulgaris em gel de agarose a 3%. No presente trabalho, somente os scores 1 e 2 foram considerados como amplificação positiva. Na análise realizada, aproximadamente 42% dos primers testados produziram um perfil de bandas em pelo menos um dos genótipos de feijão. Já Schiavon et al. (2009) após a realização da análise exploratória observaram que 100% dos marcadores testados produziram um perfil de bandas para todos os genótipos de feijão testados em suas análises. Foram observados padrões distintos de bandas para a maioria dos 62 primers testados que amplificaram as amostras. Os resultados encontrados nesta pesquisa são considerados muito promissores para o uso de primers transferíveis dentro da família leguminosae, podendo ser utilizados em programas de melhoramento como ferramenta para seleção assistida por marcadores, identificação de QTLs, divergência genética entre acessos entre outras utilidades, o que tornaria possível a redução de tempo e de custos na execução destes tipos de pesquisa por não ser necessário o desenho de primers específicos para a cultura do feijão caupi. Conclusões Grande parte dos primers SSR utilizados nesta pesquisa podem ser utilizados como ferramenta para auxiliar nos estudos genéticos em feijão caupi. Nesta pesquisa foi obtida uma excelente taxa de transferibilidade de primers de P. vulgares para V. unguiculata. Referências BERTINI, C. H. C. M.. et al. Divergência genética entre acessos de feijão-caupi do banco de germoplasma da UFC. Ciência Agronômica, Fortaleza, v.1, p , DOYLE, I.J.; DOYLE, J.L. Isolation of plant from fresh tissue. Focus, Rockville, v.12, p.13-15, FERREIRA, M. E.; GRATTAPAGLIA, D. Introdução ao uso de marcadores moleculares em análise genética. 3.Ed. Brasília: EMBRAPA/CENARGEN, p. FREIRE FILHO, F. R.; RIBEIRO, V. Q. ; ALCÂNTARA, J. P. ; BELARMINO FILHO, J. ; ROCHA, M. M. BRS Marataoã : Novo cultivar de feijão-caupi com grão tipo sempre verde. Revista Ceres, Teresina, v.52, p , KULEUNG, C. ; BAENZIGER, P. S. ; DWEIKAT, I. Transferability of SSR markers among wheat, rye, and triticale. Theoretical Applied Genetics, v. 108, p

5 LEITE, T. L.; MARCO, A. F.; TARCHETTI, B. D.; FERREIRA, M. A. J. F.; AMARAL, Z. P. S.; BUSO, G. S. C. Análise de transferibilidade de primers microssatélites de Cucumis melo para Curcubita moschata e Luffa cylindrica. Brasília, Disponível em: Acesso em: 13 de Mar de OLIVEIRA, M. S. P., et al. Variabilidade genética entre acessos de açaizeiro utilizando marcadores microssatélites. Ciência e Agrotecnologia, Lavras, v.34, p , SCHIAVON, A. L.; SANTOS, M. A.; SOUZA, R. C.; HUNGRIA, M. Transferibilidade de marcadores microssatélites de soja para feijão comum (Phaseolus vulgaris) In: IV Jornada acadêmica da Embrapa soja, n. 312, Lonrina, p

TRANSFERIBILIDADE DE MARCADORES MICROSSATÉLITES DE MELÃO PARA MELANCIA

TRANSFERIBILIDADE DE MARCADORES MICROSSATÉLITES DE MELÃO PARA MELANCIA TRANSFERIBILIDADE DE MARCADORES MICROSSATÉLITES DE MELÃO PARA MELANCIA Maia, A. K. S (1) ; Albuquerque, L. B. (1) ; Antonio, R. P. (2) ; Silveira, L. M. (3) ; Nunes, G. H. S (1) ; Silva, A. E. A (1) ;

Leia mais

Clonagem Molecular. Esta tecnologia permite estudar os genes e os seus produtos, obter organismos transgênicos e realizar terapia gênica.

Clonagem Molecular. Esta tecnologia permite estudar os genes e os seus produtos, obter organismos transgênicos e realizar terapia gênica. Clonagem Molecular A clonagem molecular é o processo de construção de moléculas de DNA recombinante e da sua propagação em hospedeiros apropriados que possibilitam a selecção do DNA recombinante. Esta

Leia mais

Revista Ciência Agronômica ISSN: Universidade Federal do Ceará Brasil

Revista Ciência Agronômica ISSN: Universidade Federal do Ceará Brasil Revista Ciência Agronômica ISSN: 0045-6888 ccarev@ufc.br Universidade Federal do Ceará Brasil Carvalho Oliveira, Marcus Vanner; Pereira Baliza, Danielle; Souza, Genaina Aparecida; Pereira Carvalho, Samuel;

Leia mais

ANEXO ÚNICO DO DECRETO Nº 28.397, DE 21/09/2006

ANEXO ÚNICO DO DECRETO Nº 28.397, DE 21/09/2006 ANEXO ÚNICO DO DECRETO Nº 28.397, DE 21/09/2006 PREÂMBULO Termo de Participação, via meio eletrônico, para a seleção da melhor proposta para aquisição por dispensa de licitação, nos termos do Decreto Estadual

Leia mais

Materiais e Métodos 24. III. Materiais e Métodos

Materiais e Métodos 24. III. Materiais e Métodos Materiais e Métodos 24 III. Materiais e Métodos Materiais e Métodos 25 1. Pacientes No período de Outubro de 1996 a Outubro de 1997, estudamos pacientes HIV-positivos em seguimento na Unidade Especial

Leia mais

Transformando a medicina com abordagem sistemá2ca de dados gené2cos. Mauricio Carneiro Broad Ins2tute of MIT and Harvard

Transformando a medicina com abordagem sistemá2ca de dados gené2cos. Mauricio Carneiro Broad Ins2tute of MIT and Harvard Transformando a medicina com abordagem sistemá2ca de dados gené2cos Mauricio Carneiro Broad Ins2tute of MIT and Harvard Sequenciadores no mercado Illumina HiSeq 2500 Padrão do mercado, maior volume de

Leia mais

Primers para PCR: Primers : oligonucleotídeos com 18 a 28 bases (fita única) escritos sempre na direção 5 3. São necessários dois primers :

Primers para PCR: Primers : oligonucleotídeos com 18 a 28 bases (fita única) escritos sempre na direção 5 3. São necessários dois primers : Primers para PCR: Primers : oligonucleotídeos com 18 a 28 bases (fita única) escritos sempre na direção 5 3 São necessários dois primers : Um complementar a um trecho da fita anti-sense» Primer sense (forward)

Leia mais

Boletim de Pesquisa 203 e Desenvolvimento ISSN 1676-340 Dezembro,2007

Boletim de Pesquisa 203 e Desenvolvimento ISSN 1676-340 Dezembro,2007 Boletim de Pesquisa 203 e Desenvolvimento ISSN 1676-340 Dezembro,2007 ANÁLISE DE TRANSFERIBILIDADE DE PRIMERS MICROSSATÉLITES DE Cucumis melo PARA Cucurbita moschata E Luffa cylindrica Empresa Brasileira

Leia mais

COLÉGIO PEDRO II CAMPUS TIJUCA II

COLÉGIO PEDRO II CAMPUS TIJUCA II COLÉGIO PEDRO II CAMPUS TIJUCA II DEPARTAMENTO DE BIOLOGIA E CIÊNCIAS COORD.: PROFa. CRISTIANA LIMONGI 1º & 2º TURNOS 3ª SÉRIE / ENSINO MÉDIO REGULAR & INTEGRADO ANO LETIVO 2015 PROFESSORES: FRED & PEDRO

Leia mais

PAULO CESAR NAOUM AC&T- 2013

PAULO CESAR NAOUM AC&T- 2013 PAULO CESAR NAOUM AC&T- 2013 HEMOGLOBINAS NORMAIS MOLÉCULA DA HEMOGLOBINA HUMANA NORMAL Hb A AS HEMOGLOBINAS HUMANAS SÀO COMPOSTAS POR QUATRO CADEIAS DE AMINOÁCIDOS CONHECIDAS POR GLOBINAS E INSERIDO EM

Leia mais

VARIABILIDADE GENÉTICA DE ACESSOS E CULTIVARES DE MELANCIA BASEADA EM MARCADORES RAPD

VARIABILIDADE GENÉTICA DE ACESSOS E CULTIVARES DE MELANCIA BASEADA EM MARCADORES RAPD VARIABILIDADE GENÉTICA DE ACESSOS E CULTIVARES DE MELANCIA BASEADA EM MARCADORES RAPD Ricarte, A. O (1) ; Albuquerque, L. B. (1) ; Antonio, R. P. (2) ; Silveira, L. M. (3) ; Carvalho, K. K. A. (1) ; Silva,

Leia mais

AVALIAÇÃO DO USO DE AGENTES OSMÓTICOS E MICROSSATÉLITES NA SELEÇÃO DE GENÓTIPOS DE TRIGO TOLERANTES À SECA LARISSA GIROTTO

AVALIAÇÃO DO USO DE AGENTES OSMÓTICOS E MICROSSATÉLITES NA SELEÇÃO DE GENÓTIPOS DE TRIGO TOLERANTES À SECA LARISSA GIROTTO AVALIAÇÃO DO USO DE AGENTES OSMÓTICOS E MICROSSATÉLITES NA SELEÇÃO DE GENÓTIPOS DE TRIGO TOLERANTES À SECA LARISSA GIROTTO 2006 LARISSA GIROTTO AVALIAÇÃO DO USO DE AGENTES OSMÓTICOS E MICROSSATÉLITES NA

Leia mais

WHO GLOBAL SALM-SURV NÍVEL III

WHO GLOBAL SALM-SURV NÍVEL III WHO GLOBAL SALM-SURV NÍVEL III CAMPYLOBACTER spp. Multiplex PCR para detecção de C. jejuni e C. coli Grace Theophilo LRNCEB IOC/FIOCRUZ gtheo@ioc.fiocruz.br Diagnóstico molecular para Campylobacter spp.

Leia mais

LABORATÓRIO DE BIOENGENHARIA. Métodos rápidos de tipagem de microrganismos

LABORATÓRIO DE BIOENGENHARIA. Métodos rápidos de tipagem de microrganismos LABORATÓRIO DE BIOENGENHARIA Métodos rápidos de tipagem de microrganismos Tradicionalmente, o estudo de microrganismos, a nível genético, bioquímico/fisiológico ou apenas a nível de identificação, requer

Leia mais

Caracterização genômica de um vírus dengue tipo 3, isolado de paciente com dengue clássico.

Caracterização genômica de um vírus dengue tipo 3, isolado de paciente com dengue clássico. Universidade de São Paulo Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto Programa de Pós-Graduação em Biociências Aplicadas à Farmácia Caracterização genômica de um vírus dengue tipo 3, isolado

Leia mais

A TERRA. Como Euclides ajudou os aliados na Segunda Guerra

A TERRA. Como Euclides ajudou os aliados na Segunda Guerra A TERRA Como Euclides ajudou os aliados na Segunda Guerra Mitos da criação Catolicismo Gaia Da Mitologia à Geometria A Geometria dos povos antigos Egípcios, babilônios e os gregos. Euclides e o método

Leia mais

MARCADORES MOLECULARES

MARCADORES MOLECULARES ESALQ/USP MARCADORES MOLECULARES Base genética dos marcadores e usos no melhoramento de plantas e em estudos de diversidade genética e conservação Departamento de Genética ESTUDO DIRIGIDO 1. O que são

Leia mais

Revista Caatinga ISSN: 0100-316X caatinga@ufersa.edu.br Universidade Federal Rural do Semi-Árido Brasil

Revista Caatinga ISSN: 0100-316X caatinga@ufersa.edu.br Universidade Federal Rural do Semi-Árido Brasil Revista Caatinga ISSN: 0100-316X caatinga@ufersa.edu.br Universidade Federal Rural do Semi-Árido Brasil DE ALMEIDA VIEIRA, FÁBIO; DA SILVA SANTANA, JOSÉ AUGUSTO; DOS SANTOS, RUBENS MANOEL; GOUVÊA FAJARDO,

Leia mais

Caracterização molecular (RAPD) de acessos de alecrim-detabuleiro (Lippia gracilis Schauer)

Caracterização molecular (RAPD) de acessos de alecrim-detabuleiro (Lippia gracilis Schauer) SCIENTIA PLENA VOL. 7 NUM. 9 2011 www.scientiaplena.org.br Caracterização molecular (RAPD) de acessos de alecrim-detabuleiro (Lippia gracilis Schauer) J. A. O. Pinto; A. F. Blank; E. M. O. Cruz; I. B.

Leia mais

(11) (21) PI 0414073-7 A

(11) (21) PI 0414073-7 A (11) (21) PI 0414073-7 A (22) Data de Depósito: 31/08/2004 (43) Data de Publicação: 24/10/2006 República Federativa do Brasil (RPI 1868) Ministério do Desenvolvimento, Indústria e do Comércio Exterior

Leia mais

Endereço: Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro UENF. Av. Alberto Lamego 2000, CEP: 28013-620 carlosdiego_oliveira@yahoo.com.

Endereço: Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro UENF. Av. Alberto Lamego 2000, CEP: 28013-620 carlosdiego_oliveira@yahoo.com. Avaliação da Variabilidade Genética Via Marcadores ISSR Entre e Dentro de Populações de Milho Submetidas a Diferentes Ciclos de Seleção Recorrente Recíproca Carlos Diego de Oliveira Azevedo 1, Ana Paula

Leia mais

TRADUÇÃO PROTEICA. Tradução é o processo de leitura da seqüência de mrna e sua conversão em uma seqüência de aminoácidos.

TRADUÇÃO PROTEICA. Tradução é o processo de leitura da seqüência de mrna e sua conversão em uma seqüência de aminoácidos. TRADUÇÃO PROTEICA Tradução é o processo de leitura da seqüência de mrna e sua conversão em uma seqüência de aminoácidos. A tradução ocorre no citoplasma e ocorre em organelas citoplasmáticas chamadas ribossomos.

Leia mais

Líderes CRISTINA M. KOKRON EDECIO CUNHA NETO ÉSPER KALLÁS FÁBIO MORATO CASTRO PEDRO GIAVINA-BIANCHI

Líderes CRISTINA M. KOKRON EDECIO CUNHA NETO ÉSPER KALLÁS FÁBIO MORATO CASTRO PEDRO GIAVINA-BIANCHI Apresentação LIM 60 Descrição-LIM 60 Salas 3205-3217 da FMUSP, algumas compartilhadas com o LIM 37 -Adota boas práticas de laboratório (BPL) -LIM do grupo A - Infraestrutura: Citometria de Fluxo (3 citômetros,

Leia mais

Ciência Rural ISSN: Universidade Federal de Santa Maria Brasil

Ciência Rural ISSN: Universidade Federal de Santa Maria Brasil Ciência Rural ISSN: 0103-8478 cienciarural@mail.ufsm.br Universidade Federal de Santa Maria Brasil Cruz da Silva, Ana Veruska; Geraldo Martins, Antonio Baldo Identificação de marcas moleculares associadas

Leia mais

Avaliação de reagentes anti-d na detecção dos antígenos D fraco e D parcial

Avaliação de reagentes anti-d na detecção dos antígenos D fraco e D parcial Barros C et al Rev. bras. hematol. hemoter. 2006;28(4):269-274 Artigo / Article Avaliação de reagentes anti-d na detecção dos antígenos D fraco e D parcial Evaluation of anti-d reagents in the detection

Leia mais

SEQÜENCIAMENTO E ANÁLISE DOS GENES DAS SUBUNIDADES ALFA E BETA DO HORMÔNIO FOLÍCULO ESTIMULANTE DE BOVINO (Bos taurus indicus)

SEQÜENCIAMENTO E ANÁLISE DOS GENES DAS SUBUNIDADES ALFA E BETA DO HORMÔNIO FOLÍCULO ESTIMULANTE DE BOVINO (Bos taurus indicus) SEQÜENCIAMENTO E ANÁLISE DOS GENES DAS SUBUNIDADES ALFA E BETA DO HORMÔNIO FOLÍCULO ESTIMULANTE DE BOVINO (Bos taurus indicus) Ângela Patrícia Santana, 1 Lidia Pepe Moraes, 2 Luci Sayori Murata 2 e Fernando

Leia mais

Especificidade e Sensibilidade da Técnica de PCR para Detecção de Milho Geneticamente Modificado

Especificidade e Sensibilidade da Técnica de PCR para Detecção de Milho Geneticamente Modificado Especificidade e Sensibilidade da Técnica de PCR para Detecção de Milho Geneticamente Modificado Vivian E. Nascimento 1, Édila V.R. V. Pinho 1, Renzo G.V. Pinho 1, Bruno C. dos Santos 1, Elise de M. Pereira

Leia mais

AVALIAÇÃO DE PROTOCOLOS DE EXTRAÇÃO DE DNA GENÔMICO TOTAL EM Cymbopogon winterianus

AVALIAÇÃO DE PROTOCOLOS DE EXTRAÇÃO DE DNA GENÔMICO TOTAL EM Cymbopogon winterianus AVALIAÇÃO DE PROTOCOLOS DE EXTRAÇÃO DE DNA GENÔMICO TOTAL EM Cymbopogon winterianus Resumo: Realizou-se extrações de DNA em Cymbopogon winterianus, onde avaliou-se os protocolos descritos por Doyle e Doyle

Leia mais

Secretaria de Estado da Saúde Coordenadoria de Controle de Doenças Instituto Adolfo Lutz. Priscilla Lima de Oliveira

Secretaria de Estado da Saúde Coordenadoria de Controle de Doenças Instituto Adolfo Lutz. Priscilla Lima de Oliveira Secretaria de Estado da Saúde Coordenadoria de Controle de Doenças Instituto Adolfo Lutz Priscilla Lima de Oliveira USO DA PCR EM TEMPO REAL PARA DETERMINAR A FREQUÊNCIA DOS PRINCIPAIS AGENTES CAUSADORES

Leia mais

Caraterização molecular e funcional de variantes alfa de hemoglobina identificadas no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra

Caraterização molecular e funcional de variantes alfa de hemoglobina identificadas no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra IV. Resultados Caraterização molecular e funcional de variantes alfa de hemoglobina identificadas no Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra 59 Resultados 1. VARIANTES DESCRITAS Indivíduo I 1.1. CASO

Leia mais

Árvores de genes serão iguais a árvores de espécies em monofiletismo recíproco

Árvores de genes serão iguais a árvores de espécies em monofiletismo recíproco Evolução Molecular Árvores de genes serão iguais a árvores de espécies em monofiletismo recíproco! Ao estudar as relações filogenéticas entre espécies usando alelos, estamos assumindo o monofiletismo

Leia mais

Detecção de cepas patogênicas pela PCR multiplex e avaliação da sensibilidade a antimicrobianos de Escherichia coli isoladas de leitões diarréicos

Detecção de cepas patogênicas pela PCR multiplex e avaliação da sensibilidade a antimicrobianos de Escherichia coli isoladas de leitões diarréicos Arq. Bras. Med. Vet. Zootec., v.59, n.5, 1117-1123, 2007 Detecção de cepas patogênicas pela PCR multiplex e avaliação da sensibilidade a antimicrobianos de Escherichia coli isoladas de leitões diarréicos

Leia mais

(21) BR 1 O A

(21) BR 1 O A (21) BR 1 O 2013 001898-8 A2 1111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111111 * B R 1 O 2 O 1 3 O O 1 8 9 8 A 2 * R:q}ltb:iGo. F&:.ie ;s;\iv;:;; fio e-ra! 1-.. F,;;_..,o};

Leia mais

Biologia - Grupos A - B - Gabarito

Biologia - Grupos A - B - Gabarito 1 a QUESTÃO: (1, ponto) Avaliador Revisor Foram coletados 1. exemplares do mosquito Anopheles culifacies, de ambos os sexos, em cada uma de duas regiões denominadas A e B, bastante afastadas entre si.

Leia mais

Introdução à Bioquímica

Introdução à Bioquímica Introdução à Bioquímica Nucleotídeos e Ácidos Nucléicos Dra. Fernanda Canduri Laboratório de Sistemas BioMoleculares. Departamento de Física.. UNESP São José do Rio Preto - SP. Genoma! O genoma de um organismo

Leia mais

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Amazônia Oriental Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Amazônia Oriental Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Amazônia Oriental Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Embrapa Amazônia Oriental Belém, PA 2015 DIVERGÊNCIA GENÉTICA ENTRE MATRIZES DE

Leia mais

Código Genético. Bianca Zingales

Código Genético. Bianca Zingales Código Genético Bianca Zingales zingales@iq.usp.br Um gene - uma enzima Beadle & Tatum (1930 1940) Experimentos de genética com o fungo Neurospora. Mutações induzidas com raios X. Mutações em um único

Leia mais

PCR Reação de Polimerase em Cadeia. Termociclador

PCR Reação de Polimerase em Cadeia. Termociclador PCR Reação de Polimerase em Cadeia Termociclador REAÇÃO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR) Técnica que permite a amplificação da quantidade de DNA específico utilizando a enzima Taq DNA polimerase, sequências

Leia mais

! Uma forma gráfica de retratar os processos históricos que geraram a diversidade

! Uma forma gráfica de retratar os processos históricos que geraram a diversidade ! Uma forma gráfica de retratar os processos históricos que geraram a diversidade! Mostra graficamente as relações evolutivas entre os taxons estudados. A diferença entre genealogia e filogenia é tênue.

Leia mais

EXERCÍCIOS SOBRE ÁCIDOS NUCLÉICOS E SÍNTESE PROTÉICA

EXERCÍCIOS SOBRE ÁCIDOS NUCLÉICOS E SÍNTESE PROTÉICA Gabarito Exercícios Ácidos Nucléicos EXERCÍCIO EXERCÍCIOS SOBRE ÁCIDOS NUCLÉICOS E SÍNTESE PROTÉICA 1) O mofamento de grãos durante a estocagem causa perdas nutricionais e de valor de mercado, além de

Leia mais

Seleção de primers RAPD e caracterização molecular de melancia.

Seleção de primers RAPD e caracterização molecular de melancia. Seleção de primers RAPD e caracterização molecular de melancia. Maria Luciene da Silva 1 ; Manoel A. Queiróz 2 ; Lindomar M. da Silveira 3 ; Maria Aldete J. da F. Ferreira 4 ; Gláucia S. C. Buso 4 ; Izaias

Leia mais

ESTUDOS DE DIVERSIDADE GENÉTICA EM CAMARÕES UTILIZANDO MARCADORES MOLECULARES

ESTUDOS DE DIVERSIDADE GENÉTICA EM CAMARÕES UTILIZANDO MARCADORES MOLECULARES ESTUDOS DE DIVERSIDADE GENÉTICA EM CAMARÕES UTILIZANDO MARCADORES MOLECULARES Manual Prático Patrícia Domingues de Freitas São Carlos, São Paulo, abril de 2005 1 Prefácio O objetivo deste guia é fornecer

Leia mais

Explorando bancos de dados genômicos e introdução à bioinformática. Guilherme Targino Valente Marcos Tadeu Geraldo. Bioinformática

Explorando bancos de dados genômicos e introdução à bioinformática. Guilherme Targino Valente Marcos Tadeu Geraldo. Bioinformática Explorando bancos de dados genômicos e introdução à bioinformática Guilherme Targino Valente Marcos Tadeu Geraldo 22/07/2011 Bioinformática É a aplicação de estatística e ciência da computação no campo

Leia mais

Biotecnologia Geral TRANSCRIÇÃO E TRADUÇÃO

Biotecnologia Geral TRANSCRIÇÃO E TRADUÇÃO Biotecnologia Geral TRANSCRIÇÃO E TRADUÇÃO DNA Replicação DNA Trasncrição Reversa Transcrição RNA Tradução Proteína Transcrição É o processo pelo qual uma molécula de RNA é sintetizada a partir da informação

Leia mais

MARCADORES MOLECULARES

MARCADORES MOLECULARES MARCADORES MOLECULARES Genética Melhoramento na agricultura até séc. XIX arte e seleção inconsciente 1900s - Descoberta dos princípios genéticos 1920-50 - Melhoramento genético científico 1970-80 - Utilização

Leia mais

EXERCÍCIOS DE BIOLOGIA A PROF. MARCELO HÜBNER 01/08/2007

EXERCÍCIOS DE BIOLOGIA A PROF. MARCELO HÜBNER 01/08/2007 EXERCÍCIOS DE BIOLOGIA A PROF. MARCELO HÜBNER 01/08/2007 1. (Unicamp 2005) Em 25 de abril de 1953, um estudo de uma única página na revista inglesa Nature intitulado "A estrutura molecular dos ácidos nucléicos",

Leia mais

Diversidade Genética e Seleção Assistida por Marcadores moleculares RAPD em populações de alface.

Diversidade Genética e Seleção Assistida por Marcadores moleculares RAPD em populações de alface. SCIENTIA PLENA VOL 6, NUM 3 2010 www.scientiaplena.org.br Diversidade Genética e Seleção Assistida por Marcadores moleculares RAPD em populações de alface. S. A. Silva; R. Silva-Mann; S. V. A. Carvalho

Leia mais

Próteses Totais Removíveis como Reservatório de Microrganismos Oportunistas

Próteses Totais Removíveis como Reservatório de Microrganismos Oportunistas UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JÚLIO DE MESQUITA FILHO FOA - UNESP ARAÇATUBA ANTONIO CARLOS MARQUETI Próteses Totais Removíveis como Reservatório de Microrganismos Oportunistas ARAÇATUBA - SP 2011 ANTONIO

Leia mais

Site:

Site: Código Genético É o conjunto dos genes humanos. Neste material genético está contida toda a informação para a construção e funcionamento do organismo humano. Este código está contido em cada uma das nossas

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE MARCADORES MOLECULARES PARA ANÁLISE DA SIMILARIDADE GENÉTICA ENTRE GENÓTIPOS DE OVINOS RESISTENTES OU SENSÍVEIS À VERMINOSE

UTILIZAÇÃO DE MARCADORES MOLECULARES PARA ANÁLISE DA SIMILARIDADE GENÉTICA ENTRE GENÓTIPOS DE OVINOS RESISTENTES OU SENSÍVEIS À VERMINOSE UTILIZAÇÃO DE MARCADORES MOLECULARES PARA ANÁLISE DA SIMILARIDADE GENÉTICA ENTRE GENÓTIPOS DE OVINOS RESISTENTES OU SENSÍVEIS À VERMINOSE Evandro Neves Muniz¹, Cassia Renata Pinheiro², Ana Veruska Cruz

Leia mais

Identificação do gene candidato para mutação careca induzida por ENU em camundongos.

Identificação do gene candidato para mutação careca induzida por ENU em camundongos. PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO EM GENETICA BIOLOGIA GERAL INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS UNIVERSIDADE FEDERAL DE MINAS GERAIS Identificação do gene candidato para mutação careca induzida por ENU em camundongos.

Leia mais

QUEDA NA PRODUÇÃO DE LEITE DE CABRA POR SURTO DE MICOPLASMOSE

QUEDA NA PRODUÇÃO DE LEITE DE CABRA POR SURTO DE MICOPLASMOSE QUEDA NA PRODUÇÃO DE LEITE DE CABRA POR SURTO DE MICOPLASMOSE Lídia Maria Marques dos Santos 1 ; Camila Serva Pereira 1 ; Leandro dos Santos Machado 1 ; Juliana Ferreira de Almeida 2 ; Elmiro Rosendo do

Leia mais

Ewerton Pazini Sebem PADRONIZAÇÃO EM MULTIPLEX COM MARCADORES MOLECULARES DE CROMOSSOMO Y PARA ESTUDOS DE ANCESTRALIDADE

Ewerton Pazini Sebem PADRONIZAÇÃO EM MULTIPLEX COM MARCADORES MOLECULARES DE CROMOSSOMO Y PARA ESTUDOS DE ANCESTRALIDADE Ewerton Pazini Sebem PADRONIZAÇÃO EM MULTIPLEX COM MARCADORES MOLECULARES DE CROMOSSOMO Y PARA ESTUDOS DE ANCESTRALIDADE Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como requisito para cumprimento da disciplina

Leia mais

2016 Dr. Walter F. de Azevedo Jr.

2016 Dr. Walter F. de Azevedo Jr. 2016 Dr. Walter F. de Azevedo Jr. 000000000000000000000000000000000000000 000000000000000000000000000000000000000 000000000000111111111110001100000000000 000000000001111111111111111111000000001 000000000111111111111111111111111000000

Leia mais

MUTAGÊNESE SÍTIO DIRIGIDA DO DOMÍNIO N TERMINAL DA PROTEÍNA NifA DE Herbaspirillum seropedicae

MUTAGÊNESE SÍTIO DIRIGIDA DO DOMÍNIO N TERMINAL DA PROTEÍNA NifA DE Herbaspirillum seropedicae RAFAEL MAZER ETTO MUTAGÊNESE SÍTIO DIRIGIDA DO DOMÍNIO N TERMINAL DA PROTEÍNA NifA DE Herbaspirillum seropedicae Monografia apresentada à disciplina BQOOl, como requisito parcial à conclusão do Curso de

Leia mais

ÁCIDOS NUCLÉICOS Alfredinho Alves

ÁCIDOS NUCLÉICOS Alfredinho Alves ÁCIDOS NUCLÉICOS Alfredinho Alves 1 1. Histórico Frederish Miescher, médico alemão, aos 20 anos de idade, observou a presença do DNA em células do pus, embora não pudesse detalhar a estrutura molecular

Leia mais

Aula 8 Síntese de proteínas

Aula 8 Síntese de proteínas Aula 8 Síntese de proteínas As proteínas que podem ser enzimas, hormônios, pigmentos, anticorpos, realizam atividades específicas no metabolismo dos seres vivos. São produzidas sob o comando do DNA. Observe

Leia mais

Palavras-chave: germoplasma, recursos genéticos, variabilidade genética

Palavras-chave: germoplasma, recursos genéticos, variabilidade genética COMPARAÇÃO DE SEIS MÉTODOS DE EXTRAÇÃO DE DNA GENÔMICO EM BABAÇU Resumo: O babaçu (Orbignya phalerata Mart.) é uma das palmeiras mais importantes do Brasil. Estudar a variabilidade disponível em populações

Leia mais

Identificação Citoplasmática Através de Marcadores Moleculares em Acessos de Cebola

Identificação Citoplasmática Através de Marcadores Moleculares em Acessos de Cebola 129 Caracterização Morfo-Agronômica de Acessos do Gênero Manihot com Potencial... Identificação Citoplasmática Através de Marcadores Moleculares em Acessos de Cebola Cytoplasmic Identification by Molecular

Leia mais

Caracterização Molecular de Acessos de Coqueiro-Gigante via Marcadores SSR

Caracterização Molecular de Acessos de Coqueiro-Gigante via Marcadores SSR III Seminário de Iniciação Científica e Pós-Graduação da Embrapa Tabuleiros Costeiros 119 Caracterização Molecular de Acessos de Coqueiro-Gigante via Marcadores SSR Alinne Oliveira Nunes 1 ; Semíramis

Leia mais

1 3AMINOپ0 9CIDOS PLASMپ0 9TICOS LIVRES پ0 9CIDOS AMINADOS PLASMپ0 9TICOS LIVRES

1 3AMINOپ0 9CIDOS PLASMپ0 9TICOS LIVRES پ0 9CIDOS AMINADOS PLASMپ0 9TICOS LIVRES 1 3AMIپ0 9CIDS PLASMپ0 9TICS LIVRES پ0 9CIDS AMIADS PLASMپ0 9TICS LIVRES CBPM 4.03.01.29-0 AMB 28.13.043-0 CBPM 4.03.01.67-2 AMB 28.04.099-6/92 Sinon ھmia: پ0 9cido asp rtico, پ0 9cido glutپ0 9mico, Alanina,

Leia mais

IGC - Dia Aberto 2010 Unidade de Bioinformática e Biologia Computacional

IGC - Dia Aberto 2010 Unidade de Bioinformática e Biologia Computacional 2 I Como é que o DNA codifica para proteínas? Sabia que: O DNA é constituído por fiadas de quatro nucleótidos diferentes, representados pelas letras A G T C, em que A é adenina, G guanina, T timina e C

Leia mais

Bolsista CNPq: Graduação em Bacharelado em Biotecnologia, UFSCar, Araras- SP, thais_r_sakamoto@hotmail.com.

Bolsista CNPq: Graduação em Bacharelado em Biotecnologia, UFSCar, Araras- SP, thais_r_sakamoto@hotmail.com. GENES CODIFICANDO TERPENO SINTASES EM GENOMA DE CITROS THAÍS R. T. SAKAMOTO 1 ; MARCO AURÉLIO TAKITA 2 Nº 12149 RESUMO Terpenos são os produtos naturais mais abundantes na natureza, sendo também os principais

Leia mais

DIVERSIDADE GENÉTICA DE GENÓTIPOS DE PINHÃO-MANSO CULTIVADOS EM SERGIPE 1

DIVERSIDADE GENÉTICA DE GENÓTIPOS DE PINHÃO-MANSO CULTIVADOS EM SERGIPE 1 Página 250 DIVERSIDADE GENÉTICA DE GENÓTIPOS DE PINHÃO-MANSO CULTIVADOS EM SERGIPE 1 Vanice Dias de Oliveira 1 ; Allívia Rouse Ferreira dos Santos 1 ; Gilvânia Melo da Silva 2 ; Ana Veruska Cruz da Silva

Leia mais

Boletim de Pesquisa 91 e Desenvolvimento ISSN Outubro, 2005

Boletim de Pesquisa 91 e Desenvolvimento ISSN Outubro, 2005 Boletim de Pesquisa 91 e Desenvolvimento ISSN 1676-1340 Outubro, 2005 ANÁLISE DA VARIABILIDADE GENÉTICA DE UMA POPULAÇÃO DE Anticarsia gemmatalis (LEPIDOPTERA: NOCTUIDAE) POR MEIO DE MARCADORES MOLECULARES

Leia mais

Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) 1*

Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF)   1* Análise da Divergência Genética em Diferentes Tipos de Milho (Zea mays L.) com Base em Marcadores Moleculares ISSR Guilherme F. Pena 1, Érica C. Oliveira 2, Antônio T. A. Júnior 3, Silvério F. P. Júnior

Leia mais

ISOLADO DO VÍRUS DO MOSAICO DO PEPINO OBTIDO DE BANANEIRA NO ESTADO DE SÃO PAULO PERTENCE AO SUBGRUPO IA

ISOLADO DO VÍRUS DO MOSAICO DO PEPINO OBTIDO DE BANANEIRA NO ESTADO DE SÃO PAULO PERTENCE AO SUBGRUPO IA ISOLADO DO VÍRUS DO MOSAICO DO PEPINO OBTIDO DE BANANEIRA NO ESTADO DE SÃO PAULO PERTENCE AO SUBGRUPO IA MARCELO EIRAS 1,*, ADDOLORATA COLARICCIO 1,* & ALEXANDRE L.R. CHAVES 1 1 Centro de Sanidade Vegetal,

Leia mais

BASES NITROGENADAS DO RNA

BASES NITROGENADAS DO RNA BIO 1E aula 01 01.01. A determinação de como deve ser uma proteína é dada pelos genes contidos no DNA. Cada gene é formado por uma sequência de códons, que são sequências de três bases nitrogenadas que

Leia mais

MARCADORES MOLECULARES: AFLP E RFLP

MARCADORES MOLECULARES: AFLP E RFLP Universidade Federal de Pelotas Programa de Pós Graduação em Agronomia Disciplina de Biotecnologia Aplicada ao Melhoramento MARCADORES MOLECULARES: AFLP E RFLP Prof. PhD. Antonio Costa de Oliveira Gabriela

Leia mais

BIOLOGIA. Assinale a alternativa que preenche corretamente os parênteses, de cima para baixo. a) V V V b) V F F c) F F F d) V V F e) F V V

BIOLOGIA. Assinale a alternativa que preenche corretamente os parênteses, de cima para baixo. a) V V V b) V F F c) F F F d) V V F e) F V V BIOLOGIA 01 Não é somente o sabor agradável ao paladar que faz dos cogumelos comestíveis um dos alimentos mais cobiçados pelos asiáticos e europeus. Esses cogumelos são ricos em proteínas, sais minerais,

Leia mais

Moriel Evangelista Melo

Moriel Evangelista Melo 1 Moriel Evangelista Melo Ocorrência de Prevotella intermedia em pacientes com diferentes condições de saúde bucal e submetidos à radioterapia para tratamento de lesões malignas de cabeça e pescoço. Araçatuba

Leia mais

POLIMORFISMO DO CÓDON 72 DO GENE TP53 EM PACIENTES COM LEUCEMIA MIELÓIDE

POLIMORFISMO DO CÓDON 72 DO GENE TP53 EM PACIENTES COM LEUCEMIA MIELÓIDE POLIMORFISMO DO CÓDON 72 DO GENE TP53 EM PACIENTES COM LEUCEMIA MIELÓIDE Jeany Camelo Santos 1, Rafael Lucas Leonídeo 2, Flávio Monteiro Ayres 3,4 1 Bolsista PBIC/UEG. 2 Aluno de iniciação científica PVIC.

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO BIOLÓGICA E MOLECULAR DE CEPAS MEXICANAS DE Trypanosoma cruzi

CARACTERIZAÇÃO BIOLÓGICA E MOLECULAR DE CEPAS MEXICANAS DE Trypanosoma cruzi 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO TRIÂNGULO MINEIRO PÓS-GRADUAÇÃO EM MEDICINA TROPICAL E INFECTOLOGIA ÁREA DE CONCENTRAÇÃO: PARASITOLOGIA E IMUNOLOGIA APLICADAS CARACTERIZAÇÃO BIOLÓGICA E MOLECULAR DE CEPAS MEXICANAS

Leia mais

BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 08 RIBOSSOMOS E SÍNTESE PROTEICA

BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 08 RIBOSSOMOS E SÍNTESE PROTEICA BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 08 RIBOSSOMOS E SÍNTESE PROTEICA Fixação 1) (UNICAMP) Considere um fragmento de DNA com a seguinte sequência de bases: GTA GCC TAG E responda: a) Qual será a sequência

Leia mais

GENÉTICA HUMANA LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA SAÚDE

GENÉTICA HUMANA LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA SAÚDE GENÉTICA HUMANA LICENCIATURA EM CIÊNCIAS DA SAÚDE PROTOCOLOS LABORATORIAIS 3º Ano - 1º Semestre 2013 / 2014 1 EXTRACÇÃO DE DNA GENÓMICO ESFREGAÇO BUCAL Citogene Buccal Kit Esfregar 10 vezes a mucosa bucal

Leia mais

ATIVIDADES. BC.06: Ácidos nucléicos e ação gênica BIOLOGIA

ATIVIDADES. BC.06: Ácidos nucléicos e ação gênica BIOLOGIA ATIVIDADES 1. DNA e RNA são encontrados em quantidades apreciáveis, respectivamente: a) no núcleo; no citoplasma. b) no núcleo; no núcleo e no citoplasma. c) no núcleo; no núcleo. d) no núcleo e no citoplasma;

Leia mais

Substrato do Tripeptídeo

Substrato do Tripeptídeo Pergunta 1 Você está estudando uma enzima chamada quinase. Seu substrato é o tripeptídeo Ala-Lys-Thr, com uma molécula incomum em suas terminações C, a molécula GLOW. Quando essa molécula GLOW é segmentada

Leia mais

Melhoramento Genético de Plantas

Melhoramento Genético de Plantas Melhoramento Genético de Plantas Prof. Dr. Natal A. Vello Doutoranda Fernanda A. Castro Pereira Genética Mendeliana Genética Quantitativa Estatística Melhoramento genético convencional Biotecnologia Biotecnologia

Leia mais

VARIABILIDADE GENÉTICA DE POPULAÇÕES DE Oryzoborus angolensis E Oryzoborus maximiliani CRIADAS EM CATIVEIRO, NO MUNICÍPIO DE MARINGÁ, PR

VARIABILIDADE GENÉTICA DE POPULAÇÕES DE Oryzoborus angolensis E Oryzoborus maximiliani CRIADAS EM CATIVEIRO, NO MUNICÍPIO DE MARINGÁ, PR 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 VARIABILIDADE GENÉTICA DE POPULAÇÕES DE Oryzoborus angolensis E Oryzoborus maximiliani CRIADAS EM CATIVEIRO, NO MUNICÍPIO DE MARINGÁ, PR Jessica Francis

Leia mais

PRÁTICA 8 MARCADORES MOLECULARES E ANÁLISE DA DIVERSIDADE GENÉTICA PCR-ESPECÍFICO DE GENES DE CLOROPLASTO E MITOCÔNDRIA E MICROSSATÉLITES

PRÁTICA 8 MARCADORES MOLECULARES E ANÁLISE DA DIVERSIDADE GENÉTICA PCR-ESPECÍFICO DE GENES DE CLOROPLASTO E MITOCÔNDRIA E MICROSSATÉLITES PRÁTICA 8 MARCADORES MOLECULARES E ANÁLISE DA DIVERSIDADE GENÉTICA PCR-ESPECÍFICO DE GENES DE CLOROPLASTO E MITOCÔNDRIA E MICROSSATÉLITES Análise de diversidade genética: De modo geral, os marcadores moleculares

Leia mais

ESTUDO DE MUTAÇÕES PONTUAIS DE BRCA1, BRCA2, CHEK2 E TP53 EM PACIENTES COM ALTO RISCO PARA CÂNCER DE MAMA E OVÁRIO HEREDITÁRIO

ESTUDO DE MUTAÇÕES PONTUAIS DE BRCA1, BRCA2, CHEK2 E TP53 EM PACIENTES COM ALTO RISCO PARA CÂNCER DE MAMA E OVÁRIO HEREDITÁRIO 1 FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ CENTRO DE PESQUISAS GONÇALO MONIZ Curso de Pós-Graduação em Biotecnologia em Saúde e Medicina Investigativa DISSERTAÇÃO DE MESTRADO ESTUDO DE MUTAÇÕES PONTUAIS DE BRCA1, BRCA2,

Leia mais

VIABILIDADE NO USO DO PCR NA DETECÇÃO DE OGMs EM ALIMENTOS IRRADIADOS CONTENDO MILHO

VIABILIDADE NO USO DO PCR NA DETECÇÃO DE OGMs EM ALIMENTOS IRRADIADOS CONTENDO MILHO 2005 International Nuclear Atlantic Conference - INAC 2005 Santos, SP, Brazil, August 28 to September 2, 2005 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ENERGIA NUCLEAR - ABEN ISBN: 85-99141-01-5 VIABILIDADE NO USO DO PCR

Leia mais

BIOVESTIBA.NET BIOLOGIA VIRTUAL Profº Fernando Teixeira UFRGS CÓDIGO GENÉTICO

BIOVESTIBA.NET BIOLOGIA VIRTUAL Profº Fernando Teixeira UFRGS CÓDIGO GENÉTICO UFRGS CÓDIGO GENÉTICO 1. (Ufrgs 2013) Sabe-se que a replicação do DNA é semiconservativa. Com base nesse mecanismo de replicação, assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações abaixo. ( ) O DNA

Leia mais

EXAME Discursivo. Biologia. 2 A fase 01/12/2013. Boa prova!

EXAME Discursivo. Biologia. 2 A fase 01/12/2013. Boa prova! 2 A fase EXAME Discursivo 01/12/2013 Biologia Caderno de prova Este caderno, com dezesseis páginas numeradas sequencialmente, contém dez questões de Biologia. Não abra o caderno antes de receber autorização.

Leia mais

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE BIOLOGIA - 3ª SÉRIE - 3º BIMESTRE

ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE BIOLOGIA - 3ª SÉRIE - 3º BIMESTRE ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE BIOLOGIA - 3ª SÉRIE - 3º BIMESTRE - 2017 Nome: Nº 3ª Série Data: / / 2017 Soraia e Thierry Professor(a):Danilo, Glauco, Léa, Nota: (Valor 1,0) APRESENTAÇÃO: A estrutura da recuperação

Leia mais

PESQUISA EM ANDAMENTO

PESQUISA EM ANDAMENTO Empresa Brasileira de Pesquisa Agrpecuária Embrapa Gad de Crte Ministéri da Agricultura e d Abasteciment Rdvia BR 262, km 4 - Caixa Pstal 154 CEP 79002-970 Telefne (067) 768 2000 Fax (067) 7682150 http://www.cnpgc.embrapa.br

Leia mais

Resumo. PREVALÊNCIA DOS VÍRUS CsVMV (Cassava vein mosaic virus) E CsCMV (Cassava common mosaic virus) EM REGIÕES PRODUTORAS DE MANDIOCA NO BRASIL

Resumo. PREVALÊNCIA DOS VÍRUS CsVMV (Cassava vein mosaic virus) E CsCMV (Cassava common mosaic virus) EM REGIÕES PRODUTORAS DE MANDIOCA NO BRASIL PREVALÊNCIA DOS VÍRUS CsVMV (Cassava vein mosaic virus) E CsCMV (Cassava common mosaic virus) EM REGIÕES PRODUTORAS DE MANDIOCA NO BRASIL Emanuel Felipe Medeiros Abreu¹, Layanna Rebouças de Santana Cerqueira

Leia mais

Aulas Multimídias Santa Cecília. Profa. Renata Coelho

Aulas Multimídias Santa Cecília. Profa. Renata Coelho Aulas Multimídias Santa Cecília Profa. Renata Coelho Duplicação, transcrição e tradução DNA Modelo de Watson e Crick, proposto em 2 de abril de 1953: DNA é formado por 2 fitas (dupla hélice) Cada filamento

Leia mais

Universidade Estadual do Norte do Paraná UENP

Universidade Estadual do Norte do Paraná UENP 1 Universidade Estadual do Norte do Paraná UENP Formulário V do Edital Nº 004/2013 - PIBIC/UENP RELATÓRIO DE BOLSA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA RELATÓRIO PARCIAL ( ) RELATÓRIO FINAL ( x ) 1. IDENTIFICAÇÃO:

Leia mais

Introdução à Bioquímica

Introdução à Bioquímica Introdução à Bioquímica Nucleotídeos e Ácidos Nucléicos Dra. Fernanda Canduri Laboratório de Sistemas BioMoleculares. Departamento de Física.. UNESP São José do Rio Preto - SP. Tópicos! Estrutura e função

Leia mais

USO DE FERRAMENTAS MOLECULARES NA DETECÇÃO DE STAPHYLOCOCCUS AUREUS EM ESPÉCIES DE PEIXES COMERCIALIZADAS EM SORRISO-MT.

USO DE FERRAMENTAS MOLECULARES NA DETECÇÃO DE STAPHYLOCOCCUS AUREUS EM ESPÉCIES DE PEIXES COMERCIALIZADAS EM SORRISO-MT. USO DE FERRAMENTAS MOLECULARES NA DETECÇÃO DE STAPHYLOCOCCUS AUREUS EM ESPÉCIES DE PEIXES COMERCIALIZADAS EM SORRISO-MT. D.C. Pastro 1, E. C. Santos 2, S. Mariotto 3. Santos, D. O. Ritter 4, M. Lanzarin

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE MARCADORES MOLECULARES MICROSSATÉLITES NA PURIFICAÇÃO DE UMA POPULAÇÃO F2 DE ALGODÃO

UTILIZAÇÃO DE MARCADORES MOLECULARES MICROSSATÉLITES NA PURIFICAÇÃO DE UMA POPULAÇÃO F2 DE ALGODÃO UTILIZAÇÃO DE MARCADORES MOLECULARES MICROSSATÉLITES NA PURIFICAÇÃO DE UMA POPULAÇÃO F2 DE ALGODÃO Ivan Schuster (COODETEC/ ivan@coodetec.com.br ), Marc Giband (CIRAD), Jean-Marc Lacape (CIRAD), Christopher-Robin

Leia mais

DIVERSIDADE GENÉTICA

DIVERSIDADE GENÉTICA DIVERSIDADE GENÉTICA EQUIPE: Maria Bernadete Lovato (docente coordenadora) Fabrício Rodrigues dos Santos (docente) Cleusa Graça da Fonseca (docente) Andréia Amaral Nascimento (docente) Edmar Chartone de

Leia mais

Comunicado 171 Técnico

Comunicado 171 Técnico Comunicado 171 Técnico ISSN 9192-0099 Dezembro, 2007 Brasília, DF ESTIMATIVA DE DIVERSIDADE GENÉTICA DE CEDRO (MELIACEAE), UMA ESPÉCIE AMEAÇADA Sujii, P. S. 1 Azevedo, V.C.R. 2 Ciampi, A. Y. 2 O cedro,

Leia mais

UTILIZAÇÃO DE MARCADORES ISSR NA AVALIAÇÃO DA DIVERGÊNCIA GENÉTICA ENTRE ACESSOS DE BIRIBAZEIRO 1

UTILIZAÇÃO DE MARCADORES ISSR NA AVALIAÇÃO DA DIVERGÊNCIA GENÉTICA ENTRE ACESSOS DE BIRIBAZEIRO 1 UTILIZAÇÃO DE MARCADORES ISSR NA AVALIAÇÃO DA DIVERGÊNCIA GENÉTICA ENTRE ACESSOS DE BIRIBAZEIRO 1 251 RODRIGO MONTE LORENZONI 2, TAÍS CRISTINA BASTOS SOARES 3, VERÔNICA FEIJOLI SANTIAGO 4, JOSIMAR ALEIXO

Leia mais

Bioinformática DCC/FCUP

Bioinformática DCC/FCUP Bioinformática DCC/FCUP 2012/2013 Pedro Ribeiro Unidade 2 Assemblagem de Genomas (baseado nos slides de Sushmita Roy/UWisconsin) Objectivos desta unidade Sequenciação e assemblagem Problema da mais pequena

Leia mais

SÍNITESE E CARACTERIZAÇÃO DO HORMÔNIO TIREOTRÓFICO HUMANO RECOMBINANTE (rec-htsh) CONTENDO UMA SUBUNIDADE BETA QUIMÉRICA (rec-htsh -CTEP hcg )

SÍNITESE E CARACTERIZAÇÃO DO HORMÔNIO TIREOTRÓFICO HUMANO RECOMBINANTE (rec-htsh) CONTENDO UMA SUBUNIDADE BETA QUIMÉRICA (rec-htsh -CTEP hcg ) tcmil CNEN/SP f mj W f f EnfgtOo» Nuel rtê AUTARQUIA ASSOCIADA A UNIVERSIDADE DE SAO RAULO SÍNITESE E CARACTERIZAÇÃO DO HORMÔNIO TIREOTRÓFICO HUMANO RECOMBINANTE (rec-htsh) CONTENDO UMA SUBUNIDADE BETA

Leia mais

Variabilidade genética em cultivares de soja determinada com marcadores microssatélites em gel de agarose

Variabilidade genética em cultivares de soja determinada com marcadores microssatélites em gel de agarose 1460 E.S.N. Vieira et al. Variabilidade genética em cultivares de soja determinada com marcadores microssatélites em gel de agarose Elisa Serra Negra Vieira (1), Ivan Schuster (1), Rosane Bezerra da Silva

Leia mais

INVESTIGAÇÃO DE PATERNIDADE E SEUS EFEITOS NO MELHORAMENTO DE BOVINOS DA RAÇA GIR LEITEIRO ERICA ELIAS BARON

INVESTIGAÇÃO DE PATERNIDADE E SEUS EFEITOS NO MELHORAMENTO DE BOVINOS DA RAÇA GIR LEITEIRO ERICA ELIAS BARON INVESTIGAÇÃO DE PATERNIDADE E SEUS EFEITOS NO MELHORAMENTO DE BOVINOS DA RAÇA GIR LEITEIRO ERICA ELIAS BARON Dissertação apresentada à Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, Universidade de São

Leia mais