Fundamentação teórica da Clínica de Psicologia da Unijuí

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Fundamentação teórica da Clínica de Psicologia da Unijuí"

Transcrição

1 DEBATE Fundamentação teórica da Clínica de Psicologia da Unijuí A Clínica surge do próprio projeto do curso de Psicologia. Este curso tem como base teórica fundamental as teorias psicanalítica e psicológica. Assim, a organização da mesma não está separada dos fundamentos que a sustentam, muito pelo contrário, há sempre uma imbricação entre a forma de organização com os princípios orientadores do trabalho. Uma prática referida à estas teorias não se apresenta como normativa ou adaptativa, numa referência a padrões ideais. Nesta prática considera-se que os sintomas são manifestações singulares, que tem sentido para o sujeito que sofre, remetendo a desejos inconscientes. É possível considerar estes pressupostos no cotidiano de uma clínica em Instituição universitária? Colocaremos alguns elementos de reflexão que foram se colocando ao longo da experiência da Clínica de Psicologia da Unijuí. A Clínica oferece atendimento psicológico individual àqueles que a ela endereçam seu pedido de tratamento, tal como ocorre em todas as clínicas. O paciente (ou seus familiares quando se trata de uma criança) ao chegar, apresenta uma queixa que ele define como motivo da procura do tratamento. O que norteia os encontros iniciais com o paciente é uma escuta que permita a este se implicar na queixa que

2 traz, para a partir daí responsabilizar-se por seu sofrimento, saindo deste modo dos intermináveis roteiros institucionais. Em outros termos, o que se quer possibilitar é que o paciente saia da posição daquele que sofre passivamente, ultrapasse seu estado de vitimização, e que possa se colocar numa posição comprometida com sua cura. Do lado de quem atende o paciente, é fundamental não responder da posição de quem tem um saber sobre o sofrimento deste, como também não ignorar que é justamente esta suposição de saber que vai sustentar a transferência e possibilitar o tratamento. Estas considerações indicam que não se trata de dar conselhos e que se deve estar atento para o lugar que se ocupa, particularmente quando se está dentro de uma instituição universitária e que portanto encarna o saber. Apesar do trabalho se concentrar nas camadas pobres da população não se propõe atendimento gratuito. O pagamento é trabalhado na transferência, considerando-se os aspectos simbólicos que aí se expressam. Portanto, não usamos nenhum tipo de tabela ou valores pré-fixados. Considera-se imprescindível para sustentar uma clínica onde se opera na transferência, a supervisão individual, e até onde é possível numa universidade, que a escolha do supervisor também se dê pela via da transferência. Em uma clínica ligada a uma instituição universitária, onde são os estudantes-estagiários que fazem o atendimento, colocam-se questões clínicas derivadas das restrições organizacionais e de funcionamento. Por exemplo, ao encerrar-se o período de estágio de um estudante, o encaminhamento para outro estagiário coloca a questão dos efeitos da transferência. Por outro lado, a característica dos pacientes que

3 procuram tratamento em uma instituição é que o pedido de tratamento não vem dirigido para alguém e sim à instituição, significa que é necessário um tempo de trabalho para estabelecer a demanda de tratamento. É possível um tratamento quando a demanda é para a instituição e não a alguém? São questões como estas que animam o debate coletivo da Clínica. A experiência tem demonstrado, que este tipo de trabalho clínico tem pelo menos dois efeitos para o paciente: ele pode sair do anonimato que se encontra, social e subjetivo e pode apropriar-se de seu sofrimento. São estes dois efeitos que permitem que possa demandar um tratamento para alguém e poder neste, reescrever sua história. A ÉTICA DO SUJEITO NA PRÁTICA CLÍNICA Trazemos algumas considerações a respeito da experiência de atendimento psicológico, desenvolvida na Clínica de Psicologia da UNIJUÍ, particularmente com relação à ética que orienta nosso trabalho. A Clínica de Psicologia da Unijuí, em consonância com a orientação teórica principal do Curso de Psicologia desta Universidade, fundamenta seu projeto de trabalho na Psicologia, e principalmente na Psicanálise. Consideramos, como nos aponta o psicólogo Luis Cláudio Figueiredo, (no livro Revisitando as Psicologias: Da Epistemologia à Ética nas Práticas e Discursos Psicológicos ), que as diversas abordagens teóricas que podem dar fundamento ao trabalho do psicólogo, para além das diferenças epistêmicas, remetem a éticas

4 diferenciada. O termo ethos do qual deriva a palavra ética, tem na língua grega o sentido de morada. Assim, ao afirmarmos que a cada teoria corresponde uma ética, queremos dizer que as teorias são dispositivos que dão ao homem um lugar e um destino. Certamente a opção pela psicanálise como teoria orientadora de uma Clínica não se dará sem que se produzam conseqüências na organização e na condução do trabalho, marcando diferenças com outras concepções de clínica. A origem do método clínico, em acordo com os princípios científicos emergentes, na medicina do século XVIII, estava ligada ao privilégio do olhar da observação e da prescrição no campo dos signos e dos sintomas. Isto é, a doença passou a ser definida em função de um conjunto específico e ordenado de sinais e de sintomas. Estes constituíam a totalidade da doença, eliminando-se toda a distância entre significante e significado, quer dizer, entre a doença e sua expressão sintomática. Esta concepção de clínica privilegia a doença em detrimento do doente. Freud ao criar a psicanálise alicerçada na noção de inconsciente, introduziu uma outra concepção de clínica, porque apontou para a existência de uma outra lógica, regida pelo desejo. Freud descobriu um sujeito dividido, e alienado de si mesmo. Isto só se tornou possível porque na clínica freudiana o médico foi colocado na posição de escuta e a palavra foi devolvida ao doente. Esta divisão que constitui os humanos também pode ser enunciada como uma divisão entre verdade e saber. O discurso

5 científico sustenta que é possível construir um saber sobre a verdade. A psicanálise, ao contrário, revela que, embora a verdade inconsciente atue, em relação a ela ficamos sempre em falta, e é, justamente esta falta que nos constitui como sujeitos desejantes. Esta falta estrutural coloca os humanos na condição permanente de busca do objeto que supostamente a preencheria, em outras palavras, que os completasse. Lacan, no Seminário VII: a Ética da Psicanálise afirma que uma ética implica num juízo sobre as ações do sujeito, e que neste sentido podemos falar de uma ética da psicanálise uma vez que ela incide na relação entre a ação e o desejo que a sustenta. A ética da psicanálise é formulada por ele, como sendo a ética do desejo ou a ética do bem-dizer. Enquanto ética do desejo a psicanálise não se propõe a realização das vontades do sujeito, porque o desejo no campo da psicanálise não tem objeto, não se apresenta como desejo de algo. O desejo aparece neste campo, como um exercício, como algo que impulsiona na direção de um agir. Sendo assim, o desejo tem uma função metonímica de provocar o deslizamento do sujeito de objeto a objeto. Bem-dizer não significa que a partir da psicanálise se possa dizer onde está o bem do sujeito, isto é, aquilo que será bom ou ruim para ele, aquilo que ele deve ou não deve fazer. A ética da psicanálise não se propõe como uma ética do serviço dos bens, diferenciando-se assim das éticas tradicionais, que versam sobre seu ordenamento visando a universalização. Bem-dizer refere-se a possibilidade de que o paciente se reconheça no inconsciente.

6 A partir destas formulações podemos reafirmar que uma Clínica baseada nesta ética, não se apresenta como uma prática normativa ou adaptativa, numa referência a padrões ideais. Nesta referência clínica considera-se que os sintomas são manifestações singulares, que tem um sentido para o sujeito que sofre, remetendo a desejos inconscientes. Assim, nesta ética o que norteia os encontros iniciais com o paciente, é possibilitar uma escuta, que lhe permita implicar-se na queixa que traz para a partir daí responsabilizar-se por seu sofrimento. Em outros termos, o que se quer possibilitar é que o paciente saia da posição daquele que sofre passivamente e possa se colocar numa posição comprometida com sua cura. Para o estagiário é fundamental não responder da posição de quem tem um saber sobre o sofrimento deste, sem contudo ignorar que é justamente esta suposição de saber que vai sustentar a transferência e possibilitar o tratamento. Estas considerações já indicam que não trabalhamos com aconselhamento. Quando um período de estágio se encerra, o paciente é encaminhado a outro estagiário. Esta é uma questão problemática que se coloca para as clínicas nas quais o trabalho é realizado por estagiários. É um momento em que se observa um número maior de interrupções de tratamento. A orientação que seguimos é de que o desligamento e a passagem sejam trabalhados em supervisão caso a caso. Procura-se considerar as nuances do laço transferencial em cada tratamento. Algumas vezes adota-se o procedimento da apresentação do novo estagiário ao paciente, feita pelo estagiário que está encerrando o estágio. Outras vezes ele é apenas informado do nome de quem vai atendê-lo.

7 É uma característica dos pacientes que procuram tratamento em uma instituição que o pedido de tratamento não venha dirigido a um nome. A procura se dá pelo nome da instituição. Ocorre, por vezes, que como efeito do próprio tratamento, o paciente não suporte mais as trocas de estagiários, estando em condições de endereçar um pedido de tratamento a alguém em particular. Para estas situações a Clínica dispõe de um cadastro de psicólogos egressos do Curso de Psicologia da Unijuí, que se dispõe a receber pacientes encaminhados pela Clínica, para atendimento em seus consultórios. Quando se dá uma troca de estagiário é preciso que uma nova relação transferencial se estabeleça. Neste sentido há um fim de tratamento e início de outro. Por outro lado há uma continuidade porque o paciente permanece com um laço com a instituição. Isto nos coloca a questão: quais as informações sobre um paciente, que um estagiário deve passar para outro? Temos restringido bastante estas informações, limitando-as mais a dados objetivos como, por exemplo, resultados de exames de outros profissionais, registros de freqüência às sessões, etc... Esta é ainda uma questão sobre a qual sentimos a necessidade de ter uma discussão maior. Sabe-se que toda a instituição pauta seu funcionamento em um conjunto de normas, tendendo, freqüentemente, a uma certa burocratização. Este é um risco que como instituição também se corre. Acontece, às vezes, que procedimentos tomados em uma situação particular se transformem em regras, isto é, se institucionalizam e passam a funcionar como normas, perdendo-se sua razão original. Esta tendência à burocratização coloca-se na direção contrária ao que sejam os fundamentos de uma clínica psicanalítica. Por isso pensamos que a condução de tal prática em uma instituição (neste caso

8 a Clínica de Psicologia da Unijuí) requer o exercício constante da retomada dos seus fundamentos. No dia a dia da vida Institucional, isto se apresenta, muitas vezes, nas repetidas discussões das mesmas questões. Por exemplo: discutimos repetidas vezes, as dificuldades que temos em relação ao pagamento, dificuldades estas que se situam tanto do lado dos pacientes quanto dos estagiários e supervisores; também retornam às nossas discussões questões do tipo: - Podemos permitir que um paciente, uma criança, leve consigo um brinquedo? Ou, desenhe nas paredes? E assim por diante...mas a psicanálise também nos ensina, que o que se repete não é exatamente a mesma coisa. Isto nos anima a seguirmos, relançando e resignificando as nossas interrogações. * Texto elaborado pela prof. Ângela S. Drügg.

PSICANÁLISE COM CRIANÇAS: TRANSFERÊNCIA E ENTRADA EM ANÁLISE. psicanálise com crianças, sustentam um tempo lógico, o tempo do inconsciente de fazer

PSICANÁLISE COM CRIANÇAS: TRANSFERÊNCIA E ENTRADA EM ANÁLISE. psicanálise com crianças, sustentam um tempo lógico, o tempo do inconsciente de fazer PSICANÁLISE COM CRIANÇAS: TRANSFERÊNCIA E ENTRADA EM ANÁLISE Pauleska Asevedo Nobrega Assim como na Psicanálise com adultos, as entrevistas preliminares na psicanálise com crianças, sustentam um tempo

Leia mais

SAÚDE MENTAL: ACOLHIMENTO DA QUEIXA, NECESSIDADE E DEMANDA. Psic. Felipe Faria Brognoli

SAÚDE MENTAL: ACOLHIMENTO DA QUEIXA, NECESSIDADE E DEMANDA. Psic. Felipe Faria Brognoli SAÚDE MENTAL: ACOLHIMENTO DA QUEIXA, NECESSIDADE E DEMANDA Psic. Felipe Faria Brognoli ACOLHIMENTO Dar acolhida, admitir, aceitar, dar ouvidos, dar crédito a, agasalhar, receber, atender, admitir (FERREIRA,

Leia mais

Metodologia de Dissertação II. Renata Lèbre La Rovere IE/UFRJ

Metodologia de Dissertação II. Renata Lèbre La Rovere IE/UFRJ Metodologia de Dissertação II Renata Lèbre La Rovere IE/UFRJ Definição Análise de Conteúdo Análise de Conteúdo se define como um "conjunto de técnicas de análise das comunicações e aposta no rigor do método

Leia mais

PSICOLOGIA. Questão nº 1. Padrão de Resposta Esperado:

PSICOLOGIA. Questão nº 1. Padrão de Resposta Esperado: Questão nº 1 Significado da perspectiva sócio-histórica Compreensão do ser humano como historicamente construído, agente e construtor da história e cultura em que vive, e com as quais interage dialeticamente,

Leia mais

Considerações acerca da transferência em Lacan

Considerações acerca da transferência em Lacan Considerações acerca da transferência em Lacan Introdução Este trabalho é o resultado um projeto de iniciação científica iniciado em agosto de 2013, no Serviço de Psicologia Aplicada do Instituto de Psicologia

Leia mais

RESSIGNIFICAR: PSICOLOGIA E ONCOLOGIA 1. Jacson Fantinelli Dos Santos 2, Flávia Flach 3.

RESSIGNIFICAR: PSICOLOGIA E ONCOLOGIA 1. Jacson Fantinelli Dos Santos 2, Flávia Flach 3. RESSIGNIFICAR: PSICOLOGIA E ONCOLOGIA 1 Jacson Fantinelli Dos Santos 2, Flávia Flach 3. 1 Trabalho de Extensão Departamento de Humanidades e Educação, Curso de Graduação em Psicologia 2 Acadêmico do 8ºsemestre

Leia mais

Sofrimento e dor no autismo: quem sente?

Sofrimento e dor no autismo: quem sente? Sofrimento e dor no autismo: quem sente? BORGES, Bianca Stoppa Universidade Veiga de Almeida-RJ biasborges@globo.com Resumo Este trabalho pretende discutir a relação do autista com seu corpo, frente à

Leia mais

Introdução. instituição. 1 Dados publicados no livro Lugar de Palavra (2003) e registro posterior no banco de dados da

Introdução. instituição. 1 Dados publicados no livro Lugar de Palavra (2003) e registro posterior no banco de dados da Introdução O interesse em abordar a complexidade da questão do pai para o sujeito surgiu em minha experiência no Núcleo de Atenção à Violência (NAV), instituição que oferece atendimento psicanalítico a

Leia mais

A política do sintoma na clínica da saúde mental: aplicações para o semblante-analista Paula Borsoi

A política do sintoma na clínica da saúde mental: aplicações para o semblante-analista Paula Borsoi Opção Lacaniana online nova série Ano 2 Número 5 Julho 2011 ISSN 2177-2673 na clínica da saúde mental: aplicações para o semblante-analista Paula Borsoi 1. A política e a clínica A saúde mental é definida

Leia mais

A PSICOLOGIA COMO PROFISSÃO

A PSICOLOGIA COMO PROFISSÃO Pontifícia Universidade Católica de Goiás Psicologia Jurídica A PSICOLOGIA COMO PROFISSÃO Profa. Ms. Joanna Heim PSICOLOGIA Contribuições Histórica Filosóficas Fisiológicas FILOSÓFICA(psyché = alma e logos=razão)

Leia mais

Clínica psicanalítica com crianças

Clínica psicanalítica com crianças Clínica psicanalítica com crianças Ana Marta Meira* A reflexão sobre a clínica psicanalítica com crianças aponta para múltiplos eixos que se encontram em jogo no tratamento, entre estes, questões referentes

Leia mais

CEP -CENTRO DE ESTUDOS PSICANALÍTICOS. Curso de Formação em Pasicanálise. Ciclo IV 3ª Noite

CEP -CENTRO DE ESTUDOS PSICANALÍTICOS. Curso de Formação em Pasicanálise. Ciclo IV 3ª Noite CEP -CENTRO DE ESTUDOS PSICANALÍTICOS Curso de Formação em Pasicanálise Ciclo IV 3ª Noite O atravessamento da Psicanálise em meu cotidiano Nathália Miyuki Yamasaki 2014 Chego para análise e me ponho a

Leia mais

FREUD E LACAN NA CLÍNICA DE 2009

FREUD E LACAN NA CLÍNICA DE 2009 FREUD E LACAN NA CLÍNICA DE 2009 APRESENTAÇÃO O Corpo de Formação em Psicanálise do Instituto da Psicanálise Lacaniana- IPLA trabalhará neste ano de 2009 a atualidade clínica dos quatro conceitos fundamentais

Leia mais

Do fenômeno ao sintoma: impasses e possibilidades na escuta do sujeito na instituição. Claudia Escórcio Gurgel do Amaral Pitanga Doris Rinaldi

Do fenômeno ao sintoma: impasses e possibilidades na escuta do sujeito na instituição. Claudia Escórcio Gurgel do Amaral Pitanga Doris Rinaldi Do fenômeno ao sintoma: impasses e possibilidades na escuta do sujeito na instituição Claudia Escórcio Gurgel do Amaral Pitanga Doris Rinaldi O presente trabalho tem a intenção de discutir os impasses

Leia mais

II SEMINÁRIO DE PRÁTICA DE PESQUISA EM PSICOLOGIA Universidade Estadual de Maringá 28 a 30 de Novembro de 2012

II SEMINÁRIO DE PRÁTICA DE PESQUISA EM PSICOLOGIA Universidade Estadual de Maringá 28 a 30 de Novembro de 2012 AS CONCEPÇÕES DE PSICÓLOGOS SOBRE ANGÚSTIA/ANSIEDADE DE SEPARAÇÃO E SUAS IMPLICAÇÕES NA PRÁTICA CLÍNICA Mayara Lúcia Embercics Calazans (Departamento de Psicologia,, Fundação Araucária, PIBIC); Paulo José

Leia mais

12. SOCIEDADE DO ESPETÁCULO: A CRIANÇA COMO ALVO Aline Vaneli Pelizoni 1 Geovane dos Santos da Rocha 2 Michaella Carla Laurindo 3

12. SOCIEDADE DO ESPETÁCULO: A CRIANÇA COMO ALVO Aline Vaneli Pelizoni 1 Geovane dos Santos da Rocha 2 Michaella Carla Laurindo 3 12. SOCIEDADE DO ESPETÁCULO: A CRIANÇA COMO ALVO Aline Vaneli Pelizoni 1 Geovane dos Santos da Rocha 2 Michaella Carla Laurindo 3 As propagandas as quais somos expostos diariamente demonstram um mundo

Leia mais

EMENTA. 2. Recurso parcialmente conhecido e improvido. ACÓRDÃO

EMENTA. 2. Recurso parcialmente conhecido e improvido. ACÓRDÃO INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO JEF (PR E SC) Nº 2002.70.11.010420-0/PR RELATOR : Juiz JOÃO BATISTA LAZZARI RECORRENTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS RECORRIDO : Clovis Juarez Kemmerich : ORLANDA

Leia mais

MATERIAL DE APOIO PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETO PARA CELEBRAÇÃO DE CARTA ACORDO

MATERIAL DE APOIO PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETO PARA CELEBRAÇÃO DE CARTA ACORDO MATERIAL DE APOIO PARA A ELABORAÇÃO DE PROJETO PARA CELEBRAÇÃO DE CARTA ACORDO A nossa ideia de projeto é que ele sirva para embasar e orientar um roteiro de trabalho compartilhado de um grupo, sendo muito

Leia mais

Norma CNEN para. Concessão de Bolsas no País

Norma CNEN para. Concessão de Bolsas no País Norma CNEN para Concessão de Bolsas no País NORMA CNEN PARA CONCESSÃO DE BOLSAS DE ESTUDO NO PAÍS SUMÁRIO ITEM PÁGINA 1. Da Finalidade, Campo de Aplicação e Conceitos Gerais 2 1.1 Da Finalidade 2 1.2 Do

Leia mais

O papel do corpo na contemporaneidade, as novas patologias e a escuta analítica.

O papel do corpo na contemporaneidade, as novas patologias e a escuta analítica. O papel do corpo na contemporaneidade, as novas patologias e a escuta analítica. Silvana Maria de Barros Santos Entre o século XVI a XIX, as transformações políticas, sociais, culturais e o advento da

Leia mais

TÍTULO: O IMPACTO DA INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA EM PACIENTES OSTOMIZADOS POR CÂNCER

TÍTULO: O IMPACTO DA INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA EM PACIENTES OSTOMIZADOS POR CÂNCER TÍTULO: O IMPACTO DA INTERVENÇÃO PSICOLÓGICA EM PACIENTES OSTOMIZADOS POR CÂNCER CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PSICOLOGIA INSTITUIÇÃO: UNIÃO DAS FACULDADES DOS GRANDES

Leia mais

Fonoaudiologia e Psicanálise: Interlocuções Clínicas - Limites e Possibilidades

Fonoaudiologia e Psicanálise: Interlocuções Clínicas - Limites e Possibilidades Fonoaudiologia e Psicanálise: Interlocuções Clínicas - Limites e Possibilidades Christian Ingo Lenz Dunker 1. A Formação da Clínica Fonoaudiológica Fonoaudiologia e psicanálise são duas atividades que

Leia mais

A OPERAÇÃO DO DISCURSO ANALÍTICO

A OPERAÇÃO DO DISCURSO ANALÍTICO A OPERAÇÃO DO DISCURSO ANALÍTICO Este trabalho é um recorte do projeto de iniciação científica (PIBIC) Estruturas Clínicas e Discurso: a neurose, no qual trabalhamos o texto do Seminário XVII: O Avesso

Leia mais

I CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM NEONATAL Bioética e Biodireito na Atenção Neonatal FILIAÇÃO UNISSEXUAL. Profª Drª Luciana Moas

I CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM NEONATAL Bioética e Biodireito na Atenção Neonatal FILIAÇÃO UNISSEXUAL. Profª Drª Luciana Moas I CONGRESSO BRASILEIRO DE ENFERMAGEM NEONATAL Bioética e Biodireito na Atenção Neonatal FILIAÇÃO UNISSEXUAL O IMPACTO DAS INOVAÇÕES BIOTECNOLÓGICAS NO PARENTESCO: A DISTINÇÃO ENTRE PAI E GENITOR Meu Deus

Leia mais

Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Centro de Ciências da Saúde CCS. Serviço de Psicologia

Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Centro de Ciências da Saúde CCS. Serviço de Psicologia Universidade Federal do Recôncavo da Bahia Centro de Ciências da Saúde CCS Serviço de Psicologia Instrução Normativa n 01/2016 Estabelece as diretrizes para desenvolvimento de atividades e atendimento

Leia mais

INSTRUMENTOS TÉCNICO-OPERATIVOS UTILIZADOS NA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

INSTRUMENTOS TÉCNICO-OPERATIVOS UTILIZADOS NA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL INSTRUMENTOS TÉCNICO-OPERATIVOS UTILIZADOS NA POLÍTICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Os Serviços da Proteção Social Básica, Média e Alta Complexidade exigem trabalho social interdisciplinar. Implica ainda, em

Leia mais

DISCUSSÃO AO TRABALHO DA INSTITUIÇÃO CARTÉIS CONSTITUINTES DA ANALISE FREUDIANA: A psicanálise: à prova da passagem do tempo

DISCUSSÃO AO TRABALHO DA INSTITUIÇÃO CARTÉIS CONSTITUINTES DA ANALISE FREUDIANA: A psicanálise: à prova da passagem do tempo DISCUSSÃO AO TRABALHO DA INSTITUIÇÃO CARTÉIS CONSTITUINTES DA ANALISE FREUDIANA: A psicanálise: à prova da passagem do tempo DISCUTIDO PELA ESCOLA FREUDIANA DA ARGENTINA NOEMI SIROTA O trabalho permite

Leia mais

Paróquia missionária. O novo povo de Deus em forma de missão que participa da caminhada junto à humanidade.

Paróquia missionária. O novo povo de Deus em forma de missão que participa da caminhada junto à humanidade. Paróquia missionária O novo povo de Deus em forma de missão que participa da caminhada junto à humanidade. Renovação das paróquias As paróquias são células vivas da Igreja e o lugar privilegiado no qual

Leia mais

Incurável. Celso Rennó Lima

Incurável. Celso Rennó Lima 1 Incurável Celso Rennó Lima Em seu primeiro encontro com o Outro, consequência da incidência de um significante, o sujeito tem de lidar com um incurável, que não se subjetiva, que não permite que desejo

Leia mais

O CUIDADO EM SAÚDE. Maria Terezinha Gariglio

O CUIDADO EM SAÚDE. Maria Terezinha Gariglio O CUIDADO EM SAÚDE Maria Terezinha Gariglio GARIGLIO, M.T. O cuidado em saúde. In: MINAS GERAIS, Escola de Saúde Pública do Estado de Minas Gerais, Oficinas de qualificação da atenção primária à saúde

Leia mais

demonstra metaforicamente que o Resenha do livro O homem da morte impossível e outras histórias: psicopatologia fenomenológica

demonstra metaforicamente que o Resenha do livro O homem da morte impossível e outras histórias: psicopatologia fenomenológica 115 Resenha do livro O homem da morte impossível e outras histórias: psicopatologia fenomenológica Book review The man of the impossible death and other stories: phenomenological psychopathology. Guilherme

Leia mais

GLOSSÁRIO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

GLOSSÁRIO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO GLOSSÁRIO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO AÇÕES ESTRATÉGICAS Ações que objetivam, basicamente, o aproveitamento das oportunidades, e potencialidades, bem como a minimização do impacto das ameaças e fragilidades.

Leia mais

Semana de Psicologia PUC RJ

Semana de Psicologia PUC RJ Semana de Psicologia PUC RJ O Psicólogo no Hospital Geral Apresentação: Decio Tenenbaum Material didático e concepções: Prof. Abram Eksterman Centro de Medicina Psicossomática e Psicologia Médica do Hospital

Leia mais

Manual Geral de Aplicação Universal Entrada 2008

Manual Geral de Aplicação Universal Entrada 2008 Universal Entrada 2008 Programa Programa - Manual do Aplicador Teste Universal - 2008 Teste Cognitivo Leitura/Escrita e Matemática Caro alfabetizador(a): Se você está recebendo este material, é porque

Leia mais

1. Perfil A Faculdade de Medicina de Campos foi criada pela Sociedade Fluminense de Medicina e Cirurgia (SFMC), na sessão de 02 de agosto de 1965,

1. Perfil A Faculdade de Medicina de Campos foi criada pela Sociedade Fluminense de Medicina e Cirurgia (SFMC), na sessão de 02 de agosto de 1965, 1. Perfil A Faculdade de Medicina de Campos foi criada pela Sociedade Fluminense de Medicina e Cirurgia (SFMC), na sessão de 02 de agosto de 1965, para se constituir em uma Instituição de Ensino Superior

Leia mais

Estudo para o 9 o EEJA Estudo 5 Os processos em nós

Estudo para o 9 o EEJA Estudo 5 Os processos em nós Estudo para o 9 o EEJA Estudo 5 Os processos em nós A Natureza da Psique - livro de Jung - Claudio C. Conti Por que estudar Jung? pg 257 O Espiritismo enquanto fenômeno coletivo persegue, portanto, os

Leia mais

Imaginário, Simbólico e Real. Débora Trevizo Dolores Braga Ercilene Vita Janaína Oliveira Sulemi Fabiano

Imaginário, Simbólico e Real. Débora Trevizo Dolores Braga Ercilene Vita Janaína Oliveira Sulemi Fabiano Imaginário, Simbólico e Real Débora Trevizo Dolores Braga Ercilene Vita Janaína Oliveira Sulemi Fabiano Roteiro: 1) Breve relato sobre a primeira concepção de inconsciente em Freud - o corte epistemológico.

Leia mais

O USUÁRIO DE DROGAS E SUA FAMÍLIA: ASSISTÊNCIA, LIMITES E POSSIBILIDADES

O USUÁRIO DE DROGAS E SUA FAMÍLIA: ASSISTÊNCIA, LIMITES E POSSIBILIDADES O USUÁRIO DE DROGAS E SUA FAMÍLIA: 1 O USUÁRIO DE DROGAS E SUA FAMÍLIA: ASSISTÊNCIA, LIMITES E POSSIBILIDADES Na clínica do fenômeno do consumo abusivo de substâncias psicoativas, ou, mais simplesmente,

Leia mais

É uma emergente área de especialidade da Psicologia

É uma emergente área de especialidade da Psicologia O que se entende por Psicologia Jurídica? Trata-se da psicologia aplicada no âmbito do Direito. Prestação de serviços Psicológicos no âmbito de Instituições, Assuntos e Problemas Jurídicos (BERNARDI,1997,p.1)

Leia mais

A clínica da anorexia no hospital, um caso. Aline Martins 1. Selma Correia da Silva 2

A clínica da anorexia no hospital, um caso. Aline Martins 1. Selma Correia da Silva 2 A clínica da anorexia no hospital, um caso. Aline Martins 1 Selma Correia da Silva 2 Neste trabalho pretendemos discutir a articulação do discurso da Psicanálise com o discurso da Medicina, destacando

Leia mais

Pessoa com deficiência: a evolução de um paradigma para reafirmar direitos

Pessoa com deficiência: a evolução de um paradigma para reafirmar direitos Presidência da República Secretaria de Direitos Humanos Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência Pessoa com deficiência: a evolução de um paradigma para reafirmar direitos

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Organização do Trabalho na Produção

Curso de Engenharia de Produção. Organização do Trabalho na Produção Curso de Engenharia de Produção Organização do Trabalho na Produção Estrutura Organizacional Organização da Empresa: É a ordenação e agrupamento de atividades e recursos, visando ao alcance dos objetivos

Leia mais

PROGRAMA DE TUTORIA CIENTÍFICO-ACADÊMICA EDITAL 2013 Reeditado por conter alteração no item III, etapa 4

PROGRAMA DE TUTORIA CIENTÍFICO-ACADÊMICA EDITAL 2013 Reeditado por conter alteração no item III, etapa 4 PROGRAMA DE TUTORIA CIENTÍFICO-ACADÊMICA EDITAL 2013 Reeditado por conter alteração no item III, etapa 4 DISPÕE SOBRE O EDITAL 2013 DO PROGRAMA DE TUTORIA CIENTÍFICO-ACADÊMICA DA PRÓ-REITORIA DE GRADUAÇÃO

Leia mais

Código Deontológico. SECÇÃO I Do código deontológico do Terapeuta de Medicina natural. Artigo 1.º Princípios gerais

Código Deontológico. SECÇÃO I Do código deontológico do Terapeuta de Medicina natural. Artigo 1.º Princípios gerais Código Deontológico SECÇÃO I Do código deontológico do Terapeuta de Medicina natural Artigo 1.º Princípios gerais 1 - As intervenções de Medicina Natural são realizadas com a preocupação da defesa da liberdade

Leia mais

MULHERES MASTECTOMIZADAS: UM OLHAR PSICANALÍTICO. Sara Guimarães Nunes 1

MULHERES MASTECTOMIZADAS: UM OLHAR PSICANALÍTICO. Sara Guimarães Nunes 1 MULHERES MASTECTOMIZADAS: UM OLHAR PSICANALÍTICO Sara Guimarães Nunes 1 1. Aluna Especial do Mestrado em Psicologia 2016.1, da Universidade Federal de Alagoas (UFAL). Tipo de Apresentação: Comunicação

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE PSICOLOGIA ESTÁGIO PROFISSIONAL EM PSICOLOGIA (CURRÍCULO 3) I INTRODUÇÃO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE PSICOLOGIA ESTÁGIO PROFISSIONAL EM PSICOLOGIA (CURRÍCULO 3) I INTRODUÇÃO REGULAMENTO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE PSICOLOGIA ESTÁGIO PROFISSIONAL EM PSICOLOGIA (CURRÍCULO 3) I INTRODUÇÃO O estágio curricular do curso de Psicologia é uma atividade obrigatória, em consonância

Leia mais

II.9.4 - Projeto de Educação Ambiental dos Trabalhadores

II.9.4 - Projeto de Educação Ambiental dos Trabalhadores Atividade de Perfuração Marítima no Projeto de Educação Ambiental dos Trabalhadores II.9.4 Pág. 1 / 10 II.9.4 - Projeto de Educação Ambiental dos Trabalhadores II.9.4.1 - Introdução e Justificativa A atividade

Leia mais

GRUPO IV 2 o BIMESTRE PROVA A

GRUPO IV 2 o BIMESTRE PROVA A Sistema de Ensino PROVA IV 2 o BIMESTRE PROVA A Valor da prova: 3,0 Tempo Toda mudança requer uma nova aprendizagem e, por isso, é um desafio. As mudanças não seguem um determinado ritmo ou velocidade,

Leia mais

Arquitetura de Software: O que é? Para que serve? Como validá-la? Rodrigo Rebouças de Almeida rodrigor.com

Arquitetura de Software: O que é? Para que serve? Como validá-la? Rodrigo Rebouças de Almeida rodrigor.com Arquitetura de Software: O que é? Para que serve? Como validá-la? Rodrigo Rebouças de Almeida rodrigor.com setembro de 2004 Conteúdo Vamos falar sobre Arquitetura de Software, independente da fase do processo

Leia mais

PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA VOLUNTÁRIO PIC DIREITO/UniCEUB EDITAL DE 2016

PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA VOLUNTÁRIO PIC DIREITO/UniCEUB EDITAL DE 2016 PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA VOLUNTÁRIO PIC DIREITO/UniCEUB EDITAL DE 2016 O reitor do Centro Universitário de Brasília UniCEUB, no uso de suas atribuições legais e estatutárias, torna público que

Leia mais

NORMAS DO GRHUTRANS. Artigo 01 - Estreitar o contato entre os profissionais da área de Recursos Humanos das empresas participantes.

NORMAS DO GRHUTRANS. Artigo 01 - Estreitar o contato entre os profissionais da área de Recursos Humanos das empresas participantes. NORMAS DO GRHUTRANS Capítulo I: Dos Objetivos Artigo 01 - Estreitar o contato entre os profissionais da área de Recursos Humanos das empresas participantes. Artigo 02 - Auxiliar na troca de informações

Leia mais

ABORDAGEM PSICOTERÁPICA ENFERMARIA

ABORDAGEM PSICOTERÁPICA ENFERMARIA I- Pressupostos básicos: 1- Definição: aplicação de técnicas psicológicas com a finalidade de restabelecer o equilíbrio emocional da pessoa pp. fatores envolvidos no desequilibrio emocional conflitos psicológicos

Leia mais

Normas de Estágio Supervisionado do Bacharelado em Ciência da Computação

Normas de Estágio Supervisionado do Bacharelado em Ciência da Computação Normas de Estágio Supervisionado do Aprova as Normas de Estágio Supervisionado do Bacharelado em Ciência da Computação, em conformidade com a Lei de Estágio - Lei Federal Nº 11.788 de 25 de setembro de

Leia mais

FATORES E MÉTRICAS DE QUALIDADE

FATORES E MÉTRICAS DE QUALIDADE FATORES E MÉTRICAS DE QUALIDADE 1 2 FATORES DE QUALIDADE OPERAÇÃO DO PRODUTO CORRETITUDE (FAZ O QUE EU QUERO?) CONFIABILIDADE (SE COMPORTA COM PRECISÃO?) EFICIÊNCIA (RODARÁ TÃO BEM QUANTO POSSÍVEL?) INTEGRIDADE

Leia mais

ABORDAGEM METODOLÓGICA EM GEOGRAFIA: A PESQUISA DE CAMPO*

ABORDAGEM METODOLÓGICA EM GEOGRAFIA: A PESQUISA DE CAMPO* ABORDAGEM METODOLÓGICA EM GEOGRAFIA: A PESQUISA DE CAMPO* Agostinho Paula Brito CAVALCANTI Pós-Doutor, Departamento de Geografia (UFPI) agos@ufpi.br RESUMO O presente trabalho tem por objetivo uma abordagem

Leia mais

Governança de Informação Corporativa: rumo ao conhecimento organizacional. 25 maio 2016

Governança de Informação Corporativa: rumo ao conhecimento organizacional. 25 maio 2016 Governança de Informação Corporativa: rumo ao conhecimento organizacional 25 maio 2016 Governança de Informação Corporativa: rumo ao conhecimento organizacional Comece pequeno, mas comece grande. Como

Leia mais

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA FACULDADE ARTHUR THOMAS CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS Art. 1º. Este Regulamento estabelece as políticas básicas das

Leia mais

O SUJEITO FORACLUÍDO DA CIÊNCIA E O DISCURSO DO PSICANALISTA NA INSTITUIÇÃO

O SUJEITO FORACLUÍDO DA CIÊNCIA E O DISCURSO DO PSICANALISTA NA INSTITUIÇÃO 1 O SUJEITO FORACLUÍDO DA CIÊNCIA E O DISCURSO DO PSICANALISTA NA INSTITUIÇÃO Roseane Freitas Nicolau i, Alcione Alves Hummel Monteiro ii, Ingrid de Figueiredo Ventura iii, Jamile Luz Morais iv, Patrícia

Leia mais

Elaboração de Documentos Técnicos em Psicologia

Elaboração de Documentos Técnicos em Psicologia Elaboração de Documentos Técnicos em Psicologia Lucas Neiva-Silva lucasneiva@yahoo.com.br Baseado nas Resoluções do Conselho Federal de Psicologia nº 007/2003 e 015/1996. Princípios Técnicos da Linguagem

Leia mais

Demanda de cura na inexistência do Outro como engendrar aí a psicanálise? 1

Demanda de cura na inexistência do Outro como engendrar aí a psicanálise? 1 Demanda de cura na inexistência do Outro como engendrar aí a psicanálise? 1 Antonia Claudete A. L. Prado Este trabalho surgiu de questões relativas à demanda de tratamento de pacientes provenientes do

Leia mais

PSICANÁLISE NO HOSPITAL: UMA EXPERIÊNCIA DE ESTÁGIO EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO

PSICANÁLISE NO HOSPITAL: UMA EXPERIÊNCIA DE ESTÁGIO EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO PSICANÁLISE NO HOSPITAL: UMA EXPERIÊNCIA DE ESTÁGIO EM UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO Yuri Ximenes Ávila Siqueira Telles Este artigo trata de questões concernentes à minha experiência de um ano de estágio no

Leia mais

SINAES SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR

SINAES SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR SINAES SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DO ENSINO SUPERIOR Elza Cristina Giostri elza@sociesc.org.br PROGRAMA Apresentação Diagnóstico de conhecimento e necessidades Conceito Geral Elaboração do relatório

Leia mais

Componente Curricular: Psicoterapia I Psicanálise Professor(a): Dalmir Lopes Período: 8º TURNO: Noturno Ano:

Componente Curricular: Psicoterapia I Psicanálise Professor(a): Dalmir Lopes Período: 8º TURNO: Noturno Ano: CRÉDITOS Componente Curricular: Psicoterapia I Psicanálise Professor(a): Dalmir Lopes Período: 8º TURNO: Noturno Ano: 2015.2 TOTAL DE AULAS(h/a) CARGA HORÁRIA ATIVIDADES EM ESPAÇOS DIVERSIFICADOS CARGA

Leia mais

Componente Curricular: Psicoterapia I Psicanálise Professor(a): Dalmir Peira Lopes Período: 8º TURNO: Matutino Ano:

Componente Curricular: Psicoterapia I Psicanálise Professor(a): Dalmir Peira Lopes Período: 8º TURNO: Matutino Ano: CRÉDITOS Componente Curricular: Psicoterapia I Psicanálise Professor(a): Dalmir Peira Lopes Período: 8º TURNO: Matutino Ano: 2015.2 TOTAL DE AULAS(h/a) CARGA HORÁRIA ATIVIDADES EM ESPAÇOS DIVERSIFICADOS

Leia mais

ESCOPO E POLÍTICA EDITORIAL

ESCOPO E POLÍTICA EDITORIAL ESCOPO E POLÍTICA EDITORIAL Escopo A revista Subjetividad y Processos Cognitivos está orientada a uma audiência interdisciplinar e internacional. O seu objetivo é contribuir ao conhecimento e a pesquisa

Leia mais

ESTUDOS SOBRE A EXPECTATIVA DO PACIENTE DE CIRURGIA PLÁSTICA 1 Rosa Maria Carvalho da Silveira 2

ESTUDOS SOBRE A EXPECTATIVA DO PACIENTE DE CIRURGIA PLÁSTICA 1 Rosa Maria Carvalho da Silveira 2 ESTUDOS SOBRE A EXPECTATIVA DO PACIENTE DE CIRURGIA PLÁSTICA 1 Rosa Maria Carvalho da Silveira 2 Resumo:Este trabalho discute o significado da expectativa em dois níveis: consciente e inconsciente. O nível

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MINEIROS UNIFIMES POLÍTICA DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU STRICTO SENSU

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MINEIROS UNIFIMES POLÍTICA DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU STRICTO SENSU CENTRO UNIVERSITÁRIO DE MINEIROS UNIFIMES POLÍTICA DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU STRICTO SENSU Mineiros Goiás 2015 Reitora Ita de Fátima Dias Silva Vice-Reitora Marilaine de Sá Fernandes Pró-Reitor de Administração

Leia mais

CURSO DE FONOAUDIOLOGIA

CURSO DE FONOAUDIOLOGIA CURSO DE FONOAUDIOLOGIA REGULAMENTO DO ESTÁGIO Capítulo I Princípios gerais: Art. 1º De acordo com o Projeto Pedagógico do curso de Fonoaudiologia da Faculdade Redentor, os estágios supervisionados fazem

Leia mais

TÍTULO: AUTORES Instituição de Ensino Superior: E-mails: Área Temática: A Reforma Psiquiátrica Brasileira

TÍTULO: AUTORES Instituição de Ensino Superior: E-mails: Área Temática: A Reforma Psiquiátrica Brasileira TÍTULO: A CLÍNICA DA PSICOSE: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA ENTRE A EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA, A PSICANÁLISE E A REFORMA PSIQUIÁTRICA AUTORES: Margarida Maria Elia Assad Cleide Pereira Monteiro João Mendes de

Leia mais

Impacto Emocional do Diabetes

Impacto Emocional do Diabetes Impacto Emocional do Diabetes Mônica Amaral Lenzi Farmacêutica formada pela UFMG Educadora em Diabetes certificada por IDF SBD ADJ Associada a SBD Sociedade Brasileira de Diabetes Membro do Departamento

Leia mais

REGULAMENTO DA ASSISTÊNCIA ESPIRITUAL E RELIGIOSA DO HOSPITAL DE CASCAIS, DR. JOSÉ DE ALMEIDA

REGULAMENTO DA ASSISTÊNCIA ESPIRITUAL E RELIGIOSA DO HOSPITAL DE CASCAIS, DR. JOSÉ DE ALMEIDA REGULAMENTO DA ASSISTÊNCIA ESPIRITUAL E RELIGIOSA DO HOSPITAL DE CASCAIS, DR. JOSÉ DE ALMEIDA ÍNDICE CAPÍTULO I... 4 Disposições Gerais... 4 Artigo 1.º... 4 Objecto... 4 Artigo 2.º... 4 Assistência Espiritual

Leia mais

Roteiro para o Monitoramento das Doenças Diarréicas Agudas

Roteiro para o Monitoramento das Doenças Diarréicas Agudas SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GERÊNCIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA DAS DOENÇAS TRANSMISSÍVEIS Coordenação de Controle das Doenças Hídricas e Alimentares Av. 136 s/n, Quadra F44, Lotes 22 a 24,

Leia mais

2. ATOS DO DIRETOR-GERAL

2. ATOS DO DIRETOR-GERAL 2.1. INSTRUÇÃO NORMATIVA 2. ATOS DO DIRETOR-GERAL INSTRUÇÃO NORMATIVA DE 7 DE MARÇO DE 2010 O DIRETOR-GERAL DA SECRETARIA DO TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo

Leia mais

Modelo Relacional Normalização Diagramas E-R e Tabelas Originadas

Modelo Relacional Normalização Diagramas E-R e Tabelas Originadas Informática II Modelo Relacional Normalização Diagramas E-R e Tabelas Originadas (TÓPICOS ABORDADOS NAS AULAS DE INFORMÁTICA II) Por: Artur Sousa / Jorge Loureiro Conceitos de entidade e atributo Tipos

Leia mais

Dicas de como usar o WhatsApp do Diário Gaúcho Número:

Dicas de como usar o WhatsApp do Diário Gaúcho Número: Dicas de como usar o WhatsApp do Diário Gaúcho Número: 9731-4654 Meu Sonho É Para participar do Meu Sonho É você deve enviar um e-mail para atendimento@diariogaucho.com.br, contando um breve relato da

Leia mais

Pró-letramento Matemática Estado de Minas Gerais

Pró-letramento Matemática Estado de Minas Gerais Pró-letramento Matemática Estado de Minas Gerais Diferentes significados de um mesmo conceito: o caso das frações. 1 Cleiton Batista Vasconcelos e Elizabeth Belfort Muitos conceitos matemáticos podem ser

Leia mais

DECISÃO COREN-MA Nº 09/2014

DECISÃO COREN-MA Nº 09/2014 DECISÃO COREN-MA Nº 09/2014 Define as Atribuições do Enfermeiro Responsável Técnico no âmbito do Estado do Maranhão. O Conselho Regional de Enfermagem do Maranhão Coren/MA, em observância aos dispositivos

Leia mais

O Saber em Psicanálise

O Saber em Psicanálise O Saber em Psicanálise Franciny Tenório Cavalcante Maiorano de Lima; Camila de Albuquerque Alves da Silva; Pedro Cerqueira de Almeida; Karla Julliana da Silva Sousa * ;Charles Elias Lang ** Nesse texto

Leia mais

Recomendação de políticas Equilíbrio entre direitos humanos e segurança pública

Recomendação de políticas Equilíbrio entre direitos humanos e segurança pública Recomendação de políticas Equilíbrio entre direitos humanos e segurança A oportunidade Essencial à dignidade pessoal e ao desenvolvimento do potencial humano, a liberdade de expressão é um direito humano

Leia mais

Quando dar à castração outra articulação que não a anedótica? 1

Quando dar à castração outra articulação que não a anedótica? 1 Quando dar à castração outra articulação que não a anedótica? 1 Maria Isabel Fernandez Este título extraí do seminário...ou pior, livro 19, de Jacques Lacan, especificamente do capítulo III, intitulado

Leia mais

Por determinação deste Conselho fomos ao estabelecimento acima citado verificar suas condições de funcionamento.

Por determinação deste Conselho fomos ao estabelecimento acima citado verificar suas condições de funcionamento. Relatório de Fiscalização Diretor técnico: Thiago Costa Almeida (CRM: 19.881) Por determinação deste Conselho fomos ao estabelecimento acima citado verificar suas condições de funcionamento. Tal vistoria

Leia mais

CEP - Centro de Estudos Psicanalíticos. A psicanálise como berço ou por que tratamos apenas crianças em nossos consultórios

CEP - Centro de Estudos Psicanalíticos. A psicanálise como berço ou por que tratamos apenas crianças em nossos consultórios CEP - Centro de Estudos Psicanalíticos Luis Fernando de Souza Santos Trabalho semestral - ciclo II (terças 19h30) A psicanálise como berço ou por que tratamos apenas crianças em nossos consultórios Se

Leia mais

RELATÓRIO ANUAL DA OUVIDORIA GERAL DA UNESP ANO DE São Paulo, 30 de janeiro de 2014.

RELATÓRIO ANUAL DA OUVIDORIA GERAL DA UNESP ANO DE São Paulo, 30 de janeiro de 2014. RELATÓRIO ANUAL DA OUVIDORIA GERAL DA UNESP ANO DE 2013 São Paulo, 30 de janeiro de 2014. Magnífica Senhora Vice Reitora no exercício da Reitoria Marilza Vieira Cunha Rugde, Estamos lhe encaminhando o

Leia mais

A teoria genética de Piaget. Professora Cibelle Celestino Silva IFSC USP

A teoria genética de Piaget. Professora Cibelle Celestino Silva IFSC USP A teoria genética de Piaget Professora Cibelle Celestino Silva IFSC USP Jean Piaget (1896-1980) biólogo suíço estudou a interação de moluscos com o meio ambiente Jean Piaget (1896-1980) os moluscos, como

Leia mais

DIRETORIA DE PESQUISA - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC. Sistema de Contas Nacionais - Brasil Referência 2000

DIRETORIA DE PESQUISA - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC. Sistema de Contas Nacionais - Brasil Referência 2000 DIRETORIA DE PESQUISA - DPE COORDENAÇÃO DE CONTAS NACIONAIS CONAC Sistema de Contas Nacionais - Brasil Referência 2000 Nota metodológica nº 21 Margem de Transporte e Comércio (versão para informação e

Leia mais

SAMCDA: o discurso cientificista da terapia cognitivo-comportamental 1

SAMCDA: o discurso cientificista da terapia cognitivo-comportamental 1 SAMCDA: o discurso cientificista da terapia cognitivo-comportamental 1 Christiano Mendes de Lima 2 Resumo: Neste texto, pretende-se situar a terapia cognitivo-comportamental (TCC) como uma das formações

Leia mais

CLÍNICA E UNIVERSIDADE. clínica em uma clínica-escola de atendimento psicológico inserida em uma

CLÍNICA E UNIVERSIDADE. clínica em uma clínica-escola de atendimento psicológico inserida em uma CLÍNICA E UNIVERSIDADE Etiene Silveira Ortmann Carlos Henrique Kessler Este trabalho foi pensado a partir de interrogações que surgiram da prática clínica em uma clínica-escola de atendimento psicológico

Leia mais

Tentativas de Suicídio: abordagens na Atenção Primária. Prof. Dr. Maurício Eugênio Maliska

Tentativas de Suicídio: abordagens na Atenção Primária. Prof. Dr. Maurício Eugênio Maliska Tentativas de Suicídio: abordagens na Atenção Primária Prof. Dr. Maurício Eugênio Maliska Aspectos Históricos e Culturais O suicídio já foi motivo de admiração, tolerância, discriminação e condenação ao

Leia mais

Sistemas de Informação

Sistemas de Informação Sistemas de Informação TCC em Re-vista 2011 121 PAULA, Diego Flávio de; VOLPATO, Tobias. 23 Gerenciamento eletrônico de documentos. 2011. 111 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Sistemas de

Leia mais

O estudo teórico na formação do psicanalista Uma lógica que não é a da. identificação 1

O estudo teórico na formação do psicanalista Uma lógica que não é a da. identificação 1 O estudo teórico na formação do psicanalista Uma lógica que não é a da Arlete Mourão 2 identificação 1 Na formação do analista, o lugar e a função do estudo da psicanálise são conseqüências lógicas da

Leia mais

-Roteiro do professor-

-Roteiro do professor- NÚMEROS INTEIROS -Roteiro do professor- Introdução teórica: As regras de sinais nas operações com números inteiros, em geral, causam dificuldades de aprendizagem aos alunos, ocasionando seqüelas no desenvolvimento

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR CURSO: PSICOLOGIA HORÁRIA 1 SEMESTRE 2 SEMESTRE 3 SEMESTRE

ESTRUTURA CURRICULAR CURSO: PSICOLOGIA HORÁRIA 1 SEMESTRE 2 SEMESTRE 3 SEMESTRE ESTRUTURA CURRICULAR - 2017 CURSO: PSICOLOGIA DISCIPLINA CARGA HORÁRIA C. H. TEORICA C.H. PRÁTICA Nº DE 1 SEMESTRE 1 HISTÓRIA DA PSICOLOGIA 1 ANATOMIA HUMANA 60 60 ---- 3 1/2 1 PSICOLOGIA GERAL 90 90 ----

Leia mais

O real escapou da natureza

O real escapou da natureza Opção Lacaniana online nova série Ano 4 Número 10 março 2013 ISSN 2177-2673 Sandra Arruda Grostein O objetivo deste texto é problematizar a proposta feita por J.-A. Miller de que o real emancipado da natureza

Leia mais

O Impacto Psicossocial do Cancro na Família

O Impacto Psicossocial do Cancro na Família O Impacto Psicossocial do Cancro na Família Maria de Jesus Moura Psicóloga Clínica Unidade de Psicologia IPO Lisboa ATÉ MEADOS DO SEC.XIX Cancro=Morte PROGRESSOS DA MEDICINA CURA ALTERAÇÃO DO DIAGNÓSTICO

Leia mais

O ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA/PB

O ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA/PB O ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL MUNICIPAL DE JOÃO PESSOA/PB Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais (PPGAV) Universidade Federal da Paraíba (UFPB) / Universidade Federal de Pernambuco

Leia mais

Pólos de Educação Permanente em Saúde: a participação na Roda de Gestão

Pólos de Educação Permanente em Saúde: a participação na Roda de Gestão Pólos de Educação Permanente em Saúde: a participação na Roda de Gestão Introdução Em 13 de fevereiro de 2004 o Ministério da Saúde emite a Portaria Nº 198/GM/MS instituindo a Política Nacional de Educação

Leia mais

NÃO EXISTE GESTÃO SEM COMUNICAÇÃO DANIEL COSTA

NÃO EXISTE GESTÃO SEM COMUNICAÇÃO DANIEL COSTA NÃO EXISTE GESTÃO SEM COMUNICAÇÃO DANIEL COSTA O que é engajamento? Engajamento no trabalho é uma forma de agir em que o indivíduo, motivado por uma causa, expressa sua vontade e predisposição de fazer

Leia mais

Psicanálise: ética, discurso e ensino Psychoanalysis: éthics, discourse and teaching

Psicanálise: ética, discurso e ensino Psychoanalysis: éthics, discourse and teaching 180 issn 0101-4838 Psychoanalysis: éthics, discourse and teaching Rodrigo Afonso Nogueira Santos* RESENHA DE: Castro, J. E.. Curitiba: Appris, 2013. 250 páginas. O livro intitulado se anuncia, desde seu

Leia mais

Entrevista: Carlos Bernardi, Psicólogo clínico jungiano, fundador do grupo Rubedo [www.rubedo.psc.br]

Entrevista: Carlos Bernardi, Psicólogo clínico jungiano, fundador do grupo Rubedo [www.rubedo.psc.br] FONTE: CRP-RJ DEZEMBRO DE 2006 Entrevista: Carlos Bernardi, Psicólogo clínico jungiano, fundador do grupo Rubedo [www.rubedo.psc.br] Como funciona a terapia junguiana? A Análise junguiana está dentro da

Leia mais