DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DE WEBLAB PARA O ROBÔ MÓVEL TREKKER

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DE WEBLAB PARA O ROBÔ MÓVEL TREKKER"

Transcrição

1 Anais do XIX Encontro de Iniciação Científica e Pós-Graduação do ITA - XIX ENCITA / 2013 Instituto Tecnológico de Aeronáutica São José dos Campos SP Brasil 17 de outubro de 2013 DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE DE WEBLAB PARA O ROBÔ MÓVEL TREKKER Bruno de Nadai Sarnaglia Instituto Tecnológico de Aeronáutica Bolsista PIBIC-CNPq Paulo Cesar Neves da Costa Instituto Tecnológico de Aeronáutica Bolsista PIBIC-CNPq Cairo Lúcio Nascimento Júnior Instituto Tecnológico de Aeronáutica Divisão de Engenharia Eletrônica Resumo. Este artigo apresenta o desenvolvimento do software de WEBLAB para o robô móvel Trekker da empresa SuperDroid Robot (http://www.superdroidrobots.com). O software de WEBLAB permite que um usuário remoto comande e monitore o robô móvel via internet usando um programa comum de web browser (p. ex. Internet Explorer ou Firefox) disponível atualmente em computadores de diversos tipos (p. ex. desktop laptop tablet ou smartphone). O software de WEBLAB pode ser dividido em duas partes: 1) o software executado no computador embarcado no robô que aciona os seus atuadores e coleta dados dos seus sensores e 2) o software executado em um computador servidor que implementa a intermediação entre programa de web browser e o software embarcado no robô. O software do computador servidor se comunica com o web browser do usuário via internet (gerando páginas HTML e recebendo as opções selecionadas nessas páginas por um usuário remoto) e com o software embarcado no robô por comunicação sem fio (por mensagens de texto). Para a codificação das páginas HTML foram usadas a biblioteca de desenvolvimento BOOTSTRAP e as linguagens PHP e javascript. No computador servidor é também executado um programa escrito em linguagem MATLAB que: 1) transforma a ação selecionada pelo usuário remoto em comandos para o programa embarcado no robô e 2) a partir dos dados gerados pela leitura dos sensores do robô gera gráficos na forma de aquivos.png que são incluídos nas páginas HTML enviadas para o web browser. Os testes realizados demonstraram que o WEBLAB implementado permite que um usuário remoto usando o programa de web browser no seu computador: 1) acione os movimentos de translação e rotação do robô e 2) acione o movimento de varredura dos sensores de sonar e infravermelho e obtenha as leituras resultantes dessa varredura. Palavras chave: weblab robótica móvel internet comando remoto monitoração remota software embarcado. 1. Introdução O advento da Internet nas últimas décadas foi impactante mudando completamente a sociedade e se tornando útil em inúmeras tarefas. Suas funcionalidades são diversas podendo ser utilizadas por exemplo para diversão trabalho armazenamento de arquivos e acesso à informação em geral. Este trabalho busca explorar as funcionalidades da Internet para comandar um robô à distância. Este projeto implementou uma arquitetura de comunicação que disponibiliza o robô Trekker a ser comandado e monitorado via Internet. Em suma basta abrir um web browser da preferência do usuário (p. ex. Internet Explorer Firefox ou Google Chrome) acessar o web site disponibilizado por um computador servidor no LMI (Laboratório de Máquinas Inteligentes) e submeter a sua ordem que ela será prontamente executada pelo robô Trekker. Esse conceito de uso é conhecido como weblab. As aplicabilidades desse modelo de comunicação robô-usuário remoto via weblab são diversas. Robôs são em geral muito caros e a principal justificativa para tal preço é o seu hardware computacional embarcado. A implementação desse modelo potencializa o barateamento dos preços já que pode-se transferir parte da capacidade de processamento para o servidor local. Em outras palavras o robô não necessitaria de um computador embarcado muito poderoso e custosos. O compartilhamento de recursos é outro fator que demonstra o alto valor das ideias contidas neste projeto. A implementação de comando e monitoração remotos de um robô torna-o acessível para qualquer um que possua acesso à Internet. Portanto a usabilidade dos recursos que o robô pode oferecer é aumentada por essa configuração de comunicação de baixo custo com o usuário remoto. O weblab implementado neste trabalho é baseado fortemente nos trabalhos desenvolvidos anteriormente no LMI por Teixeira e outros [1] e por Castro [2].

2 Anais do XIX ENCITA ITA 17 de outubro de Componentes Principais do Robô Móvel Trekker O robô móvel Trekker (modelo Trekker Navigator Plus fabricado pela empresa SuperDroid Robots disponível no Laboratório de Máquinas Inteligentes da Divisão de Engenharia Eletrônica do ITA é mostrado na figura 1 [3]. Figura 1: Robô Trekker. O chassi do robô mostrado na figura 2 foi projetado de forma a permitir diversas configurações de robôs reservando espaço para servomotores placas eletrônicas e rodas. Figura 2: Chassis do robô Trekker. O robô Trekker usa três servomotores da empresa Hitec. Dois servomotores modelo HS-422 foram modificados para rotação contínua das rodas e um servomotor modelo HS-322 (figura 3) é usado para rotacionar o suporte que sustenta o sonar e o sensor infravermelho. Figura 3: Servomotor utilizado no robô Trekker.

3 Anais do XIX ENCITA ITA 17 de outubro de 2013 O sonar utilizado no robô é o modelo SRF04 da Devantech mostrado na figura 4. Esse sonar possui alcance de 3 cm a 3 m. O sonar é usado para estimar a distância de obstáculos e se baseia no tempo de propagação da onda de som pelo ar medido entre os instantes de emissão e e de recepção da onda. Figura 4: Sonar utilizado no robô Trekker. O robô Trekker também usa um sensor infravermelho Sharp GP2Y0A02YK (figura 5) com alcance de 20 cm a 80 cm. Esse sensor também é usado para medir a distância de obstáculos usando emissão e recepção de ondas de luz infravermelha. Figura 5: Sensor infravermelho utilizado no robô Trekker. O terceiro tipo de sensor usado no robô é uma bússola magnética digital modelo CMPS03 da Devantech (figura 6). Essa bússola usa 2 magnetômetros para medir o campo magnético terrestre e assim determinar a orientação do robô. Figura 6: Bússola magnética digital utilizada no robô Trekker. Encoders óticos são usados para medir o ângulo de rotação das rodas do robô e assim estimar o seu deslocamento do robô nos movimentos de translação. Esses encoders são implementados usando em cada uma das 2 rodas (figura 7): a) um par diodo transmissor de IR e um fotodiodo montados no mesmo dispositivo (modelo QRB1134 e b) um disco de papel com setores alternadamente brancos e pretos.

4 Anais do XIX ENCITA ITA 17 de outubro de 2013 Figura 7: Par diodo emissor de IR/fototransistor e disco de papel usados para implementar o encoder das rodas do robô Trekker. No robô está também instalado o módulo zigbee modelo XBee-PRO (figura 8) fabricado pela empresa Digi International. Esse módulo é usado para a comunicação sem fio entre o microcontrolador embarcado no robô e um outro computador. Ele opera na frequência 2.4 GHz e implementa uma comunicação serial. No computador que fica na outra ponta da comunicação serial sem fio foi usado o modem USB RF Xbee-PRO-PKG fabricado pela empresa MaxStream também mostrado na figura 8. Figura 8: Módulo zigbee Xbee-PRO embarcado no robô Trekker e modem USB RF Xbee-PRO-PKG para conexão na porta USB de um computador remoto. Como computador embarcado o robô Trekker utiliza o microcontrolador OOPic III+ (Object-Oriented Programmable Integrated Circuit) mostrado na figura 9 um modelo da família PIC16F877A com um firmware proprietário da empresa Savage Innovations. Esse microcontrolador apresenta bom desempenho mas possui pouca memória de dados. Essa limitação foi contornada neste projeto usando o computador embarcado apenas para comandar os motores e coletar dados dos sensores do robô. O processamento de alto nível dos dados dos sensores é feito no computador remoto denominado neste projeto de computador servidor. Figura 9: Placa do microcontrolador OOPIC III+ embarcado no robô Trekker.

5 Anais do XIX ENCITA ITA 17 de outubro de Descrição do Funcionamento do Weblab O funcionamento do weblab depende da comunicação entre 3 diferentes computadores como mostrado na figura 10: computador remoto computador servidor e computador embarcado. O usuário remoto executa um programa de web browser (p. ex. Internet Explorer Firefox ou Google Chrome) no seu computador conectado à Internet (p. ex. laptop tablet ou smartphone). No computador servidor é executado o programa de web server e um programa MATLAB. No computador embarcado no robô é executado um programa embarcado. O computador remoto e o computador servidor se comunicam pela internet que usa protocolos TCP/IP ([4] [5]). O computador servidor e o computador embarcado no robô se comunicam via interface sem fio implementada pelos módulos zigbee e protocolo serial. Computador Remoto Web Browser INTERNET Computador Servidor Web Server MATLAB Robô Móvel Trekker Computador Embarcado Programa Embarcado Conexão sem fio Figura 10: Comunicação entre os computadores do weblab. As etapas de execução do weblab são: 1. o programa de web browser solicita ao programa de web server a página HTML inicial do weblab. Essa página HTML é recebida processada e exibida pelo programa de web browser ao usuário remoto. 2. o usuário remoto seleciona na página HTML inicial do weblab a ação que deve ser executada pelo robô. As possíveis ações são translação rotação e leitura dos sensores de sonar e de infravermelho. Ao ser selecionada a ação uma mensagem é enviada pelo programa de web browser ao programa de web server. 3. o programa de web server recebe a mensagem enviada pelo programa de web browser e cria um arquivo no computador servidor onde é codificada a ação selecionada pelo usuário remoto. O programa MATLAB executado no computador servidor detecta a criação desse arquivo executa a sua leitura e envia um ou mais comandos para o programa que é executado no computador embarcado no robô. 4. o programa no computador embarcado no robô recebe o comando enviado pelo programa MATLAB executa a ação correspondente e gera uma mensagem de retorno para o programa MATLAB executado no computador servidor. Essa mensagem de retorno pode por exemplo conter os dados lidos dos sensores. 5. o programa MATLAB processa os dados recebidos na mensagem de retorno enviada pelo computador embarcado no robô e para as ações de translação ou varredura dos sensores cria um arquivo de imagem em formato.png que mostra visualmente o resultado da ação executada pelo robô. 6. o programa servidor gera uma página HTML de resultados que contém o arquivo.png criado pelo programa MATLAB e envia essa página HTML para o programa de web browser no computador remoto. 7. o programa de web browser processa e exibe essa página HTML para o usuário remoto com os resultados da ação selecionada por ele. 8. a página HTML contém um link que permite que o usuário remoto selecione a página inicial do weblab. Assim o usuário é retornado ao passo 1 e pode novamente selecionar uma ação a ser executada pelo robô. 4. Programa de Web Server O programa de web server tem como função principal gerar as várias páginas HTML que são enviadas para o programa de web browser. Essas páginas HTML definem a interface gráfica a ser exibida para o usuário remoto. O fluxo das páginas HTML geradas pelo programa de web server é mostrado na figura 11. O programa de web server foi escrito em linguagem PHP e configurado como um programa CGI do Apache HTTP server (http://httpd.apache.org). O programa PHP desenvolvido neste trabalho está disponível em ftp://labattmot.ele.ita.br/ele/trekker/.

6 Anais do XIX ENCITA ITA 17 de outubro de 2013 Figura 11: Fluxo das páginas HTML geradas pelo programa de web server executado no computador servidor. As figuras 12 a 15 mostram respectivamente a página inicial do web lab e as páginas de seleção dos movimentos de translação rotação e varredura dos sensores (sonar e infravermelho). Figura 12: Página HTML inicial do weblab. Figura 13: Página HTML para seleção do movimento de translação.

7 Anais do XIX ENCITA ITA 17 de outubro de 2013 Figura 14: Página HTML para seleção do movimento de rotação. Figura 15: Página HTML para seleção do movimento de varredura dos sensores. As figuras 16 e 17 mostram exemplos de páginas HTML de resultados quando foram selecionadas respectivamente as ações de translação e de varredura do sensor infravermelho. No caso da ação de translação o programa MATLAB também solicita os dados de leitura dos encoders das rodas e da bússola. Assim é estimada a posição final do robô em relação à posição original como mostra a figura 17. Figura 16: Exemplo de resultado mostrando o deslocamento relativo efetuado após a solicitação de uma ação de translação.

8 Anais do XIX ENCITA ITA 17 de outubro de 2013 Figura 17: Exemplo de resultado gerado após a solicitação de varredura do sensor infravermelho. Para a codificação das páginas HTML geradas pelo programa de web server foi utilizada a biblioteca de desenvolvimento de web sites BOOTSTRAP (http://getbootstrap.com). As páginas HTML de seleção de ações do robô (translação rotação e varredura dos sensores) são formulários que contém verificações de consistência implementadas em código javascript. Essa verificação impede que o usuário remoto selecione ações consideradas impróprias p. ex. translação com tempo negativo. Uma vez selecionada a ação a ser executada pelo robô o programa de web browser exibe ao usuário remoto uma uma página de espera até que o programa de web server envie a página com os resultados da ação escolhida. O programa de web server repassa para o programa MATLAB a ação selecionada pelo usuário criando o arquivo tipo texto Dados.txt em um certo diretório do computador servidor. Esse arquivo contém apenas 1 linha com a ação codificada no vetor de instruções formado por 6 campos. Cada campo deve ser 0 ou um número inteiro positivo. A tabela 1 explica o significado de cada campo do vetor de instruções. A tabela 2 relaciona os 7 possíveis valores para o campo 1 do vetor de instruções onde é codificada a ação selecionada pelo usuário remoto. Tabela 1: Vetor de instruções Posição do vetor de instruções Significado 1 Tipo de ação 2 Tempo de translação em milisegundos 3 Velocidade de translação (0 = lenta 1 = rápida) 4 Valor do ângulo inicial da varredura do sensor 5 Valor do passo da varredura do sensor 6 Valor do ângulo final da varredura do sensor Tabela 2: Valores possíveis para o campo 1 (Tipo de ação) do vetor de instruções Tipo de Instrução Significado 0 Translação para frente 1 Translação para trás 2 Rotação de 90 no sentido horário 3 Rotação de 45 no sentido horário 4 Rotação 90 no sentido anti-horário 5 Rotação 45 no sentido horário 6 Varredura do sensor sonar 7 Varredura do sensor infravermelho Alguns exemplos de ações selecionáveis pelo usuário remoto e seus respectivos vetores de instrução são: Translação para frente em velocidade rápida durante 2 s: Rotação de 90 no sentido horário: Varredura do sensor sonar de 10 a 90 com passo de 5 :

9 Anais do XIX ENCITA ITA 17 de outubro de Programa MATLAB MATLAB é um ambiente de programação em alto nível que possui a sua própria linguagem [6]. O programa MATLAB usado neste trabalho executa os seguintes passos: 1) lê o arquivo dados.txt criado pelo programa web server com o vetor de instrução que codifica a ação selecionada pelo usuário remoto 2) envia um ou mais comandos via interface serial sem fio (no formato específico descrito na seção 6) para o programa embarcado no robô 3) recebe a resposta do programa embarcado no robô para cada comando enviado 4) no caso dos movimentos de translação e de varredura de um dos sensores gera o arquivo.png graficamente o resultado da ação selecionada (nova posição relativa do robô ou as leituras do sensor selecionado) e será incluído na página HTML de resposta a ser gerada pelo programa de web server e enviada ao usuário remoto 5) remove o arquivo dados.txt para sinalizar que está pronto para processar uma nova ação e 6) entra em modo de espera aguardando que um novo arquivo dados.txt seja criado pelo programa de web server com a codificação da ação selecionada pelo usuário remoto. É importante notar que o programa MATLAB comanda o robô usando as rotinas definidas no programa embarcado. Por exemplo para o comando Varredura do sensor sonar é necessário que: 1) o servomotor associado aos sensores sonar e infravermelho seja acionado para posicionar o sensor nas posições definidas pelo pelo usuário remoto e 2) em cada posição seja executada uma operação de leitura do sensor. Foi usado neste trabalho o programa MATLAB desenvolvido por Helder O. de Castro [2] com poucas modificações. O programa MATLAB usado neste trabalho está disponível em ftp://labattmot.ele.ita.br/ele/trekker/. 6. Software Embarcado no Robô Móvel Trekker O microcontrolador OOPic (Object-Oriented PIC) é programado usando a abordagem de programação orientada a opbjetos e uma biblioteca de objetos pré-programados disponibilizada no ambiente de desenvolvimento de programas (IDE Integrated Development Environment) para o microcontrolador ([7] [8]). Alguns desses objetos representam os vários dispositivos embarcados no robô como sensores servomotores e display LCD. Esse ambiente de desenvolvimento de programas para o microcontrolador é instalado em um computador comum com sistema operacional Windows (desktop ou laptop) e possibilita que o programa desenvolvido seja editado compilado e então transferido para o microcontrolador via a interface serial sem fio criada pelos módulo e modem zigbee. O firmware do OOPic utiliza um protocolo especial para comunicação externa pela porta serial chamado SCP (Serial Control Protocol) [9]. Entre outras funcionalidades esse protocolo permite que qualquer computador conectado à porta serial do microcontrolador envie comandos em formato texto que: a) invocam a execução de uma rotina em um certo endereço de memória e b) solicitam o envio do conteúdo de uma certa posição de memória. A tabela 3 mostra os comandos do protocolo de controle serial (SCP) usado neste trabalho. Tabela 3: Comandos Principais do SCP (Serial Control Protocol) Comando Descrição \0V Coloca o OOPIC em modo serial e verificar a conexão J Armazena um valor de endereço de memória no registrador M Lê o valor armazenado no endereço de memória apontado pelo registrador N Armazena um valor no endereço de memória apontado pelo registrador Y Desvia a execução para um certo endereço de memória (Branch) \A Tira o OOPIC do modo serial O programa embarcado usado neste trabalho foi desenvolvido por Helder O. de Castro [2] em linguagem C e está disponível em ftp://labattmot.ele.ita.br/ele/trekker/. Esse programa tem 3 blocos principais: o bloco da declaração dos objetos que representam os dispositivos de hardware como sensores e servomotores; o bloco dos endereços das portas de I/O que permitem acesso de leitura e de escrita aos objetos declarados no programa o bloco de definições das diversas rotinas que serão executadas pelo robô Trekker. Uma vez que o programa embarcado foi compilado é necessário executar o programa Sub Address Finder [2] para determinar os endereços das suas rotinas. A tabela 4 mostra os endereços das rotinas existentes no programa embarcado usado neste projeto.

10 Anais do XIX ENCITA ITA 17 de outubro de 2013 Tabela 4: Endereços da rotinas do programa embarcado Rotina Endereço da rotina Translação rápida para frente 207 Translação rápida para trás 240 Translação lenta para frente 273 Translação lenta para trás 306 Rotação de 45 no sentido horário 339 Rotação de 45 no sentido anti-horário 373 Rotação de 90 no sentido horário 407 Rotação de 90 no sentido anti-horário 441 Solicitação de leitura do sonar 475 Solicitação de leitura do sensor infravermelho 554 Solicitação de leitura da bússola 617 Foram também usados no programa os seguintes endereços de memória 123: endereço para escrita do tempo em ms do movimento de translação 126: endereço para escrita da posição do servomotor que posiciona o sonar e o sensor infravermelho 041: endereço onde o programa embarcado escreve o valor lido pelo sonar 047: endereço onde o programa embarcado escreve o valor lido pelo sensor infravermelho 115: endereço onde o programa embarcado escreve o valor lido pela bússola 109: endereço onde o programa embarcado escreve o valor da leitura do encoder da roda esquerda 112: endereço onde o programa embarcado escreve o valor da leitura do encoder da roda direita. Alguns exemplos de comandos enviados pelo programamatlab pela interface serial são: \0V123J2000N207JYM\A: executar translação rápida para frente durante 2000 ms (coloca no endereço 123 o tempo de translação e invoca a execução da rotina no endereço 207) \0V407JYM\A: executar rotação de 90 no sentido horário \0V126J32N475JYM\A: posiciona o servo dos sensores no centro (posição 32) e solicita a execução da leitura do sonar \0V041JM\A: obtém o valor da leitura do sonar \0V617JYM\A: solicita a execução da leitura da bússola \0V115JM\A: obtém o valor da leitura da bússola \0V109JM\A: obtém o valor da leitura do encoder da roda esquerda. Diferentemente dos outros sensores (sonar infravermelho e bússola) os valores dos encoders das rodas são atualizados automaticamente pelo programa embarcado e podem ser lidos diretamente da memória sem que seja necessário o envio de uma solicitação de execução da operação de leitura. 7. Conclusões Este artigo apresentou o desenvolvimento do software de weblab para o robô Trekker disponível no LMI (Laboratório de Máquinas Inteligentes) da Divisão de Engenharia Eletrônica do ITA. Os testes executados no LMI com o software de weblab comprovaram que o robô Trekker foi controlado à distância via web browser com sucesso. É importante observar que os conceitos desenvolvidos e implementados neste artigo podem ser aplicados para o comando e a monitoração remota via internet de qualquer tipo de equipamento controlado por um computador que receba comandos via interface serial. Algumas possibilidades para futuros trabalhos são: 1) usar as câmeras no teto do LMI para estimar com precisão a posição absoluta e a orientação do robô e gerar um mapa contendo a trajetória executada pelo robô desde a sua inicialização 2) disponibilizar para o usuário remoto as imagens de uma pequena câmera embarcada no robô 3) disponibilizar para o usuário remoto ações de mais alto nível como o deslocamento do robô para uma certa posição absoluta com coordenadas (xy) e 4) usar as leituras do sonar e do sensor infravermelho para mapear o ambiente de forma autônoma e 8. Agradecimentos Os autores agradecem o suporte financeiro concedido pela CAPES (Projeto Pró-Engenharias PE ) e pela FAPESP (Processo no. 2006/ ) às pesquisas realizadas no Laboratório de Máquinas Inteligentes (LMI) sobre implementação de weblabs de robótica.

11 Anais do XIX ENCITA ITA 17 de outubro de 2013 Referências [1] Teixeira C. C. Santos J. L. Nascimento Jr. C. L. Barbosa L. F. W. Remote Control of Real Experiments via Internet Proceedings of COBEM 2007 (19th International Congress of Mechanical Engineering) 5-9 Nov Brasília DF. [2] Castro Helder O. Comando e Monitoração de um Robô Móvel usando Tecnologia Internet Trabalho de Graduação Divisão de Ciência da Computação Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) 2008 disponível em ftp://labattmot.ele.ita.br/ele/helder/my_publications/tg_helder_de_castro_iec_2008.pdf [3] SuperDroid Robots Trekker Manual Assembly and Operation Revision Date: Nov [4] Comer D. E. The Internet Book 4 a ed. Addison-Wesley [5] Comer D. E. Computer Networks and Internet 5 a ed. Addison-Wesley [6] Palm III W. Introduction to MATLAB for Engineers 3 a ed.mcgraw-hill [7] Savage Innovations LLC. OOPic The Object-Oriented PIC acesso em 30/Set/2013 [8] OOPic - "Object Oriented Programmable Integrated Circuit acesso em 30/Set/2013 [9] Savage Innovations LLC opic Programmer's Guide Chapter 16 - Serial Control Protocol acesso em 30/Set/2013

5 Sistema Experimental

5 Sistema Experimental 5 Sistema Experimental Este capitulo apresenta o sistema experimental utilizado e é composto das seguintes seções: - 5.1 Robô ER1: Descreve o robô utilizado. É dividida nas seguintes subseções: - 5.1.1

Leia mais

VEÍCULO CONTROLADO POR ARDUINO ATRAVÉS DO SISTEMA OPERACIONAL ANDROID

VEÍCULO CONTROLADO POR ARDUINO ATRAVÉS DO SISTEMA OPERACIONAL ANDROID VEÍCULO CONTROLADO POR ARDUINO ATRAVÉS DO SISTEMA OPERACIONAL ANDROID André Luis Fadinho Portante¹, Wyllian Fressatti¹. ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil andreportante@gmail.com, wyllian@unipar.br

Leia mais

TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I Aula 01: Conceitos Iniciais / Sistema Operacional

TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I Aula 01: Conceitos Iniciais / Sistema Operacional TECNÓLOGO EM ANÁLISE E DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PROGRAMAÇÃO DE COMPUTADORES I Aula 01: Conceitos Iniciais / Sistema Operacional O conteúdo deste documento tem por objetivo apresentar uma visão geral

Leia mais

Encoder de Quadratura

Encoder de Quadratura R O B Ó T I C A Sensor Smart de Quadratura Versão Hardware:. Versão Firmware: 2. REVISÃO 2.9 Sensor Smart de Quadratura. Introdução Os encoders são equipamentos utilizados para converter movimentos rotativos

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Sistemas de Entrada/Saída Princípios de Hardware Sistema de Entrada/Saída Visão Geral Princípios de Hardware Dispositivos de E/S Estrutura Típica do Barramento de um PC Interrupções

Leia mais

R O B Ó T I C A. Sensor Smart. Seguidor de Linha. Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 2.0 REVISÃO 1211.19. www.robouno.com.br

R O B Ó T I C A. Sensor Smart. Seguidor de Linha. Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 2.0 REVISÃO 1211.19. www.robouno.com.br R O B Ó T I C A Sensor Smart Seguidor de Linha Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 2.0 REVISÃO 1211.19 Sensor Smart Seguidor de Linha 1. Introdução Os sensores seguidores de linha são sensores que detectam

Leia mais

SOFTWARE DE INTERNET PARA DEFICIENTES VISUAIS

SOFTWARE DE INTERNET PARA DEFICIENTES VISUAIS SOFTWARE DE INTERNET PARA DEFICIENTES VISUAIS Aluno: Bruno Levy Fuks Orientador: Marcos da Silveira Introdução No Brasil, é evidente o pouco comprometimento da sociedade com o deficiente. Para se ter uma

Leia mais

AUTOR(ES): LUIS WAGNER PASSINHO, ALESSANDRA CRISTINA SILVA, DANIEL ALVES DA ROCHA

AUTOR(ES): LUIS WAGNER PASSINHO, ALESSANDRA CRISTINA SILVA, DANIEL ALVES DA ROCHA TÍTULO: AUTOMAÇÃO RESIDENCIAL PELA INTERNET COM PHP E ARDUINO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: COMPUTAÇÃO E INFORMÁTICA INSTITUIÇÃO: FACULDADE ANHANGUERA DE CAMPINAS AUTOR(ES):

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA. Automação residencial utilizando dispositivos móveis e microcontroladores.

PROJETO DE PESQUISA. Automação residencial utilizando dispositivos móveis e microcontroladores. PROJETO DE PESQUISA 1. Título do projeto Automação residencial utilizando dispositivos móveis e microcontroladores. 2. Questão ou problema identificado Controlar remotamente luminárias, tomadas e acesso

Leia mais

WL4i Smart. WL4i Smart. Manual do Usuário. Manual do Usuário. 4-Port Enterprise UHF RFID Reader

WL4i Smart. WL4i Smart. Manual do Usuário. Manual do Usuário. 4-Port Enterprise UHF RFID Reader WL4i Smart Capítulo 1 - Introdução ao rádio WaveLabs WL4i O rádio WaveLabs WL4i é um leitor RFID UHF Gen 2 fixo de 4 canais com conectividade cabeada (Ethernet) ou sem fio (WiFi) com o sistema empresarial.

Leia mais

DIGIMAN. WTB Tecnologia 2009. www.wtb.com.br

DIGIMAN. WTB Tecnologia 2009. www.wtb.com.br DIGIMAN MANDADO JUDICIAL ELETRÔNICO Arquitetura WTB Tecnologia 2009 www.wtb.com.br Arquitetura de Software O sistema DIGIMAN é implementado em três camadas (apresentação, regras de negócio e armazém de

Leia mais

Cerne Tecnologia e Treinamento

Cerne Tecnologia e Treinamento Tecnologia e Treinamento Tutorial para Testes na Placa de I/O Ethernet Kits Didáticos e Gravadores da Cerne Tecnologia A Cerne tecnologia têm uma linha completa de aprendizado para os microcontroladores

Leia mais

Manual do aplicativo Conexão ao telefone

Manual do aplicativo Conexão ao telefone Manual do aplicativo Conexão ao telefone Copyright 2003 Palm, Inc. Todos os direitos reservados. O logotipo da Palm e HotSync são marcas registradas da Palm, Inc. O logotipo da HotSync e Palm são marcas

Leia mais

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição

William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição William Stallings Arquitetura e Organização de Computadores 8 a Edição Capítulo 7 Entrada/saída Os textos nestas caixas foram adicionados pelo Prof. Joubert slide 1 Problemas de entrada/saída Grande variedade

Leia mais

1. CAPÍTULO COMPUTADORES

1. CAPÍTULO COMPUTADORES 1. CAPÍTULO COMPUTADORES 1.1. Computadores Denomina-se computador uma máquina capaz de executar variados tipos de tratamento automático de informações ou processamento de dados. Os primeiros eram capazes

Leia mais

Entrada e Saída. Prof. Leonardo Barreto Campos 1

Entrada e Saída. Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Entrada e Saída Prof. Leonardo Barreto Campos 1 Sumário Introdução; Dispositivos Externos; E/S Programada; E/S Dirigida por Interrupção; Acesso Direto à Memória; Bibliografia. Prof. Leonardo Barreto Campos

Leia mais

Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB

Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB Curso de Aprendizado Industrial Desenvolvedor WEB Disciplina: Programação Orientada a Objetos II Professor: Cheli dos S. Mendes da Costa Modelo Cliente- Servidor Modelo de Aplicação Cliente-servidor Os

Leia mais

TÍTULO: SERVIÇOS HTTP COM GEOPOSICIONAMENTO DE FROTA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS

TÍTULO: SERVIÇOS HTTP COM GEOPOSICIONAMENTO DE FROTA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS TÍTULO: SERVIÇOS HTTP COM GEOPOSICIONAMENTO DE FROTA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE TECNOLOGIA DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS AUTOR(ES):

Leia mais

Notas de Aplicação. Utilizando o servidor de comunicação SCP Server. HI Tecnologia. Documento de acesso público

Notas de Aplicação. Utilizando o servidor de comunicação SCP Server. HI Tecnologia. Documento de acesso público Notas de Aplicação Utilizando o servidor de comunicação SCP Server HI Tecnologia Documento de acesso público ENA.00024 Versão 1.02 dezembro-2006 HI Tecnologia Utilizando o servidor de comunicação SCP Server

Leia mais

COMANDO REMOTO DE ROBÔS INDUSTRIAIS

COMANDO REMOTO DE ROBÔS INDUSTRIAIS Anais do 14 O Encontro de Iniciação Científica e Pós-Graduação do ITA XIV ENCITA / 2008 Instituto Tecnológico de Aeronáutica São José dos Campos SP Brasil Outubro 20 a 23 2008. COMANDO REMOTO DE ROBÔS

Leia mais

V O C Ê N O C O N T R O L E.

V O C Ê N O C O N T R O L E. VOCÊ NO CONTROLE. VOCÊ NO CONTROLE. O que é o Frota Fácil? A Iveco sempre coloca o desejo de seus clientes à frente quando oferece ao mercado novas soluções em transportes. Pensando nisso, foi desenvolvido

Leia mais

Figura 01 Kernel de um Sistema Operacional

Figura 01 Kernel de um Sistema Operacional 01 INTRODUÇÃO 1.5 ESTRUTURA DOS SISTEMAS OPERACIONAIS O Sistema Operacional é formado por um Conjunto de rotinas (denominado de núcleo do sistema ou kernel) que oferece serviços aos usuários e suas aplicações

Leia mais

Pró-Reitoria de Pesquisa, Inovação e Pós-Graduação. Resumo Expandido

Pró-Reitoria de Pesquisa, Inovação e Pós-Graduação. Resumo Expandido Pró-Reitoria de Pesquisa, Inovação e Pós-Graduação Resumo Expandido Título da Pesquisa: Painel Braille para deficientes visuais: interface computacional. Palavras-chave: Painel Braille, Tecnologia Assistiva,

Leia mais

Fundamentos de Automação. Controladores

Fundamentos de Automação. Controladores Ministério da educação - MEC Secretaria de Educação Profissional e Técnica SETEC Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul Campus Rio Grande Fundamentos de Automação Controladores

Leia mais

Arquitetura e Organização de Computadores

Arquitetura e Organização de Computadores Arquitetura e Organização de Computadores Entrada/Saída Material adaptado, atualizado e traduzido de: STALLINGS, William. Arquitetura e Organização de Computadores. 5ª edição Problemas Entrada/Saída Grande

Leia mais

TÍTULO: SISTEMA DE ACESSIBILIDADE E AUTOMATIZAÇÃO PARA PESSOAS PORTADORAS DE NECESSIDADE ESPECIAIS

TÍTULO: SISTEMA DE ACESSIBILIDADE E AUTOMATIZAÇÃO PARA PESSOAS PORTADORAS DE NECESSIDADE ESPECIAIS TÍTULO: SISTEMA DE ACESSIBILIDADE E AUTOMATIZAÇÃO PARA PESSOAS PORTADORAS DE NECESSIDADE ESPECIAIS CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE TECNOLOGIA

Leia mais

CONSTRUÇÃO DE VEÍCULO MECATRÔNICO COMANDADO REMOTAMENTE

CONSTRUÇÃO DE VEÍCULO MECATRÔNICO COMANDADO REMOTAMENTE CONSTRUÇÃO DE VEÍCULO MECATRÔNICO COMANDADO REMOTAMENTE Roland Yuri Schreiber 1 ; Tiago Andrade Camacho 2 ; Tiago Boechel 3 ; Vinicio Alexandre Bogo Nagel 4 INTRODUÇÃO Nos últimos anos, a área de Sistemas

Leia mais

Fundamentos da Informática

Fundamentos da Informática 1 PROCESSAMENTO DE DADOS I - FUNDAMENTOS A) CONCEITO DE INFORMÁTICA - é a ciência que estuda o tratamento automático e racional da informação. B) PROCESSAMENTO DE DADOS 1) Conceito Processamento de dados

Leia mais

Motorola Phone Tools. Início Rápido

Motorola Phone Tools. Início Rápido Motorola Phone Tools Início Rápido Conteúdo Requisitos mínimos... 2 Antes da instalação Motorola Phone Tools... 3 Instalar Motorola Phone Tools... 4 Instalação e configuração do dispositivo móvel... 5

Leia mais

TÍTULO: SISTEMA DE MONITORAMENTO DE SENSORES UTILIZANDO O PROTOCOLO ZIGBEE PARA COMUNICAÇÃO SEM FIO

TÍTULO: SISTEMA DE MONITORAMENTO DE SENSORES UTILIZANDO O PROTOCOLO ZIGBEE PARA COMUNICAÇÃO SEM FIO Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: SISTEMA DE MONITORAMENTO DE SENSORES UTILIZANDO O PROTOCOLO ZIGBEE PARA COMUNICAÇÃO SEM FIO

Leia mais

Introdução à Arquitetura de Computadores

Introdução à Arquitetura de Computadores 1 Introdução à Arquitetura de Computadores Hardware e software Organização de um computador: Processador: registradores, ALU, unidade de controle Memórias Dispositivos de E/S Barramentos Linguagens de

Leia mais

R O B Ó T I C A. Sensor Smart. Ultrassom. Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 1.0 REVISÃO 1211.13. www.robouno.com.br

R O B Ó T I C A. Sensor Smart. Ultrassom. Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 1.0 REVISÃO 1211.13. www.robouno.com.br R O B Ó T I C A Sensor Smart Ultrassom Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 1.0 REVISÃO 1211.13 Sensor Smart Ultrassom 1. Introdução Os sensores de ultrassom ou ultrassônicos são sensores que detectam

Leia mais

GUIA DE AUXÍLIO PARA UTILIZAÇÃO DA REDE DE DADOS DO IAU GUIA DE AUXÍLIO PARA UTILIZAÇÃO DA REDE DE DADOS DO INSTITUTO DE ARQUITETURA E URBANISMO (IAU)

GUIA DE AUXÍLIO PARA UTILIZAÇÃO DA REDE DE DADOS DO IAU GUIA DE AUXÍLIO PARA UTILIZAÇÃO DA REDE DE DADOS DO INSTITUTO DE ARQUITETURA E URBANISMO (IAU) GUIA DE AUXÍLIO PARA UTILIZAÇÃO DA REDE DE DADOS DO INSTITUTO DE ARQUITETURA E URBANISMO (IAU) O presente guia tem como objetivo auxiliar os usuários da rede de dados do Instituto de Arquitetura e Urbanismo

Leia mais

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web;

CONCEITOS INICIAIS. Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; CONCEITOS INICIAIS Agenda A diferença entre páginas Web, Home Page e apresentação Web; O que é necessário para se criar páginas para a Web; Navegadores; O que é site, Host, Provedor e Servidor Web; Protocolos.

Leia mais

Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas O conteúdo deste documento tem como objetivos geral introduzir conceitos mínimos sobre sistemas operacionais e máquinas virtuais para posteriormente utilizar

Leia mais

Manual de utilização. Aplicativo que substitua o controle remoto da TV e Home Theater da marca LG.

Manual de utilização. Aplicativo que substitua o controle remoto da TV e Home Theater da marca LG. Manual de utilização Aplicativo que substitua o controle remoto da TV e Home Theater da marca LG. ANO 2013 Sumário 1. Descrição... 3 2. Esquema Arduino... 4 3. Código Arduino... 5 4. Instalação do Aplicativo...

Leia mais

Manual de Usuário do UnB Webmail Destinado aos usuários de e-mail da Universidade de Brasília MODO DINÂMICO

Manual de Usuário do UnB Webmail Destinado aos usuários de e-mail da Universidade de Brasília MODO DINÂMICO Destinado aos usuários de e-mail da Universidade de Brasília MODO DINÂMICO Elaboração: Equipe de Suporte Avançado do CPD SA/SRS/CPD/UnB suporte@unb.br Universidade de Brasília Brasília / 2014 Resumo A

Leia mais

Display de LEDs Rotativo

Display de LEDs Rotativo Display de LEDs Rotativo Paulo Matias André Luiz Barbieri 12 de dezembro de 2008 Resumo Descrevemos um projeto capaz de formar imagens por meio de uma coluna de LEDs rotativa. A configuração dos LEDs é

Leia mais

AULA 3 Introdução ao Software

AULA 3 Introdução ao Software AULA 3 Introdução ao Software Disciplina: Introdução à Informática Professor: Gustavo Leitão Email: gustavo.leitao@ifrn.edu.br Introdução ao Software Conteúdo: Conceito de Software Classificação de Softwares

Leia mais

STK (Start Kit DARUMA) Utilizando conversor Serial/Ethernet com Mini-Impressora DR600/DR700.

STK (Start Kit DARUMA) Utilizando conversor Serial/Ethernet com Mini-Impressora DR600/DR700. STK (Start Kit DARUMA) Utilizando conversor Serial/Ethernet com Mini-Impressora DR600/DR700. Neste STK mostraremos como comunicar com o conversor Serial/Ethernet e instalar o driver Genérico Somente Texto

Leia mais

mobile PhoneTools Guia do Usuário

mobile PhoneTools Guia do Usuário mobile PhoneTools Guia do Usuário Conteúdo Requisitos...2 Antes da instalação...3 Instalar mobile PhoneTools...4 Instalação e configuração do telefone celular...5 Registro on-line...7 Desinstalar mobile

Leia mais

Visão computacional no reconhecimento de formas e objetos

Visão computacional no reconhecimento de formas e objetos Visão computacional no reconhecimento de formas e objetos Paula Rayane Mota Costa Pereira*, Josemar Rodrigues de Souza**, Resumo * Bolsista de Iniciação Científica da Faculdade de Tecnologia SENAI CIMATEC,

Leia mais

O que são sistemas supervisórios?

O que são sistemas supervisórios? O que são sistemas supervisórios? Ana Paula Gonçalves da Silva, Marcelo Salvador ana-paula@elipse.com.br, marcelo@elipse.com.br RT 025.04 Criado: 10/09/2004 Atualizado: 20/12/2005 Palavras-chave: sistemas

Leia mais

PROTÓTIPO DE UM SISTEMA DE SEGURANÇA RESIDENCIAL COM LINUX EMBARCADO. Acadêmico: Daniel Baumann Orientador: Miguel Alexandre Wisintainer

PROTÓTIPO DE UM SISTEMA DE SEGURANÇA RESIDENCIAL COM LINUX EMBARCADO. Acadêmico: Daniel Baumann Orientador: Miguel Alexandre Wisintainer PROTÓTIPO DE UM SISTEMA DE SEGURANÇA RESIDENCIAL COM LINUX EMBARCADO Acadêmico: Daniel Baumann Orientador: Miguel Alexandre Wisintainer Roteiro Introdução. Objetivos do trabalho. Fundamentação teórica.

Leia mais

Tutorial 122 CP DUO Inversor WEG (RS485 Protocolo MODBUS - DUO Master)

Tutorial 122 CP DUO Inversor WEG (RS485 Protocolo MODBUS - DUO Master) Tutorial 122 CP DUO Inversor WEG (RS485 Protocolo MODBUS - DUO Master) Este documento é propriedade da ALTUS Sistemas de Informática S.A., não podendo ser reproduzido sem seu prévio consentimento. Altus

Leia mais

Uma Arquitetura Distribuída de Hardware e Software para Controle de um Robô Móvel Autônomo

Uma Arquitetura Distribuída de Hardware e Software para Controle de um Robô Móvel Autônomo Uma Arquitetura Distribuída de Hardware e Software para Controle de um Robô Móvel Autônomo rbritto@dca.ufrn.br Orientador: Adelardo A. D. Medeiros adelardo@dca.ufrn.br - Universidade Federal do Rio Grande

Leia mais

Automação Residencial

Automação Residencial Automação Residencial F. A. Dias G. M. de Paula L. S. de Oliveira G.F. Vieira 1 CEFET-MG, Brasil Contexto Social e Profissional, 2009 Graduação em Engenharia Mecatrônica Motivação Questão fundamental O

Leia mais

PIBIC/PIBITI/IC Jr Relatório das Atividades de Pesquisa 22ª SEMIC - 2013

PIBIC/PIBITI/IC Jr Relatório das Atividades de Pesquisa 22ª SEMIC - 2013 ATIVIDADES EXECUTADAS PELO BOLSISTA DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: Do bolsista: Nome: Vinicio Rodrigues Mendes Curso: Engenharia Elétrica com ênfase em Sistemas e Computação Período de vigência da bolsa: de 01/08/2011

Leia mais

UM NOVO CONCEITO EM AUTOMAÇÃO. Série Ponto

UM NOVO CONCEITO EM AUTOMAÇÃO. Série Ponto UM NOVO CONCEITO EM AUTOMAÇÃO Série Ponto POR QUE NOVO CONCEITO? O que é um WEBPLC? Um CP na WEB Por que usar INTERNET? Controle do processo de qualquer lugar WEBGATE = conexão INTERNET/ALNETII WEBPLC

Leia mais

Introdução ao Robotic Control X RCX e Robolab. jvilhete@unicamp.br

Introdução ao Robotic Control X RCX e Robolab. jvilhete@unicamp.br Introdução ao Robotic Control X RCX e Robolab João Vilhete Viegas d Abreu jvilhete@unicamp.br NIED/UNICAMP 1. RESUMO Esta apostila tem por objetivo básico apresentar o tijolo programávell LEGO/RCX e, um

Leia mais

Introdução a Computação

Introdução a Computação O que é um SO? Introdução a Computação Sistemas Operacionais PII Consiste em: Hardware Programas de Sistema Programas de Aplicativos 1 2 O que é um SO? Hardware não proporciona controle de alto nível disponível

Leia mais

Sistema Datachk. Documento de Requisitos. Versão <1.2> Z u s a m m e n a r b e i t I d e i a s C o l a b o r a t i v a s

Sistema Datachk. Documento de Requisitos. Versão <1.2> Z u s a m m e n a r b e i t I d e i a s C o l a b o r a t i v a s Documento de Requisitos Versão Z u s a m m e n a r b e i t I d e i a s C o l a b o r a t i v a s 2010 2 Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autores 27/04/2010 1.0 Criação da primeira versão

Leia mais

LASERJET ENTERPRISE M4555 SÉRIE MFP. Guia de instalação do software

LASERJET ENTERPRISE M4555 SÉRIE MFP. Guia de instalação do software LASERJET ENTERPRISE M4555 SÉRIE MFP Guia de instalação do software HP LaserJet Enterprise M4555 MFP Series Guia de instalação do software Direitos autorais e licença 2011 Copyright Hewlett-Packard Development

Leia mais

Manual do Usuário Microsoft Apps

Manual do Usuário Microsoft Apps Manual do Usuário Microsoft Apps Edição 1 2 Sobre os aplicativos da Microsoft Sobre os aplicativos da Microsoft Os aplicativos da Microsoft oferecem aplicativos para negócios para o seu telefone Nokia

Leia mais

Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa

Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa Desenvolvendo e Integrando Serviços Multiplataforma de TV Digital Interativa Agenda Introdução Aplicações interativas de TV Digital Desafios de layout e usabilidade Laboratório de usabilidade Desafios

Leia mais

Projeto de controle e Automação de Antena

Projeto de controle e Automação de Antena Projeto de controle e Automação de Antena Wallyson Ferreira Resumo expandido de Iniciação Tecnológica PUC-Campinas RA: 13015375 Lattes: K4894092P0 wallysonbueno@gmail.com Omar C. Branquinho Sistemas de

Leia mais

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1 DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 BAIXA DE CONTAS A PAGAR RELEASE 4.1 SUMÁRIO DEFINIÇÃO DE REQUISITOS 4 1. INTRODUÇÃO 4 1.1 FINALIDADE 4 1.2 ESCOPO 4 1.3 DEFINIÇÕES, ACRÔNIMOS

Leia mais

Implementar servidores de Web/FTP e DFS. Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc.

Implementar servidores de Web/FTP e DFS. Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc. Implementar servidores de Web/FTP e DFS Disciplina: Serviços de Redes Microsoft Professor: Fernando Santorsula fernando.santorsula@esamc.br Conteúdo programático Introdução ao protocolo HTTP Serviço web

Leia mais

BlackBerry Desktop Software. Versão: 7.1. Guia do usuário

BlackBerry Desktop Software. Versão: 7.1. Guia do usuário BlackBerry Desktop Software Versão: 7.1 Guia do usuário Publicado: 2012-06-05 SWD-20120605130141061 Conteúdo Aspectos básicos... 7 Sobre o BlackBerry Desktop Software... 7 Configurar seu smartphone com

Leia mais

NETALARM GATEWAY. Manual do Usuário

NETALARM GATEWAY. Manual do Usuário Índice 1. Introdução...3 2. Requisitos Mínimos de Instalação...3 3. Instalação...3 4. Inicialização do Programa...5 5. Abas de Configuração...6 5.1 Aba Serial...6 5.2 Aba TCP...7 5.2.1 Opções Cliente /

Leia mais

6 - Gerência de Dispositivos

6 - Gerência de Dispositivos 1 6 - Gerência de Dispositivos 6.1 Introdução A gerência de dispositivos de entrada/saída é uma das principais e mais complexas funções do sistema operacional. Sua implementação é estruturada através de

Leia mais

Acionamento através de senha*, cartão de proximidade ou biometria. Compatível com fechaduras magnéticas, eletroímãs e cancelas.

Acionamento através de senha*, cartão de proximidade ou biometria. Compatível com fechaduras magnéticas, eletroímãs e cancelas. 1/8 SISTEMA ZIGLOCK TCP Visão Geral: Instalação e configuração simplificada. Alta capacidade de armazenamento de registros e usuários. Acionamento através de senha*, cartão de proximidade ou biometria.

Leia mais

4. Controlador Lógico Programável

4. Controlador Lógico Programável 4. Controlador Lógico Programável INTRODUÇÃO O Controlador Lógico Programável, ou simplesmente PLC (Programmiable Logic Controller), pode ser definido como um dispositivo de estado sólido - um Computador

Leia mais

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP)

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP) Hardware (Nível 0) Organização O AS/400 isola os usuários das características do hardware através de uma arquitetura de camadas. Vários modelos da família AS/400 de computadores de médio porte estão disponíveis,

Leia mais

Características. São Paulo: (11) 4063-5544 Campinas: (19) 4062-9211 Campo Grande: (67) 4062-7122 Cuiabá: (65) 4052-9722. MPEBrasil

Características. São Paulo: (11) 4063-5544 Campinas: (19) 4062-9211 Campo Grande: (67) 4062-7122 Cuiabá: (65) 4052-9722. MPEBrasil Características - Único com este conceito no mercado e com preços atraentes; Iluminação frontal, com chave liga/desliga, em quatro opções de cores (azul, verde, vermelho e amarelo); - Possui sistema de

Leia mais

Organização de Computadores. (Aula 5) Entrada/Saída

Organização de Computadores. (Aula 5) Entrada/Saída Organização de Computadores (Aula 5) Entrada/Saída Entrada e Saída (Input/Output I/O) Computador: Processador, Memória (principal e secundária) Equipamentos (dispositivos, elementos, unidades,...) de Entrada/Saída

Leia mais

Sistemas Operacionais Carlos Eduardo Portela Serra de Castro

Sistemas Operacionais Carlos Eduardo Portela Serra de Castro Introdução Sistemas Operacionais 1 Sistema Operacional: Um conjunto de programas, executado pelo computador como os outros programas. Função: Controlar o funcionamento do computador, disponibilizando seus

Leia mais

Módulo de captura de imagens do sistema Scisoccer

Módulo de captura de imagens do sistema Scisoccer 1 Módulo de captura de imagens do sistema Scisoccer Rafael Antonio Barro [1] Jailton Farias de Carvalho [2] Resumo: Este artigo descreve como funciona o módulo de captura de imagens do software Sci-soccer,

Leia mais

ATA - Exercícios Informática Carlos Viana. 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor.

ATA - Exercícios Informática Carlos Viana. 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. ATA - Exercícios Informática Carlos Viana 2012 Copyright. Curso Agora eu Passo - Todos os direitos reservados ao autor. ATA EXERCÍCIOS CARLOS VIANA 01 -Existem vários tipos de vírus de computadores, dentre

Leia mais

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1

DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 DEFINIÇÃO DE REQUISITOS SISTEMA DE CONTROLE DE FINANÇAS WEB 1.0 MANTER FUNCIONÁRIO RELEASE 4.1 SUMÁRIO DEFINIÇÃO DE REQUISITOS 4 1. INTRODUÇÃO 4 1.1 FINALIDADE 4 1.2 ESCOPO 4 1.3 DEFINIÇÕES, ACRÔNIMOS

Leia mais

Capítulo 8 Arquitetura de Computadores Paralelos

Capítulo 8 Arquitetura de Computadores Paralelos Capítulo 8 Arquitetura de Computadores Paralelos Necessidade de máquinas com alta capacidade de computação Aumento do clock => alta dissipação de calor Velocidade limitada dos circuitos => velocidade da

Leia mais

Duas capacidades de armazenamento de digitais. Opção para 1.900 digitais (padrão) ou 9.500 digitais opcional);

Duas capacidades de armazenamento de digitais. Opção para 1.900 digitais (padrão) ou 9.500 digitais opcional); Características Possui estrutura com design moderno e LEDs que indicam a confirmação de registros; Exclusivo sistema de hibernação quando o equipamento encontra-se sem energia vinda da rede elétrica, o

Leia mais

Duas capacidades de armazenamento de digitais: 1.900 digitais (padrão) ou 9.500 digitais (opcional);

Duas capacidades de armazenamento de digitais: 1.900 digitais (padrão) ou 9.500 digitais (opcional); Características Possui estrutura com design moderno e LEDs que indicam a confirmação de registros; Os dados são gravados em um cartucho USB. Este modo de gravação oferece total proteção contra a perda

Leia mais

Sumário. Aviso. Para evitar risco de incêndio ou choque elétrico, não exponha este PRODUTO à chuva ou à umidade.

Sumário. Aviso. Para evitar risco de incêndio ou choque elétrico, não exponha este PRODUTO à chuva ou à umidade. Sumário Este símbolo destina-se a alertar o usuário quanto à presença de tensão perigosa não isolada dentro do gabinete do produto, a qual pode ser de magnitude suficiente para constituir risco de choque

Leia mais

Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir

Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir Artigos Técnicos Ferramentas Web para controle e supervisão: o que está por vir Marcelo Salvador, Diretor de Negócios da Elipse Software Ltda. Já faz algum tempo que ouvimos falar do controle e supervisão

Leia mais

Câmera IP. Câmera de rede. Manual do usuário

Câmera IP. Câmera de rede. Manual do usuário 1 Câmera IP Câmera de rede Manual do usuário Diretório 1. Visão geral do produto...2 1.1 Embalagem do produto...3 1.2 Características do produto...3 2. Instalação do hardware... 4 2.1 Conecte o cabo de

Leia mais

ANE0003 - Configurando a pilha TCP/IP Microchip

ANE0003 - Configurando a pilha TCP/IP Microchip - Configurando a pilha TCP/IP Microchip ANE0003 Autor: 1. Introdução Marcelo Martins Maia do Couto A pilha TCP/IP é largamente utilizada para a comunicação entre elementos dentro de uma rede. Este protocolo

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE II. Aula 07 A linguagem de programação C# e sua sintaxe

DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE II. Aula 07 A linguagem de programação C# e sua sintaxe DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE II Aula 07 A linguagem de programação C# e sua sintaxe Na aula passada... Avaliamos o conceito de Integrated Development Environment (IDE); Aprendemos um pouco da evolução do

Leia mais

Introdução à Informática

Introdução à Informática Introdução à Informática Aula 23 http://www.ic.uff.br/~bianca/introinfo/ Aula 23-07/12/2007 1 Histórico da Internet Início dos anos 60 Um professor do MIT (J.C.R. Licklider) propõe a idéia de uma Rede

Leia mais

Infra estrutura da Tecnologia da Informação

Infra estrutura da Tecnologia da Informação Infra estrutura da Tecnologia da Informação Capítulo 3 Adaptado do material de apoio ao Livro Sistemas de Informação Gerenciais, 7ª ed., de K. Laudon e J. Laudon, Prentice Hall, 2005 CEA460 Gestão da Informação

Leia mais

Características técnicas Baseado no ATMega da empresa AVR, fabricante de micro-controladores em plena ascensão e concorrente do PIC Pode usar ATMega

Características técnicas Baseado no ATMega da empresa AVR, fabricante de micro-controladores em plena ascensão e concorrente do PIC Pode usar ATMega ARDUINO O que é Arduino Arduino foi criado na Itália por Máximo Banzi com o objetivo de fomentar a computação física, cujo conceito é aumentar as formas de interação física entre nós e os computadores.

Leia mais

16/09/2012. Agenda. Introdução. Introdução. Tipos de Software (Básico) Tipos de Software. Curso Conexão Noções de Informática

16/09/2012. Agenda. Introdução. Introdução. Tipos de Software (Básico) Tipos de Software. Curso Conexão Noções de Informática Curso Conexão Noções de Informática Aula 2 Arquitetura de Computadores (Software) Agenda Introdução; Tipos de Software; Básico; Aplicativo; Livre; Proprietário. Pirataria de Software; Demos, Freewares

Leia mais

Manual do Aplicativo - Rastreamento Veicular

Manual do Aplicativo - Rastreamento Veicular Manual do Aplicativo - Rastreamento Veicular Sumário Apresentação... 2 Instalação do Aplicativo... 2 Localizando o aplicativo no smartphone... 5 Inserindo o link da aplicação... 6 Acessando o sistema...

Leia mais

GLOSSÁRIO. ActiveX Controls. É essencialmente uma interface usada para entrada e saída de dados para uma aplicação.

GLOSSÁRIO. ActiveX Controls. É essencialmente uma interface usada para entrada e saída de dados para uma aplicação. GLOSSÁRIO Este glossário contém termos e siglas utilizados para Internet. Este material foi compilado de trabalhos publicados por Plewe (1998), Enzer (2000) e outros manuais e referências localizadas na

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES

MANUAL DE INSTRUÇÕES MANUAL DE INSTRUÇÕES 1 Conteúdo 1. LogWeb... 3 2. Instalação... 4 3. Início... 6 3.1 Painel Geral... 6 3.2 Salvar e Restaurar... 7 3.3 Manuais... 8 3.4 Sobre... 8 4. Monitoração... 9 4.1 Painel Sinóptico...

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Aula 3 Software Prof.: Edilberto M. Silva http://www.edilms.eti.br SO - Prof. Edilberto Silva Barramento Sistemas Operacionais Interliga os dispositivos de E/S (I/O), memória principal

Leia mais

Alessandro F. Cunha O que são sistemas embarcados?

Alessandro F. Cunha O que são sistemas embarcados? Alessandro F. Cunha O que são sistemas embarcados? 1. Introdução Alguma vez você já se deu conta que o microondas de sua casa tem uma capacidade computacional maior do que tinha o projeto Apolo, que levou

Leia mais

Câmera CFTV Digital Sem Fio

Câmera CFTV Digital Sem Fio Câmera CFTV Digital Sem Fio Manual do Usuário Você acaba de adquirir um produto Leadership, testado e aprovado por diversos consumidores em todo Brasil. Neste manual estão contidas todas as informações

Leia mais

Manual. Rev 2 - junho/07

Manual. Rev 2 - junho/07 Manual 1.Desbloquear o software ------------------------------------------------------------------02 2.Botões do programa- --------------------------------------------------------------------- 02 3. Configurações

Leia mais

1 REQUISITOS BÁSICOS PARA INSTALAR O SMS PC REMOTO

1 REQUISITOS BÁSICOS PARA INSTALAR O SMS PC REMOTO 1 ÍNDICE 1 REQUISITOS BÁSICOS PARA INSTALAR O SMS PC REMOTO... 3 1.1 REQUISITOS BASICOS DE SOFTWARE... 3 1.2 REQUISITOS BASICOS DE HARDWARE... 3 2 EXECUTANDO O INSTALADOR... 3 2.1 PASSO 01... 3 2.2 PASSO

Leia mais

Microterminal MT 740. Manual do Usuário - versão 1.2

Microterminal MT 740. Manual do Usuário - versão 1.2 w Microterminal MT 740 Manual do Usuário - versão 1.2 1 2 ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO 1 2 RECONHECENDO O MT 740 2 3 INSTALAÇÃO 3 4 FUNCIONAMENTO 4 4.1 DESCRIÇÃO DAS CONFIGURAÇÕES E DOS COMANDOS 6 4.2 COMUNICAÇÃO

Leia mais

Introdução. à Linguagem JAVA. Prof. Dr. Jesus, Edison O. Instituto de Matemática e Computação. Laboratório de Visão Computacional

Introdução. à Linguagem JAVA. Prof. Dr. Jesus, Edison O. Instituto de Matemática e Computação. Laboratório de Visão Computacional Introdução à Linguagem JAVA Prof. Dr. Jesus, Edison O. Instituto de Matemática e Computação Laboratório de Visão Computacional Vantagens do Java Independência de plataforma; Sintaxe semelhante às linguagens

Leia mais

Microcontrolador Modelix 3.6

Microcontrolador Modelix 3.6 Curso de Robótica 1 Curso de Robótica Introdução à robótica O desenvolvimento da robótica surgiu da necessidade de se aperfeiçoar processos de fabricação, no sentido de melhorar a qualidade dos produtos.

Leia mais

Capítulo 8. Sistemas com Múltiplos Processadores. 8.1 Multiprocessadores 8.2 Multicomputadores 8.3 Sistemas distribuídos

Capítulo 8. Sistemas com Múltiplos Processadores. 8.1 Multiprocessadores 8.2 Multicomputadores 8.3 Sistemas distribuídos Capítulo 8 Sistemas com Múltiplos Processadores 8.1 Multiprocessadores 8.2 Multicomputadores 8.3 Sistemas distribuídos 1 Sistemas Multiprocessadores Necessidade contínua de computadores mais rápidos modelo

Leia mais

INDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. CONFIGURAÇÃO MÍNIMA... 4 3. INSTALAÇÃO... 4 4. INTERLIGAÇÃO DO SISTEMA... 5 5. ALGUNS RECURSOS... 6 6. SERVIDOR BAM...

INDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. CONFIGURAÇÃO MÍNIMA... 4 3. INSTALAÇÃO... 4 4. INTERLIGAÇÃO DO SISTEMA... 5 5. ALGUNS RECURSOS... 6 6. SERVIDOR BAM... 1 de 30 INDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. CONFIGURAÇÃO MÍNIMA... 4 3. INSTALAÇÃO... 4 3.1. ONDE SE DEVE INSTALAR O SERVIDOR BAM?... 4 3.2. ONDE SE DEVE INSTALAR O PROGRAMADOR REMOTO BAM?... 4 3.3. COMO FAZER

Leia mais

Duas capacidades de armazenamento de digitais. Opção para 1.900 digitais (padrão) ou 9.500 (opcional);

Duas capacidades de armazenamento de digitais. Opção para 1.900 digitais (padrão) ou 9.500 (opcional); Características Fabricada em aço-carbono, com pintura em epóxi preto; Tratamento anticorrosivo; Acabamento em aço inox; Fechadura para acesso aos componentes eletrônicos; Iluminação frontal, com chave

Leia mais

Manual de Instalação do OASIS

Manual de Instalação do OASIS Manual de Instalação do OASIS SISTEMA DE GESTÃO DE PROJETO, DEMANDA E SERVIÇO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO OASIS Versão 2.0 Introdução Esse manual tem como objetivo auxiliar aos usuários nos procedimentos

Leia mais

Controle Inteligente de Robôs Móveis Autônomos utilizando Sistemas Inteligentes

Controle Inteligente de Robôs Móveis Autônomos utilizando Sistemas Inteligentes Controle Inteligente de Robôs Móveis Autônomos utilizando Sistemas Inteligentes Aluno: Gabriel Lins Tenório Orientadoras: Roxana Jiménez e Marley Rebuzzi Vellasco Introdução A aplicação de robôs móveis

Leia mais