UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA IGOR ARMBRUST Os esportes radicais como potenciais geradores de saberes interdisciplinares São Paulo 2011

2 UNIVERSIDADE SÃO JUDAS TADEU PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM EDUCAÇÃO FÍSICA IGOR ARMBRUST Os esportes radicais como potenciais geradores de saberes interdisciplinares Dissertação apresentada à Banca Examinadora composta pelo Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu / Mestrado em Educação Física da Universidade São Judas Tadeu, como exigência parcial para obtenção do título de Mestre em Educação Física, na Linha de pesquisa: Educação Física, Escola e Sociedade, tendo como Orientadora a Prof a. Dr a. Sheila Aparecida Pereira dos Santos Silva São Paulo 2011

3 Armbrust, Igor Os esportes radicais como potenciais geradores de saberes interdisciplinares / Igor Armbrust. - São Paulo, f. : tab. ; 30 cm Orientador: Sheila Aparecida Pereira dos Santos Silva. Dissertação (mestrado) Universidade São Judas Tadeu, São Paulo, Abordagem interdisciplinar do conhecimento na educação. 2. Educação física - Aspectos sociais. 3. Esportes radicais. I. Silva, Sheila Aparecida Pereira dos Santos. II Universidade São Judas Tadeu, Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Física. III. Título Ficha catalográfica: Elizangela L. de Almeida Ribeiro - CRB 8/6878

4 EPÍGRAFE Rio sem discurso Quando um rio corta, corta-se de vez o discurso-rio de água que ele fazia; cortado, a água se quebra em pedaços, em poços de água, em água paralítica. Em situação de poço, a água equivale a uma palavra em situação dicionária: isolada, estanque no poço dela mesma, e porque assim estanque, estancada; e mais: porque assim estancada, muda, e muda porque com nenhuma comunica, porque cortou-se a sintaxe desse rio, o fio de água por que ele discorria. O curso de um rio, seu discurso-rio, chega raramente a se reatar de vez; um rio precisa de muito fio de água para refazer o fio antigo que o fez. Salvo a grandiloquência de uma cheia lhe impondo interina outra linguagem, um rio precisa de muita água em fios para que todos os poços se enfrasem: se reatando, de um para outro poço, em frases curtas, então frase e frase, até a sentença-rio do discurso único em que se tem voz a seca ele combate. João Cabral de Melo Neto O contrário é convergente e dos divergentes nasce a mais bela harmonia Heráclito Eu ficarei bem satisfeito se os que quiserem me fazer objeções não se apressarem, e se eles se esforçarem para entender tudo o que eu escrevi antes de me julgarem por uma parte: pois o todo se sustenta e o fim serve para demonstrar o começo. Descartes

5 RESUMO Os esportes radicais são objetos recentes de atenção do meio acadêmico, tendo sido relatados seus benefícios e possibilidades para a promoção do desenvolvimento humano. No entanto, há pouca produção no Brasil quando o universo de estudo é o meio escolar. Os esportes radicais, quando colocados como tema de estudo, podem ser vistos como meios educativos ao constarem de propostas que compreendam a complexidade humana visando à promoção da educação integral do ser humano. A temática inserida no contexto escolar pode contribuir para o desenvolvimento de estratégias de ensino e de estudos interdisciplinares. Nesse contexto, a pesquisa pretendeu, por meio de pesquisa-ação, construir estratégias de ensino com professores do Ensino Fundamental I, de várias disciplinas, e discutir o papel da Educação Física como componente curricular no fomento do trato pedagógico da temática. A partir da intenção manifesta pela direção da escola e do compromisso conjunto dos professores, foram utilizados instrumentos de pesquisa como: diário de campo, gravações de reuniões pedagógicas, entrevistas individuais que permitiram gerar o relatório da pesquisa identificando resultados profícuos descritos de forma cíclica. Inicialmente, descrevemos o encontro do pesquisador com o conhecimento peculiar da escola, a apresentação da proposta interdisciplinar e a observação das dificuldades de tentar fazer algo que expandisse os salões de estudo. Após essa fase, no segundo ciclo trouxemos à tona o conhecimento profundo e vivencial da escola, sua rotina, seus princípios geradores de diálogos e o respeito e as aproximações com o bairro-educador. Passada essa etapa, realizamos a construção dos círculos de cultura como formação dialógica para possibilitar a capacidade de adquirir e transmitir conhecimentos sobre os Esportes Radicais (ER), identificando e expondo suas limitações. Em seguida, colocamos os professores para experimentarem estratégias reflexivas como intuito de poder ofertar melhores entendimentos sobre os ER. No quinto ciclo construímos, em conjunto, um roteiro de estudo como desencadeador interdisciplinar no ciclo fundamental I e detectamos anseios por parte de alguns professores quanto a trabalhar com diversas estratégias de comunicação tendo por finalidade romper com o saber expositivo supervalorizado, partindo para os procedimentos reflexivos. Fechando os ciclos, foi feita a aplicação da fase inicial do roteiro de estudos em todas as séries do ciclo fundamental I, conjecturando aceitação à mudança propositiva de ensino com lideranças entre os grupos de professores. Consideramos, a partir dos resultados da pesquisa-ação aplicada na escola, que os processos educativos permitem mostrar o universo complexo e vivo de um organismo estruturado por pessoas com pensamentos próximos, almejando transformar ou modificar as

6 realidades de seus discentes para que enxerguem na educação, e através da educação, possibilidades qualitativas de se reconhecerem enquanto indivíduos participantes e interventores de sua comunidade. Os ER, colocados no roteiro de estudo potencializando saberes interdisciplinares, conseguiram, a nosso ver, provocar a atenção através do desafio causando desequilíbrios e conexões no processo de aprendizado possibilitando a ocorrência de avanços educativos. Palavras-chave: Educação Física. Esportes radicais. Interdisciplinaridade. Educação.

7 ABSTRACT The radical sports are receiving more attention in the academic world recently, they have been mentioning about benefits and possibilities of them to promote the human development. However, there are few productions in Brazil in the academic world. The radical sports (RS), reported as a study subject, can be seen as educational methods that provide the comprehension of the human complexity and they aim the promotion of the whole education of the human being. This theme inserted in the scholar context can contribute with the development of strategies of teaching and studing. In this context, the research has the purpose to make teaching strategies with teachers of Elementary School, from different subjects, and to discuss the Physical Education role as a curricular compound to foment the pedagogic treat on this theme. As soon as the school organization intended to do it and the group of teachers compromised with it, we used research tools such as a daily record, recordings of pedagogic meetings, individual interviews that allowed to create a research report to identify the profitable results described in a cyclic way. In the beginning we described the meeting of the researcher with the unique school knowledgement, the presentation of the interdisciplinary proposition and the observation of the difficulties in an attempt of expanding the studies rooms. After this phase, in the second cycle, we brought a deep knowledgement and living from the school, its routine, its principles producers of dialogue and the respect, besides the proximities with the neighbor-educator. Over this step, we put in practice the building of culture circles as a dialogical structure to make possible the capacity of acquiring and transmiting knowledge about RS then we identified and exposed the limitations. After that we led the teachers to try on reflexive strategies in the intuit to offering better understandings about RS. In the fifth cycle we built together a study guide to provoke the interdisciplinary in the elementary cycle I. So, we detected desire in some teachers to work with several communication strategies to break the overvalued exhibited knowledge, then going to the reflexive procedures; and closing the cycles, the initial phase of the study guide was applied in all the grades of the elementary cycle I presuming the leaders among the group of teachers will accept the educational changing proposed. We considered, with the results from the action-research applied at the school, that the educational processes allow to show the complex universe organized structure constituted by people with similar thoughts. They desire to transform and change the realities of the teachers in order of them to see in the education a few possibilities to recognize themselves as an active and transforming individual from their communities. The RS put in the study guide powered the interdisciplinary

8 knowledgement, in fact they could, in our opinion, grab the attention through the challenging and cause unbalancing and connection in the learning process; so that, can bring educational advances. Key-words: Physical Education. Radical Sports. Interdisciplinary. Education.

9 LISTA DE QUADROS Quadro 1: Classificação geral dos Esportes Radicais divididos em esportes de aventura e de ação quanto ao local de prática...71 Quadro 2: Caracterização geral dos Esportes Radicais, divididos em esportes de aventura e esportes de ação...73

10 LISTA DE FIGURAS Figura 1: Representação das fases cíclicas da investigação-ação...27

11 LISTA DE ABREVIATURAS AFAN CS EF EFE EMEF ER PA PCN TT Atividades Físicas de Aventura na Natureza Presidente Campos Salles Educação Física Educação Física Escolar Escola Municipal de Ensino Fundamental Esportes Radicais Pesquisa-ação Parâmetros Curriculares Nacionais Temas Transversais

12 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO O caminho para a pesquisa METODOLOGIA OS CICLOS DA PESQUISA-AÇÃO Ciclo 1 O projeto Conversa com a direção e a coordenação A essência dos Esportes Radicais na busca de transcendência e imanência do ser humano Aproximações da educação: mas que educação? Reunião pedagógica Aceitação Conclusões Ciclo 2 A escola Conhecendo o espaço O espaço educativo - Heliópolis A EMEF Presidente Campos Salles Princípios educacionais Conclusões Ciclo 3 Encontros Interdisciplinaridade e radicalidade: essência do saber complexo Entendimentos e dificuldades na interdisciplinaridade Obstáculos Reflexões Os Esportes Radicais Partilhando ideias Transversalidade Expectativas de ensino aprendizagem para o ciclo fundamental I Desfecho dos assuntos Conclusões Ciclo 4 Experimentações O encontro nos desencontros...86

13 3.4.2 O olhar para o movimento enquanto linguagem expressiva Articulação entre as áreas do saber As atividades Conclusões Ciclo 5 Roteiros de estudo Resolver Problemas Fechamento Conclusões Ciclo 6 Aplicação do roteiro Conclusões CONSIDERAÇÕES FINAIS Referências APÊNDICE A - TCLE: Professores e coordenador pedagógico APÊNDICE B - Termo de autorização e responsabilidade da escola para execução da pesquisa APÊNDICE C - TCLE: Pais/responsáveis pelo aluno APÊNDICE D - TCLE: Diretor APÊNDICE E - Roteiro de entrevista para o diretor e coordenador pedagógico APÊNDICE F - Roteiro de entrevista para os professores APÊNDICE G Aspectos éticos da pesquisa...149

14 12 1 INTRODUÇÃO O interesse pelo tema Esportes Radicais (ER) iniciou-se quando comecei a acompanhar um professor de Educação Física (EF) que explorava atividades diferenciadas, para seus alunos, por meio deles. Terminada minha graduação em EF, procurei especializarme nessa área na qual já tinha alguma vivência durante a infância e adolescência. Com esse professor, trabalhei como convidado em cursos ocasionais em escolas e até em algumas aulas de ER, na universidade. Logo fui contratado para lecionar no meio universitário, pois ainda há um déficit de profissionais qualificados e que consigam entender a dinâmica de mercado dos ER nos âmbitos do lazer, do treinamento, e principalmente, na área educacional (ARMBRUST, LAURO, 2010; PEREIRA; ARMBRUST; RICARDO, 2008; LAURO; DANUCALOV, 2005) para atender à demanda na formação de profissional em EF. Observando o crescimento de interesses por atividades que apresentam uma lógica diferenciada das aulas tradicionais de Educação Física escolar (EFE) e que valorizam o ser humano em sua plenitude, nota-se que o interesse de crianças por esportes tem colocado em pauta os ER (BETRÁN; BETRÁN, 2006). Alguns estudos sobre ER mostram a preocupação dessas atividades em ambientes diferentes e surgem indícios de sua profícua utilização na área educacional (UVINHA, 2004; CARDOSO; SILVA; FELIPE, 2006; MARINHO; SCHWARTZ, 2005). Mesmo que ainda haja muito a ser feito para melhor compreender o estudo do esporte na escola e estabelecer estratégias didáticas consistentes sobre como os esportes podem ser tratados nesse contexto, os ER mostram características que lhe permitem compor o currículo escolar, desenvolver potencialidades humanas e aproximar conteúdos. Em nossos estudos sobre o tema, verifica-se que as primeiras abordagens sobre ER deram-se nos grupos de pesquisa da área de lazer e apresentam diferentes entendimentos sobre o fenômeno. Este é tratado frequentemente como Atividades Físicas de Aventura na Natureza (AFAN), entendidas como situações recreativas e contemplativas em ambientes naturais, que não exigem aptidão física para iniciar sua prática, e são apresentadas como modalidades que possuem, em seu cerne, o enfrentamento do risco, muito mais imaginário do que real (MARINHO; BRHUNS, 2006). Os ER, por outro lado, são mostrados como modalidades que possuem muita competitividade e mais exposição ao risco, tendo, por essas razões, menor número de praticantes. Consideramos que a prática de ER pode ser compreendida a partir do risco como um elemento que estimula ao enfrentamento do desafio, provocando inquietações nos praticantes

15 13 e, ao mesmo tempo, permitindo que se sintam vivos, recompensados, ao praticar esse tipo de atividade. Apontamos que o risco não precisa ser enxergado como algo negativo nas situações do dia-a-dia, essa dinâmica representa valores positivos, como o enfrentamento do medo, a superação de seus limites, a compreensão e aproximação da natureza, o respeito pelos outros em suas expressividades, entre outros (PEREIRA; ARMBRUST, 2010). No ambiente educacional, a introdução desses temas não visa apenas à melhora de habilidades motoras. Pensar no planejamento de ER na escola requer um conhecimento de competências e habilidades desenvolvidas pelo sujeito que interage com o meio e, ainda, saber o quanto esse meio pode influenciar no indivíduo, buscando, assim, um enfoque amplo sobre educação. Morin (2002b) apresenta apontamentos interdisciplinares de propostas pedagógicas pós-modernas que precisam seguir o entendimento complexo de educar por meio de diferentes vias de acesso ao aluno e em diferentes cenários. Morin (2007) ainda explica que a complexidade surge onde o pensamento simplificador e reducionista falha, pois o pensamento complexo se propõe a integrar em si tudo o que põe ordem, clareza, distinção e precisão no conhecimento. Sua finalidade é ligar os entendimentos e aspirar ao conhecimento multidimensional. Mas é importante comentar que a totalidade não é verdade absoluta, sendo assim, o princípio do pensamento parte da incompletude e da incerteza. É fundamental distinguir os saberes, mas não isolá-los. A interdisciplinaridade é um tema bastante discutido na área educacional, pois trata, justamente, de desvelar as comunicações e convivências das pessoas e dos saberes. É uma relação de reciprocidade, de mutualidade, que pressupõe uma atitude diferente a ser assumida frente ao problema do conhecimento, ou seja, é a substituição de uma concepção fragmentária para uma concepção unitária do ser humano (FAZENDA, 1993). Pensar de forma interdisciplinar é instaurar uma pedagogia da incerteza, é observar as possibilidades e acasos a partir do contexto concreto (JAPIASSÚ, 1983). Os ER, colocados numa perspectiva educacional ampla, conforme acreditamos e defendemos, devem abranger diferentes tipos de conhecimentos. Há saberes pautados nas compreensões ecológicas, nos enfrentamentos dos riscos, nas dinâmicas interpretativas de natureza e urbanismo, nas expressões de linguagens, artes entre outras concepções que corroboram para a ligação dos saberes, além do incentivo a diversidade cultural (PEREIRA; ARMBRUST, 2010). Dentre os diversos objetivos educacionais assumidos em várias propostas pedagógicas, entendemos que a pluralidade dos Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), destaca-se para

16 14 a compreensão e elucidação deste trabalho, pois permitem: conhecer e valorizar a pluralidade sociocultural; perceber-se integrante, dependente e agente transformador do ambiente; desenvolver autoconhecimento e exercício das relações para a cidadania; conhecer e cuidar do próprio corpo valorizando hábitos saudáveis; utilizar as diferentes linguagens, verbal, matemática, gráfica, plástica e corporal; resolver problemas utilizando diferentes recursos. Essa premissa está inserida num olhar comprometido e transversal, pois assume, enquanto dificuldades para exploração integrada, o corpo de conhecimentos que tradicionalmente é fragmentada. Os Temas Transversais (TT) podem contribuir positivamente para aproximar as ideias e relacionar disciplinas. Os assuntos destacados nesses Temas precisam abarcar problemas locais e/ou globais que explorem o contexto social emergente. É notório verificar que os ER, com amplitude e abertura de possibilidades podem corresponder às questões importantes, urgentes e presentes, sob várias formas, na vida cotidiana. Há tempos que esses assuntos precisam ser debatidos no âmbito escolar, reforçando o entendimento das relações dos conteúdos, pois os TT precisam ser incorporados nas áreas já existentes e no trabalho educativo da escola, como apontam os documentos de base nacional e estadual (BRASIL, 1997; 1998; SÃO PAULO, 2007). Na prática pedagógica, interdisciplinaridade e transversalidade alimentam-se mutuamente, pois não é possível fazer um trabalho pautado na transversalidade tomando-se uma perspectiva disciplinar rígida. A transversalidade pode promover uma compreensão abrangente dos diferentes objetos do conhecimento. Por essa mesma via, a transversalidade abre espaço para a inclusão de saberes extra-escolares, possibilitando a referência a sistemas de significados construídos a partir das discussões e vivências que os alunos têm diante das diferentes realidades. Uma das realidades constituídas na sociedade é o movimento expressivo: todo ser humano é capaz de se comunicar e aprender por diferentes vias (GARDNER, 1994, 2001). É possível vislumbrar a valorização e incentivo da cultura expressiva nos PCN, assim como no caderno de orientações curriculares e proposição de expectativas de aprendizagem do município de São Paulo, quando explicitam a intenção de trabalhar na escola com práticas como: os jogos, as lutas, as atividades rítmicas e danças, os esportes e as ginásticas, enquanto produções culturais visando ao ensino e à aprendizagem (BRASIL, 1998; SÃO PAULO, 2007). Essa cultura que procura analisar todo o contexto sob a ótica das práticas corporais, deve-se renovar constantemente, pois a ação de movimentos novos e determinadas práticas culturais chegam à contemporaneidade depois de terem passado por um processo no qual foram modificadas ou reinventadas (ARMBRUST, 2008).

17 15 Como pano de fundo, deste estudo, são as qualidades de intercomunicação entre as áreas do saber: por que não surgem propostas interdisciplinares que abarquem os saberes emergentes numa proposta municipal e/ou nacional de modo concreto? Por que há diferenciações nas propostas curriculares, no que tange as distribuições semanais de atividades e áreas do saber como expressões artísticas e corporais descritas nos componentes curriculares e nos planejamentos pedagógicos? Quais são as efetividades e concretizações de planejamentos participativos que respeitem as diferentes áreas e enxerguem as devidas potencialidades para um trabalho interdisciplinar? Pensando nas compreensões interdisciplinares e na diversificação de expressões valorizadas nos PCN e nas expectativas de aprendizagem propostas pela secretaria municipal de São Paulo. Surge um questionamento profícuo que norteia a pesquisa: como um tema que apresente novidades, por exemplo, os ER, escolhido pelo pesquisador, pode ser gerador de práticas e saberes interdisciplinares? Chamamos a atenção para problemas, que não podem ser enxergados por um único ponto de vista. Sabemos da importância das disciplinas, dos conteúdos propostos, mas alertamos que as relações sobre essa dinâmica, muitas vezes não acontece. Claramente os alunos não conseguem fazer ligações entre o que aprendem, pois os processos ainda resvalam nos tradicionalismos e separações de conhecimentos. O que estão ensinando pode ser fundamental e importante, mas se colocado sem contextualização, sem interrelações com os problemas sociais ou com as vidas cotidianas de um determinado local, pode ser que esse saber passe despercebido, pois o conhecimento parte de uma atenção seletiva que é criada na empatia, nas aproximações e diálogos entre os envolvidos. As pessoas precisam fazer parte do processo de aprendizagem para serem, todos, responsáveis pela busca, enquanto sujeitos inacabados (FREIRE, 2004). Inacabados com valorações de busca do conhecimento e sabendo que este não é simplesmente jogado, derramado para alguém, mas discutido, questionado, aplicado e fundamentalmente transformado o tempo todo. Mais do que tentar aproximar uma atividade diferente na área educacional, é poder trabalhar com aspectos estratégicos e éticos para a militância de se comunicar: as disciplinas, conteúdos, o saber e as pessoas. O processo de mudanças exige desapego entre o que se sabe e o que não se sabe, e respeito aos outros, que podem saber o que você ainda não sabe, mas se dispõe a dialogar. O que se propõe é instaurar uma pedagogia que provoque o diálogo entre as pessoas que trabalham na instituição educativa, comprometidas com seus ensinamentos e

18 16 entre os saberes e estratégias, para fornecer aprendizagem significativa, utilizando diferentes linguagens comunicativas. Pelo exposto até o momento, entendemos que há fatores favoráveis para o estudo dos ER na escola. Por exemplo, o processo de desenvolvimento da criança passa por níveis de amadurecimento promovidos por suas experiências, elaborações e reflexões. A criança passa grande parte da sua vida na escola e é nesse cenário que as transformações individuais e sociais acontecem. Mesmo sabendo que há grandes influências do contexto familiar, e dos ambientes de convivência fora da escola, os valores que trazem ou que aprendem na vida é que constituirão sua forma de ler o mundo e retratar os conhecimentos e experiências culturais. Esse caminho é fundamental para a construção da personalidade, do conhecimento do próprio eu e dos outros, das individualidades biológicas, da expansão das múltiplas inteligências e da promoção de outras experiências que o indivíduo pode ter para se desenvolver. Essa constituição do universo exploratório de cada um e as oportunidades que os educadores podem despertar e oportunizar são marcadas e geradas por um conjunto de intencionalidades cujos resultados chamamos de educação. Durante a vida escolar, podemos proporcionar estímulos apropriados ao desenvolvimento humano em diferentes idades, desde a Educação Infantil, percorrendo o Ensino Fundamental, e o Ensino Médio. Em todo esse percurso, é pertinente destacar as valorizações e as propostas oferecidas pelo professor e por outros profissionais envolvidos nesses ambientes educacionais, que valorizem o acervo motor, cognitivo, afetivo, social e cultural dos alunos, para o processo de desenvolvimento integral do ser humano. A integração didático-pedagógica pode ser associada à aventura no que se refere aos desafios de cada tarefa ou ação estimuladora para resolver problemas, e pode constituir, durante as aulas, um meio facilitador do desenvolvimento, além de poder proporcionar contato com os TT e emergentes, no que se refere à aproximação e conscientização sobre o meio ambiente, respeito aos gêneros e suas diferenças, à ética, à saúde, aos valores e conceitos e à pluralidade cultural. Essa temática tratada com o tempero da aventura permite inovar nas experimentações e reflexões referentes à cultura de movimento e expressar saberes que se relacionam em abordagens interdisciplinares. Neste estudo, pretende-se que a associação entre pesquisa e sujeitos envolvidos na temática possibilite um avanço na compreensão sobre o planejar e o aplicar saberes interligados, aproximando as disciplinas, os professores e os alunos com a premissa de ser relevante para o contexto escolar em que estão inseridos.

19 17 A relevância do estudo encontra-se na possibilidade de apresentar e contemplar a diversidade cultural no âmbito educacional e esclarecer as possibilidades de planejamentos estruturados numa dinâmica interdisciplinar, identificando e enfrentando problemas. Nesse sentido, um tema emergente, como os ER, alicerçados à educação, por lidarem com a imprevisibilidade, com o desconhecido, com as proezas heróicas e com a conscientização sobre o meio ambiente pode propiciar um ambiente positivo para que as habilidades, as capacidades e as compreensões transversais sejam deliberadamente desenvolvidas durante o processo de aprendizagem de professores e alunos. Temos clareza de que este estudo não esgotará as respostas para cada um dos problemas levantados, mas consideramos as seguintes possibilidades de: a) Compreender o processo de planejamento e de ensino interdisciplinar a partir de um tema gerador; b) Identificar as dificuldades de planejar e ensinar de maneira interdisciplinar a partir dos ER como tema gerador; c) Identificar as estratégias de ensino interdisciplinar propostas pelos professores a partir dos ER como tema gerador; 1.1 O caminho para a pesquisa Ao procurar uma escola que estivesse aberta para o diálogo sobre diferentes formas de enxergar os processos de ensino aprendizagem e as possíveis relações entre as áreas de conhecimento, notamos uma dificuldade inicial em estabelecer esse vínculo com as linguagens e comunicações emergentes, além de não se conseguir um espaço nos currículos, cada vez mais estruturados, comprometidos e, arriscamo-nos a dizer, porque não, inflexíveis, concordando com Japiassú (1976). O nosso primeiro contato foi com uma escola particular, em agosto de 2010, através de professores colaboradores que acompanhavam e compartilhavam a ideia de tentar estruturar algo em conjunto, relacionando professores e saberes. Visitamos esta escola durante dois meses, aproximadamente, realizando cerca de seis encontros envolvendo direção, equipe pedagógica e professores. Na fase das assinaturas do termo de autorização da escola, a coordenação vetou o projeto afirmando que um tema como esse, trazido por nós, seria algo que chocaria os pais. Mesmo concordando com a importância de apresentar diversidades culturais e acreditar que somente o trabalho interdisciplinar teria sentido para as relações e

20 18 conhecimentos para transformação social propostos no projeto, alegaram que teriam certos riscos, que os pais não compreenderiam. Diante disso, tentamos dialogar sobre a possibilidade de um esclarecimento aos pais a fim de verificar o que achavam sobre a proposta, mas também foi negado. Um trabalho de dois meses, dispondo tempo, investimento para deslocamentos e materiais de apresentação da proposta, foi em vão. Isso poderia criar certo desânimo e desespero devido ao tempo de pesquisa num programa de pós-graduação, mas perseveramos e partimos para outro lugar. Desta vez analisando o que poderia ser trabalhado de forma diferente ou desenvolvido para criar uma relação de aproximação e compreensão adequada sobre o tema. Mais uma tentativa que durou dois encontros e foi vetada, pois o tema despertava más interpretações, discriminando sua adesão no meio educacional, não sendo possível discuti-lo, porque estávamos usando o nome Esportes Radicais. Percebemos que os estereótipos rotulam, indiscriminadamente, através da mídia, assim como pontuam (LE BRETON, 2009; NEIRA, 2007; BETTI, 1998). Algumas pessoas aceitam informações sem avaliar o conteúdo, o compromisso, a qualidade e o benefício que uma pesquisa pode trazer para o meio educacional. Se a escola pertence à comunidade, ao povo, como colocada por Freire (2004), suas propostas deveriam ser, pelo menos, ouvidas e discutidas entre as pessoas que representam os interesses educacionais. Pensamos, algumas vezes, em alterar o nome que apoiaria o tema para maquiá-lo, nesse primeiro momento, abrindo um acesso para explanar melhor o assunto. Mas acreditávamos, também, que seria contra o que estamos lendo, assumindo, compartilhando e convivendo durante vários anos de experiência e contato com o assunto. Durante um determinado tempo, nos policiamos em pesquisar sobre escolas que estivessem desenvolvendo ou tentando trabalhar, de formas diferenciadas, com propostas alternativas aos modelos tradicionais. Foi neste tempo de pesquisa, que levou aproximadamente um mês, que estabelecemos contato com um colaborador que realizara um projeto em uma determinada escola que teria perfil para compreender a proposta de pesquisa. Esta escola referida é a Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Presidente Campos Salles (CS), atual parceira que adotou nossa ideia para fazer parte dos roteiros de estudo 1 no ano de 2011, relacionando os ER com os temas propositivos da escola, acordados em reunião que envolvem o meio ambiente e o movimento. Podemos dizer que a chance de tudo isso 1 Roteiros de Estudo Sinteticamente esse nome é dado para um determinado assunto descrito em forma de um caderno de estudos que os alunos recebem na escola. Abaixo explicaremos com detalhes o funcionamento de um roteiro de estudo.

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA

EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA GT-1 FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCADOR INFANTIL E O PROCESSO FORMATIVO NA CONSTRUÇÃO DE ATORES REFLEXIVOS DA PRÁTICA PEDAGÓGICA RESUMO Maria de Lourdes Cirne Diniz Profa. Ms. PARFOR E-mail: lourdinhacdiniz@oi.com.br

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR

CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR CONGRESSO CARIOCA DE EDUCAÇÃO FÍSICA 2º FEP RJ ABERTURA DO FÓRUM: CONTEXTO GERAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR Acreditamos ser relevante abordar de forma rápida o contexto atual da Educação Física Escolar

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA

A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA 1 A IMPORTÂNCIA DA EDUCAÇÃO FISICA NAS SÉRIES INICIAIS DA EDUCAÇÃO BÁSICA LEILA REGINA VALOIS MOREIRA INTRODUÇÃO O tema a ser estudado tem como finalidade discutir a contribuição da Educação Física enquanto

Leia mais

e-mail: simoneperes2@yahoo.com.br 1 CONCEPÇÕES DE CURRÍCULO e-mail: simoneperes2@yahoo.com.br 2 CONVERSANDO SOBRE CURRÍCULO Diferentes concepções Conteúdos e competências Sobre aprendizagens Projetos alternativos

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO

ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO ARTIGO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO EDUCAÇÃO AMBIENTAL E RECICLAGEM DO LIXO Resumo: O presente artigo pretende refletir sobre os problemas ambientais em nossa sociedade, em especial, sobre o

Leia mais

2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL 2.5 AVALIAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Para que a Educação Infantil no município de Piraquara cumpra as orientações desta Proposta Curricular a avaliação do aprendizado e do desenvolvimento da criança, como

Leia mais

48 Os professores optaram por estudar a urbanização, partindo dos espaços conhecidos pelos alunos no entorno da escola. Buscavam, nesse projeto, refletir sobre as características das moradias existentes,

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA Fernanda Pimentel Dizotti Academia de Ensino Superior fernandadizotti@gmail.com Norma Suely Gomes Allevato Universidade Cruzeiro do Sul normallev@uol.com.br

Leia mais

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com

Justificativa: Cláudia Queiroz Miranda (SEEDF 1 ) webclaudia33@gmail.com Raimunda de Oliveira (SEEDF) deoliveirarai@hotmail.com 1 COMO COLOCAR AS TEORIAS ESTUDADAS NA FORMAÇÃO DO PNAIC EM PRÁTICA NA SALA DE AULA? REFLEXÕES DE PROFESSORES ALFABETIZADORES SOBRE O TRABALHO COM O SISTEMA DE NUMERAÇÃO DECIMAL Cláudia Queiroz Miranda

Leia mais

FIC SEM LIXO - Projeto de Educação Ambiental desenvolvido na Escola Estadual Professor Francisco Ivo Cavalcanti em Natal/RN

FIC SEM LIXO - Projeto de Educação Ambiental desenvolvido na Escola Estadual Professor Francisco Ivo Cavalcanti em Natal/RN FIC SEM LIXO - Projeto de Educação Ambiental desenvolvido na Escola Estadual Professor Francisco Ivo Cavalcanti em Natal/RN Brenda Luíza Patriota Lima e Silva¹ André Elias Nóbrega² João Batista dos Santos³

Leia mais

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO

GUIA DE IMPLEMENTAÇÃO DO CURRICULO ANO 2 - APROFUNDAMENTO ESTRUTURA GERAL DOS ROTEIROS DE ESTUDOS QUINZENAL Os roteiros de estudos, cujo foco está destacado nas palavras chaves, estão organizados em três momentos distintos: 1º MOMENTO - FUNDAMENTOS TEÓRICOS -

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E MEIO RURAL: Análise curricular

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E MEIO RURAL: Análise curricular EDUCAÇÃO AMBIENTAL E MEIO RURAL: Análise curricular Vanessa Minuzzi Bidinoto 1 Viviane Dal-Souto Frescura 2 Aline Pegoraro 3 Resumo: O presente trabalho buscou provocar reflexões sobre a importância da

Leia mais

Ciclos educativos. Desenvolvimento Humano

Ciclos educativos. Desenvolvimento Humano Estágios; Processo; Desenvolvimento; Conhecimento; Experiência cultural; Múltiplas inteligências; Aprendizagem; Educação; Desenvolvimento Humano Ciclos educativos Infantil; Fundamental; Fund. I e II Médio;

Leia mais

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense

Projeto de Extensão. Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense Projeto de Extensão Título: Esporte e Inclusão Social no Instituto de Educação Física da Universidade Federal Fluminense 1.0 - JUSTIFICATIVA Considerando que a Extensão Universitária tem entre as suas

Leia mais

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL

CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL CENTRO BRASILEIRO DE REFERÊNCIA EM TECNOLOGIA SOCIAL INSTITUTO DE TECNOLOGIA SOCIAL Curso: Tecnologia Social e Educação: para além dos muros da escola Resumo da experiência de Avaliação do Programa "Apoio

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES Poliana de Brito Morais ¹ Francisco de Assis Lucena² Resumo: O presente trabalho visa relatar as experiências

Leia mais

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor

EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor EDUCAÇÃO DO CAMPO: Interfaces teóricas e políticas na formação do professor Juliana Graciano Parise 1 Eliane de Lourdes Felden 2 Resumo: O trabalho apresenta uma experiência de ensino articulado à pesquisa

Leia mais

PESQUISA-AÇÃO DICIONÁRIO

PESQUISA-AÇÃO DICIONÁRIO PESQUISA-AÇÃO Forma de pesquisa interativa que visa compreender as causas de uma situação e produzir mudanças. O foco está em resolver algum problema encontrado por indivíduos ou por grupos, sejam eles

Leia mais

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA O que é o Projeto de Intervenção Pedagógica? O significado de projeto encontrado comumente nos dicionários da Língua Portuguesa está associado a plano de realizar,

Leia mais

Suas atividades terão como horizonte a escola, de modo particular, a escola em que você atua!

Suas atividades terão como horizonte a escola, de modo particular, a escola em que você atua! PROJETO-INTERVENÇÃO O curso de formação de gestores escolares que estamos realizando orientase por dois eixos básicos: a) a educação compreendida como direito social a ser suprido pelo Estado; b) a gestão

Leia mais

NOSSA MISSÃO OS PROGRAMAS METODOLOGIAS AVALIAÇÕES

NOSSA MISSÃO OS PROGRAMAS METODOLOGIAS AVALIAÇÕES Desde 1999 NOSSA MISSÃO AÇÕES DE TREINAMENTO OS PROGRAMAS METODOLOGIAS AVALIAÇÕES MISSÃO Inspirar nossos clientes para a expansão de ideias e formação de relacionamentos saudáveis e duradouros no ambiente

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: UMA NECESSÁRIA RELAÇÃO PARA A CONSTRUÇÃO DA CIDADANIA. Dayane

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância

A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR. GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância A EXTENSÃO EM MATEMÁTICA: UMA PRÁTICA DESENVOLVIDA NA COMUNIDADE ESCOLAR GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância Nilce Fátima Scheffer - URI-Campus de Erechim/RS - snilce@uri.com.br

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 INVESTIGAÇÃO MATEMÁTICA: UMA EXPERIÊNCIA DE ENSINO Bruno Rodrigo Teixeira 1 Universidade Estadual de Londrina - UEL bruno_matuel@yahoo.com.br Camila Rosolen 2 Universidade Estadual de Londrina - UEL camilarosolen@yahoo.com.br

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1988 CONSTITUIÇÃO FEDERAL ANTECEDENTES Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum

Leia mais

LURDINALVA PEDROSA MONTEIRO E DRª. KÁTIA APARECIDA DA SILVA AQUINO. Propor uma abordagem transversal para o ensino de Ciências requer um

LURDINALVA PEDROSA MONTEIRO E DRª. KÁTIA APARECIDA DA SILVA AQUINO. Propor uma abordagem transversal para o ensino de Ciências requer um 1 TURISMO E OS IMPACTOS AMBIENTAIS DERIVADOS DA I FESTA DA BANAUVA DE SÃO VICENTE FÉRRER COMO TEMA TRANSVERSAL PARA AS AULAS DE CIÊNCIAS NO PROJETO TRAVESSIA DA ESCOLA CREUSA DE FREITAS CAVALCANTI LURDINALVA

Leia mais

ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA

ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA GLOSSÁRIO DE TERMOS DO MARCO ANALÍTICO Avaliação de Projetos de Cooperação Sul-Sul: exercício fundamental que pretende (i ) aferir a eficácia, a eficiência e o potencial

Leia mais

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE.

Resumo. Introdução. Grupo de pesquisadores da rede municipal de ensino da cidade do Recife PE. TRABALHO DOCENTE: POR UMA EDUCAÇÃO AMBIENTAL CRÍTICA, TRANSFORMADORA E EMANCIPATÓRIA OLIVEIRA, Marinalva Luiz de Prefeitura da Cidade do Recife GT-22: Educação Ambiental Resumo Este trabalho tem o objetivo

Leia mais

Maria Izabel Rodrigues TOGNATO[2]

Maria Izabel Rodrigues TOGNATO[2] PROFESSOR OU EDUCADOR? CIDADANIA UMA RESPONSABILIDADE SOCIAL NO ENSINO DE LITERATURA E DA PRÁTICA DE ENSINO NA FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA DO PROFESSOR DE LÍNGUA INGLESA Referência: TOGNATO, M.I.R..

Leia mais

TRANSVERSALIDADE. 1 Educação Ambiental

TRANSVERSALIDADE. 1 Educação Ambiental TRANSVERSALIDADE Os temas transversais contribuem para formação humanística, compreensão das relações sociais, através de situações de aprendizagens que envolvem a experiência do/a estudante, temas da

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações

Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações Objetivo Promover reflexões acerca da identidade, do papel e das atribuições das equipes pedagógicas do IFTM, visando à construção coletiva de ações a serem implementadas nos câmpus do Instituto. A identidade

Leia mais

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática

Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Pesquisa com Professores de Escolas e com Alunos da Graduação em Matemática Rene Baltazar Introdução Serão abordados, neste trabalho, significados e características de Professor Pesquisador e as conseqüências,

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME)

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) Palmas 2010 1. Apresentação O Núcleo de Apoio Didático e Metodológico NADIME é o órgão da Faculdade Católica do Tocantins responsável pela efetivação da

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO

CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO CONSIDERAÇÕES SOBRE O PROCESSO DE ENSINO APRENDIZAGEM DO ESPORTE NA ESCOLA POR MEIO DE UM ESTUDO DE CASO FINCK, Silvia Christina Madrid (UEPG) 1 TAQUES, Marcelo José (UEPG) 2 Considerações iniciais Sabemos

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

Trabalho de campo. Janete Aparecida Nunes da Silveira 1

Trabalho de campo. Janete Aparecida Nunes da Silveira 1 Trabalho de campo Janete Aparecida Nunes da Silveira 1 Resumo: Este artigo objetiva discutir a importância dos trabalhos de campo. O trabalho de campo utiliza a metodologia do empirismo para obter seus

Leia mais

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças PADILHA, Aparecida Arrais PMSP cidarrais@yahoo.com.br Resumo: Este artigo apresenta uma

Leia mais

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA

O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA O PEDAGOGO E O CONSELHO DE ESCOLA: UMA ARTICULAÇÃO NECESSÁRIA SANTOS *, Josiane Gonçalves SME/CTBA josiane_2104@hotmail.com Resumo Os tempos mudaram, a escola mudou. Refletir sobre a escola na contemporaneidade

Leia mais

Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS

Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Curso de Especialização Educação Infantil 2ª Edição EMENTA DAS DISCIPLINAS Psicologia do Desenvolvimento e Aprendizagem da Criança de 0 a 5 anos Docente do Curso Gilza Maria Zauhy Garms Total da Carga

Leia mais

ARCO-ÍRIS DE SABERES NA PRÁTICA EDUCATIVA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NO CURSO DE PEDAGOGIA DO IFESP

ARCO-ÍRIS DE SABERES NA PRÁTICA EDUCATIVA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NO CURSO DE PEDAGOGIA DO IFESP 1 ARCO-ÍRIS DE SABERES NA PRÁTICA EDUCATIVA: UMA EXPERIÊNCIA VIVENCIADA NO CURSO DE PEDAGOGIA DO IFESP Claudete da Silva Ferreira - IFESP Márcia Maria Alves de Assis - IFESP RESUMO Esta apresentação se

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA CLAINES KREMER GENISELE OLIVEIRA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: POR UMA PERSPECTIVA DE RELAÇÕES ENTRE

Leia mais

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM EDUCAÇÃO ONLINE *

AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM EDUCAÇÃO ONLINE * AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM EM EDUCAÇÃO ONLINE * DILMEIRE SANT ANNA RAMOS VOSGERAU ** m 2003, com a publicação do livro Educação online, o professor Marco Silva conseguiu, com muita pertinência, recolher

Leia mais

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Maria do Socorro Pimentel da Silva 1 Leandro Mendes Rocha 2 No Brasil, assim como em outros países das Américas, as minorias étnicas viveram

Leia mais

PROJETO interação FAMÍLIA x ESCOLA: UMA relação necessária

PROJETO interação FAMÍLIA x ESCOLA: UMA relação necessária PROJETO interação FAMÍLIA x ESCOLA: UMA relação necessária Apoio: Secretária municipal de educação de santo Afonso PROJETO INTERAÇÃO FAMÍLIA X ESCOLA: UMA RELAÇÃO NECESSÁRIA. É imperioso que dois dos principais

Leia mais

SUSTENTABILIDADE NO COTIDIANO ESCOLAR: Desafios da construção de uma proposta interdisciplinar

SUSTENTABILIDADE NO COTIDIANO ESCOLAR: Desafios da construção de uma proposta interdisciplinar SUSTENTABILIDADE NO COTIDIANO ESCOLAR: Desafios da construção de uma proposta interdisciplinar Mariely Rodrigues Anger 1 Ana Carla Ferreira Nicola Gomes 2 Jussara Aparecida da Fonseca 3 Resumo: Apresentam-se

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

EDUCAÇÃO PERMANENTE DESAFIOS NO CONTEXTO ATUAL

EDUCAÇÃO PERMANENTE DESAFIOS NO CONTEXTO ATUAL EDUCAÇÃO PERMANENTE DESAFIOS NO CONTEXTO ATUAL JOSÉ INÁCIO JARDIM MOTTA ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE PÚBLICA Fundação Oswaldo Cruz Curitiba 2008 EDUCAÇÃO PERMANENTE UM DESAFIO EPISTÊMICO Quando o desejável

Leia mais

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA

O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA O PERCURSO FORMATIVO DOS DOCENTES QUE ATUAM NO 1º. CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA Profª. Ms. Marilce da Costa Campos Rodrigues - Grupo de estudos e pesquisas em Política e Formação Docente: ensino fundamental

Leia mais

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL

A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS A FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NO CONTEXTO ATUAL A PRÁTICA INVESTIGATIVA NO CURSO DE PEDAGOGIA: AVANÇOS E DESAFIOS Ana Lúcia Cunha Duarte UCB duart_ana@hotmail.com Resumo: A prática investigativa desenvolvida no curso de Pedagogia do Centro de Educação,

Leia mais

PROGRAMA ULBRASOL. Palavras-chave: assistência social, extensão, trabalho comunitário.

PROGRAMA ULBRASOL. Palavras-chave: assistência social, extensão, trabalho comunitário. PROGRAMA ULBRASOL Irmo Wagner RESUMO Com a intenção e o propósito de cada vez mais fomentar e solidificar a inserção da Universidade na Comunidade em que encontra-se inserida, aprimorando a construção

Leia mais

As 11 dúvidas mais frequentes

As 11 dúvidas mais frequentes As 11 dúvidas mais frequentes Deyse Campos Assessora de Educação Infantil dcampos@positivo.com.br Frequentemente recebemos solicitações de professores de escolas que estão utilizando o Sistema Positivo

Leia mais

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE

A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO PROFESSOR DE PEDAGOGIA DA FESURV - UNIVERSIDADE DE RIO VERDE Bruna Cardoso Cruz 1 RESUMO: O presente trabalho procura conhecer o desempenho profissional dos professores da faculdade

Leia mais

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP

PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP PROGRAMA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL PRS-FACIIP Aprovado na Reunião do CONASU em 21/01/2015. O Programa de Responsabilidade Social das Faculdades Integradas Ipitanga (PRS- FACIIP) é construído a partir

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

A EPISTEMOLOGIA NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

A EPISTEMOLOGIA NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL A EPISTEMOLOGIA NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Nilson Duarte Rocha 1 Lúcio Jorge Hammes 2 Resumo Este artigo apresenta a epistemológica para a efetivação de uma educação ambiental transformadora do sujeito-aluno

Leia mais

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010

Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 Síntese do plano de atuação da CPA- ciclo avaliativo 2008/2010 O trabalho da CPA/PUCSP de avaliação institucional está regulamentado pela Lei federal nº 10.861/04 (que institui o SINAES), artigo 11 e pelo

Leia mais

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem.

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem. Emanuella Filgueira Pereira Universidade Federal do Recôncavo da Bahia O JOGO NO ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Resumo O presente artigo apresenta resultados parciais de uma pesquisa mais ampla que

Leia mais

Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação e Pesquisa

Centro de Estudos Avançados em Pós Graduação e Pesquisa EDUCAÇÃO INFANTIL JUSTIFICATIVA O momento social, econômico, político e histórico em que vivemos está exigindo um novo perfil de profissional, de cidadão: informado, bem qualificado, crítico, ágil, criativo,

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2005 Nome Aluno(a) Título Monografia/Artigo Orientador/Banca Annelise Lima

Leia mais

LETRAMENTO MATEMÁTICO DE ALUNOS COM BAIXO DESEMPENHO POR MEIO DE REFORÇO ESCOLAR. Palavras-chave: Letramento Matemático; Reforço Escolar; SAERJINHO.

LETRAMENTO MATEMÁTICO DE ALUNOS COM BAIXO DESEMPENHO POR MEIO DE REFORÇO ESCOLAR. Palavras-chave: Letramento Matemático; Reforço Escolar; SAERJINHO. LETRAMENTO MATEMÁTICO DE ALUNOS COM BAIXO DESEMPENHO POR MEIO DE REFORÇO ESCOLAR Agnaldo da Conceição Esquincalha PUC-SP/PUC-Rio/Fundação CECIERJ aesquincalha@gmail.com Resumo: Neste texto elenca-se um

Leia mais

O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL Telma Maria Pereira dos Santos Graduada em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia UNEB e Pós-graduada em Educação

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Orientações para a elaboração do projeto escolar

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Orientações para a elaboração do projeto escolar MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO MÉDIA E TECNOLÓGICA Coordenação-Geral de Ensino Médio Orientações para a elaboração do projeto escolar Questões norteadoras: Quais as etapas necessárias à

Leia mais

PEDAGOGIA ENADE 2005 PADRÃO DE RESPOSTAS - QUESTÕES DISCURSIVAS COMPONENTE ESPECÍFICO

PEDAGOGIA ENADE 2005 PADRÃO DE RESPOSTAS - QUESTÕES DISCURSIVAS COMPONENTE ESPECÍFICO PEDAGOGIA ENADE 2005 PADRÃO DE RESPOSTAS - QUESTÕES DISCURSIVAS COMPONENTE ESPECÍFICO QUESTÃO 4 a) O conteúdo do diálogo a ser completado deve manifestar que as colocações da aluna não constituem aquilo

Leia mais

Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior

Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior Prof. Dr. Guanis de Barros Vilela Junior INTRODUÇÃO O que é pesquisa? Pesquisar significa, de forma bem simples, procurar respostas para indagações propostas. INTRODUÇÃO Minayo (1993, p. 23), vendo por

Leia mais

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Eliane Aparecida Toledo Pinto Docente da Faculdade Municipal de Filosofia,

Leia mais

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração

CURSO DE ADMINISTRAÇÃO. Concepção do Curso de Administração CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Concepção do Curso de Administração A organização curricular do curso oferece respostas às exigências impostas pela profissão do administrador, exigindo daqueles que integram a instituição

Leia mais

PROGRAMA DE PESQUISA - REDE DOCTUM DE ENSINO

PROGRAMA DE PESQUISA - REDE DOCTUM DE ENSINO PROGRAMA DE PESQUISA - REDE DOCTUM DE ENSINO O Programa de Pesquisa da Rede Doctum de Ensino parte de três princípios básicos e extremamente importantes para o processo de Pesquisa: 1. O princípio de INDISSOCIABILIDADE

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA

EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA EDUCAÇÃO FÍSICA NA ESCOLA Q U E S T Õ E S E R E F L E X Õ E S Suraya Cristina Dar ido Mestrado em Educação Física, na Escola de Educação Física da Universidade de São Paulo, SP, 1987 1991 Doutorado em

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

A COLABORAÇÃO NA PESQUISA ETNOGRÁFICA: O DIÁLOGO ENTRE ESCOLA E UNIVERSIDADE

A COLABORAÇÃO NA PESQUISA ETNOGRÁFICA: O DIÁLOGO ENTRE ESCOLA E UNIVERSIDADE A COLABORAÇÃO NA PESQUISA ETNOGRÁFICA: O DIÁLOGO ENTRE ESCOLA E UNIVERSIDADE Autora: Lorena Valin Mesquita Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) - lm_valin@hotmail.com Coautora: Roberta Souza

Leia mais

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia

Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia Currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia 1. Componentes curriculares O currículo do Curso de Licenciatura em Filosofia engloba as seguintes dimensões. 1.1. Conteúdos de natureza teórica Estes conteúdos

Leia mais

Utilize o roteiro abaixo como mapa para elaboração do projeto. Organizado o conjunto, amplie as partes que requerem detalhamento.

Utilize o roteiro abaixo como mapa para elaboração do projeto. Organizado o conjunto, amplie as partes que requerem detalhamento. Utilize o roteiro abaixo como mapa para elaboração do projeto. Organizado o conjunto, amplie as partes que requerem detalhamento. ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETO DE PESQUISA Título provisório (uma expressão

Leia mais

EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES EDUCAÇÃO FÍSICA ADAPTADA: UM ENFOQUE NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES CAMARGO, Victor Discente da Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva ZUTTIN, Fabiana Docente da Faculdade de Ciências Sociais

Leia mais

Estudos da Natureza na Educação Infantil

Estudos da Natureza na Educação Infantil Estudos da Natureza na Educação Infantil Referenciais Curriculares Nacionais da Educação Infantil (RCNEI) parte 3 Prof. Walteno Martins Parreira Jr www.waltenomartins.com.br waltenomartins@yahoo.com 2015

Leia mais

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA

MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA MODELOS ORGANIZATIVOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM: UMA PROPOSTA PARA A FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA Jaqueline Oliveira Silva Ribeiro SESI-SP josr2@bol.com.br Dimas Cássio Simão SESI-SP

Leia mais

Resenha sobre o capítulo II Concepção e Organização da pesquisa do livro Metodologia da Pesquisa-ação

Resenha sobre o capítulo II Concepção e Organização da pesquisa do livro Metodologia da Pesquisa-ação Resenha sobre o capítulo II Concepção e Organização da pesquisa do livro Metodologia da Pesquisa-ação Felipe Schadt 1 O presente capítulo 2 é parte integrante do livro Metodologia da Pesquisa-ação, do

Leia mais

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar

Colégio La Salle São João. Professora Kelen Costa Educação Infantil. Educação Infantil- Brincar também é Educar Colégio La Salle São João Professora Kelen Costa Educação Infantil Educação Infantil- Brincar também é Educar A importância do lúdico na formação docente e nas práticas de sala de aula. A educação lúdica

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004.

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. 1 CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CÂMARA DE EDUCAÇÃO SUPERIOR RESOLUÇÃO N 7, DE 31 DE MARÇO DE 2004. (*) (**) Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para os cursos de graduação em Educação Física,

Leia mais

RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO...

RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO... Roteiro para elaboração de relatório parcial de estágio RELATÓRIO PARCIAL REFERENTE À ETAPA DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO Estudante: Orientador: Local / / SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 2 3 REFERÊNCIAS Identificação

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Médio Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Médio Etec Etec: PAULINO BOTELHO Código: 091 Município: SÃO CARLOS Área de conhecimento: CIENCIAS DA NATUREZA, MATEMATICA E SUAS TECNOLOGIAS Componente Curricular:

Leia mais

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional)

COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão. Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) COORDENADORA: Profa. Herica Maria Castro dos Santos Paixão Mestre em Letras (Literatura, Artes e Cultura Regional) Universidade Federal de Roraima UFRR Brasil Especialista em Alfabetização (Prática Reflexiva

Leia mais

MODELAGEM MATEMÁTICA

MODELAGEM MATEMÁTICA 600 MODELAGEM MATEMÁTICA *Carla da Silva Santos **Marlene Menegazzi RESUMO Este artigo retrata através de seus dados históricos, métodos e exemplo prático uma metodologia alternativa de ensino nos levando

Leia mais

REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP. Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico

REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP. Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico REGULAMENTO NÚCLEO DE APOIO PEDAGÓGICO/PSICOPEDAGÓGICO NAP/NAPP Capítulo I Do Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico Art. 1º O Núcleo de Apoio Pedagógico/Psicopedagógico- NAP/NAPP do Centro de Ensino

Leia mais

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA

Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Planejamento didático para o ensino de Surdos na perspectiva bilíngue. Vinicius Martins Flores Universidade Luterana do Brasil ULBRA Resumo: O presente trabalho apresenta uma análise, que se originou a

Leia mais

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio.

Proposta Pedagógica. Buscando atender às necessidades da comunidade local, o Colégio La Salle Brasília oferece educação infantil, fundamental e médio. Proposta Pedagógica Visão: Ser um centro de excelência em Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio que busca alcançar a utopia que tem de pessoa e sociedade, segundo os critérios do evangelho, vivenciando

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO DE EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL... 4 02 INVESTIGAÇÃO PEDAGÓGICA: DIVERSIDADE CULTURAL NA APRENDIZAGEM... 4 03 METODOLOGIA CIENTÍFICA...

Leia mais

Sumário. I. Apresentação do Manual. II. A Prevenção de Acidentes com Crianças. III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre

Sumário. I. Apresentação do Manual. II. A Prevenção de Acidentes com Crianças. III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre Sumário I. Apresentação do Manual II. A Prevenção de Acidentes com Crianças III. Programa CRIANÇA SEGURA Pedestre IV. Como a Educação pode contribuir para a Prevenção de Acidentes no Trânsito V. Dados

Leia mais

EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL:

EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL: EDUCAÇÃO EM SAÚDE AMBIENTAL: AÇÃO TRANSFORMADORA IV Seminário Internacional de Engenharia de Saúde Pública Belo Horizonte Março de 2013 Quem sou eu? A que grupos pertenço? Marcia Faria Westphal Faculdade

Leia mais