ANÁLISE DE IMPACTO DE PÓLOS GERADORES

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1 Manual Técnico: Procedimentos e Parâmetros para a elaboração do RIT 1

2 SUMÁRIO: APRESENTAÇÃO 05 I. SÍNTESE DA LEGISLAÇÃO Estatuto das Cidades Código de Trânsito Brasileiro CTB Lei Complementar nº 428/ Decreto 14845/ Demais Leis 08 II. METODOLOGIA DE ANÁLISE DOS PGT S Etapas de Análise Etapa 1 -Solicitação de Certidão de Diretrizes Viárias do PGT Etapa 2 Avaliação do PGT Etapa 3 -Informações Complementares e RIT Etapa 4 -Avaliação do PGT Etapa 5 - Desenvolvimento e Adequação de Projetos Etapa 6 Análise dos Projetos Fluxogramas de Aprovação Categorização dos PGT s Tipificação dos Impactos Abordagem Sistêmica Estrutura Viária da Cidade Diretrizes Gerais do Sistema Viário PDDI Impactos e Medidas Mitigadoras Compatibilidade entre Medidas Mitigadoras e Características Regionais Locais de Atendimento 27 III. ROTEIRO MÍNIMO PARA ELABORAÇÃO DO RIT Informações Gerais Breve relato do Empreendimento Dados do Requerente 28 Manual Técnico: Procedimentos e Parâmetros para a elaboração do RIT 2

3 1.3- Dados do Responsável Técnico Alguns Dados do Empreendimento Resumo da Situação Atual Localização Hierarquização viária / Macro acessibilidade: Micro Acessibilidade Uso do Solo Lindeiro Transporte Público (Coletivo e Táxi) Circulação / Travessias de Pedestres Existentes Contagens de Tráfego e Semáforos Existentes Projetos Municipais Estimativa da Atração de Viagens Qualificação de Usos / Atividades, Informações Operacionais / Funcionais Selecionar os Modelos de Geração Estimar a Divisão Modal Estimar a Distribuição Temporal (Chegadas e Saídas) Estimar a Distribuição Espacial Descrição das metodologias e memorial de cálculo: Identificação dos Impactos no Trânsito Estimar o Tráfego Futuro Avaliar os Níveis de Saturação das Vias Lindeiras (Atuais e Futuras) Estimar o Impacto sobre o Trânsito na Fase de Obras Identificação dos Impactos Analisar o Anteprojeto Arquitetônico e Determinar as Adequações Necessárias Avaliação dos Impactos no Sistema Viário e de Transporte Alguns Exemplos de Impactos Relacionados ao Tráfego e Transportes Observações 47 IV. MEDIDAS MITIGADORAS 49 V. TERMO DE COMPROMISSO 49 Manual Técnico: Procedimentos e Parâmetros para a elaboração do RIT 3

4 VI. CERTIDÃO DE AVALIAÇÃO DE IMPACTO DE PGT - CAI 51 VII- REFERÊNCIAS 53 VIII ANEXOS 56 A.1- Parâmetros Técnicos 57 A.2- Tabelas e Parâmetros de Estudos 64 B- Exemplo de Aplicação 79 C- Raios de Curvatura e de Giro 83 Manual Técnico: Procedimentos e Parâmetros para a elaboração do RIT 4

5 APRESENTAÇÃO: Este documento contém o Manual Técnico de Orientação e Procedimentos para aprovação de Empreendimentos Pólo Gerador de Tráfego (PGT) para o município de São José dos Campos. É direcionado aos profissionais envolvidos no licenciamento desse tipo de edificação e tem por objetivo: conhecer, avaliar, quantificar e delimitar o alcance dos impactos gerados pela implantação de empreendimento PGT no sistema viário. A partir dessa avaliação, a Secretaria Municipal de Transportes irá determinar as medidas mitigadoras dos impactos negativos, necessárias para garantir a qualidade da circulação urbana no local, e se for o caso, as medidas compensatórias. Neste Manual são apresentadas metodologias que fornecem parâmetros objetivos para o dimensionamento da demanda gerada pelo empreendimento, variáveis a partir das quais será possível configurar acessos e estimar o impacto sobre as vias adjacentes. Essas metodologias estão embasadas em manuais nacionais e internacionais com utilização comprovada e consagradas em várias cidades. Os parâmetros de análise a serem adotados no Município são divulgados neste Manual com o propósito de garantir a transparência e padronização de critérios na avaliação dos impactos causados de acordo com a natureza da atividade e o porte do empreendimento. Na ausência de parâmetros para uma dada atividade, os mesmos deverão ser determinados com base em parâmetros de outras cidades, em sua experiência própria e/ou expectativa de seu estudo mercadológico, metodologias similares, desde que devidamente relacionadas e justificadas tecnicamente. Manual Técnico: Procedimentos e Parâmetros para a elaboração do RIT 5

6 I. SÍNTESE DA LEGISLAÇÃO: Neste capítulo estão relacionadas as leis existentes que dão base à norma regulamentadora da avaliação do impacto de empreendimentos considerados como Pólo Gerador de Tráfego PGT no município de São José dos Campos, a própria regra em vigor, bem como legislações complementares que contêm parâmetros para avaliação de um PGT. 1- Estatuto das Cidades: A Lei Federal /01, também conhecida como Estatuto das Cidades, disciplina os Artigos 182 e 183 da Constituição Federal e trata dos instrumentos de política urbana estabelecendo normas de ordem pública e interesse social que regulam o uso da propriedade urbana em prol do bem coletivo, da segurança e do bem-estar dos cidadãos, bem como do equilíbrio ambiental. Em seu Art. 2 o estabelece entre outras as seguintes diretrizes gerais de política urbana: IV planejamento do desenvolvimento das cidades... de modo a evitar e corrigir as distorções do crescimento urbano e seus efeitos negativos sobre o meio ambiente; VI ordenação e controle do uso do solo, de forma a evitar: d) a instalação de empreendimentos ou atividades que possam funcionar como pólos geradores de tráfego, sem a previsão da infra-estrutura correspondente; IX justa distribuição dos benefícios e ônus decorrentes do processo de urbanização; 2- Código de Trânsito Brasileiro CTB: Em função das conseqüências sobre o trânsito das cidades trazidas pela implantação de grandes empreendimentos, provocando uma situação anormal na operação cotidiana do sistema viário, a Lei Federal 9.503/97, que instituiu o Código de Trânsito Brasileiro - CTB estabeleceu em seu Artigo 93: Nenhum projeto de edificação que possa se transformar em pólo atrativo de trânsito poderá ser aprovado sem prévia anuência do órgão ou entidade com circunscrição sobre a via e sem que do projeto conste área para estacionamento e indicação de vias de acesso adequadas. Com isto, ficou aberta a todos os municípios brasileiros a possibilidade de adequarem suas legislações urbanísticas, a fim de contemplar a ANÁLISE de PGT s, e por eles serem ressarcidos dos impactos negativos que venham a ser provocados por esses empreendimentos. 3- Lei Complementar nº 428/2010: A Lei Municipal 428/10 que estabelece as normas relativas ao parcelamento, uso e ocupação do solo em São José dos Campos, em seus Artigos 259 e 260 estabelece que: Art Considera-se Pólo Gerador de Tráfego - PGT a edificação que, pela concentração da oferta de bens ou serviços, gere grande fluxo de população, com substancial interferência no tráfego do entorno, necessitando de grandes espaços para estacionamento, carga e descarga, ou movimentação de embarque e desembarque. Manual Técnico: Procedimentos e Parâmetros para a elaboração do RIT 6

7 Parágrafo único. As atividades e os respectivos portes adotados para enquadramento como Pólo Gerador de Tráfego estão especificados no Anexo 22 desta Lei Complementar. Art O Pólo Gerador de Tráfego - PGT bem como o seu processo de análise, aprovação e licenciamento serão regulamentados por ato do Poder Executivo. A Lei de Zoneamento (LC 428/10) também define as áreas de construção e serão consideradas para o efeito de licenciamento de PGT: Área Computável: parcela da área construída total de uma edificação considerada para efeito do cálculo do Pólo Gerador de Tráfego, resultante do desconto das áreas não computáveis (habitável); Área Não Computável: área construída de uso comum para a edificação de uso residencial multifamiliar, incluindo as varandas ou sacadas com área construída de até 25,00m² (vinte e cinco metros quadrados). Para a edificação destinada ao uso não residencial, são consideradas como área não computável as áreas cobertas destinadas a garagem, estacionamento, poço de elevador, caixa de escada, caixa de água, casa de máquina, vestiário de funcionário no subsolo, depósito de material de limpeza até 4,00m² (quatro metros quadrados), portarias ou guaritas, e o centro de medição/telefonia até 10,00m² (dez metros quadrados); Área Construída: área total coberta de uma edificação. Serão excluídos da área construída as obras complementares itens listadas na LC 267/03 - Código de edificações: - abrigos para guarda de autos; - piscinas e caixas d'água; - portarias ou guaritas; - chaminés para lareiras e churrasqueiras; - abrigos desmontáveis (pequenos telheiros); - toldos; - abrigo de gás liquefeito de petróleo (GLP); - lixeira; - centro de medição/telefonia. Logradouro Público: é o espaço destinado à circulação, parada ou estacionamento de veículos, de bicicletas e de pedestres, tais como calçadas, parques, áreas de lazer e calçadões; Acessibilidade: possibilidade e condição de alcance, percepção e entendimento para a utilização com segurança e autonomia de edificações, espaços, mobiliários, equipamentos urbanos ou outros elementos que possam ser alcançados, visitados e utilizados por qualquer pessoa, inclusive aquelas com deficiência ou mobilidade reduzida; (LC 8077/10). 4- Decreto 14845/11: O Decreto 14845/11 regulamenta o processo de análise de PGT e estabelece regras e parâmetros para análise, aprovação e licenciamento de Pólos Geradores de Tráfego PGT s no município de São José dos Campos. Conceitua, identifica e classifica as atividades consideradas PGT s, estabelecendo os PGT s serão alvo de avaliação pela ST que poderá exigir medidas mitigadoras ou compensatórias. Fica também estabelecida a exigência de solicitação da Certidão de Diretrizes Viárias para empreendimentos classificados como PGT. Para empreendimentos enquadrados como P2 será Manual Técnico: Procedimentos e Parâmetros para a elaboração do RIT 7

8 necessário a apresentação de RIT Relatório de Impacto de Tráfego, que definirá as medidas mitigadoras e/ou compensatórias a serem implantadas pelo empreendedor. Para empreendimentos enquadrados como P0 e P1 O requerente, mediante protocolo de processo administrativo intitulado Processo de Melhorias Viárias / Pavimentação, deverá apresentar o projeto executivo das obras viárias e/ou outras medidas recomendadas pelo RIT e/ou Secretaria de Transportes. Neste caso deverá ser firmado junto a Municipalidade o Termo de Compromisso, juntamente com o Cronograma das obras viárias que deverão ser apresentados assinados e com firmas re conhecidas. No caso da necessidade de doação de área para implantação das medidas mitigadoras a mesma deverá ser formalizada ao poder público, através de protocolo de processo administrativo intitulado Doação de Área e Escritura de Doação, reconhecida em cartório. Os Processos de Melhorias Viárias / Pavimentação e Doação deverão estar devidamente aprovados antes da concessão do Alvará de Construção para início da obra. Também ficará vinculado a emissão de Habite-se à execução das medidas mitigadoras ou compensatórias anteriormente propostas, aprovadas e firmadas entre a PMSJC e o proprietário / empreendedor. 5- Demais Leis: Além das leis que incidem diretamente sobre a questão do impacto de PGT s, há outras legislações em vigor no município que tratam de aspectos particulares que devem ser observados em projetos de grandes empreendimentos: Lei 306/06 - Plano Diretor de Desenvolvimento Integrado; Lei 267/03 Código de edificações Lei 8077/10 - Construção, manutenção e conservação das calçadas do município; Lei 7473/08 - Estacionamento de bicicletas; Lei 7732/08 - Sistema cicloviário; Lei 7745/09 Bicicletários em shopping centers e supermercados Normas Técnicas da ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas Manual Técnico: Procedimentos e Parâmetros para a elaboração do RIT 8

9 II. METODOLOGIA DE ANÁLISE DOS PGT s: 1- Etapas de Análise: Definem-se como PGT Pólos Geradores de Tráfego, grandes edificações usadas por atividades urbanas, que pela sua capacidade de atração de viagens e/ou seu nível de abrangência, geram interferências no trânsito do entorno, demandando parâmetros diferenciados para sua implantação. A aprovação dos projetos e posterior implantação de um PGT em São José dos Campos envolvem basicamente seis etapas de tramitação entre o empreendedor e a Prefeitura do Município, descritas a seguir. Figura - Etapas de Análise para Aprovação de PGT s: EMPREENDIMENTO CLASSIFICADO COMO PGT ANEXO 22 DA LC 428/10 SOLICITAÇÃO DA CERTIDÃO DE DIRETRIZES VIÁRIAS (CDV) PROTOCOLA O PROJETO DE ALVARÁ DE CONSTRUÇÃO PO SOLICITA INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES P1 SOLICITA INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES P1 E P2 SOLICITA INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES E O RIT APRESENTA AS INFORMAÇÕSES COMPLEMENTARES APRESENTA AS INFORMAÇÕSES COMPLEMENTARES APRESENTA AS INFORMAÇÕSES COMPLEMENTARES E O RIT EMITE CERTIDÃO DE DIRETRIZES VIÁRIAS COM AS MEDIDAS MITIGADORAS PROTOCOLA OS PROCESSOS DE PAVIMENTAÇÃO / MELHORIAS VIÁRIAS E DOAÇÃO REALIZA ADEQUAÇÕES NO PROJETO DE ALVARÁ DE CONSTRUÇÃO RECOLHE AO FUNDO MUNICIPAL O VALOR CORRESPONDENTE AO EMPREENDIMENTO APROVA O PROCESSO DE PAVIMENTAÇÃO / MELHORIAS VIÁRIAS EMITE PARECER FAVORÁVEL NOS PROCESSOS DE ALVARÁ DE CONSTRUÇÃO E DE DOAÇÃO Manual Técnico: Procedimentos e Parâmetros para a elaboração do RIT 9

10 1.1 - Etapa 1 -Solicitação de Certidão de Diretrizes Viárias do PGT (Responsabilidade do Empreendedor): Após obter a Certidão de Zoneamento junto a SPU ou consulta prévia de Zoneamento obtida pela internet, no portal da Prefeitura Municipal, o empreendedor que pretende construir uma edificação classificada como PGT (conforme Anexo 22 da LC 428/10) deverá solicitar a ST, através do protocolo de processo administrativo (vide documentação no Decreto de PGT), o fornecimento de Certidão de Diretrizes Viárias (CDV), documento que orientará a elaboração do projeto arquitetônico ou as adequações necessárias no mesmo Etapa 2 Avaliação do PGT (Responsabilidade da PMSJC ST): A Secretaria de Transportes (ST) da PMSJC, com base nas informações prestadas, demais documentos e projetos entregues pelo empreendedor, analisa o PGT quanto seu porte, atividade(s) que será(ão) desenvolvida(s) e à região em que está inserido, avalia e classifica o tipo de PGT que poderá ser: P0 - Pólo de Baixa Geração de Impacto: As equipes técnicas da ST farão uma avaliação dos documentos e informações prestadas pelo empreendedor. Se houver a necessidade poderão ser solicitadas informações complementares para ampliar a compreensão do futuro empreendimento, e elaborarão da CDV. A CDV orientará o desenvolvimento do projeto do empreendimento, sendo que poderão ser exigidas medidas mitigadoras, que deverão ser consideradas no alvará de construção e no projeto de implantação do empreendimento. A ST se manifestará mo processo de alvará de construção com relação ao atendimento da CDV. P1 - Pólo Gerador de Médio Impacto: As equipes técnicas da ST farão uma avaliação dos documentos e informações prestadas pelo empreendedor. Se houver a necessidade poderão ser solicitadas informações complementares para ampliar a compreensão do futuro empreendimento, bem como poderá ser solicitado o RIT, desde que tecnicamente justificável, para a elaborarão da CDV. No caso da necessidade de apresentação do RIT, o proprietário do empreendimento será formalmente notificado dessa requisição e o processo de Certidão de Diretrizes Viárias ficará em suspenso até que o proprietário apresente o relatório, que será juntado no processo para prosseguimento e avaliação. A CDV orientará o desenvolvimento do projeto do empreendimento, sendo que poderão ser exigidas medidas mitigadoras, que deverão ser consideradas no alvará de construção e no projeto de implantação do empreendimento. A ST se manifestará mo processo de alvará de construção com relação ao atendimento da CDV. Manual Técnico: Procedimentos e Parâmetros para a elaboração do RIT 10

11 P2 - Pólo Gerador de Grande Impacto: As equipes técnicas da ST farão uma avaliação dos documentos e informações prestadas pelo empreendedor. Se houver a necessidade poderão ser solicitadas informações complementares para ampliar a compreensão do futuro empreendimento, bem como neste caso a apresentação do RIT é obrigatória para a elaborarão da CDV. O proprietário do empreendimento será formalmente notificado da necessidade de apresentação do RIT, sendo que o processo de Certidão de Diretrizes Viárias ficará em suspenso até que o proprietário apresente o relatório, que será juntado no processo para prosseguimento e avaliação. A CDV orientará o desenvolvimento do projeto do empreendimento, sendo que poderão ser exigidas medidas mitigadoras, que deverão ser consideradas no alvará de construção e no projeto de implantação do empreendimento. A ST se manifestará mo processo de alvará de construção com relação ao atendimento da CDV Etapa 3 -Informações Complementares e RIT - (Responsabilidade do Empreendedor): O comunicado deverá ser atendido em sua íntegra esclarecendo todas as solicitações efetuadas pela ST. Na análise de PGT s do Tipo P1 (quando necessário) e P2, as solicitações e informações fornecidas pela ST em comunicado servirão de orientação para a elaboração do RIT. O RIT deverá ser desenvolvido conforme Roteiro Básico desse Manual, sendo que poderão ser exigidas demais informações que não constam no roteiro, bem como poderão ser dispensadas algumas das informações exigidas, em função do porte, complexidade e/ou localização do empreendimento Etapa 4 -Avaliação do PGT - (Responsabilidade da PMSJC ST): As equipes técnicas da ST farão uma avaliação dos estudos executados pelo empreendedor projeto e RIT, definindo quando necessário, as medidas mitigadoras a serem implantadas e elaborarão a Certidão de Diretrizes Viárias do PGT, que orientará o desenvolvimento e a adequação do projeto do empreendimento Etapa 5 - Desenvolvimento e Adequações de Projetos - (Responsabilidade do Empreendedor): O projeto de alvará de construção deverá ser elaborado ou readequado às exigências da Certidão de Diretrizes Viárias. Quando as medidas mitigadoras definidas pela ST e apontadas na CDV incluírem obras viárias, drenagem, sinalização, instalação de equipamentos e demais serviços em áreas públicas o empreendedor deverá elaborar os projetos executivos e aproválos junto a PMSJC mediante protocolo de processo administrativo intitulado Processo de Melhorias Viárias / Pavimentação, nos termos existentes para este processo. Manual Técnico: Procedimentos e Parâmetros para a elaboração do RIT 11

12 Da mesma forma, quando as medidas mitigadoras acordadas e também aquelas apontadas na CDV incluírem doação de área privada à PMSJC o empreendedor deverá elaborar o projeto e memoriais descritivos e aprová-los junto a PMSJC mediante protocolo de processo administrativo intitulado Doação de Área, nos termos existentes para este processo, e efetuar o registro da doação junto ao Cartório de Registro de Imóveis. Nos casos aplicáveis deverá ser recolhido ao Fundo Municipal de Transporte o valor correspondente ao porte do empreendimento Etapa 6 Análise dos Projetos (Responsabilidade da PMSJC ST): As equipes técnicas ST farão a avaliação dos projetos executados pelo empreendedor e efetuarão a aprovação do Processo de Melhorias Viárias / Pavimentação e pareceres quanto ao atendimento da CDV no processo de Alvará de Construção e no processo de Doação de Áreas. Os pedidos de Alvará de Construção, Reforma, Mudança de Uso e Regularização de todos os usos caracterizados como P0, P1 e P2 somente serão aprovados mediante a apresentação da Certidão de Diretrizes Viárias e parecer favorável quanto ao atendimento da mesma expedida pela ST, do Termo de Compromisso e Cronograma de Obras Viárias assinados e com firmas reconhecidas e do registro da Doação de Área junto ao Cartório de Registro de Imóveis. A execução das medidas mitigadoras aprovadas através do Processo de Melhorias Viárias / Pavimentação terá acompanhamento das equipas técnicas da PMSJC e quando finalizada a execução dos trabalhos o empreendedor deverá obter junto a PMSJC o Termo de Recebimento de Obras Viárias. A concessão de Habite-se dos PGT s é condicionada à execução das medidas mitigadoras previstas na Certidão de Diretrizes Viárias e apresentação do Termo de Recebimento de Obras. As obras viárias deverão estar concluídas em até 90 dias da solicitação do Habite-se, para que haja tempo hábil para verificação e recebimento das mesmas. Manual Técnico: Procedimentos e Parâmetros para a elaboração do RIT 12

13 2- Fluxogramas do Processo de Aprovação: Fluxograma de Tramitação - P0 e P1: Manual Técnico: Procedimentos e Parâmetros para a elaboração do RIT 13

14 Fluxograma de Tramitação P2: Manual Técnico: Procedimentos e Parâmetros para a elaboração do RIT 14

15 3- Categorização dos PGT s: Na análise de PGT s, os empreendimentos serão diferenciados pelo porte, sendo: Pólo 0: Pólo de Baixa Geração de Impacto, contendo atividades que pela sua natureza têm área de influência com abrangência local, de bairro; Pólo 1: Pólo Gerador de Médio Impacto, contendo atividades que pela sua natureza têm área de influência com abrangência municipal, interbairros; Pólo 2: Pólo Gerador de Grande Impacto, contendo atividades que pela sua natureza têm área de influência de abrangência municipal, interbairros e/ou metropolitana. Os PGT s podem ser agrupados conforme Categorias de Atividades, tais como: Local de Reunião e Afluência de Público; Instituições de Ensino, Saúde, Serviço, Indústria, Loja Comercial, Comércio Atacadista, Estacionamento, Institucional, Hotelaria, Uso Residencial, entre outros. 4- Tipificação dos Impactos: A implantação de um PGT poderá causar, cumulativamente ou não, tanto no seu entorno como distribuídos na sua área de influência, impactos relacionados ao Tráfego e Transporte, tais como: Alto grau de interferência no trânsito do entorno do PGT, devido ao significativo fluxo gerado; Maior risco de acidentes, devido ao aumento do trânsito, tanto para pedestres quanto para os veículos; Insuficiência viária devido a piora no nível de serviço; Insuficiência de vagas para estacionamento de automóveis dos usuários do PGT; Insuficiência de áreas (calçadas) para a circulação de pedestres; Insuficiência de área(s) para a acumulação de veículos, nos acessos ao PGT; Insuficiência de área para a operação de embarque/desembarque de passageiros no transporte coletivo e/ou de aluguel (táxis e veículos agenciados); Ampliação e/ou criação de rotas de transporte de carga na região; Insuficiência de área para a operação de carga/descarga de mercadorias; Insuficiência de vagas para o estacionamento de ônibus agenciados (fretamento) e reserva operacional do transporte público (para certos eventos no PGT); Inadequação dos atuais pontos de parada do transporte público (ônibus e táxis), etc. 5- Abordagem Sistêmica: A avaliação dos impactos no tráfego e nos sistemas de transporte público da região em que estiver localizado o PGT deverá considerar um conjunto inter-relacionado de variáveis para chegar à estimativa dos impactos e à compreensão de suas razões. Por isso recomenda-se a aplicação de uma abordagem sistêmica em que a consideração de uma variável somente se esclarece quando interligada às outras e apenas o conhecimento do comportamento do conjunto levará à compreensão do objeto de estudo. Manual Técnico: Procedimentos e Parâmetros para a elaboração do RIT 15

16 A metodologia utilizada para estimar o impacto do funcionamento de um PGT emprega modelos ou equações que relacionam uma variável descritiva do empreendimento (área construída computável, número de vagas de estacionamento, número de lugares, número de quartos, entre outras) a viagens atraídas/geradas. Emprega também índices que permitem obter a divisão modal das viagens geradas, Serão apresentados neste Manuel modelos e índices adotados para parametrizar os estudos de impacto dos PGT s, sendo que esses modelos e índices foram desenvolvidos a partir de pesquisas de empreendimentos em funcionamento em grandes capitais do país (São Paulo e Salvador). As pesquisas abrangeram levantamento de dados, tais como: Estacionamentos (distribuição diária do tempo de permanência, tempo de permanência acumulado, ocupação das vagas, rotatividade de utilização das vagas, índice de compartilhamento dos veículos, etc), Bloqueio de acesso (medição da capacidade de atendimento nos portões de entrada, para dimensionamento das áreas de acumulo, medição do tempo entre a chegada do veículo na fila e sua ultrapassagem do bloqueio, etc), Contagem de pedestres (contagens de pedestres de 15 em 15 minutos), Entrevista com usuário (informações sobre origem, modo de transporte utilizado, tempo de permanência no empreendimento, tipo de estacionamento utilizado, motivo da viagem, tempo da viagem), Entrevista com o empreendedor: (informações sobre quantidade de população fixa e flutuante, horários de entrada e saída dos empregados, estimativa de divisão modal das viagens, ocupação dos estacionamentos, dimensionamento e capacidade dos espaços comerciais, número de acessos e formas de controle). O objetivo das pesquisas foi desenvolver modelos de geração de viagens diárias, de divisão modal e temporal das viagens geradas, de determinação de áreas de influência e ainda determinar o tempo médio de permanência, determinar o número mínimo de vagas e o índice de compartilhamento dos veículos. Os índices e modelos de geração produzidos se referem a dias típicos, expurgadas as sazonalidades. Os modelos da CET-SP estão disponíveis nos Boletins Técnicos nº 32 e 36 editados pela empresa e os modelos e índices utilizados em Salvador estão reunidos no Relatório de Parâmetros de Análise de Pólos Geradores de Trânsito (FMLF/SEPLAM, dez 04, Salvador). Há também outras fontes para se pesquisar modelos de geração de viagens, tais como os manuais do ITE Institute of Transportation Engineers, Trip Generation / Users Guide e os estudos periodicamente lançados por pesquisadores da COPPE (Centro de Pós-Graduação em Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro). Há ainda outros centros de pesquisa em tráfego e transportes com produção sobre PGT s como a Universidade Federal do Rio Grande do Sul e empresas como a BHTrans de Belo Horizonte. Para orientar a elaboração da avaliação de impacto, apresenta-se aqui uma seqüência de etapas de trabalho que permitirão montar ao final, a base de um RIT. 6- Estrutura Viária da Cidade: São José dos Campos tem sua área interferida por diversos obstáculos naturais e construídos: Rodovia Presidente Dutra; Rodovia SP-50; Manual Técnico: Procedimentos e Parâmetros para a elaboração do RIT 16

17 Rodovia dos Tamoios (SP-99); Ferrovia sob concessão MRS Logística (antiga Estrada de Ferro Central do Brasil); Rio Paraíba do Sul; Serra da Mantiqueira; Linhas de transmissão de Furnas. Estes obstáculos tiveram papel determinante no processo de urbanização, que ainda sofreu com a implantação de grandes equipamentos que impõem restrições à mobilidade da população e integração do Município, como as áreas ocupadas pelo Centro Tecnológico Aeroespacial CTA e pela Refinaria Henrique Lage REVAP. E há também a própria geografia da cidade composta de platôs, extensas planícies aluvionares e fundos de vale, como condicionante do desenho urbano. As ligações rodoviárias existentes, que dão vantagens de acesso e localização para a cidade, também são um problema porque, na medida em que foram sendo incorporadas pelo crescimento urbano, passaram a ser utilizadas para deslocamentos de interesse local, trazendo para a cidade o conflito entre tráfego rodoviário e tráfego urbano. Por outro lado essas rodovias se constituem em verdadeiros divisores da área urbana, necessitando de obras de arte para integrar os dois lados das pistas. Ao longo do tempo, a cidade tem perseguido esta solução, bem como a construção de vias marginais às rodovias, basicamente a Via Dutra, para segregação do tráfego rodoviário do urbano. Como solução para o trânsito na cidade, vem se concretizando a implantação do Anel Viário de São José dos Campos, que faz parte da Macroestrutura Viária do Município, e tem como objetivo facilitar a integração e a circulação entre a Região Centro e as Regiões Sul e Leste e, futuramente, com a Região Norte. O Anel Viário oferecerá uma ligação mais rápida e direta entre Regiões, sem a utilização da malha intra-regional da Rodovia Presidente Dutra. Entretanto, o projeto do Anel Viário não alcança toda a extensão da cidade, o que faz com que determinadas regiões ainda dependam do sistema rodoviário. 7- Diretrizes Gerais do Sistema Viário PDDI: Durante a vigência do PDDI-95 foram realizadas melhorias no sistema viário existente com destaque para a ampliação e/ou readequação viária das Avenidas Pedro Friggi, Tancredo Neves, João Batista de Souza Soares, implantação das Avenidas Eduardo Cury e Mário Covas e a pavimentação de vias públicas integrantes de loteamentos populares. A Macroestrutura Viária, parte integrante do PDDI-95 que estabeleceu a necessidade de promover melhorias no sistema viário através da ampliação e implantação de vias, foi readequada à nova dinâmica urbana no PDDI-06, de forma a garantir a integração regional, a melhor mobilidade do sistema viário e a eficiência do transporte coletivo. O PDDI-95 previa ainda estudos para ordenamento da circulação de bicicletas visando incentivar este modo de transporte com condições de conforto e segurança, que resultaram na implantação do sistema cicloviário Av. Andrômeda - Av. Cidade Jardim e das ciclofaixas nas Avenidas João Batista de Souza Soares e Tancredo Neves. Este planejamento foi revisto e ampliado no PDDI-06 de forma a priorizar o sistema cicloviário junto aos principais eixos de deslocamento nas vias expressas, arteriais e coletoras. Manual Técnico: Procedimentos e Parâmetros para a elaboração do RIT 17

18 No PDDI-06 foi elaborado o Plano de Estruturação Urbana PEU, visando ordenar o desenvolvimento físico-territorial da cidade. No PEU foi estabelecido um conjunto de diretrizes e projetos, sendo os relativos à política de Estruturação Viária os abaixo relacionados: I. Propiciar o melhor deslocamento de veículos, bicicletas e pedestres, atendendo as necessidades da população, do sistema de transporte coletivo, individual e de bens; II. Modernizar o sistema de controle de tráfego, de redução de acidentes e de informação nas vias de circulação do Município; III. Definir e adequar a estrutura do pavimento viário de acordo com a hierarquização das vias. IV. Estimular a adoção de redes elétricas e de telefonia subterrâneas para reduzir a intrusão visual e os problemas de interferências com a arborização urbana. Também no PDDI-06 foi estabelecida a hierarquização viária do município em vias Expressas, Arteriais, Coletoras e Locais com as respectivas definições e restrições de tráfego e acesso a propriedades lindeiras. É imperativo que o técnico analista tenha conhecimento dos aspectos regionais de cada localidade, as questões de acessibilidade, integração regional e planejamento previsto no PDDI Impactos e Medidas Mitigadoras: O crescimento de São José dos Campos se referencia num planejamento estratégico estabelecido no Plano Diretor e na regulamentação de uso e ocupação do solo que respondem pela definição de áreas a preservar, áreas a adensar, diretrizes para o provimento de infraestrutura de transportes, saneamento, parques e áreas verdes, limpeza pública e outras. Ainda assim restam ajustes finos a serem providenciados, como regulamentações complementares ao zoneamento do uso do solo e à instalação de novas edificações, que prevejam o tratamento de situações especiais. Os Pólos Geradores de Tráfego PGT s - pela oferta de bens e serviços que concentram, atraem grande volume de pessoas e veículos, necessitando de espaços especialmente dimensionados para acolher esta demanda internamente às edificações, bem como adaptações nas vias que lhes dão acesso. O porte a partir do qual uma atividade deverá ser considerada PGT tem relação direta com a natureza dessa atividade. A análise do impacto de PGT s sobre suas vias de acesso é necessária porque o crescimento e renovação da cidade se fazem sobre um ambiente construído, com vias já abertas e consolidadas, demandando estudos especiais de adequação que viabilizem o novo empreendimento para que, quando em funcionamento, tragam renovação e benefício à região vizinha. Por outro lado, nem sempre o planejamento estratégico tem o mesmo ritmo da iniciativa privada e das oportunidades de negócios, e os empreendedores acabam se antecipando às determinações legais e garantem o direito de construir um PGT em vias de baixa capacidade ou em áreas congestionadas, o que demandará detalhado estudo de dispositivos de acesso e definição de medidas de controle de tráfego para diminuírem o grau de conflito. Os tipos de impactos sobre o trânsito que estas atividades geram as necessidades de reserva de espaços para carga/descarga, embarque/desembarque e estacionamentos, variam de acordo Manual Técnico: Procedimentos e Parâmetros para a elaboração do RIT 18

19 com suas características de funcionamento e com o perfil de clientela que atraem. De maneira geral, os PGT s produzem problemas de circulação, tais como:aumento do volume de veículos nas vias de acesso, Aumento do volume de Pedestres e Ciclistas nos passeios e vias adjacentes, Saturação das vias de acesso, Ocupação do meio fio por veículos estacionados, Aparecimento de novos pontos críticos de acidentes e congestionamento, entre outros. A intensidade e o alcance desses impactos vão depender da natureza e do porte do empreendimento, das características do projeto e da infra-estrutura de transporte da área onde será construído. Porém, mesmo antes de ter em mãos o projeto de um PGT é possível se orientar, ter a idéia das necessidades de espaço que um determinado empreendimento irá gerar identificando padrões de impactos por tipo de PGT e correlacionando essa tipologia com as características da estrutura viária das regiões geográficas de São José dos Campos. Dessa maneira, o técnico analista de um Relatório de Impacto no Trânsito (RIT) de um PGT terá uma relação referencial de medidas mitigadoras a serem consideradas a depender do tipo de empreendimento e da região da cidade em que será ser construído. As medidas mitigadoras serão mais ou menos eficientes em função da compatibilidade entre a oferta de infra-estrutura de transporte e a regulamentação de uso e ocupação do solo bem como do nível de adensamento e de congestionamento admitido para diferentes regiões. As medidas a serem adotadas dependerão dos impactos causados pelo empreendimento na infraestrutura urbana de circulação e, portanto, nem todos os itens desse tópico serão utilizados. De acordo com a classificação do Decreto de PGT s, estes empreendimentos serão identificados em três categorias: baixo, médio e grande impacto. Os de baixo impacto, considerados pólos geradores porque em sua operação cotidiana geram impactos localizados, são passíveis de controle através de cuidados específicos de itens de projeto (vaga para carga/descarga, oferta mínima de vagas de estacionamento), localização e configuração de acessos e normalmente não terão de arcar com medidas mitigadoras na via pública. Para os pólos de médio impacto, foram propostos índices mais rigorosos de oferta de vagas para carga/descarga e estacionamento, além de exigências de embarque/desembarque para algumas atividades (clínicas, escolas, teatros, hotéis). Medidas mitigadoras poderão ser exigidas quando pólos deste porte forem instalados em regiões consideradas congestionadas. Os pólos de grande impacto serão obrigados a apresentar um Relatório de Impacto no Trânsito onde estarão identificados os possíveis prejuízos à segurança e fluidez das vias de acesso sendo que as medidas ou intervenções no sistema viário e de transporte serão definidas pela Secretaria de Transportes e deverão ser acionadas para diminuírem esses prejuízos. Considerando algumas das atividades classificadas como PGT s e os tipos de impacto que geram, foi elaborado o Quadro a seguir, indicativo de itens de projeto que devem ser exigidos e de medidas mitigadoras cabíveis como roteiro inicial de orientação. Outras medidas podem ser propostas considerando as particularidades do empreendimento, tais como sua localização. Manual Técnico: Procedimentos e Parâmetros para a elaboração do RIT 19

20 QUADRO: Roteiro de verificação de itens de projeto e indicação inicial de medidas mitigadoras por tipo de PGT: PGT TIPO DE IMPACTO ITENS DE PROJETO MEDIDAS MITIGADORAS Educação (infantil, fundamental, médio) Ensino superior Auditórios e Igrejas Bares, restaurantes, casas de música, boates,cantinas. Teatros, cinemas, salões de festa e bailes, bufes, casas de espetáculos e shows. Clínicas sem internação, clínicas odontológicas, ambulatórios, laboratórios, clínicas veterinárias. Hospitais gerais Hospitais especializados, maternidades, clínicas com internação. Comércio de materiais de construção e de grande porte/ Concessionária de veículos Comércio atacadista Conflito/congestionamentos na via de acesso nos horários de entrada/saída por disputa de espaço para embarque/desembarque, insegurança para pedestres. Conflito/congestionamento nas vias de acesso nos horários de entrada/saída (ou pico da atividade) para embarque/desembarque e estacionamento, ocupação do meio fio ao redor, estacionamento irregular, insegurança para pedestres, sobrecarga dos pontos de embarque/desembarque de transporte coletivo, insegurança na circulação de veículos. Conflitos na via de acesso em qualquer horário para embarque/desembarque e estacionamento, ocupação do meio fio ao redor, estacionamento irregular, carga/descarga irregular. Conflito/congestionamento nas vias ao redor em qualquer horário para embarque/desembarque, estacionamento irregular, ocupação de meio fio ao redor, carga/descarga irregular, insegurança de pedestres, sobrecarga de pontos de embarque/desembarque de transporte coletivo. Conflito nas vias de acesso por circulação intensa de veículos de carga e de grande porte, carga/descarga irregular, ocupação de passeios por veículos, insegurança de pedestres e do trânsito em geral. 20 Pista interna de embarque/desembarque, acesso pedestre, pátio de estacionamento. Pista interna embarque/desembarque, acesso pedestre, pátios de estacionamento, vagas carga/descarga. Pista interna embarque/desembarque, acesso pedestre, pátios de estacionamento. Área para embarque/desembarque, carga/descarga e estacionamento. Área de embarque/desembarque, acesso pedestre. Área de embarque/desembarque, acesso pedestre, vaga veículo emergência. Área interna de embarque/desembarque, carga/descarga, veíc. emergência, acesso pedestre, estacionamentos. Pátios para mercadoria, área de carga/descarga, área de estacionamento, acesso pedestre. Projeto de segurança externo para pedestres. Projeto externo segurança pedestres, verif. pontos de parada e oferta de transporte coletivo,soluções pontos críticos sistema viário. Projeto externo de segurança de pedestres e soluções de pontos de conflito. Projeto de segurança externo para pedestres. Projeto de segurança para pedestres e pontos críticos sistema viário. Projeto de segurança externo para pedestres. Projeto de segurança para pedestres, verificar pontos de ônibus, pontos críticos sistema viário. Interferências pedestres X caminhões, pontos de conflito no sistema viário.

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