UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL LICITAÇÕES PÚBLICAS DE OBRAS DE ENGENHARIA:

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1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENGENHARIA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL LICITAÇÕES PÚBLICAS DE OBRAS DE ENGENHARIA: A PARTICIPAÇÃO DAS PEQUENAS EMPRESAS PRISCILA DAHER RUSSO DIAS JUIZ DE FORA FACULDADE DE ENGENHARIA DA UFJF 2013

2 UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA CURSO DE GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL LICITAÇÕES PÚBLICAS DE OBRAS DE ENGENHARIA: A PARTICIPAÇÃO DAS PEQUENAS EMPRESAS PRISCILA DAHER RUSSO DIAS JUIZ DE FORA 2013

3 PRISCILA DAHER RUSSO DIAS LICITAÇÕES PÚBLICAS DE OBRAS DE ENGENHARIA: A PARTICIPAÇÃO DAS PEQUENAS EMPRESAS Trabalho Final de Curso apresentado ao Colegiado do Curso de Engenharia Civil da Universidade Federal de Juiz de Fora, como requisito parcial à obtenção do título de Engenheira Civil. Área de Conhecimento: Engenharia Civil Orientador: Prof. Dr. Marcos Tanure Sanabio Juiz de Fora Faculdade de Engenharia da UFJF 2013

4 LICITAÇÕES PÚBLICAS DE OBRAS DE ENGENHARIA: A PARTICIPAÇÃO DAS PEQUENAS EMPRESAS PRISCILA DAHER RUSSO DIAS Trabalho Final de Curso submetido à banca examinadora constituída de acordo com o Artigo 9 o do Capítulo IV das Normas de Trabalho Final de Curso estabelecidas pelo Colegiado do Curso de Engenharia Civil, como parte dos requisitos necessários para a obtenção do grau de Engenheira Civil. Aprovado em: / / Por: Prof. Dr. Marcos Tanure Sanabio (orientador) Prof. Dr. Júlio César Teixeira Prof. Anderson Rocha Valverde

5 AGRADECIMENTOS Gostaria de agradecer aos meus pais, minha irmã e toda minha família pelo incentivo e apoio constantes. Aos amigos, sou grata pela estima que sempre tiveram por mim. Ao Leandro, agradeço não só por me encorajar na busca desta conquista, mas também por sua contribuição efetiva me auxiliando no conteúdo e na escrita deste documento. Também, agradeço ao meu orientador, Professor Marcos Tanure Sanabio, por me dar os subsídios necessários para elaboração deste trabalho. E sobretudo, agradeço à Deus pelas oportunidades que tive e pelas pessoas maravilhosas que me ajudaram à alcançar este sonho.

6 RESUMO A realização de obras públicas representa uma relevante oportunidade de atuação para empresários do ramo da engenharia. Contudo, a inexperiência, a alta concorrência e o desconhecimento dos trâmites do processo licitatório fazem com que muitos profissionais da área desistam de trilhar este caminho. Desta forma, este presente trabalho foi realizado com o intuito de elucidar os principais aspectos das licitações de obras de engenharia, sobretudo sob a ótica das pequenas empresas. Em princípio, foi realizada uma pesquisa teórica para obter conteúdo de fundamentação para o estudo. Num segundo momento, fez-se uma análise da legislação referente às licitações e um comentário geral sobre como o processo decorre. E, finalmente, foram entrevistados três empresários da Construção Civil que atuam no setor de obras públicas, os quais comentaram suas experiências no ramo das licitações, apontaram as dificuldades do processo e deram suas recomendações para as empresas que iniciam sua participação nos processos licitatórios.

7 Sumário 1 Introdução A Administração Pública e o Direito Administrativo Obras públicas de Engenharia A importância da Engenharia A participação das pequenas empresas Licitação Pública A Lei n o 8.666/ Licitações de obras de Engenharia Aspectos Metodológicos Estudo de caso Considerações finais Referências Bibliográficas Apêndice A... 45

8 Lista de Quadros Quadro 01: Documentação exigida para habilitação nas licitações Quadro 02: Sujeitos da pesquisa Quadro 03: Demonstrativo do BDI... 33

9 Lista de Tabela Tabela 01 - Valores limites das modalidades de licitações para obras de engenharia. 22

10 1. Introdução A engenharia no Brasil encontra-se em um grande momento da sua história. Após anos em baixa e profunda estagnação, finalmente o setor alcançou sua valorização. Nunca o mercado esteve tão aquecido, as obras para os Jogos Olímpicos e a Copa do Mundo, bem como o Programa de Aceleração do Crescimento - PAC, impulsionam a demanda pelas obras de engenharia. Neste contexto, o governo contrata empresas para as diversas obras públicas que o país vem realizando, e o processo licitatório aparece como a forma legal de fazêlo. A licitação é o procedimento administrativo que garante que as empresas tenham condições iguais de vencer a concorrência (igualdade na concorrência), em que o processo de escolha da contratada deve ser objetivo, visando o melhor preço e a qualificação para realizar a obra. Contudo, participar de uma licitação é complexo. Existem trâmites legais e burocráticos que devem ser observados. A Lei Federal nº 8.666, de 21 de junho de 1993, regulamenta o processo licitatório, e deve ser cumprida pelas empresas que participarão de uma concorrência pública. A complexidade do processo vai além. Devido à alta competitividade nas licitações, os empresários da engenharia precisam, também, conhecer o mercado e fazer estudos de orçamento e cronograma, buscando oferecer uma proposta possível, com bom preço, dentro da qualidade desejada para a obra, e ainda ter seu lucro. Apesar da importância do assunto, muitos empresários da engenharia não têm um adequado conhecimento sobre o processo licitatório, o que muitas vezes impede que as empresas, principalmente as de pequeno porte, participem e sejam competitivas em uma concorrência. Sendo assim, o objetivo do presente trabalho é estudar os desafios das pequenas empresas de engenharia nas licitações públicas. E buscando alcançar seu propósito, este documento está estruturado em sete capítulos. Este primeiro faz uma introdução sobre o tema, comentando a relevância do 1

11 assunto e apresentando a motivação deste trabalho. Os demais capítulos organizam-se da seguinte forma: O Capítulo 2, A Administração Pública e o Direito Administrativo, apresenta os embasamentos teóricos que fundamentarão o estudo das licitações. O Capítulo 3, Obras públicas de Engenharia, comenta a importância da Engenharia para a humanidade e a participação das pequenas empresas no mercado nacional. O Capítulo 4, Licitação Pública, consiste de uma análise da legislação referente às licitações e um comentário geral sobre os trâmites do processo. O Capítulo 5, Aspectos Metodológicos, explica a metodologia utilizada para realizar as entrevistas que sustentam este trabalho. O Capítulo 6, Estudo de caso, apresenta os aspectos observados a partir de entrevistas realizadas com empresários de engenharia que trabalham no ramo de obras públicas. E finalmente, o Capítulo 7, Considerações finais, faz uma análise de todo o trabalho, apresentando as conclusões e considerações apontadas pela autora a partir do estudo das licitações. 2

12 2. A Administração Pública e o Direito Administrativo A administração pública no Brasil sofreu uma evolução na história, passando por diversos modelos. Agregou-se elementos dos modelos anteriores aos novos, alcançando um modelo atual misto, que não rompeu totalmente com as práticas antigas. Segundo ensina Oliveira (2013), na época do Brasil colônia, a administração pública do país era pautada no modelo patrimonialista, herdado do Estado absolutista português. Neste contexto, o conceito de público e privado se confundiam. O poder era personalizado na figura do soberano, o que legitimava as regras por ele instituídas. Consequentemente, este modelo foi marcado por nepotismo, corrupção e total livre arbítrio de decisões por parte do Estado. O domínio pessoal do soberano sobre vastas regiões era dado pelas relações de confiança e obediência com alguns de seus súditos através da cessão de terras aos chamados donatários. Estes detinham em mãos poderes absolutos, que lhes eram outorgados pelo monarca português, sobre a administração pública e a legislação. Mesmo após o fim do colonialismo e com o advento da Independência e mais tarde da República, o patrimonialismo continuou sendo a prática de administração pública do Brasil. Durante a chamada República Velha, este modelo foi sustentado pelo fenômeno do coronelismo, marcado pelo domínio dos proprietários de terras, conhecidos como "coronéis" (em referência ao cargo que estes tiveram quando da formação da Guarda Nacional), que manipulavam as eleições por meio do voto de cabresto e elegiam, assim, governadores aliados, criando uma relação de apoio mútuo. Apesar de apresentar algumas de suas marcas até os dias atuais, o patrimonialismo com sua arbitrariedade e seu personalismo foi se desgastando com o tempo, encontrando sua derrocada na década de 30. A crise econômica mundial de 1929 repercutiu no Brasil na forma de uma brusca queda da economia cafeeira, enfraquecendo o poder da elite rural. Neste contexto, começaram a surgir diversos movimentos contestatórios para romper com o domínio vigente da época, culminando com a Revolução de 30 que pôs fim ao período da República Velha e iniciou a Era Vargas no país. 3

13 Para acompanhar as mudanças políticas da época, a administração pública no Brasil finalmente abandonou o patrimonialismo e adotou o modelo burocrático. Este se caracterizou pela impessoalidade do poder, pelo esforço no sentido do desenvolvimento industrial, pela separação das esferas público e privada, pelo emprego da meritocracia nos cargos públicos e pela consolidação das leis que passaram a ser escritas, organizadas e mais regulares. Em 1934 foi instituída uma nova Constituição, que apresentou um caráter socializante, marcado pela intervenção crescente na ordem social. Como consequência, houve um crescimento da máquina estatal, com a criação de novas pessoas jurídicas públicas e com o aumento do número de funcionários públicos necessários para o atendimento das novas funções abraçadas pelo Estado. Assim, no período de 1930 até o fim do governo militar, o Brasil passou por significativas mudanças, abandonando seu caráter rural, tornando-se majoritariamente urbano, e intensificando sua industrialização. Conforme Junquilho (2010) comenta, no final do século XX, alguns acontecimentos importantes, como a crise do petróleo em 1973 e mais tarde o fim da Guerra Fria, mudaram o cenário mundial e evidenciaram as falhas do modelo burocrático que se mostrou ineficiente para superar a crise devido ao seu excesso de formalidade, à sua resistência a mudanças e ao seu caráter intervencionista na economia. Neste período, o Estado do bem estar social perdeu forças, e propagou-se um novo paradigma: o neoliberalismo. Este novo ideal pregava a redução da ação estatal direta e a restrição das funções do Estado, tornando-se mero gestor e regulador. Paralelamente, o Brasil vivia um momento de transição política, quando abandonou o regime militar e retornou à democracia. Neste contexto, José Sarney e seu sucessor Fernando Collor governaram um país mergulhado em exorbitantes índices de inflação e que clamava por reformas. Mas estas só vieram de forma eficaz no governo de Itamar Franco e mais tarde de Fernando Henrique Cardoso (FHC), com a adoção do modelo gerencial de administração pública. Dessa forma, o Estado passou a adotar práticas de gerenciamento das empresas privadas na economia, objetivando eficiência, controle de gastos e produtividade. Este novo conceito promoveu a privatização de estatais, a redução de níveis hierárquicos, a descentralização de 4

14 decisões, e o abandono do papel do Estado de agente de desenvolvimento econômico, e, ainda, implantou um movimento de agencificação, com a criação das agências reguladoras. Estas, em geral, regulam preços para que, em um mercado monopolista, se estabeleçam preços característicos de mercado competitivo. No âmbito econômico, o modelo gerencial foi eficaz, pois controlou a inflação e trouxe melhorias orçamentárias e gerenciais à administração pública. Contudo, este se mostrou falho quanto à participação popular e ao descuido com os problemas políticosociais. Para completar esta lacuna, surge nos dias atuais uma proposta alternativa - o modelo societal. O governo petista que assumiu a Presidência do país após os anos FHC, adotou posturas semelhantes às do seu antecessor, mantendo diversas características do modelo gerencial. Todavia, o novo governo inovou no sentido de romper com a delegação de serviços públicos à empresas privadas e mistas, retornando estes serviços aos cuidados do Estado e, ainda, investindo mais nas questões sociais. Ainda, durante todo este processo de desenvolvimento da Administração Pública brasileira percebeu-se o seu fortalecimento. Nesse sentido, a Lei de Licitações foi introduzida com intuito de garantir a legalidade, a impessoalidade, a moralidade, a publicidade e a eficiência quanto à aquisição, venda ou prestação de serviço para a Administração Pública, conforme regulamentado no inciso XXI do art. 37 da Constituição Federal. Assim, este presente trabalho vem discutir o processo licitatório no Brasil, com enfoque na questão de obras de engenharia, buscando o ponto de vista do prestador de serviços para o órgão público. 5

15 3. Obras públicas de Engenharia 3.1 A importância da Engenharia Os seres humanos e a engenharia se desenvolveram paralelamente ao longo da história. A engenharia permitiu que a humanidade conseguisse vencer as forças da natureza, garantindo sua sobrevivência e a melhoria do seu bem estar - o homem passou a se abrigar em cavernas, produzir ferramentas, cultivar plantações, controlar o fogo, utilizar a metalurgia. E pela busca constante do homem por soluções práticas para seus problemas cotidianos, a engenharia avançou no decorrer dos tempos. Inegavelmente esta ciência e arte foi essencial na construção do Brasil e do mundo que conhecemos hoje, sendo responsável por grandes realizações durante toda a história, desde obras mais antigas como as Pirâmides do Egito, o Coliseu e os aquedutos romanos, até as obras mais modernas como o Burj Al Arab em Dubai, as novas torres do World Trade Center e o túnel submarino-subterrâneo que liga as cidades de Paris e Londres. Quanto ao Brasil, também tivemos feitos notáveis, desde a construção das primeiras estradas de ferro até as rodovias mais modernas, da formação dos rudimentares povoados até a construção de Brasília. No geral, a engenharia sempre foi respeitada e valorizada no Brasil. Todavia, entre os anos de 1980 e 2000, o país passou por um período de dificuldade econômica, que representou pouco ou nenhum investimento na área de engenharia, acarretando uma má fase da profissão, que fez muitos engenheiros migrarem para outras funções. Esses tempos severos foram chamados de anos perdidos para engenharia, em função da estagnação do seu desenvolvimento. Contudo, a economia do Brasil se recuperou, e a engenharia retomou seu papel de destaque. A boa fase do país trouxe investimentos em infraestrutura, modernização industrial, melhoria das malhas de transportes, dentre outras áreas. Atualmente o mercado está aquecido, gerando uma demanda por profissionais qualificados e aptos a suprir as necessidades do mercado. Porém, o bom momento que tem proporcionado tantas oportunidades, cria também desafios. No setor de obras públicas, a 6

16 responsabilidade do engenheiro vai além de simplesmente executar projetos e obras. Este profissional deve, ainda, cumprir o papel de garantir a realização de empreendimentos seguros e de qualidade para benefício futuro da população. 3.2 A participação das pequenas empresas O número de micro e pequenas empresas (MPEs) no Brasil atualmente, segundo um estudo recente publicado pelo SEBRAE (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), é de aproximadamente seis milhões de estabelecimentos, correspondendo a 97% de todas as empresas existentes no país. Isto posto, estas constituem o alicerce da economia do Brasil, gerando empregos e movimentando o mercado nacional. Entretanto, as MPEs sofrem grandes obstáculos para se firmarem no mercado, uma vez que encontram um cenário já dominado pelas grandes empresas. O mesmo estudo realizado pelo SEBRAE revela que 27% de todas as novas empresas fundadas no Brasil acabam fechando no primeiro ano de vida. Nesse sentido, o governo brasileiro instituiu a Lei Complementar n o 123, de 14 de dezembro de 2006, intitulada Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte, também conhecida como Lei Geral da Micro e Pequena Empresa. Esta lei estabelece normas relativas ao tratamento diferenciado e favorecido às MPEs, através do regime tributário específico para o segmento, com redução da carga de impostos e, também, da concessão de benefícios a estas empresas em diversos outros aspectos. No tocante às licitações realizadas pelos órgãos públicos, a Lei Complementar n o 123 de 2006 prevê tratamento simplificado e diferenciado às micro e pequenas empresas, oferecendo a possibilidade de habilitação tardia, assegurando a contratação destas no caso de empate em processos licitatórios e realizando licitações até o valor de R$ ,00 exclusivas para as MPEs. 7

17 As disposições citadas têm, de fato, gerado um aumento da participação das micro e pequenas empresas nas licitações, e, além disso, têm conferido maior competitividade a elas nos certames. Contudo, estas vantagens oferecidas só se aplicam às compras governamentais, não englobando o tema deste trabalho, as obras públicas de engenharia. Sem subsídio governamental, as construtoras e empreiteiras de pequeno porte se apoiam apenas na sua própria capacidade para participar de licitações, tendo seu sucesso condicionado à boa gestão do negócio e ao conhecimento profundo dos processos licitatórios. 8

18 4. Licitação Pública 4.1 A Lei n o 8.666/93 O conceito de licitação pode ser definido como o procedimento previsto por Lei utilizado para realização de compras e contratação de serviços pela Administração Pública. É através deste procedimento que se abre a todos os interessados, que atendam a condições mínimas, a possibilidade de apresentar suas propostas e, dentre estas, seleciona-se a melhor e mais conveniente proposta a ser utilizada numa futura contratação. Nesse sentido, a Constituição Brasileira de 1988 estabelece: "Art. 37. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte: [...] XXI - ressalvados os casos especificados na legislação, as obras, serviços, compras e alienações serão contratados mediante processo de licitação pública que assegure igualdade de condições a todos os concorrentes, com cláusulas que estabeleçam obrigações de pagamento, mantidas as condições efetivas da proposta, nos termos da lei, o qual somente permitirá as exigências de qualificação técnica e econômica indispensáveis à garantia do cumprimento das obrigações;" (BRASIL, 1988). Sendo assim, foi instituída a Lei n o 8.666/93 que regula o processo licitatório público e que, conforme elucidado por Di Pietro (2010), é norteada por princípios básicos, a seguir: princípio da legalidade (garantia de observância da lei, defendendo o processo contra abusos e desvios de conduta de quaisquer das partes); princípios da impessoalidade e da igualdade (determinam o tratamento idêntico e sem preferências pessoais a todos os concorrentes); 9

19 princípio da moralidade (estabelece a observância do interesse público, vedando a obtenção de vantagens de qualquer tipo através do processo licitatório por parte do administrador público); princípio da publicidade (sentencia que deve haver divulgação adequada do processo, para que todos os interessados em participar tomem conhecimento do mesmo); princípio da probidade administrativa (obriga a condução do processo licitatório de forma honesta e com boa-fé); princípio da vinculação ao instrumento convocatório (assegura que as condições fixadas no Edital sejam cumpridas por ambas as partes vinculadas ao processo, não cabendo modificações arbitrárias); princípio do julgamento objetivo (atesta que todo julgamento que ocorra no processo licitatório seja realizado unicamente com base no Edital). Sobre o processo licitatório e seus princípios norteadores, a Lei n o 8.666/93 delibera: "Art. 3 o A licitação destina-se a garantir a observância do princípio constitucional da isonomia, a seleção da proposta mais vantajosa para a administração e a promoção do desenvolvimento nacional sustentável e será processada e julgada em estrita conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos. [...] 3 o A licitação não será sigilosa, sendo públicos e acessíveis ao público os atos de seu procedimento, salvo quanto ao conteúdo das propostas, até a respectiva abertura." (BRASIL, 1993) 10

20 Conforme ilustrado anteriormente, ressalvados casos específicos de dispensa de licitação previstos na lei ou de inexigibilidade, a Constituição Brasileira de 1988 tornou obrigatória a licitação para todos os processos da Administração Pública relativos a compras e contratação de serviços de terceiros, englobando, inclusive, o tema deste trabalho: a realização de obras públicas de Engenharia. A "Lei de Licitações" ratifica esta obrigatoriedade de licitar, não só dos órgãos públicos de administração direta, como também dos fundos especiais, das autarquias, das fundações públicas, das sociedades de economia mista, das empresas públicas e demais entidades controladas direta ou indiretamente pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios. As Licitações são diferenciadas em modalidades, elencadas no Art. 22 da Lei n o 8.666/93, quais sejam: " 1 o Concorrência é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados que, na fase inicial de habilitação preliminar, comprovem possuir os requisitos mínimos de qualificação exigidos no edital para execução de seu objeto. 2 o Tomada de preços é a modalidade de licitação entre interessados devidamente cadastrados ou que atenderem a todas as condições exigidas para cadastramento até o terceiro dia anterior à data do recebimento das propostas, observada a necessária qualificação. 3 o Convite é a modalidade de licitação entre interessados do ramo pertinente ao seu objeto, cadastrados ou não, escolhidos e convidados em número mínimo de 3 (três) pela unidade administrativa, a qual afixará, em local apropriado, cópia do instrumento convocatório e o estenderá aos demais cadastrados na correspondente especialidade que manifestarem seu interesse com antecedência de até 24 (vinte e quatro) horas da apresentação das propostas. 11

21 4 o Concurso é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para escolha de trabalho técnico, científico ou artístico, mediante a instituição de prêmios ou remuneração aos vencedores, conforme critérios constantes de edital publicado na imprensa oficial com antecedência mínima de 45 (quarenta e cinco) dias. 5 o Leilão é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para a venda de bens móveis inservíveis para a administração ou de produtos legalmente apreendidos ou penhorados, ou para a alienação de bens imóveis prevista no art. 19, a quem oferecer o maior lance, igual ou superior ao valor da avaliação." (BRASIL, 1993). Além destas, mais recentemente foi estabelecida, por meio da Lei Federal no /2002, uma nova modalidade de licitações denominada Pregão, que acontece em forma de leilão. Das modalidades mencionadas, apenas as três primeiras se aplicam às licitações de obras de engenharia e, por isso, serão aprofundadas no próximo item deste trabalho. Ademais, fica para este item o encargo de explicar o procedimento ordinário das licitações. Os processos licitatórios surgem da necessidade do órgão público de comprar bens ou contratar serviços. Após uma análise inicial em que se define a disponibilidade orçamentária e a modalidade de licitação, é instaurado o processo administrativo. Segue-se então para a elaboração do instrumento convocatório (edital ou carta convite), componente de alta relevância para o sucesso do processo, visto que nenhuma das partes, nem a Administração Pública, nem o contratado, podem descumprir as normas e condições do edital. O edital descreve o objeto e as informações da licitação, e deve conter prazos, tipologia utilizada (menor preço, melhor técnica ou técnica e preço), condições para participação na licitação, forma de apresentação das propostas, critérios que serão julgados, condições de recebimento do objeto da licitação, entre outros. 12

22 Especificamente para o caso de licitações de obras de engenharia, devem ser anexados ao edital, conforme o art. 40 da Lei n o 8.666/93, os seguintes elementos: " 2 o Constituem anexos do edital, dele fazendo parte integrante: I - o projeto básico e/ou executivo, com todas as suas partes, desenhos, especificações e outros complementos; II - orçamento estimado em planilhas de quantitativos e preços unitários; III - a minuta do contrato a ser firmado entre a Administração e o licitante vencedor; IV - as especificações complementares e as normas de execução pertinentes à licitação." (BRASIL, 1993). Posteriormente à esta fase interna da licitação, segue-se para uma fase externa que se dá pela publicação do aviso do edital no Diário Oficial da União, do Estado, ou do Distrito Federal, em jornal de circulação regional ou nacional, e em outros meios que possibilitem a todos os interessados o conhecimento da realização do processo licitatório. A partir da divulgação do edital, inicia-se o prazo para os licitantes apresentarem sua documentação de habilitação e sua proposta. Sobre este período a Lei de Licitações, em seu art. 21, determina: " 2 o O prazo mínimo até o recebimento das propostas ou da realização do evento será: I - quarenta e cinco dias para: [...] 13

23 b) concorrência, quando o contrato a ser celebrado contemplar o regime de empreitada integral ou quando a licitação for do tipo "melhor técnica" ou "técnica e preço"; II - trinta dias para: a) concorrência, nos casos não especificados na alínea "b" do inciso anterior; b) tomada de preços, quando a licitação for do tipo "melhor técnica" ou "técnica e preço"; III - quinze dias para a tomada de preços, nos casos não especificados na alínea "b" do inciso anterior, ou leilão; IV - cinco dias úteis para convite." (BRASIL, 1993) As documentações exigidas para habilitação no processo licitatório também são determinadas por Lei, e estão esquematizadas no quadro 01: Quadro 01: Documentação exigida para habilitação nas licitações I - cédula de identidade; II - registro comercial, no caso de empresa individual; III - ato constitutivo, estatuto ou contrato social em vigor, devidamente registrado, em se tratando de sociedades comerciais, e, no caso de sociedades por ações, acompanhado de documentos I - Habilitação de eleição de seus administradores; jurídica IV - inscrição do ato constitutivo, no caso de sociedades civis, acompanhada de prova de diretoria em exercício; V - decreto de autorização, em se tratando de empresa ou sociedade estrangeira em funcionamento no País, e ato de registro ou autorização para funcionamento expedido pelo órgão competente, quando a atividade assim o exigir. 14

24 Quadro 01: Documentação exigida para habilitação nas licitações (continuação) I - registro ou inscrição na entidade profissional competente; II - Qualificação técnica III - Qualificação econômicofinanceira II - comprovação de aptidão para desempenho de atividade pertinente e compatível em características, quantidades e prazos com o objeto da licitação, e indicação das instalações e do aparelhamento e do pessoal técnico adequados e disponíveis para a realização do objeto da licitação, bem como da qualificação de cada um dos membros da equipe técnica que se responsabilizará pelos trabalhos; III - comprovação, fornecida pelo órgão licitante, de que recebeu os documentos, e, quando exigido, de que tomou conhecimento de todas as informações e das condições locais para o cumprimento das obrigações objeto da licitação; IV - prova de atendimento de requisitos previstos em lei especial, quando for o caso. I - balanço patrimonial e demonstrações contábeis do último exercício social, já exigíveis e apresentados na forma da lei, que comprovem a boa situação financeira da empresa, vedada a sua substituição por balancetes ou balanços provisórios, podendo ser atualizados por índices oficiais quando encerrado há mais de 3 (três) meses da data de apresentação da proposta; II - certidão negativa de falência ou concordata expedida pelo distribuidor da sede da pessoa jurídica, ou de execução patrimonial, expedida no domicílio da pessoa física; III - garantia, nas mesmas modalidades e critérios previstos no "caput" e 1 o do art. 56 da Lei 8.666/93, limitada a 1% (um por cento) do valor estimado do objeto da contratação. 15

25 Quadro 01: Documentação exigida para habilitação nas licitações (continuação) I - prova de inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou no Cadastro Geral de Contribuintes (CGC); II - prova de inscrição no cadastro de contribuintes estadual ou municipal, se houver, relativo ao domicílio ou sede do licitante, pertinente ao seu ramo de atividade e compatível com o objeto IV contratual; Regularidade III - prova de regularidade para com a Fazenda Federal, Estadual e fiscal e Municipal do domicílio ou sede do licitante, ou outra equivalente, na trabalhista forma da lei; IV - prova de regularidade relativa à Seguridade Social e ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), demonstrando situação regular no cumprimento dos encargos sociais instituídos por lei; V prova de inexistência de débitos inadimplidos perante a Justiça do Trabalho, mediante a apresentação de certidão negativa. Fonte: Elaborado pela autora Quanto à questão das habilitações, a Lei de Licitações ainda prevê um Sistema de Registro Cadastral. Assim, órgãos e entidades públicas que, com frequência realizem licitações, devem manter registros cadastrais de interessados à participar do processo para efeito de habilitação. Atualmente, este cadastramento é efetuado sem ônus, em uma Unidade Cadastradora, através do SICAF (Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores). Pormenores sobre o SICAF e a publicação de editais podem ser encontrados no portal de compras do Governo Federal ComprasNet (www.comprasnet.gov.br). Retomando o procedimento do processo licitatório, após o período de apresentação de habilitação e propostas, nas modalidades convite, tomada de preço e concorrência, celebra-se uma sessão pública, em que ocorre a análise da 16

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