FACULDADES INTEGRADAS PROMOVE DE BRASÍLIA CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL

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1 FACULDADES INTEGRADAS PROMOVE DE BRASÍLIA CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL MONITORAMENTO DA QUALIDADE DOS ESGOTOS DOMÉSTICOS E NÃO DOMÉSTICOS, PLUVIAIS E HOSPITALARES RECEBIDOS NAS ESTAÇÕES ELEVATÓRIAS DE RECALQUE EM REGIÕES ADMINISTRATIVAS DO DISTRITO FEDERAL. Estudante: Carlos Augusto Soares de Oliveira Orientador (a): Prof. Dr. Marcelo da Silva Marinho BRASÍLIA - DF 2013

2 Carlos Augusto Soares de Oliveira CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL ARTIGO CIENTÍFICO MONITORAMENTO DA QUALIDADE DOS ESGOSTOS DOMÉSTICOS E NÃO DOMÉSTICOS, PLUVIAIS E HOSPITALARES RECEBIDOS NAS ESTAÇÕES ELEVATÓRIAS DE RECALQUE EM REGIÕES ADMINISTRATIVAS DO DISTRITO FEDERAL. Trabalho de Conclusão de Curso apresentado como requisito parcial do curso de Tecnologia em Gestão Ambiental, para obtenção do título de Tecnólogo, sob a orientação do Professor Dr. Marcelo da Silva Marinho. BRASÍLIA - DF 2013

3 MONITORAMENTO DA QUALIDADE DOS ESGOSTOS DOMÉSTICOS E NÃO DOMÉSTICOS, PLUVIAIS E HOSPITALARES RECEBIDOS NAS ESTAÇÕES ELEVATÓRIAS DE RECALQUE EM REGIÕES ADMINISTRATIVAS DO DISTRITO FEDERAL. CARLOS AUGUSTO SOARES DE OLIVEIRA Resumo. A população do Distrito Federal por falta de informações ou conhecimento do sistema de esgotamento urbano tem por hábito fazer do esgoto uma lixeira, devido a isso, observa-se a necessidade de se conciliar os serviços ambientais urbanos com o conceito de sustentabilidade que consiste no desenvolvimento que visa suprir as necessidades das gerações atuais sem comprometer as futuras. É fundamental alertar a população das grandes cidades, sobre a importância do trabalho integrado de vários órgãos, para educar a população sobre o uso correto da rede de esgoto e sobre o destino correto para os resíduos sólidos. Este artigo objetiva diagnosticar a atual situação da destinação dos resíduos sólidos gerados pela população da cidade de Brasília/DF, listando algumas recomendações para a população, além de mostrar que os sérios problemas de extravasamento de esgotos a céu aberto não é apenas causado pelo descaso e a ausência de investimentos no setor de saneamento no Brasil, em especial nas áreas urbanas, onde compromete a qualidade de vida da população e do meio ambiente, mas também é de responsabilidade da população. O trabalho foi realizado na cidade de Brasília/DF, e teve auxílio da CAESB (Companhia de Saneamento Ambiental de Brasília), onde foram monitoradas quinze estações elevatórias de recalque em diferentes Regiões Administrativas do Distrito Federal: Avenida das Nações Sul (elevatórias do Pier 21); Avenida das Nações Sul (TST); Lago Sul (QL 22, QL 16, QL 12 EE5, QL 12 EE 6 e QL 06); Núcleo Bandeirante (elevatória da Metropolitana); Águas Claras (elevatórias Parque e Metrô); Guará I (elevatória QL 18 e elevatória SQB); Guará II (elevatória QE 46); Estrutural (elevatória estrutural I e estrutural II). As estações elevatórias de esgoto possuem um sistema de gradeamento e cesto para retenção de sujeiras grosseiras, o espaçamento entre as grades não seguem um padrão, variando de 1 a 4 centímetros. Os materiais objetos desta pesquisa foram retirados das referidas grades e cestos e feita a separação, qualificando, quantificando e datando. 60% dos casos de obstruções da rede são causadas pelo lançamento indevido de resíduos gerados em nossas próprias casas e 20% correspondem ao acúmulo de gordura. Entre outras causas de danos nas redes de esgotos são relacionadas a ligações irregulares da água de chuva, que somam 15% das ocorrências; o arraste de areia, terra, raízes das árvores e até atos de vandalismo. Conclui-se que não havendo uma mudança de comportamento da população, seja ela residencial, comercial, industrial ou hospitalar, os problemas sempre irão existir, tal afirmação se constata na tabela apresentada neste trabalho referente ao monitoramento de esgoto realizado no período de a no qual faz referência também a determinados hábitos e costumes. Independentemente do mês a população apresenta uma inadequada educação e irresponsabilidade para com o meio ambiente e, conseqüentemente a saúde dela e do meio ambiente estará fortemente prejudicada. Palavras-chave: resíduos sólidos, esgoto, extravasamento, qualidade de vida, meio ambiente.

4 4 Abstract QUALITY MONITORING OF DOMESTIC AND NON-DOMESTIC civil drains, RAINWATER AND HOSPITAL RECEIVED IN PUMPING STATIONS booster ADMINISTRATIVE REGIONS IN THE FEDERAL DISTRICT. CARLOS AUGUSTO SOARES DE OLIVEIRA The population of the Federal District for lack of information or knowledge of the urban sewage system has a habit of doing a dump sewage, because of this, there is the need to reconcile the urban environmental services with the concept of sustainability is the development which aims to meet the needs of current generations without compromising the future. It is important to alert the population of large cities, on the importance of integrated work of various bodies, to educate the public about the proper use of the sewer system and the correct destination for solid waste. This article aims to diagnose the current situation of disposal of solid waste generated by the population of the city of Brasília / DF, listing some recommendations for the population, and also that the serious leakage of open sewers is not only caused by neglect and lack of investment in the sanitation sector in Brazil, especially in urban areas, which compromises the quality of life of the population and the environment, but is also the responsibility of the population. The study was conducted in the city of Brasilia / DF, and had help from CEBS (Environmental Sanitation Company of Brasilia), which were monitored fifteen booster pumping stations in different administrative regions of the Federal District: Nations Avenue South (lifting the Pier 21 ); Nations Avenue South (TST); South Lake (QL 22, QL 16, QL 12 EE5, QL 12 QL EE 6 and 06); Bandeirante (lifting the Metropolitan), Clearwater (elevators and Metro Park); Guará I (QL 18 lift and lift SQB); Guará II (QE pumping 46); Structural (lifting Structural I and Structural II). The sewage pumping stations have a railing system and basket for retaining coarse dirt, the spacing between the bars do not follow a pattern, ranging from 1 to 4 inches. The material objects of this research were taken from these grids and baskets and made the separation, qualifying, quantifying and dating. 60% of cases of obstruction of the network are caused by improper release of waste generated in our own homes and 20% correspond to the accumulation of fat. Among other causes of damage to sewer systems are related to irregular connections of rainwater, which amount to 15% of cases, the drag sand, earth, tree roots and even vandalism. We conclude that there is no change in behavior of the population, be it residential, commercial, industrial or hospital, the problems will always exist, this assertion is verified in the table presented in this work for the tracking of sewage conducted from to in which also refers to certain habits and customs. Regardless of the month the population has an inadequate education and irresponsibility towards the environment and consequently her health and the environment will be severely hampered. Keywords: solid waste, sewage leakage, quality of life, environmental

5 1. Introdução O esgoto é formado por aproximadamente 0,1% de dejetos sólidos (partículas orgânicas, inorgânicas, suspensas e dissolvidas, além de microorganismos) e o restante de água. Von Sperling (1996) afirma que o esgoto quando lançado in-natura, ou seja, sem tratamento em rios, córregos e outros corpos d água, pode provocar uma série de problemas tanto para as pessoas quanto para o meio ambiente. Segundo o Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Sete Lagoas/MG (SAAE), os tipos de esgotos gerados na cidade são classificados basicamente em doméstico, pluvial, industrial e hospitalar. Uma pessoa ao tomar banho, lavar louça ou apertar a descarga no vaso sanitário estará produzindo o esgoto doméstico. As águas de chuvas coletadas pelos telhados, ruas e jardins são exemplos de esgotos pluviais e as águas utilizadas nos processos de produção industrial formam o esgoto industrial. Segundo a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), esgotos hospitalares são os efluentes de hospitais, clínicas, postos de saúde, laboratórios e outras unidades de saúde que possam gerar águas servidas contaminadas com germes patogênicos. Segundo SAAE (2013), cada tipo de esgoto é constituído de diferentes substâncias, materiais e organismos. Todos esses agentes podem causar danos como a proliferação de doenças, contaminação do solo e dos mananciais, obstrução e rompimentos nas tubulações de esgoto, danos nas bombas de recalque localizadas nas estações elevatórias e estações de tratamento, onerando o processo de tratamento do esgoto etc. Para evitar todos esses problemas, são construídos sistemas de coleta de esgoto que promovem a retenção de toda essa sujeira, as mais utilizadas são: caixa de gordura, caixa de areia, gradeamento e cesto para retenção de sujeira. A composição dos esgotos depende muito de como as águas destinadas ao abastecimento está sendo usada, principalmente nos domicílios e indústrias, ela varia dependendo do clima, das condições socioeconômicas e dos hábitos da população, presença de efluentes industriais, infiltração de águas pluviais etc. Rede de esgoto, pia e vaso sanitário não são latas de lixo (VON SPERLING 1996). Uma forma de realizar o monitoramento dos esgotos, além das estações elevatórias é através dos chamados Poços de Visitas (PV). Os PV s são largos, porém destinam-se à manutenção da rede de esgotos, quando as tampas são quebradas ou estão caídas no chão, contribuem para entrada de terra, areia, pedras e sujeiras. Poços demolidos por deslocamento do solo devido ao tráfego intenso de veículos ou por intempéries, também contribuem para 5

6 entrada de sujeiras. De acordo com a Empresa Municipal de Água e Saneamento do Balneário Camboriú de Santa Catarina/SC (EMASA), a rede por sua vez, possui diâmetro menor e não é dimensionada para receber nada além dos esgotos. Portanto, nem a rede e nem os poços de visita podem receber lixo. Estações Elevatórias de Esgoto: Todas as vezes que por algum motivo, não seja possível sob o ponto de vista técnico e econômico, o escoamento dos esgotos pela ação da gravidade é necessário o uso de elevatórias, para elevar o esgoto de um ponto para outro de cota normalmente mais elevada. Segundo a ABNT (1992), na NBR 12208, é a instalação destinada ao transporte de esgoto do nível do poço de sucção das bombas ao nível de descarga na saída do recalque, acompanhando aproximadamente as variações de vazões afluentes. De acordo com a Profª Gercina N.R.C. Junior da Fundação Universidade Federal de Rondônia (Departamento de Engenharia Ambiental), a elevação do esgoto pode ocorrer quando: (1) A profundidade do coletor é superior ao valor limite do projeto (em muitos locais 4,0 ou 5,0m, como profundidade máxima); (2) Existe necessidade de a rede coletora transpor obstáculos naturais (rio, montanha etc.) ou artificiais (metrô, avenida etc.); (3) O esgoto coletado tem de passar de uma bacia para outra; (4) O terreno não apresenta condições satisfatórias para assentamento da rede coletora (áreas alagadas, rochas, etc.); (5) Existe necessidade de elevação do esgoto coletado para unidade em cota mais elevada, como na chegada da estação de tratamento de esgoto ou da unidade de destino final. As EEEs (Estações Elevatórias de Esgotos) são utilizadas em condições técnicas que requerem condutos forçados, o que reflete nos custos de construção: Aquisição de equipamentos; Operação; Consumo de energia; Manutenção (reparos em equipamentos eletromecânicos); Conservação e garantia de funcionamento do sistema; Desapropriação de área. Basicamente, as partes componentes da EEE são: Dispositivos de entrada; Unidades de remoção de sólidos; Medidor de vazão; Poço úmido; Conjunto motor e bomba e suas tubulações (sucção e recalque); Poço seco; Poço de segurança. Devido ao grande volume de objetos encontrados nos gradeamentos e cestos das estações elevatórias de recalque e nas estações de tratamento de esgoto, se faz necessário um monitoramento para qualificar e quantificar esses objetos e futuramente com as informações atualizadas, fazer um trabalho de conscientização da população doméstica, industrial e hospitalar, da importância de se destinar corretamente seus rejeitos produzidos, para que assim possamos contribuir para um meio ambiente saudável para todos e evitar danos ao sistema de coleta de esgoto. 6

7 O objetivo deste trabalho é o de diagnosticar a atual situação da destinação dos resíduos sólidos gerados pela população da cidade de Brasília/DF, listando algumas recomendações para a população, além de mostrar que os sérios problemas de extravasamento de esgotos a céu aberto não é apenas causado pelo descaso e a ausência de investimentos no setor de saneamento no Brasil, em especial nas áreas urbanas, onde compromete a qualidade de vida da população e do meio ambiente, mas também é de responsabilidade da população, diminuindo os gastos com manutenção da rede de esgoto da cidade, estações elevatórias e estações de tratamento de esgoto; evitar extravazamentos de esgotos a céu aberto, devido a obstruções de redes de esgotos bem como evitar danos nas bombas das elevatórias de esgoto; diminuir o uso de agentes químicos no tratamento de esgoto e reduzir o gasto com substituição de peças Materiais e Métodos 2.1 Área de estudo O trabalho foi realizado na cidade de Brasília/DF, e teve auxílio da CAESB (Companhia de Saneamento ambiental de Brasília), onde foram monitoradas quinze estações elevatórias de recalque em diferentes Regiões administrativas do D.F: Avenida das Nações Sul (elevatórias do Pier 21 e TST); Lago Sul (QL 22, QL 16, QL 12 EE5 e EE 6 e QL 06); Núcleo Bandeirantes (elevatória Metropolitana); Águas Claras (elevatórias Parque e Metrô); Guará I (elevatória QL 18 e SQB); Guará II (elevatória QE 46); Estrutural (elevatória estrutural I e estrutural II). A estação de tratamento e suas elevatórias possuem um sistema de gradeamento e cesto para retenção de sujeiras grosseiras, o espaçamento entre as grades não seguem um padrão, variando de 1 a 4 centímetros (Figura 1). (a) (b) Figura 1. Cesto (a) e grade (b) encontrada nas Estações elevatórias de bombeamento.

8 2.2. Ferramentas utilizadas Alguns cuidados são tomados pelas equipes que fazem a manutenção nas elevatórias e também foram tomados esses mesmos cuidados quando desta pesquisa, tais como utilização dos EPI's: 8 a) Luvas de borrachas; b) Óculos para proteção dos olhos; c) Botinas; d) Protetor solar; e) Repelente e f) Máscaras descartáveis. Para recolher o material no gradeamento, foi utilizado rastelo confeccionado em alumínio medindo 2 metros de comprimento (Figura 2), por ser leve e de fácil manuseio. Nos cestos foram utilizados os mesmos EPI's. Para levantar o cesto foi utilizada uma talha de 0,5 toneladas, disponível em cada unidade. Ao retirar o cesto foi utilizado um rastelo curto de aproximadamente 40 centímetros, para retirar o material depositado no mesmo. Figura 2. Ferramentas e equipamentos utilizados na coleta de materiais

9 Fazem parte também dos equipamentos, uma pá, um carrinho de mão, mangueira de jardim para lavar as ferramentas e o chão onde é colocado o cesto e o material retirado do mesmo. Em cada elevatória e na estação está disponível um contêiner para depositar o material tanto do gradeamento quanto do cesto. Ao retirar o material tanto do cesto quanto do gradeamento, foi feita a separação do mesmo, qualificando, quantificando e datando (Figura 3). (a) (a) (a) 9 (b) Figura (b) 3. Retirada do material contido nas estações elevatórias de bombeamento (a). Separação /triagem do material coletado (b) Análise Para análise dos dados coletados, foi produzida uma matriz com os materiais encontrados, relacionando-os com os locais de coleta.

10 Quadro 1. Matriz de Monitoramento de Esgoto (Período: 01/09/2012 a 30/09/2012). MATERIAIS ENCONTRADOS PIER 21 TST QL 22 QL 16 ESTAÇÕES ELEVATÓRIAS ESTUDADAS QL 12 AGUAS CLARAS ESTRUTURAL GUARA QL 6 METRO-POLITANA EE5 EE6 I II I II SQB QE 18 QE 46 ESTOPAS/CABELOS (KG) 18 KG 4 KG 10 KG 48 KG 16 KG 9 KG 32 KG 19 KG 57 KG 49 KG 52 KG 15 KG 9 KG 27 KG 12 KG PRESERVATIVOS (UNID) CIGARROS (UNID) COTONETES (UNID) FRALDAS (UNID) TAMPINHAS (UNID) ABSORVENTES (UNID) CARTELA C/PÍLULAS (UNID) PALITOS PIRULITO (UNID) GARRAFAS PET (UNID) ROUPAS (UNID) BOTÕES (UNID) PLÁSTICOS (UNID) PANFLETOS (FOLHA) TRIPAS (UNID) GORDURA (KG) ALTO BAIXO BAIXO MÉDIO MÉDIO MÉDIO MÉDIO MÉDIO MÉDIO MÉDIO MÉDIO MÉDIO BAIXO MÉDIO MÉDIO AREIA (KG) BAIXO BAIXO BAIXO MÉDIO MÉDIO MÉDIO MÉDIO BAIXO AUTO AUTO AUTO AUTO BAIXO MÉDIO MÉDIO PEDRAS (KG) EMBALAGENS PROD.QUIMÍCOS (UNID) CANUDOS (UNID) MADEIRAS/RIPAS (UNID) LATAS (UNID) BRINQUEDOS (UNID) COLHERES (UNID) EMBALAGENS DE BALAS (UNID) Fonte: O autor

11 3. Resultados e Discussões Com o período de estudo no mês de Setembro de 2012, onde constam as 15 elevatórias de esgotos apresentamos os materiais encontrados em cada uma (Quadro 1), podemos destacar os itens: Canudos de refrigerante, embalagens de balas e palitos de pirulito por se tratar de um mês onde se comemora o dia de Cosme e Damião. Os dados no mês anterior (agosto) e mês posterior (outubro), referentes aos mesmos itens, foram bem abaixo dos constantes no quadro 1. Fica claro também, o ato de se jogar o preservativo, cigarro, cotonetes, fraldas, absorventes no vaso sanitário e não na lixeira. Fica a pergunta: O que leva as pessoas a preferirem jogar esses materiais no vaso sanitário e não na lixeira? Será um hábito? Comodidade? O vaso sanitário fica mais próximo do que a lixeira? Ou falta de informação? Consciência? Histórico Durante o período monitorado, foi possível relacionar a presença de determinados tipos de resíduos com os meses do ano (datas festivas), conforme demonstrado no Quadro 2. MESES JANEIRO FEVEREIRO MARÇO ABRIL COMEMORAÇÕES ANO NOVO CARNAVAL PASCOA/ANIVERSÁRIO BRASÍLIA TIPOS DE RESÍDUOS QUE SE DESTACAM Comida, latas refrigerantes e cerveja, garrafas pet, absorventes, roupas, plásticos, gordura, brinquedos, talheres, canudos, estopas, cabelos, palitos de pirulito Preservativos, latas refrig/cerveja, canudos, absorventes, garrafas pet Fraldas, absorventes, cotonetes, cabelos, cigarros, cartelas de pílulas Absorventes, fraldas, cotonetes MAIO DIA DO TRABALHADOR Latas refrig/cerveja, preservativos, absorventes JUNHO JULHO SÃO JOÃO / DIA DOS NAMORADOS SÃO PEDRO Comida, latas refrig/cerveja, garrafas pet, plásticos, canudos, absorventes, preservativos Comida, latas refrig/cerveja, garrafas pet, canudos, absorventes, gordura

12 12 AGOSTO SETEMBRO OUTUBRO NOVEMBRO DEZEMBRO COSME / DAMIÃO DIA DAS CRIANÇAS FINADOS NATAL Absorventes, preservativos e plásticos. Palitos de pirulito, embalagens de balas, sacolas plásticas, canudos de refrigerante Palitos de pirulito, brinquedos, sacolas plásticas, embalagens de balas, latas refrigerantes, gorduras, comidas Absorventes, preservativos, palitos de pirulito, fraldas Comida, latas refrig/cerveja, absorventes, garrafas pet, roupas, plásticos, gordura, brinquedos, canudos, absorventes, preservativos, cabelos, palitos de pirulito Quadro 2. Relação entre os meses do ano (datas festivas) e os tipos de resíduos encontrados nas estações elevatórias. Fonte: O autor De acordo com o (Quadro 2), pode-se afirmar que muitos dos materiais encontrados no esgoto são pontuais, ou seja, são encontrados em maior quantidade de acordo com o mês e a comemoração. Em janeiro se encontra de tudo, podemos destacar a entrada do 13º que eleva o orçamento familiar e que resulta a uma mesa mais farta, roupas novas, festas de comemoração do final e entrada de ano. Mais compras resultam em mais sacolas plásticas, latas de refrigerante, cerveja, brinquedos. Conseqüentemente a quantidade de ratos encontrados no esgoto aumenta consideravelmente decorrente ao lixo jogado a céu aberto e sem os devidos cuidados com o acondicionamento do mesmo. Em fevereiro principalmente próximo ao carnaval (21) se destaca o preservativo. Em março e abril, são os meses em que se encontram menos preservativos. Em maio no dia 01 terça-feira se comemora o dia do trabalhador e no dia 2 quarta-feira, foi observado que latas de refrigerante, cerveja e preservativos foram destaques com relação à semana anterior e posterior do mesmo mês. Em 12 de junho comemorou-se o dia dos namorados em conseqüência os cestos e gradeamentos das elevatórias principalmente aqueles próximos a motéis, ficaram cheios de preservativos. Setembro como já relatado no quadro 1 do item 3.1 acima, foi destaque, embalagens de balinhas, canudos de refrigerante e palitos de pirulitos. Outubro foi um mês normal, mesmo com a comemoração do dia das crianças. Novembro, o

13 destaque foram as fraldas. Dezembro não foi muito diferente de janeiro, mês de feriados, comemorações e muito lixo no esgoto Recomendações. De acordo com o Serviço Intermunicipal de Água e Esgoto de Santa Catarina/SC (SIMAE), para resolver problemas de entupimentos no esgoto, utiliza-se o desentupidor de borracha, evitando utilizar produtos químicos; eles são corrosivos e podem danificar a rede de esgotos. Produtos como querosene, gasolina, thinner, podem explodir na rede de esgotos, representando perigo. Além disso, eles são altamente tóxicos e contaminam os cursos d água. Evita-se excesso de produtos de limpeza, utilizando um bom detergente para ajudar no funcionamento da rede de esgotos, os detergentes biodegradáveis são ideais, pois são ecológicos. Troca de óleo, só nos postos: um litro de óleo tem capacidade de poluir um milhão de litros de água. Por isso, os postos de gasolina são obrigados por lei (nº de dezembro/2000), a manter caixas que separam o óleo do esgoto. Não faça troca de óleo em casa. Proteja a rede de esgotos. Água de chuva não é esgoto: a tubulação da rede de esgotos não comporta a água de chuva dos pátios, telhados e áreas livres. Por isso, é proibido canalizar a água de chuva no esgoto, isso provoca vazamentos, danificando a rede e causando transtornos aos usuários do sistema (Lei n /86). Mantenha limpa a caixa de gordura: ela é obrigatória em sua casa (Decreto n. 243/88 Art.40). É ela que retém óleos, gordura e restos de comida, protegendo a rede de esgotos. Com o tempo, a gordura cria crostas que entopem a saída para a rede. Faça a limpeza periódica da sua caixa de gordura. Segundo a EMASA (2013), as baterias contêm mercúrio, um poluente altamente venenoso. Não as jogue em terrenos baldios, rios ou lagos. Muito menos no esgoto. Há uma variedade muito grande do que se pode encontrar no esgoto, essas variedades são provindas principalmente dos ralos das cozinhas e vasos sanitários, podemos relacionar, por exemplo: Restos de estopa; Fraudas descartável e outros materiais relacionados às crianças; Objetos de higiene e proteção pessoal (absorventes, preservativos, cotonetes, algodão, pentes etc.); Óleo de cozinha, pó de café, talheres, resto de comida; Garrafas pet, garrafas de vidro, latinhas de refrigerantes e cerveja, copinhos de iogurte, latas de tinta de 3,6 lts; Sacolas plásticas, pedaços de panos diversos, roupas velhas; Cartelas de remédios,

14 embalagens de produtos tóxicos, pilhas diversas; Resto de obras (brita, areia, cimento, conexões de PVC e etc.). Segundo o Departamento Autônomo de Água e Esgoto de Rio Claro/SP (DAEE), a água de chuva também não é esgoto, portanto não devem ser lançadas ou ligadas à rede de esgoto. As redes foram projetadas para receber apenas o volume de esgoto. Qualquer acréscimo deste volume causará extravazamentos e contaminará toda a região. A água de chuva deve ser lançada nas ruas ou nas galerias pluviais, porque não está contaminada. Ao ligar a água de chuva à rede de esgoto e em caso de enchente, sua residência e toda a região serão invadidas com água contaminada do esgoto, que por sua vez retornará à sua residência. O referido estudo torna-se essencial para que a comunidade em geral, faça reflexões referentes às suas atitudes, e os órgãos responsáveis possam realizar debates para que se discuta sobre a ausência de consciência em relação ao saneamento básico. 14 CONSIDERAÇÕES FINAIS Com os resultados obtidos neste trabalho, conclui-se a real situação da destinação dos resíduos sólidos gerados pela população da cidade de Brasília/DF. Independentemente do mês foram listados vários materiais que são descartados nas pias e vasos das residências, comércios, indústrias e hospitais. Com os resultados, comprova-se a necessidade de se fazer um trabalho integrado de vários órgãos para educar a população sobre o uso correto da rede de esgotos e sobre o destino correto para os resíduos sólidos. Com a mudança de hábitos da população e destinação correta dos resíduos sólidos, teremos menos problemas com o sistema de coleta de esgotos tais como: obstruções, acúmulo de gordura, rompimentos, extra vazamentos etc. Com isso, as manutenções deverão reduzir bastante, proporcionando redução de gastos desnecessários com danos nas bombas das elevatórias, diminuição de uso de agentes químicos nas estações de tratamento, redução de gastos com substituição de peças. Enfim, são listadas neste trabalho, algumas recomendações básicas para contribuir com um meio ambiente melhor não só para esta geração, como também para gerações futuras.

15 15 REFERÊNCIAS: ABNT (Associação Brasileira De Normas Técnicas). NBR 9.648: Estudo de concepção de sistemas de esgoto sanitário. Rio de Janeiro: ABNT, ABNT (Associação Brasileira De Normas Técnicas). NBR : Projeto de estações elevatórias de esgoto sanitário. Rio de Janeiro: ABNT, BRASIL. Decreto n. 243/88: Regulamenta os serviços do departamento de água e esgotos de Ribeirão Preto. Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto: 27 de setembro de BRASIL. Lei n /86: Dispõe sobre alteração e complementação da legislação do Departamento de Água e Esgotos de Ribeirão Preto - DAERP - e dá outras providências. Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto: 26 de novembro de BRASIL. Lei municipal Dispõe sobre segurança no armazenamento e no transporte de combustíveis líquidos e controle das emissões de efluentes líquidos em estabelecimentos comerciais, indústrias e prestadores de serviços e dá outras providências. Prefeitura de São José do Rio Preto/SP Secretaria Municipal dos Negócios Jurídicos: 11 de dezembro de DAAE Departamento Autônomo De Água E Esgoto De Rio Claro/SP. Educativos DAAE, Saneamento básico para comunidade. Disponível em: <http://www.daaerioclaro.sp.gov.br/educativos05.php. Acesso em: março EMASA Empresa Municipal De Água E Saneamento De Balneário Camboriú De Santa Catarina/SC. Dicas, cuidando da rede de esgoto. Disponível em: <http://www.emasa.com.br/index.php?i=dicas&tpc=5. Acesso em: abril JUNIOR, G.N.R.C. Elevatórias de esgoto. Disponível em: <http://www.engenhariaambiental.unir.br. Acesso em: maio 2013.

16 SAAE Serviço Autônomo De Água E Esgoto De Sete Lagoas/MG. Esgoto, coleta de esgoto. Disponível em: <http://www.saaesetelagoas.com.br/coletaesgoto.aspx. Acesso em: abril SIMAE Serviço Intermunicipal De Água E Esgoto De Santa Catarina/SC. Como usar corretamente a rede de esgotos. Disponível em: <http://www.simae.sc.gov.br/index.php?page=rede-de-esgotos. Acesso em: março UFRRJ Universidade Federal Rural Do Rio De Janeiro. Mapa mental dos problemas de esgotos, tipos de esgotos. Disponível em: <http://www.ufrrj.br/institutos/it/de/acidentes/mma13.htm. Acesso em: maio VON SPERLING, M. Princípios básicos do tratamento de esgotos - Princípios do tratamento biológico de águas residuárias. Belo Horizonte, UFMG. v.2, 1996.

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