COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE REDAÇÃO. PROJETO DE LEI N o 2.079, DE 2003

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1 COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE REDAÇÃO PROJETO DE LEI N o 2.079, DE 2003 Determina a perda de mandato para Prefeito e Vice-Prefeito que transferir domicílio eleitoral. Autor: Deputado Lupércio Ramos Relator: Deputado Eduardo Paes I - RELATÓRIO Trata-se de projeto de lei, de autoria do Deputado Lupércio Ramos, que visa a determinar a perda do mandato de Prefeito e de Vice-Prefeito que transferir o domicílio eleitoral da respectiva circunscrição em que foi eleito. A violação da norma implica a proibição de candidatura para o pleito eleitoral seguinte. O projeto dispõe, ainda, que a fraude ao domicílio eleitoral acarretará a suspensão dos direitos políticos do Prefeito e do Vice-Prefeito pelo prazo de quatro anos. Na Justificação, argumenta o Autor que, utilizando-se do recurso da mudança de domicílio eleitoral, Prefeitos e Vice-Prefeitos em segundo mandato vêm candidatando-se a um terceiro mandato em Municípios vizinhos. No seu entender, para a consecução dos seus objetivos eleitorais valem-se eles, de forma indevida e inescrupulosa, da máquina pública e dos recursos e meios disponíveis em seus Municípios. Aduz que a mudança de domicílio eleitoral pelos Prefeitos e Vice-Prefeitos reeleitos, com o intuito de concorrerem a um terceiro mandato em

2 2 outro Município, fere o princípio democrático e a igualdade de oportunidades entre os candidatos no pleito eleitoral. É o relatório. II - VOTO DO RELATOR Nos termos do art. 32, inciso III, alíneas a e e, do Regimento Interno, compete à Comissão de Constituição e Justiça e de Redação manifestar-se sobre a proposição sob os aspectos de constitucionalidade, juridicidade e técnica legislativa, bem como sobre seu mérito. O projeto estabelece normas restritivas de direitos políticos. Três são as conseqüências advindas da hipótese de o Prefeito e o Vice-Prefeito transferirem o domicílio eleitoral para candidatarem-se a esses mesmos cargos em Município diferente daquele em que foram eleitos: perda automática do respectivo mandato (art. 1º); inelegibilidade para o pleito eleitoral seguinte (art. 1º, parágrafo único); e a suspensão dos direitos políticos pelo prazo de quatro anos (art. 2º). A matéria se insere na competência legislativa da União e estão obedecidos os requisitos de iniciativa, consoante o disposto nos arts. 22, inciso I, 48, caput, e 61, caput, da Constituição Federal. Não obstante a verificação de tais requisitos, o projeto apresenta empecilhos a sua normal tramitação. Inicialmente, cumpre observar que a Carta da República, ao tratar de direitos políticos, estabelece as seguintes restrições: Art. 15. É vedada a cassação de direitos políticos, cuja perda ou suspensão só se dará nos caos de: I cancelamento da naturalização por sentença transitada em julgado; II incapacidade civil absoluta; III condenação criminal transitada em julgado, enquanto durarem seus efeitos; IV recusa de cumprir obrigação a todos imposta ou prestação alternativa, nos termos do art. 5º, VIII;

3 3 V improbidade administrativa, nos termos do art. 37, 4º. Segundo José Afonso da Silva, embora a Constituição Federal não indique explicitamente, tanto os casos de perda dos direitos políticos, quanto os de suspensão dependem de decisão judicial, e vêm como efeito secundário da sentença ( Curso de Direito Constitucional Positivo, 6ª ed., p. 330). Os casos de privação dos direitos políticos, que pode ser definitiva (perda) ou temporária (suspensão), importa, como efeito imediato, a perda da cidadania política, ou seja, a perda do direito de votar e ser votado. Os incisos II, III e V configuram casos de suspensão; os demais, casos de perda. O art. 2º do projeto priva, temporariamente, o cidadão do seus direitos políticos. Observe-se que a suspensão dos direitos políticos, pelo prazo de quatro anos, por cometimento de fraude ao domicílio eleitoral, como ali previsto, apresenta vício de constitucionalidade manifesto: a Carta Política não só faz a suspensão dos direitos políticos depender de sentença condenatória transitada em julgado, mas também condiciona a suspensão ao tempo de duração dos efeitos dessa mesma sentença (art. 15, III). O impedimento à capacidade eleitoral passiva (direito de ser votado) configura a inelegibilidade. O parágrafo único do art. 1º do projeto torna automaticamente inelegível Prefeito ou Vice-Prefeito que transfira domicílio eleitoral para domicílio diferente daquele em que foi eleito. Os casos de inelegibilidade figuram no art. 14, 4º a 7º, da Constituição Federal. São regras de eficácia plena e aplicação imediata, mas a própria Constituição autoriza que lei complementar estabeleça outros casos de inelegibilidade e os prazos de sua cessação, a fim de proteger a probidade administrativa, a moralidade para o exercício do mandato, considerada a vida pregressa do candidato, a normalidade e legitimidade das eleições contra influência do poder econômico ou o abuso do exercício de função, cargo, ou emprego na administração direta ou indireta (art. 14, 9º). Na dicção constitucional, somente por lei complementar (atual Lei Complementar nº 64, de 1990) pode-se estabelecer outros casos de inelegibilidade, não sendo, pois, a lei ordinária o meio hábil para tal fim. A circunstância de a matéria estar sendo tratada mediante projeto de lei ordinária, por si só já bastaria para argüir-se sua inconstitucionalidade. Entretanto, como se

4 4 bastasse essa circunstância, o projeto subverte a ordem jurídico-constitucional ao desvincular a perda do mandato da necessária condenação criminal, e ao dar à inelegibilidade tratamento de penalidade autônoma, em decorrência da simples transferência de domicílio eleitoral, independentemente da apuração de fraude mediante devido processo legal. A perda de mandato prevista no art. 1º configura incompatibilidade, que é o impedimento ao exercício do mandato por quem já está eleito. A perda do mandato é efeito da suspensão dos direitos políticos, que, por sua vez, é efeito próprio da condenação criminal. A Constituição Federal não exige, para processar Prefeito, autorização da Câmara dos Vereadores. Mesmo nos crimes de responsabilidade previstos no Decreto-Lei nº 201, de 27 de fevereiro de 1967, (válido, em parte, perante a Constituição Federal), o Prefeito é julgado perante o Tribunal de Justiça, em obediência ao art. 29, X, da Constituição Federal, exceto se o delito tiver relação com bens ou interesses da União, autarquias e empresas públicas federais, quando a competência para o julgamento será da Justiça Federal. E assim é porque o constituinte não quis submeter decisão emanada da Justiça Estadual ou da Justiça Federal ao crivo de órgão político municipal. A perda ou suspensão dos direitos políticos, repita-se, não tem natureza de pena acessória. Opera-se automaticamente, por ser conseqüência da condenação, dando-se o mesmo com a perda do mandato. Ambas são conseqüências necessárias da suspensão (ou perda) dos direitos políticos. Nesse sentido, tal tratamento é idêntico ao que a Carta Política dá ao Presidente da República, com a diferença de que, no caso deste, a condenação penal se dá em processo precedido de autorização de dois terços da Câmara dos Deputados. Seguindo a sistemática do Direito brasileiro, sua condenação criminal acarreta a suspensão dos direitos políticos (art. 15, III), que, por sua vez, acarreta a perda do mandato, independentemente de qualquer outra deliberação. Ainda na esfera federal, convém lembrar que, ao contrário da situação descrita no item anterior, a perda do mandato de Deputado ou de

5 5 Senador não é automática, e depende de juízo político de conveniência da Mesa ou do Plenário da Casa respectiva, assegurada ampla defesa (art. 55, 2º e 3º). Na interpretação dada pelo Tribunal Superior Eleitoral na Resolução (D.J. 17/05/98), o detentor de mandato de Prefeito, quer tenha sido ou não reeleito, pode ser candidato a Prefeito em outro Município, vizinho ou não, em período subseqüente, exceto se se tratar de Município desmembrado, incorporado ou que resulte de fusão. Entendeu aquela Corte caracterizar a candidatura a cargo de Prefeito de outro Município candidatura a outro cargo, devendo-se observar a regra do art. 14, 6º, da Constituição Federal, que prevê a desincompatibilização seis meses antes do pleito. Diante de tal decisão, fácil deduzir que somente por emenda à Constituição será possível alcançar o objetivo perseguido pela proposição sob exame. Segundo as regras de hermenêutica, as normas restritivas de direitos fundamentais, onde se inclui o direito de votar e de ser votado, têm caráter excepcional. Sendo assim, devem ficar circunscritas aos limites que a própria Constituição lhes impõem. Ao intérprete das normas constitucionais ou complementares relativas a direitos públicos cabe respeitar esses limites de modo a favorecer tanto quanto possível a preservação daquele princípio. De modo que, sob qualquer ângulo que se examine a admissibilidade do presente projeto de lei, forçoso concluir que o mesmo não apresenta as mínimas condições de prosperar. No mérito, somos, em tese, favoráveis à vedação da candidatura de detentor de mandato de Prefeito ou Vice-Prefeito, reeleito, a outro mandato de Prefeito em Município diferente daquele onde exerce sua função. A medida é moralizadora. A igualdade de oportunidades entre os participantes no processo político constitui um dos princípios basilares do sistema representativo. Proteger a normalidade e a legitimidade das eleições contra a influência do poder econômico ou o abuso do exercício de função, cargo ou emprego na administração direta ou indireta tem um sentido ético e correlaciona-se com o próprio conceito de Democracia.

6 6 Isto posto, o voto é no sentido da inconstitucionalidade e injuridicidade do Projeto de Lei nº 2.079, de 2003, ficando prejudicada sua análise quanto à técnica legislativa e quanto ao mérito. Sala da Comissão, em de de Deputado Eduardo Paes Relator _00.148

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