Fundações Diretas Rasas

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1 Fundações Diretas Rasas Grupo: Anderson Martens Daniel Pereira Ricardo N. Lima Ronaldo Guedes Vitor A. Teruya Vivian R. Pestana Professor Manoel Vitor

2 O que são fundações? Elementos estruturais cuja função é transmitir as cargas da estrutura ao terreno onde ela se apóia. Podem ser enterradas ou não

3 O que são fundações? As fundações devem ter a resistência adequada para suportar as tensões causadas pelos esforços solicitantes. Bem como, o solo necessita de resistência e rigidez apropriadas para não sofrer ruptura e não apresentar deformações exageradas ou diferenciais.

4 Custos Fundações bem projetadas correspondem de 3% a 10% dos custos da obra. Mal projetadas aumentam seus custos em 5 à 10 vezes. Sejam em custos de recuperação da própria, como os custos de recuperação da estrutura, revestimentos e acessórios no geral.

5 Orla de Santos ( )

6 Orla de Santos ( )

7 Orla de Santos ( ) Edifício Núncio Malzoni Santos / SP

8 Fundações através da História Ortostatos; Palafita; Pedras (com tijolos entre as pedras);

9 Fundações através da História

10 Fundações através da História Quando se começou a utilizar concreto de origem pozolânica foi possível moldar a fundação.

11 Requisitos p/ Escolha da Fundação Saber a topografia do terreno; Saber as características do solo em que se irá construir; Saber as previsões de carga da estrutura; Ter informações dos terrenos vizinhos.

12 Possíveis Patologias na Fundação Investigação insuficiente; Considerações equivocadas de determinadas cargas e/ou relações de comportamento do solo; Execução inadequada da fundação.

13 Classificação quanto à transmissão de cargas Fundações Diretas Fundações Indiretas

14 Fundações Diretas Rasas Blocos Sapatas Radiers Isolada Corrida Associada Alavancada Profundas Tubulões A céu aberto Ar comprimido

15 Fundações Diretas Tipos de fundações Tipos de cargas Resistência (tipo de solo, capacidade de carga) Blocos Casas térreas / sobrados Solo firme e seco. Sapatas Casas térreas Solo pouco firme. Sobrados Solo firme e seco. Radier Casas térreas / sobrados Solo pouco firme e solo firme. a céu aberto Prédios altos, pontes e grandes viadutos Quando o lençol freático é profundo. Tubulão a ar comprimido Prédios altos, pontes e grandes viadutos Quando o lençol freático e raso ou quando a obra é dentro de rio, lagoa ou mar.

16 Fundações Diretas - Características Caracterizam-se quando a camada de suporte está próxima à superfície; Cota de apoio é inferior à largura do elemento de fundação;

17 Fundações Rasas - Blocos Utilizada quando há atuação de pequenas cargas; Elementos de grande rigidez ligados por vigas baldrames; Não são armadas. Bloco de Alvenaria

18 Fundações Rasas - Blocos Absorvem esforços de compressão simples. Os esforços de tração são absorvidos pelo próprio material.

19 Fundações Rasas - Blocos Materiais: concreto simples (não armado), alvenaria de tijolos comuns ou mesmo em pedra de mão. Tipos de Fundações - Bloco

20 Blocos Processo de Execução Escavação / abertura da vala; Compactação / apiloamento do solo; Lastro de concreto ou de pedra britada; Embasamento (fundação) Cinta de amarração (absorver esforços não previstos); Impermeabilização

21 Blocos cuidados na execução Locação do centro dos blocos e das linhas das paredes; Cota de fundo e limpeza da vala. Terrenos declives, fazer alicerces em escada

22 Blocos Detalhe

23 Sapatas Ao contrário dos blocos não trabalham apenas a compressão simples, mas, também, a flexão, devendo ser executadas com material resistente à tração (armação); São classificadas em: a) isoladas; b) corridas; c) associadas; e d) alavancadas

24 Sapatas Isoladas Detalhe de Armação

25 Sapatas Isoladas São aquelas que transmitem para o solo, através da sua base, a carga de uma coluna ou de um conjunto de colunas; Executadas em concreto armado;

26 Sapatas Isoladas Modelos de Sapatas Isoladas

27 Sapatas Isoladas Proc. de Execução Escavação da vala; Limpeza e apiloamento do fundo da vala (soquete ou sapo mecânico) e lançamento do concreto magro, e = 5cm (cimento = 150 kg/m³) Fôrma para o rodapé, com folga de 5cm, para execução do concreto magro; Posicionamento das fôrmas, conforme gabarito de locação;

28 Sapatas Isoladas Proc. de Execução Colocação da armadura; Posicionamento do pilar em relação à caixa com as armações; Colocação de guias de arame, para acompanhamento da declividade das superfícies de concreto; Concretagem com uso de vibrador. Para o concreto inclinado deverá ser feita uma vibração manual.

29 Sapatas Isoladas Cuidados na Execução Posicionamento de Sapatas em Diferentes Níveis

30 Sapatas Isoladas

31 Sapatas Isoladas Sapata - Escavação

32 Sapatas Isoladas Sapata Fôrma da Base e Armação

33 Sapatas Isoladas Sapata Concretada

34 Sapata Corrida Elementos contínuos que acompanham as linhas das paredes, que lhes transmitem as cargas linearmente; Para cargas pequenas podem ser executadas em tijolos (quando se confundem com os blocos);

35 Sapata Corrida Para profundidades maiores que 1,0m, é adequado e econômico que sejam executadas em concreto armado;

36 Sapata Corrida - Execução Processo idêntico ao da sapa isolada; Limpeza e apiloamento do fundo da vala (soquete ou sapo mecânico) e lançamento do concreto magro, e = 5cm (cimento = 150 kg/m³) Escavação da vala, fôrma para o rodapé, com folga de 5cm, para execução do concreto magro; Posicionamento das fôrmas, conforme gabarito de locação;

37 Sapata Corrida - Execução Colocação da armadura; Posicionamento do pilar em relação à caixa com as armações; Colocação de guias de arame, para acompanhamento da declividade das superfícies de concreto; Concretagem com uso de vibrador. Para o concreto inclinado deverá ser feita uma vibração manual.

38 Sapata Corrida Sapata Corrida Concretagem Sapata Corrida Armação

39 Sapata Corrida Sapata Corrida (concretagem da viga baldrame)

40 Sapata Corrida Sapatas Corridas e Vigas Baldrames

41 Sapata Corrida Sapata Corrida Cintas de Amarração

42 Sapata Corrida Sapatas Corridas Cintas de Amarração

43 Sapata Corrida Sapatas Corridas Detalhe da impermeabilização

44 Sapata Corrida Sapatas Corridas Impermeabilização

45 Sapata Corrida Sapatas Corridas Reaterradas

46 Sapata Associada Um projeto econômico deve ser executado com o maior número de sapatas isoladas; Mas no caso em que a proximidade dos pilares causaria sobreposição de sapatas, deve-se executar um sapata associada, onde o centro de gravidade da sapata coincide com o centro de aplicação de carga dos pilares.

47 Sapata Associada

48 Sapata Associada Quando não for possível respeitar o centro de gravidade natural, normalmente adota-se uma base trapezoidal, ou sapatas com balanços livres (sapata alavancada); Normalmente projetadas com uma viga de rigidez.

49 Sapata Associada

50 Sapata Alavancada No caso de pilares posicionados junto à divisa, o momento produzido pelo não alinhamento deve ser absorvido por uma viga;

51 Sapata Alavancada Tratam-se de duas sapatas isoladas ligadas por uma viga alavanca para absorver a excentricidade da posição do outro pilar;

52 Sapata Alavancada Detalhes de uma Sapata Alavancada

53 Sapata Alavancada Cuidados na Execução Locação do centro da sapata e do eixo do pilar; Cota do fundo da vala; Limpeza do fundo da vala; Nivelamento do fundo da vala; Dimensões da forma da sapata; Armadura da sapata e do arranque do pilar.

54 Sapatas Planta de Locações de Sapatas

55 Laje Radier Utilizada quando as áreas da sapata, em relação ao edifício, ultrapassa 50%; Executado em concreto armado, pois absorvem os esforços de compressão e os momentos fletores provenientes dos pilares diferencialmente carregados e, às vezes, a pressão do lençol freático.

56 Laje Radier Executados, a rigor, com espessura de 1,50m e só em grandes obras; Porém é comum executá-la com 12cm, ou mais, logo abaixo da superfície de solos firmes, ou utilizado em solos poucos resistentes, como argila fofa ou areia fofa, para pequenas construções.

57 Laje Radier - Classificação a) Radiers lisos: o mais comum, com grande facilidade de construção; b) Radiers com pedestal: aumenta a espessura sob pilares e melhora a resistência a flexão; c) Radiers nervurados: as nervuras são vigas ligando os pilares; d) Radiers em caixão: executados como uma caixa oca, conseguindo grande rigidez.

58 Laje Radier - Detalhe Detalhes de um Radier em Caixão

59 Laje Radier - Detalhe Detalhes de um Radier Nervurado

60 Laje Radier Vantagens: a) Por ser uma peça interiça, isto lhe confere uma alta rigidez, o que evita grandes recalques diferenciais; b) Serve de plataforma para serviços posteriores; Desvantagem a) Impõe a execução precoce de todos os serviços enterrados, principalmente instalações.

61 Laje Radier Controle de Execução Locação dos eixos dos pilares; Cota do fundo da escavação; Nivelamento do fundo da escavação; Execução das instalações e passagens enterradas; Durante a execução cuidado redobrado com as juntas (de dilatação, superficiais e de retração)

62 Laje Radier Podem ser executados em concreto protendido; Muito utilizado nos EUA, com cordoalhas engraxadas (ao invés de pasta de cimento) o que barateia o custo (3 mil toneladas por ano); Assim a fundação já desempenha a função de piso pronto

63 Laje Radier Esquema de um Radier Liso

64 Laje Radier Radier Concretado

65 Visita em Obra: Edifício Comercial Av. Angélica nº São Paulo Construtora: Pedra Forte Engenharia. Tubulões e Radiers

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78 Visita em Obra: Edifício Comercial Bairro do Ipiranga - São Paulo Construtora: Tropical Engenharia Sapatas (isoladas e alavancadas)

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88 Visita em Obra: Edifício Rec Berrini Av. Dr. Luiz Carlos Berrini - São Paulo Construtora: Hochtief do Brasil. Sapatas

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113 Bibliografia Sites: Aula_ pdf Livros: BRITO, José Luiz Wey de. Fundações do Edifício, São Paulo, EPUSP, 1987 AZEREDO, Hélio Alves de. O Edifício até a sua Cobertura, São Paulo, Ed. Edgar Blucher Ltda., 1977 BARROS, Mércia. Fundações, São Paulo, EPUSP Departamento de Engenharia de Construção Civil, PCC-2435, Tecnologia da Construção de Edifícios I, revisão 2003.

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