R3 HAC Thaís Helena Gonçalves Dr Vinícius Ribas Fonseca

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "R3 HAC Thaís Helena Gonçalves Dr Vinícius Ribas Fonseca"

Transcrição

1 R3 HAC Thaís Helena Gonçalves Dr Vinícius Ribas Fonseca

2 Câncer infanto-juvenil (<19a) é raro qdo comparado com adulto, correspondendo entre 2 a 3% de todos os tu malignos IBGE estima casos de câncer por ano em cças Lidera a causa de morte por doença em cças nos países em desenvolvimento, 2ª causa de morte em países desenvolvidos

3 Hospital Erasto Gaertner Pctes pediátricos (<15a) representam 2,4% dos casos de cancer Adolescentes (entre 15 e 19a) representam 1,% do total Neoplasias mais frequentes nos pctes pediátricos: Leucemias (23,1%) Linfomas (16%) Tumores do SNC (13,1%) Neoplasias mais frequentes nos adolescentes: Carcinomas e outras neoplasias epiteliais malignas (22%) Linfomas (20,8%) Leucemias (14,9%)

4

5 Leucemia Tumor do SNC Limfoma Sarcoma Neuroblastoma Tu de Wilms Tu de céls germinativas Retinoblastoma Hepatoblastoma

6 Linfoma de Hodgkin Rabdomiosarcoma Neuroblastoma Carcinoma nasofaríngeo Estesioneuroblastoma Carcinoma de tireóide Outros

7 15% das neoplasias malignas Localização da cabeça e pescoço mais comum, 60-80% envolve pescoço Linfoma mais comum em cças > 15a Associado com EBV e imunodeficiência Neoplasia agresiva Invasão local e de LFNs regionais Metastatisa para pulmão, fígado, ossos e medula óssea Sintomas B (30%) Febre Sudorese noturna Perda de peso

8 Aspectos morfológicos Dx: Tto: minoria de células tumorais (células de Reed-Sternberg) em um fundo de células inflamatórias reacionais Bx excisional Análise histológica + IHQ Estádios localizados: quatro a seis ciclos de poliquimioterapia associado a radioterapia Estádios avançados: seis a oito ciclos de poliquimioterapia associada ou não à radioterapia Prognóstico: Excelente independente do seu estádio Sobrevida global em 5 anos 60 90%, na recaída 25 60%

9 Sarcoma mais comum em cças, representam 7,4% dos casos de câncer abaixo dos 20 anos 40% dos casos envolvem cabeça e pescoço Maior incidência na infância, ao passo q na adolescencia predominam outros sarcomas (fibrossarcomas, histiocitoma, sarcoma sinovial, leiomiossarcoma, lipossarcoma ) Comportamento agressivo, crescimento rápido e altamente invasivos Localização cervical é de fácil detecção, porém metade dos casos apresenta-se em tecidos profundos e, qdo detectados, pode haver infiltração de base de crânio, sendo denominados parameníngeos e de pior prognóstico

10 Quadro 1. Localização e frequência dos rabdomiossarcomas em cabeça e pescoço: Órbita (25%) Não parameníngeos (25%) - Cavidade oral - Laringe/hipofaringe - Orofaringe - Couro cabeludo - Parótidas - Pescoço Parameníngeos (50%) - Ouvido médio - Cavidade nasal/seios paranasais - Nasofaringe - Fossa infratemporal - Parafaringe

11 Dx: Bx excisional com estudo por microscopia ótica e IHQ Tto: Responsiva à QMT e RDT Cx deve ser feita como terapia local após redução do volume do tu pela QMT

12 Tu maligno do SNSimpático e medula da gl adrenal 7% dos tu da infância Em 5% dos casos a lesão é primária de cabeça e pescoço Síndrome de Horner Mts pctes apresentam doença metastática ao dx e a mtx cervical é mais comum q a dça cervical primária. Invasão local de LFN cervical Prognóstico favorável se dça localizada e com ressecção cx completa QMT é o tto complementar de escolha, podendo ser complementado por RDT e até tx de MO.

13 Raro na infância Representa menos de 1% das neoplasias malignas Fortemente associado com EBV Os sintomas são obstrutivos, podendo estar associados a epistaxe, cefaléia e trismo Dx: Bx geralmente é feito em estádio avançado, com comprometimento de gânglios cervicais metastáticos Tto: QMT e RDT

14 Menos comum em cças q adultos Qdo presentes, são mais frequentemente malignos Mais comum em >15anos Mais comum em meninas Neoplasia endócrina múltipla tipo 2 Biópsia a céu aberto pode ser mais diagnóstica que PAAF.

15 Subtipos histológicos: Papilar Folicular Medular Anaplásico Cirurgia com iodo radioativo e reposição hormonal é o tratamento padrão. Sobrevida livre da doença é 61-67%

16 Tumores da cavidade oral Linfoma Sarcoma Carcinoma mucoepidermóide Carcinoma de células escamosas Tumores de glândulas salivares Carcinoma mucoepidermóide Carcinoma de células acinares Adenocarcinoma Carcinoma indiferenciado Rabdomiosarcoma

17 Tumor laríngeo Rabdomiosarcoma Carcinoma de células escamosas Carcinoma de linha média

18

Sarcomas em Cabeça e Pescoço

Sarcomas em Cabeça e Pescoço Residência de Cirurgia de Cabeça e Dr. Wendell Leite Introdução - São neoplasias raras de origem mesodérmica -Sua incidência anual nos E.U.A é menor que 10.000/ano -15% dos casos ocorrem na região da CP

Leia mais

Sumário. Agradecimentos... 5. Prefácio... 7. Apresentação... 9. Introdução... 19

Sumário. Agradecimentos... 5. Prefácio... 7. Apresentação... 9. Introdução... 19 Sumário Agradecimentos............................ 5 Prefácio............................... 7 Apresentação............................. 9 Introdução............................. 19 Incidência...............................................................

Leia mais

Tumores do Mediastino

Tumores do Mediastino Anatomia do Mediastino Anatomia do Mediastino Anatomia do Mediastino Anatomia do Mediastino Classificação dos tumores mediastinais Tumores Neurogênicos Timomas Linfomas Tumor de Cels. Germinativas Carcinomas

Leia mais

VIVER BEM ÂNGELA HELENA E A PREVENÇÃO DO CÂNCER NEOPLASIAS

VIVER BEM ÂNGELA HELENA E A PREVENÇÃO DO CÂNCER NEOPLASIAS 1 VIVER BEM ÂNGELA HELENA E A PREVENÇÃO DO CÂNCER NEOPLASIAS 2 3 Como muitas mulheres, Ângela Helena tem uma vida corrida. Ela trabalha, cuida da família, faz cursos e também reserva um tempo para cuidar

Leia mais

Compartilhar conhecimentos

Compartilhar conhecimentos Compartilhar conhecimentos Aldaiza Marcos Ribeiro Ana Lúcia de Almeida Ramalho Editores da seção DIAGNÓSTICO PRECOCE DO CÂNCER INFANTIL Carlos Artur da Costa Moraes Cancerologista e Hematologista Pediátrico.

Leia mais

TABELA DE PROCEDIMENTOS SUS

TABELA DE PROCEDIMENTOS SUS TABELA DE PROCEDIMENTOS SUS QUIMIOTERAPIA PALIATIVA: 03.04.02.015-0 - Quimioterapia Paliativa do Carcinoma de Nasofaringe avançado (estádio IV C ou doença recidivada) C11.0, C11.1, C11.2, C11.3, C11.8,

Leia mais

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço D I R E T R I Z E S 2 0 07 Antonio Jose Gonçalves A Disciplina de Cirurgia de

Leia mais

Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina Liga de Cirurgia de Cabeça e Pescoço. Jônatas Catunda de Freitas

Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina Liga de Cirurgia de Cabeça e Pescoço. Jônatas Catunda de Freitas Universidade Federal do Ceará Faculdade de Medicina Liga de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Jônatas Catunda de Freitas Fortaleza 2010 Lesões raras, acometendo principalmente mandíbula e maxila Quadro clínico

Leia mais

Reunião de Casos. www.digimaxdiagnostico.com.br. Camilla Burgate Lima Oliveira Aperfeiçoando de RDI da DIGIMAX (A2)

Reunião de Casos. www.digimaxdiagnostico.com.br. Camilla Burgate Lima Oliveira Aperfeiçoando de RDI da DIGIMAX (A2) Reunião de Casos www.digimaxdiagnostico.com.br Camilla Burgate Lima Oliveira Aperfeiçoando de RDI da DIGIMAX (A2) CASO Paciente S. A., 26 anos. US Morfológico do 2º Trimestre G4 P1 A2 DUM: 20/03/2014 24

Leia mais

REVISÃO BIBLIOGRÁFICA CARCINOMA INDIFERENCIADO DA TIREÓIDE

REVISÃO BIBLIOGRÁFICA CARCINOMA INDIFERENCIADO DA TIREÓIDE REVIEW ARTICLE REVISÃO BIBLIOGRÁFICA CARCINOMA INDIFERENCIADO DA TIREÓIDE Marcos Aurélio Canela Xavier 1 Nadine Nair de Pina Tavares 1, Rosiléa de Almeida Matos 1 e Virgílio Ribeiro Guedes 2 RESUMO O câncer

Leia mais

NEOPLASIA. Bruno Almeida Costa S4 Membro da Liga do Câncer - UFC

NEOPLASIA. Bruno Almeida Costa S4 Membro da Liga do Câncer - UFC NEOPLASIA Bruno Almeida Costa S4 Membro da Liga do Câncer - UFC Princípios básicos Neoplasia = crescimento novo Desregulação Irreversibilidade Monoclonalidade: Ex: G6PD, receptor de androgênio, cadeia

Leia mais

CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS NEOPLASIAS

CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS NEOPLASIAS 1 CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS NEOPLASIAS 1) INTRODUÇÃO Neoplasia significa crescimento novo. O termo tumor é usado como sinônimo e foi originalmente usado para os aumentos de volume causados pela inflamação.

Leia mais

tumores de pele não melanoma C I R U R G I A D E C A B E Ç A E P E S C O Ç O HU WC

tumores de pele não melanoma C I R U R G I A D E C A B E Ç A E P E S C O Ç O HU WC tumores de pele não melanoma SELINALDO AMORIM BEZERRA C I R U R G I A D E C A B E Ç A E P E S C O Ç O HU WC 2 0 1 0 Orlando Parise e col. Diagnóstico e Tratamento Câncer de Cabeça e Pescoço São Paulo:

Leia mais

Rua Teixeira Soares, Centro - PASSO FUNDO / RS Telefone: (0**54) e Fax.: (0**54) End. Eletrônico: http: //www.hsvp.com.

Rua Teixeira Soares, Centro - PASSO FUNDO / RS Telefone: (0**54) e Fax.: (0**54) End. Eletrônico: http: //www.hsvp.com. HOSPITAL SÃO VICENTE DE PAULO DA SOCIEDADE HOSPITALAR BENEFICENTE SÃO VICENTE DE PAULO Rua Teixeira Soares, 808 - Centro - PASSO FUNDO / RS Telefone: (0**54)311.2000 e Fax.: (0**54) 311.6669 End. Eletrônico:

Leia mais

Neoplasia: conceitos, classificação e diagnóstico

Neoplasia: conceitos, classificação e diagnóstico Mestrado em Oncologia Unidade Curricular: BIOPATOLOGIA Neoplasia: conceitos, classificação e diagnóstico Rui Henrique Serviço de Anatomia Patológica e Centro de Investigação Instituto Português de Oncologia

Leia mais

LISTA DE TRABALHOS CIENTÍFICOS APROVADOS

LISTA DE TRABALHOS CIENTÍFICOS APROVADOS LISTA DE TRABALHOS CIENTÍFICOS APROVADOS BANNERS CÓDIGO TÍTULO HORÁRIO 100 CUIDADOS DE ENFERMAGEM NO MANUSEIO DO CATETER TOTALMENTE IMPLANTADO EM CRIANÇAS EM TRATAMENTO QUIMIOTERÁPICO 101 RODA DO CUIDAR:

Leia mais

Registro Hospitalar de Câncer - RHC HC-UFPR Casos de 2007 a 2009

Registro Hospitalar de Câncer - RHC HC-UFPR Casos de 2007 a 2009 Registro Hospitalar de Câncer - RHC HC-UFPR Casos de 2007 a 2009 Rosa Helena Silva Souza Coordenadora do RHC Distribuição das neoplasias segundo a faixa etária, o sexo e o ano de primeira consulta no HC-UFPR,

Leia mais

Agentes físicos, químicos e biológicos podem induzir agressão ao. genoma e ocasionar alterações fenotípicas configurando uma

Agentes físicos, químicos e biológicos podem induzir agressão ao. genoma e ocasionar alterações fenotípicas configurando uma .Carcinogênese: Agentes físicos, químicos e biológicos podem induzir agressão ao genoma e ocasionar alterações fenotípicas configurando uma neoplasia. O processo pelo qual se desenvolvem as neoplasias

Leia mais

12/10/2015 NT 45/2015

12/10/2015 NT 45/2015 12/10/2015 NT 45/2015 Cisplatina mais docetaxel em carcinoma epidermóide pouco diferenciado, altamente agressivo (carcinoma de seio etmoidal estadio III T3 N1 M0) SOLICITANTE: Juiz Carlos José Cordeiro

Leia mais

22 - Como se diagnostica um câncer? nódulos Nódulos: Endoscopia digestiva alta e colonoscopia

22 - Como se diagnostica um câncer? nódulos Nódulos: Endoscopia digestiva alta e colonoscopia 22 - Como se diagnostica um câncer? Antes de responder tecnicamente sobre métodos usados para o diagnóstico do câncer, é importante destacar como se suspeita de sua presença. As situações mais comuns que

Leia mais

Carcinogêse e Neoplasia. Profº Ary da Silveira Mendes Jr.

Carcinogêse e Neoplasia. Profº Ary da Silveira Mendes Jr. Carcinogêse e Neoplasia Profº Ary da Silveira Mendes Jr. Epidemiologia Principal causa de morte entre 45-60 anos Incidência no Brasil em 2003 (INCA) 126.290 mortes 402.190 casos novos DOENÇA GENÉTICA Padrão

Leia mais

Câncer: sinais, sintomas e diagnóstico

Câncer: sinais, sintomas e diagnóstico Câncer: sinais, sintomas e diagnóstico ROSA, LM; SOUZA, AIJS; ANDERS, JC; TOURINHO, F; RADÜNZ, V.; ANDRADE, A. E.; BERNDT, L. K Departamento de Enfermagem - Projeto de Extensão: Atenção Oncológica na Atenção

Leia mais

NEOPLASIAS DO APARELHO DIGESTIVO de 2003 a 2011. REGISTRO HOSPITALAR DE CÂNCER Rosa Helena Silva Souza

NEOPLASIAS DO APARELHO DIGESTIVO de 2003 a 2011. REGISTRO HOSPITALAR DE CÂNCER Rosa Helena Silva Souza NEOPLASIAS DO APARELHO DIGESTIVO de 2003 a 2011 REGISTRO HOSPITALAR DE CÂNCER Rosa Helena Silva Souza Percentual das neoplasias do aparelho digestivo atendidas no HC/UFPR segundo a localização topográfica.

Leia mais

Residente em Cirurgia de Cabeça e Pescoço

Residente em Cirurgia de Cabeça e Pescoço Dr. Bruno Pinto Ribeiro Residente em Cirurgia de Cabeça e Pescoço Hospital Universitário Walter Cantídio Introdução Mais de 99% câncer de tireóide tópico Locais ectópicos struma ovarii, pescoço Objetivo

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONCURSO PÚBLICO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONCURSO PÚBLICO UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONCURSO PÚBLICO HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ALCIDES CARNEIRO DIA - 20/12/2009 CARGO: MASTOLOGISTA C O N C U R S O P Ú B L I C O - H U A C / 2 0 0 9 Comissão de Processos

Leia mais

Tumores Ginecológicos. Enfª Sabrina Rosa de Lima Departamento de Radioterapia Hospital Israelita Albert Einstein

Tumores Ginecológicos. Enfª Sabrina Rosa de Lima Departamento de Radioterapia Hospital Israelita Albert Einstein Tumores Ginecológicos Enfª Sabrina Rosa de Lima Departamento de Radioterapia Hospital Israelita Albert Einstein Tumores Ginecológicos Colo de útero Endométrio Ovário Sarcomas do corpo uterino Câncer de

Leia mais

QUAIS SÃO OS SINAIS E SINTOMAS DE ALERTA PARA O CÂNCER?

QUAIS SÃO OS SINAIS E SINTOMAS DE ALERTA PARA O CÂNCER? COMO DIAGNOSTICAR PRECOCEMENTE O CÂNCER INFANTO- JUVENIL? Departamento de Oncohematologia da SBP Na criança e no adolescente, o câncer compreende de 1 a 3% de todas as neoplasias malignas, estimando-se

Leia mais

3º Congresso do Internato Médico José de Mello Saúde

3º Congresso do Internato Médico José de Mello Saúde 3º Congresso do Internato Médico José de Mello Saúde DOENÇA ONCOLÓGICA EM PEDIATRIA Sara Limão, Carolina Albuquerque, Catarina Rúbio, Raquel Machado, Tânia Carvalho, Mário Paiva Serviço de Pediatria, Hospital

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Transtornos Linfoproliferativos; Linfoma; Linfoma de Hodgkin; Linfoma não Hodgkin.

PALAVRAS-CHAVE Transtornos Linfoproliferativos; Linfoma; Linfoma de Hodgkin; Linfoma não Hodgkin. 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE

Leia mais

COMANDO DA AERONÁUTICA EXAME DE ADMISSÃO AO CURSO DE ADAPTAÇÃO DE MÉDICOS DA AERONÁUTICA (CAMAR 2013) LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO.

COMANDO DA AERONÁUTICA EXAME DE ADMISSÃO AO CURSO DE ADAPTAÇÃO DE MÉDICOS DA AERONÁUTICA (CAMAR 2013) LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO. COMANDO DA AERONÁUTICA VERSÃO B EXAME DE ADMISSÃO AO CURSO DE ADAPTAÇÃO DE MÉDICOS DA AERONÁUTICA (CAMAR 2013) ESPECIALIDADE: CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES ABAIXO. 1. Este

Leia mais

DIFERENÇAS ENTRE LINFONODOPATIA INFLAMATÓRIA E NEOPLÁSICA

DIFERENÇAS ENTRE LINFONODOPATIA INFLAMATÓRIA E NEOPLÁSICA DIFERENÇAS ENTRE LINFONODOPATIA INFLAMATÓRIA E NEOPLÁSICA As linfadenomegalias quando presentes em crianças e adultos jovens podem indicar infecções bacterianas ou virais de vias aéreas superiores, mononucleose

Leia mais

CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS NEOPLASIAS

CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS NEOPLASIAS CARACTERÍSTICAS GERAIS DAS NEOPLASIAS 1) INTRODUÇÃO Neoplasia significa crescimento novo. O termo tumor é usado como sinônimo e foi originalmente usado para os aumentos de volume causados pela inflamação.

Leia mais

Lesões tumoriformes/tumores do tecido conjuntivo

Lesões tumoriformes/tumores do tecido conjuntivo Anatomia Patológica Tumores de Tecidos Moles 18/05/2011 Tumores do tecido adiposo Lipoma Lipossarcoma Lipoma Tumor de tecidos moles mais comum no adulto Localização subcutânea, mais nas extremidades proximais

Leia mais

Programa Multicêntrico de qualificação em Atenção Domiciliar a Distância

Programa Multicêntrico de qualificação em Atenção Domiciliar a Distância 1 Programa Multicêntrico de qualificação em Atenção Domiciliar a Distância 2 MARIA JOSÉ SANCHES MARIN MARIA PAULA FERREIRA RICARDO MARILIA SIMON SGAMBATTI UNIDADE 5 ABORDAGEM DA CRIANÇA EM SITUAÇÕES ESPECIAIS

Leia mais

Câncer. Claudia witzel

Câncer. Claudia witzel Câncer Claudia witzel Célula Tecido O que é câncer? Agente cancerígeno Órgão Célula cancerosa Tecido infiltrado Ozana de Campos 3 ESTÁGIOS de evolução da célula até chegar ao tumor 1 Célula 2 Tecido alterado

Leia mais

Prostatic Stromal Neoplasms: Differential Diagnosis of Cystic and Solid Prostatic and Periprostatic Masses

Prostatic Stromal Neoplasms: Differential Diagnosis of Cystic and Solid Prostatic and Periprostatic Masses Universidade Federal de São Paulo Escola Paulista de Medicina Departamento de Diagnóstico por Imagem Setor Abdome Prostatic Stromal Neoplasms: Differential Diagnosis of Cystic and Solid Prostatic and Periprostatic

Leia mais

ALTERAÇÃO DA TABELA DE PROCEDIMENTOS, MEDICAMENTOS E OPM DO SUS Diário Oficial da União Nº 249, Seção I, de 30 de dezembro de 2009

ALTERAÇÃO DA TABELA DE PROCEDIMENTOS, MEDICAMENTOS E OPM DO SUS Diário Oficial da União Nº 249, Seção I, de 30 de dezembro de 2009 Circular 001/2010 São Paulo, 05 de janeiro de 2010. PROVEDOR(A) ADMINISTRADOR(A) ALTERAÇÃO DA TABELA DE PROCEDIMENTOS, MEDICAMENTOS E OPM DO SUS Diário Oficial da União Nº 249, Seção I, de 30 de dezembro

Leia mais

Resposta Imune Contra Tumores

Resposta Imune Contra Tumores Resposta Imune Contra Tumores Evidências da reatividade imune contra tumores; alterações nas características celulares devido a malignidade; componentes do tumor e do hospedeiro que afetam a progressão

Leia mais

Qual o real benefício da radioterapia com intensidade modulada de feixe (IMRT) para o tratamento dos pacientes com câncer de cabeça e pescoço?

Qual o real benefício da radioterapia com intensidade modulada de feixe (IMRT) para o tratamento dos pacientes com câncer de cabeça e pescoço? Instituto de Radiologia do Hospital das Clínicas Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo Qual o real benefício da radioterapia com intensidade modulada

Leia mais

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço D I R E T R I Z E S 2 0 07 Antonio Jose Gonçalves A Disciplina de Cirurgia de

Leia mais

A utilização da radioterapia adjuvante na neoplasia de pulmão não oat-cell tem a seguinte repercussão:

A utilização da radioterapia adjuvante na neoplasia de pulmão não oat-cell tem a seguinte repercussão: Questão 01 A utilização da radioterapia adjuvante na neoplasia de pulmão não oat-cell tem a seguinte repercussão: A) redução no controle local dos pacientes N1 N2 B) benefício no controle local dos pacientes

Leia mais

IMUNO-HISTOQUÍMICA DE NEOPLASIAS

IMUNO-HISTOQUÍMICA DE NEOPLASIAS FINALIDADE IMUNO-HISTOQUÍMICA DE NEOPLASIAS O principal objetivo da Imuno-Histoquímica é fornecer o diagnóstico definitivo de um processo neoplásico no qual, a avaliação histopatológica de rotina biópsia

Leia mais

NEOPLASIAS. Processos Patológicos Gerais Profa. Adriana Azevedo Prof. Archangelo P. Fernandes

NEOPLASIAS. Processos Patológicos Gerais Profa. Adriana Azevedo Prof. Archangelo P. Fernandes NEOPLASIAS Processos Patológicos Gerais Profa. Adriana Azevedo Prof. Archangelo P. Fernandes Definições NEOPLASIA = crescimento novo É uma massa anormal de tecido, cujo crescimento é descontrolado e ultrapassa

Leia mais

Alessandra Comparotto de Menezes IHOC-2013

Alessandra Comparotto de Menezes IHOC-2013 Alessandra Comparotto de Menezes IHOC-2013 DEFINIÇÃO: - Proliferação neoplásica clonal de uma linhagem de células do sistema hematopoético Representam um grupo heterogêneo de desordens hematopoéticas malignas

Leia mais

Fique alerta: Sinais que podem apontar o Câncer infantojuvenil.

Fique alerta: Sinais que podem apontar o Câncer infantojuvenil. Fique alerta: Sinais que podem apontar o Câncer infantojuvenil. Introdução O câncer infantojuvenil ainda é a doença que mais mata crianças no Brasil, você sabia? A boa notícia é que, sim, é possível mudar

Leia mais

Resposta Imune contra o Câncer

Resposta Imune contra o Câncer Câncer é um termo genérico, que compreende em torno de 200 doenças, cujas células causadoras partilham algumas características em comum: Mutações genéticas; Crescimento descontrolado; Capacidade de migração

Leia mais

Bócio Nodular e Câncer de Tireóide ide na infância e adolescência

Bócio Nodular e Câncer de Tireóide ide na infância e adolescência Bócio Nodular e Câncer de Tireóide ide na infância e adolescência Introdução Maria Christina Morpurgo Kurdian Massas no pescoço são frequentes achados na população pediátrica Massas no pescoço Imagem Gânglio

Leia mais

Ano 6 Fevereiro 2014 12. Boa leitura!

Ano 6 Fevereiro 2014 12. Boa leitura! Ano 6 Fevereiro Desde, os casos de suspeita de câncer infantojuvenil têm um caminho certeiro na cidade do Rio de Janeiro. Toda criança ou adolescente atendido em qualquer unidade de saúde da Atenção Primária

Leia mais

Câncer de Pulmão. Tratamento Cirúrgico DR. RAFAEL PANOSSO CADORE

Câncer de Pulmão. Tratamento Cirúrgico DR. RAFAEL PANOSSO CADORE Câncer de Pulmão Tratamento Cirúrgico DR. RAFAEL PANOSSO CADORE Epidemiologia! O câncer de pulmão é a neoplasia que mais mata no mundo desde 1953 ( mulheres 1985). No Brasil, para 2014, foram 16.400 casos

Leia mais

Vírus DNA tumorais: PAPILOMAVÍRUS HUMANO (HPV) Testes inespecíficos:

Vírus DNA tumorais: PAPILOMAVÍRUS HUMANO (HPV) Testes inespecíficos: Vírus DNA tumorais: PAPILOMAVÍRUS HUMANO (HPV) Os vírus do papiloma humano são classificados na família Papillomaviridae, gênero Papilomavírus. São vírus envelopados, de simetria icosaédrica, com 72 capsômeros

Leia mais

Uma nova maneira de enfrentar o câncer infantojuvenil

Uma nova maneira de enfrentar o câncer infantojuvenil Uma nova maneira de enfrentar o câncer infantojuvenil 1 Uma nova maneira de enfrentar o câncer infantojuvenil No Brasil estima-se que ocorrerão cerca de 12.600 novos casos de câncer infantojuvenil por

Leia mais

Colheita de Células Hematopiéticas

Colheita de Células Hematopiéticas Dados 213 Colheita de Células Hematopiéticas Dadores inscritos no Centro Nacional de Dadores de Células de Medula Óssea, Estaminais ou de Sangue do Cordão (CEDACE) com tipagem concluída 4 35 3 25 2 15

Leia mais

Monoclonal Mouse Anti-Human PD-L1 Clone 22C3. Referência M3653. Finalidade

Monoclonal Mouse Anti-Human PD-L1 Clone 22C3. Referência M3653. Finalidade Monoclonal Mouse Anti-Human PD-L1 Clone 22C3 Referência M3653 Finalidade Sinónimos de antigénio Resumo e explicação Para utilização em diagnóstico in vitro. O Monoclonal Mouse Anti-Human PD-L1, Clone 22C3,

Leia mais

AVALIAÇÃO FARMACOTERAPÊUTICA DOS PACIENTES PEDIÁTRICOS DE UM SETOR ONCOLÓGICO

AVALIAÇÃO FARMACOTERAPÊUTICA DOS PACIENTES PEDIÁTRICOS DE UM SETOR ONCOLÓGICO AVALIAÇÃO FARMACOTERAPÊUTICA DOS PACIENTES PEDIÁTRICOS DE UM SETOR ONCOLÓGICO Charllyane Luiz de Queiroga¹; Adriana Amorim de Farias Leal¹; Rafaella Maia Costa²; Joycyelly Gomes Abdala³; Patrícia Trindade

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE Processos Linfoproliferativos. Linfoma não Hodgkin. Epidemiologia

PALAVRAS-CHAVE Processos Linfoproliferativos. Linfoma não Hodgkin. Epidemiologia 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE

Leia mais

ESTUDO DE UTILIZAÇÃO DE ANTINEOPLÁSICOS NA PEDIATRIA DE UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO

ESTUDO DE UTILIZAÇÃO DE ANTINEOPLÁSICOS NA PEDIATRIA DE UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO ESTUDO DE UTILIZAÇÃO DE ANTINEOPLÁSICOS NA PEDIATRIA DE UM HOSPITAL UNIVERSITÁRIO Jeisse Clara Felizardo Theotonio 1 ; Joana de Souza Correia 2 ; Maisa Lucena Oliveira 3 ; Raqueline Maiara Costa Bezerra

Leia mais

Patologia geral. Neoplasias - quarta. Alunos 4º semestre. Prof. Jane Maria Ulbrich. Prof. Adjunta do Departamento de Patologia Famed/Ufrgs

Patologia geral. Neoplasias - quarta. Alunos 4º semestre. Prof. Jane Maria Ulbrich. Prof. Adjunta do Departamento de Patologia Famed/Ufrgs Patologia geral Neoplasias - quarta Alunos 4º semestre Prof. Jane Maria Ulbrich Prof. Adjunta do Departamento de Patologia Famed/Ufrgs Material utilizado em sala de aula com alunos Neoplasia Neoplasia:

Leia mais

TESTE DE AVALIAÇÃO. 02 novembro 2013 Duração: 30 minutos. Organização NOME: Escolha, por favor, a resposta que considera correta.

TESTE DE AVALIAÇÃO. 02 novembro 2013 Duração: 30 minutos. Organização NOME: Escolha, por favor, a resposta que considera correta. TESTE DE AVALIAÇÃO 02 novembro 2013 Duração: 30 minutos NOME: Escolha, por favor, a resposta que considera correta. 1. São indicação para a realização de RM todas as situações, excepto: ( 1 ) Mulher com

Leia mais

PATOLOGIA DO SISTEMA HEMATOPOIÉTICO

PATOLOGIA DO SISTEMA HEMATOPOIÉTICO PATOLOGIA DO SISTEMA HEMATOPOIÉTICO Rafael Fighera Laboratório de Patologia Veterinária Hospital Veterinário Universitário Universidade Federal de Santa Maria INTRODUÇÃO AOS TUMORES HEMATOPOIÉTICOS Rafael

Leia mais

www.sobope2016.com.br Câncer Infanto-Juvenil Nos últimos anos tem havido uma diminuição importante da mortalidade por câncer em crianças e adolescentes nos países de alta renda. Entretanto, no nosso continente

Leia mais

Registo Oncológico Nacional 2008

Registo Oncológico Nacional 2008 Registo Oncológico Nacional 2008 Elaborado pelo Registo Oncológico Regional do Centro Editado pelo Instituto Português de Oncologia de Coimbra Francisco Gentil EPE 2 Registo Oncológico Nacional 2008 Elaborado

Leia mais

Jessé Marcos de Oliveira - Acadêmico 5º Período UFSJ

Jessé Marcos de Oliveira - Acadêmico 5º Período UFSJ Jessé Marcos de Oliveira - Acadêmico 5º Período UFSJ Tumores primários SNC 2% das neoplasias; 1ª -infância e 2ª -adultos jovens masculino; Os gliomassão os tumores primários mais frequentes; Nos EUA diagnosticados

Leia mais

Diagnóstico Oncológico Kirliangráfico - Drs.Grott

Diagnóstico Oncológico Kirliangráfico - Drs.Grott Diagnóstico Oncológico Kirliangráfico - Drs.Grott Diagnóstico Oncológico Kirliangráfico Publicado na Revista do Hospital das Forças Armadas - Brasil (H.F.A.) Edição de Out/Dez - 1987 Autores: Dr. Hélio

Leia mais

O que fazer perante:nódulo da tiroideia

O que fazer perante:nódulo da tiroideia 10º Curso Pós-Graduado NEDO 2010 Endocrinologia Clínica ASPECTOS PRÁTICOS EM ENDOCRINOLOGIA O que fazer perante:nódulo da tiroideia Zulmira Jorge Serviço Endocrinologia Diabetes e Metabolismo. H. Santa

Leia mais

Tópicos de Imunologia Celular e Molecular (Parte 2)

Tópicos de Imunologia Celular e Molecular (Parte 2) IMUNOLOGIA BÁSICA Tópicos de Imunologia Celular e Molecular (Parte 2) Prof. M. Sc. Paulo Galdino Os três outros tipos de hipersensibilidade ( II, III e IV) têm em comum uma reação exagerada do sistema

Leia mais

Tumores sólidos e hematológicos na infância e na adolescência Parte 2

Tumores sólidos e hematológicos na infância e na adolescência Parte 2 12 ARTIGO ORIGINAL Luis Fernando Bouzas 1 Mirna Calazans 2 Tumores sólidos e hematológicos na infância e na adolescência Parte 2 INTRODUÇÃO O câncer na infância e na adolescência tem fornecido oportunidades

Leia mais

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço

Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Departamento de Cirurgia Disciplina de Cirurgia de Cabeça e Pescoço D I R E T R I Z E S 2 0 07 Antonio Jose Gonçalves A Disciplina de Cirurgia de

Leia mais

c Taxas por milhão, ajustadas pela população padrão mundial, 1966 146 Câncer na Criança e no Adolescente no Brasil

c Taxas por milhão, ajustadas pela população padrão mundial, 1966 146 Câncer na Criança e no Adolescente no Brasil As taxas médias de incidência de câncer por 1.000.000 de crianças e adolescentes (0 a 18 anos), segundo sexo, faixa etária e período disponível das informações para os 20 RCBP brasileiros, são apresentadas

Leia mais

Indicações de tratamento paliativo em pacientes oncológicos

Indicações de tratamento paliativo em pacientes oncológicos Indicações de tratamento paliativo em pacientes oncológicos Dra Ana Paula de O Ramos Setor de Cuidados Paliativos Disciplina de Clínica Médica UNIFESP/EPM 2009 O que é câncer??? Definição - câncer É uma

Leia mais

CÂNCER LARINGE. UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ Hospital Walter Cantídio Residência em Cirurgia de Cabeça e Pescoço CÂNCER DE LARINGE

CÂNCER LARINGE. UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ Hospital Walter Cantídio Residência em Cirurgia de Cabeça e Pescoço CÂNCER DE LARINGE UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ Hospital Walter Cantídio Residência em Cirurgia de Cabeça e Pescoço CÂNCER DE LARINGE GEAMBERG MACÊDO ABRIL - 2006 INTRODUÇÃO Câncer de cabeça e pescoço : 6º lugar. 90% são

Leia mais

CUIDADOS DE ENFERMAGEM À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE COM CÂNCER E À SUA FAMÍLIA

CUIDADOS DE ENFERMAGEM À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE COM CÂNCER E À SUA FAMÍLIA INTRODUÇÃO CUIDADOS DE ENFERMAGEM À CRIANÇA E AO ADOLESCENTE COM CÂNCER E À SUA FAMÍLIA LUÍS CARLOS LOPES JÚNIOR GABRIELA PEREIRA DA SILVA LUCILA CASTANHEIRA NASCIMENTO REGINA APARECIDA GARCIA DE LIMA

Leia mais

Câncer e Sistema Imune

Câncer e Sistema Imune Câncer e Sistema Imune Causas de morte no ocidente Doenças cardiovasculares Câncer Tumores (neoplasias) Tumores benignos: incapazes de crescer indefinidamente, não invadem tecidos vizinhos saudáveis Tumores

Leia mais

Dra. Mariana de A. C. Lautenschläger Dr. Milton Flávio Marques Lautenschläger Dr. Rafael Aron Schmerling

Dra. Mariana de A. C. Lautenschläger Dr. Milton Flávio Marques Lautenschläger Dr. Rafael Aron Schmerling Dra. Mariana de A. C. Lautenschläger Dr. Milton Flávio Marques Lautenschläger Dr. Rafael Aron Schmerling O que é Câncer Como isso acontece Por que é tão perigoso A proliferação do Câncer O Câncer pode

Leia mais

Quadro 2. Classificação Internacional do Câncer na Infância, Segunda Edição

Quadro 2. Classificação Internacional do Câncer na Infância, Segunda Edição Anexos Anexo 1. Classificação Internacional do Câncer Infantil segundo Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (IARC) (KRAMÁOVÁ e STILLER, 1996) Quadro 2. Classificação Internacional do Câncer na Infância,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE ESCOLA DE MEDICINA E CIRURGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO CENTRO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E DA SAÚDE ESCOLA DE MEDICINA E CIRURGIA PROGRAMA DE DISCIPLINA CURSO: MEDICINA DEPARTAMENTO: DEPARTAMENTO DE CIRURGIA GERAL E ESPECIALIZADA DISCIPLINA: CLÍNICA CIRÚRGICA II CARGA HORÁRIA: 150 HORAS CRÉDITOS: 07 CÓDIGO: SCG0018 PROFESSOR: AGOSTINHO

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Acerca da epidemiologia e das bases genéticas do câncer pediátrico, julgue os itens a seguir. 41 As leucemias e linfomas são os tumores malignos mais frequentes em lactentes, enquanto os sarcomas ósseo

Leia mais

c Taxas por milhão, ajustadas pela população padrão mundial, 1966 146 Câncer na Criança e no Adolescente no Brasil

c Taxas por milhão, ajustadas pela população padrão mundial, 1966 146 Câncer na Criança e no Adolescente no Brasil As taxas médias de incidência de câncer por 1.000.000 de crianças e adolescentes (0 a 18 anos), segundo sexo, faixa etária e período disponível das informações para os 20 RCBP brasileiros, são apresentadas

Leia mais

ISSN Perfil clínico-epidemiológico de clientes pediátricos... Pedrosa, A. O. et al. PESQUISA

ISSN Perfil clínico-epidemiológico de clientes pediátricos... Pedrosa, A. O. et al. PESQUISA Qualis B4 PESQUISA Perfil clínico-epidemiológico de clientes pediátricos oncológicos atendidos em um hospital de referência do Piauí Clinical and epidemiological profile of pediatric oncology clients served

Leia mais

Maria Inez Pordeus Gadelha, 1 Milene R. Costa, 2 Rosimary T. Almeida 3

Maria Inez Pordeus Gadelha, 1 Milene R. Costa, 2 Rosimary T. Almeida 3 Artigo Original Estadiamento de tumores malignos Artigo submetido em 26/04/05; aceito para publicação em 12/07/05 Estadiamento de Tumores Malignos - análise e sugestões a partir de dados da APAC Classification

Leia mais

Análise Crítica dos Exames Iniciais de Seguimento pós Tireoidectomia total por Carcinoma Bem Diferenciado de Tireóide de Baixo Risco

Análise Crítica dos Exames Iniciais de Seguimento pós Tireoidectomia total por Carcinoma Bem Diferenciado de Tireóide de Baixo Risco Análise Crítica dos Exames Iniciais de Seguimento pós Tireoidectomia total por Carcinoma Bem Diferenciado de Tireóide de Baixo Risco Autor: Dr. André Bandiera de Oliveira Santos Trabalho concorrente ao

Leia mais

Enfermagem Pediátrica Oncológica: Assistência na Fase de Terminalidade. Pediatric Oncology Nursing: Care in Terminal Phase

Enfermagem Pediátrica Oncológica: Assistência na Fase de Terminalidade. Pediatric Oncology Nursing: Care in Terminal Phase TUROLLA, K.R. Enfermagem Pediátrica Oncológica: Assistência na Fase de Terminalidade Pediatric Oncology Nursing: Care in Terminal Phase Kelly Regina Turolla a *; Mariana Castro de Souza a a Faculdade Anhanguera

Leia mais

Apudoma TABELAS DE PROCEDIMENTOS POR NEOPLASIA E LOCALIZAÇÃO. PROCED. DESCRIÇÃO QT CID At. Prof. Vr. TOTAL

Apudoma TABELAS DE PROCEDIMENTOS POR NEOPLASIA E LOCALIZAÇÃO. PROCED. DESCRIÇÃO QT CID At. Prof. Vr. TOTAL TABELAS DE PROCEDIMENTOS POR NEOPLASIA E LOCALIZAÇÃO Apudoma 0304020117 Quimioterapia paliativa de apudoma (doença loco-regional avançada, inoperável, metastática ou recidivada; alteração da função hepática;

Leia mais

R habdomyosarcoma (RMS) is a malignant tumor of

R habdomyosarcoma (RMS) is a malignant tumor of Rev Bras Otorrinolaringol. V.69, n.1, 24-8, jan./fev. 2003 Rabdomiosarcoma de cabeça e pescoço na infância ARTIGO ORIGINAL ORIGINAL ARTICLE Head and neck rhabdomyosarcoma in childhood ««Beatrice Mª J.

Leia mais

Tumores sólidos e hematológicos na infância e na adolescência Parte I

Tumores sólidos e hematológicos na infância e na adolescência Parte I 40 ARTIGO ORIGINAL Luis Fernando Bouzas 1 Mirna Calazans 2 Tumores sólidos e hematológicos na infância e na adolescência Parte I INTRODUÇÃO O diagnóstico de neoplasia maligna em crianças é raro, sendo

Leia mais

ANATOMIA PATOLÓGICA DIAGNÓSTICO E CODIFICAÇÃO BEXIGA / Tumores do tracto urinário

ANATOMIA PATOLÓGICA DIAGNÓSTICO E CODIFICAÇÃO BEXIGA / Tumores do tracto urinário XXIV JORNADAS ROR-SUL 2017 Registo dos Tumores Urológicos ANATOMIA PATOLÓGICA DIAGNÓSTICO E CODIFICAÇÃO BEXIGA / Tumores do tracto urinário Vitor Sousa Instituto de Anatomia Patológica Faculdade de Medicina

Leia mais

PRÁ-SABER DIGITAL: Informações de Interesse à Saúde SISCOLO Porto Alegre 2007

PRÁ-SABER DIGITAL: Informações de Interesse à Saúde SISCOLO Porto Alegre 2007 1 SISCOLO RELATÓRIO 2007 2 Prefeitura Municipal de Porto Alegre Prefeito José Fogaça Secretaria Municipal da Saúde Secretário Eliseu Santos Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde Coordenador José Ângelo

Leia mais

Estudo epidemiológico do câncer em menores de vinte anos, no estado de Sergipe- Brasil, no período de 1980-1999

Estudo epidemiológico do câncer em menores de vinte anos, no estado de Sergipe- Brasil, no período de 1980-1999 RESUMO DE TESE / THESIS ABSTRACT Estudo epidemiológico do câncer em menores de vinte anos, no estado de Sergipe- Brasil, no período de 1980-1999 Epidemiologic study of cancer in people under twenty years

Leia mais

Neoplasias do sistema endócrino

Neoplasias do sistema endócrino Neoplasias do sistema endócrino PATOLOGIA II Aula Prática nº8 PATOLOGIA TIREOIDEIA (I) Hiperplasias Difusas Nodulares da tireoide Um n ódulo Multinodular Tumores de células foliculares Diferenciados: Adenoma

Leia mais

RADIOTERAPIA EXTERNA CONFORMACIONAL 3D NO TRATAMENTO DE CARCINOMAS DA NASOFARINGE: EXPERIÊNCIA DE UM SERVIÇO

RADIOTERAPIA EXTERNA CONFORMACIONAL 3D NO TRATAMENTO DE CARCINOMAS DA NASOFARINGE: EXPERIÊNCIA DE UM SERVIÇO RADIOTERAPIA EXTERNA CONFORMACIONAL 3D NO TRATAMENTO DE CARCINOMAS DA NASOFARINGE: EXPERIÊNCIA DE UM SERVIÇO Centro Hospitalar Lisboa Norte Serviço de Radioterapia SUMÁRIO Introdução Objetivos Material

Leia mais

METODOLOGIA DO EXAME CLÍNICO

METODOLOGIA DO EXAME CLÍNICO CURSO DE GRADUAÇÃO EM ODONTOLOGIA 3 o e 4 o Períodos Disciplina: SEMIOLOGIA METODOLOGIA DO EXAME CLÍNICO Parte I Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira http://lucinei.wikispaces.com 2014 Levantamentos Epidemiológicos

Leia mais

PET-CT NO NÓDULO PULMONAR SOLITÁRIO. Dr. Mauro Esteves -

PET-CT NO NÓDULO PULMONAR SOLITÁRIO. Dr. Mauro Esteves - PET-CT NO NÓDULO PULMONAR SOLITÁRIO Dr. Mauro Esteves - mauro.rad@hotmail.com PET-CT no nódulo pulmonar solitário nódulo pulmonar - definição opacidade nodular 3 cm de diâmetro circundada por tecido pulmonar

Leia mais

TUMORES DA FARINGE SERVIÇO DE CABEÇA E PESCOÇO HUWC

TUMORES DA FARINGE SERVIÇO DE CABEÇA E PESCOÇO HUWC TUMORES DA FARINGE SERVIÇO DE CABEÇA E PESCOÇO HUWC Mário Sérgio Rocha Macêdo TUMORES DA FARINGE Embriologia e Anatomia Embrião 4 semanas Faringe Embrionária TUMORES DA FARINGE Embriologia e Anatomia TUMORES

Leia mais

LINFOMA EM GATOS - ASPECTOS CLÍNICOS

LINFOMA EM GATOS - ASPECTOS CLÍNICOS LINFOMA EM GATOS - ASPECTOS CLÍNICOS Fernanda V. Amorim da Costa MV, MSc., Ph.D Professora de Medicina de Cães e Gatos UFRGS Serviço de Clínica Médica de Felinos Domésticos - HCV/UFRGS Fundadora da ABFel

Leia mais

NEOPLASIAS. Prof. Dr. Fernando Ananias

NEOPLASIAS. Prof. Dr. Fernando Ananias NEOPLASIAS Prof. Dr. Fernando Ananias Neoplasia = princípio básico CLASSIFICAÇÃO DOS TUMORES Comportamento Benigno versus Maligno Crescimento lento rápido Semelhança com O tecido de origem (Diferenciação)

Leia mais

Curso Continuado de Cirurgia Geral

Curso Continuado de Cirurgia Geral Curso Continuado de Cirurgia Geral Aspectos Práticos de Cirurgia de Cabeça e Pescoço para o Cirurgião Geral 30/05/2015 TCBC Fábio Montenegro Afecções do Pescoço de Interesse ao Cirurgião Geral Avaliação

Leia mais