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1 josé gomes ferreira ELEARNING FORMAÇÃO FOTOGRAFIA CONSULTORIA FORMULÁRIOS APOIO TÉCNICO PRÉ-IMPRESSÃO

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3 Ex. mos Senhor(es) josé gomes ferreira APRESENTAÇÃO A Edição Electrónica, também conhecida por Desktop Publishing ou DTP, tem passado por avanços importantes nos últimos anos. O sucesso da Edição Electrónica passa pela normalização. A normalização tem por objectivo reduzir custos e desperdícios, especificar matérias-primas, padronizar equipamentos, reduzir a variedade de produtos, capacitar o capital humano, assegurar qualidade, tempo e segurança no trabalho. Na área gráfica, essas normas definem desde formatos padronizados de cartões e envelopes até critérios de qualidade que devem ser observados nos processos de impressão e pré-impressão. Num Workflow de produção gráfica editorial, a popularização dos scanners de mesa de baixo custo e das máquinas fotográficas digitais teve como consequência a grande popularização do trabalho de captura de imagens. Fotografias técnicamente inferiores exigem um esforço suplementar de tratamento, retoque e optimização para garantir o nível mínimo de qualidade exigido nos impressos. Fotos digitais produzidas com câmaras simples ou filmes mal digitalizados apresentam frequentemente defeitos evidentes, de difícil solução. Da tradicional fotografia de casamento até os sofisticados ensaios publicitários, o mercado dá claramente preferência aos fotógrafos que produzem o seu trabalho digitalmente. Por outro lado, o uso extensivo dos recursos de retoque e tratamento digitais dá aos profissionais que empregam essa tecnologia uma significativa vantagem competitiva em relação à concorrência. Os sistemas de calibração de monitor e gestão de cores tem transformado em realidade o sonho de visualizar com precisão no monitor o resultado final de um produto impresso. Novas tecnologias tornam possível a produção de provas de cor à distância, reduzindo a necessidade de tráfego de provas em papel entre clientes, produtores e gráficas.

4 Os monitores a cores já são hoje o principal dispositivo de prova do fluxo de trabalho gráfico, mas enfrentam limitações ao tentar reproduzir as cores CMYK dos impressos. Também o layout das páginas pode sofrer: nem sempre o que se vê no ecrã é consistente com o resultado impresso. A cada dia que passa mais e mais pessoas enfrentam dificuldades com uma padronização nos seus sistemas, em conseguir cores consistentes nos seus monitores, provas de cores e impressão final dos seus trabalhos. A qualidade dos trabalhos está totalmente ligada aos procedimentos realizados pelas empresas e pela manipulação da informação de maneira correta, eliminando assim possíveis distorções de cores durante o processo de produção e finalização. O grande desafio actualmente enfrentado pelas gráficas, editoras, fornecedores de serviço, agências e estúdios de produção gráfica é gerar corretamente ficheiros PDF/X de forma a evitar problemas na pré-impressão. A popularização do uso das normas ISO PDF/X permite uma troca de ficheiros cada vez mais simples e ágil entre empresas do sector com uma desejável padronização de procedimentos e requísitos. Há diversos aplicações no mercado que permitem fazer a verificação (preflight) e certificação de ficheiros PDF a fim de garantir que estejam rigorosamente dentro das normas, mas para isso é preciso que os PDFs tenham sido gerados de modo adequado nas aplicações de edição e convertidos corretamente no Acrobat Distiller. O objectivo do Preflight é assegurar que os trabalhos que se visualizam no ecrã serão consistentes depois de impressos. No Preflight é feita a revisão do ficheiro e todos os seus conteúdos, será provada a sua integridade e reportados quaisquer potenciais problemas que sejam encontrados. No Preflight deverão ser sugeridas formas de solucionar os problemas encontrados com a finalidade de permitir uma saída com êxito. Um software de Preflight deve trabalhar com os formatos da maioria das aplicações e deverá permitir ajustes personalizados em função das exigências de cada trabalho. Designers gráficos e paginadores que utilizem o Preflight nos seus próprios ficheiros antes de os enviar para a gráfica, asseguram um bom trabalho livre de problemas. Um departamento de pré-impressão, que utiliza o Preflight ao receber os trabalhos dos seus clientes, assegurará trabalhos rentáveis e aumentará a confiança dos seus clientes. A pré-verificação é um passo crucial para obter uma impressão com êxito.

5 É a melhor maneira de prevenir que pequenos problemas se transformem em grandes prejuízos. Antes do uso dos computadores pessoais, quando as tarefas prévias à impressão eram mecânicas, um representante de serviço no cliente, identificava os problemas mediante a observação e inspecção directas das artes finais; só assim poderia tomar as decisões necessárias para a sua correcção, ou seja, antes de passar o trabalho ao departamento de pré-impressão. De facto já nada se passa assim. A inspecção visual do trabalho não revela todos os problemas potenciais que se podem gerar nos ficheiros de um computador. É aqui que começa a função do Preflight. Fundamental para as empresas que queiram cumprir normas ISO 9000 ou outros sistemas de control de qualidade, só com um Preflight eficaz pode certificar os ficheiros enviados pelo seu cliente tão depressa que lhe permita inseri-los de imediato no fluxo de trabalho e alguns segundos após a sua recepção. Se fôr encontrado algum ficheiro que não cumpra os requísitos de qualidade necessários, o operador terá informação que lhe permite decidir imediatamente se corrige, envia para emendas ou o devolve ao cliente. Não haverá mais atrasos no fluxo de trabalho nem mais acusações de responsabilidade. O facto de um ficheiro se visualizar bem no monitor, não significa de todo, que este se imprimirá correctamente. Grande parte dos problemas gerados devemse a limitações físicas dos computadores utilizados no processo. Normalmente o espaço disponível de memória RAM e a velocidade do CPU são problemas comuns. Outros problemas provêm de funções limitadas nos disposítivos de saída (RIP) mais antigos. Outros ainda, são causados pelas fontes e também por actualizações de algumas aplicações que normalmente são estáveis nas versões anteriores. Acontece frequentemente um ficheiro produzir perfeitamente as saídas num RIP e o mesmo ficheiro dar erro noutro. Para que o Preflight tenha êxito nestas condições, é necessário que haja uma atitude metódica com todos os dispositivos, mas eficaz a reportar os erros que encontra. Só alguns softwares de Preflight podem encontrar e reportar uma surpreendente quantidade de informação. Alguma dessa informação será crítica para uns, de alguma outra valerá a pena tomar conhecimento, outra ainda não será importante. A importância relativa para cada pedaço de informação dependerá da sua maneira própria de trabalhar. Para o ajudar a mover-se entre toda essa informação estarei disponível para lhe

6 apresentar ferramentas organizacionais que lhe permitirão diagnosticar e corrigir problemas, que preparam trabalhos para a saída e automatizam tarefas nos processos que realiza com frequência. Assim e dadas as características dos diversos workflows que tive oportunidade de conhecer, quer por troca de impressões nas acções de formação que tenho ministrado nos últimos anos, quer por visitas efectuadas aos locais de trabalho, nas mais diversas empresas do sector gráfico onde me tenho deslocado, estou em melhores condições para reafirmar a minha convição de que a maior parte das questões colocadas pelos operadores, se prende essencialmente com uma ausência de procedimentos que permitam a cada um e em cada fase da produção ter acesso a informação detalhada sobre as características dos ficheiros que acabou de produzir, para desta forma, garantir que na fase seguinte do processo não irão ocorrer erros gerados por exemplo nas conversões feitas nas fases precedentes. Este assunto é tão mais pertinente, quanto por vezes os trabalhos recepcionados e provenientes de clientes exteriores, possam ser introduzidos num fluxo de trabalho específico, que se pretende normalizado, sem se saber ao certo como foram preparados os seus recursos; p.e. se as imagens estão convenientemente convertidas para o espaço de cor adequado ao tipo de impressão, se as fontes constam ou foram substituidas a quando da abertura do ficheiro na empresa, etc, etc. Desta forma e como tive oportunidade de vos transmitir, estou convicto de que as acções de formação baseadas nas aplicações por si só, e ministradas em sala, já pouco mais poderão fazer no sentido de ajudar a optimizar o processo de produção. A abordagem que me parece mais eficaz para atingir este objectivo será uma formação que aponte soluções concretas, face a problemas específicos. Ora isto não é compatível com a formação longe das aplicações instaladas nos postos de trabalho, tanto mais quando sabemos que por vezes para produções com as mesmas características os operadores podem ter versões diferentes da mesma aplicação instaladas, o que pode ser razão para que um trabalho produzido no posto A, não dê problemas e outro, o que foi produzido no posto B da mesma forma, apresente alguns. Este tipo de formação, não convencional, digamos, é por isso mais complexa de por em prática, já que depende essencialmente do conhecimento que o formador possa ter de todo o processo de produção, desde o input até ao output, e não exclusivamente desta ou daquela aplicação em particular. É também fundamental o integral conhecimento por parte deste formador, das condições actuais e dos procedimentos efectuados ao longo do actual fluxo de trabalho.

7 É com o objectivo de ajudar a resolver estes e outros problemas e a encontrar soluções, que coloco à v/ disposição o know how adquirido nesta área ao longo dos últimos anos quer como técnico de produção nas artes gráficas, quer como fotógrafo e formador especialista Apple e certificado pela Adobe Systems. E com esse propósito, proponho a seguinte abordagem. 1º Acompanhamento diário por parte do formador, durante o período de tempo que se acorde necessário, de todo o fluxo de trabalho desde os diversos inputs até aos diferentes outputs, para... 2º Levantamento e Análise do ou dos Worflows a implementar. 3º Concepção e Apresentação de Propostas de Workflow, incluindo possiveis sugestões de dispositivos e/ou softwares 4º Implementação das soluções de fluxo de trabalho onde estarão incluídas acções de formação no local de trabalho, a todos os operadores de acordo com a sua função e especificidade dentro e de acordo com as necessidades do fluxo de trabalho. Nestas acções de formação serão abordados temas como, o processo e as variáveis existentes para se conseguir linearizar um sistema de pré-impressão e impressão. Gestão de Cor/Adobe Photoshop/Produção de PDF com Adobe Acrobat e integração com outros softwares da área gráfica, como o QuarkXPress, InDesign, Freehand, Illustrator Serão apresentadas técnicas de digitalização de imagens, eliminação de moiré,processos de interpolação, compreensão de terminologias como lpi, dpi de entrada, dpi de saída, interpolação etc, além de dados importantes que devem ser controlados nos dispositivos, tipos de impressão e media. Será enfatizada a importância de um padrão nas cargas de tinta consequentemente nos ganhos de ponto, conceitos de densitometria e colorimetria básicos para que se possa entender e controlar o processo, teoria de cores com o objectivo de dar uma visão bastante ampla do comportamento das cores permitindo que a decisão seja tomada de forma precisa no momento da manipulação de cores, reconhecimento dos sistemas dependentes e independentes de cores, comportamento das cores no Photoshop, como configurar a aplicação para cada tipo de impressão fazendo assim setup s automáticos para troca rápida de configuração. Além disso, os formandos conheceram técnicas de tratamento de imagens coloridas e preto e branco, utilização de máscaras de correção de

8 forma avançada permitindo a criação de seleções complexas como recorte de cabelo em minutos, e correção de imagens para um sistema independente de cores, anexando perfis de cores nos ficheiros de imagem. Uma série de técnicas que empregam os recursos do Adobe Photoshop para solucionar ou amenizar os defeitos mais comuns. Serão mostrados exemplos de imagens problemáticas que ganham nova vida com uso de processos avançados, tais como ajustes no espaço de cores CIE-Lab, fusão e sobreposição de canais, uso de máscaras, substituição de fundo, acerto de paralaxe e aplicação selectiva de filtros. Também serão apresentadas algumas técnicas avançadas de recuperação e retoque de imagem. Para além de todos estes temas, serão ainda abordados assuntos respeitantes á correcta integração, interação e control de conteúdos nas restantes aplicações do fluxo de trabalho com o objectivo de manter as cores consistentes em todos eles. Dando particular ênfase à produção de PDF s normalizados para a produção gráfica. O PDF é já o novo padrão de formato de documentos para a indústria gráfica. A popularização do uso das normas ISO PDF/X permite uma troca de ficheiros cada vez mais simples e ágil entre empresas do sector - com uma desejável padronização de procedimentos e requísitos. Nessa formação serão demonstradas as formas correctas de gerar ficheiros PDF/X (a partir das aplicações de edição mais comuns) e as principais ferramentas disponíveis para verificação de conformidade (preflight) desses arquivos, edição, correção e solução dos problemas mais comuns - concluindo com os recursos de certificação que asseguram o envio de ficheiros PDF consistentes e fiáveis. Os ficheiros PDF oferecem muitos outros recursos e potencialidades de uso nos sectores de criação e arte, frequentemente subutilizados. Um desses recursos são as ferramentas de revisão, anotação e comentários que estão disponíveis no Adobe Acrobat e o transformam numa poderosa ferramenta para a implementação de provas virtuais de materiais gráficos - dispensando a impressão e remessa física de provas em papel. Outro é a possibilidade de montar sistemas colaborativos de revisão em grupo, que podem incluir clientes, fornecedores e equipas independentes - integrados localmente via rede ou à distância por meio da internet.

9 Nesta formação serão demonstradas algumas formas de utilizar - com custos extremamente baixos - todo o potencial dessas ferramentas de revisão colaborativa. De salientar, que toda esta formação seria dada in loco, consequentemente baseada sempre em problemáticas do quotidiano. CONSULTORIA TÉCNICA E FORMAÇÃO Porque a manutenção do control de um workflow é fundamental para a continuada padronização dos processos productivos e porque após a montagem desse mesmo workflow estes métodos que quase sempre trazem algumas mudanças de atitude, podem fazer escapar algumas verificações aos que estão directamente ligados ao processo de produção, torna-se quase sempre necessário a presença de alguém que zele pela sua contínua manutenção e garanta a gestão adequada das configurarações a alterar a cada momento de entrada de um novo trabalho. Com o objectivo de montar e ajudar numa fase de arranque a solucionar problemas relaccionados com a adequada configuração de um workflow, caso a caso, proponho em complemento e numa prespectiva direccionada para resultados obtidos em termos de ganho de tempo, eficiência e posterior redução de custos de produção, o seguinte: Levantamento, Análise e Implementação de um Workflow que vise controlar e verificar os materiais durante todo o processo de produção, desde o input, entrada, entrega de materiais vindos dos clientes, fotógrafos e freelancers, passando pelo control na edição e paginação, até à entrega controlada dos conteúdos à gráfica. A duração desta Consultoria/Formação dependerá da complexidade do Workflow a implementar, estimando-se no entanto uma duração mínima de 60 dias e uma máxima de 180. Sem outro assunto de momento, estando desde já á Vossa disposição para qualquer esclarecimento adicional, subescrevo-me, com os melhores cumprimentos.

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