Ferramenta Workflow para apoio ao processo de geração de Conhecimento: um estudo de casos múltiplos (2012)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Ferramenta Workflow para apoio ao processo de geração de Conhecimento: um estudo de casos múltiplos (2012)"

Transcrição

1 Ferramenta Workflow para apoio ao processo de geração de Conhecimento: um estudo de casos múltiplos (2012) Marcelo Macedo (IST/SOCIESC) Mehran Misaghi (IST/SOCIESC) Queli Schmitz (IST/SOCIESC) Resumo: As organizações vêm despertando cada vez mais para a necessidade de gerenciar o conhecimento organizacional. Por outro lado, a explosão dos sistemas voltados para a Internet e adoção de tecnologias da informação pelas organizações e governoos fomentam o desenvolvimento de um cenário onde o conhecimento sobre que ferramenta resolve determinado problema é bastante importante. Este artigo tem o objetivo apresentar uma pesquisa que visa verificar como uma ferramenta de workflow pode contribuir para o processo de Gestão do Conhecimento organizacional. Para tanto, é apresentada uma abordagem sobre a Cultura Organizacional e a Gestão do Conhecimento e tecnologias de groupware e workflow e finalmente, a proposta de estudo de casos múltiplos e considerações sobre as etapas já realizadas da pesquisa, pois trata-se de um work in progress. Palavras-chave: Gestão do Conhecimento, Workflow, Processos de Negócio. 1. Introdução O gerenciamento dos diversos tipos de conhecimentos envolvidos em um processo de negócio é uma forma de melhorar a eficácia das organizações, utilizando como subsídios elementos tecnológicos e relativos à estrutura da organização e ao comportamento individual de seus membros (ANGELONI, 2002, p. 32). Para Terra (2001), a percepção a cerca do conhecimento como principal fator para o sucesso das empresas, somada aos progressos nas tecnologias da informação, levou a origem da Gestão do Conhecimento. No entanto, há uma desconexão histórica entre técnicos e gestores no que concerne ao uso de Tecnologias da Informação (TI) no contexto de negócios. Os técnicos vêem as TI a partir da das funcionalidades e interfaces oferecidas como solução para os usuários. Já os gestores tendem a avaliar as soluções de TI sob a perspectiva do processo de capacitação dos colaboradores (RAGHU e VINZE, 2007). Estas duas perspectivas podem convergir por meio da utilização de tecnologias de colaboração ou groupware, que permitem unir a comunicação ao trabalho em equipe. Uma das ferramentas mais dinâmicas que se enquadra nesta categoria é o workflow, que permite a colaboração e compartilhamento de conhecimento entre os funcionários, colocando à disposição todo o conteúdo informacional proveniente de diversas áreas da empresa em informação útil para a tomada de decisões, já que as regras referentes aos processos de negócios são armazenadas em sua base de dados (USIRONO, 2003). 1

2 Dentro deste contexto, este artigo tem o objetivo de analisar como a ferramenta workflow pode contribuir para o processo de gestão do conhecimento. Para isto, é apresentada uma fundamentação teórica sobre cultura de gestão do conhecimento bem como os conceitos que envolvem a ferramenta de colaboração workflow, suas características, classificações e os procedimentos metodológicos. O método a ser utilizado é o estudo de múltiplos casos tendo como base organizações que utilizam a ferramenta workflow, sendo que em cada uma delas será selecionado um processo automatizado como referência para a pesquisa. 2. Cultura Organizacional e Gestão do Conhecimento As organizações que direcionam esforços para a criação de conhecimento e que provêem uma estrutura para a cultura da aprendizagem continuada conseguem melhores retornos financeiros na execução de suas tarefas (DIAS e POSSAMAI, 2004). Segundo Kaplan e Norton (2004, p. 287), a cultura reflete as atitudes e os comportamentos predominantes que caracterizam o funcionamento de um grupo ou organização. Para os autores, a cultura pode ser um agente de inibição ou um habilitador para o processo de mudança. Terra e Gordon afirmam que a cultura organizacional pode ser entendida como algo que constitui as normas e os valores que ajudam os membros a interpretar eventos e a determinar que comportamento é apropriado ou não, além de viabilizar a ordem e a identidade das organizações. Uma pesquisa realizada pela AIIM-Association for Information and Image Management com 450 membros individuais da comunidade AIIM entre 13 dezembro de 2010 e 6 Janeiro de 2011, aborda a questão da retenção de conteúdo pela organização. Mais de 60% dos entrevistados indicam que o conhecimento organizacional não é aproveitado para o máximo efeito competitivo, além disto mais de 40% responderam que a inovação é sufocada pela colaboração pobre e baixo compartilhamento de conhecimentos. Dentro deste contexto, Nonaka e Takeuchi (1997) destacam que em uma organização, o conhecimento pode ser gerado por meio da conversão contínua envolvendo o conhecimento tácito e explícito. Quando contido na experiência de indivíduos e grupos, é conhecido como tácito (difícil de ser transferido). Quando codificado em regras, rotinas e procedimentos da organização é classificado como explícito (transmissível em linguagem formal e sistemática). Nonaka e Takeuchi (1997) sugerem um modelo ideal de criação do conhecimento, onde incorporam a dimensão de tempo, que contempla cinco fases. Este processo inicia com o compartilhamento do conhecimento tácito, que habita os indivíduos e precisa ser amplificado na organização por meio de um campo, onde possam interagir uns com os outros (socialização). Na segunda fase, o modelo mental compartilhado é convertido em conhecimento explícito na forma de um novo conceito (externalização). Na terceira fase, a organização determina se vale realmente a pena manter o novo conceito por meio de sua justificação. Depois de aprovado, o conceito é transformado em algo tangível ou concreto, ou seja, um arquétipo (um protótipo no caso do desenvolvimento de um produto concreto, por exemplo) (combinação). A quinta fase (mas não última, já que o processo de criação do conhecimento é interminável e se atualiza continuamente) amplia o conhecimento dentro da organização ou entre organizações (difusão interativa do conhecimento) (internalização). 2

3 Fonte: Nonaka e Takeuchi (1997) Figura 1 Modelo de Cinco Fases de Criação do Conhecimento Para contextualizar o grupo de tecnologias onde a ferramenta de workflow está inserida, na próxima seção serão apresentados o conceito de groupware bem como outras ferramentas desta categoria. 3. Sistemas de Trabalho Colaborativo (Groupware) Rollet (2003) diferencia as tecnologias de comunicação (como telefone e ) das tecnologias de colaboração (como a gestão de workflow). Apesar disto, é difícil traçar uma linha entre os dois. Comunicação e colaboração estão sempre entrelaçados, sendo difícil determinar onde termina um e começa o outro. Ambos os tipos de ferramentas foram agrupadas sob a categoria de ferramentas de groupware ou de colaboração (DALKIR, 2005). Segundo Rodgers e Teicholz (2001), Groupware foi um termo colocado pela empresa Lotus para designar softwares que possibilitam que grupos trabalhem em conjunto. Coleman (1997) dividiu as ferramentas de groupware em 12 diferentes categorias. Algumas delas são: correio eletrônico e mensagens, sistemas de conferência eletrônica, compartilhamento de vídeo em tempo real, sistemas de conferência assíncrona (não em tempo real), workflow e grupos de tratamento de documentos; Dentre as ferramentas de trabalho colaborativo, optou-se por realizar o estudo de caso sobre o workflow por ser uma ferramenta que pode ser implantada independentemente de outras tecnologias e por contemplar outros requisitos como mecanismo de busca, notificação/disseminação de tarefas, segurança/login unificado, diferentes níveis de acesso para usuários, usabilidade e acessibilidade, permitir a publicação de informações pelos usuários (compartilhamento) e mensuração por meio de indicadores para gestão e incentivo. Segundo Araujo (2000), algumas características de workflow podem ser consideradas responsáveis por tornar esta tecnologia promissora. Estas características estão associadas ao fato destes sistemas trazerem um conjunto de soluções para os desafios enfrentados pelas organizações em relação a melhoria da qualidade de seus processos de trabalho no contexto atual de negócios. São elas: 3

4 Suporte a Processos: Atualmente, a melhoria da qualidade de processos está fortemente associada ao uso da tecnologia. A automação de processos é encarada como uma estratégia para aumentar a eficiência da produção e garantir um maior nível de qualidade dos seus resultados. Sistemas de workflow propõem a automação e suporte a processos, separando a lógica do processo da aplicação que o executa oferecendo funcionalidades como facilidades para definição, modelagem, execução, monitoramento e auditoria de processos. Interoperabilidade e Distribuição: Sistemas de workflow são projetados para operar em ambientes de informação modernos, ou seja, distribuídos, heterogêneos e com múltiplas aplicações. Esta característica vem ao encontro das necessidade das organizações em operacionalizarem seus processos cada vez mais distribuídos e em plataformas heterogêneas. Reengenharia: a tecnologia de workflow é freqüentemente associada ao conceito de Reengenharia de Processos de Negócio. Esta área lida com a avaliação, análise, modelagem, definição e subsequente operacionalização dos processos de negócio de uma organização. A relação de sistemas de workflow com a área de BPR (Business Process Reengineering) vem do fato de que as iniciativas de BPR freqüentemente exigem o uso de suporte tecnológico para sua implementação. Participação e Cooperação: Por coordenarem as atividades de grupos, sistemas de workflow podem auxiliar seus participantes a reconhecerem a cooperação existente em seus processos de trabalho. O reconhecimento do fluxo das atividades, a noção em relação aos participantes do processo e a interação através dos artefatos roteados, podem auxiliar seus usuários a compreenderem o processo que executam. Memória da Organização: Aplicações que têm conhecimento sobre a organização, pois auxiliam grupos de pessoas a executar uma atividade em conjunto e por conterem o conhecimento organizacional onde este fluxo é encenado. Estabelecidos os principais conceitos que são utilizados nesta pesquisa, na próxima seção será descrito o procedimento metodológico. 4. Procedimento Metodológico Este artigo apresenta um estudo de caso de natureza descritiva. Para Gil (2001), pesquisas descritivas descrevem características da população ou fenômeno, ou o estabelecimento de relações entre variáveis. Utiliza técnicas padronizadas de coletas de dados como questionários e observação sistemática. Segundo Yin (2005), o estudo de caso caracteriza-se pelo estudo profundo e exaustivo de um ou poucos objetos com o objetivo de conhecê-los detalhadamente. O mesmo autor salienta que quando questões do tipo como e por que são colocadas, o estudo de caso se apresenta como estratégia de pesquisa a ser adotada. A estratégia de pesquisa tem como base o estudo de múltiplos casos, onde as conclusões que surgem serão mais contundentes do que as que surgem apenas de um caso único (YIN, 2005). Para identificar as contribuições do workflow para a Gestão do Conhecimento organizacional, inicialmente foi definido o Modelo de Cinco Fases de Criação do 4

5 Conhecimento de Nonaka e Takeuchi (1997) como referência para o estudo de caso proposto por uma questão de familiaridade com o tema. A seguir, foi realizada uma busca pelas características do workflow por meio de uma pesquisa realizada na literatura especializada. Foram encontrados diversos trabalhos que apontam indicadores de processo, entre os quais se optou por utilizar como critérios de referência as características de workflow propostas por Araújo (2000), por serem mais adequadas ao estudo proposto, que é voltado à Gestão do Conhecimento. A seguir, serão descritos os três casos selecionados nas empresas pesquisadas. Para verificar as contribuições do workflow para a Gestão do Conhecimento, seráestabelecida uma correlação entre as características do Workflow segundo Araújo (2000) e o Modelo de Cinco fases de Criação do Conhecimento proposto por Nonaka e Takeuchi (1997). A descriçao desta correlação será fundamentada pelos conceitos do Modelo de Cinco fases de Criação do Conhecimento e as características de workflow de Araujo (2000). Esta relação é apresentada no Quadro 4. A sexta etapa foi a elaboração de um questionário com base nos pontos marcados no item 3 e na análise feita anteriormente, com o intuito de validar a pesquisa. A seguir, será apresentado o resultado da pesquisa realizada com os participantes dos três processos selecionados nas empresas pesquisadas. Finalmente, será feita a análise dos resultados e conclusões. 5. Descrição dos Casos Nesta seção são descritos os três casos que serão a base desta pesquisa. Optouse por pesquisar organizações de diferentes setores: um processo automatizado foi selecionado em uma indústria, aqui chamada de Empresa T, um em uma empresa de serviços privada denominada aqui Empresa O e outro em uma empresa pública de saneamento básico (vinculada à prefeitura de Joinville), que será chamada de Empresa A. Segundo Yin (2005), as evidências de projetos de casos múltiplos são consideradas mais convincentes. Sendo assim, o número de casos selecionado aliado à distinção de ramos de atuação das empresas poderá conceder maior validade à pesquis. 5.1 Descrição do Caso 1 Indústria Processo de Cotação de Itens O primeiro caso estudado foi selecionado em uma indústria, que desenvolve componentes para diversos segmentos de mercado, especialmente para o automotivo. A gama de itens fabricados nesta indústria, em sua maioria a partir de projetos desenvolvidos especificamente para a necessidade dos clientes, denota a importância do seu processo de cotação e desenvolvimento de produtos. O Sistema de Gerenciamento de Workflow foi implantado neste grupo de empresas em novembro de 2009 e atualmente possui mais de 30 processos automatizados na ferramenta. A responsabilidade pelo desenvolvimento e suporte de novos fluxos para todas as unidades é conferida à área de Tecnologia de Informação e Comunicação, que responde à Diretoria Financeira (Corporativa). O processo automatizado selecionado para esta pesquisa é denominado Solicitação de Cotação de Itens, que engloba desde a entrada de uma solicitação de cotação para a equipe de 5

6 vendas até a entrega da proposta comercial ao cliente. Dentro deste escopo tem-se o envolvimento de diversas áreas da empresa convergindo em um esforço de apresentar ao cliente uma proposta de venda que seja a melhor possível para o cliente, bem como para a eficiência e estratégia comercial da empresa. O Processo de Solicitação de Cotação (SC) passa por duas macro-fases de negócio, sendo na primeira inseridas e validadas as informações fornecidas pelo solicitante. Após o filtro inicial, o fluxo poderá seguir para um dos procedimentos a seguir: Cotação por Orçamentos: este subfluxo é para casos de cotações semelhantes àquelas já feitas pela empresa, ou seja, não será necessário passar por todas as etapas que passaria para cotar um produto novo. Cotação por Engenharia: processo completo de cotação de um novo produto. Os Papéis Workflow e os Usuários da ferramenta de workflow estão descritos no Quadro 1 a seguir: Nome da Raia Gerente Comercial Força de Vendas Vendas Engenharia Produto-Processo Engenharia de Materiais Engenharia Industrial Projetos / Ferramentaria Qualidade Participantes Gerentes Comerciais da Unidade Equipe que tem contato com os representantes de vendas externos. Equipe interna de vendas da unidade. Membros da equipe de Engenharia de Produto e Processo Membros da equipe de Engenharia de Materiais Membros da equipe de Engenharia Industrial Membros da equipe de Projetos-Ferramentaria Membros da equipe de Qualidade da Unidade Produção Membros da equipe de PCP (Planejamento e Controle de Produção) Fonte: Empresa T pesquisada. Quadro 1 - Papéis do Fluxo de Cotação de Itens na empresa pesquisada Em função do Fluxo de Cotações ser um dos fatores críticos do negócio (fator de sucesso do negócio), a empresa T elegeu esse fluxo como prioritário para a implementação da ferramenta workflow. 5.2 Descrição do Caso 2 Empresa de Serviços Processo Inspetoria Mobile Para o segundo caso de estudo, foi selecionado um grupo de empresas que atua desde 1977 na prestação de serviços de segurança e terceirização de serviços especializados: a Empresa O, que ao longo de mais de três décadas vem expandindo suas atividades, com profissionais em todas as cidades de Santa Catarina. A empresa, regulamentada pelo Ministério da Justiça, através da Polícia Federal, com a qualidade reconhecida pela certificação ISO 9001:2008, tornou-se uma marca líder, prestando serviços de Vigilância Patrimonial Humana, Monitoramento Eletrônico de Alarmes e Imagens, Escolta Armada, Segurança Pessoal Privada, Serviços Administrativos e Asseio e Conservação. 6

7 O Workflow de Inspetoria Mobile automatizou o processo de inspeção da qualidade em postos nos quais a empresa presta de Vigilância Humana, Asseio e Conservação e Segurança Eletrônica. Antes da implantação deste workflow, a inspeção era realizada por meio de check lists impressos. Após realizada a pesquisa nos postos, os inspetores passavam horas transcrevendo os check lists para planilhas em Excel e enviando por as inconsistências detectadas para que fossem respondidas pelos responsáveis com as ações a serem tomadas para correção dos problemas identificados. Todo o controle das respostas, prazos de respostas e ações era controlado manualmente pelos inspetores, tomando um tempo deles que deveria estar sendo utilizado para sua função principal: inspecionar. Com o fluxo automatizado, além da facilidade da realização dos check lists a partir de computadores móveis, todo o processo passou a ser controlado de forma automática. A utilização deste aparelho motivou o uso do termo móbile no nome do fluxo. O sistema distribui as pesquisas realizadas para os papéis de acordo com o tipo de check list realizado e controla os prazos de respostas e ações. Além disto, controla a reinspeção, e o fluxo de reincidência, caso persista o problema após a tomada da ação. As principais atividades do fluxo estão no Quadro 2 abaixo. Participante Inspetor Coordenador da área inspecionada Gerente da área Inspetor Gerente da área Executada pelo diretor da área Inspetor Fonte: Empresa O pesquisada. Quadro 2 Participantes e atividades do fluxo de Inspetoria Mobile Atividade Realizar inspeção Responder Inconsistência Aprovar resposta INC para validar a ação a ser tomada, descrita pelo seu Coordenador Realizar Reinspeção para checar se as ações foram executadas e se surtiram efeito desejado Responder Não-conformidade: quando uma inconsistência não é resolvida, ela gera uma NC, que é tratada pela gerência Aprovar resposta NC: para validar a ação a ser tomada, descrita pelo Gerente; Verificar eficácia: para checar se a não-conformidade foi resolvida. 5.3 Descrição do Caso 3 Empresa de prestação de Serviços Pública Processo de Compras e Contratações A terceira empresa pesquisada, aqui denominada Empresa A é uma Companhia de Saneamento Básico, de capital misto, fundada em 2005, majoritariamente pertencente à Prefeitura Municipal de Joinville, Santa Catarina. Tem como principais objetivos o tratamento e a distribuição de água potável, além da coleta e tratamento de esgotos. A recém criação da companhia gerou demandas como informações gerenciais para a prestação de contas e sustentabilidade ao negócio, gerenciamento de dados não-estruturados (documentos, planilhas, etc) e implementação de um processo de suprimentos específico para o negócio. Por isto, em 2007, optou-se pela utilização da ferramenta workflow iniciando pelo fluxo de Compras e Contratações, que possui 43 atividades. Outro macro-fluxo deste processo é o de Licitações possui 49 atividades além de integrações com o ERP (Sistema de Gestão Empresarial) da empresa pesquisada. Alguns exemplos de integrações são: verificar se 7

8 a verba está orçada no ERP, reposição da verba no caso de cancelamento e implantação da ordem de compras no ERP. No Quadro 3 são apresentadas as principais atividades do workflow de Compras e Contratações. Participante Funcionários Controladoria Atividades principais Emitir solicitação de compra ou contratação de serviço Verificar solicitação Gerência da Área Aprovar solicitação - Nível 1 Diretoria da Área Aprovar solicitação - Nível 2 Diretoria Administrativa e Financeira Aprovar solicitação - Nível 3 Presidência Aprovar solicitação - Nível 4 Gerência Administrativa Coordenador de Suprimentos Suprimentos - Aprovadores Suprimentos Aprovar ordem de compra Verificar solicitação e definir o processo Aprovar ordem de compra Orçamento e Verificação de Ordens de compra Fonte: Empresa A pesquisada. Quadro 3 Participantes e atividades principais dos fluxos de Compras, Contratações e Licitações A ferramenta workflow utilizada nas três empresas pesquisadas é acessível por meio da Internet e permite fácil modelagem dos processos de negócio. Estas características facilitam a implantação e manutenção devido à portabilidade e facilidade para adaptar os fluxos às mudanças no negócio. Descritos os casos (processos automatizados) que são a base desta pesquisa, será feita uma análise da relação entre cada característica deste workflow com as fases do Modelo de criação do conhecimento de Nonaka e Takeuchi (1997). 6. Apresentação e análise dos resultados Para relacionar as áreas desta pesquisa, foi criado um Quadro com as características do Workflow segundo Araujo (2000) versus o Modelo de Cinco fases de Criação do Conhecimento proposto por Nonaka e Takeuchi (1997). A descriçao desta correlação será fundamentada pelos conceitos estabelecidos por estes autores. Características do workflow \ Fase do Modelo de Criação do Conhecimento Compartilhamento do conhecimento tácito Suporte a Processos Interoperabilidade e Distribuição Reengenharia Participação e Cooperação Memória da Organização X X X X Criação dos conceitos X X Justificação dos conceitos X X Construção de um arquétipo X X 8

9 Nivelamento do conhecimento X X X Quadro 4 - Fases de criação do conhecimento versus Características do workflow Fonte: O autor baseado em Nonaka e Takeuchi (1997) e Araujo (2000) A seguir, cada relação marcada com um X no Quadro 4 é descrita. a) Contribuições da característica de Suporte a Processos para a GC Segundo Araujo (2000), sistemas de workflow propõem a automação e suporte a processos, separando a lógica do processo da aplicação que o executa, por meio de funcionalidades para definição, modelagem, execução e monitoramento de processos. Para Nonaka e Takeuchi (1997), uma organização não cria conhecimento sozinha, o compartilhamento do conhecimento tácito entre vários indivíduos apresenta-se como etapa crítica à criação do conhecimento organizacional. Para conseguir este compartilhamento, é necessário um campo onde as pessoas possam interagir uns com os outros para compartilhar experiências. Esta etapa, a primeira do modelo de 5 fases corresponde à socialização. Percebe-se que há uma sinergia entre a característica de Suporte a Processos e todas as etapas de compartilhamento do conhecimento tácito já concepção de um processo automatizado na ferramenta workflow, quando vários departamentos atuam juntos para alcançar uma meta comum (resultado da variedade de requisitos e interpretações do processo de negócio) para atingir a intenção organizacional (objetivo do processo). Ao longo da execução do workflow, o compartilhamento do conhecimento tácito também ocorre à medida que as tarefas vão sendo executadas e os participantes registrando seu parecer (com informações técnicas ou aprovações inerentes à instância do processo em andamento). Na visão de Nonaka e Takeuchi (1997), depois de compartilhado, o modelo mental formado no campo de interação de uma equipe auto-organizada é cristalizado em conceitos explícitos, o que corresponde à externalização. Ao passo que a cada instância de processo executada, dependendo do processo de negócio, como por exemplo, a cotação de um produto, os participantes utilizam as informações e conhecimentos compartilhados para criar um novo produto. Para Nonaka e Takeuchi (1997), a justificação de conceitos é contínua e feita pelos indivíduos durante todo o processo. Por meio dela, será determinado se os conceitos recém-criados valem realmente a pena para a organização e a sociedade. Assim como os arquitetos constroem maquetes antes de iniciar uma obra, os membros da organização engajam-se na construção de um protótipo do produto ou de um modelo do sistema, com a participação de pessoas com habilidades técnicas diferentes. Como os conceitos justificados são explícitos, são transformados em arquétipos, que também são explícitos, essa fase é semelhante à combinação NONAKA E TAKEUCHI (1997). Dentro da organização, o conhecimento que se torna real ou que assume a forma de um protótipo pode precipitar um novo ciclo de criação do conhecimento, expandindo-o horizontal e verticalmente em toda a organização. Esse processo interativo ocorre tanto intra quanto inter-organizações e permite o nivelamento ou difusão interativa do conhecimento. b) Contribuições da Interoperabilidade e Distribuição para a GC Segundo Araujo (2000), sistemas de workflow são projetados para operar em ambientes distribuídos, heterogêneos e com múltiplas aplicações. Esta característica contribui fortemente para o compartilhamento do conhecimento tácito, já que permite que 9

10 colaboradores possam interagir uns com os outros independentemente da plataforma/versão de aplicação que utilizam. c) Contribuições da Reengenharia para a GC: criação de conceitos e construção de um arquétipo A tecnologia de workflow é freqüentemente associada ao conceito de Reengenharia de Processos de Negócio. Esta área lida com a avaliação, análise, modelagem, definição e subsequente implementação operacional dos processos de negócio de uma organização. A relação de sistemas de workflow com a área de BPR (Business Process Reengineering) vem do fato de que as iniciativas de BPR freqüentemente exigem o uso de suporte tecnológico para sua implementação. Workflow tem sido visto como uma tecnologia facilitadora de tais iniciativas. d) Contribuições da Participação e Cooperação para a GC Para Araujo (2000), o conhecimento detalhado das atividades que compõem o processos e as regras de negócio do mesmo, podem auxiliar seus usuários a compreenderem o processo que executam. e) Contribuições da Memória da Organização Aplicações como o workflow retém parte do conhecimento sobre a organização, pois auxiliam grupos de pessoas a executar uma atividade em conjunto e por conterem o conhecimento organizacional onde este fluxo é encenado. A seguir, foi elaborado o questionário de pesquisa apresentado no ANEXO A, que tem como escopo a prática do uso do workflow em estudo, a fim de facilitar a compreensão pelos respondentes, abordando a análise feita. As respostas serão dadas em uma escala likert que varia entre 1, 2, 3, 4 e 5, que representa o ponto de vista dos colaboradores em relação à análise realizada. Após a obtenção das respostas para cada uma das 25 questões aplicadas a 15 entrevistados, percebeu-se que além das questões marcadas no Quadro 4, praticamente todas as características do workflow foram consideradas como fatores de contribuição para as fases de criação do conhecimento. Para fins de comparação, definiu-se a medida do grau de concordância o percentual de respondentes com respostas entre 4 (concordo) e 5 (concordo totalmente). Ao lado do percentual está o número da questão correspondente do questionário (ANEXO A). Adotou-se as seguintes faixas para análise dos resultados: Menor ou igual a 50%: não está de acordo com a relação estabelecida pela autora entre a característica do workflow e a fase de geração do conhecimento. Maior do que 50%: está de acordo com a relação estabelecida pela autora entre a característica do workflow e a fase de geração do conhecimento. Características do workflow Fase do Modelo de Criação do Conhecimento Suporte a Interoperabilidade Processos e Distribuição Reengenharia Participação e Cooperação Memória da Organização Compartilhamento do conhecimento tácito 86,7% (1) 93,3% (2) 46,7% (3) 66,7% (4) 93,3% (5) Criação dos conceitos 80% (6) 66,7% (7) 86,7% (8) 53,3% (9) 93,3% (10) Justificação dos conceitos 86,7% (11) 73,3% (12) 86,7% (13) 86,7% (14) 86,7% (15) 10

11 Construção de um arquétipo 93,3% (16) 73,3% (17) 60% (18) 60% (19) 66,7% (20) Nivelamento do conhecimento 60% (21) 100% (22) 40% (23) 40% (24) 53,3% (25) Quadro 5 Grau de Concordância com cada relação característica workflow versus fase Geração do Conhecimento Fonte: O autor baseado nas respostas obtidas por meio de questionário Conforme pode-se observar no Quadro 5, além das 13 relações marcadas, outras 8 foram também consideradas pelos respondentes (em sombra cinza), ou seja, para os entrevistados, as características da ferramenta workflow apóiam bastante a geração de conhecimento. Como este trabalho ainda está em fase de desenvolvimento em uma dissertação de mestrado, análises mais aprofundadas deverão ser estabelecidas no futuro. 7. Considerações Finais O objetivo geral deste artigo consiste em analisar as contribuições da implantação de uma ferramenta de workflow para o processo de Gestão do Conhecimento, apresentar e discutir seus principais elementos. No processo de elaboração desta pesquisa, iniciado com o levantamento bibliográfico, foram adotadas as características de workflow propostas por Araujo (2002) e o modelo de cinco fases de criação do conhecimento proposto por Nonaka e Takeuchi (1997) que são referências para o estudo de caso. Estes foram relacionados por meio de um quadro baseado no modelo de Nonaka e Takeuchi (1997) e nas características propostas por Araujo (2000). A seguir, foi realizada uma análise com o objetivo de descrever como cada característica de workflow contribui para a Gestão do Conhecimento em cada ponto marcado no quadro 4. Foram então selecionadas três empresas cujos processos são a base desta pesquisa, as quais autorizaram a publicação do fluxo bem como a participação de respondentes que utilizam o workflow. Verificou-se por meio de análise documental e observação direta a complexidade e relevância destes processos para as organizações pesquisadas, sendo estes os fatores que motivaram suas escolhas. As últimas etapas tiveram como foco a descrição de três processos selecionados para o estudo de caso, detalhando as suas atividades, papéis e regras de negócio e elaboração de um questionário com base nos pontos marcados e na análise, de modo a validá-la. A fase atual da pesquisa é a apresentação e análise do resultado obtido a partir das respostas de quinze pessoas ao questionário. Foram selecionados cinco participantes de cada workflow selecionado em cada empresa. Espera-se que os resultados ajudem a esclarecer a influência das tecnologias de informação e comunicação, neste caso específico o workflow, para o processo de geração do conhecimento organizacional. Referências AIIM-Association for Information and Image Management. Capitalizing on Content: A Compelling ROI for Change Disponível em: < Acesso em: 27 abr ANGELONI, M. T. (org). Organizações do conhecimento: infraestrutura, pessoas e tecnologia. 2. ed. São Paulo: Saraiva ARAÚJO, R. M. Ampliando a cultura de processos de software: um enfoque baseado em groupware e workflow Tese de doutorado. COPPE/UFRJ, Rio de Janeiro. 11

12 COLEMAN, J. Social capital in the creation of human capital. American Journal of Sociology, DALKIR, K. Knowledge Management in Theory and Practice. Oxford: Elsevier, NONAKA, I.; TAKEUCHI, H. Criação do conhecimento na empresa. 10. ed. Rio de Janeiro: Campus, RAGHU, T. S. e VINZE, A., A Business Process Context for Knowledge Management. Decision Support Systems, 43(3), , RODGERS, C. e TEICHOLZ, E. Workflow, e-process, and FM. Facilities Design & Management. Nova York, v.20, n.8, ago ROLLET, H. Knowledge management processes and technologies. Norwell, MA: Kluwer Academic Publishers TERRA, J. C. Gestão do conhecimento: o grande desafio empresarial. São Paulo: Negócio, YIN, R. Estudo de caso: planejamento e métodos. Porto Alegre: Bookman,

13 ANEXO A Questionário de Pesquisa Legenda: 1- Discordo Totalmente; 2 - Discordo; 3 - Concordo Parcialmente; 4 - Concordo; 5 - Concordo Totalmente Fase N Assertiva R Compartilhamento do conhecimento tácito Criação dos conceitos Justificação dos conceitos Construção de um arquétipo Difusão interativa do conhecimento A automação de processos facilita o compartilhamento de conhecimento entre os funcionários, aumentando a 1 eficiência de produção (suporte a processos). A característica da ferramenta workflow de possibilitar sua execução em ambientes e localização diversos 2 promove uma maior utilização pelos colaboradores possibilitando mais compartilhamento de conhecimento (interoperabilidade e distribuição). A revisão dos processos de negócio é realizada periodicamente e envolve todos os seus participantes, 3 promovendo o compartilhamento de conhecimento (reengenharia). A interação nas fases que antecedem a modelagem dos processos de negócio auxiliam os colaboradores a 4 compartilhar conhecimento (participação e cooperação). O registro das experiências dos colaboradores nas atividades do workflow promove um aumento de 5 compartilhamento do conhecimento (memória organizacional). A modelagem de regras de negócio para criação de um workflow permite que novas atividades sejam criadas, 6 gerando novos conceitos (suporte a processos). A interação de equipamentos com diferentes hardware e software e de diferentes fabricantes promove a criação 7 de conceitos (interoperabilidade e distribuição). Repensar e reprojetar os processos para obter melhores indicadores promove a criação de novos processos ou 8 melhorias (reengenharia). A participação e cooperação somente dos participantes do workflow gera novas idéias que são levadas à 9 avaliação e podem ser aceitas gerando resultados positivos (participação e cooperação). Por meio do registro das experiências de cada etapa do processo de negócio, os colaboradores têm à sua 10 disposição todo o histórico de atividades realizadas, o que lhes permite criar soluções novas para não repetir erros passados (memória organizacional). A modelagem de formulários de entrada (campos ocultos, arquivos) do workflow de acordo com o processo 11 facilita a justificação de conceitos, permitindo que os supervisores/gerentes/diretores visualizem as informações do contexto do negócio (suporte a processos) As características de interoperabilidade e distribuição são fundamentais para a justificação de conceitos 12 (interoperabilidade e distribuição). O workflow permite a melhoria do processo de negócio na empresa, facilitando sua revisão e atualização de 13 acordo com as necessidades (reengenharia). O reconhecimento do fluxo das atividades, a noção em relação aos participantes do processo e a interação 14 através dos artefatos modelados auxiliam os colaboradores a compreenderem o processo que executam (participação e cooperação). 15 O registro de atividades de negócio facilita a justificação dos projetos (memória organizacional). Automação de um processo de negócio seguindo uma sequencia de regras, de modo que os colaboradores 16 participem ativamente de sua execução (suporte a processos) O fato de a ferramenta workflow ser operável independente de local ou plataforma contribui para a construção de 17 um novo produto ou serviço (interoperabilidade e distribuição). Na fase de construção de um protótipo de produto ou serviço (arquétipo), são consideradas as características do 18 anterior, ou seja, é realizada uma reengenharia (reengenharia). Por meio do workflow os colaboradores participam ativamente de sua execução, contribuindo assim para a 19 construção de novos produtos e serviços (participação e cooperação). Os registros dos pareceres contribuem para a construção de um modelo (de produto ou serviço) (memória 20 organizacional). O nivelamento do conhecimento entre os colaboradores (difusão interativa) é potencializado após a implantação 21 do workflow (suporte a processos). O fato de o workflow ser operável em um ambiente web facilita a difusão interativa entre os colaboradores, já 22 que é acessível em diferentes ambientes e locais (interoperabilidade e distribuição). Há uma relação entre a reengenharia dos processos e o nivelamento do conhecimento, ou seja, as revisões são 23 comunicadas e percebidas rapidamente por todos. (reengenharia). Todos participam e cooperam para a plena execução das atividades, cumprindo prazos e tendo consciência da 24 importância do workflow para a gestão do conhecimento organizacional (participação e cooperação). As informações de solicitações já finalizadas na ferramenta de workflow são consultadas sempre que necessário 25 e os indicadores sobre os processos são divulgados a todos, permitindo a melhoria dos mesmos (memória organizacional). 13

FERRAMENTA DE WORKFLOW PARA APOIO AO PROCESSO DE GESTÃO DO CONHECIMENTO

FERRAMENTA DE WORKFLOW PARA APOIO AO PROCESSO DE GESTÃO DO CONHECIMENTO FERRAMENTA DE WORKFLOW PARA APOIO AO PROCESSO DE GESTÃO DO CONHECIMENTO Queli Terezinha Schmitz (SOCIESC) quelisk@gmail.com Marcelo Macedo (SOCIESC) marcelo5369@gmail.com As organizações vêm despertando

Leia mais

Módulo 07 Gestão de Conhecimento

Módulo 07 Gestão de Conhecimento Módulo 07 Gestão de Conhecimento Por ser uma disciplina considerada nova dentro do campo da administração, a gestão de conhecimento ainda hoje tem várias definições e percepções, como mostro a seguir:

Leia mais

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação Módulo 15 Resumo Neste módulo vamos dar uma explanação geral sobre os pontos que foram trabalhados ao longo desta disciplina. Os pontos abordados nesta disciplina foram: Fundamentos teóricos de sistemas

Leia mais

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE A proposta para o ambiente apresentada neste trabalho é baseada no conjunto de requisitos levantados no capítulo anterior. Este levantamento, sugere uma

Leia mais

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE

Prof. Dr. Ivanir Costa. Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Prof. Dr. Ivanir Costa Unidade III QUALIDADE DE SOFTWARE Normas de qualidade de software - introdução Encontra-se no site da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) as seguintes definições: Normalização

Leia mais

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO Apesar de as empresas brasileiras estarem despertando para o valor das ações de educação corporativa em prol dos seus negócios, muitos gestores ainda

Leia mais

CICLO DE VIDA DE SISTEMAS DE GESTÃO DE CONHECIMENTO

CICLO DE VIDA DE SISTEMAS DE GESTÃO DE CONHECIMENTO CICLO DE VIDA DE SISTEMAS DE GESTÃO DE CONHECIMENTO CAPÍTULO 3 DESAFIOS PARA A CONSTRUÇÃO DE SISTEMAS Cultura conseguir com que as pessoas compartilhem conhecimento Avaliação do COnhecimento avaliar/medir

Leia mais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais

Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Capítulo 3: Sistemas de Apoio Gerenciais Colaboração nas Empresas SPT SIG Aplicações Empresariais Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos,

Leia mais

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG

Sistemas Empresariais. Capítulo 3: Sistemas de Negócios. Colaboração SPT SIG Capítulo 3: Sistemas de Negócios Colaboração SPT SIG Objetivos do Capítulo Explicar como os SI empresariais podem apoiar as necessidades de informação de executivos, gerentes e profissionais de empresas.

Leia mais

Universidade de Brasília. Faculdade de Ciência da Informação. Prof a Lillian Alvares

Universidade de Brasília. Faculdade de Ciência da Informação. Prof a Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Prof a Lillian Alvares Fóruns Comunidades de Prática Mapeamento do Conhecimento Portal Intranet Extranet Banco de Competências Memória Organizacional

Leia mais

INOVANDO UM PROCESSO DE SERVIÇOS DE TI COM AS BOAS PRÁTICAS DO ITIL E USO DE BPMS

INOVANDO UM PROCESSO DE SERVIÇOS DE TI COM AS BOAS PRÁTICAS DO ITIL E USO DE BPMS INOVANDO UM PROCESSO DE SERVIÇOS DE TI COM AS BOAS PRÁTICAS DO ITIL E USO DE BPMS Cilene Loisa Assmann (UNISC) cilenea@unisc.br Este estudo de caso tem como objetivo trazer a experiência de implantação

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 10 PROFª BRUNO CALEGARO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 10 PROFª BRUNO CALEGARO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 10 PROFª BRUNO CALEGARO Santa Maria, 10 de Outubro de 2013. Revisão aula anterior Documento de Requisitos Estrutura Padrões Template Descoberta

Leia mais

Como vai a Governança de TI no Brasil? Resultados de pesquisa com 652 profissionais

Como vai a Governança de TI no Brasil? Resultados de pesquisa com 652 profissionais Fórum de Governança Tecnologia e Inovação LabGTI/UFLA Como vai a Governança de TI no Brasil? Resultados de pesquisa com 652 profissionais Pamela A. Santos pam.santos91@gmail.com Paulo H. S. Bermejo bermejo@dcc.ufla.br

Leia mais

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani

Planejamento Estratégico de TI. Prof.: Fernando Ascani Planejamento Estratégico de TI Prof.: Fernando Ascani BI Business Intelligence A inteligência Empresarial, ou Business Intelligence, é um termo do Gartner Group. O conceito surgiu na década de 80 e descreve

Leia mais

PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE. Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software

PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE. Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE Introdução Modelos de Processo de Desenvolvimento de Software Os modelos de processos de desenvolvimento de software surgiram pela necessidade de dar resposta às

Leia mais

PROJETO Pró-INFRA/CAMPUS

PROJETO Pró-INFRA/CAMPUS INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA CAMPUS AVANÇADO DE ARACATI PROJETO Pró-INFRA/CAMPUS IMPLEMENTAÇÃO DE SOLUÇÃO PARA AUTOMATIZAR O DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE UTILIZANDO A LINGUAGEM C#.NET

Leia mais

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS POLÍTICAS CORPORATIVAS

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS POLÍTICAS CORPORATIVAS 8 - Política de segurança da informação 8.1 Introdução A informação é um ativo que possui grande valor para a COOPERFEMSA, devendo ser adequadamente utilizada e protegida contra ameaças e riscos. A adoção

Leia mais

Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software

Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software. Requisitos de Software INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO NORTE Curso Técnico em Informática ENGENHARIA DE SOFTWARE Prof.: Clayton Maciel Costa clayton.maciel@ifrn.edu.br Clayton Maciel Costa

Leia mais

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 Conhecimento em Tecnologia da Informação Alinhamento Estratégico A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 2010 Bridge Consulting Apresentação

Leia mais

GESTÃO DO CONHECIMENTO EM UM PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE

GESTÃO DO CONHECIMENTO EM UM PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE GESTÃO DO CONHECIMENTO EM UM PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE SOFTWARE RESUMO Carlos Eduardo Spolavori Martins 1 Anderson Yanzer Cabral 2 Este artigo tem o objetivo de apresentar o andamento de uma pesquisa

Leia mais

Introdução. Gestão do Conhecimento GC

Introdução. Gestão do Conhecimento GC Introdução A tecnologia da informação tem um aspecto muito peculiar quanto aos seus resultados, uma vez que a simples disponibilização dos recursos computacionais (banco de dados, sistemas de ERP, CRM,

Leia mais

GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO. Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br

GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO. Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br Guia de Estudo Vamos utilizar para a nossa disciplina de Modelagem de Processos com BPM o guia

Leia mais

Qualidade de Software

Qualidade de Software Rafael D. Ribeiro, M.Sc. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br A expressão ISO 9000 (International Organization for Standardization) designa um grupo de normas técnicas que estabelecem

Leia mais

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS BRASILEIRAS E PORTUGUESAS

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS BRASILEIRAS E PORTUGUESAS 1 TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E GESTÃO DO CONHECIMENTO EM BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS BRASILEIRAS E PORTUGUESAS São Carlos SP Abril 2011 Euro Marques Júnior USP eurojr@uol.com.br Educação Universitária Serviços

Leia mais

TI Aplicada. Aula 02 Áreas e Profissionais de TI. Prof. MSc. Edilberto Silva prof.edilberto.silva@gmail.com http://www.edilms.eti.

TI Aplicada. Aula 02 Áreas e Profissionais de TI. Prof. MSc. Edilberto Silva prof.edilberto.silva@gmail.com http://www.edilms.eti. TI Aplicada Aula 02 Áreas e Profissionais de TI Prof. MSc. Edilberto Silva prof.edilberto.silva@gmail.com http:// Papéis... Um papel é uma definição abstrata de um conjunto de atividades executadas e dos

Leia mais

Metodologia de Modelagem de Processos

Metodologia de Modelagem de Processos Metodologia de Modelagem de Processos Sugestão de Frame Work Metodologia de Modelagem de Processos O termo metodologia é formado pela fusão de método e lógica. Metodologia é a forma de direcionar os esforços

Leia mais

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre o Planejamento Estratégico de TIC no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências. ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário Planejamento

Leia mais

GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11

GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11 GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11 Índice 1. Importância do ERP para as organizações...3 2. ERP como fonte de vantagem competitiva...4 3. Desenvolvimento e implantação de sistema de informação...5

Leia mais

Desenvolvimento de um software de gerenciamento de projetos para utilização na Web

Desenvolvimento de um software de gerenciamento de projetos para utilização na Web Resumo. Desenvolvimento de um software de gerenciamento de projetos para utilização na Web Autor: Danilo Humberto Dias Santos Orientador: Walteno Martins Parreira Júnior Bacharelado em Engenharia da Computação

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

Apresentação da Empresa

Apresentação da Empresa Apresentação da Empresa Somos uma empresa especializada em desenvolver e implementar soluções de alto impacto na gestão e competitividade empresarial. Nossa missão é agregar valor aos negócios de nossos

Leia mais

Introdução a Gestão da Informação: dado, informação, conhecimento e a organização empresarial Prof. MSc Hugo Vieira L. Souza

Introdução a Gestão da Informação: dado, informação, conhecimento e a organização empresarial Prof. MSc Hugo Vieira L. Souza Introdução a Gestão da Informação: dado, informação, conhecimento e a organização empresarial Prof. MSc Hugo Vieira L. Souza Este documento está sujeito a copyright. Todos os direitos estão reservados

Leia mais

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação O artigo fala sobre os vários aspectos e desafios que devem ser levados em consideração quando se deseja transformar ou fortalecer uma cultura organizacional, visando a implementação de uma cultura duradoura

Leia mais

15 Computador, projeto e manufatura

15 Computador, projeto e manufatura A U A UL LA Computador, projeto e manufatura Um problema Depois de pronto o desenho de uma peça ou objeto, de que maneira ele é utilizado na fabricação? Parte da resposta está na Aula 2, que aborda as

Leia mais

Por que gerenciar comunicação nos projetos?

Por que gerenciar comunicação nos projetos? Por que gerenciar comunicação nos projetos? Rogério Magno Pires Rezende Engenheiro Mecânico, Gerente de orçamento, MIP Engenharia SA e pósgraduado em Gestão de Projetos pelo Ietec. Gerenciar comunicação

Leia mais

Software. Gerenciamento de Manutenção

Software. Gerenciamento de Manutenção Software Gerenciamento de Manutenção Importância de um Software de Manutenção Atualmente o departamento de manutenção das empresas, como todos outros departamentos, necessita prestar contas de sua atuação

Leia mais

Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas

Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas Metodologia de Desenvolvimento de Sistemas Aula 1 Ementa Fases do Ciclo de Vida do Desenvolvimento de Software, apresentando como os métodos, ferramentas e procedimentos da engenharia de software, podem

Leia mais

1- Objetivo: Avaliar os conhecimentos adquiridos durante o auto treinamento de Governança de TI com as práticas da ITIL e Cobit.

1- Objetivo: Avaliar os conhecimentos adquiridos durante o auto treinamento de Governança de TI com as práticas da ITIL e Cobit. 1- Objetivo: Avaliar os conhecimentos adquiridos durante o auto treinamento de Governança de TI com as práticas da ITIL e Cobit. 2 Regras e Instruções: Antes de começar a fazer a avaliação leia as instruções

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

Sistemas de Informação I

Sistemas de Informação I + Sistemas de Informação I Dimensões de análise dos SI Ricardo de Sousa Britto rbritto@ufpi.edu.br + Introdução n Os sistemas de informação são combinações das formas de trabalho, informações, pessoas

Leia mais

Para a citação deste material como referência, favor seguir conforme abaixo:

Para a citação deste material como referência, favor seguir conforme abaixo: Para a citação deste material como referência, favor seguir conforme abaixo: ALVARELI, Luciani Vieira Gomes. Novo roteiro para elaboração do projeto de trabalho de graduação. Cruzeiro: Centro Paula Souza,

Leia mais

Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso

Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso III Semana de Ciência e Tecnologia do IFMG campus Bambuí II Jornada Científica 9 a 23 de Outubro de 200 Utilização dos processos de RH em algumas empresas da cidade de Bambuí: um estudo multi-caso Sablina

Leia mais

CIGAM SOFTWARE CORPORATIVA LTDA.

CIGAM SOFTWARE CORPORATIVA LTDA. CIGAM SOFTWARE CORPORATIVA LTDA. Raquel Engeroff Neusa Cristina Schnorenberger Novo Hamburgo RS Vídeo Institucional Estratégia Visão Missão Ser uma das 5 maiores empresas de software de gestão empresarial

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 06 PROFª BRUNO CALEGARO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 06 PROFª BRUNO CALEGARO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 06 PROFª BRUNO CALEGARO Santa Maria, 27 de Setembro de 2013. Revisão aula anterior Desenvolvimento Ágil de Software Desenvolvimento e entrega

Leia mais

ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI)

ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI) ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI) APARECIDA DE GOIÂNIA 2014 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Áreas de processo por

Leia mais

O PROCESSO DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DO CURSO ON-LINE CONTABILIDADE PARA PROFISSIONAIS NÃO CONTADORES

O PROCESSO DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DO CURSO ON-LINE CONTABILIDADE PARA PROFISSIONAIS NÃO CONTADORES 1 O PROCESSO DE PLANEJAMENTO E DESENVOLVIMENTO DO CURSO ON-LINE CONTABILIDADE PARA PROFISSIONAIS NÃO CONTADORES 100-TC-B5 05/2005 Daniela Karine Ramos Ilog Tecnologia, dadaniela@gmail.com B - Conteúdos

Leia mais

Casos de Sucesso. Cliente. Deloitte Touche Tohmatsu Consultores LTDA

Casos de Sucesso. Cliente. Deloitte Touche Tohmatsu Consultores LTDA Casos de Sucesso Cliente Deloitte Touche Tohmatsu Consultores LTDA Deloitte Touche Tohmatsu Consultores LTDA Perfil da empresa A Deloitte é uma das maiores empresas do mundo na prestação de serviços profissionais

Leia mais

Gestão da comunicação para projetos na área da construção civil

Gestão da comunicação para projetos na área da construção civil Gestão da comunicação para projetos na área da construção civil Objetivo Desenvolver um mecanismo para gestão da comunicação entre os clientes e executores de projetos na área da construção civil. Objetivos

Leia mais

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul Planejamento Estratégico de TIC da Justiça Militar do Estado do Rio Grande do Sul MAPA ESTRATÉGICO DE TIC DA JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO (RS) MISSÃO: Gerar, manter e atualizar soluções tecnológicas eficazes,

Leia mais

Módulo 6. Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão expressa do autor.

Módulo 6. Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão expressa do autor. Módulo 6 Módulo 6 Desenvolvimento do projeto com foco no negócio BPM, Análise e desenvolvimento, Benefícios, Detalhamento da metodologia de modelagem do fluxo de trabalho EPMA. Todos os direitos de cópia

Leia mais

Introdução a Computação

Introdução a Computação Introdução a Computação Aula 03 Profissões de TI Prof. MSc. Edilberto Silva edilms@yahoo.com http:// Papéis... Um papel é uma definição abstrata de um conjunto de atividades executadas e dos respectivos

Leia mais

OBSERVATÓRIO DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO. Palavras-chave: Gestão da Informação. Gestão do conhecimento. OGI. Google alertas. Biblioteconomia.

OBSERVATÓRIO DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO. Palavras-chave: Gestão da Informação. Gestão do conhecimento. OGI. Google alertas. Biblioteconomia. XIV Encontro Regional dos Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação e Gestão da Informação - Região Sul - Florianópolis - 28 de abril a 01 de maio de 2012 RESUMO OBSERVATÓRIO DE

Leia mais

Pitrez Informática MANUAL DA QUALIDADE. Norma NBR ISO 9001:2008

Pitrez Informática MANUAL DA QUALIDADE. Norma NBR ISO 9001:2008 Título Manual da Qualidade Folha: 1 de 20 Pitrez Informática MANUAL DA QUALIDADE Norma NBR ISO 9001:2008 Título Manual da Qualidade Folha: 2 de 20 Título Manual da Qualidade Folha: 3 de 20 Índice 1. Apresentação...

Leia mais

Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor

Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor Resumo: A finalidade desse documento é apresentar o projeto de planejamento

Leia mais

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS

GESTÃO POR COMPETÊNCIAS GESTÃO POR COMPETÊNCIAS STM ANALISTA/2010 ( C ) Conforme legislação específica aplicada à administração pública federal, gestão por competência e gestão da capacitação são equivalentes. Lei 5.707/2006

Leia mais

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey

O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey O Valor estratégico da sustentabilidade: resultados do Relatório Global da McKinsey Executivos em todos os níveis consideram que a sustentabilidade tem um papel comercial importante. Porém, quando se trata

Leia mais

Soluções em Tecnologia da Informação

Soluções em Tecnologia da Informação Soluções em Tecnologia da Informação Curitiba Paraná Salvador Bahia A DTS Sistemas é uma empresa familiar de Tecnologia da Informação, fundada em 1995, especializada no desenvolvimento de soluções empresariais.

Leia mais

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS

GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS GESTÃO DE TI NAS ORGANIZAÇÕES CONTEMPORÂNEAS WALLACE BORGES CRISTO 1 JOÃO CARLOS PEIXOTO FERREIRA 2 João Paulo Coelho Furtado 3 RESUMO A Tecnologia da Informação (TI) está presente em todas as áreas de

Leia mais

O SISTEMA DE MANUTENÇÃO COMO FERRAMENTA PARA MELHORIA DE RESULTADOS

O SISTEMA DE MANUTENÇÃO COMO FERRAMENTA PARA MELHORIA DE RESULTADOS O SISTEMA DE MANUTENÇÃO COMO FERRAMENTA PARA MELHORIA DE RESULTADOS Celeste Maria de Almeida (1) Resumo Objetivo do trabalho é demonstrar como os recursos disponíveis no Sistema Informatizado de Manutenção

Leia mais

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS

CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS CAPÍTULO VI - AVALIAÇÃO DE RISCOS, PROCESSOS DECISÓRIOS E GERENCIAMENTO DE RISCOS VI.1. Introdução A avaliação de riscos inclui um amplo espectro de disciplinas e perspectivas que vão desde as preocupações

Leia mais

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação Prof a.

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação Prof a. Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação Prof a. Lillian Alvares Tecnologia e Gestão O principal papel da Tecnologia

Leia mais

GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS. Vanice Ferreira

GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS. Vanice Ferreira GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS Vanice Ferreira 12 de junho de 2012 GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS: conceitos iniciais DE QUE PROCESSOS ESTAMOS FALANDO? GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS: conceitos iniciais

Leia mais

Tecnologia da Informac aõ como aliada. PETRUS, Abril 2014

Tecnologia da Informac aõ como aliada. PETRUS, Abril 2014 Tecnologia da Informac aõ como aliada PETRUS, Abril 2014 Evolução da TI 60 70 80 90 A Era do Processamento de Dados A Era dos Sistemas de Informações A Era da Inovação e Vantagem Competitiva A Era da Integração

Leia mais

softwares que cumprem a função de mediar o ensino a distância veiculado através da internet ou espaço virtual. PEREIRA (2007)

softwares que cumprem a função de mediar o ensino a distância veiculado através da internet ou espaço virtual. PEREIRA (2007) 1 Introdução Em todo mundo, a Educação a Distância (EAD) passa por um processo evolutivo principalmente após a criação da internet. Os recursos tecnológicos oferecidos pela web permitem a EAD ferramentas

Leia mais

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS Sistema Eletrobrás Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO 4 POLÍTICA DE Logística de Suprimento

Leia mais

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras

Núcleo de Pós Graduação Pitágoras Núcleo de Pós Graduação Pitágoras MBA Gestão em TI Disciplina: Administração de Suporte e Automação Gerenciamento de Suporte Professor: Fernando Zaidan Ago-2009 1 2 Contexto Área de TI lugar estratégico

Leia mais

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios

Módulo 4. Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Módulo 4 Visão geral dos controles do COBIT aplicáveis para implantação da Sarbanes, o papel de TI, a importância dos softwares e exercícios Estruturas e Metodologias de controle adotadas na Sarbanes COBIT

Leia mais

Gerenciamento de Configuração de Software

Gerenciamento de Configuração de Software FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU Jessé de Souza da Silva, José Arnaldo de Oliveira Almeida, Gabriel Pereira da Silva Gerenciamento de Configuração de Software Uma Abordagem Conceitual João Pessoa 2015 FACULDADE

Leia mais

CASE PRÊMIO ANSP 2005

CASE PRÊMIO ANSP 2005 CASE PRÊMIO ANSP 2005 1 BVP HAND: Mobilidade para fazer cotações através de dispositivos portáteis. Índice...2 Resumo Executivo...3 Clientes no Brasil...4 1. Sinopse...5 2. Problema...6 3. Solução...7

Leia mais

SIMPROS 2001. Experiência de implantação da norma ISO 9001:2000 a partir da utilização da ISO/IEC TR 15504 (SPICE) para Melhoria de Processos

SIMPROS 2001. Experiência de implantação da norma ISO 9001:2000 a partir da utilização da ISO/IEC TR 15504 (SPICE) para Melhoria de Processos Experiência de implantação da norma ISO 9001:2000 a partir da utilização da ISO/IEC TR 15504 (SPICE) para Melhoria de Processos Adilson Sérgio Nicoletti Blumenau, SC - setembro de 2001 Conteúdo Apresentação

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

GUIA DE CURSO. Tecnologia em Sistemas de Informação. Tecnologia em Desenvolvimento Web. Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas

GUIA DE CURSO. Tecnologia em Sistemas de Informação. Tecnologia em Desenvolvimento Web. Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas PIM PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO COM O MERCADO GUIA DE CURSO Tecnologia em Sistemas de Informação Tecnologia em Desenvolvimento Web Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Tecnologia em Sistemas

Leia mais

Mídias sociais como apoio aos negócios B2C

Mídias sociais como apoio aos negócios B2C Mídias sociais como apoio aos negócios B2C A tecnologia e a informação caminham paralelas à globalização. No mercado atual é simples interagir, aproximar pessoas, expandir e aperfeiçoar os negócios dentro

Leia mais

Engenharia de Software Questionário sobre Engenharia de Requisitos Resolvido Prof. MSc Wagner Siqueira Cavalcante

Engenharia de Software Questionário sobre Engenharia de Requisitos Resolvido Prof. MSc Wagner Siqueira Cavalcante 1 - Q193183 ( Prova: FCC - 2011 - TRT - 19ª Região (AL) - Analista Judiciário - Tecnologia da Informação / Engenharia de Software / Análise de Requisitos; Engenharia de Requisitos; ) De acordo com Sommerville,

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Engenharia de Software Orientada a Serviços (SOA)

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Engenharia de Software Orientada a Serviços (SOA) Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Engenharia de Software Orientada a Serviços (SOA) Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Engenharia de Software Orientada a Serviços

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Projeto de Implantação e Implementação da Responsabilidade Socioambiental na Indústria

Mostra de Projetos 2011. Projeto de Implantação e Implementação da Responsabilidade Socioambiental na Indústria Mostra de Projetos 2011 Projeto de Implantação e Implementação da Responsabilidade Socioambiental na Indústria Mostra Local de: Umuarama Categoria do projeto: I - Projetos em implantação, com resultados

Leia mais

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS

ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS APRESENTAÇÃO ROTEIRO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS Breve histórico da instituição seguido de diagnóstico e indicadores sobre a temática abrangida pelo projeto, especialmente dados que permitam análise da

Leia mais

União Metropolitana de Educação e Cultura. Interdisciplinar I Módulo CSTs: RH, Logística e GESCOM

União Metropolitana de Educação e Cultura. Interdisciplinar I Módulo CSTs: RH, Logística e GESCOM União Metropolitana de Educação e Cultura Interdisciplinar I Módulo CSTs: RH, Logística e GESCOM Lauro de Freitas - BAHIA 2013 2 JUSTIFICATIVA A principal justificativa para o desenvolvimento e implementação

Leia mais

As novas tecnologias podem finalmente - viabilizar o RH Estratégico? Thais Silva I Janeiro 2012

As novas tecnologias podem finalmente - viabilizar o RH Estratégico? Thais Silva I Janeiro 2012 As novas tecnologias podem finalmente - viabilizar o RH Estratégico? Thais Silva I Janeiro 2012 Universo TOTVS Fundada em 1983 6ª maior empresa de software (ERP) do mundo Líder em Software no Brasil e

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Modulo II Ciclo de Vida e Organização do Projeto

Gerenciamento de Projetos Modulo II Ciclo de Vida e Organização do Projeto Gerenciamento de Projetos Modulo II Ciclo de Vida e Organização do Projeto Prof. Walter Cunha falecomigo@waltercunha.com http://waltercunha.com PMBoK Organização do Projeto Os projetos e o gerenciamento

Leia mais

Visão Geral dos Sistemas de Informação

Visão Geral dos Sistemas de Informação Visão Geral dos Sistemas de Informação Existem muitos tipos de sistemas de informação no mundo real. Todos eles utilizam recursos de hardware, software, rede e pessoas para transformar os recursos de dados

Leia mais

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares Comunidades de Prática Grupos informais e interdisciplinares de pessoas unidas em torno de um interesse

Leia mais

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social

Desenvolvimento de Novos Produtos e Serviços para a Área Social Programa 0465 SOCIEDADE DA INFORMAÇÃO - INTERNET II Objetivo Incrementar o grau de inserção do País na sociedade de informação e conhecimento globalizados. Público Alvo Empresas, usuários e comunidade

Leia mais

PLANOS DE CONTINGÊNCIAS

PLANOS DE CONTINGÊNCIAS PLANOS DE CONTINGÊNCIAS ARAÚJO GOMES Capitão SC PMSC ARAÚJO GOMES defesacivilgomes@yahoo.com.br PLANO DE CONTINGÊNCIA O planejamento para emergências é complexo por suas características intrínsecas. Como

Leia mais

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9 Página: 1 de 9 1. OBJETIVO Estabelecer sistemática de funcionamento e aplicação das Auditorias Internas da Qualidade, fornecendo diretrizes para instruir, planejar, executar e documentar as mesmas. Este

Leia mais

EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES

EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES Rigoleta Dutra Mediano Dias 1, Lívia Aparecida de Oliveira Souza 2 1, 2 CASNAV, MARINHA DO BRASIL, MINISTÉRIO DA DEFESA, BRASIL Resumo: Este

Leia mais

Sistemas Cooperativos

Sistemas Cooperativos Comércio Eletrônico e Sistemas Cooperativos Sistemas Cooperativos Prof. Hélio de Sousa Lima Filho helio.slfilho@hotmail.com 1. Definição Sistemas mais dinâmicos Exige maior interação entre os usuários

Leia mais

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação O Valor da TI Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação 2010 Bridge Consulting

Leia mais

Faculdade de Ciência da Informação Prof a Lillian Alvares

Faculdade de Ciência da Informação Prof a Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Prof a Lillian Alvares Tecnologia e Gestão O principal papel da Tecnologia da Informação na Gestão do Conhecimento consiste em: Ampliar o alcance

Leia mais

Glossário Apresenta a definição dos termos, siglas e abreviações utilizadas no contexto do projeto Citsmart.

Glossário Apresenta a definição dos termos, siglas e abreviações utilizadas no contexto do projeto Citsmart. Apresenta a definição dos termos, siglas e abreviações utilizadas no contexto do projeto Citsmart. Versão 1.6 15/08/2013 Visão Resumida Data Criação 15/08/2013 Versão Documento 1.6 Projeto Responsáveis

Leia mais

As Novas Profissões em Computação. Integrantes Eder Leão Leonardo Jorente Rafael Stéfano Vinícius Akihiro Kuwabara

As Novas Profissões em Computação. Integrantes Eder Leão Leonardo Jorente Rafael Stéfano Vinícius Akihiro Kuwabara As Novas Profissões em Integrantes Eder Leão Leonardo Jorente Rafael Stéfano Vinícius Akihiro Kuwabara Tópicos Contextualização Novas Profissões Impacto Conclusões Referências Contextualização (Histórico

Leia mais

MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL

MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL MEDIÇÃO DE DESEMPENHO NA CONSTRUÇÃO CIVIL Eng. Dayana B. Costa MSc, Doutoranda e Pesquisadora do NORIE/UFRGS Conteúdo da Manhã Módulo 1 Medição de Desempenho Conceitos Básicos Experiência de Sistemas de

Leia mais

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 PROSPERE NA NOVA ECONOMIA A SPEKTRUM SUPORTA A EXECUÇÃO DA SUA ESTRATÉGIA Para as empresas que buscam crescimento

Leia mais

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr.

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr. A Chave para o Sucesso Empresarial José Renato Sátiro Santiago Jr. Capítulo 1 O Novo Cenário Corporativo O cenário organizacional, sem dúvida alguma, sofreu muitas alterações nos últimos anos. Estas mudanças

Leia mais

Alinhamento entre Estratégia e Processos

Alinhamento entre Estratégia e Processos Fabíola Azevedo Grijó Superintendente Estratégia e Governança São Paulo, 05/06/13 Alinhamento entre Estratégia e Processos Agenda Seguros Unimed Modelo de Gestão Integrada Kaplan & Norton Sistema de Gestão

Leia mais

Secretaria de Estado da Administração e da Previdência Departamento de Recursos Humanos Escola de Governo do Paraná SÍNTESE DAS EMENTAS PROPOSTAS

Secretaria de Estado da Administração e da Previdência Departamento de Recursos Humanos Escola de Governo do Paraná SÍNTESE DAS EMENTAS PROPOSTAS 1º MÓDULO: SÍNTESE DAS EMENTAS PROPOSTAS Economia e Sociedade do Conhecimento: Conceitos básicos: economia da informação e conhecimento. Investimentos tangíveis e intangíveis. Gestão do Conhecimento e

Leia mais

ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL

ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL ESTUDOS PARA IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE EM UMA EMPRESA DE CONSULTORIA EM ENGENHARIA CIVIL ANA LAURA CANASSA BASSETO (UTFPR) alcanassa@hotmail.com Caroline Marqueti Sathler (UTFPR)

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA

UNIVERSIDADE PAULISTA UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA Projeto Integrado Multidisciplinar III e IV Marketing Manual de orientações - PIM Curso Superior de Tecnologia em Marketing. 1. Introdução Os Projetos

Leia mais

BUSINESS PROCESS MAGANENT (BPMS): PADRONIZAÇÃO DE PROCESSOS CORPORATIVOS.

BUSINESS PROCESS MAGANENT (BPMS): PADRONIZAÇÃO DE PROCESSOS CORPORATIVOS. BUSINESS PROCESS MAGANENT (BPMS): PADRONIZAÇÃO DE PROCESSOS CORPORATIVOS. CASTRO, Gabriela Jorge; REIS, Luciana de Cássia; GIROTTO, Márcia; MARTINS, Murilo Mello; TAMAE,Rodrigo Yoshio RESUMO O artigo analisa

Leia mais