O Ministério da Saúde da República Federativa do Brasil

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O Ministério da Saúde da República Federativa do Brasil"

Transcrição

1 MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTERIO DA SAÚDE DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O MINISTÉRIO DO TRABALHO, DA SAÚDE E DAS POLÍTICAS SOCIAIS DA REPÚBLICA ITALIANA SOBRE COOPERAÇÃO NO CAMPO DA SAÚDE E DAS CIÊNCIAS MÉDICAS O Ministério da Saúde da República Federativa do Brasil e O Ministério do Trabalho, da Saúde e eas Políticas Sociais da República Italiana (a seguir denominados "As Partes"), Reconhecendo a importância da saúde da população e da saúde pública; Guiados pela vontade de desenvolver uma frutífera colaboração entre os respectivos países no campo da saúde e das ciências médicas; Conhecedores da necessidade de reforçar os laços existentes entre as Autoridades responsáveis pela saúde pública e entre as comunidades cientificas dos dois países para promover maior entendimento e aprimorar as relações e as trocas em matéria de saúde pública; Reconhecendo a importância do trabalho conjunto para a prevenção, a luta contra as doenças, a promoção da saúde, o desenvolvimento e modernização dos serviços sanitários, o emprego de novas tecnologias, a capacidade de utilizar os recursos humanos e outros temas de comum interesse; Considerando o Acordo Básico de Cooperação Técnica entre o Governo da República Federativa do Brasil e a República Italiana, assinado em 30 de outubro de 1972, assim como o Acordo de Cooperação Científica e Tecnológica, assinado em 12 de fevereiro de 1997; Tendo em vista os princípios fundamentais enunciados pela Constituição da Organização Mundial da Saúde (OMS) para a promoção e a proteção da saúde; Confirmando o direito das Partes utilizarem plenamente a flexibilidade em matéria de propriedade intelectual estabelecida no acordo TRIPS, assim como o direito de adotar as medidas necessárias para proteger a saúde pública, como disposto pela Declaração de Doha, sobre o acordo TRIPS e a saúde pública; Conscientes da importância da aplicação da Declaração do Milênio das Nações Unidas, que especifica finalidades, objetivos e indicadores da saúde no quadro dos "Objetivos de Desenvolvimento do Milênio"; que segue: Concordaram assinar o presente Memorando de Entendimento, de acordo com o Artigo 1 Objetivo O objetivo do presente Memorando de Entendimento é aquele de definir as bases e os métodos de cooperação entre as Partes na área da saúde e da medicina, inspirando-se nos princípios de igualdade, reciprocidade e beneficio mútuo.

2 Artigo 2 Áreas de Cooperação As principais áreas de cooperação, objeto deste Memorando de Entendimento, serão as seguintes: a) reformas financeiras e econômicas na área da saúde pública; b) desenvolvimento tecnológico e aparelhagem sanitária; c) tecnologias de informação e da comunicação (TIC) aplicadas à saúde; d) prevenção e controle do câncer tabagismo e abuso dos medicamentos psicotrópicos, entorpecentes e opióides; e) gestão hospitalar; f) pesquisa biomédica e troca de informações sobre fármacos, inclusive aqueles baseados em biotecnologia, e vacinas; g) saúde ambiental; h) saúde do trabalhador; i) saúde e desenvolvimento sustentável; e j) outras áreas de cooperação acordadas entres as Partes. Artigo 3 Modalidades de Cooperação De acordo com a respectiva legislação vigente, a cooperação definida pelo presente Memorando de Entendimento poderá ser realizada das seguintes formas: a) troca de informações técnicas, sob a forma de material escrito, visual ou áudiovisual; b) visitas de estudos de especialistas e profissionais da área da saúde; c) pesquisa conjunta; d) atividades de formação e aperfeiçoamento de pessoal da área da saúde; e) organização de eventos como seminários, congressos, simpósios e conferências coerentes com os objetivos do programa de cooperação em curso; e f) outras formas de cooperação acordadas entre as Partes e consistentes com a missão e os objetivos dos programas de cooperação desenvolvidos no âmbito do presente Memorando de Entendimento.

3 Artigo 4 Plano de Cooperação Como forma de atuação do presente Memorando de Entendimento, as Partes poderão elaborar em conjunto um Plano de Cooperação que estabelecerá: a) os setores prioritários de cooperação; b) as modalidades e prazos de realização das atividades conjuntas e de outras formas de cooperação durante a vigência do presente Memorando de Entendimento; c) o programa de avaliação e monitoramento dos resultados obtidos; e d) as formas de publicação dos resultados das atividades de cooperação. Artigo 5 Formas de Monitoramento 1. Com a finalidade de permitir um adequado mecanismo de monitoramento e coordenação das atividades previstas no presente Memorando de Entendimento, será instituída uma Comissão Mista de Monitoramento e Coordenação. A Comissão será composta por pelo menos três (3) membros de cada Parte e coordenada por um funcionário de alto nível de cada uma das Partes. Essa Comissão poderá ser amparada por peritos de diversas disciplinas designados por ambas as Partes. 2. Os pontos focais de cada uma das partes serão os seguintes: a) Pela Itália: a Direzione Generale per i Rapporti Intenazionali e con l'unione Europea Ministro del Lavoro, della Salute e della Politica Sociale, Via G. Ribotta, 5, C.P , ROMA, Tel , b) Pelo Brasil: a Assessoria Internacional do Ministério da Saúde Ministério da Saúde, Bloco G, 4 andar, sala 425, CEP , Brasília DF, Tel Os representantes da Comissão de Monitoramento e Coordenação reunir-se-ão de comum acordo entre as Partes, pelo menos uma vez por ano ou também por ocasião de eventos de caráter internacional de interesse comum, como, por exemplo, a Assembléia Mundial da Saúde. 4. O Ministério do Trabalho, da Saúde e das Políticas Sociais da Itália, o Ministério da Saúde do Brasil e a Comissão Mista de Cooperação Técnico-Científica e Tecnológica manterse-ão recíproca e periodicamente informados sobre as atividades realizadas e os resultados obtidos no âmbito do presente Memorando de Entendimento. Artigo 6 Financiamento 1. As atividades previstas pelo presente Memorando serão desenvolvidas de acordo com os mecanismos de financiamento disponíveis nos orçamentos das duas Partes e em conformidade com as normas vigentes das respectivas legislações e dos compromissos internacionais assumidos pelos respectivos Governos.

4 2. O País convidado arcará com as despesas de transporte aéreo internacional dos próprios representantes. 3. As Autoridades do País que hospeda arcarão com as despesas de estada e de transporte interno dos visitantes, em conformidade com as respectivas disposições regulamentares em vigor e nos limites das disponibilidades financeiras. 4. Em caso de necessidade, as Partes poderão utilizar mecanismos de financiamento alternativos, em cooperação com organismos internacionais ou outros sistemas de cobertura econômica para financiar os projetos no quadro do presente Memorando de Entendimento. Artigo 7 Relações de Trabalho 1. Os funcionários de cada uma das Partes envolvidos na execução dos projetos do presente Memorando de Entendimento manterão vínculo empregatício com a Instituição à qual pertencem. Em nenhuma circunstância deverá ser criada uma situação de dependência direta com a outra Instituição e esta não deverá ser considerada, em nenhuma hipótese, empregador substituto. 2. Nenhuma das Partes será obrigada a pagar, nem tampouco terá direito a receber da outra Parte, qualquer tipo de remuneração no âmbito do presente Memorandode Entendimento. Artigo 8 Propriedade Intelectual Os direitos de propriedade intelectual basear-se-ão nas disposições sobre a matéria nas respectivas legislações nacionais das Partes e em conformidade com as Convenções Internacionais às quais aderem a República Italiana e a República Federativa do Brasil. Artigo 9 Transferência de Tecnologia 1. A transferência de informações ou de equipamentos não protegidos por segredo de Estado, e cujo envio é de responsabilidade de uma das Partes, deverá ocorrer em conformidade com a legislação e as regras aplicadas por ambos os Países. 2. No caso da identificação, no curso das atividades relacionadas aos programas de cooperação no âmbito do presente Memorando de Entendimento, de quaisquer informações, equipamentos, materiais biológicos ou microorganismos sujeitos a proteção por segredo de Estado, em consonância com a legislação e as regras aplicadas pelas Partes, os indivíduos ou instituições envolvidos deverão submeter imediatamente a questão às autoridades competentes da respectiva Parte, a fim de consultá-las sobre o procedimento adequado a ser adotado. Artigo 10 Entrada e Saída de Pessoal 1. Cada uma das Partes facilitará a entrada, a permanência e a saída do País anfitrião dos participantes das atividades previstas pelo presente Memorando de Entendimento que oficialmente farão parte dos projetos de cooperação. 2. Os participantes deixarão o País anfitrião em conformidade com as leis e as normas do mesmo.

5 Artigo 11 Disposições para os Participantes Os participantes das atividades previstas pelo presente Memorando de Entendimento respeitarão as disposições em matéria de imigração (no que se refere à Itália, em cumprimento às normas contidas nos Acordos de Schengen), fiscal, alfandegária, sanitária e de segurança nacional vigentes no País que hospeda e não poderão exercer nenhuma atividade diferente daquela prevista pelo presente Memorando de Entendimento sem a prévia autorização das Autoridades competentes. Artigo 12 Duração e Modificações 1. O presente Memorando de Entendimento terá efeito a partir da data de sua assinatura e terá duração de cinco (5) anos. Sucessivamente, poderá ser renovado para períodos de mais cinco (5) anos, mediante prévia avaliação e comunicação por escrito entre as Partes. 2. O presente Memorando de Entendimento pode ser modificado com o consentimento recíproco das Partes, formalizado por meio de comunicação por escrito na qual será também indicada a data a partir da qual serão aplicadas as modificações previstas. 3. Cada uma das Partes poderá renunciar à cooperação prevista pelo presente Memorando de Entendimento, a qualquer momento, sem prejuízo, por meio de notificação por escrito para a outra Parte com antecedência de pelo menos seis (6) meses. Em tal caso, os projetos de cooperação em andamento, já formalizados durante a vigência do mesmo Memorando de Entendimento, e ainda não concluídos, serão de toda maneira levados ao término de acordo com os planos estabelecidos. Assinado em Roma, em 11 de novembro de 2008, em duas cópias originais, nos idiomas português e italiano, sendo ambos os textos igualmente autênticos.

6

7

8

9

10

O Governo da República Federativa do Brasil. O Governo dos Estados Unidos da América (doravante denominados as "Partes"),

O Governo da República Federativa do Brasil. O Governo dos Estados Unidos da América (doravante denominados as Partes), AJUSTE COMPLEMENTAR AO ACORDO DE COOPERAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA O Governo da República Federativa do Brasil

Leia mais

autoridades competentes do Brasil para os propósitos deste Memorando, doravante referidos como a "Parte brasileira",

autoridades competentes do Brasil para os propósitos deste Memorando, doravante referidos como a Parte brasileira, Memorando de Entendimento entre o Ministério da Ciência e Tecnologia e o Ministério do Meio Ambiente da República Federativa do Brasil e o Ministério do Meio Ambiente e Território da República da Itália

Leia mais

ARTIGO 1 Bibliotecas. ARTIGO 2 Fotografia. ARTIGO 3 Arte-Educação

ARTIGO 1 Bibliotecas. ARTIGO 2 Fotografia. ARTIGO 3 Arte-Educação PROGRAMA EXECUTIVO DO ACORDO CULTURAL ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA ÁRABE. DO EGITO O Governo da República Federativa do Brasil e O Governo da República Árabe

Leia mais

MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO DA REPUBLICA PORTUGUESA

MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO DA REPUBLICA PORTUGUESA MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DO EMPREGO DA REPUBLICA PORTUGUESA E O MINISTÉRIO FEDERAL DE TRABALHO E DE ASSUNTOS SOCIAIS DA REPÚBLICA FEDERAL DA ALEMANHA Considerando a necessidade

Leia mais

De acordo com a vontade comum com vistas ao entendimento mútuo e à cooperação bilateral;

De acordo com a vontade comum com vistas ao entendimento mútuo e à cooperação bilateral; MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR, DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL, E A COMISSÃO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO E REFORMA, DA REPÚBLICA POPULAR

Leia mais

Acordo entre o Ministério da Saúde e a Associação Nacional das Farmácias sobre a implementação de programas de Saúde Pública

Acordo entre o Ministério da Saúde e a Associação Nacional das Farmácias sobre a implementação de programas de Saúde Pública Acordo entre o Ministério da Saúde e a Associação Nacional das Farmácias sobre a implementação de programas de Saúde Pública O Ministério da Saúde (MS), representado pelo Senhor Ministro da Saúde, e a

Leia mais

ACORDO DE COOPERAÇÃO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DA SÉRVIA NO DOMÍNIO DA DEFESA

ACORDO DE COOPERAÇÃO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DA SÉRVIA NO DOMÍNIO DA DEFESA ACORDO DE COOPERAÇÃO ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DA SÉRVIA NO DOMÍNIO DA DEFESA A República Portuguesa e a República da Sérvia, doravante designadas por Partes, Tendo em conta os princípios

Leia mais

ACORDO-QUADRO ENTRE A REPÚBLICA DE CABO VERDE A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL SOBRE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE DEFESA

ACORDO-QUADRO ENTRE A REPÚBLICA DE CABO VERDE A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL SOBRE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE DEFESA ACORDO-QUADRO ENTRE A REPÚBLICA DE CABO VERDE E A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL SOBRE COOPERAÇÃO EM MATÉRIA DE DEFESA ACORDO-QUADRO ENTRE A REPÚBLICA DE CABO VERDE E A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL SOBRE

Leia mais

O Governo da República Federativa do Brasil - O Governo dos Estados Unidos da América, (doravante denominados "Partes"),

O Governo da República Federativa do Brasil - O Governo dos Estados Unidos da América, (doravante denominados Partes), MEMORANDO DE ENTENDIMENTO RELATIVO AO CONTROLE DE ENTORPECENTES ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DOS ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA O Governo da República Federativa do Brasil -

Leia mais

O Ministério da Saúde da República Federativa do Brasil (doravante denominado Ministério da Saúde)

O Ministério da Saúde da República Federativa do Brasil (doravante denominado Ministério da Saúde) MEMORANDUM DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO DA SAÚDE DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O SECRETARIADO DO PROGRAMA CONJUNTO DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE HIV/AIDS (UNAIDS) PARA CONSTITUIÇÃO DO CENTRO INTERNACIONAL

Leia mais

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior da República Federativa do Brasil

O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior da República Federativa do Brasil PROTOCOLO DE INTENÇÕES ENTRE O MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMERCIO EXTERIOR DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO DA REPÚBLICA ITALIANA O Ministério

Leia mais

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 2.10.2014 COM(2014) 611 final 2014/0283 (NLE) Proposta de DECISÃO DO CONSELHO relativa à posição a adotar pela União Europeia no Comité Misto criado pelo Acordo entre a Comunidade

Leia mais

Que a experiência da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) como doadora de cooperação técnica é de interesse do MERCOSUL;

Que a experiência da Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) como doadora de cooperação técnica é de interesse do MERCOSUL; MERCOSUL/CMC/DEC. Nº 08/04 RESUMO DE DISCUSSÕES ENTRE A AGÊNCIA DE COOPERAÇÃO INTERNACIONAL DO JAPÃO (JICA) E AS RESPECTIVAS AUTORIDADES DOS GOVERNOS DOS ESTADOS PARTES DO MERCOSUL SOBRE COOPERAÇÃO TÉCNICA

Leia mais

DECLARAÇÃO CONSTITUTIVA DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA

DECLARAÇÃO CONSTITUTIVA DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA DECLARAÇÃO CONSTITUTIVA DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Os Chefes de Estado e de Governo de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe, reunidos

Leia mais

MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E A PROCURADORIA GERAL DA REPÚBLICA DE CUBA

MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E A PROCURADORIA GERAL DA REPÚBLICA DE CUBA r R epública de C uba M inistério Público Federal,y/'i;U '< t/í(i v e n e m / r/e / o ^ Â e fm //.e * MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E A

Leia mais

Programa de Iniciação Científica da Faculdade Processus.

Programa de Iniciação Científica da Faculdade Processus. Programa de Iniciação Científica da Faculdade Processus. CAPÍTULO I OBJETIVOS Art. 1º O Programa de Iniciação Científica PIC da Faculdade Processus, constitui-se em um conjunto de ações destinadas a propiciar

Leia mais

O Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República Cooperativista da Guiana (doravante denominados Partes ),

O Governo da República Federativa do Brasil e o Governo da República Cooperativista da Guiana (doravante denominados Partes ), ACORDO DE ALCANCE PARCIAL DE COMPLEMENTAÇÃO ECONÔMICA N 38, SUBCRITO AO AMPARO DO ARTIGO 25 DO TRATADO DE MONTEVIDÉU 1980, ENTRE A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E A REPÚBLICA COOPERATIVISTA DA GUIANA

Leia mais

Senhores Membros do Congresso Nacional,

Senhores Membros do Congresso Nacional, Mensagem n o 691 Senhores Membros do Congresso Nacional, Nos termos do disposto no art. 49, inciso I, combinado com o art. 84, inciso VIII, da Constituição, submeto à elevada consideração de Vossas Excelências,

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS REGULAMENTO DO PROGRAMA BOLSA DE COMPLEMENTAÇÃO EDUCACIONAL CAPÍTULO I NATUREZA E FINALIDADE

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS REGULAMENTO DO PROGRAMA BOLSA DE COMPLEMENTAÇÃO EDUCACIONAL CAPÍTULO I NATUREZA E FINALIDADE CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA DE MINAS GERAIS REGULAMENTO DO PROGRAMA BOLSA DE COMPLEMENTAÇÃO EDUCACIONAL CAPÍTULO I NATUREZA E FINALIDADE Art.1º- O presente Regulamento destina-se a fixar diretrizes

Leia mais

ACORDO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA PORTUGUESA E O GOVERNO DA REPÚBLICA CHECA SOBRE A COOPERAÇÃO ECONÓMICA, INDUSTRIAL E TÉCNICO-CIENTÍFICA.

ACORDO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA PORTUGUESA E O GOVERNO DA REPÚBLICA CHECA SOBRE A COOPERAÇÃO ECONÓMICA, INDUSTRIAL E TÉCNICO-CIENTÍFICA. Decreto n.º 3/95 Acordo entre o Governo da República Portuguesa e o Governo da República Checa sobre a Cooperação Económica, Industrial e Técnico-Científica Nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo 200.º

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DO PROGRAMA DE BOLSAS IBERO-AMERICANAS. ESTUDANTES DE LICENCIATURA E MESTRADO. SANTANDER UNIVERSIDADES CONVOCATÓRIA 2016/17

REGULAMENTO GERAL DO PROGRAMA DE BOLSAS IBERO-AMERICANAS. ESTUDANTES DE LICENCIATURA E MESTRADO. SANTANDER UNIVERSIDADES CONVOCATÓRIA 2016/17 REGULAMENTO GERAL DO PROGRAMA DE BOLSAS IBERO-AMERICANAS. ESTUDANTES DE LICENCIATURA E MESTRADO. SANTANDER UNIVERSIDADES CONVOCATÓRIA 2016/17 No espírito das orientações, propostas e conclusões contidas

Leia mais

Tenho a honra de acusar recebimento da Nota de Vossa Excelência número GM- 087/2009, de 12 de março de 2009, cujo teor, em português, é o seguinte:

Tenho a honra de acusar recebimento da Nota de Vossa Excelência número GM- 087/2009, de 12 de março de 2009, cujo teor, em português, é o seguinte: Brasília, 12 de março de 2009 DAM-II/DAI/CG-DECAS/ 01 /PEXT-BRAS-BOLI/2009/ Tenho a honra de acusar recebimento da Nota de Vossa Excelência número GM- 087/2009, de 12 de março de 2009, cujo teor, em português,

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O Nº 108/2000-CAD/UNICENTRO

R E S O L U Ç Ã O Nº 108/2000-CAD/UNICENTRO R E S O L U Ç Ã O Nº 108/2000-CAD/UNICENTRO Celebra Termo de Convênio de Cooperação Técnica, Administrativa, Científica, Educacional, Social, Esportiva e Cultural, firmado entre a UNICENTRO e o SINTESU,

Leia mais

Edição Número 2 de 02/01/2004, páginas 12 e 13.

Edição Número 2 de 02/01/2004, páginas 12 e 13. Edição Número 2 de 02/01/2004, páginas 12 e 13. PORTARIA Nº 2.458, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2003 O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso de suas atribuições, e Considerando a necessidade de criar mecanismos

Leia mais

IESUR / FAAR. Instituto de Ensino Superior de Ariquemes. Faculdades Associadas de Ariqueimes ACORDO DE COOPERAÇÃO. entre. xxxx

IESUR / FAAR. Instituto de Ensino Superior de Ariquemes. Faculdades Associadas de Ariqueimes ACORDO DE COOPERAÇÃO. entre. xxxx IESUR / FAAR Instituto de Ensino Superior de Ariquemes Faculdades Associadas de Ariqueimes ACORDO DE COOPERAÇÃO entre xxxx e IESUR, Rondônia, Brasil CLÁUSULA PRIMEIRA - Preâmbulo Em busca de interesses

Leia mais

ACORDO DE COOPERAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DA ÍNDIA

ACORDO DE COOPERAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA ENTRE A REPÚBLICA PORTUGUESA E A REPÚBLICA DA ÍNDIA Decreto n.º 15/99 Acordo de Cooperação Científica e Tecnológica entre a República Portuguesa e a República da Índia, assinado em Nova Deli em 3 de Dezembro de 1998 Nos termos da alínea c) do n.º 1 do artigo

Leia mais

Reconhecendo a importância e a significativa contribuição da aviação civil para o desenvolvimento sócio econômico de seus países e

Reconhecendo a importância e a significativa contribuição da aviação civil para o desenvolvimento sócio econômico de seus países e Memorando de Entendimento sobre a Parceria em Aviação entre o Governo da República Federativa do Brasil e o Governo dos Estados Unidos da América O Governo da República Federativa do Brasil e O Governo

Leia mais

ACORDO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA DA POLÔNIA SOBRE COOPERAÇÃO CULTURAL

ACORDO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA DA POLÔNIA SOBRE COOPERAÇÃO CULTURAL ACORDO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA DA POLÔNIA SOBRE COOPERAÇÃO CULTURAL O Governo da República Federativa do Brasil e O Governo da República da Polônia (doravante

Leia mais

4... L BANCO CENTRAL DO ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA BACEN/MTE-SENAES

4... L BANCO CENTRAL DO ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA BACEN/MTE-SENAES . ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA BACEN/MTESENAES ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA QUE ENTRE SI CELEBRAM O MINISTERIO DO TRABALHO E EMPREGO MTE E O BANCO CENTRAL DO BRASIL BACEN COM A INTERVENIÊNCIA DA SECRETARIA

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLEIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa DECRETO Nº 52.567, DE 23 DE SETEMBRO DE 2015. (publicado no DOE n.º 183, de 24 de setembro de 2015) Dispõe sobre o

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DO PROGRAMA DE BOLSAS IBERO-AMERICANAS. SANTANDER INVESTIGAÇÃO SANTANDER UNIVERSIDADES CONVOCATÓRIA 2016/17

REGULAMENTO GERAL DO PROGRAMA DE BOLSAS IBERO-AMERICANAS. SANTANDER INVESTIGAÇÃO SANTANDER UNIVERSIDADES CONVOCATÓRIA 2016/17 REGULAMENTO GERAL DO PROGRAMA DE BOLSAS IBERO-AMERICANAS. SANTANDER INVESTIGAÇÃO SANTANDER UNIVERSIDADES CONVOCATÓRIA 2016/17 No espírito das orientações, propostas e conclusões contidas na Carta Universia

Leia mais

CONSIDERANDO: A Declaração sobre VIH/SIDA assinada durante a Conferência de Chefes de Estado e de Governo da CPLP, em Maputo em 2000;

CONSIDERANDO: A Declaração sobre VIH/SIDA assinada durante a Conferência de Chefes de Estado e de Governo da CPLP, em Maputo em 2000; MEMORANDO DE ENTENDIMENTO ENTRE O PROGRAMA CONJUNTO DAS NAÇÕES UNIDAS SOBRE VIH/SIDA (ONUSIDA) E A COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA (CPLP) RELATIVO A APOIO PARA A REALIZAÇÃO DE ATIVIDADES DE

Leia mais

CARTA INTERNACIONAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA E DO DESPORTO DA UNESCO. Preâmbulo

CARTA INTERNACIONAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA E DO DESPORTO DA UNESCO. Preâmbulo CARTA INTERNACIONAL DA EDUCAÇÃO FÍSICA E DO DESPORTO DA UNESCO Preâmbulo A Conferência Geral da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, reunida em Paris, na sua 20ª sessão,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 115/2013

RESOLUÇÃO Nº 115/2013 RESOLUÇÃO Nº 115/2013 Cria o Programa de Treinamento Administrativo. O Conselho de Setorial de Graduação da Universidade Federal de Juiz de Fora, no uso de suas atribuições e tendo em vista o que foi deliberado

Leia mais

Tendo em conta o Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia,

Tendo em conta o Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia, L 219/22 REGULAMENTO DE EXECUÇÃO (UE) N. o 802/2014 DA COMISSÃO de 24 de julho de 2014 que estabelece modelos para os programas nacionais e que estabelece os termos e as condições do sistema de intercâmbio

Leia mais

Portaria n.º 2391/GM Em 26 de dezembro de 2002.

Portaria n.º 2391/GM Em 26 de dezembro de 2002. Portaria n.º 2391/GM Em 26 de dezembro de 2002. Regulamenta o controle das internações psiquiátricas involuntárias (IPI) e voluntárias (IPV) de acordo com o disposto na Lei 10.216, de 6 de abril de 2002,

Leia mais

PROTOCOLO ADICIONAL À CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DO HOMEM E A BIOMEDICINA RELATIVO AO TRANSPLANTE DE ÓRGÃOS E TECIDOS DE ORIGEM HUMANA

PROTOCOLO ADICIONAL À CONVENÇÃO SOBRE OS DIREITOS DO HOMEM E A BIOMEDICINA RELATIVO AO TRANSPLANTE DE ÓRGÃOS E TECIDOS DE ORIGEM HUMANA Conselho da Europa - Série de Tratados europeus n. 186 Tradução espontânea de RA terminada em 5jul2013 A partir do original em http://conventions.coe.int/treaty/commun/quevoulezvous.asp?cl=fre&nt=186 PROTOCOLO

Leia mais

CREDENCIAMENTO DE EMPRESAS DE CONSULTORIA GERÊNCIA EXECUTIVA DE RELAÇÕES COM O MERCADO GERÊNCIA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL EDITAL DE CHAMAMENTO

CREDENCIAMENTO DE EMPRESAS DE CONSULTORIA GERÊNCIA EXECUTIVA DE RELAÇÕES COM O MERCADO GERÊNCIA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL EDITAL DE CHAMAMENTO CREDENCIAMENTO DE EMPRESAS DE CONSULTORIA GERÊNCIA EXECUTIVA DE RELAÇÕES COM O MERCADO GERÊNCIA DE RESPONSABILIDADE SOCIAL EDITAL DE CHAMAMENTO Contratação de Empresas de Consultoria para Prestação de

Leia mais

ACORDO DE COOPERAÇÃO ENTRE A FISCALÍA GENERAL DA REPÚBLICA DE CUBA E A PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA PORTUGUESA

ACORDO DE COOPERAÇÃO ENTRE A FISCALÍA GENERAL DA REPÚBLICA DE CUBA E A PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA PORTUGUESA ACORDO DE COOPERAÇÃO ENTRE A FISCALÍA GENERAL DA REPÚBLICA DE CUBA E A PROCURADORIA-GERAL DA REPÚBLICA PORTUGUESA A Fiscalía General da República de Cuba e a Procuradoria-Geral da República Portuguesa,

Leia mais

ORÇAMENTO PARTICIPATIVO 2015

ORÇAMENTO PARTICIPATIVO 2015 CÂMARA MUNICIPAL DE LAGOA ORÇAMENTO PARTICIPATIVO 2015 Regulamento Municipal orçamento participativo de Lagoa NOTA JUSTIFICATIVA A implementação do primeiro orçamento participativo em Lagoa vai buscar

Leia mais

Senhor Encarregado de Negócios, Tenho a honra de dirigir-me a Vossa Senhoria para

Senhor Encarregado de Negócios, Tenho a honra de dirigir-me a Vossa Senhoria para Senhor Encarregado de Negócios, Tenho a honra de dirigir-me a Vossa Senhoria para referir-me ao texto acordado em 29 de fevereiro de 2000, em Washington, de Ajuste Complementar ao Acordo de Cooperação

Leia mais

Processo n. 126.677/09 Acordo de Cooperação n.º 2011/051.0

Processo n. 126.677/09 Acordo de Cooperação n.º 2011/051.0 Processo n. 126.677/09 Acordo de Cooperação n.º 2011/051.0 ACORDO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA QUE ENTRE SI CELEBRAM A CÂMARA DOS DEPUTADOS, A CONFEDERAÇÃO NACIONAL DA INDÚSTRIA (CNI), O SERVIÇO SOCIAL DA INDÚSTRIA

Leia mais

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO. relativa à celebração do Acordo entre a União Europeia e a República do Chile sobre o comércio de produtos biológicos

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO. relativa à celebração do Acordo entre a União Europeia e a República do Chile sobre o comércio de produtos biológicos COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 5.12.2016 COM(2016) 771 final 2016/0383 (NLE) Proposta de DECISÃO DO CONSELHO relativa à celebração do Acordo entre a União Europeia e a República do Chile sobre o comércio

Leia mais

DECLARAÇÃO SOBRE COOPERAÇÃO EM COMÉRCIO E INVESTIMENTO E PLANO DE AÇÃO OS ESTADOS DA AELC OS ESTADOS MEMBROS DO MERCOSUL

DECLARAÇÃO SOBRE COOPERAÇÃO EM COMÉRCIO E INVESTIMENTO E PLANO DE AÇÃO OS ESTADOS DA AELC OS ESTADOS MEMBROS DO MERCOSUL DECLARAÇÃO SOBRE COOPERAÇÃO EM COMÉRCIO E INVESTIMENTO E PLANO DE AÇÃO entre OS ESTADOS DA AELC e OS ESTADOS MEMBROS DO MERCOSUL Genebra, 12 December 2000 Florianópolis, 15 December 2000 ASSOCIAÇÃO EUROPÉIA

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 365, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2014

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 365, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2014 RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN Nº 365, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2014 Dispõe sobre a substituição de prestadores de serviços de atenção à saúde não hospitalares. A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Saúde

Leia mais

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DA FACULDADE ARTHUR THOMAS CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS Art. 1º. Este Regulamento estabelece as políticas básicas das

Leia mais

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS

CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS REGULAMENTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO DO CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS DA FACULDADE ARTHUR THOMAS CAPÍTULO I DA NATUREZA E DOS OBJETIVOS Art. 1º. Este Regulamento estabelece as políticas básicas

Leia mais

PREÇOS DOS SERVIÇOS DE ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO E DE INSPEÇÃO

PREÇOS DOS SERVIÇOS DE ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO E DE INSPEÇÃO PREÇOS DOS SERVIÇOS DE ACREDITAÇÃO DE ORGANISMOS DE CERTIFICAÇÃO E DE INSPEÇÃO NORMA Nº: NIE-CGCRE-140 APROVADA EM DEZ/2015 Nº 01/07 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação 3 Responsabilidade 4 Histórico

Leia mais

CONVENÇÃO INTERNACIONAL PARA PROTEÇÃO AOS ARTISTAS INTÉRPRETES OU EXECUTANTES, AOS PRODUTORES DE FONOGRAMAS E AOS ORGANISMOS DE RADIODIFUSÃO

CONVENÇÃO INTERNACIONAL PARA PROTEÇÃO AOS ARTISTAS INTÉRPRETES OU EXECUTANTES, AOS PRODUTORES DE FONOGRAMAS E AOS ORGANISMOS DE RADIODIFUSÃO CONVENÇÃO INTERNACIONAL PARA PROTEÇÃO AOS ARTISTAS INTÉRPRETES OU EXECUTANTES, AOS PRODUTORES DE FONOGRAMAS E AOS ORGANISMOS DE RADIODIFUSÃO Os Estados contratantes, animados do desejo de proteger os direitos

Leia mais

O Governo da República Federativa do Brasil. O Governo da República Federal da Nigéria (doravante denominados Partes Contratantes);

O Governo da República Federativa do Brasil. O Governo da República Federal da Nigéria (doravante denominados Partes Contratantes); ACORDO DE COOPERAÇÃO CULTURAL E EDUCACIONAL ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERAL DA NIGÉRIA O Governo da República Federativa do Brasil e O Governo da República

Leia mais

REDE DE ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS. Programa SOS Emergências. Ministério da Saúde Brasil. Lançamento Nacional em 08/11/2011

REDE DE ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS. Programa SOS Emergências. Ministério da Saúde Brasil. Lançamento Nacional em 08/11/2011 REDE DE ATENÇÃO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS Programa SOS Emergências Ministério da Saúde Brasil Ação Estratégica do Ministério da Saúde para as Portas de Entrada Hospitalares Prioritárias Lançamento Nacional

Leia mais

Regras de Arbitragem aplicáveis à Divisão Antidoping do CAS

Regras de Arbitragem aplicáveis à Divisão Antidoping do CAS Regras de Arbitragem aplicáveis à Divisão Antidoping do CAS Preâmbulo CONSIDERANDO que o Conselho Executivo do Comitê Olímpico Internacional (doravante COI ) delegou seu poder de decisão quanto a qualquer

Leia mais

COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DO OBJETO E SUAS FINALIDADES CAPÍTULO II DA COMPOSIÇÃO

COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DO OBJETO E SUAS FINALIDADES CAPÍTULO II DA COMPOSIÇÃO M A T E R N I D A D E - E S C O L A COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA REGIMENTO INTERNO CAPÍTULO I DO OBJETO E SUAS FINALIDADES ARTIGO 1 0 O COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA DA MATERNIDADE ESCOLA DA UNIVERSIDADE

Leia mais

Senado Federal Subsecretaria de Informações DECRETO Nº 2.794, DE 1º DE OUTUBRO DE 1998

Senado Federal Subsecretaria de Informações DECRETO Nº 2.794, DE 1º DE OUTUBRO DE 1998 Senado Federal Subsecretaria de Informações DECRETO Nº 2.794, DE 1º DE OUTUBRO DE 1998 Institui a Política Nacional de Capacitação dos Servidores para a Administração Pública Federal direta, autárquica

Leia mais

Senhores Membros do Congresso Nacional,

Senhores Membros do Congresso Nacional, Mensagem n o 873 Senhores Membros do Congresso Nacional, Nos termos do disposto no art. 49, inciso I, combinado com o art. 84, inciso VIII, da Constituição, submeto à elevada consideração de Vossas Excelências,

Leia mais

ANEXO II PROJETO DE MELHORIA DO ENSINO MÉDIO NOTURNO REGULAMENTO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS

ANEXO II PROJETO DE MELHORIA DO ENSINO MÉDIO NOTURNO REGULAMENTO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA Esplanada dos Ministérios, Bloco L 70047-902 Brasília DF ANEXO II PROJETO DE MELHORIA DO ENSINO MÉDIO NOTURNO REGULAMENTO CAPÍTULO I DOS OBJETIVOS Art.

Leia mais

NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA FECHAMENTO DE CONTRATOS E/OU CONVÊNIOS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA FECHAMENTO DE CONTRATOS E/OU CONVÊNIOS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS NORMAS E PROCEDIMENTOS PARA FECHAMENTO DE CONTRATOS E/OU CONVÊNIOS DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS 1 Sumário Página I Objetivo.................................................. 3 II Critérios Gerais...........................................

Leia mais

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos

Copyright Proibida Reprodução. Prof. Éder Clementino dos Santos ISO 9001:2008 GESTÃO DE QUALIDADE O que é ISO? ISO = palavra grega que significa Igualdade O Comitê - ISO A Organização Internacional de Normalização (ISO) tem sede em Genebra na Suíça, com o propósito

Leia mais

CAPÍTULO II - DA REALIZAÇÃO

CAPÍTULO II - DA REALIZAÇÃO REGIMENTO 3ª Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres Regimento CAPÍTULO I - DO OBJETIVO Art. 1º - A 3ª Conferência Estadual de Políticas para as Mulheres, convocada pelo Decreto do Governo Estadual,

Leia mais

HISTÓRICO DA CONVENÇÃO SOBRE A DIVERSIDADE BIOLÓGICA

HISTÓRICO DA CONVENÇÃO SOBRE A DIVERSIDADE BIOLÓGICA HISTÓRICO DA CONVENÇÃO SOBRE A DIVERSIDADE BIOLÓGICA IV Conferências Preparatórias - PreCom Preparatória - Nova York - 05 a 16/03/1990 PrepCon I - Nairobi, Kenya 6 a 31/08/1990 PrepCon II - Genebra, Suiça

Leia mais

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO

Proposta de DECISÃO DO CONSELHO COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 11.8.2017 COM(2017) 430 final 2017/0196 (NLE) Proposta de DECISÃO DO CONSELHO relativa à celebração do Acordo de Cooperação Científica e Tecnológica entre a União Europeia e

Leia mais

REQUISITOS PARA A CRIAÇÃO DE CURSOS NOVOS 2016

REQUISITOS PARA A CRIAÇÃO DE CURSOS NOVOS 2016 REQUISITOS PARA A CRIAÇÃO DE CURSOS NOVOS 2016 IDENTIFICAÇÃO ÁREA DE AVALIAÇÃO: Biotecnologia PERÍODO DE AVALIAÇÃO: 2016 ANO DE PUBLICAÇÃO DESTE DOCUMENTO: 2016 COORDENADOR: Odir Antônio Dellagostin COORDENADORA

Leia mais

5. Iniciação Científica Júnior - ICJ - Norma Específica Finalidade

5. Iniciação Científica Júnior - ICJ - Norma Específica Finalidade 5. Iniciação Científica Júnior - ICJ - Norma Específica 5.1 - Finalidade Anexo V da RN-017/2006 - Bolsas por Quota no País Despertar vocação científica e incentivar talentos potenciais entre estudantes

Leia mais

MERCOSUL/RME/CCR/CRCES/Ata Nº3/2002

MERCOSUL/RME/CCR/CRCES/Ata Nº3/2002 1 MERCOSUL/RME/CCR/CRCES/Ata Nº3/2002 VI Reunião da Comissão Regional Coordenadora de Educação Superior do Setor Educacional do Mercosul Fortaleza CE Brasil, dias 26 e 27 de setembro de 2002. Realizou-se

Leia mais

Parágrafo 2º - Alunos de Mestrado ingressantes em 2014/1 serão avaliados somente por sua nota de ingresso.

Parágrafo 2º - Alunos de Mestrado ingressantes em 2014/1 serão avaliados somente por sua nota de ingresso. O PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM MEDICINA: CIÊNCIAS MÉDICAS (Programa) comunica a abertura do Processo Seletivo para concessão de Bolsistas de do Programa Demanda Social da CAPES. I Das Vagas Art. 1º - As

Leia mais

Insolvência e oportunidade para as pessoas colectivas

Insolvência e oportunidade para as pessoas colectivas PROCEDIMENTO EXTRAJUDICIAL DE CONCILIAÇÃO Insolvência e oportunidade para as pessoas colectivas Decreto-lei nº201/2004, de 18 de Agosto ORIGEM O Procedimento Extrajudicial de Conciliação foi inicialmente

Leia mais

Sumário. 1. Política de Sustentabilidade da Rede D Or São Luiz Objetivos Abrangência Diretrizes...2

Sumário. 1. Política de Sustentabilidade da Rede D Or São Luiz Objetivos Abrangência Diretrizes...2 Rede D Or São Luiz Sumário 1. Política de Sustentabilidade da Rede D Or São Luiz...2 1.1. Objetivos...2 1.2. Abrangência...2 1.3. Diretrizes...2 Diretriz Econômica...2 Diretriz Social...3 Diretriz Ambiental...4

Leia mais

CIPA - COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES

CIPA - COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES CIPA - COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES A sigla CIPA significa Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, isto é, trata-se de um grupo de pessoas que atua no interior da empresa com o objetivo

Leia mais

De destacar, a obrigatoriedade de igualdade de tratamento, pelo Empregador, entre o Trabalhador Nacional e o Trabalhador Estrangeiro.

De destacar, a obrigatoriedade de igualdade de tratamento, pelo Empregador, entre o Trabalhador Nacional e o Trabalhador Estrangeiro. O Decreto n.º 6/01, de 19 de Janeiro aprova o Regulamento Sobre o Exercício da Actividade Profissional do Trabalhador Estrangeiro Não Residente, quer no sector público, quer no sector privado, tendo entrado

Leia mais

CONTRATO DE CONSTRUÇÃO DE STAND E PUBLICAÇÃO NO CATÁLOGO PARA PESSOA COLETIVA

CONTRATO DE CONSTRUÇÃO DE STAND E PUBLICAÇÃO NO CATÁLOGO PARA PESSOA COLETIVA PARA A PARTICIPAÇÃO NO VERA WORLD FINE ART FESTIVAL 15 PRAZO DE ENTREGA ATÉ 15 DE JULHO DE 2015 ENVIAR PARA VERA@VERAFESTIVAL.COM CONTRATO Lisboa, 2015 A Sociedade de responsabilidade limitada «Pensamentos

Leia mais

Convenção 187 Convenção sobre o Quadro Promocional para a Segurança e Saúde no Trabalho. A Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho,

Convenção 187 Convenção sobre o Quadro Promocional para a Segurança e Saúde no Trabalho. A Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho, Convenção 187 Convenção sobre o Quadro Promocional para a Segurança e Saúde no Trabalho A Conferência Geral da Organização Internacional do Trabalho, Convocada em Genebra pelo Conselho de Administração

Leia mais

Capítulo I DO PROGRAMA MUNICIPAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL

Capítulo I DO PROGRAMA MUNICIPAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL LEI Nº 2.598 DE 21 DE MAIO DE 2015. Dispõe sobre o Programa Municipal de Habitação de Interesse Social PMHIS, cria o Fundo Municipal e Habitação de Interesse Social FMHIS, revoga a Lei Municipal n 2.235,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 46/2011, de 03 de novembro de 2011.

RESOLUÇÃO Nº 46/2011, de 03 de novembro de 2011. RESOLUÇÃO Nº 46/2011, de 03 de novembro de 2011. O Presidente do Conselho Superior do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais, no uso de suas atribuições legais,

Leia mais

Instrumentos FINEP para Empresas. Núcleo de Inovação FDC - Outubro de 2010

Instrumentos FINEP para Empresas. Núcleo de Inovação FDC - Outubro de 2010 Instrumentos FINEP para Empresas Núcleo de Inovação FDC - Outubro de 2010 O que é a FINEP? Visão: Transformar o Brasil por meio da inovação. Missão: Promover o desenvolvimento econômico e social do Brasil

Leia mais

O conceito de Trabalho Decente

O conceito de Trabalho Decente O Trabalho Decente O conceito de Trabalho Decente Atualmente a metade dos trabalhadores de todo o mundo (1,4 bilhão de pessoas) vive com menos de 2 dólares ao dia e portanto, é pobre quase 20% é extremamente

Leia mais

REGULAMENTO. Concurso Cultural: Só Goiania Tem. Realização: Brookfield Incorporações

REGULAMENTO. Concurso Cultural: Só Goiania Tem. Realização: Brookfield Incorporações 1) Do Concurso Cultural REGULAMENTO Concurso Cultural: Só Goiania Tem Realização: Brookfield Incorporações 1.1. O presente Concurso Cultural é denominado Só Goiânia tem ( Concurso ), realizado pela Brookfield

Leia mais

14/12/2015 Atos assinados por ocasião da visita da Presidenta Dilma Rousseff aos Estados Unidos Washington, 30 de junho de 2015

14/12/2015 Atos assinados por ocasião da visita da Presidenta Dilma Rousseff aos Estados Unidos Washington, 30 de junho de 2015 Anexo 2 Ao Abrigo do Memorando de Entendimento para Cooperação em Observação da Terra entre a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), do Departamento de Comércio (DOC) dos EUA e o Instituto

Leia mais

REGIMENTO DO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM COMPUTAÇÃO APLICADA

REGIMENTO DO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM COMPUTAÇÃO APLICADA REGIMENTO DO CURSO DE PÓS GRADUAÇÃO EM COMPUTAÇÃO APLICADA TÍTULO I DOS OBJETIVOS E FINALIDADES Art. 1 o O Curso de pós graduação em Computação Aplicada, doravante referido como Curso, mantém programas

Leia mais

A República Federativa do Brasil

A República Federativa do Brasil AJUSTE COMPLEMENTAR AO ACORDO ENTRE A REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E A ORGANIZACÃO DAS NAÇÕES UNIDAS PARA O FUNCIONAMENTO NO BRASIL DO ESCRITÓRIO DA COMISSÃO ECONÔMICA PARA A AMÉRICA LATINA E O CARIBE,

Leia mais

Jornal Oficial da União Europeia L 331/19

Jornal Oficial da União Europeia L 331/19 16.12.2009 Jornal Oficial da União Europeia L 331/19 ANEXO TRADUÇÃO PROTOCOLO sobre a lei aplicável às obrigações de alimentos Os Estados signatários do presente protocolo, Desejando estabelecer disposições

Leia mais

CONTRATO DE LICENÇA DO UTILIZADOR PARA PRODUTOS DE SOFTWARE DA STONERIDGE ELECTRONICS LTD

CONTRATO DE LICENÇA DO UTILIZADOR PARA PRODUTOS DE SOFTWARE DA STONERIDGE ELECTRONICS LTD CONTRATO DE LICENÇA DO UTILIZADOR PARA PRODUTOS DE SOFTWARE DA STONERIDGE ELECTRONICS LTD AO OBTER UM CÓDIGO DE ACTIVAÇÃO E AO INTRODUZIR O MESMO PARA ACTIVAR A LICENÇA DO PROGRAMA DE SOFTWARE E AO INSTALAR

Leia mais

I - DOS RECURSOS ORIUNDOS DOS ACORDOS DE EMPRÉSTIMOS OU CONTRIBUIÇÕES FINANCEIRAS NÃO REEMBOLSÁVEIS

I - DOS RECURSOS ORIUNDOS DOS ACORDOS DE EMPRÉSTIMOS OU CONTRIBUIÇÕES FINANCEIRAS NÃO REEMBOLSÁVEIS INSTRUÇÃO NORMATIVA N o 06, DE 27 DE OUTUBRO DE 2004. Dispõe sobre os procedimentos de movimentação de recursos externos e de contrapartida nacional, em moeda ou bens e/ou serviços, decorrentes dos acordos

Leia mais

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DO TRABALHO. Recomendação 193. Genebra, 20 de junho de 2002. Tradução do Texto Oficial

CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DO TRABALHO. Recomendação 193. Genebra, 20 de junho de 2002. Tradução do Texto Oficial CONFERÊNCIA INTERNACIONAL DO TRABALHO Recomendação 193 Recomendação sobre a Promoção de Cooperativas adotada pela Conferência em sua 90 ª Reunião Genebra, 20 de junho de 2002 Tradução do Texto Oficial

Leia mais

Decreto n.º 6/01 de 19 de Janeiro - Regulamento sobre o Exercício da Actividade Profissional do Trabalhador Estrangeiro Não Residente

Decreto n.º 6/01 de 19 de Janeiro - Regulamento sobre o Exercício da Actividade Profissional do Trabalhador Estrangeiro Não Residente Decreto n.º 6/01 de 19 de Janeiro - Regulamento sobre o Exercício da Actividade Profissional do Trabalhador Estrangeiro Não Residente e-mail: geral@info-angola.com portal: www.info-angola.com Página 1

Leia mais

MECANISMO DE ACOMPANHAMENTO. INTERAMERICANA CONTRA A CORRUPÇÃO 1 abril 2004 Original: espanhol

MECANISMO DE ACOMPANHAMENTO. INTERAMERICANA CONTRA A CORRUPÇÃO 1 abril 2004 Original: espanhol MECANISMO DE ACOMPANHAMENTO OEA/Ser.L. DA IMPLEMENTAÇÃO DA CONVENÇÃO SG/MESICIC/doc.58/04 rev.7 INTERAMERICANA CONTRA A CORRUPÇÃO 1 abril 2004 Original: espanhol Primeira Reunião da Conferência de Estados

Leia mais

Convenção nº. 159/83 Organização Internacional do Trabalho relativa a Reabilitação Profissional e Emprego de Pessoas Deficienrtes/Decreto nº 129/91.

Convenção nº. 159/83 Organização Internacional do Trabalho relativa a Reabilitação Profissional e Emprego de Pessoas Deficienrtes/Decreto nº 129/91. Convenção nº. 159/83 Organização Internacional do Trabalho relativa a Reabilitação Profissional e Emprego de Pessoas Deficienrtes/Decreto nº 129/91. A Conferência Geral da Organização Internacional do

Leia mais

Institui, na forma do art. 43 da Constituição Federal, a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia SUDAM, estabelece a sua composição, natureza

Institui, na forma do art. 43 da Constituição Federal, a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia SUDAM, estabelece a sua composição, natureza Institui, na forma do art. 43 da Constituição Federal, a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia SUDAM, estabelece a sua composição, natureza jurídica, objetivos, área de competência e instrumentos

Leia mais

O CONGRESSO NACIONAL decreta:

O CONGRESSO NACIONAL decreta: Dispõe sobre o sistema de franquia empresarial (franchising); revoga a Lei nº 8.955, de 15 de dezembro de 1994; e dá outras providências. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º O sistema de franquia empresarial

Leia mais

Bolsas asppa+ Regulamento para o ano de 2017

Bolsas asppa+ Regulamento para o ano de 2017 Bolsas asppa+ Regulamento para o ano de 2017 Bolsa asppa+: Suporte financeiro a um Português que, durante um período limitado de tempo, desenvolva um projecto profissional numa empresa ou Instituição alemã,

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS MÉDICOS

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS MÉDICOS CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS MÉDICOS Contrato que entre si fazem, na melhor forma de direito, de um lado (nome da operadora), com sede na rua..., nº..., bairro..., em (nome da cidade), (Estado), inscrita

Leia mais

CADASTRO, TREINAMENTO E QUALIFICAÇÃO DE INSPETORES BPL

CADASTRO, TREINAMENTO E QUALIFICAÇÃO DE INSPETORES BPL CADASTRO, TREINAMENTO E QUALIFICAÇÃO DE INSPETORES NORMA Nº NIE-CGCRE-039 APROVADA EM ABR/2013 Nº 01/ SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação 3 Responsabilidade 4 Documentos Complementares 5 Histórico

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA n.º 01/1997, de 22 de maio de 1997 D.O.E. de 09 de fevereiro de 1999

INSTRUÇÃO NORMATIVA n.º 01/1997, de 22 de maio de 1997 D.O.E. de 09 de fevereiro de 1999 181 INSTRUÇÃO NORMATIVA n.º 01/1997, de 22 de maio de 1997 D.O.E. de 09 de fevereiro de 1999 O, no uso das atribuições que lhe confere o inciso XII do Art. 78 da Constituição Estadual, bem como o inciso

Leia mais

REGIMENTO DA CONFERÊNCIA DE MINISTROS DA JUVENTUDE E DESPORTO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA

REGIMENTO DA CONFERÊNCIA DE MINISTROS DA JUVENTUDE E DESPORTO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA REGIMENTO DA CONFERÊNCIA DE MINISTROS DA JUVENTUDE E DESPORTO DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA Aprovado na VII Reunião da Conferência de Ministros da Juventude e do Desporto da Comunidade

Leia mais

Boas Práticas em Pesquisa Clínica. Good Clinical Practices GCPs. Dra. ELIANA G. LORDELO

Boas Práticas em Pesquisa Clínica. Good Clinical Practices GCPs. Dra. ELIANA G. LORDELO Boas Práticas em Pesquisa Clínica Good Clinical Practices GCPs Dra. ELIANA G. LORDELO ICH International Conference on Harmonisation (Conferência Internacional da Harmonização) Documento acordado entre

Leia mais

ESTATUTO DA ORGANIZAÇÃO DAS ENTIDADES FISCALIZADORAS SUPERIORES DOS ESTADOS PARTE DO MERCOSUL, BOLIVIA E CHILE

ESTATUTO DA ORGANIZAÇÃO DAS ENTIDADES FISCALIZADORAS SUPERIORES DOS ESTADOS PARTE DO MERCOSUL, BOLIVIA E CHILE ESTATUTO DA ORGANIZAÇÃO DAS ENTIDADES FISCALIZADORAS SUPERIORES DOS ESTADOS PARTE DO MERCOSUL, BOLIVIA E CHILE A Auditoria Geral da República- Argentina O Tribunal de Contas da União Brasil A Controladoria

Leia mais

Captação de Recursos

Captação de Recursos IT--12.001 Pág.: 1/9 Controle de alterações Revisão Data Local da Revisão 0 01/03/2013 - Emissão inicial 1 05/04/2013 Item 3 Referências Item 5 Procedimentos Atividade1 Item 6 Registros 2 17/10/2013 Item

Leia mais

ACORDO DE SEDE ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E A ORGANIZAÇÃO DO TRATADO DE COOPERAÇÃO AMAZÔNICA

ACORDO DE SEDE ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E A ORGANIZAÇÃO DO TRATADO DE COOPERAÇÃO AMAZÔNICA ACORDO DE SEDE ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E A ORGANIZAÇÃO DO TRATADO DE COOPERAÇÃO AMAZÔNICA O Governo da República Federativa do Brasil e A Organização do Tratado de Cooperação

Leia mais

1º O descarte de outros materiais bibliográficos só poderá ser efetivado quando o material for considerado em situação irrecuperável.

1º O descarte de outros materiais bibliográficos só poderá ser efetivado quando o material for considerado em situação irrecuperável. Normas para a doação e o descarte de livros didáticos adquiridos e distribuídos aos campi do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo (Ifes) pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento

Leia mais

PT07: Integração da Igualdade de Género e Promoção do Equilíbrio entre o Trabalho e a Vida Privada ACORDO DE COOPERAÇÃO

PT07: Integração da Igualdade de Género e Promoção do Equilíbrio entre o Trabalho e a Vida Privada ACORDO DE COOPERAÇÃO PT07: Integração da Igualdade de Género e Promoção do Equilíbrio entre o Trabalho e a Vida Privada ACORDO DE COOPERAÇÃO Entre Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto

Leia mais

REGULAMENTO DELEGADO (UE) 2015/1971 DA COMISSÃO

REGULAMENTO DELEGADO (UE) 2015/1971 DA COMISSÃO L 293/6 REGULAMENTO DELEGADO (UE) 2015/1971 DA COMISSÃO de 8 de julho de 2015 que complementa o Regulamento (UE) n. o 1306/2013 do Parlamento Europeu e do Conselho com disposições específicas sobre a comunicação

Leia mais