ON-LINE PUBLIC ACCESS CATALOGS: um estudo dos catálogos on-line 1

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ON-LINE PUBLIC ACCESS CATALOGS: um estudo dos catálogos on-line 1"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO CENTRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS CURSO DE BIBLIOTECONOMIA DIRETÓRIO ACADÊMICO DE BIBLIOTECONOMIA XIV Encontro Regional de Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação e Gestão da informação Os novos campos da profissão da informação na contemporaneidade 16 a 22 de janeiro de 2011 ON-LINE PUBLIC ACCESS CATALOGS: um estudo dos catálogos on-line 1 Rodrigo Oliveira de Paiva * RESUMO Catálogo on-line é um modelo de catálogo automatizado que realiza a busca bibliográfica por intermédio de equipamentos ligados diretamente a computadores. A pesquisa tem como principal objetivo apresentar a importância desta temática para a realidade da catalogação contemporânea aliada aos recursos tecnológicos em constante evolução. O percurso metodológico adotado valeu-se do uso de uma abordagem teórico exploratória por meio de um levantamento bibliográfico impresso e eletrônico. Como subsídios teóricos são utilizadas diversas ideias de autores que apresentam trabalhos concentrados nesta área de estudo, tais como, Silveira e Oliveira. Apresenta inicialmente o conceito de catálogo e seu histórico. Analisa os On-line Public Access Catalogs (OPACs). Expões alguns exemplos de catálogos on-line. Como conclusões mostra a relevância deste instrumento para a recuperação da informação, haja vista que ele é abordado como eficaz na busca informacional para o usuário. Palavras-chave: Catálogo. Catálogo on-line. Automatização. 1 Trabalho cientifico de comunicação oral apresentado ao GT 3 Representação da informação. * Universidade Federal do Pará (UFPA), discente de Biblioteconomia.

2 1 INTRODUÇÃO Os serviços informacionais sofreram redefinições em nível mundial, através das tecnologias da informação e da internet. Não obstante, essa realidade chegou a instituições dos mais diferentes perfis, que viram a vantagem de oferecer seus serviços e produtos na web. As bibliotecas, também, estão inseridas nesse novo espaço, na atualidade podemos notar a grande quantidade de unidades de informação que disponibilizam serviços on- line, como por exemplo, o acesso remoto aos seus catálogos. A adaptação das bibliotecas as novas tecnologias, pôde ser mais bem vista nos últimos anos. As mudanças advindas com a sociedade da informação provocaram substanciais alterações nos hábitos de tratamento do conhecimento. Esta situação reflete-se também no gerenciamento de acervos bibliográficos, de produtos e serviços informacionais. Vale destacar o uso e tratamento concedido aos catálogos on-line perante a utilização do catálogo tradicional, pois ambos não possuem o mesmo manuseio. A utilização do catalogo na web depende de diversos fatores a cerca de seu funcionamento. No que tange às perspectivas teóricas para o desenvolvimento deste trabalho são utilizados como argumentos científicos os dos teóricos Mey e Silveira. Entretanto, outras opiniões também foram utilizadas para fundamentar o presente estudo, tais como as de, Oliveira (2008), Dias (1967), Pinheiro (2009), entre outros. Para o desenvolvimento dessa pesquisa delinearam-se objetivos gerais e específicos. Como objetivo geral estudar os catálogos on-line, ou seja, os On-line Public Access Catalogs (OPACs). Como objetivos específicos examinar os catálogos bibliográficos, enfatizando as suas importâncias, funções e evolução. E por fim abordar do ponto de vista teórico, os recursos, a estrutura e tendências atuais dos OPACs. A proposta metodológica está focada em uma pesquisa bibliográfica com a finalidade de localizar trabalhos em livros, periódicos e artigos científicos já publicados sobre o assunto como base teórica para realização do presente estudo. O trabalho apresenta capítulos que objetivam explicar as terminologias existentes sobre a temática abordada. Inicialmente, devolve-se um estudo a respeito da conceituação de catálogo e catalogação. Em seguida, mostra-se de modo breve o histórico a evolução dos catálogos e técnicas de catalogação. Por fim, abordam-se os catálogos on-line, mostrando alguns aspectos de seu desenvolvimento, estrutura, recursos, serviços, vantagens, desvantagens e exemplos.

3 2 CATÁLOGO: DEFININDO CONCEITOS A necessidade de gerenciar e disseminar informações para a democratização do conhecimento sempre foi uma das metas de unidades de informação e para conseguir esse feito elas desenvolveram no transcurso histórico de suas atividades diversos instrumentos. Mey (1995, p.1) diz que: Como se tornaria impossível aos usuários das bibliotecas, para escolha do mais conveniente, folhear todos os livros, ou ouvir todos os discos, ou manusear todas as outras formas de registro disponíveis no acervo, mesmo que os itens estivessem ampla e corretamente organizados, nós, bibliotecários, elaboramos representações desses itens, de forma a simplificar a busca. Essas representações abrangem tanto o aspecto físico dos itens como seu conteúdo. Com essas representações, criamos instrumentos diversos: bibliografias, boletins de serviço de alerta, entre outros. O catálogo é um elemento de acesso e gerenciamento bibliográfico disponível em uma biblioteca ou grupos de bibliotecas, ele tornou-se um elemento essencial para gerenciar informações, as suas funções podem ser notadas por meio de seus diversos pontos de acesso, tornado-se deste modo imprescindível para recuperar dados. O catálogo tem uma função essencial como meio de comunicação, conduzindo o usuário à informação almejada com o menor número de falhas e a maior quantidade de possibilidades possíveis. Por muito tempo a definição de catálogo esteve associada somente aos livros de uma biblioteca. Dias (1967, p. 1) afirma este fato ao dizer que o catálogo, no seu sentido mais amplo, é uma relação de livros correspondente a uma coleção pública ou privada. Na atualidade, a definição de catálogo parou de estar ligada exclusivamente ao livro para ser compreendido também como um meio de comunicação. Mey (1995, p. 9) conceitua catálogo como: [...] um canal de comunicação estruturado, que veicula mensagens contidas nos itens, e sobre os itens, de um ou vários acervos, apresentando-se sob forma codificada e organizada, agrupadas por semelhanças, aos usuários desse(s) acervo(s). A área que estuda os catálogos é entendida como catalogação e Mey (1995, p. 5) a define como: [...] estudo, preparação e organização de mensagens codificadas, com base em itens existentes ou passíveis de inclusão em um ou vários acervos, de forma a permitir interseção entre as mensagens contidas nos itens e as mensagens internas dos usuários. Costa e Aguiar (2010, p. 3) dizem ainda que:

4 Assim, a catalogação não é simplesmente uma técnica de elaboração de catálogos ou de listagem de itens como muitos consideravam, mas sim uma técnica de representação de um item através de suas características e do conhecimento do usuário. Por meio da catalogação é possível a reunião de diversos itens pelas suas semelhanças. De forma resumida o catálogo deve ser o instrumento que levará ao usuário informações elaboradas pela catalogação sobre os acervos selecionados, de modo claro, possibilitando assim a diminuição de tempo em uma pesquisa. 2.1 A evolução histórica dos catálogos Os catálogos existem desde o surgimento das bibliotecas, fato datado aproximadamente por volta de 600 a.c. na biblioteca de Assurbanipal. Os catálogos até o século XIX eram vistos somente como listas de itens existentes em bibliotecas. Nesse período não existia uma preocupação em proporcionar a sistematização de informações, fato contrário com a realidade vista hoje. Mey (1995, p.12) comenta sobre o surgimento dos catálogos ao dizer que: Datam de 1300 a.c. os tabletes com as primeiras informações bibliográficas de descrição física, encontrados em escavações hititas. Esses tabletes identificavam o número do tablete em uma série, o título e, muitas vezes, o esciba. As informações são encontradas outra vez nas escavações da biblioteca do rei assírio, Assurbanipal, em Nívive, datando de 650 a.c. Encontram-se cerca de 20 mil tabletes, que registravam o título, o número do tablete ou volume, as primeiras palavras do tablete seguinte, o nome do possuidor original, o nome do escriba e um selo, indicando trata-se de propriedade real. Presume-se haver, nesta época, um embrião do catálogo. Existiu, certamente, um catálogo, inscrito nas paredes de um templo no Egito, mas datado dos séculos III e II a.c. A partir do surgimento da imprensa de Gutenberg, no século XV, se percebeu a rápida explosão do material publicado, esse foi um ponto crucial para a utilização dos catálogos. A busca por um instrumento que tivesse a capacidade de gerenciar o conhecimento humano existente em um acervo. O crescimento bibliográfico impulsionado por Gutenberg é demonstrado na seguinte afirmação de Dias (1967, p. 2): Se cada nova geração continuar produzindo papel impresso na proporção das últimas, o problema que apresenta o excesso de livros será pavoroso. A cultura, que havia libertado o homem da selva primígena, o arroja de novo numa selva de livros não menos inextrincável e afogadora.

5 Em 1839, na Inglaterra o bibliotecário Anthony Panizzi, em um trabalho realizado com colaboradores da Biblioteca do Museu Britânico desenvolveram noventa e uma regras de catalogação, possibilitando desta forma um novo rumo para a organização da informação, essa ação ficou conhecida como Batalha das Regras, foi nesta época que discussões sobre a catalogação surgiram. Conseguinte a este fato diversos movimentos parecidos surgiriam, com o trabalho On the construction of catalogues of libraries and their publication, by means of separate stereotyped titles, with rules and examples, de Charles C. Jewett em Em 1876 uma importante instituição para a Biblioteconomia foi fundada a American Library Association (ALA) criada com a principal meta de desenvolver um código de catalogação. No ano de 1908 se publica a primeira edição do código da ALA intitulada Catalog Rules: author and title entries, contando com a participação de Charles Ammi Cutter que em 1904, havia publicado a livro Rules for a dictionnary catalog e já atuava com o objetivo de criar um código de catalogação (SILVEIRA, 2003). No século XX já haviam sido desenvolvidos códigos de catalogação nacionais na Alemanha, Áustria, Bélgica, Países Escandinavos, Espanha, França, Holanda, Itália, Suíça e Vaticano (MEY, 1995). A Library of Congress (LC), cria em 1901 fichas catalográficas que são a partir de então também comercializadas. Com este fato surgem os padrões no processo de catalogação. No ano de 1920 é publicada as Norme per il catalogo degli stampati ou código da Vaticana, que foi criada tendo como base o código da ALA de Dias (1967, p.5) ressalta que: Em 1967, a ALA, após várias edições de seu código, edita novas regras em colaboração com a Library of Congress, dos Estados Unidos, The Library Association, da Inglaterra, e The Canadian Library Association, denominado Anglo- American Cataloguing Rules, NorthAmerican Text que possibilitava catalogar filmes, microfilmes, música, discos, estampas, e não somente livros como em outros códigos, e ainda incluía novas regras em relação ao código da ALA. Em diversos locais, normas de padronização para a catalogação são criadas, Mey (1995, p. 23) confirma esse fato ao dizer que: Simultaneamente, publica-se, na Alemanha, a segunda edição das Instruções prussianas, que alcançaram grande aceitação na Europa, enquanto o código da ALA era bem-recebido nos Estados Unidos e outros países. Buscou-se, então, uma compatibilidade entre ambos. Mas a tão desejada padronização internacional só chegaria muito mais tarde. Dando complemento as tentativas de padronizar a catalogação ocorridas no século

6 XX a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO), surge com diversos objetivos e entre eles se tem o de disseminar a informação por meio da cooperação internacional, se inicia então deste modo uma procura de padrões internacionais. Organizado pela Federação Internacional de Associações e Instituições Bibliotecárias (IFLA), a UNESCO desenvolve o Controle Bibliográfico Universal (CBU), fato este que possibilitaria à ISBD se tornar norma para a descrição bibliográfica e o UNIMARC como formato de intercâmbio. Para que possam ser utilizados com facilidade os catálogos devem oferecer métodos de consulta simples e constante manutenção. Quanto ao suporte eles têm que ter as seguintes características: flexibilidade, facilidade de manuseio, portabilidade e compacidade como demonstrado (ver quadro-1). Um catálogo deve ser uniforme, oferecer economia em seu modo de preparo e possíveis manutenções refletindo assim na atualização do acervo de uma biblioteca (MEY, 1995). CARACTÉRISTICAS DOS CATÁLOGOS TIPO FLEXIBILIDADE FACILIDADE PORTABILIDADE COMPACIDADE DE MANUSEIO Em fichas Sim Sim Não Não Em livros Não Sim Sim Sim Em folhas Não Sim Sim Sim soltas Em Não Não Sim Sim microforma On-line Sim Sim Sim Sim Quadro 1: Características dos catálogos Fonte: Mey (1995) Em 1994 temos a popularização da Internet, a partir deste ano bibliotecas passaram a oferecer seus catálogos via web. Logo notaram a necessidade de criar uma linguagem como forma de apresentação dos registros, novas meios para poder acessar o catálogo. Na atualidade o processo de catalogação é feito a partir da retirada das informações a cerca de um documento para dar forma as fichas catalográficas usando registros também no formato MARC dando assim suporte na produção de um catalogo recuperador de dados. Nesta última década as bibliotecas vêm desenvolvendo e oferecendo catálogos on-line que mesmo tendo as mais diversas formas de apresentação buscam um novo padrão, de maior flexibilidade, isto possibilita um relacionamento de comunicação mais eficiente com os usuários.

7 A automatização dos catálogos de bibliotecas foi algo bem relevante no que tange ao processo de acessibilidade informacional. Em geral, automatizar significa a utilização de máquinas na execução de tarefas que antes eram executadas pelo homem. Nas bibliotecas e centros de informação, a automação surge para oferecer um atendimento eficaz e eficiente ao usuário, poupar tempo, otimizar os processos, atender a demanda, auxiliar a aquisição, tornar a organização mais precisa e principalmente atender às necessidades do usuário em curto espaço e tempo (RODRIGUES; PRUDÊNCIO, p. 2, 2009). Com o processo de automatização dos catálogos, novos mecanismos e serviços foram sendo utilizados. Neste momento vale salientar o uso dos Operadores Booleanos para restringir e facilitar as pesquisas dos usuários, haja vista que eles são vistos como os elementos de separação entre os catálogos tradicionais e os automatizados. Os Operadores Booleanos são mecanismos de busca no formato de termos que comunicam ao catálogo como mesclar as palavras de uma pesquisa. São eles: AND, OR e NOT e significam, respectivamente, E, OU e NÃO. O AND significa "e", criando a intercessão, ou seja, disponibiliza somente documentos que possuam todas as palavras chaves digitadas no sistema do catálogo, restringindo os resultados de busca. Ex: Desmatamento AND Amazônia. O NOT exclui o segundo termo da pesquisa inclui o primeiro termo. Ex: Desmatamento NOT Amazônia. Serão mostrados documentos que contenham o termo "Desmatamento" e que não contenham o termo "Amazônia". O OR significa ou", ele favorece a união de conjuntos, ou seja, catálogo disponibiliza a lista dos documentos que possuam ao menos um dos termos, aumentando os resultados da pesquisa. Ex: Desmatamento OR Desflorestamento. No processo de uso desses mecanismos de busca deve-se observar que a compreensão do sistema do catálogo é da esquerda para a direita. Por exemplo: Desflorestamento OR Desmatamento AND Amazônia. Deste modo, serão recuperados documentos sobre desflorestamento ou desmatamento relacionados com a Amazônia. 3 ON-LINE PUBLIC ACCESS CATALOGS Com o desenvolvimento de tecnologias utilizadas no âmbito das unidades de informação tivemos o inicio da informatização dos catálogos. O surgimento de tecnologias para uso nos serviços desenvolvidos nas unidades de informação cresce de forma rápida, principalmente, na produção dos métodos de representação descritiva processando desta

8 forma mais rápido os caminhos de pesquisa dos usuários e a conseguinte facilitação da recuperação de informações presentes nos catálogos on-line. O advento da internet propiciou o surgimento dos catálogos on-line, também conhecidos como, On-line Public Access Catalogs (OPACs), Catálogos on-line de acesso público ou ainda catálogo em linha. Eles são catálogos automatizados vistos como instrumentos que realizam pesquisas bibliográficas através de materiais ligados a sistemas computacionais e surgem com o propósito de facilitar a recuperação da informação de um modo mais rápido e eficiente pelos usuários. Os OPACs segundo Rowley e Farrow (2000 apud Silveira, 2003, p ): Tem sido uma opção popular para acessar os recursos da coleção de uma biblioteca, de um grupo de bibliotecas e outros recursos informacionais em coleções remotas. Os OPACs são serviços de recuperação da informação, porém difere de outros serviços em que o foco está centrado nos recursos da coleção de uma biblioteca e uma comunidade informacional, além de ter o foco centrado nos livros, em oposição a periódicos ou recursos disponíveis na web. Inicialmente os OPACs proviam o acesso aos documentos de uma biblioteca individualmente, porém o avanço da tecnologia fez com que este pudesse acessar diferentes coleções. De acordo com Oliveira (2008, p.3): Os catálogos on-line tornam possível a utilização de vários dos recursos, ocorrendo grande dinamicidade no uso dos sistemas e no acesso às informações, possibilitando o acesso de um item no mesmo momento por uma infinidade de usuários. Funcionam como parte da biblioteca da realidade virtual e apresentam-se com estruturas de bibliotecas físicas. Em um primeiro momento conhecido como primeira geração dos OPACs, temos o surgimento desses instrumentos a partir dos catálogos tradicionais possibilitando um acesso e recuperação das informações somente através dos pontos de acesso: título, número de classificação, assunto e palavras-chave. Nos catálogos OPACs era esperado que a linguagem empregada pelos usuários estivessem compatíveis com os termos utilizados no sistema, o que criava certas dificuldades para os usuários, além de ser muito limitado quanto à busca (SILVEIRA, 2003, p. 19). Em um segundo momento denominado de segunda geração verificamos o inicio do processo de correção das limitações evidenciadas na primeira geração dos OPACs.

9 Melhorias na busca possibilitaram o processo de busca combinada. No entanto, dois problemas permaneceram: a navegação através dos registros era difícil e era necessário trabalhar com diferentes menus para navegar pela base de dados (SILVEIRA, 2003, p. 19). Na terceira geração temos o uso de uma interface que utiliza uma linguagem natural dando possibilidades para que ao usuário desenvolva estratégias de pesquisa, valendose do uso de palavras em linguagem natural. Utiliza interface em linguagem natural permitindo ao usuário criar uma estratégia de busca, utilizando uma frase em linguagem natural. Passou-se também a utilizar interfaces baseadas em modo gráfico, Grafical User Interface (GUI). Passa a ser comum a busca em interfaces simples apresentando resultados próximos aos esperados na estratégia de busca (SILVEIRA, 2003, p ). Com relação aos catálogos on-line na atualidade Levacov salienta que: Hoje em dia, catálogos eletrônicos on-line, conhecidos na Internet como OPACs (On-line Public Access Catalogs) tornaram-se comuns e alguns apresentam interfaces bastante sofisticadas. Prateleiras virtuais reúnem coleções geograficamente dispersas e podem ser construídas instantaneamente por meio de diferentes campos indexadores. O conceito de operadores lógicos booleanos, antes restritos aos profissionais da informação, integram agora, em menos de uma década, o vocabulário dos usuários. A estrutura dos Catálogos em linha depende basicamente da presença de sistemas computadorizados em unidades de informação, pois o seu funcionamento está estritamente relacionado com as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC s). Nas bibliotecas que utilizam esses instrumentos hoje notamos a presença de um servidor responsável pelo armazenamento das informações processadas pelos bibliotecários, no momento da classificação e catalogação, mais adiante elas são transferidas e guardadas neste aparelho para disponibilização on-line dos registros bibliográficos do acervo de uma biblioteca. A função posterior deste servidor então passa a ser o de um intermediador entre o catálogo e o usuário, que poderá ter acesso as informações em casa, em qualquer lugar que tenha acesso a internet ou mesmo na biblioteca por meio de estações de pesquisa. O uso dos softwares desses catálogos também tem relação direta com o sistema de empréstimo e devolução disponibilizado para atendimento dos usuários. Conceitualmente o catálogo on-line não demonstra, na área da ciência da informação, grandes diferenças aos catálogos manuais. Podemos destacar como uma das grandes facilidades destes instrumentos a questão de poderem oferecer catálogos de modo coletivo, ou seja, que permitam recuperar elementos de várias unidades de informação e o

10 mais importante sem o auxílio de bibliotecários de referência presentes em bibliotecas tradicionais. (SILVEIRA, 2003). Na contemporaneidade, a maioria dos OPACs apresenta os resultados em uma lista de termos encontrados. Normalmente a apresentação do registro completo contém informações relativas às obras. Em outra tela é comum ser apresentado a situação de empréstimo do item. GUIs oferecem interfaces baseadas em cliques, ícones e menus suspensos. Vale salientar a relevância atribuída na atualidade à grande velocidade com que se chega à informação pode-se até mesmo tomar como norma para esse caso uma das leis de Ranganathan, onde ele elencava que a biblioteca deve poupar o tempo do usuário. Os recursos utilizados pelos OPACs são evidenciados nos processos de catalogação automatizada que assim como a indexação usa diversos processos criteriosos para o uso das informações gerenciadas. Esse processo permite ao catalogador responsável pelo catalogo on-line de uma biblioteca selecionar as informações que iram descrever os materiais disponibilizados para o uso dos usuários que poderão, por exemplo, recuperar de diversas formas um livro presente no sistema computacional existente atualmente em muitas bibliotecas. Um dos recursos hoje adotados pelos catálogos on-line é a catalogação automatizada com a utilização dos metadados. De uma forma mais simples, pode-se definir metadados como dados codificados e estruturados que descrevem a característica de recurso de informação, sejam eles produtos e serviços. Elementos como autor, título, assunto são exemplos de metadados e podem usados para descrever tanto u livro em um catálogo de uma biblioteca on-line ou não, quanto para descrever uma home Page, uma base de dados ou qualquer outro recurso eletrônico em ambiente web. (ALVES; SOUZA, 2007, p. 22). No processo da catalogação automatizada são extraídos os dados de um documento que serão transformados em uma ficha catalográfica e também em um registro no formato MARC para a alimentação do catálogo on-line e para conseguinte recuperação pelo usuário. Outro recurso utilizado no catálogo online é o formato MARC, que de acordo com Alves e Souza (2007, p.25) tem sua importância no processo de catalogação automatizada, pois:

11 Na catalogação do documento utiliza-se para definir quais são as formas das entradas a serem descritas fisicamente; o próprio documento, os tesauros e as tabelas de classificação auxiliam na definição de seus assuntos. Já, o formato MARC organiza essas informações de forma a serem lidas pelo computador e possibilita a descrição bibliográfica de diferentes tipos de documentos (monografias, arquivo de computador, música, material cartográfico, imagens, software entre outros) O catálogo em linha apresenta todas as características que um catálogo deve ter tal como elenca Mey (1995, p.10): -flexibilidade, que permite inserção de representações de novos itens; exclusão de representações de itens descartados ou perdidos e mudanças nas representações, quando necessário; -facilidade de manuseio, que significa, além da facilidade para ser manuseado propriamente, ter boa sinalização no caso de catálogos manuais, interna e externa; estar em local visível e acessível e apresentar instruções de uso; -portabilidade, que permite ser consultado fora da biblioteca, ou em diferentes locais da biblioteca; -compacidade, que significa ocupar pouco espaço. Apesar da presença dessas vantagens este tipo de catálogo é também o mais sujeito a problemas externos, como por exemplo, na falta de energia elétrica não temos acesso a ele, possíveis problemas técnicos, como no servidor podem impossibilitar até por semanas o uso deste catálogo. Como na web os usuários remotos não têm as mesmas orientações concedidas pelos bibliotecários de referência para ajudá-los a usar o catálogo, têm-se como mais uma problemática manter um tipo de comunicação eficiente entre a interface dos catálogos e os usuários. Dar possibilidades para que eles compreendam melhor como usar os serviços desses instrumentos e possam encontrar as soluções para as suas indagações no menor tempo possível, são empecilhos que podem ser analisados do ponto de vista da usabilidade dos catálogos on-line (SILVEIRA, 2003). Do ponto de vista de que a principal utilização do OPAC seja destinada a um usuário remoto, que, portanto, não pode aproveitar a assistência do bibliotecário, será preciso melhorar seu funcionamento. O OPAC é diferente das bases de dados, em conteúdo e estrutura. Muitas vezes baseia-se em programas próprios (TAMMARO; SALARRELLI, 2008, p. 263). As problemáticas de uso dos OPACs dividem espaço com as vantagens oferecidas, como mencionam os autores Tammaro e Salarrelli (2008, p. 229):

12 O principal problema a ser enfrentado diz respeito aos novos hábitos de pesquisa por parte dos usuários, junto com a necessidade de tornar os catálogos em linha de acesso público (OPACs) ainda mais funcionais e fáceis de usar. A Amazon, o Google e outros mecanismos de busca são os padrões com os quais hoje os catálogos das bibliotecas são comparados do que resulta uma opinião em geral negativa sobre os OPACs. O catálogo da biblioteca é um ótimo instrumento para localizar documentos conhecidos, mas não para identificar e acessar os numerosos recursos digitais que também são disponibilizados pela própria biblioteca, que investe recursos de monta para permitir o acesso a eles. Nas seções seguintes serão elencados alguns exemplos de catálogos on-line, selecionados devido as suas relevâncias na contemporaneidade. Eles foram escolhidos para exemplificar os OPACs a nível regional, nacional e internacional, a saber: o catálogo da rede Pergamum utilizado na Universidade Federal do Pará (UFPA), o Catalogo Coletivo Nacional de Publicações Seriadas do IBICT (CCN) e o Catálogo On-line da Library of Congress. 3.1 Catálogo da rede pergamum O Catalogo da Rede Pergamum (CRP) foi um modelo desenvolvido pelas Pontificias Universidades Católicas do Paraná e do Rio de Janeiro e atualmente é utilizado aproximadamente por 88 instituições abrangendo mais de 2500 bibliotecas e 30 milhões de títulos registrados. O uso deste catálogo faz com que os usuários possam ter acesso a uma grande infinidade de obras pertencentes aos acervos das instituições integrantes da Rede Pergamum. Segundo Ferreira (2009, p.70) a Rede Pergamum: É uma rede formada por instituições usuárias do software Pergamum (Sistema Integrado de Bibliotecas). Tendo por objetivo melhorar a qualidade dos serviços oferecidos aos usuários. Tem a incubência de promover a cooperação dos serviços de tratamento e o compartilhamento de recursos de busca da informação. Podemos fazer buscas neste instrumento de modo rápido (por autor, título e assunto), da forma booleana, autoridade, multimeios, periódicos e índice. Vale destacar esse exemplo como um de nível regional haja vista que no estado do Pará ele é utilizado na Universidade Federal do Pará (UFPA), Universidade Estadual do Pará (UEPA), Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJ), Cetro de Ensino Superior e Desenvolvimento e Arquidiocese de Belém.

13 3.2 Catálogo coletivo nacional O Catálogo Coletivo Nacional de Publicações Seriadas, é um produto desenvolvido e gerenciado pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), apresenta características que o classifica como um catalogo on-line de uma rede cooperativa utilizada por bibliotecas localizadas em território brasileiro. Tem como principal função possibilitar o acesso às publicações periódicas cientificas, reunindo ao mesmo tempo informações sobre diversos catálogos mantidos pelas principais unidades de informação do país em um único catálogo coletivo e nacional de acesso público. O acesso ao CCN é realizado por intermédio do endereço eletrônico 3.3 Catálogo on-line da library of congress Segundo Galo (2008 apud Ferreira, 2009, p. 89) a Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos: É a maior biblioteca do mundo, e sua missão é manter um programa de intercâmbio de informações bibliográficas integrando as facilidades de automação aos trabalhos de representação descritiva. A referida biblioteca é considerada uma base servidora de registros por ter um vasto banco de dados, onde outras bibliotecas aproveitam informações, evitando retrabalho de catalogação. O catálogo on-line da Library of Congress (LC) é um dos catálogos em linha mais relevantes existentes na atualidade. O catálogo da LC apresenta um acervo de aproximadamente 14 milhões de registros de livros, periódicos, arquivos de computador, manuscritos, material cartográfico, música, gravações sonoras, visuais e materiais. Neste OPAC é possível fazer pesquisas de forma básica e avançada Na básica por meio de uma caixa de pesquisa contendo os seguintes campos: título do autor, assunto, número de chamada, LCCN, ISSN ou ISBN e palavras-chave. Na avançada utilizando formulários e também menus. Nela as pesquisas são desenvolvidas por palavras-chave, índices específicos e combinação de palavras por meio de operadores booleanos.

O propósito deste trabalho foi o de apresentar os programas de. catalogação cooperativa, centralizada e catalogação-na-publicação, os quais,

O propósito deste trabalho foi o de apresentar os programas de. catalogação cooperativa, centralizada e catalogação-na-publicação, os quais, 138 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS O propósito deste trabalho foi o de apresentar os programas de catalogação cooperativa, centralizada e catalogação-na-publicação, os quais, são sistemas de alimentação de catálogos

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE GRADUAÇÃO EM BIBLIOTECONOMIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE GRADUAÇÃO EM BIBLIOTECONOMIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO CURSO DE GRADUAÇÃO EM BIBLIOTECONOMIA ALINE CRISTINA DE FREITAS ANA CLÁUDIA ZANDAVALLE CAMILA RIBEIRO VALERIM FERNANDO DA COSTA PEREIRA

Leia mais

Guia Básico de Utilização da Biblioteca Virtual da FAPESP. Thais Fernandes de Morais Fabiana Andrade Pereira

Guia Básico de Utilização da Biblioteca Virtual da FAPESP. Thais Fernandes de Morais Fabiana Andrade Pereira Guia Básico de Utilização da Biblioteca Virtual da FAPESP Thais Fernandes de Morais Fabiana Andrade Pereira Centro de Documentação e Informação da FAPESP São Paulo 2015 Sumário Introdução... 2 Objetivos...

Leia mais

POLÍTICA DE EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA DA FAIP

POLÍTICA DE EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA DA FAIP POLÍTICA DE EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA DA FAIP 1. POLÍTICA DE EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA DA FAIP 1.1. Objetivos Nas últimas décadas as bibliotecas passaram por mudanças

Leia mais

Biblioteca Virtual: Atualidade e Perspectivas 1. Guilhermina de Melo Terra 2. Universidade Federal do Amazonas

Biblioteca Virtual: Atualidade e Perspectivas 1. Guilhermina de Melo Terra 2. Universidade Federal do Amazonas Biblioteca Virtual: Atualidade e Perspectivas 1 Guilhermina de Melo Terra 2 Universidade Federal do Amazonas Resumo Discute o processo de produção, armazenamento e disseminação da informação que se encontra

Leia mais

Mesa Redonda Novas agendas de atuação e os perfis profissionais em bibliotecas universitárias

Mesa Redonda Novas agendas de atuação e os perfis profissionais em bibliotecas universitárias Mesa Redonda Novas agendas de atuação e os perfis profissionais em bibliotecas universitárias Profa. Dra. Lillian Maria Araújo de Rezende Alvares Coordenadora-Geral de Pesquisa e Manutenção de Produtos

Leia mais

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso

Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Carta para a Preservação do Patrimônio Arquivístico Digital Preservar para garantir o acesso Considerando que a informação arquivística, produzida, recebida, utilizada e conservada em sistemas informatizados,

Leia mais

Portal de Periódicos Capes

Portal de Periódicos Capes Portal de Periódicos Capes www.periodicos.capes.gov.br/ O que é o Portal de Periódicos? A maior biblioteca virtual de informação científica do mundo: Mais de 36.000 títulos de revistas acadêmicas (periódicos)

Leia mais

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DOS CARGOS

DESCRIÇÃO DAS ATIVIDADES DOS CARGOS DENOMINAÇÃO DO CARGO: AUXILIAR DE BIBLIOTECA NÍVEL DE CLASSIFICAÇÃO: C DESCRIÇÃO DE ATIVIDADES TÍPICAS DO CARGO: Organizar, manter e disponibilizar os acervos bibliográficos para docentes, técnicos e alunos;

Leia mais

Software. Bem vindo ao mundo do GED e Tecnologias Digitais. Gerenciamento Eletrônico de Documentos, Softwares, e muito mais...

Software. Bem vindo ao mundo do GED e Tecnologias Digitais. Gerenciamento Eletrônico de Documentos, Softwares, e muito mais... Software www.imagecomnet.com.br Bem vindo ao mundo do GED e Tecnologias Digitais Gerenciamento Eletrônico de Documentos, Softwares, e muito mais... A Empresa A Imagecom, uma empresa conceituada no ramo

Leia mais

SOCIEDADE CULTURAL E EDUCACIONAL DE ITAPEVA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E AGRÁRIAS DE ITAPEVA

SOCIEDADE CULTURAL E EDUCACIONAL DE ITAPEVA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E AGRÁRIAS DE ITAPEVA SOCIEDADE CULTURAL E EDUCACIONAL DE ITAPEVA FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E AGRÁRIAS DE ITAPEVA POLÍTICA DE EXPANSÃO E ATUALIZAÇÃO DO ACERVO DA BIBLIOTECA DA FAIT ITAPEVA, 2015 1 SUMÁRIO 1. POLÍTICA DE

Leia mais

FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ BIREME - OPAS - OMS CENTRO DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA CICT PROJETO BVS DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS BRASIL

FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ BIREME - OPAS - OMS CENTRO DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA CICT PROJETO BVS DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS BRASIL FUNDAÇÃO OSWALDO CRUZ - OPAS - OMS CENTRO DE INFORMAÇÃO CIENTÍFICA E TECNOLÓGICA CICT PROJETO BVS DOENÇAS INFECCIOSAS E PARASITÁRIAS BRASIL Rio de Janeiro 2002 Doenças Infecciosas e Parasitárias na BVS

Leia mais

1. Biblioteca. 2. Infra-Estrutura. 2.1 Espaço físico

1. Biblioteca. 2. Infra-Estrutura. 2.1 Espaço físico Biblioteca UPIS 1 SUMÁRIO 1. Biblioteca... 3 2. Infra-Estrutura... 3 2.1 Espaço físico... 3 Campus I... 3 Instalações para estudos individuais... 3 Instalações para estudos em grupo... 3 3. Acervo Bibliográfico...

Leia mais

Critérios para certificação de Sites SciELO: critérios, política e procedimentos para a classificação e certificação dos sites da Rede SciELO

Critérios para certificação de Sites SciELO: critérios, política e procedimentos para a classificação e certificação dos sites da Rede SciELO Critérios para certificação de Sites SciELO: critérios, política e procedimentos para a classificação e certificação dos sites da Rede SciELO Versão Março 2008 1 Introdução Este documento tem por objetivo

Leia mais

Biblioteca digital: novo paradigma da informação

Biblioteca digital: novo paradigma da informação Biblioteca digital: novo paradigma da informação Murilo Bastos da Cunha Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Brasília, DF E-mail: murilobc@unb.br Introdução A Internet está revolucionando

Leia mais

www.periodicos.capes.gov.br Treinamento no uso do Portal de Periódicos UFCG, outubro de 2012

www.periodicos.capes.gov.br Treinamento no uso do Portal de Periódicos UFCG, outubro de 2012 Portal CAPES www.periodicos.capes.gov.br Treinamento no uso do Portal de Periódicos UFCG, outubro de 2012 Estrutura da apresentação 1. Breve histórico 2. Conceitos básicos 3. Finalidade do Portal 4. Informações

Leia mais

Informatização e software para bibliotecas comunitárias

Informatização e software para bibliotecas comunitárias Informatização e software para bibliotecas comunitárias Lorena Tavares de Paula Diante da configuração social, na qual o acesso ao computador tornou-se um elemento presente na vida cotidiana de um número

Leia mais

BIBLIOTECA DIGITAL DE TESES E DISSERTAÇÕES E OS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO: UMA INTERAÇÃO NECESSÁRIA

BIBLIOTECA DIGITAL DE TESES E DISSERTAÇÕES E OS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO: UMA INTERAÇÃO NECESSÁRIA BIBLIOTECA DIGITAL DE TESES E DISSERTAÇÕES E OS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO: UMA INTERAÇÃO NECESSÁRIA Cláudia Oliveira de Moura Bueno 1, Odete Jacomini da Silva 1 Liliane Juvência Azevedo Ferreira 1 Bibliotecárias,

Leia mais

Sociedade do Conhecimento

Sociedade do Conhecimento Gerenciamento (Gestão) Eletrônico de Documentos GED Introdução Gerenciamento Eletrônico de Documentos - GED Sociedade do Conhecimento Nunca se produziu tanto documento e se precisou de tanta velocidade

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO. Organização: Evanildo Vieira dos Santos Bibliotecário CRB7-4861

MANUAL DO USUÁRIO. Organização: Evanildo Vieira dos Santos Bibliotecário CRB7-4861 MANUAL DO USUÁRIO Organização: Evanildo Vieira dos Santos Bibliotecário CRB7-4861 Rio de Janeiro INPI/CEDIN 2014 BIBLIOTECA DO INPI Vinculada ao Centro de Disseminação da Informação Tecnológica (CEDIN),

Leia mais

Falando sobre RDA. O que é e o que podemos esperar do novo código de catalogação

Falando sobre RDA. O que é e o que podemos esperar do novo código de catalogação VII Seminário Brasileiro de Bibliotecas das Instituições da Rede de Educação Profissional Cientifica e Tecnológica III Encontro de Bibliotecários no IFSuldeMinas Falando sobre RDA O que é e o que podemos

Leia mais

Portal Contador Parceiro

Portal Contador Parceiro Portal Contador Parceiro Manual do Usuário Produzido por: Informática Educativa 1. Portal Contador Parceiro... 03 2. Acesso ao Portal... 04 3. Profissionais...11 4. Restrito...16 4.1 Perfil... 18 4.2 Artigos...

Leia mais

O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas

O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas O advento das mídias sociais digitais e o mercado de trabalho para o profissional de relações públicas Julie Caroline de Alcântara Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP E-mail: juliealcantara.31@gmail.com

Leia mais

Módulo 4: Gerenciamento de Dados

Módulo 4: Gerenciamento de Dados Módulo 4: Gerenciamento de Dados 1 1. CONCEITOS Os dados são um recurso organizacional decisivo que precisa ser administrado como outros importantes ativos das empresas. A maioria das organizações não

Leia mais

PENSAR O LIVRO 6. Legal modelos desenvolvidos na Europa para a digitalização, armazenamento, o registo e acesso a material digital em bibliotecas

PENSAR O LIVRO 6. Legal modelos desenvolvidos na Europa para a digitalização, armazenamento, o registo e acesso a material digital em bibliotecas PENSAR O LIVRO 6 Fórum Ibero-americano sobre o livro, a leitura e as bibliotecas na sociedade do conhecimento Junho 2009 Legal modelos desenvolvidos na Europa para a digitalização, armazenamento, o registo

Leia mais

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO ÁREA DE DOCUMENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO SETOR DE PROCESSAMENTO TÉCNICO DA BIBLIOTECA CÉSAR SALGADO PROJETO

MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO ÁREA DE DOCUMENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO SETOR DE PROCESSAMENTO TÉCNICO DA BIBLIOTECA CÉSAR SALGADO PROJETO MINISTÉRIO PÚBLICO DO ESTADO DE SÃO PAULO ÁREA DE DOCUMENTAÇÃO E DIVULGAÇÃO SETOR DE PROCESSAMENTO TÉCNICO DA BIBLIOTECA CÉSAR SALGADO PROJETO CRIAÇÃO DO SETOR DE PROCESSAMENTO TÉCNICO DA BIBLIOTECA CÉSAR

Leia mais

Utilização de Técnicas de Recuperação da Informação na Construção de uma Ferramenta de Busca em Documentos do Arquivo Público de Biguaçu

Utilização de Técnicas de Recuperação da Informação na Construção de uma Ferramenta de Busca em Documentos do Arquivo Público de Biguaçu Utilização de Técnicas de Recuperação da Informação na Construção de uma Ferramenta de Busca em Documentos do Arquivo Público de Biguaçu Alessandro Mueller alessandro@univali.br UNIVALI Luiz Gonzaga Ferreira

Leia mais

Como navegar no mar de informações para atender as demandas de um escritório jurídico e seus clientes case Escritório Veirano

Como navegar no mar de informações para atender as demandas de um escritório jurídico e seus clientes case Escritório Veirano Como navegar no mar de informações para atender as demandas de um escritório jurídico e seus clientes case Escritório Veirano Cristina Lerina Patrícia Rocha Eusebia Diniz Simone Bispo edoc 2015 Rio de

Leia mais

EDITORAÇÃO ELETRÔNICA DE PERIÓDICOS DA ÁREA DE BIBLIOTECONOMIA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO: A UTILIZAÇÃO DE SOFTWARE LIVRE

EDITORAÇÃO ELETRÔNICA DE PERIÓDICOS DA ÁREA DE BIBLIOTECONOMIA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO: A UTILIZAÇÃO DE SOFTWARE LIVRE EDITORAÇÃO ELETRÔNICA DE PERIÓDICOS DA ÁREA DE BIBLIOTECONOMIA E CIÊNCIA DA INFORMAÇÃO: A UTILIZAÇÃO DE SOFTWARE LIVRE Eliane Apolinário Vieira Priscila Marylin de Almeida Arlete Inocencia Menezes Roni

Leia mais

T U T O R I A I S WEB OF SCIENCE TUTORIAL. Biblioteca da Escola de Engenharia da UFRGS. WEB OF SCIENCE - Tutorial

T U T O R I A I S WEB OF SCIENCE TUTORIAL. Biblioteca da Escola de Engenharia da UFRGS. WEB OF SCIENCE - Tutorial T U T O R I A I S WEB OF SCIENCE TUTORIAL Biblioteca da Escola de Engenharia da UFRGS WEB OF SCIENCE - Tutorial O que é? O Web of Science é uma base de dados que disponibiliza acesso a mais de 9.200 títulos

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL

TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL TRIBUNAL DE CONTAS DO DISTRITO FEDERAL TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA E ANALISTA (EXCETO PARA O CARGO 4 e 8) GABARITO 1. (CESPE/2013/MPU/Conhecimentos Básicos para os cargos 34 e 35) Com a cloud computing,

Leia mais

ATENDIMENTO AO USUÁRIO ATRAVÉS DE CHAT: a experiência da biblioteca da PUC-RIO

ATENDIMENTO AO USUÁRIO ATRAVÉS DE CHAT: a experiência da biblioteca da PUC-RIO TRABALHO ORAL IMPACTO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO NA GESTÃO DA BIBLIOTECA UNIVERSITÁRIA Dimensionamento dos impactos dos serviços digitais na Biblioteca ATENDIMENTO AO USUÁRIO ATRAVÉS DE CHAT: a experiência

Leia mais

PROJETO FEDERAÇÃO LUSÓFONA DE BIBLIOTECAS DIGITAIS EM CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO

PROJETO FEDERAÇÃO LUSÓFONA DE BIBLIOTECAS DIGITAIS EM CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO PROJETO FEDERAÇÃO LUSÓFONA DE BIBLIOTECAS DIGITAIS EM CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO Ferreira, S. M. S.P. 1 Universidade de São Paulo, Escola de Comunicações de Artes Weitzel, S. R. 2 Universidade Federal do

Leia mais

Noções introdutórias de Marc 21 Formato Bibliográfico. Ana Braga Bibliotecária CRB7-4776 BPM - UFF Ana Paula Lima Bibliotecária CRB7-5618 BCG - UFF

Noções introdutórias de Marc 21 Formato Bibliográfico. Ana Braga Bibliotecária CRB7-4776 BPM - UFF Ana Paula Lima Bibliotecária CRB7-5618 BCG - UFF Noções introdutórias de Marc 21 Formato Bibliográfico Ana Braga Bibliotecária CRB7-4776 BPM - UFF Ana Paula Lima Bibliotecária CRB7-5618 BCG - UFF Introdução: Marc 21 O formato MARC 21 (Machine Readable

Leia mais

BIBLIOTECAS DIGITAIS: CONCEITOS E PLANEJAMENTO. Liliana Giusti Serra

BIBLIOTECAS DIGITAIS: CONCEITOS E PLANEJAMENTO. Liliana Giusti Serra BIBLIOTECAS DIGITAIS: CONCEITOS E PLANEJAMENTO Liliana Giusti Serra INFORMAÇÃO - NOVA ECONOMIA Ciência da Informação Ciência da Computação CONTEÚDO Tecnologia de Rede BIBLIOTECAS DIGITAIS Interoperabilidade

Leia mais

Biblioteca Digital da UNIVATES utilizando a ferramenta DSpace. Alexandre Stürmer Wolf, Ana Paula Lisboa Monteiro, Willian Valmorbida

Biblioteca Digital da UNIVATES utilizando a ferramenta DSpace. Alexandre Stürmer Wolf, Ana Paula Lisboa Monteiro, Willian Valmorbida Biblioteca Digital da UNIVATES utilizando a ferramenta DSpace Alexandre Stürmer Wolf, Ana Paula Lisboa Monteiro, Willian Valmorbida Roteiro Biblioteca Digital da UNIVATES Bibliotecas: Conceitos Metas da

Leia mais

Novell. Novell Teaming 1.0. novdocx (pt-br) 6 April 2007 EXPLORAR O PORTLET BEM-VINDO DESCUBRA SEU CAMINHO USANDO O NOVELL TEAMING NAVIGATOR

Novell. Novell Teaming 1.0. novdocx (pt-br) 6 April 2007 EXPLORAR O PORTLET BEM-VINDO DESCUBRA SEU CAMINHO USANDO O NOVELL TEAMING NAVIGATOR Novell Teaming - Guia de início rápido Novell Teaming 1.0 Julho de 2007 INTRODUÇÃO RÁPIDA www.novell.com Novell Teaming O termo Novell Teaming neste documento se aplica a todas as versões do Novell Teaming,

Leia mais

FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO CORPORATIVA

FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO CORPORATIVA FERRAMENTAS DE COLABORAÇÃO CORPORATIVA Manual de Utilização Google Grupos Sumário (Clique sobre a opção desejada para ir direto à página correspondente) Utilização do Google Grupos Introdução... 3 Página

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA SISTEMA DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS TUTORIAL CATALOGO PERGAMUM

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA SISTEMA DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS TUTORIAL CATALOGO PERGAMUM UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA SISTEMA DE BIBLIOTECAS UNIVERSITÁRIAS TUTORIAL CATALOGO PERGAMUM Elaboração: Karyn Munyk Lehmkuhl Acadêmica da 9ª do curso de Biblioteconomia UFSC - Semestre 2003/2

Leia mais

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE

CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE CAPITULO 4 A ARQUITETURA LÓGICA PARA O AMBIENTE A proposta para o ambiente apresentada neste trabalho é baseada no conjunto de requisitos levantados no capítulo anterior. Este levantamento, sugere uma

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções)

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

FONTES OU RECURSOS DE INFORMAÇÃO: CATEGORIAS E EVOLUÇÃO CONCEITUAL * 1. TENTANDO CLARIFICAR QUESTÕES CONCEITUAIS E DE TRADUÇÃO

FONTES OU RECURSOS DE INFORMAÇÃO: CATEGORIAS E EVOLUÇÃO CONCEITUAL * 1. TENTANDO CLARIFICAR QUESTÕES CONCEITUAIS E DE TRADUÇÃO 1 FONTES OU RECURSOS DE INFORMAÇÃO: CATEGORIAS E EVOLUÇÃO CONCEITUAL * Lena Vania Ribeiro Pinheiro, IBICT 1. TENTANDO CLARIFICAR QUESTÕES CONCEITUAIS E DE TRADUÇÃO Alguns termos técnicos de Ciência da

Leia mais

Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Ciências da Educação Departamento de Ciência da Informação

Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Ciências da Educação Departamento de Ciência da Informação Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Ciências da Educação Departamento de Ciência da Informação Daniela Sardá da Conceição Juliana Ribeiro Letícia Jansen Gonçalves IMPLEMENTAÇÃO SOFTWARE EMPRESA

Leia mais

MUSEU DA COMPUTAÇÃO DA UEPG: O QUE É O MUSEU VIRTUAL

MUSEU DA COMPUTAÇÃO DA UEPG: O QUE É O MUSEU VIRTUAL 9. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( X) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

CAPÍTULO 4. AG8 Informática

CAPÍTULO 4. AG8 Informática 2ª PARTE CAPÍTULO 4 Este capítulo têm como objetivo: 1. Tratar das etapas do projeto de um Website 2. Quais os profissionais envolvidos 3. Administração do site 4. Dicas para não cometer erros graves na

Leia mais

Como Configurar Catálogos de Correio Eletrônico com o MDaemon 6.0

Como Configurar Catálogos de Correio Eletrônico com o MDaemon 6.0 Como Configurar Catálogos de Correio Eletrônico com o MDaemon 6.0 Alt-N Technologies, Ltd 1179 Corporate Drive West, #103 Arlington, TX 76006 Tel: (817) 652-0204 2002 Alt-N Technologies. Todos os Direitos

Leia mais

PROPOSTA DE UM MODELO DE SISTEMA HIPERMÍDIA PARA APRESENTAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO

PROPOSTA DE UM MODELO DE SISTEMA HIPERMÍDIA PARA APRESENTAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO PROPOSTA DE UM MODELO DE SISTEMA HIPERMÍDIA PARA APRESENTAÇÃO DO CURSO DE CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Fabiana Pacheco Lopes 1 1 Universidade Presidente Antônio Carlos (UNIPAC) fabipl_21@yahoo.com.br Resumo.Este

Leia mais

ACESSO AO PORTAL DE PERIÓDICOS DA CAPES APRESENTAÇÃO

ACESSO AO PORTAL DE PERIÓDICOS DA CAPES APRESENTAÇÃO Tutorial de Pesquisa do Portal de Periódicos da CAPES Manaus 2014 ACESSO AO PORTAL DE PERIÓDICOS DA CAPES APRESENTAÇÃO A Biblioteca Aderson Dutra da Universidade Nilton Lins disponibiliza um moderno conjunto

Leia mais

Criação de Consultas e Relatórios no Access CRIAÇÃO DE CONSULTAS E RELATÓRIOS NO ACCESS

Criação de Consultas e Relatórios no Access CRIAÇÃO DE CONSULTAS E RELATÓRIOS NO ACCESS Criação de Consultas e Relatórios no Access CRIAÇÃO DE CONSULTAS E RELATÓRIOS NO ACCESS Sumário Conceitos / Autores chave... 3 1. Introdução... 4 2. Consultas... 5 3. Relatórios... 8 4. Conclusões... 11

Leia mais

IMPORTÂNCIA DOS PADRÕES DE DESENVOLVIMENTO WEB

IMPORTÂNCIA DOS PADRÕES DE DESENVOLVIMENTO WEB IMPORTÂNCIA DOS PADRÕES DE DESENVOLVIMENTO WEB Isadora dos Santos Rodrigues, Tiago Piperno Bonetti Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil isadora.santosrodrigues@hotmail.com, bonetti@unipar.br

Leia mais

PESQUISA DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS E CIENTÍFICAS NA INTERNET. OLIVEIRA, Simone Lucas Gonçalves de

PESQUISA DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS E CIENTÍFICAS NA INTERNET. OLIVEIRA, Simone Lucas Gonçalves de PESQUISA DE INFORMAÇÕES TÉCNICAS E CIENTÍFICAS NA INTERNET OLIVEIRA, Simone Lucas Gonçalves de SUMÁRIO ÍNDICE DE ILUSTRAÇÕES... 3 1. INTRODUÇÃO... 4 2. CONCEITOS SOBRE A INTERNET... 4 3. ESTRATÉGIAS DE

Leia mais

ROTEIRO PARA CLASSIFICAÇÃO DE LIVROS Avaliação dos Programas de Pós graduação

ROTEIRO PARA CLASSIFICAÇÃO DE LIVROS Avaliação dos Programas de Pós graduação ROTEIRO PARA CLASSIFICAÇÃO DE LIVROS Avaliação dos Programas de Pós graduação Aprovada na 111ª Reunião do CTC de 24 de agosto de 2009 Considerações preliminares O propósito deste roteiro é estabelecer

Leia mais

Administração pela Web Para MDaemon 6.0

Administração pela Web Para MDaemon 6.0 Administração pela Web Para MDaemon 6.0 Alt-N Technologies, Ltd 1179 Corporate Drive West, #103 Arlington, TX 76006 Tel: (817) 652-0204 2002 Alt-N Technologies. Todos os Direitos Reservados. Os nomes de

Leia mais

05/05/2015. Recuperação de Informação

05/05/2015. Recuperação de Informação Recuperação de Informação Recuperação de Informação Recuperar consiste em identificar, em um conjunto de documentos (corpus), quais atendem à necessidade de do usuário. O usuário de um sistema de recuperação

Leia mais

Metadados. 1. Introdução. 2. O que são Metadados? 3. O Valor dos Metadados

Metadados. 1. Introdução. 2. O que são Metadados? 3. O Valor dos Metadados 1. Introdução O governo é um dos maiores detentores de recursos da informação. Consequentemente, tem sido o responsável por assegurar que tais recursos estejam agregando valor para os cidadãos, as empresas,

Leia mais

OBSERVATÓRIO DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO. Palavras-chave: Gestão da Informação. Gestão do conhecimento. OGI. Google alertas. Biblioteconomia.

OBSERVATÓRIO DE GESTÃO DA INFORMAÇÃO. Palavras-chave: Gestão da Informação. Gestão do conhecimento. OGI. Google alertas. Biblioteconomia. XIV Encontro Regional dos Estudantes de Biblioteconomia, Documentação, Ciência da Informação e Gestão da Informação - Região Sul - Florianópolis - 28 de abril a 01 de maio de 2012 RESUMO OBSERVATÓRIO DE

Leia mais

Ajuda ao SciEn-Produção 1. 1. O Artigo Científico da Pesquisa Experimental

Ajuda ao SciEn-Produção 1. 1. O Artigo Científico da Pesquisa Experimental Ajuda ao SciEn-Produção 1 Este texto de ajuda contém três partes: a parte 1 indica em linhas gerais o que deve ser esclarecido em cada uma das seções da estrutura de um artigo cientifico relatando uma

Leia mais

Há mais de 10 anos ajudando igrejas de todo o Brasil a se fortalecer, crescer e cumprir sua missão. Marcos Antonio Bassoli

Há mais de 10 anos ajudando igrejas de todo o Brasil a se fortalecer, crescer e cumprir sua missão. Marcos Antonio Bassoli Informatize sua igreja com a Gileade Sistemas! A empresa A Gileade Sistemas busca o que há de melhor em tecnologia para oferecer às igrejas soluções que auxiliem na organização administrativa e que possam,

Leia mais

Novell Vibe 4.0. Março de 2015. Inicialização Rápida. Iniciando o Novell Vibe. Conhecendo a interface do Novell Vibe e seus recursos

Novell Vibe 4.0. Março de 2015. Inicialização Rápida. Iniciando o Novell Vibe. Conhecendo a interface do Novell Vibe e seus recursos Novell Vibe 4.0 Março de 2015 Inicialização Rápida Quando você começa a usar o Novell Vibe, a primeira coisa a se fazer é configurar sua área de trabalho pessoal e criar uma área de trabalho de equipe.

Leia mais

Novell Vibe 3.4. Novell. 1º de julho de 2013. Inicialização Rápida. Iniciando o Novell Vibe. Conhecendo a interface do Novell Vibe e seus recursos

Novell Vibe 3.4. Novell. 1º de julho de 2013. Inicialização Rápida. Iniciando o Novell Vibe. Conhecendo a interface do Novell Vibe e seus recursos Novell Vibe 3.4 1º de julho de 2013 Novell Inicialização Rápida Quando você começa a usar o Novell Vibe, a primeira coisa a se fazer é configurar sua área de trabalho pessoal e criar uma área de trabalho

Leia mais

INTRODUÇÃO A PORTAIS CORPORATIVOS

INTRODUÇÃO A PORTAIS CORPORATIVOS INTRODUÇÃO A PORTAIS CORPORATIVOS Conectt i3 Portais Corporativos Há cinco anos, as empresas vêm apostando em Intranet. Hoje estão na terceira geração, a mais interativa de todas. Souvenir Zalla Revista

Leia mais

5 Mecanismo de seleção de componentes

5 Mecanismo de seleção de componentes Mecanismo de seleção de componentes 50 5 Mecanismo de seleção de componentes O Kaluana Original, apresentado em detalhes no capítulo 3 deste trabalho, é um middleware que facilita a construção de aplicações

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DA BIBLIOTECA VIRTUAL DO INSTITUTO CEPA: RELATO DA EXPERIÊNCIA 1. Ilmar Borchardt Amélia Silva de Oliveira Danilo Pereira Édina Nami Regis

IMPLANTAÇÃO DA BIBLIOTECA VIRTUAL DO INSTITUTO CEPA: RELATO DA EXPERIÊNCIA 1. Ilmar Borchardt Amélia Silva de Oliveira Danilo Pereira Édina Nami Regis IMPLANTAÇÃO DA BIBLIOTECA VIRTUAL DO INSTITUTO CEPA: RELATO DA EXPERIÊNCIA 1 Ilmar Borchardt Amélia Silva de Oliveira Danilo Pereira Édina Nami Regis Resumo Descreve a implantação da Biblioteca Virtual

Leia mais

Manual da Turma Virtual: MATERIAIS. Para acessar a turma virtual com o perfil Docente, siga o caminho indicado abaixo:

Manual da Turma Virtual: MATERIAIS. Para acessar a turma virtual com o perfil Docente, siga o caminho indicado abaixo: Manual da Turma Virtual: MATERIAIS Para acessar a turma virtual com o perfil Docente, siga o caminho indicado abaixo: MENU TURMA VIRTUAL MENU MATERIAIS CONTEÚDO/PÁGINA WEB Esta operação possibilita que

Leia mais

Sistema Eletrônico de Editoração de RevistasSEER

Sistema Eletrônico de Editoração de RevistasSEER Sistema Eletrônico de Editoração de RevistasSEER O SEER foi traduzido e customizado pelo Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT) baseado no software desenvolvido pelo Public

Leia mais

Proposta do projeto de extensão: Inclusão digital dos softwares livres na comunidade escolar da rede pública em Aracaju SE

Proposta do projeto de extensão: Inclusão digital dos softwares livres na comunidade escolar da rede pública em Aracaju SE Proposta do projeto de extensão: Inclusão digital dos softwares livres na comunidade escolar da rede pública em Aracaju SE Resumo O projeto tem como objetivo principal promover a inclusão digital dos softwares

Leia mais

BUSCANDO SOLUÇÕES PARA TRABALHAR O ACERVO FÍSICO, DIGITAL E VIRTUAL NUM MESMO AMBIENTE: UTILIZANDO O SOFTWARE PERGAMUM. RESUMO

BUSCANDO SOLUÇÕES PARA TRABALHAR O ACERVO FÍSICO, DIGITAL E VIRTUAL NUM MESMO AMBIENTE: UTILIZANDO O SOFTWARE PERGAMUM. RESUMO BUSCANDO SOLUÇÕES PARA TRABALHAR O ACERVO FÍSICO, DIGITAL E VIRTUAL NUM MESMO AMBIENTE: UTILIZANDO O SOFTWARE PERGAMUM. Ana Cláudia Philippi Cristiane Salvan Machado Eliane Back Hadra Mônica Kuester Marcio

Leia mais

Emir José Suaiden Professor e pesquisador da Universidade de Brasília Diretor do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia - Ibict

Emir José Suaiden Professor e pesquisador da Universidade de Brasília Diretor do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia - Ibict SERVIÇOS DE REFERÊNCIA: NAS TRILHAS DA WEB Emir José Suaiden Professor e pesquisador da Universidade de Brasília Diretor do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia - Ibict No processo

Leia mais

de sistemas para recuperação de informação em interfaces de bibliotecas online.

de sistemas para recuperação de informação em interfaces de bibliotecas online. 1 Introdução Na época atual, as certezas definitivas já deram sinais de cansaço e à medida que avança a tecnologia, a sociedade se reformula. O conhecimento estabelecido durante séculos antes confinados

Leia mais

Sistema Online de Gerenciamento de Dados Clínicos Utilizando RIA (Rich Internet Applications)

Sistema Online de Gerenciamento de Dados Clínicos Utilizando RIA (Rich Internet Applications) Sistema Online de Gerenciamento de Dados Clínicos Utilizando RIA (Rich Internet Applications) ANTUNES, M. S.¹, SILVA, R. E. S. 2 (orientadora) ¹ Faculdade de Tecnologia Senac Pelotas RS (FATEC-PEL) Rua

Leia mais

Rational Quality Manager. Nome: Raphael Castellano Campus: AKXE Matrícula: 200601124831

Rational Quality Manager. Nome: Raphael Castellano Campus: AKXE Matrícula: 200601124831 Rational Quality Manager Nome: Raphael Castellano Campus: AKXE Matrícula: 200601124831 1 Informações Gerais Informações Gerais sobre o RQM http://www-01.ibm.com/software/awdtools/rqm/ Link para o RQM https://rqmtreina.mvrec.local:9443/jazz/web/console

Leia mais

Manual do Usuário. E-DOC Peticionamento Eletrônico TST

Manual do Usuário. E-DOC Peticionamento Eletrônico TST E-DOC Peticionamento APRESENTAÇÃO O sistema E-DOC substituirá o atual sistema existente. Este sistema permitirá o controle de petições que utiliza certificado digital para autenticação de carga de documentos.

Leia mais

A criação do projeto laboratório biblioteca digital como estratégia de ensino da disciplina bibliotecas arquivos e museus digitais

A criação do projeto laboratório biblioteca digital como estratégia de ensino da disciplina bibliotecas arquivos e museus digitais Powered by TCPDF (www.tcpdf.org) A criação do projeto laboratório biblioteca digital como estratégia de ensino da disciplina bibliotecas arquivos e museus digitais Célia da Consolação Dias (ECI/UFMG) -

Leia mais

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid)

Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Tipos de Sistemas Distribuídos (Cluster e Grid) Sistemas Distribuídos Mauro Lopes Carvalho Silva Professor EBTT DAI Departamento de Informática Campus Monte Castelo Instituto Federal de Educação Ciência

Leia mais

A Evolução dos Sistemas Operacionais

A Evolução dos Sistemas Operacionais Capítulo 3 A Evolução dos Sistemas Operacionais Neste capítulo, continuaremos a tratar dos conceitos básicos com a intensão de construirmos, agora em um nível mais elevado de abstração, o entendimento

Leia mais

Instituto de Computação Universidade Federal Fluminense

Instituto de Computação Universidade Federal Fluminense Gerência da tutoria - o diferencial em uma plataforma on-line Luiz Valter Brand Gomes* Rosângela Lopes Lima* Filipe Ancelmo Saramago* Rodrigo Telles Costa* Instituto de Computação Universidade Federal

Leia mais

Produção de Vídeo: Uma Proposta para Gestão de Acervo 1. Instituição: Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais

Produção de Vídeo: Uma Proposta para Gestão de Acervo 1. Instituição: Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais Produção de Vídeo: Uma Proposta para Gestão de Acervo 1 Flávia da Costa Medina 2 Juliana Lima Eduardo 3 Adriane Maria Arantes de Carvalho 4 Instituição: Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais

Leia mais

Desenvolvimento de um software de gerenciamento de projetos para utilização na Web

Desenvolvimento de um software de gerenciamento de projetos para utilização na Web Resumo. Desenvolvimento de um software de gerenciamento de projetos para utilização na Web Autor: Danilo Humberto Dias Santos Orientador: Walteno Martins Parreira Júnior Bacharelado em Engenharia da Computação

Leia mais

Plano de Utilização do Acervo e Acessos

Plano de Utilização do Acervo e Acessos FACULDADE DE RONDÔNIA INSTITUTO JOÃO NEÓRICO Plano de Utilização do Acervo e Acessos SUMÁRIO 1 OBJETIVO GERAL...2 2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS...2 3. ABRANGÊNCIA...2 4. BIBLIOTECA...2 4.1 Espaço Físico...4

Leia mais

Novell Teaming 2.0. Novell. 29 de julho de 2009. Início Rápido. Iniciando o Novell Teaming. Conhecendo a interface do Novell Teaming e seus recursos

Novell Teaming 2.0. Novell. 29 de julho de 2009. Início Rápido. Iniciando o Novell Teaming. Conhecendo a interface do Novell Teaming e seus recursos Novell Teaming 2.0 29 de julho de 2009 Novell Início Rápido Quando você começa a usar o Novell Teaming, a primeira coisa a se fazer é configurar sua área de trabalho pessoal e criar uma área de trabalho

Leia mais

UNIVERSIDADE DO RIO DE JANEIRO ALEX DA SILVEIRA A USABILIDADE EM CATÁLOGOS ON-LINE

UNIVERSIDADE DO RIO DE JANEIRO ALEX DA SILVEIRA A USABILIDADE EM CATÁLOGOS ON-LINE UNIVERSIDADE DO RIO DE JANEIRO ALEX DA SILVEIRA A USABILIDADE EM CATÁLOGOS ON-LINE RIO DE JANEIRO 2003 ALEX DA SILVEIRA A USABILIDADE EM CATÁLOGOS ON-LINE Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Escola

Leia mais

FONTES DE INFORMAÇÃO (FI) PARA PESQUISA E USO DE BD

FONTES DE INFORMAÇÃO (FI) PARA PESQUISA E USO DE BD FONTES DE INFORMAÇÃO (FI) PARA PESQUISA E USO DE BD Luciane Meire Ribeiro STRAUD Biblioteca FCAV (Seção Técnica de Referência, Atendimento ao Usuário e Documentação) 1. Introdução: Definição de FI (em

Leia mais

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1

Alinhamento Estratégico. A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 Conhecimento em Tecnologia da Informação Alinhamento Estratégico A importância do alinhamento entre a TI e o Negócio e o método proposto pelo framework do CobiT 4.1 2010 Bridge Consulting Apresentação

Leia mais

Navegando no produto e utilizando esse material de apoio, você descobrirá os benefícios do IOB Online Regulatório, pois só ele é:

Navegando no produto e utilizando esse material de apoio, você descobrirá os benefícios do IOB Online Regulatório, pois só ele é: 1. CONCEITO Completo, prático e rápido. Diante do aumento da complexidade da tributação e do risco fiscal, pelos desafios de conhecimento e capacitação e pela velocidade para acompanhar mudanças na legislação,

Leia mais

Seção de Acesso a Bases de Dados. Estratégias de busca e recuperação de informação online para Profissionais de Informação

Seção de Acesso a Bases de Dados. Estratégias de busca e recuperação de informação online para Profissionais de Informação Seção de Acesso a Bases de Dados Estratégias de busca e recuperação de informação online para Profissionais de Informação Sumário 1. Instrumentos de Busca 2. Bom atendimento ao usuário 3. Conhecimento

Leia mais

ÍNDICE O QUE É... 2 COMO FUNCIONA... 3. Acervo... 3. Meus Livros... 4. Livros em destaque... 7. Fórum... 7. Notícias... 8. Ajuda... 9. Suporte...

ÍNDICE O QUE É... 2 COMO FUNCIONA... 3. Acervo... 3. Meus Livros... 4. Livros em destaque... 7. Fórum... 7. Notícias... 8. Ajuda... 9. Suporte... ÍNDICE O QUE É... 2 COMO FUNCIONA... 3 Acervo... 3 Meus Livros... 4 Livros em destaque... 7 Fórum... 7 Notícias... 8 Ajuda... 9 Suporte... 9 POR QUE USAR... 10 EQUIPE RESPONSÁVEL... 12 CONTATO... 13 O

Leia mais

UM NOVO CONCEITO EM ORGANIZAÇÃO DE ACERVOS

UM NOVO CONCEITO EM ORGANIZAÇÃO DE ACERVOS UM NOVO CONCEITO EM ORGANIZAÇÃO DE ACERVOS Descubra como o SophiA Acervo pode ajudar sua instituição na catalogação, organização e recuperação de acervos dos mais diversos tipos, sejam eles objetos da

Leia mais

Biblioteca Ramiro da Silva Oliveira

Biblioteca Ramiro da Silva Oliveira Biblioteca Ramiro da Silva Oliveira Bibliotecária Juliana Ribeiro de Campos Solla CRB-8 201/2013 Provisório Horário de Atendimento de segunda a sexta-feira das 8:00 h às 12:00 h e das 17:00 h às 21:00

Leia mais

Palavras-chave: Repositório de dados; Softwares Livres; Bibliotecas digitais; Documentos eletrônicos; Universidades; Produção acadêmica.

Palavras-chave: Repositório de dados; Softwares Livres; Bibliotecas digitais; Documentos eletrônicos; Universidades; Produção acadêmica. Bibliotecas digitais: possibilidades da utilização de Softwares livres para disponibilização de trabalhos acadêmicos. Cristina Maria de Queiroz Valeria Ferreira de Jesus Lauriano Resumo Com a evolução

Leia mais

Projeto BVS-SP-1.9 Publicação eletrônica de textos completos em Saúde Pública (15 de outubro de 1999)

Projeto BVS-SP-1.9 Publicação eletrônica de textos completos em Saúde Pública (15 de outubro de 1999) BIREME/OPAS/OMS BVS Saúde Pública Projeto BVS-SP-1.9 Publicação eletrônica de textos completos em Saúde Pública (15 de outubro de 1999) 1. Introdução Este documento descreve o projeto para o desenvolvimento

Leia mais

A qualidade é relativa. O que é qualidade para uma pessoa pode ser falta de qualidade para outra.

A qualidade é relativa. O que é qualidade para uma pessoa pode ser falta de qualidade para outra. A qualidade é relativa. O que é qualidade para uma pessoa pode ser falta de qualidade para outra. G. Weinberg 1 A ideia de qualidade é aparentemente intuitiva. Contudo, quando examinado mais longamente,

Leia mais

Fontes de Informação. Direito

Fontes de Informação. Direito Fontes de Informação Direito Ana Maria Neves Maranhão anamaria@dbd.puc-rio.br Edson Sousa Silva edson@dbd.puc-rio.br Divisão de Bibliotecas e Documentação Novembro/2009 BASES DE DADOS Conjunto de dados,

Leia mais

TÍTULO: MARKETING DIGITAL, ESTRATÉGIA FUNDAMENTAL PARA O CRESCIMENTO DAS EMPRESAS.

TÍTULO: MARKETING DIGITAL, ESTRATÉGIA FUNDAMENTAL PARA O CRESCIMENTO DAS EMPRESAS. Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: MARKETING DIGITAL, ESTRATÉGIA FUNDAMENTAL PARA O CRESCIMENTO DAS EMPRESAS. CATEGORIA: CONCLUÍDO

Leia mais

Sistemas Colaborativos Simulado

Sistemas Colaborativos Simulado Verdadeiro ou Falso Sistemas Colaborativos Simulado 1. Todos os tipos de organizações estão se unindo a empresas de tecnologia na implementação de uma ampla classe de usos de redes intranet. Algumas das

Leia mais

A Empresa. Alguns Clientes que já utilizam nossa tecnologia.

A Empresa. Alguns Clientes que já utilizam nossa tecnologia. A Empresa A GDDoc é uma empresa especializada na gestão de documentos digitais e arquivos, auxilia as empresas a administrar através da tecnologia o uso de papel, para alcançar estes objetivos fazemos

Leia mais

Gustavo Noronha Silva. Projeto de Pesquisa: Impactos do Software Livre na Inclusão Digital

Gustavo Noronha Silva. Projeto de Pesquisa: Impactos do Software Livre na Inclusão Digital Gustavo Noronha Silva Projeto de Pesquisa: Impactos do Software Livre na Inclusão Digital Universidade Estadual de Montes Claros / UNIMONTES junho / 2003 Gustavo Noronha Silva Projeto de Pesquisa: Impactos

Leia mais

Conceitos de Banco de Dados

Conceitos de Banco de Dados Conceitos de Banco de Dados Autor: Luiz Antonio Junior 1 INTRODUÇÃO Objetivos Introduzir conceitos básicos de Modelo de dados Introduzir conceitos básicos de Banco de dados Capacitar o aluno a construir

Leia mais

A LIBERDADE DO LINUX COM A QUALIDADE ITAUTEC

A LIBERDADE DO LINUX COM A QUALIDADE ITAUTEC A LIBERDADE DO LINUX COM A QUALIDADE ITAUTEC O AMBIENTE OPERACIONAL QUE AGREGA A CONFIABILIDADE E O SUPORTE DA ITAUTEC À SEGURANÇA E À PERFORMANCE DO LINUX O LIBRIX É UMA DISTRIBUIÇÃO PROFISSIONAL LINUX

Leia mais