SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO EM OBRAS RESIDENCIAIS E COMERCIAIS

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1 MÁRCIO PORFÍRIO DA SILVA SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO EM OBRAS RESIDENCIAIS E COMERCIAIS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Universidade Anhembi Morumbi no âmbito do Curso de Engenharia Civil com ênfase Ambiental. SÃO PAULO 2004

2 MÁRCIO PORFÍRIO DA SILVA SISTEMA DE COMBATE A INCÊNDIO EM OBRAS RESIDENCIAIS E COMERCIAIS Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Universidade Anhembi Morumbi no âmbito do Curso de Engenharia Civil com ênfase Ambiental. Orientador: Profº. Érico Francisco Innocente SÃO PAULO 2004

3 iii RESUMO O trabalho aborda os requisitos para a elaboração de um projeto de sistemas de segurança bem como as exigências às normas de cada item, servindo como base de pesquisa e orientação para quem necessita de uma linguagem fácil e resumida do tema em questão. A monografia apresenta um estudo de caso, onde mostra a aplicação dos requisitos desde a elaboração do projeto, o comunicado de aprovação do projeto por parte do Corpo de Bombeiros, ato de vistoria e aprovação da execução para um edifício residencial. Ilustrando assim toda a parte teórica. Palavras Chave: combate a incêndio; segurança; prevenção.

4 iv ABSTRACT The work approaches the requirements for elaboration of project security systems as well as the requirements to the norms of each item, serving as research base and orientation for who needs an easy and summarized language of the subject in question. The monograph presents a case study, where it shows the application of the requirements since the elaboration of project, the official notification of approval of the project form part of the Rescue Firemen, act of inspection and approval of the execution for a residential building. Thus illustrating all the theory part. Key Words: combat at fire, security, prevention.

5 v LISTA DE ILUSTRAÇÕES Figura Esquema geral do sistema de pressurização...16 Figura Controle de Fumaça Extração Natural...19 Figura Esquema ilustrando a reserva de incêndio...31 Figura Caixa de incêndio com hidrante...32 Figura Sprinkler e seus componentes...33 Figura Distribuição básica da rede sprinkler...36 Figura Extintores...42 Figura 6.2 Extintor localizado no Hall social...43 Figura Hidrante...44 Figura 6.4 Botoeira liga/desliga...44 Figura 6.5 Bomba de incêndio...45 Figura 6.6 Iluminação de emergência...46 Figura 6.7 Central de Alarme...47 Figura 6.8 Detector de Fumaça...47 Figura 6.9 Motor de pressurização...50 Figura 6.10 Dutos da pressurização...52 Figura 6.11 Central de Pressurizzação localizada na guarita...52 Figura 6.12 Painel de comando manual da pressurização...53 Figura 6.13 Reservatórios Barrilete inferior...54

6 vi LISTA DE TABELAS Tabela Elementos da ampola, coloração e temperatura...34 Tabela Número de sprinkler...35 Tabela 6.1 Sistema de proteções existentes...41

7 vii LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS ABNT DR EPI IBAPE INMETRO NBR PCF SABESP Associação Brasileira de Normas Técnicas Disjuntor Residual Equipamento de Proteção Individual Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia de São Paulo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial. Norma Brasileira Regulamentadora Porta corta fogo Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo

8 viii SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO A evolução do Corpo de Bombeiro com as inovações tecnológicas das novas arquiteturas OBJETIVOS Objetivo Geral Objetivo Específico METODOLOGIA DO TRABALHO JUSTIFICATIVA SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO Conceito de prevenção e combate ao fogo Tipos de compartimentações Inovações no mercado com o uso de software Sistema de prevenção de incêndio Escada pressurizada Sistema de detecção e alarme Controle de fumaça Sistema de combate ao incêndio Precauções contra o início do incêndio Limitação do crescimento do incêndio Equipamentos manuais Formas de propagação Condução...24

9 ix Convenção Evolução do fogo Classes de incêndio Instalação X material incendiado Água Formas de utilização Espuma Gás carbônico e o seu emprego Pó químico Freon 1301 Sistema Sphreonix Hallon Instalações de combate a incêndio com água Hidrante ou tomada de incêndio Sistemas de chuveiros automáticos Rede elétrica, um foco de problemas Inspeção predial contra incêndio O Instituto de Resseguros do Brasil Definição de Resseguro CONDOMÍNIO RESIDENCIAL SPAZIO VITTA SISTEMAS DE PROTEÇÔES EXISTENTES Sistemas de extintores Sistema de hidrante Sistema de iluminação de emergência Sistema de detecção e alarme Isolamento de risco Compartimentação horizontal Compartimentação vertical Brigada de incêndio Para Raio...49

10 x Escada pressurizada Reservatórios ANÁLISE CONCLUSÕES...57 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...59 ANEXO A...60 ANEXO B...61 ANEXO C...62 ANEXO D...63

11 1 1 INTRODUÇÃO Atualmente o Corpo de Bombeiros está agregado a Policia Militar. Desde a sua formação em meados do século XX vem evoluindo para o cumprimento e rigor das normas vigentes de segurança contra incêndio (CORPO DE BOMBEIROS, 2004). Todos os dispositivos referentes ao combate a incêndio devem estar atendendo as normas da ABNT e do Decreto Estadual 38069/93 Código de obras e edificação do Município de São Paulo. Hoje com as inovações tecnológicas e com dispositivos mais modernos, projetos e execuções desses segmentos dependem da aprovação do Corpo de Bombeiros, pois até o inicio dos anos 80 as exigências limitavam-se a extintores, hidrantes e sinalizações. Na história da cidade de São Paulo podemos citar dois casos de incêndios graves: o edifício Andrauss (1972) atingido em seus 31 pavimentos, e o edifício Joelma dois anos após (1974), onde todos os seus 25 pavimentos foram atingidos. E o mais recente na mesma proporção de destruição o edifício sede I e II da CESP, localizado na Av. Paulista, em 1987 um incêndio destruiu os seus escritórios, mesmo com todo os equipamentos e dispositivos de segurança conta incêndio. Hoje o edifício Joelma é um exemplo de edificação com dispositivos contra incêndio, além de possuir uma brigada de incêndio atualizada.

12 2 Em edificações novas, é necessário o laudo de vistoria e aprovação do Corpo de Bombeiros para dar entrada no habite-se. Nas edificações antigas e nas novas raramente são utilizadas vistorias nos componentes de combate e prevenção de incêndio. Este procedimento executado periodicamente, evitariam catástrofes como as dos edifícios citados no trabalho. Um exemplo de má conservação é o edifício São Vito, localizado na Avenida do Estado próximo ao mercado Municipal e ao Palácio das Indústrias (antiga sede da Prefeitura). No edifício é raro encontrar uma tubulação e uma instalação elétrica em boas condições. Se alguma faísca sair dessas instalações, uma nova calamidade poderá acontecer. 1.1 A evolução do Corpo de Bombeiro com as inovações tecnológicas das novas arquiteturas Ao Corpo de Bombeiros da Polícia Militar do estado de São Paulo, por meio de normas, cabe regulamentar, analisar e vistoriar as medidas de segurança contra incêndio nas edificações e área de risco. Em meados do séc X, o governo da província criou o corpo de bombeiros, devido a dificuldade de combater as chamas.

13 3 Quando surgia um incêndio, para poder combatê-lo, mulheres, homens e crianças ficavam em filas do poço mais próximo e de baldes em baldes passavam de mãos em mãos até chegarem nas chamas. Em 1880 houve um incêndio na faculdade de direito localizada no convento de são Francisco, atualmente faculdade de direito do largo de São Francisco. Na época não havia o serviço de bombeiros. Sendo os trabalhos realizados pelo corpo policial e dependendo da necessidade era auxiliado pelos civis. Utilizavam-se como equipamentos bombas manuais emprestadas por terceiros. Após este incêndio criou-se a instituição do Corpo de Bombeiros. Em 1882 com o decreto n.º 42 que dispunha sobre a composição e efetivos das forças policiais, estabelecendo que seriam formadas pelo: Corpo Policial Permanente, Companhia de Urbanos e seção de Bombeiros; embora ainda fossem partes dos Urbanos, foram citados de forma independente. Em 1883 a seção do Corpo de Bombeiros substituiu um tenente por um oficial que pertencia ao Corpo Policial Permanente. e logo em seguida sendo substituído por Alfredo José Martins de Araújo, vindo do Corpo de Bombeiros da Corte. No inicio dos anos 60, o Corpo de Bombeiros passou a exigir a instalação de hidrantes e extintores nos edifícios; a obediência a essas regras era garantida pelo Departamento de Água e Esgoto, atual SABESP, que não fornecia água para consumo, caso o projeto não fosse aprovado pela Corporação.

14 4 Em 1967 a estação central (localizada à Praça Clovis Beviláqua) é demolida para edificação de uma nova, concluída somente em O comando do Corpo de Bombeiros ficou itinerante por 18 anos, prejudicando a rotina administrativa, com o aumento do tempo de aposentadoria de 25 para 30 anos, os oficiais que já haviam completado 25 anos de trabalho se aposentaram, interrompendo mais uma vez a transmissão de valiosas experiências. Em seguida, são extintas de forma indiscriminada as especialidades, permanecendo apenas a de salvamento e em numero limitado. Após a criação efetiva do Corpo de Bombeiros foi criado o procedimento para combate a incêndio e com o passar do tempo a sua atividade não se limitou a combater o incêndio e sim regulamentar e vistoriar todo o processo, desde os equipamentos bem como o funcionamento dos mesmos. Os equipamentos necessários para a proteção são dimensionados de acordo com o Decreto Estadual 46076/2001 sendo que as formas de apresentação das plantas e memoriais seguem os termos das Instruções técnicas bem como a sua execução. Na parte executiva, o processo de vistoria é iniciado após a regulamentação de projetos e memoriais, onde um responsável pelo Corpo de Bombeiros é acionado a por um representante da construtora ou até mesmo o responsável técnico pelo projeto. Na vistoria é exigido o que consta no projeto aprovado do Corpo de Bombeiros.

15 5 O Corpo de Bombeiros também teve que se adequar às novas tecnologias, e não se limitou apenas a verificar posição de extintor e hidrantes e sinalizações, isso mostra que a companhia evoluiu juntamente com as inovações tecnológicas (CORPO DE BOMBEIROS, 2004). O desenvolvimento do trabalho aborda inovações tecnológicas, conceitos de prevenção e combate ao fogo com os devidos componentes.

16 6 2 OBJETIVOS 2.1 Objetivo Geral O sistema de proteção contra incêndio é um item muito importante dentro do ramo da construção civil, ele também é um dos itens importantíssimos que compõem a liberação do habite-se, mediante a vistoria e laudo emitido pelo Corpo de Bombeiros. O laudo é emitido após o cumprimento das normas estabelecida nos projetos do Corpo de Bombeiros todos seguem um mesmo padrão da norma da ABNT e do Decreto Estadual 38069/93, Código de obras e Edificações do Município de São Paulo. Abordam-se técnicas e regulamentações do sistema de incêndio para edificações, seja ela comercial ou residencial. 2.2 Objetivo Específico O desenvolvimento do trabalho apresenta os componentes que compõem o grupo de sistema de proteção e combate a incêndios, como, por exemplo, a pressurização de escada ou ventilação mecânica, onde o objetivo é proteger ou manter livre de fumaça a escada de segurança através de pressurização constante, bem como criar um gradiente de pressão, e conseqüentemente um fluxo de ar, tendo uma pressão mais alta nas saídas de emergência e uma pressão progressivamente decrescente

17 7 nas áreas fora da rota de fuga, outro item seria os detectores de fumaça que trabalham em conjunto com a ventilação mecânica, onde seus circuitos são ligados a um quadro de comando que este, conseqüentemente tem ligação com o quadro da ventilação mecânica. Os detectores de fumaça, são dispositivos muito sensíveis que ao detectarem fumaça acionam a ventilação de rota de fuga em caso de incêndio. O objetivo do trabalho é focado na realização do sistema de combate à incêndio, pois muitas vezes recorremos a ajuda dos serviços de um consultor especifico da área.

18 8 3 METODOLOGIA DO TRABALHO O trabalho foi desenvolvido considerando como fontes de pesquisas, normas técnicas que especificam os parâmetros necessários para a execução do sistema, catálogos de empresas, sites de Internet especializados, dos quais foram extraídos os conceitos básicos do tema em questão, já que o assunto abordado é um pouco pobre de material didático (livros especializados). Foram realizadas visitas técnicas em obras, onde foi feita a verificação da metodologia construtiva e de funcionamento de vários sistemas, juntando relatório fotográfico, ilustrando e dando melhor visualização.

19 9 4 JUSTIFICATIVA Com espaços cada vez mais reduzidos e com arquiteturas cada vez mais arrojados muitos projetos, sejam em obras residenciais ou comerciais, dimensionam ambientes compactos e ventilação no limite do permitido. É no projeto arquitetônico que são dimensionados as compartimentações, rotas de fuga, abrigo do gerador, barriletes; o projeto do Corpo de Bombeiro é feito em cima do que já existe, tendo como ferramenta a parte arquitetônica para dimensionar os dispositivos de proteção e combate a incêndio, como hidrantes, extintores, rede de sprinklers e sinalizações. A pretensão deste trabalho é mostrar que para atender a norma é preciso elaborar soluções otimizadas visando manter o bem estar seguro daqueles que se utilizam o espaço.

20 10 5 SISTEMA DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO Aborda os conceitos de prevenção e combate a incêndio separadamente, ilustrando com fotos para uma melhor visualização do sistema. 5.1 Conceito de prevenção e combate ao fogo Hoje em dia é muito comum proprietários comprarem seus imóveis em edifícios e conjuntos comerciais mais sofisticados, com características próprias bem definidas, muitos se preocupando com a parte estética, ou seja, com a cor da fachada, com o caixilho que foi utilizado, se a cerâmica e o azulejo utilizado é o mesmo citado no memorial, mas acabam se esquecendo das instalações contra incêndio, muito importante tanto quanto a parte estrutural de uma edificação. Talvez por cultura, muitos chegam até questionar o local destinado a um hidrante ou a um extintor, achando que o mesmo atrapalha esteticamente o seu hall social e que os mesmos deveriam estar em um local mais escondido ((REVISTA TÉCHNE, 2004, n.88, p 48). Um edifício seguro apresenta baixa probabilidade de início de incêndio e alta possibilidade de fuga dos ocupantes, além de considerar as propriedades vizinhas e a rápida extinção do foco inicial. O risco de incêndio a que está sujeito um edifício não pode ser medido com tanta facilidade, o problema é evidente em edifícios industriais, comerciais e armazéns onde se armazenam produtos inflamáveis, nesses casos os procedimentos devem ser muito específicos, diferentes dos edifícios residenciais, onde o grau de exigência

21 11 é menos, pois os danos devido a isso somente são medidos após o surgimento do fogo, quando se é tarde demais. Existem normas regulamentadas pelo poder público para o uso correto, dimensionamento e especificações dos sistemas de proteção e combate a incêndio, sendo o fator primordial a preservação da vida humana e em seguida à propriedade. A regulamentação pode ser dividida em dois pontos, um ligado ao outro: o primeiro desde a criação do projeto, execução e manutenção; o segundo no treinamento dos ocupantes, no que se diz respeito, ao uso dos equipamentos formando as brigadas de incêndio. O grau de risco de uma edificação está ligado na sua ocupação, ou seja, um edifício residencial apresenta um grau de risco menor do que um armazém de papelão, um armazém onde se estocam fogos de artifício sendo esses parâmetros abordados pelo Decreto Estadual. No projeto arquitetônico estão centralizadas as soluções do Sistema Global de Segurança, cabe ao arquiteto coordenar os projetos de elétrica, hidráulica e segurança, mas a responsabilidade pelos projetos em si não cabe ao arquiteto, mas aos respectivos projetistas. (REVISTA TÉCHNE, 2004). O projeto arquitetônico deve prever as devidas compartimentações para evitar propagação de fogo, fumaça e gases de um ambiente ou pavimento para outro, se a

22 12 preocupação com a segurança for presente pode ser feito uso de materiais que contribuam para a extinção ou retardamento da propagação do fogo. A segurança e conforto dos usuários é compromisso primordial do arquiteto, a liberdade de criação não é comprometida pela legislação, mas sim favorável pelo embasamento para a busca de novas soluções. (REVISTA TÉCHNE, 2004). Processos como a compartimentação de um ambiente envolve medidas de proteção passiva e é constituída de elementos de construção resistentes ao fogo. O objetivo é evitar ou minimizar a propagação do incêndio, do calor e dos gases. Procedimentos que evitam a dispersão de gases e fumaça. 5.2 Tipos de compartimentações Existem dois tipos de compartimentações, a horizontal e a vertical. A horizontal visa o isolamento de risco ou a simples divisão interna de ambientes evitando que o fogo se propague de um ambiente para o outro. A compartimentação vertical serve para que o isolamento do fogo não se propague de um pavimento ao outro. A compartimentação vertical pode ser feita no interior do edifício com o uso de entre pisos, lajes de concreto armado ou protendido ou materiais que garantam a isolação com elementos construtivos que são: parede corta fogo, portas corta fogo, afastamento horizontal entre aberturas entre outros.(revista TÉCHNE, 2004).

23 13 Esses elementos seguem normas que regulamentam as suas propriedades; porta corta fogo deve suportar duas horas de fogo conforme NBR e NBR 11711, a parede corta fogo devem ser estendidas 1m acima da linha do teto. Ou na sua envoltória que pode ser atendida de duas formas. A primeira exige que aberturas de pavimentos consecutivos sejam distanciadas em, no mínimo 1,20 m, se isso não for possível é necessário o prolongamento da laje como uma aba, essa aba deve ter no mínimo 0,90m além da fachada. As fachadas que possuem arquiteturas diferenciadas como as envidraçadas, devem ser dimensionadas com materiais incombustíveis e atrás do pano de vidro, devem exigir elementos resistentes ao fogo, que garanta a separação de 1,20m entre piso. 5.3 Inovações no mercado com o uso de software Existem hoje vários sistemas de prevenção de incêndio, pois um projeto bem executado deve ser pensado em componentes de prevenção e na seqüência, os de combate. No mercado existem empresas especializadas em software que auxiliam no desenvolvimento de projetos de instalações, com soluções integradas com Autocad, com propostas de instalações elétricas, hidráulica e também de incêndio, com dimensionamentos de hidrantes e sinalizações. O software apresenta também uma listagem dos possíveis materiais que pode-se utilizar na execução do projeto, estas listagens também vem vinculado a um orçamento com base de custo.

24 Sistema de prevenção de incêndio. Entende-se por prevenção o conjunto de medidas e atitudes tomadas para evitar que o incêndio comece, protegendo assim, os ocupantes.(revista TÉCNHE, 2004, n. 88, p. 48). O que se diz respeito à prevenção de incêndio, todas as exigências devem ser atendidas no projeto de instalações. O projeto arquitetônico deve prever as devidas compartimentações para evitar propagação do fogo, fumaça e gases de um ambiente para o outro. As distâncias a serem percorrida e a população do edifício devem ser calculadas no projeto, para assim dimensionar a rota de fuga. Um dos componentes muito usados nos projetos é a escada pressurizada, usando a pressão atmosférica que é maior que a pressão dos gases gerados em um possível incêndio Escada pressurizada A escada pressurizada tem como objetivo crias condições de fluxo de ar, por meio de ventilação mecânica que impeçam que a fumaça de um incêndio se propague além das portas das referidas escadas. Elementos básicos de um sistema de pressurização são: A sistema de acionamento e alarme B ar externo suprido mecanicamente C trajetória de escape de ar

25 15 D fonte de energia garantida O nível de pressurização a ser utilizado para fins de projetos não deve ser maior que 60Pa, com todas as Porta Corta Fogo (PCF) de acesso fechada. A escada pressurizada pode ser dimensionada de duas formas. A primeira forma, a pressurização é solicitada somente em caso de emergência, geralmente esse sistema é interligado com o de detector de fumaça que a qualquer sinal de fumaça a pressurização é acionada (SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA a). Neste sistema de pressurização de escada, a Porta Corta Fogo (PCF) podem ser mantidas abertas, desde que as mesmas sejam feitas com o sistema de eletroímã. (REVISTA TÉCHNE, 2004). A segunda forma a pressurização trabalha com uma rotação do motor menor, mas constante, essa forma é a mais recomendada pelo Corpo de Bombeiro porque ela mantém um nível permanente de proteção, além de propiciar a renovação de ar no volume da escada (SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA a). O sistema de pressurização deve atender algumas exigências como: sistema de acionamento de alarme, trajetória de escape do ar e fonte de energia.

26 16 Esse escape é feito por grelhas de insuflamento, distribuídas em andares alternados, os pontos de saída deverão ser balanceados para permitir a saída de quantidades iguais de ar em cada grelha, devendo obrigatoriamente haver uma grelha no piso de descarga e uma no ultimo pavimento. A figura 5.1 ilustra melhor visualização do sistema. Figura Esquema geral do sistema de pressurização (REVISTA TÉCHNE, n.88, Julho 2004). Independente da forma de dimensionamento, ou seja, se a escada pressurizada trabalha na rotação mínima, ou na rotação máxima, que só é acionada em conjunto com os detectores de fumaça, são ligados a centrais ou quadros elétricos que juntos formam o sistema de detecção e alarme de incêndio.

27 17 Essa central geralmente fica locada na guarita ou na sala de segurança em empreendimentos maiores. Deve ser assegurado o fornecimento de energia elétrica para o sistema de pressurização e de segurança existente na edificação durante o incêndio, de modo a garantir o funcionamento e permitir o abandono seguro dos ocupantes da edificação. O edifício deve possuir um sistema de fornecimento de energia de emergência por meio de um grupo moto gerador automatizado de acordo com as Normas. O grupo gerador é acionado automaticamente quando houver interrupção no fornecimento de energia normal para o sistema de pressurização. Os demais sistemas, como iluminação de emergência, registros corta fogo, bombas de pressurização hidráulicas de incêndio, poderão ser alimentados pelo mesmo grupo motos geradores automatizados. Como já citado anteriormente, o comando elétrico de funcionamento do grupo moto ventilador (pressurização de escadas), na situação de emergência deve se dar a partir de um sistema automático de detecção de fumaça. (SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA a) Sistema de detecção e alarme Conforme Secretaria de Segurança Pública (2001c), o projeto de sistemas de detecção e alarme de incêndio tem como objetivo estabelecer os requisitos mínimos para o dimensionamento dos sistemas de detecção e alarme de incêndio.

28 18 Todo o sistema de detecção e alarme deve possuir duas fontes de alimentação, a principal é a rede de tensão alternada e a auxiliar é constituída por baterias ou grupo moto gerador como já citado. Esta fonte de energia auxiliar deve ter autonomia de funcionamento de pelo menos 24 horas em regime de supervisão, sendo que o regime de alarme deve ser de no mínimo 15 minutos para suprimento das indicações sonoras e/ou visuais ou o tempo necessário para a evacuação da edificação. As centrais de detecção e alarme deverão ter dispositivos de testes dos indicadores luminosos e dos sinalizadores acústicos. Nas centrais de detecção ou alarme é obrigatório conter um painel ilustrativo indicando a localização com identificação dos acionadores manuais ou detectores dispostos na área da edificação. Nos locais onde, a atividade sonora (alarme), por qualquer que seja o motivo, não puder ser instalada, é obrigatório o uso de sinalizadores visuais Controle de fumaça O objetivo do dimensionamento do controle de fumaça é manter um ambiente seguro nas áreas onde o confinamento de fumaça pode prejudicar a rota de escape, evitando assim a intoxicação, falta de visibilidade pela fumaça, controle e redução da propagação de gases e fumaças entre as áreas incendiadas (SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA b).

29 19 O controle de fumaça pode ser dimensionado de duas formas, mecânicas ou natural ou usando as duas formas de extração do ar. A escolha do sistema a ser adotado fica por conta do projetista, desde que atenda as exigências da norma. A figura 5.2 demonstra o controle de fumaça feito por extração natural. Figura Controle de Fumaça Extração Natural (CORPO DE BOMBEIROS, 2001b). Alguns cuidados devem ser observados no projeto de execução do sistema, adotando a sua entrada em operação no inicio do incêndio, evitando assim condições perigosas como a explosão ambiental backdraft ou o aumento da temperatura do local onde o incêndio se iniciou. Para evitar situações perigosas como estas, deve ser previstos o intertravamento da abertura de extração de fumaça e a introdução de ar somente da área sinistrada e a insuflação de ar no ambiente no menor tempo possível, para assim evitar a explosão. O sistema de controle de fumaça é dimensionado para áreas amplas como subsolos, espaços amplos e com grande volume, átrios etc.

30 20 Faz parte do sistema de controle de fumaça tanto a natural como a mecânica: - grelhas - Aberturas de entrada - venezianas - Abertura de ar por insuflação - Dutos e peças especiais - Mecanismos elétricos pneumáticos e mecânicos de acionamento dos dispositivos de extração de fumaça É recomendável o hábito de testes periódicos do sistema, conforme descrito abaixo, mantendo assim o equipamento sempre em perfeitas condições, pois assim que solicitado possa responder imediatamente. Os meios testes não devem ser obtidos por equipamentos especiais, mas baseado nos próprios equipamentos constituintes do próprio sistema. Os testes periódicos podem ser divididos em três categorias: - Testes dos componentes do sistema - Testes de aceitação - Testes periódicos Falando separadamente de cada um deles. (SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA. 2001b).

31 21 - Testes dos componentes, o objetivo deste teste é o de estabelecer que a instalação final esteja adequada ao que foi descrito no projeto, funcione corretamente e esteja pronta para o teste de aceitação. - Teste de aceitação deve confirmar que as instalações finais dos equipamentos estejam de acordo com o projeto e funcionamento apropriado. - Testes periódicos, a realização deste teste devem ser feita semestralmente por pessoas habilitadas pela instaladora ou pessoas treinadas pela mesma, e como já dito, serve para saber se o equipamento está em perfeitas condições no caso seja solicitado. 5.5 Sistema de combate ao incêndio Combater ao fogo, entende-se que o fogo já se iniciou. Um projeto eficiente de segurança contra incêndio deve prever situações atípicas. O combate ao fogo é feito através dos equipamentos e meios que possibilitem a extinção do fogo. Assim, cada vez mais, brigadas de incêndio bem treinadas e edifícios cada vez mais equipados com sistemas de alarmes e detecção automática, tem mantido com sucesso o combate ao foco inicial do fogo, preservando a vida humana, e o mínimo de perdas materiais. As exigências do sistema de segurança são feitas em função da classificação de cada edifício. O Decreto Estadual Paulista classifica em 12 grupos que se dividem em subgrupos mais específicos. Por exemplo, a altura do edifício, quanto maior o edifício, maior a dificuldade de acesso das equipes no combate ao fogo, logo,

32 22 edifício neste perfil exige um grau de maior nas exigências dos sistemas de combate Precauções contra o início do incêndio - Correto dimensionamento e execução das instalações elétricas; - Correto dimensionamento das compartimentações; - Uso de materiais contra incêndio como PCF, blocos cerâmicos Limitação do crescimento do incêndio - Controle da quantidade de materiais combustíveis incorporados aos elementos construtivos; - Brigada de incêndio atualizada; - Perfeitas condições de funcionamento dos equipamentos Equipamentos manuais Extintor: aparelho portátil ou sobre rodas destinados a combater princípios e incêndio. Mangotinhos: conta com saída simples de água, dotada de válvula de abertura rápida, mangueira, esguicho regulável. Pode ser acionada por uma pessoa e não precisa ser desenrolado.

33 23 Hidrante: ponto de saída de água com válvula contendo adaptadores, tampões, mangueiras de incêndio. Neste caso precisa de duas ou mais pessoas para o seu manuseio e tem maior vazão que o mangotinho. Chuveiros automáticos: sistema pressurizado de tubulações, acessórios, abastecimento de água, válvulas e dispositivos sensíveis à elevação de temperatura. Os gases quentes esquentam as ampolas, que estouram, liberando a água para combater o foco inicial. Detecção: dispositivo acionado por fumaça ou gases detecta princípios de incêndio e dispara alarmes, acionando a brigada. (REVISTA TÉCHNE, 2004). 5.6 Formas de propagação A transmissão de calor entre materiais pode ocorrer de duas formas distintas. Por condução e por convenção. Embora ajam conjuntamente as propagações são iniciadas pela predominância de uma delas. O incêndio e a sua duração estão relacionados à quantidade de combustível disponível, é importante entender a mecânica do calor. (REVISTA TÉCHNE, 2004).

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