Programa Cooperativo em Silvicultura de Nativas PCSN

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Programa Cooperativo em Silvicultura de Nativas PCSN"

Transcrição

1 Programa Cooperativo em Silvicultura de Nativas PCSN GUIA PARA ANÁLISE DE VIVEIROS DE MUDAS NATIVAS Check list para verificação da adequação legal, socioambiental e ecológica de viveiros de mudas florestais nativas Preparado por : Renata Evangelista de Oliveira Maria Jose Brito Zakia Colaboração Antonio Nascimento Gomes Flávio Bertin Gandara Michele de Sá Dechoum Paulo Valadares Soares Roberto Bretzel 2010

2 2 Guia para análise de Viveiros de Mudas Nativas CONTEÚDO Apresentação Integrantes PCSN Como usar este guia Glossário Siglas Lista de verificação Check list: 1. Dados Gerais 2. Verificação de registro, segurança do trabalho e meio ambiente (essencialmente cumprimento legal ambiental e trabalhista, incluindo estatuto da criança e do adolescente) 3. Verificação da qualidade ecológica e genética das sementes e mudas (essencialmente ecológica, poucos requisitos legais) 4. Informações complementares sobre a produção ( preparado a partir do cadastro SMA SP) 5. Lista das espécies produzidas no viveiro (base para recomendação de espécies; para ver existência de espécies exóticas invasoras; checar fonte do nome científico pois pode levar a erros 6. Lista das espécies exóticas invasoras (Plantas) 2

3 3 Guia para análise de Viveiros de Mudas Nativas Apresentação Essa publicação é fruto da atuação do Programa Cooperativo de Silvicultura de Nativas (PCSN), do Instituo de Pesquisas e Estudos Florestais (IPEF). O PCSN foi elaborado em 2009 durante as discussões e reuniões realizadas para o planejamento IPEF O PCSN iniciou as atividades e abril de 2010 e tem como objetivo buscar a interação entre empresas e entre instituições, facilitando a troca, a consolidação e a sistematização das informações já existentes sobre restauração e sobre florestas de uso múltiplo, racionalizando os esforços de pesquisa e buscando maior integração empresas (IPEF) sociedade. Objetiva ainda disponibilizar informações técnicas para os diferentes setores da sociedade e participar, de maneira estruturada, das discussões técnicas para o aperfeiçoamento legal. A silvicultura de nativas é encarada, no contexto desse programa, como voltada à inserção ou reinserção do componente arbóreo/florestal na paisagem rural BRASILeira e é desenvolvida por meio da restauração de áreas florestais degradadas e/ou da implantação, condução e manejo de sistemas florestais e agroflorestais de uso múltiplo. Uma das bases para o desenvolvimento dessa silvicultura é a produção/obtenção de sementes e mudas de qualidade. Dessa forma, existe a necessidade de ampliação da oferta de sementes e mudas de espécies florestais nativas e da garantia de qualidade daquelas disponíveis no mercado. A presente publicação, em forma de um Guia, tem como principal objetivo o estabelecimento e a organização de parâmetros de qualidade para a verificação (e no caso de empresas pode ser utilizado como material para a homologação) da adequação legal, ecológica e socioambiental de viveiros fornecedores de mudas florestais nativas. Não de trata de, apenas, avaliar se um viveiro é bom ou ruim, mas de acenar para as melhorias necessárias para os trabalhos de restauração, recuperação, plantio para usos múltiplos e ainda para que a produção de mudas seja uma opção de geração de trabalho e renda e não uma precarização das relações trabalhistas. 3

4 4 Guia para análise de Viveiros de Mudas Nativas Equipe do PCSN: Maria José Brito Zakia Renata Evangelista de Oliveira Conselho Científico: Flávio Bertin Gandara Mendes ESALQ USP Giselda Durigan Instituto Florestal Paulo Valladares Soares Projeto Corredor Ecológico Silvia Ziller Instituto Horus Vera Lex Engel FCA UNESP Empresas associadas ao PCSN: ArcelorMittal BioEnergia Ltda. Consórcio Paulista de Papel e Celulose Copener Florestal Ltda. Fibria Celulose S/A Klabin S/A Lwarcel Celulose Ltda. Suzano Papel e Celulose S.A. V&M Florestal Ltda. Veracel Celulose S.A. 4

5 5 Guia para análise de Viveiros de Mudas Nativas Como utilizar este guia. Este guia está organizado em dois grandes componentes: um tratando de conceitos, em forma de um glossário, e outro com a lista de verificação propriamente dita. Por sua vez a lista está dividida em : 1. Dados Gerais sobre o viveiro além de localização, busca se informações sobre inserção territorial, mão de obra e instalações; 2. Verificação de registro, segurança do trabalho e meio ambiente composta essencialmente por requistos legais nas áreas ambiental e trabalhista, incluindo estatuto da criança e do adolescente; 3. Verificação da qualidade ecológica e genética das sementes e mudas composta por requisitos não legais, porém desejáveis e necessários para contribuir para os trabalhos de silvicultura de nativas; 4. Lista das espécies produzidas no viveiro a importância desta lista é que será a base para recomendação de espécies, para verificar a existência de espécies invasoras, bem como a confiabilidade da identificação botânica das espécies; 5. Lista das espécies exóticas invasoras (plantas) para servir como um guia para a aquisição de sementes e para compor a recomendação das espécies nas diferentes regiões, evitando se contaminações e problemas futuros. Para a utilização das listas de verificação basta assinalar com um X as opções pertinentes levantadas junto aos viveiros. Como a lista de VERIFICAÇÂO DE REGISTRO, SEGURANÇA DO TRABALHO E MEIO AMBIENTE é composta essencialmente por requisitos legais, as células da tabela vêm com três cores: verde, para o cumprimento legal, vermelho para o não cumprimento do requisito e branco para o desconhecimento da resposta. Por sua vez, a lista VERIFICAÇÃO DA QUALIDADE ECOLÓGICA E GENÉTICA DAS SEMENTES E MUDAS refere se a requisitos desejáveis, porém não previstos na legislação. A célula em azul representa o atendimento a um requisito desejável. O objetivo do uso das cores nas listas como descrito acima interpretação do resultado da verificação. é facilitar a 5

6 6 Guia para análise de Viveiros de Mudas Nativas Glossário: Agrotóxicos (Defensivos agrícolas) Produtos químicos usados na lavoura, na pecuária e mesmo no ambiente doméstico, com a finalidade de exterminar pragas ou doenças. Inclui inseticidas, fungicidas, acaricidas, nematicidas, etc. Os agrotóxicos são classificados, de acordo com seu potencial toxicológico, em: (i) (ii) (iii) (iv) Classe I: extremamente tóxicos (faixa vermelha); Classe II: altamente tóxicos (faixa amarela); Classe III: medianamente tóxicos (faixa azul); Classe IV: pouco ou muito pouco tóxicos (faixa verde); Biodiversidade variabilidade de organismos vivos de todas as origens, incluindo ecossistemas terrestres, marinhos e outros ecossistemas aquáticos, e os complexos ecológicos dos quais fazem parte, o que inclui a diversidade dentro de espécies, entre espécies e de ecossistemas (CDB). Bioma Conjunto de plantas e animais que estão adaptados a uma certa região com clima, relevo e outras condições ambientais homogêneas em escala ampla. Os Biomas BRASILeiros (Figura 1) são: (i) (ii) (iii) (iv) (v) (vi) Amazônia Caatinga Cerrado Mata Atlântica Pampa Pantanal. Classificação sucessional Categorização de espécies vegetais em função de seu comportamento e ocorrência nas diferentes etapas de estabelecimento de uma floresta, ou da vegetação em pontos dentro da floresta. EPIs Equipamentos de Proteção Individual meios, dispositivos ou equipamentos, obrigatórios, que devem ser usados por pessoas em trabalhos específicos, para evitar possíveis acidentes advindos das atividades desenvolvidas. Espécie exótica espécie que está fora da sua área natural de distribuição geográfica. Espécie exótica invasora espécie exótica que ameaça ecossistemas, hábitats ou outras espécies nativas, conforme definido pela Convenção Internacional sobre Diversidade Biológica (CDB). 6

7 7 Guia para análise de Viveiros de Mudas Nativas Espécie nativa oportunista espécie nativa que se reproduz em abundância e leva vantagem competitiva nas áreas que ocupa, inibindo a regeneração de outras espécies. Em geral esses processos estão ligados a distúrbios de origem humana ou natural, havendo um reequilíbrio posterior dentro de uma escala de tempo variável. Fisionomia tipo de vegetação caracterizado com base em sua estrutura (densidade, altura, biomassa) (vide Quadro 1) Fluxo gênico Troca da informação genética entre indivíduos, populações ou espécies. Em plantas, no sentido amplo, o fluxo gênico se dá pelo movimento de pólen ou sementes. Grupos sucessionais Classificação das espécies arbóreas, baseada no seu comportamento sucessional em florestas. Geralmente, o principal recurso que determina esse comportamento é a luz. A classificação mais aceita e difundida categoriza as espécies em: (i) (ii) (iii) (iv) Pioneiras, Secundárias iniciais Secundárias tardias, Clímax/climácicas. Impacto ambiental é a alteração no meio ou em algum de seus componentes por determinada ação ou atividade. Lote de mudas quantidade definida de mudas, identificada por letra, número ou por combinação dos dois, na qual cada porção é, dentro de tolerâncias permitidas, homogênea e uniforme para as informações contidas na sua identificação. Lote de sementes Quantidade específica de sementes, fisicamente identificada, na qual cada porção é, dentro de tolerâncias permitidas, homogênea e uniforme para as informações contidas na sua identificação. Matriz Árvore produtora de sementes, fornecedora das sementes de um determinado lote. Origem (compra) Local e nome da empresa ou instituição da qual foram adquiridas (compradas) as sementes. Outorga para uso da água instrumento através do qual o Poder Público autoriza o usuário a utilizar as águas de seu domínio, por tempo determinado e com condições preestabelecidas. Procedência Local de coleta das sementes (Município, estado, outro se houver) 7

8 8 Guia para análise de Viveiros de Mudas Nativas Qualidade fisiológica das sementes Determinada por parâmetros como a primeira contagem da germinação, índice de velocidade e porcentagem de germinação, porcentagem de plântulas normais, crescimento e desenvolvimento das plântulas ou de partes delas, entre outros. Receituário agronômico é a prescrição e orientação técnica para utilização de agrotóxicos ou produtos afins. Deve ser emitido por um profissional legalmente habilitado. UGRHi unidade baseada nas bacias hidrográficas, criadas para favorecer o planejamento e uso dos recursos hídricos dentro dos diferentes estados. Figura 1 Mapa dos Biomas do BRASIL (fonte 8

9 9 Guia para análise de Viveiros de Mudas Nativas Quadro 1: Sistema fisionômico ecológico a ser observado para identificação de formações e fisionomias vegetais (simplificado de IBGE, 1992) TIPOS DE VEGETAÇÃO FORMAÇÕES Formações (Classes) Formações (Sub Classes) Formações (Sub Grupos) Estrutura/Formas de vida Clima Fisionomias (Hábitos) FLORESTA OMBRÓFILA DENSA FLORESTA CAMPINAS (Campinarana) (0 a 4 meses secos) ESTACIONAL (4 a 6 meses secos ou com 3 meses abaixo de 15 o ) OMBRÓFILA (0 a 2 meses secos) ABERTA MISTA SEMIDECIDUAL DECIDUAL FLORESTADA ARBORIZADA Ambiente/relevo Aluvial Terras baixas Submontana Montana Altomontana Terras baixas Submontana Montana Aluvial Submontana Montana Altomontana Aluvial Terras baixas Submontana Montana Aluvial Terras baixas Submontana Montana Relevo tabular e/0u depressão fechada GRAMÍNEO LENHOSA 9

10 10 Guia para análise de Viveiros de Mudas Nativas TIPOS DE VEGETAÇÃO FORMAÇÕES Formações (Classes) Formações (Sub Classes) Formações (Sub Grupos) Estrutura/Formas de vida Clima Fisionomias (Hábitos) CERRADO ESTACIONAL FLORESTADA (Savana) (0 a 6 meses secos) ARBORIZADA Ambiente/relevo Planaltos tabulares e/ou planícies PARQUE GRAMÍNEO LENHOSA CAATINGA, CHACO, CAMPOS DE RORAIMA (Savana estépica) ESTACIONAL (com mais de 6 meses secos ou com frio rigoroso) FLORESTADA ARBORIZADA PARQUE GRAMÍNEO LENHOSA Depressão interplanáltica arrasada nordestina e/ou depressão com acumulações recentes CAMPOS (Campos gaúchos, campos meridionais) (Estepe) ESTACIONAL (com 3 meses frios e 1 mês) FLORESTADA ARBORIZADA PARQUE Planaltos pediplanos ou GRAMÍNEO LENHOSA Siglas: RENASEM Registro Nacional de Sementes e Mudas TCFA Taxa de Controle e Fiscalização Ambiental ANVISA Agência Nacional de Vigilância Sanitária NR 31 Norma Regulamentadora 31 Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura, Pecuária, Silvicultura, Exploração Florestal e Aqüicultura FSC Forest Stewardship Council. 10

11 11 Guia para análise de Viveiros de Mudas Nativas 1. IDENTIFICAÇÃO e DADOS GERAIS Nome: Razão social: CNPJ: Endereço: Cidade: Estado : Telefone: E mail: Contatos: Comercial: Técnico: Tempo de existência: Tipo: ( ) órgão público ( ) empresa privada ( ) organização não governamental (3º setor) 11

12 12 Guia para análise de Viveiros de Mudas Nativas Responsável pelas informações: Nome: Data: UF: Nº de funcionários (*) Nº de associados : no de homens no de mulheres Há menores de 16 anos? Jornada de trabalho ( hs ) Há familiares trabalhando? O viveiro tem algum tipo de certificação: NÃO ( ) SIM ( ) Qual: INSERÇÃO TERRITORIAL(*) UGRHI: Bioma: Formação Vegetal: Fisionomia: (*)Ver Glossário 12

13 13 Guia para análise de Viveiros de Mudas Nativas 2. VERIFICAÇÃO DE REGISTRO, SEGURANÇA DO TRABALHO E MEIO AMBIENTE (todos estes itens estão baseados na legislação) ITENS DE VERIFICAÇÃO Sim Não NA Registro do Viveiro O Viveiro está registrado no RENASEM? Oviveiro está em dia com TCFA? ( IBAMA) Ferramentas Manuais As ferramentas possuem bainhas para proteção dos cortes, quando do transporte e da guarda? O afiamento das ferramentas é feito por pessoa que faz uso de luva de segurança contra corte? Os trabalhadores são orientados sobre a maneira correta de utilização e transporte das ferramentas? As ferramentas são guardadas de forma organizada, que não permita a queda sobre pessoas? Agrotóxicos Os trabalhadores que lidam com produtos químicos (fitossanitários), passaram por treinamento sobre manuseio, armazenagem, transporte e aplicação de produtos fitossanitários? Todos os produtos possuem ficha de informações de segurança disponibilizadas aos trabalhadores envolvidos em qualquer uma das fases? O depósito de produto fitossanitário está devidamente sinalizado com as placas de Perigo Agrotóxicos? 13

14 14 Guia para análise de Viveiros de Mudas Nativas Havendo produto inflamável, existe sinalização indicando a existência de produto inflamável e o risco de fazer fogo? Os produtos armazenados estão identificados e separados por classe e compatibilidade? Os trabalhadores fazem uso de vestimenta de segurança e EPIs conforme o exigido na ficha técnica do produto? As vestimentas e EPIs passam por higienização de modo que não seja permitido ao trabalhador levá los após o uso para casa? O armazenamento é feito sobre estrados e distante das paredes? O depósito possui proteção que impeça a entrada de animais em seu interior? No transporte dos produtos é mantida ficha de emergência no interior do veículo, relacionada ao produto transportado? É feita a tríplice lavagem, antes do descarte as embalagens de produtos fitossanitários? A armazenagem dos resíduos e embalagens vazias é feita no interior do depósito de armazenagem de fitossanitários? No depósito existe extintor para o combate a principio de incêndio? Nas áreas aplicadas com produtos agrotóxicos, é colocada sinalização indicando a data de aplicação? Os agrotóxicos são comprados com receituário agronômico? Quem é o responsável pelo receituário? Os receituários estão em dia? Existem cópias dos receituários no Viveiro? O viveiro está cadastrado na Coordenadoria de Defesa agropecuária (SP)? Devolve as embalagens? Para quem? 14

15 15 Guia para análise de Viveiros de Mudas Nativas Recursos Hídricos Tem irrigação no viveiro? Tem cadastro ou outorga pelo uso da água? ( Captação) Tem outorga pelo uso da água Lançamento? (se for o caso) Tem controle da quantidade de água utilizada? (hidrômetro) Faz reuso da água Tem análise do efluente? Transporte de pessoal O transporte de pessoal é feito em veículo licenciado e adequado? O condutor do veículo de transporte de passageiros possui curso de capacitação para transporte coletivo de passageiros? Sendo o veículo de fretamento, este possui licença para transporte de passageiros, com autorização dada pelo DNER? O veículo de transporte de trabalhadores está em condições totalmente seguras? 15

16 16 Guia para análise de Viveiros de Mudas Nativas Alimentação A alimentação fornecida para os empregados está embalada em recipiente adequado, que mantenha a temperatura do alimento dentro dos padrões exigidos pela Anvisa? O local de realização das refeições é adequado e atende ao mínimo exigido na NR 31? Água Potável É fornecida água potável aos trabalhadores? Sendo a água armazenada em caixas refrigeradas, é feita análise para veirificação da potabilidade pela agência sanitária? Sanitários Existem sanitários em quantidade suficiente para os trabalhadores? Havendo ambos os sexos na execução das atividades, existem sanitários separados po sexo? Os sanitários são mantidos limpos e com todos os materiais mínimos exigidos na NR 31? Resíduos Os resíduos alimentares e administrativos recebem tratamento adequado? Há recipientes para coleta seletiva na área do viveiro? Existem recipientes de coleta em quantidade suficiente na área do viveiro? 16

17 17 Guia para análise de Viveiros de Mudas Nativas Sinalização Os resíduos alimentares e administrativos recebem tratamento adequado? Existe sinalização de segurança alertando para a prevenção de acidentes? Primeiros socorros: Existe caixa de primeiros socorros para atender a pequenas ocorrências de acidentes? Prevenção de Acidentes: Existe algum procedimento escrito, e é dada orientação aos trabalhadores para os riscos das atividades executadas no viveiro? O viveiro emprega menores de 14 a 16 anos? MENOR APRENDIZ É aprendiz? O horário de trabalho do menor (aprendiz) permite sua frequência à escola? Tem contrato de aprendizagem? O menor tem anotação do contrato de aprendizagem em sua Carteira de Trabalho e Previdência Social? Existe controle, pelo empregador, de matrícula e frequência à escola do menor aprendiz? É garantido ao menor o salário mínimo/hora? É definido o período do contrato de aprendizagem? O contrato de aprendizagem utrapassa dois anos? O viveiro emprega e matricula no Serviço Nacional de Aprendizagem o número mínimo exigido (5% dos funcionários?) 17

18 18 Guia para análise de Viveiros de Mudas Nativas ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE O viveiro emprega menores de 16 a 18 anos? O horário de trabalho do menor permite sua frequência à escola? O menor trabalha no intervalo de 22 horas às 05 horas? O menor tem anotação do contrato de aprendizagem em sua Carteira de Trabalho e Previdência Social? LEGENDA: Requisito legal não atendido Requisito legal atendido Não soube responder 18

19 19 Guia para análise de Viveiros de Mudas Nativas 3.VERIFICAÇÃO DE QUALIDADE ECOLÓGICA E GENÉTICA DE SEMENTES E MUDAS O viveiro tem controle da qualidade fisiológica das sementes? QUALIDADE DAS SEMENTES ITENS S N Não sei O viveiro tem um local específico para o armazenamento das sementes? O viveiro tem controle sobre a qualidade do armazenamento das sementes? O viveiro tem controle sobre a qualidade do beneficiamento das sementes? QUALIDADE ECOLÓGICA E GENÉTICA DAS SEMENTES ITENS S N Não sei Há conhecimento sobre a procedência das sementes? Há controle sobre a procedência das sementes? Há conhecimento sobre a origem das sementes adquiridas? Há controle sobre a origem das sementes adquiridas? Há conhecimento sobre as características dos locais de coleta de sementes? Há controle sobre as características ambientais dos locais de coleta? Há conhecimento sobre as condições das populações das espécies cujas sementes foram coletadas? Há controle sobre as condições das populações das espécies cujas sementes foram coletadas? Existe um número mínimo especificado de árvores para coleta por espécie? 19

20 20 Guia para análise de Viveiros de Mudas Nativas Existe um número mínimo especificado de árvores coletadas por espécie/lote? Qual o número mínimo de árvores estipulado para coleta? As matrizes estão mapeadas e/ou identificadas? As espécies coletadas estão devidamente identificadas por nome científico e popular (comum)? Essa identificação é realizada com auxílio de instituição ou profissional devidamente qualificada(o)? QUALIDADE ECOLÓGICA E GENÉTICA DAS MUDAS Existe uma lista organizada de mudas produzidas no viveiro por espécie? Existe controle das espécies por lote? O lote de mudas, disponibilizado para restauração ecológica, tem um número mínimo de espécies determinado? Existe uma classificação sucessional para as espécies produzidas? Há uma setorização no viveiro para espécies de diferentes grupos sucessionais? Há uma setorização no viveiro para espécies de diferentes biomas ou de diferentes fisionomias vegetais ou regiões? LEGENDA: Desejável 20

21 21 Guia para análise de Viveiros de Mudas Nativas 4.Informações complementares sobre a produção de mudas Nativas 4.1.Produção Produção total anual : Capacidade máxima de produção: nº de espécies produzidas: nº de espécies não pioneiras: nº mínimo de espécies PIONEIRAS disponíveis durante o ano todo: nº mínimo de espécies NÃO PIONEIRAS disponíveis durante o ano todo: 4.2 RECIPIENTES UTILIZADOS Tubetes % da produção tamanho médio da muda: cm sacos plásticos: % da produção tamanho médio da muda: cm outros: % da produção Quais tamanho médio da muda: 4.3 SUBSTRATO UTILIZADO ( ) comprado ( ) produzido no próprio viveiro 4.4 ADUBAÇÃO ( ) química ( ) orgânica ( ) foliar (líquida) 4.5 CONTROLE FITOSSANITÁRIO ( ) plantas invasoras ( ) doenças ( ) pragas Com produtos químicos? ( ) SIM ( ) NÃO 4.6 EXPEDIÇÃO DAS MUDAS ( ) bandeja ( ) caixas fechadas ( ) rocambole ( ) caixas vazadas ( ) diretamente no veículo ( ) responsabiliza se pelo transporte 4.7 CONDIÇÕES DO TRANSPORTE ( ) caminhão baú ( ) caminhão aberto com lona ( ) caminhão aberto 21

22 22 Guia para análise de Viveiros de Mudas Nativas 4.8 PARÂMETROS OBSERVADOS NO CONTROLE DE QUALIDADE ( ) altura ( ) diâmetro do colo ( ) bifurcação ( ) retidão do caule ( ) sanidade ( ) coesão do substrato ( ) viçosidade ( ) qualidade da folhagem ( ) outros (descrever) 4.9 FINALIDADE DA PRODUÇÃO: % doação % uso próprio % vendas a terceiros % troca 4.10 DESTINAÇÃO DAS MUDAS: % recomposição florestal %arborização urbana % paisagismo % outras (descrever) 4.11 PRINCIPAIS CLIENTES: ( ) iniciativa privada ( ) 3º setor ( ) setor público (identificar) 4.12 REGIÃO DE DESTINO DAS MUDAS: % mesma região do viveiro % outras regiões do estado de São Paulo % outras regiões do país % Não sabe 22

23 23 Guia para análise de Viveiros de Mudas Nativas 4.13 DIFICULDADES NA PRODUÇÃO ( ) obtenção de sementes ( ) armazenamento de sementes ( ) irrigação ( ) adubação ( ) insuficiência de informações sobre as espécies ( ) quebra de dormência e germinação ( ) controle de doenças, pragas ou ervas daninhas ( ) recursos, equipamentos e materiais básicos ( ) mão de obra ( ) outras (especificar) 4.14 PÓS VENDA ( ) oferece orientação técnica para o plantio ( ) acompanha qualidade dos plantios ( ) realiza implantação e manejo 4.15 INTEGRAÇÃO COM O SETOR ( ) tem interesse em obter certificação da produção ( ) aceitaria participar da pesquisa de acompanhamento ( ) participaria de rede de troca de sementes de nativas ( ) forneceria informações mensais em página da internet 4.16 OUTRAS ESPÉCIES PRODUZIDAS ( ) Florestais exóticas ( ) Frutíferas ( ) Ornamentais ( ) Hortículas ( ) Outras produção total anual: mudas capacidade máxima de produção: (mudas/ano) 23

24 24 Guia para análise de Viveiros de Mudas Nativas 4.17 CONHECIMENTO E OPINIÃO SOBRE A LEGISLAÇÃO ( ) Sistema Nacional de Sementes e Mudas ( ) Resolução SMA 08/08 (orienta sobre reflorestamentos com nativas) e anexos ( ) outras 24

25 25 Guia para análise de Viveiros de Mudas Nativas 5. LISTA DAS ESPÉCIES PRODUÇÃO DE MUDAS ESPÉCIES A ser preenchido depois Nome popular Nome científico Fonte para o nome científico Nome científico Fonte para o nome científico Fisionomia de origem e região/fonte Exótica invasora Nativa oportunista 25

26 26 Guia para análise de Viveiros de Mudas Nativas Nome popular Nome científico Fonte para o nome científico Nome científico Fonte para o nome científico Fisionomia de origem e região/fonte Exótica invasora Nativa oportunista 26

27 27 Guia para análise de Viveiros de Mudas Nativas 6. LISTA DAS ESPÉCIES EXÓTICAS INVASORAS (PLANTAS) NO BRASIL Fonte: Base de dados nacional Data: 12 de fevereiro de 2010 Nome científico Nome popular Área de distribuição natural OUTROS Locais onde a espécie é invasora* Acacia auriculiformis acácia Austrália, Papua Nova Guiné, Indonésia. Estados Unidos, Ilha Cook, Ilhas Mariana, Estados Federados da Micronésia, Guam, Palau, Ilhas Salomão e Singapura. Acacia farnesiana esponja América Central e sul da América do Norte. Ilhas Marquesas, Tahiti e Ilhas Guam na Polinésia Francesa. Ilha Johnston e Atol Midway e Havaí nos Estados Unidos da América. Ilhas Fiji, Ilha Nauru, Nova Caledônia e Austrália, na Oceania. Acacia holosericea Austrália. Benin. Acacia longifolia acácia trinervis Austrália e Tasmânia. Uruguai, Portugal e África do Sul. Acacia mangium acácia australiana Malásia, Austrália, Ilhas Molucas, Papua Bangladesh, Camarões, Costa Rica, Havaí, Filipinas, Ilhas Cook, Nova Guiné, Indonésia. Estados Federados da Micronésia, Palau e Ilhas Comoro. Acacia mearnsii acácia negra Região sudeste da Austrália. Ilhas Reunião, França, Espanha, Portugal, Itália, Iugoslávia, Romênia, África do Sul (sendo particularmente problemática no oeste, no Cabo leste, em KwaZulu Natal e Mpumalanga), Tanzânia e Estados Unidos (Havaí e Califórnia). Acacia podalyriifolia acácia mimosa Queesland, Austrália. Estados Unidos (Havaí). Agave sisalana agave Península de Yucatan, México. Ilhas e Arquipélagos do Pacífico (Havaí, Polinésia, Micronésia), África do Sul e Austrália. Albizia falcata Nova Guiné, Ilhas Salomão. Havaí (EUA), Sri Lanka. Aleurites moluccana nogueira de iguape Malásia, Polinésia, Filipinas. Madagascar, Sri Lanka, sudeste da Índia, Bangladesh, Estados Unidos, Samoa, Ilhas Cook, Ilhas Fiji, Polinésia Francesa, Nova Caledônia, Niue, Ilhas Pitcairn, Samoa, Tonga, Ilhas Christmas (Austrália). Andropogon gayanus capim andropogon Da costa oeste do Senegal até o leste do Norte da Austrália. Sudão. Moçambique, Botsuana, Namíbia e África do Sul. Archontophoenix palmeira australiana Austrália oriental, entre as latitudes 35,5 e Nova Zelândia. cunninghamiana 21 S. Artocarpus heterophyllus jaqueira Índia (montanhas dos Ghats ocidentais) e Polinésia Francesa. Península da Malásia. 27

28 28 Guia para análise de Viveiros de Mudas Nativas Arundo donax cana brava, cana do reino Sub continente indiano. Austrália, Bermuda, Ilhas Cook, República Dominicana, Fiji, Guam, Haiti, Kiribati, México, Micronésia, Estados Federados de Nauru, Nova Caledônia, Nova Zelândia, Ilha Norfolk, Palau, Samoa, África do Sul, Swazilândia, Tonga, Estados Unidos e Venezuela. Asparagus setaceus asparguinho de jardim Sudeste da África. Estados Unidos (Havaí), ilhas do Pacífico, Equador (Ilhas Galápagos), Tonga, Porto Rico, Nova Zelândia. Azadirachta indica nim Florestas secas do Deccan e Karnataka, na Nas ilhas do Pacífico, em Fiji principalmente, invade áreas de Índia, e em Myanmar e Sri Lanka. baixas altitudes. Austrália, República Dominicana, América Central, Índia, Gana, Gâmbia e região do Sahel na África, além de outros países da África Ocidental. Bambusa textilis bambu de jardim, taquarinha Sudeste da China. Estados Unidos (Califórnia, Texas, Havaí e Florida), Costa Rica, Georgia e Porto Rico. Bambusa vulgaris bambu Sul da China ou Madagascar, não se sabe Caribe, Estados Unidos (Havaí), Ilhas Cook, Fiji, Niue, Palau, exatamente. Tonga, Nova Zelândia, França (ilhas Reunião) e Ilhas do Pacífico. Calotropis gigantea Sri Lanka, Índia, China e Malásia. Timor, Ilhas Christmas, Austrália, Estados Unidos (Havaí), Ilhas do Pacífico. Calotropis procera algodão de seda África, Madagascar, Península Arábica e Austrália, Caribe e Estados Unidos (Havaí). Sudoeste da Ásia. Cassytha filiformis cipó chumbo Estados Unidos (Flórida, Texas, Havaí), Porto Austrália e Suazilândia. Rico e Ilhas Virgens. Casuarina equisetifolia casuarina Austrália (costas norte e nordeste), Indonésia, Índia, Bangladesh, Ceilão, Malásia e Sri Lanka. Estados Unidos (Havaí e Flórida), Porto Rico, Bahamas e outras ilhas do Caribe, Argentina, Uruguai. Centella asiatica centela Continente asiático. Estados Unidos (do norte ao sudeste), Chile, Argentina e Uruguai. Chrysanthemum myconis mal me quer Região Mediterrânea. Japão e região da Galícia (Europa). Cinnamomum burmanni canela de java, falsa canela Indonésia. Estados Unidos (Havaí), França (Ilhas Reunião) e Filipinas. Cirsium vulgare cardo, cardo negro Europa, oeste da Ásia e norte da África. Estados Unidos, África do Sul, Japão. Citrus limon limão Sudeste asiático. Estados Unidos, México, Chile, Argentina, Itália, Espanha, Grécia, Turquia, Líbano, África do Sul, Austrália, Filipinas, Fiji, Nova Caledônia e Equador (ilhas Galápagos). 28

29 29 Guia para análise de Viveiros de Mudas Nativas Citrus sinensis limão cravo Ásia e Malásia. Argentina e Estados Unidos. Clitoria fairchildiana** sombreiro BRASIL (estados do Maranhão, Pará, Amapá Índia, Filipinas e Estados Unidos (Flórida). e Amazonas), em formações secundárias na Floresta Ombrófila Densa da Amazônia. Coffea arabica cafezeiro Etiópia. Estados Unidos (Havaí), Equador (Galápagos), Polinésia Francesa, Fiji, Suriname, Venezuela, Peru, Panamá, Nicarágua, México, Madagascar, Austrália, Honduras, Guiana, El Salvador, Bolívia e Nova Zelândia (ilhas Cook). Cortaderia selloana** capim dos pampas, paina Argentina, BRASIL, Bolívia, Equador, Peru (do BRASIL Meridional ao Pampa Argentino). Crocosmia crocosmiiflora tritônia Espécie híbrida ornamental que escapou do cultivo e ocorre amplamente no mundo. Crotalaria juncea crotalária Índia. Austrália, Japão. África do Sul, Austrália (Tasmânia), Espanha, Estados Unidos, Nova Zelândia, Reino Unido. Austrália, Estados Unidos (Havaí), Nova Zelândia e França (Ilhas Reunião). Crotalaria spectabilis crotalária, guizo de cascavel Índia. Estados Unidos (Flórida, Havaí), Polinésia Francesa, Nauru, Nova Caledônia, Palau e Austrália. Cryptostegia grandiflora margarida, boca de leão, alamanda roxa, criptostégia, Sudoeste de Madagascar. Austrália, leste da África, Egito, Marrocos, Ilhas Maurício, India, sudeste da Ásia, México, Estados Unidos, Nova Caledônia e Fiji. leite de bom jesus Curculigo capitulata capim palmeira, curculigo Ásia tropical. Cynodon dactylon grama bermuda, capim deburro, grama seda África Oriental e sul da Europa. Austrália, Nova Zelândia, Filipinas, Camboja, Cingapura, Tailândia, Vietnã, Tonga, Ilhas Salomão, Samoa, Equador (Galápagos), Chile, Colômbia, El Salvador, Guatemala, Honduras, Nicarágua, Peru, México, Estados Unidos (Havaí), Estados Federados da Micronésia, Ilhas Fiji, Polinésia Francesa, Ilhas Guam, Kiribati, Ilhas Marshall, Nauru, Nova Caledônia, Niue, Palau, Malásia. Cyperus rotundus tiririca, capim dandá Índia. Samoa, Austrália, Nova Zelândia, Niue, Ilhas Cook, Equador (Galápagos), Estados Federados da Micronésia, Fiji, Polinésia Francesa, Guam, Estados Unidos (Havaí), Kiribati, Ilhas Marshall, Nauru, Nova Caledônia, Palau, Filipinas, Samoa, Tonga, Camboja, Chile, China, Colômbia, Indonésia, Japão, Malásia, México, Brunei, Peru, Singapura, Tailândia, Vietnã, Ilhas Maurício. 29

Necessidade de visto para. Não

Necessidade de visto para. Não País Necessidade de visto para Turismo Negócios Afeganistão África do Sul Albânia, Alemanha Andorra Angola Antígua e Barbuda Arábia Saudita Argélia. Argentina Ingresso permitido com Cédula de Identidade

Leia mais

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil País Afeganistão África do Sul Albânia Alemanha Andorra Angola Antígua e Barbuda Arábia Saudita Argélia Argentina Armênia Austrália

Leia mais

ANEXO 17 TABELA DENACIONALIDADES EPAÍSES (CARTÃO SUS)

ANEXO 17 TABELA DENACIONALIDADES EPAÍSES (CARTÃO SUS) ANEXO 17 TABELA DENACIONALIDADES EPAÍSES (CARTÃO SUS) NACIONALIDADES Cód. Afeganistão 101 África do Sul 102 Albânia 103 Alemanha 104 Ando ra 105 Angola 106 Angui la 107 Antigua e Barbuda 108 Antilhas Holandesas

Leia mais

Argentina Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias. Entrada permitida com Cédula de Identidade Civil

Argentina Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias. Entrada permitida com Cédula de Identidade Civil PAÍS Visto de Turismo Visto de Negócios Observação Afeganistão Visto exigido Visto exigido África do Sul Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias Albânia Dispensa de visto,

Leia mais

Central de Atos TJMG. Manual Técnico de Informática Versão 1.1

Central de Atos TJMG. Manual Técnico de Informática Versão 1.1 Central de Atos TJMG Manual Técnico de Informática Versão 1.1 Sumário 1 Introdução... 3 2 O modelo de arquivo... 3 3 Tabelas... 5 3.1 PAPEIS DA PARTE... 5 3.2 TIPO DE ATO... 5 3.3 PAÍSES... 6 1 Introdução

Leia mais

DDI VIA EMBRATEL Relação de países e seus respectivos códigos de acesso

DDI VIA EMBRATEL Relação de países e seus respectivos códigos de acesso PAIS CODIGO ACESSO DDI AFEGANISTAO 93 N AFRICA DO SUL 27 S ALASCA 1 S ALBANIA 355 S ALEMANHA 49 S ANDORRA 376 S ANGOLA 244 S ANGUILLA 1 S ANT.HOLANDESAS 599 S ANTIGUA 1 S ARABIA SAUDITA 966 S ARGELIA 213

Leia mais

Es t i m a t i v a s

Es t i m a t i v a s Brasileiros no Mundo Es t i m a t i v a s Ministério das Relações Exteriores - MRE Subsecretaria Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior - SGEB Departamento Consular e de Brasileiros no Exterior

Leia mais

L A E R T E J. S I L V A

L A E R T E J. S I L V A MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES Subsecretaria-Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior Departamento de Imigração e Assuntos Jurídicos Divisão de Imigração Quadro Geral de Regime de Vistos para

Leia mais

Entrance Visas in Brazil ( Updating on 01/11/2013 )

Entrance Visas in Brazil ( Updating on 01/11/2013 ) Entrance Visas in Brazil ( Updating on 01/11/2013 ) Legend # Entrance allowed by presenting Civil Identity Card * - Maximum stay of 90 days every 180 days For more informations: Phone: +55 11 2090-0970

Leia mais

COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO 2012 (JANEIRO)

COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO 2012 (JANEIRO) Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO 2012 (JANEIRO) MRE-DPR JANEIRO/2012

Leia mais

Argentina Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias. Entrada permitida com Cédula de Identidade Civil

Argentina Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias. Entrada permitida com Cédula de Identidade Civil PAÍS Visto de Turismo Visto de Negócios Observação Afeganistão Visto exigido Visto exigido África do Sul Dispensa de visto, por até 90 dias Dispensa de visto, por até 90 dias Albânia Dispensa de visto,

Leia mais

INSTRUTIVO N.º 01/2015 de 14 de Janeiro

INSTRUTIVO N.º 01/2015 de 14 de Janeiro INSTRUTIVO N.º 01/2015 de 14 de Janeiro ASSUNTO: CLASSIFICAÇÃO DE PAÍSES, BANCOS MULTILATERAIS DE DESENVOLVIMENTO E ORGANIZAÇÕES INTERNACIONAIS Havendo necessidade de se estabelecerem critérios de classificação

Leia mais

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil (Atualizado em 07/02/2013) Legenda

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil (Atualizado em 07/02/2013) Legenda Ministério das Relações Exteriores Subsecretaria-Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior Departamento de Imigração e Assuntos Jurídicos Divisão de Imigração Quadro Geral de Regime de Vistos para

Leia mais

Introdução... 14. 1. Brasões de Armas da África... 16 1.1. África do Sul... 16

Introdução... 14. 1. Brasões de Armas da África... 16 1.1. África do Sul... 16 Sumário Introdução... 14 1. Brasões de Armas da África... 16 1.1. África do Sul... 16 1.1.1. Brasões de Armas da África do Sul... 18 1.1.2. Brasão de armas e Botswana... 23 1.1.3. Brasão de armas do Lesoto...

Leia mais

PROCEDIMENTOS MIGRATÓRIOS E DOCUMENTOS DE VIAGEM

PROCEDIMENTOS MIGRATÓRIOS E DOCUMENTOS DE VIAGEM PROCEDIMENTOS MIGRATÓRIOS E DOCUMENTOS DE VIAGEM 1 PROCEDIMENTOS MIGRATÓRIOS E DOCUMENTOS DE VIAGEM PROCEDIMENTOS MIGRATÓRIOS E DOCUMENTOS DE VIAGEM 2 17. TABELA DE VISTOS Apresentamos a seguir uma tabela

Leia mais

DIRETRIZES PARA PAGAMENTO (POR PAÍS)

DIRETRIZES PARA PAGAMENTO (POR PAÍS) PT (115) DIRETRIZES PARA PAGAMENTO (POR PAÍS) Este documento tem o propósito de informar rotarianos sobre opções de pagamento e dados necessários para recebimento de fundos do Rotary. Consulte a lista

Leia mais

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil (Atualizado em 14/05/2014) Legenda

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil (Atualizado em 14/05/2014) Legenda Ministério das Relações Exteriores Subsecretaria-Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior Departamento de Imigração e Assuntos Jurídicos Divisão de Imigração Quadro Geral de Regime de Vistos para

Leia mais

Brasil 2012 SERVIÇOS E TARIFAS

Brasil 2012 SERVIÇOS E TARIFAS SERVIÇOS E TARIFAS Soluções FedEx para o seu negócio Caso você tenha necessidade de enviar documentos urgentes, economizar em remessas regulares ou enviar cargas pesadas, a FedEx tem uma solução de transporte

Leia mais

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil (Atualizado em 24/11/2015) Legenda

Quadro Geral de Regime de Vistos para a Entrada de Estrangeiros no Brasil (Atualizado em 24/11/2015) Legenda Ministério das Relações Exteriores Subsecretaria-Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior Departamento de Imigração e Assuntos Jurídicos Divisão de Imigração Quadro Geral de Regime de Vistos para

Leia mais

COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO JULHO DE 2013 (DADOS ATÉ JUNHO DE 2013)

COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO JULHO DE 2013 (DADOS ATÉ JUNHO DE 2013) Ministério das Relações Exteriores - MRE Departamento de Promoção Comercial e Investimentos - DPR Divisão de Inteligência Comercial - DIC COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO JULHO DE 2013 (DADOS ATÉ JUNHO DE

Leia mais

Brasil 2015. FedEx International Priority. FedEx International Economy 3

Brasil 2015. FedEx International Priority. FedEx International Economy 3 SERVIÇOS E TARIFAS Soluções FedEx para o seu negócio Caso você tenha necessidade de enviar documentos urgentes, economizar em remessas regulares ou enviar cargas pesadas, a FedEx tem uma solução de transporte

Leia mais

Introdução 1 As tabelas a seguir mostram os cartuchos de jato de tinta HP compatíveis com as impressoras HP Photosmart.

Introdução 1 As tabelas a seguir mostram os cartuchos de jato de tinta HP compatíveis com as impressoras HP Photosmart. Introdução 1 As tabelas a seguir mostram os cartuchos de jato de HP compatíveis com as impressoras HP Photosmart. Impressoras série 100 2 Impressora HP Photosmart 130 HP 57 HP Photosmart 100 HP 57 Impressoras

Leia mais

ESTUDANTES DE PÓS-GRADUAÇÃO

ESTUDANTES DE PÓS-GRADUAÇÃO ESTUDANTES DE PÓS-GRADUAÇÃO Documento atualizado em 20/12/2013. O Programa de Fomento à Pesquisa 2014 oferece aos estudantes regularmente matriculados nos cursos de pós-graduação da UFRGS (mestrado acadêmico,

Leia mais

Inscrição de. Peregrinos. Jornada Mundial da Juventude

Inscrição de. Peregrinos. Jornada Mundial da Juventude Inscrição de Peregrinos Jornada Mundial da Juventude Bem-vindos à JMJ Rio2013 Em breve serão abertas as inscrições para a JMJ Rio2013. Organize seu grupo! A pouco menos de um ano para o início da JMJ Rio2013

Leia mais

A lista que se segue mostra o sistema de definição de televisão standard utilizado na maioria dos Países do Mundo. American Forces Radio.

A lista que se segue mostra o sistema de definição de televisão standard utilizado na maioria dos Países do Mundo. American Forces Radio. SISTEMAS DE TV MUNDIAIS Países diferentes usam sistemas de TV diferentes. A diferença entre estes sistemas reside em parte na forma como a informação do sinal de cor é modulada com a informação de luminosidade

Leia mais

Como não organizar todos os países do mundo?

Como não organizar todos os países do mundo? Como não organizar todos os países do mundo? A FIFA tem federações de 186 países independentes, de 19 regiões não independentes e das 4 regiões do Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte (abreviado

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/ PPGD/2012

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/ PPGD/2012 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO DE CIÊNCIAS JURÍDICAS PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 01/ PPGD/2012 Disciplina a concessão de Recursos do PROEX/CAPES para a participação

Leia mais

Plano específico para a modalidade LDI (Longa Distância Internacional) utilizando o CSP (Código de Seleção da Prestadora) 17 da Transit.

Plano específico para a modalidade LDI (Longa Distância Internacional) utilizando o CSP (Código de Seleção da Prestadora) 17 da Transit. A. NOME DA EMPRESA Transit do Brasil S.A. B. NOME DO PLANO Plano Básico de Serviço LDI (Longa Distância Internacional). C. IDENTIFICAÇÃO PARA A ANATEL Plano Básico de Serviço LDI (Longa Distância Internacional).

Leia mais

Simples. Conecta + 200. Conecta + 400. Conecta + 800

Simples. Conecta + 200. Conecta + 400. Conecta + 800 REGULAMENTO DA PROMOÇÃO DO PLANO ALTERNATIVO LDI CSP81 Por este instrumento, em que fazem parte de um lado, DATORA TELECOMUNICAÇÕES LTDA, Prestadora do Serviço Telefônico Fixo Comutado STFC, inscrita no

Leia mais

ESPECIES EXÓTICAS INVASORAS PROBLEMAS E SOLUÇÕES

ESPECIES EXÓTICAS INVASORAS PROBLEMAS E SOLUÇÕES ESPECIES EXÓTICAS INVASORAS PROBLEMAS E SOLUÇÕES PARTICIPAÇÃO Adilson Roque dos Santos - Arquiteto - Dr.Ecologia Urbana Jorge Antonio Pontes Biólogo Dr. Ecologia Cláudio Alexandre de A. Santana Engenheiro

Leia mais

Es t i m a t i v a s

Es t i m a t i v a s Brasileiros no Mundo Es t i m a t i v a s Ministério das Relações Exteriores - MRE Subsecretaria Geral das Comunidades Brasileiras no Exterior - SGEB Departamento Consular e de Brasileiros no Exterior

Leia mais

Índice. 1. Registro Contrato DCE... 3. Participante 2

Índice. 1. Registro Contrato DCE... 3. Participante 2 Índice 1. Registro DCE... 3 Participante 2 Registro de de Derivativo Contratado no Exterior Nome do Arquivo Tamanho do Registro 1. Registro DCE Caracteres: 1500 Header Seq Campo Formato Posição Conteúdo

Leia mais

Exportações Brasileiras de Carne Bovina Brazilian Beef Exports. Fonte / Source: SECEX-MDIC

Exportações Brasileiras de Carne Bovina Brazilian Beef Exports. Fonte / Source: SECEX-MDIC Categorias / Products:, INDUSTRIALIZADA / PROCESSED,,, 1 de 16 2000 1999 %(2000x1999) Janeiro / January US$ (000) US$/Ton 25.537 9.793 2.608 15.392 4.375 3.518 66% 124% -26% INDUSTRIALIZADA / PROCESSED

Leia mais

MRE ABC CGRM CGPD CGRB

MRE ABC CGRM CGPD CGRB 1 Organograma da ABC MRE ABC CGRM CGPD CGRB 2 Competências da ABC Coordenar, negociar, aprovar e avaliar a cooperação técnica internacional do país. Coordenar todo o ciclo da cooperação técnica internacional

Leia mais

SWAZILÂNDIA E TANZÂNIA. Across Mundovip Quadrante Soltrópico TUNÍSIA. Club Med Grantur Mundovip Soltrópico. Travelers Travelplan U GANDA.

SWAZILÂNDIA E TANZÂNIA. Across Mundovip Quadrante Soltrópico TUNÍSIA. Club Med Grantur Mundovip Soltrópico. Travelers Travelplan U GANDA. Quem programa o quê? ÁFRICA ÁFRICA DO SUL ANGOLA BOTSWANA CABO VERDE EGIPTO GUINÉ-BISSAU LÍBIA MARROCOS MAURÍCIAS MOÇAMBIQUE NAMÍBIA QUÉNIA SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE SENEGAL SEYCHELLES SWAZILÂNDIA E TANZÂNIA

Leia mais

COOPERAÇÃO SUL-SUL BRASILEIRA

COOPERAÇÃO SUL-SUL BRASILEIRA COOPERAÇÃO SUL-SUL BRASILEIRA Representação organizacional da ABC O Mandato da ABC Negociar, aprovar, coordenar e avaliar a cooperação técnica internacional no Brasil Coordenar e financiar ações de cooperação

Leia mais

O BRASIL E A COOPERAÇÃO SUL-SUL

O BRASIL E A COOPERAÇÃO SUL-SUL O BRASIL E A COOPERAÇÃO SUL-SUL Organograma da ABC O Mandato da ABC Coordenar, negociar, aprovar e avaliar a cooperação técnica internacional no Brasil Coordenar e financiar ações de cooperação técnica

Leia mais

IX. Dispensa de Visto de Entrada para Portadores de Passaporte e de Título de Viagem da RAEM

IX. Dispensa de Visto de Entrada para Portadores de Passaporte e de Título de Viagem da RAEM IX. Dispensa de Visto de Entrada para Portadores de Passaporte e de (países ordenados por continente) Ásia Brunei 14 dias --- Camboja 30 dias c) --- Coreia do Sul 90 dias --- Filipinas 14 dias --- Indonésia

Leia mais

Campus Prof. José Rodrigues Seabra - Av. BPS, 1303 - Bairro Pinheirinho - CEP 37500-903 - Itajubá -MG - Brasil Fone (35) 3629 1771

Campus Prof. José Rodrigues Seabra - Av. BPS, 1303 - Bairro Pinheirinho - CEP 37500-903 - Itajubá -MG - Brasil Fone (35) 3629 1771 RESOLUÇÃO Nº 001/2015 Dispõe sobre os critérios e valores de concessão e pagamento de auxílio financeiro a alunos para participação em eventos, cursos e trabalhos de campo. O Pró-Reitor de Extensão, da

Leia mais

COOPERAÇÃO TÉCNICA BRASILEIRA. Organograma da ABC. Cooperação Técnica Brasileira

COOPERAÇÃO TÉCNICA BRASILEIRA. Organograma da ABC. Cooperação Técnica Brasileira COOPERAÇÃO TÉCNICA BRASILEIRA Organograma da ABC 1 O Mandato da ABC Coordenar, negociar, aprovar e avaliar a cooperação técnica internacional no Brasil Coordenar e financiar ações de cooperação técnica

Leia mais

A) Lista dos países terceiros cujos nacionais devem possuir um visto para transporem as fronteiras externas. 1. Estados:

A) Lista dos países terceiros cujos nacionais devem possuir um visto para transporem as fronteiras externas. 1. Estados: Lista dos países terceiros cujos nacionais estão sujeitos à obrigação de visto para transporem as fronteiras externas e lista dos países terceiros cujos nacionais estão isentos dessa obrigação A) Lista

Leia mais

Federação Nacional dos Portuários. Boletim Econômico. (Agosto 2015)

Federação Nacional dos Portuários. Boletim Econômico. (Agosto 2015) Boletim Econômico (Agosto 2015) I. Movimentação Portuária As estatísticas de movimentação portuária, publicada pela ANTAQ, referente ao primeiro trimestre de 2015 mostram que os portos organizados e os

Leia mais

RESUMO GERAL Atualizada até 31/12/2012

RESUMO GERAL Atualizada até 31/12/2012 Gabinete do Ministro - GM Coordenação Geral de Imigração - CGIg Atualizado até 30/09/2011 RESUMO GERAL Atualizada até 31/12/2012 1 Gabinete do Ministro - GM Coordenação Geral de Imigração - CGIg Autorizações

Leia mais

RESUMO GERAL Atualizada até 30/09/2012

RESUMO GERAL Atualizada até 30/09/2012 Gabinete do Ministro - GM Coordenação Geral de Imigração - CGIg Atualizado até 30/09/2011 RESUMO GERAL Atualizada até 30/09/2012 1 Gabinete do Ministro - GM Coordenação Geral de Imigração - CGIg Autorizações

Leia mais

Registro de Contrato de Derivativo Contratado no Exterior... 3 1. Registro Contrato DCE... 3 2. Alteração de Contrato DCE...11

Registro de Contrato de Derivativo Contratado no Exterior... 3 1. Registro Contrato DCE... 3 2. Alteração de Contrato DCE...11 Versão: 21/11/2011 Conteúdo Registro de Contrato de Derivativo Contratado no Exterior... 3 1. Registro Contrato DCE... 3 2. Alteração de Contrato DCE...11 Participante 2 Registro de Contrato de Derivativo

Leia mais

Índice. 1. Registro de Cliente Não Residente...3 2. Registro Contrato DVE...7. Participante 2

Índice. 1. Registro de Cliente Não Residente...3 2. Registro Contrato DVE...7. Participante 2 Índice 1. Registro de Cliente Não Residente...3 2. Registro Contrato DVE...7 Participante 2 Títulos do Agronegócio Nome do Arquivo Tamanho do Registro 1. Registro de Cliente Não Residente Caracteres: 453

Leia mais

Instruções de Preenchimento Complementares do DLO 2061 Adicional de Capital Principal Março/2016

Instruções de Preenchimento Complementares do DLO 2061 Adicional de Capital Principal Março/2016 Instruções de Preenchimento Complementares do DLO 2061 Adicional de Capital Principal Março/2016 SUMÁRIO I Objetivo 02 II Orientações Gerais 02 III Orientações Gerais Sobre o Arquivo XML 02 IV Orientações

Leia mais

Campus Prof. José Rodrigues Seabra - Av. BPS, 1303 - Bairro Pinheirinho - CEP 37500-903 - Itajubá -MG - Brasil Fone (35) 3629 1771

Campus Prof. José Rodrigues Seabra - Av. BPS, 1303 - Bairro Pinheirinho - CEP 37500-903 - Itajubá -MG - Brasil Fone (35) 3629 1771 EDITAL N 01/2015/Unifei/Proex, de 14 de janeiro de 2015. CHAMADA PÚBLICA PARA CONCESSÃO DE AUXÍLIO-EXTENSÃO PARA PARTICIPAÇÃO EM ATIVIDADES QUE ENVOLVEM COMPETIÇÕES TECNOLÓGICAS, EVENTOS ESPORTIVOS E CULTURAIS.

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE DA INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL DA LUSOFONIA AFRO-BRASILEIRA (UNILAB)

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE DA INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL DA LUSOFONIA AFRO-BRASILEIRA (UNILAB) RESOLUÇÃO N 13/2013, DE 06 DE AGOSTO DE 2013. Dispõe sobre a criação do Programa de Apoio à participação de discentes de graduação e pós-graduação em Eventos Cientificos, Tecnológicos, Esportivos, Culturais

Leia mais

Anuário Estatístico de Turismo - 2015

Anuário Estatístico de Turismo - 2015 Secretaria Nacional de Políticas de Turismo Ministério do Turismo Anuário Estatístico de Turismo - 2015 Volume 42 Ano base 2014 Sumário I Turismo receptivo 1. Chegadas de turistas ao Brasil - 2013-2014

Leia mais

www. Lifeworld.com.br

www. Lifeworld.com.br 1 SISTEMA MONETARIO MUNDIAL MOEDAS A SEREM EMITIDAS EM CADA PAÍS ARTIGO 42º Capítulo -1º QUANTIDADE DE NOVAS MOEDAS VALOR POR PAÍS 42-1- 1º - A partir da data da promulgação da Constituição Mundial pela

Leia mais

Atuação Internacional da Embrapa

Atuação Internacional da Embrapa Atuação Internacional da Embrapa Atuação Internacional Cooperação Científica Negócios Tecnológicos Cooperação Técnica Cooperação Científica Conhecimentos do Mundo Agricultura Brasileira Cooperação Científica

Leia mais

1.a. Atividades principais processamento de alimentos. São cinco as suas divisões, com seus respectivos produtos:

1.a. Atividades principais processamento de alimentos. São cinco as suas divisões, com seus respectivos produtos: Nestlé S.A. 1. Principais Características Matriz: Nestlé S.A. Localização: Vevey, Suíça Ano de fundação: 1866 Internet: www.nestle.com Faturamento (2000): US$ 47.092 mi Empregados (1999): 230.929 1.a.

Leia mais

Algumas nacionalidades estão EXIGINDO visto TRÂNSITO (consultar)

Algumas nacionalidades estão EXIGINDO visto TRÂNSITO (consultar) VISTOS AFEGANISTÃO: não tem representação no Brasil Washington, DC USA / tel. (00xx1202) 483-6410 / fax (00xx1202) 483-6488 ÁFRICA DO SUL - brasileiro NÃO necessita DE VISTO, mesmo de trânsito até 90 dias.

Leia mais

Notas: Este tarifário é taxado de 30 em 30 segundos após o primeiro minuto. Após os 1500 SMS's tmn-tmn grátis ou após os 250 SMS s para outras redes,

Notas: Este tarifário é taxado de 30 em 30 segundos após o primeiro minuto. Após os 1500 SMS's tmn-tmn grátis ou após os 250 SMS s para outras redes, Notas: Este tarifário é taxado de 30 em 30 segundos após o primeiro minuto. Após os 1500 SMS's tmn-tmn grátis ou após os 250 SMS s para outras redes, passa a pagar 0,080. Notas: Este tarifário é taxado

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO ESTADO DA BAHIA

CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA VETERINÁRIA DO ESTADO DA BAHIA R E S O L U Ç Ã O N.º 007, DE 08 DE JUNHO DE 2009 Normatiza critérios e define procedimentos relativos a autorização de viagem, ao adiantamento de numerário e à prestação de contas com deslocamento à serviço

Leia mais

Índice de desenvolvimento humano

Índice de desenvolvimento humano 1Monitorizar o desenvolvimento humano: aumentar as escolhas das pessoas... Índice de desenvolvimento humano a DESENVOLVIMENTO HUMANO ELEVADO Valor do índice de desenvolvimento humano (IDH) Esperança de

Leia mais

05 PASSES AÉREOS 1 TARIFA DE CIRCUITO. Atualizado em 23/03/12

05 PASSES AÉREOS 1 TARIFA DE CIRCUITO. Atualizado em 23/03/12 05 PASSES AÉREOS 1 TARIFA DE CIRCUITO Atualizado em 23/03/12 CONDIÇÕES GERAIS Válidos em Cabine Econômica Os passes são calculados por cupons, milhas ou valores fixos Comprar o ticket internacional e o

Leia mais

PÚBLICO ALVO: Promotores de viagens; agentes de viagens; consultores de viagens; operadores de emissivo e receptivo; atendentes.

PÚBLICO ALVO: Promotores de viagens; agentes de viagens; consultores de viagens; operadores de emissivo e receptivo; atendentes. 3. Geografia Turística 3.1 Geografia Turística: Brasil de Ponta a Ponta Proporcionar ao participante melhor compreensão geográfica do país; Apresentar as principais especificidades existentes nos continentes

Leia mais

CATEGORIA: POPULAÇÃO PRISIONAL CATEGORIA: PERFIL DO PRESO

CATEGORIA: POPULAÇÃO PRISIONAL CATEGORIA: PERFIL DO PRESO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL DIRETORIA DE POLÍTICAS PENITENCIÁRIAS SISTEMA NACIONAL DE INFORMAÇÕES PENITENCIÁRIAS ESTÁTÍSTICA SUSEPE - SUPERINTENDÊNCIA DOS SERVIÇOS PENITENCIÁRIOS

Leia mais

4. Nomeação do mesmo administrador em três ou mais sociedades.

4. Nomeação do mesmo administrador em três ou mais sociedades. LISTA DE INDICADORES DE RISCO DA PRÁTICA DO CRIME DE BRANQUEAMENTO DE CAPITAIS A presente lista de indicadores de risco da prática do crime de branqueamento de capitais não pretende ser exaustiva, e não

Leia mais

Index de Brochuras e Operadores. Index de Brochuras e Operadores

Index de Brochuras e Operadores. Index de Brochuras e Operadores ÁFRICA DO SUL BOTSWANA CABO VERDE Club 1840 Cabo Verde 30/04/05 Mundo Vip Cabo Verde Inverno 30/04/05 TerraÁfrica Ilhas de Cabo Verde 15/01/05 EGIPTO MALAUI MALDIVAS Quadrante Maldivas 21/12/04 MARROCOS

Leia mais

Tarifário 2015 Em vigor a partir de 1/1/2015

Tarifário 2015 Em vigor a partir de 1/1/2015 Uzo Sempre 8 Destino Preço por Minuto/SMS/MMS Voz Todas as redes nacionais 0,085 SMS Todas as redes nacionais 0,085 MMS Todas as redes nacionais 0,590 Todas as redes nacionais - Video 0,790 Dados Internet

Leia mais

Benfica Telecom. Serviço Internet. Serviço Internacional. em vigor a partir de 1/2/2013 1. preço por minuto / Destino. sms / mms

Benfica Telecom. Serviço Internet. Serviço Internacional. em vigor a partir de 1/2/2013 1. preço por minuto / Destino. sms / mms em vigor a partir de 1/2/2013 1 / Benfica Telecom sms / mms Voz Todas as redes nacionais 0,185 Voz (tarifa reduzida) Todas as redes nacionais 0,082 SMS Todas as redes nacionais 0,093 SMS (tarifa reduzida)

Leia mais

Anuário Estatístico de Turismo - 2012

Anuário Estatístico de Turismo - 2012 Secretaria Nacional de Políticas de Turismo Ministério do Turismo Anuário Estatístico de Turismo - 2012 Volume 39 Ano base 2011 Sumário I Turismo receptivo 1. Chegadas de turistas ao Brasil - 2010-2011

Leia mais

Tarifário 2014 em vigor a partir de 1/1/2014

Tarifário 2014 em vigor a partir de 1/1/2014 Uzo Original Destino Preço por Minuto/SMS/MMS/Internet Voz Todas as redes nacionais 0,186 Voz (tarifa reduzida) Todas as redes nacionais 0,140 SMS Todas as redes nacionais 0,095 SMS (tarifa reduzida) Todas

Leia mais

Serviços Adicionais. 12400 - Portal de Voz

Serviços Adicionais. 12400 - Portal de Voz Serviços Adicionais 12400 - Portal de Voz Descrição Totoloto, Totobola, Lotarias e Euro Milhões Pode conhecer os números do Euro Milhões meia hora antes do sorteio na TV. Saiba os resultados e o valor

Leia mais

ACESSOS À BVS-PSI MEDIDOS PELO GOOGLE ANALYTICS

ACESSOS À BVS-PSI MEDIDOS PELO GOOGLE ANALYTICS ACESSOS À BVS-PSI MEDIDOS PELO GOOGLE ANALYTICS 1º. Semestre 2013 O Google Analytics é um serviço gratuito oferecido pelo Google que permite analisar as estatísticas de visitação de um site. Este é o primeiro

Leia mais

Programa de Estudantes - Convênio de Pós-graduação - PEC-PG - 2006

Programa de Estudantes - Convênio de Pós-graduação - PEC-PG - 2006 Programa de Estudantes - Convênio de Pós-graduação - PEC-PG - 2006 1. Do objeto: O Ministério das Relações Exteriores (MRE), por intermédio do Departamento Cultural (DC), a Coordenação de Aperfeiçoamento

Leia mais

DIRETORIA DE PROGRAMAS COORDENAÇÃO-GERAL DE PROGRAMAS ESTRATÉGICOS CGPE EDITAL CAPES/MEC E SECEX/MDIC Nº 19/2009 PRÓ-COMEX

DIRETORIA DE PROGRAMAS COORDENAÇÃO-GERAL DE PROGRAMAS ESTRATÉGICOS CGPE EDITAL CAPES/MEC E SECEX/MDIC Nº 19/2009 PRÓ-COMEX Instruções para Apresentação de Projetos do Programa de Apoio ao Ensino e à Pesquisa em Desenvolvimento e Promoção do Comércio Exterior PRÓ-COMEX C A P E S DIRETORIA DE PROGRAMAS COORDENAÇÃO-GERAL DE PROGRAMAS

Leia mais

CONCURSO N.º 05/UGEA/TA/UE/2014. Manifestação de Interesse

CONCURSO N.º 05/UGEA/TA/UE/2014. Manifestação de Interesse REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE UNIÃO EUROPEIA Tribunal Administrativo CONCURSO N.º 05/UGEA/TA/UE/2014 FINANCIADO PELA UNIÃO EUROPEIA Manifestação de Interesse O Tribunal Administrativo, convida as empresas interessadas

Leia mais

Anuário Estatístico de Turismo - 2013

Anuário Estatístico de Turismo - 2013 Secretaria Nacional de Políticas de Turismo Ministério do Turismo Anuário Estatístico de Turismo - 2013 Volume 40 Ano base 2012 Guia de leitura Guia de leitura O Guia de Leitura tem o propósito de orientar

Leia mais

VIAGEM - INFORMAÇÕES IMPORTANTES VISTO. Muitos paises exigem o visto para o brasileiro, segue tabela:

VIAGEM - INFORMAÇÕES IMPORTANTES VISTO. Muitos paises exigem o visto para o brasileiro, segue tabela: Associação Paulista do Ministério Público VIAGEM - INFORMAÇÕES IMPORTANTES Para que não haja nenhum imprevisto em sua Viagem, segue algumas dicas para viagens nacionais e internacionais, pois cada país

Leia mais

TABELA GEOGRAFICA. Atualizada em Agosto 2006. ACESITA BT Minas Gerais. ACRE BT Brasil

TABELA GEOGRAFICA. Atualizada em Agosto 2006. ACESITA BT Minas Gerais. ACRE BT Brasil TABELA GEOGRAFICA Atualizada em Agosto 2006 ACESITA BT Minas Gerais ACRE AFRICA NT Africa Central NT Africa Meridional NT Africa Ocidental NT Africa Setentrional AFRICA CENTRAL BT Africa AFRICA DO SUL

Leia mais

Consulta pública - Melhoria dos procedimentos para obtenção de um visto Schengen de curta duração

Consulta pública - Melhoria dos procedimentos para obtenção de um visto Schengen de curta duração Consulta pública - Melhoria dos procedimentos para obtenção de um visto Schengen de curta duração Nos últimos três anos obteve algum visto Schengen de curta duração? A Comissão está a rever os procedimentos

Leia mais

CARTA-CIRCULAR N 2.070. Aos Bancos Múltiplos com Carteira Comercial, Bancos Comerciais e Caixas Econômicas.

CARTA-CIRCULAR N 2.070. Aos Bancos Múltiplos com Carteira Comercial, Bancos Comerciais e Caixas Econômicas. CARTA-CIRCULAR N 2.070 Aos Bancos Múltiplos com Carteira Comercial, Bancos Comerciais e Caixas Econômicas. Divulga relação das missões diplomáticas, repartições consulares de carreira e representações

Leia mais

GEOGRAFIA BÁSICA. Características Gerais dos Continentes: África

GEOGRAFIA BÁSICA. Características Gerais dos Continentes: África GEOGRAFIA BÁSICA Características Gerais dos Continentes: África Atualmente temos seis continentes: África, América, Antártida, Europa, Ásia e Oceania. Alguns especialistas costumam dividir o planeta em

Leia mais

www.pwc.com/payingtaxes Paying Taxes 2014 Portugal e a CPLP Jaime Esteves 3 de dezembro de 2013, Lisboa

www.pwc.com/payingtaxes Paying Taxes 2014 Portugal e a CPLP Jaime Esteves 3 de dezembro de 2013, Lisboa www.pwc.com/payingtaxes Paying Taxes 2014 Portugal e a CPLP Jaime Esteves 3 de dezembro de 2013, Lisboa Agenda 1. A metodologia do Paying Taxes 2. Resultados de Portugal 3. Resultados da CPLP 4. Reforma

Leia mais

O COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO COM PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO

O COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO COM PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial O COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO COM PAÍSES EM DESENVOLVIMENTO Fevereiro/2004 Introdução...4 1. As Exportações Para Países em Desenvolvimento no Período

Leia mais

O final do ano de 2006 chegou aos 6.6 bilhões de habitantes, embora o ritmo de crescimento populacional venha diminuindo na últimas décadas.

O final do ano de 2006 chegou aos 6.6 bilhões de habitantes, embora o ritmo de crescimento populacional venha diminuindo na últimas décadas. Plano de aula 2º ano CRESCIMENTO DA POPULAÇÃO MUNDIAL O final do ano de 2006 chegou aos 6.6 bilhões de habitantes, embora o ritmo de crescimento populacional venha diminuindo na últimas décadas. A Ásia

Leia mais

Nota de trabalho. Estado actual das negociações comerciais multilaterais sobre os produtos agrícolas REPRESENTAÇÃO COMERCIAL

Nota de trabalho. Estado actual das negociações comerciais multilaterais sobre os produtos agrícolas REPRESENTAÇÃO COMERCIAL MISSÃO PERMANENTE DA REPÚBLICA DE ANGOLA JUNTO DA ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS REPRESENTAÇÃO COMERCIAL GENEBRA - SUÍÇA Estado actual das negociações comerciais multilaterais sobre os produtos agrícolas

Leia mais

PAÍSES AIEA AGÊNCIA INTERNACIONAL DE ENERGIA ATÔMICA

PAÍSES AIEA AGÊNCIA INTERNACIONAL DE ENERGIA ATÔMICA PAÍSES AIEA AGÊNCIA INTERNACIONAL DE ENERGIA ATÔMICA 1. Canadá 2. Comunidade da Austrália 3. Estado da Líbia 4. Estados Unidos da América 5. Federação Russa 6. Japão 7. Reino da Arábia Saudita 8. Reino

Leia mais

CONTEXTO. mundial de celulose branqueada de eucalipto

CONTEXTO. mundial de celulose branqueada de eucalipto MONITORAMENTO E CONTROLE DE ESPÉCIES EXÓTICAS INVASORAS NA ARACRUZ CELULOSE S.A. Ana Paula C. do Carmo (Aracruz( Celulose S.A.) Silvia R. Ziller (Instituto Hórus) CONTEXTO Maior produtora Unidade Barra

Leia mais

MANUAL DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA SUMÁRIO

MANUAL DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA SUMÁRIO 000.000 SUMÁRIO 1. Objetivo 2. Campo de aplicação 3. Condições Gerais 4. Participação 5. Benefícios 6. Conclusão 7. Disposições Finais 8. Responsabilidades 9. Anexos 1. OBJETIVO Estabelecer procedimentos

Leia mais

Em pelo menos 56 países, as taxas de novas infecções pelo HIV estabilizaram ou diminuíram significativamente

Em pelo menos 56 países, as taxas de novas infecções pelo HIV estabilizaram ou diminuíram significativamente P R E S S R E L E A S E Em pelo menos 56 países, as taxas de novas infecções pelo HIV estabilizaram ou diminuíram significativamente Novo relatório do UNAIDS mostra que a epidemia da aids parou de avançar

Leia mais

Climas e Formações Vegetais no Mundo. Capítulo 8

Climas e Formações Vegetais no Mundo. Capítulo 8 Climas e Formações Vegetais no Mundo Capítulo 8 Formações Vegetais Desenvolvem-se de acordo com o tipo de clima, relevo, e solo do local onde se situam.de todos estes, o clima é o que mais se destaca.

Leia mais

Sugestões de avaliação. Geografia 8 o ano Unidade 3

Sugestões de avaliação. Geografia 8 o ano Unidade 3 Sugestões de avaliação Geografia 8 o ano Unidade 3 5 Nome: Data: Unidade 3 1. Complete o trecho a seguir com informações sobre a localização do continente americano. O continente americano é o segundo

Leia mais

LISTA DE REPRESENTAÇÕES SOI 2012 AGÊNCIA INTERNACIONAL DE ENERGIA ATÔMICA AIEA PAÍSES MEMBROS

LISTA DE REPRESENTAÇÕES SOI 2012 AGÊNCIA INTERNACIONAL DE ENERGIA ATÔMICA AIEA PAÍSES MEMBROS 1 LISTA DE REPRESENTAÇÕES SOI 2012 AGÊNCIA INTERNACIONAL DE ENERGIA ATÔMICA AIEA ÁFRICA DO SUL ARÁBIA SAUDITA BRASIL CANADÁ COREIA DO SUL EGITO EQUADOR HOLANDA ITÁLIA JORDÂNIA NÍGER SUÉCIA ALEMANHA ARGENTINA

Leia mais

Programa de Incentivo para Bancos em Países Emergentes Perguntas & Respostas Janeiro de 2016

Programa de Incentivo para Bancos em Países Emergentes Perguntas & Respostas Janeiro de 2016 Programa de Incentivo para Bancos em Países Emergentes Perguntas & Respostas Janeiro de 2016 1. O que é o Programa de Incentivo para bancos em Países Emergentes? O Programa de Incentivo para Bancos em

Leia mais

Documento com Perguntas Frequentes sobre a Iniciativa de Acesso Global

Documento com Perguntas Frequentes sobre a Iniciativa de Acesso Global Documento com Perguntas Frequentes sobre a Iniciativa de Acesso Global A Roche lançou o Programa de Acesso Global a testagem de carga viral para o HIV O Programa expande o acesso aos cuidados através de

Leia mais

SOLICITAÇÃO DE DIÁRIA PARA PROFESSOR SERVIDOR FEDERAL E PROFESSOR COLABORADOR EVENTUAL, PASSAGEM AÉREA E HOSPEDAGEM

SOLICITAÇÃO DE DIÁRIA PARA PROFESSOR SERVIDOR FEDERAL E PROFESSOR COLABORADOR EVENTUAL, PASSAGEM AÉREA E HOSPEDAGEM SOLICITAÇÃO DE DIÁRIA PARA PROFESSOR SERVIDOR FEDERAL E PROFESSOR COLABORADOR EVENTUAL, PASSAGEM AÉREA E HOSPEDAGEM A solicitação é feita pelo curso a PROPESQ através de processo contendo o formulário

Leia mais

Eventos de Relevância em Saúde Pública no Mundo

Eventos de Relevância em Saúde Pública no Mundo Prefeitura do Município de São Paulo Secretaria Municipal da Saúde Coordenação de Vigilância em Saúde - COVISA Gerência de Vigilância em Saúde Ambiental - GVISAM 10 de Março de 2015 Eventos de Relevância

Leia mais

Etapa I. Perfil do professor

Etapa I. Perfil do professor Etapa I Perfil do professor Universidade Metodista de Piracicaba Unimep Departamento de Tecnologia e Informática DTI Elaboração: DTI Equipe de Suporte e Treinamento Formatação e Revisão Gabriela Oliveira

Leia mais

5. MUDANÇA NO USO DA TERRA E FLORESTAS

5. MUDANÇA NO USO DA TERRA E FLORESTAS 5. MUDANÇA NO USO DA TERRA E FLORESTAS 5.1 Introdução Os cálculos prioritários de emissões decorrentes das mudanças no uso da terra e florestas concentram-se em três atividades que são fontes ou sumidouros

Leia mais

PORTARIA nº 08/2013.

PORTARIA nº 08/2013. .1. PORTARIA nº 08/2013. NORMATIZA CRITÉRIOS E DEFINE PROCEDIMENTOS RELATIVOS À AUTORIZAÇÃO DE VIAGEM, AO PAGAMENTO DE NUMERÁRIO E À PRESTAÇÃO DE CONTAS COM DESLOCAMENTO À SERVIÇO DO CRMV-MG. O Presidente

Leia mais

mídiakit www.tvgazeta.com.br

mídiakit www.tvgazeta.com.br mídiakit www.tvgazeta.com.br JUNHO / 2015 #HISTÓRIA Fundada no aniversário da cidade de São Paulo, a TV Gazeta fala com uma metrópole globalizada com a intimidade de quem esteve presente na vida e no coração

Leia mais

Ministério da Educação - MEC Secretaria de Educação Superior SESu Diretoria de Políticas e Programas de Graduação - Dipes

Ministério da Educação - MEC Secretaria de Educação Superior SESu Diretoria de Políticas e Programas de Graduação - Dipes Ministério da Educação - MEC Secretaria de Educação Superior SESu Diretoria de Políticas e Programas de Graduação - Dipes EDITAL DE CONVOCAÇÃO Nº 13, DE 30 DE ABRIL DE 2015 PROCESSO SELETIVO 2016 PARA

Leia mais

Fundo Monetário Internacional

Fundo Monetário Internacional Fundo Monetário Internacional É uma organização internacional que pretende assegurar o bom funcionamento do sistema financeiro mundial pelo monitoramento das taxas de câmbio e da balança de pagamentos,

Leia mais

Tabelas estatísticas

Tabelas estatísticas Tabelas estatísticas Estatísticas sociais e econômicas de países e territórios do mundo, com referência particular ao bem-estar da criança. Panorama..........................................82 Nota geral

Leia mais